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Professor de Bento Gonçalves denuncia perseguição política após demissão por charge no Instagram

23 de Junho de 2026, 10:00

O professor de Geografia Rafael Martins da Costa era concursado há nove anos na rede municipal de ensino de Bento Gonçalves, até ser demitido no final do último mês de maio. O motivo foi o fato de os estudantes terem acesso ao Instagram pessoal do professor, onde ele publica charges de autoria própria. Rafael denuncia perseguição política por parte da Prefeitura, já que algumas charges criticam a gestão do então prefeito Diogo Siqueira (PL). Já a Secretaria Municipal de Educação (Smed) alega que Rafael publicava conteúdos com teor potencialmente violento. A pasta se refere a uma charge sobre o assassinato de Charlie Kirk.

A história começou em agosto de 2025, quando Rafael publicou duas charges ironizando a morte do ultraconservador estadunidense. Foi o suficiente para que, duas semanas depois, dois vereadores de direita de Bento Gonçalves trouxessem o conteúdo à tona nas redes sociais, acusando o professor de incitação à violência. Rafael não teve o nome citado, mas a notícia repercutiu na imprensa local.

No final daquele 18 de setembro, o prefeito Diogo Siqueira publicou um vídeo anunciando que estava afastando o professor do cargo de maneira cautelar. “Os desenhos podem parecer inofensivos, mas comemoram o assassinato de uma pessoa. Um professor que está influenciando as pessoas. Eu tenho uma filha, e eu não quero ver isso dentro de sala de aula. Não quero que nenhum pai passe por essa preocupação”, declarou.

Rafael acredita que a medida tomada pelo prefeito tenha relação, na verdade, com outras charges, publicadas em janeiro de 2025. Naquele início de ano, o professor usou os desenhos para tecer críticas ao Executivo municipal, que propunha uma lei para acabar com a licença-prêmio e os biênios de servidores públicos. O projeto foi aprovado, mas Rafael continuou se manifestando nas redes sociais e trabalhando normalmente. Até que veio a notícia de seu afastamento.

“É uma situação recorrente. Colegas, por qualquer motivo, sofrem punições. Outros professores também estão em processo administrativo. É uma coisa recente, ao meu ver, de 2017 para cá”, diz Rafael. O Sul21 procurou o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Bento Gonçalves (Sindiserp) para apurar se há outros casos de perseguição política, mas a organização não se manifestou.

 

“A partir do meu afastamento, um amigo advogado começou a me ajudar. Ele entrou com pedido de suspensão da decisão, que não foi aceito no judiciário de Bento Gonçalves. Logo, ele fez o pedido no Tribunal de Justiça em Porto Alegre e começamos uma longa espera pelo resultado”, explica Rafael.

Enquanto isso, alguns deputados manifestaram apoio a Rafael, assim como sindicatos e organizações políticas e culturais. O professor chegou a participar de uma reunião da Comissão de Direitos Humanos na Assembleia Legislativa. 

No contexto do Processo Administrativo Disciplinar (PAD) em que Rafael estava envolvido, ele foi chamado ainda em setembro para prestar depoimento na Prefeitura. “Me pediram explicação sobre a charge [sobre Kirk] e eu expliquei o sentido dela. Eles queriam entender por que é que eu fiz. Eu publiquei nas minhas redes, que não têm nada a ver com a escola”, afirma o professor. 

Nesse mesmo dia, Rafael descobriu que a Smed de Bento Gonçalves havia ido até a escola verificar o caderno e o material dos estudantes que tinham aula com ele. O que a equipe da Secretaria achou foi uma charge que o professor fez para os alunos, sobre um assunto tratado na aula de Geografia, mas com QR Code que levava para o perfil dele no Instagram. 

“Eu disponibilizo essas charges na internet para que outros professores baixem e usem. Caso eles façam cópias e distribuam para outros, o endereço do meu perfil vai junto. E foi assim que fiz na minha aula”, argumenta Rafael. “Não pedi para que meus alunos entrassem no link. Aliás, muito poucos alunos me seguem ou interagem com minhas publicações. Pode ter sido um erro meu”.

Em outubro de 2025, a Justiça ordenou que Rafael voltasse ao trabalho. Contudo, o processo administrativo ainda não tinha terminado. “O ano acabou, vieram as férias, as aulas voltaram, e nada de resposta da comissão disciplinar. Nem deixavam meu advogado ver o andamento do processo. Até que chegou o fim de maio deste ano e descobrimos a resposta do processo: eu estava demitido”, relembra o professor. “Fui demitido, acreditamos, por perseguição política. Por meu posicionamento de esquerda e contra a administração de Bento”.

A decisão, à qual o Sul21 teve acesso, é assinada pelo prefeito Amarildo Lucatelli (PP). Ele assumiu a Prefeitura de Bento Gonçalves quando Diogo Siqueira deixou o cargo para virar pré-candidato a deputado federal. Consta no documento que “o material pedagógico distribuído aos alunos continha QR Code direcionando ao perfil pessoal do professor, permitindo acesso a publicações alheias ao conteúdo estritamente didático”. O relatório cita ainda que “o servidor publicou, em rede social de acesso público, conteúdos com teor potencialmente violento e politicamente sensível”. A demissão de Rafael foi oficializada com a publicação de uma portaria em 28 de maio de 2026.

Procurada, a Smed disse que “a decisão foi adotada com base nos procedimentos legais e administrativos previstos na legislação vigente. O caso foi devidamente apurado por meio de Processo Administrativo Disciplinar (PAD), conduzido em observância aos princípios da legalidade e da ampla defesa”.

Já a defesa de Rafael entrou com recurso para tentar reverter a situação, a nível administrativo. O advogado também tenta uma liminar na Justiça para anular a demissão do professor. “Eu não tenho nenhuma falta grave, profissionalmente. O que está acontecendo é porque políticos de extrema-direita de Bento Gonçalves não gostaram de como eu me posiciono nas redes”, afirma Rafael. Ele e sua defesa estão se mobilizando junto a outros colegas e organizaram uma petição online, que já conta com mais de mil assinaturas.

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Prefeituras driblam Constituição e deixam de aplicar R$ 704,6 mi do Fundeb em educação

23 de Junho de 2026, 05:45
escola Fundeb
Por Paulo Saldaña (Folhapress) – Ao menos R$ 704,6 milhões do Fundeb, principal mecanismo de financiamento da educação básica, deixaram de ser aplicados na educação infantil desde 2021, apesar de a Constituição obrigar a destinação de parcela do fundo a essa etapa. Dados obtidos pela Folha mostram que 835 municípios descumpriram essa regra, total ou parcialmente, em algum exercício […]

Financiamento é o grande gargalo da pesquisa gaúcha, aponta Rafael Roesler

22 de Junho de 2026, 18:33

Embora o Rio Grande do Sul esteja na liderança em rankings nacionais de números de pesquisadores e de pesquisas com maior impacto, o financiamento que o Estado reserva para a pesquisa científica e acadêmica é um dos mais baixos do País. O diagnóstico é do professor titular do Departamento de Farmacologia da Ufrgs, Rafael Roesler, que está no segundo mandato como diretor técnico-científico do Conselho Técnico Administrativo (CTA) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

A Fapergs é a principal agência de fomento à pesquisa científica e à inovação tecnológica do RS, uma fundação pública da administração estadual. Conforme o diretor, o setor nunca recebeu os recursos previstos em legislação, o que, para ele, denota um problema sistêmico de baixo financiamento para estudos no RS.

No entanto, mesmo com poucos recursos, ele ressalta que os pesquisadores gaúchos são protagonistas em momentos de crise como nas enchentes de 2024, quando diversos especialistas de universidades gaúchas se mobilizaram para oferecer diagnósticos e soluções para diminuir os impactos das cheias.

O professor é o convidado do encontro promovido pelo Grupo de Trabalho de Ciência e Tecnologia da Adufrgs-Sindical e palestra, nessa segunda-feira (22), na sede da entidade. Nessa entrevista ao Sul21, o professor ainda defende que o Brasil precisa aprender com os modelos de financiamento de pesquisa de países como China e Coreia do Sul, que conseguiram usar a inovação local para impulsionar a economia.

Confira:

Sul21: O que falta para o Brasil se destacar?

Rafael Roesler: Há várias carências crônicas e várias instabilidades crônicas. E entra na questão do financiamento, que é o principal fator que determina se as coisas vão acontecer ou não. Temos, em nível federal, as principais agências de fomento: o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que é fomento mais à pesquisa, incluindo a pesquisa básica; a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que é mais para a formação de pessoas, com bolsas de pós-graduação; e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que é voltada para grandes infraestruturas de pesquisa e de inovação, inclusive inovação nas empresas, onde é necessário esse fomento público também. Temos que enxergar a atividade de pesquisa científica vinculada à inovação tecnológica, a atuação das universidades, das empresas, dos institutos de pesquisa, do poder público, da sociedade civil, idealmente como atores articulados em torno de um projeto de desenvolvimento socioeconômico do país.

Sul21: Quais os exemplos estrangeiros que podem ser apropriados pelo Brasil?

Roesler:  Todos os países que conseguiram um desenvolvimento soberano, uma economia avançada e socialmente justa, baseada em pesquisa científica na base da economia, articularam esses atores todos. Precisamos dessa articulação com o poder público coordenando esse processo e dando a diretriz, principalmente o governo federal, com as agências públicas dos estados, os laboratórios nacionais públicos, as universidades de todas as matizes e características de gestão, e também com a indústria nacional. Vale enfatizar ainda a participação da geração de start ups nacionais, pequenas empresas de alta densidade tecnológica, que diversificam a economia, com alto conteúdo científico, para que projetem a economia para um modelo baseado em tecnologia mais sustentável e mais avançado. Esses agentes podem trabalhar de forma harmoniosa e benéfica para a sociedade. E o critério é estar inserido num projeto de desenvolvimento nacional. Tem sido assim a experiência de todos os países que conseguiram dar um salto a partir de uma posição de capitalismo periférico. Como a Coreia do Sul, que se tornou uma economia de maior produtividade e maior renda, capaz de prestar serviços sociais mais generosos. Outro grande modelo que temos agora é a China.

Sul21: E como está o RS nesse cenário?

Roesler: O Rio Grande do Sul tem um sistema acadêmico, científico e tecnológico muito rico. As universidades comunitárias têm um papel fundamental nisso. Temos os institutos federais, as unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sete universidades federais sediadas no estado, parques tecnológicos, incubadoras de ponta. É um estado muito rico e muito competitivo para captação desses recursos federais que existem. O Rio Grande do Sul tem a maior densidade de pesquisadores ativos profissionalmente por habitante, a maior densidade de publicações científicas por habitante no Brasil e a maior qualidade de produção científica no Brasil medida pelo impacto. Também tem a maior formação de doutores no Brasil e a maior formação de pós-graduação. Se analisarmos a produção conforme as métricas por habitante. o Rio Grande do Sul lidera tudo isso no país, mais até do que São Paulo, que tem um financiamento muitíssimo maior. Agora, o nosso financiamento é muito baixo. A gente tem um problema crônico de subfinanciamento, que é um dos orçamentos mais baixos do Brasil.

Rafael Roesler é diretor-técnico da Fapergs

Sul21: Qual o orçamento da Fapergs?

Roesler: Quando começa o ano, o orçamento base da Fapergs, que é destinado na lei de orçamentária da Assembleia, historicamente, fica em torno de R$ 30 milhões. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) fica em torno de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões. Rio de Janeiro e Minas Gerais praticam orçamento de R$ 700 a R$ 900 milhões por ano. Todos os outros estados da região Sul e Sudeste e a maior parte dos estados do Nordeste e do Norte recebem mais financiamento estadual do que o Rio Grande do Sul. Temos conseguido algumas suplementações importantes nos últimos anos, graças ao esforço de vários agentes, da própria Fapergs, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia e do Governo do Estado. Com isso, tem executado orçamento na casa de R$ 100 milhões, mas isso são suplementações que são incertas, que não estão organicamente incluídas ainda no orçamento que é aprovado pela Assembleia na lei orçamentária. E esse é o grande gargalo aqui para o Estado em termos de política estadual, de ciência, tecnologia e inovação.

Sul21: Há um contraste entre esses dados de liderança nas pesquisas. O que está faltando para o orçamento reconhecer a extensão da pesquisa?

Roesler: Temos conversado com muitos deputados e o Governo do Estado, que conhecem essa realidade. O Tribunal de Contas do Estado todo ano aponta o Governo do Estado por causa dessa deficiência. Temos uma lei na constituição que diz que 1,5% da arrecadação líquida de impostos do estado deveria vir para pesquisa científica, principalmente para Fapergs. Isso nunca foi cumprido. Nunca chegou perto de ser cumprido. E não é que os agentes desconhecem a situação. Pois estamos em todos os fóruns comunicando, isso é público. Parece que é um problema estrutural, todos os governos falam que o RS é um estado financeiramente complicado. Pessoalmente, penso que é uma questão de priorização, porque há competição pelo orçamento público por diferentes demandas. Tem que haver um entendimento de que o financiamento em pesquisa gera lá na frente um crescimento econômico que compensa esse financiamento pelos benefícios sociais. Mas é um problema crônico histórico do Estado. Existe esse clichê de que a culpa é dos pesquisadores que não sabem se comunicar com a sociedade. Mas discordo, tem muito canal de divulgação científica hoje em dia, tem muitos comunicadores bons e todos os caminhos para conhecer o que é feito. É realmente um problema político e de modelo econômico.

Sul21: Professor, durante as enchentes de 2024, os órgãos de pesquisa do RS foram muito acionados. Como o senhor avalia esse momento?

Roesler: Naquela época, imediatamente quando ocorreu a enchente, a posição da Fapergs foi de acionar a comunidade científica acadêmica do Rio Grande do Sul, porque ela queria muito oferecer especialistas e centros de pesquisa dessa área que são de ponta, que teriam soluções e diagnósticos. E precisam de espaço para conseguirem aprimorar, trabalhar e serem ouvidos. E foi assim na covid-19 também, na hora em que a gente precisa da informação apurada, do conteúdo real com substância e do parecer técnico real, onde é que o Jornal Nacional veio fazer a transmissão? Foi no Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Ufrgs, veio para a universidade federal. Na covid-19 também, as pessoas foram procurar informação de qualidade dentro da universidade federal. É ali que está o conhecimento, e principalmente o conhecimento de qualidade. Então após as enchentes fizemos um movimento para construir um grande programa de apoio à pesquisa, para resiliência, prevenção e resposta a desastres climáticos.

Sul21: Como foi essa articulação?

Roesler: Pesquisamos muito a experiência internacional, o que as agências de fomento americanas fizeram nos Estados Unidos em resposta ao furacão Katrina em New Orleans. Estudamos o que o Japão faz em questão de pesquisa científica na resposta aos terremotos e tsunamis. Pesquisamos o sistema científico internacional de tsunami da Indonésia e usamos isso como modelo para construção de um edital. Conseguimos viabilizar esse edital com o apoio do Governo do Estado e dos recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), que o Governo Federal disponibilizou na época para o RS. E lançamos um edital de R$ 45 milhões para desastres climáticos. Esse foi o maior, mas houve outros editais também acessórios a esse e outros em paralelo. Então lançamos uma série de programas para tentar manter os jovens talentos científicos no estado, não fazer eles desistirem do estado por causa daquilo, para tentar estimular a pesquisa nessa área, dando a prioridade para a própria comunidade acadêmica e científica gaúcha, não para agentes externos. E para apoiar as pequenas empresas tecnológicas que precisavam de apoio para continuar no estado. Fizemos vários programas e editais. E houve uma resposta muito boa. Então, houve uma ativação da comunidade científica em resposta a esse processo climático.

Sul21: O uso da Inteligência Artificial (IA) em pesquisas e no ambiente acadêmico traz preocupações para o senhor?

Roesler: Não sou especialista nessa área, mas, como todo mundo, estou muito perplexo com a rapidez que vem sendo utilizada. A IA claramente apresenta enormes oportunidades, é uma mudança irreversível na maneira como nós fazemos as coisas e apresenta também ameaças. Espero que a gente consiga construir um modelo brasileiro de IA, onde não fiquemos subalternos tecnologicamente, nem subalternos do ponto de vista de entrega da informação estratégica brasileira para essas grandes corporações internacionais. Deveríamos ter uma discussão mais profunda sobre o que está havendo, para criar um modelo brasileiro de governança, que nos fornecesse segurança e um uso benéfico para a sociedade brasileira.

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Enamed será requisito para exercício da medicina no Brasil

22 de Junho de 2026, 16:43

Os estudantes que se formarem em medicina somente vão poder realizar sua inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) se tiverem rendimento suficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Entenda com a TVT News e informações da Agência Brasil.

O registro no conselho é necessário para o exercício legal da profissão de médico no Brasil.

A proficiência no Enamed como requisito para exercer a profissão consta na medida provisória (MP) assinada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cidade de Divinópolis, em Minas Gerais, no dia 19 de junho, quando a medida provisória entrou em vigor.

Medida provisória do Enamed já está valendo

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a medida provisória (MP) entra em vigor imediatamente, mas a exigência de proficiência na prova para o exercício profissional valerá apenas para quem ingressar na graduação de medicina a partir da data de publicação da norma no Diário Oficial da União.

O presidente do Inep, Manuel Palacios, explica que tornar o Enamed uma política de avaliação e análise de competências de estudantes de medicina referência representa um instrumento para monitorar a formação médica ofertada por instituições públicas e privadas de educação superior, porque é necessário o controle mais rigoroso do padrão de ensino.

“Haverá um controle mais preciso da qualidade da formação oferecida pelas instituições, o que também ajuda o próprio estudante a escolher em que instituição vai se inscrever, onde vai se formar. Assim como, a medida provisória de hoje assegura à população serviços médicos de qualidade, praticados por um profissional que passou por um exame de proficiência”, afirma o presidente do Inep, Manuel Palacios.

