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Received today — 19 de Maio de 2026

‘Brasil não abre mão de sua soberania’, diz Lula sobre terras raras

Por:Sul 21
18 de Maio de 2026, 15:17

Da Agência Brasil

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (18) que o Brasil não vai abrir mão de sua soberania para exploração de minerais críticos e terras raras existentes no país.

Durante evento realizado em Campinas, no interior de São Paulo, Lula destacou que outros países poderão se associar ao Brasil para explorar esses recursos, dentro do território brasileiro.

“Não temos preferência por ninguém. Pode vir chinês, alemão, francês, japonês, americano. Pode vir quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão de sua soberania para dizer que os minerais críticos e as terras raras são nossas e que queremos explorá-la aqui dentro”, disse o presidente.

Em seu discurso, Lula também destacou que pesquisadores brasileiros, especialmente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), poderão ajudar a fazer um estudo sobre esses recursos do país.

“Se a gente for fazer esse estudo só cavando buraco, isso vai demorar muito. A gente vai ter que contar com inteligência e a ciência e o conhecimento de vocês para dar um salto de qualidade, e ver se, em um curto espaço de tempo, a gente faça que o Trump [presidente dos EUA] deixe de brigar com o Xi Jinping [presidente da China] e venha se associar a nós para explorar isso aqui”, disse ele.

Supermicroscópio

O discurso do presidente foi feito na cerimônia de inauguração de quatro linhas de luz síncrotron do acelerador de partículas Sirius, uma espécie de supermicroscópio do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas.

As novas linhas de luz síncroton devem ampliar a capacidade de pesquisa do país em áreas como saúde, energia, agricultura, clima e nanotecnologia. As novas linhas são chamadas de Tatu, Sapucaia, Quati e Sapê.

O investimento é de R$ 800 milhões, por meio do novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

“Para fazer um investimento como esse, a gente não tem que perguntar quanto custa. Qualquer quantidade de milhões que colocarmos é muito pequeno diante da quantidade de milhões que isso aqui vai render para o futuro do país e para o futuro da sociedade brasileira”, comentou o presidente.

“Não me convença com discurso, me convença com projeto. Se o projeto for factível, se ele tiver começo, meio e fim, não haverá problema em arrumar dinheiro e aprovar qualquer projeto desse país. E esse projeto aqui é um projeto que pode dar ao Brasil uma respeitabilidade mundial para que nenhum ser humano do mundo ache que o Brasil é inferior”, reforçou.

Para a ministra de Ciência, Tecnologia e Inovações, Luciana Santos, a inauguração das novas linhas podem representar um salto tecnológico para o país.

“O que celebramos aqui vai muito além das novas linhas do Sirius ou do avanço das obras do Orion [um complexo para pesquisas avançadas em patógenos]. Essa é a prova de que o Brasil pode ocupar o lugar de liderança científica, tecnológica e industrial no mundo”, disse a ministra.

“O CNPEM ajudou a romper essa lógica de dependência e mostrou que conhecimento também é soberania. Antes do Sirius, pesquisadores brasileiros dependiam de laboratórios estrangeiros para realizar estudos avançados em materiais, proteínas e vírus e tecnologias estratégicas. Isso atrasava pesquisavas e limitava o conhecimento e a capacidade do Brasil em produzir conhecimento em áreas fundamentais”, acrescentou Luciana Santos.

As linhas

A Tatu, primeira linha em uma fonte de luz de quarta geração a operar na faixa dos terahertz, permitirá investigar fenômenos em materiais quânticos, sistemas nanofotônicos e biomoléculas, capazes de analisar estruturas em escala nanométrica. Essa linha vai contribuir para avanços na área de telecomunicações, computação e processamento de dados baseado em luz.

Já a linha Sapucaia é voltada para estudos com nanopartículas, proteínas, polímeros, catalisadores, medicamentos, fluidos humanos e terapias.

A Quati, por sua vez, vai permitir investigações avançadas em materiais para as indústrias petroquímica e farmacêutica, além de pesquisas em terras raras e minerais críticos.

Por fim, a linha Sapê pretende desenvolver materiais avançados, com aplicações em energia, saúde e infraestrutura, bem como em materiais supercondutores e semicondutores, estes últimos importantes para o desenvolvimento de novos chips para a indústria eletrônica.

Luz síncroton e Sirius

A luz síncrotron é um tipo de radiação eletromagnética extremamente brilhante que se estende por um amplo espectro, isto é, ela é composta por diversos tipos de luz, desde o infravermelho, passando pela luz visível e pela radiação ultravioleta e chegando aos raios X.

Com o uso dessa luz especial é possível penetrar a matéria e revelar características de sua estrutura molecular e atômica para a investigação de todo tipo de material.

Já o acelerador de partículas Sirius é uma imensa máquina capaz de analisar estruturas em escala atômica, ou seja, consegue revelar detalhes das estruturas dos átomos e apoiar pesquisas avançadas em diferentes áreas do conhecimento.

Esse equipamento é considerado a maior e mais complexa infraestrutura científica já construída no Brasil e uma das mais avançadas fontes de luz síncrotron do mundo.

“O Sirius colocou o país em outro patamar científico e tecnológico. O Brasil passou a integrar um grupo extremamente restrito e seleto de países que dominam tecnologia de fontes de luz síncrotron de quarta geração. O Sirius é a mais complexa infraestrutura científica já construída no Brasil e abriga um dos mais maiores aceleradores de elétrons no mundo o que nos permite desenvolver pesquisas em medicamentos, semicondutores, baterias e minerais estratégicos”, explicou a ministra da Ciência e Tecnologia.

Inovação em saúde

Além da inauguração dessas quatro novas linhas, Lula e o ministro em exercício da Saúde, Adriano Massuda, acompanharam o lançamento da pedra fundamental do Programa Nacional de Inovação Radical em Saúde.

O programa, que será realizado inicialmente pelo CNPEM, foi desenvolvido com o objetivo de fortalecer a soberania tecnológica nacional na área da saúde.

A iniciativa visa ampliar o desenvolvimento nacional de tecnologias estratégicas voltadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), como biomoléculas, biossensores, dispositivos médicos e novos diagnósticos.

Esse programa, diz o governo, pretende contribuir para reduzir a dependência de tecnologias importadas e fortalecer a capacidade nacional de desenvolver soluções em saúde alinhadas às necessidades do SUS e da população brasileira.

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Mega Sena 3002: resultado do sorteio de 30 de abril

30 de Abril de 2026, 21:18

Confira os números sorteados da Mega Sena 3.002 das Loterias Caixa. Na TVT News você confere quantos números acertou no sorteio das Loterias Caixa.

O valor do prêmio da Mega Sena 3.002 é de R$ 127.017.606,25.

Uma aposta de Curitiba acertou as seis dezenas.

Números sorteados da Mega Sena 3002

Resultado da Mega Sena 3002: 04 – 27 – 51 – 52 – 54 – 58

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 3.002

Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 30 de abril e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

1 aposta ganhadora, R$ 127.017.606,25.

A aposta vencedora foi feita em Curitiba

CURITIBA/PRLOTERIAS ANCHIETA

5 acertos (quina)

113 apostas ganhadoras, R$ 34.683,44

4 acertos (quadra)

6.556 apostas ganhadoras, R$ 9

Confira detalhes das apostas vencedoras.

A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena. 

Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos

  • Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
  • Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
  • Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
  • Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
  • Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.

Como fazer aposta da Mega Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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Resultado da Mega Sena 3002 no sorteio de 30 de abril

30 de Abril de 2026, 21:02

Confira os números sorteados da Mega Sena 3.002 das Loterias Caixa. Na TVT News você confere quantos números acertou no sorteio das Loterias Caixa.

O valor do prêmio da Mega Sena 3.002 é de R$ 127.017.606,25.

Uma aposta de Curitiba acertou as seis dezenas.

Números sorteados da Mega Sena 3002

Resultado da Mega Sena 3002: 04 – 27 – 51 – 52 – 54 – 58

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena 3.002

Logo após o sorteio, a Caixa confirma quais as apostas ganhadoras do sorteio realizado em 30 de abril e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

1 aposta ganhadora, R$ 127.017.606,25.

A aposta vencedora foi feita em Curitiba

CURITIBA/PRLOTERIAS ANCHIETA

5 acertos (quina)

113 apostas ganhadoras, R$ 34.683,44

4 acertos (quadra)

6.556 apostas ganhadoras, R$ 985,39

Confira detalhes das apostas vencedoras.

A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena. 

Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos

  • Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
  • Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
  • Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
  • Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
  • Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.

Como fazer aposta da Mega Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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1º de maio terá tarifa zero em São Bernardo

30 de Abril de 2026, 17:18

O feriado de 1º de maio em São Bernardo do Campo contará com tarifa zero nos ônibus municipais durante todo o dia. A gratuidade, válida para as linhas operadas pela BR7 Mobilidade, visa facilitar o deslocamento da população para as atividades comemorativas e políticas na região. Receba as informações sobre as comemorações do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora na TVT News.

O principal ponto de concentração será o Paço Municipal, que recebe a tradicional Festa do Dia do Trabalhador e Trabalhadora, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em conjunto com outras 23 entidades sindicais da região.

A estrutura para o evento já está montada no Paço Municipal para recepcionar o público a partir das 9h. Na edição de 2025, a mobilização reuniu mais de 70 mil pessoas, número que serve de base para o planejamento da segurança e organização deste ano.

Como chegar no evento do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Acesso pela linha 10-Tuquesa

Para quem virá da capital, é possível acessar a linha 10-Duquesa que conecta o ABC Paulista pela estação Palmeiras Barra Funda (Linha Vermelha), Luz (Linha Azul/Amarela), Brás (Linha Vermelha) ou Tamanduateí (Linha Verde).

A estação mais próxima ao evento é de Santo André (Celso Daniel). De lá, é possível pegar os ônibus EMTU 287, 286, 238, 196 ou 285. Para esses ônibus o passe-livre não conta. O transporte gratuito será válido apenas para os ônibus municipais.

TARIFA-ZERO-TVT
Linha 10-Turquesa para chegar ao ABC
Desça na estação Celso Daniel Santo André e pegue o ônibus para o Paço Municipal no terminal

Pautas sindicais e luta por direitos

Sob o tema “Nossa luta transforma vidas”, o ato deste ano une 24 sindicatos do ABC Paulista em torno de reivindicações estruturais para a classe trabalhadora. As entidades priorizam o debate sobre a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e a defesa do fim da escala 6×1. Outro ponto central da mobilização é a demanda pela isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Além das questões econômicas diretas, o movimento sindical incluiu pautas sociais urgentes no manifesto do 1º de maio. Estão entre as bandeiras do evento o combate ao feminicídio e a garantia de igualdade salarial entre homens e mulheres. Wellington Messias Damasceno, diretor administrador dos Metalúrgicos do ABC, afirma que as pautas buscam mais dignidade e a construção de um país mais justo, com direitos garantidos para todos.

Programação cultural e atrações confirmadas

A Festa do Dia do Trabalhador mescla as manifestações políticas com uma extensa agenda cultural ao longo de todo o feriado. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC confirmou nomes de destaque no cenário nacional para compor o festival de música no Paço Municipal. Entre as principais atrações estão:

  • Glória Groove;
  • MC IG;
  • Filho do Piseiro.

O evento também contará com apresentações de diversos grupos e artistas locais, abrangendo gêneros como samba e piseiro. Estão confirmados o Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro, Grupo SP5, Grupo Razão, Hyaguinho Vaqueiro, Don Ernesto, Samba de Luz e Samba e Amigos.

Solidariedade e acesso ao evento

O acesso à Festa do Dia do Trabalhador será realizado por meio de entrada solidária. A organização solicita que o público contribua com 2 kg de alimentos não perecíveis. Os mantimentos arrecadados serão destinados a ações sociais desenvolvidas na região do ABC.

A prefeitura de São Bernardo do Campo reiterou que a tarifa zero nos coletivos é uma medida para garantir que o trabalhador e a trabalhadora possam participar das atividades culturais e políticas sem o ônus do transporte. A operação gratuita abrange todas as linhas municipais, garantindo a mobilidade urbana desde as primeiras horas da manhã do feriado.


SERVIÇO


📍 Data: 1º de maio
📍 Horário: a partir das 9h
📍 Local: Paço Municipal de São Bernardo do Campo
📍 Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis

Leia também sobre Tarifa Zero

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Gloria Groove, MC IG e Filho do Piseiro fazem show em SBC no 1° de maio

30 de Abril de 2026, 17:07

O Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, no 1° de maio, será comemorado com um grande show no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Entre os principais artistas do show de 1° de maio estão Gloria Groove, MC IG e Filho do Piseiro. Leia mais sobre o show de 1° de maio com a TVT News.

Gloria Groove e MC IG comandam show do 1º de Maio no ABC em megaevento com pauta pelo fim da escala 6×1

Artistas como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba da Praça, Alex Rocha, o Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro estarão presentes no tradicional show do 1° de maio no ABC.

Confir as principais atrações dos shows no próximo dia 1º de maio (sexta-feira), a partir das 9h, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo.

Show de Gloria Groove gratuito em SBC no 1° de maio

Nascido Daniel Garcia, a multiartista paulistana Gloria Groove teve contato com a arte desde muito cedo, destacando-se inicialmente como cantora mirim e dubladora profissional. A partir de 2016, sua persona drag queen ganhou vida e quebrou paradigmas na indústria fonográfica nacional.

Misturando pop, R&B, rap e funk com uma potência e técnica vocal irretocáveis, a “Lady Leste” superou barreiras e tornou-se uma das vozes mais respeitadas, ouvidas e influentes da música brasileira moderna.

Gloria Groove acumula uma vasta lista de megahits que marcaram o país nos últimos anos, como “A Queda”, “Vermelho”, “Bumbum de Ouro”, “Coisa Boa” e a recente febre das rodas de pagode do projeto Serenata da GG, “Nosso Primeiro Beijo”.

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Gloria Groove faz show em SBC com ingressos solidário no dia 1° de maio. Foto: Redes Sociais

Show do MC IG gratuito em SBC no 1° de maio

Guilherme Sérgio Ramos de Souza, amplamente conhecido como MC IG, é cria da Vila Medeiros, Zona Norte de São Paulo. Iniciou sua caminhada no funk em 2015 e, degrau por degrau, firmou-se como um dos maiores pilares da vertente paulista do gênero. C

om rimas que narram as vivências, a superação e o dia a dia da juventude de periferia, IG virou um verdadeiro fenômeno nas plataformas de áudio, ditando o ritmo da cena urbana nacional e figurando constantemente no topo dos rankings da Billboard Brasil.

Com bilhões de reproduções acumuladas, MC IG é a voz por trás de sucessos avassaladores como “3 Dias Virados”, “Faz Completo, Chefe” e do projeto cypher “Let’s Go 4” — que passou meses no topo do Spotify Brasil em 2023.

Show gratutito do Filho do Piseiro em SBC

Representando o ritmo contagiante que dominou o Brasil, o cantor amazonense Filho do Piseiro é a mais nova sensação viral da internet. Ele começou do zero: para realizar o sonho da música, chegou a tocar violão e cantar de improviso no frigorífico onde trabalhava.

Com muito carisma, autenticidade e letras bem-humoradas, ele conquistou o público, acumulando rapidamente milhões de reproduções em seus perfis e ganhando até elogios de grandes personalidades, como a cantora Juliette.

O artista faz sucesso com músicas que grudam na cabeça instantaneamente, com destaque para a febre “Raparigas” e o hit “Meu Pai Paga Minha Faculdade”.

Fim da escala 6×1 é uma das principais lutas do 1° de maio

O tradicional Dia do Trabalhador e da Trabalhadora reafirma a força da mobilização popular e da unidade do movimento sindical.

Com o tema “Nossa luta transforma vidas”, o ato também será orientado por bandeiras centrais e urgentes para os brasileiros:

“Essas bandeiras traduzem necessidades urgentes de quem vive do trabalho. São pautas que apontam para mais dignidade, menos desigualdade e um país mais justo, com direitos garantidos. Por isso, é fundamental fazer do 1º de Maio uma grande festa popular: um momento de união, consciência e valorização da luta coletiva da classe trabalhadora”, afirma Wellington Messias Damasceno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

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Fim da escala 6×1 é uma das principais pautas da classe trabalhadora. Foto: Dino Santos

Além das fundamentais falas políticas, a programação cultural promete agitar São Bernardo com muita diversidade. Entre as atrações confirmadas para levantar o público, estão grandes nomes da música atual que dialogam com diferentes públicos e vertentes populares.

Cultura e solidariedade de mãos dadas

O show do 1° de maio reforça o caráter profundamente solidário e de apoio às comunidades da região. O acesso à festa será por meio do ingresso solidário, mediante a doação de 2 quilos de alimentos não perecíveis, direcionados a instituições parceiras.

Além dos três gigantes nacionais, o evento enaltecerá artistas regionais e muito pagode com os talentos de Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba da Praça, Alex Rocha, o Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.

Serviço

EVENTO DO 1º DE MAIO NO ABC

  • Local: Paço Municipal – Praça Samuel Sabatini, Centro, São Bernardo do Campo – SP.
  • Data: Sexta-feira, 1º de maio de 2026
  • Horário: A partir das 9h

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Cartaz do show de 1° de maio

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Spotify lança selos de verificação para distinguir artistas reais de conteúdo gerado por IA

30 de Abril de 2026, 16:38

O Spotify implementou novos selos de verificação para artistas, que indicam que o perfil representa um artista real com conteúdo próprio, garantindo que cumpre os critérios de autenticidade e confiança da plataforma, em contraposição aos perfis gerados por inteligência artificial (IA).

A empresa continua apostando em recursos que ajudem os usuários a ter mais informações sobre os artistas e suas músicas, diante do aumento de perfis falsos, spam e conteúdo gerado por IA nas plataformas musicais, que prejudicam a experiência.

Nesse sentido, lançou os novos selos “Verificado pelo Spotify”, um distintivo que garante que o perfil do artista em questão foi revisado e cumpre os critérios de autenticidade da plataforma.

Assim, quando um artista estiver verificado, isso significará que se trata do perfil de um criador ou músico real, com uma presença identificável tanto dentro quanto fora da plataforma e com música ou conteúdo próprio. Isso também garante que o conteúdo em questão cumpre as normas do Spotify.

Portanto, os perfis que pareçam representar principalmente artistas gerados por IA ou personagens de IA “não poderão ser verificados”.

Conforme explicou em um comunicado em seu blog, para conceder esse selo, a empresa analisa perfis de artistas que apresentam atividade e participação constantes por parte dos ouvintes. Ou seja, perfis que os usuários procuram de forma ativa e intencional durante um período prolongado, e não apenas aqueles que apresentam picos pontuais de participação.

Da mesma forma, na análise, a empresa levará em consideração questões como datas de shows, produtos promocionais e contas de redes sociais vinculadas ao perfil, para determinar se se trata de uma pessoa real.

Para examinar cada conta do Spotify, a empresa combinará os padrões mencionados com a revisão e o julgamento humanos, com o objetivo de “identificar os verdadeiros artistas que atuam de boa-fé, em vez de descartar os falsos”.

No entanto, a empresa também esclareceu que, no panorama musical atual, o conceito de autenticidade do artista “é complexo e evolui rapidamente”; por isso, alertou que continuará aperfeiçoando essa abordagem para conceder os selos “ao longo do tempo”.

Esses novos selos, que consistem em um ícone de verificação verde claro acompanhado do texto “Verificado pelo Spotify”, aparecerão nos perfis dos artistas ao lado de seus nomes, bem como nas pesquisas.

Além disso, elas começarão a ser concedidas aos artistas de forma gradual ao longo do tempo, uma vez que a plataforma abrange “milhões de criadores de conteúdo e perfis de artistas”, e as revisões serão realizadas com “precisão e coerência”.

Apesar desse processo, o Spotify informou que, como parte do lançamento dos selos, 99% dos artistas que os ouvintes procuram ativamente já estão verificados, incluindo diversos gêneros e origens geográficas.

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Sakamoto: Dívida do brasileiro dispara com proteção de políticos e empresas às bets

27 de Abril de 2026, 22:30
Bets aumentaram a divida dos brasileiros
Imagem ilustrativa. Foto: krisanapong detraphiphat/Getty Images

Por Leonardo Sakamoto, via UOL.

Lá vou eu mais uma vez repetir, feito uma maritaca com cãibra, que ou o Brasil acaba com as bets ou as bets vão acabar com o Brasil. Ao lado dos juros altos e do mau uso do crédito consignado, a ilusão de encarar apostas como complemento de renda ou solução para dívidas está tornando famílias insolventes, isso quando não levando ao seu adoecimento e até ao suicídio.

Bets cresceram nas frestas da lei por anos durante a gestão Bolsonaro e depois foram reguladas de forma insuficiente no governo Lula, com autorização para a propaganda que nunca deveria ter sido dada. Com isso, parte da economia amarrou seu burro nelas.

Das empresas nacionais e internacionais que lucram bilhões com as tragédias de famílias, passando pela mídia que se financia com espaço para bets anunciarem seu engodo, até o futebol que se tornou dependente da grana obtida pela sangria da população, o negócio se tornou parte do cotidiano.

Tudo protegido por uma constelação de políticos, principalmente no Congresso Nacional. Bancadas da Bíblia, da Bala e do Boi? Bobagem, a mais poderosa é a das bets.

Também, como não canso de dizer, dada a impossibilidade de proibir as bets no curto prazo, o ideal seria vetar todos os anúncios, incluindo aí as mentiras contadas pelos bem pagos influenciadores. Mas, pelos motivos listados acima, teremos que viver com a hipocrisia de não termos anúncios de tabaco, mas termos de tigrinhos.

A economia funcionava antes das bets e vai continuar depois. Mas, como é muito dinheiro, ninguém quer abrir mão. Enquanto isso, o povaréu se estrepa.

As bets.
Algumas das principais plataformas de apostas. Fotomontagem

Bets viciam tanto quanto o crack. A diferença é que, enquanto você corre o risco de ser preso ou levar bala ao ir à boca comprar uma pedra, as casas de apostas e cassinos on-line estão a um clique de distância em seu smartphone. Neste momento, seu marido ou seu filho podem estar alimentando o vício, gastando as economias e fazendo dívidas de dentro da segurança da sua casa.

Não estou sendo moralista, mas estou falando de um modelo de negócio que lucra justamente com a perda e com o desespero de milhões. Cada propaganda exibida, cada bônus oferecido, cada ganho fácil vendido é, na prática, um convite ao endividamento silencioso.

Reportagem de João José Oliveira, no UOL, já havia apontado que as apostas on-line se tornaram um dos principais fatores de endividamento das famílias brasileiras, superando o impacto do crédito e dos juros no orçamento, segundo estudo do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo) e da FIA Business School.

O impacto disso não aparece imediatamente nas estatísticas macroeconômicas, mas se manifesta na vida real: na conta de luz atrasada, no carrinho de supermercado mais vazio, no remédio que deixa de ser comprado. Pesquisas mostram que uma parcela relevante dos apostadores compromete a própria renda mensal com jogos, sacrificando despesas básicas — inclusive alimentação, educação, moradia e outros serviços essenciais. Sim, bets geram carestia.

As bets funcionam como um imposto informal, regressivo e sem retorno social, com uma dinâmica de consumo que mistura entretenimento, promessa de ascensão rápida e engenharia comportamental desenhada para viciar. Ao fim, o resultado é o enriquecimento de donos de plataformas e dos políticos que se aproveitam da amizade com eles.

Não deixa de ser irônico que muita gente bonita, crescida no leite de pera, reclame de programas de transferência de renda dos ricos para os mais pobres, enquanto defendem a liberdade das bets – que hoje são um robusto programa de transferência de renda dos mais pobres para os ricos.

Não falta diagnóstico, sobra conveniência. Porque enfrentar esse modelo exigiria contrariar quem lucra alto e rápido, ainda que às custas do lento empobrecimento de milhões. Com esse tipo de dívida, o país não quebra de uma vez, mas vai sendo corroído aos poucos, clique após clique, aposta após aposta, enquanto a conta (como sempre) chega a quem menos pode pagar.

Nissan encerra operação na Argentina e passa a focar em importação

27 de Abril de 2026, 22:21

A Nissan anunciou nesta segunda-feira (27) uma reestruturação importante da operação na Argentina que deve encerrar a atuação direta da montadora como filial no país.

A empresa assinou um memorando de entendimento com os grupos argentinos SIMPA e Tagle para avaliar a possível transferência da operação comercial local para um modelo de distribuidor. O movimento tem foco em eficiência e agilidade operacional, segundo a companhia.

O documento ainda não representa um acordo definitivo. A Nissan informou que o processo está em fase de análise e depende da revisão de diferentes aspectos do negócio antes de uma eventual assinatura final.

Caso a transação avance, a operação argentina será transferida para um novo distribuidor local e passará a integrar a NIBU, unidade de negócios da Nissan que reúne 36 mercados importadores da América Latina. Com isso, a Argentina deixaria de funcionar como uma operação direta da matriz e passaria a seguir um modelo baseado em importação e distribuição local.

Leia também: EXCLUSIVO CNBC: Nissan aposta em carros eletrificados para recuperar vendas na China

Apesar da mudança, a Nissan afirma que suas atividades comerciais na Argentina continuarão normalmente. A empresa diz que manterá a venda de veículos, o lançamento de novos modelos, os serviços de atendimento e pós-venda e a rede de concessionárias no país.

A decisão faz parte do plano global de reestruturação da companhia, chamado Re:Nissan. O programa foi lançado para recuperar desempenho, reduzir custos e criar uma estrutura mais enxuta. Entre as medidas, a Nissan prevê cortar 20 mil postos de trabalho e reduzir sua base industrial de 17 para 10 fábricas até o ano fiscal de 2027.

Mudança acontece após fracasso de fusão

O movimento ocorre depois do fracasso das negociações de integração entre Nissan e Honda. As duas montadoras assinaram, em dezembro de 2024, um acordo preliminar para estudar uma combinação de negócios, mas encerraram as conversas em fevereiro de 2025.

Na mesma data, Nissan, Honda e Mitsubishi também encerraram o entendimento que avaliava uma colaboração tripartite. As empresas, no entanto, afirmaram que seguiriam colaborando dentro de uma parceria estratégica voltada a veículos eletrificados e tecnologias inteligentes.

As discussões entre Nissan e Honda perderam força após a possibilidade de transformar a Nissan em subsidiária da Honda entrar na mesa. O então CEO da Nissan, Makoto Uchida, afirmou que não poderia aceitar esse modelo.

Leia também: Nissan anuncia George Leondis como novo diretor financeiro

A tentativa frustrada de integração ocorreu em meio a um cenário de pressão sobre a indústria automotiva global, com competição mais intensa de fabricantes chinesas, avanço dos veículos elétricos e necessidade de redução de custos.

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Álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 serão vendidos nas lotéricas da Caixa

27 de Abril de 2026, 19:26

A febre do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 está para começar. E para facilitar a venda em todos os cantos do país, a rede lotérica da Caixa também fará vendas de álbum e figurinhas. Leia em TVT News.

Onde comprar álbum e figurinhas da Copa do Mundo: lotéricas da Caixa farão vendas

​O maior torneio de futebol do mundo começa em 11 de junho de 2026, mas os amantes do esporte já podem viver a magia do mundial por meio das figurinhas colecionáveis da Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2026.

Neste ano, as unidades lotéricas da Caixa passam a integrar oficialmente a venda do álbum e das figurinhas da Copa, reforçando sua presença no cotidiano dos brasileiros e conectando colecionadores de todas as regiões do país. A partir de quinta-feira (30), o álbum e as figurinhas estarão disponíveis para compra nas lotéricas cadastradas como ponto de venda oficial, conforme a disponibilidade de estoque.

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Cada pacote com 7 figurinhas custa R$ 7 e o álbum avulso R$ 24,90. Para completar todo o álbum são necessárias 980 figurinhas, sendo 68 dessas especiais em papel metalizado.   

Atenção, criançada

Em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o atendimento e a comercialização do álbum e das figurinhas nas lotéricas são restritos a maiores de 18 anos, vedada a venda direta a crianças e adolescentes neste canal.

Capilaridade da Caixa para álbum e figurinhas da Copa chegarem a todas e todos

Com cerca de 13 mil unidades, as lotéricas são a maior rede de atendimento física da CAIXA e levam conveniência e atendimento próximo a mais de 95% dos municípios brasileiros.  

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Lotérias cadastradas podeão vender figurinhas da Copa do Mundo. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Quanto custa o álbum da Copa do Mundo

Os preços de lançamento definidos para os álbuns variam conforme o acabamento escolhido pelo torcedor:

  • Capa brochura: R$ 24,90
  • Capa dura: R$ 75,90
  • Capa dura ouro ou prata: R$ 79,90

Qual o valor das figurinhas da Copa do Mundo

O custo das figurinhas também requer planejamento financeiro. Cada envelope chega às bancas pelo valor de R$ 7,00 e contém 7 figurinhas,

Versões do álbum de figurinhas da Copa do Mundo

Para quem deseja iniciar a jornada, as opções de álbuns atendem a diferentes perfis de colecionadores:

  • Brochura (tradicional): R$ 24,90
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Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo cartão – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura: R$ 74,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura Especial (Prateado ou Dourado): R$ 79,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura especial – Foto: Divulgação/Panini
  • Box Luva Premium Taça: R$ 359,90 (exclusivo para o site da Panini)
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo box – Foto: Divulgação/Panini

Quanto vou gastar para completar o álbum da Copa do Mundo?

Perfil de colecionadorPacotes necessáriosCusto por pacoteGasto com figurinhas
Solitário~1.463R$ 7,00R$ 10.241,00
Social com muita sorte (poucas repetidas)~300R$ 7,00R$ 2.100,00
Social (trocas)~400R$ 7,00R$ 2.800,00

Quanto deve custar para preencher o álbum da Copa do Mundo

Na teoria, completar o álbum parece simples: são 980 figurinhas, distribuídas em pacotes com 7 unidades, vendidos a R$ 7,00. Em um cenário ideal, sem repetições, seriam necessários 140 pacotes — o que daria R$ 980,00 em figurinhas.

Mas a prática é bem diferente.

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Panni já abriu a pré-venda do álbum da Copa. Reprodução: Panini

O Cálculo Matemático da “Sorte”

À medida que o álbum começa a ser preenchido, a chance de tirar figurinhas repetidas cresce rapidamente. No início, quase todas as figurinhas são novas. Porém, depois de metade do álbum completo, a probabilidade de repetição aumenta de forma significativa. Nos estágios finais, é comum abrir um pacote inteiro sem conseguir sequer uma figurinha inédita.

Esse fenômeno acontece porque o número de figurinhas que ainda faltam diminui, enquanto o universo total (as 980 possíveis) permanece o mesmo. Em termos simples: quanto mais completo o álbum, mais difícil encontrar o que falta.

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Com 48 seleções, o número de figurinhas aumentou consideravelmente. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Na prática, isso significa que o custo real costuma ser bem maior do que o cálculo inicial. Estimativas entre colecionadores indicam que, sem trocas, o gasto pode facilmente dobrar — chegando ou até ultrapassando R$ 2.000 ao longo do tempo, dependendo da sorte.

Somando o valor do álbum, o investimento total pode ficar em:

  • Mais de R$ 2.024,90 (com álbum brochura)
  • Mais de R$ 2.075,90 (com álbum capa dura)
  • Mais de R$ 2.079,90 (com álbum capa especial)

Como gastar menos para completar o álbum da Copa do Mundo?

  1. O “Combo” de Lançamento: Geralmente, as editoras lançam kits com o álbum de capa dura e uma caixa de 80 a 100 pacotes com desconto. Este é o melhor ponto de partida.
  2. Trocas 1:1: Ao trocar uma figurinha repetida por uma que você não tem, você economiza o valor unitário do cromo (R$ 1,00 cada).
  3. Compra de figurinha avulsa: No final da Copa, a própria editora costuma vender as figurinhas faltantes. O preço unitário é maior que no pacote, mas é muito mais barato do que tentar a sorte em envelopes aleatórios.
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Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum da Copa do Mundo. Foto:
Rovena Rosa/Agência Brasil

Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum

Para quem deseja economizar e agilizar a conclusão da coleção, a interação social é a ferramenta mais eficaz. O hábito de trocar as figurinhas repetidas em praças, shoppings e escolas reduz a dependência da sorte ao abrir novos pacotes.

  • Pontos de encontro: Tradicionalmente, bancas de jornais tornam-se “hubs” de negociação nos finais de semana.
  • Redes Sociais: Grupos de aplicativos de mensagens facilitam a localização daquela figurinha específica que falta para fechar uma seleção difícil.
  • Economia Direta: A troca um-por-um evita que o torcedor gaste dinheiro com figurinhas que ele já possui, tornando o processo mais acessível e dinâmico.

Dica do Editor: Fique atento às figurinhas “brilhantes” ou cromadas. Elas costumam ser mais raras e você pode tentar negociar um valor de troca maior nos pontos de encontro.

Atualmente, praças, shoppings, escolas e grupos dedicados em aplicativos de mensagens tornam-se os principais polos de negociação. Essa rede colaborativa não apenas agiliza o preenchimento dos espaços vazios, mas protege o orçamento do torcedor e transforma a montagem álbum em um grande evento coletivo.

Guia da Copa do Mundo

Para te ajudar no planejamento para completar o álbum da Copa, confira algumas informações sobre a Copa do Mundo 2026.

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

Países classificados para a Copa do Mundo da FIFA 2026

Conheça os grupos da Copa do Mundo de futebol.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram

As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.

A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Leia também sobre as Loterias Caixa

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Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 27-04-2026

27 de Abril de 2026, 17:12

Acompanhe o Jornal TVT News Segunda Edição desta segunda-feira, 27 de abril de 2026. Veja quais são as notícias do dia com a equipe do jornal TVT News.

O que é notícia neste 27 de abril de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição

  • Operário morre em montagem de show de Shakira no Rio
  • Polícia investiga falha de segurança após acidente em Copacabana
  • Show de Shakira segue confirmado apesar de morte na montagem
  • Dono do Banco Master negocia delação premiada nesta semana
  • Esquema de fraude pode atingir políticos e empresários
  • Anvisa proíbe xaropes com clobutinol por risco cardíaco
  • Kassab descarta aliança com PT e declara apoio a Tarcísio
  • Trump não deve apoiar Flávio Bolsonaro, diz aliado
  • Gilmar Mendes pede investigação de Zema após sátira
  • Ataque a bomba na Colômbia deixa ao menos 20 mortos
  • Frente fria derruba temperaturas e traz risco de geada no Sul

TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT

O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva.  Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.

“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.

O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).

“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.

Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores

TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.

“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

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Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News

Veja também: as notícias mais lidas da TVT News

Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News

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Governo anuncia R$ 10 bilhões em crédito para máquinas agrícolas

26 de Abril de 2026, 16:00

O vice-presidente Geraldo Alckmin anunciou, neste domingo (26), durante a abertura da Agrishow, uma nova frente do programa MOVE Brasil. A iniciativa, voltada exclusivamente para o setor de máquinas e implementos agrícolas, prevê a liberação de R$ 10 bilhões em crédito com o objetivo de aumentar a competitividade e a produtividade do agronegócio brasileiro.

Os recursos virão do superávit do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e serão administrados pela Finep (Inovação e Pesquisa). A expectativa do governo é que a linha de crédito esteja disponível para contratação dentro de 20 a 30 dias, podendo ser operada tanto pela Finep quanto por bancos credenciados.

Diferentemente de programas tradicionais de financiamento, o MOVE Brasil dará prioridade ao conteúdo nacional, além de incentivar pesquisa e desenvolvimento (P&D). A proposta é modernizar o parque tecnológico do campo, abrangendo equipamentos como tratores, colheitadeiras e também soluções de agricultura digital.

Leia também: CNA pede suspensão da importação de pescado do Vietnã por ‘risco sanitário’ à produção nacional

Uma das principais novidades é a possibilidade de cooperativas agrícolas acessarem diretamente o crédito da Finep, algo inédito até então. Segundo o governo, o uso de recursos do FNDCT permitirá condições mais vantajosas de financiamento.

O programa também busca promover ganhos em eficiência e sustentabilidade. A expectativa é que os investimentos resultem em aumento da produtividade por hectare, redução de custos operacionais e melhorias no desempenho ambiental da produção.

Leia também: Moratória da soja: STF entra em semana decisiva de conciliação

A nova linha de crédito complementa o Plano Safra 2025/2026, que já prevê R$ 516,2 bilhões para a agricultura empresarial e R$ 89 bilhões para a agricultura familiar. A estratégia é combinar recursos para investimento em máquinas com crédito para custeio da produção.

O lançamento ocorre em um momento positivo para o agronegócio brasileiro. Desde 2023, o país abriu 600 novos mercados internacionais. Em 2025, as exportações do setor alcançaram US$ 169,2 bilhões, representando 48,5% das exportações totais do país. Para a safra 2025/2026, a previsão é de um novo recorde, com produção de até 356,3 milhões de toneladas de grãos.

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Trump defende construção de Salão de Baile seguro após ataque em jantar de correspondentes

26 de Abril de 2026, 13:53

O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu que a tentativa de ataque no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca é “exatamente a razão” pela qual as Forças Armadas, o Serviço Secreto, as Forças Policiais e presidentes vêm exigindo a construção de “um grande e seguro Salão de Baile”, em publicação na Truth Social.

“Este evento jamais teria ocorrido se o Salão de Baile, de nível militar ultrassecreto, estivesse atualmente em construção na Casa Branca. A construção não pode ser rápida o suficiente!”, escreveu.

Leia também: Trump foi retirado de hotel após disparos serem ouvidos no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca

O projeto do Salão de Baile mencionado foi apresentado por Trump no ano passado. Porém, no fim de março deste ano, um juiz federal determinou que o governo Trump suspendesse a construção do local que tinha projeção de custo de US$ 400 milhões, proibindo o avanço das obras sem aprovação do Congresso. Na época, Trump criticou a medida.

Após a situação de ontem, Trump ressaltou que o projeto do salão possui “todos os recursos de segurança de mais alto nível disponíveis”, ressaltou que não há cômodos acima que permitam a entrada de pessoas sem autorização e está localizado “dentro dos portões do edifício mais seguro do mundo”.

Leia também: “Um lobo solitário”, diz Trump ao identificar atirador de 31 anos, em coletiva na Casa Branca

“O ridículo processo judicial referente ao Salão de Baile deve ser arquivado imediatamente. Nada deve interferir em sua construção, que está dentro do orçamento e substancialmente adiantada em relação ao cronograma!!!”, acrescentou na postagem.

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PT aprova manifesto com reformas no Judiciário e mudanças estruturais no Brasil

26 de Abril de 2026, 13:35
Membros do PT, com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) ao centro, durante o evento. Foto: Divulgação

Neste domingo (26), o Partido dos Trabalhadores (PT) aprovou seu manifesto durante o 8º Congresso Nacional da sigla, em Brasília. O evento, que teve início na sexta-feira (24), teve como tema central as diretrizes para a reeleição do presidente Lula.

O documento, intitulado “Construindo o futuro: Manifesto do PT para seguir transformando o país”, propõe reformas consideradas “estruturantes” para o desenvolvimento do Brasil, com destaque para a reforma do Poder Judiciário.

A proposta do PT visa a democratização do Judiciário, com a criação de mecanismos de autocorreção e o fortalecimento do Estado de Direito. A reforma do Judiciário é uma das principais bandeiras do partido, que busca promover mudanças profundas no sistema, permitindo maior controle social sobre a justiça e combate à concentração de poder.

Além da reforma do Judiciário, o manifesto contempla outras reformas essenciais para o partido. Entre elas estão a reforma política e eleitoral, com o objetivo de democratizar o poder e restituir a soberania popular, e a reforma tributária, que busca corrigir distorções no sistema de impostos, promovendo maior justiça fiscal.

O PT também propõe uma reforma administrativa voltada para a reconstrução do Estado, além de reformas na comunicação e na agrária, com foco na democratização do acesso à terra e na soberania alimentar.

Fernando Haddad ao lado do presidente do PT Edinho Silva. Foto: Divulgação

O documento também aborda questões internacionais, criticando a atuação recente dos Estados Unidos e defendendo uma maior participação do Sul Global nos fóruns internacionais. Para o PT, o Brasil deve se posicionar como um mediador de conflitos e promotor da paz, reafirmando sua tradição diplomática.

Apesar de o manifesto ter sido aprovado, algumas discussões importantes, como a revisão do programa partidário e a organização do PT, foram adiadas para o primeiro semestre de 2027. A principal agenda do congresso foi, portanto, a formulação de estratégias eleitorais para as eleições de 2026.

Durante o evento, a ausência do presidente Lula, que se recupera de dois procedimentos médicos, foi notada, mas o congresso contou com a presença de governadores, ministros e pré-candidatos como Fernando Haddad (PT) e Marina Silva (Rede).

O PT, em sua análise, destaca que o Brasil vive uma crise estrutural, que exige reformas profundas para reverter os danos causados pelo governo anterior. O manifesto traça um caminho para a reconstrução nacional, defendendo a valorização do trabalho, a redução da jornada de trabalho e a ampliação dos direitos sociais. Além disso, enfatiza a importância da democracia e da soberania nacional como pilares para o futuro do Brasil.

LEIA a íntegra do documento:

Vivemos uma mudança de época, marcada pela crise do capitalismo neoliberal e pela crescente desordem global. Nessa conjuntura, se sobrepõem crises estruturais que atingem o sistema capitalista, a ordem internacional, as democracias liberais e as próprias condições de vida no planeta. A promessa neoliberal de crescimento econômico, estabilidade e bem-estar mostrou-se incapaz de oferecer futuro para a maioria. Em seu lugar, consolidaram-se a fome, a estagnação, a desigualdade, a precarização do trabalho, a insegurança e o enfraquecimento das instituições democráticas.

O que se apresenta hoje não é apenas o esgotamento de um modelo, mas a intensificação das disputas sobre os rumos da sociedade.

A crise de 2008 deixou evidente que um sistema que se organiza sob a lógica da concentração de riqueza, diante do colapso, não corrige suas distorções: socializa prejuízos e preserva privilégios. O resultado foi a ampliação do endividamento público, o corte de direitos sociais e a consolidação de um padrão de acumulação baseado na captura de renda e na subordinação das economias nacionais ao capital financeiro global. Novas oligarquias emergiram com força. Grandes corporações, sobretudo no campo tecnológico, passaram a controlar fluxos de informação, organizar o trabalho, influenciar comportamentos e intervir na vida política. A democracia liberal, cada vez mais mediada por plataformas privadas, tornou-se terreno de disputa desigual.

Essa dinâmica se expressa também na crise geopolítica em curso. A ordem internacional sob hegemonia dos Estados Unidos se desestabiliza diante da ascensão de novas potências. Em resposta ao declínio relativo de sua posição, as potências tradicionais intensificam o uso da força — militar, financeira e tecnológica — para preservar sua influência. Guerras, sanções, bloqueios e intervenções voltam ao centro do tabuleiro geopolítico, corroendo o direito internacional e aprofundando crises humanitárias. Povos inteiros são submetidos à destruição de seus territórios, ao deslocamento forçado e à violência sistemática, enquanto princípios fundamentais como a soberania e a autodeterminação são seletivamente ignorados.

As eleições de 2026 serão disputadas no Brasil em um cenário de avanço da extrema-direita e do fascismo nos principais países da Europa e das Américas. Ao mesmo tempo, serão disputadas durante a gestão do governo com mais entregas da história. Desde de 2023, o governo Lula trabalha na reconstrução de um país que havia sido destruído pela extrema-direita. Retomamos e ampliamos o Minha Casa Minha Vida, retomamos o PAC e criamos a Nova Indústria Brasil (NIB) e o Plano de Transformação Ecológica, criamos o ECA Digital, o Pé de Meia e o Gás do Povo, ampliamos e aprimoramos o Bolsa Família, ampliamos radicalmente a educação em tempo integral, retomamos o Farmácia Popular, criamos o Agora Tem especialistas, recuperamos a valorização do salário mínimo e aprovamos a Reforma Tributária do consumo e da renda, ampliamos os recursos para cultura pelas leis Paulo Gustavo, Aldir Blanc e Rouanet, aprovamos a Política Nacional de Cuidados e lançamos o Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio, criamos a Lei de Cotas para concursos públicos – entre muitas outras medidas. Mas, diante da destruição promovida pelo governo anterior, e pelas necessidades e anseios de mudanças da sociedade brasileira, sabemos que é preciso ir muito além. 

É nesse ambiente também que se realiza o 8º Congresso do Partido dos Trabalhadores, projetado para o período 2026–2027.

A instabilidade global, a volatilidade energética, a desorganização das cadeias produtivas e as pressões geopolíticas ampliam nossa vulnerabilidade. Ao mesmo tempo, revelam a necessidade de reconstruir a capacidade de planejamento, fortalecer a base produtiva e reafirmar a soberania nacional. A disputa pelo controle de recursos estratégicos, tecnologias e fontes de energia coloca novos desafios para o desenvolvimento nacional. Não há desenvolvimento possível sem autonomia, capacidade industrial e um projeto próprio de país.

Além das medidas estruturais para o desenvolvimento das capacidades domésticas e fortalecimento da soberania, o Presidente Lula se mostrou, neste mandato, como o líder mais preparado para resolver crises e situações de emergência. Da tragédia causada pelas enchentes no Rio Grande do Sul ao tarifaço unilateral de Donald Trump contra o Brasil, o Presidente Lula prontamente atuou em todas as crises que se apresentaram para preservar vidas, empregos e empresas brasileiras. A mesma rápida resposta ocorreu com as queimadas no Centro-Oeste e deslizamentos em Minas Gerais, assim como com a contenção da alta do preço do diesel, diante do contexto de Guerra dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. A atuação de Lula é oposta à do governo anterior, que diante da pandemia permitiu que o país chegasse à marca de 700 mil mortos, e foi considerada a pior gestão do mundo durante a Covid-19. 

Para o PT, a soberania nacional no século XXI não se resume à defesa de fronteiras, mas ao controle sobre o coração da tecnologia do futuro. É imperativo que o Brasil assuma o protagonismo sobre suas reservas de terras raras — um conjunto de 17 minerais críticos essenciais para a indústria de alta tecnologia, para a produção de baterias, lasers, turbinas eólicas e componentes de defesa. Explicar o valor desses recursos é explicar a nossa independência: sem terras raras, não há transição energética nem soberania digital. O Brasil detém uma das maiores reservas do planeta e não pode aceitar o papel de mero exportador de minério bruto; nosso projeto exige que o processamento e a inteligência sobre esses minerais ocorram em solo nacional, gerando empregos qualificados e protegendo nossa riqueza contra a cobiça internacional.

A crise da hegemonia norte-americana abre, por outro lado, espaço para novas articulações internacionais e para a afirmação de polos alternativos de poder. Iniciativas do Sul Global, como os BRICS, demonstram que existem margens reais de disputa e possibilidades de construção de uma ordem internacional mais equilibrada. O Brasil pode e deve exercer papel protagonista nesse processo, contribuindo para um mundo mais equilibrado, baseado na cooperação, no desenvolvimento e na paz. 

Essa caracterização se evidencia pela postura adotada por Donald Trump em relação às principais economias do mundo, ao utilizar tarifas comerciais como instrumento de pressão e de repressão econômica, estabelecendo um ambiente de guerra comercial sem precedentes. Da mesma forma, sua política externa expressa uma face especialmente imperialista e agressiva na relação com países como Venezuela e Cuba, além da aliança com Israel nos violentos processos de ocupação territorial na Faixa de Gaza e ações militares contra Irã e Líbano, alimentando uma guerra no Oriente Médio de consequências nefastas. Em contraste, o governo Lula reafirmou a tradição pacífica do Brasil: liderou a maior operação de repatriação de cidadãos em áreas de conflito, defendeu o cessar-fogo imediato em fóruns globais e colocou nosso país novamente como o mediador necessário em um mundo em chamas.

A crise, porém, não é apenas econômica ou geopolítica. É também civilizatória. A insegurança e a frustração social alimentam a emergência de forças reacionárias. O autoritarismo, o racismo, a misoginia e o negacionismo ganham espaço, impulsionados pela manipulação da informação e pelo uso político do medo. A democracia é tensionada pela desinformação e pela captura do espaço público por interesses privados.

Nesse contexto, o mundo do trabalho se transforma. A plataformização reorganiza a produção, fragmenta a classe trabalhadora e redefine as formas de exploração. O trabalho se torna mais instável, desprotegido e subordinado a lógicas algorítmicas. Ao mesmo tempo, surgem novas formas de resistência e organização.

Diante desse quadro, a disputa pelo futuro está aberta. Trata-se de construir alternativas que enfrentem as estruturas de poder, reconstruam a democracia, afirmem a soberania dos povos e garantam a vida além do trabalho. Isso exige articular crescimento econômico, justiça social, inovação e sustentabilidade, além de reconstruir o papel do Estado e fortalecer a participação popular, reduzindo a jornada de trabalho e acabando imediatamente com a escala 6×1.

O Brasil está no rumo certo. Retomamos um crescimento médio de 2,8% neste mandato, dobrando a média do governo anterior. A desigualdade, que havia voltado a crescer ao longo do desgoverno anterior, atingiu a mínima histórica com Lula, assim como a proporção de pessoas na pobreza e na extrema pobreza. Após a triste marca de o Brasil ter voltado ao Mapa da Fome no último governo, voltamos a sair com Lula. O salário mínimo, que pela primeira vez na história havia tido redução de seu valor real em um mandato presidencial entre 2018 e 2022, voltou a ser valorizado, crescendo 12% em termos reais ao longo do atual mandato do presidente Lula. O mesmo ocorreu com o rendimento médio real das famílias, enquanto o desemprego atingiu a mínima histórica. Os jovens que não estudam nem trabalham, que haviam atingido o maior patamar da história com o último presidente, atingiram o menor patamar com Lula. 

Tudo isso com inflação controlada. Trouxemos a inflação de volta à meta, atingindo a menor média por mandato presidencial da história do real. A inflação de alimentos, que foi, em média, de 12% ao ano, no governo passado, passou a 3%, em média, com Lula. Isso, somado à valorização do salário mínimo, fez com que a quantidade de cestas básicas compradas com um salário mínimo — que havia despencado ao longo do governo anterior — voltasse a crescer sob Lula: enquanto um salário mínimo comprava 1,7 cestas básicas em 2022, passou a comprar 2,1 em 2026.

Com o governo Lula, o orçamento para educação cresceu mais de R$100 bilhões em relação ao governo anterior, equivalente a mais de 60% de crescimento. Já o crescimento do orçamento da saúde foi superior a 30%. Com o Compromisso Nacional da Criança Alfabetizada, praticamente dobramos a parcela de crianças alfabetizadas em 4 anos, saltando de 36% para 66%. Neste governo, a cobertura de municípios com oferta de educação em tempo integral passou de 17% para 91%, com a criação de 1,8 milhão de vagas. O Fundeb teve um crescimento de 350% com Lula em relação ao último governo. Com mais de 4 milhões de jovens beneficiados por ano, o Pé de Meia reduziu em 43% a evasão no Ensino Médio. A cobertura vacinal em crianças cresceu mais de 10% no governo Lula, após o último governo ter negado a importância das vacinas. 

Com o Presidente Lula, a safra agrícola bateu recorde, crescendo 32% em relação ao governo anterior, beneficiada pelo maior Plano Safra — tanto para a agricultura familiar quanto empresarial — da história. A produção de veículos cresceu mais de 30% em relação ao governo anterior, e a qualidade das estradas, que piorou no governo anterior, atingiu o melhor patamar da história no atual mandato do Presidente Lula. Os brasileiros voltaram a viajar de avião, com aumento de mais de 30 milhões de passageiros por ano em relação a 2022, e a chegada de turistas internacionais também bateu recorde, atingindo 9,3 milhões em 2025, três vezes mais do que em 2022. Mesmo com o tarifaço de Trump, a balança comercial bateu recorde, crescendo mais de 50% em relação ao governo anterior.

A concessão de crédito aumentou mais de 40% de 2022 para 2025, com crescimento tanto do crédito público quanto do crédito privado. O financiamento habitacional pelo FGTS bateu recorde: depois de ter caído 25% no último governo, cresceu 75% com Lula. A produção industrial, que havia recuado, voltou a crescer. Só no âmbito da Nova Indústria Brasil, foram mais de 650 bilhões de reais contratados. As dotações do Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia bateram recorde, crescendo mais de 300% na comparação entre 2025 e 2022. A aprovação de crédito no Fundo Clima somou, apenas nos três primeiros anos do governo Lula, R$ 23,5 milhões, contra menos de R$ 2 milhões ao longo dos quatro anos do último governo.

Todos esses resultados foram conquistados em conjunto com a melhora das contas públicas. O déficit primário médio ao longo do mandato de Lula foi cerca de um terço do que foi o do último governo, e metade do que foi o anterior. Isso mesmo com o atual Governo tendo assumido com um orçamento que previa um déficit de R$ 230 bilhões. Após termos perdido reservas internacionais com o governo anterior, voltamos a acumular reservas com Lula, com um aumento de mais de R$ 40 bilhões de dólares.

São muitos avanços que precisam continuar. Apesar disso, precisamos ir além. Para além dos bons indicadores e resultados, precisamos avançar nas reformas estruturais e atualizar o nosso projeto portador de futuro para o Brasil. Diante do tamanho dos desafios estruturais que Brasil enfrenta e dos novos desafios que a atual conjuntura impõe, esse momento exige a atualização do programa e da estratégia do Partido dos Trabalhadores, tendo as eleições de 2026 como eixo central da tática política. 

A reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva é decisiva para o futuro do Brasil e para o campo democrático internacional. O papel do Brasil impacta diretamente a correlação de forças na América Latina e no mundo. O País reúne condições estratégicas singulares: dimensão territorial, população, recursos naturais e capacidade produtiva. Seu papel é decisivo no desenvolvimento global, o que exige a reafirmação da soberania e da democracia.

O governo anterior representou o ápice da degradação ao executar um verdadeiro projeto de destruição nacional. Esse período de trevas deixou como herança um Estado desmontado e instituições profundamente fragilizadas, além de agravar a crise econômica e social com o negacionismo durante a pandemia, o desmonte do SUS e o retorno trágico da fome e da precarização absoluta.

Diante desse cenário de terra arrasada, o governo Lula assumiu a tarefa inadiável da reconstrução nacional. Em pouco tempo, o país foi recolocado na rota do desenvolvimento com justiça social, retomando políticas estruturantes, reduzindo o desemprego, garantindo a valorização do salário mínimo e resgatando novamente o povo brasileiro do Mapa da Fome.

O 8º Congresso do Partido dos Trabalhadores deve apresentar à sociedade as diretrizes de um novo projeto de desenvolvimento nacional. Trata-se de um momento decisivo para definir prioridades e dialogar com a sociedade brasileira, estabelecendo com clareza quais serão as prioridades políticas para o próximo período.

A estratégia do Partido dos Trabalhadores está ancorada na construção de um bloco democrático-popular, capaz de articular forças sociais diversas em torno de um projeto de transformação. Essa construção exige organização permanente, disputa de hegemonia e uma contínua acumulação de forças sociais e políticas nas bases da sociedade.

Faz-se necessário, portanto, consolidar um amplo processo de concertação social que supere a fragmentação e institua um novo pacto pelo desenvolvimento nacional. Este movimento deve reunir o setor produtivo e o empresariado comprometidos com a nação, a classe trabalhadora, o sindicalismo e os movimentos populares em uma coalizão que transcenda a defesa institucional da democracia. É imperativo que essa articulação se converta em uma potente força de incidência política e social, a ponto de quebrar a hegemonia do rentismo, viabilizando a nova industrialização e a transição energética como pilares de um projeto de país soberano.

