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Times | CNBC AMERICAN ANALYTICS: Diferença entre Flávio e Lula em SP chama atenção pelo histórico do estado, diz cientista político Leonardo Paz

13 de Agosto de 2026, 22:38

O cientista político e professor de Relações Internacionais do Ibmec Leonardo Paz analisou, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, os resultados da pesquisa Times | CNBC AMERICAN ANALYTICS, que mostra Flávio com 36% das intenções de voto no primeiro turno, contra 33% de Lula.

Segundo o professor, a leitura leva em conta o histórico eleitoral paulista, onde candidatos do PT tradicionalmente enfrentam maior resistência.
“São Paulo tradicionalmente não vota muito no PT, o Lula sofre muito para pontuar lá”, disse.

Na avaliação de Paz, o fato de a distância entre os dois principais candidatos ser de apenas três pontos percentuais chama atenção justamente por esse contexto.

Leia também: DECISÃO 2026 – Flávio Bolsonaro lidera corrida presidencial em SP e aparece à frente de Lula no 2º turno, indica pesquisa AMERICAN ANALYTICS Times Brasil | CNBC

Tarcísio ainda não transfere todo o apoio para Flávio, avalia Paz

O cientista político também comparou o desempenho de Flávio Bolsonaro com a força eleitoral de Tarcísio de Freitas (Republicanos) no estado.

A pesquisa Times | CNBC AMERICAN ANALYTICS para o governo paulista mostra Tarcísio com 46% das intenções de voto, contra 29% de Fernando Haddad (PT).

Para Paz, a diferença entre os desempenhos sugere que o governador, apesar de ser aliado de Flávio, ainda não consegue transferir integralmente sua base eleitoral para o senador.

“O Tarcísio não está conseguindo carregar os seus votos todos para o Flávio Bolsonaro”, afirmou.

No segundo turno presidencial testado pela pesquisa, Flávio aparece com 46%, contra 41% de Lula. A vantagem numérica é de cinco pontos percentuais.

Nos demais confrontos, Lula registra 42% contra 36% de Renan Santos (Missão), 42% contra 37% de Romeu Zema (Novo) e empata em 41% com Ronaldo Caiado (PSD).

Relação com os EUA será desafio central

Além da leitura eleitoral, Paz afirmou que a relação com os Estados Unidos deve ser um dos principais desafios de política externa para quem assumir a Presidência em 2027.

“É o primeiro ponto: como é que o próximo presidente, seja Lula, seja Flávio Bolsonaro ou outro, vai lidar com os Estados Unidos”, afirmou.

O professor destacou que a relação bilateral atravessa um período de tensão e que o próximo governo terá de administrar questões comerciais, diplomáticas e políticas acumuladas nos últimos meses.

Na avaliação dele, uma eventual vitória de Lula poderia exigir uma reconstrução mais difícil do diálogo com Washington. Já uma vitória de Flávio Bolsonaro tenderia, segundo Paz, a encontrar um ambiente político mais favorável junto ao governo de Donald Trump, mas também poderia abrir discussões sobre quais concessões fariam parte de uma eventual negociação.

“Minha preocupação em relação ao Flávio é se ele vai realmente, para conseguir derrubar certas tarifas ou certas punições que o Brasil sofreu, entregar algo de fato em termos de negociação”, afirmou.

A avaliação é do cientista político e não representa uma conclusão sobre eventuais negociações futuras.

América Latina também entra no radar

Paz também apontou a América Latina como outro desafio relevante para o próximo governo.

No caso de uma reeleição de Lula, o professor destacou especialmente a relação com o presidente argentino Javier Milei, hoje marcada por divergências políticas.

Para ele, porém, interesses econômicos e comerciais podem levar a uma redução das tensões depois da eleição brasileira.

“Se o Lula ganha efetivamente, eu imagino que o Milei vai também baixar um pouco o perfil dele, até porque eventualmente ele precisa do Brasil”, disse.

Em uma eventual gestão Flávio Bolsonaro, Paz vê maior facilidade de diálogo político com governos de direita da região, mas disse não identificar, até agora, um projeto claro de integração regional associado a esse campo político.

“Eu não consigo ver, de certa maneira, nenhum grande projeto”, afirmou.

Leia também: Times | CNBC AMERICAN ANALYTICS: Economia e infraestrutura serão desafios centrais do próximo governo de SP, diz economista César Bergo

Governo Lula tem 55% de desaprovação em São Paulo

A pesquisa também mostra que 55% dos entrevistados em São Paulo desaprovam o governo Lula, enquanto 35% aprovam a administração federal. Outros 10% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Na avaliação detalhada, 37% consideram o governo péssimo e 13%, ruim. Outros 20% classificam a gestão como regular, enquanto 16% avaliam como boa e 12%, ótima.

A pesquisa Times | CNBC AMERICAN ANALYTICS foi realizada entre os dias 4 e 8 de agosto de 2026 e ouviu 1.500 pessoas no estado de São Paulo. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado sob os números SP-03436/26 e BR-03025/26.

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Flávio Bolsonaro oficializa candidatura com patrimônio 370% maior que em 2018

13 de Agosto de 2026, 22:34
Flávio Bolsonaro e sua próspera franquia da Kopenhagen. Reprodução

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou patrimônio de R$ 8.186.555,83 ao registrar seu pedido de candidatura à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O valor representa um crescimento nominal de 370% em relação aos R$ 1.741.758,15 informados em 2018, quando foi eleito senador pelo Rio de Janeiro. O registro para a eleição de 2026 aparece no sistema como “aguardando julgamento”.

No recorte das quatro últimas eleições disputadas pelo filho mais velho de Jair Bolsonaro, o patrimônio declarado aumentou mais de onze vezes. Flávio informou R$ 714 mil em 2014; R$ 1,45 milhão em 2016; R$ 1,75 milhão em 2018; e R$ 8,2 milhão em 2026. Entre a primeira e a última declaração da série, a alta foi de 1.045,9%, uma diferença de R$ 7.472.161,14.

Na eleição de 2018, o total subiu 19,8% em relação a 2016, para R$ 1.741.758,15. Flávio declarou um apartamento de R$ 917.038,09 e uma sala comercial de R$ 150 mil, ambos na Barra da Tijuca; R$ 558.220,06 em aplicações; um Volvo avaliado em R$ 66,5 mil; e metade da Bolsotini Chocolates e Café.

As operações financeiras e imobiliárias realizadas durante seus mandatos na Assembleia Legislativa do Rio posteriormente entraram no debate sobre o caso da “rachadinha” em seu antigo gabinete. A investigação foi encerrada depois que STF e STJ anularam provas, sem julgamento do mérito das suspeitas.

 

O salto mais expressivo aparece agora. Dos R$ 8,186 milhões declarados em 2026, R$ 6.226.043,80 correspondem à casa de Flávio no Lago Sul, em Brasília. O imóvel representa 76% de todo o patrimônio informado.

O senador também declarou R$ 1.090.520,47 em um fundo multimercado, R$ 568.730,23 em diferentes bancos, R$ 133 mil em um veículo, R$ 103.746,23 em poupança e outros R$ 64.515,10 em aplicações e participações empresariais. Em 2024, Flávio desembolsou R$ 3,4 milhões para quitar o financiamento da mansão.

Um mês antes do registro, o ex-deputado Julian Lemos, antigo aliado da família Bolsonaro, afirmou que a fortuna de Flávio poderia chegar a R$ 700 milhões, no entanto, Lemos não apresentou documentos que sustentassem a estimativa. A ficha entregue ao TSE coloca o patrimônio declarado muito abaixo dessa cifra.

Quem são as maiores empresas de beleza do mundo? Confira o top 10

13 de Agosto de 2026, 22:30

O mercado global de beleza movimentou US$ 258,99 bilhões ( cerca de R$1,3 trilhão) em 2025, considerando as 100 maiores fabricantes do setor. O valor representa alta de 2,7% em relação ao ano anterior, segundo o ranking anual Beauty Inc Top 100, elaborado pela WWD.

Apesar do avanço, o mercado enfrentou um período de crescimento moderado. Os cuidados com a pele perderam força para muitas companhias, enquanto o mercado de massa apresentou dificuldades e a expansão das fragrâncias desacelerou.

Nesse cenário, a L’Oréal manteve a liderança entre as maiores empresas de beleza do mundo, com US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões) em vendas, alta de 1,3% na comparação com 2024.

Leia também: Beleza S.A. – Parfums de Marly acelera expansão e prepara loja própria no Brasil, diz Luiza Souza

L’Oréal lidera mercado de beleza mundial

A companhia francesa aparece com ampla vantagem na primeira posição. A L’Oréal respondeu por 19,2% das vendas das 100 maiores empresas de beleza, aumentando sua participação em 0,5 ponto percentual.

A empresa registrou crescimento de 4% nas vendas comparáveis em 2025, acima da expansão estimada de 3,5% do mercado global. Ainda assim, enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e no varejo de viagens na Ásia. No segundo semestre, porém, a companhia ganhou ritmo, especialmente no quarto trimestre, impulsionada por inovações e novos produtos.

Confira as maiores empresas de beleza

O ranking reúne empresas dos segmentos de cosméticos, perfumes, maquiagem, cuidados com a pele e cabelos:

  1. L’Oréal: US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões)
  2. Unilever: US$ 26,98 bilhões (R$ 140 bilhões
  3. Procter & Gamble: US$ 15,4 bilhões ( R$ 80 bilhões)
  4. The Estée Lauder Cos.: US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões)
  5. LVMH: US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões)
  6. Chanel: US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões)
  7. Beiersdorf: US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões)
  8. Shiseido: US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões)
  9. Coty: US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões)
  10. Puig: US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões)

Os valores de Unilever, Procter & Gamble, Estée Lauder, LVMH, Beiersdorf e Puig são estimativas apresentadas pela WWD.

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Unilever e P&G completam o pódio

A Unilever, segunda colocada, registrou US$ 26,98 bilhões (R$ 140,4 bilhões) em vendas de beleza estimadas, apesar da queda de 2,9%. A empresa passou por mudanças estratégicas e pretende aumentar a participação de beleza, bem-estar e cuidados pessoais no negócio.

Na terceira posição, a Procter & Gamble alcançou US$ 15,4 bilhões (R$ 80 bilhões) estimados, com crescimento de 3%. A Herbal Essences teve avanço de dois dígitos em cuidados capilares, enquanto os cuidados pessoais também apresentaram crescimento.

A Estée Lauder, quarta colocada, teve vendas estimadas em US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões), queda de 3%. O ano também marcou mudanças na liderança da companhia.

Chanel cresce e Puig se destaca

A LVMH registrou US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões) e queda de 3%, embora sua divisão de perfumes e cosméticos tenha mantido vendas estáveis em termos orgânicos. Já a Chanel cresceu 3,1%, para US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões), impulsionada principalmente pelo segmento de fragrâncias e pela demanda na China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A Beiersdorf ficou praticamente estável, com US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões). A empresa enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e apostou em novos produtos da Nivea. A Shiseido teve queda de 2,1%, para US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões), enquanto a Coty recuou 4,6%, para US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões), em meio a mudanças na liderança.

A Puig, décima colocada, teve o maior crescimento entre as dez primeiras: 5,5%. A companhia alcançou US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões), com destaque para a expansão da maquiagem, especialmente da Charlotte Tilbury.

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Mercado de beleza mostra crescimento moderado

No conjunto das 100 maiores empresas, 74% aumentaram as vendas, enquanto 29% registraram crescimento de dois dígitos. Por outro lado, 11 das 20 maiores companhias tiveram queda.

As dez maiores empresas concentraram US$ 151,65 bilhões (R$ 789,32 bilhões), equivalente a 58,6% das vendas do Top 100. Assim, o ranking mostra a força das grandes companhias no setor de beleza, com a L’Oréal mantendo uma liderança bastante distante das demais concorrentes.

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EUA negam interferência contra reeleição de Lula: “Respeitamos o povo brasileiro”

13 de Agosto de 2026, 22:28
Lula e Marco Rubio em montagem com retratos lado a lado
Marco Rubio e Lula. Foto: Reprodução

O Departamento de Estado dos Estados Unidos negou nesta quinta-feira (13) que tenha um plano para impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que respeitará qualquer governo escolhido pelos brasileiros nas eleições de outubro. Com informações de G1.

Uma autoridade do órgão declarou que a avaliação atribuída ao Planalto não corresponde à realidade. “Damos grande importância à relação com o Brasil. Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que eles escolham livremente, por meio de eleições livres e justas no Brasil”, disse.

A fonte afirmou ainda que Washington mantém relações com governos brasileiros de diferentes campos políticos. “Nós [EUA] temos respeitado e mantido relações com governos de ambos os lados do espectro político no Brasil, e tivemos relações muito bem-sucedidas com eles”, acrescentou, sem citar nominalmente o secretário de Estado Marco Rubio.

Assessores de Lula avaliam que Rubio busca evitar uma nova vitória do presidente. A percepção ganhou força após o governo de Donald Trump divulgar um vídeo no qual afirma que o domínio dos Estados Unidos sobre toda a América “nunca mais será questionado”.

O presidente dos EUA Donald Trump. Foto: Divulgação

A manifestação do Departamento de Estado ocorre durante uma crise nas relações entre Brasília e Washington, às vésperas da disputa presidencial marcada para os dois primeiros fins de semana de outubro. Rubio é apontado como uma das figuras mais influentes do segundo mandato de Trump na política para a América Latina.

Entre os episódios que elevaram a tensão estão uma montagem que colocou Lula algemado e vendado no lugar do presidente venezuelano Nicolás Maduro, preso pelos Estados Unidos em janeiro, e o cancelamento do visto da embaixadora brasileira em Washington.

O governo americano também aplicou a Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes em 2025 e adotou tarifaços contra o Brasil e produtos brasileiros. Essas medidas ampliaram os atritos entre os dois países.

A referência dos EUA a “eleições livres e justas” já apareceu em manifestações do governo Trump sobre pleitos de outros países. O Tribunal Superior Eleitoral sustenta que o sistema eleitoral brasileiro é seguro e que as urnas eletrônicas permitem eleições livres.

Operação secreta da CIA no Equador deixa pescadores desaparecidos

13 de Agosto de 2026, 22:24
Famílias com fotos dos desaparecidos após a ação militar norte-americana. Reprodução TWP

A CIA estaria por trás de uma série de ataques contra barcos de pesca equatorianos realizados no início deste ano, segundo uma reportagem do The Washington Post.

As operações permaneceram sem autoria oficial durante meses e deixaram oito pescadores desaparecidos, presumidos mortos.

Sobreviventes relataram que homens não identificados, falando inglês, atacaram as embarcações com drones. Antes dos ataques, um avião teria realizado operações de vigilância sobre os barcos.

Segundo fontes ouvidas pelo Washington Post, os ataques fizeram parte de um programa de “ação encoberta”, expressão usada para designar operações secretas no exterior autorizadas pelo presidente dos Estados Unidos e conduzidas de forma que o envolvimento de Washington não seja reconhecido publicamente.

Ainda não está claro por que os barcos foram escolhidos como alvos nem qual seria o objetivo da operação mais ampla.

Um dos episódios ocorreu em janeiro, quando o barco pesqueiro Fiorella, de aproximadamente 16 metros, foi atingido. Os oito tripulantes desapareceram e são considerados mortos.