  • Saiba mais sobre o Enamed aqui

Enamed a cada seis meses

A MP cria a política integrada para formação médica no país e também estabelece que o Enamed será aplicado, obrigatoriamente, a cada seis meses pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a todos os estudantes concluintes de cursos de medicina no Brasil. O graduado que não obtiver avaliação satisfatória no Enamed poderá refazê-la em edições semestrais seguintes.

O Inep prevê que as provas serão realizadas de forma descentralizada em todos os municípios que oferecem cursos de graduação em medicina. Entre os objetivos, o novo formato permitirá a comparação de resultados entre as edições.

Enamed vai substituir a fase teórica do Revalida

A normativa editada pelo presidente da República também oficializa o alinhamento entre formação médica nacional e internacional. Pela política, o Enamed substituirá integralmente a primeira fase (teórica) do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida).

Dessa forma, médicos formados fora do país e os graduados no Brasil serão submetidos exatamente ao mesmo exame. A mudança não abrange a segunda etapa do Revalida, composta por exames práticos em estações clínicas que simulam atendimentos reais.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, em entrevista à imprensa, destacou que a avaliação de estudantes de medicina poderia estar sendo realizada desde 2015, como prevista no programa Mais Médicos, mas não houve continuidade em outras gestões federais.

O representante do Ministério da Saúde indica que o Enamed representa a possibilidade de alinhamento da graduação em medicina às necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS) e da população.

“No ano passado, voltamos a ter um exame específico dos estudantes de medicina e pelas matrizes de elaboração dessas provas, que são feitas por uma comissão de especialistas. É possível utilizar o Enamed enquanto a prova teórica. que é a chamada a primeira etapa do Revalida.”

O Inep, responsável pela realização das duas provas, esclarece que os médicos formados no exterior que já tiveram o diploma revalidado em data anterior à de entrada em vigor da normativa estão dispensados de fazer o Enamed.

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Enamed 2025: com a nova medida provisória, os órgãos de regulação estaduais e do Distrito Federal, que controlam tanto os cursos estaduais quanto os municipais, deverão também tomar medidas de supervisão, a partir dos resultados insatisfatórios do Enamed. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Avaliação durante o curso

Outra novidade da nova medida provisória é que a avaliação do Enamed será, obrigatoriamente, aplicada no fim do 4º ano do curso de medicina.

A etapa terá caráter diagnóstico e formativo, voltada para identificar deficiências de aprendizagem dos estudantes de medicina. A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marta Abramo, ressaltou que o Enamed aplicado aos estudantes do quarto ano é útil tanto para as instituições de ensino reavaliarem a sua proposta pedagógica quanto para regulação pelo poder público.

“As instituições de ensino podem reavaliar sua atuação pedagógica para melhorar a formação desse estudante para que este chegue ao final do curso com a as condições de exercício da profissão e para que seja aprovado no exame de proficiência, mas também vai trazer para o MEC insumos importantes para monitorarmos a qualidade desses cursos e poder agir quando necessário”, disse a secretária Abramo.

Qualidades dos cursos

A edição de 2025 do Enamed registrou que 99 cursos (32%) obtiveram conceito Enade nas faixas 1 e 2 — menos de 60% dos seus estudantes apresentaram desempenho considerado adequado ao exame. Estes cursos passaram por ações de supervisão e sanções, anunciadas em março deste ano, como a suspensão de novos ingressos.

Os resultados do Enamed divulgados em janeiro deste ano mostraram que 85% dos cursos municipais foram considerados insatisfatórios.

Entre os 944 estudantes de instituições de educação superior municipais participantes no exame de 2025, apenas 49,7% tiveram conceito proficiente. 

Com a nova medida provisória, os órgãos de regulação estaduais e do Distrito Federal, que controlam tanto os cursos estaduais quanto os municipais, deverão também tomar medidas de supervisão, a partir dos resultados insatisfatórios do Enamed.

A secretária do MEC, Marta Abramo comemora a medida. “Sem a medida provisória, até hoje, não tínhamos a possibilidade de atuação [federal] sobre esses cursos. Isso vai garantir também que o estudante que ingresse seja em um curso privado, público, estadual, federal ou municipal, tenha a garantia de que o Estado vai estar atuando para melhoria desse curso”.

Residências médicas

Desde a primeira edição, em 2025, o Enamed possibilita que os resultados obtidos pelos participantes do exame possam ser usados para ingressar em programas à residência médica de especialidades de acesso direto. Isto porque a prova do Enamed equivale à parte teórica do Exame Nacional de Residência (Enare).

Com a MP, os resultados do Enamed poderão oficialmente ser usados para esta finalidade, a de acesso à residência médica.

O texto da MP ainda cria o Sistema Nacional de Avaliação das Residências (Sinares) para avaliação da qualidade dos programas de residência médica e da formação dos profissionais residentes.

Para operar a nova política de maneira democrática, a MP prevê a criação de uma comissão consultiva de acompanhamento do Enamed, com representantes do MEC, do Ministério da Saúde, Conselho Federal de Medicina (CFM), da Associação Médica Brasileira e de entidades da sociedade civil.

Para virar lei no Congresso

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço, demonstrou otimismo quanto à tramitação da nova medida provisória (MP) do Enamed no Congresso Nacional para virar lei federal.

O secretário citou que a proposta do governo reflete o desejo da população e as demandas históricas das próprias entidades médicas e destacou que uma pesquisa realizada pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom/PR) demonstrou que 88% dos 2.017 entrevistados em fevereiro deste ano entendem que o Enamed deve obrigatório para que o graduado exerça a medicina.

“Quem é atendido por um médico quer saber se esse profissional teve qualidade na formação. Ao mesmo tempo, esta é uma demanda das entidades médicas que pleiteiam que haja um exame de proficiência.”

A expectativa do governo é que o debate legislativo sirva para aperfeiçoar o dispositivo. Para ilustrar a qualificação do debate de uma política pública de saúde pelo Congresso, Proenço resgatou a apreciação do programa Mais Médicos do Ministério da Saúde pelo parlamento, para melhor o atendimento aos usuários do SUS.

“A medida provisória [da época] foi modificada, foi muito melhorada ao longo da tramitação no Congresso. Temos essa mesma expectativa de responder ao clamor da sociedade e também que a medida provisória possa ser aperfeiçoada para que seja convertida em lei.”

O Conselho Federal de Medicina disse à Agência Brasil que ainda não teve acesso ao teor da medida provisória para comentar sobre a criação da política integrada para formação médica no país nem sobre a representação do colegiado na comissão consultiva de acompanhamento do Enamed.

Inscrições abertas

A edição de 2026 do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) 2026 está com inscrições abertas até 29 de junho, exclusivamente pelo Sistema Enamed.

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Bolsonarista Tallis Gomes esclarece polêmica de foto com Zuckerberg

17 de Junho de 2026, 08:45
Tallis Gomes e Mark Zuckerberg em foto manipulada. Foto: reprodução

A assessoria de imprensa do G4 Educação esclareceu a polêmica envolvendo uma foto do CEO da empresa, Tallis Gomes, ao lado do bilionário Mark Zuckerberg, dono da Meta. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo empresário e passou a ser questionada por usuários da rede X, que apontaram supostas inconsistências visuais e levantaram a hipótese de montagem com inteligência artificial.

Em nota, a assessoria afirmou que o registro é autêntico. “O encontro e a foto são reais, não se trata de um fake”, afirmou ao DCM.

Tallis Gomes, de 39 anos, é presidente da G4 Educação, plataforma de soluções empresariais que projeta alcançar R$ 1 bilhão em receita no próximo ano. O empresário bolsonarista publicou a imagem após participar de um evento de UFC promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo Gomes, o encontro com Zuckerberg ocorreu na Casa Branca. No domingo, Trump transformou o gramado da residência oficial em uma arena de MMA para celebrar seu aniversário de 80 anos. O evento reuniu apoiadores do presidente estadunidense e convidados para acompanhar lutas no octógono.

Na publicação, Gomes afirmou ter conversado rapidamente com Zuckerberg sobre temas como liberdade de expressão, eleições e empreendedorismo. “Na Casa Branca ontem, bati um papo rápido com o Zuckerberg sobre liberdade de expressão, eleições e empreender. Não foi conversa longa, mas reforçou o óbvio: sem liberdade de verdade, o jogo fica manipulado”, escreveu.

Na Casa Branca ontem, bati um papo rápido com o Zuckerberg sobre liberdade de expressão, eleições e empreender.
Não foi conversa longa, mas reforçou o óbvio: sem liberdade de verdade, o jogo fica manipulado. pic.twitter.com/DIzijL9awv

— Tallis Gomes (@tallisgomes) June 15, 2026

A postagem, no entanto, gerou questionamentos. Usuários da rede X observaram que a imagem trazia o logo da ferramenta Gemini, do Google, e passaram a afirmar que a fotografia teria sido criada por inteligência artificial. A marca foi interpretada por parte dos internautas como indício de que se tratava de uma imagem artificial ou manipulada.

A assessoria de Tallis Gomes negou que a foto tenha sido fabricada. Segundo a equipe do empresário, a imagem original foi capturada em um ambiente com pouca iluminação e depois passou por uma ferramenta de inteligência artificial para ajuste de qualidade.

“O que aconteceu é que a foto original foi tirada em um ambiente muito escuro e acabou passando por uma ferramenta de IA (Gemini) para melhorar a nitidez e a iluminação. Como esse tipo de tecnologia às vezes altera um pouco as texturas e feições, acabou gerando essa impressão de montagem, mas o registro de fato aconteceu”.

Seminário para debater inclusão da doação e transplantes nos currículos de saúde acontece em POA

Por:Sul 21
16 de Junho de 2026, 17:26

O Seminário Nacional pela Curricularização dos Conteúdos sobre Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos nos Cursos da Saúde – Desafios e possibilidades reunirá especialistas, docentes, estudantes, entidades médicas e representantes do Sistema Nacional de Transplantes para discutir um desafio urgente: preparar melhor os futuros profissionais para uma realidade que salva vidas diariamente. O evento ocorre no dia 19 de junho, a partir das 9h, no Palácio do Ministério Público, Centro Histórico de Porto Alegre.

O encontro integra o movimento lançado pela Fundação Ecarta, por meio do projeto Cultura Doadora, em parceria com o Coletivo de Ligas Acadêmicas de Transplantes do RS. A iniciativa busca sensibilizar universidades, conselhos profissionais e gestores públicos para incluir conteúdos sobre doação e transplantes nas grades curriculares dos cursos da área da saúde.

Entre os temas debatidos estarão os conteúdos essenciais para os currículos, metodologias de ensino, diretrizes de implementação e vivências práticas relacionadas ao acolhimento de famílias, atuação hospitalar e experiência dos transplantados.

A programação contará com nomes de referência nacional na área, incluindo representantes da Associação Brasileira de Educação Médica (Abem), Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO), Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) e do Sistema Nacional de Transplantes.

Hoje, mais de 80 mil pessoas aguardam por um órgão no Brasil, cerca de três mil apenas no Rio Grande do Sul. Para os organizadores, a educação é uma peça estratégica para transformar esse cenário. “A proposta do seminário é justamente construir caminhos para que o tema esteja presente de forma permanente na formação acadêmica, por meio de disciplinas obrigatórias, eletivas, projetos de extensão, seminários e atividades interdisciplinares”, diz Marina Ribeiro, representante do Coletivo de Ligas Acadêmicas de Doação e Transplante do RS.

Serviço

Seminário Nacional pela Curricularização dos Conteúdos sobre Doação e Transplante de Órgãos e Tecidos nos Cursos da Saúde – Desafios e possibilidades
Quando: 19 de junho de 2026, das 9h às 17h
Onde: Palácio do Ministério Público – Praça Marechal Deodoro, 110, Centro Histórico, Porto Alegre
Público-alvo: Estudantes, professores, médicos, enfermeiros, coordenadores de cursos, integrantes de ligas acadêmicas e interessados no tema.
Inscrições Gratuitas
Mais informações no link.

 

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Fuvest divulga mudanças para a segunda fase do vestibular da USP em 2028; veja o que muda

16 de Junho de 2026, 17:06

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) divulgou nesta terça-feira (16) novas informações sobre as mudanças que serão implementadas no vestibular da Universidade de São Paulo (USP) para ingresso em 2028. Leia tudo sobre vestibulares na TVT News.

As alterações atingem principalmente a segunda fase do processo seletivo e fazem parte de uma reformulação aprovada pelo Conselho de Graduação da USP em dezembro de 2025.

Quando vai ser a Fuvest 2027

Greve na USP, Unesp e Unicamp avança e expõe disputa por autonomia universitária

Prepare-se para o simulado da Fuvest 2027: inscrições começam em junho

A principal novidade anunciada é a definição dos seis tipos de provas específicas que serão aplicados no segundo dia da segunda fase. Cada curso da USP ficará vinculado a uma dessas modalidades, permitindo que os candidatos conheçam com antecedência quais áreas do conhecimento serão cobradas na etapa decisiva do vestibular.

Segundo a Fuvest, a divulgação antecipada busca oferecer mais previsibilidade aos estudantes e às instituições de ensino que os acompanham durante a preparação para o exame.

“Estamos divulgando essas informações com bastante antecedência para que os candidatos possam compreender as mudanças e se preparar de forma mais estratégica para o novo modelo da prova. Essa previsibilidade também contribui para que escolas e cursinhos orientem melhor seus estudantes ao longo da preparação”, afirmou Gustavo Monaco, diretor-executivo da Fuvest.

Como será a nova segunda fase

A partir do Vestibular Fuvest 2028, realizado em 2027, os candidatos responderão, no segundo dia da segunda fase, a uma prova específica composta por dez questões discursivas. Atualmente, essa etapa conta com 12 questões.

As provas serão organizadas por grandes áreas do conhecimento, seguindo seis modalidades:

  • Tipo 1: Matemática e suas Tecnologias;
  • Tipo 2: Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
  • Tipo 3: Ciências Humanas e Sociais Aplicadas;
  • Tipo 4: Matemática e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias;
  • Tipo 5: Matemática e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas;
  • Tipo 6: Ciências da Natureza e suas Tecnologias e Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

Com a divulgação da relação entre cursos e modalidades de prova, os estudantes já podem identificar qual modelo será aplicado para a carreira desejada e direcionar seus estudos de forma mais específica.

A mudança altera uma estrutura que, historicamente, organizava a segunda fase a partir das disciplinas tradicionais do ensino médio. O novo formato busca aproximar a avaliação das grandes áreas de conhecimento presentes na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

Mudanças também atingem o primeiro dia da segunda fase

Além da reformulação do segundo dia, a Fuvest também anunciou alterações no primeiro dia da segunda fase.

A prova passará a ser estruturada no eixo de Linguagens e suas Tecnologias, reunindo conteúdos de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Inglesa, Arte e Educação Física.

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Foto: Julio Cesar Bazanini/USP Imagens

Segundo a fundação, a proposta é adotar uma abordagem interdisciplinar, estimulando a articulação entre diferentes áreas do conhecimento.

Nesse novo formato, os candidatos responderão a oito questões discursivas, além da redação.

As mudanças integram um processo mais amplo de atualização do vestibular conduzido pela Fuvest em conjunto com a Pró-Reitoria de Graduação da USP.

Mudanças começam já no vestibular deste ano

Embora as alterações mais profundas na segunda fase sejam aplicadas apenas no vestibular para ingresso em 2028, parte da reformulação começa já no Vestibular Fuvest 2027, que será realizado neste ano.

A primeira fase passará a contar com 80 questões objetivas de múltipla escolha, em vez das tradicionais 90. O tempo total de aplicação da prova será mantido.

De acordo com a Fuvest, a redução do número de questões não altera a abrangência dos conteúdos cobrados. A fundação argumenta que a mudança busca adequar o exame às novas diretrizes pedagógicas e tornar a avaliação mais consistente.

Para os candidatos que disputarão vagas em 2027, a segunda fase permanece sem alterações e continuará organizada pelas disciplinas convencionais do ensino médio.

Planejamento dos estudantes

A antecipação das informações sobre o vestibular de 2028 é vista pela Fuvest como uma forma de permitir que estudantes, escolas públicas, escolas privadas e cursinhos populares tenham mais tempo para reorganizar suas estratégias de preparação.

O vestibular da USP é um dos mais concorridos do país e mobiliza anualmente centenas de milhares de candidatos. Por isso, mudanças no formato da avaliação costumam impactar diretamente o planejamento pedagógico de instituições de ensino e cursinhos preparatórios.

A divulgação prévia dos tipos de prova também busca reduzir incertezas entre os vestibulandos, especialmente aqueles que iniciam a preparação com mais antecedência.

Calendário da Fuvest 2027

A Fuvest também confirmou o calendário do Vestibular 2027, que servirá como etapa de transição para o novo modelo.

Confira as principais datas:

  • Solicitação de isenção ou redução da taxa de inscrição: de 11 de maio a 10 de julho de 2026;
  • Divulgação do Guia de Carreiras e Cursos: 3 de agosto de 2026;
  • Divulgação do Guia de Jornada: 10 de agosto de 2026;
  • Divulgação do Guia de Provas: 17 de agosto de 2026;
  • Inscrições para o vestibular e solicitação de recursos específicos: de 17 de agosto a 9 de outubro de 2026;
  • Divulgação dos locais de prova da primeira fase: 21 de outubro de 2026;
  • Primeira fase: 1º de novembro de 2026;
  • Divulgação dos convocados para a segunda fase: 23 de novembro de 2026;
  • Segunda fase: 6 e 7 de dezembro de 2026;
  • Provas de competências específicas para música, artes cênicas e artes visuais: de 8 a 11 de dezembro de 2026;
  • Primeira chamada: 26 de janeiro de 2027.