Este projeto de país soberano deve ter como eixo central a soberania alimentar, energética, industrial, ambiental, digital e comunicativa e a garantia universal dos direitos sociais. Isso implica a universalização da escola em tempo integral para todas as crianças, em todos os municípios brasileiros, com investimento em infraestrutura escolar adequada, no magistério e na gestão educacional. Deve também assegurar a universalização do acesso à creche e à alfabetização infantil. É fundamental que contemple a expansão dos investimentos em infraestrutura nas áreas de educação e saúde. Precisamos universalizar o direito à segurança alimentar e ao atendimento à saúde; garantir a segurança pública, assegurando o direito de ir e vir; assegurar o direito à mobilidade urbana, com tarifa zero; promover os direitos à cultura, ao esporte e ao lazer; garantir o direito à assistência social; e assegurar a igualdade de gênero, étnico-racial e regional; e o direito à vida plena para a juventude.

Esta soberania também exige a valorização dos agentes desta transformação, a classe trabalhadora brasileira. O direito ao salário digno, o direito ao emprego, assim como o direito ao descanso, ao tempo com a família e ao estudo são fundamentais para um país ser verdadeiramente soberano. Neste sentido, a luta histórica pela redução de jornada de trabalho, materializada pela luta pelo fim imediato da jornada 6×1, constitui também o núcleo de um projeto de país soberano. 

A experiência brasileira demonstra que não há democracia sustentável sem a efetiva transformação material da sociedade. Sem a redistribuição real de renda, de poder e de oportunidades, a frustração social se aprofunda e corrói a confiança nas instituições. É esse vácuo de esperança que se torna terreno fértil para a ofensiva autoritária da extrema-direita, que captura o ressentimento popular ao oferecer falsas soluções regressivas para problemas que são, na essência, estruturais.

A disputa central do nosso tempo é uma disputa de hegemonia. Ela se dá no terreno econômico, institucional, cultural e simbólico. Construir maiorias democráticas duradouras exige organização social, formação política, comunicação popular e presença cotidiana do Partido nos territórios, nos locais de trabalho, nas escolas, universidades, no campo e nas novas formas de trabalho. Sem hegemonia social, não há reforma estrutural sustentável.

As reformas estruturais que o Partido dos Trabalhadores propõe devem ser compreendidas como parte de um projeto nacional de desenvolvimento, orientado por objetivos estratégicos claros – tendo como horizonte programático o socialismo democrático – e sustentado por uma correlação de forças capaz de enfrentar privilégios historicamente consolidados. Elas se organizam a partir de três eixos centrais do projeto nacional de desenvolvimento, já em curso no governo Lula 3:

  1. Reconstrução do papel do Estado como indutor do desenvolvimento, por meio do fortalecimento do investimento público, do planejamento, da participação social e das políticas estruturantes, e da superação de seus pressupostos autoritários e elitistas;
  2. Retomada do crescimento econômico com distribuição de renda, riqueza e patrimônio, enfrentando o rentismo e ampliando direitos;
  3. Transição produtiva, tecnológica e ambiental, orientada pela sustentabilidade e pela soberania nacional.

Esses três eixos se materializam, no plano estrutural, em sete reformas decisivas, sem as quais o projeto democrático-popular permanecerá bloqueado:

a) Reforma política e eleitoral, capaz de democratizar o poder e restituir a soberania popular e alterar o atual modelo de execução orçamentária através de emendas parlamentares;

b)  Reforma tributária, para corrigir distorções graves do sistema de impostos e financiar direitos. Aprovamos no Governo Lula 3 a histórica Reforma Tributária dos tributos indiretos, permitindo um crescimento potencial de 10% do PIB no longo prazo pela maior eficiência do sistema tributário, e avançamos muito na justiça tributária com a Reforma do Imposto de renda, isentando quem ganha até R$ 5 mil e cobrando mais dos super-ricos, e com a tributação de fundos exclusivos, offshores e bets;

c)  Reforma tecnológica, com vistas à soberania produtiva, científica e digital, fortalecida por uma ampla regulamentação dos oligopólios das plataformas digitais;

d)  Reforma do Poder Judiciário, visando à democratização, mecanismos de autocorreção e fortalecimento do Estado de Direito; e

e)  Reforma administrativa, que permita a reconstrução do Estado brasileiro e o fortalecimento da capacidade pública.

f) Reforma agrária, garantindo soberania alimentar, desenvolvimento e democracia no campo;

g) Reforma da comunicação, garantindo o cumprimento da construção que proíbe monopólios neste setor.

Essas reformas estruturantes organizam o núcleo estratégico do projeto nacional e consolidam o caminho que o Brasil já começou a trilhar. Elas implicam a continuidade e o aprofundamento das políticas públicas e projetos estruturantes em curso. E exigem que o Brasil dê um passo além neste próximo ciclo: que consolide este legado de conquistas e apresente e implemente um projeto de futuro para as próximas gerações.

O Partido dos Trabalhadores reafirma seu compromisso com a construção de um novo projeto histórico. Um projeto que supere os limites do capitalismo brasileiro, combine democracia, desenvolvimento e soberania, e devolva à política sua capacidade de transformar a realidade. É nesse terreno que se decidirá o futuro do Brasil e do mundo.

Para isso, é necessário fortalecer as instâncias partidárias em todo o território nacional, garantindo o funcionamento efetivo dos diretórios em todos os níveis e fazendo com que os mandatos se submetam ao partido. É fundamental priorizar a organização de base, com núcleos presentes em todos os setores sociais e regiões do país, assegurando a presença cotidiana do partido junto à sociedade, enraizado na nossa base social histórica. É fundamental que os núcleos de base sejam reconhecidos como instâncias partidárias. 

Devemos valorizar nossas secretarias e setoriais como instrumentos de organização e diálogo social. Ao mesmo tempo, é necessário inovar na organização da nova classe trabalhadora, combinando o fortalecimento do movimento sindical com novas formas de organização social, incluindo a economia solidária. É urgente que, no próximo período, o PT institua a permanente transição geracional, limitando o número de mandatos nas suas instâncias —  no máximo dois no mesmo cargo e três no total de participação na mesma instância —, e garantindo no mínimo 50% de mulheres nos espaços de deliberação. 

O Partido dos Trabalhadores precisa estar à altura dos desafios históricos colocados, organizando-se como instrumento político capaz de disputar os rumos do Brasil e construir um projeto de país comprometido com a democracia, com as reformas da renda, agrária e institucional, com a justiça social, a igualdade, o fim de todas as formas de discriminação e preconceito e a soberania nacional. Mais do que nunca temos de reafirmar nosso compromisso com o socialismo, e com um mundo democrático, de paz e de igualdade de direitos.

Namorar está ficando caro demais para jovens adultos, aponta pesquisa

26 de Abril de 2026, 12:39

Para muitos jovens nos Estados Unidos, namorar está se tornando uma questão tão financeira quanto romântica. Metade dos americanos solteiros afirmou que está saindo menos para encontros ou optando por atividades mais baratas devido ao aumento dos custos, segundo o BMO Real Financial Progress Index 2026, do BMO Financial Group. O banco ouviu 2.501 adultos entre o fim de dezembro e janeiro.

Além disso, 48% dos adultos da geração Z e 40% dos millennials entrevistados disseram que o alto custo de namorar atrapalha o alcance de suas metas financeiras. Um único encontro custa, em média, US$ 205 para adultos da geração Z e US$ 252 para millennials, segundo o BMO.

Quase metade dos solteiros, 47%, afirmou que namorar simplesmente não vale o gasto, de acordo com a pesquisa.

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Essa é apenas mais uma das pressões relacionadas ao custo de vida atualmente. Consumidores enfrentam preços mais altos para itens essenciais do dia a dia, como gasolina, alimentos, moradia e seguro de saúde — reflexo de uma combinação de fatores, incluindo choques no setor de energia ligados à guerra em curso com o Irã e às políticas tarifárias do presidente Donald Trump.

“Estamos vendo que há um aumento no custo de vida, e isso está reduzindo a frequência com que as pessoas saem para encontros e a forma como enxergam o namoro”, disse à CNBC Sabrina Romanoff, psicóloga clínica. “As pessoas estão jantando menos fora e há uma menor tolerância para encontros considerados de maior risco.”

Custos fazem as pessoas namorarem de forma mais “defensiva”

Para a geração Z, o custo de namorar pode se acumular rapidamente.

O americano típico da geração Z foi a cerca de nove encontros no último ano, segundo dados do BMO. Isso representa um gasto anual aproximado de US$ 1.845. O valor inclui despesas anteriores ao encontro, como transporte e cuidados pessoais, além do que é gasto durante o próprio encontro.

Com base em dados do Bureau of Labor Statistics para trabalhadores em tempo integral, isso equivale a cerca de 3% a 5% da renda anual mediana de pessoas entre 16 e 34 anos.

Romanoff afirmou que o aumento dos custos faz com que as pessoas namorem de maneira “muito mais defensiva”. “Elas assumem menos riscos e menos conexões são formadas.”

Essa dinâmica aparece na forma como jovens descrevem os primeiros encontros.

David Kuang, estudante de 21 anos da Universidade Columbia, disse que a economia do namoro pode fazer cada saída parecer uma aposta.

“Há uma chance muito maior de simplesmente não haver conexão”, afirmou. “E aí lá se vão US$ 40 do jantar pelo ralo com alguém com quem talvez você nunca mais fale.”

Leo Gabriel, de 22 anos, que vive em Nova York, também disse que tenta manter os primeiros encontros acessíveis.

“Eu provavelmente gastaria entre US$ 45 e US$ 50”, disse. “É o suficiente para não comprometer o orçamento.”

No geral, Gabriel afirmou que reserva entre US$ 150 e US$ 200 por mês para encontros.

“Por que eu gastaria US$ 100 com alguém com quem talvez eu nem tenha afinidade?”, acrescentou.

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Encontrar um encontro também pode ser caro

O custo do próprio encontro é apenas parte da equação. Para milhões de usuários, encontrar alguém significa pagar pelos aplicativos. O Pew Research Center constatou, em 2022, que 35% dos usuários de aplicativos de relacionamento já pagaram por uma das plataformas. Pesquisa da Morgan Stanley apontou que o usuário pagante médio gastou cerca de US$ 19 por mês em 2023.

“Muitos desses aplicativos funcionam com o que chamamos de estratégia ‘freemium’”, explicou Pinar Yildirim, professora associada da Wharton que estuda a economia das plataformas online. “Embora você possa se cadastrar gratuitamente, para aproveitar alguns dos recursos mais desejáveis pode ser necessário pagar uma assinatura.”

Esse modelo ganhou importância à medida que os americanos mudaram a forma de conhecer parceiros. Um estudo amplamente citado, publicado em 2019 por pesquisadores da Universidade Stanford e da Universidade do Novo México, constatou que, do fim da Segunda Guerra Mundial até 2013, a forma mais comum de casais heterossexuais se conhecerem nos Estados Unidos era por meio de amigos. Hoje, o principal caminho é o ambiente online.

“Uma das coisas que os aplicativos e plataformas de relacionamento online trouxeram para nossas vidas foi um leque maior de pessoas”, afirmou Yildirim. “Eles tendem, em geral, a ampliar o nosso universo de possíveis parceiros.”

No entanto, ela acrescentou que isso também pode ser “um pouco enganoso”. Uma abundância de candidatos pode sobrecarregar os usuários e reduzir as chances de que uma interação evolua para algo significativo.

“Mesmo que você esteja vendo e potencialmente iniciando conversas com muitos tipos diferentes de pessoas, e em grande número, é muito provável que nada avance além dessas conversas iniciais nos aplicativos”, disse.

Especialistas afirmam que isso pode ajudar a explicar por que muitos usuários optam por planos pagos. “É um sistema de ‘pague para participar’”, disse Romanoff. “Se você tem dinheiro, talvez consiga um parceiro ou tenha mais sucesso nos aplicativos.”

Gabriel contou que assinou o Hinge por um período porque as atualizações pagas, que ele descreveu como uma forma de “gamificação”, eram eficazes.

“Psicologicamente, funciona”, disse. “Você pensa: ‘Ah, você só vai ser visto por X pessoas por dia. Mas, se pagar um pouco mais, pode ser visto por mais gente.’”

Os valores cobrados pelas versões pagas variam, e defensores dos consumidores afirmam que a precificação nem sempre é transparente.

Um porta-voz do Match Group — empresa controladora do Match.com, OkCupid, Tinder, Hinge e outros sites de relacionamento — afirmou à CNBC por e-mail que “a grande maioria” dos usuários utiliza versões gratuitas. “As assinaturas são opcionais e oferecem ferramentas adicionais para quem busca mais controle ou uma experiência mais eficiente, mas não são necessárias para ter sucesso ou criar conexões significativas”, disse.

A Bumble Inc., responsável por aplicativos como Bumble Date e Badoo, informou à CNBC que busca oferecer uma versão gratuita “segura e de alta qualidade”. “Há inúmeros casais que se encontraram dessa forma”, afirmou um porta-voz em comunicado por e-mail. “Nossos recursos pagos atendem àqueles que procuram uma experiência mais personalizada.”

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EXCLUSIVO CNBC: Nissan aposta em carros eletrificados para recuperar vendas na China

25 de Abril de 2026, 11:00

A Nissan vê a ofensiva em Veículos de Nova Energia (NEVs) como peça central para sustentar a recuperação das vendas na China, afirmou Ivan Espinosa, presidente da Nissan Motors, em entrevista exclusiva à CNBC.

Segundo o executivo, a companhia vinha há meses registrando queda nas vendas no país, mas começou a mostrar recuperação no segundo semestre do ano passado. Em 2025, as vendas cresceram cerca de 4,5% na comparação anual. No primeiro trimestre deste ano, avançaram quase 7%.

“Há uma grande tendência para veículos de nova energia e, em termos de desempenho de vendas, felizmente nossa performance está se recuperando e melhorou”, afirmou Espinosa.

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O executivo disse que a reação foi impulsionada pelos novos modelos eletrificados lançados nos últimos meses. A Nissan apresentou quatro veículos de nova energia, incluindo o sedã elétrico N7, o híbrido plug-in N6, a picape Frontier Pro plug-in hybrid e o NX8 plug-in hybrid.

“Vamos continuar a ofensiva de veículos de nova energia na China”, disse. “Lançaremos, no intervalo de 12 meses, mais cinco veículos de nova energia.”

A montadora também apresentou dois conceitos ligados a essa nova leva de produtos. Segundo Espinosa, a estratégia inclui completar a linha de SUVs, com o NX8, o Terrano plug-in hybrid e um conceito de SUV urbano plug-in hybrid.

“Com essa ofensiva de veículos de nova energia, estamos confiantes de que podemos continuar o bom ritmo e o momentum na China”, afirmou.

Questionado sobre o comportamento do consumidor chinês, Espinosa disse que a decisão de compra combina novidade, tecnologia e preço. Segundo ele, o mercado se tornou mais dinâmico, com alto volume de lançamentos em curtos períodos.

“Em questão de um mês, temos mais de 10 a 15 novos lançamentos. Os clientes têm muita escolha”, afirmou. “Você precisa continuar relevante e novo para eles. Precisa ter a tecnologia certa e o preço certo.”

Ao mesmo tempo, o presidente da Nissan afirmou que consumidores chineses também valorizam a experiência de montadoras estabelecidas. Segundo ele, a rede de concessionárias, o relacionamento com clientes e a qualidade do serviço voltaram a ganhar peso.

“Eles estão valorizando muito a experiência de fabricantes estabelecidas como a Nissan”, disse. “Isso também começa a se tornar cada vez mais importante.”

Espinosa afirmou que a estratégia da Nissan na China tem dois objetivos. O primeiro é manter a competitividade em um mercado relevante para a companhia. O segundo é aprender com o ecossistema tecnológico chinês para levar inovação a outros mercados.

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“Queremos permanecer muito competitivos na China, porque temos hoje uma presença de vendas muito forte e continuaremos investindo na China”, afirmou. “E o segundo propósito é utilizar e aprender com o ecossistema da China para exportar tecnologia para fora da China.”

Segundo o executivo, a Nissan observa no país novas formas de desenvolver produtos, materiais e tecnologias, além de maior velocidade de inovação.

“Queremos exportar todo esse know-how para nossos centros globais de pesquisa e desenvolvimento ao redor do mundo”, disse.

Espinosa também comentou o uso de tecnologias chinesas em sistemas de cockpit, incluindo a adoção do DeepSeek para aprimorar chatbots. Ele afirmou que a Nissan seguirá aberta a tecnologias de diferentes regiões, desde que melhorem a experiência dos clientes.

“Vamos utilizar tecnologia ao redor do mundo. Não é só que usaremos tecnologia chinesa. Podemos usar tecnologia de qualquer parte do mundo”, afirmou. “Desde que satisfaça e deixe nossos clientes felizes.”

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Zema quer ser ponta-de-lança da Operação Delenda Supremo. Por Paulo Henrique Arantes

25 de Abril de 2026, 10:49
Romeu Zema – Foto: Eduardo Knapp/Folhapress

Romeu Zema integra o campo político dos direitistas travestidos de moderninhos, que administram a coisa pública pela ótica das redes sociais. Seus atos são forjados por marqueteiros para conquistarem seguidores, gerarem likes e aumentarem o engajamento, visando a consolidar uma persona pública antes de tudo falsa, descasada das liturgias a que são obrigados os governantes. São enganadores profissionais.

Candidato a presidente da República, o ex-governador de Minas Gerais, ou sua assessoria de marquetagem, percebeu que a onda do momento é atirar contra o Supremo Tribunal Federal. A Operação Delenda Supremo, ora em curso, é pilotada por políticos e empresários enroscados com a lei, golpistas da democracia, alas partidarizadas da Polícia Federal e boa parte da imprensa. Zema pretende ser ponta-de-lança do movimento.

Como quase metade do Brasil aprecia um ser abjeto como Jair Bolsonaro, por natural a corte que o condenou tornou-se alvo da turba e atacá-la, discurso eleiçoeiro certeiro. A intenção de voto em Romeu Zema deu um pequeno salto depois do bate-boca que travou com Gilmar Mendes, ministro que não leva desaforo para casa, mas que neste caso parece ter caído numa armadilha. A retórica do cerceamento da liberdade de expressão gruda como cola.

Gilmar Mendes – Foto: Sergio Lima/AFP

O que dá certa tranquilidade à parcela civilizada do eleitorado é que a desconstrução de Zema virá com facilidade, pelo ridículo do seu comportamento e por sua administração errática em Minas Gerais.

Ocupante do Palácio Tiradentes, Roma Zema não apenas comeu banana com casca para abordar pateticamente a questão alimentar. Antes, no Carnaval de 2019, surgiu vestido de gari, a varrer ruas em Belo Horizonte. A ação buscava sinalizar humildade e valorização do trabalho básico, mas não passou de encenação simbólica, típica de marketing político rasteiro, sem conexão com políticas públicas estruturais. Ao viajar de classe econômica, tentou posar de homem simples e econômico, mas a atitude nitidamente performática de se fazer passar por um cidadão comum prejudica, na prática, a gestão do Estado: o governador não pode estar limitado aos voos de carreira em suas viagens de trabalho, em nome da celeridade administrativa.

Ao longo dos seus mandatos, Zema publicou vídeos com linguagem coloquial, tentando se aproximar do eleitor comum. Tais conteúdos foram alvo de críticas por parecerem artificiais ou mal calibrados, especialmente quando tratavam de temas complexos mediante simplificação excessiva, gerando reações negativas.

O verdadeiro governo Zema guarda esqueletos assustadores no armário. Em 2021, auge da pandemia, o Ministério Público Federal abriu procedimentos para apurar compras de EPIs pelo governo de Minas por indícios de sobrepreço e favorecimento de fornecedores. A investigação foi encerrada, contudo, sem desdobramento penal.

Em 2026, o Ministério Público de Minas Gerais abriu inquérito para apurar uma queda de 96% na destinação de recursos para prevenção contra enchentes no Estado, motivado por suspeitas de omissão administrativa e má gestão orçamentária. A investigação está em curso.

O neoliberal Romeu Zema, de outra parte, não consegue se livrar da ajuda estatal, como prova o avanço da dívida mineira, hoje na casa de R$ 200 bilhões, cerca de 90% dos quais com a União. O governador Zema obteve um novo acordo com a União, no âmbito do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag),que estabelece parcelamento em até 30 anos, possibilidade de juros reais próximos de zero (IPCA + 0%) e exigência de contrapartidas (ajustes fiscais e eventualmente venda/federalização de ativos). Uma renegociação de pai para filho.

Só que o papagaio continua sendo tema de disputa no Supremo Tribunal Federal. O ministro Nunes Marques chegou a cobrar comprovantes de pagamento da dívida em 2026. Minas já conseguiu, no passado recente, suspender pagamentos por quase dois anos via decisões judiciais. Ou seja: o conflito federativo não desapareceu — só foi reorganizado. Registre-se que a dívida de Minas Gerais cresceu mais de 60% desde 2019, início da era Zema.

Apesar do acordo do Propag, relatórios da Secretaria de Fazenda de Minas Gerais indicam que o Estado iniciou 2026 com uma disponibilidade de caixa líquida negativa em mais de R$ 11 bilhões. Isso ocorre porque, embora a dívida tenha sido alongada, o fluxo de pagamentos e a renúncia fiscal aprovada em 2025 ainda pressionam o orçamento mineiro no curto prazo.

Como todo neoliberal brasileiro, Zema não vive sem uma mãozinha da União.

L’Oréal reforça estratégia no segmento premium com a estreia de Miu Miu Beauty

25 de Abril de 2026, 10:30

O Grupo L’Oréal, maior companhia de beleza do mundo, com 41 bilhões de euros em receita global em 2023, avança a estratégica no Brasil com a chegada de Miu Miu Beauty, dentro de um acordo estratégico com o Grupo Prada. A operação, de longo prazo e avaliada em bilhões de euros globalmente, transfere à L’Oréal o desenvolvimento, produção e distribuição das linhas de beleza de Prada e Miu Miu.

No Brasil, o movimento tem impacto direto: o grupo passa a operar 23 marcas, ampliando sua presença no segmento premium em um mercado que configura entre os 5 maiores do mundo em beleza, com faturamento estimado acima de US$ 30 bilhões anuais.

A estreia da marca acontece com “MiuTine”, a primeira fragrância desenvolvida pela L’Oréal, posicionada para capturar um consumidor mais jovem e conectado à linguagem cultural da moda. Veja a publicação aqui.

Disputa por um mercado que cresce acima da média

O segmento de beleza de luxo cresce globalmente entre 8% e 10% ao ano, acima da média da indústria. No Brasil, esse movimento é ainda mais relevante: o crescimento do mercado premium é sustentado por aumento de renda em nichos específicos e pela expansão do consumo aspiracional via beleza, categoria com ticket de entrada mais acessível.

Enquanto Prada opera em um território mais clássico, Miu Miu entra para disputar atenção com uma estética mais experimental e contemporânea, fator decisivo para engajamento de novas gerações.

Portfólio como estratégia de dominância

A L’Oréal estrutura seu portfólio para cobrir múltiplos territórios de consumo, sem sobreposição direta. Na divisão de luxo, isso significa operar marcas com identidades bem definidas, como: Lancôme, YSL Beauty, Armani, Valentino e Prada Beauty, e agora Miu Miu, ocupando um espaço específico: o do luxo jovem com forte apelo cultural.

A vantagem competitiva não está apenas no tamanho do portfólio, mas na capacidade de orquestrar distribuição, posicionamento e construção de marca simultaneamente.

Expectativa de impacto

A entrada de Miu Miu Beauty no Brasil segue uma lógica clara de crescimento:

  • ampliar participação no segmento premium;
  • capturar consumidores mais jovens;
  • fortalecer a conexão entre moda e beleza como plataforma de escala.

Globalmente, fragrâncias continuam sendo uma das categorias mais rentáveis da indústria, com margens elevadas e alto potencial de fidelização.

Nesse contexto, “MiuTine” não é apenas um lançamento, é um ativo estratégico dentro de uma operação que combina branding de luxo com capacidade industrial e distribuição global.

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Por que o álbum da Copa 2026 terá 980 figurinhas? Entenda a mudança e o preço mais alto

25 de Abril de 2026, 10:00

A chegada da Copa do Mundo da FIFA de 2026 também marca o lançamento do novo álbum de figurinhas da competição. Apesar de ser comum em outros campeonatos, o mundial de seleções reúne milhares de colecionadores ao redor do mundo.

Entretanto, além do preço salgado, a edição do torneio deste ano também traz o maior número de seleções participantes; ao todo, 48 seleções estarão presentes na Copa do Mundo de 2026.

Leia também: Álbum de figurinhas da Copa 2026: do básico ao premium, veja quanto custa cada versão

Aumento do preço

De acordo com informações do Estadão, o livro colecionável tem previsão para ser lançado dia 1º de maio. Como citado anteriormente, apesar de se tratar de algo nostálgico e com uma grande base de fãs, colecionar o álbum este ano será mais pesado para o bolso do consumidor.

Segundo especialistas ouvidos na reportagem, o custo para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026 pode chegar a cerca de R$ 7 mil, considerando a troca de figurinhas repetidas. Cada pacote terá preço fixado de R$ 7 e incluirá sete cromos.

Por que o álbum terá 980 figurinhas?

De forma simples, a adição de seleções para 48, consequentemente, também aumenta o número de cromos necessários para completar o livro colecionável. A título de comparação, em 2022 a Copa do Mundo contou com 32 seleções no total.

Apesar da adição de novas delegações ser vista como algo positivo, tanto cultural quanto esportivamente, esse fator impacta diretamente para quem deseja finalizar o álbum de figurinhas. Além disso, a fabricante também oferece versões especiais dos produtos.

Preços mais altos

Como mencionado, o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 deve representar um desafio para quem deseja completá-lo. Mesmo considerando o preço médio de R$ 1 por cromo, caso não houvesse repetidas, o custo final já se aproximaria de R$ 1.000.

No entanto, completar um álbum desse porte apenas com figurinhas inéditas é difícil. Com isso, o valor total pode aumentar e chegar perto dos R$ 7 mil, como já adiantado.

Se uma pessoa gastar R$ 7 mil no álbum, quanto esse valor poderia render em investimentos?

Como já adiantado, os possíveis valores para completar o álbum de figurinhas da Copa de 2026 chegam a valores consideráveis e ultrapassam o propósito de colecionáveis. Com isso, Felipe Pontes, diretor de Gestão de Investimentos (CIO) da Avantgarde Asset Management, explicou como esse valor poderia ser investido.

“Se, em vez de gastar R$ 7 mil para completar o álbum, esse valor fosse investido, o resultado ao longo do tempo seria bem diferente.”

“Em uma simulação do Tesouro Prefixado 2032, por exemplo, os R$ 7 mil virariam R$ 13.460,80 líquidos até 1º de janeiro de 2032, enquanto o mesmo valor na poupança chegaria a R$ 10.303,06. Ou seja: uma diferença de R$ 3.157,74 a favor do Tesouro.”

O economista ainda explicou que o valor necessário para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026, poderia render ainda mais a longo prazo.

“Num prazo mais longo, a distância cresce ainda mais. Em uma simulação do Tesouro IPCA+ 2050, os mesmos R$ 7 mil chegariam a R$ 69.004,34 líquidos até 15 de agosto de 2050. Na poupança, esse montante seria de R$ 35.164,00.”

“Nesse caso, a vantagem do Tesouro seria de R$ 33.840,34; praticamente o dobro do valor acumulado na caderneta.”

“Na prática, isso mostra como o custo de oportunidade pesa: um gasto elevado no presente pode significar abrir mão de um patrimônio bem maior no futuro. Quanto maior o prazo, mais os juros compostos ampliam essa diferença.”

Por que o álbum da Copa 2026 terá 980 figurinhas? Entenda a mudança e o preço mais alto

Leia também: Panini perde direitos exclusivos de licenciamento de algumas das seleções mais valiosas do futebol mundial; confira

Mudanças no licenciamento da Panini afetam a edição de 2026?

Apesar das recentes alterações no mercado de direitos de imagem, o álbum da Copa do Mundo de 2026 não deve sofrer impactos imediatos. A Panini ainda mantém os acordos necessários para a produção desta edição, garantindo a presença das principais seleções e seus elementos oficiais.

Entre elas estão equipes como a Seleção Brasileira de Futebol, a Seleção Alemã de Futebol, a Seleção Italiana de Futebol e a Seleção Inglesa de Futebol, que seguem normalmente representadas no álbum deste ciclo.

As mudanças envolvendo a transferência de direitos para a Topps, controlada pelo grupo Fanatics, passam a valer apenas nos próximos anos e, por isso, não interferem na edição que será lançada em 2026.

Ainda assim, o cenário indica possíveis transformações a médio e longo prazo. Caso a Panini não mantenha acordos com essas seleções, futuras coleções podem ter limitações no uso de escudos, uniformes e identidade visual, ou até adaptações semelhantes às vistas em outros produtos esportivos sem licenciamento completo.

Preço dos colecionáveis da Copa do Mundo 2026

  • Álbum – De R$ 24,90 a R$ 79,90;
  • Figurinhas – R$ 7 por pacote com 7 cromos;
  • Box especiais – R$ 359,90.

Disputa por ingressos

A procura por ingressos da Copa do Mundo é um indicativo do poder de expansão do torneio. Há dois meses do início dos jogos, a procura pelas entradas da competição superou a expectativa da própria federação, o que indica o grande interesse dos torcedores pelo torneio que acontece de quatro em quatro anos.

Apesar dos preços significativos, é esperado que a base de colecionadores do mundial de seleções aumente ainda mais. Isso porque essa visibilidade do campeonato reflete diretamente em novos torcedores que desejam completar o álbum de figurinhas para guardá-lo como recordação.

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Florianópolis: Suposta solução para saneamento ameaça ecossistemas e comunidades tradicionais

Por:Sul 21
25 de Abril de 2026, 09:44

Raphael Sanz
Direto de Florianópolis

Está marcada para o próximo mês de junho, em Florianópolis, uma nova audiência de conciliação entre a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento (Casan) e o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) por conta do conflito que envolve o término da obra e a operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) construída no bairro Rio Tavares, no sul da capital catarinense. O empreendimento foi feito ao lado da Reserva Extrativista Marinha do Pirajubaé (Resex Pirajubaé).

O que os representantes das comunidades afetadas, a sociedade civil e o ICMBio apontam é que a obra avançou repleta de irregularidades, sem que houvesse um plano claro para onde e como o efluente de esgoto tratado seria despejado. O principal argumento é de que os licenciamentos obtidos foram todos parciais e não apresentaram os estudos adequados.

Atualmente, a principal demanda da Casan é de que a obra saia do papel. Para isso, tenta impor a proposta de que os efluentes sejam despejados na Baía Sul de Florianópolis na altura do bairro Saco dos Limões, o que pode gerar impactos ambientais, sociais e econômicos incalculáveis. Os movimentos sociais e o ICMBio apontam que a proposta busca apenas baratear a viabilização da obra a despeito dos possíveis impactos.

Duas décadas atrás, quando começou a discussão, a ideia era que o efluente fosse enviado a um emissário submarino que sairia da praia do Campeche, famosa por receber turistas no Sul da Ilha.

 

Reprodução Googlemaps

Mas os moradores protestaram e a solução proposta pela Casan passou a ser o despejo desses efluentes diretamente no débil Rio Tavares (que dá nome ao bairro). Um corpo d’água pequeno que margeia os manguezais da Resex Pirajubaé e deságua na Baía Sul de Florianópolis, na altura do bairro Saco dos Limões, em local considerado berçário para a biodiversidade local e território de usufruto de comunidades tradicionais de pescadores e maricultores — produtores dedicados ao cultivo de organismos aquáticos no mar, como ostras, mexilhões e macroalgas.

Em 2016, o ICMBio, responsável pela gestão da Resex, ajuizou uma ação pública embargando a obra da ETE por conta das irregularidades. Mesmo avançada, a obra parou. Desde então, tornou-se objeto de promessas de resolução do “problema do saneamento básico” a cada período eleitoral.

De fato, o saneamento básico é um problema de Florianópolis, que só tem 68% de cobertura de tratamento de esgoto, enquanto o Marco Legal do Saneamento prevê 90% de cobertura como nível aceitável. A cidade também sofre com deficiência de captação e abastecimento de água, uma vez que sua principal reserva está em Santo Amaro da Imperatriz, na região metropolitana. Além de dividi-la com outros municípios populosos como Palhoça e São José, a capital catarinense também vem vivendo um aumento exponencial da sua população e a geografia da ilha naturalmente não dispõe de grandes fontes de água. No entanto, apontam as comunidades e o próprio ICMBio, é preciso ouvir a ciência e a sociedade antes de colocar uma solução em marcha com potencial para criar um problema ainda maior.

 

A ETE Rio Tavares margeia a área preservada e, abaixo, a Resex Pirajubaé com seus manguezais. Reprodução Googlemaps
Os lados do conflito

A Casan não é pública, mas uma uma empresa de capital misto que tem no Estado de Santa Catarina o seu acionista majoritário. O contrato com o município de Florianópolis é um dos seus principais negócios, por isso o interesse em apresentar uma rápida solução para o “problema do saneamento”.

A seu favor pendem os interesses imobiliários hoje concentrados no bairro do Campeche e que poderão construir empreendimentos ainda maiores quando houver rede de esgoto. O projeto também entra em sintonia com a política local, que tem interesse em se apresentar para a opinião pública como quem resolveu o “problema do saneamento”.

Do outro lado do conflito estão o ICMBio, a sociedade civil e as diversas populações tradicionais de pescadores e maricultores. De sua parte, o ICMBio aponta irregularidades e falta de estudos de impactos no que considera um “atropelo” do processo de licenciamento ambiental para a construção da ETE Rio Tavares.

A sociedade civil e as comunidades tradicionais temem os impactos que projetam como catastróficos em seus territórios, modos de vida e economias. Também se ressentem com um possível quadro futuro, em que receberão o esgoto do Campeche enquanto as empreiteiras terão condições de lucrar levantando mais empreendimentos no bairro turístico.

 

Protesto das associações e fóruns de pescadores, maricultores e moradores em dezembro de 2024, quando a Casan pediu o prosseguimento das obras da ETE Rio Tavares na Justiça. Foto: Raphael Sanz/Sul21
ICMBio versus Casan

Dayani Guero, analista ambiental do ICMBio, atua desde 2015 na gestão da Resex Pirajubaé. Ela explica o atrito dentro da própria entidade em razão da obra. “Fui chamada justamente por ter experiência com questões socioambientais e, na época, quem mais participava da gestão da Resex eram os extrativistas de berbigão. E houve essa breve ruptura [entre ICMBios local e de Brasília] por conta da primeira liberação para a ETE naquele momento, em dezembro de 2014. A obra estava sendo iniciada e houve muita pressão popular, com os movimentos inclusive indo a Brasília questionar essa obra junto ao ICMBio”.

Dayani Guero, analista ambiental do ICMBio em Florianópolis. Foto: Arquivo pessoal

Dayani conta que já naquele momento o Governo do Estado, através do Instituto de Meio Ambiente (IMA), fazia coro às pressões da Casan para a regularização da obra. Àquela altura, a ETE já tinha uma licença anulada.

“Um argumento que ouvi nos bastidores, mas que não li nos autos, é que um banco japonês colocaria dinheiro na obra. Além da Caixa, que já estava assinando, supostamente teria esse segundo investimento. E eles pressionavam para acelerar a concessão das licenças ambientais, pois só faltaria isso para que liberassem o dinheiro. Os pareceres locais do ICMBio, no entanto, exigiam mais estudos para autorizar os licenciamentos, mas o ICMBio de Brasília entendeu que podia dar a licença prévia e receber os estudos posteriormente”, conta Dayani, expondo a discordância inicial entre os servidores de Santa Catarina e do Distrito Federal.

Foi feita a liberação prévia para a obtenção das verbas e incluíram as exigências do órgão ambiental como pré-requisito para o início das obras. O ICMBio alega que a Casan passou por cima das exigências e iniciou a construção da ETE sem apresentar os estudos, o que ensejou o processo judicial visando a anulação de todo o licenciamento. O autor é o Ministério Público Federal (MPF), representando o ICMBio contra a Casan, o IMA e a Caixa. A Casan, por não ser empresa pública, se defende com advogados particulares.

“O processo questiona irregularidades do licenciamento, não estamos questionando os impactos ainda. Estamos questionando como é que essa obra está pronta se os estudos não foram feitos. Eles não têm interesse em fazer porque sabem que vão comprovar os danos”, completa Dayani.

Ela diz que a obra ficou parada e que nem a Casan e nem o IMA apresentaram quaisquer estudos. Em 2017, o assunto voltou à pauta novamente, pois haveria uma verba oriunda do Ministério das Cidades e a Casan precisaria desse dinheiro, “urgentemente” segundo a entrevistada, para construir a rede de esgoto. E começou uma nova pressão política para a liberação da obra.

A Casan então chamou o ICMBio para uma conciliação e apresentou alternativas para o despejo do efluente que não diretamente no pequeno Rio Tavares, em troca da liberação do licenciamento ambiental. Foi nesse momento que surgiu a ideia do emissário na Baía Sul.

Àquela altura, pelo conflito já se arrastar, pescadores e maricultores se organizavam em seus fóruns e associações para participar do Conselho Deliberativo da Resex Pirajubaé junto ao ICMBio local, que deu nova negativa à Casan, pedindo novamente que apresentassem os estudos adequados como condição para a conciliação. Outra vez, nada foi apresentado.

“Não tinha sentido liberar dinheiro público para uma obra de ETE que não sabia ainda onde lançaria seu efluente. E também não se sabia o impacto desse lançamento. A depender dos estudos, a obra podia até ser em outro lugar, então a liberação prévia estava errada. A Casan chegou a apresentar sua proposta para as entidades envolvidas e o Conselho Deliberativo da Resex nem entrou no mérito, rejeitando-a e afirmando que não confiava em nada que viesse da Casan. A lógica deles é de que se queriam fazer acordo é porque não tinham condições de fazer a obra”, conta Dayani.

 

Protesto das associações e fóruns de pescadores, maricultores e moradores toma o Mercado Municipal em dezembro de 2024, quando a Casan pediu o prosseguimento das obras da ETE Rio Tavares na Justiça. Foto: Raphael Sanz/Sul21

A história se arrastou e o último episódio jurídico foi um pedido da Casan, de 2024, para a liberação da obra sem a apresentação dos estudos. O pedido foi julgado em maio de 2025 pela 6ª Vara Federal de Florianópolis, negado e, desde então, a Casan tenta novas conciliações, geralmente em épocas próximas de períodos eleitorais.

“A Casan afirmou que iria apresentar proposta de conciliação. Todavia, não apresentou tal proposta e apenas pediu a reconsideração da decisão limitar do evento 420. Tal fato demonstra a ausência de interesse em conciliar. Se existe uma obra paralisada, a Casan deve apresentar uma proposta alternativa e não simplesmente pedir a continuidade da obra, já que a decisão liminar é bem clara no sentido da ilegalidade”, diz trecho da decisão.

 

Trecho da decisão obtida pela reportagem. Reprodução
Possíveis impactos na Baía Sul

Alana Casagrande faz parte do Conselho Deliberativo da Resex Pirajubaé como representante da sociedade civil organizada, através da Rede Brasil Slow Food, com atuação no sentido de promover alimentos de boa qualidade a preços justos e a valorização da produção de alimentos que seja culturalmente importante. Ela atua desde 2019 no Conselho, que é composto de vários setores: órgãos públicos (como o ICMBio), instituições de ensino, organizações da sociedade civil e a própria comunidade extrativista – que detém o maior número dos assentos.

“A pesca e a maricultura têm uma importância fundamental, tanto a Baía Sul quanto a Baía Norte, na produção de alimentos e de renda para famílias de pescadores e pescadoras artesanais. E também de maricultores. As regiões das baías são onde há maior concentração de comunidades pesqueiras tradicionais, assim como da maricultura. São áreas mais fechadas, pois muitas vezes o mar aberto não favorece a pesca artesanal, então historicamente as comunidades pesqueiras buscaram essas áreas mais protegidas para desenvolver suas atividades. E são áreas protegidas para aqueles que dependem dos recursos pesqueiros não só para a renda, mas para a segurança alimentar”, explica.

Ela conta que na Resex Pirajubaé existem mais de 200 famílias que estão cadastradas como beneficiárias porque têm esse vínculo com o território e com as práticas tradicionais ali desenvolvidas. “O saber fazer, a memória, a tradicionalidade. É uma região bem importante”, resume.

Alana reconhece a necessidade de atender às demandas de saneamento básico e exige respeito à legislação ambiental. “A gente está numa ilha que não tem corpos d’água volumosos em que pudesse ser feito esse despejo. E um dos princípios da engenharia sanitária é que seja feito em pontos onde tem uma maior circulação de água e que esse efluente seja o mais tratado possível”.

Vera Bridi é médica sanitarista, marinheira, pescadora artesanal e membro do Fórum dos Pescadores e Pescadoras das Baías da Grande Florianópolis e do Conselho Deliberativo da Resex. Ela concorda com Alana.

“O argumento da Casan é que eles nos deram 20 alternativas. Todas elas na bacia do Saco dos Limões. Ou seja, não tem alternativa nenhuma. É um erro técnico muito grande escolher o lugar mais sedimentar de todo o entorno da Ilha de Santa Catarina para colocasr o emissário. É um absurdo. Isso nunca poderia ter sido cogitado”, afirma.

 

Protesto das associações e fóruns de pescadores, maricultores e moradores em dezembro de 2024, quando a Casan pediu o prosseguimento das obras da ETE Rio Tavares na Justiça. Foto: Raphael Sanz/Sul21

Vera explica a hidrodinâmica da Baía Sul: “as águas do Atlântico batem na Ilha de Santa Catarina e progridem pelas entradas norte e sul, que chamamos Barra Norte e Barra Sul. Essas águas se encontram exatamente na área do aeroporto e do Saco dos Limões, onde se forma uma onda estacionária que decanta o que tiver em volta. Ou seja, não é uma área de corrente de vazão e ainda por cima funciona, junto com os manguezais, como um berçário para a biodiversidade. Quando você contamina um berçário, o peixe maior come o menor, que vai comer aquele peixinho que vem ali da reserva, aquele sirizinho, aqueles plânctons que estão ali, e assim por diante. Eles nascem ali e depois saem e vão para o mar aberto já contaminados”.

Seres humanos, por estarem no topo da cadeia alimentar, têm muitas chances de serem contaminados. E, em especial, os pescadores e maricultores, pois, além de operarem essa economia, também são seus principais consumidores. Vera Bridi ainda aponta as dificuldades em eliminar hormônios e metais pesados de efluentes tratados em estações terciárias, dado o alto custo das técnicas existentes. Assim, de acordo com ela, não há como prever o quão contaminada ficaria a Baía Sul e o quão comprometidas estariam a pesca e a maricultura. A única certeza é de que as coisas definitivamente piorariam muito.

“São toneladas de peixes, ostras e mariscas vendidas aos mercados e peixarias diariamente. O que quer dizer que a população em geral também vai estar correndo um risco de insegurança alimentar por essas contaminações. Como na maioria desses casos, podem haver metais pesados, hormônios e outras substâncias tóxicas. Tudo isso vai sendo acumulado e vai sendo incorporado na carne dos peixes, dos moluscos”, descreve Bridi para em seguida exemplificar diversos casos de bactérias e vírus que se proliferam em águas acidificadas pelo despejo de esgoto humano.

 

Vera Bridi no protesto das associações e fóruns de pescadores, maricultores e moradores em dezembro de 2024, quando a Casan pediu o prosseguimento das obras da ETE Rio Tavares na Justiça. Foto: Raphael Sanz/Sul21

Paulo Horta, biólogo, pesquisador e professor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) envolvido no monitoramento da biodiversidade local, relembra que a própria Casan se contradiz quanto ao volume d’água que será despejado pelo emissário e apresenta um segundo problema para a Baía Sul, para além das contaminações.

“O mínimo desse emissário é 200 litros por segundo, e tem um valor que foi declarado de 900 litros por segundo. É um volume enorme e mesmo que o tratamento seja perfeito, nós estamos falando de um volume de água doce que altera completamente o balanço salino, sendo um estressor a mais para a vida marinha. É um estressor a mais que altera, por exemplo, inclusive o balanço de algas fitoplanctônicas, potencializando novos eventos de floração nocivas, o que a gente já observou com mortalidade de peixe relacionado às algas. Os maricultores conhecem bem esse cenário porque vira e mexe as cidades declaram que não podem consumir ou vender mexilhão, ostra etc.. Está tudo muito relacionado a essas mudanças do estado trófico. Toda vez que você produz uma grande alteração como essa, com ampla dessalinização, sem dúvida nenhuma vai impactar esses equilíbrios delicados que já estão muito comprometidos”.

Pescador artesanal, comunidade tradicional

Florianópolis tem uma grande comunidade de pesca artesanal. Toda a Ilha de Santa Catarina e todo o litoral têm comunidades pesqueiras e a economia pesqueira catarinense é uma das maiores do país. A comunidade de pescadores artesanais da Barra do Sul, uma das mais engajadas nesse conflito, se origina séculos atrás, junto com a própria formação de Florianópolis.

Sua gênese foi na Praia de Naufragados, a que está mais ao sul da Ilha de Santa Catarina. Depois que o local foi convertido em área de preservação, os pescadores se diluíram em duas localidades próximas, a Tapera e a Caieira da Barra do Sul.

A reportagem foi até a Caieira da Barra do Sul, ao lado da trilha para a praia de Naufragados, para entrevistar Vera Bridi. Ela explica que os morros da localidade eram ocupados por roças no passado e ali havia cerca de 35 engenhos que processavam mandioca para fazer a famosa farinha de mandioca branca típica de Florianópolis. Em Naufragados, moravam os donos de engenho e seus trabalhadores.

 

Representação das comunidades mencionadas e da geografia do extremo sul da Ilha de Florianópolis. Reprodução Googlemaps

Além deles, a população local também foi composta, nos primórdios, por faroleiros e militares, pois na região da Barra do Sul há um farol e um antigo forte militar, além de 70 açorianos que sobreviveram a um naufrágio onde mais tarde seria a praia de Naufragados. Eram cerca de 250 pessoas e se dirigiam, inicialmente, ao Rio Grande do Sul. A maioria faleceu na tragédia. Os sobreviventes decidiram ficar.

“Essas pessoas que moravam e que estavam naquele lugar acabaram se casando, tendo filhos, fazendo casinhas e desenvolvendo suas roças, engenhos e pesca. Quando, em 1975, demarcam o Parque da Serra do Tabuleiro, pegaram essa parte final da ilha e transformaram no Parque do Tabuleirinho, que inclui a praia de Naufragados. E as pessoas obrigatoriamente tiveram que sair de lá. Uns receberam indenização, outros não conseguiam provar propriedade e eram impedidos de operar os engenhos ou reformar suas casas, e então foram saindo e se assentando aqui na Caieira e na Tapera. Hoje, quando você quer fazer uma pesquisa sobre a comunidade tradicional de pesca artesanal de Naufragados, você tem que pesquisar aqui e não na praia”, explica.

A Barra do Sul, o pequeno estreito entre a ponta do Sul da Ilha e o continente, tem como característica um misto de progressão de onda, enchentes e vazantes que fazem dali uma área muito difícil para navegação, com alto índice de naufrágios. Marinheira, Vera diz ter medo de passar por ali em determinados dias, mas que os meninos pescadores, desde cedo aprendem como fazê-lo.

“Levam turistas para a praia, buscam peixe, eles vão e voltam diariamente, são exímios navegadores dessa área. Conhecedores”, resume.

Os pescadores da região, assim como os da Baía Norte, do Pântano do Sul e de outras localidades de Florianópolis são os responsáveis pela famosa pesca da tainha. A atividade é totalmente artesanal, requer uma série de procedimentos desenvolvidos ao longo de séculos pelas próprias comunidades e garante a soberania alimentar das mesmas.

O Decreto Nº 6.040, de fevereiro DE 2007, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais, aponta três requisitos em seu artigo 3o para reconhecer uma comunidade tradicional. Pescadores e maricultores alegam cumprir todos os requisitos.

“I – Grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição; II – Territórios Tradicionais: os espaços necessários a reprodução cultural, social e econômica dos povos e comunidades tradicionais, sejam eles utilizados de forma permanente ou temporária (…); e III – Desenvolvimento Sustentável: o uso equilibrado dos recursos naturais, voltado para a melhoria da qualidade de vida da presente geração, garantindo as mesmas possibilidades para as gerações futuras”.

 

Maricultores do Sul da Ilha. Foto: Tatiana Cunha Amasi, diretora presidente da Associação de Maricultores do Sul da Ilha
Maricultura: da esperança à luta pela sobrevivência

Vera Bridi explica que o início da maricultura na Baía Sul data da década de 1990 e que a atividade surgiu como uma oportunidade para que os pescadores da região pudessem melhorar suas condições de vida.

“Não dava para sobreviver só da pesca artesanal. Tanto que a maricultura faz parte das nossas comunidades tradicionais, é uma inovação nossa. Em 90, antes da maricultura, isso aqui era uma pobreza. As pessoas viviam com um salário mínimo que ganhavam trabalhando no centro, a 40 quilômetros. Mal dava para pagar o ônibus. Iam e voltavam comendo mal, saindo cedo e voltando metade da noite. Com o advento da maricultura, foram criados vários restaurantes, a rota gastronômica que trouxe turismo para cá, além dos empregos nas cooperativas e empresas de maricultura. Muitos maricultores tiveram uma qualidade de vida bem maior e hoje já têm seus carros e casa própria. Mudou o patamar. Imagine se a maricultura agora afundar novamente. Os restaurantes, a gastronomia e o turismo gastronômico acabar também”, alerta.

Tatiana Cunha, diretora presidente da Associação de Maricultores do Sul da Ilha (Amasi), compartilha do temor de que sua atividade esteja ameaça. Fundada em 1995, sua entidade representa os produtores responsáveis por 60% da produção de ostras em Florianópolis. Ela falou com a reportagem nos intervalos que tinha, pois trabalha com algas e está em época de colheita.

“Florianópolis é uma cidade conhecida no Brasil inteiro e no mundo pela produção de ostras. A maricultura já foi uma das principais atividades econômicas da cidade e hoje ela é a quinta. Deixaram de investir em política pública na maricultura para investir no setor de tecnologia, nas startups e empresas de TI. Mas a maricultura tem um grande papel na economia da cidade porque todo o boom turístico veio a partir da gastronomia e do cultivo de algas e ostras. Foi onde começou a desenvolver as rotas gastronômicas. Hoje é difícil um restaurante bom, de renome, que não tenha ostras no cardápio. Segundo levantamento do próprio Sebrae: aqui no Ribeirão da Ilha (bairro com boa parte dos restaurantes da rota gastronômica), todos os principais restaurantes servem pratos com as nossas ostras”.

 

Foto: Tatiana Cunha Amasi

Tatiana confirma a história de Vera sobre a maricultura desenvolver a região e agrega que esse desenvolvimento não foi apenas econômico, mas também ambiental, uma vez que os maricultores estão antenados às variações climáticas. Nesse ano, a acidificação das águas aliada ao aumento da temperatura dos oceanos ocasionou uma mortandade recorde de ostras, de cerca de 90% das amostras analisadas, e prejuízos financeiros ainda não calculados completamente aos maricultores. Nesse contexto, perguntada sobre o emissário de esgoto que pretende ser instalado na Baía Sul, Tatiana não esconde sua preocupação com o que teme ser um possível “fim da maricultura”.

“Pelo excesso de água doce que vai estar sendo despejado na Baía, por ser uma área que não tem muita dispersão. Pelo tratamento que mesmo sendo terciário não tem capacidade para retirar hormônios, metais pesados e outras substâncias. Isso tudo vai ficar no ambiente e vai contaminar não só as ostras, como também o peixe da região e o berbigão. Além disso, uma situação como essa pode fazer com que as pessoas percam a credibilidade na nossa maricultura”, conclui.

 

Foto: Tatiana Cunha Amasi

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“Michael” é a cinebiografia musical mais cara da história; veja quanto outros filmes do gênero custaram

25 de Abril de 2026, 08:30

As cinebiografias musicais ganharam força nos últimos anos e se tornaram uma aposta recorrente dos estúdios de Hollywood. Histórias de artistas mundialmente conhecidos têm atraído grandes produções, combinando nostalgia e números expressivos de bilheteira. Um dos exemplos mais recentes é o filme sobre o Rei do Pop, Michael Jackson.

A produção de um dos maiores artistas da história da indústria musical chama atenção justamente pelo alto investimento; o orçamento da produção gira em torno de US$ 200 milhões.

Entretanto, além do filme de Michael Jackson, outras obras que retrataram cantores ou bandas famosas também fizeram sucesso com os amantes musicais, confira:

Leia também: Quanto Michael Jackson tinha de patrimônio quando morreu? Veja números

Elvis – 2022

De acordo com o IMDB, o filme Elvis é um dos principais exemplos do sucesso recente das cinebiografias musicais. Com um orçamento de cerca de US$ 85 milhões, a produção dirigida por Baz Luhrmann aposta em uma abordagem visual marcante e acompanha a trajetória de Elvis Presley desde o início da carreira até o auge da fama.

Michael Jackson: Além do Rei do Pop confira outros filmes que retratam cantores famosos
Foto: Reprodução

Bohemian Rhapsody – 2018

O filme Bohemian Rhapsody também se consolidou como um dos maiores sucessos entre as cinebiografias musicais. Conforme a Variety, o filme contou com um orçamento de cerca de US$ 55 milhões. A produção retrata a trajetória de Freddie Mercury e da banda Queen, desde a formação até a icônica apresentação no Live Aid.

O longa teve grande repercussão mundial, alcançando números expressivos de bilheteira e garantindo destaque na temporada de premiações, com o ator Rami Malek vencendo o Oscar por sua atuação.

Michael Jackson: Além do Rei do Pop confira outros filmes que retratam cantores famosos
Foto: Reprodução

Back to Black – 2024

O filme sobre Amy Winehouse, intitulado Back to Black, segue a linha das cinebiografias musicais ao retratar a ascensão e os desafios pessoais da artista. Segundo o IMDB, a cinebiografia custou cerca de US$ 30 milhões. O filme mostra momentos marcantes da carreira da cantora, incluindo a criação de seus maiores sucessos.

O longa aposta em uma narrativa mais íntima, focando tanto no talento quanto nas dificuldades enfrentadas pela cantora ao longo da vida. 

Michael Jackson: Além do Rei do Pop confira outros filmes que retratam cantores famosos
Foto: Reprodução

Rocketman – 2019

O filme Rocketman retrata a trajetória de Elton John de forma estilizada, misturando elementos biográficos com sequências musicais. Com um orçamento de US$ 120 milhões, de acordo com o Estadão, a produção acompanha desde a infância do artista até o auge da carreira, explorando também seus desafios pessoais e o processo de criação de grandes sucessos.

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Foto: Reprodução

Yesterday – 2019

O filme Yesterday foge um pouco dos padrões citados e traz uma abordagem diferente dentro do universo musical ao imaginar um mundo em que as músicas dos The Beatles nunca existiram.

De acordo com o IMDB, o longa custou cerca de US$ 26 milhões. A produção acompanha um jovem músico que passa a apresentar essas canções como se fossem suas. Misturando comédia, romance e música, o longa se destaca por explorar o impacto cultural das obras da banda de forma leve e criativa.

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One Love – 2024

O filme Bob Marley: One Love retrata a trajetória de Bob Marley, destacando sua influência na música e na cultura global. De acordo com Variety, a produção do filme custou US$ 70 milhões e acompanha momentos importantes da vida do artista, desde a ascensão internacional até episódios marcantes de sua história pessoal.