Outros dois barcos, o Negra Francisca Duarte II e o Don Maca, foram atacados em março. Todos os pescadores a bordo sobreviveram. Não há evidências de que qualquer uma das embarcações estivesse envolvida em atividades além da pesca.

Sobreviventes disseram ao New York Times que foram atacados por pessoas que usavam distintivos com a bandeira dos Estados Unidos, mas que não apresentavam nenhuma outra identificação oficial.

Dados de rastreamento de voos acrescentaram outro elemento ao mistério. Um avião de patrulha marítima baseado em uma instalação militar em El Salvador teria voado na direção dos três barcos pouco antes dos ataques.

Segundo o New York Times, a aeronave passou perto do Fiorella em quatro ocasiões diferentes, inclusive no dia em que a embarcação desapareceu.

O avião utilizado na vigilância não está registrado em nome do governo americano. Gravações de comunicações com o controle de tráfego aéreo indicam que os pilotos falavam inglês com sotaque americano.

O Washington Post informou que a aeronave havia voado do Tennessee para El Salvador em novembro. A informação levanta a possibilidade de que contratados militares privados tenham sido utilizados para executar os ataques, embora não esteja claro quem operou as embarcações e drones ou quem deu as ordens.

O caso é diferente da campanha pública promovida pelo governo de Donald Trump contra embarcações acusadas de transportar drogas no Caribe e no Pacífico Oriental.

Desde setembro do ano passado, as Forças Armadas dos EUA atacaram cerca de 67 barcos, segundo dados citados na reportagem, deixando 221 mortos. Nesses casos, o Pentágono assumiu publicamente a autoria e frequentemente divulgou imagens das operações nas redes sociais.

As ações contra os chamados “narco barcos” também provocaram críticas de organizações de direitos humanos, que questionam sua legalidade e afirmam que os ataques podem configurar execuções extrajudiciais. O governo Trump sustenta que o uso de força letal é justificável porque os Estados Unidos estão, na prática, em guerra contra os cartéis.

A diferença entre as operações públicas contra suspeitos de narcotráfico e os ataques no Equador aumenta as dúvidas sobre a finalidade da missão secreta.

“Isso levanta a questão de por que seria necessário fazer isso. Qual seria o propósito de todo esse sigilo?”, questionou ao Washington Post um ex-oficial americano que trabalhou na região.

Trump teria ampliado, no ano passado, a autoridade da CIA para realizar operações letais contra traficantes de drogas em países da América Latina.

EXCLUSIVO CNBC: CEO da Cambridge Aerospace aponta mudança na indústria de defesa após guerra no Oriente Médio

13 de Agosto de 2026, 22:15

A startup britânica de tecnologia de defesa e engenharia espacial Cambridge Aerospace recebeu US$ 300 milhões em investimentos para ampliar seus sistemas e aumentar a produção de drones e mísseis.

Em entrevista exclusiva à CNBC, Steven Barret CEO da companhia afirmou que os conflitos recentes no Oriente Médio estão acelerando uma transformação na indústria de defesa, especialmente na busca por equipamentos de menor custo e produção em escala.

Segundo o executivo, a empresa já realizou testes com os Estados Unidos no Oriente Médio e mantém conversas com parceiros norte-americanos. A Cambridge Aerospace também possui contratos com o Ministério da Defesa do Reino Unido.

Para Barret, a aproximação entre startups de tecnologia de defesa e forças armadas é fundamental para desenvolver produtos que atendam às necessidades reais dos usuários.

“Nós realizamos alguns testes com os Estados Unidos e estamos em conversas contínuas. Os testes foram realizados no Oriente Médio e continuamos trabalhando com nossos parceiros nos Estados Unidos”.

O CEO também destacou a importância da participação antecipada das forças armadas no desenvolvimento de novas tecnologias. Segundo ele, esse processo permite que as empresas testem, ajustem e aprimorem os sistemas em conjunto com os usuários finais.

“Essa colaboração próxima no estágio inicial é extremamente importante para nós e também para aquisição de defesa de baixo custo”.

A mudança na dinâmica dos conflitos também está alterando a relação entre o custo das armas utilizadas e o valor dos equipamentos necessários para neutralizá-las. O CEO citou como exemplo a destruição de um radar de alerta precoce de mísseis balísticos avaliado em cerca de US$ 1,2 milhão por um drone que teria custado dezenas de milhares de dólares.

O problema se torna ainda maior quando sistemas de defesa de alto custo são utilizados contra drones relativamente baratos. Interceptadores como os Patriots podem custar milhões de dólares, enquanto alguns drones utilizados em ataques podem custar apenas uma fração desse valor.

“É absolutamente essencial que os Estados Unidos, o Reino Unido e outros aliados produzam vastas quantidades de equipamentos de defesa a custos historicamente muito mais baixos”.

A necessidade de ampliar a escala de produção também está relacionada à capacidade limitada das atuais cadeias de defesa. Para o executivo, mesmo países com grandes orçamentos militares não conseguiriam sustentar uma estratégia baseada exclusivamente em interceptadores sofisticados e caros diante do aumento no volume de drones utilizados nos conflitos.

Nesse cenário, startups passaram a ganhar espaço na indústria. Barret afirmou que Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha vêm ampliando a colaboração com empresas menores para acelerar o desenvolvimento de novas tecnologias.

A guerra no Oriente Médio também contribuiu para aumentar o interesse de investidores de venture capital pelo setor. Fundos de diferentes regiões já demonstravam interesse em empresas de tecnologia aeroespacial e defesa antes do conflito, mas os acontecimentos recentes funcionaram como um catalisador.

“Já havia um interesse significativo por parte de fundos de capital de risco em todo o mundo em investir em startups aeroespaciais e de defesa, mesmo antes do conflito com o Irã. Mas eu acho que isso serviu como um catalisador adicional”.

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Tech Check: Mudança de liderança para era da IA precisa acontecer agora, diz presidente da Korn Ferry Vinicius De Luca

13 de Agosto de 2026, 22:12

A adaptação das lideranças empresariais à inteligência artificial precisa começar imediatamente para que as companhias consigam acompanhar a velocidade das mudanças tecnológicas até 2030. É o que afirma Vinicius De Luca, presidente da Korn Ferry para a América do Sul.

A avaliação foi feita durante estreia do Tech Check, novo programa do Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, comandado pela jornalista Christiane Pelajo. A atração é dedicada a mostrar como a inteligência artificial e as novas tecnologias estão transformando o ambiente corporativo e os negócios.

Durante a entrevista, De Luca afirmou que as empresas precisam avançar não apenas na adoção de ferramentas de IA, mas principalmente no desenvolvimento das competências comportamentais necessárias para conduzir a transformação.

“Essa mudança do time de liderança precisa acontecer agora. Caso ela não aconteça, a gente vai ter uma outra discussão, que é como isso vai inviabilizar algumas dessas empresas dentro desse período de tempo extremamente curto”, afirmou.

Segundo o executivo, a velocidade da transformação faz com que capacidades como curiosidade, execução, inovação, adaptabilidade e aprendizado contínuo ganhem peso na seleção e no desenvolvimento de profissionais.

“O ponto principal dessa questão, para mim, é, sem dúvida nenhuma, a capacidade de aprendizado contínuo”, disse.

Leia também: ESTREIAS DE AGOSTO — Times | CNBC lança programas em seu novo estúdio de Inteligência Artificial Integrada

Quase 40% das habilidades podem ficar defasadas

O levantamento mais recente do Fórum Econômico Mundial citado durante o programa estima que 39% das habilidades utilizadas atualmente pelos profissionais podem ficar defasadas até 2030.

A pesquisa também aponta que 59 em cada 100 trabalhadores deverão precisar de treinamento ou requalificação diante das mudanças no mercado de trabalho.

Para De Luca, o cenário exige uma mudança na forma como as empresas avaliam profissionais. Experiência e histórico de carreira continuam relevantes, mas competências relacionadas à capacidade de adaptação tendem a ganhar importância.

“Hoje ainda a gente contrata muito com base na experiência, com base no histórico. Quando a gente projeta isso para 2030, tem uma questão muito importante de competências que são o cerne da discussão”, afirmou.

Entre elas, o executivo destacou curiosidade, capacidade de execução, aprendizado e inovação.

Liderança será ‘força motriz’ da transformação

De Luca afirmou que a adaptação dos funcionários dependerá diretamente da capacidade das lideranças de conduzir a mudança.

“O time de liderança é a grande força motriz dessa mudança”, disse.

Segundo ele, o desafio não se limita aos CEOs e demais integrantes da alta administração. Conselhos de administração também precisam participar da discussão sobre as mudanças provocadas pela inteligência artificial.

“Não somente em níveis de C-level ou CEOs, mas também de governança. Os conselhos das empresas também necessitam entrar nessa parte da discussão da liderança”, afirmou.

O executivo destacou ainda que mudanças tecnológicas precisam ser acompanhadas por uma transformação da cultura das organizações.

“Os líderes são os grandes embaixadores. Quando a gente trabalha com processos como esse, tem um lado principal, que é a cultura”, disse.

Empresas ainda tratam IA como problema de TI

Apesar do avanço da discussão sobre inteligência artificial, De Luca avalia que muitas empresas da América do Sul ainda não incorporaram completamente o tema às suas estratégias.

Segundo ele, a transformação está mais avançada dentro das áreas de tecnologia do que em outras estruturas das companhias.

“A gente vê o movimento, sim, de intenção de mudança. Entretanto, ainda percebe um modelo que não está tão avançado”, afirmou.

O executivo disse já ter ouvido dentro de organizações a avaliação de que a inteligência artificial seria uma responsabilidade exclusiva das equipes de tecnologia.

“Já ouvi histórias de: ‘Não, essa é uma preocupação de TI e não é preocupação nossa’. Isso, para mim, é sem dúvida nenhuma uma preocupação”, disse.

Para De Luca, a adoção da IA precisa envolver toda a organização, especialmente quem ocupa posições de liderança.

Aprender rápido será competência central

Entre as características mais importantes para profissionais e executivos, De Luca destacou o chamado learning agility, ou agilidade de aprendizado.

“Existe uma das competências que eu sempre falo, que é exatamente o learning agility, ou seja, minha capacidade e minha agilidade de aprendizado”, afirmou.

Segundo ele, o curto intervalo até 2030 torna mais urgente o investimento em desenvolvimento de pessoas, especialmente porque competências comportamentais costumam exigir mais tempo para serem consolidadas.

“A capacidade mais de comportamento, que a gente fala de competências, leva um tempo maior para se desenvolver. E, visto que a gente tem um tempo extremamente curto, esse investimento tem que ser feito agora”, disse.

Leia também: Protagonistas: Mulheres precisam assumir o controle do próprio patrimônio, diz cofundadora da Lifetime W

Requalificação entra na estratégia das empresas

De Luca também destacou a importância dos processos de upskilling e reskilling para preparar profissionais para novas exigências.

O upskilling envolve ampliar as competências de um profissional para que ele acompanhe a evolução de sua área, enquanto o reskilling busca desenvolver novas capacidades diante das transformações das funções e do mercado.

Para o presidente da Korn Ferry na América do Sul, essas iniciativas precisam fazer parte das prioridades estratégicas das companhias.

“É uma responsabilidade, sem dúvida nenhuma, de todos que lideram as empresas. Espero que isso esteja na agenda dos executivos e, principalmente nas empresas de capital aberto, também na agenda dos seus conselhos”, afirmou.

Na avaliação de De Luca, o diferencial dos próximos anos não estará apenas no acesso à inteligência artificial, mas na capacidade das empresas e de seus profissionais de aprender, adaptar-se e transformar a tecnologia em mudanças concretas nos negócios.

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Flávio Bolsonaro admite e-mails do Missão, mas diz que foram tratados como “spam”

13 de Agosto de 2026, 22:10
O senador Rogério Marinho, o candidato à presidência Flávio Bolsonaro, Dani Marcos, coordenadora do plano de governo e o vice da chapa do PL, Alfredo Gaspar. Reprodução YT

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que seu gabinete recebeu e-mails automáticos do Partido Missão antes da descoberta de que ele havia sido registrado como filiado à legenda. As mensagens, segundo o presidenciável, foram ignoradas por parecerem spam.

A declaração foi feita em uma transmissão realizada na noite desta quinta-feira (13), com a participação do candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar e de Dani Marcos, integrante da equipe responsável pela coordenação do plano de governo da chapa e do Senador Rogério Marinho.

“Chegou no meu gabinete alguns e-mails automáticos desse partido aí. Como ninguém conhece, acaba que a assessoria vê aquilo e acha que é spam”, declarou Flávio.

Flávio Bolsonaro confirma alegação do partido Missão: sua assessoria recebeu emails sobre a filiação fraudulenta, mas considerou que era “spam” pic.twitter.com/FNCwS6wVad

— Sam Pancher (@SamPancher) August 14, 2026

O senador levou uma das mensagens impressas para a live e afirmou que o e-mail cobrava um pagamento que não teria sido realizado dentro do prazo. “É reclamando que não recebeu o meu pagamento em dez dias”, disse.

A filiação ao Missão apareceu no sistema da Justiça Eleitoral e impediu inicialmente o registro da candidatura de Flávio à Presidência pelo PL. O senador classifica o episódio como uma fraude e nega que tenha solicitado a entrada na legenda.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informou que não houve invasão ao sistema da Justiça Eleitoral. O registro foi realizado por alguém com credenciais do próprio Missão e autorização para cadastrar filiações partidárias.

Durante a transmissão, Flávio também rebateu a acusação feita pelo deputado federal André Janones (Avante-MG) de que ele teria encenado o episódio para desacreditar a Justiça Eleitoral. Janones não apresentou provas da alegação.

Protagonistas: Mulheres precisam assumir o controle do próprio patrimônio, diz cofundadora da Lifetime W

13 de Agosto de 2026, 21:54

A falta de segurança para administrar o próprio patrimônio ainda faz com que muitas mulheres deleguem decisões financeiras a terceiros, o que pode afastar seus investimentos de objetivos e projetos pessoais, segundo Mayra Carbone, cofundadora da Lifetime W e diretora de marketing da Lifetime Investimentos. Em entrevista ao quadro Protagonistas, do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, ela defendeu maior educação financeira para que as mulheres assumam o protagonismo sobre o próprio dinheiro.

A executiva afirmou que a Lifetime W nasceu justamente da percepção de que havia poucas mulheres nas salas de reunião do mercado financeiro e que os clientes eram majoritariamente homens. “A gente começou a conversar muito informalmente sobre como sentia falta de ver mulheres dentro das salas de reunião”, recordou Mayra, ao explicar que a discussão levou à criação de um braço voltado especificamente ao público feminino. “A gente precisa mudar esse cenário no Brasil. A mulher precisa, de fato, tomar as rédeas da gestão do seu próprio patrimônio”, acrescentou.

Educação financeira e autonomia

Para Mayra, parte da menor participação feminina na gestão dos investimentos está relacionada à falta de educação financeira e de estímulo ao longo da vida. “A mulher não foi incentivada”, avaliou a executiva, explicando que a Lifetime W passou a desenvolver iniciativas para ampliar o conhecimento desse público e incentivar maior autonomia nas decisões sobre patrimônio.

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A insegurança, segundo ela, muitas vezes leva a mulher a transferir a responsabilidade financeira para outra pessoa. “A mulher não tem segurança de fazer a gestão do seu próprio patrimônio. Ela não consegue cuidar do seu dinheiro. O que ela termina fazendo? Delegando para um homem”, afirmou Mayra. A executiva reconheceu que as mulheres frequentemente acumulam diferentes responsabilidades, mas ressaltou que deixar a gestão financeira nas mãos de terceiros precisa ser uma decisão consciente.