Reforma busca atualizar o modelo de seleção

As mudanças anunciadas pela Fuvest fazem parte de um processo de revisão do vestibular da USP iniciado nos últimos anos. A proposta apresentada pela fundação e pela Pró-Reitoria de Graduação pretende aproximar o processo seletivo das transformações ocorridas no ensino médio e das discussões sobre interdisciplinaridade na educação brasileira.

Com a definição dos seis tipos de prova da segunda fase, a universidade dá mais um passo na implementação do novo modelo, que começará a ser aplicado integralmente no vestibular realizado em 2027 para ingresso dos estudantes em 2028.

Para os vestibulandos, a principal orientação é acompanhar os materiais oficiais divulgados pela Fuvest e verificar com antecedência qual modalidade de prova estará vinculada ao curso desejado, organizando os estudos de acordo com as novas exigências do processo seletivo.

Veja mais no site oficial da Fuvest.

Leia também:

Fuvest 2027: pedidos de isenção e redução da taxa de inscrição começam em 11 de maio

Fuvest explica qual o valor da nota da redação do vestibular 2026

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Dieese aponta falhas e custo superestimado em leilão de escolas estaduais

16 de Junho de 2026, 14:51

Em coletiva na manhã desta terça-feira (16), o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) apresentou um estudo técnico que avalia as Parcerias Público-Privadas (PPPs) da Educação propostas pelo Governo do Estado. A análise elaborada pelo Dieese identificou uma série de inconsistências na modelagem econômico-financeira utilizada para justificar as parcerias. Entre os principais pontos do estudo estão a superestimação de custos, fragilidades na demonstração da suposta economia para o Estado e alta proteção financeira à futura concessionária.

A proposta do governo de Eduardo Leite (PSD) prevê que as empresas vencedoras do leilão na B3, em São Paulo, atuem na reforma e adequação de 98 escolas, com contratos de até 25 anos. São estimados R$ 4,5 bilhões às empresas privadas. O leilão está marcado para 26 de junho.

Serviços de limpeza, merenda e vigilância também estão incluídos na parceria, que vai abranger os ensinos fundamental e médio. Ou seja: quase tudo vai ser parceirizado, menos a atividade-fim das escolas, que é a pedagogia. Como o Sul21 mostrou em 2024, a iniciativa é criticada por trabalhadores e especialistas em educação que enxergam a escola como um ecossistema movido por todos os alunos, professores e funcionários que exercem as mais diversas funções no ambiente escolar.

A suposta vantagem econômica das PPPs para o Estado não foi demonstrada suficientemente, segundo a economista e técnica do Dieese, Anelise Manganelli. Os cálculos oficiais do governo projetam economia de apenas 0,81% do valor total do contrato. Seriam menos de R$ 1.000 por escola poupados do orçamento do Rio Grande do Sul, como informa a economista.

Anelise Manganelli, economista e técnica do Dieese. Foto: Joni Oliveira/CPERS Sindicato

Outro ponto destacado é o impacto orçamentário do projeto. Embora atenda apenas 4,2% da rede estadual, a PPP prevê um gasto médio anual por unidade quase cinco vezes superior ao atualmente destinado às escolas estaduais. O gasto médio anual por escola estadual é de R$ 417 mil. Uma escola parceirizada subiria o valor das contas para quase R$ 2 milhões de reais (4,7 vezes mais caro).

Além das questões financeiras, a fiscalização do funcionamento adequado do projeto é um problema. No contrato consta que a fiscalização será privada. Serão agentes privados contratados pela empresa vencedora e a conta paga pelo Piratini. “O fracasso do agente fiscalizador é uma vantagem para o concessionário”, complementa Anelise.

“Está na lei das PPPs ter que demonstrar que há uma vantagem econômica, que há uma sustentabilidade no projeto, que há eficiência na utilização dos recursos. E o que nós fizemos, olhando os dados detalhados, foi verificar que essa demonstração da vantajosidade não acontece”, comenta Anelise Manganelli. “Não há justificativa plausível”.

A vantagem econômica, na verdade, é da empresa que vencer o edital de concessão. O Dieese estima um lucro líquido de R$ 527 milhões para a concessionária ao final dos 25 anos. E a empresa está “altamente blindada” pelo contrato, diz Anelise. A modelagem do projeto usa o Fundo de Participação dos Estados, um recurso previsível e estável, como garantia financeira. Ainda, a vencedora do leilão poderá pedir reequilíbrio das contas se o custo ficar acima do esperado.

“A concessão vem com uma roupagem dita pelo governo que seria dividir riscos e a gente não encontrou isso durante todo o processo. A todo momento, o ônus está vinculado ao poder concedente, que vai ser o Estado que contrata essa concessão”, explica a economista.

O Dieese também acusa o Governo do Estado, na análise feita pelo Departamento, de superestimar os custos da contratação pública para fazer com que o modelo via PPP se torne mais atrativa. “Eles superestimaram custos. A gente observou valores que não descrevem a realidade para materiais e serviços. Por exemplo, ar-condicionado, bebedouros, manutenção de áreas verdes, tudo com valores superestimados”, afirma Anelise.

“Isso fez com que, na modelagem econômica, artificialmente, a PPP pudesse ser mais barata, porque a contratação tradicional estaria superestimada”, destaca.

‘Hora de defender a escola pública’
Rosane Zan, presidente do Cpers. Foto: Joni Oliveira/CPERS Sindicato

Desde o anúncio do projeto das PPPs da Educação, professores, estudantes e organizações representativas de categorias foram às ruas contra a proposta. No começo de maio, centenas de pessoas se reuniram em frente à Escola Estadual Medianeira em Porto Alegre — uma das 98 instituições selecionadas — em manifestação contra a venda da escola.

Na quinta-feira (11), foi a vez dos estudantes das escolas estaduais Jerônimo de Albuquerque, Madre Maria Selima e Paulo da Gama, todas da Capital, trocarem a sala de aula pelas ruas. As três escolas estão na lista das que serão leiloadas. A ideia era fazer uma “aula pública” com os alunos no Viaduto São Jorge, no bairro Partenon, em protesto.

Para Rosane Zan, presidente do Cpers, que promoveu a coletiva com o Dieese, o cidadão necessita entender que a pressão contra a venda das escolas tem que ser um “movimento com toda a sociedade gaúcha”. “Se tu está entregando hoje 98 escolas, daqui a pouco são as 2.300 escolas”, salienta. “Essa revolta não pode ser somente das 98 escolas, mas de todas as escolas da rede estadual, dos 497 municípios”.

“A educação não pode ser tratada como oportunidade de negócio. A educação pública não pode ser transformada em um contrato financeiro de 25 anos. Não somos contra investir nas escolas, somos contra pagar mais para investir menos”, diz a presidente do sindicato.

“É o mercado financeiro que está em jogo para abocanhar uma fatia do que é público e que deveria ser investimento”, complementa Rosane. “Por que entregar essas 98 escolas?”, provoca.

Rosane afirma que as ações do Cpers não se limitarão aos atos na rua. Além de já ter procurado o Tribunal de Contas do Estado sobre a situação anteriormente, Zan confirma que buscará a via jurídica com Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, usando as informações do levantamento do Dieese.

Na esfera nacional, procurará o STF, junto à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O objetivo é impedir o que define como “tiro no pé” do governo de Eduardo Leite. Segundo a presidente do Cpers, essas ações na Justiça são “passos para tentar barrar — e barrar — esse ataque [contra a educação]”. “Agora é a hora de defender a escola pública”, destaca.

Ao final da coletiva, Rosane Zan afirmou: “Nós vamos barrar essa ação”.

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Enem: inscrições são prorrogadas até 12 de junho

Por:Sul 21
6 de Junho de 2026, 10:41

Da Agência Brasil

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo de inscrição para o Enem 2026 até o dia 12 de junho, próxima sexta-feira. Com isso, os interessados ganham uma semana a mais para se inscrever na principal porta de entrada do ensino superior gratuito do Brasil.

Para se inscrever, basta acessar a Página do Participante do Enem na internet e preencher as informações solicitadas. Para os estudantes não isentos, o prazo para pagar a taxa de inscrição vai até o dia 17 de junho. A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.

Têm direito à isenção da taxa de R$ 85 para inscrição do Enem os estudantes do 3º ano do ensino médio da rede pública de ensino; os estudantes que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio; e pessoas de famílias de baixa renda inscrita no Cadastro Único do governo federal (CadÚnico).

Os participantes do programa Pé-de-Meia do governo federal também se enquadram nos requisitos para isenção da taxa de inscrição. Independentemente de ser isento, o candidato deve fazer a inscrição no Enem. O estudante do Pé-de-Meia que concluiu o ensino médio em 2026 e participar dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$200.

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Enem 2026: prazo de inscrição é ampliado até 12 de junho

5 de Junho de 2026, 20:30

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) ampliaram o prazo de inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026. Agora, os interessados têm até 12 de junho para se inscrever na Página do Participante .

O novo prazo também contempla os pedidos de atendimento especializado e de tratamento por nome social. A prorrogação não altera as datas de aplicação do exame, que permanece marcado para os dias 8 e 15 de novembro, em todo o país.

Confira o novo cronograma do Enem

  • Inscrições: de 25 de maio a 12 de junho;
  • Pagamento da taxa de inscrição: até 17 de junho;
  • Solicitação de atendimento especializado e nome social: de 25 de maio a 12 de junho;
  • Resultado do atendimento especializado: 26 de junho;
  • Recurso do atendimento especializado: de 29 de junho a 3 de julho;
  • Resultado do recurso: 10 de julho;
  • Aplicação das provas: 8 e 15 de novembro.

Concluintes – Até o dia 12 de junho, os estudantes concluintes do ensino médio da rede pública terão de acessar a Página do Participante para confirmar a participação no Enem e complementar informações, como o município de realização das provas, a língua estrangeira escolhida e, se necessário, a solicitação de recursos de acessibilidade.

Os demais participantes que tiveram a isenção da taxa de inscrição aprovada também deverão realizar a inscrição no exame.

Já para os estudantes não isentos, a taxa de inscrição continua no valor de R$ 85 e pode ser paga por boleto (gerado na Página do Participante), Pix, cartão de crédito e débito em conta corrente ou poupança (a depender da instituição financeira). Agora, o prazo para fazer o pagamento da taxa vai até o dia 17 de junho.

No edital do Enem 2026, é possível conferir todas as regras da edição, como o cronograma, os procedimentos para atendimento especializado e as demais orientações aos participantes.

Pé-de-Meia – Os participantes do Pé-de-Meia que concluírem o ensino médio em 2026 e participarem dos dois dias de prova do Enem receberão um incentivo adicional de R$ 200. O pagamento do incentivo extra será efetuado após a confirmação da conclusão da etapa de ensino, na mesma conta bancária utilizada para o recebimento das demais parcelas do programa.

Certificação – Para utilizar o exame para obter o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência, o interessado deverá indicar essa opção no momento da inscrição. De acordo com o edital, podem solicitar a certificação os participantes que tiverem 18 anos completos até o primeiro dia de aplicação das provas e que não sejam concluintes nem egressos do ensino médio.

Participantes ganharam uma semana a mais para garantir participação no exame que é a maior porta de acesso à educação superior. Prazo para fazer o pagamento da taxa vai até 17/6

Atendimento especializado – Os participantes que necessitam de atendimento especializado devem fazer a solicitação no momento da inscrição. O atendimento é voltado para pessoas com as seguintes condições: baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva, intelectual e surdez, surdocegueira, dislexia, discalculia, déficit de atenção, transtorno do espectro autista (TEA), gestantes, lactantes, diabéticos, idosos e estudantes em classe hospitalar ou com outra condição específica.

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Estudantes no primeiro dia de aplicação do Enem, quando foi feita a prova de redação. Fotos: Luis Fortes/MEC

Nome social – Travestis, transexuais ou transgêneros receberão esse tratamento automaticamente, de acordo com os dados cadastrados na Receita Federal. Nesse contexto, antes de se inscrever, o participante deverá verificar seu cadastro na Receita Federal e, se for o caso, atualizá-lo.

Orientações – O portal do Inep conta com uma página na qual é possível encontrar as principais orientações para os participantes do Enem. Há também uma seção destinada às perguntas frequentes sobre o exame. Com isso, os interessados podem conferir os questionamentos mais comuns e os respectivos esclarecimentos.

O que é o Enem 

Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Exame Nacional do Ensino Médio tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) , do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) .

Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar de seleção. Os resultados individuais do Enem podem, ainda, ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

Acesse o edital de prorrogação das inscrições no Enem

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Enade das Licenciaturas expõe baixo desempenho do ensino particular

21 de Maio de 2026, 14:32

Os resultados do Enade das Licenciaturas 2025 revelam um cenário preocupante para a formação de professores no Brasil, especialmente nas graduações ofertadas a distância por instituições privadas. Os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que o desempenho dos estudantes do ensino superior particular no modelo EaD ficou muito abaixo do registrado nos cursos presenciais e nas universidades públicas. Saiba os detalhes na TVT News.

Segundo o levantamento, apenas 46,9% dos concluintes de cursos de licenciatura a distância atingiram níveis considerados adequados de proficiência. Nos cursos presenciais, o índice chegou a 73,9%. O problema é ainda mais significativo porque o EaD concentra atualmente 60% dos formandos avaliados pelo exame.

Matemática e Português concentram os piores resultados do Enade

O desempenho mais crítico foi identificado justamente em áreas consideradas estratégicas para a educação básica, como Matemática e Letras. Nas licenciaturas EaD dessas áreas, 7 em cada 10 estudantes ficaram abaixo do nível básico de conhecimento.

Em Matemática, somente 33% dos concluintes do ensino a distância alcançaram desempenho acima do básico, contra 53% no presencial. Já em Letras-Português e Inglês, o índice foi de 33% no EaD, enquanto os cursos presenciais registraram 73%.

A diferença entre as modalidades também apareceu em outras áreas. Em Pedagogia, por exemplo, 75% dos estudantes presenciais atingiram desempenho adequado, ante 46% no EaD.

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Ensino particular concentra maioria das matrículas e os menores índices

Os resultados também mostraram uma forte desigualdade entre as categorias administrativas das instituições. Enquanto universidades federais registraram 75,9% de estudantes proficientes e estaduais alcançaram 73,3%, as instituições privadas tiveram média de apenas 46,5%.

O MEC atribui parte do problema à expansão acelerada das licenciaturas a distância no setor particular. Atualmente, 91% dos estudantes matriculados em licenciaturas EaD estão em instituições particulares.

Dados citados pelo relatório indicam ainda que o Brasil possui média de 62 estudantes por professor no ensino superior privado, contra cerca de 10 alunos por docente nas instituições públicas.

Além do baixo desempenho dos estudantes, a avaliação mostrou que a maioria dos cursos EaD recebeu conceitos considerados insatisfatórios pelo Inep. Entre 51,8% e 60,5% das graduações a distância obtiveram notas 1 ou 2 na escala que vai até 5.

No total, 1.730 cursos de licenciatura receberam conceitos inadequados. Dos 178,6 mil alunos formados em cursos com notas 1 e 2, cerca de 155,5 mil vieram do ensino a distância.

MEC anuncia fim das licenciaturas 100% EaD

Diante do diagnóstico, o MEC anunciou uma série de mudanças regulatórias para tentar reverter a queda na qualidade da formação docente. A principal medida é a extinção das licenciaturas 100% EaD até maio de 2027.

Os cursos atualmente ofertados exclusivamente a distância deverão migrar para modelos presenciais ou semipresenciais. Pelas novas regras, graduações presenciais poderão ter no máximo 30% da carga horária remota. Hoje o limite é de 40%.

A pasta também informou que cursos com conceitos 1 e 2 passarão por monitoramento sistemático e poderão sofrer sanções regulatórias. A renovação automática de reconhecimento foi suspensa, e todas as licenciaturas deverão passar por avaliações presenciais após 2027.

Governo defende endurecimento da regulação

Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, o Enade das Licenciaturas inaugura um novo modelo de acompanhamento da formação docente no país.

“O Enade produz visão sistemática da qualidade da formacão inicial de professores no pais. Mas não basta só regular, o MEC tem de induzir melhoria”, afirmou o ministro.

A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marta Abramo, afirmou que os resultados ajudam a definir parâmetros mínimos para os cursos de formação de professores.

Os dados do Enade 2025 reforçam o diagnóstico do governo de que a expansão do ensino a distância na formação docente ocorreu sem garantia de padrões mínimos de qualidade. O desafio é elevar o nível da formação de professores sem comprometer o acesso ao ensino superior, especialmente em regiões onde o EaD se tornou a principal porta de entrada para a graduação.

Leia mais notícias na TVT News

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Vestibular da UFRGS 2027 será em 28 e 29 de novembro

Por:Sul 21
18 de Maio de 2026, 14:28

O Vestibular da UFRGS 2027 já tem data: a prova será realizada nos dias 28 e 29 de novembro deste ano. A Comissão Permanente de Seleção (Coperse/UFRGS) divulgou a informação no início da tarde desta segunda-feira (18)

Como nas últimas edições, o processo de ingresso próprio para as vagas de graduação contará com 15 questões em cada uma das nove provas objetivas e mais uma redação. Os conteúdos programáticos das provas e a lista das leituras obrigatórias da prova de Literatura em Língua Portuguesa já estão disponíveis no site do vestibular.

Candidatos com deficiência visual podem solicitar, por meio de formulário, a disponibilização das obras em versão acessível no formato de áudio. Também como parte da preparação, os vestibulandos podem acessar provas comentadas e cadernos de prova de anos anteriores, no menu Provas de Processos Seletivos do site.