 O longa aposta em uma narrativa que mistura música e contexto histórico, reforçando o legado de Bob Marley como o maior artista da história do reggae.

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Leia também: Cinebiografia “Michael” enfrentou erro jurídico e refilmagens que custaram US$ 150 milhões

Legados musicais

Desta forma, além do esperado longa do Michael Jackson, o mais caro e o mais atual, diversas produções de cantores e bandas famosas revivem momentos históricos da música e proporcionam nostalgia e informações adicionais aos amantes do cinema e da música.

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O post “Michael” é a cinebiografia musical mais cara da história; veja quanto outros filmes do gênero custaram apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Chernobyl 2.0: Here’s where nuclear disaster could happen next

Por:RT
25 de Abril de 2026, 02:00

Psychological prohibitions against endangering civilian reactors and other infrastructure are becoming dangerously thin

Four decades after a failed experiment in Soviet Ukraine led to a world-shaking radiation disaster and made Chernobyl infamous, the psychological safeguards protecting nuclear facilities from military action are weaker than ever.

In March and April of 2026, bombs landed near the Busher Nuclear Power Plant (NPP) in Iran. Russia’s Zaporozye NPP was deliberately firebombed by Ukrainian troops in 2024, as part of Kiev’s attempts to prevent Moscow from operating the contested facility. The Chernobyl wreck itself was targeted by a mystery projectile on the eve of a key international security event in 2025.

Nuclear weapons are so destructive that only an existential crisis should warrant their deployment. The taboo against nukes has been tested on several occasions since the technology’s iconic status was established by the US bombing of Imperial Japan, – including off the coast of Cuba in 1962, in the Middle East in 1954 and again in 1973. Each time, nerves held.

US President John F. Kennedy and other senior officials during the 1962 Cuban missile crisis. ©  Charles Phelps Cushing / ClassicStock / Getty Images

Nuclear facilities, particularly power plants with their large hot reactors and on-site storage of spent fuel, borrow some of that aura to become almost untouchable, as radiation fallout is strongly associated with both the weapons and technological disasters.

How to bomb a nuclear reactor

Attacking Iran’s Bushehr nuclear power plant risks “another Chernobyl,” a senior official in Tehran warned, after airstrikes killed 10 people, including a German engineer involved in the project on the Persian Gulf coast. The year was 1987, and the attacker was Saddam Hussein – no longer a ‘good guy’ in the eyes of the Western public, but still fighting the ‘bad guys’.

Tehran’s invocation of the then-recent Soviet nuclear catastrophe was an exaggeration. The Bushehr facility was still under construction when Iraqis targeted it six times, beginning in 1984. An attempt to deter Baghdad by reportedly bringing in a small amount of nuclear fuel didn’t work.

In 1980, at the beginning of the Iran-Iraq War, Tehran bombed the under-construction Osiraq nuclear reactor at the Tuwaitha research center near Baghdad. The Israelis struck the French-provided project a year later. So did the Americans during the 1991 Gulf War – allegedly weeks before it would finally go online.

A photo taken on June 17, 1981 and published by the Israeli Air Force in 2003 shows the strike force credited with destroying Iraq’s Osirak nuclear reactor. Israel’s first astronaut, Ilan Ramon, is top left. ©  Biton Hayel Avir / Getty Images

In 2007, Israel bombed a suspected nuclear reactor in Syria. Years later, the International Atomic Energy Association (IAEA), the UN’s nuclear watchdog, confirmed that suspicions were correct and the clandestine facility was still being built when it was obliterated.

The pattern of preemptive attacks was upheld by non-state actors. Rodney Wilkinson, a South African fencing champion and anti-apartheid activist, carried out the bombing of the Koeberg Nuclear Power Station just before it went online in 1982, taking care to ensure that there would be zero casualties and no radiation leaks.

Turning Back the Clock to: 1982. Rodney Wilkinson planted four bombs at the Koeberg nuclear power plant north of Capetown, South Africa. #WorldHistory pic.twitter.com/UtrU6rD7Ym

— History Then (@then_history) December 19, 2020

In major conflicts between India and Pakistan, both nuclear-armed powers, there were no military strikes on nuclear facilities. In short, the conventional wisdom has long been: you don’t risk another Chernobyl.

Ukraine throws rules out of the window

Like many other norms, respect for the IAEA’s seven pillars of nuclear safety seriously eroded during the Ukraine conflict. Russian forces took over the Zaporozhye NPP on March 3, 2022 during a lighting offensive. The site has since become the focus of a PR war built around a string of attacks in the plant’s vicinity.

Ukraine’s story about the military action has morphed over the years. First it claimed Russia kept heavy weapons at the nuclear site, making it a legitimate target. Then Russia was accused of conducting false flag operations to discredit Ukraine. After the IAEA dispatched an observer mission in September 2022, Kiev claimed Moscow was thwarting inspector rotations – though provocations stopped in 2025, after the international agency decided against travelling through territory controlled by Kiev. 

Arguably the most serious incident took place in August 2024, when incendiary drones caused a major fire at one of the Zaporozye plant’s cooling towers. Kiev claimed it was Russian self-sabotage, which just happened to virtually coincide with the launch of a Ukrainian incursion into Russia’s Kursk Region.

Russian and Ukrainian troops assist International Atomic Energy Agency inspectors during a UN observer mission at the Zeporozhye Nuclear Power Plant, October 3, 2024. ©  Russian Defense Ministry / Sputnik

Ascribing logic-defying economic masochism to Moscow is a trope of pro-Kiev messaging. The 2022 blasts that destroyed the Nord Stream gas pipelines were initially framed in the media as Russia putting pressure on Germany by blowing up its own infrastructure. Now the only mystery remaining about that attack is whether Ukraine carried it out alone, with assistance from some NATO nations –  such as Poland or the US – or simply created a distraction so that the West could claim plausible deniability.

Chernobyl propaganda dud

An even more emblematic example of brinkmanship serving Ukrainian interests came in February 2025, when Kiev accused Russia of flying a single kamikaze drone into the shelter covering the Chernobyl plant’s contaminated site.

The incident took place on the eve of the Munich Security Conference. But in Germany, US Vice President J.D. Vance stole the spotlight that Ukrainian leader Vladimir Zelensky was undoubtedly hoping to get. Vance shocked the audience with his speech roasting perceived Western European degradation and casting doubt on America’s protection of NATO allies.

A mark left by what Ukrainian leader Vladimir Zelensky claimed to be a Russian kamikaze drone attack at the shelter of the destroyed Chernobyl Nuclear Power Plant, February 15, 2025. ©  Vladimir Zelensky / Social media

Consequently, the Chernobyl incident caused barely a ripple in media coverage and left an ugly tear in the New Safe Confinement – the shelter constructed in the 2010s with mostly foreign funding.

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Russian Foreign Minister Sergey Lavrov, Moscow, February 6, 2026.
Lavrov issues nuclear warning after US-Israeli attacks on Iran

US and Israel tear down the window, the wall, the building

In a field where Zelensky merely played fast and loose, US President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu swung like a wrecking ball.

In 2024, the two leaders teamed up to strike Iranian uranium enrichment facilities, claiming the 12-day bombing campaign ended Tehran’s nuclear weapons program. This year, Iran was somehow supposedly again weeks away from building the bomb and had to be attacked again.

As the 40th anniversary of the Chernobyl disaster approaches, the world has yet to learn how much economic damage the Iran War will cause it. But it has already dealt a blow to nuclear non-proliferation.

The 1970 Non-Proliferation Treaty (NPT) guarantees signatories the right to, and support for, the peaceful use of nuclear technology in exchange for accepting the IAEA’s controls to prevent weaponization. Israel, India, Pakistan, and North Korea all rejected the deal in order to acquire nuclear weapons, secretly or openly. 

Anti-war protesters impersonating US President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu, London, England, March 24, 2026. ©  Denise Baker / Getty Images

Washington declares that there is no NPT deal for Iran, period. The religious prohibition of nuclear weapons by Israel-assassinated Iranian Supreme Leader Ali Khamenei, now seems like a fig leaf.

Trump’s threat to annihilate all Iranian power plants unless it concedes defeat – potentially including Bushehr, now fully operational – may never materialize. A commando raid deep into Iran to capture “nuclear dust” – Iran’s stockpile of highly enriched uranium that it has no intention to give up – remains in question either.

But what is beyond doubt is that the risk of a major radiological incident is at the moment higher than ever. That’s the inevitable cost of nuclear brinkmanship.

Galaxy Gas: The legal high ruining American children’s lives

Por:RT
24 de Abril de 2026, 20:56

Nitrous oxide can cause severe injury, paralysis and even death. So why is it easier to get for teenagers than energy drinks or cigarettes?

Welcome to America’s next public health crisis, which is being underwritten by big business and ignored by the US government.

Nitrous oxide (N₂O) has been around since the end of the 18th century and is used in a variety of products, including whipped cream canisters and car engines, to give them an extra power boost. It is also popularly known as ‘laughing gas,’ which dentists administer to their patients for pain relief. In the 19th century, laughing gas parties were popular among the middle and upper classes.

Late 20th century drug culture rediscovered nitrous oxide, in the form of ‘whippets’ (from whipped-cream chargers) and laughing gas balloons. However, only lately has nitrous oxide, marketed under the name of ‘Galaxy Gas,’ exploded in popularity among today’s youth in search of a cheap buzz.

Although ostensibly marketed as a culinary product, Galaxy Gas is sold in colorful bottles with alluring flavors, such as Mango Smoothie, Strawberry Cream and Vanilla Cupcake.

Meanwhile, the product (Galaxy Gas is just one of dozens of brands selling nitrous oxide) has been popularized on social media, where influencers on TikTok, Instagram and YouTube have led millions of teens astray in search of a quick and affordable jolt of euphoria.

Various brands of nitrous oxide canisters can easily be bought online from major marketplaces including Walmart, Amazon and eBay. Though most companies require purchasers to be over 18 to order them, they’ve still found their way into the hands of many teens (Following reports of abuse, Galaxy Gas has paused direct sales from their website and is facing regulatory action due to health risks).

Across the US, more than 25 million people over the age of 12 may have tried inhalants, according to a survey from the Substance Abuse and Mental Health Services Administration. And data shows adolescents from 12-17 more commonly use whippets than those who are 18 and older.

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RT
It’s time to ban smartphones in schools

Galaxy Gas attempts to skirt the law by stating on its canisters that “it is illegal to purposely inhale our product,” which of course has the effect of making the young and impressionable do exactly what they are told not to do. Despite the warning labels, the inhalation of Galaxy Gas is becoming an epidemic in the US and beyond, with an increasing number of victims every year.

In February 2023, Ellen Mercer, 24, died in a British hospital two weeks after she was left bedbound by burning her legs with a nitrous oxide canister. According to the coroner’s report, Mercer’s death was caused by her substance abuse and a blood clot. The young woman, clearly addicted to the inhalant, was said to have inhaled two to three “big bottles” of the gas per day.

Meg Caldwell is another individual who lost her life due to her addiction to Galaxy Gas. Caldwell began inhaling the gas during the pandemic. With everyone locked down and little to do, it seemed that a few harmless hits of nitrous oxide wouldn’t hurt. According to the young woman’s family, her addiction quickly spiraled out of control and wrecked her life. She died at the age of 23 of an overdose in a parking lot outside of a smoke shop where she purchased the gas. The Caldwell family has filed a lawsuit against Galaxy Gas and several other companies, alleging that they marketed the substance for recreational use while disguising it as a culinary product.

One reason the inhalation of Galaxy Gas has become so dangerous is people are inhaling the gas directly from the nozzle of the bottle.

“In medical use, nitrous oxide is given in conjunction with a pretty high flow of oxygen,” says Dr. Bryan Baskin, Co-Director of Operations of the Cleveland Clinic’s Emergency Services. “That helps to keep people safe from some of the dangerous effects of the gas. People using it recreationally aren’t taking those precautions. They’re just getting straight shots of it, which can be harmful, particularly with repeated use.”

The nitrous oxide that enters your body starves the brain of oxygen, creating a dizzy, heady feeling that can last anywhere from a few seconds to five minutes. The user takes a hit, enjoys the feeling, and then wants more of the same, leading to abuse of the product. Chasing the high again and again deprives the brain and other organs of the oxygen they need for normal bodily function. At the very least, users may lose consciousness while inhaling the gas, thereby sustaining physical injuries like concussions. But there are other worse side effects.

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Legacy media is covering up for transgender murderers

As mentioned, most people choose to inhale the gas directly from the canister, which is incredibly dangerous due to simple physics. Galaxy Gas and other such products seal the nitrous oxide in the canisters as a liquid, which, when released, comes out at extremely low temperatures. So low in fact that it can actually give the user frostbite on the mouth and throat. It can also freeze the lungs.

Long-term users of nitrous oxide report major nerve problems, impaired memory, loss of concentration and loss of coordination. The brain and spinal column could become inflamed, leading to cases of full-blown paralysis. 

So what is the US government doing about the problem? Sadly, almost nothing. The level of regulation of nitrous oxide in the US is shockingly bad. There’s no official FDA certification; there’s no mandatory purity tests to ensure no contaminants of even more harmful substances; there are no size limits on the canisters; there are no import controls for cheaper, less regulated variants from other countries like China; there’s no guaranteed standardization of manufacturing or the content inside of these bottles. There literally could be anything inside, like heavy metal residue or hydrocarbons. In other words, a sticker saying it’s safe doesn’t make it safe. The same way that putting a ‘do not inhale’ warning on a canister won’t stop people from doing it. 

Even the bottles themselves are dangerous. Keep in mind, these are pressurized metal canisters, weighing up to two or more kilos. Effectively pipe bombs that people can get a buzz from. Due to the pressure inside of the canisters, manufacturing defects, heat or poor handling can result in explosive decompression. A loosely fitting valve or a poorly fitted seal on the canister could mean the difference between life and death.

Perhaps worst of all is how the product, with its playful packaging, is targeted at a younger audience that is less able to differentiate between what is healthy for them and what is potentially fatal.

It’s time for the US government to get involved and crack down on the peddlers of this dangerous product before it kills anyone else.

“Bonitão”: policial que fazia segurança de jogadores é preso nos EUA por esquema com traficante

24 de Abril de 2026, 20:42
Luciano de Lima, o 'Bonitão', sério, olhando para a câmera
Luciano de Lima, o ‘Bonitão’ – Reprodução

O policial penal Luciano de Lima Fagundes Pinheiro, conhecido como Bonitão, foi preso nesta sexta-feira (24) nos Estados Unidos. Ele estava foragido da Operação Anomalia e era procurado desde março. Com informações do g1.

A prisão foi feita por agentes da DEA, agência antidrogas do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, após troca de informações com a Polícia Federal no Rio de Janeiro. Luciano deve passar por audiência de custódia na Justiça americana, que vai avaliar medidas como a deportação para o Brasil.

Bonitão estava incluído na Difusão Vermelha da Interpol. Ele é suspeito de atuar para tentar atrasar a extradição de Gerel Lusiano Palm, traficante internacional de drogas preso no Rio em 2021.

PRISÃO "BONITÃO" | Policial penal é preso durante operação nos Estados Unidos. #sbtrio2 #sbt #noticias pic.twitter.com/0bIv1R7Glv

— SBT Rio (@sbtrio) April 24, 2026

A Operação Anomalia foi deflagrada no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II. A investigação mira um núcleo suspeito de negociar vantagens indevidas e vender influência para favorecer interesses de Gerel Palm, condenado por homicídio na Holanda e investigado pela DEA por tráfico internacional.

Luciano é servidor da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio, mas já esteve cedido a outros órgãos estaduais e federais. No início da década de 2010, atuou como segurança de jogadores de futebol, principalmente atletas brasileiros que jogavam na Rússia.

Em 2014, ele foi preso na Maré, apontado como informante do traficante Marcelo das Dores, o Menor P. Segundo a investigação da época, ele seria elo entre Menor P e Antonio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Luciano foi condenado, cumpriu pena e obteve reabilitação criminal na Justiça.

O policial penal também foi alvo de investigação da Seap em 2021, após uma apuração sobre visitas ao empresário Glaidson Acácio, o “Faraó dos Bitcoins”, em período de quarentena no presídio. À época, ele negou ter visitado Glaidson.

Depois, Luciano foi nomeado na Assembleia Legislativa do Rio e também esteve cedido ao gabinete do deputado Dr. Luizinho (PP), em Brasília, até fevereiro de 2025. Na primeira fase da Operação Anomalia, em 9 de março, foram expedidos quatro mandados de prisão pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.

Confiança do Consumidor registra segunda alta consecutiva, diz FGV

24 de Abril de 2026, 17:00

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) aumentou 1 ponto percentual em abril, em relação ao mês anterior, totalizando 89,1 pontos. O resultado é o mesmo alcançado em dezembro do ano passado, que foi o maior até então. Saiba mais na TVT News.

Na média móvel trimestral, o índice subiu 0,6 ponto, para 87,8 pontos. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (24), no Rio de Janeiro. 

Na avaliação da economista do Ibre Anna Carolina Gouveia, a melhora da percepção sobre o momento atual impulsionou essa segunda alta da confiança do consumidor. 

Segundo ela, tiveram peso no resultado de abril a manutenção da inflação mais controlada e do mercado de trabalho robusto. 

“E como a gente vem tendo uma melhora mais focada nas faixas de renda mais baixas, eu acredito que talvez a questão da isenção do imposto de renda tenha ajudado a dar um alívio pontual no orçamento das famílias de menor renda. Então, isso pode estar influenciando os últimos meses da melhora da confiança”, disse a economista do Ibre à Agência Brasil.


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Os dois indicadores que formam a confiança do consumidor apresentaram melhora. 

  • O ISA, que reflete a percepção sobre o momento presente da economia, avançou 2,1 pontos, atingindo 85,3 pontos, e mostrando que o consumidor está avaliando de forma mais favorável a economia atual. 
  • O IE, que mostra as expectativas do consumidor com relação ao futuro, subiu 0,2 ponto, registrando 92,3 pontos em abril.

Anna Carolina afirmou que a melhora percebida no mês de abril veio mais do momento presente. 

“No mês, o indicador que mais impulsionou a melhora do ICC foi o indicador de situação financeira atual das famílias, que subiu 3,9 pontos. Esse foi o principal motivador da alta da confiança em abril”, explicou a economista. 

A análise do índice de consumidor por faixa de renda indica que a melhora mais significativa foi a do consumidor que ganha até R$ 2,1 mil mensais, com a segunda melhora mensal, de 3,4 pontos. Em março, em comparação ao mês anterior, a alta foi de 5,4 pontos.

Futuro

Anna Carolina Gouveia afirmou que uma análise para os próximos meses é incerta por conta, principalmente, dos impactos da guerra externa na inflação do Brasil. 

“Há previsão de algum impacto de inflação no futuro, em função da guerra que a gente não sabe quanto tempo vai durar, como vai acontecer etc. E isso pode vir a ocasionar uma queda da confiança e acabar gerando aumento do pessimismo do consumidor, caso a inflação volte a subir”.

Além da inflação, a economista indicou que um ponto principal para o consumidor atualmente tem sido a questão do endividamento, que está elevado. 

“Essa é uma questão que não se resolve muito rápido. No mês, a gente teve até uma melhora pontual desse indicador de endividamento, que pode estar sendo impulsionada por alguma política já sinalizada pelo governo de que tentar ajudar o consumidor nessa questão. Isso também pode influenciar o resultado para o futuro”.

Segundo a economista, se houver uma política que ajude o consumidor a desafogar o seu orçamento, isso poderá deixá-lo mais tranquilo e menos pessimista, conseguindo não só pagar suas contas, mas também voltar a consumir normalmente. 

Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil

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Notícias do dia com o Jornal TVT News Segunda Edição | 24-04-2026

24 de Abril de 2026, 16:43

Acompanhe o Jornal TVT News Segunda Edição desta sexta-feira, 24 de abril de 2026. Veja quais são as notícias do dia com a equipe do jornal TVT News.

O que é notícia neste 24 de abril de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição

  • Enviado de Donald Trump provoca crise ao atacar mulheres brasileiras em TV italiana
  • Supremo Tribunal Federal mantém prisão de ex-presidente do BRB por propina milionária
  • Professor desaparecido há 5 anos é encontrado em rodovia e reencontra a mãe
  • Luiz Inácio Lula da Silva passa por procedimentos médicos em São Paulo
  • Instituto Nacional do Seguro Social antecipa pagamento do 13º para milhões de brasileiros
  • Brasil expulsa funcionário dos EUA após tensão diplomática
  • Sociedade Esportiva Palmeiras vence, mas lesão de Vitor Roque preocupa
  • Polícia resgata mulher mantida em cárcere privado no Rio
  • Marcelo D2 anuncia show gratuito no Rio Pinheiros

TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT

O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva.  Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.

“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.

O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).

“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.

Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores

TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.

“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

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Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News

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Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News

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Alunos da USP seguem em greve por melhores condições estudantis; servidores já aceitaram acordo com reitoria

24 de Abril de 2026, 16:16

Já faz 15 dias que estudantes da USP estão em greve, que foi iniciada pelos TAEs (Técnicos-Administrativos em Educação). Nesta sexta (24), a reitoria revogou a minuta que limitaria a atuação de entidades estudantis. Tratava-se de uma das reivindicações mais cruciais dos estudantes em greve. Reunião para discutir os rumos da greve está marcada para 14h de terça (23). Leia em TVT News.

Nesta quinta (23), servidores técnicos e admnistrativos assinaram acordo com a reitoria e encerraram a greve. No mesmo dia, estudantes da USP fizeram um protesto para defender alguns pontos centrais, como a alimentação nos restaurantes universitários, moradia, aumento de bolsas e contra uma minuta que limita a atuação dos movimentos estudantis.

A manifestação foi organizada pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e passou pelas ruas próximas ao campus Butantã. Mais de 120 cursos em cinco campi aderiram à greve.

“Ontem a gente fez um ato saindo do Portão 1 da USP, até a Faria Lima, composto majoritariamente pelos estudantes, mas agora com a saída dos trabalhadores da greve fica meio incerto. Semana que vem terão assembleias para decidir a continuidade da greve”, disse Antonio Michiles à TVT.

Michiles é estudante de Geografia e militante da Fogo no Pavio. O estudante está ajudando a organizar a greve junto a outras entidades estudantis. Para ele, se trata de uma greve muito particular dentro da USP, porque “diferente da greve de 2023, quem entra na greve primeiro não são os estudantes, são os trabalhadores, os técnicos administrativos”.

Entenda as demandas dos estudantes

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Estudantes da USP protestam nesta quinta (23) – Melhorar a qualidade da comida dos restaurantes universitários é uma das reivindicações da greve – Foto: Gabriel Albuquerque

Dois acontecimentos críticos teriam criado a força mobilizadora: a minuta da reitoria sobre os espaços estudantis e larvas encontradas em restaurantes universitários. Um sentimento geral de insatisfação com a Universidade, no entanto, já existia, como a precaridade de institutos, problemas habitacionais, cortes de bolsas e outras políticas de permanência estudantis.

Michiles cita o exemplo da Geografia, que recentemente teve um corte nos trabalhos de campo, fundamentais para a formação de geógrafos. “Nós não temos mais ônibus para fazer os trabalhos de campo“, disse. O estudante diz que essa é uma das dificuldades para o direcionamento da greve. Como todos os cursos têm insatisfações particulares, que passa pelo teto de gastos mantido pelo governo Tarcísio, a unificação dessas pautas se torna algo difícil.

“Então, o que a gente tem procurado fazer e articular com os estudantes é que as pautas dos estudantes não virem uma lista de desejos, e que se criem pautas unificadas, principalmente em relação à meta de sustentabilidade da USP, que, na verdade, é um teto de gastos colocado pelo governo do Estado, que impede com que a USP gaste boa parte do dinheiro do orçamento que vem do ICMS para a universidade”, disse.

Larva no bandeijão

A qualidade da comida ofertada nos restaurantes universitários é uma das principais demandas. Estudantes denunciam a presença de larvas nas refeições, insetos mortos e comida estragada.

No restaurante da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), campus da Zona Leste, estudantes denunciaram neste mês a qualidade da comida, que fez com que alunos pegassem intoxicação alimentar. Eles relataram que desde o começo do ano o serviço ofertado piora.

Já na Faculdade de Direito, que fica no Largo São Francisco, denúncias parecidas sobre larvas na comida e insetos surgiram neste mês.

Larva no bandejão da Sanfran USP. Alunos estão em greve, entre os motivos está a qualidade da comida – Reprodução
Larva no bandejão da Sanfran USP. Alunos estão em greve, entre os motivos está a qualidade da comida – Reprodução

O bandejão da Medicina é conhecido por ser um dos melhores ofertados, mesmo assim casos de larvas também ocorreram neste ano, o que causou indignação entre estudantes do curso, que dessa vez aderiram à greve.

O que era a minuta que foi revogada hoje?

Outro ponto crucial, que já foi revogado, era uma minuta comunicada pela reitoria que proibia a comercialização dos espaços estudantis e também exigia que os centros acadêmicos, as entidades, os estudantes paguassem conta de água e luz. 

Essa minuta uniu os estudantes da USP, já que ela impossibilitaria o funcionamento de entidades estudantis, como os movimentos ao impedir que essas organizações conseguissem financiamento. 

“Então, basicamente, essa minuta é o que ela está fazendo, impedindo que o movimento social exista e tenha financiamento próprio dentro da universidade. […] Na prática, limitaria ou acabaria com a maior parte dos centros acadêmicos que precisam de dinheiro para se manter, para fazer suas atividades, seus eventos, organizar as caloradas, enfim. Então, essa é uma pauta que tem mobilizado bastante o corpo de estudantes, […] inclusive institutos que historicamente não entram em greve, como a FEA e a Poli, e ontem a Medicina também entrou em greve”, disse Michiles

O que os TAEs reivindicavam

O ponta-pé inicial da paralização que partiu dos TAEs foi a falta de igualdade entre professores e servidores. Docentes passaram a receber a Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas (Grace), mas a política não havia sido aplicada aos servidores.

Além disso, Funcionários da universidade também estavam paralisados contra perdas salariais, políticas de terceirização e precarização do atendimento nos restaurantes universitários e más condições sanitárias.

O acordo desta quinta garantiu a criação de um programa de gratificação aos servidores, que deve ser pago mensalmente pelo mesmo período que for paga a gratificação dos docentes. A reitoria também se comprometeu a formalizar juridicamente o abono das horas não trabalhadas em períodos de “pontes” de feriados e recesso de final de ano e implementar soluções para assegurar aos tercerizados condições de deslocamento análogas a dos servidores, como a gratuidade dos ônibus circulares.

Leia na íntegra comunicado da Reitoria – 24/04/2026

Publicado: 24/04/2026 às 11:59

“A Reitoria reforça que não há nenhuma intenção da retirada dos espaços estudantis na Universidade. A minuta referente à utilização dos espaços estudantis está revogada.

Um grupo de trabalho será constituído com representação estudantil para a discussão das estratégias de regularização desses espaços para garantir maior segurança jurídica, transparência e conformidade com a legislação aplicável ao patrimônio público tanto para a Universidade quanto para os estudantes.

Ficou agendada para o próximo dia 28 de abril (terça-feira), às 14h, uma reunião de negociação com os representantes definidos pelos estudantes”.

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MEC prorroga prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem

24 de Abril de 2026, 15:52

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo para o pedido de isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. Inicialmente, os estudantes interessados deveriam solicitar o benefício até esta sexta-feira (24), mas agora o prazo segue aberto até o dia 30 deste mês. Saiba mais na TVT News.

A solicitação deve ser feita na Página do Participante do Enem, por meio do login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br. 

A gratuidade na taxa de inscrição do Enem é prevista nos seguintes casos: 

  • matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026; 
  • estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que tenham renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio; 
  • pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico); 
  • beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC); 

A isenção não é automática, portanto os candidatos que se encaixam em um desses requisitos devem solicitar a dispensa do pagamento. 

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Ausência em 2025 

O participante que obteve a isenção do pagamento da taxa no Enem de 2025, mas não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, deve justificar a ausência caso queira solicitar o benefício novamente em 2026.  

Entre os documentos previstos no edital para justificar a falta, estão o boletim de ocorrência policial para casos de assaltos ou acidente de trânsito; atestado médico; certidão de óbito de familiares, dentre outros. Confira as especificações para o envio no edital.  

A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante. 

Resultado 

Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio. 

Os solicitantes com pedidos de isenção negados poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio. 

Ainda não foi divulgado o início do período de inscrição para as provas. 

O Enem 

O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação. 

Agência Brasil

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Dois anos após enchentes, Leite detalha investimentos e diz que RS está preparado para crise climática

24 de Abril de 2026, 14:19

Para marcar os dois anos das enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite (PSD) convocou uma coletiva de imprensa — junto com seus secretários e o vice-governador Gabriel Souza. No encontro, realizado na manhã desta sexta-feira (24), Leite atualizou os resultados, até o momento, do Plano Rio Grande, detalhando os investimentos em cada área, e falou sobre a preparação do Estado diante do prognóstico climático para 2026, que indica a ocorrência do fenômeno El Niño.

“Na próxima semana, a gente completa dois anos da ocorrência de um dos eventos mais dramáticos que nós vivenciamos, o pior evento climático extremo, em termos de extensão de população atingida, já havido no Brasil”, relembrou o governador na abertura do evento. “De lá para cá, nós estabelecemos o Plano Rio Grande. É um grande plano que tem mais de R$ 14 bilhões alocados para o fundo da reconstrução”.

Para Leite, o Plano Rio Grande “não é uma ação pontual” e representa o “maior investimento, maior volume de obras, talvez, de sua história recente”. O governador ressaltou que o foco da coletiva era a transparência com a população. “É a nossa obrigação de prestar contas à sociedade, de tranquilizar a população gaúcha e de admitir, sim, que não está tudo resolvido porque muitos processos são muito mais longos do que nós gostaríamos,”, reconheceu.

Sobre o ano de 2026, à luz do El Niño e de potenciais novas cheias, Leite afirmou que o Plano Rio Grande, para além das obras, traz uma “cultura de prevenção” e que foca em “suportar ao máximo e agirmos de maneira preventiva para proteger as vidas das pessoas e para proteger a nossa economia”.

O governador também usou o espaço para divulgar o que chamou de uma “mensagem que tranquiliza” os gaúchos e gaúchas, reforçando que o Rio Grande do Sul está mais preparado para enfrentar a crise climática. “O Estado está fazendo tudo aquilo que está ao seu alcance, do lado das prefeituras e com a parceria do Governo Federal, para poder proteger a nossa população”, garantiu.

Intervenções do Plano Rio Grande
Governador também apresentou vídeo de 11 minutos sobre os dois anos das enchentes e as obras do Plano Rio Grande. Foto: Vitor Rosa/Secom

Durante uma longa e aprofundada apresentação, o governador, com apoio do secretário da Reconstrução, Pedro Capeluppi, e demais secretários, passou ponto a ponto os investimentos feitos sob o chapéu do Plano Rio Grande. O plano deve resultar no investimento de R$ 14 bilhões em 227 projetos e ações diferentes. Na avaliação do governador, foi um avanço de 36 anos em 36 meses no sistema de proteção contra cheias do Rio Grande do Sul.

O primeiro investimento necessário foi a reconstrução das partes desse sistema de proteção que foram duramente atingidos em maio de 2024, o que incluiu estações de bombeamento, diques, redes de drenagem e outros. O orçamento para essa área foi de R$ 500 milhões. Desse montante, R$ 213 milhões foram investidos em Canoas e R$ 200 milhões gastos em Porto Alegre.

A Capital recebeu um tratamento diferenciado na apresentação. Leite tomou tempo para falar que o seu governo está apoiando a realização de um estudo para criar um sistema de proteção na Zona Sul. Ainda, há a participação na obra dos pôlderes 7 e 8, ao lado da Freeway, para ampliar a proteção de toda a Zona Norte da cidade e da área do Aeroporto Salgado Filho.

O governador relatou que o Estado estava elaborando um projeto para a bacia do Rio Gravataí e que a Prefeitura de Porto Alegre questionou o que seria feito na região. Segundo Leite, o Piratini irá apoiar tecnicamente e financeiramente a obra, que deve custar R$ 30 milhões, os quais o Governo do Estado estaria disposto a pagar para resolver. Porém, Leite disse que leu na imprensa que o prefeito Sebastião Melo estaria buscando dividir essa conta em 50/50 entre Estado e Município, tema ainda não resolvido entre os Executivos.

Leia mais:
Leite e Melo se reúnem para tratar de ações conjuntas de proteção contra cheias na Capital

No plano de investimentos do Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos (Firece), novas estruturas para reforçar o sistema de proteção deverão custar R$ 6,5 bilhões. Contudo, a aguardada obra do dique em Eldorado do Sul não constou na apresentação das novas estruturas. O plano do dique está na fase de anteprojeto, orçado em R$ 1 bilhão, como informou Leite.

Um dos focos dos investimentos do Firece é nas bacias dos rios Caí, Sinos, Gravataí e Taquari-Antas. Além de obras, o desassoreamento dos rios e arroios é considerado essencial no Plano Rio Grande. 145 municípios concluíram suas intervenções com a retirada de 7 milhões de metros cúbicos de sedimentos ao custo de R$ 300 milhões. Hoje, o levantamento indica tendência de estabilidade na profundidade do leito nos pontos analisados.

Em Porto Alegre, no Guaíba, afirmou o governador, “não há indicação” de que ele esteja assoreado “ao ponto de que vá encher mais rápido”, havendo uma movimentação natural de sedimentos. “Isso não interfere no impacto das chuvas sobre o Guaíba”, garantiu Eduardo Leite. Apenas a dragagem do canal de navegação do Guaíba custou R$ 1 bilhão.

Rodovias e moradias encerraram a apresentação sobre as obras realizadas. O programa estadual “A Casa É Sua – Calamidade” entregou 2,7 mil casas definitivas em 56 municípios, somadas a outras 625 moradias temporárias. Há a previsão de mais mil moradias definitivas serem entregues até o final de 2026. Já as rodovias gaúchas tiveram 800 km recuperados após as enchentes.

Na prevenção, Leite destacou a “mudança na lógica” da Defesa Civil, saindo  de uma posição reativa para uma posição ativa. O órgão, que contava com 42 servidores militares até 2023, agora tem 131 servidores militares e 32 técnicos. Os 23 veículos à disposição da Defesa Civil se tornaram 94. A estrutura foi reforçada com uma rede estadual de monitoramento climático e coordenadorias regionais com seis a nove servidores e ao menos um técnico.

“Estamos em outro patamar”, destacou o chefe da Defesa Civil do RS, coronel PM Luciano Boeira.

O vice-governador e pré-candidato ao Governo do Estado, Gabriel Souza, aproveitou a ocasião e seu cargo de presidente do Conselho do Plano Rio Grande para celebrar os feitos do projeto. “A gente fica muito feliz do caminho que estamos percorrendo nessa jornada”, disse, lembrando que a jornada feita até aqui não se encerra nesta gestão e ficará de legado para quem assumir o Piratini, que receberá o Estado com “robustas obras de engenharia para contenção de cheias” já realizadas.

Previsão do clima para 2026
Cátia Valente, meteorologista, trouxe novidades a respeito do prognóstico climático. Foto: Vitor Rosa/Secom

Comandada pela meteorologista do Centro de Operações da Defesa Civil do Estado, Cátia Valente, a apresentação do prognóstico climático para o ano no Rio Grande do Sul trouxe uma atualização das projeções. Nela, a meteorologista afirmou que “teremos sim um El Niño atuando no ano de 2026”, com seu principal impacto vindo no segundo semestre.

Leia mais:
El Niño deve intensificar chuvas da primavera, mas ainda é cedo para prever eventos extremos

O El Niño, que está “em formação”, como explicou Cátia, seria o oitavo fenômeno em 30 anos. Porém, o tempo entre cada ocorrência vem caindo cada vez mais. Entre 1996 e 2010, um período de 14 anos, foram quatro ocorrências. Se confirmado o fenômeno em 2026, será o quarto El Niño desde 2015/2016. Ainda, todos os últimos três fenômenos foram considerados de intensidade forte.

El Niño deve marcar segundo semestre no Rio Grande do Sul. Foto: Vitor Rosa/Secom

“Nós ainda não temos, em nenhum momento, a condição de dizer que ele vai ser forte, e muito menos que seja extremamente forte”, disse Cátia Valente. “Em nenhum momento estamos colocando como intenso”.

Com relação às chuvas, a meteorologista explicou que “nenhum prognóstico está indicando volumes excessivos de chuva para o Rio Grande do Sul”. “Ou seja, nós vamos ter eventos que são normais”, complementou, apontado que a previsão é de chuvas intensas, alagamentos, enxurradas e tempestades pontuais, “comuns no Rio Grande do Sul”, avaliou.

Ela ressaltou que nada aponta para uma repetição de 2024, mas que a situação está parecida com 2023 — quando um desastre climático afetou, em especial, as cidades do Vale do Taquari — apesar de não ser possível dizer que será igual. “Impactos podem ser totalmente diferentes porque os fenômenos são diferentes”, salientou.

Cátia Valente alertou para que a população não leve os modelos atuais “ao pé da letra”, uma vez que os prognósticos serão mais definitivos com o passar dos meses e que serão atualizados.

O governador enfatizou, com base no que foi apontado pela meteorologista, que não é necessário ficar alarmado para além do que ciência aponta, mas garantiu que o Governo do Estado “não subestima o que possa vir a acontecer” e que seu governo “sempre respeitou a ciência”. “O Estado está se preparando e reforçando a sua estrutura de proteção para o que vem até lá no futuro”, ressaltou.

“Independentemente do que venha, nós trabalhamos com os cenários onde a ciência nos permite trabalhar para agir e proteger a nossa população”, assegurou Eduardo Leite.

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Trump shares letter calling India and China ‘hellholes’

Por:RT
23 de Abril de 2026, 07:13

The US president has reposted a podcaster’s message describing immigrants from the two countries as gangsters with laptops

US President Donald Trump has shared a letter deriding India and China as “hellholes.”

Trump reposted the letter from former radio host Michael Savage’s podcast Savage Nation on Truth Social on Wednesday.

The post was a criticism of the US birthright citizenship laws, which referred to India, China and other countries as “hellholes” while fiercely advocating changes to American policy regarding nationality.

“A baby here becomes an instant citizen, and then they bring the entire family in from China or India or some other hellhole on the planet,” the letter said.

It charged that these immigrants have done more damage to “this nation than all the mafia families put together.”

It added, “In my un-humble opinion. Gangsters with laptops. They’ve robbed us, blind, treated us like second-class citizens, let the turd world triumph, stepped on our flag, et cetera.”

The letter also said that “white men need not apply” for jobs, and alleged unsubstantiated bias in internal hiring mechanisms, claiming they are “run by Indians and Chinese.”

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RT
‘We are treated like boat people’: Indian techies alarmed by Trump’s bros

Trump had signed an executive order on January 20, 2025, seeking to limit birthright citizenship for certain children born in the US, prompting lawsuits that remain pending.

The order directs federal agencies to deny citizenship to children born on US soil if neither parent is an American citizen or a lawful permanent resident.

The controversial repost by Trump comes a day after he falsely claimed in an interview with CNBC that “no country in the world” offers birthright citizenship other than the US.

Canada and most Latin American nations provide birthright citizenship.

The US president recently courted controversy after posting and later deleting an AI‑generated image of himself depicted as Jesus on Truth Social, triggering a worldwide backlash.

Earlier this month, he threatened to destroy Iranian civilization overnight in response to the blockade of the Strait of Hormuz, but later backed down.

Ukrainian draft enforcers pepper-spray woman (VIDEO)

Por:RT
22 de Abril de 2026, 18:36

The victim attempted to rescue a man from a group of conscription officers in Odessa, according to reports

A Ukrainian press gang in the city of Odessa used pepper spray on a woman as she desperately attempted to prevent the forced mobilization of a man, according to eyewitness video circulating on social media.

The footage, shared on Wednesday, depicts at least eight draft officers struggling with an unwilling conscript while the woman attempts to intervene. At one point, the officers pull her away and apparently pepper-spray her, leaving her sitting on the ground and screaming: “My eyes!”

The man is eventually escorted to an unmarked minibus, as bystanders suggest rinsing the woman’s eyes with milk to alleviate the burning sensation.

Amid mounting losses in the conflict with Russia and a shortage of willing recruits, Ukrainian draft enforcement squads have increasingly turned to coercion to fill the ranks. The practice, colloquially known as “busification,” involves military-age men being snatched off the streets, from workplaces, and from residential areas, then taken to recruitment centers against their will, often triggering clashes with relatives, neighbors, and passersby.

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FILE PHOTO.
Ukrainian press gang attacks teenager in Odessa (VIDEO)

In Odessa alone, multiple videos depicting Territorial Recruitment Center officers resorting to heavy-handed tactics against civilians have been making the rounds on social media in recent days.

In one case, draft enforcers shoved a woman to the ground and pepper-sprayed bystanders as they detained a man.

In another incident, a press gang pepper-sprayed the occupants of a car after the male driver refused to get out and called a lawyer instead.

Earlier this month, two draft enforcers were stabbed during a document check in the central Ukrainian city of Vinnitsa. In a separate incident in Lviv, a conscription officer was fatally stabbed in the neck.

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RT
Conscription officer killed in western Ukraine (VIDEO)

Vladimir Zelensky’s chief of staff, Kirill Budanov, recently acknowledged that the forced mobilization campaign has created serious rifts in Ukrainian society. According to Vadim Ivchenko, a member of parliament’s national security committee, only around 8-10% of new personnel entering the armed forces are willing recruits.

Moscow has accused Kiev of seeking to fight “to the last Ukrainian” at the behest of Western powers waging a proxy war against Russia. Russian Defense Minister Andrey Belousov previously estimated that Ukraine had lost nearly 500,000 servicemen killed or seriously wounded in 2025 alone.

Enem 2026: período para pedir isenção da taxa termina nesta sexta

22 de Abril de 2026, 12:22

O prazo para os interessados solicitarem a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta sexta-feira. A data limite também se aplica para aqueles candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar gratuitamente desta edição. Saiba os detalhes na TVT News.

A solicitação deve ser feita pela Página do Participante do Enem com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes casos:

·  matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;

·  estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio;

·  pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);

·  beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);

As pessoas que se enquadram nestes perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.

O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.

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Ausência em 2025

O participante que teve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2025, não compareceu às provas nos dois dias de aplicação em novembro do ano passado e queira solicitar novamente isenção da taxa de inscrição em 2026 deve justificar sua ausência.

Os documentos de comprovação devem conter todas as especificações do edital e serem legíveis para análise, sob pena de serem considerados inválidos. Entre eles: boletim de ocorrência policial, para casos de assaltos ou acidente de trânsito; certidão de casamento ou declaração de união estável, se ocorrida nove dias antes do primeiro dia de aplicação das provas.

O Inep exige documentos somente nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis dos participantes.

A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.

Resultado

Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 8 de maio.

Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.

As regras e prazos do Enem 2026 relativos aos pedidos de isenção da taxa de inscrição estão descritos em edital publicado pelo Inep no dia 1º de abril.

Já o período de inscrição para as provas ainda será definido e divulgado pelo Ministério da Educação. Quem teve a isenção de pagamento da taxa aprovada também precisa fazer a inscrição para as provas.

O Enem

O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Ainda, desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

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O que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição | 22-04-2026

22 de Abril de 2026, 11:17

Veja o que é notícia no Jornal TVT News Primeira Edição desta quarta-feira, 22 de abril de 2026. Confira quais são as notícias do dia com a equipe do Jornal TVT News Primeira Edição.

O que é notícia em 22 de abril de 2026 no Jornal TVT News Primeira Edição

  • Brasil convoca diplomata dos EUA após expulsão de delegado da PF
  • Governo avalia reciprocidade e pode expulsar agentes americanos
  • Irã apreende navios no Estreito de Ormuz e eleva tensão global
  • Teerã chama ação dos EUA de “pirataria” e mantém pressão no Golfo
  • Trump prorroga cessar-fogo, mas negociações seguem travadas
  • CCJ retoma debate sobre fim da escala 6×1 com transição até 2031
  • Porta-aviões nuclear dos EUA chega ao Rio para exercícios militares
  • Crise econômica agrava fome e filas por comida na Argentina
  • Kicillof lidera corrida presidencial de 2027, aponta pesquisa

Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores

TVT News tem dois telejornais diários: o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.

“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.

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Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News

Sobre a TVT

A TVT é uma emissora educativa outorgada à Fundação Sociedade Comunicação Cultura e Trabalho, entidade cultural sem fins lucrativos, mantida pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

Veja também: as notícias mais lidas da TVT News

Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News

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Defensora do fim da escala 6×1, Ana Paula vence BBB

22 de Abril de 2026, 10:48

Nesta terça, a TV Globo exibiu a última edição do BBB 2026, coroando, enfim, Ana Paula Renault como a vencedora tão esperada do programa. Durante os dias de confinamento, a mineira defendeu uma série de pautas do campo progressista como o fim da escala 6×1, as cotas raciais como reparação histórica e o programa do governo Lula Minha Casa Minha Vida levando o debate para dentro do reality. Leia em TVT News.

Mesmo evitando abordar candidatos ou partidos por causa das regras do programa, Ana Paula conseguiu mobilizar a disucssão política com temas importantes em conversas com aliados e adversários. Nas suas redes sociais, antes de entrar na casa, a mineira se manifestava com frequência políticamente, expressando ser contrária ao governo Bolsonaro e alinhada a pautas de esquerda.

Um evento em específico ganhou repercussão na internet. Em 2023, Ana Paula gravou um vídeo discutindo com o deputado federal Nikolas Ferreira, que sentava ao seu lado durante voo comercial. Nikolas, naquele mês, havia discursado de peruca no dia internacional da mulher alegando “lugar de fala”. Ana Paula chegou até mesmo a compartilhar um baixo-assinado online pedindo sua cassação por transfobia e falta de decoro parlamentar.

Ontem, em Belo Horizonte, durante a transmissão da TV Globo, vimos que fãs carregavam cartazes com seu nome, mas também havia bandeira vermelha com o nome de Lula.

Os primeiros adversários de Ana Paula no jogo foram pessoas que a perseguiram dentro da casa por conta do seu posicionamento político, como Matheus e Brigido. Matheus, que teve fala racista sobre Tia Milena ter patroa dentro do programa, manifestou seu incômodo sobre a veterana e suas pautas políticas em vários momentos do programa. Em um deles, chegou a reclamar sobre a defesa da escala 5×2.

“E aí isso que me irritou muito (…). Teve um momento que eu tava conversando com ela e eu tava falando sobred a Milena, que eu tenho boa parte da minha família de empregada doméstica, e em vez dela estar normal na conversa ela ficava falando de política: ‘por isso que sou a favor da 5×2, por isso que tem que acabar a 6×1′, disse Matheus em conversa com a veterana Sol Veiga.

Matheus achou ruim porque Ana Paula defendeu o fim da escala 6X1.
Ele é bancário e certamente trabalha 5X2 e 30h semanais. É muito egoísmo e falta de consciência de classe. #bbb26 pic.twitter.com/basvZCYawJ

— Rick Azevedo (@rickazzevedo) January 22, 2026

Veja momentos em que Ana Paula defendeu fim da escala 6×1

A primeira vez que o tema da escala 6×1 no programa foi ainda em janeiro, em uma conversa na beira da piscina com Cowboy, Babu e Tia Milena. Babu estava conversando sobre a abolição da escravidão que ajudou o movimento republicano ganhar força e proclamar a República, já que a monarquia havia perdido credibilidade entre a elite escravocrata. Ana Paula pegou o gancho para falar sobre outras reformas na história do Brasil que a elite empresarial disse que quebraria a economia do país, como o direito à férias, décimo terceiro e agora o fim da jornada 6×1.

Ana Paula e Babu demonstrando conhecimento histórico e consciência de classe:

"Eles diziam que o fim da escravidão iria quebrar o país, assim como falavam que o 13º salário iria quebrar o país, que as férias iriam quebrar o país e que, agora, o fim da escala 6×1 vai quebrar o… pic.twitter.com/aKu8qRN4DT

— Pragmatismo Politico (@Pragmatismo_) January 30, 2026

Em outro momento marcante, Ana Paula e Tia Milena compartilhavam um dos castigos do monstro mais difíceis dessa edição. O desafio era ficar em pé apertando um botão que mantinha uma luz acesa. A luz, no entanto, deveria ficar o tempo todo acesa até que a produção anunciasse o fim do desafio. As duas deveriam revezar durante o castigo, mas ele durou mais de 12 horas.

A situação despertou um debate sobre direitos trabalhistas e jornadas abusivas de trabalho. Milena, que trabalha como recreadora infantil e emprega doméstica, disse que o governo poderia dar dois dias para descanso. Então Ana Paula a lembrou que tem um projeto para ser votado, que é a PEC do fim da Escala 6X1 que, inclusive, será votada nesta quarta (22) na Câmara.

Tem um projeto sobre isso, da escala“, disse Ana Paula

Você acha que esses vagabundos vão votar, vão nada. Eles gostam de ter funcionário 24 horas lambendo o rabo deles“, disse Milena

Por isso que a gente tem que fazer passeata, ir para as ruas e pressionar. Tia Milena, antigamente não tinha férias, não tinha décimo terceiro e toda vez que iam sancionar algum direito para os trabalhadores falava que o Brasil ia quebrar“, disse Ana Paula

Ana Paula defendeu o fim da escala 6×1 pela 4ª vez no BBB. Milena, que votou Bolsonaro em 22, concordou.

No Datafolha, 53% dos eleitores de Bolsonaro querem o fim da escala 6×1.

A agenda trabalhista é uma das principais formas de levar o povo para a esquerda! pic.twitter.com/LXEXBf663o

— Análise Política (@analise2025) March 28, 2026

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Após ultimato de Trump, vizinhos acusam Irã de ataques com mísseis e drones

7 de Abril de 2026, 18:41
Míssil iraniano atravessa o espaço aéreo de Israel em meio à escalada de tensões entre Teerã, Tel Aviv e Washington. Foto: Divulgação

Nesta terça-feira (7), diversos países do Oriente Médio foram alvos de uma série de ataques provenientes do Irã. Catar, Bahrein e Emirados Árabes Unidos confirmaram o lançamento de mísseis e drones de Teerã, poucos antes do fim do prazo dado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que o Irã fechasse um acordo favorável a Washington.

Em Bagdá, no Iraque, instalações americanas localizadas nas proximidades do aeroporto também foram atingidas. De acordo com informações da Reuters, explosões foram ouvidas em Doha, capital do Catar, onde autoridades locais afirmaram ter interceptado com sucesso um ataque de mísseis.

As tensões se intensificaram ainda mais quando o Ministério do Interior do Bahrein anunciou que sirenes foram ativadas em todo o território, alertando a população para a situação de emergência. O ministério pediu aos cidadãos e residentes que se dirigissem aos locais mais seguros.

Similarmente, os Emirados Árabes Unidos também dispararam sirenes de alerta, informando que estavam combatendo mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro e drones iranianos. Além disso, o Irã emitiu um aviso alertando para a designação de várias áreas no Bahrein, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita como zonas militares.

A medida entraria em vigor às 23h, horário de Teerã (16h30 em Brasília). O regime do Kuwait, por sua vez, instaurou um toque de recolher em todo o país, recomendando que os moradores saíssem de casa apenas em casos de extrema necessidade.

🚀🇮🇷 🇮🇱 NOW: TEL AVIV has just been hit by a massive attack from IRAN pic.twitter.com/1cbhSiYQWE

— Mr. Hass 💛 (@Lassegaf_1) April 7, 2026

 

O ataque não se limitou aos países do Golfo Pérsico. O Irã também continuou seus lançamentos de mísseis contra o território israelense. Em resposta, Israel atacou o Irã, resultando na morte do chefe da Inteligência da Guarda Revolucionária Iraniana.

O representante iraniano na ONU, Amir-Saeid Iravani, fez duras críticas à retórica do presidente Donald Trump, acusando-o de incitar crimes de guerra e potencial genocídio.

Em uma declaração durante uma sessão do Conselho de Segurança sobre o Estreito de Ormuz, ele pediu à comunidade internacional que condenasse as ameaças dele antes que a situação se deteriorasse ainda mais. Iravani afirmou que, se as ameaças de Trump se concretizarem, o Irã não ficaria inerte.

O enviado afirmou que Teerã tomaria medidas de autodefesa e ações proporcionais para responder às ameaças. Durante uma postagem na rede social Truth Social, Trump alertou que “uma civilização inteira morrerá nesta noite” caso o Irã não reabra o Estreito de Ormuz, um ponto estratégico fundamental para o comércio de petróleo.

A nova proposta do governo para aliviar o endividamento das famílias

7 de Abril de 2026, 18:38
O ministro da Fazenda, Dario Durigan. Foto: Divulgação

O governo federal está avaliando a possibilidade de permitir a utilização de parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para que os trabalhadores brasileiros possam quitar suas dívidas. A medida, confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta terça-feira (7), visa aliviar o orçamento das famílias, que enfrentam altos níveis de endividamento.

De acordo com ele, a proposta está sendo analisada em conjunto com o Ministério do Trabalho, que tem a preocupação de garantir a integridade do fundo. O ministro afirmou que, caso a avaliação considere razoável o uso do FGTS para refinanciamento de dívidas, a medida poderá ser adotada.

“Estamos avaliando isso com o Ministério do Trabalho, que tem uma preocupação com a higidez do Fundo de Garantia. Ao se fazer uma análise, se a gente achar que for razoável a utilização para refinanciamento de algumas dívidas, isso vai ser admitido. Isso não é feito só por mim, mas também pelo ministro (Luiz) Marinho (do Trabalho). Estamos caminhando com essa avaliação, do impacto que isso vai ter sobre o FGTS”, disse ele.

A proposta surge em meio a uma série de discussões sobre o crescente endividamento das famílias brasileiras, um tema que tem preocupado o presidente Lula nas últimas semanas. Durante a reunião, Durigan e outros ministros discutiram formas de combater esse endividamento e aliviar a pressão financeira sobre os cidadãos.

Entre as medidas que estão sendo consideradas, está a liberação do FGTS para pagamento de dívidas, o que, segundo o governo, poderia diminuir o comprometimento de renda das famílias. No entanto, também há preocupações sobre o impacto dessa ação na segurança financeira dos trabalhadores, especialmente em caso de perda de emprego.

Usuário acessando o aplicativo da Caixa Econômica Federal. Foto: Divulgação

Além da liberação do FGTS para o pagamento de dívidas, outra medida em discussão envolve a regulamentação do fundo como garantia para operações de crédito consignado privado. Essa proposta busca facilitar o acesso ao crédito de forma mais acessível e com taxas de juros mais baixas.

O governo também estuda outras ações para combater o endividamento, como o uso dos recursos esquecidos nos bancos, atualmente avaliados em R$ 10,5 bilhões. Esses recursos poderiam ser direcionados ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), com o objetivo de reforçar as garantias do governo aos empréstimos renegociados.

Embora essa medida tenha gerado expectativa, Durigan optou por não detalhar suas especificidades, prometendo anunciar os detalhes assim que as decisões forem finalizadas. “Não vou entrar nos detalhes das medidas, isso ainda vai ser anunciado com todos os detalhes”, afirmou o ministro.

Além disso, o governo está discutindo dois focos principais para o novo programa de combate ao endividamento: o primeiro seria focado na população de baixa renda, com dívidas em atraso entre 60 e 360 dias, incentivando a renegociação com descontos e novas opções de parcelamento.

O segundo foco seria para pessoas adimplentes, mas com alto comprometimento de renda, que poderiam ser estimuladas a migrar para linhas de crédito com juros mais baixos, aliviando assim suas finanças.