Isso se torna particularmente importante porque uma carteira de investimentos deve estar alinhada aos objetivos pessoais de quem possui aquele patrimônio. “Aquela carteira de investimentos tem que refletir os seus objetivos, os seus sonhos”, explicou. Caso seja administrada exclusivamente por outra pessoa, ponderou Mayra, existe o risco de que “essa carteira esteja refletindo os sonhos e os desejos desse terceiro e não o seu próprio”.

A executiva citou como exemplo uma carteira estruturada para objetivos do marido, como a compra de uma casa ou de um imóvel na praia, enquanto a mulher pode ter planos diferentes. “O que a gente vê muito é que a mulher sonha muito pelo outro e não por ela mesma”, observou Mayra, acrescentando que muitas têm dificuldade até mesmo de identificar seus próprios desejos. “Se você pergunta para ela: ‘Mas quais são os seus sonhos?’, ela muitas vezes nem sabe dizer”, destacou.

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Mulheres atendendo mulheres

A Lifetime W também adotou um modelo no qual mulheres atendem as clientes, estratégia que, segundo Mayra, ajuda a estabelecer uma relação de confiança e facilita conversas sobre dinheiro e investimentos.

“A gente percebeu que um dos pontos de segurança era uma outra mulher sentada desse lado da mesa”, explicou a cofundadora. Segundo ela, essa proximidade permite que a cliente “consiga se abrir mais” e tenha maior liberdade para apresentar dúvidas sobre o mercado financeiro e sobre a própria carteira.

A educação financeira também faz parte dessa aproximação. A iniciativa promove lives mensais abertas a mulheres, inclusive com temas sugeridos pelas próprias participantes. “Elas têm dúvidas e escrevem no chat de uma das lives. Na live seguinte, a gente tenta trazer como tema central para esclarecer essas dúvidas”, contou Mayra, destacando ainda a realização de encontros presenciais com clientes para criar uma “conversa aberta” e “cara a cara” sobre investimentos.

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Para a executiva, construir confiança no mercado financeiro exige mais do que comunicação. “Hoje não existe mais marketing que só fala e não faz”, ressaltou. Na avaliação de Mayra, uma empresa precisa primeiro demonstrar na prática a credibilidade que pretende transmitir ao público. “Se a empresa não está fazendo, a gente não tem como comunicar algo que depois não vai ver na prática”, completou.

IA aumenta produtividade, mas não substitui relação humana

A inteligência artificial já ocupa espaço relevante tanto no mercado financeiro quanto no marketing, mas Mayra considera que existem limites para a substituição do relacionamento humano, especialmente entre clientes de alta renda.

“Dentro do público private, falando do público de alta renda, na minha opinião, não existe espaço para conversa com um robô como inteligência artificial”, avaliou a executiva. Isso não significa, entretanto, que a tecnologia tenha pouca utilidade no setor. “Tem muito espaço para o uso da inteligência artificial para ganho de produtividade, para potencializar análises”, acrescentou.

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No marketing, a tecnologia desempenha função semelhante. Mayra afirmou que a Lifetime já utiliza IA para realizar análises mais robustas em menos tempo, permitindo que as equipes concentrem esforços nas decisões posteriores. “A gente ganha tempo na análise e investe bastante tempo no plano de ação, que no final é o que vai gerar o resultado”, explicou.

Mulheres precisam dizer o que querem

Ao abordar sua própria trajetória profissional, Mayra reconheceu que já precisou se provar mais do que homens ao longo da carreira. Para ela, um dos obstáculos enfrentados pelas mulheres está também na dificuldade de manifestar claramente suas ambições profissionais.

“A mulher tende a não dizer o que ela quer profissionalmente. ‘Uma hora vão perceber e vai acontecer.’ Não percebem”, afirmou. A executiva contou que uma mentora a incentivou a explicitar seus objetivos e construir, junto à liderança, um plano concreto para alcançá-los.

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Mayra relatou que adotou essa estratégia ao buscar uma promoção. “Eu precisei sentar e dizer: ‘Eu quero ser promovida. Como é que eu faço para ser promovida?’”, lembrou. A partir daí, estabeleceu com seu líder metas que precisaria cumprir e passou a demonstrar os resultados alcançados durante o processo.

A experiência reforçou sua percepção de que as profissionais precisam se apropriar das próprias conquistas. “Várias vezes eu precisei me mostrar mais”, reconheceu Mayra, acrescentando que mulheres também podem ter dificuldade de apresentar os resultados que entregaram. “A gente não pode ter vergonha e não pode deixar a tal da síndrome da impostora jogar contra e fazer com que a gente não se aproprie do que conquistou. Fale isso e prove isso”, enfatizou.

Para quem busca crescer profissionalmente, a executiva destacou ainda a importância de saber ouvir. “Os grandes saltos de carreira que eu dei foram porque escutei pessoas em quem confiava e que eu sabia que também me queriam bem”, relatou. Para Mayra, o processo passa por “escutar, entender o que faz sentido para você e seguir”, aproveitando aprendizados que podem surgir tanto de feedbacks quanto de pessoas admiradas profissionalmente.

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A executiva também revelou que está iniciando um novo projeto, chamado Árvora, voltado à formação de lideranças femininas. “É um clube em que a gente vai formar a próxima geração de líderes femininas do país. Esse é o grande propósito dessa nova iniciativa”, antecipou Mayra.

Ao definir o que significa assumir o protagonismo da própria trajetória, Mayra resumiu a ideia em quatro ações: “É se conhecer, tomar decisões, fazer escolhas e bancar essas escolhas”, concluiu.

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Impasse no STF mantém socorro ao BRB travado; quatro caminhos podem definir futuro do banco

13 de Agosto de 2026, 21:49

Mais de dois meses depois do acordo firmado no Supremo Tribunal Federal (STF), o socorro de até R$ 6,6 bilhões ao Banco de Brasília (BRB) continua sem solução definitiva.

A nova audiência conduzida nesta quinta-feira (13) pelo ministro Luiz Fux terminou sem destravar a operação. Permanecem dúvidas sobre as contas do banco, as garantias exigidas e quais instituições aceitariam assumir parte do risco.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) afirma que ainda precisa das demonstrações financeiras auditadas de 2025 e do primeiro semestre de 2026 para avaliar a situação do BRB e verificar se o valor solicitado é suficiente.

Ao mesmo tempo, o Banco do Brasil informou ao STF que nunca houve a constituição formal de um consórcio de bancos para garantir o empréstimo e que não possui mandato para assumir obrigações em nome de outras instituições.

A União também afastou a possibilidade de aval federal. Já o Ministério Público Federal afirmou que o acordo não permite obrigar o FGC a conceder assistência nem bancos a oferecer garantias.

Com essas travas ainda abertas, quatro caminhos concentram agora as discussões sobre o futuro do BRB.

1. Socorro com o FGC continua sendo o caminho principal

    A primeira alternativa continua sendo fazer funcionar a operação negociada desde maio.

    O Distrito Federal está autorizado a contratar até R$ 6,6 bilhões junto ao FGC e direcionar os recursos para a capitalização do BRB. O valor representa o teto da operação de crédito discutida e não deve ser tratado como uma medida definitiva do prejuízo do banco.

    Para o financiamento avançar, porém, o FGC precisa concluir sua avaliação financeira e uma estrutura de garantias precisa ser aceita pelos participantes.

    O problema é que o grupo de bancos que vinha sendo mencionado como possível fiador sequer chegou a ser formalmente constituído.

    Em petição ao STF, o Banco do Brasil afirmou que nunca houve um consórcio de bancos e que não representa outras instituições nas negociações.

    A audiência desta quinta não descartou o financiamento. Governo do Distrito Federal e demais envolvidos continuarão negociando ajustes capazes de tornar a operação viável.

    2. Modelo das garantias pode ser redesenhado

      Outra possibilidade é modificar a própria engenharia financeira do socorro.

      O Distrito Federal já defendeu reduzir ou eliminar a dependência de bancos privados como fiadores, utilizando outras estruturas de garantia para viabilizar a contratação junto ao FGC.

      A dificuldade está em encontrar um desenho que seja juridicamente seguro e aceito pelo fundo sem transferir o risco para a União.

      A Advocacia-Geral da União reiterou nesta quinta-feira que o governo federal não dará aval à operação.

      Também há questionamentos entre as instituições financeiras sobre a segurança das contragarantias oferecidas pelo Distrito Federal, especialmente sobre a possibilidade de execução desses recursos em caso de inadimplência.

      Fux sinalizou que o STF pode contribuir para dar segurança jurídica às negociações, mas deixou claro que o Judiciário não pretende obrigar instituições a assumir compromissos financeiros.

      3. GDF pode buscar outras fontes para capitalizar o banco

      O Distrito Federal também pode recorrer a patrimônio e outras estruturas financeiras para reforçar o capital do BRB.

      O banco trabalha com um aumento de capital de até R$ 8,8 bilhões, que pode ser realizado em etapas à medida que os recursos forem efetivamente incorporados.

      A legislação distrital permite diferentes mecanismos, incluindo utilização e venda de ativos e outras formas de monetização patrimonial.

      Essas alternativas podem complementar o empréstimo do FGC ou diminuir a necessidade de recursos da operação.

      O principal obstáculo é o tempo. Transformar ativos em dinheiro exige avaliações, estruturação e compradores, o que torna difícil substituir rapidamente uma operação de crédito bilionária.

      Caso essas medidas não sejam suficientes, soluções mais profundas, como entrada de novos investidores ou uma reorganização societária, podem ganhar espaço.

      4. Banco Central aparece no cenário mais extremo

      Se as tentativas de capitalização não forem suficientes para recompor a situação patrimonial do BRB, o caso pode avançar para medidas de responsabilidade do Banco Central.

      Antes de uma eventual retirada de uma instituição do mercado, o regulador pode determinar soluções como aporte dos controladores, transferência de controle ou reorganização societária.

      Em situações mais graves, existem regimes como intervenção, Regime de Administração Especial Temporária (Raet) e liquidação extrajudicial.

      Caso Master está na origem da crise

      A necessidade de capitalização surgiu após a exposição do BRB às operações realizadas com o Banco Master.

      O banco estatal informou ter feito cerca de R$ 30 bilhões em negócios com o Master entre 2024 e 2025. A administração estima que pelo menos R$ 8,8 bilhões em créditos adquiridos estejam ligados a ativos inexistentes, fraudados ou de difícil recuperação.

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      El Niño já está em patamar forte e continuará se intensificando, diz agência americana

      13 de Agosto de 2026, 21:49
      Por Jéssica Maes (Folhapress) – O El Niño já está em patamar forte e continuará ganhando intensidade até o final do ano. A afirmação é da Noaa (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica) dos Estados Unidos, que atualizou nesta quinta-feira (13) a sua análise sobre o fenômeno. A partir de setembro, a agência climática americana prevê 93% de […]

      Embaixador de Trump acusa colonos israelenses de terrorismo na Cisjordânia

      13 de Agosto de 2026, 21:47
      Mike Huckabee Trump Israel
      O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee. Foto: Daniel Torok/Casa Branca

      O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, chamou de “terroristas israelenses” os colonos que mantiveram moradores de três casas palestinas cercados em Qusra, na Cisjordânia ocupada. A expressão veio de um aliado de Donald Trump conhecido pela defesa dos assentamentos e foi acompanhada de outra definição: “ato de terror”. Horas depois, o próprio Huckabee começou a reduzir o alcance da condenação. Com informações da AP.

      Durante cinco noites, colonos bloquearam as saídas dos imóveis, cortaram água e eletricidade e impediram que as famílias circulassem com segurança, enquanto diminuíam os estoques de alimentos e água potável. Qusai Abu Rida permaneceu em uma das casas com o filho adolescente e recorreu à água de um poço. Forças israelenses chegaram a intervir, mas os colonos voltaram. Nesta quinta-feira (13), o Exército afirmou ter desmontado dois postos ilegais e detido um israelense.

      Huckabee afirmou que a embaixada americana pedira a atuação do Exército e da polícia de Israel. Disse que os responsáveis eram “terroristas israelenses”, classificou o cerco como “ato de terror” e chamou a intimidação contra a família de “comportamento de bandidos”. Também negou que Washington e a representação diplomática tivessem ignorado o caso.

      This is another lie. @usembassyjlm has been VERY involved & the IDF & Israel Police have gone at our request to remove the Israeli terrorists doing this. The actions of those doing this to this family’s home is criminal. The WH hasn’t “intervened” because we have kept DC… https://t.co/qrfnCYcOtB

      — Ambassador Mike Huckabee (@GovMikeHuckabee) August 13, 2026

      Menos de quatro horas depois, porém, os “terroristas” passaram a ser descritos pelo embaixador como “invasores ilegais”. À tarde, Huckabee foi além: escreveu que os colonos “não são o problema” na região que chamou de “Judeia e Samaria” e usou o rótulo “unsettlers” — algo como “descolonos” — para apresentar os autores do cerco como uma pequena minoria desvinculada do movimento. Em seguida, cobrou da imprensa uma cobertura “equilibrada”.

      Para sustentar essa distinção, Huckabee compartilhou uma reportagem do Jerusalem Post com condenações de líderes de assentamentos. Yisrael Ganz disse que a violência em Qusra “não é o nosso caminho”, enquanto Shai Alon afirmou que os agressores causam danos irreversíveis a Israel e ao movimento. O mesmo Ganz, no entanto, defendeu a continuidade da expansão israelense na Cisjordânia e pediu a revogação dos Acordos de Oslo.

      "Settlers" are not the problem in Judea/Samaria. "Unsettlers" are. Very small minority who do great damage to Palestinian families & to Israel. Real settlers like Ysrael Ganz, Governor of Judea/Samaria condemn the actions of the few. Let's hope the media gives attention to this…

      — Ambassador Mike Huckabee (@GovMikeHuckabee) August 13, 2026

      Qusra registra mais ataques de colonos do que qualquer outra comunidade da Cisjordânia em 2026, segundo a ONU. Autoridades palestinas contabilizam 1.476 ataques desde janeiro. O cerco tampouco é um episódio isolado para Washington, já que em julho, colonos israelenses armados cercaram o deputado americano Ro Khanna por cerca de 90 minutos. O episódio integra um quadro mais amplo de violência de colonos judeus contra palestinos na Cisjordânia ocupada.

      EXCLUSIVO CNBC: Cisco vê IA impulsionar novo ciclo de crescimento, diz CEO

      13 de Agosto de 2026, 21:45

      A Cisco está nos estágios iniciais de diferentes ciclos de crescimento, impulsionados pela inteligência artificial, pelos hiperescaladores e pela expansão da demanda de empresas e operadoras de telecomunicações, segundo Chuck Robbins, CEO da companhia. Em entrevista à CNBC, o executivo defendeu os resultados da gigante de tecnologia, destacou o desempenho recorde e afirmou que todas as áreas do negócio contam atualmente com ventos favoráveis.

      As ações da Cisco caem forte em Wall Street, mesmo após a companhia superar as expectativas e projetar resultados acima do previsto. Robbins evitou avaliar diretamente a reação dos papéis. “Não vou comentar sobre o que está acontecendo com as ações. Veremos como as coisas se desenrolam nas próximas semanas, que é quando importa”, afirmou o executivo, antes de ressaltar o desempenho alcançado pela empresa. “Estou orgulhoso da equipe. Tivemos um ano recorde. Trimestre recorde”, acrescentou.