O edital completo do Vestibular UFRGS 2027, assim como o período de inscrições, tem previsão de publicação para a segunda quinzena de agosto. Já o edital do Programa de Concessão de Benefício de Isenção do valor da taxa de inscrição está previsto para a segunda quinzena de julho.

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Alunos da USP seguem em greve por melhores condições estudantis; servidores já aceitaram acordo com reitoria

24 de Abril de 2026, 16:16

Já faz 15 dias que estudantes da USP estão em greve, que foi iniciada pelos TAEs (Técnicos-Administrativos em Educação). Nesta sexta (24), a reitoria revogou a minuta que limitaria a atuação de entidades estudantis. Tratava-se de uma das reivindicações mais cruciais dos estudantes em greve. Reunião para discutir os rumos da greve está marcada para 14h de terça (23). Leia em TVT News.

Nesta quinta (23), servidores técnicos e admnistrativos assinaram acordo com a reitoria e encerraram a greve. No mesmo dia, estudantes da USP fizeram um protesto para defender alguns pontos centrais, como a alimentação nos restaurantes universitários, moradia, aumento de bolsas e contra uma minuta que limita a atuação dos movimentos estudantis.

A manifestação foi organizada pelo Diretório Central dos Estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e passou pelas ruas próximas ao campus Butantã. Mais de 120 cursos em cinco campi aderiram à greve.

“Ontem a gente fez um ato saindo do Portão 1 da USP, até a Faria Lima, composto majoritariamente pelos estudantes, mas agora com a saída dos trabalhadores da greve fica meio incerto. Semana que vem terão assembleias para decidir a continuidade da greve”, disse Antonio Michiles à TVT.

Michiles é estudante de Geografia e militante da Fogo no Pavio. O estudante está ajudando a organizar a greve junto a outras entidades estudantis. Para ele, se trata de uma greve muito particular dentro da USP, porque “diferente da greve de 2023, quem entra na greve primeiro não são os estudantes, são os trabalhadores, os técnicos administrativos”.

Entenda as demandas dos estudantes

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Estudantes da USP protestam nesta quinta (23) – Melhorar a qualidade da comida dos restaurantes universitários é uma das reivindicações da greve – Foto: Gabriel Albuquerque

Dois acontecimentos críticos teriam criado a força mobilizadora: a minuta da reitoria sobre os espaços estudantis e larvas encontradas em restaurantes universitários. Um sentimento geral de insatisfação com a Universidade, no entanto, já existia, como a precaridade de institutos, problemas habitacionais, cortes de bolsas e outras políticas de permanência estudantis.

Michiles cita o exemplo da Geografia, que recentemente teve um corte nos trabalhos de campo, fundamentais para a formação de geógrafos. “Nós não temos mais ônibus para fazer os trabalhos de campo“, disse. O estudante diz que essa é uma das dificuldades para o direcionamento da greve. Como todos os cursos têm insatisfações particulares, que passa pelo teto de gastos mantido pelo governo Tarcísio, a unificação dessas pautas se torna algo difícil.

“Então, o que a gente tem procurado fazer e articular com os estudantes é que as pautas dos estudantes não virem uma lista de desejos, e que se criem pautas unificadas, principalmente em relação à meta de sustentabilidade da USP, que, na verdade, é um teto de gastos colocado pelo governo do Estado, que impede com que a USP gaste boa parte do dinheiro do orçamento que vem do ICMS para a universidade”, disse.

Larva no bandeijão

A qualidade da comida ofertada nos restaurantes universitários é uma das principais demandas. Estudantes denunciam a presença de larvas nas refeições, insetos mortos e comida estragada.

No restaurante da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH), campus da Zona Leste, estudantes denunciaram neste mês a qualidade da comida, que fez com que alunos pegassem intoxicação alimentar. Eles relataram que desde o começo do ano o serviço ofertado piora.

Já na Faculdade de Direito, que fica no Largo São Francisco, denúncias parecidas sobre larvas na comida e insetos surgiram neste mês.

Larva no bandejão da Sanfran USP. Alunos estão em greve, entre os motivos está a qualidade da comida – Reprodução
Larva no bandejão da Sanfran USP. Alunos estão em greve, entre os motivos está a qualidade da comida – Reprodução

O bandejão da Medicina é conhecido por ser um dos melhores ofertados, mesmo assim casos de larvas também ocorreram neste ano, o que causou indignação entre estudantes do curso, que dessa vez aderiram à greve.

O que era a minuta que foi revogada hoje?

Outro ponto crucial, que já foi revogado, era uma minuta comunicada pela reitoria que proibia a comercialização dos espaços estudantis e também exigia que os centros acadêmicos, as entidades, os estudantes paguassem conta de água e luz. 

Essa minuta uniu os estudantes da USP, já que ela impossibilitaria o funcionamento de entidades estudantis, como os movimentos ao impedir que essas organizações conseguissem financiamento. 

“Então, basicamente, essa minuta é o que ela está fazendo, impedindo que o movimento social exista e tenha financiamento próprio dentro da universidade. […] Na prática, limitaria ou acabaria com a maior parte dos centros acadêmicos que precisam de dinheiro para se manter, para fazer suas atividades, seus eventos, organizar as caloradas, enfim. Então, essa é uma pauta que tem mobilizado bastante o corpo de estudantes, […] inclusive institutos que historicamente não entram em greve, como a FEA e a Poli, e ontem a Medicina também entrou em greve”, disse Michiles

O que os TAEs reivindicavam

O ponta-pé inicial da paralização que partiu dos TAEs foi a falta de igualdade entre professores e servidores. Docentes passaram a receber a Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas (Grace), mas a política não havia sido aplicada aos servidores.

Além disso, Funcionários da universidade também estavam paralisados contra perdas salariais, políticas de terceirização e precarização do atendimento nos restaurantes universitários e más condições sanitárias.

O acordo desta quinta garantiu a criação de um programa de gratificação aos servidores, que deve ser pago mensalmente pelo mesmo período que for paga a gratificação dos docentes. A reitoria também se comprometeu a formalizar juridicamente o abono das horas não trabalhadas em períodos de “pontes” de feriados e recesso de final de ano e implementar soluções para assegurar aos tercerizados condições de deslocamento análogas a dos servidores, como a gratuidade dos ônibus circulares.

Leia na íntegra comunicado da Reitoria – 24/04/2026

Publicado: 24/04/2026 às 11:59

“A Reitoria reforça que não há nenhuma intenção da retirada dos espaços estudantis na Universidade. A minuta referente à utilização dos espaços estudantis está revogada.

Um grupo de trabalho será constituído com representação estudantil para a discussão das estratégias de regularização desses espaços para garantir maior segurança jurídica, transparência e conformidade com a legislação aplicável ao patrimônio público tanto para a Universidade quanto para os estudantes.

Ficou agendada para o próximo dia 28 de abril (terça-feira), às 14h, uma reunião de negociação com os representantes definidos pelos estudantes”.

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MEC prorroga prazo para pedir isenção da taxa de inscrição do Enem

24 de Abril de 2026, 15:52

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo para o pedido de isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. Inicialmente, os estudantes interessados deveriam solicitar o benefício até esta sexta-feira (24), mas agora o prazo segue aberto até o dia 30 deste mês. Saiba mais na TVT News.

A solicitação deve ser feita na Página do Participante do Enem, por meio do login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br. 

A gratuidade na taxa de inscrição do Enem é prevista nos seguintes casos: 

  • matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026; 
  • estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que tenham renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio; 
  • pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico); 
  • beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC); 

A isenção não é automática, portanto os candidatos que se encaixam em um desses requisitos devem solicitar a dispensa do pagamento. 

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Ausência em 2025 

O participante que obteve a isenção do pagamento da taxa no Enem de 2025, mas não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, deve justificar a ausência caso queira solicitar o benefício novamente em 2026.  

Entre os documentos previstos no edital para justificar a falta, estão o boletim de ocorrência policial para casos de assaltos ou acidente de trânsito; atestado médico; certidão de óbito de familiares, dentre outros. Confira as especificações para o envio no edital.  

A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante. 

Resultado 

Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio. 

Os solicitantes com pedidos de isenção negados poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio. 

Ainda não foi divulgado o início do período de inscrição para as provas. 

O Enem 

O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). 

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação. 

Agência Brasil

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Inscrições para a Medalha Paulo Freire são prorrogadas até 6 de maio

24 de Abril de 2026, 15:39

As secretarias de educação elegíveis à Medalha Paulo Freire agora têm um novo prazo para submeterem propostas e participarem da seleção: 6 de maio. A nova data foi divulgada no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 24 de abril, por meio do Edital n°4/2026. A iniciativa visa reconhecer, valorizar e estimular experiências educacionais inovadoras desenvolvidas nas redes públicas de ensino e focadas em superar o analfabetismo no Brasil. Saiba mais na TVT News.

As inscrições devem ser realizadas por meio de um formulário de inscrição. É possível acessar um guia com o passo a passo no portal do Ministério da Educação.

Além da medalha, a premiação prevê a concessão de apoio financeiro para 20 redes com propostas de destaque nacional no valor de R$ 200 mil, por meio do Plano de Ações Articuladas (PAR). Integrante do Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (Pacto EJA), a medalha é uma ação que reafirma o compromisso do Governo do Brasil com o direito à alfabetização de jovens, adultos e pessoas idosas.

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EXPERIÊNCIAS — Cada secretaria pode inscrever somente uma iniciativa. São aceitas experiências realizadas no âmbito da educação de jovens e adultos em espaço escolar, assim como experiências realizadas no âmbito do Programa Brasil Alfabetizado e conectadas à Educação Popular.

As experiências inscritas serão avaliadas em processo seletivo a ser realizado pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), com o apoio de uma comissão.

CRITÉRIOS — Podem concorrer à Medalha Paulo Freire as secretarias de educação que aderiram ao Pacto EJA e:

  • Registraram aumento do número de matrículas na EJA, conforme comparação entre os dados do Censo Escolar de 2024 e 2025;
  • Alcançaram pontuação no Índice de Esforço de Alfabetização (IEA) que as classifique entre as 50% melhores redes (para redes municipais);
  • Alcançaram pontuação no Índice de Esforço de Qualificação da Educação de Jovens e Adultos (IEQ) que as classifique entre as 60% melhores redes (para redes estaduais e distrital).    

No dia 13 de março, foi divulgada uma lista com as redes de ensino municipais e estaduais elegíveis à Medalha Paulo Freire em 2026. Ao todo, foram admitidas três secretarias estaduais e 764 municipais.

ESTRATÉGIA DE MOBILIZAÇÃO — A Medalha Paulo Freire foi criada para ajudar a combater o expressivo número de jovens, adultos e idosos não alfabetizados no país e a redução das matrículas na modalidade EJA nos últimos anos, conforme dados do Censo Escolar 2024. Por meio da implementação do Pacto EJA, instituído pelo Decreto nº 12.048/2024, o Governo do Brasil retomou a concessão da premiação, que havia sido interrompida, com foco no incentivo à ampliação da oferta de EJA e à melhoria da qualidade das políticas de alfabetização. A iniciativa constitui-se, assim, como uma estratégia de mobilização nacional e interfederativa que estimula os entes federativos a fortalecerem suas ações de alfabetização na EJA.

Via Secom

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Enem 2026: período para pedir isenção da taxa termina nesta sexta

22 de Abril de 2026, 12:22

O prazo para os interessados solicitarem a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta sexta-feira. A data limite também se aplica para aqueles candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar gratuitamente desta edição. Saiba os detalhes na TVT News.

A solicitação deve ser feita pela Página do Participante do Enem com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes casos:

·  matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;

·  estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio;

·  pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);

·  beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);

As pessoas que se enquadram nestes perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.

O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.

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Ausência em 2025

O participante que teve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2025, não compareceu às provas nos dois dias de aplicação em novembro do ano passado e queira solicitar novamente isenção da taxa de inscrição em 2026 deve justificar sua ausência.

Os documentos de comprovação devem conter todas as especificações do edital e serem legíveis para análise, sob pena de serem considerados inválidos. Entre eles: boletim de ocorrência policial, para casos de assaltos ou acidente de trânsito; certidão de casamento ou declaração de união estável, se ocorrida nove dias antes do primeiro dia de aplicação das provas.

O Inep exige documentos somente nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis dos participantes.

A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.

Resultado

Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 8 de maio.

Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.

As regras e prazos do Enem 2026 relativos aos pedidos de isenção da taxa de inscrição estão descritos em edital publicado pelo Inep no dia 1º de abril.

Já o período de inscrição para as provas ainda será definido e divulgado pelo Ministério da Educação. Quem teve a isenção de pagamento da taxa aprovada também precisa fazer a inscrição para as provas.

O Enem

O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Ainda, desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.

Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil

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Inscrições abertas para o simulado da Unicamp

22 de Abril de 2026, 11:59

As inscrições para o simulado presencial do Vestibular Unicamp 2026 estão abertas a partir desta quarta-feira (22) e seguem até o dia 8 de maio. A iniciativa, organizada pela Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest), integra as comemorações dos 40 anos do processo seletivo e busca oferecer aos candidatos uma experiência fiel às condições da prova oficial. Saiba como se inscrever na TVT News.

Prova reproduz formato do vestibular

O simulado foi estruturado para replicar a primeira fase do exame da Unicamp. Serão 72 questões inéditas de múltipla escolha, abrangendo disciplinas como Biologia, Física, Química, Matemática, História, Geografia, Língua Portuguesa, Literatura e Inglês. O tempo de prova será de cinco horas, o mesmo adotado no vestibular.

Podem participar estudantes que ainda estão cursando o ensino médio ou que já concluíram essa etapa. No momento da inscrição, o candidato deverá escolher apenas um curso como referência.

Datas, locais e valores

A aplicação do simulado está marcada para o dia 14 de junho de 2026 (domingo), com abertura dos portões ao meio-dia e início da prova às 13h. Os exames serão realizados em quatro cidades do estado de São Paulo: São Paulo, Campinas, Piracicaba e Limeira.

A taxa de inscrição é de R$ 100, e o processo deve ser feito exclusivamente pela internet, no site da Comvest.

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Ferramenta de preparação

De acordo com a organização, o principal objetivo do simulado é ajudar os estudantes a avaliarem seu desempenho em condições reais de prova. Após a divulgação dos resultados, será possível comparar a pontuação obtida com as notas de corte do último vestibular, o que pode orientar estratégias de estudo.

A Comvest ressalta, no entanto, que o simulado tem caráter exclusivamente preparatório e não oferece vantagens no processo seletivo oficial.

Opção gratuita online

Além da versão presencial, os candidatos também podem acessar simulados online gratuitos disponíveis na plataforma da Comvest. O sistema reúne provas anteriores desde 2017 e permite tanto a realização de exames completos quanto a montagem de testes personalizados por disciplina.

Ao final, o participante recebe um relatório com desempenho detalhado, incluindo número de acertos, erros e questões em branco.

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Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

7 de Abril de 2026, 17:16

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

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Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

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A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

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A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

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Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

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Curso preparatório gratuito para o vestibular da Unicamp

7 de Abril de 2026, 16:24

A Comissão de Vestibulares da Unicamp abre inscrições para a temporada do CRIA Unicamp 2026, evento gratuito que oferece aulas de preparação para as provas do vestibular. Confira como participar em TVT News.

Projeto “cria unicamp” estreia nova temporada de preparação para as provas do vestibular, com aulas gratuitas

Para interagir e contribuir na preparação dos estudantes de ensino médio para o Vestibular Unicamp, a Comissão Permanente para os Vestibulares (Comvest) estreia a nova temporada do projeto Cria Unicamp. O evento é gratuito e será realizado aos sábados, ao longo do primeiro semestre de 2026.

O primeiro encontro será no dia 25 de abril, das 9h às 12 horas, com uma aula sobre o livro Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis e uma roda de conversa sobre dicas de preparação, com o diretor da Comvest, José Alves de Freitas Neto, e calouros de 2026. 

Como se inscrever no curso preparatório para o vestibular da Unicamp

As inscrições devem ser feitas no período de 07 a 10 de abril,na página eletrônica da Comvest (https://www.comvest.unicamp.br/eventos/cria/). Podem se inscrever estudantes regularmente matriculados no ensino médio de escolaspúblicas e particulares da Região Metropolitana de Campinas (RMC), além de Limeira e Piracicaba.

Serão oferecidas 200 vagas por sábado. O evento será realizado na sede da Comissão de Vestibulares, no campus da Unicamp em Campinas, sempre das 9h às 12 horas, com uma pausa para o lanche oferecido pela Comvest. A cada edição, haverá aulas sobre algumas provas do Vestibular Unicamp, que serão divulgadas antecipadamente na página da Comissão. Os participantes receberão um kit como brinde.  

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São 200 vagas no evento de preparação para o vestibular. Foto: Banco de Imagens da Unicamp

Quais as datas do Cria Unicamp 2026

As datas do Cria Unicamp 2026 são as seguintes:

  • Abril
    • Dia 25/4 – inscrições de 07 a 10 de abril.
  • Maio
    • Dia 16/5 – inscrições de 28/4 a 4/5.
    • Dia 30/5 – inscrições de 12 a 15 de maio.
  • Junho
    • Dia 20/6 – inscrições de 09 a 12 de junho.

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Aulas serão gravadas e transmitidas pelo YouTube

Para estudantes que não podem participar dos encontros presenciais ou querem rever as aulas, a Comvest, em parceria com a Secretaria de Comunicação da Unicamp, disponibiliza os conteúdos em vídeo, pelo canal do Youtube da Unicamp e do Vestibular: https://www.youtube.com/@VestibularUnicampOficial

Quais são as leituras para o Vestibular da Unicamp?