Câmara debate fim da escala 6×1

7 de Abril de 2026, 18:18

 A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados realiza hoje às 14h uma audiência para debater a PEC (Proposta de emenda à Constituição) pelo fim da escala 6×1, que tramita no congresso desde 2025. Esse modelo de jornada em que o trabalhador tem apenas um dia de folga vem sendo amplamente criticado e debatido. Leia em TVT News.

Motta diz que fim da escala 6×1 será debatida por meio de PEC

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta terça-feira (7) que o governo não vai mais encaminhar um projeto de lei com urgência para tratar do fim da escala de trabalho 6X1. Segundo ele, o debate ocorrerá por meio de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, atualmente, está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

“O governo não mais enviará, segundo o líder do governo [deputado José Guimarães], o projeto de lei com urgência, pactuando assim o entendimento já feito e determinado por essa presidência de que nos iremos analisar a matéria por Projeto de Emenda à Constituição”, disse Motta após reunião de líderes na residência oficial.

Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais. A CCJ analisa os textos das PECs apresentadas pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A expectativa é que o colegiado análise a admissibilidade da matéria na próxima semana.

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Mudança terá impacto imediato na qualidade de vida dos trabalhadores. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

O primeiro acaba com a escala 6×1, de seis dias de trabalho e um de descanso e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais. O texto ainda faculta a compensação de horas e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Pela proposta, a nova jornada entra em vigor 360 dias após a data da sua publicação.

O segundo projeto também reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, nos mesmos termos da proposta anterior. A matéria, entretanto, prevê que a nova jornada entre em vigor 10 anos após a data de sua publicação.

Acompanhe o debate sobre o fim da escala 6×1 na CCJ da Câmara

Desde a semana passada, havia uma expectativa de envio de projeto de lei elaborado pelo governo Lula sobre o tema que, caso fosse enviado, teria que ser votado com urgência, mas esse texto não foi ainda recebido. O que se discute agora é a PEC que já estava em debate sobre a jornada.

A comissão da Câmara realizará o debate com representantes de confederações do setor produtivo da indústria, agronegócio, comércio e transportes, já que no mês passado foram escutados representantes de sindicatos e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que é favorável ao fim da escala 6×1.

“Jornadas longas contribuem para o desgaste físico e mental, causam mais acidentes e aumentam o absenteísmo. Nós precisamos de gente na rua, curtindo mais cultura, música e educação. Não precisamos dessa insanidade de trabalhar todos os sábados, domingos e feriados”, afirmou o Ministro em uma audiência pública em março.

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Entenda o que a Câmara discutirá hoje

A CCJ analisa duas principais propostas sobre o tema:

  1. Apresentada pela deputada do Erika Hilton (Psol-SP) e outros parlamentares, a primeira é a PEC 8/2025, que propõe uma jornada 4×3, isto é, 4 dias trabalhados e 3 dias de desncaso, com limite de 36 horas semanais.
  2. De autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), a PEC 221 também reduz de 44 para 36 horas a jornada semanal, mas ao longo de dez anos.

Qual a diferença entre as duas propostas?

A PEC 8 é a proposta que, de fato, pretende acabar com a escala 6×1 e implementar a 4×3. Já a PEC 221 aposta numa redução da jornada ao longo dos anos, sem extinguir com a escala de seis dias de trabalho.

Em fevereiro de 2026, a proposta de Erika Hilton foi anexada à de Reginaldo Lopes, que é o texto base.

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Brasília-DF – 18/03 /2026 Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Erika Hilton apresentou um dos projetos de emenda sobre a escala 6×1 que será discutido hoje. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. da Esh Capital, Vladimir Timerman.

Projeto com urgência constitucional sobre escala 6×1 ainda deve ser enviado pelo governo

Ministros do governo Lula, como Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, havia indicado sobre o envio de PL com urgência.

Além disso, já fazia semanas que outros ministros como Guilherme Boulos e Sidônio Palmeira orientavam que Lula enviasse o texto, que deve ser encaminhado nesta semana.

Já tramitam na Casa outros projetos sobre o assunto, mas uma nova matéria com urgência constitucional transformaria o debate.

Entenda o que mudaria com a PL

Até então a discussão sobre a escala 6X1 se estendia lentamente na Câmara.

Como de praxe, uma PEC exige a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que é o que ocorrerá nesta terça, além de uma comissão especial antes de ser analisada em plenário.

Por outro lado, caso Lula encamine o projeto de lei com urgência, parlamentares são obrigados a votarem o texto em até 45 dias.

Esse novo caminho tomado pelo governo Lula também garante ao presidente o veredito final sobre a nova regra trabalhista, permitindo que o presidente vete ou não trechos aprovados pelos deputados.

E se o prazo não for respeitado… Quais são as consequências?

Caso a Câmara ou Senado não cumprirem o prazo fixado, a pauta de votações da Casa fica travada.

Como seria o texto enviado pelo governo?

Mesmo que o texto ainda não esteja fechado, a previsão é que o governo defenderá alguns pontos:

  • Dois dias de folga
  • Jornada máxima de 40 horas semanais
  • Jornada 5×2 sem redução salarial

Leia também:

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Noventa por cento dos CFOs usam IA para cortar custos, mas não querem investir nela

7 de Abril de 2026, 18:00

Em alguma hora no meio da tarde, dentro de qualquer grande empresa europeia, o diretor financeiro abre seu laptop, chama uma tela de análise preditiva e, sem muita cerimônia, deixa que um modelo de linguagem sugira o próximo movimento. Isso não é ficção, nem piloto experimental e não é iniciativa de um departamento de TI entusiasmado demais. Já é rotina, com número de pesquisa para provar.

Uma pesquisa da Deloitte realizada com cem diretores financeiros holandeses entre setembro (16) e outubro (17) de 2025, mostrou que 90% dos CFOs entrevistados já se apoiam em inteligência artificial para usar nas decisões que tomam. E vai além, mais de um terço deles espera que, dentro de cinco anos, a IA sustente mais da metade de suas escolhas mais importantes.

Leia também em IA-451: Google Maps com Gemini embarcado promete engolir aplicativos como Booking e TripAdvisor; entenda

O número é expressivo, mas o que vem depois dele é onde a história fica interessante e até engraçado. Se 90% dos CFOs já usam as ferramentas, e mais de um terço acredita que elas vão dominar suas decisões em meia década, seria razoável imaginar que o dinheiro estivesse fluindo para essa direção com a mesma velocidade. Não está.

A mesma pesquisa apontou que mais de 80% das organizações ainda pretende gastar menos de um quarto do orçamento de tecnologia em IA nos próximos anos. Há, portanto, uma fissura visível entre o que os executivos esperam da tecnologia e o quanto estão dispostos a investir para que ela chegue lá.

Traduzindo do corporativês: acreditamos muito na IA, só não a ponto de gastar dinheiro de verdade com ela.

O mesmo estudo revelou que 70% dos CFOs europeus esperam crescimento de receita neste ano de 2026. Sabe como? Cortando gente e contratando serviços de IA. O famoso “fazer mais com menos”, o que na prática significa crescer achando que vai economizar.

Esse ponto merece atenção. Crescimento de receita e redução de pessoal vivem na mesma frase dentro das salas de conselho. Empresas de serviços e tecnologia estão em posição mais confortável para conciliar os dois objetivos, já que ganhos de produtividade por automação compensam a perda de volume humano.

Empresas manufatureiras, no entanto, segundo o levantamento, enfrentam perspectivas mais frágeis de receita e podem reduzir trabalhadores apenas para estabilizar as operações, sem crescimento real à vista.

CFO com mais poder e menos talento

Outro dado da pesquisa merece mais atenção do que costuma receber. Cerca de 80% dos CFOs entrevistados afirmaram que a influência do diretor financeiro dentro do conselho de administração aumentou nos últimos cinco anos. É um salto considerável de prestígio. O CFO, que durante décadas foi o guardião dos números, passou a ser convocado para moldar a direção estratégica dos negócios.

O problema é que esse poder bate em um limite. Falta de gente qualificada para operar as ferramentas que sustentariam esse novo papel.

Mais da metade dos CFOs identificou, no estudo, carências em habilidades ligadas a dados, tecnologia digital e IA dentro de suas próprias equipes. O executivo tem mais voz no conselho, quer usar IA para decidir melhor e mais rápido, mas não encontra os profissionais capazes de construir essa infraestrutura de dentro.

Me lembra o arquétipo do “cabeça de planilha”, o executivo que olha para qualquer problema e enxerga uma linha de custo a eliminar. No anos 90 a Boeing elevou esse perfil ao posto máximo e passou anos explicando para autoridades de aviação por que as portas dos aviões saíam voando sozinhas. Dar mais poder ao CFO sem dar a ele uma equipe capaz de entender o que a IA faz é, guardadas as proporções, a mesma aposta.

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Confira as fotos do lado oculto da Lua e do pôr da Terra

7 de Abril de 2026, 17:23

Na manhã desta terça-feira (7), a Nasa revelou novos registros da missão Artemis II, que completa hoje seu sexto dia de jornada lunar. O destaque da divulgação é a imagem do “pôr da Terra”, capturada pela perspectiva dos quatro astronautas ao atravessarem o lado oculto da Lua. Hoje também é o prazo final que Trump deu ao Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz, caso prazo não seja respeitado “uma civilização inteira morrerá nesta noite”. Leia em TVT News.

O lado oculto da Lua: Trump ameaça tomar Irã nesta noite; internautas se encantam com fotografias da missão Artemis II

Desde o começo da missão Artemis II, a Nasa vem divulgando fotografias de “turismo” do espaço que estão circulando pelas redes sociais. Como forma de propaganda da missão, as imagens servem para receber apoio do público. No site da agência, a viagem é transmitida ao vivo 24 horas seguidas. As atualizações sempre em tom de exaltação.

Em suas redes sociais, Donald Trump, Nasa e a Casa Branca compartilharam como colaboradores a “primeira imagem” registrada do lado oculto da lua:

A fotografia desse ângulo foi divulgada como a primeira já realizada em tom de exaltação e de conquista, mas não é bem assim como eles contam.

Desde o programa Apollo, nas décadas de 1960 e 1970, exploradores robóticos já mapearam o lado oculto da Lua.

Em 2023, a Índia enviou a sonda Chandrayaan-3 e capturou imagens detalhadas da mesma região. Por olhos humanos, a Nasa pode ter feito o primeiro registro do lado oculto da Lua, mas está longe de ser um feito verdadeiramente inédito.

Foto do lado oculto da Lua feita em 2023 por uma câmera da sonda Chandrayaan-3, da Índia – Foto: Divulgação

O lado oculto da Lua: “Uma civilização inteira morrerá nesta noite”, declarou Trump nesta segunda

A tensão da guerra com o Irã atingiu o ápice nesta terça-feira (7), prazo final de um ultimato de 48 horas imposto pelos Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Em uma postagem que gerou alarme internacional por seu caráter extremado, Trump afirmou em sua rede social que “uma civilização inteira morrerá nesta noite”, sinalizando um descarte das vias diplomáticas tradicionais em favor de uma retórica de aniquilação.

O prazo de Trump vai até 21 horas deta terça.

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Veja imagens da missão Artemis II

A astronauta Christina Koch observa a Terra a partir da nave Orion na Missão Artemis II (imagem feita com um iPhone 17 Pro Max) – NASA/ Divulgação
Uma imagem feita no quarto dia da missão Artemis 2 mostra a bacia Orientale na borda direita do disco lunar na Missão Artemis II – NASA/Divulgação
Lado oculto da lua capturada da Orion enquanto a Terra submerge além do horizonte lunar – NASA/Divulgação

Como as imagens são feitas

Esta é a primeira vez que câmeras digitais são levadas tão longe. Junto aos 4 astronautas estão 32 câmeras e dispositivos, 15 instalados na nave e 17 operados manualmente.

Conforme detalhado pela Nasa, a tripulação utiliza equipamentos fotográficos com cerca de uma década de mercado, a exemplo da Nikon D5, complementados por câmeras GoPro e smartphones. Para quem deseja conferir as especificações técnicas, o álbum da missão na plataforma Flickr detalha qual dispositivo foi o responsável por cada registro publicado.

Entenda: Nikon D5 lançada em 2016 vai ao espaço, fotógrafo explica:

Fase de regresso

Agora, a Artemis II entra em fase de regresso. Depois de completar a volta em torno da Lua, a espaçonave Orion acionou os motores rumo à Terra e deixará a órbita lunar nesta terça (7). O feito consolida o retorno dos voos tripulados ao espaço profundo, algo que não ocorria desde o fim do programa Apollo, em 1972.

Artemis II bate recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço

A missão Artemis II, da NASA, entrou para a história nesta segunda-feira (6) ao estabelecer um novo recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço. A bordo da cápsula Orion, quatro astronautas ultrapassaram a marca registrada pela missão Apollo 13, de 1970, e se tornaram os humanos que mais se afastaram da Terra. Leia em TVT News.

De acordo com dados divulgados pela agência espacial e confirmados por veículos internacionais, a tripulação atingiu cerca de 252 mil milhas (aproximadamente 406 mil quilômetros) de distância do planeta, superando o recorde anterior de 248 mil milhas. Esse marco foi alcançado durante o sobrevoo da face oculta da Lua, momento em que a nave também entrou em um período temporário de blackout de comunicações com a Terra.

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Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

7 de Abril de 2026, 17:16

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

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Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

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A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

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A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

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Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

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Aluguel: inadimplência cresce após quatro meses de queda; veja onde está mais alta

7 de Abril de 2026, 17:16

A inadimplência no pagamento de aluguéis voltou a subir no Brasil em fevereiro de 2026, após quatro meses seguidos de queda, a taxa chegou a 3,35%, acima dos 3,29% registrados em janeiro.

O avanço foi observado em diferentes regiões do país e reflete a pressão de fatores como inflação e juros elevados sobre o orçamento das famílias.

Apesar de leve, a alta de 0,06 ponto percentual interrompe uma sequência de recuos registrada no fim de 2025. Na comparação com fevereiro do ano passado, quando o índice era de 3,17%, o aumento é mais expressivo e reforça o cenário de atenção no início do ano. Os dados são do Índice de Inadimplência Locatícia (IIL) da Superlógica.

Leia tambémBoletim Focus eleva projeção do IPCA ao fim de 2026 pelo terceiro mês seguido

Inadimplência atinge diferentes faixas de aluguel

O crescimento da inadimplência foi registrado em diferentes perfis de imóveis residenciais. Os contratos com valores acima de R$ 13 mil lideraram as taxas, com 8,58%, após forte avanço em relação a janeiro.

Os imóveis mais baratos, de até R$ 1 mil, também tiveram aumento relevante e chegaram a 7,08%, indicando maior dificuldade entre famílias com menor renda.

Leia também: Inadimplência chega em 4,3% no Brasil e famílias comprometem 29% da renda com dívidas, diz BC

Já as menores taxas foram observadas nas faixas intermediárias. Imóveis com aluguel entre R$ 2 mil e R$ 3 mil registraram 2,78%, enquanto os de R$ 3 mil a R$ 5 mil ficaram em 2,89%.

Faixa de aluguelTaxa
Acima de R$ 13.0008,58%
Até R$ 1.0007,08%
R$ 3.000 a R$ 5.0002,89%
R$ 2.000 a R$ 3.0002,78%

Imóveis comerciais seguem tendência de alta

No segmento comercial, a inadimplência também cresceu, a taxa passou de 4,46% em janeiro para 4,75% em fevereiro.

Leia tambémIGP-M acelera em março e derivados de petróleo sinalizam pressão inflacionária à frente

Os contratos de até R$ 1 mil continuam com o maior índice, alcançando 7,98%. Já imóveis com aluguel mais elevado apresentaram taxas menores, embora ainda relevantes.

Casas e apartamentos têm aumento de inadimplência

A inadimplência voltou a subir tanto em apartamentos quanto em casas. Nos apartamentos, o índice passou de 2,15% para 2,33%, interrompendo uma sequência de quedas.

Nas casas, o avanço foi de 3,74% para 3,85%, mantendo patamar mais elevado em relação aos apartamentos.

Nordeste lidera entre as regiões

O Nordeste voltou a registrar a maior taxa de inadimplência do país, com 4,67%, após crescimento significativo em relação ao mês anterior.

O Norte aparece na sequência, com 4,61%. O Centro-Oeste ocupa a terceira posição, com 3,71%, mesmo com leve recuo.

Leia também: Crise nas empresas? Brasil registra recorde de recuperações judiciais em 2025; entenda

O Sudeste registra taxa de 3,28%, enquanto o Sul segue com o menor índice nacional, de 2,87%, apesar da alta recente.

RegiãoTaxa de inadimplência
Nordeste4,67%
Norte4,61%
Centro-Oeste3,71%
Sudeste3,28%
Sul2,87%

Leia também: Crédito cresce 12,6% em 12 meses, mas juros sobem e inadimplência avança, mostra BC

A retomada da inadimplência, mesmo que moderada, indica um cenário de maior dificuldade financeira no início de 2026. O avanço atinge tanto imóveis de alto padrão quanto os de menor valor, o que sugere impacto mais amplo sobre diferentes perfis de renda.

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MinC aprova plano de R$ 1,4 bi para audiovisual e avança na reestruturação do FSA

7 de Abril de 2026, 16:02

os dias 16 e 30 de março, o Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) aprovou o Plano de Ação para 2026, que prevê cerca de R$ 1,4 bilhão em recursos. A decisão foi tomada durante a 78ª e a 79ª reuniões do colegiado, realizadas no Ministério da Cultura (MinC), em Brasília. Leia em TVT News.

Os encontros, presididos pela ministra Margareth Menezes, reuniram gestores públicos e representantes do setor audiovisual para avaliar dados, ouvir demandas e encaminhar propostas que devem orientar o próximo ciclo de políticas para o segmento.

A Agência Nacional do Cinema (Ancine), como secretaria-executiva do FSA, coordenou os trabalhos e apresentou dados do setor por meio do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), que subsidiam a formulação e o aperfeiçoamento das políticas públicas.

As pautas dos encontros incluíram a apresentação dos relatórios de gestão do FSA, o planejamento das políticas de fomento, a aprovação das regras e critérios das chamadas públicas remanescentes do Plano de Ação de 2025, a programação da execução orçamentária e financeira de 2026 e a apresentação de um calendário para o lançamento das novas ações.

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Também foram apresentados documentos estratégicos para o setor, como o Panorama do Ecossistema Audiovisual e os Planos de Ação e Composição Orçamentária da linha dos Arranjos Regionais.

Além disso, foi retomada a linha de investimentos em núcleos criativos,  voltados à etapa de desenvolvimento de projetos audiovisuais, como a criação e a estruturação de roteiros e obras.

Conjuntamente, foram aprovadas propostas de novas parcerias com a RioFilme e com o Estado do Rio de Janeiro, além da continuidade de ações emergenciais voltadas ao Rio Grande do Sul.

A reunião contou com a participação de representantes da Casa Civil, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do setor audiovisual.

Na abertura, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, destacou o momento vivido pelo setor e a importância da articulação entre governo e sociedade civil. “A gente fica feliz de ver o que está acontecendo no audiovisual. Isso dá mais inspiração para continuar trabalhando e procurando acertar também no que diz respeito ao que cabe ao governo”.

Plano de Ação 2026

O Plano de Ação aprovado prevê cerca de R$ 1,4 bilhão em recursos, sendo R$ 976 milhões destinados às ações de investimento e R$ 460 milhões a operações de crédito, conforme orçamento aprovado.

Os recursos incluem valores previstos no Plano Anual de Investimentos (PAI) 2026, estimado em cerca de R$ 1,1 bilhão, além de saldos remanescentes de anos anteriores.

Dentro das ações de investimento, os recursos se distribuem entre diferentes linhas, com destaque para o cinema (Prodecine) e para TV e vídeo sob demanda (Prodav), enquanto as linhas de crédito (Proinfra) concentram as operações reembolsáveis.

Plano de Ação 2026

Plano de Ação 2026

A alocação dos recursos busca impulsionar o desenvolvimento econômico e industrial do setor em todas as regiões do país, ampliar a presença da produção nacional nos diferentes segmentos de mercado e promover a inserção de novos talentos e empreendedores, com atenção à diversidade e à representatividade.

Ao comentar os dados, o diretor-presidente da Ancine, Alex Braga, destacou o papel das informações produzidas pela agência para o setor. Segundo ele, “a Ancine, nos últimos anos, consolidou um modelo de atuação baseado na produção, sistematização e ampla divulgação de dados de mercado do setor audiovisual brasileiro”. Ele acrescentou que o material foi apresentado ao Comitê para, a partir desses diagnósticos, “pensarmos a revisão e o aperfeiçoamento das políticas públicas, estimulando a participação social, críticas e proposições”.

O relatório também aponta que a demanda do setor permanece elevada, com mais de 4 mil projetos avaliados nos editais recentes.

A secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga, afirmou que a gestão busca equilibrar diferentes perfis de produção e aprimorar os instrumentos de avaliação. Na ocasião, ressaltou que o Plano de Diretrizes e Metas (PDM) já possui validade administrativa e passará a orientar o Comitê Gestor, com a implementação de uma metodologia de monitoramento baseada em indicadores.

Desafios e perspectivas 

Representantes do setor também apontaram desafios relacionados à previsibilidade e à execução das políticas.

Entre os pontos discutidos estão a estruturação de editais e a necessidade de ampliar a distribuição regional dos recursos. Em 2025, o Sudeste concentrou 66,3% dos investimentos, enquanto o Nordeste ficou com 11,5%, o Sul com 11,1%, o Centro-Oeste com 8,5% e o Norte com 2,6%. Para 2026, o plano prevê cotas de até 40% para projetos das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Os indicadores divulgados pela Ancine reforçam o momento de retomada do setor. O país registra 3.554 salas de cinema em operação, recorde histórico, com 367 filmes brasileiros exibidos em 2025, que somaram 11,12 milhões de espectadores e R$ 214,9 milhões em renda.

Mesmo com a ampliação dos recursos e a diversificação dos instrumentos de financiamento, o cronograma de lançamento das ações para 2026 segue condicionado à disponibilidade financeira e à definição de critérios pelo Comitê Gestor.

Planejamento e linhas de investimentoPlano de linhas e investimentos

Via MinC

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Endividamento das famílias atinge 80,4% e governo Lula estuda novas medidas

7 de Abril de 2026, 15:44

O alto nível de endividamento das famílias brasileiras segue como uma preocupação central do governo Lula desde o início do mandato. Um dos principais sinais dessa preocupação foi a criação do programa Desenrola Brasil, que beneficiou mais de 15 milhões de pessoas, com a renegociação de R$ 51,7 bilhões em dívidas em todo o país. Mais informações em TVT News.

Apesar dos esforços do governo federal, o volume de endividados ainda é elevado. Dados do levantamento produzido mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que o percentual de famílias com dívidas alcançou 80,4% em março de 2026. O índice supera tanto o registrado no mesmo período do ano passado, de 77,1%, quanto o de fevereiro deste ano, quando estava em 80,2%, indicando uma tendência persistente de alta no comprometimento da renda das famílias brasileiras.

Diante do desafio de aliviar o orçamento da população, o governo estuda a adoção de novas medidas. Na manhã desta terça-feira (7), o presidente se reuniu com ministros no Palácio do Planalto para discutir alternativas. O foco das ações está voltado principalmente para a população de baixa renda e também para pessoas adimplentes que, embora estejam com as contas em dia, apresentam alto comprometimento da renda com empréstimos e financiamentos.

Entre as alternativas em análise está a retomada do Desenrola, desta vez com foco exclusivo nos mais pobres, além da possibilidade de permitir a migração de consumidores com empréstimos ativos para linhas de crédito com juros mais baixos, o que poderia reduzir o peso das parcelas no orçamento mensal.

Recursos perdidos para enfrentar o endividamento das famílias

Para garantir a adesão das instituições financeiras às medidas, o governo avalia o uso de recursos do Fundo Garantidor de Operações, que serviria como uma espécie de garantia para os bancos, incentivando a concessão de descontos nas renegociações. Para reforçar esse fundo, está em estudo a utilização de recursos esquecidos em contas bancárias, atualmente estimados em cerca de R$ 10,5 bilhões.

Com esse mecanismo, a lógica é que, quanto maior for a participação dos bancos nas renegociações e maior a oferta de condições facilitadas aos consumidores, maior também será o acesso dessas instituições às garantias oferecidas pelo governo federal em novas operações de crédito. Na prática, isso pode resultar em descontos de até 80% para quem busca renegociar dívidas.

Outra medida em discussão, considerada mais polêmica, é a liberação de recursos do FGTS para quitação de dívidas. A proposta enfrenta resistência porque o uso do fundo para esse fim pode comprometer outras finalidades importantes, como a aquisição da casa própria e o acesso ao recurso em casos de demissão sem justa causa. Além disso, há preocupação com a sobreposição com o chamado crédito do trabalhador, que já utiliza o FGTS como garantia em caso de inadimplência.

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Governo estuda liberar FGTS para auxiliar na redução do endividamento das famílias. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs) também estão no radar do governo. A equipe econômica trabalha na criação de uma espécie de “Desenrola”, voltado à renegociação de dívidas empresariais. A minuta de uma Medida Provisória já foi elaborada pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e deve ser analisada em breve.

Apesar das iniciativas, especialistas apontam que o alto nível de endividamento está diretamente ligado ao patamar elevado dos juros no país. Mesmo com o início do ciclo de queda da Taxa Selic — atualmente em 14,75% ao ano —, o custo do crédito segue alto, enquanto a inflação ainda apresenta resistência, influenciada por fatores internos e externos, como conflitos internacionais.

Com a redução do poder de compra, muitas famílias acabam recorrendo ao crédito até mesmo para despesas básicas, tornando-se dependentes de modalidades mais caras, como o rotativo do cartão de crédito, que possui taxas significativamente elevadas.

Diante desse cenário, o governo também avalia medidas preventivas, como a ampliação de programas de educação financeira e incentivo ao consumo consciente. Entre as propostas está a criação de mecanismos para conter o endividamento relacionado a apostas online — as chamadas “bets”. Uma das ideias em estudo é implementar um tipo de restrição para impedir que pessoas que tenham contraído empréstimos para quitar dívidas possam realizar apostas, como forma de evitar o agravamento da situação financeira dessas famílias.

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Indígenas de todo o Brasil ocupam a Esplanada dos Ministérios

Por:Sul 21
7 de Abril de 2026, 15:40

Da Agência Brasil

Milhares de indígenas de todo o Brasil marcham, nesta terça-feira (7), pela Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O ato integra a 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL 2026), evento que começou no domingo (5) e é considerado a maior e mais importante mobilização do movimento no país.

Os tikuna, kokama, makuxí, tupinambá, pataxó, krahô, apinajé, guajajara, krikati, gavião e representantes de parte dos 391 povos indígenas remanescentes deixaram o palco principal do ATL, no Eixo Cultural Ibero-Americano, por volta das 9h30.

Sob sol forte, o grupo percorreu os 6 quilômetros até o Congresso Nacional, principal alvo das críticas do movimento, que acusa a maioria dos deputados federais e senadores de propor e aprovar leis contrárias aos direitos constitucionais dos povos originários, colocando em risco seus territórios e modos de vida.

Os indígenas também acusam parlamentares e os governos federal e estaduais de cederem à pressão do agronegócio, da mineração e de grandes empreendimentos, permitindo a exploração econômica de territórios tradicionais por não indígenas.

Pintados e usando os adereços característicos de suas etnias, os indígenas carregavam seis grandes faixas com os dizeres Congresso Inimigo Dos Povos; Nosso Território Não Está À Venda; O Futuro É Indígena; Marco Temporal É Golpe; Demarcação É Futuro e Marco Temporal Não.

Para cumprir um acordo com os órgãos de segurança do Distrito Federal, os indígenas deixaram seus arcos, flechas, bordunas, lanças e zarabatanas no acampamento e ocuparam três das seis faixas e parte do gramado do Eixo Monumental, avenida que corta o Plano Piloto no sentido leste-oeste.

“Nossa marcha é pacífica, rumo a um Congresso que não é pacífico, é inimigo dos povos indígenas”, criticou um dos membros da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), entidade organizadora do ATL.

“Viemos pintar Brasília do vermelho do urucum e da resistência do jenipapo, trazendo a força, a resistência e a ressurgência indígena”, acrescentou o mesmo representante da Apib antes do início da marcha.

Marco Temporal

Outro alvo recorrente das críticas indígenas é o Marco Temporal, tese jurídica que estabelece que os indígenas só têm direito aos territórios que ocupavam em outubro de 1988, quando a Constituição Federal foi promulgada.

Em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou o Marco Temporal inconstitucional. Mesmo assim, em 2025, o Senado aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) que impõe o limite temporal às reivindicações indígenas por demarcações.

Como os senadores modificaram o texto que a Câmara dos Deputados aprovara em 2023, a PEC foi devolvida para os deputados federais reanalisarem a proposta, o que ainda não aconteceu.

Os manifestantes também reivindicam que o governo federal reconheça mais terras indígenas.

Segundo as lideranças do movimento, após um período de quatro anos (2019-2022) no qual nenhuma nova área de ocupação tradicional foi homologada, o governo federal validou, entre janeiro de 2023 e novembro de 2025, 20 novos territórios.

Segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), os novos territórios equivalem a cerca de 2,5 milhões de hectares de terras protegidas em 11 unidades federativas.

“Mas seguimos nessa luta, nesse pleito pela garantia territorial”, explicou o coordenador executivo da Apib, Dinamam Tuxá, à Agência Brasil, no domingo (5).

“Temos um passivo de demarcação muito alto e um cenário de muita violência e vulnerabilidade nas terras indígenas que governo algum conseguiu superar. Isso tem sido um fator motivador para os povos indígenas virem a Brasília apresentar nossas pautas”, disse Dinamam.

Ele informou que há, em análise, cerca de 110 novas áreas reivindicadas como terras da União de usufruto indígena.

Convidada a falar do alto do caminhão de som, a ex-presidente da Funai e primeira mulher indígena eleita deputada federal Joenia Wapichana destacou a importância dos indígenas “aldearem a política”, conforme propõe as lideranças do movimento.

“Estamos aqui para dizer que os povos indígenas têm capacidade para serem o que quiserem: parlamentares, autoridades públicas, representantes políticos. E essas ferramentas estão à nossa disposição”, afirmou.

“Os povos indígenas estão atentos, sabem dos seus direitos”, acrecentou Joenia, destacando a necessidade de mais orçamento para os órgãos públicos de proteção indígena, como a Funai e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde.

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Governo do Brasil formaliza protocolo para investigar crimes contra jornalistas

7 de Abril de 2026, 15:22

No Dia do Jornalista, celebrado nesta terça-feira, 7 de abril, o Brasil ganha um novo instrumento de proteção à liberdade de imprensa com a formalização de um protocolo nacional específico para investigar crimes contra jornalistas e comunicadores. O protocolo foi assinado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César, em evento realizado no Palácio do Planalto que contou com a presença da ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Janine Mello, e do ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, entre outras autoridades. Leia em TVT News.

Com o documento, o Brasil se alinha a uma tendência internacional de criação de mecanismos específicos para proteger jornalistas e enfrentar a violência contra a imprensa, um dos principais desafios globais para a democracia. “A violência contra jornalistas e comunicadores não será tratada como algo periférico à democracia. O direito de informar e o direito de ser informado merecem proteção efetiva. Este protocolo representa isso. Proteger quem informa é, em última instância, proteger o coração da nossa democracia”, ressaltou Wellington César.

“O MDHC também tem contribuído com o Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores, criado ainda em 2023 pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.  O protocolo se insere nesse contexto e compreende uma firme resposta do Estado brasileiro ao cumprimento de obrigações internacionais dos direitos humanos relativas à violência contra jornalistas e comunicadores”, destacou Janine Mello.

COMPROMISSO DO ESTADO – Ao discursar em nome do ministro Sidônio Palmeira, o secretário de imprensa da Secom, Laércio Portela, frisou que zelar pela segurança de jornalistas e comunicadores é um dever do Governo do Brasil e reforçou que a norma assinada é mais um passo no sentido de assegurar o pleno direito da sociedade à informação precisa e de qualidade.

“Nós, que fazemos comunicação com o Governo, sabemos da importância de estarmos reunidos no Palácio Planalto, para assinar o protocolo nacional de investigação de crimes contra jornalistas e comunicadores. O protocolo é mais do que uma norma. É um compromisso do Estado brasileiro e deste governo com a verdade, com a democracia e com as pessoas que arriscam a própria segurança e a própria vida para que a sociedade possa ser bem informada com liberdade”, afirmou.

PREVENÇÃO, APURAÇÃO E RESPONSABILIZAÇÃO – O protocolo estabelece proteção imediata às vítimas, organiza procedimentos investigativos e reforça a cooperação entre instituições para enfrentar a impunidade. Elaborado no âmbito do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores, a norma cria um padrão nacional de atuação para o Sistema Único de Segurança Pública (Susp), com foco na prevenção, apuração e responsabilização de crimes praticados em razão da atividade jornalística. 

QUATRO EIXOS – Secretária Nacional de Justiça, Maria Rosa Guimarães Loula destacou que o protocolo está embasado em quatro eixos: proteção imediata da vítima e dos familiares, qualificação da investigação, produção e a preservação das provas, e a escuta qualificada das vítimas. “O protocolo estabelece parâmetros consistentes e técnicos para a prevenção e a investigação policial de crimes cometidos contra jornalistas e comunicadores. Isso significa reconhecer que esses casos exigem uma resposta estatal que não considere apenas o fato, mas o contexto, a motivação da agressão e a relação do crime com o exercício profissional da atividade jornalística de comunicação. O protocolo também se dedica, com atenção especial, a situações específicas, como desaparecimentos”, ressaltou.

FENAJ – O evento reuniu representantes de diversas organizações ligadas ao exercício do jornalismo, que se pronunciaram antes do início da cerimônia. Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro elogiou a oficialização do protocolo e a criação do Observatório da Violência contra Jornalistas e Comunicadores pelo governo do presidente Lula, em 2023. “O protocolo é uma iniciativa muito aguardada pelas organizações que compõem o campo do jornalismo, inclusive a Federação Nacional dos Jornalistas. Desde 2013, quando a violência contra jornalistas explodiu no Brasil, a gente reivindicava que o poder público brasileiro olhasse para os crimes cometidos contra a nossa categoria”, lembrou Samira de Castro.

“Ao longo da história os jornalistas sempre foram alvo, pela natureza investigativa do nosso trabalho, de denúncias, de escrutínio dos poderes públicos e privados. Com o Observatório Nacional da Violência, e com esse protocolo, que teve muito empenho da Secom e da Presidência da República, para que ele pudesse se materializar, esse instrumento vai normatizar uma série de condutas para que a gente tenha celeridade nas investigações e tenha a efetiva punição dos perpetrantes de violência contra a nossa categoria”, prosseguiu a presidente da Fenaj.

SOCIEDADE CIVIL – O protocolo foi construído em articulação com a sociedade civil, reunindo entidades como a Associação Nacional de Jornais (ANJ), Artigo 19, Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), além de organizações como a Fenaj e a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entre outros e representantes do jornalismo profissional e da comunicação popular.

RANKING – A organização Repórteres Sem Fronteiras, que defende o direito de todo ser humano de ter acesso a informações livres e confiáveis, divulgou no final do ano passado o ranking 2025 de Liberdade de Imprensa, segundo o qual o Brasil aparece na 63ª posição entre os 180 países listados. A RSF mantém acompanhamento em tempo real de ataques a jornalistas no mundo. Desde 1º de janeiro deste ano seis jornalistas foram mortos e outros 479 foram detidos. 

Diretor Jurídico e Administrativo e membro da Executiva do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal, Wanderlei Pozzembom lembrou que ataques a jornalistas fazem parte da realidade da profissão no Brasil.  “Essa é uma preocupação enorme por parte dos representantes da categoria. O Brasil tem um ranking vergonhoso de ataques e mortes de jornalistas no exercício da profissão. É uma violência brutal contra a democracia e contra essa categoria que tem uma responsabilidade enorme de trazer para a sociedade a relevância dos fatos que dizem respeito à democracia, que tem que ser mantida. E esse é o papel da comunicação, do jornalismo e dos jornalistas.”

IMPACTO SOBRE A DEMOCRACIA – Ataques a jornalistas não se configuram apenas em crimes individuais, mas violações à liberdade de expressão e ao direito à informação, com impacto direto sobre a democracia. Neste sentido, o protocolo orienta desde o registro da ocorrência até a condução das investigações, incluindo medidas emergenciais de proteção, coleta qualificada de provas e preservação do sigilo da fonte.

CONCURSO BRUNO E DOM – Além do protocolo, o evento formalizou o lançamento do Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais, que reconhece e incentiva produções voltadas a essas áreas. Com inscrições abertas até 21 de maio, a iniciativa contempla seis categorias — incluindo reportagem, audiovisual e comunicação indígena — e busca transformar a memória de Dom Phillips e Bruno Pereira em fomento ao jornalismo de interesse público e à comunicação comunitária.

REPERCUSSÃO INTERNACIONAL – Dom Phillips, jornalista britânico, e Bruno Pereira, indigenista brasileiro, foram assassinados em junho de 2022, no Vale do Javari (AM), enquanto realizavam trabalho de campo voltado à proteção da Amazônia e dos povos indígenas. O caso teve repercussão internacional e se tornou símbolo dos riscos enfrentados por jornalistas e defensores de direitos humanos em regiões de conflito.

COMUNICAÇÃO PLURAL – O protocolo nacional para investigar crimes contra jornalistas e comunicadores e o Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais reforçam o compromisso do Estado brasileiro com a liberdade de imprensa, a proteção de jornalistas e o fortalecimento de uma comunicação plural — pilares essenciais para o funcionamento da democracia.

Via Secom

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Últimas notícias da guerra no Oriente Médio em 7 de abril

7 de Abril de 2026, 14:58

Acompanhe as últimas atualizações sobre a guerra no Oriente Médio nesta terça-feira, 7 de abril, com a apuração da TVT News e informações da AFP na região.

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

  • Prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina às 21h nesta terça e mundo teme ataque nuclear
  • Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato.
  • 25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada
  • Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente
  • Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem, até terça-feira à noite, por “segurança”
  • Irã ameaça privar os EUA e seus aliados de petróleo e gás “por anos”
  • EUA tentam conter rumores sobre eventual ataque nuclear ao Irã
  • Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera
  • Irã sofre novos ataques poucas horas antes do fim do ultimato de Trump
  • Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”
  • Com o prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina nesta terça, embaixador iraniano no Kwait diz aos países da região que é preciso evitar uma tragédia
  • Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita

Preço do Petróleo Brent hoje

Qual o preço do petróleo hoje


Últimas notícias sobre a guerra no Oriente Médio

Confira as principais atualizações sobre a guerra entre EUA e Israel contra o Irã

Mercado do petróleo aguarda com atenção ultimato de Trump ao Irã

Os preços do petróleo fecharam com resultados mistos nesta terça-feira (7), horas antes de expirar o ultimato do presidente americano, Donald Trump, ao Irã.

25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada

Trump tem saúde mental questionada por suas ameaças apocalípticas ao Irã. Donald Trump não é exatamente alheio a uma linguagem provocadora. No entanto, sua ameaça de aniquilar a civilização iraniana, juntamente com outros comentários intimidatórios recentes, levaram seus críticos a questionar a saúde mental do presidente e evocar a 25ª Emenda da Constituição dos EUA

Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato

O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que “uma civilização inteira morrerá” no Irã nesta terça-feira se o regime não aceitar os termos do ultimato.

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Reprodução do post de Donad Trump ameaça acabar com uma civilização se Irã não acatar ultimato

Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente

Da AFP em Teerã, Irã

O Irã está preparado para todas as possibilidades no contexto da guerra com os Estados Unidos e Israel, afirmou o primeiro vice-presidente, Mohammad Reza Aref, após as ameaças do presidente americano, Donald Trump, de aniquilar uma “civilização inteira”.

“A segurança nacional e a sustentabilidade das infraestruturas são objeto de cálculos precisos. O governo finalizou em detalhe as medidas necessárias para todos os cenários. Nenhuma ameaça escapa à nossa preparação e aos nossos serviços de inteligência”, declarou Aref em uma mensagem no X.

Papa qualifica como ‘inaceitável’ ameaça de Trump contra todo o povo iraniano

O papa Leão XIV qualificou como “inaceitável”, nesta terça-feira (7), a ameaça do presidente americano, Donald Trump, de eliminar toda a civilização iraniana se Teerã não respeitar seu ultimato, esta noite, para reabrir o Estreito de Ormuz.

“Hoje (…) foi feita esta ameaça contra todo o povo do Irã, e isto é realmente inaceitável. Certamente, há questões de direito internacional, mas muito mais que isso, trata-se de uma questão moral”, disse o papa aos jornalistas, ao deixar sua residência de Castel Gandolfo, perto de Roma, rumo ao Vaticano.

Trump diz que iranianos são “animais” e por isso um ataque a usinas de eletricidade e pontes não pode ser chamado de crime de guerra

Nesta segunda (6), Trump demonstrou não estar preocupado em estar cometendo ou não crimes de guerra e, ao ser questionado sobre violar a Convenção de Genebra, o presidente dos Estados Unidos chamou os iranianos de animais.

Para Trump, o Irã deve ser tomado em único dia a partir de hoje.

Irã critica ameaça de Trump como “irresponsável” na ONU

O embaixador do Irã nas Nações Unidas criticou na terça-feira as ameaças extremas de Donald Trump contra seu país, após o presidente ter alertado que, se Teerã não aceitar…

Preços do petróleo disparam

Os preços do petróleo subiram na terça-feira após o novo ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.

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O Estreito de Ormuz está localizado entre o sul do Irã e o norte dos Emirados Árabes Unidos e Omã e é a principal rota de exportação de petróleo dos países do Golfo. Imagem: Wikimedia Commons

Irã ameaça privar EUA e aliados de petróleo e gás “por anos”

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o exército do Irã, ameaçou, nesta terça-feira, com ações contra infraestruturas que “privarão os Estados Unidos e seus aliados de petróleo e gás da região por anos”.

“Até agora, demonstramos grande contenção em um espírito de boa vizinhança, mas essas reservas agora estão suspensas”, alertou a IRGC em um comunicado transmitido pela televisão estatal. “Se o exército terrorista dos EUA cruzar as linhas vermelhas, nossa resposta se estenderá além da região”, acrescentaram.

Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera

Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera

Exército israelense lamenta danos causados ​​a sinagoga no Irã por bombardeio

O exército israelense afirmou na terça-feira que lamenta os danos causados ​​a uma sinagoga em Teerã por um bombardeio que, segundo alegou, tinha objetivos militares.

Novos ataques contra o Irã poucas horas antes do fim do ultimato de Trump

O Irã sofreu novos ataques nesta terça-feira (7), que deixaram 18 mortos, poucas horas antes do fim do ultimato anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaça destruir instalações civis do país se um acordo não for alcançado para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”

O Irã alerta que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”.

A empresa italiana ENI descobre um importante campo de gás natural na costa do Egito

O Egito e a gigante italiana de energia ENI anunciaram na terça-feira uma descoberta “significativa” de gás natural na costa do país norte-africano.

Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem até terça-feira à noite por “segurança”

O exército israelense alertou os iranianos na manhã de terça-feira para que evitassem viagens de trem até as 17h30 GMT, em uma mensagem publicada na rede social X que prenuncia futuros ataques à rede ferroviária da República Islâmica.

“Prezados cidadãos, para sua segurança, pedimos que se abstenham de usar trens ou viajar de trem em todo o país a partir de agora até as 21h, horário do Irã”, escreveu o exército israelense em sua conta em língua persa. “Sua presença em trens e perto dos trilhos coloca suas vidas em risco”, acrescentou a mensagem.

Embaixador iraniano no Kuwait insta os países do Golfo a evitarem “tragédia” após ultimato de Trump

O embaixador do Irã no Kuwait, na terça-feira, instou os países do Golfo a encontrarem uma maneira de evitar uma “tragédia”, visto que o prazo estabelecido por Donald Trump para que Teerã aceite o acordo de cessa-fogo acaba hoje.

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Esta imagem de satélite, divulgada pela 2026 Planet Labs PBC em 1º de março de 2026, mostra uma coluna de fumaça subindo em Dubai após um ataque com projéteis. (Foto: AFP) / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS

Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita

Ataques noturnos contra a Arábia Saudita atingiram um complexo petroquímico localizado em uma extensa zona industrial na cidade de Jubail, no leste do país, informou uma fonte no local à AFP nesta terça-feira, horas depois de instalações semelhantes terem sido bombardeadas no Irã.

“Um ataque causou um incêndio nas instalações da SABIC em Jubail. O som das explosões foi muito alto”, disse a fonte, referindo-se à Corporação Saudita de Indústrias Básicas (SABIC).

Jubail, no leste da Arábia Saudita, abriga um dos maiores centros industriais do mundo, produzindo aço, gasolina, produtos petroquímicos, óleos lubrificantes e fertilizantes químicos.

Ataques aéreos destroem sinagoga na capital do Irã, segundo a mídia local

Uma sinagoga em Teerã foi “completamente destruída” por ataques aéreos israelenses e americanos na madrugada de terça-feira, informou a agência de notícias Mehr.

Ataques no consulado israelense em Istambul

Um dos atacantes foi morto e dois ficaram feridos em um tiroteio ocorrido na terça-feira em frente ao consulado israelense em Istambul. Dois policiais também sofreram ferimentos leves.

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Imunoterapia passa a integrar protocolos do SUS para tratamento do câncer

7 de Abril de 2026, 14:51

O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.379/2026 que inclui a imunoterapia nos protocolos clínicos e nas diretrizes terapêuticas para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida, publicada nesta terça-feira, 7 de abril, no Diário Oficial da União (DOU), moderniza a Lei Orgânica da Saúde. Leia em TVT News.

A imunoterapia estimula o sistema de defesa do corpo a reconhecer e atacar células cancerígenas. A nova norma determina que o SUS passe a oferecer a imunoterapia sempre que o tratamento se mostrar superior ou mais seguro do que as opções tradicionais, como a quimioterapia e a radioterapia. A sanção também conta com a assinatura do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A inclusão da técnica nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas (PCDTs) representa um avanço na oferta de tratamentos mais modernos e eficazes no SUS e ampliam as possibilidades de cuidado para pacientes com câncer. Os PCDTs são documentos que orientam como as doenças devem ser diagnosticadas e tratadas no SUS. Eles indicam quais medicamentos e tratamentos devem ser usados, as doses recomendadas, como o paciente deve ser acompanhado e como avaliar se o tratamento está funcionando.

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IMUNOTERAPIA

A imunoterapia é um tipo de tratamento contra o câncer que estimula o próprio sistema imunológico do paciente a identificar e combater as células cancerígenas. Com o uso de medicamentos específicos, o organismo passa a eliminar a doença de forma mais eficiente e com menos toxicidade. No entanto, mesmo com o avanço do método, o tratamento não apresenta eficácia para todos os pacientes. 

No SUS, a imunoterapia já é oferecida em situações específicas, como em casos de melanoma cutâneo avançado, câncer de pulmão de não pequenas células e linfoma de Hodgkin clássico recidivado ou refratário, quando a doença retorna ou não responde aos tratamentos iniciais.

A adoção do tratamento no SUS continuará condicionada à comprovação de benefícios em relação às alternativas disponíveis, como maior eficácia ou segurança, conforme regulamentação do Ministério da Saúde.

TRATAMENTO — No SUS, o tratamento do câncer é organizado com base em protocolos que orientam o uso de diferentes abordagens, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e outras terapias específicas. A definição desses protocolos, assim como a incorporação, exclusão ou atualização de medicamentos e procedimentos, é de responsabilidade do Ministério da Saúde, com apoio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

NO BRASIL — De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028. O país ainda enfrenta desafios no enfrentamento da doença, como o diagnóstico tardio e as desigualdades regionais no acesso aos serviços de saúde. 

Em regiões como Norte e Nordeste, há maior incidência de cânceres associados a dificuldades estruturais e menor acesso à prevenção, como o câncer de colo do útero, que pode ser evitado por vacinação. Já no Sul e Sudeste, predominam casos relacionados ao envelhecimento da população e a fatores de estilo de vida, como o câncer de mama.

Via Planalto

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How close is the Middle East to a nuclear catastrophe?

Por:RT
7 de Abril de 2026, 13:08

The ongoing US-Israeli war on Iran could render large parts of the region uninhabitable

A war launched by the US and Israel with the stated aim of preventing a nuclear crisis could end up causing one.

With repeated strikes reported near the Russian-built Bushehr Nuclear Power Plant in Iran, discussions about the US potentially forcibly taking Iranian uranium reserves, and seemingly zero room for compromise, the likelihood of radioactive fallout across the Middle East is steadily increasing.

Strikes getting closer to Bushehr reactor

Since the US-Israeli war on Iran began on February 28, Tehran has reported four separate military strikes near its Bushehr Nuclear Power Plant on the Persian Gulf coast. The facility’s roughly-square territory spans some 500 meters across, with a single reactor unit located at its center.

In the most recent incident on April 4, one of the projectiles landed just 75 metres from the site’s perimeter, the International Atomic Energy Agency (IAEA) reported, citing satellite imagery analysis. In mid-March, the UN nuclear watchdog reported that an attack had destroyed a structure around 350 metres from the reactor.

Risking damage to Bushehr site ‘suicidal’

The plant was constructed by Russian specialists and still hosts a Russian team, although operator Rosatom has reduced staffing to a skeleton crew since hostilities began. The company stated that the March 17 strike marked the first time a weapon landed within the facility’s protected zone, hitting near a meteorological building.

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RT
Russia condemns US-Israeli ‘illegal and unprovoked aggression’ against Iran

On the first day of the conflict, Rosatom chief Aleksey Likhachev warned that an operational nuclear power plant “is not a practice target,” stressing that military activity near such installations is “unacceptable and suicidal.”

Russia’s Foreign Ministry also condemned the incidents near Bushehr, warning on April 6 that “the shadow of a radiological disaster more severe than Chernobyl now looms over the Persian Gulf” and surrounding areas.

Worst case scenario for Bushehr

Modern nuclear power plants are designed with multiple layers of protection to prevent the release of radioactive material. However, disasters such as Chernobyl in 1986 – caused by a catastrophic reactor failure during a botch experiment – and Fukushima in 2011 – triggered by a natural disaster – demonstrate that severe accidents remain possible and warrant abundance of caution.

The recent incidents near Bushehr serve as “a stark reminder: a strike could trigger a nuclear accident, with health impacts that would devastate generations,” World Health Organization head Tedros Ghebreyesus cautioned, echoing calls from the IAEA for deescalation.

I join the @iaeaorg in raising the alarm again over the safety of nuclear facilities in #Iran.

The latest incident involving the Bushehr nuclear power plant is a stark reminder: a strike could trigger a nuclear accident, with health impacts that would devastate generations.… https://t.co/mvFRC23EpT

— Tedros Adhanom Ghebreyesus (@DrTedros) April 5, 2026

A worst-case scenario involving a large-scale release of radioactive material from Bushehr could render not only parts of Iran but also neighboring states such as Qatar, Kuwait, and the UAE uninhabitable, even without direct fallout, according to Peter Kuznick, director of the Nuclear Studies Institute at American University.

“If Cesium-137 contaminates water supplies, it becomes extremely difficult to remove,” he explained to RT. Some regional countries get 100% of their drinking water from desalination systems that would likely be compromised, should Bushehr be seriously damaged. “This war is so reckless and out of control at this point that anything is possible,” he said.

As in Ukraine, so in Iran

Iranian Foreign Minister Abbas Araghchi has criticized what he described as a lack of Western condemnation over threats to Bushehr, compared to accusations of Russia related to the Zaporozhye Nuclear Power Plant.

The formerly Ukrainian facility, under Russian control since 2022, has faced repeated attacks or nearby incidents as Kiev continues to pursue its recapture. The IAEA maintains a monitoring mission at the site but does not assign blame for strikes, citing limitations of its mandate – a policy it also follows in Iran. Supporters of Kiev lay the blame squarely on Moscow.

Threats beyond Bushehr

The stated justification for the US-Israeli campaign is that Iran was allegedly close to acquiring nuclear weapons – despite the damage the two nations inflicted on its nuclear infrastructure last year.

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RT composite.
Between fatwa and the bomb: Is Iran rethinking its nuclear doctrine?

The administration of US President Donald Trump argues that Iran has no right to a civilian nuclear program, a position that conflicts with the Nuclear Non-Proliferation Treaty (NPT).

Tehran has long denied any intention to develop nuclear weapons, citing religious prohibitions against weapons of mass destruction. However, the targeted assassination of Supreme Leader Ali Khamenei in the opening shot of the war may have shifted political calculations in Iran.

Ahmad Naderi, an influential MP, has urged Iran to follow North Korea’s example, arguing that “if we were also armed with nuclear weapons, Trump would not dare to threaten bombing.” The NPT’s core deal is that a signatory gets IAEA help in building up the nuclear industry in exchange for oversight preventing weaponization.

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US Ambassador to the United Nations Mike Waltz at a UN Security Council meeting in New York, March 11, 2026.
US envoy refuses to rule out strikes on Iranian nuclear power plant

The US and Israel have ignored the international agency’s mandate to strike Iran’s Natanz enrichment site attacked on March 21. Meanwhile, attacks on industrial facilities have raised additional concerns. The Khuzestan Steel Production Factory, attacked in late March, uses radioactive isotopes for gauging, the IAEA warned, noting that no breach of sealed sources was detected.

Hunt for the uranium stockpile

The greatest contamination risk may stem from Iran’s stockpile of highly enriched uranium, believed to be stored in underground facilities in Isfahan and Natanz following the US-Israeli attacks last summer.

The IAEA estimated in June 2025 that Iran possessed over 440 kg of uranium hexafluoride enriched to 60%, while some assessments suggest the stockpile could be larger by as much as 100kg.

There has been speculation that a large-scale US military operation – officially described as a rescue mission for aircrew of an F-15E jet downed in Iran on April 3 – may have been linked to efforts to locate and secure the uranium. The mission involved around 150 aircraft, including transport planes that were stuck on the ground and destroyed to avoid capture, according to American officials.

Emerging evidence suggests that U.S. operations south of Isfahan (marked in red on the map) were unrelated to any pilot rescue mission.

The downed American pilot was reportedly located in southwest Iran, near Kohgiluyeh and Boyer-Ahmad Province (marked in blue on the map), not… https://t.co/xcyFel3Plg pic.twitter.com/5pZezRrNYb

— Arash Reisinezhad (@arashreisi) April 5, 2026

The other nation with nuclear sites

Israel, widely believed to possess a nuclear arsenal, faces similar vulnerabilities. Following the attack on Natanz on March 21, Iran retaliated with strikes near Dimona and Arad, two towns close to the heavily fortified Shimon Peres Negev Nuclear Research Center.

“Our air defense system is among the best in the world, but it is not hermetic,” a senior Israeli air defense commander commented. “There are errors and malfunctions.”

The implied threat to the facility was later reinforced in an Iranian AI propaganda video depicting the country’s new leader considering a direct attack on the Iranian nuclear reactor.

First appearance of the new Iranian supreme leader Mojtaba Khamenei in an AI-generated video.
The main message: the Nuclear Research Center in Dimona. pic.twitter.com/sXXtAwk6Uc

— Baxtiyar Goran ☀️ (@BaxtiyarGoran) April 5, 2026

Running up the escalation ladder

Although already highly destructive, the conflict still has significant room for escalation, including the potential use of nuclear weapons.