      Resultados acima das expectativas

      O CEO chamou atenção para a diferença entre as projeções dos analistas e o crescimento efetivamente entregue pela Cisco. “Os analistas projetavam um crescimento de 9%. Achei curioso que esperassem apenas 9%. Entregamos 15% e eles perguntaram por que fomos tão conservadores”, relatou Robbins, ao defender os números apresentados pela companhia.

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      Apesar do desempenho acima do esperado, o executivo explicou que a Cisco prefere adotar alguma cautela no começo do novo exercício. “Nesta época do ano estamos iniciando um novo ano fiscal. Operamos em mercados fantásticos”, destacou, acrescentando que esse também é um momento para “começar o ano sendo um pouco prudentes” diante dos desafios que ainda precisam ser enfrentados.

      A avaliação sobre as perspectivas da companhia, entretanto, permanece positiva. “Se você pensar em todas as áreas do nosso negócio que você acabou de listar, todas elas têm ventos favoráveis agora”, ressaltou Robbins. O CEO acrescentou que a Cisco está “super otimista e satisfeita” com sua posição atual.

      Silicon One fortalece posição em IA

      O desenvolvimento de chips próprios é um dos principais componentes da estratégia da Cisco para capturar o aumento dos investimentos em inteligência artificial. Robbins destacou especialmente o Silicon One, resultado de uma decisão tomada há cerca de dez anos para desenvolver tecnologia própria.

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      “Se não tivéssemos nosso silício, pois projetamos o nosso, somos efetivamente uma das três empresas que podem fornecer a camada de rede para esses grandes exercícios de treinamento de IA”, explicou o CEO, ressaltando que a oportunidade também deverá avançar conforme os clientes ampliarem o uso dos modelos. Segundo ele, a Cisco poderá fornecer “a rede que nossos clientes precisarão à medida que avançam na inferência”.

      A estratégia também incluiu aquisições no segmento de tecnologias ópticas. “Tomamos uma decisão sobre algumas aquisições estratégicas em óptica”, lembrou Robbins, ao citar o desempenho da Acacia. “A Acacia teve outro trimestre de US$ 1 bilhão (R$ 5,17 bilhões) em óptica coerente”, destacou.

      Para o executivo, a combinação entre chips próprios, sistemas de rede e tecnologias ópticas tornou-se uma vantagem competitiva diante do crescimento da infraestrutura necessária para a inteligência artificial.

      Cisco garante capacidade de produção

      Robbins também destacou a relação direta mantida pela Cisco com a TSMC e afirmou que a companhia já definiu sua capacidade dedicada para atender às necessidades previstas para o ano.

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      “A estratégia que adotamos de projetar nosso próprio silício, de construir sistemas, manter um relacionamento direto com a TSMC e ter nossa capacidade dedicada já definida para o ano” permite à Cisco enfrentar o aumento da demanda, explicou o executivo. Segundo ele, “já temos os componentes, nosso silício e tudo alinhado para entregar a tecnologia para o número do ano que projetamos”.

      A estrutura também oferece margem para atender uma procura superior às projeções atuais. Robbins afirmou que a companhia está preparada “para ganhos adicionais, caso precisemos”, reforçando que os componentes necessários já estão alinhados com a estratégia para o período.

      O CEO relacionou essa preparação ao desempenho financeiro da companhia. “Acho que o principal é o modelo de negócios que estamos operando agora, com margens operacionais no nível mais alto que talvez já tenhamos visto no quarto trimestre”, observou Robbins, destacando também as perspectivas para as margens e para o lucro por ação.

      Na avaliação do executivo, os resultados validam as escolhas feitas pela empresa. “As decisões de modelo de negócios que tomamos, os negócios que conquistamos dos hiperescaladores e o crescimento que observamos são decisões prudentes”, avaliou.

      Crescimento vai além dos hiperescaladores

      Questionado por Jim Cramer sobre a possibilidade de a Cisco estar sendo beneficiada simultaneamente por diferentes ciclos de investimentos, Robbins indicou que o movimento pode ter continuidade. Para o CEO, “estamos nos estágios iniciais de tudo”, com crescimento aparecendo entre hiperescaladores, operadoras de telecomunicações, empresas e clientes do setor público.

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      O desempenho junto aos maiores clientes de tecnologia é um dos destaques. “A ironia é que nosso negócio de hiperescaladores com todos os quatro grandes cresceu em dígitos triplos”, ressaltou Robbins, ao indicar que a expansão não está limitada a uma base específica do negócio.

      As operadoras de telecomunicações também participam desse movimento. “Você tem um negócio de telecomunicações que as pessoas não achavam que realmente participaria de todo esse ciclo”, afirmou o executivo, acrescentando que “nossos pedidos cresceram mais de 30% no trimestre”.

      O avanço também aparece em outras categorias de clientes. “O corporativo subiu 21%, o público 30%”, enumerou Robbins. Regionalmente, os números apresentados pelo executivo apontaram crescimento de 44% nas Américas, 25% na Europa e 19% na Ásia, reforçando a avaliação de que os atuais vetores de expansão da Cisco estão distribuídos por diferentes áreas do negócio.

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      Lotofácil 3761: prêmio acumula em R$ 5 milhões; veja as dezenas sorteadas

      13 de Agosto de 2026, 21:40

      Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas do concurso 3761 da Lotofácil, realizado nesta quinta-feira (13), no Espaço da Sorte, em São Paulo. Com isso, o prêmio principal acumulou e está estimado em R$ 5 milhões para o próximo sorteio, nesta sexta-feira (14).

      As dezenas sorteadas foram:

      01 – 03 – 06 – 09 – 12 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 18 – 21 – 23 – 24 – 25

      Rateio da Lotofácil

      Apesar de não haver ganhadores na faixa principal, 145 apostas acertaram 14 dezenas e vão receber R$ 2.361,37 cada.

      Na faixa de 13 acertos, 6.559 apostas foram premiadas com R$ 35 cada. Outros 87.526 jogos fizeram 12 pontos e vão receber R$ 14 por aposta.

      Já na faixa de 11 acertos, 491.326 apostas ganhadoras receberão R$ 7 cada.

      Próximo sorteio

      Com a ausência de acertadores das 15 dezenas, a estimativa de prêmio para o próximo concurso é de R$ 5 milhões.

      O próximo sorteio da Lotofácil será realizado nesta sexta-feira (14). Segundo os dados oficiais da Caixa, o valor acumulado para o próximo concurso é de R$ 1.632.976,07.

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      Sadi ataca o “sistema” e o STF no caso do blogueiro do Maranhão e faz a festa dos bolsonaristas

      13 de Agosto de 2026, 21:33
      Andréia Sadi, da GloboNews

      No programa Estúdio i, da GloboNews, a apresentadora Andréia Sadi comentou a operação autorizada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra bandidos que perseguem o ministro Flávio Dino no Maranhão. A diatribe de Sadi fez a festa da extrema-direita com todo um ataque ao “sistema”, essa palavrinha mágica sobre a qual os fascistas se refestelam como porcos na lavagem da democracia.

      “O Supremo Tribunal Federal, como guardião da Constituição, promove esse ato que — como estamos vendo e conforme venho dizendo aqui —, na minha opinião, tem um objetivo final totalmente diferente: eles estão nos testando. Sim, estão testando. Mas os nervos estão à flor da pele desde o caso Master, momento em que foram levados para dentro desse processo. O tempo todo, o que se vê é o sistema atuando em favor do próprio sistema, do qual eles fazem parte. Tenho falado sobre isso aqui. Da mesma forma, Octávio [Guedes}, quando você e a Flávia [Oliveira] abordam a questão do diploma jornalístico, vale lembrar que há muitos jornalistas diplomados que, ‘entre aspas’, já não exercem o jornalismo”, disse.

      “Isso ocorre porque não há como flexibilizar essa discussão; esse debate só tem um caminho: defender o que está na Constituição. O artigo 5º, inciso XIV, é extremamente claro. Se estivesse escrito em russo, ainda assim seria transparente para nós, jornalistas. Portanto, investigar é necessário? Obviamente. Deve-se apurar se há alguém monitorando um ministro do Supremo ou qualquer indivíduo que se sinta perseguido? Com certeza. O que não é cabível é realizar essa investigação violando o direito e a garantia constitucional de um jornalista.”

      ANDRÉIA SADI DETONA O STF E JORNALISTAS QUE DEFENDERAM A OPERAÇÃO CONTRA FONTE DE JORNALISTA AUTORIZADA POR MORAES:

      “Eles estão testando, com os nervos à flor da pele desde o caso Master, onde foram levados para dentro do caso por eles. É o sistema atuando pelo sistema, e eles… pic.twitter.com/cJUit7F8C7

      — Pri (@Pri_usabr1) August 13, 2026

      O caso investigado pela PF e o “sistema”

      O discurso de Sadi ocorreu no contexto da operação autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, a pedido da Polícia Federal e com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR). O alvo da ação foi Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança Pública e de Assuntos Legislativos do Maranhão.

      Cutrim, segundo a Polícia Federal, violou sistemas de acesso restrito para monitorar carros e trajetos feitos pelo ministro Flávio Dino e repassá-los a um comunicador local, é alvo de investigação por suspeita de oferecer propina para ocultar o nome de políticos do Estado no caso do assassinato de um empresário em 2022.

      As informações foram repassadas ao jornalista e blogueiro Luís Pablo, que publicou reportagens sobre o tema a partir de novembro de 2025. Em março de 2026, a PF apreendeu celulares, notebook e pendrive de Luís Pablo, ação que levou os investigadores até o nome de Cutrim.

      Segundo registros disponíveis na plataforma Jusbrasil, na seção de “diários oficiais”, Luís Pablo aparece como réu em mais de 350 processos. Os processos, porém, não tratam todos de acusações de extorsão.

      Em dezenas desses casos, há registros de condenações relacionadas ao não pagamento de salários e de direitos trabalhistas. Em 2017, ele foi preso junto com o pai e um irmão, também blogueiros, sob suspeita de cobrar dinheiro de pessoas investigadas para não divulgar informações obtidas clandestinamente. Em 2019, foi condenado por difamação contra três desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão, em razão de publicações feitas em seu site.

      A afiliada da Globo no Maranhão contou a história do sujeito. Mas o problema é “sistema”, parceiro. Sacou?

      Ações do Reddit disparam após a inclusão no índice S&P 500

      13 de Agosto de 2026, 21:30

      As ações do Reddit subiram 11% no pregão estendido desta quinta-feira, após a empresa de mídia social ser incluída no S&P 500.

      A companhia passará a integrar o índice em 18 de agosto, substituindo a AvalonBay Communities, segundo comunicado da S&P Dow Jones Indices.

      As empresas frequentemente registram valorização de suas ações quando são adicionadas a grandes índices, já que gestores de fundos que acompanham esses indicadores precisam comprar os papéis para refletir as mudanças em suas carteiras.

      O Reddit, que reúne fóruns online sobre milhares de assuntos, será apenas a segunda empresa de mídia social pura a fazer parte do S&P 500. A outra é a Meta, uma das empresas mais valiosas do mundo.

      Pinterest e Snap abriram capital antes do Reddit, mas possuem valor de mercado menor. O Twitter também integrou o S&P 500 até ser adquirido por Elon Musk, em 2022. A empresa passou a se chamar X e atualmente pertence à SpaceX.

      O Reddit divulgou seus resultados do segundo trimestre no fim de julho e registrou o oitavo trimestre consecutivo com crescimento de receita superior a 60%. Apesar disso, as ações despencaram depois que a empresa informou aos investidores que suas “referências de busca estavam instáveis”, aumentando as preocupações sobre a dependência do Reddit em relação ao Google para atrair novos usuários.

      O CEO do Reddit, Steve Huffman, atribuiu a volatilidade nas buscas ao avanço do Google com os AI Overviews, ferramenta baseada em inteligência artificial generativa.

      Nas mudanças anunciadas nesta quinta-feira, a Sun Communities também passará a integrar o S&P MidCap 400, substituindo a Webster Financial.

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      “Socialismo ou morte”: 100 anos de Fidel, e por que o legado de Cuba derrotará a barbárie imperialista

      13 de Agosto de 2026, 21:20
      Fidel Castro Cuba
      Escola em Havana com posters em homenagem aos 100 anos de Fidel Castro. Foto: Norlys Perez/Reuters

      Cuba e o mundo marcam hoje os 100 anos do nascimento de Fidel Castro (13 de agosto de 1926, Birán), em meio ao cerco mais duro de Washington desde o Período Especial. Marco Rubio prepara o que fica explícito como uma tentativa de estrangulamento final da realidade revolucionária que persiste há décadas em Cuba.

      Antes da Revolução, Cuba era uma quase-colônia americana sob a ditadura de Fulgencio Batista, instituída em um golpe de Estado em 1952, comandado por Washington. O capital estrangeiro, sobretudo dos EUA, controlava a maior parte da economia, incluindo usinas de açúcar, terras, serviços públicos, telefonia, eletricidade e bancos. Havana era o parque de diversões da máfia norte-americana (Meyer Lansky), com cassinos, prostituição e jogo. No campo, latifúndio, desemprego sazonal e miséria; o analfabetismo rondava um quarto da população, com pouca escolaridade e serviços de saúde precários fora das cidades.

      A barbárie imperialista

      É a essa “ordem pré-revolucionária” que Washington quer retornar. O bloqueio dos EUA, com 64 anos, foi levado a níveis inéditos no segundo mandato de Trump, sob Marco Rubio no Departamento de Estado, e a tomada de Cuba vem sendo construída peça por peça. No primeiro dia exato do segundo mandato, 20 de janeiro de 2025, Trump designou Cuba como State Sponsor of Terrorism (SST). A consequência mais decisiva e cruel da designação encontra-se no efeito dissuasório sobre o sistema financeiro global. A designação aciona o regime de sanções secundárias — o instrumento que estende a jurisdição americana ao planeta inteiro. Qualquer banco, seguradora, armador, empresa ou governo que negocie com Cuba passa a arriscar ser cortado do sistema financeiro dos Estados Unidos e tratado como cúmplice de terrorismo.

      Esse cerco econômico e financeiro se articula a uma estratégia mais ampla de repressão e contenção política. A Estratégia Nacional de Contraterrorismo de 2026 de Trump fundiu, pela primeira vez, três categorias de “ameaça terrorista”: narcoterroristas/gangues transnacionais, jihadistas legados e — inédito — “extremistas violentos de esquerda”. É hoje o arcabouço que enquadra governos latino-americanos não alinhados, enquanto Guantánamo, o SOFA no Paraguai, o FBI no Equador e as bases argentinas se tornam “equivalentes funcionais” das bases dos EUA no Golfo.

      Os Estados Unidos querem deixar claro que a ameaça militar a Cuba é permanente. Em meio aos navios de guerra no Caribe e às execuções extrajudiciais, o secretário de Guerra, Pete Hegseth, discursando na base naval de Guantánamo — território cubano ocupado ilegalmente — ameaçou Cuba diretamente: “Seria imprudente para o governo cubano tentar adquirir ou obter acesso ao tipo de armas que poderiam alcançar esta base ou o território americano. Estariam convidando o tipo de confronto que não apenas não desejam, mas não poderiam suportar.”

