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Quando o professor para, é a escola pública que pede socorro

31 de Maio de 2026, 18:48
Professores
Por Valter Mattos da Costa* Chamaram os professores de vagabundos. Não foi um comentário perdido na internet. Não foi um perfil anônimo escondido atrás de uma foto de bandeira. A frase saiu da tribuna de uma Câmara Municipal, no maior estado da federação, dirigida a trabalhadores da educação em mobilização. O autor da declaração foi […]

Enade das Licenciaturas expõe baixo desempenho do ensino particular

21 de Maio de 2026, 14:32

Os resultados do Enade das Licenciaturas 2025 revelam um cenário preocupante para a formação de professores no Brasil, especialmente nas graduações ofertadas a distância por instituições privadas. Os dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) apontam que o desempenho dos estudantes do ensino superior particular no modelo EaD ficou muito abaixo do registrado nos cursos presenciais e nas universidades públicas. Saiba os detalhes na TVT News.

Segundo o levantamento, apenas 46,9% dos concluintes de cursos de licenciatura a distância atingiram níveis considerados adequados de proficiência. Nos cursos presenciais, o índice chegou a 73,9%. O problema é ainda mais significativo porque o EaD concentra atualmente 60% dos formandos avaliados pelo exame.

Matemática e Português concentram os piores resultados do Enade

O desempenho mais crítico foi identificado justamente em áreas consideradas estratégicas para a educação básica, como Matemática e Letras. Nas licenciaturas EaD dessas áreas, 7 em cada 10 estudantes ficaram abaixo do nível básico de conhecimento.

Em Matemática, somente 33% dos concluintes do ensino a distância alcançaram desempenho acima do básico, contra 53% no presencial. Já em Letras-Português e Inglês, o índice foi de 33% no EaD, enquanto os cursos presenciais registraram 73%.

A diferença entre as modalidades também apareceu em outras áreas. Em Pedagogia, por exemplo, 75% dos estudantes presenciais atingiram desempenho adequado, ante 46% no EaD.

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Ensino particular concentra maioria das matrículas e os menores índices

Os resultados também mostraram uma forte desigualdade entre as categorias administrativas das instituições. Enquanto universidades federais registraram 75,9% de estudantes proficientes e estaduais alcançaram 73,3%, as instituições privadas tiveram média de apenas 46,5%.

O MEC atribui parte do problema à expansão acelerada das licenciaturas a distância no setor particular. Atualmente, 91% dos estudantes matriculados em licenciaturas EaD estão em instituições particulares.

Dados citados pelo relatório indicam ainda que o Brasil possui média de 62 estudantes por professor no ensino superior privado, contra cerca de 10 alunos por docente nas instituições públicas.

Além do baixo desempenho dos estudantes, a avaliação mostrou que a maioria dos cursos EaD recebeu conceitos considerados insatisfatórios pelo Inep. Entre 51,8% e 60,5% das graduações a distância obtiveram notas 1 ou 2 na escala que vai até 5.

No total, 1.730 cursos de licenciatura receberam conceitos inadequados. Dos 178,6 mil alunos formados em cursos com notas 1 e 2, cerca de 155,5 mil vieram do ensino a distância.

MEC anuncia fim das licenciaturas 100% EaD

Diante do diagnóstico, o MEC anunciou uma série de mudanças regulatórias para tentar reverter a queda na qualidade da formação docente. A principal medida é a extinção das licenciaturas 100% EaD até maio de 2027.

Os cursos atualmente ofertados exclusivamente a distância deverão migrar para modelos presenciais ou semipresenciais. Pelas novas regras, graduações presenciais poderão ter no máximo 30% da carga horária remota. Hoje o limite é de 40%.

A pasta também informou que cursos com conceitos 1 e 2 passarão por monitoramento sistemático e poderão sofrer sanções regulatórias. A renovação automática de reconhecimento foi suspensa, e todas as licenciaturas deverão passar por avaliações presenciais após 2027.

Governo defende endurecimento da regulação

Para o ministro da Educação, Leonardo Barchini, o Enade das Licenciaturas inaugura um novo modelo de acompanhamento da formação docente no país.

“O Enade produz visão sistemática da qualidade da formacão inicial de professores no pais. Mas não basta só regular, o MEC tem de induzir melhoria”, afirmou o ministro.

A secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior, Marta Abramo, afirmou que os resultados ajudam a definir parâmetros mínimos para os cursos de formação de professores.

Os dados do Enade 2025 reforçam o diagnóstico do governo de que a expansão do ensino a distância na formação docente ocorreu sem garantia de padrões mínimos de qualidade. O desafio é elevar o nível da formação de professores sem comprometer o acesso ao ensino superior, especialmente em regiões onde o EaD se tornou a principal porta de entrada para a graduação.

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Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

7 de Abril de 2026, 17:16

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

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Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

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A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

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A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

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Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

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Professores do SESI e SENAI aprovam mobilização permanente

6 de Março de 2026, 16:59

As assembleias realizadas pelos sindicatos da base da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) reuniram professores e professoras do SESI e do SENAI em diversas regiões do estado ontem (5). Presenciais e remotas, as reuniões reafirmaram a pauta estadual de reivindicações, defenderam a manutenção das férias de 30 dias em julho e aprovaram a continuidade das assembleias em caráter permanente durante a campanha salarial. Leia em TVT News.

Os encontros também apresentaram à categoria um balanço das negociações realizadas até o momento. Já ocorreram quatro rodadas entre a representação sindical e o patronal. Nessas reuniões, a Fepesp e os sindicatos da base reafirmaram a pauta construída coletivamente pelos professores e professoras de todo o estado.