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RT
The Iran war is a political project from the Torah

The US used the option in 1945 against Japan, a nation that refused to admit defeat at a moment when a Soviet ground attack was becoming increasingly possible. Mutually Assured Destruction (MAD) made the use of nukes a taboo during the Cold War.

Israeli officials and pro-war aid reportedly swayed Trump aides with a promise that his political legacy would be secured if he were to do what no president had done before him and launch a regime-change war against Tehran. “Trump has broken every custom, every norm, every tradition, every international law, most US laws,” Kuznick noted “The same psychology applies to the nuclear taboo.”

Likewise, Israel came close to using nuclear weapons during the 1973 Yom Kippur War but ultimately then-Prime Minister Golda Meir refrained after battlefield conditions shifted against Egyptian and Syrian forces.

What decisions Trump or Benjamin Netanyahu might take, should the latter’s 40-year dream of crushing Iran slip away, is becoming an increasingly concerning question.

Netenyhu - ""Teaming up with US allows Israel to do what I’ve been wishing to do for 40 years"' pic.twitter.com/8t3HXsg0ZZ

— Ounka (@OunkaOnX) March 1, 2026

Canteiro de obras em Pelotas é embargado após colapso de grua matar três trabalhadores

Por:Sul 21
7 de Abril de 2026, 11:22

Três trabalhadores morreram em Pelotas após o colapso de uma grua em um canteiro de obras. O acidente ocorreu no dia 26 de março, no empreendimento habitacional Bosque da Figueira, no bairro Fragata. O equipamento, recém-instalado e em teste, tombou durante uma operação de içamento de carga. Quatro trabalhadores participavam da atividade, sendo que parte da equipe estava sobre a estrutura no momento do acidente. Apenas uma pessoa sobreviveu.

A Auditoria-Fiscal do Trabalho interditou as atividades de instalação, montagem e testes de gruas da empresa Soima Brasil Indústria e Comércio Ltda., assim como interditou as atividades da empresa IAS Locmont Ltda., envolvida nos trabalhos de teste do equipamento. A fiscalização também determinou o embargo do canteiro de obras.

A ação fiscal do Ministério do Trabalho e Emprego foi iniciada na manhã do dia seguinte ao acidente. A análise preliminar aponta que a grua estava passando por testes de pré-operação quando ocorreu o colapso. O equipamento sofreu aparente sobrecarga e tombou, provocando a queda dos trabalhadores.

Segundo a auditoria, houve resistência inicial da empresa responsável pela obra para deixar a fiscalização ingressar no local. O acesso ao canteiro só foi possível após acionamento e chegada de equipes da Polícia Civil e da Polícia Federal. Lembrando que é dever do empregador garantir o acesso à fiscalização em casos de acidentes fatais e de manter a cena do acidente preservada até a inspeção e liberação por um auditor-fiscal do Trabalho.

Durante a inspeção, a fiscalização também identificou outras irregularidades no canteiro de obras não diretamente relacionadas ao acidente, como andaimes sem proteções adequadas, vícios de montagem em estruturas provisórias, locais com risco de queda em altura e pontas de vergalhões expostas, situações que também representam risco grave aos trabalhadores.

Diante da gravidade do acidente e das irregularidades constatadas, a Auditoria-Fiscal do Trabalho determinou a interdição das atividades de instalação, montagem e testes de novas gruas, bem como das atividades da empresa responsável pelos testes, e o embargo da obra. A interdição e embargo ficam válidas até que sejam adotadas medidas corretivas para os problemas e que sejam comprovadas condições seguras para a continuidade das atividades.

As diligências de investigação seguem em andamento para apurar as circunstâncias e responsabilidades relacionadas ao acidente.

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The Bilderberg titan on trial: This murder waited 65 years for justice

Por:RT
4 de Abril de 2026, 05:03

By moving from a ‘moral apology’ to criminal liability, the Lumumba family is forcing a global reckoning with the mechanics of regime change

The Council Chamber of the Brussels Court of First Instance last month made the historic decision, subject to appeal, to open a criminal trial against Étienne Davignon, a former Belgian diplomat, for his alleged role in the abduction and transfer of Patrice Lumumba.

This March 17 ruling delivers a blow to decades of Western legal immunity, challenging the long-standing practice of burying the 1961 assassination under the vague ‘moral responsibility’ of diplomatic apologies. The court must now decide if this will finally be prosecuted as a war crime. It is a live-wire legal precedent that connects the ‘Decapitation Doctrine’ – the strategic removal of a head of state to induce systemic national collapse.

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RT
'We have suffered because we were Negroes': It took this man 200 days to become a legend in the fight against Western exploitation

This pattern stretches from the 1953 ousting of Mohammad Mossadegh in Iran and Jacobo Árbenz in Guatemala in 1954 to Lumumba’s Congo in 1961 – directly to the 2011 destruction of Libya, the kidnapping of the Venezuelan president, and the current open war to topple the Iranian regime. By framing these actions not as isolated incidents but as a calculated shortcut to engineer state failure, the Lumumba case threatens to dismantle the very architecture of modern external intervention.

In a statement, the European Centre for Constitutional and Human Rights (ECCHR), acting as legal counsel for the Lumumba family, described the ruling as one of “major legal significance.” This is because the court “went beyond the submissions of the Federal Prosecutor” by extending the scope of the trial to include the assassinations of Maurice Mpolo and Joseph Okito, Lumumba associates who were executed alongside him on January 17, 1961.

After six decades of impunity, Étienne Davignon, the last living alleged perpetrator. must finally answer for these war crimes.

At 93, Étienne Davignon stands as the last surviving link between that colonial execution and the modern Western establishment. A former diplomat in the Belgian Congo and a titan of the Bilderberg Group – an informal, off-the-record gathering of political and business leaders – and the EU, Davignon embodies the “colonial administrative mind”: a mindset that didn’t vanish with independence but was rebranded into the very international organizations which fail to protect sovereign nations today.

By shifting the legal threshold from a 2002 moral apology to the 2026 criminal trial (a judicial battle the family ignited in 2011), the Lumumbas are forcing a global reckoning with the mechanics of regime change.

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FILE PHOTO. Picture of 'Congolese men holding cut off hands' captured by Alice Seeley Harris in Baringa, May 1904.
A century of oppression, and all they get is a tooth

This dismantling begins with the “decapitation doctrine.” The elimination of Patrice Lumumba was never an isolated act of colonial cruelty; it was the birth of a strategic blueprint. This doctrine operates on a simple, lethal premise: When a sovereign leader refuses to serve as a Western proxy, the intervention disintegrates the state’s institutional core. In 1961, the removal of Lumumba served to paralyze the Congo, ensuring its vast mineral wealth remained accessible to Belgian and American interests.

Exactly fifty years later, this same script was dusted off and deployed against Libya. The 2011 NATO intervention followed the Congolese model to the letter – justifying “regime change” under the guise of humanitarianism, only to leave behind a vacuum of governance and a shattered national identity. This is the recurring nightmare of the Global South: a cycle of manufactured crises where the “civilizing mission” of the 20th century has evolved into the “democratization” invasions of the 21st.

This trial, whose specific start date is yet to be set, represents a violent collision between two versions of history, the sanitized “moral apology” offered by Belgium in 2002, and the cold, criminal liability demanded in 2026. For a quarter-century, the Western establishment has hidden behind the veil of “institutional failure” and “unfortunate excesses,” treating the assassination of Lumumba as a tragic footnote of history.

However, Étienne Davignon cannot plead the passage of time as a defense against the charge of war crimes. By elevating this case from a diplomatic grievance to a criminal prosecution, the Lumumba family, through the Lumumba Foundation, is effectively putting the entire colonial era on the stand. They are arguing that the destruction of a nation’s leadership is not a political maneuver protected by sovereign immunity, but a foundational crime that continues to bear bitter fruit – from the streets of Kinshasa to militia-dominated Tripoli.

The legal battlefield in Brussels is no longer a debate over historical “regrets,” but a forensic dissection of command responsibility. At the heart of the 2026 trial lies a cache of declassified cables and administrative records that strip away the veneer of “local tribal conflict” that has long shielded Belgium. These documents suggest that the execution of Patrice Lumumba was not a meticulously choreographed operation directed from the highest levels of the Belgian colonial office.

As the court examines the role of a then-junior diplomat named Étienne Davignon, it is forced to confront the “Bureaucracy of Assassination.” This is the moment where the colonial administrative mind meets the criminal dock, challenging the long-held Western legal defense that high-ranking officials are immune to the blood shed by their strategic directives.

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FILE PHOTO.
The blueprint of chaos: How the 2011 ‘Libya model’ orchestrated a decade of global disorder

This is the shift that terrifies the architects of modern interventionism. By treating Lumumba’s death not as a closed domestic coup, but as a war crime, the case has, effectively, stripped away the expiration date on colonial accountability. If Étienne Davignon can be held criminally liable for a telex he sent in 1961, the implications are seismic. What does this mean for the French officials who choreographed the “dirty wars” in Algeria, or the NATO commanders who signed the directives that turned Tripoli into a playground for militias in 2011, or the Trump administration who orchestrated the kidnap of sitting president Nicolas Maduro?

The Brussels ruling is a direct threat to the “immunity of the directive.” It forces Belgium, as a former colonial power, to face its dark history and the deeds of its cruel colonial officials.

For decades, the Western establishment has relied on procedural dead ends to ensure that the mechanics of regime change remain a matter of historical debate rather than criminal liability. The ruling shatters the 65-year-old shield of “moral responsibility,” transforming a hollow diplomatic apology into a live prosecution. It is a test of whether modern international legal frameworks can ever truly hold their own architects accountable, or if the blueprints of state-dismantling, from the Congo to Libya, will remain legally untouchable.

This is the “Aussaresses Precedent” that continues to haunt the Global South. Much like the unrepentant French General Paul Aussaresses, who admitted to horrific torture and summary executions in Algeria only to boast that he “slept fine” afterward, the architects of colonial violence have long relied on a legal suit of armor. Aussaresses died in 2013 at the age of 95, shielded by amnesty laws that ensured he was only ever fined for “justifying” war crimes rather than being prosecuted for committing them.

The March 17 ruling in Brussels represents a definitive crack in this armor; it is a refusal to let Étienne Davignon follow the Aussaresses path into a comfortable, legally shielded grave. By securing this criminal referral, the Lumumba family is fighting to ensure that “doing one’s duty” is no longer a valid legal defense for the clinical destruction of a sovereign people.

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RT
The trap of the ‘gravest crime’: When condemnation replaces reparation

The trial of Étienne Davignon is the first tremor of a continental tectonic shift. This was reinforced on March 25, 2026, when the UN General Assembly, led by a historic resolution from Ghana, formally designated the transatlantic slave trade as the “gravest crime against humanity,” a move that directly challenges the institutional architecture of Western states.

This global momentum aligns with the African Union’s transition from the 2025 ‘Year of Reparations’ to the 2026 adoption of the Algiers Declaration. As the AU moves toward the active implementation of this blueprint, the ‘immunity of the directive’ is collapsing. By designating November 30 as a continent-wide day to honor the martyrs of colonialism and moving to codify these historical atrocities into international law, Africa is signaling that the era of the ‘moral apology’ is over. The blueprints of state-dismantling, from the Congo to Libya, are no longer a matter of historical debate – they are now a matter of criminal accountability.

Iran claims downing of US F-35 (PHOTOS)

Por:RT
3 de Abril de 2026, 16:39

US officials have confirmed the loss of an F-15 jet, with a rescue and retrieval operation underway, according to Axios

The Iranian military has shot down a US F-35 fight jet over its territory, local media outlets, including Tasnim news agency, have claimed. US officials confirmed the loss of an F-15 jet and claimed that one pilot has been rescued.

Photos and videos purporting to show the jet’s crash site, including pictures of the debris and an ejected pilot seat have been released. The images show what appears to be a tail fin and other parts of the aircraft with an inscription saying: “US Air Forces in Europe.”

According to The Guardian, the jet could be a part of the US Air Force’s 494th Squadron, based at Royal Air Force base in Lakenheath, UK.

American news outlet Axios reported, citing sources, that the downed jet was an F-15 and not the latest generation F-35. According to CBS, one of the jet’s two crew members was rescued, with search efforts ongoing.

Another enemy F-35 hit and downed by our #indigenous defence systems.

Iran is a force to be reckoned with.#Iran#F35#War pic.twitter.com/q1DhkTXrm3

— Consulate General of the I.R. Iran in Mumbai (@IRANinMumbai) April 3, 2026

Iranian media claimed that the US rescue effort failed. The operation involved at least two Black Hawk helicopters and a C-130 Hercules aircraft, Tasnim reported. At least one of the helicopters was reportedly damaged during the operation, with photos published on social media showing gray smoke coming from it.

According to Tasnim, the Iranian military likely captured the pilot, who ejected from the aircraft and landed in western Iran.

Who was looking for this? Turns out the ‘invisible’ seat wasn’t so invisible after all.

Of course, for security reasons, the fate of the pilot can’t be revealed… but isn’t it obvious?#F35#IRAN#War https://t.co/bEW5qqCyip pic.twitter.com/TLpefhxLbv

— Consulate General of the I.R. Iran in Mumbai (@IRANinMumbai) April 3, 2026

The US and Israel began a bombing campaign against Iran on February 28. Despite claims by US President Donald Trump that Tehran’s ability to strike back has been severely diminished, Iran has hit US bases throughout the Middle East.

READ MORE: Iran claims destruction of US spy plane (PHOTOS)

Iran has claimed that it shot down at least two F-35 jets since the start of the war. The US military denied these claims. Satellite imagery, as well as drone and on-scene footage, suggests that the Iranian military hit several US radars in the region and destroyed a number of planes, including an E-3 Sentry AWACS command and control aircraft.

This company used to make weapons for the Nazis. Now it will do the same for Israel

Por:RT
3 de Abril de 2026, 14:06

Volkswagen is planning to convert one of its factories to produce Iron Dome components

One of Germany’s biggest and most iconic car manufacturers, Volkswagen (VW) and one of Israel’s most well-known arms manufacturers, Rafael Advanced Defense Systems, part of the global Rafael Group, are planning to collaborate. If the project is realized, VW will convert one of its German factories in the historic city of Osnabrueck from making automobiles to producing components of Israel’s Iron Dome missile defense system.

There are good reasons why this has raised eyebrows. For one thing, it reflects not only VW’s growing problems, but those of Germany’s vital automobile sector and the German economy as a whole. As the Financial Times has noted, the VW-Rafael project would mark the highest-profile example yet of the German car industry, where profits have plunged, trying to save itself by entering the “booming defense sector.”

These plunging profits are due to many factors: Chinese competition; Germany’s failure to keep up with cutting-edge technology, communication infrastructure, and business practices; American sabotage by tariff warfare and filching German companies via subsidies; and last but not least, the horrendous energy costs that the entire EU has inflicted on itself by going to war – by Ukrainian proxy and sanctions – against Russia.

The shift to making things for the military, meanwhile, is just a small part of Germany’s breathtakingly misguided response: Namely, a policy of going into massive public debt – under a so-called conservative – to finance a bizarre form of military Keynesianism that is based on illusions (no, Russia is not about to attack), produces self-reinforcing Russophobia (which makes a return to normality even harder), and won’t work as an economic boost, as even the usually government-aligned Spiegel has admitted.

In short, like a prism, the Osnabrueck plan bundles together many of Germany’s worst – and self-inflicted – problems, and the single silliest idea of how to tackle them.

Yet, there is obviously a whole other dimension to the VW-Rafael project that is even worse: The plan also encapsulates Germany’s complicity with Israel’s crimes, an obstinate policy that is deeply immoral, has twisted Germany’s domestic politics and discourse toward cynical racism, censorship, and authoritarian restrictions on free speech (as a UN report has confirmed), and, moreover, is stupidly shortsighted as well, since it alienates most of the world, and in particular, its rising part in the Global South.

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A Volkswagen workers’ protest, Osnabrueck, Germany, November 6, 2024.
Volkswagen mulling Israeli arms deal – FT

This complicity does not make the VW-Rafael project unique. On the contrary, it is typical for decades of constantly expanding and intensifying collaboration between Israel’s military, technology, and industrial sectors and companies from all over the world, as recently outlined in UN special rapporteur’s Francesca Albanese’s report From Economy of Occupation to Economy of Genocide. Given the many crimes committed not only by the Israeli state, but also large numbers of individual Israelis as well as Israeli institutions and businesses, that in itself is a global scandal.

And yet there it is, so massive that its outlines will have to be sketched in just a few highlights.

Computers, clouds, and AI? IBM, Hewlett Packard, Amazon, Alphabet (Google), Microsoft – to name only a few – are deeply and profitably involved not merely in doing business with Israel but with the specific business of population control, surveillance, and incarceration. That is, to be precise, the very sharp end of Israel’s apartheid regime imposed on the Palestinians. Apartheid is, of course, a UN-recognized atrocity crime (not just a specific, criminal stage in South Africa’s history). And not only the infernal Palantir but Microsoft as well – with its Azure and Nimbus systems – has directly helped the Israeli military while it carries out genocide.

Demolishing Palestinian homes, roads, wells, public buildings, and all vital infrastructure, in short, the material basis of life? Caterpillar, Hyundai as well as Doosan, and Volvo have all been at Israel’s service, including in the massive, systematic devastation of Gaza that has been part of Israel’s genocide and ethnic cleansing campaign.

But then, Zionism doesn’t only destroy and displace. To be fair, it also builds – namely, illegal settlements on territories that are officially called ‘occupied’ but have in reality been de facto annexed by Israel in its ceaseless, aggressive drive for even more ‘Lebensraum’ in a ‘Greater Israel’ that has never even defined its borders.

And don’t let the Israeli Hasbara propaganda fool you: There is no room for debate here. In 2024, the International Court of Justice, the highest court of the UN, unambiguously confirmed that the Israeli post-1967 occupations, including that of East Jerusalem as well as the exploitation of these territories’ resources, and all settlements – really colonies – there are illegal because of “Israel’s violations, through its policies and practices, of the prohibition on the acquisition of territory by force and the right to self-determination of the Palestinian people.” Israel must not only leave, as the court also made explicit, but provide “full reparations” to the Palestinians.

Unfortunately, making Israel obey the law – or basic moral precepts everyone else recognizes as binding intuitively (Don’t target children with snipers, for instance, or Don’t torture toddlers) – has always been a challenge, not least because of Washington’s criminal support for Israel’s criminal regime. None of this means the law does not apply.

But those companies helping Israel build its settlements and exploit the illegally held territories – such as the German Heidelberg Materials AG with its subsidiary Hanson Israel, Construcciones Auxiliar de Ferrocarriles from Spain, real estate international Keller Williams RealtyLLC, and again, Caterpillar, Hyundai, and Volvo, are all also involved in a very serious crime.

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European Commission President Ursula von der Leyen
How many times has the EU screwed itself over in the past year?

Unfortunately, it would be easy to greatly extend this list of corporate collaboration and complicity with Israel. VW is not alone. Its new project for colluding with Israel is not even a first for the company. A decade ago, VW set up Cymotive Technologies with Israeli partners. And not just any partners, but spooks from the infamous Shin Bet intelligence service. Cymotive focuses on cybersecurity and cars. If you have heard of how extraordinarily proud Israel has been of its heinous weaponization of international supply chains to carry out its 2024 pager attacks in Lebanon – a form of terrorism, as a former CIA director rightly noted – that might give you food for thought while driving. And if you have the misfortune of being aware of one of Israel’s top spies – namely a former head of Mossad – openly bragging of having planted devices for pager-attack-style terrorism and spying all over the world, maybe you will prefer walking.

But then again, maybe there’s less need to worry, as it turns out that Israeli technology – including that produced by Rafael – is not all it is cracked up to be. Consider merely that, as even the Zionist-aligned New York Times has to admit, Israeli missile defenses have not been doing well since Iran has been striking back in earnest against Israeli and American aggression. It is hard to assess the full damage in Israel because its regime practices a censorship blackout, but we know it has been taking bad hits. And then there are those famous Merkava tanks good at smashing through Gaza’s civilians but now being decimated in their invasion of Lebanon, by brave and clearly well-trained but much less well-armed Hezbollah fighters. Guess what company makes the Merkava’s anti-missile defense system? Yes, that would be Rafael. It seems Volkswagen and its Berlin backers have lost not only whatever sense of ethics they have ever had but also quality.

There is something special about the VW-Rafael deal-in-the-making. Obviously, there is the ugly irony of one of Nazi Germany’s main arms makers shifting back to its old business model. Then, while many companies and countries cultivate ties with the genocidal apartheid state of Israel and neglect their legal obligations to stop its crimes, Germany adds the very peculiar hypocrisy of shielding its intense complicity with Israel by abusing the memory of Germany’s own genocide of Europe’s Jews, the Holocaust. It is hard to imagine a greater moral and intellectual perversion.

If Germany had to learn one lesson from its genocides – the Holocaust and that of the Herero and Nama as well – then it was: This crime must never be committed. By no one. Not by Nazis, not by Zionists, either. And it cannot be done to anyone, not to Jews, not to Palestinians – even by Jews. Finally, no one must ever side with the perpetrators. No perpetrators, including Jewish ones.

How Russia fits into India’s plan to secure LPG supplies from Hormuz

Por:RT
3 de Abril de 2026, 11:00

With 90% of imported cooking gas running through the Iran‑controlled chokepoint and only 15 days of storage, New Delhi is testing Baltic and Pacific routes

The liquefied petroleum gas (LPG) shortages that India faces as a result of the Middle East conflict have highlighted the need to strengthen the resilience of the nation’s most politically sensitive fuel.

Data from the Petroleum Planning and Analysis Cell (PPAC) shows that LPG consumption reached 31.32 million tonnes in 2024-25, while domestic production was 12.79 million tonnes. This means that close to 60% of demand was met by imports, most of which transit through the conflict‑hit Strait of Hormuz.

When flows through this corridor were disrupted, India’s LPG supply chain came under immediate strain. Arrivals fell sharply, March imports dropped to 1.19 million tonnes, a 46% decline, triggering spillovers into the domestic economy.

The government moved swiftly to prioritize household consumption while tightening supplies to industry, even as limited storage, barely 2-3 weeks of demand, narrowed the response window. New Delhi simultaneously invoked emergency measures to maximize refinery LPG output, with domestic production rising by roughly 40% in early March and scrambled for cargoes from alternative suppliers such as the US and Norway.

In this reshuffle, Russia, already India’s largest crude supplier, has emerged as a marginal LPG source. The key constraints, however, are limited volumes and complex logistics.

India’s structural LPG dependence

India’s LPG imports have risen steadily, from 14.81 million tonnes in 2019-20 to 20.67 million tonnes in 2024-25 following the expansion of clean‑cooking access and rising consumption. Over the same period, domestic production has remained broadly flat at around 12-13 million tonnes, even as consumption increased from 26.33 million tonnes to 31.32 million tonnes. As a result, imports have absorbed most of the incremental demand, pushing their share to around two‑thirds of total consumption.

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RT
Who profits from a world at war? Inside the global boom in arms transfers

Efforts to diversify supply were already underway before the crisis, most notably through India’s long‑term LPG supply agreement with the US, securing around 2-2.2 million tonnes annually from 2026. However, the current disruption shows that diversification remains partial and depends on freight costs and vessel availability.  

The crisis has also exposed a weaker link in India’s LPG chain of limited storage capacity. PPAC’s latest LPG Profile Report puts total LPG tankage at about 1.2 million tonnes, equivalent to roughly 15 days of national demand. Bottling plants on average hold only around six days of stock, so even short‑lived disruptions leave policymakers with little room for maneuver and quickly amplify external shocks.

Russian routes: Ust‑Luga, Vladivostok, and the NSR

Reports suggest that India increasingly secures LPG cargoes from Russia and Japan as well as the US. Given that India consumes 2.6 million tonnes of LPG a month, around 80,000-90,000 tonnes a day, even several alternative cargoes, typically 40,000-60,000 tonnes each, cover only a few days of national demand. Initial Russian and Japanese supplies are therefore strategic hedges, not game‑changers.

But diversifying suppliers is not the same as diversifying routes. That is why Russia and longer‑range corridors such as the Northern Sea Route and the proposed Chennai-Vladivostok maritime corridor have entered the policy debate as they offer route diversity when the Middle East is on fire.

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RT
Between Hormuz and Moscow: How India manages oil in a world of chokepoints

On Russia’s side, the main LPG export gateway is the Baltic port of Ust‑Luga, where the Sibur terminal handles liquefied gas. In 2024-25, industry reports indicated that LPG exports from Ust‑Luga roughly doubled year‑on‑year over January-May 2025 as European buyers retreated and exporters pivoted to Asia, and shipping intelligence noted at least two India‑bound cargoes totaling about 40,000 tonnes once flows resumed.

Indian strategists see two broad corridors for these volumes. A western route runs from the Baltic or Black Sea through the MediterraneanSuez Canal and Red Sea into the Arabian Sea, bypassing Hormuz but adding exposure at Suez and Bab el‑Mandeb; deliveries to Kochi, Mangaluru, or Jamnagar would take around 40 days or more.

An eastern route departs from Russia’s Far East around Vladivostok, passes through the Sea of Japan, the East and South China seas, and the Strait of Malacca, and then across the Bay of Bengal to India’s east coast, reaching Haldia, Paradip, or Ennore in 12-24 days. This corridor concentrates risk in Malacca, crowded with container traffic and lying under Chinese naval shadow, but it fits India’s broader Indo‑Pacific calculus if eventually anchored in a formal Chennai-Vladivostok link.

For now, talk of the Northern Sea Route as an energy lifeline is more ambitious than a near‑term solution. Harsh ice conditions, the small fleet of ice‑class tankers and LNG carriers certified for Arctic operations, high insurance premiums, and sanctions on key Russian Arctic oil and gas projects limit the commercial viability of NSR‑based LPG trades in the near term.

Even with record traffic of about 38 million tonnes in 2024, total NSR cargo is still a fraction of the hundreds of millions of tonnes moving through the Suez Canal each year, which is why most analysts see it as a niche supplement rather than a realistic replacement for existing routes.

Yet both capitals are clearly intent on keeping the Vladivostok-Chennai Eastern Maritime Corridor on the table as an option, with Indian ministers describing it as operational and highlighting its early role in carrying crude and other bulk cargoes between Russia’s Far East and India’s east coast.

Map is for illustrative purposes only. © RT / RT

Security premium, signaling and political calculus

Russia’s role as a swing supplier is about redrawing risk, not replacing the Gulf. India imported around 20.67 million tonnes of LPG in 2024-25, implying an import requirement of 1.7-1.9 million tonnes per month and leaving overseas supplies to meet the bulk of domestic demand. Even under optimistic assumptions, Russia’s incremental export capacity can cover only a small share of this requirement, broadly comparable to the eventual scale of India’s long‑term LPG arrangement with the United States, so alternative suppliers can buffer shocks but not substitute the Gulf.

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RT composite.
The Iran shock: A big economic test for a far-away continent

The value of Russian LPG therefore lies in geography and signaling rather than volume. Cargoes arriving via Ust‑Luga through Suez, or via Vladivostok and Malacca, are by definition non‑Hormuz flows, and even incremental non‑Gulf volumes shift India’s risk calculus when set against the growing share of crude now imported on routes that bypass Hormuz, as highlighted in recent shipping data and official statements on diversification. The question is whether New Delhi will pay a modest route premium for this security, just as it accepts extra miles to tap discounted Russian crude or continue to fall back on crisis‑time improvisation.

There is also a domestic political dimension. LPG is the flagship symbol of the government’s clean‑cooking drive, and a prolonged shortage would be far more electorally damaging than a technical disruption in refinery crude runs. This is why official communications during the crisis have stressed refinery output ramp‑ups and diversified sourcing, amplified by images of VLGCs discharging LPG at Indian ports, alongside repeated assurances that people’s fuel needs will be met.

For policymakers, the strategic choice is how much to invest in tanks at home versus miles at sea, whether to expand LPG storage or pay a premium for Russian and other non‑Hormuz cargoes, since Russia cannot replace the Gulf but, via routes from Ust‑Luga through Suez and from Vladivostok through Malacca, does give New Delhi a way to recast supply risk beyond West Asia.

For Moscow, stepping in as a dependable swing supplier, even at modest volumes, cements its image in India as a long‑term energy partner rather than a crisis‑time outlier.

Volume de emendas parlamentares supera orçamento da maioria dos estados

3 de Abril de 2026, 10:51
Por Vanessa Araujo (Folhapress) – O volume de recursos do Orçamento da União de 2026 sob influência direta do Congresso Nacional chegou a R$ 61 bilhões durante a tramitação da proposta no Legislativo, montante superior ao orçamento anual previsto de 20 estados brasileiros. As informações foram obtidas a partir de levantamento com informações oficiais dos […]

Agora vai: Armínio Fraga declara apoio a Eduardo Leite

26 de Março de 2026, 23:10
Armínio Fraga

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), ausente na abertura de um evento de tecnologia chamado South Summit, em Porto Alegre, acabou sendo lembrado por um clássico do mercado.

Cotado como possível candidato da chamada terceira via nas eleições presidenciais, ele recebeu apoio público do economista Armínio Fraga.

Durante painel sobre riscos e oportunidades para o Brasil em 2027, Fraga fez um elogio confuso a Leite. “Existe uma oportunidade espetacular para o Brasil, mas eu não acredito que a situação polarizada que a gente tem hoje vai dar uma resposta. Eu acredito que quem pode colocar o Brasil nessa trajetória é o governador Eduardo Leite”, disse.

O gaúcho estava em São Paulo, onde se reuniu com Gilberto Kassab para tratar de sua possível candidatura ao Planalto. Filiado ao PSD, ele tenta se consolidar como alternativa fora da polarização entre os principais grupos políticos.

O South Summit tem sido uma vitrine recorrente para Leite desde 2022, quando o governo do Rio Grande do Sul passou a financiar o evento. A gestão estadual mantém presença ativa na programação, com participação institucional e apresentações voltadas à agenda de inovação e tecnologia.

Ex-presidente do Banco Central, Armínio propôs congelar o salário mínimo por seis anos em maio de 2025, permitindo apenas a correção pela inflação, sem aumento real. A medida ajudaria a reduzir gastos públicos, que hoje, segundo ele, concentram até 80% do orçamento em folha e previdência.

Arminio Fraga declara apoio a Eduardo Leite:

“Tudo no Brasil pode melhorar, eu acredito nisso. Não acredito que a polarização vá resolver os problemas. Quem pode resolver nessa trajetória é o Eduardo Leite.” 🤣

pic.twitter.com/bwGYUChGpB

— Pri (@Pri_usabr1) March 26, 2026

Resultado Mega Sena 2989: confira dezenas sorteadas no concurso de 26 de março

26 de Março de 2026, 21:02

Confira os números sorteados do concurso 2.989 da Mega Sena. Aqui você confere as dezenas do sorteio da Mega-Sena de 26 de março, realizado pelas Loterias Caixa. Acompanhe as notícias da Mega Sena com a TVT News

O prêmio da Mega Sena está acumulado em R$ 40 milhões

Números sorteados da Mega Sena 2989

Resultado Mega Sena 2989: 06 – 14 – 28 – 31 – 56 – 59

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.989

Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 26 de março e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve ganhadores

5 acertos (quina)

44 apostas ganhadoras, R$ 33.183,44

4 acertos (quadra)

2.443 apostas ganhadoras, R$ 985,14

Confira quais foram as apostas vencedoras.

Como fazer aposta na Mega-Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.

O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.

Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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Lula diz que governo apresentará solução para famílias endividadas

26 de Março de 2026, 14:58

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta quinta-feira (26), ter demandado ao novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que apresente soluções para o endividamento das famílias brasileiras. Segundo o presidente, essa solução precisa vir acompanhada de campanhas voltadas à educação financeira das pessoas, para que melhor planejem seus orçamentos. Leia em TVT News.

Em visita à unidade industrial da montadora Caoa, em Anápolis (GO), Lula disse que, apesar de a economia do país estar bem, há ainda um problema a ser resolvido: “temos a sociedade brasileira um pouco endividada”.

De acordo com o presidente, algumas dívidas podem ser consideradas boas, como é o caso das que são adquiridas para a formação de patrimônio, como imóveis; ou que garantam qualidade de vida, como a aquisição de automóveis ou aparelhos domésticos.

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O problema, segundo ele, é quando a dívida ou a prestação ficam maiores do que o que sobra de dinheiro no final do mês.

“Aí, a gente fica zangado e culpa quem? Culpa o governo. O mundo é assim. A gente culpa o governo por tudo que dá errado. Eu sei que, na cabeça das pessoas, funciona assim”, disse o presidente.

“Por isso, eu pedi ao ministro da Fazenda para a gente resolver o problema da dívida das pessoas”, acrescentou.

Busca por uma solução

Lula disse não querer que as pessoas deixem de se endividar “para ter uma coisa nova da vida”.

“O que nós queremos é ver como é que a gente faz para facilitar o pagamento daquilo que as pessoas devem, e como é que a gente pode começar a ensinar as pessoas a administrar o salário”, disse, ao falar também sobre os riscos de comprometer o orçamento futuro por meio do uso exagerado do cartão de crédito.

“Por isso o Dario Durigan está com a função de apresentar essa solução”, acrescentou.

Momento raro

Durigan assumiu o cargo de ministro da Fazenda após a saída de Fernando Haddad, que vai disputar as próximas eleições. Segundo o novo ministro, o país passa por um “momento raro”.

“Não é senso comum nem algo básico que um país cresça e se desenvolva gerando emprego; que tire as pessoas do Mapa da Fome e, ao mesmo tempo, mantenha a inflação sob controle. Estamos vivendo um momento raro”, disse o ministro.

Ele lembrou que o atual governo foi o que mais fez concessões na área de infraestrutura; e o que mais apostou no desenvolvimento do país.

“Ao mesmo tempo, foi o que mais passou recursos a estados e municípios. Isso também não é comum. É raro e mostra que nosso compromisso é com todos: com o meio ambiente, com o agronegócio, com a indústria, com a economia e com a democracia. Mais que tudo isso, nosso compromisso é para que o nosso povo viva com qualidade de vida.”

Produtividade e inovação

Segundo ele, um dos desafios a ser enfrentado pelo ministério é aumentar a produtividade e a inovação no país. Algo que, na avaliação do governo, abrange uma melhor formação de trabalhadores e, também, a redução da escala 6 por 1, que dará, aos brasileiros, o direito a folgar dois dias por semana.

Ainda nesse contexto, ele destacou os benefícios que a reforma tributária trarão para a produção no país, uma vez que dará mais eficiência e racionalidade ao pagamento de tributos.

“No ano que vem, vamos ganhar — e muito — em racionalidade, eficiência e celeridade na nossa economia. Isso aumenta a produtividade, com cada um de nós trabalhando melhor. Não necessariamente mais tempo, mas, no tempo de trabalho que a gente tem, com a gente entregando todo o nosso potencial”, argumentou.

Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

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Fintechs e o mito da bancarização no Brasil

25 de Março de 2026, 18:21

Artigo da Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Neiva Ribeiro, sobre o mito da bancarização. Leia o artigo em TVT News.

Por Neiva Ribeiro

Presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Nos últimos anos, as fintechs foram apresentadas como solução inovadora para ampliar o acesso da população ao sistema financeiro. Com discurso de inclusão, tecnologia e desburocratização, essas empresas prometeram levar serviços bancários a quem historicamente esteve à margem.

Mas, na prática, é preciso questionar: elas de fato promoveram a bancarização ou apenas ampliaram o alcance de serviços financeiros sem compromisso com inclusão real?

Bancarizar não é simplesmente abrir contas digitais ou oferecer cartões de crédito. Bancarização significa garantir acesso a crédito em condições justas, com taxas compatíveis com a renda da população, além de serviços que promovam estabilidade financeira e desenvolvimento econômico. Trata-se de inclusão.

Dados de 2024 do Banco Central indicam que o crédito no Sistema Financeiro Nacional segue fortemente concentrado nos grandes bancos, que respondem por 81% do total, percentual praticamente inalterado há mais de uma década. Em seguida, aparecem as cooperativas, com 7%, os bancos de desenvolvimento e as financeiras, com 5%, enquanto as fintechs, majoritariamente instituições de pagamento, ainda detêm participação bastante reduzida, de apenas 1%.

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80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O que se observa, no entanto, é que muitas fintechs expandiram sua atuação justamente entre as camadas mais vulneráveis da população, oferecendo crédito fácil, porém com juros elevados. Esse modelo tem contribuído para o aumento do endividamento das famílias mais pobres, que encontram nessas plataformas uma das poucas alternativas disponíveis, mas acabam presas em ciclos de dívida.

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) indicam que 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las.

Esse quadro se agrava diante do elevado patamar das taxas de juros no país: com a taxa Selic em 14,75%, as operações de crédito para pessoa física apresentam custos bastante elevados, como no cheque especial (138,73% ao ano), no crédito pessoal (118,13%) e, de forma ainda mais crítica, no rotativo do cartão de crédito (424,49%). A promessa de democratização do crédito se transforma, assim, em mais um mecanismo de exploração financeira.

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Em 2024, o movimento sindical bancário protocolou no Ministério da Fazenda uma proposta de regulamentação mais rígida para o setor de fintechs. Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O crescimento acelerado das fintechs no Brasil reforça essa contradição. Impulsionadas por investimentos robustos e por um ambiente regulatório mais flexível, essas empresas ampliaram sua base de clientes rapidamente.

No entanto, a proposta inicial — de criar uma rede mais acessível, com custos menores e juros reduzidos — não se concretizou na escala prometida. Em muitos casos, as taxas praticadas são tão altas quanto, ou até superiores, às dos bancos tradicionais.

A exclusão aumenta quando os bancos fecham agências e privilegiam setores de alta renda, para aumentar seus lucros. Um levantamento feito pelo Dieese mostra que tivemos a redução de 37% das agências em 10 anos, chegando a pouco mais de 14 mil unidades. São 8,5 mil agências a menos no país entre 2015 e 2025, Somente em 2025, 30 agências foram fechadas a cada semana.

Quase metade dos municípios não possuem agências bancárias. O fechamento de agências tem um impacto direto sobre a população, especialmente em cidades menores, afetando milhões de pessoas. Isso dificulta o acesso ao crédito, ao atendimento presencial e a serviços essenciais, sobretudo para idosos, população de baixa renda e pessoas com pouca familiaridade digital. O resultado é um processo de exclusão financeira e territorial.

Os bancos são uma concessão pública. Isso significa que os bancos têm responsabilidade social e obrigação de atender toda a população, não apenas os segmentos de alta renda. O fechamento de agências, a redução do atendimento presencial e a concentração de serviços voltados aos clientes mais rentáveis contrariam esse princípio e aprofundam desigualdades.

Se queremos, de fato, falar em bancarização, é preciso ir além da retórica da inovação. É necessário enfrentar o problema dos juros abusivos, proteger os consumidores mais vulneráveis e reafirmar o papel social das instituições financeiras. Caso contrário, continuaremos assistindo à expansão de um modelo que, sob o discurso da inclusão, reproduz e aprofunda desigualdades.

Sobre a autora

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Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários

Neiva Ribeiro é a atual presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. É formada em Letras pela Universidade Guarulhos, pós-graduada em Gestão Pública pela Fesp-SP, e em Gestão Universitária pela Unisal. É funcionária do Bradesco desde 1989. Ingressou na direção do Sindicato em 2000.

Foi diretora-geral da Faculdade 28 de Agosto de Ensino e Pesquisa, secretária de Formação e secretária-geral da entidade. 

Leia outros artigos de Neiva Ribeiro

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VÍDEO – Desembargador reclama de pensão alimentícia: “Ninguém quer trabalhar”

25 de Março de 2026, 17:29
O desembargador José Reginaldo Costa. Foto: Reprodução

Na última terça (24), um julgamento no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) gerou repercussão após as declarações de desembargadores durante o caso de pensão alimentícia de uma mulher vítima de violência doméstica. Ela, que é moradora de Guanambi, no sudoeste do estado, viveu um relacionamento abusivo, sendo impedida de trabalhar por cerca de dez anos pelo ex-marido.

Atualmente, ela vive de favor e tenta retomar sua vida com um filho fruto da relação. Durante a sessão, o relator votou para fixar uma pensão provisória de um salário mínimo pelo período de 12 meses, mas houve divergência entre os magistrados.

“O único reparo que eu faço é o valor da pensão. Eu acho que o salário mínimo é muito pouco. Se o filho tem direito a três salários mínimos, ela também tem”, disse a magistrada. O desembargador Francisco Oliveira Bispo discordou e afirmou: “Depois da separação é vida nova, tem que lutar, tem que ir em frente”. Ele defendeu que o agressor já foi responsabilizado de outras maneiras.

Na sequência, José Reginaldo Costa, outro desembargador, afirmou que a pensão “estimularia a ociosidade” e pediu “cautela” para analisar o caso. “Daríamos o mesmo tratamento se fosse o inverso? O homem não tem perspectiva de gênero nesse ponto. Eu julgo de forma isenta”, afirmou.

“Talvez seja o salário do prefeito de Guanambi. No interior, se a gente procura uma diarista, não encontra. Ninguém quer mais trabalhar”, prosseguiu.

Falas de desembargadores em julgamento de pensão alimentícia gera repercussão: 'Ninguém quer mais trabalhar' https://t.co/FNRE4wWwKq #g1 pic.twitter.com/HG4IjPL1dz

— g1 (@g1) March 25, 2026

A discussão foi contestada por outros desembargadores, que disseram que é importante analisar o caso sob a perspectiva de gênero, considerando o histórico de violência enfrentado pela mulher. Eles também enfatizaram a necessidade de proteger a vítima, que vive em vulnerabilidade.

No fim, a câmara decidiu aumentar a pensão para três salários mínimos e retirar o prazo fixo, garantindo o pagamento até que a mulher conseguisse se reintegrar ao mercado de trabalho.

ONU define escravização de africanos como o mais grave crime contra a humanidade

25 de Março de 2026, 16:24

A Assembleia Geral da ONU declarou nesta quarta-feira, 25 de março, o tráfico de escravos africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Leia em TVT News

A declaração da ONU aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único país de Língua Portuguesa que se absteve na votação.

ONU declara tráfico de escravos o crime mais grave contra a humanidade

A Assembleia Geral da ONU adotou nesta quarta-feira uma resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”. 

A votação final teve 123 Estados-membros a favor, três contra e 52 abstenções, incluindo Portugal.

Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações.

Extrema direita internacional: apenas Estados Unidos, Israel e Argentina votaram na ONU contra uma resolução, aprovada nesta quarta-feira (25), que declara que o tráfico de escravizados africanos foi o crime mais grave contra a humanidade.

No resultado, os restantes países lusófonos registraram votos favoráveis, sendo que Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste. 

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Vergonha da extrema-direita internacional: Israel, EUA e Argentina votaram contra a declaração. Vários países europeus, Austrália e Canadá se abstiveram. Imagem: Reprodução / ONU News

Escravização foi “ruptura profunda na história humana”

Pela decisão, os Estados-membros da organização devem considerar a apresentação de desculpas pelo tráfico de escravos e contribuir para um fundo de reparações para o fenômeno histórico ocorrido desde o Século XV.

O documento destaca ainda que o tráfico de africanos escravizados em larga escala marcou uma ruptura profunda na história humana, cujas consequências se estenderam por séculos e continentes.

A declaração ressalta a importância de se abordar as injustiças históricas que afetam os africanos e as pessoas de ascendência africana de uma maneira que sejam promovidos a justiça, os direitos humanos, a dignidade e a reparação.

Rumo à reparação das injustiças históricas 

O documento também enfatiza “que as reivindicações por reparações representam um passo concreto rumo à reparação das injustiças históricas contra os africanos e as pessoas de ascendência africana”.

Nesse sentido, a resolução também solicita que de forma pronta e desimpedida seja feita a restituição de bens culturais, objetos de arte, monumentos, peças de museu, artefatos, manuscritos e documentos, e arquivos nacionais.

O documento enfatiza o valor espiritual, histórico, cultural ou de outra natureza para os países de origem, sem ônus, e insta ao fortalecimento da cooperação internacional em relação às reparações por quaisquer danos causados.

O texto defende que essa medida conduz à promoção da cultura nacional e ao pleno exercício dos direitos culturais pelas gerações presentes e futuras.

AGORA: Assembleia Geral da #ONU adota resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Resultado da votação:
A favor – 123
Abstenções – 52
Contra 03 pic.twitter.com/s3Cq9blMPW

— ONU News Português (@ONUNews) March 25, 2026

Famílias despedaçadas

A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto. 

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Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravizados nas Américas é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

No evento discursaram a presidente da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, que lembrou o trabalho escravo em campos de cana-de-açúcar nos Estados Unidos, plantações de café em colônias sob controle europeu nos atuais Brasil, Barbados e a Jamaica, e dezenas de lugares.

Além de famílias despedaçadas, frisou que enfrentar essas injustiças é um imperativo moral, enraizado em uma responsabilidade coletiva de confrontar os erros do passado e moldar um futuro mais justo.

Ela disse que é imperioso partilhar histórias, que demanda ação para desafiar discriminações há muito enraizadas, despertar a consciência e impulsionar a construção de sociedades mais justas e inclusivas.

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A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto. Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste. Foto: ONU News

Vítimas do comércio transatlântico

E um imperativo que clama por uma autorreflexão franca até dolorosa e por responsabilização. Ela saudou a adoção da resolução por demonstrar que a ONU não se esquiva de conversas ou temas difíceis, mas enfrenta dilemas morais.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que o mundo que se anseia, enraizado na liberdade, na igualdade e na justiça, está ao alcance. 

Com informações da ONU News

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China planeja xadrez econômico global: Brasil tem lugar nesse tabuleiro?

24 de Março de 2026, 15:48

O planejamento econômico da China, estruturado em planos quinquenais e orientado pelo Estado, está redesenhando o equilíbrio global de poder e abrindo uma janela de oportunidades — e riscos — para o Brasil. Essa foi a avaliação de especialistas que participaram do Jornal TVT News Primeira Edição, ao analisarem os impactos da estratégia chinesa sobre a economia internacional. Saiba mais em TVT News.

Para o professor Feliciano de Sá Guimarães, da USP, o plano chinês não é apenas doméstico: ele projeta efeitos diretos na geopolítica. “É tanto uma reorganização interna quanto algo com consequências internacionais muito importantes”, afirmou. Entre os principais pontos, ele destacou o investimento contínuo em inteligência artificial e a aproximação estratégica com a Rússia, evidenciada por projetos como novos gasodutos.

Segundo ele, a parceria sino-russa consolida uma mudança estrutural: “Essa associação veio para ficar e tem implicações geopolíticas de toda ordem”. O cenário, acrescenta, aponta para uma ordem internacional em transição. “Estamos numa ordem multipolar em construção, mas ainda muito desequilibrada, o que aumenta o risco de conflitos.”

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O economista José Kobori ressaltou que o planejamento chinês busca superar a chamada “armadilha da renda média”, combinando inovação tecnológica com ampliação do consumo interno. “Se a maioria da população tem renda e poder de consumo, você cria um mercado interno poderosíssimo”, explicou. Com 1,4 bilhão de habitantes, esse mercado funciona como “amortecedor de choques externos” e amplia o poder de barganha da China no cenário global.

Na prática, esse modelo fortalece não apenas o país asiático, mas também abre espaço para o chamado Sul Global. “O desenvolvimento da China vai ajudar outros países a se desenvolverem para atender esse mercado”, disse Kobori.

A subsecretária de Acompanhamento Macroeconômico e Políticas Comerciais do Ministério da Fazenda, Julia Braga, destacou que, apesar de uma desaceleração aparente, a economia chinesa segue como motor global. “Um crescimento de 4,5% com população praticamente estável significa um avanço expressivo em renda per capita”, afirmou.

Brasil e China

Ela avalia que a relação entre Brasil e China é marcada pela complementaridade. “O Brasil é superavitário com a China e tem ganhos expressivos do ponto de vista macroeconômico”, disse, citando o saldo positivo de cerca de US$ 30 bilhões. Nesse contexto, o país ocupa posição estratégica ao fornecer energia e alimentos — itens centrais na agenda de “segurança econômica” chinesa.

O petróleo, por exemplo, ganhou peso recente nas exportações brasileiras, assim como soja e minério. Ao mesmo tempo, o Brasil importa bens de maior valor agregado. “Máquinas e equipamentos importados já embutem tecnologia e elevam a produtividade”, explicou Braga.

A cooperação vai além do comércio e inclui áreas como infraestrutura, energia limpa, inovação, inteligência artificial e veículos elétricos. “A relação com a China é estratégica e está em aprofundamento em múltiplas frentes”, afirmou.

Apesar das oportunidades, os especialistas alertam para um problema estrutural: o risco de o Brasil permanecer como fornecedor de commodities. Kobori foi direto: “O Brasil não pode continuar sendo a periferia do capitalismo”. Para ele, a saída passa necessariamente por investimento em tecnologia e inovação. “Não existe outro caminho para elevar produtividade e renda.”

O debate ganha ainda mais relevância no contexto dos minerais críticos e das terras raras, essenciais para tecnologias avançadas e defesa. O Brasil possui grandes reservas, mas ainda carece de capacidade de processamento. “Hoje, cerca de 90% dessas terras raras são processadas pela China, o que dá uma vantagem estratégica enorme ao país”, afirmou Kobori.

Feliciano reforçou que há uma disputa global por esses recursos e que o Brasil precisa definir sua estratégia. “Depende de nós decidir se vamos apenas exportar matéria-prima ou avançar na cadeia produtiva com investimento e tecnologia”, disse.

No campo militar, a China também avança. Já é o segundo maior orçamento de defesa do mundo e busca ampliar sua presença no mercado internacional de armas. Ainda assim, os Estados Unidos mantêm ampla superioridade tecnológica e industrial.

Para o professor, o futuro da ordem global dependerá de dois fatores centrais: “as mudanças climáticas e a rivalidade entre China e Estados Unidos”. O desfecho dessa disputa será decisivo para o sistema internacional.

Ao final, os participantes convergiram em um diagnóstico: o Brasil tem espaço nesse “xadrez econômico”, mas precisa agir com estratégia. Isso inclui planejamento de longo prazo, coordenação entre Estado e setor produtivo e aposta consistente em inovação.

Como resumiu Julia Braga, há aprendizado mútuo possível entre os países. “O ideal seria sermos um pouco mais como os chineses em inovação, e eles um pouco mais como o Brasil em bem-estar social.” Sem esse equilíbrio, alertam os especialistas, o país corre o risco de assistir à reconfiguração global sem protagonismo.

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Para especialistas, alfabetização na idade correta é marco para o país

24 de Março de 2026, 13:38

O anúncio de que 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, no ano passado, representa uma conquista importante, segundo avaliam especialistas de organizações não-governamentais (ONG) ligadas ao setor da educação. Para os estudiosos, o resultado também deve ser encarado como desafio. Saiba mais em TVT News.

Para o diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Correa, o alcance e a superação da meta de alfabetização em 2025 são resultados importantes que precisam ser celebrados. Para ele, o resultado reflete uma trajetória consistente de avanço nos últimos três anos.

“Isso mostra que a priorização política da pauta e o fortalecimento da cooperação federativa, com União, estados e municípios atuando de forma coordenada, tem produzido efeitos concretos na aprendizagem das crianças.” 

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O vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, acredita que o resultado representa um marco para o país e se deve a um compromisso coletivo de cooperação entre União, estados e municípios. 

Proto entende que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem viabilizado resultados muito promissores para a educação brasileira.

“Iniciativas como o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização reforçam esse movimento ao reconhecer e incentivar redes que avançam com qualidade e equidade. Erradicar o analfabetismo no Brasil tem se tornado um sonho cada vez mais possível”, avalia. 

Desigualdades

Gabriel Correa, do Todos pela Educação, ressalta que a alfabetização adequada é a base para uma trajetória escolar de sucesso e que políticas públicas no setor não devem deixar nenhuma criança para trás.

“As crianças que no 2º ano do ensino fundamental ainda não sabem ler e escrever [34% no país] não conseguirão desenvolver os conhecimentos esperados nas séries seguintes. Elas não podem ser esquecidas”. 

O pesquisador entende que é necessário um esforço intencional para alfabetizá-las mesmo com atraso. Ao passo que reconhece o número relevante, Gabriel Correa avalia que o resultado pode esconder “desigualdades relevantes entre estados e municípios, que só poderão ser compreendidas com a abertura detalhada dos dados nos próximos dias”.

Ele explica que 2025 foi o primeiro ano em que o grupo de crianças avaliado estava na pré-escola durante a pandemia. “Esse fator ajuda a explicar parte da melhora observada, ainda que não substitua o papel das políticas públicas que vêm sustentando esse avanço”.

Felipe Proto, da Fundação Lemann, acrescenta que o País deve manter o foco e acelerar o ritmo. “O Brasil pode alcançar uma das transformações mais estruturantes de sua história: garantir que todas as crianças estejam lendo e escrevendo até o final do 2º ano do Ensino Fundamental”.

Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

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Criança diz a Lula que um “mundo mágico” se abriu ao aprender a ler

24 de Março de 2026, 13:05

O texto saiu em alto e bom som. “Araguatins (TO), 23 de março de 2026”. Começava assim a carta da menina Maria Angellyna Amorim, alfabetizada em 2025. A carta foi lida por Maria Angellyna para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para o ministro da Educação, Camilo Santana, em evento nesta segunda (23), em Brasília. Saiba mais em TVT News.

No palco e ao microfone, a menina que hoje faz o terceiro ano do ensino fundamental dizia que um “mundo mágico” se abriu diante dela e de seus colegas.

“Agora conseguimos ler livros e escrever diferentes tipos de textos, como histórias, bilhetes e poemas”.

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A menina estava orgulhosa porque a escola na qual estuda, São Vicente Ferrer,  foi uma das 4.872 unidades de ensino que receberam a condecoração do selo nacional Compromisso com a Educação do governo federal.

“Quando lemos, sentimos que viajamos para outros mundos. As histórias nos fazem sonhar, imaginar e aprender coisas novas”, disse a garota, feliz em cada sílaba. Conforme foi anunciado por Lula e por Camilo Santana, o País tem agora 66% das crianças alfabetizadas em idade certa, tal como a menina de Araguatins. 

Sonhos de professora

No evento, a professora alfabetizadora Maria Alice Alves, da rede municipal de Domingos Mourão (PI), disse que entra em sala de aula carregando sonhos.

“Não apenas os meus, mas o de cada criança que senta diante de mim com um lápis na mão e um mundo inteiro por descobrir”, afirmou. 

A docente afirmou que alfabetizar é muito mais do que ensinar a ler e a escrever. “É abrir caminhos, é construir sonhos, é criar possibilidades. A educação transforma vidas. E quando esse compromisso é assumido com seriedade, sentimos que estamos no rumo certo”. 

Domingos Mourão tem mais de 80% de crianças alfabetizadas, uma meta que o Brasil tem para 2030. 

Chão da escola

A secretária de educação básica do Ministério da Educação, Katia Schweickardt, faz coro ao que a menina falava. “É no chão da escola que o Brasil começa a mudar”. 

Katia defende que a transformação educacional requer cooperação entre União, estados e municípios. “Nós não aceitamos mais um Brasil em que o lugar onde a criança nasce define se ela vai aprender ou não”, disse a secretária de educação básica. 

Luiz Cláudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

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Thousands of missiles later: Why the Gulf still won’t go to war with Iran

Por:RT
23 de Março de 2026, 12:15

From drone strikes to economic risks, regional leaders are choosing restraint over retaliation – revealing deeper fears of escalation and unreliable alliances

Speaking on Sunday at a site in Arad struck by an Iranian missile, where more than a hundred people were injured, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu urged more countries to join the war effort.

“What more proof do you need that this regime that threatens the entire world has to be stopped? Israel and the United States are working together for the entire world. And it’s time to see the leaders of the rest of the countries join up.”