Confira a Lista de obras obrigatórias para o vestibular Unicamp 2027

Autores         Obras
Ailton Krenak     A vida não é útil
José Paulo Paes            Prosas seguidas de odes mínimas
Caio Fernando Abreu     Morangos mofados (contos escolhidos)*
Lima Barreto      Vida e morte de M.J. Gonzaga de Sá
Chimamanda Ngozi Adichie       No seu pescoço
Conceição Evaristo        Olhos d’água
Machado de Assis         Memórias Póstumas de Brás Cubas
Paulo César Pinheiro     Canções escolhidas**
Gabriel García Márquez             Os funerais da Mamãe Grande (obra completa)


*
Para a obra Morangos mofados são seis contos escolhidos: “Diálogo”, “Além do Ponto”, “Terça-Feira Gorda”, “Pêra, uva ou maçã?”, “O dia em Júpiter encontrou Saturno”, “Aqueles dois”.


** Para a obra de Paulo César Pinheiro, as canções escolhidas são: Canto das três raças (com Mauro Duarte); Cordilheira (com Sueli Costa); Desenredo (com Dori Caymmi); ​Estrela da terra (com Dori Caymmi); Evangelho (com Dori Caymmi); Mordaça (com Eduardo Gudin); ​Na volta que o mundo dá (com Vicente Barreto); Navio fantasma (com Francis Hime); O dia em que o morro descer e não for carnaval (com Wilson das Neves); Pesadelo (com Maurício Tapajós); Velho arvoredo (com Hélio Delmiro); Vento bravo (com Edu Lobo); Viagem (com João de Aquino); Vontade de chorar (com Ivor Lancelotti).

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Escolas terão conteúdos de prevenção à violência contra mulher

25 de Março de 2026, 15:29

Os ministérios da Educação (MEC) e das Mulheres assinaram, nesta quarta-feira (25), em Brasília, a portaria de regulamentação da Lei Maria da Penha Vai à Escola (nº 14.164/2021, para incluir conteúdo sobre a prevenção a todas as formas de violência contra crianças, adolescentes e mulheres nos currículos da educação básica. Confira mais em TVT News.

A lei determina que a produção de material didático relativo aos direitos humanos e à prevenção da violência contra a mulher deve ser adequada a cada nível de ensino.

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O ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu que é preciso começar a discussão sobre a prevenção à violência contra as mulheres, com as crianças e jovens estudantes dentro das escolas brasileiras.

Para Santana, a nova geração será formada com base no respeito, na equidade e na justiça. “Estamos afirmando um projeto de país. Um Brasil onde meninas podem estar sem medo, onde mulheres podem ocupar todos os espaços e onde o conhecimento seja instrumento de libertação e não de exclusão.”

“Não há futuro possível sem a garantia plena de direitos para meninas e mulheres. A educação é o caminho mais poderoso para transformar essa realidade”, disse o ministro da Educação, Camilo Santana.

Instituições públicas

Durante a cerimônia Educação pelo Fim da Violência, na Universidade de Brasília, foi assinado o Protocolo de Intenções para Prevenção e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres e Acolhimento nas instituições públicas de ensino superior e Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

O documento estabelece orientações para que instituições de ensino públicas não sejam omissas em eventuais situações de violência de gênero no ambiente acadêmico.

A ministra das Mulheres, Márcia Lopes, classificou como importantes as medidas de proteção às meninas e mulheres, no âmbito da educação, porque vão do ensino básico ao superior. Ela citou o pedagogo Paulo Freire. “A educação não transforma o mundo. A educação muda as pessoas e as pessoas transformam o mundo.”

A ministra ainda defendeu que os currículos e os planos pedagógicos de cada curso de graduação e de pós-graduação abordem conteúdos de combate e enfrentamento de todo tipo de violência contra as mulheres.

“Imagine daqui a 4, 5, 6 anos, como sairão os profissionais que atuarão em todos os lugares, como unidades básicas de saúde, escolas, Cras [Centro de Referência de Assistência Social], Creas [Centro de Referência Especializado de Assistência Social]. Isso vale para todas as profissões deste país.”

O ministro Camilo Santana explicou que o documento simboliza uma construção coletiva que nasce a partir da escuta, da ciência e da experiência das instituições de ensino.

“Reafirmamos que nossas universidades, institutos federais e redes de ensino são espaços de produção de conhecimento, mas também devem ser espaços seguros, acolhedores e livres de qualquer forma de violência ou discriminação”, enfatizou.

Santana anunciou que lançará, em breve, um edital para apoiar a criação de cuidotecas nas universidades federais. “São espaços de cuidado e acolhimento para crianças que permitirão que mães, estudantes, professoras e trabalhadoras possam estudar, trabalhar e permanecer na universidade com dignidade.”

Mulheres Mil

No conjunto de ações voltadas à prevenção e ao enfrentamento da violência contra as mulheres, os dois ministérios assinaram o acordo de cooperação técnica para a ampliação de vagas do Programa Mulheres Mil, coordenado pelo MEC.

A política pública tem a missão de elevar a escolaridade de mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica.

O programa também tem o objetivo promover a inclusão socioprodutiva e a autonomia das mulheres por meio de cursos de qualificação profissional.

Os presentes ainda assistiram ao trailer do filme Mulheres Mil, produzido pela pasta. A obra retrata o impacto do programa na vida de cinco mulheres, suas famílias e comunidade.

As iniciativas integram as ações do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, lançado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em fevereiro.

Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

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Para especialistas, alfabetização na idade correta é marco para o país

24 de Março de 2026, 13:38

O anúncio de que 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, no ano passado, representa uma conquista importante, segundo avaliam especialistas de organizações não-governamentais (ONG) ligadas ao setor da educação. Para os estudiosos, o resultado também deve ser encarado como desafio. Saiba mais em TVT News.

Para o diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Correa, o alcance e a superação da meta de alfabetização em 2025 são resultados importantes que precisam ser celebrados. Para ele, o resultado reflete uma trajetória consistente de avanço nos últimos três anos.

“Isso mostra que a priorização política da pauta e o fortalecimento da cooperação federativa, com União, estados e municípios atuando de forma coordenada, tem produzido efeitos concretos na aprendizagem das crianças.” 

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O vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, acredita que o resultado representa um marco para o país e se deve a um compromisso coletivo de cooperação entre União, estados e municípios. 

Proto entende que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem viabilizado resultados muito promissores para a educação brasileira.

“Iniciativas como o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização reforçam esse movimento ao reconhecer e incentivar redes que avançam com qualidade e equidade. Erradicar o analfabetismo no Brasil tem se tornado um sonho cada vez mais possível”, avalia. 

Desigualdades

Gabriel Correa, do Todos pela Educação, ressalta que a alfabetização adequada é a base para uma trajetória escolar de sucesso e que políticas públicas no setor não devem deixar nenhuma criança para trás.

“As crianças que no 2º ano do ensino fundamental ainda não sabem ler e escrever [34% no país] não conseguirão desenvolver os conhecimentos esperados nas séries seguintes. Elas não podem ser esquecidas”. 

O pesquisador entende que é necessário um esforço intencional para alfabetizá-las mesmo com atraso. Ao passo que reconhece o número relevante, Gabriel Correa avalia que o resultado pode esconder “desigualdades relevantes entre estados e municípios, que só poderão ser compreendidas com a abertura detalhada dos dados nos próximos dias”.

Ele explica que 2025 foi o primeiro ano em que o grupo de crianças avaliado estava na pré-escola durante a pandemia. “Esse fator ajuda a explicar parte da melhora observada, ainda que não substitua o papel das políticas públicas que vêm sustentando esse avanço”.

Felipe Proto, da Fundação Lemann, acrescenta que o País deve manter o foco e acelerar o ritmo. “O Brasil pode alcançar uma das transformações mais estruturantes de sua história: garantir que todas as crianças estejam lendo e escrevendo até o final do 2º ano do Ensino Fundamental”.

Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

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Criança diz a Lula que um “mundo mágico” se abriu ao aprender a ler

24 de Março de 2026, 13:05

O texto saiu em alto e bom som. “Araguatins (TO), 23 de março de 2026”. Começava assim a carta da menina Maria Angellyna Amorim, alfabetizada em 2025. A carta foi lida por Maria Angellyna para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para o ministro da Educação, Camilo Santana, em evento nesta segunda (23), em Brasília. Saiba mais em TVT News.

No palco e ao microfone, a menina que hoje faz o terceiro ano do ensino fundamental dizia que um “mundo mágico” se abriu diante dela e de seus colegas.

“Agora conseguimos ler livros e escrever diferentes tipos de textos, como histórias, bilhetes e poemas”.

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A menina estava orgulhosa porque a escola na qual estuda, São Vicente Ferrer,  foi uma das 4.872 unidades de ensino que receberam a condecoração do selo nacional Compromisso com a Educação do governo federal.

“Quando lemos, sentimos que viajamos para outros mundos. As histórias nos fazem sonhar, imaginar e aprender coisas novas”, disse a garota, feliz em cada sílaba. Conforme foi anunciado por Lula e por Camilo Santana, o País tem agora 66% das crianças alfabetizadas em idade certa, tal como a menina de Araguatins. 

Sonhos de professora

No evento, a professora alfabetizadora Maria Alice Alves, da rede municipal de Domingos Mourão (PI), disse que entra em sala de aula carregando sonhos.

“Não apenas os meus, mas o de cada criança que senta diante de mim com um lápis na mão e um mundo inteiro por descobrir”, afirmou. 

A docente afirmou que alfabetizar é muito mais do que ensinar a ler e a escrever. “É abrir caminhos, é construir sonhos, é criar possibilidades. A educação transforma vidas. E quando esse compromisso é assumido com seriedade, sentimos que estamos no rumo certo”. 

Domingos Mourão tem mais de 80% de crianças alfabetizadas, uma meta que o Brasil tem para 2030. 

Chão da escola

A secretária de educação básica do Ministério da Educação, Katia Schweickardt, faz coro ao que a menina falava. “É no chão da escola que o Brasil começa a mudar”. 

Katia defende que a transformação educacional requer cooperação entre União, estados e municípios. “Nós não aceitamos mais um Brasil em que o lugar onde a criança nasce define se ela vai aprender ou não”, disse a secretária de educação básica. 

Luiz Cláudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil

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Redação Nota 1000 no Enem: estudo mostra evolução do número de notas máximas

20 de Março de 2026, 18:41

Levantamento mostra que Sudeste ainda concentra o maior número de redações com nota 1000, com 11.967 resultados e o Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas máximas ao longa história do Enem. Leia em TVT News.

Estudo mostra evolução do número de redações nota 1000 no Enem

O número de redações nota máxima (1000) no ENEM passou por uma transformação profunda. Depois do pico registrado em 2011, quando o país alcançou 2.619 notas 1000, o volume caiu 94,6 por cento nos anos seguintes, chegando a apenas 12 casos em 2024.

Um levantamento inédito da série histórica de 1998 a 2024 feito pela Adobe Acrobat mostra como mudanças de correção, novos formatos de prova e desigualdades regionais redesenharam a distribuição dos melhores desempenhos no país. 

Número de redações com notas 1000 no Enem

Ano Total de Notas 1000 
1998 1475 
1999 479 
2000 251 
2001 673 
2002 1058 
2003 1779 
2004 1756 
2005 1289 
2006 541 
2007 541 
2008 707 
2009 1378 
2010 1042 
2011 2619 
2012 1170 
2013 329 
2014 159 
2015 93 
2016 66 
2017 40 
2018 49 
2019 46 
2020 28 
2021 20 
2022 32 
2023 49 
2024 12 

Sudeste domina a série histórica, Nordeste desponta como segundo lugar com mais notas 1000 na redação

O Sudeste concentra 71% por cento de todas as notas 1000 entre 1998 e 2024, totalizando 11.967 resultados máximos. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais somam 10.931 casos e permanecem como o eixo mais forte do país. O Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas, seguido por Centro-Oeste, Sul e Norte. 

O Sul e o Centro-Oeste vivem um movimento de interiorização. Cidades de médio porte no Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso passaram a ter maior presença entre os melhores resultados. Já o Norte apresenta a menor participação nacional, refletindo desafios estruturais de acesso e preparação. Pará e Amazonas concentram a maior parte das notas da região. 

A análise ainda mostra que o mapa do ENEM está mudando. Fortaleza e Teresina ampliaram sua relevância e aparecem entre as cidades que mais evoluíram após 2013. Em algumas delas, o percentual de notas máximas pós-ruptura já representa mais de 10 por cento de todo o histórico local, um avanço expressivo em um período de alta dificuldade. 

Os dados reforçam que, mesmo com regras mais rígidas, algumas regiões conseguiram se adaptar melhor ao novo formato. O cenário revela o surgimento de novos polos fora dos eixos tradicionais e indica mudanças no perfil dos municípios que lideram os melhores desempenhos no Brasil. 

Enem: estudo identifica três movimentos decisivos para entender o número de redações com nota máxima

O primeiro é o salto excepcional de 2011, marcado pela consolidação do exame e pela popularização de materiais de preparação.

O segundo é a ruptura de 2013, quando regras mais rígidas tornaram a nota máxima muito mais difícil de alcançar. O terceiro é o surgimento de novas cidades que passaram a rivalizar com os grandes centros, especialmente no Nordeste, Sul e Centro-Oeste. 

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Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.

A série histórica revela um comportamento irregular desde a criação da prova. Em 1998, o exame registrou 1.475 notas máximas. O primeiro grande salto ocorreu em 2003, com 1.779 casos, reflexo de uma prova ainda mais simples e focada em interpretação.

Com o novo ENEM, a partir de 2009, o desempenho passou a oscilar até atingir o recorde absoluto de 2.619 notas em 2011. Em 2013, com a revisão das regras de correção, o total caiu para 329. A queda continuou até o mínimo recente de 20 redações perfeitas em 2021, no pós-pandemia. 

Linha do tempo das notas de redação no Enem e as principais viradas 

O aumento de 2003 está ligado ao formato antigo da prova. O recorde de 2011, por sua vez, coincidiu com a consolidação do ENEM como principal porta de entrada para o ensino superior. Em 2013, a adoção de critérios mais rígidos redefiniu o padrão de excelência do exame. A pandemia aprofundou a queda em 2021, afetando especialmente estudantes com menos acesso a ensino remoto de qualidade. 

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Candidata se prepara para a prova do primeiro dia do Enem. Fotos: Luis Fortes/MEC

Entre 1998 e 2007, o país acumulou 11.102 notas 1000, com média anual de 1.110. Na década seguinte, entre 2008 e 2017, a média caiu para 647 devido à complexidade crescente da prova. De 2018 a 2024, a média despencou para 34,9, o menor nível de toda a série histórica.

O auge de 2011 marcou um momento de equilíbrio regional. São Paulo liderou com 208 notas, seguido por Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte e Belém. O Nordeste teve desempenho expressivo, superando três regiões somadas. 

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A partir de 2013, o impacto das novas regras foi imediato. Em dez anos, o país registrou menos notas 1000 do que em 2011 sozinho. Cidades tradicionais perderam força, enquanto outras conseguiram reagir. Fortaleza, Teresina, Niterói, Juiz de Fora e Uberlândia se destacaram pela capacidade de manter desempenho acima da média. Já São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador registraram queda significativa mesmo mantendo tradição no exame. 

Leia também sobre a redação no Enem

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Resultado 8ª chamada vestibular Unicamp: confira lista de aprovados

20 de Março de 2026, 17:11

Unicamp divulga a lista de aprovados na oitava chamada do Vestibular e no processo seletivo Enem-Unicamp. Leia em TVT News.

Unicamp divulga oitava chamada do vestibular 2026 e da modalidade Enem-Unicamp

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) está divulgando a lista de convocadosem oitava chamada do Vestibular Unicamp 2026 e da modalidade Enem-Unicamp 2026.

Os candidatos deverão consultar as listas na página eletrônica da Comvest (https://www.comvest.unicamp.br/). Todos os convocados deverão realizar sua matrícula não presencial, das 9 horas às 17 horas do dia 23 de março, exclusivamente pela internet, na página da Comvest, utilizando seu número de inscrição e senha. Estão sendo convocados 61 candidatos no Vestibular e 2 candidatos na modalidade Enem-Unicamp.

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As orientações sobre os procedimentos para a matrícula já estão disponíveis, na aba de cada modalidade, na página da Comvest. Importante: candidatos convocados para a matrícula em mais de uma modalidade (nomes em listas diferentes) deverão escolher em qual processo fazer matrícula e efetivá-la usando a senha específica da modalidade, criada no momento daquela inscrição. Os candidatos convocados em primeira opção que não realizarem a matrícula eletrônica ficam excluídos da modalidade.

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Candidata na primeira fase de provas do Vestibular Matrícula é feita pelo site da Comvest. Foto: Banco de Imagens da Unicamp

Bancas de heteroidentificação

Os candidatos selecionados pelo sistema de cotas étnico-raciais aprovados na oitava chamada, que autorizaram o uso da fotografia como parte do processo de validação pela Comissão de Averiguação e foram validados pelas bancas na etapa inicial do procedimento, receberão um e-mail com a indicação de sua validação e instruções para a matrícula.

Os candidatos que não autorizaram, assim como aqueles que não tiveram as fotografias validadas, precisam passar pelas bancas de heteroidentificação, via Google Meet, antes de iniciar o processo de matrícula. Esses candidatosdeverão consultar as orientações (horário e link da banca) na página da Comvest e também receberão as orientações por e-mail.

A validação da autodeclaração apresentada pelos candidatos optantes pelas cotas étnico-raciais somente ocorrerá após a avaliação de fenótipo realizada pela Comissão, ficando a matrícula condicionada à aprovação da Comissão de Averiguação, conforme a resolução GR-074/2020, que instituiu o procedimento de heteroidentificação.