      Paralelamente, Rubio amplia vetos de visto ligados às missões médicas cubanas, mirando autoridades de cerca de 50 países que recebem médicos cubanos, sob a alegação de “trabalho forçado”.

      Rubio sancionou, dois meses depois, cinco entidades (Tecnoimport, União da Indústria Militar/UIM, EMI Yuri Gagarin e mais duas) e oito autoridades (o ministro da Defesa, Álvaro López Miera, e o chefe do Estado-Maior, Roberto Legrá Sotolongo, entre outros), alegando aquisição de equipamento militar da Rússia e da China.

      Cuba Fidel Castro
      Evento de comemoração do governo cubano em homenagem ao centenário de Fidel Castro. Foto: Norlys Perez/Reuters

      O mundo a partir dos olhos da Revolução Cubana e a audácia revolucionária de Fidel

      Cuba, no entanto, nunca se entregou. Fidel sempre deixou claro que as aberturas (turismo, capital estrangeiro em setores selecionados) eram ditadas pela necessidade histórica, e não por um abrandamento da convicção socialista — exatamente a lógica que Cuba retoma hoje nas reformas de 2026. Díaz-Canel, no ato central, resumiu seu argumento: “O socialismo não é um dogma, mas uma ciência em construção, que deve ser adaptada às realidades concretas.”

      Fidel soube ler o momento histórico e a oportunidade e, depois, soube adaptar a estratégia sem abrir mão do princípio. A Revolução trouxe consigo uma taxa de alfabetização superior a 99%. A expectativa de vida e a mortalidade infantil em Cuba tornaram-se melhores que as dos Estados Unidos, e Cuba acumula mais médicos enviados ao exterior do que OMS + UNICEF + MSF somados em missões de solidariedade.

      Para além da libertação nacional de Cuba, o internacionalismo genuíno — “a pátria era a humanidade” — segue coerente até hoje. Cuba enviou tropas para defender a Angola independente contra as invasões da África do Sul do apartheid. Cerca de 9.000 soldados cubanos de elite, com tanques e aviação, detiveram e derrotaram as forças sul-africanas, forçando a retirada da África do Sul de Angola e da Namíbia e acelerando a independência namibiana e o fim do apartheid. Cuba diz que mais de 300 mil voluntários serviram em Angola ao longo do período; um monumento em Pretória honra 2.070 soldados cubanos mortos. As palavras de Mandela selam o legado: “Quando procurávamos os governos ocidentais, éramos recebidos por funcionários de baixo escalão. Quando visitamos Cuba, fomos recebidos pelas mais altas autoridades, que de imediato ofereceram tudo o que quiséssemos e precisássemos.”

      Fidel apoiou a Revolução Sandinista (1979), enviando professores, médicos e assessores. Apoiou também processos em El Salvador, Granada e a esquerda latino-americana em geral. Fidel acompanhou e estimulou a trajetória de Lula e do PT. Diante da derrota de 1989 para Collor, Lula pensou em desistir, e Fidel viu isso como um aviso para continuar — a vez em que um operário metalúrgico chegou mais perto da Presidência.

      Fidel convidou o mundo a ver a si mesmo com outros olhos, livre da opressão, da competição e da humilhação capitalista. Testou na prática a solidariedade entre os povos, foi inúmeras vezes vitorioso nas lutas de libertação. Mostrou que o socialismo é real, possível, mas tem um grande desafio: o cerco da barbárie capitalista em queda livre.

      Janones acusa Flávio Bolsonaro de forjar filiação fake para atacar Justiça Eleitoral

      13 de Agosto de 2026, 21:14
      Janones
      O deputado federal, André Janones (REDE-MG). Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

      O deputado federal André Janones (Avante-MG) acusou Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de ter encenado a própria filiação ao Partido Missão para descredibilizar a Justiça Eleitoral. Em publicação nas redes sociais nesta quarta-feira (13), Janones disse que o senador teria pago alguém para incluí-lo em outra legenda, mas não apresentou provas da acusação.

      A declaração foi feita após Flávio aparecer como filiado ao Missão no sistema da Justiça Eleitoral, o que impediu inicialmente o registro de sua candidatura à Presidência pelo PL. Janones afirmou que o episódio repetiria, segundo sua versão, a estratégia usada pela família Bolsonaro após a facada contra Jair Bolsonaro em 2018.

      O TSE informou que a filiação não foi resultado de ataque ao sistema eleitoral. Segundo o tribunal, o registro foi feito por alguém que tinha credenciais do Partido Missão para efetivar filiações, e não por uma invasão à plataforma da Justiça Eleitoral.

      Todo mundo sabe o que aconteceu. O próprio Flávio pagou alguém pra filiar ele em outro partido para tentar tentar descredibilizar a justiça eleitoral. Seguiram o mesmo roteiro da facada forjada em 2018 pra eleger Bolsonaro. Só que dessa vez deu ruim pra eles. Isso é só uma…

      — André Janones (@AndreJanonesMG) August 13, 2026

      A filiação de Flávio ao PL foi retomada pelo TSE após a checagem do caso, permitindo que o senador voltasse a constar na legenda pela qual pretende disputar a Presidência. A informação do tribunal, no entanto, não identifica quem usou as credenciais do Missão nem atribui a operação a Flávio Bolsonaro.

      Ao final, Janones afirmou que jogará “com todas as armas” para “exterminar esses vermes”.

      Tarcísio abre investigação após PM perseguir motorista de Haddad

      13 de Agosto de 2026, 21:07
      Tarcísio Haddad
      Os candidatos ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e Tarcísio de Freitas (Republicanos). Foto: Renato Pizzutto/Band

      O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), anunciou nesta quinta-feira (13) a abertura de um inquérito policial para apurar a denúncia de que o motorista de Fernando Haddad (PT) teria sido perseguido por uma viatura da Polícia Militar após deixar o candidato em casa.

      Tarcísio afirmou que o caso será tratado “tecnicamente” e que a apuração reunirá imagens de mais de 40 câmeras para reconstruir o trajeto do motorista. O governador disse ainda que o funcionário será chamado a prestar esclarecimentos formais durante o inquérito.

      Haddad relatou que o motorista foi seguido de forma ostensiva e intimidatória por policiais na noite de terça-feira (11). Segundo a versão inicial apresentada à PM, ele teria entrado em um hotel durante o trajeto para se afastar da viatura.

      ➡️ Tarcísio diz que vai abrir inquérito para apurar episódio de Haddad com PM pic.twitter.com/ahma5VlB60

      — Metrópoles (@Metropoles) August 13, 2026

      O inquérito deverá reunir as imagens já levantadas pela polícia, o depoimento formal do motorista e outros elementos sobre o trajeto percorrido depois que ele deixou Haddad em casa. A investigação foi anunciada após o caso ganhar repercussão durante a disputa pelo Governo de São Paulo.

      Na quarta-feira (12), o PT apresentou uma Notícia de Fato à Procuradoria Regional Eleitoral e pediu a abertura de um Procedimento Preparatório Eleitoral para investigar o episódio.

      Operação Arena: de carros de luxo a obras de arte, veja os itens apreendidos na casa de Nelson Wilians

      13 de Agosto de 2026, 21:04

      A Operação Arena, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (13), chegou à residência do advogado Nelson Wilians, em São Paulo. Durante o cumprimento do mandado, carros de luxo e obras de arte foram registrados no imóvel. Entre eles estão uma Ferrari amarela e veículos da Rolls-Royce.

      Os itens fazem parte do cenário encontrado pelos agentes durante a busca. A operação, no entanto, tem como objetivo principal investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas relacionado ao mercado de apostas esportivas e jogos de azar.

      A Justiça Federal da Paraíba autorizou 17 mandados de busca e apreensão e determinou o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores ligados aos investigados.

      Leia também: Quem é Nelson Wilians, advogado alvo da Operação Arena da Polícia Federal

      Ferrari e Rolls-Royce aparecem na residência

      Entre os bens de luxo registrados durante a operação estão uma Ferrari amarela e veículos da Rolls-Royce. Os carros aparecem no material relacionado à ação realizada na residência de Nelson Wilians, um dos alvos da investigação.

      Além dos automóveis, obras de arte também estavam no imóvel. Os registros mostram parte do patrimônio encontrado pelos agentes durante o cumprimento do mandado em São Paulo.

      Operação Arena: de Ferrari a Rolls-Royce, veja os itens de luxo apreendidos na casa de Nelson Wilians

      Os veículos e as peças de arte, portanto, fazem parte dos bens que aparecem no contexto da operação. Já as medidas de apreensão e sequestro determinadas pela Justiça abrangem os patrimônios relacionados à investigação, conforme a análise das autoridades.

      Operação Arena: de Ferrari a Rolls-Royce, veja os itens de luxo apreendidos na casa de Nelson Wilians

      O que a Polícia Federal apreendeu

      A Operação Arena cumpriu 17 mandados de busca e apreensão em endereços de cinco estados: Paraíba, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. As medidas foram autorizadas pela Justiça Federal da Paraíba.

      Além das buscas, a decisão judicial determinou o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores. Além disso, a medida tem como objetivo preservar recursos e patrimônios que possam estar relacionados aos fatos investigados.

      Durante a operação, a Polícia Federal e a Receita Federal também atuaram na coleta de documentos e outros elementos que podem ajudar a reconstruir a movimentação financeira do grupo investigado.

      Leia também: Operação Arena: entenda investigação que mira esquema de apostas e lavagem de dinheiro

      Operação Arena investiga dinheiro de apostas esportivas

      A investigação mira um grupo empresarial ligado à exploração de apostas esportivas e jogos de azar. De acordo com a investigação, os envolvidos teriam utilizado uma estrutura formada por empresas no Brasil e no exterior para movimentar recursos e dificultar a identificação de sua origem e destino..

      A apuração também envolve possíveis crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Além disso, os investigadores apontam que parte das operações financeiras teria passado por diferentes empresas e estruturas antes de chegar aos beneficiários finais.

      Além disso, a PF investiga operações envolvendo instituições de pagamento, câmbio e ativos digitais. A Receita Federal participa da apuração para verificar possíveis irregularidades tributárias e financeiras.

      Nelson Wilians está entre os alvos da Operação Arena

      A residência de Nelson Wilians foi um dos endereços visitados pela Polícia Federal durante a Operação Arena. Nesse sentido, o advogado aparece entre os alvos das medidas autorizadas pela Justiça.

      A investigação também analisa a relação profissional de Wilians com empresas do setor de apostas. Entre elas está a PixBet, para a qual o escritório Nelson Wilians Advogados presta serviços jurídicos.

      A defesa sustenta que a relação é exclusivamente profissional e afirma que a atuação do escritório não representa participação nas atividades empresariais ou financeiras dos clientes.

      Bens fazem parte da apuração

      A presença de carros de luxo e obras de arte na residência ganhou destaque entre os elementos registrados durante a operação. A Ferrari amarela e os veículos da Rolls-Royce estão entre os bens que aparecem no material relacionado à busca.

      Leia também: Movimentação bilionária, stablecoins e contas no exterior: o fluxo que levou a PF até Nelson Wilians

      Ao mesmo tempo, a investigação da PF vai além do patrimônio localizado no endereço. Os agentes procuram entender o caminho percorrido pelos recursos e identificar possíveis conexões entre empresas, contas e operações financeiras no Brasil e no exterior.

      Com o avanço da análise dos materiais recolhidos e das movimentações financeiras, a Operação Arena deverá esclarecer a origem dos recursos e a eventual participação de cada investigado. Até o momento, o caso segue em apuração e não representa condenação dos envolvidos.

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      EXCLUSIVO CNBC: Gargalos migram para terra e pressionam fretes globais, diz CEO da Maersk

      13 de Agosto de 2026, 21:00

      Os principais gargalos da cadeia global de transportes estão deixando de se concentrar na disponibilidade de navios e avançando para portos, rodovias, ferrovias e outras infraestruturas terrestres, avalia Vincent Clerc, presidente-executivo da Maersk. Em entrevista à CNBC, o executivo afirmou que a demanda permanece surpreendentemente resistente mesmo diante das recentes turbulências geopolíticas e comerciais, contribuindo para congestionamentos e para a elevação dos fretes.

      Clerc destacou que o último trimestre foi marcado por diferentes choques, da guerra no Oriente Médio às novas tarifas dos Estados Unidos, sem que isso provocasse uma retração significativa nos volumes transportados.

      “O ponto principal para mim sobre o que está acontecendo agora nos mercados de transporte é a incrível resiliência da demanda e da economia, o que levou os volumes a continuarem completamente inabalados por qualquer uma dessas interrupções”, afirmou.

      Leia também: Maersk eleva projeções para 2026 com melhora dos resultados e do cenário operacional

      O resultado dessa resistência, segundo o executivo, começa a aparecer fora dos oceanos. “Estamos observando cada vez mais gargalos no transporte terrestre, seja na África, na Europa ou na América Latina, que estão causando congestionamentos e elevando as taxas de frete”, ressaltou.

      Infraestrutura terrestre chega ao limite

      Durante anos, a capacidade do comércio marítimo foi analisada principalmente pela relação entre quantidade de navios disponíveis e número de contêineres necessários. Clerc avalia que essa lógica está mudando.

      “Acho que o que estamos vendo agora é como resultado do subinvestimento em infraestrutura terrestre nos últimos 15 anos e do crescimento contínuo nos volumes comercializados”, explicou. “Estamos começando a chegar e a esticar as limitações do que o lado terrestre pode realmente suportar”, acrescentou.

      Leia também: Demanda de contêineres e aumento nas taxas do mercado faz Maersk elevar o guidance para 2026

      O problema envolve tanto terminais quanto infraestrutura de transporte no interior dos países. Na Europa, por exemplo, os baixos níveis de água do Rio Reno reduzem a capacidade das vias navegáveis e transferem uma parcela maior das cargas para as rodovias.

      Clerc também citou dificuldades no Canal do Panamá e limitações na disponibilidade de transporte rodoviário em diferentes mercados.

      “Tudo isso está, de fato, começando a criar um cenário mais favorável para as taxas de frete e levará algum tempo para recuperar 15 anos de falta de investimento”, pontuou.

      Para o executivo, enquanto a demanda permanecer resistente, os gargalos deverão surgir em diferentes pontos da cadeia, ser solucionados e posteriormente reaparecer em outros locais. “Veremos volatilidade, com certeza. Mas veremos cada vez mais esses gargalos aparecendo, sendo resolvidos e reaparecendo novamente”, afirmou.

      Leia também: Maersk mantém desvio do Estreito de Ormuz em meio à volatilidade no Oriente Médio

      Excesso de navios perde peso no cenário

      A grande quantidade de embarcações encomendadas pela indústria ainda representa um risco de excesso de capacidade marítima, especialmente se rotas atualmente afetadas por interrupções voltarem à normalidade.

      Clerc reconheceu que a carteira de pedidos permanece elevada, mas argumentou que a capacidade dos navios deixou de ser o único fator determinante para as perspectivas do setor.

      “Acredito que o que observamos é que o gargalo na cadeia de suprimentos está se deslocando da capacidade marítima para a capacidade de transporte terrestre”, destacou.

      Leia também: EXCLUSIVO CNBC: Maersk vê custo extra de US$ 500 milhões por mês com guerra no Irã

      Com uma demanda forte, essa mudança pode criar um ambiente mais favorável para o transporte global no próximo ano, segundo o executivo.