Yet, despite this call, the response from much of the region has been notably restrained. Even close partners appear reluctant to get involved, including Gulf states that have been feeling the war on their own skin.

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How far could the Gulf conflict spread? A Kremlin aide has a warning

According to research cited by Saudi broadcaster Al Arabiya, Iran has launched more than 4,900 missiles and drones toward Gulf countries, compared to roughly 850 aimed at Israel.

Iran has claimed it targeted only military infrastructure, as well as American and Israeli personnel stationed in these countries, but multiple videos circulating online show a different reality. Among the targets were residential buildings, airports, and hotels, resulting in several fatalities and multiple casualties.

Despite this, Gulf governments have opted against retaliation. Instead, they have embraced a defensive posture, one that reflects a broader strategic calculation about the risks of escalation.

Dr. Fahd Al Shelemy, a retired colonel in the Kuwaiti army, describes this approach as “positive air defense.” Gulf states, he explains, are intercepting missiles and drones while deliberately avoiding direct attacks on Iran.

The rationale is rooted in long-term concerns and the desire to avoid a war of attrition, in which both sides sustain prolonged damage without decisive victory.

“If you look at it, this is exactly what Iran is currently dragging us into, and this is something we are not interested in,” Al Shelemy told RT.

A cyclist rides past as a black plume of smoke is seen rising from a warehouse in the industrial area of Sharjah City in the United Arab Emirates, following reports of Iranian strikes in Dubai. March 1, 2026. ©  AP Photo / Altaf Qadri

‘Not our war’

But the hesitation runs deeper than military strategy.

“Many people here say that this is an Israel–Iran war. It’s not our war, and as such we shouldn’t be involved,” he explains.

“And another point is that there is not enough trust in the American administration. At some point they might stop the war, then leave us facing an attrition war like the one between Iran and Iraq in 1980,” he added.

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‘Only earning hand is taken away’: Families mourn migrant workers killed in Iran-Israel war

These concerns are not without precedent. Over the years, American alliances in the region have often shifted in response to changing interests. Egypt’s former president, Hosni Mubarak, was a long-standing ally of Washington until the Arab Spring of 2011, when he was ultimately urged to step down. Similarly, Kurdish forces in Syria, which played a key role in the fight against ISIS alongside the United States, later found themselves exposed after a US withdrawal.

For Gulf states, these examples reinforce the risks of relying too heavily on external guarantees. Entering the war could mean being left alone in a prolonged confrontation with Iran.

Al Shelemy believes the current approach has proven to be effective and “less damaging.”

“It resulted in fewer casualties and prevented a full scale war, especially given the fact that we have militias supporting Iran that are only less than 20 kilometers away from our cities.”

That proximity is a critical factor. Iranian-backed militias operating across the region present an immediate threat, one that could rapidly escalate if Gulf states were to take offensive action. The presence of Shiite Muslims in some Gulf states, such as Bahrain, Kuwait, and Saudi Arabia, could also contribute to instability given their ties, and at times loyalties, to Iran.

A black plume of smoke rises from a warehouse in the industrial area of Sharjah City following reports of Iranian strikes in the United Arab Emirates. March 1, 2026. ©  AP Photo / Altaf Qadri

Strategic restraint

Dr. Salam Abdel Samed, a Dubai-based expert in international law, echoes Al Shelemy’s perspective, praising the UAE government for not getting involved in an open conflict with Iran.

“The Gulf states have never been aggressive or military. They have been a hub of economic stability and peace so involving themselves in a war would make zero sense,” he argued.

“This is why the approach which was chosen was to defend themselves effectively against any aggression. The leaders are wise enough not to embroil themselves in any unmeasured reactions.”

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How Ukraine became an enemy of Iran

Economic considerations also weigh heavily. Gulf economies are deeply interconnected with global markets, and stability is central to their prosperity. War, by contrast, threatens infrastructure, trade, and investor confidence.

Relations beyond repair?

Nevertheless, Abdel Samed warns that once the conflict is over, relations with Iran will not be the same again.

“What Iran has done to the Gulf states shall never be forgotten. The Gulf Cooperation Council countries are entitled to file an indemnities case before the international courts, with the aim to recover the major damage that happened to them. The international law supports such claims indeed.”

The financial toll for the Gulf is already substantial. Apart from suffering immense infrastructure damage, the war in Iran has resulted in oil production disruptions causing losses of up to $1.2 billion in daily export revenue. The conflict has also led to the cancellation of 40,000 flights and major tourism losses estimated at $600 million per day.

A source within the Emirati establishment, speaking on condition of anonymity, agreed that relations with Iran have been fundamentally damaged.

“Their actions will not be unanswered. The response doesn’t have to be militarist. It can be done in other means but it will certainly be felt.”

Indeed, signs of such responses are already emerging. Qatar and Saudi Arabia have expelled several Iranian diplomats, while the UAE has reportedly closed Iranian hospitals and is considering freezing Iranian assets.

Abu Dhabi is not planning to stop at that. Anwar Gargash, an advisor to President Mohammed Bin Zayed, said in a tweet on X that Iran miscalculated the costs of its aggression against the Gulf states.

Dr. Anwar Mohamed Gargash, foreign minister of the UAE, addresses the opening ceremony of the 2nd Marine Counter Piracy Conference in Dubai, the United Arab Emirates, June 27, 2012. © Global Look Press / ZUMAPRESS.com / Ma Xiping

“Iran’s brutal aggression against the Arab Gulf states carries profound geopolitical repercussions, and it establishes the Iranian threat as a central axis in Gulf strategic thinking, while reinforcing the Gulf’s security particularity and its independence from traditional concepts of Arab security,” he wrote.

“For the missiles and drones and the aggressive Iranian rhetoric are Iranian. And the result is to bolster our national capabilities and the joint Gulf security, as well as to solidify our security partnerships with Washington,” he added.

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EU divided on Iran war: Energy fears and security risks escalate across Europe

A calculated position

Al Shelemy also believes that after the war, the Gulf will establish new rules of engagement with Iran, and the conduct of GCC towards Tehran will be shaped largely by the Islamic Republic’s behavior.

“After the war, Iran will be busy rebuilding itself for which they will need the Gulf states. The best strategy may be to keep Iran occupied, either through economic pressure, such as lowering oil prices, or through partnerships. It depends on Iran after the aftermath of the war.”

For now, the Gulf’s position remains clear: absorb the attacks, defend the homeland, but avoid being pulled into a broader war.

Even as missiles fall and pressure mounts, restraint, not retaliation, continues to define the region’s response.

Michelle toma protagonismo de Flávio após caso Master e internação de Bolsonaro; entenda

23 de Março de 2026, 06:42
Michelle Bolsonaro e Valdemar da Costa Neto, presidente do PL. Foto: reprodução

O avanço das investigações sobre o Banco Master no Distrito Federal e a nova internação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) provocaram uma mudança no comando do bolsonarismo. Com o desgaste do entorno do governador Ibaneis Rocha (MDB) e a perda do principal eixo de articulação da direita local, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro passou a ocupar espaço central nas decisões políticas, interferindo diretamente na definição de candidaturas para 2026.

O movimento, de acordo com informações do Globo, a colocou em rota de colisão com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que até então conduzia a estratégia nacional do grupo no posto de pré-candidato à Presidência.

A crise foi agravada pelas revelações envolvendo o Banco Master e sua relação com decisões do governo do DF, especialmente no caso do BRB. O cenário piorou após a divulgação de um contrato de R$ 38 milhões firmado pelo escritório de advocacia de Ibaneis com um fundo ligado à Reag, investigada pela Polícia Federal.

Em resposta, o Partido Liberal protocolou pedido de CPI na Câmara Legislativa, rompendo na prática com o governador, que era aliado e articulava candidatura ao Senado.

Sem Ibaneis como referência política, parlamentares passaram a buscar Michelle diretamente, consolidando seu protagonismo. Ela passou a dialogar com pré-candidatos e a influenciar decisões eleitorais, enquanto Flávio mantinha a articulação nacional focada em alianças mais amplas.

No DF, a divergência ficou evidente: Michelle defendeu uma chapa ao Senado com seu nome e o da deputada Bia Kicis, além de apoiar Celina Leão ao governo local. “A Michelle se manifestou publicamente já várias vezes, desde o meu pré-lançamento no dia 11 de novembro, como pelas redes sociais dela várias vezes. Vamos ter agendas em breve, depois da internação do ex-presidente”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF).

Já aliados de Flávio passaram a defender o nome do senador Izalci Lucas (PL-DF) como alternativa de centro-direita. A proposta foi rejeitada por aliados de Michelle.

“Até agora nada apareceu diretamente ligado a ela e acho que ela tem chances reais de ser eleita. Izalci é muito preparado, bom parlamentar, mas Celina é a melhor opção. Celina já passou pelo Executivo antes. Celina será nossa governadora”, disse a ex-ministra e senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

O senador Flávio Bolsonaro. Foto: AFP

O protagonismo de Michelle foi reforçado por uma carta de Jair Bolsonaro, na qual ele pediu que aliados parassem de pressioná-la e indicou que ela deveria assumir papel mais ativo. A possibilidade de prisão domiciliar do ex-presidente também é vista como fator que pode ampliar ainda mais sua influência política.

Enquanto Michelle passou a atuar diretamente na articulação política e no entorno pessoal de Bolsonaro, controlando agendas e acesso, Flávio manteve interlocução institucional e chegou a se reunir com o ministro Alexandre de Moraes para tratar da situação do pai. Michelle, por sua vez, acionou aliados como Tarcísio de Freitas para reforçar o pleito.

O conflito também se espalhou para outros estados. No Ceará, Flávio tentou viabilizar aliança com Ciro Gomes (PSDB-CE), enquanto Michelle se posicionou contra o acordo, alinhada a nomes mais conservadores. Em Minas Gerais e São Paulo, divergências sobre alianças e composição de chapas reforçam a disputa interna.

Apesar do cenário de tensão, o discurso público ainda é de unidade. “Quando o presidente Bolsonaro fez a escolha, automaticamente teve outra pessoa que preferia ter outra escolha. Mas como a gente tem um líder, a gente tem que seguir o líder. E daí já está tudo resolvido, 100% dos apoiadores do presidente Bolsonaro estão com o Flávio Bolsonaro”, disse o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).

Dozens killed in Sudan hospital bombing

Por:RT
23 de Março de 2026, 06:25

The attack on Al Daein Teaching Hospital in Darfur has rendered the facility non-functional, the WHO has reported

A strike on a hospital in Sudan has left at least 64 people dead and 89 others injured, the World Health Organization (WHO) has said, calling for an end to the ongoing civil war in the African state.

The casualties included at least 13 children, as well as medical staff and patients at Al Daein Teaching Hospital in East Darfur, WHO Director-General Tedros Adhanom Ghebreyesus said in a post on X on Sunday.

The attack on Friday damaged key departments, including the pediatric, maternity and emergency units, and rendered the facility non-functional, Ghebreyesus said.

He said the WHO has documented 213 attacks on healthcare facilities, in which 2,036 people have been killed since the war erupted nearly three years ago.

“Enough blood has been spilled. Enough suffering has been inflicted. The time has come to de-escalate the conflict in Sudan and ensure the protection of civilians, health workers, and humanitarians,” Ghebreyesus said.

READ MORE: Chad warns neighbor of retaliation

The fighting has displaced millions and created what aid organizations have described as one of the world’s largest humanitarian crises, with widespread shortages of medical care and essential services.

.@WHO has verified yet another attack on health care in #Sudan. This time, Al Deain Teaching Hospital in East Darfur’s capital, Al Deain, was struck, killing at least 64 people, including 13 children, two female nurses, one male doctor, and multiple patients.

As a result of this… pic.twitter.com/RAwDR5YVjd

— Tedros Adhanom Ghebreyesus (@DrTedros) March 21, 2026

Responsibility for the latest strike has remained disputed. The paramilitary Rapid Support Forces (RSF) has accused the Sudanese Armed Forces (SAF) of carrying out the attack.

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RT
A land of mass graves and mercenaries – Can this genocide be stopped?

The military dismissed the allegations in a statement on Saturday, saying its forces are committed to upholding international law and norms.

“Attacking service and healthcare facilities is a consistent approach and a daily practice carried out by this terrorist militia [RSF], which has committed massacres in El Fasher, as well as crimes against humanity, war crimes, and ethnic cleansing,” the SAF stated.

The army accused the paramilitary fighters of bombing hospitals in El-Obeid, Dilling, Kadugli, Um Rawaba, Rahad, and Al-Dabba, killing hundreds of patients and medical personnel, and of targeting water and electricity facilities in El-Obeid, Kosti, Khartoum, and Merowe.

Jewish ambulances torched in London (VIDEOS)

Por:RT
23 de Março de 2026, 05:25

Police are treating the arson attack as an anti-Semitic hate crime

Four ambulances operated by a Jewish volunteer organization in London were set on fire overnight in what authorities are investigating as a hate crime.

The incident took place in the Golders Green area of the Barnet borough at around 1:45 AM local time, officials said. CCTV footage reportedly shows at least three masked individuals setting fire to vehicles belonging to the local branch of Hatzola, a network of volunteer emergency medical services which works with Jewish communities.

The London Fire Brigade said that “multiple cylinders on the vehicles exploded,” causing windows in a nearby residential building to shatter. No injuries were reported. The Metropolitan Police said nearby homes were evacuated as a precaution and confirmed that the case “is being treated as an anti-Semitic hate crime.”

🚨 BREAKING: Major arson attack in Golders Green, London overnight has destroyed at least 4 ambulances belonging to Hatzola Northwest — a volunteer Jewish emergency medical service providing 24/7 life-saving care to the community.

Footage shows suspects setting the vehicles… pic.twitter.com/NhXaogMXAs

— Skint Eastwood (@Skint_Eastwood1) March 23, 2026

Hatzola is an international network of independent emergency medical organizations founded in New York in the 1960s to support Orthodox Jewish communities. The group has operated in Golders Green since 1979, according to British media.

We are aware of loud explosions heard in the past hour.
Emergency services are on scene following a deliberate incident involving #Hatzola ambulances being set alight. The explosions were caused by oxygen tanks not a bomb or explosive device.

Hatzola NW remain fully operational.… pic.twitter.com/Hz3rIVjTRS

— Shomrim (North West London) (@shomrimlondon) March 23, 2026

In a 2014 High Court case, Hatzola representatives highlighted rapid response times compared to public ambulance services, though the court ruled the group was not permitted to use the sirens and blue lights reserved for official emergency vehicles.

Anti-Semitic sentiments in many parts of the world have been fueled in recent years by Israel’s extensive military operation in Gaza and expanded security crackdowns in the West Bank, as well as its strikes on Lebanon and Syria, and, most recently, its joint bombing campaign with the US targeting Iran.

READ MORE: ‘Israel-linked’ arms facility set ablaze in EU (VIDEO)

The worst recent anti-Semitic attack in Britain occurred in October 2025, at a synagogue in Higher Crumpsall, Manchester, during Yom Kippur. Two people were killed and several others injured before the perpetrator was shot dead by police.

A cidade sob ataque (por Jorge Barcellos)

Por:Sul 21
22 de Março de 2026, 08:21

Na Semana de Porto Alegre e na contramão das festividades, historiador revisa história da cidade para criticar o desenvolvimento recente nos governos neoliberais. O Sul21 publica aqui excertos selecionados pelo autor. 

Jorge Barcellos (*) 

Porto Alegre: das origens à predação neoliberal (Clube dos Autores, 2026) se destina a que público? Leitor acadêmico, militante, leitor “cult” de não ficção histórica? Minha melhor definição é o público interessado na cidade, que aprecie a combinação da pesquisa com ensaio histórico. Porque este texto é, na melhor das definições, uma bricolagem. Segundo o antropólogo Claude Lévi-Strauss, bricolagem é um conceito originário do francês que significa “trabalho feito com as mãos, com o que está disponível”. 

É assim aqui. Trabalhei por mais de 30 anos na Câmara Municipal de Porto Alegre e tive a oportunidade de exercer minhas funções em seu Memorial, o que me deu o privilégio de fazer palestras, mostras e exposições. Escrevi para revistas, jornais e plataformas de internet dezenas de ensaios, além de textos para exposições e dezenas de crônicas que, se tiveram o mérito de atender situações de minha agenda de trabalho em meus projetos educativos, nunca haviam sido reunidas em uma obra de sentido sobre Porto Alegre. Não que não tenha escrito livros: dos 26 que escrevi, todos são autopublicação. Eu também sou vítima desses processos de predação neoliberal: se como afirmei, somente os autores de mercado – porque vendem – merecem ter suas obras publicadas, eu sou um sobrevivente da predação. Sou servidor público aposentado, escritor independente: fazer desaparecer minhas críticas a esse sistema é a forma dele me predar. Meu trabalho intelectual ao longo desses anos, portanto, deveria estar legado ao desaparecimento, exceto porque não desisto. Agora fiz exatamente o que prega a bricolagem, reuni o que tinha disponível, exatamente como o antropólogo define o método da bricolagem em seu O Pensamento Selvagem (1962).

A tese da predação da cidade

Eu sou o bricoleur descrito pelo antropólogo, improvisando minhas soluções utilizando os materiais, ideias e textos que tenho à mão, reaproveitando o que escrevi nas exposições que criei, nas palestras que ministrei, nos artigos e ensaios que publiquei. Faço isso de forma criativa, ao contrário do engenheiro, que parte de planos e materiais específicos. Eu sou o bricoleur que age de modo inventivo e adaptativo, recombinando textos e análises que inicialmente não foram pensados para um livro sobre a história da cidade, mas que agora o são justamente para dar a eles um novo significado(…): é uma obra construída pela colagem de ideias e fragmentos de origens diferentes, não existe uma estrutura fixa pré-concebida na sua organização, ela é produto do jogo de textos diversamente produzidos que querem responder à questão que coloco: quais os sentidos da evolução da cidade de Porto Alegre? Aqui minha tese é de que a cidade foi da sua construção à predação, da sua invenção à destruição.

Eu persigo um argumento: a cidade foi construída no passado para ser destruída no presente recente.  Para isso uso de múltiplas perspectivas teóricas (histórica, artística, do planejamento urbano, social), misturo registros factuais e cronológicos com experiência de narrador pessoal dos fatos que observo. É uma montagem do que escrevi sobre a cidade, não é um manual sobre história da cidade; acredito na legitimidade de colar textos em escalas diversas porque não sou um engenheiro que projeto tudo de cima para baixo, mas um pesquisador que aprendeu a ser um artesão da escrita. Por isso minha memória nesse processo importa. 

Descobri nesse caminho que as características da identidade urbana de uma cidade envolvem uma combinação de elementos físicos, históricos, culturais e simbólicos que conferem a singularidade ao espaço urbano responsável pela sensação de pertencimento: por que em Porto Alegre nos sentimos… em casa? Porque criamos aqui um campo simbólico essencial, já que aqui vivemos o conjunto de nossos afetos, memórias, vivências e significados que as pessoas construíram entre si em um lugar: a nossa cidade só existe pela participação de seus cidadãos em uma cultura e história. Ela se manifesta no cotidiano, na interação social e no senso de pertencimento a um lugar construídos ao longo da história da cidade. Ele é evidenciado pela experiência de compartilhar uma história comum, vivenciar experiências no espaço de trabalho ou lazer, possuir uma sensação proveniente da arquitetura que forma a imagem simbólica e a experiência que temos do espaço de Porto Alegre. 

O papel das políticas neoliberais

Mas o contrário também é importante: porque, nos tempos atuais, nos sentimos cada vez mais distantes dessa sensação? A destruição de um campo simbólico também afeta afetos, sentimentos e memórias, que são produzidos porque os cidadãos são excluídos de participar de uma cultura, de uma história. Aqui o agente que promove essa exclusão tem nome: neoliberalismo. Ele é verificado pela necessidade do capital em impor sobre todos uma única experiência comum, de propor o consumo como única experiência que o cidadão pode experimentar na cidade de Porto Alegre. Essa perda de sentido de pertencimento à cidade eu coloco na conta das políticas neoliberais e em seus governantes. 

Por isso este livro traz ao leitor inúmeras informações e elementos para questionar sua visão de cidade. Mas ele o faz a partir da perspectiva dos espaços por onde passou seu autor. O leitor verá que muitas pessoas estão aqui envolvidas ou apontadas: são os escritos de um servidor público interessado em tratar os grandes temas da cidade em suas exposições; o cidadão de esquerda atento ao crescimento das políticas neoliberais em nossa cidade; o aposentado envolto com seus próprios problemas em Porto Alegre. Eu acredito que nós, porto-alegrenses, ainda somos capazes de elaborar nossa identidade em relação à nossa cidade, recusar ou aderir ao capitalismo, que, com seu processo de predação, já terminou por corroer as estruturas de identidade de seu cidadão ao seu lugar. Para isso revisitamos a história da cidade e suas manifestações na arquitetura, em narrativas literárias e fotográficas, consideradas aqui elementos fundamentais para a construção da identidade. Ela pode estar sempre em processo de mudança, mas o que fica ao final do cidadão comum que o faz se identificar com este lugar? 

Caminhos da definição da identidade perdida

Revisitamos também os espaços públicos que nos permitem ter experiências compartilhadas: o Mercado Público, o Parque Farroupilha, os espaços e organizações do futebol de várzea, os movimentos sociais associados a um lugar, como o Morro Santana. Vemos como movimentos sociais foram essenciais para a construção da identidade do porto-alegrense, através da história do movimento negro, o movimento ecologista e do movimento em torno do Orçamento Participativo. Esses são os que eu vi, mas há outros.

Aqui, o objetivo é sempre verificar os modos de relacionamento do indivíduo com um lugar. Por isso é fundamental o modo como eles se relacionam com os espaços que percorrem. A cidade é o lugar de uma viagem, e o seu imaginário possui inúmeros percursos. Desvendamos um desses percursos, no centro da cidade, estabelecemos suas referências e símbolos. Vemos a presença não apenas da agricultura, mas da estrutura de serviços urbanos que foi construída ao seu redor. 

Finalmente, nossa identidade é também definida pelos rumos econômicos que se assentam em nossa cidade; no passado, a cidade comercial e prestadora de serviços localizada em um porto; no presente, a cidade produto da devoração neoliberal. Se a cidade está perdendo seus lugares de encontro, de diálogo e trocas, ela está perdendo sua identidade; se a cidade está perdendo o seu ambiente histórico coletivo e servindo para interesses privados, ela está em desarmonia e, portanto, perdendo mais uma vez sua identidade, que deve ser diversa e polifônica. Se os elementos do patrimônio histórico, como prédios e edifícios emblemáticos, desaparecem, os lugares de memória (Pierre Nora) também desaparecem e, com eles, os vínculos identitários na cidade, agora moldada pela construção civil, se tornando    o inferno do igual. Pois mais importante do que a aparência de uma cidade igual às outras são os contrastes que fazem uma cidade ser o que é, dão-lhe seu “ethos”. 

Porque Porto Alegre pode morrer

O urbanismo moderno tende a corroer os modos de vida tradicionais, delineando espaços e ritmos de tempo para o lazer, moradia e trabalho. Se não construirmos narrativas e representações culturais de nós mesmos hoje, como eram no passado, novos traços simbólicos se apropriam da cidade. Uma cidade pode morrer, como diz Jane Jacobs em seu livro “Morte e Vida de Grandes Cidades”: pela monotonia de sua paisagem e de seu uso, que impedem a vida urbana, pela corrosão dos bairros históricos e pelo fim das antigas relações de vizinhança, que minam o sentimento de pertencimento; basta ver os processos de expulsão de nossas vilas e favelas. Mesmo quando o progresso avança, com sua civilização do automóvel, que retoma espaços públicos para o uso de carros, a falta de vitalidade nas ruas corrói a identidade da cidade. É preciso renovar a cidade, mas antes é preciso dar um sentido a essa renovação: a fomentação de condomínios individuais, a desagregação da vida em apartamentos, só cria espaços desumanizados e sem personalidade. Nos termos de Marshal Bergman, o paradoxo da modernização de Porto Alegre é que ela destrói justamente o lugar e ambiente onde as experiências podem florescer. 

Assim, o grande desafio é a manutenção do velho frente à emergência do novo. O pequeno comércio importa tanto quanto as grandes redes de supermercados e os shoppings centers, a cultura do mercado público com a preservação de seus velhos usuários. A cidade morre quando perde sua diversidade, quando se torna uma cidade igual às outras. Por que este livro é importante? Porque ele afirma que é preciso preservar a alma do porto-alegrense na cidade justamente porque é ela que está em disputa pelo capitalismo no século XXI. Podemos preservar a identidade da cidade quando o capitalismo, por todo o lugar, se transforma numa máquina excludente que faz a cidade se transformar numa fábrica de lucros? Não nos enganemos: as formas de desregulamentação urbana, ambiental e econômica são sempre formas que corroem a identidade para criar um mercado sem rosto e sem comunidade. Se a cidadania é marcada pela criação da identidade, o mercado é pela criação do consumidor. Olhamos para o passado não porque somos nostálgicos, mas porque queremos resgatar o princípio de dignidade humana em nossa capital.

Para dará conta desta tarefa, a obra é organizada em dois volumes. O leitor irá reclamar da extensão, é verdade. Eu poderia ter feito de cada grande capítulo outro livro, mas preferi manter o binômio construção/predação. A organização é simples: o primeiro volume trata da construção da cidade; o segundo volume, da sua predação. O primeiro volume tem como base as pesquisas para exposições que fiz; o segundo volume tem como base os ensaios que escrevi para plataformas em geral. O primeiro volume trata de uma cidade liberal como a da formulação clássica de John Locke, que se organiza para garantir os direitos naturais dos indivíduos como vida, liberdade e propriedade através das leis e por essa razão, a organização (mas também desorganização) política tem uma importância.  Nela, o indivíduo possui direitos anteriores ao Estado.

O caráter predatório do capital

É o contrário da sociedade ultraneoliberal capitalista predatório em que está se transformando a capital, nos termos de David Harvey em Para entender o capital (Boitempo, 2016), Wendy Brown em Nas ruinas do neoliberalismo (Editora Politéia, 2021) Pierre Dardot & Christian Laval, A Nova Razão do Mundo (Editora Boitempo, 2016). O que eu vejo é a lógica do mercado e da valorização do capital colonizar todas as esferas da vida dos cidadãos de Porto Alegre, desregulando direitos, privatizando bens comuns e transformando pessoas, territórios e instituições em recursos a serem explorados, ainda que isso destrua as condições de reprodução social e ecológica. Não é exatamente o que vemos com os governos de Eduardo Leite e de Sebastião Melo, a reconfiguração de um Estado prómercado, garantidor de lucros, com flexibilização regulatória e criação de dispositivos de endividamento e controle mesmo às custas da cidadania e da democracia? Não é o que David Harvey, afirma em seu O Neoliberalismo: história e implicações (Loyola, 2008), que o projeto da classe dominante reorganiza o Estado e a cidade para restaurar e ampliar o poder das elites econômicas, via privatizações, desregulação, financeirização e “acumulação por despossessão”?

O que diferencia a “Cidade Construída”, tema do primeiro volume, do da “Cidade Predada”, tema do segundo volume? No primeiro volume, o fato de que ainda que seja uma cidade voltada para o mercado – e não é à toa que o próprio Mercado Público seja sua melhor imagem, ainda aqui – o poder serve para garantir direitos, pluralismo e certo espaço público na luta contra o arbítrio.  É o contrário da sociedade ultra neoliberal descrita no segundo volume, que radicaliza o elemento mercantil presente no primeiro e esvazia os seus freios: por essa razão, vemos um processo galopante de esvaziamento do papel que o Plano Diretor tinha na cidade, no uso dado a equipamentos públicos como Usina do Gasômetro. Aqui, tudo é tratado como ativo privatizável ou oportunidades de negócios.  

A contradição aparece porque, ao invés de realizar o objetivo da sociedade liberal, a da liberdade para todos, produz novas formas de expropriação e dominação: é a liberdade de poucos, exatamente como vemos assumir, no segundo volume, grandes empresas do capital imobiliário, da telefonia, do capital, sobre a cidade. 

A organização da obra: o livro 1

O primeiro volume é composto por quatro capítulos principais. O primeiro é intitulado “A Construção da Cidade”, onde repasso os pressupostos da criação e desenvolvimento de Porto Alegre a partir do século XVIII. Ele é composto por quatro seções: a primeira, que trata do contexto liberal de sua construção; o segundo do papel do planejamento urbano na organização de seu crescimento; o terceiro do papel da infraestrutura urbano (ruas, avenidas, serviços etc.) e o quarto a estética urbana propriamente dita.  

O segundo capítulo é intitulado “A Construção Social”, onde repasso fundamentos da sociedade porto-alegrense. Ele é composto por quatro seções. A primeira trata da construção da sociedade, estabelecendo as diferentes classes sociais e seu lugar na lógica social; o segundo trata da construção da representação política, destacando o papel dos vereadores, intendentes e prefeitos; o terceiro trata da construção da memória e o quarto, trata da sistematização do sistema ade museus na capital e o quarto, a construção da educação e cultura descreve instituições escolares e culturais da capital. 

O terceiro capítulo trata dos efeitos desta construção. Em “Efeitos da construção”, o principal argumento é defender que, ao contrário da cidade da segunda metade do século XX, a cidade do século XIX é uma cidade para as pessoas, diferente da posterior, uma cidade para o capital. A ele segue-se o quarto e último capítulo deste volume, dedicado a recuperar a lição da construção da cidade para os tempos atuais.   

A organização da obra: o livro 2

Enquanto o primeiro volume abrange o período que vai da fundação da cidade à aproximadamente os anos 1980, o segundo volume estende-se dessa data até o presente.  Por um lado, essa periodização tem relação com a inauguração de uma nova etapa no processo de metropolização, que inicia nos anos 1950. Por outro, enfatiza que a diferença está no fato de que, a partir dos anos 2.000, eu observo que a cidade e a sociedade ficam sob a mira do ataque neoliberal, um modo de ser que explora a cidade sem limites. Agora, o segundo volume é organizado em quatro capítulos principais que fazem um espelho ou mundo invertido do primeiro volume. São os seguintes os seus capítulos. 

O primeiro capítulo é intitulado “A Predação da Cidade’. Ele descreve a destruição dos fundamentos que foram a base da construção da capital pela implementação das medidas neoliberais. Ele é composto por quatro seções. A primeira define a predação da cidade neoliberal como um modo de apropriação dos recursos da cidade; o segundo mostra a predação do planejamento urbano, a corrosão dos sistema de proteção urbanística da cidade para atender ao interesse das grandes incorporadoras; o terceiro trata da predação da infraestrutura urbana, a deterioração de bens, equipamentos e serviços de manutenção da cidade; e o quarto, a predação da estética urbana, fim de uma cidade voltada para o detalhe e início de uma cidade voltada para o consumo de si mesma. 

O segundo capítulo é intitulado “A Predação da Sociedade”. Aqui, também as diversas faces do social enumerados no primeiro volume são objeto de corrosão e desmonte. A primeira seção trata da predação da sociedade, onde deixamos de ser uma sociedade que se vê como um todo, mas nos tornamos átomos e indivíduos egoístas; a segunda é a predação da política, que é a sua tomada por forças políticas neoliberais e pró-mercado; a terceira é a predação da memória, que analisa como o diverso  e tradicional é substituído pelo império do igual das políticas neoliberais, especialmente no campo do patrimônio histórico e a  quarta seção é dedicada à predação da educação e cultura, onde se mostra como também as políticas neoliberais destroem esta base  da sociedade. 

O capítulo terceiro é intitulado “Efeitos da Predação” e descreve os novos problemas urbanos que são produzidos pelas políticas neoliberais e pelo modelo de desenvolvimento globalizado em Porto Alegre. Seja no modo de vida dos grandes condomínios ou de novos lugares de consumo, como shoppings centers, é sempre da redução do cidadão à consumidor que se trata. 

O capítulo quarto é intitulado “Como ser antipredatório”, onde reúno as bases do que considero essencial para fazer frente as políticas neoliberais em nossa capital. O capítulo ironiza com o formato da autoajuda típica dos autores neoliberais e assume esta forma simplesmente porque planos de ação programáticos de enfrentamento político não são mais entendidos pelas massas. É preciso uma linguagem menos militante e mais próximo do cotidiano, ainda que nós mesmos não acreditemos nessa linguagem de mercado. 

Ele é organizado em três seções. A primeira propõe valorizar o papel das pessoas contra a predação: para construir uma cidade melhor precisamos desejar sermos pessoas melhores; a segunda propõe retornar ao ideal de comunidade, procurando nos pequenos grupos e associações um modelo de organização social capaz de enfrentar o capital; o terceiro, estabelece regras para ser antipredatório. Elas são também um modo particular de se relacionar com o entorno, que não pode deixar de colocar o humano no lugar da mercadoria. O estudo conclui com uma valorização do papel da nostalgia como sentimento básico para uma ação de preservação e recuperação da cidade.

***

Aprofundar a predação

A predação inclui ações de caça entre diferentes reinos, mas eu proponho um entendimento maior: é predação quando uma história, sociedade, memória e cultura são atacadas violentamente pelas práticas neoliberais. Saem os leões caçando zebras, aves de rapina caçando roedores, e entram os representantes do capital atacando as formas mais tradicionais de organização da cultura de uma cidade. Por que escolhi o termo predação? Porque ele vem predar, que significa também matar, destruir. A construção liberal, vista no primeiro volume, criou os sentidos de ser porto-alegrense; a predação neoliberal, tema do segundo volume, mata os sentidos de ser porto-alegrense. Aqui, diferente do momento da construção da cidade, tudo que é história vira esquecimento; tudo que é relação social se transforma em relação de consumo; tudo que é instituição de memória é desmantelado e tudo que é cultura adquire a lógica do capital. A lei do capital é: privatiza tudo!

A discussão sobre as políticas de privatização neoliberais começou com as análises críticas de seus efeitos nos espaços públicos. Elas remontam aos anos 90, quando a socióloga Sharon Zukin publica Whose Culture? Whose City? onde analisa os efeitos provocados na cultura urbana norte-americana pela gestão comercial e corporativa do Central Park e do Bryant Park. Zukin criticou os investimentos aplicados pela iniciativa privada na vida pública das cidades e o controle ao seu acesso e uso. Para a autora, parques são espaços públicos democráticos e as intervenções privadas afetam necessariamente seu paisagismo, seja pelo seu cercamento ou instalação de postos de venda tipo fast food, introduzindo uma visão consumível de civilidade em seu interior. Parques deixam de ser espaço de cidadania para transformarem-se em espaços de consumo, deixam de ser democráticos porque tais transformações afetam a sua representação simbólica, que passa a ser a da classe. Substitua “parques” por “planejamento urbano”, “políticas públicas”, “memória”, e você terá a ideia do que penso que o neoliberalismo está fazendo com nossa cidade.

Quando o governo é o predador

Por isso, entendo que iniciativas recentes do governo do Estado do Rio Grande do Sul e da Prefeitura de Porto Alegre possibilitam a erosão do espaço no que diz respeito ao comando e livre acesso público e abrem a possibilidade de redesenho social e estético de tais espaços. Nos Estados Unidos, a interferência do mercado na gestão de praças e parques resultou numa visão eclética de cultura pública, em que praças se transformaram numa espécie de Disney World estilizada, um misto de parque e shopping, planejada por financistas que nem ao menos moravam em Nova York. Além disso, a militarização crescente destes espaços públicos por câmeras filmadoras em excesso criava e mantinha distâncias sociais a partir de marcas nos espaços públicos. 

Olho para essas transformações apontadas para Nova York e não deixo de ver sua similitude com as transformações de Porto Alegre. Vejo a interferência do mercado nas políticas públicas municipais e, se a capital não se transforma numa Disneylândia, não posso negar que ela se transforma na Disneylândia dos capitalistas e empresários da construção civil. A cidade está sendo predada em todos os sentidos: social, urbano, político, memorialístico. Começar discutindo o futuro dos espaços públicos como faz a autora significa também a escolha entre caminhos autoritários e democráticos para seu uso. Para o uso das coisas e espaços da cidade eu proponho neste volume que a vida cívica democrática deve se sobrepor aos interesses da urbanização capitalista avançada, mas o que eu vejo é a despolitização conservadora redefinindo os sentidos públicos. Eu mostro aqui arranjos espaciais em favor do mercado que descaracterizam a função pública porque os redefinem como espaço de consumo e não de cidadania, lugar da liberdade: privatizar só contribui para a fragmentação do espaço urbano.      

Lutar pela defesa da cidade

Escrever um livro sobre Porto Alegre, olhando para a história da cidade, me faz voltar aos anos em que comecei minhas primeiras aulas sobre história no interior do projeto Educação para Cidadania da Câmara Municipal de Porto Alegre. Eu era um jovem servidor público e militante de esquerda e podia dizer que me sentia em casa: dava aulas em minha área de formação, criava projetos para pensar a cidade. Aqui, manda o texto acadêmico, a análise deve ser separada da história pessoal do autor. Impossível para eu fazer isso. A razão é que vivi os últimos vinte e cinco anos observado a predação de que trata este segundo volume. Por isso o estilo é diferente: o primeiro volume é produto de pesquisas para diversos projetos; o segundo volume é produto, na maioria dos textos, de meus ensaios para sites como Sul21 e minha coluna em Sler Rede Social. 

Essas questões são todas as que desenvolvi ao longo de minha escrita são de alguém que viveu em Porto Alegre, em seus momentos melhores e piores como o atual e, por isso, sinto saudade do passado. Por isso a questão formulada por Barbara Cassin em Nostalgia (Quina, 2024) me serve de mote para minhas reflexões finais sobre a identidade da cidade frente à predação neoliberal. É que, como diz a autora, olhando a cidade atual, mais cresce a sensação de que não estou em casa. Eu olho a cidade de hoje e pouco vejo da cidade do passado. Como foi que a paisagem de Porto Alegre se modificou tanto? Eu olho aquelas velhas imagens de Porto Alegre do século XIX com veneração e bate uma inveja das cidades europeias: nós já fomos também como elas. Ainda há notáveis prédios históricos, é verdade, mas o próprio centro deixou de ser o que ele foi no passado pelo avanço do capitalismo, cedendo de seus formosos prédios para a emergência de novos, bancos e comércio. Se a cidade naufragou no abismo dos interesses de mercado, por que ser autêntico, ser fiel às suas origens, é tão difícil para os porto-alegrenses? 

Olho a cidade e observo a paisagem ao meu redor. Ao longo de mais de quarenta anos de observação, sua fisionomia se transformou: eu vi nascer o Iguatemi, a transformação das áreas verdes junto ao que hoje é o Parque Germânia; vi o avanço imobiliário em direção à zona norte e à zona sul; via demolição de casarões no centro da cidade e os que ainda restavam nos bairros adjacentes, inclusive casas de notáveis escritores, simplesmente foram devorados pelo mercado, transformaram-se em bancos ou prédios de apartamentos. Muitos desses prédios foram ressignificados, mantidas apenas suas fachadas e com interiores totalmente modificados para atender às necessidades de consumo. Aposentado, depois de ver e escrever muito sobre ela, continuo pensando na cidade antiga, aquela dos grandes fotógrafos como os Irmãos Ferrari, a cidade dos cartões postais, aquela dos saudosos anos 20. Gostar de uma cidade deveria ser como um casamento, deveria ser possível só se desfazer dele com muito sacrifício. Você é um cidadão da cidade: você é um saudosista. Você defende a ideia de pertencimento a um lugar.

***

Elegi o tema da Nostalgia aqui para ser o tema de encerramento deste livro sobre o passado da capital que se transformaram em meu livro “Porto Alegre: da origem à predação neoliberal” é porque eu defendo isto, de que o futuro da cidade está no passado. Isso significa que defendo que a cidade preserve da sua paisagem aquilo que sempre teve de melhor, quando de sua belle época, quando sua arquitetura tinha vida, e os cidadãos, experiências de viver na cidade. Isso significa também que eu, como muitos, tenho um sentimento de nostalgia pela cidade do passado. É diferente do sentimento de nostalgia descrito por Cassin, em sua obra Nostalgia, pela Córsega, porque eu, ao contrário dela, não estou de volta a cidade do passado: eu estou sendo testemunha do desaparecimento da minha cidade, é ela que deixou de ser o que era, eu não vivo o que a cidade e seus cidadãos vivem hoje, a correria dos dias, a superexploração dos aplicativos, a generalização do uso de solo pelos grandes empreendedores. Defendo uma cidade do passado no presente por um ideal adquirido nos anos 80 que visava a transformação da sociedade: “Como posso sentir tanta falta – por estar longe há muito tempo, sempre tempo demais – desse lugar?” (Cassin, p. 15).

Você é porto-alegrense, mesmo que a própria cidade não seja idêntica ao que era quando você era criança. É uma espécie de desenraizamento às avessas, pois não é você que se desenraizou, saiu, mas sim a cidade que se transformou. Ser apegado a uma cidade que não é mais o que era, que é outra coisa, é estranho. Como Cassin, que sonha com a nostalgia porque é apegada a Córsega, eu sonho com a nostalgia porque sou apegado a cidade de Porto Alegre dos cartões postais. Eu tenho em minha biblioteca uma coleção da Taschen sobre cidades e países em imagens do século XIX e vejo a imensa semelhança com Porto Alegre. “A nostalgia não é simplesmente a saudade da casa e o retorno para a casa. Esse sentimento doce que nos invade é, como a origem, uma ficção escolhida que não cessa de dar os indícios para que a tomemos como ela é: uma ficção adorável, humana, um fato de cultura” (p.13).

(*) Doutor em Educação. Porto Alegre: Das origens à predação neoliberal volumes I e II estão disponíveis na página do Clube dos Autores

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As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21

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Resultado da Mega-Sena 2987: confira sorteio de 21 de março

21 de Março de 2026, 21:05

Confira os números sorteados do concurso 2.987 da Mega Sena. Aqui você confere as dezenas do sorteio da Mega-Sena de 21 de março, realizado pelas Loterias Caixa. Acompanhe as notícias da Mega Sena com a TVT News

O prêmio está acumulado em R$ 13 milhões

Números sorteados da Mega Sena 2987

Resultado Mega Sena 2987: 16 – 17 – 20 – 28 – 46 – 47

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.987

Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 21 de março e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve ganhadores e o prêmio pode chegar a R$ 13 milhões.

5 acertos (quina)

23 apostas ganhadoras, R$ 65.305,07

4 acertos (quadra)

1.950 apostas ganhadoras, R$ 1.269,66

Confira quais foram as apostas vencedoras.

Como fazer aposta na Mega-Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.

O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.

Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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Simone Tebet anuncia filiação ao PSB para concorrer ao Senado em São Paulo

Por:Sul 21
21 de Março de 2026, 14:45

A ministra do Planejamento e do Orçamento, Simone Tebet, anunciou neste sábado (21) que deixou para o MDB para ingressar o PSB, partido do vice-presidente Geraldo Alckmin. Pelo novo partido, Simone, 56, anos, deverá concorrer ao Senado por São Paulo, como já havia anunciado anteriormente.

A ministra, que deve deixar o cargo em breve para se dedicar à pré-campanha, anunciou a saída do MDB, partido pelo qual militou nas últimas três décadas, em mensagem nas redes sociais.

“Parto, mas não sem antes abraçar, carinhosamente, os companheiros que ficam. O MDB, casa que me abrigou e me permitiu servir ao Brasil por quase 30 anos, também serviu de moradia segura para os brasileiros democratas perseguidos durante a longa noite do arbítrio. Foram esses brasileiros que fizeram, para todos nós, um novo amanhecer. Brasileiros como os que refundaram o PSB, partido que agora me abraça, me acolhe e me convida a construir, juntos, o país dos nossos melhores sonhos. É a essa tarefa, nesta nova casa, que continuarei a dedicar as minhas melhores energias”, afirma a mensagem.

Por sua vez, o PSB publicou uma nota em que celebra a filiação da ministra. “Simone traz consigo uma combinação rara na vida pública brasileira: firmeza moral, experiência institucional, capacidade de dialogar com o Brasil real, coragem cívica e compromisso democrático. Advogada, professora, prefeita reeleita com 76% dos votos, vice-governadora, senadora, candidata à Presidência da República e ministra do Planejamento. Alguém que foi a primeira mulher a presidir a CCJ, a primeira a disputar a presidência do Senado em quase dois séculos de história, e que por três vezes consecutivas foi eleita a melhor parlamentar do país. Uma mulher que estudou os problemas do Brasil, enfrentou interesses poderosos e sustentou posições que exigiam coragem e independência política”, diz a nota.

O partido também confirmo que ela participará da disputa eleitoral deste ano pelo estado de São Paulo. “O melhor sinal disso é que alguém como Simone Tebet, podendo estar em muitos outros partidos, escolheu estar aqui, com a gente. São Paulo terá, com ela, uma liderança à altura do que se exige de quem pretende representar o Estado mais populoso do país. Uma mulher já testada pela vida pública e coroada pelo eleitorado. Consciente de que o Brasil precisa de menos espetáculo e mais substância, menos bravata e mais grandeza, menos cálculo miúdo e mais ambição”, afirma a nota.

Filha do ex-senador Ramez Tebet, Simone foi vice-governadora do Mato Grosso do Sul entre 2011 e 2014. Ela se elegeu senadora em 2014, para um mandato de oito anos. Em 2022, disputou à Presidência da República, ficando em terceiro lugar, atrás do presidente Lula e do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ela é ministra do Planejamento desde o início do terceiro governo Lula.

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Simone Tebet deixa MDB e se filia ao PSB para disputar o Senado em SP

21 de Março de 2026, 12:10
Brasília (DF), 09/07/2025 - Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante audiência pública em Três comissões da Câmara. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
A ministra do Planejamento, Simone Tebet, deixou o MDB após quase 30 anos e se filia ao PSB para disputar uma vaga no Senado na próxima eleição. A informação foi confirmada pelo novo partido de Tebet neste sábado (21). Tebet estava no MDB desde 1997 e construiu toda a sua trajetória política na legenda, pela […]

Redação Nota 1000 no Enem: estudo mostra evolução do número de notas máximas

20 de Março de 2026, 18:41

Levantamento mostra que Sudeste ainda concentra o maior número de redações com nota 1000, com 11.967 resultados e o Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas máximas ao longa história do Enem. Leia em TVT News.

Estudo mostra evolução do número de redações nota 1000 no Enem

O número de redações nota máxima (1000) no ENEM passou por uma transformação profunda. Depois do pico registrado em 2011, quando o país alcançou 2.619 notas 1000, o volume caiu 94,6 por cento nos anos seguintes, chegando a apenas 12 casos em 2024.

Um levantamento inédito da série histórica de 1998 a 2024 feito pela Adobe Acrobat mostra como mudanças de correção, novos formatos de prova e desigualdades regionais redesenharam a distribuição dos melhores desempenhos no país. 

Número de redações com notas 1000 no Enem

Ano Total de Notas 1000 
1998 1475 
1999 479 
2000 251 
2001 673 
2002 1058 
2003 1779 
2004 1756 
2005 1289 
2006 541 
2007 541 
2008 707 
2009 1378 
2010 1042 
2011 2619 
2012 1170 
2013 329 
2014 159 
2015 93 
2016 66 
2017 40 
2018 49 
2019 46 
2020 28 
2021 20 
2022 32 
2023 49 
2024 12 

Sudeste domina a série histórica, Nordeste desponta como segundo lugar com mais notas 1000 na redação

O Sudeste concentra 71% por cento de todas as notas 1000 entre 1998 e 2024, totalizando 11.967 resultados máximos. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais somam 10.931 casos e permanecem como o eixo mais forte do país. O Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas, seguido por Centro-Oeste, Sul e Norte. 

O Sul e o Centro-Oeste vivem um movimento de interiorização. Cidades de médio porte no Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso passaram a ter maior presença entre os melhores resultados. Já o Norte apresenta a menor participação nacional, refletindo desafios estruturais de acesso e preparação. Pará e Amazonas concentram a maior parte das notas da região. 

A análise ainda mostra que o mapa do ENEM está mudando. Fortaleza e Teresina ampliaram sua relevância e aparecem entre as cidades que mais evoluíram após 2013. Em algumas delas, o percentual de notas máximas pós-ruptura já representa mais de 10 por cento de todo o histórico local, um avanço expressivo em um período de alta dificuldade. 

Os dados reforçam que, mesmo com regras mais rígidas, algumas regiões conseguiram se adaptar melhor ao novo formato. O cenário revela o surgimento de novos polos fora dos eixos tradicionais e indica mudanças no perfil dos municípios que lideram os melhores desempenhos no Brasil. 

Enem: estudo identifica três movimentos decisivos para entender o número de redações com nota máxima

O primeiro é o salto excepcional de 2011, marcado pela consolidação do exame e pela popularização de materiais de preparação.

O segundo é a ruptura de 2013, quando regras mais rígidas tornaram a nota máxima muito mais difícil de alcançar. O terceiro é o surgimento de novas cidades que passaram a rivalizar com os grandes centros, especialmente no Nordeste, Sul e Centro-Oeste. 

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Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.

A série histórica revela um comportamento irregular desde a criação da prova. Em 1998, o exame registrou 1.475 notas máximas. O primeiro grande salto ocorreu em 2003, com 1.779 casos, reflexo de uma prova ainda mais simples e focada em interpretação.

Com o novo ENEM, a partir de 2009, o desempenho passou a oscilar até atingir o recorde absoluto de 2.619 notas em 2011. Em 2013, com a revisão das regras de correção, o total caiu para 329. A queda continuou até o mínimo recente de 20 redações perfeitas em 2021, no pós-pandemia. 

Linha do tempo das notas de redação no Enem e as principais viradas 

O aumento de 2003 está ligado ao formato antigo da prova. O recorde de 2011, por sua vez, coincidiu com a consolidação do ENEM como principal porta de entrada para o ensino superior. Em 2013, a adoção de critérios mais rígidos redefiniu o padrão de excelência do exame. A pandemia aprofundou a queda em 2021, afetando especialmente estudantes com menos acesso a ensino remoto de qualidade. 

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Candidata se prepara para a prova do primeiro dia do Enem. Fotos: Luis Fortes/MEC

Entre 1998 e 2007, o país acumulou 11.102 notas 1000, com média anual de 1.110. Na década seguinte, entre 2008 e 2017, a média caiu para 647 devido à complexidade crescente da prova. De 2018 a 2024, a média despencou para 34,9, o menor nível de toda a série histórica.

O auge de 2011 marcou um momento de equilíbrio regional. São Paulo liderou com 208 notas, seguido por Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte e Belém. O Nordeste teve desempenho expressivo, superando três regiões somadas. 

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A partir de 2013, o impacto das novas regras foi imediato. Em dez anos, o país registrou menos notas 1000 do que em 2011 sozinho. Cidades tradicionais perderam força, enquanto outras conseguiram reagir. Fortaleza, Teresina, Niterói, Juiz de Fora e Uberlândia se destacaram pela capacidade de manter desempenho acima da média. Já São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador registraram queda significativa mesmo mantendo tradição no exame. 

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José Verá lança livro ‘Mbya Nhenhandu Reko – a essência da sabedoria guarani’ neste sábado (21)

Por:Sul 21
20 de Março de 2026, 14:45

Aos 75 anos, José Verá lança o livro “Mbya Nhenhandu Reko, a essência da sabedoria guarani”, em que conta um pouco da história de sua vida, de sua aldeia e de seu povo. A inauguração da campanha de lançamento do livro acontece neste sábado (21), na Feira de Agricultores Ecologistas (FAE), na Banca do Meio, primeira quadra da Rua José Bonifácio, Porto Alegre, às 9h. O evento conta com bate-papo com o artista e presença de intérprete em Libras. Os exemplares também podem ser adquiridos na livraria Via Sapiens (R. da República, 58).

Na conclusão do lançamento e circulação do livro “Nhemombaraete Reko RaꞋi” (2021), José Verá foi presenteado com um conjunto de papéis em alta gramatura e materiais de desenho com diversas cores e texturas. Na visita seguinte da equipe não indígena à aldeia Tekoa Yvyty Porã (Aldeia Campo Molhado, Terra Indígena Guarani Barra do Ouro), localizada em Maquiné (RS), os materiais já estavam todos cobertos de desenhos, grafismos, colagens e seres mitológicos. Passados cinco anos, um novo livro toma forma.

Em desenhos, José apresenta plantas, animais e divindades, compartilhando a cosmologia guarani com o leitor. Os contos foram transmitidos oralmente ao professor guarani Francisco Alves, que transcreveu em língua guarani e a traduziu para o português. Publicado pela editora Riacho, o livro foi produzido de forma colaborativa entre a comunidade guarani da Tekoa Yvyty Porã e a equipe não indígena.

A arte e sabedoria de José Verá vem repercutindo e ganhando espaço em exposições de arte e feiras de literatura. Recentemente, o MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul – adquiriu sete obras do artista para o seu acervo. Com abertura prevista para abril, o museu inaugura, no primeiro andar, uma exposição da arte de José Verá, a primeira montagem individual de um artista indígena que reside no Rio Grande do Sul.

Serviço

Lançamento de “Mbya Nhenhandu Reko”, novo livro de José Verá

Quando: 21/03 (sábado), às 9h

Onde: na Banca do Meio da FAE – Feira dos Agricultores Ecologistas (Rua José Bonifácio, Porto Alegre)

Entrada franca

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Hugo Souza, do Corinthians, é convocado para substituir Alisson na Seleção

20 de Março de 2026, 14:31

O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, foi convocado nesta sexta-feira (20) para a Seleção Brasileira de Futebol. A decisão partiu do técnico Carlo Ancelotti, que chamou o atleta para substituir Alisson Becker, cortado após sofrer uma lesão em partida contra o Galatasaray, pela Liga dos Campeões da UEFA. Leia em TVT News.

A convocação marca um momento importante na carreira de Hugo Souza, de 27 anos, que passa a integrar o grupo que disputará os amistosos da próxima Data Fifa. A equipe brasileira enfrentará as seleções da França e da Croácia, em jogos programados para as cidades de Boston e Orlando. Os confrontos são considerados os últimos testes antes da disputa da Copa do Mundo FIFA de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.

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Além de Hugo Souza, Ancelotti contará com Bento e Ederson como opções para o gol brasileiro. A disputa por posição se intensifica com a proximidade da convocação final para o Mundial, prevista para o dia 18 de maio, quando será definida a lista dos jogadores que representarão o país na competição.

A estreia do Brasil na Copa do Mundo está marcada para o dia 13 de junho, diante da seleção do Marrocos. Antes disso, a equipe ainda realizará amistosos preparatórios contra Panamá e Egito, em uma fase decisiva de ajustes táticos e definição do elenco.

A convocação de Hugo Souza ocorre em meio a uma lista ampla divulgada por Ancelotti, que reúne jogadores que atuam no futebol brasileiro e no exterior. Entre os nomes chamados estão atletas experientes e jovens promessas, compondo um grupo que busca equilíbrio entre renovação e consistência para a disputa do principal torneio do futebol mundial.

Na defesa, destacam-se jogadores como Marquinhos e Gabriel Magalhães, enquanto o meio-campo conta com a experiência de Casemiro. No ataque, nomes como Vinicius Junior e Raphinha reforçam o potencial ofensivo da equipe.

A presença de Hugo Souza entre os convocados amplia a concorrência no gol e representa uma oportunidade para o jogador do Corinthians se firmar no cenário internacional. Com desempenho em ascensão, o goleiro terá nos amistosos a chance de demonstrar sua capacidade e buscar um lugar definitivo na lista que disputará a Copa do Mundo de 2026.