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O crescimento da participação de alunos da rede pública é considerado o principal marco desta edição do vestibular da Unicamp. Foto: Divulgação

Matrícula em segunda opção

Os candidatos convocados para o curso escolhido como segunda opção deverão realizar a matrícula pela internet e, optar ou não, por aguardar uma possível vaga para o curso de primeira opção (remanejamento). Candidatos de segunda opção que não fizerem a matrícula pela internet perderão essa vaga (segunda opção), mas continuarão concorrendo ao curso de primeira opção, podendo, assim, serem convocados nas próximas chamadas, de acordo com os critérios de classificação.

Convocação – sistemas de ingresso na Unicamp

Caso um(a) candidato(a) tenha sido convocado(a) no mesmo curso, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp 2026 e em outros sistemas de ingresso, a vaga a ser preenchida será a do Vestibular.

Caso um(a) candidato(a) tenha sido convocado(a) em cursos diferentes, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp e em outro(s) sistema(s) de ingresso, será considerada como opção a matrícula que tenha efetivado primeiro. Caso um(a) candidato(a) inscrito(a) no mesmo curso seja convocado(a) em qualquer sistema e não realize sua matrícula quando for convocado(a), seu nome será excluído das chamadas nas outras modalidades.

Leia também sobre vestibulares

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Resultado 3ª chamada lista de espera da Fuvest

17 de Março de 2026, 08:00

Confira o resultado da terceira chamada da lista de espera da Fuvest. Veja também os resultados da terceira chamada do Enem-USP. Estas são as últimas chamadas da lista de espera da USP em 2026. Leia em TVT News.

Fuvest divulga a 3ª convocação da Lista de Espera do Vestibular 2026

A Fuvest divulga às 12h, no seu site, a 3ª, e última, convocação da Lista de Espera do Vestibular 2026 e do ENEM-USP.

Todos os convocados deverão realizar a pré-matrícula virtual entre as 8h de 18 de março e as 12h de 19 de março pelo link https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/graduacaoMatriculaIngressante .

Também será necessário realizar outra etapa: a efetivação da matrícula virtual, que deverá ser feita entre as 8h de 23 de março e as 12h de 25 de março.

Caso a efetivação da matrícula não seja realizada, o candidato perderá a vaga na Universidade de São Paulo.

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Trote na Faculdade de Saúde Pública. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Prepare-se para o próximo vestibular com os simulados da Fuvest

Dias 26 de abril e 26 de jullho haverá simulado para Fuvest, com prova de redação

Quando serão os simulados da Fuvest

Além do simulado marcado para 26 de abril, que seguirá o novo formato da prova, com 80 questões de conhecimentos gerais, a FUVEST anuncia a realização de outro simulado no dia 26 de julho.

A novidade da edição será realização de uma redação narrativa, além das 80 questões de conhecimentos gerais.

Segundo a FUVEST, no vestibular do ano passado, 80% dos candidatos optaram pela proposta de redação no formato de dissertação e apenas 20% pela narrativa. A intenção é estimular o domínio de textos narrativos da redação no processo seletivo e, eventualmente, equilibrar essa porcentagem.

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Caloura participa das atividades de integração entre bixos e veteranos no primeiro dia de matrícula no Instituto de Relações Internacionais (IRI). Foto: Marcos Santos/USP Imagens

A taxa de inscrição de ambos os simulados é de R$ 100,00, valor único para todos os participantes, independentemente da escola de origem. As inscrições para o simulado de 26 de abril permanecerão abertas até as 12h de 31 de março.

Vale lembrar que os simulados têm caráter exclusivamente preparatório.

“A participação não garante inscrição, não substitui e não gera qualquer tipo de vantagem ou bonificação no Vestibular 2027, cuja inscrição deverá ser realizada posteriormente, em período e condições próprias”, alerta, em nota, a Fuvest. 

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Prova da Fuvest 2025 – segunda fase. Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Novo formato com 80 questões

O simulado seguirá a estrutura atualizada da primeira fase: serão 80 questões de múltipla escolha, dez a menos do que as 90 aplicadas em anos anteriores. Cada item terá cinco alternativas, com apenas uma resposta correta.

A prova terá duração total de cinco horas. Os portões serão abertos às 12h e fechados rigorosamente às 13h, horário de início do exame, que se estende até as 18h.

As questões serão inéditas, elaboradas pelas bancas da Fuvest, com base no programa do Vestibular 2027, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O conteúdo abrange disciplinas como Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Língua Portuguesa, Química e Sociologia, além da possibilidade de abordagens interdisciplinares.

Leituras obrigatórias do vestibular

O simulado também contempla a lista de nove obras literárias exigidas para o ciclo do vestibular 2027. Entre as autoras presentes estão Clarice Lispector, Paulina Chiziane e Conceição Evaristo, cujos livros integram o conteúdo programático da avaliação.

Aplicação do simulado em 11 cidades

A prova será realizada presencialmente nos municípios de Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

No dia do exame, será obrigatória a apresentação de documento original com foto e caneta esferográfica azul ou preta. Lápis, borracha, apontador, régua transparente, água e alimentos leves são permitidos. O uso de celulares, relógios e quaisquer aparelhos eletrônicos está proibido.

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Estudantes realizaram as provas da primeira fase do vestibular da Fuvest. Foto: Marcos Santos/USP Imagen

Outras informações sobre o vestibular da USP

Vestibular 2026 –  https://www.fuvest.br/vestibular-da-usp

ENEM-USP – https://www.fuvest.br/enem-usp

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Nota Enem Treineiro: confira o resultado do Enem para treineiros

17 de Março de 2026, 07:25

O Inep divulga entre nesta terça, 17 de março,, as notas do Enem para treineiros. Confira como checar o resultado do Enem para treineiros com a TVT News.

Notas do Enem Treineiro

O resultado do Enem Treineiro 2026 para treineiros pode ser visto na Página do Participante do Inep.

Como acessar a nota do Enem Treineiro:

  • Acesse a Página do Participante do Enem.
  • Faça login com seu CPF e senha da conta Gov.br.
  • Procure pela opção de “Resultado” ou “Boletim” para ver suas notas e espelhos de redação.

Para que serve o Enem Treineiro

As notas de treineiros no Enem não são válidas para programas como Sisu, Prouni ou Fies, mas servem para autoavaliação e prática para o próximo exame.

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Página do Participante no Enem. Imagem: reprodução

Ficou com dúvida com a nota do Enem?

A TVT News publicou os gabaritos oficiais do Enem 2025, confira nos links abaixo

Qual a nota Enem para se inscrever no Prouni?

Nota 450 no Enem.

Para se inscrever no Prouni, é necessário que o estudante tenha o ensino médio completo; tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025 e/ou em 2024; tenha obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação do Enem.

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Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.

Quando abrem as inscrições do Enem 2026?

As inscrições para o ENEM 2026 ainda não foram abertas oficialmente, mas a expectativa é que ocorram entre maio e junho de 2026, seguindo o histórico dos anos anteriores, enquanto as provas devem ser aplicadas em novembro de 2026.

Primeiro colocado em Medicina na USP pelo Enem é filho de doméstica e pedreiro

Wesley de Jesus, de 23 anos, foi aprovado em primeiro lugar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, um dos cursos mais concorridos do país. Filho de uma trabalhadora doméstica desempregada e de um pedreiro, morador da periferia de Salvador, ele alcançou a vaga utilizando a nota do Enem pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), após cinco anos de preparação praticamente autodidata. 

Morador de Cajazeiras, um dos maiores conjuntos habitacionais do Brasil, Wesley cresceu em uma casa inacabada, sem laje ou pintura, onde divide dois quartos com os pais e três irmãos. Nenhum integrante da família cursou o ensino superior. Ele será o primeiro a entrar na universidade.

Sem condições de pagar cursinho ou comprar materiais novos, o estudante construiu sua rotina com apostilas usadas recebidas por doação, conteúdos gratuitos da internet e videoaulas no YouTube. Como não tinha computador em casa, estudava pelo celular antigo e passava os três turnos na escola pública para usar a sala de informática e um notebook cedido pela direção.

A disciplina virou regra. Wesley acordava às 5h e estudava até as 23h, muitas vezes avançando pela madrugada. O esforço se refletiu no desempenho: ele gabaritou três das quatro áreas do Enem, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, e obteve pontuação suficiente para liderar a lista de aprovados em Medicina.

Enem: Inep emitie certificado de conclusão do ensino médio

O pedido deverá ser feito on-line, na Página do Participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pelos candidatos com 18 anos ou mais que fizeram o Enem e atingiram a pontuação mínima exigida no edital para conquistar o certificado de conclusão do Ensino Médio. 

Cerca de 100 mil estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com o objetivo de obter a certificação do ensino médio podem pedir o certificado de conclusão do ensino médio.

Sisu, Prouni e Fies: qual a diferença?

por três programas coordenados pelo Ministério da Educação (MEC): o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Embora todos utilizem o desempenho no Enem como critério central, cada um tem objetivos, regras e públicos diferentes. Saber como funcionam é essencial para escolher o curso e o caminho mais adequado à realidade de cada candidato. Saiba os detalhes de cada um na TVT News.

Enem é a porta de entrada mais comum

A nota do Enem é o pilar dos três programas e é calculada pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), que considera não apenas os acertos, mas também a dificuldade das questões e a coerência das respostas. Para participar, é obrigatório não ter zerado a redação e não ter feito o exame como “treineiro”.

  • A partir deste ano, o Sisu passou a aceitar a melhor nota obtida entre as edições de 2023, 2024 ou 2025;
  • Já o Prouni utiliza uma das duas últimas edições do Enem;
  • O Fies aceita notas de qualquer edição a partir de 2010, desde que a média seja de pelo menos 450 pontos e a redação tenha nota maior que zero.

Sisu: vaga gratuita em universidade pública

O Sisu é voltado para o preenchimento de vagas em instituições públicas, como universidades federais e institutos federais, sem cobrança de mensalidades. A seleção é feita exclusivamente pela nota do Enem, respeitando o número de vagas e a modalidade de concorrência.

Pelo sistema de cotas, ao menos 50% das vagas são reservadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas, com recortes de renda, raça, etnia e para pessoas com deficiência. Outra característica é o incentivo à formação de professores: candidatos aprovados em cursos presenciais de licenciatura com média mínima de 650 pontos podem ter acesso ao programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que prevê auxílio financeiro mensal.

Prouni: bolsas em faculdades privadas

O Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas, integrais (100%) ou parciais (50%). Para a bolsa integral, a renda familiar per capita deve ser de até 1,5 salário mínimo; para a parcial, de até 3 salários mínimos. O programa é destinado a estudantes sem diploma de nível superior, prioritariamente concluintes do ensino médio em escola pública ou bolsistas na rede privada.

Além das chamadas regulares, o Prouni conta com lista de espera para bolsas não ocupadas. Professores da rede pública também podem concorrer a bolsas em cursos de licenciatura e pedagogia, sem exigência de comprovação de renda.

Fies: financiamento para pagar após a formatura

Diferente do Sisu e do Prouni, o Fies não oferece vaga nem bolsa, mas financiamento estudantil. O estudante cursa uma faculdade privada e começa a pagar o valor financiado após a formatura, conforme sua renda.

O programa oferece taxa de juros zero para quem tem renda familiar per capita de até 3 salários mínimos. Em 2026, o Fies Social reserva 50% das vagas para candidatos inscritos no CadÚnico, com renda de até meio salário mínimo por pessoa, permitindo financiar até 100% da mensalidade.

O que é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)

Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos.

Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. 

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Pesquisadores e movimentos denunciam impactos da contrarreforma do ensino médio nos IFs

16 de Março de 2026, 16:42

Mais de 200 pesquisadores, educadores e lideranças de movimentos sindicais e sociais de todo o país divulgaram a Carta de Vitória em Defesa da Rede Federal e do Ensino Médio Integrado nesta segunda-feira, 16. O documento denuncia os impactos da contrarreforma do ensino médio sobre os Institutos Federais e a educação pública. A íntegra do documento pode ser acessada abaixo. Leia em TVT News.

A carta foi aprovada ao final do I Seminário Nacional de Pesquisa sobre a Contrarreforma do Ensino Médio na Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica, realizado entre os dias 10 e 12 de fevereiro, em Vitória (ES), que reuniu pesquisadores e representantes de movimentos sociais de diferentes regiões do país.

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O documento reúne resultados de pesquisas que analisam criticamente os efeitos da reforma do Ensino Médio iniciada em 2016 e aponta retrocessos no direito à formação humana integral da juventude e da classe trabalhadora. Mesmo após alterações legislativas recentes, os pesquisadores avaliam que os fundamentos da reforma permanecem, mantendo a redução da formação geral em cursos técnicos e reforçando a flexibilização curricular.

A carta também alerta para o subfinanciamento da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Dados apresentados no seminário indicam que o número de matrículas quase dobrou nos últimos anos, enquanto o orçamento permaneceu praticamente estagnado, o que pressiona a capacidade das instituições de manter a qualidade das atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Além da denúncia, o documento apresenta 18 propostas para fortalecer o Ensino Médio Integrado e a Rede Federal, entre elas a ampliação do orçamento da rede, a garantia de autonomia pedagógica das instituições e a criação de políticas públicas de incentivo à formação integrada.

Os signatários afirmam que a defesa do Ensino Médio Integrado e da Rede Federal está diretamente ligada à garantia do direito à educação pública e de qualidade. “Ensino Médio Integrado é direito inalienável. A Rede Federal de EPT é patrimônio do povo brasileiro”, conclui o documento.

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Resultado 7ª chamada Unicamp: confira aprovados

16 de Março de 2026, 16:14

Confira a lista de aprovados na sétima chamada do vestibular da Unicamp e da modalidade Enem-Unicamp. Quem não está entre os aprovados pode manifestar interesse na lista de espera. Confira a sétima chamada da Unicamp com a TVT News.

Unicamp divulga o resultado da sétima chamada do vestibular

A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) está divulgando a lista de convocadosem sétima chamada do Vestibular Unicamp 2026 e uma lista de espera. Os candidatos deverão consultar as listas na página eletrônica da Comvest (https://www.comvest.unicamp.br/).

Todos os convocados deverão realizar sua matrícula não presencial, das 9 horas às 17 horas do dia 17 de março, exclusivamente pela internet, na página da Comvest, utilizando seu número de inscrição e senha. Já os candidatos cujos nomes constam da lista de espera deverão realizar a declaração de interesse por vagas, na mesma data e horário.

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Aprovados Enem-Unicamp

A Unicamp divulga, também, a lista de aprovados na sétima chamada da modalidade Enem-Unicamp, para matrícula no dia 17 de março, das 9h às 17 horas. Estão sendo convocados 144 candidatos no Vestibular e 16 candidatos na modalidade Enem-Unicamp.

As orientações sobre os procedimentos para a matrícula já estão disponíveis, na aba de cada modalidade, na página da ComvestImportante: candidatos convocados para a matrícula em mais de uma modalidade (nomes em listas diferentes) deverão escolher em qual processo fazer matrícula e efetivá-la usando a senha específica da modalidade, criada no momento daquela inscrição. Os candidatos convocados em primeira opção que não realizarem a matrícula eletrônica ficam excluídos da modalidade.

oitava e última chamada do Vestibular Unicamp 2026 será divulgada no dia 20 de março.  

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Unicamp divulgou lista de aprovados na modalidade Enem-Unicamp. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC

Lista de espera: fazer declaração de interesse por vagas

Das 9 horas às 17 horas do dia 17 de março, a Comvest receberá as declarações de interesse por vagas em aberto no Vestibular Unicamp, somente pela internet, em formulário próprio no site da Comissão. Devem declarar interesse somente os candidatos que constam na lista de espera divulgada junto com a sétima chamada. Deixar de declarar interesse acarretará a eliminação do processo de convocação para as convocações futuras. Candidatos matriculados em 2ª opção e que solicitaram remanejamento devem estar atentos às situações descritas no Manual de Ingresso.

Bancas de heteroidentificação

Os candidatos selecionados pelo sistema de cotas étnico-raciais aprovados na sétima chamada, que autorizaram o uso da fotografia como parte do processo de validação pela Comissão de Averiguação e foram validados pelas bancas na etapa inicial do procedimento, receberão um e-mail com a indicação de sua validação e instruções para a matrícula.

Os candidatos que não autorizaram, assim como aqueles que não tiveram as fotografias validadas, precisam passar pelas bancas de heteroidentificação, via Google Meet, antes de iniciar o processo de matrículaEsses candidatosdeverão consultar as orientações (horário e link da banca) na página da Comvest e também receberão as orientações por e-mail.

A validação da autodeclaração apresentada pelos candidatos optantes pelas cotas étnico-raciais somente ocorrerá após a avaliação de fenótipo realizada pela Comissão, ficando a matrícula condicionada à aprovação da Comissão de Averiguação, conforme a resolução GR-074/2020, que instituiu o procedimento de heteroidentificação.

Matrícula em segunda opção

Os candidatos convocados para o curso escolhido como segunda opção deverão realizar a matrícula pela internet e, optar ou não, por aguardar uma possível vaga para o curso de primeira opção (remanejamento). Candidatos de segunda opção que não fizerem a matrícula pela internet perderão essa vaga (segunda opção), mas continuarão concorrendo ao curso de primeira opção, podendo, assim, serem convocados nas próximas chamadas, de acordo com os critérios de classificação.

Convocação – sistemas de ingresso

Caso um(a) candidato(a) tenha sido convocado(a) no mesmo curso, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp 2026 e em outros sistemas de ingresso, a vaga a ser preenchida será a do Vestibular. Caso um(a) candidato(a) tenha sido convocado(a) em cursos diferentes, na mesma chamada, no Vestibular Unicamp e em outro(s) sistema(s) de ingresso, será considerada como opção a matrícula que tenha efetivado primeiro. Caso um(a) candidato(a) inscrito(a) no mesmo curso seja convocado(a) em qualquer sistema e não realize sua matrícula quando for convocado(a), seu nome será excluído das chamadas nas outras modalidades.