      IA e transição energética mudam cargas

      Outra transformação identificada pela Maersk está no tipo de mercadoria transportada nos contêineres. Parte importante da força atual do comércio vem das exportações chinesas, mas Clerc observa que o crescimento não está concentrado apenas nos tradicionais bens de consumo.

      “Grande parte ou a maior parte da força que observamos neste mercado deve-se às exportações chinesas e não tanto em bens de consumo, mas mais em bens de infraestrutura”, apontou.

      Entre essas cargas estão produtos relacionados à eletrificação, transição energética, centros de dados e grandes projetos de infraestrutura necessários para atender ao aumento da demanda mundial por energia.

      Leia também: Ações da Maersk caem após CEO alertar que guerra com Irã terá impacto maior nos próximos meses

      “Conforme isso se desenrola, acredito que também estamos observando o conteúdo dos contêineres mudar gradualmente de bens de consumo para mais infraestrutura, o que é mais resiliente ao ciclo econômico”, explicou Clerc.

      Para o executivo, essa transformação representa uma notícia positiva para a Maersk e para o setor de transportes.

      Baixo nível do Reno reforça alerta

      As condições do Rio Reno, uma das principais artérias logísticas da Europa, exemplificam os desafios que devem exigir novos investimentos. Clerc afirmou que períodos de níveis insuficientes de água têm se tornado mais frequentes em meio às mudanças climáticas.

      “É muito pouco provável que o rio Reno, caso não tomemos nenhuma atitude, possa continuar a ser a artéria de transporte que tem sido nas últimas décadas”, alertou.

      Segundo ele, será necessário administrar os níveis de água de maneira diferente ou criar alternativas ferroviárias e rodoviárias capazes de absorver as cargas.

      Leia também: Maersk diz que navio atravessou o Estreito de Ormuz sob proteção militar dos EUA

      As limitações já provocam aumento do tempo de permanência dos contêineres nos terminais. “É muito difícil encontrar maneiras de levar os contêineres ao seu destino final. Isso impulsiona as dinâmicas que vocês veem hoje”, explicou.

      Para Clerc, a resposta exigirá investimentos tanto nos terminais quanto nas conexões terrestres. “Nós vamos precisar de investimentos em capacidade de terminais e também no interior para lidar com o nível de comércio que estamos vendo agora”, frisou.

      “A resiliência da economia é um bom indicador de que não há tempo a perder”, concluiu.

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      EUA planejam ataques contra narcotraficantes na América Latina: “Onde quer que trafiquem drogas”

      13 de Agosto de 2026, 20:58
      Pete Hegseth, secretário de Guerra dos EUA, no Panamá. Foto: Aris Martinez/REUTERS

      Os Estados Unidos planejam ampliar para operações em terra a campanha militar contra organizações do narcotráfico na América Latina. A estratégia prevê ações contra grupos considerados ameaças aos EUA e a países aliados, em uma expansão da ofensiva que já ocorre contra supostas embarcações usadas para o tráfico de drogas no Caribe e no Pacífico Oriental.

      A informação foi dada pelo secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, durante uma visita ao Panamá. Segundo ele, Washington pretende levar para o território continental da América Latina a mesma capacidade operacional empregada nos ataques contra as chamadas “narcolanchas”.

      “Onde quer que trafiquem drogas ou ameacem o povo americano ou nossos parceiros, essas organizações são um alvo, assim como o Estado Islâmico ou a Al Qaeda”, afirmou Hegseth.

      Vestindo uma camiseta verde-oliva e cercado por militares, o chefe do Pentágono disse que os Estados Unidos trabalham com países aliados para realizar operações terrestres contra organizações que Washington classifica como organizações terroristas designadas.

      Hegseth citou especificamente Equador e Colômbia como parceiros nos preparativos para levar a ofensiva aos territórios onde atuam grupos do narcotráfico.

      EUA querem repetir ataques realizados no Caribe e no Pacífico

      De acordo com o secretário de Defesa, os EUA esperam, no curto prazo, desenvolver com os países aliados uma “capacidade operacional” semelhante à utilizada nos ataques contra embarcações suspeitas de transportar drogas.

      “Será o mesmo efeito em terra”, afirmou Hegseth. “Por isso estamos trabalhando com Equador, Colômbia e outros parceiros para levar a luta às DTO [organizações designadas terroristas] em terra.”

      A campanha militar americana contra supostas embarcações do narcotráfico começou em setembro de 2025 e, segundo os dados apresentados na reportagem, já deixou ao menos 215 mortos em ataques realizados no Caribe e no Pacífico Oriental.

      As operações provocaram críticas de juristas e organizações de direitos humanos, que questionam a legalidade dos ataques e afirmam que alguns deles podem configurar execuções extrajudiciais.

      Hegseth, porém, defendeu abertamente a estratégia letal.

      “Não vamos submetê-los a um processo judicial, onde sabemos que serão liberados. Vamos destruir estas redes com todas as capacidades do governo americano.”

      Out with our warriors at the Jungle Operations Training Center in Panama.

      No environment is too harsh, no terrain too tough. Incredibly proud of these lethal joint and partner forces. pic.twitter.com/cJHqoepLY9

      — Secretary of War Pete Hegseth (@SecWar) August 13, 2026

      Aliança de 19 países contra os cartéis

      Os planos fazem parte da Coalizão Anticartéis das Américas, uma aliança liderada pelo governo de Donald Trump que reúne 19 países.

      Entre os participantes estão Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Honduras e Peru. O México, apesar de abrigar alguns dos grupos criminosos mais poderosos da região, não integra a coalizão.

      Durante sua passagem pelo Panamá, Hegseth participou de exercícios militares realizados anualmente no país com a participação de cerca de 20 nações.

      O secretário afirmou que a ofensiva poderá alcançar qualquer lugar onde organizações de tráfico de drogas estejam operando.

      Entre os grupos e atividades mencionados por Hegseth estão redes de tráfico de cocaína, o comércio de fentanil no México e remanescentes de guerrilhas colombianas.

      A declaração representa uma ampliação significativa da atuação militar americana contra o narcotráfico na América Latina e abre a possibilidade de operações terrestres dos EUA e de seus aliados contra grupos classificados por Washington como organizações terroristas.

      Auditores militares relatam ao TCU pressão para ‘suavizar’ auditorias no Exército

      13 de Agosto de 2026, 20:58
      Por Cleber Lourenço Militares que atuam no sistema de controle interno das Forças Armadas relataram ao Tribunal de Contas da União (TCU) ter sofrido pressão para alterar, retirar ou suavizar achados de auditorias. Os relatos mais contundentes partiram de integrantes do Exército e incluem referências a “orientações estilo ‘deixa disso’” quando os trabalhos apontavam para […]

      TST define novo critério para decidir qual Justiça que julga saque do FGTS

      13 de Agosto de 2026, 20:50
      fgts
      O Tribunal Superior do Trabalho (TST) alterou a regra que define qual ramo da Justiça deve julgar ações sobre saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pela nova orientação, o motivo pelo qual o trabalhador busca retirar o dinheiro passa a determinar o caminho processual do pedido. Pedidos ligados ao fim ou […]

      Durigan diz que lei do combustível deve poupar R$ 10 bi em 2027

      13 de Agosto de 2026, 20:49
      durigan, ministro da fazenda
      O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que os mecanismos de contenção incluídos na lei que autoriza o governo a usar receita extra da venda de petróleo para reduzir impostos sobre combustíveis devem cortar cerca de R$ 10 bilhões das despesas obrigatórias em 2027. O projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional nesta quarta-feira (12). Segundo […]

      Grupo Mateus eleva margem Ebitda e lucra R$ 237 milhões no 2º trimestre

      13 de Agosto de 2026, 20:30

      O Grupo Mateus registrou lucro líquido de R$ 237 milhões no segundo trimestre de 2026, crescimento de 11,2% em relação aos três primeiros meses do ano. A margem líquida ficou em 2,4%, segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (13).

      A receita líquida consolidada somou R$ 9,9 bilhões, avanço de 4,8% na comparação com o primeiro trimestre. No acumulado dos seis primeiros meses do ano, o indicador chegou a R$ 19,3 bilhões.

      Segundo a companhia, o desempenho no semestre foi impulsionado pela consolidação do Novo Atacarejo, pela abertura de 25 lojas nos últimos 12 meses e pelo crescimento das vendas nas operações de atacado B2B e Eletro.

      Leia também: Nubank supera US$ 1 bilhão de lucro pela primeira vez e amplia receita, clientes e crédito

      Margem Ebitda sobe para 6,9%

      O Ebitda pós-IFRS 16 atingiu R$ 681,6 milhões entre abril e junho, alta de 25,5% frente ao primeiro trimestre de 2026.

      Com o avanço do resultado operacional, a margem Ebitda passou para 6,9%, expansão de 1,1 ponto percentual na comparação trimestral.

      A melhora da rentabilidade foi acompanhada pela redução das despesas operacionais, que recuaram 1,3% ante os três primeiros meses do ano. As despesas passaram a representar 16,4% da receita líquida, queda de 1 ponto percentual.

      Leia também: Lenovo tem receita recorde de US$ 26,9 bilhões com avanço de IA

      Grupo chega a 234 lojas

      A expansão da rede continuou no segundo trimestre, com a inauguração de seis lojas de varejo alimentar. Ao final de junho, o Grupo Mateus possuía 234 unidades em operação.

      A empresa também entrou em um novo segmento com a abertura da primeira unidade da Mix Toureiro Farma, marcando sua estreia no mercado farmacêutico. Segundo o grupo, a iniciativa faz parte da estratégia de diversificação dos formatos de operação.

      Desde a realização de sua oferta pública inicial de ações (IPO), a companhia afirma ter gerado mais de 40 mil empregos.

      Leia também: Maersk eleva projeções para 2026 com melhora dos resultados e do cenário operacional

      Integração do Novo Atacarejo avança

      No trimestre, o Grupo Mateus também deu continuidade à integração das operações do Novo Atacarejo, concluindo a unificação das bandeiras em Pernambuco, Paraíba e Alagoas.

      A estratégia busca fortalecer a marca Novo Atacarejo no Nordeste, além de simplificar a proposta comercial e ampliar a captura de sinergias e os ganhos de eficiência operacional.

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      Bill Gates’ daughter intentionally rigged shopping app commissions – Bloomberg

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 20:26

      Internal messages show Phoebe Gates knew her startup Phia was using a ‘cookie-stuffing’ scheme to generate profit, according to the outlet

      Microsoft co-founder Bill Gates’ daughter Phoebe has been accused of knowingly using a “cookie stuffing” scheme at her shopping startup that allowed the company to collect commissions for sales it did not actually generate, according to Bloomberg.

      Phia, co-founded by Gates and fellow Stanford graduate Sophia Kianni, markets itself as a digital shopping assistant that finds cheaper products and discount codes. Despite Gates trying to distance herself from the “nepo baby” label and present the venture as independent of her billionaire father, it immediately attracted tens of millions of dollars from prominent Silicon Valley and celebrity investors during its first funding round and was actively promoted by Bill Gates.

      The controversy around the company first erupted last month, when Bloomberg reported that Phia’s browser extension was automatically inserting affiliate tracking “cookies” into online purchases, allowing it to claim commissions even when shoppers had not used its coupons or links.

      The practice, known as “cookie stuffing,” can constitute federal wire fraud, which carries a maximum prison sentence of 20 years.

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      Microsoft Co-Founder Bill Gates.
      Bill Gates claims Epstein tried to blackmail him

      Phia responded to the initial report by saying it had only discovered the problem within the previous 24 hours and described it as a software issue that was quickly fixed.

      However, Bloomberg reported on Tuesday that internal Slack messages and source code show Gates and Kianni had known about the practice for months.

      In one December exchange, Gates reportedly asked developers to ensure automatic cookie drops were working across retailers so Phia could monetize “every transaction.” Kianni later told engineers that “whatever we can do to keep these cookies dropping will be amazing.”

      After the features were disabled in July, average daily revenue reportedly fell from about $80,000 to between $10,000 and $28,000. Phia claims part of the decline came from suspending other monetization tools and says it has begun reversing improperly attributed commissions while hiring a compliance chief.

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      Indian billionaire Gautam Adani attends an awards function in Jaipur, Rajasthan, on November 30, 2024.
      US court drops criminal case against Indian billionaire

      The controversy comes amid continued scrutiny of Bill Gates over his relationship with convicted sex offender Jeffrey Epstein. The Microsoft co-founder featured prominently in recently released Epstein files, which contained allegations concerning extramarital encounters, requests for medication to treat a purported sexually transmitted infection, and discussions with Epstein about global health initiatives and a proposed pandemic simulation.

      Gates has denied involvement in Epstein’s crimes and told Congress this year that the financier had tried to blackmail him over his extramarital affairs. He has called his association with Epstein a serious mistake.

      Brasil inicia processo de reciprocidade contra tarifaço dos EUA e pede consultas

      13 de Agosto de 2026, 20:16
      Lula
      Por Jamil Chade e Schirlei Alves O governo brasileiro deu início nesta quinta-feira (13) ao processo de reciprocidade contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros e notificou o governo de Donald Trump para solicitar consultas diplomáticas. A medida abre o rito previsto na Lei da Reciprocidade Econômica, mas não significa que o […]

      Datafolha aponta Ciro Gomes com 52% no Ceará, 19 pontos à frente de Elmano

      13 de Agosto de 2026, 20:15
      Elmano de Freitas Ciro Gomes
      Os candidatos ao governo do Ceará, Elmano de Freitas (PT) e Ciro Gomes (PSDB). Foto: Fco Fontenele/O POVO/Eduardo Anizelli/Folhapress

      Ciro Gomes (PSDB) lidera a disputa pelo Governo do Ceará com 52% das intenções de voto, contra 33% do governador Elmano de Freitas (PT), que busca a reeleição, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (13). A vantagem do ex-governador é de 19 pontos percentuais no cenário estimulado, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores.

      Pedro Brito (Novo), Delegado Huggo (Missão) e Danilo Soares (Democrata) marcaram 1% cada. Serley Leal (UP) e Zé Batista (PSTU) não pontuaram; brancos, nulos ou nenhum somaram 7%, e 4% não souberam responder. Pedro Brito deixou a disputa após o registro do levantamento, e o Novo lançou Vera Lúcia como candidata ao governo.

      Na pesquisa espontânea, Ciro foi citado por 28% dos entrevistados e Elmano por 20%, enquanto 43% disseram não saber em quem votar. Camilo Santana (PT), que não é candidato, apareceu com 2%. O dado mostra que os dois principais nomes já concentram as lembranças do eleitorado, mas que a corrida ainda tem espaço para disputa.

      Em uma simulação de segundo turno, Ciro venceu Elmano por 55% a 37%. Brancos e nulos foram 5%, e 3% não souberam responder. A pesquisa ouviu 1.022 eleitores em 51 municípios cearenses entre segunda-feira (10) e quarta (12), tem margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

      O levantamento também aponta maior rejeição a Elmano: 35% disseram que não votariam no petista de jeito nenhum. Ciro foi rejeitado por 21%. Delegado Huggo marcou 19%, Zé Batista, 18%, Pedro Brito, 17%, Danilo Soares, 15%, e Serley Leal, 11%.