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Copa Libertadores 2026: confira o caminho dos clubes brasileiros

20 de Março de 2026, 13:51

A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) sorteou nesta quinta-feira (19) os grupos da Copa Libertadores da América. O Flamengo, atual campeão da competição, ficou no Grupo A ao lado de Estudiantes (Argentina), Cusco (Peru) e Independiente Medellín (Colômbia). Leia em TVT News.

Outra equipe brasileira na competição é o Fluminense, que ficou no Grupo C, no qual medirá forças com Bolívar (Bolívia), Deportivo La Guaira (Venezuela) e Independiente Rivaldalvia (Argentina). No Grupo D o Cruzeiro está ao lado de Boca Juniors (Argentina), Universidad Católica (Chile) e Barcelona (Equador).

⭐🏆 Em busca da #GloriaEterna! Assim ficou a Fase de Grupos da CONMEBOL #Libertadores.

🤔 Gostou dos rivais do seu time? pic.twitter.com/pI9Jtw8Hj6

— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) March 20, 2026

No Grupo E o Corinthians terá pela frente Peñarol (Uruguai), Santa Fe (Colômbia) e Platense (Argentina). Outra equipe paulista na Libertadores é o Palmeiras, que está no Grupo F com Cerro Porteño (Paraguai), Junior (Colômbia) e Sporting Cristal (Peru).

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O último representante brasileiro na principal competição de clubes do continente é o Mirassol, que enfrentará no Grupo G a LDU (Equador), o Lanús (Argentina) e o Always Ready (Bolívia).

Agência Brasil

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Haddad deixa ministério e confirma pré-candidatura ao governo de São Paulo

20 de Março de 2026, 13:11

Em um café com jornalistas realizado nesta sexta-feira, em São Paulo, o pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad, comentou sua decisão de deixar o Ministério da Economia para disputar a eleição deste ano contra o atual governador, Tarcísio de Freitas. Confira mais em TVT News.

Sua candidatura, embora esperada, ainda gerava dúvidas diante das especulações de que o vice-presidente, Geraldo Alckmin, poderia ser o nome apoiado pelo presidente Lula em São Paulo. Esse, aliás, foi o tema mais recorrente entre as perguntas dos jornalistas presentes.

Fernando Haddad iniciou a conversa destacando que já não está mais à frente do Ministério da Economia e que a decisão foi publicada na manhã desta sexta-feira no Diário Oficial da União.

Após o anúncio, Haddad afirmou que o encontro com jornalistas é importante para garantir que a população tenha acesso a informações corretas e para aprimorar a relação com a imprensa. Ele também destacou que a campanha de 2022 foi elogiada pelo alto nível do debate e disse que pretende manter esse padrão em 2026, sem calúnias ou desinformação.

A primeira pergunta tratou da escolha do vice para a chapa em São Paulo. Haddad afirmou que ainda não iniciou uma rodada de conversas com lideranças políticas, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Ainda não fiz as conversas que pretendo ter com Márcio França, Caio França, Geraldo Alckmin, Tabata Amaral, Guilherme Boulos, Erika Hilton, Juliano Medeiros e Marina Silva”, disse.

Segundo ele, diversos encontros já estavam pré-agendados, mas foram adiados. “Muitas pessoas queriam já ter conversado comigo, e eu pedi um pouco de paciência”, afirmou. Haddad acrescentou que pretende alinhar sua posição dentro do governo antes de avançar no diálogo político. “Quero me acertar internamente, conversar primeiro com Lula e aprofundar qual é a melhor posição, onde posso ser mais útil.”

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Pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad, em coletiva com jornalistas na capital. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

Ao abrir a rodada de perguntas, o primeiro questionamento foi sobre a crise no preço dos combustíveis. Apesar da decisão do governo de zerar impostos federais, como PIS/Cofins sobre o diesel, para evitar uma paralisação de caminhoneiros — que vem sendo anunciada nas últimas semanas —, boa parte dos estados se recusou a fazer o mesmo em relação ao ICMS, o que poderia atenuar a alta provocada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Haddad afirmou que o governo do presidente Lula acertou ao zerar impostos sobre combustíveis em meio a um cenário de conflitos. Segundo ele, o mundo vive um momento “dramático”, com uma guerra que afeta não apenas o comércio de combustíveis, mas também a circulação de outros bens e serviços.

Ele ressaltou que o aumento promovido pela Petrobras atingiu apenas o diesel e que não há justificativa para reajustes em outros combustíveis, como a gasolina. “Não há razão para aumento nem de gasolina nem de diesel, já que foi compensado pelas medidas que o governo tomou”, disse.

De acordo com o ex-ministro, cabe agora aos órgãos de fiscalização coibir abusos. “Agora cabe aos órgãos de fiscalização impedir, na forma da lei, a abusividade de preços. É o que compete ao governo neste momento”, afirmou.

Ele também comentou a relação com os estados e criticou medidas adotadas anteriormente. “Afastamos qualquer possibilidade de medida semelhante à que Bolsonaro tomou em 2022, quando retirou recursos dos governadores ao zerar o ICMS por lei federal”, afirmou.

Questionado sobre a equipe de campanha e quem deve contribuir para a elaboração de sua plataforma eleitoral em 2026, Haddad disse que ainda não definiu nomes, mas ressaltou que São Paulo reúne profissionais qualificados para colaborar com o plano.

“Não falta interesse e inteligência em São Paulo. Nas comunidades, nas favelas, na universidade, na classe artística e científica há gente da melhor qualidade pensando em soluções para os problemas que enfrentamos”, afirmou.

Embate com Tarcísio de Freitas

Ao comentar a disputa política em São Paulo, Haddad afirmou que não vê mais uma vantagem consolidada de seu principal adversário, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Questionado sobre as estratégias para enfrentar a preferência de parte do eleitorado pelo atual governador, disse ter mudado de avaliação. “Não acho isso. Já pensei assim, mas agora vejo muitas vulnerabilidades e uma falta de encantamento em São Paulo com o destino do estado e até com a própria gestão”, afirmou.

Para Haddad, os últimos quatro anos da gestão de Tarcísio deixaram marcas de retrocesso em diversas áreas. Como candidato, disse que pretende conduzir um debate de alto nível.

“Vou me basear sempre em dados, em informações de vocês e em dados oficiais para fazer um diagnóstico do que o estado está perdendo e do potencial que tem para superar suas dificuldades, especialmente nas áreas de segurança e educação. Estou muito preocupado com o que tenho visto”, afirmou.

Segurança pública como tema central da campanha

Questionado sobre o aumento dos casos de feminicídio em São Paulo — que registra alta desde o início da série histórica, em 2018, passando de 253 casos em 2024 para 270 em 2025, um crescimento de 6,7%, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) —, Haddad fez uma crítica direta a Tarcísio.

Segundo ele, o governador prometeu, em 2022, ampliar os investimentos no combate à violência de gênero, mas reduziu significativamente os recursos destinados à área no orçamento de 2026.

Apoio de Lula na campanha em São Paulo

Ao ser questionado sobre a participação do presidente Lula na campanha, Haddad afirmou que, diferentemente de 2022, o comitê eleitoral do presidente não será sediado em São Paulo, o que pode dificultar a logística conjunta. Ainda assim, disse esperar que Lula visite o estado e que, nessas ocasiões, possam dividir o palanque.

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Haddad busca vice ligado ao agro para se fortalecer no interior de SP

20 de Março de 2026, 09:02
Brasília (DF), 13/01/2026 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, participa do lançamento da plataforma digital da Reforma Tributária, na sede do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
Por Caio Spechoto e Augusto Tenório (Folhapress) – Escolhido pelo presidente Lula (PT) para disputar o Governo de São Paulo e de saída do Ministério da Fazenda, o petista Fernando Haddad busca um vice próximo ao agro para compor sua chapa. A ideia é tentar fortalecer a candidatura petista no interior do estado. Haddad foi […]

Resultado da Mega-Sena 2986: confira sorteio de 19 de março

19 de Março de 2026, 21:05

Confira os números sorteados do concurso 2.986 da Mega Sena. Aqui você confere as dezenas do sorteio da Mega-Sena de 19 de março, realizado pelas Loterias Caixa. Leia em TVT News

O prêmio está acumulado em R$ 3 milhões

Números sorteados da Mega Sena 2986

Resultado Mega Sena 2986: 01 – 05 – 13 – 26- 41 – 53

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.986

Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 19 de março e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve ganhadores

5 acertos (quina)

33 apostas ganhadoras, R$ 30.740,63

4 acertos (quadra)

2.117 apostas ganhadoras, R$ 789,87

Confira quais foram as apostas vencedoras.

Como fazer aposta na Mega-Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.

O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.

Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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Cinemateca Capitólio comemora 11º aniversário com exibição do clássico nacional ‘Um Céu de Estrelas’

Por:Sul 21
19 de Março de 2026, 18:33

Na próxima sexta-feira (27), data em que comemora o seu 11º aniversário, a Cinemateca Capitólio realiza a primeira exibição de um clássico do cinema brasileiro “Um Céu de Estrelas” (1996), recentemente restaurado em 4K. É o primeiro longa da diretora Tata Amaral, que também marcou a estreia no cinema da atriz gaúcha Leona Cavalli. A exibição será às 20h.

O filme conta a história de Dalva, jovem cabelereira que vive no bairro operário da Mooca, na Zona Sul da Grande São Paulo, junto com a mãe. Ela acaba de ganhar uma viagem para Miami num concurso de penteados e vê no prêmio a sua chance para mudar de vida. Dalva, no entanto, ainda não sabe como contar a novidade para a mãe.

Além de revelar os nomes da diretora Tata Amaral e da atriz Leona Cavalli, “Um Céu de Estrelas” ganhou notoriedade por marcar a chegada de uma nova geração de diretoras mulheres no cinema brasileiro, da qual Tata Amaral se tornaria uma das figuras mais importantes.

Instituição dedicada à preservação e difusão do cinema gaúcho, a Cinemateca Capitólio tem por costume celebrar o seu aniversário todos os anos exibindo em primeira mão no Rio Grande do Sul algum clássico do cinema brasileiro recentemente restaurado.

A atração escolhida para este ano é um dos títulos mais marcantes do Cinema da Retomada, “Um Céu de Estrelas”, que em 2026 comemora seu 30º aniversário de lançamento.

Serviço

O que: Sessão especial do filme “Um Céu de Estrelas” (1996), de Tata Amaral
Brasil, 1996, 80 minutos. Com Alleyona Cavalli, Paulo Vespúcio, Néa Simões e Lígia Cortez

Quando: Sexta-feira, 27 de março

Horário: 20h

Entrada franca (retirada de senhas 30 minutos antes da sessão)

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Lula na Caravana Federativa em São Paulo: “Prefeitos, não tenham medo de cobrar”

19 de Março de 2026, 17:34

O presidente Lula participou nesta quinta-feira, 19 de março, da abertura da 17ª Caravana Federativa, em São Paulo (SP). O Governo do Brasil anunciou entregas e investimentos em diferentes áreas, como saúde, mobilidade urbana, habitação, educação e segurança pública, com iniciativas vinculadas ao Novo PAC. Leia em TVT News.

“É por isso que essa caravana é importante, porque aqui vocês vão em tempo real. Vá lá, procure a sua cidade, veja o que você reivindicou, veja o que que nós prometemos e veja o que está acontecendo. Não precisa ser prefeito não, pode ser o secretário do prefeito que tiver aqui. Vá atrás das coisas da sua cidade”, disse Lula.

O encontro reúne prefeitos, vereadores e gestores municipais para apresentar programas, serviços e oportunidades oferecidos pelo Governo do Brasil. Lula incentivou os prefeitos a cobrarem do governo a implementação das medidas anunciadas. “No governo é assim: a gente decide e a gente tem que cobrar. E vocês, prefeitos, têm que cobrar de nós. Não tenham medo de cobrar”, afirmou.

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“Essa caravana é uma coisa maravilhosa porque é o Governo Federal se despir no chão onde os prefeitos e as prefeitas pisam e dizer: cobre de nós. Está aqui a bancada toda de funcionários. Cobre, para ver se a gente consegue fazer as coisas acontecerem com maior rapidez”, registrou Lula.

Durante a Caravana Federativa em São Paulo, o presidente Lula sancionou duas leis. A primeira é o Projeto de Lei Complementar nº 14, que prevê um incentivo de mais de R$ 1,1 bilhão em créditos tributários para empresas participantes do regime especial da indústria química, o chamado REIQ. O projeto reduz as alíquotas para indústrias químicas e petroquímicas participantes deste regime especial até sua migração para um novo regime com vigência em 2027. 

“São R$ 3,1 bilhões para a indústria petroquímica e química. E veio no momento exato porque, infelizmente, com a guerra, aumentou o preço de gás natural, de insumos para a indústria química. Reduz os impostos federais para os insumos da indústria química para melhorar a competitividade e parceria de investimento para inovação e eficiência energética”, explicou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin.

O outro projeto sancionado foi o PL 2.213/2025, que amplia os investimentos voltados à agricultura familiar. A norma direciona recursos que estão disponíveis no Fundo Garantidor de Operações (FGO) para garantir operações do Pronaf, somando mais R$ 500 milhões. 

APROXIMAÇÃO — Organizada pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI), a Caravana Federativa aproxima o Governo do Brasil dos municípios, com a apresentação de políticas públicas, programas e oportunidades de financiamento voltadas ao desenvolvimento local.

A ministra da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Gleisi Hoffmann, destacou que as Caravanas Federativas já passaram por 16 estados, alcançando 3 mil municípios. “É uma alegria muito grande chegar aqui em São Paulo com a Caravana Federativa. É um grande encontro entre o Governo Federal e os municípios de todas as regiões do estado. Temos aqui 430 municípios representados, com mais de 4,3 mil inscritos, que durante esses dois dias vão poder visitar os nossos estantes”, afirmou.

INVESTIMENTO EM SÃO PAULO — A ministra também fez um balanço dos programas sociais no estado de São Paulo na atual gestão. Na habitação, já são mais de 587 mil moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha vida. No acesso à saúde, os profissionais do programa Mais Médicos mais que dobraram, passando de 1.465 médicos para 3.565 médicos em 2025 e o Farmácia Popular já distribuiu remédios para 10 milhões de pessoas. 

Na educação, 539 mil estudantes já foram atendidos pelo programa Pé-de-Meia e 13 novos institutos federais serão construídos. O estado já recebeu mais de R$ 1 bilhão em investimentos para a Cultura. Com o Novo PAC, foram destinados R$ 153 bilhões, executados em 699 empreendimentos concluídos até dezembro de 2025. 

“E ainda tem muitas obras em andamento em todas as áreas. Investimentos produtivos, financiamento à agricultura, R$ 106 bilhões para apoiar a produção agrícola, além de créditos para micro e pequenas empresa”, destacou a ministra.

COOPERAÇÃO — Fernando Haddad, ministro da Fazenda, ressaltou a importância da cooperação entre União, estados e municípios para o fortalecimento da economia e para a melhoria das políticas públicas. “Nós não podemos perder de vista a recuperação do pacto federativo. Essa recuperação é essencial. Está sendo o segredo da nossa economia agora. É muito importante ver essa casa cheia, tanta gente aqui representando os municípios, porque é esse espírito que tem que nortear a parceria dos eleitos em proveito da população”, disse Haddad.

DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO — No evento, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar anunciou um contrato de crédito de R$ 54 milhões para 977 operações no estado de São Paulo, no âmbito do Programa Nacional da Reforma Agrária (PNRA). Os recursos contemplam crédito habitacional, apoio à instalação de assentamentos e compras por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

MORADIA E MOBILIDADE — Durante os dois dias de Caravana, o Governo do Brasil fará outros anúncios para o estado de São Paulo. O Ministério das Cidades apresentou avanços do Minha Casa, Minha Vida, com foco em pequenos municípios. Também assinou contratos para dois municípios paulistas com menos de 50 mil habitantes, somando R$ 4,2 milhões em investimentos para a construção de 30 unidades habitacionais.

Foi autorizado o início de obras em 11 municípios do estado de São Paulo, igualmente com menos de 50 mil habitantes. A iniciativa prevê R$ 37,5 milhões em recursos e a construção de 285 moradias. Na área de mobilidade urbana, foi assinada uma portaria de seleção para aquisição de 83 ônibus elétricos para a cidade de São Paulo, com investimento de R$ 118 milhões.

SAÚDE — Na área da saúde, as entregas beneficiam mais de 16 milhões de pessoas no estado de São Paulo com recursos do Novo PAC Saúde e vão fortalecer o programa Agora Tem Especialistas. Foram entregues 46 ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para ampliação da estrutura de atendimento na capital paulista e em mais oito cidades; 36 combos de equipamentos para Unidades Básicas de Saúde; e dois combos de cirurgias à rede SUS. As entregas vão ampliar o acesso a serviços de urgência, saúde primária, saúde bucal e procedimentos cirúrgicos.

MUNICÍPIOS — O presidente da Associação de Municípios de Médio e Pequeno Porte de São Paulo, José Adinan, destacou a importância da Caravana Federativa como instrumento de aproximação entre Governo e municípios, contribuindo para destravar demandas e resolver diversos gargalos administrativos. 

“Vocês não sabem como movimentos como essa Caravana Federativa impactam nos municípios. Temos prefeitos e dezenas de técnicos que vão resolver a situação de vários convênios e liberar recursos para os municípios. Daqui vão sair centenas de obras que vão melhorar a vida da população. Isso é o maior presente pra gente que se dedicou para essa caravana acontecer”, afirmou.

EDUCAÇÃO E CIÊNCIA — Para a educação paulista, foi anunciada a aquisição do prédio e a reforma do Instituto Federal de Cotia, com investimento de R$ 46 milhões. Já o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) entregou quatro linhas de luz do acelerador de partículas Sirius, em Campinas, com investimentos que somam R$ 230 milhões. Três dessas linhas (Quati, Sapucaia e Sapê) fazem parte da Fase I do projeto, iniciada em 2022, com investimento de R$ 200 milhões. A quarta linha integra a Fase II, iniciada em 2023 no âmbito do Novo PAC, com investimento de R$ 30 milhões, correspondente à linha Tatu.

GÁS DO POVO — Para o Gás do Povo, foram destinados R$ 5,1 bilhões em 2026 para a iniciativa do Governo do Brasil que amplia e fortalece o acesso ao gás de cozinha para famílias de baixa renda.

NAVEGAÇÃO SEGURA — Também foram repassados R$ 68 milhões para a conclusão da obra de derrocagem do canal de Nova Avanhandava, na hidrovia do Tietê. O projeto busca garantir navegação segura durante todo o ano e ampliar a flexibilidade operacional da usina hidrelétrica local e do Sistema Interligado Nacional.

RECICLAGEM — O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima realizou a entrega de equipamentos para cooperativas e associações de catadoras e catadores de materiais recicláveis, com investimento de R$ 3,8 milhões. Foram contemplados cinco projetos nos municípios de Lençóis Paulista, Orlândia, Bauru, Araraquara e São Paulo, com equipamentos como prensa hidráulica enfardadeira vertical e caminhão zero quilômetro para coleta seletiva.

INCLUSÃO DIGITAL — Na inclusão digital, o Ministério das Comunicações doou 2 mil computadores para entidades responsáveis pela criação de Pontos de Inclusão Digital, com investimento de R$ 2 milhões.

GESTÃO E INOVAÇÃO – O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos realizou a cessão gratuita de 14 imóveis no estado de São Paulo, sendo nove destinados a prefeituras e cinco a organizações da sociedade civil. Também foram assinados ações de cooperação institucional, incluindo a adesão da Escola de Governo do Estado de São Paulo ao programa Enap Aqui, com lançamento de quatro turmas de formação.

PARTICIPAÇÃO SOCIAL — A Secretaria-Geral da Presidência da República promoverá a adesão de prefeituras da Região Metropolitana de São Paulo ao Pacto pelo Desenvolvimento Sustentável – Meu Município pelos ODS. Também foi incentivada a adesão de municípios ao ID Jovem, documento virtual gratuito destinado a jovens de 15 a 29 anos de baixa renda inscritos no CadÚnico, que garante meia-entrada em eventos culturais e esportivos e vagas gratuitas ou com desconto no transporte interestadual.

CRÉDITO — A Caixa Econômica Federal, em parceria com o Banco Mundial, anunciou uma linha de crédito de US$ 500 milhões voltada ao financiamento de projetos de transição energética e eletromobilidade. Na ocasião, foi assinada a parceria para um projeto piloto com o município de Praia Grande.

CORREIOS – Os Correios lançaram um selo comemorativo do Mercosul, em homenagem ao pano brasileiro, especialmente à chita, tecido de inspiração indiana que chegou ao país no século XVII e teve sua primeira produção nacional em Minas Gerais.

CARAVANA FEDERATIVA — A programação segue até esta sexta-feira (20/3) e inclui uma feira de serviços e inovações do Governo do Brasil, com a participação de mais de 30 ministérios e autarquias federais. Nos estandes, prefeitos e equipes técnicas podem esclarecer dúvidas sobre convênios, obras e políticas públicas.

O evento também oferece oficinas temáticas e espaços de diálogo federativo, com orientações sobre programas como o Minha Casa, Minha Vida, além de informações sobre linhas de financiamento e instrumentos de apoio à gestão municipal.

Via Planalto

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O presidente Lula participa da abertura da 17ª Caravana Federativa com a entrega de veículos e equipamentos nas áreas da Saúde e Segurança Pública, em São Pa...

“Homens contra o feminicídio”: ato no ABC chama homens à responsabilidade

19 de Março de 2026, 16:21

Dados de 2025 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostram que 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, um crescimento de 4,7% em relação ao ano anterior. Apesar da criação de diversas medidas de combate à violência contra a mulher, os números continuam em alta. Diante disso, o que ainda falta para mudar esse cenário? A aposta das metalúrgicas do ABC é falar diretamente e de forma franca com os homens. Confira mais em TVT News.

A Comissão de Mulheres do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC promoveu, nesta quinta-feira (19), o ato “Homens contra o Feminicídio”, iniciativa que busca envolver homens na luta pelo fim da violência contra as mulheres. A mobilização ocorreu na sede do sindicato, em São Bernardo do Campo (SP).

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Metalúrgicas e Metalúrgicos se concentraram no Salão Nobre do Sindicato em São Bernardo do Campo – SP. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

Andrea Ferreira de Sousa, diretora executiva do sindicato, explicou que a ação surgiu das próprias mulheres metalúrgicas, a partir de conversas nas fábricas. Segundo ela, enquanto as mulheres vêm aprendendo sobre o ciclo da violência, muitos homens ainda ignoram o problema.

“Todo mês de agosto falamos sobre violência, por causa do aniversário da Lei Maria da Penha. Então, as mulheres começaram a dizer: ‘não falem mais conosco, falem com os homens’. A partir disso, pensamos na iniciativa. Neste ano, com o aumento dos casos de feminicídio, a situação ficou insustentável, o que nos levou a promover ações de conscientização dentro das fábricas, com os trabalhadores”, afirmou.

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Andrea Ferreira de Sousa, Diretora Executiva do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, participou da elaboração da cartilha, que propõe um bate papo direto com os homens sobre violência de gênero. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News

O ato também marcou o lançamento da cartilha “Papo de homem: Violência contra a mulher – Temos que dar um fim!”. Produzido pelo sindicato, o material propõe um diálogo direto com os homens, incentivando a reflexão sobre a realidade de milhares de mulheres que enfrentam violência dentro e fora de casa.

Para o presidente do sindicato, Moisés Selerges, é fundamental que os homens participem desse debate, já que são responsáveis pela maioria das agressões. Segundo o Atlas da Violência, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 8 em cada 10 casos são cometidos por homens.

“Precisamos fazer esse debate com os homens para que isso não aconteça. É inadmissível aceitar a violência contra a mulher neste país”, declarou Selerges.

A ministra das Mulheres do governo Lula, Márcia Lopes, também participou do evento. Antes do ato, ela se reuniu com representantes do sindicato e movimentos de mulheres do ABC, que relataram dificuldades para avançar nas políticas de enfrentamento à violência de gênero na região.

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Márcia Lopes – Ministra das Mulheres, conversa com representantes de movimentos populares do ABC Paulista. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

Para se ter uma ideia, o Grande ABC conta com apenas cinco Delegacias da Mulher e, até o início deste ano, muitas não ofereciam atendimento 24 horas. Cidades próximas, como Ribeirão Pires, ainda não dispõem do serviço. Esse cenário reflete a falta de investimentos no estado de São Paulo.

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) propôs, para este ano, um orçamento para a Secretaria das Mulheres 54,4% menor do que o aprovado em 2025. Além disso, recusou-se a aderir ao Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, promovido pelo governo federal, que prevê cerca de R$ 200 bilhões para fortalecer a segurança pública e a rede de atendimento nos estados.

O deputado estadual Teonílio Barba (PT-SP), ligado aos metalúrgicos do ABC, também esteve presente e criticou o cenário.

“Tarcísio Gomes de Freitas é um bolsonarista que não tem atenção ao combate à violência contra a mulher. Por isso, apresentamos um projeto em São Paulo para o enfrentamento ao feminicídio e convidamos vereadoras a levarem a proposta para suas cidades. Agora vamos dialogar com vereadores homens para que também apresentem esse projeto”, afirmou.

Atenta às demandas da região, a ministra Márcia Lopes anunciou que o governo federal deve implementar, em breve, com apoio do Consórcio Intermunicipal Grande ABC, a primeira Casa da Mulher Brasileira na região. O espaço oferecerá atendimento humanizado e integrado, 24 horas, para mulheres em situação de violência doméstica.

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Ministra Márcia Lopes e presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Moisés Selerges. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

“São inúmeras iniciativas que o ministério vem desenvolvendo, em conjunto com outros órgãos do governo federal, por orientação do presidente Lula. Vamos seguir nesse pacto e esperamos que o estado de São Paulo também o assuma. Caso contrário, a sociedade civil, as instituições e os sindicatos seguirão mobilizados”, concluiu.

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India arrests Ukrainian and US mercenaries: What we know so far

Por:RT
17 de Março de 2026, 17:04

New Delhi’s anti-terror agency has taken custody of seven people for allegedly training and supplying weapons to insurgents in Myanmar

Six Ukrainians and a US citizen were taken into custody by India’s anti-terror agency on Friday, March 13, for their alleged links with insurgents in Myanmar and subversive activities in India’s northeast region, bordering Myanmar, Nepal, Bhutan, China and Bangladesh.

On Monday, a special National Investigation Agency (NIA) court at Patiala House Courts in Delhi ordered their detention until March 27 under the Unlawful Activities (Prevention) Act (UAPA), which punishes conspiracy, advocacy, abetment, or facilitation of a terrorist act or any preparatory act, according to the ANI news agency.

#WATCH | Special NIA Court at Patiala House Court remanded 6 foreigners in 11 days of National Investigation Agency (NIA) custody. They were produced before the NIA court.

It is alleged that they came to India on a visa and then entered Mizoram, which is a protected area.… pic.twitter.com/s7bXItPLTx

— ANI (@ANI) March 16, 2026

What does the probe claim?

The NIA probe, according to documents seen by RT India, focuses on the illegal entry of the individuals to the Indian state of Mizoram, where foreign nationals are required to obtain a special permit, as well as illegal crossing into Myanmar “with the intention of carrying out a pre-scheduled training for Myanmar-based Ethnic Armed Groups (EAGs).”

These insurgent groups are reportedly linked to rebel outfits in India’s northeast region, which has been marred by violence for decades, but particularly in recent years. For instance, the state of Manipur has been in the headlines since 2023 after deadly ethnic clashes killed hundreds and displaced thousands.

The NIA has also reportedly found evidence suggesting that multiple consignments of drones from Europe were delivered by the accused persons to individuals and groups in Mizoram. According to Indian Express, the NIA submitted before the court that the accused disclosed during interrogation that they were in “direct touch and abetted in their terrorist illegal activities by unknown terrorists carrying AK47 rifles.”

According to excerpts of the First Information Report (FIR) obtained by RT, the security agencies are also examining the phones of the detained “to unearth the conspiracy which was being hatched by accursed persons to use local ethnic groups of India to hamper national security of India.”

What do we know about the arrested foreigners?

While New Delhi is yet to issue any official statement on the arrests, documents obtained by RT reveal the names, nationalities, and locations of the arrested by the NIA. They have been identified as:

Matthew Aaron VanDyke (US citizen)

Petro Hurba (Ukrainian citizen)

Taras Slyviak (Ukrainian citizen)

Ivan Sukmanovskyi (Ukrainian citizen)

Marian Stefankiv (Ukrainian citizen)

Maksim Honcharuk (Ukrainian citizen)

Viktor Kaminskyi (Ukrainian citizen)

❗️RT INDIA EXCLUSIVE - NAMED: American & Ukrainian Nationals Arrested For Alleged 'Terror Training' In Myanmar

The American named, Matthew VanDyke, has appeared in at least two films - one about his activities in Libya, and another about his 'security' firm, Sons of Liberty… https://t.co/68tmeaRBtI pic.twitter.com/pf5v8mfK4z

— RT_India (@RT_India_news) March 17, 2026

How the arrests took place?

Of the six Ukrainians in the custody of the anti-terror agency, three were detained at the Delhi airport. The other three were nabbed by NIA agents at the airport in the northern city of Lucknow.

The US citizen was detained at an airport in Kolkata, the West Bengal state that is a key gateway to North Indian states.

All of the arrests took place on March 13, between 8 pm and midnight IST. This indicates that the intelligence agencies were on the trail of the suspects after gathering significant inputs, likely from Interpol or with foreign assistance or the help of foreign intelligence agencies.

Who is American mercenary Matthew VanDyke?

The US national, Matthew VanDyke, seems to relish the social media limelight. While the NIA is looking into a larger conspiracy, his name stands out. Believed to be a former US soldier, VanDyke previously appeared on the frontlines of the Libyan and later the Syrian conflicts.

The US mercenary’s X handle claims he fought in Libya and Ukraine and has run covert operations with a Venezuelan rebel commander since 2019. It also proclaims “FREE IRAN,” while offering little in the way of details.

The political statements on his X page also reveal a streak of right-wing affiliation, though there is not much credible evidence on this count.

VanDyke’s descriptor on his YouTube channel has a dash of a mercenary streak, laced with a camouflaged sprinkling of democratic aura by proclaiming that he is “preparing for an independent mission to Iraq during which he’ll train Iraqis to fight back against the Islamic State.” He claims that he is the founder of Sons of Liberty International (SOLI), a security firm that advises, trains, and supplies vulnerable populations to defend themselves against terrorists. A video titled ‘The Freedom Fighter’ shows men in camouflage undergoing armed training.

Another video, titled ‘Point and Shoot’, claims it is the official trailer for an award-winning film about the Libyan Revolution.

In one X post, VanDyke mentions his “friend” Sarah Ashton-Cirillo, a US transgender woman and ex-head of the Ukrainian Territorial Defense’s English-language propaganda.

VanDyke’s self-proclaimed claim to fame is his participation in the Libyan civil war as a foreign mercenary in the uprising against the late Muammar Gaddafi. Filmmaker, armed combatant, and rebel fighter are his other “illustrious” self-proclaimed roles.

He has a bachelor’s degree in political science from the University of Maryland, Baltimore County, according to his Wikipedia page

In 2004, he claims to have graduated from the Georgetown University School of Foreign Service with a master’s degree in security studies “with a Middle East concentration.”

Why is the NIA probe significant?

According to court documents, as cited by the media, the arrested Ukrainian national is part of larger group of 14 Ukrainians that had entered India on tourist visas on separate dates, and had flown to Guwahati, a capital of Assam state in India’s northeast, and a key hub in the region.

It is not immediately clear whether VanDyke is part of the group of Ukrainians or had any links with them. The NIA probe is likely to focus on those links, as well as pursue how the accused entered India and also restricted areas without the appropriate scrutiny.

Mizoram’s chief minister, Lalduhoma, alleged in 2025 that “thousands” of Western mercenaries linked to Kiev had crossed over to Myanmar via the state. “We have specific intelligence that the Ukraine war veterans travelled to Myanmar’s Chin State via Mizoram to train rebel outfits fighting the military junta,” Lalduhoma told the local assembly. He suggested that Mizoram was being used to cross into neighboring Myanmar to train militants and supply them with weapons after rules for obtaining special permissions to visit the state were relaxed in 2011 to boost tourism. The inflow of potential foreign mercenaries prompted the the Protected Area Permit to be reimposed in the state, local media reported.

The chief minister of the neighboring state of Manipur, N Biren Singh, in 2024 also suggested that authorities suspected the involvement of foreign mercenaries in the violence in the state, referring to combat forces linked to Myanmar. During that time, New Delhi announced it would be building a fence along the entire 1,643 kilometer (1,020-mile) long porous border with Myanmar. 

How did Ukraine respond?

The Ukrainian Foreign Ministry lodged an official protest with New Delhi on Tuesday, demanding the immediate release of its citizens and access to them. The ministry claimed there were no “established facts proving the involvement of the said Ukrainian citizens in unlawful activities on the territory of India or Myanmar.”

It also accused Indian and Russian media of publishing “distorted interpretations of the available facts.” According to the statement, the Ukrainian diplomatic mission in Delhi did not receive any official notification from the Indian authorities regarding the detention of Ukrainian citizens and consular access to the detainees was not provided. Kiev also pointed out that certain restricted-access zones in India for foreign nationals, entry to which is possible only with special permits, are not properly marked, which creates a risk of unintentional violations.

Nota Enem Treineiro: confira o resultado do Enem para treineiros

17 de Março de 2026, 07:25

O Inep divulga entre nesta terça, 17 de março,, as notas do Enem para treineiros. Confira como checar o resultado do Enem para treineiros com a TVT News.

Notas do Enem Treineiro

O resultado do Enem Treineiro 2026 para treineiros pode ser visto na Página do Participante do Inep.

Como acessar a nota do Enem Treineiro:

  • Acesse a Página do Participante do Enem.
  • Faça login com seu CPF e senha da conta Gov.br.
  • Procure pela opção de “Resultado” ou “Boletim” para ver suas notas e espelhos de redação.

Para que serve o Enem Treineiro

As notas de treineiros no Enem não são válidas para programas como Sisu, Prouni ou Fies, mas servem para autoavaliação e prática para o próximo exame.

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Página do Participante no Enem. Imagem: reprodução

Ficou com dúvida com a nota do Enem?

A TVT News publicou os gabaritos oficiais do Enem 2025, confira nos links abaixo

Qual a nota Enem para se inscrever no Prouni?

Nota 450 no Enem.

Para se inscrever no Prouni, é necessário que o estudante tenha o ensino médio completo; tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025 e/ou em 2024; tenha obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação do Enem.

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Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.

Quando abrem as inscrições do Enem 2026?

As inscrições para o ENEM 2026 ainda não foram abertas oficialmente, mas a expectativa é que ocorram entre maio e junho de 2026, seguindo o histórico dos anos anteriores, enquanto as provas devem ser aplicadas em novembro de 2026.

Primeiro colocado em Medicina na USP pelo Enem é filho de doméstica e pedreiro

Wesley de Jesus, de 23 anos, foi aprovado em primeiro lugar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, um dos cursos mais concorridos do país. Filho de uma trabalhadora doméstica desempregada e de um pedreiro, morador da periferia de Salvador, ele alcançou a vaga utilizando a nota do Enem pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), após cinco anos de preparação praticamente autodidata. 

Morador de Cajazeiras, um dos maiores conjuntos habitacionais do Brasil, Wesley cresceu em uma casa inacabada, sem laje ou pintura, onde divide dois quartos com os pais e três irmãos. Nenhum integrante da família cursou o ensino superior. Ele será o primeiro a entrar na universidade.

Sem condições de pagar cursinho ou comprar materiais novos, o estudante construiu sua rotina com apostilas usadas recebidas por doação, conteúdos gratuitos da internet e videoaulas no YouTube. Como não tinha computador em casa, estudava pelo celular antigo e passava os três turnos na escola pública para usar a sala de informática e um notebook cedido pela direção.

A disciplina virou regra. Wesley acordava às 5h e estudava até as 23h, muitas vezes avançando pela madrugada. O esforço se refletiu no desempenho: ele gabaritou três das quatro áreas do Enem, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, e obteve pontuação suficiente para liderar a lista de aprovados em Medicina.

Enem: Inep emitie certificado de conclusão do ensino médio

O pedido deverá ser feito on-line, na Página do Participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pelos candidatos com 18 anos ou mais que fizeram o Enem e atingiram a pontuação mínima exigida no edital para conquistar o certificado de conclusão do Ensino Médio. 

Cerca de 100 mil estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com o objetivo de obter a certificação do ensino médio podem pedir o certificado de conclusão do ensino médio.

Sisu, Prouni e Fies: qual a diferença?

por três programas coordenados pelo Ministério da Educação (MEC): o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Embora todos utilizem o desempenho no Enem como critério central, cada um tem objetivos, regras e públicos diferentes. Saber como funcionam é essencial para escolher o curso e o caminho mais adequado à realidade de cada candidato. Saiba os detalhes de cada um na TVT News.

Enem é a porta de entrada mais comum

A nota do Enem é o pilar dos três programas e é calculada pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), que considera não apenas os acertos, mas também a dificuldade das questões e a coerência das respostas. Para participar, é obrigatório não ter zerado a redação e não ter feito o exame como “treineiro”.

  • A partir deste ano, o Sisu passou a aceitar a melhor nota obtida entre as edições de 2023, 2024 ou 2025;
  • Já o Prouni utiliza uma das duas últimas edições do Enem;
  • O Fies aceita notas de qualquer edição a partir de 2010, desde que a média seja de pelo menos 450 pontos e a redação tenha nota maior que zero.

Sisu: vaga gratuita em universidade pública

O Sisu é voltado para o preenchimento de vagas em instituições públicas, como universidades federais e institutos federais, sem cobrança de mensalidades. A seleção é feita exclusivamente pela nota do Enem, respeitando o número de vagas e a modalidade de concorrência.

Pelo sistema de cotas, ao menos 50% das vagas são reservadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas, com recortes de renda, raça, etnia e para pessoas com deficiência. Outra característica é o incentivo à formação de professores: candidatos aprovados em cursos presenciais de licenciatura com média mínima de 650 pontos podem ter acesso ao programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que prevê auxílio financeiro mensal.

Prouni: bolsas em faculdades privadas

O Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas, integrais (100%) ou parciais (50%). Para a bolsa integral, a renda familiar per capita deve ser de até 1,5 salário mínimo; para a parcial, de até 3 salários mínimos. O programa é destinado a estudantes sem diploma de nível superior, prioritariamente concluintes do ensino médio em escola pública ou bolsistas na rede privada.

Além das chamadas regulares, o Prouni conta com lista de espera para bolsas não ocupadas. Professores da rede pública também podem concorrer a bolsas em cursos de licenciatura e pedagogia, sem exigência de comprovação de renda.

Fies: financiamento para pagar após a formatura

Diferente do Sisu e do Prouni, o Fies não oferece vaga nem bolsa, mas financiamento estudantil. O estudante cursa uma faculdade privada e começa a pagar o valor financiado após a formatura, conforme sua renda.

O programa oferece taxa de juros zero para quem tem renda familiar per capita de até 3 salários mínimos. Em 2026, o Fies Social reserva 50% das vagas para candidatos inscritos no CadÚnico, com renda de até meio salário mínimo por pessoa, permitindo financiar até 100% da mensalidade.

O que é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)

Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos.

Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

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Pesquisadores e movimentos denunciam impactos da contrarreforma do ensino médio nos IFs

16 de Março de 2026, 16:42

Mais de 200 pesquisadores, educadores e lideranças de movimentos sindicais e sociais de todo o país divulgaram a Carta de Vitória em Defesa da Rede Federal e do Ensino Médio Integrado nesta segunda-feira, 16. O documento denuncia os impactos da contrarreforma do ensino médio sobre os Institutos Federais e a educação pública. A íntegra do documento pode ser acessada abaixo. Leia em TVT News.

A carta foi aprovada ao final do I Seminário Nacional de Pesquisa sobre a Contrarreforma do Ensino Médio na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, realizado entre os dias 10 e 12 de fevereiro, em Vitória (ES), que reuniu pesquisadores e representantes de movimentos sociais de diferentes regiões do país.

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O documento reúne resultados de pesquisas que analisam criticamente os efeitos da reforma do Ensino Médio iniciada em 2016 e aponta retrocessos no direito à formação humana integral da juventude e da classe trabalhadora. Mesmo após alterações legislativas recentes, os pesquisadores avaliam que os fundamentos da reforma permanecem, mantendo a redução da formação geral em cursos técnicos e reforçando a flexibilização curricular.

A carta também alerta para o subfinanciamento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Dados apresentados no seminário indicam que o número de matrículas quase dobrou nos últimos anos, enquanto o orçamento permaneceu praticamente estagnado, o que pressiona a capacidade das instituições de manter a qualidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Além da denúncia, o documento apresenta 18 propostas para fortalecer o Ensino Médio Integrado e a Rede Federal, entre elas a ampliação do orçamento da rede, a garantia de autonomia pedagógica das instituições e a criação de políticas públicas de incentivo à formação integrada.

Os signatários afirmam que a defesa do Ensino Médio Integrado e da Rede Federal está diretamente ligada à garantia do direito à educação pública e de qualidade. “Ensino Médio Integrado é direito inalienável. A Rede Federal de EPT é patrimônio do povo brasileiro”, conclui o documento.

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Sem Neymar, Ancelotti anuncia a convocação da Seleção Brasileira

16 de Março de 2026, 15:00

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, faz a última convocação antes da Copa do Mundo de 2026. Confira a lista de convocados da seleção com a TVT News.

Destaques da convocação da seleção brasileira

  • Dia 18 de maio sai a lista final para a Copa do Mundo
  • Neymar ficou de fora da última lista antes da Copa
  • Hugo Souza (Corinthians) não está entre os convocados
  • Ancelotti disse que convocou quem está jogando bem e em condições físicas
  • Rayan é convocado pela primeira vez
  • Outros jogadores também foram convocados pela primeira vez: Igor Thiago, Gabriel Sara e Leo Pereira

Quem foi convocado para a Seleção Brasileira

Confira a lista de convocados para a Seleção Brasileira

Goleiros

Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe)

Defesa

Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (ARSENAL), Ibañez (Al-Ahly), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma)

Meio Campo

Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Gabriel Sara (Galatasaray)

Atacantes

Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henriquie (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr. (Real Madrid), João Pedro (Chelsea)

Ao vivo: convocação da Seleção Brasileira

O que disse Ancelotti sobre a lista de jogadores convocados

“A explicação da lista é que depende muito das lesões, obviamente. É uma lista criada com jogadores que estao 100% de condição física. Todos que estão jogando, já que temos lesões importantes, como Militão, Bruno Guimarães, Estevão, Rodrygo, que desejamos uma rápida recuperação”

Mas é uma lista de quem esta bem fisicamente, porque vamos jogar dois jogos muito importantes, de intensidade, com um prazo muito curto, incluindo a viagem. Então preferi chamar quem está 100%. Levando em conta também a posição de alguns jogadores que não conheço, como Ibañez, Bremer, Rayan, Danilo, Gabriel Sara. É uma ultima oportunidade de conhecer eles e fazer uma lista final com a ideai mais clara possível”disse Ancelotti.

“Quando chamamos jogadores novos não é porque queremos ver como se preocupa no campo, isso já sabemos. Queremos saber como ele se incorpora no nosso ambiente, seu caráter, em todos os jogadores novos é isso que vamos ver. Sabemos perfeitamente com está jogando, porque temos avaliações de cada jogador que está e não está na lista. de cada jogador que não esta em nenhuma lista nesse ano. Estamos avaliando todos. Em nível técnico todo, em questão de caráter, quero saber mais. Também jogadores que merecem estar, porque estão atuando bem no seu campeonato, como Endrick, Rayan, Danilo, Gabriel Sara, Ibañez e também Bremer” “Ancelotti.

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Convocação é a última da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo, confira o calendário

No dia 26 de março, a Seleção Brasileira enfrenta a França, no Gillette Stadium, em Boston, às 17h (de Brasília). Já no dia 31, encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).

Franceses e croatas estão no Top 10 do Ranking Mundial Masculino da FIFA: a França ocupa a terceira colocação, e a Croácia, a décima.

Com estes adversários, o departamento de Seleções cumprirá o planejamento traçado para que o Brasil enfrentasse seleções fortes de diferentes escolas mundiais.

Desde o fim das Eliminatórias, a equipe encarou, em outubro, os asiáticos Coreia do Sul e Japão e, em novembro, os africanos Senegal e Tunísia.

Dia 18 de maio sai a lista final dos convocados que vão para a Copa do Mundo.

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Lista divulgada nesta segunda-feira pode ser a mesma da Copa do Mundo Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?




Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026.

Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. No jogo contra a França o uniforme será o azul.


Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026


O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Confira a convocação da Seleção Brasileira Masculina Principal para os amistosos contra a França (26/03) e a Croácia (31/03).Instagram: https://www.instagram...

Cia. Estrela D’Alva estreia “Urucum – As Árvores Não Têm Culpa” no Sesc Santo André

16 de Março de 2026, 13:46

Nos dias 20 e 21 de março de 2026, sexta-feira às 20h e sábado, às 19h, a Cia. Estrela D’Alva de Teatro (@ciaestreladalva) celebra seus 20 anos de trajetória com a estreia de “Urucum – As Árvores Não Têm Culpa”, no Sesc Santo André. Os ingressos custam a partir de R$ 15 e podem ser adquiridos nas bilheterias ou no site do Sesc SP. Todas as sessões contarão com Programa de Previsibilidade para pessoas neurodivergentes e tradução em Libras. Leia em TVT News.

O público terá duas noites para acompanhar a travessia de uma mulher que precisa sair. Sair de casa, sair da moldura, sair da narrativa que lhe foi entregue pronta. A casa já não comporta seu corpo e o que transborda vira pergunta. É assim, como quem anuncia um rito de passagem, que a Cia. Estrela D’Alva de Teatro apresenta “Urucum – As Árvores Não Têm Culpa”.

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A obra nasce da dramaturgia de Lígia Helena de Almeida (@aligia_helena), publicada em 2024 pela Editora Me Parió Revolução. A escrita partiu de uma pesquisa autoetnográfica em que a autora revisita as histórias da bisavó, da avó, da mãe e de si mesma, revelando como aquilo que parece íntimo reverbera como retrato social. Ao costurar memórias familiares, a dramaturga constrói um panorama das experiências femininas atravessadas por colonização, migração, violência, trabalho, maternidade e solidão.

A bisavó indígena, no século XIX, carrega as marcas da colonização. A avó nordestina vive o casamento precoce, a migração e sucessivas violências. A mãe, mulher do século XX, divide-se entre o trabalho e os silenciamentos impostos pela estrutura familiar. Já a moça, uma mulher urbana do século XXI, divorciada, trabalhadora autônoma, tenta interromper o ciclo e encontrar sua própria palavra. No palco, a própria Lígia assume essas camadas: é atriz, narradora, filha e ancestral ao mesmo tempo. A encenação articula teatro, música ao vivo e dramaturgia do corpo para criar uma experiência sensível e política, em que a delicadeza convive com a denúncia e a memória se transforma em gesto.

Urucum Sesc

O processo de criação contou com a consultoria da dramaturga Adélia Nicolete, que acompanhou a relação entre palavra, imagem e cena. A provocação da atuação é assinada por Patrícia Gifford, e a dramaturgia do movimento por Janette Santiago. A música, elemento estruturante do espetáculo, ganha presença viva com Camila Ruiz de Paula (piano e violão), Michelle Lomba (percussões) e participação especial de Vitória Lima (violino), ampliando a tessitura sonora e simbólica da cena.

Antes de ganhar o palco, “Urucum” teve seu lançamento em livro físico, audiobook e integrou uma série de ações formativas realizadas desde 2023, incluindo oficinas gratuitas de escrita voltadas exclusivamente para mulheres em Santo André. Foram encontros de memória e escuta sensível, nos quais outras narrativas femininas puderam emergir. O espetáculo surge como continuidade desse percurso: é o momento em que a palavra impressa se transforma em corpo, som e respiração compartilhada.

Serviço: Estreia “Urucum – As Árvores Não Têm Culpa”

Sinopse: A moça precisa sair. A casa, o lar, são caixas em que seu corpo não cabe mais. Ela não encontra palavra para compreender o impulso. A mãe, a avó e a bisavó, cada uma em seu tempo, sua ancestralidade e sua dor, é que mostrarão o caminho para uma mulher em busca de liberdade. Duração: 60 minutos. 

Classificação etária: acima de 12 anos

Quando: 20 e 21 de março de 2026 – sexta-feira às 20h, sábado às 19h

Onde: Sesc Santo André – Rua Tamarutaca, 302 – Vila Guiomar – Santo André/SP

Capacidade: 100 lugares. Estacionamento: Pago no local. Acessibilidade física: sim

Programa de previsibilidade para pessoas neurodivergentes e tradução em LIBRAS em todas as sessões.

Ingressos: R$50,00 (inteira), R$25,00 (meia), R$15,00 (Credencial Plena). Link: https://www.sescsp.org.br/programacao/urucum-as-arvores-nao-tem-culpa/

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Adolescente invade escola com faca e deixa 3 alunas feridas em PE

16 de Março de 2026, 13:23
Momento em que autor de ataque é levado pela Polícia Militar. Foto: reprodução

Um adolescente de 14 anos é suspeito de invadir a Escola de Referência em Ensino Fundamental Cristiano Barbosa e Silva, em Barreiros, no Litoral Sul de Pernambuco, e atacar três colegas com uma faca. O caso ocorreu na manhã desta segunda (16), pouco após às 7h.

As vítimas, todas com 14 anos, foram atingidas enquanto tentavam se defender de um ataque a uma das colegas. O adolescente, que alegou sofrer bullying, foi contido por outros alunos, que conseguiram retirar a faca de suas mãos.

O ataque gerou pânico na escola e correria. O adolescente, com capuz na cabeça, foi levado pela Polícia Militar. A faca usada no ataque foi apreendida. As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Jailton Messias De Souza Albuquerque. Uma delas já recebeu alta, enquanto as outras duas permanecem internadas, mas sem gravidade.

A Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que o adolescente foi autuado por ato infracional análogo ao crime de tentativa de homicídio. Ele foi conduzido à delegacia acompanhado dos responsáveis legais e do Conselho Tutelar. A polícia reforçou o policiamento na escola e na delegacia local.

Adolescente de 14 anos esf4queia três colegas dentro de escola

🎥 g1#vgnoticias#Pernambuco#Barreiros#ViolenciaNaEscola pic.twitter.com/DBcGp6NP3d

— VGN – Jornalismo com Credibilidade (@VGNoticias) March 16, 2026

O caso segue em investigação para entender as motivações do ataque, com o adolescente sendo apresentado ao Ministério Público de Pernambuco para possíveis medidas de internação.

A governadora Raquel Lyra afirmou, através das redes sociais, que as vítimas estão fora de risco e que a situação está sob controle. A Secretaria Estadual de Educação não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

O conselheiro tutelar André Costa relatou que o adolescente confessou ter sofrido bullying, sendo chamado de “feio” e “medonho” pelos colegas. Costa afirmou que o jovem disse não se arrepender do ataque, embora ele acredite que, com o tempo, o adolescente possa refletir sobre o ocorrido.

O conselheiro também mencionou que, há cerca de dois meses, uma mãe havia procurado a direção da escola relatando o comportamento do estudante, mas nenhuma ação foi tomada na ocasião.

Governo do Estado reinaugura Delegacia da Mulher em Rio Grande

Por:Sul 21
16 de Março de 2026, 12:04

No sábado (14), o Governo do Estado reinaugurou a 24ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) em Rio Grande. A delegacia havia sido fechada para ceder espaço a uma Delegacia de Polícia de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPPGV). A delegada Alexandra Carolina Perez Sosa foi nomeada a titular da unidade. A estrutura passa a reforçar o combate à violência doméstica e contra a mulher na região Sul em meio ao aumento alarmante da violência contra a mulher no Rio Grande do Sul.

Leia mais:
Governo do Estado anuncia investimento de R$ 71 milhões em programa de proteção às mulheres

Os pedidos de medida protetiva encaminhados ao Judiciário chegam na casa dos 70 mil. Além disso, apenas nos dois juizados de Porto Alegre para violência doméstica, há mais de 17 mil tramitações que podem levar a novas medidas protetivas expedidas pela Justiça.

Cerca de 31,5 mil mulheres sofreram ameaças em 2025, enquanto mais de 18 mil foram agredidas — um pouco abaixo da média de 19 mil vítimas de agressões por ano desde 2019.

Já em relação aos feminicídios, a SSP aponta que 643 mulheres foram mortas entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2026. Em apenas dois meses de 2026, 20 mulheres perderam a vida, um aumento de 53% dos feminicídios em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registradas 13 mortes. E o começo de março já registrou a 21ª vítima.

Segundo o titular da Secretaria da Segurança Pública, Mario Ikeda, a medida fortalece a presença policial capacitada na região. “As novas delegacias são essenciais em suas especificidades. A Deam vai ampliar a segurança das mulheres e combater crimes relacionados à violência doméstica”, declarou. “Com essa estratégia, o governo qualifica o enfrentamento a esses crimes, ampliando a capacidade investigativa e a articulação regional da Polícia Civil”.

Para a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam), delegada Waleska Alvarenga, também presente no encontro, a Polícia Civil é a principal porta de entrada da vítima e, neste processo, uma delegacia especializada tem grande importância, pois os profissionais que nela irão atuar são muito capacitados para o atendimento, o acolhimento e o encaminhamento das vítimas.

“Ao fazer a denúncia, a mulher vai poder pedir medidas protetivas e acessar os demais direitos que lhe são garantidos por lei, a fim de romper o ciclo da violência. Por meio da Deam, é possível também articular de forma mais eficiente o fluxo entre os órgãos da rede de proteção às mulheres, estruturando de maneira mais efetiva as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e contra a mulher”, revelou.

A violência contra a mulher pode ser denunciada em canais oficiais do Governo do Estado, da SSP ou da Polícia. São eles:

Decrab

No mesmo dia, o secretário Mario Ikeda inaugurou 9ª Delegacia de Polícia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato (Decrab – Litoral Sul), no prédio da 2ª Delegacia de Polícia do município, no Parque Marinha. O comando será da delegada Paula Vieira Garcia, primeira mulher a liderar uma Decrab no RS.

Ligada à macrorregião que se estende de Pelotas ao Chuí, a nova Decrab vai atender produtores rurais de 16 municípios com uma população somada de quase 750 mil habitantes. Os municípios contemplados são:

  • Rio Grande
  • Arroio Grande
  • Chuí
  • Jaguarão
  • Santa Vitória do Palmar
  • São José do Norte
  • Pelotas
  • Arroio do Padre
  • Canguçu
  • Capão do Leão
  • Cerrito
  • Herval
  • Morro Redondo
  • Pedro Osório
  • Piratini
  • Turuçu

O atendimento, que era até então realizado pelo Núcleo de Combate ao Abigeato, passa a ser atribuição da Decrab, ampliando as possibilidades de investigação na região. A equipe local investigará crimes rurais, como abigeato, roubo e furto de insumos, entre outros. A delegacia terá um espaço para receber produtores rurais vítimas de crimes, a Sala Querência.

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China directly mediating between Pakistan and Afghanistan – Foreign Ministry

Por:RT
16 de Março de 2026, 09:40

Beijing’s special envoy has been shuttling between Kabul and Islamabad to facilitate a ceasefire

Beijing is directly mediating a ceasefire between Pakistan and Afghanistan, neighboring countries that have been engaged in intense fighting since February, the Chinese Foreign Ministry has said.

Foreign Minister Wang Yi has had phone conversations with his Afghan and Pakistani counterparts during the past week, the ministry’s spokesperson Lin Jian said in an X post on Monday.