Calendário vestibular Unicamp

Divulgação da sétima chamada e Lista de Espera (somente Vestibular) 16/3/26
Matrícula online da sétima chamada e Declaração de Interesse por Vagas para candidatos da lista de Espera 17/3/26
Divulgação da oitava chamada (somente Vestibular) 20/3/26
Matrícula online da oitava chamada 23/3/26

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Resultado 3ª chamada Fuvest: confira em 17/3

16 de Março de 2026, 10:21

O resultado da terceira chamada da lista de espera da Fuvest será divulgado nesta terça, 17 de março. Os resultados do Enem-USP também serão divulgados nessa data. Estas são as últimas chamadas da lista de espera da USP em 2026. Leia em TVT News.

Fuvest divulga em 17/03 a 3ª convocação da Lista de Espera Vestibular 2026

A Fuvest divulga às 12h de 17 de março, no seu site, a 3ª, e última, convocação da Lista de Espera do Vestibular 2026 e do ENEM-USP.

Todos os convocados deverão realizar a pré-matrícula virtual entre as 8h de 18 de março e as 12h de 19 de março pelo link https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/graduacaoMatriculaIngressante .

Também será necessário realizar outra etapa: a efetivação da matrícula virtual, que deverá ser feita entre as 8h de 23 de março e as 12h de 25 de março.

Caso a efetivação da matrícula não seja realizada, o candidato perderá a vaga na Universidade de São Paulo.

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Aprovada no vestibular. Foto: Marcos Santos/USP Imagens

Quando serão os simulados da Fuvest

Além do simulado marcado para 26 de abril, que seguirá o novo formato da prova, com 80 questões de conhecimentos gerais, a FUVEST anuncia a realização de outro simulado no dia 26 de julho.

A novidade da edição será realização de uma redação narrativa, além das 80 questões de conhecimentos gerais.

Segundo a FUVEST, no vestibular do ano passado, 80% dos candidatos optaram pela proposta de redação no formato de dissertação e apenas 20% pela narrativa. A intenção é estimular o domínio de textos narrativos da redação no processo seletivo e, eventualmente, equilibrar essa porcentagem.

A taxa de inscrição de ambos os simulados é de R$ 100,00, valor único para todos os participantes, independentemente da escola de origem. As inscrições para o simulado de 26 de abril permanecerão abertas até as 12h de 31 de março.

Vale lembrar que os simulados têm caráter exclusivamente preparatório.

“A participação não garante inscrição, não substitui e não gera qualquer tipo de vantagem ou bonificação no Vestibular 2027, cuja inscrição deverá ser realizada posteriormente, em período e condições próprias”, alerta, em nota, a Fuvest. 

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Prova da Fuvest 2025 – segunda fase. Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Novo formato com 80 questões

O simulado seguirá a estrutura atualizada da primeira fase: serão 80 questões de múltipla escolha, dez a menos do que as 90 aplicadas em anos anteriores. Cada item terá cinco alternativas, com apenas uma resposta correta.

A prova terá duração total de cinco horas. Os portões serão abertos às 12h e fechados rigorosamente às 13h, horário de início do exame, que se estende até as 18h.

As questões serão inéditas, elaboradas pelas bancas da Fuvest, com base no programa do Vestibular 2027, alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O conteúdo abrange disciplinas como Arte, Biologia, Educação Física, Filosofia, Física, Geografia, História, Inglês, Matemática, Língua Portuguesa, Química e Sociologia, além da possibilidade de abordagens interdisciplinares.

Leituras obrigatórias do vestibular

O simulado também contempla a lista de nove obras literárias exigidas para o ciclo do vestibular 2027. Entre as autoras presentes estão Clarice Lispector, Paulina Chiziane e Conceição Evaristo, cujos livros integram o conteúdo programático da avaliação.

Aplicação do simulado em 11 cidades

A prova será realizada presencialmente nos municípios de Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

No dia do exame, será obrigatória a apresentação de documento original com foto e caneta esferográfica azul ou preta. Lápis, borracha, apontador, régua transparente, água e alimentos leves são permitidos. O uso de celulares, relógios e quaisquer aparelhos eletrônicos está proibido.

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Estudantes realizaram as provas da primeira fase do vestibular da Fuvest. Foto: Marcos Santos/USP Imagen

Outras informações sobre o vestibular da USP

Vestibular 2026 –  https://www.fuvest.br/vestibular-da-usp

ENEM-USP – https://www.fuvest.br/enem-usp

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Votos ‘anti-Chalamet’ podem facilitar caminho de Wagner Moura ao Oscar; entenda

15 de Março de 2026, 12:46
Wagner Moura em cena de ‘O agente secreto’, de Kleber Mendonça Filho — Foto: Reprodução

Wagner Moura é um dos fortes candidatos ao Oscar 2026 na categoria de melhor ator, disputando a estatueta com nomes como Michael B. Jordan e Timothée Chalamet.

O The New York Times destaca que a lista de indicados é uma das mais competitivas da história da Academia, e embora a vitória de Jordan em outros prêmios e o Globo de Ouro de Chalamet lhes deem vantagem, Moura pode se beneficiar do cenário atual. O filme “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, coloca o ator brasileiro em uma posição promissora, com a chance de superar seus concorrentes pela força de sua performance e pela relevância do projeto.

A campanha de Wagner Moura tem ganhado força nos últimos meses, com ele sendo reconhecido não apenas pela crítica, mas também pelo público. A análise de Kyle Buchanan, repórter do New York Times, sugere que o timing das exibições pode ser crucial, e o fato de “O Agente Secreto” ter sido um dos filmes mais assistidos no final da temporada pode garantir uma vantagem sobre os outros candidatos. Para ele, Moura tem uma forte base de fãs, o que pode ajudá-lo a conquistar votos, especialmente entre os mais resistentes a apoiar atores mais jovens, como Chalamet.

Moura, conhecido pelo seu papel de destaque na série “Narcos”, tem uma longa trajetória em Hollywood, o que pode ser um trunfo para sua vitória. A participação do ator em filmes como “Guerra Civil” e a série “Ladrões de Drogas” aumentou sua visibilidade entre os membros da Academia, majoritariamente americana. Sua carreira internacional o coloca em uma posição mais favorável do que outros atores brasileiros, como Fernanda Torres, que tentou a sorte no Oscar sem o mesmo nível de reconhecimento internacional.

Apesar da crescente pressão e dos elogios à sua atuação em “O Agente Secreto”, Moura não foi indicado pelo Screen Actors Guild, nem teve a oportunidade de competir no BAFTA, o que coloca em dúvida suas chances de vitória. No entanto, o envolvimento do ator em campanhas de conscientização e sua postura em eventos como o Globo de Ouro indicam que ele está se posicionando como um forte concorrente.

Timothée Chalamet

As comparações com Fernanda Torres são inevitáveis, especialmente pelo fato de ela também ter se destacado em uma produção brasileira e ter conquistado o Globo de Ouro. Porém, Moura é visto como uma figura mais consolidada e um nome conhecido na indústria cinematográfica americana, o que pode lhe garantir a vantagem na corrida pelo Oscar.

O repórter Kyle Buchanan também aponta que, embora Moura tenha a chance de ser impulsionado pelo sentimento anti-Chalamet, o fato de o ator não ter sido indicado em outros prêmios relevantes pode limitar suas opções de mostrar sua habilidade até a noite da cerimônia do Oscar. Isso cria um desafio para sua campanha, que precisará de mais do que apenas uma boa performance para conquistar o prêmio.

De qualquer forma, a atuação de Wagner Moura em “O Agente Secreto” tem sido amplamente reconhecida, e sua trajetória nos cinemas de Hollywood o coloca como um favorito entre os votantes da Academia. Se ele conseguir superar os obstáculos e os concorrentes, poderá se tornar o vencedor do Oscar 2026, consolidando sua carreira e seu nome como um dos grandes atores internacionais da atualidade.

Em um ano em que a competição para melhor ator está particularmente acirrada, as chances de Wagner Moura continuar em ascensão são reais, mas ele precisará do apoio crucial de seus fãs e do reconhecimento final dos membros da Academia. O suspense sobre quem sairá vencedor, entre os favoritos da temporada, só será resolvido no dia da cerimônia.

Mulheres são maioria entre mestres e doutores formados pela Unesp

8 de Março de 2026, 16:00

A presença feminina na Universidade Estadual Paulista (Unesp) atingiu um novo patamar e já se traduz em liderança acadêmica e científica. Além de serem maioria entre os estudantes, as mulheres também passaram a representar a maior parte dos mestres e doutores formados pela instituição, consolidando um avanço significativo na produção de conhecimento e na gestão universitária. Saiba os detalhes na TVT News.

Os dados mais recentes mostram que as mulheres ocupam 52,8% das vagas de graduação e 54,7% da pós-graduação na universidade. Esse crescimento reflete uma mudança estrutural no perfil da comunidade acadêmica e ocorre às vésperas do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, data que simboliza as lutas históricas por igualdade de direitos e oportunidades.

Liderança feminina cresce na pesquisa

O protagonismo das pesquisadoras também se reflete na condução de projetos científicos. Dos 1.296 grupos de pesquisa registrados em 2025 no CNPq, 64% são liderados por mulheres, o equivalente a 831 grupos.

O avanço ocorre especialmente em áreas como ciências biomédicas e da saúde, nas quais a presença feminina já é predominante. Nos últimos anos, porém, também houve crescimento expressivo da autoria de mulheres em campos tradicionalmente dominados por homens, como ciências físicas e engenharia, segundo dados do ranking internacional CWTS Leiden.

Um exemplo de liderança feminina em pesquisa de ponta é o Centro de Pesquisa da Biodiversidade e Mudanças do Clima (CBioClima), primeiro Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão sediado na universidade. O centro é coordenado pela bióloga Patrícia Morellato e conta com 56,3% de mulheres entre bolsistas e estagiárias.

Primeira reitora da história

Outro marco recente foi a eleição da professora Maysa Furlan como primeira reitora da história da Unesp, que tem mais de cinco décadas. A gestão também conta com Adriana Marcantonio na chefia de gabinete.

A presença feminina também cresce em cargos acadêmicos: 50,8% das coordenações de graduação e 45,4% das coordenações de pós-graduação são ocupadas por mulheres.

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Políticas para reduzir desigualdades

Apesar do avanço, pesquisadoras ainda enfrentam desafios relacionados à sobrecarga de trabalho, à maternidade e a episódios de machismo no ambiente acadêmico. Para enfrentar esses obstáculos, a universidade tem adotado políticas de equidade.

Entre as medidas está a extensão do período de avaliação de produtividade científica em editais de pesquisa. Professoras que tiveram filhos nos últimos cinco anos recebem dois anos adicionais no período analisado, compensando possíveis impactos da maternidade na produção acadêmica.

Alunas de pós-graduação também têm direito a licença-maternidade com auxílio financeiro por seis meses.

Combate ao assédio e valorização de pesquisadoras

A instituição também criou em 2025 a campanha Unesp Sem Assédio — sem medo, sem impunidade, voltada à prevenção, denúncia e acolhimento de casos de violência ou discriminação em suas 34 unidades.

Além disso, a universidade tem incentivado a participação de pesquisadoras em prêmios nacionais e internacionais. Um exemplo recente foi a conquista do Prêmio Ester Sabino pela linguista Maria Helena de Moura Neves.

Novo momento na universidade

Para a atual gestão, o crescimento da presença feminina representa mais do que números. Segundo a reitora Maysa Furlan, a universidade vive um período de transformação institucional, com foco em ampliar oportunidades e garantir condições para que mulheres avancem na carreira científica.

O cenário indica que a participação feminina deixou de ser apenas uma questão de representatividade e passou a ocupar papel central na liderança da pesquisa, na formação de novos cientistas e na gestão universitária.

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Professores do SESI e SENAI aprovam mobilização permanente

6 de Março de 2026, 16:59

As assembleias realizadas pelos sindicatos da base da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) reuniram professores e professoras do SESI e do SENAI em diversas regiões do estado ontem (5). Presenciais e remotas, as reuniões reafirmaram a pauta estadual de reivindicações, defenderam a manutenção das férias de 30 dias em julho e aprovaram a continuidade das assembleias em caráter permanente durante a campanha salarial. Leia em TVT News.

Os encontros também apresentaram à categoria um balanço das negociações realizadas até o momento. Já ocorreram quatro rodadas entre a representação sindical e o patronal. Nessas reuniões, a Fepesp e os sindicatos da base reafirmaram a pauta construída coletivamente pelos professores e professoras de todo o estado.

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Além das reivindicações econômicas, as assembleias também debateram temas ligados às condições de trabalho. Um dos pontos que mais mobilizou a categoria foi o calendário de férias apresentado pelo SESI para este ano.

Em diversas cidades foram aprovadas moções de repúdio à decisão de antecipar as férias para o mês de junho. Professores e professoras defenderam a manutenção das férias de 30 dias em julho, medida considerada fundamental para a organização do trabalho pedagógico e para o respeito às condições de trabalho.

Professores e professoras reafirmaram reivindicações relacionadas à organização do trabalho docente, como a remuneração das redações, das atividades adaptadas e dos planos de ação. Outro ponto defendido foi a isonomia na remuneração das professoras responsáveis pela elaboração dos PAEs.

Outro encaminhamento aprovado de forma ampla foi a manutenção das assembleias em caráter permanente. A decisão permite que os sindicatos convoquem novas reuniões conforme avancem as negociações da campanha salarial.

Para o presidente da Fepesp, Ailton Fernandes, a participação registrada nas assembleias mostra que a categoria acompanha atentamente cada etapa do processo de negociação.

“Professores e professoras participaram das assembleias em todo o estado, reafirmaram suas reivindicações e deram um recado claro de que estão mobilizados. Quando a categoria se reúne, debate e decide coletivamente, a negociação ganha força.”

A Fepesp destaca que a participação nas assembleias é fundamental para o avanço da campanha salarial. A mobilização fortalece a representação sindical e amplia a capacidade de negociação na defesa das reivindicações apresentadas ao SESI e ao SENAI.

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Faça cursos gratuitos para trabalhadores no QualificaPro

4 de Março de 2026, 17:55

O Governo Federal lançou uma nova ferramenta para ampliar o acesso à qualificação profissional no país. Batizada de QualificaPro, a plataforma reúne mais de 30 mil cursos gratuitos e integra informações sobre empregabilidade e faixa salarial para ajudar trabalhadores a planejar a carreira com base na realidade do mercado.

A iniciativa foi apresentada oficialmente na terça-feira (3), durante a II Conferência Nacional do Trabalho, em São Paulo, e é coordenada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). A proposta é modernizar o acesso à educação profissional diante das transformações tecnológicas, energéticas e climáticas que impactam o mundo do trabalho. Saiba os detalhes na TVT News.

Mais de 30 mil oportunidades de qualificação

O QualificaPro une ofertas de 49 instituições parceiras em um único ambiente digital. Ao todo, são aproximadamente 30.500 cursos disponíveis, sendo mais de 29 mil presenciais e cerca de 1.500 na modalidade remota.

Entre as instituições participantes estão o SEBRAE, o SEST SENAT, os Institutos Federais e redes estaduais de ensino, garantindo capilaridade em todo o território nacional.

A ferramenta está integrada à Carteira de Trabalho Digital, que conta com uma base superior a 80 milhões de usuários. A integração facilita o acesso e amplia o alcance da política pública.

Inteligência de mercado para orientar escolhas

Um dos principais diferenciais do QualificaPro é o uso de dados oficiais do MTE para apresentar informações sobre empregabilidade e níveis salariais por área e região do país. Antes de se matricular, o trabalhador pode consultar se determinada formação tem boa demanda na sua cidade ou estado.

O sistema também utiliza inteligência artificial para direcionar o interessado diretamente à página de inscrição da instituição ofertante, tornando o processo mais ágil.

Foco em jovens e mulheres

Segundo o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, a plataforma vai além da simples oferta de cursos. O objetivo é promover trabalho decente e enfrentar a escassez de mão de obra qualificada.

Entre as prioridades estão a qualificação da juventude, para garantir melhores condições de inserção profissional, e a ampliação da participação feminina no mercado, com políticas que favoreçam a conciliação entre trabalho e cuidados familiares.

Como acessar

O acesso ao QualificaPro é gratuito e pode ser feito de duas formas:

  • Pelo aplicativo: basta entrar na Carteira de Trabalho Digital com a conta gov.br e clicar no banner do QualificaPro.
  • Pela internet: é possível consultar cursos diretamente no site oficial, sem necessidade de cadastro para a busca inicial.

Dentro da plataforma, o usuário pode filtrar oportunidades por região ou área de atuação, verificar dados de mercado e ser redirecionado para a matrícula na instituição escolhida.

Próximos passos

A previsão do governo é transformar o QualificaPro em um assistente pessoal de carreira. Entre as funcionalidades previstas estão o envio de notificações automáticas sobre novas turmas e a conexão direta entre alunos formados e vagas de emprego, com integração a serviços de intermediação de mão de obra.

Leia mais notícias na TVT News

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SESI realiza torneio nacional de robótica em São Paulo, com mais de 2 mil estudantes

4 de Março de 2026, 17:38

Entre os dias 5 e 8 de março, o Serviço Social da Indústria (Sesi) realizará o 8º Festival Sesi de Educação, na Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera (SP). O evento sedia uma das maiores competições de robótica da América Latina, com a participação de mais de 2 mil estudantes, que disputarão vagas para a etapa mundial, em Houston, nos Estados Unidos. Leia sobre o torneio de robótica coma TVT News.

O que vai acontecer no Festival Sesi de Educação em São Paulo?