      Mendonça diz ao ICL que não negocia condições de delação com advogados de Vorcaro

      13 de Agosto de 2026, 20:10
      André Mendonça e Daniel Vorcaro
      Por Cleber Lourenço O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ao ICL Notícias que não negocia condições para acordos de colaboração premiada com advogados. A manifestação ocorre após Daniel Bialski, novo advogado do banqueiro Daniel Vorcaro, pedir uma audiência com o relator das investigações sobre o Banco Master na Corte. Procurado pelo […]

      Brasil adota reciprocidade contra EUA

      13 de Agosto de 2026, 19:59

      Leia a nota oficial do Governo federal informando que abriu processo de reciprocidade contra o tarifaço dos EUA

      Nota à imprensa sobre a abertura de processo de reciprocidade relativo às tarifas impostas pelos Estados Unidos

      O governo brasileiro informa que deu início a análise de pleito ordinário de enquadramento, sob a Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), das medidas unilaterais adotadas pelo governo dos Estados Unidos da América no âmbito da Seção 301 da Lei de Comércio daquele país. 

      Nesta data, 13/08/2026, seguindo o rito previsto no Decreto nº 12.551, de 2025, a Secretaria-Executiva da Camex compartilhou o pleito com os demais membros do ComitêExecutivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex).

      Em cumprimento ao artigo 16 do referido Decreto, o Ministério das Relações Exteriores está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas. O processo de análise do pleito de reciprocidade seguirá os ritos previstos no Capítulo V do Decreto.

      As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais.

      Ao longo do último ano, o governo brasileiro atuou consistentemente junto ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) pelo encerramento das investigações baseadas na Seção 301, e apresentou evidências que refutam cada uma das alegações sobre supostas práticas desleais de comércio do Brasil.

      lei-da-reciprocidade-autoriza-adocao-de-medidas-comerciais-em-razao-de-praticas-estrangeiras-que-impactem-negativamente-a-competitividade-brasileira-foto-ricardo-stuckert-pr-tvt-news
      Lei da Reciprocidade autoriza adoção de medidas comerciais em razão de práticas estrangeiras que impactem negativamente a competitividade brasileira. Foto: Youtube Gov BR/Reprodução. Foto: Ricardo Stuckert/PR

      As tarifas norte-americanas são injustificadas e arbitrárias, e o Brasil continuará defendendo sua posição em todas as instâncias cabíveis.

      O governo do Brasil seguirá atuando para reduzir os danos causados pelas tarifas dos Estados Unidos à economia e à renda dos brasileiros.

      Continuaremos a defender o multilateralismo e a reforma da Organização Mundial de Comércio (OMC), e seguiremos trabalhando pela diversificação de parcerias comerciais e abertura de novos mercados para nossos produtos.

      Manteremos medidas de proteção aos setores afetados pelas tarifas por meio do Plano Brasil Soberano, preservando empregos e a capacidade produtiva nacional. 

      Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República

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      De Lula a Silvio Santos: relembre casos de filiações partidárias sem autorização

      13 de Agosto de 2026, 19:57
      Lula e Silvio Santos
      Por Cleber Lourenço A aparição de Flávio Bolsonaro como filiado ao Missão sem reconhecer a mudança de partido não é um episódio isolado na história da Justiça Eleitoral. O senador entrou para uma lista que já teve Lula registrado no PL, Nikolas Ferreira apontado como integrante do PT e até Silvio Santos vinculado ao partido […]

      VÍDEO: Ritchie Blackmore se junta ao Deep Purple após 33 anos e toca “Smoke on the Water”

      13 de Agosto de 2026, 19:51
      Ritchie Blackmore
      O lendário guitarrista Ritchie Blackmore. Foto: Divulgação/The Music Journal

      Os fãs de rock tiveram uma surpresa histórica na noite desta quarta-feira (12). Ritchie Blackmore, fundador do Deep Purple e um dos maiores guitarristas da história, voltou a dividir o palco com o grupo pela primeira vez em 33 anos.

      Blackmore participou do show realizado no Jones Beach Theater, em Wantagh, no estado de Nova York, e tocou o clássico “Smoke on the Water”, lançado originalmente em 1972 no disco Machine Head.

      Blackmore ao estava dedicado à música renascentista e ao violão. Nos vídeos nas redes, o guitarrista contou que estava ao lado dos antigos companheiros pela primeira vez desde sua saída da banda, em 1993.

      “Na verdade, não toco rock há 25 anos. Vai ser bom rever os velhos amigos”, afirmou. O músico ainda brincou sobre a idade dos integrantes e admitiu estar nervoso com a apresentação.

      Richie Blackmore makes his first appearance with Deep Purple in 33 years.

      Incredible. pic.twitter.com/yb7tCixggn

      — Game Hunter (@MrGameHunter) August 13, 2026

      Ian Gillan revela como aconteceu o reencontro

      Depois da participação de Blackmore, o vocalista Ian Gillan explicou ao público como a reunião aconteceu. Segundo ele, o próprio guitarrista tomou a iniciativa de procurar a banda.

      “Há alguns dias, recebi uma mensagem de um morador local dizendo: ‘Moro aqui perto. Vocês se importariam se eu fosse tocar com vocês?’”, contou Gillan à plateia.

      O momento foi especialmente simbólico porque Gillan e Blackmore estavam rompidos.

      Ele nem sequer participou da cerimônia no Rock & Roll Hall of Fame, em 2016.

      Na turnê do álbum “The Battle Rages On” (1993), Blackmore agrediu o cantor em pleno palco. E tudo durante um show que estava sendo gravado.

      Como dizia Nelson Ned, tudo passa, tudo passará.

      Moro se irrita com bloqueio e pede retirada de carretas tombadas em “outro horário”

      13 de Agosto de 2026, 19:50
      Moro
      O candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro (PL). Foto: Reprodução

      O senador Sergio Moro (PL-PR) virou alvo de ironias nesta quinta-feira (13) depois de sugerir que a retirada de carretas que, segundo ele, estavam tombadas na BR-277 poderia ser realizada em outro horário. A declaração foi gravada enquanto o parlamentar estava parado na praça de pedágio de São Luiz do Purunã, no Paraná.

      No vídeo publicado na quarta-feira (12), Moro afirmou que o trânsito estava interrompido havia mais de 40 minutos e reclamou da falta de informações aos motoristas. O senador disse que carretas tombadas aparentemente estavam sendo retiradas da pista.

      “Poderiam fazer talvez em outro horário. Poderiam manter uma via desobstruída ou passagem alternativa”, declarou. Moro também afirmou que o congestionamento era quilométrico e encerrou a gravação com uma provocação a adversários políticos, dizendo não dispor de dinheiro para viajar de helicóptero.

      Posto de pedágio em São Luiz do Purunã, no Paraná, tudo parado há mais de 40 minutos.

      Sem informação adequada. Aparentemente, carretas tombadas sendo retiradas da pista. Poderiam fazer talvez em outro horário. Poderiam manter uma via desobstruída ou passagem alternativa.

      Muita… pic.twitter.com/nuuTeYkRkR

      — Sergio Moro (@SF_Moro) August 12, 2026

      A praça de São Luiz do Purunã fica no km 140 da BR-277, no município de Balsa Nova, e faz parte do trecho administrado pela Via Araucária.

      Depois de reclamar da falta de informação, sugerir a liberação de uma faixa e dizer que não tinha dinheiro para viajar de helicóptero, Moro ofereceu sua contribuição à engenharia de tráfego: a retirada das carretas poderia ficar para outro horário.

      Internautas sugeriram, em tom de piada, a criação do “Agendamento Nacional de Acidentes e Destombamentos (ANAD)” para ironizar Moro, que tratou uma situação de urgência como se ela pudesse esperar um momento mais conveniente.

      Prefeitura de Porto Alegre perde R$ 1 milhão de convênio com o MinC para oficinas musicais em escolas

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 19:49

      A Prefeitura de Porto Alegre perdeu R$ 1 milhão em recursos de convênio com o Ministério da Cultura para realizar oficinas de música em escolas. O Ministério da Cultura desabilitou a Capital de executar o projeto, que seria voltado a estudantes de comunidades vulneráveis.

      Pelo convênio com o governo federal, a Prefeitura teria acesso a repasse de R$ 1 milhão para a realização do projeto. No entanto, conforme a pasta, não houve comprovação de contratações para produzir o evento, assim como a contrapartida orçamentária, de R$ 10 mil.

      A desabilitação foi publicada no Diário Oficial da União dessa quarta-feira (12). Por meio de nota, a Secretaria Municipal da Cultura informou que desde o recebimento do montante, em 21 de março de 2023 adotou “as providências cabíveis para dar andamento à proposta, observando as exigências aplicáveis à Administração Pública”. “Porém, identificou-se uma dificuldade objetiva: o Plano de Trabalho aprovado originalmente apresentava exigências que não poderiam ser executadas diretamente pela SMC, especialmente as relacionadas ao fornecimento de lanche, transporte e Cartão TRI aos estudantes participantes das oficinas”.

      Ainda conforme a Secretaria, em maio desse ano a gestão municipal formalizou o pedido de alteração do plano de trabalho do projeto, solicitando que a execução da iniciativa pudesse ser em parceria com uma Organização da Sociedade Civil (OSC), que assumiria a operação do projeto.

      “O pedido, no entanto, foi indeferido pelo Governo Federal cerca de um mês e meio após a solicitação, sob o entendimento de que a alteração não se enquadrava na proposta aprovada para a emenda. Portanto, a não realização das oficinas não decorreu de falta de interesse ou de omissão por parte da Secretaria Municipal da Cultura. O processo foi impactado, sucessivamente, pelo tempo de tramitação administrativa e assinatura do contrato, pela implantação do novo sistema orçamentário e financeiro, pelos efeitos das enchentes de 2024, pela demora na atualização do prazo no sistema federal e, por fim, pela incompatibilidade entre o Plano de Trabalho original e as condições efetivas de execução pela Secretaria Municipal da Cultura”, explica a Secretaria da Cultura por meio de nota.

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      Vorcaro corre para tentar 3ª delação antes de PF fechar primeiro inquérito do Master

      13 de Agosto de 2026, 19:39
      Por Cleber Lourenço Daniel Vorcaro entrou numa corrida contra o relógio para tentar emplacar uma terceira proposta de delação premiada antes de a Polícia Federal fechar o primeiro grande inquérito sobre as fraudes envolvendo o Banco Master e o BRB. A PF trabalha com a previsão de concluir a investigação até o fim de agosto, […]

      Sessões de cinema na Cinemateca Capitólio estão suspensas até domingo (16)

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 19:05

      As sessões de cinema da Cinemateca Capitólio, no Centro Histórico, estão suspensas até pelo menos domingo (16). O motivo são problemas elétricos na cabine de projeção. A Coordenação de Cinema e Audiovisual da Secretaria Municipal da Cultura informa que uma equipe de engenharia da Prefeitura está revisando a parte elétrica do local e trabalhando, em caráter emergencial, para solucionar o problema o mais rápido possível.

      Com isto, todas as exibições de filmes programadas para os próximos cinco dias foram canceladas. São elas: Futuro Futuro; Mostra As Mulheres de Altman: James Dean, o Mito Sobrevive; e Os Ruminantes.

      A apresentação do Quinteto Persch, no sábado, 15, às 11h, está mantida porque não depende de projeção, utilizando a própria acústica da sala.

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      Leica kicked out Russian photographer from shortlist after Ukrainian complaints

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 19:03

      Valery Melnikov says his Mariupol series was pulled after complaints over his past work for RIA Novosti

      German camera maker Leica has excluded a Russian photographer from its prestigious Oskar Barnack Award (LOBA) following Ukrainian criticism over his links to the Russian RIA Novosti news agency.

      Valery Melnikov, a three-time World Press Photo winner, said in a social media post this week that his long-term series, ‘Mariupol. Open Wounds,’ had initially been selected by the Leica jury for the 2026 shortlist before being dropped.

      The project, which Melnikov has worked on since 2022, documents civilians living in the Black Sea port city of Mariupol, in the Donetsk People’s Republic (DPR). The city was liberated by Russian forces in May 2022 following an 85-day battle that left much of it in ruins. The DPR, along with Lugansk, Kherson and Zaporozhye Regions, voted to join Russia in referendums later that year. 

      Leica had initially described the series as focusing on residents who “suffer the unbearable humanitarian consequences of the war.”

      Melnikov said the complaints came from “either photographers or bloggers from a neighboring country” who described him as a “Kremlin-media-linked photographer.”

      Ukrainian photographer Sergey Korovainiy, who has covered the conflict, had publicly criticized Leica’s decision to shortlist Melnikov, according to media reports.

      According to Melnikov, Leica representatives told him that some of the photographs in the project had been taken while he was working for RIA Novosti. He stressed that his employment history had always been public, adding that the competition rules contained no restrictions on such circumstances.

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      FILE PHOTO: Valery Gergiev.
      Star Russian conductor’s concert in Italy canceled

      Melnikov also stated that shortly before his project was removed, a vice president from Leica AG suggested that he personally request the withdrawal of the project while mentioning the potential for future collaboration. The photographer said he refused and that the executive declined his request to put the proposal in writing.

      Leica has not publicly addressed Melnikov’s account of the conversation.

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      Croatian cellist Stjepan Hauser.
      Croatian cellist banned from EU state over Russian folk song – media

      The photographer also stressed that the series is a personal project produced not in the interests of “corporations or states, but for ordinary people and for history.”

      Since the escalation of the Ukraine conflict in 2022, several EU member states have seen discrimination against performers from other nations perceived to have sympathy for Russia. Moscow has denounced such measures as “Russophobic censorship,” warning that attempts to “cancel” Russian culture will ultimately fail.

      Melnikov, a 2015 LOBA finalist, has covered global conflicts, including in Syria, Afghanistan, and Mali. The winners of the 2026 award are due to be announced on October 8 in Wetzlar, Germany.

      MP-SP abre inquérito para investigar patrocínio da Fatal Fans ao Corinthians

      13 de Agosto de 2026, 18:45
      O Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP) instaurou um inquérito civil para investigar a parceria comercial entre o Sport Club Corinthians Paulista e a Fatal Fans, plataforma de conteúdo adulto por assinatura operada pela FF Tecnologia Ltda., empresa integrante do grupo Atlas Technologies. A investigação foi aberta após uma representação apresentada, em 17 […]

      Mais de 5 milhões de brasileiros estão impedidos de apostar em bets

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 18:45

      Da Agência Brasil

      Mais de cinco milhões de brasileiros estão impedidos de fazer apostas em plataformas online, as chamadas bets, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan, nesta quarta-feira (12).

      Cerca de 1,2 milhão de pessoas já haviam optado voluntariamente pela autoexclusão, por meio da plataforma que permite ao usuário bloquear o próprio acesso a esses sites.

      Além disso, também são contabilizadas outras 800 mil pessoas que aderiram a nova rodada do Desenrola, iniciativa de renegociação de dívidas. Pelas regras do governo, elas ficam impedidas de realizar apostas online por seis meses.

      Outras 3 milhões de pessoas são as inscritas no Bolsa Família ou que recebem o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

      “A gente chega nesse total de mais de 5 milhões de pessoas impedidas, obstaculizadas, excluídas do jogo no Brasil, nesse compromisso de tratar as bets como cigarro, no desincentivo ao jogo no país”, disse Durigan.

      O ministro também informou que duas operações foram deflagradas nesta quarta-feira com apoio da Secretaria de Prêmios e Apostas. Uma delas envolve uma empresa que atuava de forma ilegal. A outra mira uma empresa que havia chegado a obter autorização do Ministério da Fazenda, mas teve a atuação suspensa por medida cautelar durante um processo de fiscalização.