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Além das reivindicações econômicas, as assembleias também debateram temas ligados às condições de trabalho. Um dos pontos que mais mobilizou a categoria foi o calendário de férias apresentado pelo SESI para este ano.

Em diversas cidades foram aprovadas moções de repúdio à decisão de antecipar as férias para o mês de junho. Professores e professoras defenderam a manutenção das férias de 30 dias em julho, medida considerada fundamental para a organização do trabalho pedagógico e para o respeito às condições de trabalho.

Professores e professoras reafirmaram reivindicações relacionadas à organização do trabalho docente, como a remuneração das redações, das atividades adaptadas e dos planos de ação. Outro ponto defendido foi a isonomia na remuneração das professoras responsáveis pela elaboração dos PAEs.

Outro encaminhamento aprovado de forma ampla foi a manutenção das assembleias em caráter permanente. A decisão permite que os sindicatos convoquem novas reuniões conforme avancem as negociações da campanha salarial.

Para o presidente da Fepesp, Ailton Fernandes, a participação registrada nas assembleias mostra que a categoria acompanha atentamente cada etapa do processo de negociação.

“Professores e professoras participaram das assembleias em todo o estado, reafirmaram suas reivindicações e deram um recado claro de que estão mobilizados. Quando a categoria se reúne, debate e decide coletivamente, a negociação ganha força.”

A Fepesp destaca que a participação nas assembleias é fundamental para o avanço da campanha salarial. A mobilização fortalece a representação sindical e amplia a capacidade de negociação na defesa das reivindicações apresentadas ao SESI e ao SENAI.

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Greve dos professores pode ser decidida na assembleia de 6 de março

4 de Março de 2026, 18:56

No dia 6 de março, os professores da rede pública estadual de São Paulo farão assembleia para decidir os próximos passos da categoria. Há possibilidade dos professores da rede estadual entrarem em greve. Leia em TVT News.

Qual é a pauta da mobilização dos professores

  • reajuste do piso nacional no salário-base;
  • reajuste do piso nacional na carreira;
  • fim do abono complementar;
  • aplicação correta da jornada do piso;
  • efesa da escola pública frente à privatização e à militarização;
  • reabertura de classes fechadas;
  • devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia;
  • garantia de educação especial inclusiva

Assembleia da APEOESP em 6 de março pode votar indicativo de greve dos professores

A APEOESP realiza no dia 6 de março (sexta-feira), às 16 horas, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, a assembleia estadual dos professores. A pauta inclui a possibilidade de votação de indicativo de greve das professoras e dos professores, caso não haja avanço nas negociações em torno das reivindicações apresentadas ao governo do Estado.

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Pela manhã, o Conselho Estadual de Representantes da entidade se reunirá para avaliar o andamento da mobilização nas regiões e propostas encaminhadas pelas subsedes. As deliberações serão levadas à assembleia da tarde, quando professoras e professores decidirão os próximos encaminhamentos.

Mobilização dos professores será no Vão Livre do MASP, às 16h, com caminhada até a Praça da República; categoria luta por reajuste salarial e protesta contra demissões, problemas na atribuição de aulas e medidas autoritárias da SEDUC

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), segunda presidenta da APEOESP, o ato ocorre após um início de ano marcado por demissões, dificuldades na atribuição de aulas e insegurança na rede. “Temos professores que ainda enfrentam problemas na atribuição, escolas com instabilidade e uma política que vem tensionando a carreira. A assembleia é o espaço legítimo da categoria para avaliar esse cenário e decidir coletivamente os rumos do movimento”, afirma Bebel.

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Deputada Professora Bebel: “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes”. Foto: Apeoesp

Professores vão deliberar sobre pontos centrais da categoria

Entre os pontos centrais, a serem deliberados pelos professores, estão o reajuste do piso nacional no salário-base e na carreira, o fim do abono complementar, a aplicação correta da jornada do piso, a defesa da escola pública frente à privatização e à militarização, a retirada da Alesp do PL 1316/2025 (reforma administrativa da Educação), o não à reorganização escolar, a reabertura de classes fechadas, a devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia (2020-2021) e a garantia de educação especial inclusiva para estudantes atípicos e com deficiência.

A pauta também inclui a reivindicação de que nenhum professor permaneça sem aula atribuída e nenhum estudante fique sem professor. A deputada Bebel explica que “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes. A valorização do magistério é condição para fortalecer a escola pública”.

Após a assembleia no MASP, está prevista caminhada até a Praça da República, onde ocorrerá ato unificado com o funcionalismo e movimentos sociais. No mesmo dia e local, às 18h30, haverá apresentação musical gratuita do cantor Chico César, em tributo à educação pública.

Os professores da rede estadual de São Paulo podem entrar em greve?

A possibilidade de greve está colocada no debate da categoria e será avaliada de forma coletiva. De acordo com a Apeoesp, a greve é entendida como um instrumento de pressão para reverter medidas do governo estadual e obrigar a abertura de negociações efetivas.

O Conselho Estadual de Representantes (CER) da Apeoesp aponta que o tema deve ser discutido desde as escolas, com assembleias regionais e participação direta da base, até a deliberação na assembleia estadual do dia 6 de março.

Nos últimos meses, a categoria já realizou uma série de manifestações, reunindo não apenas professores, mas também estudantes, outros profissionais da educação e movimentos sociais, o que reforça o clima de mobilização em todo o estado.

Confira as datas de mobilização dos professores da rede pública de SP

O calendário divulgado pela Apeoesp reúne uma série de atividades ao longo de março:

  • 6 de março – Assembleia estadual às 16h, na Avenida Paulista, com caminhada e ato unificado
  • 8 de março – Participação nas mobilizações do Dia Internacional das Mulheres
  • 20 de março – Mobilização do funcionalismo público

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