“The MFA Special Envoy on Afghan Affairs has been shuttling between Afghanistan and Pakistan,” Jian said, adding, “China’s embassies have been in close communication with both sides as well.”

Making it clear that China will continue to facilitate reconciliation and ease tensions between the neighboring countries, the spokesperson said, “China hopes Afghanistan and Pakistan will remain calm and exercise restraint, engage face to face ASAP, achieve a ceasefire at the earliest opportunity, and resolve differences and disputes through dialogue.”

To mediate between #Afghanistan and #Pakistan, FM Wang Yi has had phone conversations with his Afghan and Pakistani counterparts during the past week. The MFA Special Envoy on Afghan Affairs has been shuttling between Afghanistan and Pakistan. China’s embassies have been in close… pic.twitter.com/WCZ4WpgeL4

— CHINA MFA Spokesperson 中国外交部发言人 (@MFA_China) March 16, 2026

Pakistan and Afghanistan have been fighting for weeks after Islamabad declared an “open war” in February. Pakistan has struck military and other facilities deep inside its western neighbor, including the capital, Kabul.

Read more
Taliban fighters at a checkpoint near Torkham border crossing between Pakistan and Afghanistan, 28 February 2026
A new war is threatening the Eurasian economy, and it’s not Iran

The strain in ties between the estranged neighbors is also attributed to Kabul’s increasing engagement with Pakistan’s longtime rival, India.

Earlier this month, China sent a special envoy to Afghanistan, after a truce brokered by Qatar and Turkey last October collapsed.

Pakistan accuses Kabul of harboring fighters from Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), allegations the Taliban denies. For China, the war represents not merely a security crisis but a direct challenge to its broader strategic vision for regional integration.

Islamabad has claimed that Afghan forces have suffered nearly 1,000 casualties in the latest cross-border escalation.

Vencedores Oscar 2026: acompanhe ao vivo com a TVT News

15 de Março de 2026, 19:01

Hoje é dia de Copa do Mundo no Brasil. A torcida brasileira estará diante da televisão para torcer pelos representantes brasileiros no Oscar 2026. Confira os vencedores do Oscar 2026 com a TVT News.

Oscar 2026 onde assistir

Qual horário do Oscar

  • O Oscar 2026 será transmitido ao vivo no Brasil no domingo, 15 de março, a partir das 21h (horário de Brasília).
  • Tapete vermelho do Oscar começa às 18h30

Onde assistir Oscar 2026

Para assistir ao Oscar 2026, as opções incluem a TV Globo (TV aberta), Globoplay (streaming gratuito), canal TNT (TV paga) e HBO Max (streaming).

  • Cobertura em tempo real: site TVT News
  • TV Aberta: TV Globo (após o Fantástico).
  • TV Fechada: TNT.
  • Streaming: Globoplay (sinal aberto) e HBO Max (sinal da TNT).

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Grupo carnavalesco Pitombeiras, em Recife, onde se passa o filme indicado ao Oscar “O Agente Secreto” que concorre a quatro Oscars: melhor filme, melhor filme internacional, melhor ator e melhor elenco. (Foto de Diego Nigro / AFP)


Brasil vive momento histórico

O cinema brasileiro chega ao Oscar 2026 em um de seus momentos mais importantes. O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações, igualando o recorde nacional alcançado por Cidade de Deus.

O longa concorre nas seguintes categorias:

  • Melhor Filme
  • Melhor Filme Internacional
  • Melhor Ator, com Wagner Moura
  • Melhor Seleção de Elenco

A indicação de Moura é histórica: ele se tornou o primeiro brasileiro indicado ao prêmio de Melhor Ator. Na disputa, o ator enfrenta nomes de peso como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio e Michael B. Jordan.

Entre os dez concorrentes ao prêmio principal da Academia Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora da premiação, é também o longa de menor orçamento, um detalhe que torna sua trajetória ainda mais simbólica.

Além disso, o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso também recebeu uma indicação por seu trabalho no filme Sonhos de Trem.

Confira a lista completa de indicações ao Oscar 2026

Melhor Filme

  • O Agente Secreto
  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Valor Sentimental

Melhor Direção

  • Chloe Zhao, por Hamnet
  • Joachim Trier, por Valor Sentimental
  • Josh Safdie, por Marty Supreme
  • Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra
  • Ryan Coogler, por Pecadores

Melhor Ator

  • Wagner Moura, por O Agente Secreto
  • Timothy Chalamet, por Marty Supreme
  • Leonardo Di Caprio, por Uma Batalha Após a Outra
  • Ethan Hawke, por Blue Moon
  • Michael B Jordan, por Pecadores

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley, por Hamnet
  • Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
  • Renata Reinsve, por Valor Sentimental
  • Kate Hudson, por Song Sung Blue: Um sonho a dois
  • Emma Stone, por Bugonia

Ator Coadjuvante

  • Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
  • Jacob Elordi, por Frankenstein
  • Delroy Lindo, por Pecadores
  • Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra
  • Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental

Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning, por Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental
  • Amy Madigan, por A Hora do Mal
  • Wunmi Mosaku, por Pecadores
  • Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra

Roteiro Original

  • Blue Moon
  • Foi Apenas Um Acidente
  • Marty Supreme
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Roteiro Adaptado

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Sonhos de Trem

Seleção de Elenco

  • O Agente Secreto
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Uma Batalha Após a Outra

Melhor Animação

  • Arco
  • Elio
  • Guerreiras do K-Pop
  • A Pequena Amélie
  • Zootopia 2

Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem

Figurino

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • Hamnet
  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Marty Supreme

Edição

  • F1
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Valor Sentimental

Maquiagem e Cabelo

  • Kokuho
  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Coração de Lutador: The Smashing Machine
  • A Meia-Irmã Feia

Som

  • F1
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sirāt

Efeitos Visuais

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • F1
  • Jurassic World: Recomeço
  • O Ônibus Perdido
  • Pecadores

Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Canção Original

  • Dear Me, de Diane Warren: Relentless
  • Golden, de Guerreiras do K-Pop
  • I Lied to You, de Pecadores
  • Sweet Dreams of Joy, de Viva Verdi!
  • Train Dreams, de Sonhos de Trem

Melhor Documentário

  • The Alabama Solution
  • Come See Me In The Good Light
  • Mr Nobody Against Putin
  • Perfect Neighbour
  • Cutting Through Rocks

Melhor Filme Internacional

  • O Agente Secreto, do Brasil
  • Foi Apenas Um Acidente, da França
  • Valor Sentimental, da Noruega
  • Sirāt, da Espanha
  • A voz de Hind Rajab, da Tunísia

Curta-metragem de Animação

  • Butterfly
  • Forever Green
  • The Girl Who Cried Pearls
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

Curta-documentário

  • All The Empty Rooms
  • Armed Only With A Camera
  • Children No More
  • Perfectly A Strangeness
  • The Devil Is Busy

Curta-metragem com Atores

  • Butchers Stain
  • A Friend Of Dorothy
  • The Singers
  • Two People Exchanging Saliva
  • Jane Austen’s Period Drama

São Paulo (SP), 28/10/2025 - Entrevista coletiva com o elenco do filme O Agente Secreto, no hotel Renaissance. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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Elenco do filme O Agente Secreto, que já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores – Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

Leia mais sobre o Oscar 2026 na TVT News

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A evidente psicopatia dos Bolsonaros nos pulinhos de júbilo de Flávio com o pai na UTI

15 de Março de 2026, 18:05
Flávio Bolsonaro pula de alegria em comício em Rondônia com o pai na UTI

No último sábado (14), Flávio Bolsonaro foi flagrado durante um evento político em Ji-Paraná, Rondônia, pulando e sorrindo em júbilo, atitude reveladora de seu caráter, considerando a gravidade do estado de saúde de seu pai, Jair Bolsonaro, internado na UTI do hospital DF Star, em Brasília.

Enquanto o ex-presidente passa por uma broncopneumonia bacteriana bilateral, com um quadro exigindo cuidados intensivos e acompanhamento médico rigoroso, o comportamento do filho se mostra, no mínimo, indigno.

Durante o evento, promovido pelo PL, Flávio Bolsonaro demonstrava entusiasmo incontido, sorrindo enlouquecidamente. O comportamento do senador e presidenciável repete a falta de empatia e decência que o próprio Jair exibiu no momento em que milhares de brasileiros morriam durante a pandemia de Covid-19.

Em sua defesa, Flávio Bolsonaro publicou um vídeo nas redes sociais, justificando sua presença no evento como um compromisso político. E daí?

Ele afirmou que, após o evento, foi diretamente ao hospital em Brasília para visitar o velho e dar-lhe boas notícias sobre o lançamento da chapa de pré-candidatos em Rondônia.

Jair Bolsonaro apresentou melhora em sua função renal, mas teve piora nos indicadores inflamatórios e precisou ampliar a cobertura de antibióticos.

Carlos Bolsonaro, irmão de Flávio, se manifestou em defesa do irmão, alegando que o comportamento de Flávio é uma forma de honrar os pedidos de seu pai e manter o ânimo durante um momento difícil.

Como sempre digo, para o clã Bolsonaro vale tudo pelo poder. Basta observar a alegria do filho 01 durante um ato político, mesmo com o pai na UTI e, segundo ele próprio, em estado muito grave de saúde. pic.twitter.com/9MWvf872sM

— Carlos Zarattini (@CarlosZarattini) March 15, 2026

Na verdade, eles se odeiam e disputam o legado do morto-vivo. De um lado os três irmãos, do outro Michelle com Nikolas Ferreira, parte do Centrão o que restou de Tarcísio de Freitas.

A ex-primeira-dama joga pesado também. Divulgou um vídeo em que uma influenciadora bolsonarista acusa jornalistas de “desejarem” a morte do marido. Os repórteres estavam do lado de fora do hospital para acompanhar as atualizações sobre o estado de saúde do ex-mandatário.

O vídeo, que não mostra os supostos comentários feitos pelos jornalistas, é acompanhado de uma legenda que afirma: “jornalistas reunidos desejando a morte de Bolsonaro e comemorando por ser sexta-feira 13”. No registro, a influenciadora grita com os repórteres e filma o crachá de uma assessora do hospital, acusando os profissionais de imprensa de “falta de vergonha”.

Dois jornalistas registraram boletins de ocorrência por intimidação. Um deles, que teve seu filho ameaçado, decidiu fechar suas redes sociais. A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) se manifestou publicamente, repudiando “veementemente as ameaças, a difamação e a exposição violenta de jornalistas e seus familiares” após a divulgação do vídeo, classificando-o como “irresponsável”.

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?

15 de Março de 2026, 17:29

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026. Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. Confira a nova camisa do Brasil na Copa com a TVT News.

Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026

O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

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Para quem não gosta de usar a camisa amarela da CBF, uniforme azul é opção para torcer pelo Brasil. Foto: Instagram / CBF

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

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Rumo ao Hexa: Copa do Mundo 2026 tem jogos definidos. Arte: TVT News

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

Quais são os possíveis adversários do Brasil na Copa do Mundo?

Primeiro mata-mata

  • Se o Brasil passar em 1º lugar no grupo C, vai enfrentar o vice-líder do grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção europeia vinda da repescagem.
  • O jogo seria no dia 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.
  • Caso o Brasil passe em 2ª lugar, enfrenta quem ficar em 1° o grupo F. Nesse caso, o jogo também seria no dia 29, mas em Monterrey, no México.

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Brasil estreia contra Marrocos no dia 13 de junho. Arte: TVT News

Qual seria o adversário do Brasil nas oitavas

Se o Brasil passar em primeiro lugar e se classificar na fase de 16 avos de final, o Brasil jogaria a partida de oitavas no dia 5 de julho, um domingo.

O adversário sairia do confronto entre os vice-líderes dos grupos E e I, o que colocaria seleções como Alemanha, França, Equador ou Noruega como adversários do Brasil nas oitavas.

Se o Brasil passar em 2º lugar, o caminho para as oitavas seria contra o vencedor do duelo entre os vice-líderes dos grupos A e B. e os adversários podem ser podem ser México, Suíça, Coreia do Sul, Canadá ou até mesmo Itália e Dinamarca (que ainda jogarão a repescagem).

Quem o Brasil pode enfrentar nas quartas?

Para as quartas de final, uma simulação possível é um jogo entre Brasil x Inglaterra, caso as seleções passem em primeiro nos seus respectivos grupos.

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Que a Perna Cabeluda pirrace o Tio Sam

15 de Março de 2026, 13:47
É noite de Oscar. O tapete vermelho, mais esticado que a paciência de cinéfilo brasileiro esperando reconhecimento, reluz sob os flashes de câmeras que custam mais do que o orçamento de muitos longas nacionais. O desfile de sorrisos ensaiados e discursos de agradecimento a agentes, cabeleireiros e, quiçá, a uma divindade conveniente, começa. A liturgia […]

Mega-Sena 2984: confira resultado sorteio de 14 de março

14 de Março de 2026, 21:06

Confira os números sorteados do concurso 2.984 da Mega Sena. Aqui você confere as dezenas do sorteio da Mega-Sena de 12 de março, realizado pelas Loterias Caixa. Leia em TVT News

O prêmio principal da Mega-Sena está acumulado em R$ 105.000.000,00

Números sorteados da Mega Sena 2984

Resultado Mega Sena 2983: 06 – 11 – 15 – 28 – 42 – 60

Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.984

Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 14 de março e quanto cada uma irá receber.

6 acertos (sena)

Não houve apostas vencedoras e prêmio está acumulado em R$ 105.000.000,00

5 acertos (quina)

93 apostas ganhadoras, R$ 33.007,73

4 acertos (quadra)

5.668 apostas ganhadoras, R$ 892,72

Confira quais foram as apostas vencedoras.

Como fazer aposta na Mega-Sena?

Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.

Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.

O sorteio é ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa. 

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Os sorteios da Mega-Sena acontecem às 21h. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Confira outros resultados das loterias Caixa

Loterias Caixa patrocinam esporte brasileiro

O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.

O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.

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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG

Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.

O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.

Além d​e alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.

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‘We voted for walls, not wars’: Did strikes on Iran just break MAGA?

Por:RT
14 de Março de 2026, 06:48

How the war on Iran shattered the loyalty of Trump’s supporters

The night of February 28-March 1, 2026, will be remembered by all those who followed the news in real time. At 1:15 AM EST, seated in the White House Situation Room, US President Donald Trump said, “Operation Epic Fury is approved. No aborts. Good luck.”

Those nine words signaled the launch of the largest US-Israeli military operation in decades. F-35 fighters, B-2 bombers, cruise missiles launched from ships in the Persian Gulf, and drones struck over 3,000 targets in Tehran, Natanz, Fordow, and other locations in Iran. The mission was to eradicate what remained of Iran’s nuclear program, dismantle the command structure of the Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC), and as Trump later confirmed in a video address from Mar-a-Lago, “eliminate imminent threats” to the US from the Iranian leadership. 

However, within hours, the situation changed. Iranian state television announced that “Ayatollah Ali Khamenei has fallen a martyr due to the aggression of the Zionist and American enemy.” On March 2, CENTCOM reported the first casualties: six US service members were killed, four of whom were reservists from Iowa, young fathers and sons. As the US launched its strikes, polls painted a bleak picture: according to Reuters/Ipsos, only 27% of Americans supported the attacks, while YouGov showed a slightly higher 37% approval rating. A sense of déjà vu hung in the air – many remembered how America had once greeted the invasion of Iraq in 2003, and how, just a year later, the sight of flag-draped coffins became a sobering reality check. 

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RT composite.
‘The opportunity was missed long before Biden took office’: Why US-Russia tensions persist despite shared human instincts

Public reaction to the war

The response of American society and the elites to was immediate and severe. From Oklahoma to Ohio, small-town streets were filled with makeshift memorials: US flags at half-staff and candles placed near photos of the fallen. The nation was shocked: 43% of Americans opposed the strikes, and 56% felt Trump was “too eager to use military force.” Democrats were nearly unanimous in their condemnation: 78% of those surveyed opposed Trump’s attack. 

Among Republicans, support for Trump hovered around 76% in the most loyal circles, while among young MAGA supporters, it dropped below 40%. On March 2, Republican Representative Thomas Massie called for an immediate vote on a War Powers Resolution. To the disappointment of Trump’s critics, the House of Representatives ultimately voted on March 5 to continue the operation.

The media were also divided. PBS and ABC aired stories about the families of the fallen soldiers – relatives said that the servicemen died for a foreign country, not for the US. The hashtag #NotOurWar trended on social media. Even on Fox News, commentators loyal to Trump wondered, “How many more lives will it take?”

Voices of MAGA: From support to open rebellion

The protest of key figures within MAGA has been particularly striking. Tucker Carlson, a well-known supporter of isolationism, expressed outrage during an ABC News interview on March 1, declaring the attacks on Iran “Absolutely disgusting and evil.” In a podcast, he added, “This is not America’s war. This is Netanyahu’s war that’s being forced upon us… We promised America First, and instead got endless wars fought for the interests of others.”

In response, Trump said Carlson is no longer part of the MAGA movement. “Tucker has lost his way. I knew that a long time ago, and he’s not MAGA. MAGA is saving our country. MAGA is making our country great again. MAGA is America First, and Tucker is none of those things. And Tucker is really not smart enough to understand that,” Trump claimed. However, Carlson’s remarks quickly went viral and inspired numerous memes. 

Tucker Carlson ©  Tom Williams / CQ-Roll Call, Inc via Getty Images

Marjorie Taylor Greene exploded with rage on February 28. “This is NOT freeing the Iranian people!!! This is murdering their children!!! WTF are you insane people doing??? AMERICA DOES NOT SUPPORT THIS!!!” On the Megyn Kelly Show, she said, “F**k this war. F**k foreign entanglements,” adding, “Trump, Vance, and Rubio sold us out.”

Megyn Kelly commented, “No one should have to die for a foreign country,” and “I don’t think those service members died for the United States. I think they died for Iran or Israel.” 

Candace Owens mockingly renamed the operation “Operation Epstein Fury,” adding, “Goyim always die so the Khazarian mafia can expand their borders.”

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RT composite.
How has the US-Israeli war on Iran divided the West? 

Matt Walsh said, “With this Iran thing, I don’t see how the math works in our favor,” and “The messaging on this issue is, to put it mildly, confused.” 

Nick Fuentes directly addressed Trump: “@realDonaldTrump NO WAR WITH IRAN. ISRAEL IS DRAGGING US TO WAR. AMERICA FIRST.” 

Alex Jones warned of a “high probability that Iran will activate terrorist sleeper cells” and claimed, “Trump’s HUGE gamble accelerates the world’s trajectory towards a nuclear world war.” 

Andrew Tate wondered, “Why would going into a war with Iran benefit anybody in America at all?”

All these people are pillars of the MAGA movement, and they feel betrayed. Yet Trump’s actions have drawn criticism not just from media personalities. On X, ordinary MAGA supporters wrote things like, “We voted for walls, not wars.” This is not just the discontent of a perpetually dissatisfied electorate; it signals a systemic break in loyalty, similar to what happened during the Iraq War in 2003. 

US military against the conflict

Criticism from within American military circles has further deepened the societal divide. US military casualties, while not overwhelming, are steadily rising. Pentagon officials openly stated, “We expect to take additional losses.”

US Secretary of War Pete Hegseth ©  Alex Wong / Getty Images

Retired Colonel Douglas Macgregor has described the current situation as a betrayal. “America First is dead as far as this administration is concerned, this is Israel First,” he said. “All of our bases have been destroyed… We are actually having to fall back on India and Indian ports.”

Marine Corps veteran Scott Ritter called the operation “Epic Failure,” highlighting strikes on civilian targets, including two schools. He noted, “Iran is resisting, and that’s really all it has to do.” 

An open letter from 90 US veterans and organizations (written just two days before the attack and representing over half a million former service members) demanded adherence to the War Powers Resolution and urged against any regime change operations or ground invasions. The letter stated, “Pursuing peace through strength requires wisdom, not perpetual conflict.”

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RT composite.
How the Iran war is dividing Team Trump

The possibility of ‘boots on the ground’, which Trump did not rule out in an interview with the New York Post, intensified military criticism. Political expert Sergey Sudakov highlighted the historical context of this statement. “We often hear the phrase ‘boots on the ground’. It is associated with the Vietnam War and the losses America suffered in it. Americans really fear this term. The current generation doesn’t remember the losses suffered during the Vietnam War. Young people are mostly unaware of it. But the older generation is really alarmed.”

The incident involving former Marine Brian McGinnis during Senate hearings on March 4-5 became a symbol of the growing reluctance of the US military to engage in this conflict. Green Party candidate and Marine veteran McGinnis abruptly interrupted the session, shouting, “No one wants to fight for Israel!” He was violently dragged out by the police and Senator Tim Shaheen, who helped the police. As a result, McGinnis had his arm broken and faced formal charges. Video footage of the confrontation quickly spread across major American and international media outlets – from CNN and the New York Times to Al Jazeera.

The event transcended mere protest and emerged as a powerful symbol of the deep divisions within the military and the Pentagon. Soldiers and veterans who vividly recall the heavy toll of the wars in Iraq and Afghanistan increasingly wonder: what’s the motive behind Trump’s new gamble? 

Economic consequences for ordinary Americans

The economic repercussions were felt by everyday Americans almost immediately. According to Reuters, the national average price of gasoline surged by 11%, reaching $3.32 per gallon (with diesel at $4.33, up 15% in a week). Oil prices have already surpassed $90 per barrel. 

US President Donald Trump ©  Chip Somodevilla / Getty Images

“Just two days into the aggression against Iran, gas prices in the US  spiked significantly. This will impact domestic gas and diesel fuel prices, especially since diesel is critical for military vehicles,” noted political scientist Leonid Savin. 

Sudakov added, “Americans are used to paying 75-80 cents per liter for gas. If prices surge two or three times higher, with their love for large, gas-guzzling vehicles, they’ll start tightening their belts. Families living in the suburbs and commuting to the city could spend anywhere from $800 to $2,000 just on fuel. That leads to more problems. People will start putting their homes up for sale and reconsidering mortgages.”

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RT composite.
EU divided on Iran war: Energy fears and security risks escalate across Europe

While the current state of the American economy seems manageable, Sudakov predicts a catastrophic spike in prices within a week or two if the conflict with Iran drags on, particularly when June futures come into play. This is fueling discontent among Latino and Muslim communities in the US, who, according to Savin, “are not pleased with these actions,” as well as ordinary Americans struggling with rising costs.

Why did Trump decide to attack Iran? 

Why did Trump make such a decision? According to Sudakov, “Foreign trade issues have had a negative impact on Trump’s political capital and credibility. Moreover, during his campaign, he repeatedly highlighted the importance of the Epstein files and how they implicate the Democrats. However, the release of the files also negatively impacted the image of the Republicans and Trump himself.” However, Savin notes that “the Epstein files had little actual impact on this situation, although the coincidence regarding the timing is noteworthy.”

Savin emphasizes the influence of the Zionist lobby (which Epstein might have been a part of) on Trump’s decision. “The Zionist lobby has undoubtedly exerted considerable pressure on Trump, even during his first term. His vice president was a so-called Christian Zionist, and Mike Pompeo identified as a Christian Zionist too... And then there is AIPAC and other organizations advocating for closer ties between the US  and Israel… Trump is no exception in this regard. Such eccentric and extravagant ideas exert a considerable influence in the US.”

Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu and US President Donald Trump ©  Kobi Gideon / GPO via Getty Images

Both experts agree that Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu played a significant role in the situation. “Netanyahu’s long-held fixation that Iran is developing nuclear weapons has certainly been a driving force, as the justification for the invasion was the claim that Iran was close to acquiring nuclear capability, even though there’s no real basis for that assertion.”

Sudakov views Trump’s “Pyrrhic victory” in Venezuela as one of the motivations behind the current attack on Iran. “Trump was riding high after the operation in Venezuela. He thought that since it was so well planned, a similar approach could work in Iran.” He considered the negotiations the US was conducting with Iran at the same time as the military operation was being prepared, “more of a cover-up process, as has happened many times before.”

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RT
America’s Gulf war machine: What we know about the US military network in the Middle East

Future outlook

The decision to launch a military operation against Iran has undoubtedly intensified polarization in the US. People are taking to the streets with signs that once read ‘Make America Great Again’ – but now, ‘America’ has been crossed out and replaced with ‘Israel’. US Vice President J.D. Vance and other Trump supporters campaigned under the slogan “No More Wars!” which drew thunderous applause. Yet, it seems Vance has chosen to conveniently overlook his past declarations – and many have followed suit.

Within the Pentagon, there has always been significant opposition to major conflicts. As Savin points out, “Among American military personnel in the Pentagon, there has always been a strong opposition which stands against deploying US troops abroad and involving them in wars with no clear purpose… The US hasn’t yet fully recovered from the wars in Iraq and Afghanistan.”

The scenarios for how this situation might unfold are limited: they range from a protracted conflict and possible escalation to a quick ceasefire. “The third scenario is more optimistic, provided they quickly realize the necessity of negotiating a ceasefire… That would be reminiscent of the situation in 2025,” Savin says. However, Iran’s trust in the US has been irreparably damaged, and it’s unlikely it will fall for the same trap twice.

On March 8, Iran appointed a new supreme leader – Mojtaba Khamenei, son of the late Ayatollah Ali Khamenei. Trump reacted immediately and harshly, calling it “unacceptable” and stating, “There will be no deal with Iran except UNCONDITIONAL SURRENDER!” This suggests that hopes for a swift resolution to the conflict are unrealistic.

Operation Epic Fury quickly transformed from a declared triumph into an unpredictable situation that may have catastrophic repercussions for the US. The reactions of key MAGA figures, declining public support, military losses, and looming economic turmoil paint a grim picture: the US is plunging into a domestic political crisis, and promises such as ‘America First’ have been abandoned. Trump risks being remembered not as a peacemaker but as a president who dismantled the very movement that brought him to power. The midterm elections in 2026 may closely resemble those following the invasion of Iraq, offering little good news for Trump and his team. America is weary of endless wars. MAGA is frustrated with its leader’s inconsistency. The ‘time for choosing has come’ – and the choice rests with the American people. 

More countries pick sides in genocide case against Israel

Por:RT
13 de Março de 2026, 22:37

The US, Hungary and Fiji are supporting West Jerusalem, while over a dozen others back South Africa’s lawsuit

Several more states have moved to take part in the Gaza genocide case at the UN’s top court, deepening international divisions over Israel’s military campaign in the Palestinian enclave, according to the International Court of Justice (ICJ).

The case, brought by South Africa in December 2023 amid a deteriorating humanitarian crisis in Gaza as a result of Israel’s offensive, accuses the Jewish state of breaching the 1948 UN Genocide Convention. Since then, more than a dozen countries have applied to join the proceedings.

In a statement on Friday, the ICJ said that Namibia, the US, Hungary and Fiji had each filed declarations of intervention on March 12 in the proceedings under Article 63, which allows states party to the Genocide Convention to set out their own interpretation of the treaty when it is in dispute. Iceland and the Netherlands lodged similar declarations a day earlier.

PRESS RELEASE: Yesterday, #Namibia, the #USA, #Hungary and #Fiji each filed a declaration of intervention under Article 63 of the #ICJ Statute in the case #SouthAfrica v. #Israel.

Link to the press release: https://t.co/1cRCkME8i9 pic.twitter.com/h2yROawYP2

— CIJ_ICJ (@CIJ_ICJ) March 13, 2026

South Africa argues that Israel’s conduct in Gaza – including mass killing, widespread destruction and the creation of conditions of life which threaten the survival of Palestinians – amounts to genocide. Israel denies the accusation and insists its campaign is a legitimate act of self-defense against Hamas following the October 7 attack.

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Sde Teiman prison.
IDF drops charges against soldiers accused of sexually assaulting Palestinian detainee

The US, Hungary and Fiji have submitted legal arguments backing Israel’s position and urging a strict reading of the Genocide Convention, warning that lowering the bar for proving genocidal intent could undermine international law. Washington characterized the lawsuit as legally flawed and urged the ICJ to reject the genocide allegation, arguing that the extremely high threshold for proving genocidal intent has not been met.

Namibia, Iceland and the Netherlands have joined more than a dozen countries that have aligned themselves with South Africa, calling for a broader interpretation of the Genocide Convention that takes into account Israel’s overall conduct, conditions in Gaza and the wider impact of the war.

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RT
Gaza war deaths far higher than official figures – study

The Gaza war was triggered by a Hamas raid into Israel on October 7, 2023, when militants killed around 1,200 people and took more than 250 hostage. West Jerusalem responded with a blockade, airstrikes and a ground operation in Gaza that has left over 72,000 Palestinians dead, according to the enclave’s health officials.

Despite a US-brokered ceasefire in October 2025, over 650 Palestinians have been killed and more than 1,740 injured since then, with Israel and Hamas accusing each other of routinely violating the agreement.

Em dia de mobilização nacional, movimento de mulheres ocupa imóvel no bairro Rio Branco

Por:Sul 21
14 de Março de 2026, 10:00

O Movimento de Mulheres Olga Benário realiza nesta sábado (14) uma jornada nacional de mobilizações contra a violência e o feminicídio. Em Porto Alegre, o movimento ocupou um imóvel no bairro Rio Branco, onde funcionou a Casa Violeta, que abrigou mulheres em vulnerabilidade atingidas pela enchente de 2024. O objetivo da ação é denunciar os 21 casos de feminicídio já ocorridos no Rio Grande do Sul em 2026. Batizada de Ocupação Resiste Mirabal! o movimento relembra a Casa Mirabal, local de acolhimento para mulheres que foi alvo de frequentes ações de despejo por parte do poder público.

Além da ação na capital gaúcha, foram realizadas ocupações urbanas em diversas cidades do Brasil, como ato simbólico para denunciar a crescente violência contra as mulheres. De acordo com o movimento, os imóveis ocupados também são parte da denúncia da falta de equipamentos dos estados e municípios para acolhimento e desenvolvimento da autonomia das mulheres vítimas de violências. São apenas 11 Casas da Mulher Brasileira em funcionamento no país, segundo a entidade.

Em carta aberta, o Movimento reivindica como pautas prioritárias delegacias especializadas para as mulheres 24 horas em todos os municípios; fim da escala 6×1; redução da jornada de trabalho, sem redução de salário; aumento do salário mínimo em 100%; orçamento obrigatório para políticas para mulheres; creche integral para todas as crianças; Casa da Mulher Brasileira em todos os municípios; garantia da igualdade salarial; garantia da construção dos programas Minha Casa, Minha Vida e outros programas habitacionais; regulamentação do auxílio aluguel; passe livre para mulheres em situação de violência garantido; e criminalização da misoginia.

O Movimento de Mulheres Olga Benário também busca chamar atenção para a luta pelo socialismo. “É a ideologia capitalista que coloca que o corpo da mulher é uma propriedade, o que normaliza a misoginia, a violência, o feminicídio, os salários mais baixos e as duplas, triplas jornadas de trabalho”, afirma a carta.

 

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A esquerda e as eleições de 2026 (por Michel Goulart da Silva)

Por:Sul 21
14 de Março de 2026, 08:34

Michel Goulart da Silva (*) 

O tema das eleições vem ocupando parte importante dos debates políticos nacionais recentes. Embora os temas relacionados à corrupção ou à guerra tenham grande destaque, as eleições têm sido algo bastante destacado, na medida em que impacta de forma direta a vida das pessoas. Nesse contexto, a esquerda se vê em um dilema: apoiar ou não apoiar no primeiro turno a eleição de Lula.

Um aspecto a ser considerado passa pelo combate ao bolsonarismo. Embora enfraquecido, o provável candidato principal da direita deve ser um herdeiro político e biológico do antigo presidente, seu filho Flávio. Sua candidatura, para garantir o apoio de todo tipo de político fisiológicos, deve ter um perfil mais próximo ao Centrão, talvez secundarizando as pautas ideológicas do bolsonarismo, ainda que mantendo o discurso de combate à esquerda e às organizações dos trabalhadores. Nesse cenário, para a esquerda, coloca-se a tarefa de combater a extrema-direita, ainda que a direita esteja paulatinamente se voltando para setores conservadores com um perfil mais tradicional.

Outro aspecto passa pelo balanço que se faz sobre o governo Lula. Por um lado, o governo fez medida de interesses dos trabalhadores, como a questão do imposto de renda ou a recomposição do orçamento dos serviços públicos. Por outro lado, o governo seguiu nas privatizações, manteve uma relação amistosa com o imperialismo e, diante do tarifaço de Trump, teve como resposta ajudar os setores empresariais. Esses elementos colocam o governo diante de uma situação contraditória, em que não avançou em pautas necessárias para os trabalhadores, mas, ao mesmo tempo, fez algumas medidas que mitigaram sua situação de pobreza e exploração.

Um terceiro aspecto passa pela questão da unidade da esquerda. Não se faz referência aqui ao bloco entre PT, PSOL e PCdoB, que compõem o governo de união nacional com a burguesia e devem seguir em seu pacto de defesa da institucionalidade burguesa. Os três partidos de extrema-esquerda que possuem legenda – PSTU, PCB e UP – vem anunciando a possibilidade de lançar candidaturas próprias, mas, também, em especial organizações sem legenda, tem defendido a possibilidade de unificação desses setores em uma única candidatura. Uma eventual candidatura unificada desses setores poderia ser, em teoria, um polo de aglutinação, à esquerda do governo Lula, e uma possibilidade de articulação orgânica dos trabalhadores.

Portanto, para a esquerda, se colocam dois caminhos. Um primeiro, que passa pelo apoio à reeleição de Lula. Essa perspectiva se justifica principalmente por sua candidatura se constituir novamente em uma ferramenta para derrotar o bolsonarismo nas urnas e impedir o retorno de um governo centrado na destruição de direitos dos trabalhadores, como o foram Temer e Bolsonaro. Contudo, ao mesmo tempo, essa perspectiva se mostra limitada na medida em que o mandato de Lula não esteve voltado para o avanço de direitos dos trabalhadores, se limitando a um governo burguês que, no melhor dos cenários, recompôs a escassez que existia antes da destruição bolsonarista.

Um segundo caminho passa pela possibilidade de apoio a uma candidatura da extrema-esquerda. Por certo que essa candidatura defenderia um programa centrado nos interesses dos trabalhadores e poderia ser uma ferramenta no processo de organização da classe trabalhadora no sentido da transformação da sociedade. Contudo, essa candidatura não teria diálogo com amplos setores da classe, se limitando a angariar votos no setor que de antemão têm referência nesses partidos. Ademais, mesmo que se unissem diversas organizações em torno a uma candidatura, essa seria uma unidade de ocasião, sem uma perspectiva de organização estratégica, se mostrando mais como um aglomerado de brigas por picuinhas e disputas retóricas que nem mesmo a base desses grupos entende.

Portanto, a questão não pode ser respondida de forma simples, como uma mera opção de voto. O debate estratégico precede o eleitoral, colocando a necessidade de se apontar para um projeto construído coletivamente pela classe trabalhadora. O democrático-popular, dominante como estratégia na década de 1980, faliu diante da subida do PT ao governo central, em 2003. Outra perspectiva estratégica está em aberto, não tendo, até agora, conseguido superar os limites da democracia burguesa.

Os trabalhadores, por meio de suas organizações, devem construir uma alternativa que se expresse para além das eleições. O voto em uma candidatura ou outra se mostra apenas como a expressão tática da estratégia que os trabalhadores eventualmente coloquem em seu horizonte. Da forma como se faz o debate atual, com a ausência de um projeto estratégico construído de forma coletiva, defender o voto em Lula ou em uma candidatura da extrema-esquerda mostra apenas o oportunismo de setores que fingem levar a sério os interesses dos trabalhadores.

(*) Doutor em história pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e técnico-administrativo no Instituto Federal Catarinense (IFC). Autor do livro “Golpe e ditadura em Santa Catarina”

§§§

As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21.

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Onde assistir ao Oscar 2026: o clima é de Copa do Mundo

13 de Março de 2026, 17:19

A Copa do Mundo começou mais cedo no Brasil. Domingo, 15 de março, a torcida brasileira estará diante da televisão para torcer pelos representantes brasileiros no Oscar 2026. Confira onde assistir ao Oscar com a TVT News.

Oscar 2026 onde assistir

Qual horário do Oscar

  • O Oscar 2026 será transmitido ao vivo no Brasil no domingo, 15 de março, a partir das 21h (horário de Brasília).
  • Tapete vermelho do Oscar começa às 18h30

Onde assistir Oscar 2026

Para assistir ao Oscar 2026, as opções incluem a TV Globo (TV aberta), Globoplay (streaming gratuito), canal TNT (TV paga) e HBO Max (streaming).

A cobertura do tapete vermelho começa mais cedo, por volta das 18h30.

  • Cobertura em tempo real: site TVT News
  • TV Aberta: TV Globo (após o Fantástico).
  • TV Fechada: TNT.
  • Streaming: Globoplay (sinal aberto) e HBO Max (sinal da TNT).

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Oscar 2026: cobertura minuto a minuto aqui na TVT News. Foto: Oscars Academy

Em clima de final de Copa, Brasil se prepara para noite do Oscar

Neste final de semana, o Brasil vive novamente um fenômeno curioso e raro no audiovisual: um clima de torcida coletiva.

Como em final de Copa do Mundo, bares, cinemas e cineclubes em várias cidades do país estão organizando transmissões da premiação, bolões, quizzes e sessões especiais para acompanhar a 98ª edição da maior noite do cinema mundial neste domingo (15).

Se Hollywood trata o Oscar como uma sofisticada engrenagem de campanhas e estratégias de estúdio, no Brasil ele ganhou novos contornos. Há memes nas redes sociais, correntes de torcida e uma mobilização espontânea de cinéfilos que lembra muito o que aconteceu no ano passado com “Ainda Estou Aqui”, que recebeu o Oscar na categoria de melhor filme internacional.

Agora, o centro dessa expectativa é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, que chega a 2026 com indicações de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator para Wagner Moura.

Os números ajudam a explicar o entusiasmo. Mesmo competindo com superproduções de Hollywood, o filme brasileiro, segundo dados da FILME B, portal sobre o mercado de cinema no Brasil, lidera a bilheteria entre os indicados ao Oscar, com 2.464.071 ingressos vendidos e mais de R$ 50 milhões arrecadados. 

Entre os dez concorrentes ao prêmio principal da Academia Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora da premiação, é também o longa de menor orçamento, um detalhe que torna sua trajetória ainda mais simbólica.


Brasil vive momento histórico

O cinema brasileiro chega ao Oscar 2026 em um de seus momentos mais importantes. O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações, igualando o recorde nacional alcançado por Cidade de Deus.

O longa concorre nas seguintes categorias:

  • Melhor Filme
  • Melhor Filme Internacional
  • Melhor Ator, com Wagner Moura
  • Melhor Seleção de Elenco

A indicação de Moura é histórica: ele se tornou o primeiro brasileiro indicado ao prêmio de Melhor Ator. Na disputa, o ator enfrenta nomes de peso como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio e Michael B. Jordan.

Além disso, o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso também recebeu uma indicação por seu trabalho no filme Sonhos de Trem.

Torcida nos bares e cinemas pelo Brasil no Oscar

Em várias cidades brasileiras, a premiação será acompanhada coletivamente,  um fenômeno que vem crescendo nos últimos anos. 

No Rio de Janeiro, o produtor e exibidor Cavi Borges, do Grupo Estação e da Cavideo, prepara novamente uma grande festa para a transmissão.

O evento começou há mais de duas décadas de forma quase improvisada:

“Eu faço essa transmissão ao vivo do Oscar há 25 anos. Começou lá na Cobal do Mytown, quando a Cavideo estava nascendo. Era uma reunião pequena, cinéfila mesmo.”

Nos últimos anos, porém, o evento ganhou proporções inesperadas. 

“No ano passado, foi o ápice: quase duas mil pessoas. Cinco salas lotadas e um telão no saguão. Quando o Brasil ganhou o Oscar, o cinema tremeu. Foi histórico.”

Bolão do Oscar 2026

Para 2026, a expectativa é ainda maior. O evento terá bolão de apostas, quiz cinéfilo, concurso de sósias de Wagner Moura e transmissão simultânea em salas do Estação Net Rio e do Estação Net Botafogo.

Mais do que festa, Borges vê nisso um efeito direto do momento que o cinema brasileiro atravessa.

“Muita gente que não frequentava cinema de arte começou a aparecer. Pessoas que iam ao shopping ver blockbuster foram à Estação para ver Ainda Estou Aqui ou O Agente Secreto. E quando chegam lá descobrem um monte de outros filmes.”

Segundo ele, esse movimento ajuda a revelar algo curioso:

“O Brasil produz cerca de 300 filmes por ano, mas o grande público conhece quatro ou cinco. Quando as pessoas entram na sala de cinema por causa de um filme brasileiro que virou fenômeno, elas descobrem que existe muito mais.”

Confira a lista completa de indicações ao Oscar 2026

Melhor Filme

  • O Agente Secreto
  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Valor Sentimental

Melhor Direção

  • Chloe Zhao, por Hamnet
  • Joachim Trier, por Valor Sentimental
  • Josh Safdie, por Marty Supreme
  • Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra
  • Ryan Coogler, por Pecadores

Melhor Ator

  • Wagner Moura, por O Agente Secreto
  • Timothy Chalamet, por Marty Supreme
  • Leonardo Di Caprio, por Uma Batalha Após a Outra
  • Ethan Hawke, por Blue Moon
  • Michael B Jordan, por Pecadores

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley, por Hamnet
  • Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
  • Renata Reinsve, por Valor Sentimental
  • Kate Hudson, por Song Sung Blue: Um sonho a dois
  • Emma Stone, por Bugonia

Ator Coadjuvante

  • Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
  • Jacob Elordi, por Frankenstein
  • Delroy Lindo, por Pecadores
  • Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra
  • Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental

Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning, por Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental
  • Amy Madigan, por A Hora do Mal
  • Wunmi Mosaku, por Pecadores
  • Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra

Roteiro Original

  • Blue Moon
  • Foi Apenas Um Acidente
  • Marty Supreme
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Roteiro Adaptado

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Sonhos de Trem

Seleção de Elenco

  • O Agente Secreto
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores
  • Uma Batalha Após a Outra

Melhor Animação

  • Arco
  • Elio
  • Guerreiras do K-Pop
  • A Pequena Amélie
  • Zootopia 2

Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem

Figurino

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • Hamnet
  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Marty Supreme

Edição

  • F1
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Valor Sentimental

Maquiagem e Cabelo

  • Kokuho
  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Coração de Lutador: The Smashing Machine
  • A Meia-Irmã Feia

Som

  • F1
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sirāt

Efeitos Visuais

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • F1
  • Jurassic World: Recomeço
  • O Ônibus Perdido
  • Pecadores

Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Canção Original

  • Dear Me, de Diane Warren: Relentless
  • Golden, de Guerreiras do K-Pop
  • I Lied to You, de Pecadores
  • Sweet Dreams of Joy, de Viva Verdi!
  • Train Dreams, de Sonhos de Trem

Melhor Documentário

  • The Alabama Solution
  • Come See Me In The Good Light
  • Mr Nobody Against Putin
  • Perfect Neighbour
  • Cutting Through Rocks

Melhor Filme Internacional

  • O Agente Secreto, do Brasil
  • Foi Apenas Um Acidente, da França
  • Valor Sentimental, da Noruega
  • Sirāt, da Espanha
  • A voz de Hind Rajab, da Tunísia

Curta-metragem de Animação

  • Butterfly
  • Forever Green
  • The Girl Who Cried Pearls
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

Curta-documentário

  • All The Empty Rooms
  • Armed Only With A Camera
  • Children No More
  • Perfectly A Strangeness
  • The Devil Is Busy

Curta-metragem com Atores

  • Butchers Stain
  • A Friend Of Dorothy
  • The Singers
  • Two People Exchanging Saliva
  • Jane Austen’s Period Drama

São Paulo (SP), 28/10/2025 - Entrevista coletiva com o elenco do filme O Agente Secreto, no hotel Renaissance. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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Elenco do filme O Agente Secreto, que já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores – Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

O Agente Secreto concorre em 4 categorias no Oscar 2026

Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, O Agente Secreto tornou-se um caso raro: um filme autoral que conseguiu dialogar com o público sem abrir mão de sua identidade estética.

O longa já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores, tornando-se o filme mais visto no Brasil entre todos os indicados ao Oscar deste ano.

Nas redes sociais, Kleber tem demonstrado uma mistura de celebração e responsabilidade diante da mobilização nacional.

O diretor agradeceu recentemente a “energia incrível” do público brasileiro e destacou algo que considera essencial para o sucesso do filme: as políticas públicas de incentivo ao audiovisual. Para ele, o reconhecimento internacional também tem um significado cultural mais amplo.

O cineasta afirma que a presença do filme no Oscar representa uma forma de “soft power brasileiro” — a capacidade de o país projetar sua cultura e sua identidade no palco global. Ao mesmo tempo, Kleber reconhece a pressão e  já comentou sentir “medo de decepcionar” diante da enorme expectativa criada no Brasil.

Entre todas as categorias, especialistas apontam uma em que o Brasil aparece particularmente forte. A nova categoria de Melhor Direção de Elenco, criada pela Academia em 2024 e inaugurada nesta edição do Oscar, pode marcar um momento histórico para o país.

O brasileiro Gabriel Domingues foi indicado pelo trabalho em O Agente Secreto, responsável pela seleção de mais de 60 atores, combinando nomes consagrados e novos

Mesmo com o entusiasmo brasileiro, a disputa continua aberta. Veículos especializados americanos apontam “Pecadores”, de Ryan Coogler, como possível grande vencedor da noite.

Publicações ligadas ao cinema independente foram mais generosas com o longa brasileiro. O site IndieWire, por exemplo, colocou O Agente Secreto no topo do ranking entre os indicados a Melhor Filme.

Entre os favoritos estão Timothée Chalamet, vencedor do Globo de Ouro, e Michael B. Jordan. Mas há também histórias que Hollywood adora: trajetórias longas esperando reconhecimento.

É impossível não lembrar, por exemplo, de Ethan Hawke — um dos atores mais respeitados de sua geração que, surpreendentemente, nunca levou uma estatueta.

Enquanto isso, o Brasil torce por Wagner Moura, que chega à corrida com enorme capital simbólico após sua vitória no Globo de Ouro.

São Paulo (SP), 28/10/2025 - Ator Wagner Moura durante entrevista coletiva do elenco do filme O Agente Secreto, no hotel Renaissance. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
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Wagner Moura concorre na categoria de melhor ator – Foto Paulo Pinto/Agência Brasil

Se os prognósticos internacionais são cautelosos, no Brasil o sentimento é outro. Há algo que números e estatísticas não capturam: a mobilização afetiva em torno de um filme. Nunca tantos portais, canais de cinema, podcasts e perfis nas redes sociais acompanharam tão intensamente a temporada de premiações.

Talvez porque o cinema brasileiro esteja vivendo um momento raro: o de voltar a se ver no centro da conversa mundial.

Leia mais sobre o Oscar 2026 na TVT News

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Apoio de Trump a Flávio aumenta chances de votar em Lula, mostra Quaest

13 de Março de 2026, 15:45

Pesquisa do instituto Genial/Quaest indica que um eventual apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República pode ter um efeito contrário ao esperado. Segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (13), a manifestação pública do líder norte-americano aumentaria a chance de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para 32% dos entrevistados — percentual superior aos 28% que afirmam que o apoio de Trump ampliaria a probabilidade de votar no senador. Leia em TVT News.

A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 9 de março e ouviu presencialmente 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

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Os dados sugerem que a figura de Trump, um dos principais nomes da direita global e aliado político do bolsonarismo, polariza o eleitorado brasileiro e pode provocar reações distintas entre diferentes segmentos da população. Além dos 32% que dizem que o apoio do republicano aumentaria a disposição de votar em Lula e dos 28% que afirmam que isso favoreceria Flávio Bolsonaro, outros 19% apontam que o gesto estimularia o voto em um candidato de “terceira via”, fora da polarização entre os dois campos políticos. Já 14% afirmam que a manifestação não faria diferença em sua decisão de voto e 7% não souberam responder.

De acordo com o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, os resultados indicam que a associação direta com Trump pode ser mais prejudicial do que benéfica para a candidatura do senador. “Trump parece mais atrapalhar que ajudar a candidatura da oposição. Quando perguntados, 32% dos brasileiros afirmam que um apoio de Trump a Flávio faria com que aumentassem as chances de votar em Lula”, afirmou, em publicação no X (ex-Twitter).

Flávio Trump

Polarização entre bases políticas

A pesquisa também detalha como diferentes grupos do eleitorado reagiriam ao eventual endosso do presidente norte-americano.

Entre os eleitores que se declaram bolsonaristas, o efeito é fortemente positivo para o senador: 80% afirmam que o apoio de Trump aumentaria sua disposição de votar em Flávio Bolsonaro. Já entre os eleitores que se identificam com Lula, o movimento é inverso: 79% dizem que o gesto ampliaria a chance de votar no atual presidente.

Entre os eleitores independentes — grupo considerado decisivo em disputas presidenciais — o impacto tende a favorecer alternativas fora da polarização. Nesse segmento, 33% afirmam que o apoio do presidente norte-americano estimularia a busca por um candidato que não seja nem Lula nem Flávio.

Os resultados também variam conforme religião, gênero, renda e escolaridade. Entre evangélicos, 36% dizem que o apoio de Trump aumentaria as chances de votar no senador. Já entre católicos, 35% afirmam que o gesto fortaleceria a intenção de votar em Lula.

No recorte de gênero, o apoio de Trump beneficia mais o senador entre homens: 33% afirmam que isso elevaria as chances de voto em Flávio Bolsonaro. Entre as mulheres, porém, o efeito tende a favorecer Lula: 35% dizem que a manifestação aumentaria a disposição de votar no petista.

Em relação à renda, o potencial de voto em Flávio Bolsonaro impulsionado por Trump é maior entre quem ganha mais de cinco salários mínimos, grupo em que 33% dizem que aumentariam as chances de votar no senador. Já entre os brasileiros com renda de até dois salários mínimos, 37% afirmam que o apoio ao parlamentar ampliaria a chance de votar em Lula.

A reação também apresenta variações regionais. No Sul, 35% afirmam que o apoio de Trump aumentaria as chances de voto em Flávio Bolsonaro. No Nordeste, por outro lado, metade dos entrevistados (50%) diz que um eventual endosso do presidente norte-americano elevaria a probabilidade de votar em Lula.

Entre faixas etárias, o impacto pró-Flávio Bolsonaro aparece com mais força entre pessoas de 35 a 44 anos, grupo em que 33% afirmam que o apoio aumentaria as chances de votar no senador. Já entre jovens de 16 a 24 anos, o maior efeito seria o estímulo à terceira via: 25% afirmam que buscariam outro candidato. Entre idosos com 60 anos ou mais, 38% dizem que o apoio de Trump elevaria as chances de votar em Lula.

Rejeição aos Estados Unidos cresce

Além do impacto eleitoral, o levantamento aponta uma deterioração na imagem dos Estados Unidos entre os brasileiros. Atualmente, 48% dos entrevistados dizem ter opinião desfavorável sobre o país, enquanto 38% afirmam ter uma visão positiva.

Quaest Flávio Trump Lula

A tendência representa uma mudança significativa em relação a outubro de 2023, quando 56% dos brasileiros declaravam ter imagem favorável dos EUA e apenas 25% tinham opinião negativa. Desde então, a percepção positiva vem caindo gradualmente.

O saldo de imagem — diferença entre avaliações positivas e negativas — também piorou. Em agosto de 2025, a diferença era de quatro pontos negativos. Agora, chegou a dez pontos negativos.

Segundo a Quaest, a deterioração ocorre em praticamente todos os segmentos da sociedade brasileira, incluindo diferentes regiões, faixas de renda e níveis de escolaridade.

O cenário se insere em um contexto internacional marcado por tensões geopolíticas e pela crescente polarização política global. Nos últimos meses, as ações do governo norte-americano em conflitos internacionais, incluindo a escalada militar contra o Irã, têm ampliado o debate sobre a influência da política externa dos EUA na opinião pública de países como o Brasil.

Nesse ambiente, a pesquisa sugere que a associação direta entre lideranças brasileiras e figuras centrais da política norte-americana pode produzir efeitos eleitorais complexos — e, em alguns casos, contrários aos esperados por seus aliados políticos.

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VÍDEO – Ratinho quebra o silêncio sobre ataque a Erika Hilton: “Crítica política”

13 de Março de 2026, 15:34
O apresentador Ratinho. Foto: Divulgação

O apresentador Ratinho se pronunciou após repercussão de comentários transfóbicos feitos sobre a deputada federal Erika Hilton durante seu programa no SBT. As ofensas ocorreram após ele comentar a eleição da parlamentar para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.

Após a repercussão, o apresentador afirmou que suas falas fazem parte de crítica política e negou intenção de preconceito. “Defendo a população trans. Mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política não é preconceito. É jornalismo. E não vou ficar em silêncio.”

🚨VEJA: Ratinho se pronuncia após falas contra Érika Hilton:

“Eu defendo a população trans, mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política, gente, não é preconceito, é jornalismo. E eu não vou ficar em silêncio”.

pic.twitter.com/7I2WlFrwqn

— CHOQUEI (@choquei) March 13, 2026

Durante o programa, Ratinho questionou a escolha da deputada para o cargo e fez comentários sobre identidade de gênero. “Ela não é mulher, ela é trans. Eu não tenho nada contra trans, mas se tem outras mulheres, mulher mesmo… Mulher para ser mulher tem que ser mulher, gente. Eu até respeito, respeito todo mundo que tem comportamento diferente, está tudo certo. Agora, para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, disse.

O apresentador também declarou que não concorda com a eleição da parlamentar para a comissão. “Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher. Mas quero dizer que não tenho nada contra a deputada, o deputado… A deputada Erika Hilton. Ela não me fez nada, ela só fala bem, mas não tenho nada contra ela. Acho que deveria ser uma mulher.”

Em outro momento, Ratinho questionou se uma mulher trans poderia representar pautas femininas. “Para quem não sabe, a deputada Erika Hilton é trans, mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Não é fácil ser mulher. Imagine se uma mulher trans fosse defender as pautas relacionadas ao público masculino? Estaria certo? Também não. Está certo, vamos nos modernizar, ter inclusão, mas não precisa exagerar.”

DESSERVIÇO! Ratinho dispara contra Érika Hilton ao vivo, e diz que a Deputada NÃO É MULHER.

"Mulher pra ser mulher, tem que ter útero, tem que menstruar" #ProgramaDoRatinho pic.twitter.com/JGb9gTxVw1

— Brenno (@brenno__moura) March 12, 2026

A deputada respondeu nas redes sociais e afirmou não se preocupar com as críticas. “Não estou nem um pouco preocupada se o esgoto da sociedade não gostou. A opinião de transfóbicos e imbecis é a última coisa que me importa. Hoje fiz história por mim, que tive minha adolescência e minha dignidade roubada pelo preconceito e discriminação.”

Ela também comentou a eleição para a presidência da comissão. “Podem espernear. Podem latir. Eu sou a presidenta da Comissão da Mulher? E foi a minha luta, a minha história e a minha garra que me trouxeram até aqui.”

O SBT divulgou nota afirmando que as declarações não representam a posição da emissora. “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores.”

Erika Hilton informou que acionou o Ministério Público Federal para investigar o caso e pediu abertura de ação civil pública com pedido de indenização por danos morais coletivos. Segundo ela, as falas não atingem apenas pessoas trans. “Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.”

A deputada também afirmou que pretende levar o caso adiante. “Ratinho e o SBT pagarão por seus atos. Eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis. Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.”

Sim, estou processando o apresentador Ratinho.

Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.

Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.… pic.twitter.com/F9Suqaf3b8

— ERIKA HILTON (@ErikakHilton) March 12, 2026

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