  • Competição da etapa nacional de Robótica em que participam 2 mil estudantes de escolas públicas e escolas SESI para disputar vaga na etapa internacional em Houston, EUA;
  • Seminário Internacional de Educação, que reúne especialistas, gestores, educadores abordando o uso da inteligência artificial no contexto educacional;
  • SESI Lab, que terá exposições do SESI Lab, com mais de 10 atrações 100% interativas para o público;
  • Estande 80 anos: o Conselho Nacional do SESI também terá um estande, marcando o aniversário de 8 décadas do Sesi que será comemorado em julho

Equipe de indígenas participa do torneio de robótica

A competição de robótica tem 4 modalidades No dia 5, terá a FIRST Lego League Challenge (FLLC), em que os alunos competem com robôs construídos de Lego. Nesta categoria, vai competir a equipe Jurunabots da escola Escola Indígena Francisca de Oliveira Lemos Juruna, de Vitória do Xingu, no Pará.

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Escola Indígena Francisca de Oliveira Lemos Juruna, de Vitória do Xingu. | Foto: Arthur Corrêa/FIEPA

Em abril do ano passado, o presidente do Conselho Nacional do Sesi, Fausto Augusto Junior, esteve na escola Kirinapan Kuruaya, em Altamira, e entregou kits de robótica do SESI para as equipes.

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Visita à unidade do SESI em Altamira (PA) | Foto: Arthur Corrêa/FIEPA

Como será o Festival Sesi de Educação em São Paulo

A programação do Festival Sesi de Educação também inclui o Seminário Internacional SESI de Educação, que reunirá especialistas, educadores, gestores escolares e lideranças educacionais para debater “O uso da Inteligência Artificial no contexto educacional”, no dia 6 de março.

“O Festival SESI reafirma nosso compromisso com uma formação conectada à inovação e à indústria. Este ano, além de celebrarmos o talento de nossos jovens em competições internacionais, debatemos a transformação digital e a inteligência artificial como aliadas da Educação Básica. Mais do que troféus, o currículo do SESI entrega competências técnicas e socioemocionais. Formamos jovens que dominam a tecnologia, sabem colaborar sob pressão e possuem a resiliência necessária para elevar a produtividade e a competitividade da indústria brasileira”, explica o diretor superintendente do Sesi Paulo Mól.

Entre quinta e domingo, os visitantes poderão assistir a competições de quatro modalidades de robótica, que vão desde miniaturas de carros de Fórmula 1 até robôs de 1,2 metro de altura e 56 kg. Além disso, o público também poderá participar de oficinas maker e interagir com 10 aparatos do Sesi Lab itinerante.

Entenda tudo sobre o festival na página especial da Agência de Notícias da Indústria.

Competições de robótica em São Paulo selecionam para o mundial nos EUA


Cerca de 2,3 mil estudantes de escolas públicas e particulares participarão da competição após meses de dedicação e torneios regionais classificatórios. Formadas por jovens com idades entre 9 e 19 anos, as equipes mostram habilidades em programação, construção dos robôs e em projetos de inovação e ações sociais norteadas pelo tema da temporada, sobre oceanos.

Mais que o reconhecimento nacional, os vencedores de cada modalidade garantem vaga no torneio mundial da FIRST, sediado em Houston, nos Estados Unidos, entre 29 de abril e 2 de maio. A disputa em São Paulo classificará 13 equipes para a competição internacional:

  • 3 na FIRST Lego League Challenge (FLLC),
  • 5 na FIRST Tech Challenge (FTC),
  • 5 na FIRST Robotics Competition (FRC).

Desde que o Sesi passou a organizar as competições da FIRST no Brasil, em 2012, mais de 45 mil estudantes participaram dos torneios, acumulando mais de 110 prêmios internacionais apenas na modalidade iniciante (FLLC).

“Essas conquistas ampliam a projeção internacional do Brasil e fortalecem nossa presença nas competições mundiais. Na categoria FLLC, as equipes brasileiras já são reconhecidas globalmente pelo desempenho consistente e, no ano passado, fomos tricampeões mundiais em Houston”, lembra o superintendente de Educação do SESI, Wisley Pereira.

Na STEM Racing, duas equipes serão classificadas para o mundial da modalidade, que será realizado em Singapura novamente este ano, em outubro.

Nesta 8ª edição do festival, o tema arqueologia, junto à robótica, dialoga com a história da instituição, que se transformou e se atualizou ao longo das oito décadas de existência. O Conselho Nacional do SESI apoiará a realização do evento, com um estande na Bienal, contando um pouco dessa trajetória.

“O Festival SESI de Educação representa um espaço de encontro, aprendizado e parceria entre as equipes de robótica de estudantes de todo o Brasil. Além disso, fortalece a metodologia STEAM ao desenvolver habilidades em ciência, tecnologia, engenharia e matemática, estimulando uma aprendizagem progressiva e preparando nossos jovens para os desafios da vida. Estar presente nesse ambiente, apresentando a trajetória do SESI ao longo de seus 80 anos, é uma oportunidade de compartilhar conhecimento e mostrar ao público o compromisso permanente da instituição com a educação e a formação ao longo da vida”, afirma o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior.

Especialistas debatem sobre a IA na educação

No dia 6 de março, das 9h às 16h, especialistas vão conversar sobre o impacto, os desafios e as possibilidades da transformação digital na Educação Básica no Seminário Internacional SESI de Educação. O evento vai analisar como a IA e outras tecnologias emergentes podem fortalecer políticas educacionais, aprimorar a gestão das redes de ensino e apoiar práticas pedagógicas com atenção à equidade e à qualidade da aprendizagem.

O diretor de Educação e Competências da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Andreas Schleicher; a presidente do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, Maria Helena Guimarães; o vice-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e secretário estadual de Educação do Paraná, Roni Miranda, são alguns dos nomes confirmados no Seminário, promovido em parceria com a Fundação Roberto Marinho.

A participação é gratuita, basta se inscrever na página do Seminário Internacional SESI de Educação.

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Na mesa de 2025, debate sobre o Novo Plano Nacional de Educação e próximos passos. Participantes: Helena Singer, socióloga líder da Estratégia de Juventude América Latina da Ashoka; deputado federal Pedro Uczai; Hélvia Paranaguá, secretária de Educação do DF; e Fausto Augusto Junior, presidente do Conselho Nacional SESI. Foto: Cristiano /SESI

SESI Lab na Robótica

O SESI Lab, museu de arte, ciência e tecnologia de Brasília, vai marcar presença na maior competição de robótica do país. O museu levará uma exposição 100% interativa com 10 atrações que explicam, na prática, diferentes conceitos científicos e fenômenos naturais e sociais.

Um dos aparatos é o famoso “Sombras Coloridas”, que revela as cores que compõem a luz branca e cria, literalmente, sombras coloridas. Outro aparato é o “Piano Voltaico”, onde cada tecla pressionada pelo visitante emite um som e aciona um circuito eletrônico diferente que pode ser visualizado pela tela de policarbonato.

Além disso, entre 5 e 8 de março, acompanhando a agenda de competições da robótica, o público poderá participar da oficina “Construindo Circuitos com Massinha”, onde os visitantes vão criar esculturas com massinha condutiva, materiais condutivos e isolantes, enquanto aprendem sobre os princípios básicos dos circuitos elétricos. São 40 vagas por oficina e a inscrição pode ser feita lá na hora. 

Serviço

8º Festival SESI de Educação
Fundação Bienal de São Paulo, no Parque Ibirapuera, São Paulo
Aberto ao público.

Programação:

– Quinta-feira (5): 8h às 20h30 – Evento fechado para o público. Chegada das equipes, abertura oficial das competições de robótica às 17h e a Festa da Amizade.

– Sexta-feira (6): 8h às 18h – Competições e SESI Lab itinerante. Entrada liberada até às 17h.
Seminário Internacional SESI de Educação das 9h às 16h. Entrada liberada até às 17h.

– Sábado (7): 8h às 18h – Competições e SESI Lab itinerante. Entrada liberada até às 17h.

– Domingo (8): 7h30 às 18h – Finais das competições, cerimônia de premiação e SESI Lab itinerante. Entrada liberada até às 17h.

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Inscrições abertas para mestrado gratuito em gestão e produção cultural em artes

3 de Março de 2026, 16:18

Estão abertas, até as 18h da terça-feira, 10 de março, as inscrições para o Mestrado Profissional em Artes – Turma Especial em Produção e Gestão Cultural em Artes. A iniciativa é promovida pela Escola Fundação Itaú em parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC) e o Instituto Federal do Ceará (IFCE), com oferta de 40 vagas e certificação stricto sensu reconhecida pela CAPES/MEC. Saiba os detalhes na TVT News.

O curso é gratuito e voltado a graduados de qualquer área do conhecimento, desde que possuam diploma reconhecido pelo MEC. Profissionais com experiência comprovada em gestão ou produção cultural terão a vivência considerada como diferencial no processo seletivo.

Formação para a economia criativa

Com duração de 24 meses e carga horária total de 450 horas, o mestrado tem como objetivo qualificar profissionais para atuar no ensino, na pesquisa acadêmica e na cadeia produtiva da cultura. A proposta pedagógica articula fundamentos teóricos do campo das artes com práticas voltadas à gestão e à produção cultural, buscando responder às demandas contemporâneas da economia criativa.

Ao final do curso, o mestre estará apto a desenvolver projetos, propor soluções em criação e gestão cultural, além de atuar como pesquisador e docente.

Modelo híbrido com encontros em Fortaleza

Embora seja presencial, o programa adota formato híbrido, com parte das atividades realizadas na plataforma digital da Escola Fundação Itaú. Os estudantes deverão comparecer ao campus Fortaleza do Instituto Federal do Ceará para módulos concentrados de aproximadamente uma semana por semestre.

As aulas presenciais ocorrerão no IFCE – Campus Fortaleza. A classificação indicativa é 18 anos.

Processo seletivo e cronograma

Para participar, o candidato deve realizar a inscrição pela plataforma da Escola Fundação Itaú, preencher formulário, enviar a documentação exigida e apresentar uma intenção de projeto de pesquisa.

O processo seletivo inclui:

  • Análise documental;
  • Defesas e arguições orais, previstas entre 26 e 29 de março.

Todas as etapas têm caráter eliminatório. O resultado final será divulgado em 28 de abril, e o início das aulas está marcado para 25 de maio de 2026.

Rede de parcerias acadêmicas

Criada em 2019, a Fundação Itaú Social organiza sua atuação nas vertentes Itaú Cultural, Itaú Educação e Trabalho e Itaú Social, mantendo parcerias com instituições como Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Fundação Getulio Vargas (FGV) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

Além do mestrado em parceria com a UFC, a instituição também promove o Doutorado Profissional em Artes da Cena, realizado com a Escola Superior de Artes Célia Helena. No dia 10 de março, às 19h, será realizada a aula inaugural da segunda edição do doutorado, com transmissão pelo YouTube, abordando o tema “Do invisível ao visível: como instaurar cenas insurgentes?”.

Serviço

Mestrado Profissional em Artes – Produção e Gestão Cultural em Artes

  • Vagas: 40
  • Inscrições: até 10 de março, às 18h
  • Resultado final: 28 de abril
  • Início das aulas: 25 de maio de 2026
  • Local dos encontros presenciais: IFCE – Campus Fortaleza
  • Inscrições: plataforma da Escola Fundação Itaú

Se inscreva no site da Fundação Itaú

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USP abre inscrições para curso sobre crônicas de mulheres latino-americanas no século XXI

20 de Fevereiro de 2026, 17:53

A Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH/USP) está com inscrições abertas para o curso de difusão Crônicas escritas por mulheres latino-americanas no século XXI: um diálogo entre a literatura, o jornalismo e as memórias. A iniciativa integra as ações de extensão universitária da unidade e será realizada entre os dias 3 e 24 de março, na modalidade a distância. Saiba como se inscrever na TVT News.

Com carga horária total de 10 horas, o curso é coordenado por Ana Cecilia Arias Olmos (FFLCH/USP) e ministrado por Joana de Fátima Rodrigues, com apoio da Comissão de Cultura e Extensão. As aulas ocorrerão às terças-feiras, das 16h às 18h30, com disponibilização de materiais teóricos e jornalísticos em formato PDF por meio do Google Drive.

Literatura, jornalismo e memória em diálogo

A proposta acadêmica busca analisar a produção cronística de autoras e jornalistas latino-americanas a partir de 2020, com foco na fluidez entre os campos da literatura e do jornalismo. O curso se estrutura em três eixos principais: o hibridismo entre os discursos literário e jornalístico; os processos de (re)construção de memórias individuais e coletivas por meio da crônica; e a abordagem de temas atravessados pela violência contra a mulher na América Latina.

Segundo a organização, a intenção é aprofundar o debate sobre como a escrita contemporânea tem articulado experiências sociais traumáticas e subjetivas, ampliando o diálogo entre universidade e sociedade.

Público-alvo e vagas

Alinhado à política de democratização do acesso ao conhecimento da FFLCH/USP, o curso é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação, professores das redes públicas municipal, estadual e federal, além de integrantes de comunidades quilombolas e indígenas.

Serão oferecidas entre cinco e 60 vagas. A seleção será feita por sorteio eletrônico, e não por ordem de inscrição.

Inscrições pelo Sistema Apolo

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo Sistema Apolo, plataforma oficial da Universidade de São Paulo. O prazo vai de 20 de fevereiro de 2026, a partir das 9h, até 26 de fevereiro de 2026, às 23h59. O curso só ficará visível no sistema na data de abertura das inscrições.

O acesso deve ser feito pela área pública do sistema, sem necessidade de vínculo prévio com a USP ou login institucional. O sorteio eletrônico ocorrerá no dia 27 de fevereiro, e o resultado será enviado automaticamente pelo sistema. Os candidatos contemplados já estarão matriculados, sem necessidade de confirmação adicional.

A organização recomenda que a inscrição seja feita por computador, já que dispositivos móveis ou determinados navegadores podem apresentar incompatibilidades com a plataforma.

Certificação e orientações

Para obter o certificado, o participante deverá cumprir frequência mínima de 75% da carga horária total. Os certificados serão emitidos e enviados por e-mail após o processamento da lista final de aprovados.

A coordenação orienta que interessados só realizem a inscrição caso tenham certeza de que poderão acompanhar as aulas, uma vez que não haverá lista de espera nem matrícula posterior. Em caso de desistência, é necessário comunicar formalmente a secretaria pelo e-mail agenda@usp.br.

Dúvidas técnicas sobre o Sistema Apolo devem ser encaminhadas diretamente à Reitoria da USP pelo endereço apolo@usp.br, já que a coordenação do curso não tem autonomia para resolver problemas de acesso à plataforma. Após a matrícula automática, os alunos devem aguardar o envio das instruções de acesso às aulas por e-mail da ministrante.

Mais informações podem ser consultadas na página oficial do curso no site da FFLCH.

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Resultado Fuvest: confira terceira chamada Fuvest e Enem-USP 2026

10 de Fevereiro de 2026, 16:46

Confira o resultado Fuvest terceira chamada. A Fuvest divulga a lista de aprovados na 3ª chamada do Vestibular. A terceira chamada do ENEM-USP também está disponível no site da Fuvest. Leia em TVT News.

Fuvest divulga lista de aprovados na 3ª chamada do Vestibular e do ENEM-USP

A lista de aprovados na 3ª Chamada do Vestibular 2026 da Fuvest está disponível no site da fundação.

Todos os convocados deverão realizar a pré-matrícula virtual entre as 8h de 11 de fevereiro e as 12h de 13 de fevereiro através do link https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/graduacaoMatriculaIngressante .

Será preciso ainda realizar outra etapa, a efetivação da matrícula virtual, que ocorrerá entre as 8h de 23 de fevereiro e as 12h de 25 de fevereiro pelo link https://uspdigital.usp.br/jupiterweb/graduacaoMatriculaIngressanteConfirm .

Caso a efetivação da matrícula não seja realizada, o candidato perderá a vaga na Universidade de São Paulo.
Aqueles que tiverem interesse na Lista de Espera devem fazer a manifestação, na Área do Candidato, nos dias 19 e 20 de fevereiro. Serão realizadas três convocações a partir dessa lista para ocupar as vagas remanescentes.

Resultado terceira chamada ENEM-USP

Também esttá disponível a lista de candidatos aprovados na 3ª chamada regular do ENEM-USP 2026. O período de pré-matrícula virtual para os aprovados em 3ª chamada ocorrerá entre as 8h de 11 de fevereiro e as 12h de 13 de fevereiro, no site da USP.

A etapa de efetivação da matrícula, obrigatória para todos os ingressantes que realizarem a pré-matrícula, terá início às 8h de 23 de fevereiro com encerramento às 12h de 25 de fevereiro. Para garantir a vaga, é necessário realizar a primeira etapa de pré-matrícula virtual e a segunda etapa de efetivação de matrícula.

Os candidatos não aprovados poderão manifestar interesse na lista de espera nos dias 19 e 20 de fevereiro na Área do Candidato do site da Fuvest.

Outras informações: https://www.fuvest.br/

resultado-fuvest-terceira-chamada-fuvest-2026-sai-na-terca-10-tvt-news
Pintura de calouro do Instituto de Geociências durante a calourada. Foto: Julio Cesar Bazanini/USP Imagens

E se meu nome não estiver na lista da terceira chamada da USP?

Se você prestou Fuvest e seu nome não apareceu em nenhuma das listas, há ainda lista de espera

Aqueles que tiverem interesse na Lista de Espera da USP devem fazer a manifestação, na Área do Candidato, nos dias 19 e 20 de fevereiro. Serão realizadas três convocações a partir dessa lista para ocupar as vagas remanescentes.

Apenas candidatos não convocados nas três primeiras chamadas regulares podem participar.

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