      Segundo Durigan, as ações contam com compartilhamento de informações entre órgãos públicos e autoridades policiais e envolvem investigações relacionadas a crimes como lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

       

      O Ministério da Fazenda também começou a divulgar documentos que embasaram os processos de autorização das empresas de apostas que pretendem operar legalmente no Brasil. Na primeira etapa, foram disponibilizados documentos referentes a 80 das 85 empresas que passaram pelo processo de habilitação na Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA). São mais de 2 mil páginas de documentos.

      Entre os materiais divulgados estão pareceres técnicos sobre a habilitação jurídica das empresas, a idoneidade de controladores e administradores, a origem dos recursos e os mecanismos de prevenção à lavagem de dinheiro. Também foram disponibilizados pareceres sobre o pagamento da outorga e relatórios finais de análise.

      Segundo o material divulgado pelo Ministério da Fazenda, a publicação permite que o público tenha acesso às análises técnicas que fundamentaram cada autorização.

      A divulgação será gradual, com novas informações sendo disponibilizadas conforme os documentos possam ser publicados, sem comprometer dados pessoais ou informações protegidas por sigilo. O processo faz parte do esforço, segundo o ministério, de ampliar a transparência e o controle sobre o setor de apostas online.

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      Instagram muda visual pela 1ª vez em dez anos; veja o que mudou

      13 de Agosto de 2026, 18:28
      O Instagram anunciou a primeira grande renovação de sua identidade visual em uma década, com mudanças na tipografia, nas cores, nas animações e em outros elementos gráficos da marca. O anúncio foi feito por Adam Mosseri, diretor da plataforma da Meta. A última atualização desse porte havia ocorrido em 2016, quando o aplicativo trocou o […]

      Train Derails Near Town of Lewes in East Sussex, U.K.

      13 de Agosto de 2026, 18:22
      Emergency services said they were working at the scene of a derailment near Lewes, in East Sussex, on Thursday. Eighteen other people were less badly hurt.

      Russian athletes dominate women’s all-around at European Gymnastics Championship

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 18:17

      Angelina Melnikova emerged victorious, while Anna Kalmykova claimed the second place in the competition underway in Croatia

      Two Russian athletes won the first and the second places in the women’s all-around on the first day of the European Gymnastics Championship underway in Croatia.

      World champion Angelina Melnikova scored the gold medal, while her teammate Anna Kalmykova received the silver. Another Russian athlete, Liudmila Roschina, narrowly missed the podium to French newcomer Elena Colas, who is now in her first senior year.

      The participation of the Russian team was marred by hostile actions of Zagreb, which initially refused to provide visas to nine members of the country’s delegation, including both of the medal winners, a coach, and the team’s physician. Russian diplomats managed to secure visas for four of the affected athletes, while others remained barred from entering the country.

      Apart from the visa troubles, the host country also refused to allow Russian athletes to compete under their national flag. 

      The European Gymnastics association reinstated Russian athletes at competitions earlier this year, enabling them to perform under the national flag, following the ruling of the World Gymnastics federation.

      Still, for the events for which hosting rights were awarded before July 28 this year, the Russian teams can be barred from displaying the country’s flag and other symbols at the host’s decision.

      Confira quando sai a nova pesquisa Quaest para presidente

      13 de Agosto de 2026, 18:11

      A nova pesquisa Quaest sobre a corrida presidencial de 2026 será divulgada nesta sexta-feira (14), com números atualizados do primeiro e segundo turnos, além de perguntas sobre inteligência artificial, rejeição e interferência estrangeira na eleição.

      A pesquisa, encomendado pelo Grupo Globo, ouviu 2.004 eleitores em entrevistas presenciais entre segunda (10) e quinta-feira (13), com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no TSE tem o número BR-06773/2026.

      O que a nova pesquisa Quaest de 14 de agosto vai medir

      Além da intenção de voto para presidente da República, o questionário da pesquisa Quaest traz perguntas sobre:

      • Inteligência artificial – como os eleitores percebem o uso de IA nas campanhas eleitorais;
      • Rejeição aos candidatos – quais nomes os eleitores conhecem e em quais não votariam de maneira alguma;
      • Interferência estrangeira – se governos de outros países tentam influenciar o processo eleitoral brasileiro;
      • Sentimentos em relação aos candidatos ;
      • Percepção sobre economia, emprego e preços dos alimentos;
      • Quem o eleitor acredita que vencerá a eleição, independentemente da intenção de voto.

      A pesquisa Quaest testa 13 nomes no primeiro turno e quatro simulações de segundo turno: Lula x Flávio Bolsonaro, Lula x Renan Santos, Lula x Romeu Zema e Lula x Ronaldo Caiado. Esta é a última pesquisa antes do início da propaganda eleitoral, que começa no domingo (16).

      Quais os números da última pesquisa Quaest de 5 de agosto

      • 1º turno: Lula (PT) lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 30%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) aparecem com 4% cada, e Romeu Zema (Novo) tem 2%.

      chart visualization

      • 2º turno (Lula x Flávio Bolsonaro): Lula tem 44% contra 39% de Flávio — vantagem de cinco pontos.
      • Aprovação do governo e do presidente Lula: 48% aprovam o governo, 47% desaprovam e 5% não responderam. A avaliação positiva do governo é de 36%, negativa de 36% e regular de 26%.

      chart visualization

      A série histórica da pesquisa Quaest para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, desde maio de 2026, é a seguinte:

      • Maio de 2026: Lula com 42% e Flávio Bolsonaro com 41%.
      • Junho de 2026: Lula com 44% e Flávio Bolsonaro com 38%.
      • Julho de 2026: Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 37%.
      • Agosto de 2026: Lula com 44% e Flávio Bolsonaro com 39%.

      Esta série mostra a vantagem de Lula oscilando: de 1 ponto em maio (empate técnico), para 6 em junho, 8 em julho, e recuando para 5 pontos em agosto.

      Leia também:

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      Receita Federal apura crimes de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro em exploração de bets

      13 de Agosto de 2026, 17:53

      A Receita Federal, por meio do Escritório de Pesquisa e Investigação na 4ª Região Fiscal e da Equipe de Fiscalização de Combate às Fraudes Estruturadas, participa, em conjunto com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal, da Operação Arena, destinada a apurar a atuação de grupo empresarial investigado por supostos crimes de sonegação fiscal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Saiba mais na TVT News.

      A ação decorre de investigação que identificou indícios de utilização de uma estrutura societária e financeira, mantida no Brasil e no exterior, com o objetivo de conferir aparência de legalidade a operações relacionadas à exploração de apostas de quota fixa e jogos de azar e bets. Segundo os elementos apurados, a estrutura teria sido utilizada para simular a condução das atividades a partir do exterior, enquanto a gestão operacional, administrativa e decisória ocorreria, em tese, em território nacional.

      Por determinação judicial, foram autorizados 17 mandados de busca e apreensão em 14 locais, nos estados da Paraíba, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. A decisão também prevê a apreensão de bens e valores até o limite aproximado de R$ 1 bilhão, montante relacionado às estimativas de valores supostamente envolvidos nos crimes investigados.

      A Receita Federal participa da operação com 40 auditores-fiscais e analistas-tributários, atuando na identificação e coleta de elementos destinados à apuração de infrações tributárias, penais e administrativas relacionadas às pessoas físicas e jurídicas investigadas.

      INVESTIGAÇÃO – As investigações apontam que empresas constituídas no exterior teriam sido utilizadas para justificar elevadas remessas internacionais de recursos, embora os elementos reunidos indiquem, em tese, a inexistência de atividades econômicas compatíveis com os valores movimentados.

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      De acordo com os indícios apurados, o grupo teria empregado mecanismos sofisticados envolvendo empresas nacionais e estrangeiras, instituições de pagamento, operações de câmbio, ativos digitais e outras estruturas financeiras, com o propósito de dificultar a identificação da origem e da destinação dos recursos.

      A investigação também identificou possíveis indícios de omissão de rendimentos e de utilização de estruturas empresariais destinadas a reduzir ou evitar, de forma irregular, a tributação incidente sobre as atividades desenvolvidas.

      Embora a exploração de apostas de quota fixa tenha passado por recente processo de regulamentação no Brasil, os elementos reunidos indicam que atividades relacionadas ao setor já vinham sendo exercidas anteriormente, com indícios de utilização de mecanismos destinados a ocultar operações, receitas e beneficiários finais.

      ATUAÇÃO – A Receita Federal passou a integrar a investigação em 2025, contribuindo com análises relacionadas à identificação de fraudes estruturadas, planejamento tributário abusivo, evasão de divisas e possíveis esquemas de lavagem de dinheiro.

      Os elementos arrecadados durante o cumprimento dos mandados serão analisados para subsidiar futuras ações fiscais, incluindo a constituição dos créditos tributários eventualmente devidos e o compartilhamento de informações com os órgãos competentes.

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      Palestinian families besieged by Israeli ‘terrorists’ – US envoy (VIDEO)

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 17:38

      Mike Huckabee has condemned a days-long blockade of several homes in the West Bank, including one owned by a dual US citizen

      US Ambassador to Israel Mike Huckabee has branded Israeli settlers besieging three Palestinian families in their West Bank homes “terrorists.” The days-long siege has targeted several properties, including one owned by a dual US citizen.

      According to the UN, the blockade in the village of Qusra began last Sunday, leaving approximately 15 Palestinians, including at least two children, trapped in their homes without access to electricity or water supplies. The Palestinians are also believed to be running out of food and medicine.

      Huckabee, known for his pro-Israel views and support for the settler movement, issued the rare rebuke in a post on X on Thursday.

      “The actions of those doing this to this family’s home is criminal… Actions by those who carried out this horrific act of terror meant to intimidate and harass this family are disgusting. No excuse for such thuggish behavior,” the diplomat wrote.

      The US envoy also claimed that the Israel Defense Forces (IDF) and the police had removed the “Israeli terrorists” from Qusra at the US Embassy’s request.

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      A screenshot from a video shows Yinon Levi brandishing a gun.
      Pistol-wielding Jewish settler charged over death of West Bank community leader (VIDEOS)

      The IDF claimed on Thursday that its forces had “dismantled two illegal outposts” erected by the settlers on the outskirts of the Qusra and Jalud areas, detaining one Israeli. In a post on X, the IDF also said that its troops would “carry out defensive missions and patrols in the area to maintain security and protect the area.”

      However, the siege appears to have continued unabated, with settlers still overrunning the village located south of the city of Nablus.

      The West Bank, which has been occupied by Israel since the 1967 Six-Day War, is home to around three million Palestinians and more than 500,000 Israelis. The latter live in dozens of settlements, which are considered illegal under international law.

      Israel insists that the West Bank is disputed territory with deep historical and biblical ties to the Jewish people.

      In mid-July, the Israeli government allocated 1.3 billion shekels ($431 million) to set up 34 new settlements in the West Bank, despite growing criticism of its expansionist policies by the UN, Arab nations, and many EU member states.

      Settler violence against Palestinians has been on the rise in the West Bank since the surprise attack on Israel by Hamas in October 2023, which triggered a major conflict in Gaza.

      RT’s Charlotte Dubenskij traveled to Qusra but was unable to reach the besieged Palestinian homes when Israeli settlers harassed her crew. That is despite her having received clearance from the IDF.

      Watch RT’s full report from the area below:

      Israeli Settlers Resume West Bank Siege After Eviction

      13 de Agosto de 2026, 17:18
      The military’s failure to keep extremists away from two Palestinian families trapped in their West Bank homes made clear the chaos gripping the Israeli-occupied territory.

      CIA had ‘low confidence’ in Trump assassination plot claims – WaPo

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 17:15

      The intelligence on the alleged threat reportedly originated from Israel and was met with skepticism by American spies

      The US intelligence community doubted reports of an Iranian plot to kill President Donald Trump by shooting down Air Force One as it departed a NATO summit in Türkiye, the Washington Post has reported. Their assessment was reportedly conveyed to the administration, yet the Secret Service still opted to covertly move Trump to another aircraft.

      US media broke the story of the clandestine maneuver this Monday. On leaving the meeting, Trump abruptly switched from his new Qatari-gifted Boeing 747-8 to the previous Air Force One, but it turned out he secretly left that aircraft as well in an airport catering truck, flying aboard a smaller military plane to the UK. He is said to have reboarded the older Air Force One there to create the impression that he was on it the entire time.

      CIA analysts were highly skeptical of intelligence on an imminent assassination plot and conveyed that position to the administration. Reports about the threat were “Israeli-derived, not US-generated, and viewed as low confidence,” an unnamed intel official told the Post.

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      US President Donald Trump speaks to reporters at the White House on April 16, 2026.
      Trump accused of using journalists as decoys amid Iranian assassination fears

      The latest report adds more color to the whole affair, which has already sparked a major scandal. Reporters and many high-ranking officials were left in the dark about Trump’s maneuver and the perceived threat. Journalists felt they had been treated like “unwitting and unknowing decoys very much in the line of fire,” CNN senior reporter Aaron Blake has said.

      Trump admitted to switching planes on Tuesday, insisting he was only doing what the Secret Service considered the best course of action. “I go by Secret Service and the military. They wanted me to go in a different flight, different plane. I just have to do what they say,” Trump told reporters. 

      The scandal also coincides with the departure of White House Press Secretary Karoline Leavitt, who announced on Wednesday she would leave her position at the end of the month “so she can spend more time” with her family. The 28-year-old, who became a mother for the second time in May, returned to the White House after a hiatus in June. Leavitt’s abrupt departure has sprouted theories that she was among the unwitting officials left on the decoy aircraft and that the affair may have been the final straw for her.

      TSE determina que filiação de Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 17:14

      Da Agência Brasil

      O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou que a filiação do senador Flávio Bolsonaro ao PL seja restabelecida. Ele é o pré-candidato do partido à Presidência da República.

      Desde cedo, matérias jornalísticas informavam que a equipe da campanha do senador não conseguiu formalizar a candidatura no sistema do TSE devido à filiação ao Missão.

      A decisão do ministro foi tomada após o partido solicitar a desfiliação de Flávio do Missão. O caso está sendo investigado pelo TSE.

      A partir de agora, o PL poderá registrar a candidatura do senador no sistema da Corte. O prazo termina no próximo sábado (15).

      Mais cedo, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi “fraudado”.

      TSE negou que o sistema de candidaturas tenha sido hackeado e informou que alguém com as credenciais digitais do Missão realizou a filiação de Flávio ao partido.

      “O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credenciais da legenda para efetivar filiações”, declarou o TSE.

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      TSE restabelece filiação de Flávio Bolsonaro ao PL e libera registro de candidatura

      13 de Agosto de 2026, 17:04

      O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) restabeleceu nesta quinta-feira (13) a filiação de Flávio Bolsonaro ao Partido Liberal (PL) e liberou a retomada do registro de sua candidatura à Presidência. Saiba mais na TVT News.

      A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, ministro Kássio Nunes Marques, após uma alteração no sistema da Justiça Eleitoral vincular o parlamentar ao partido Missão e impedir inicialmente o registro.

      O ministro também ordenou a exclusão do registro que o vinculava ao Missão e liberou o Sistema CANDex, utilizado para encaminhar os pedidos de registro de candidatura.

      A decisão atende a um pedido de tutela de urgência apresentado pela defesa de Flávio. Com a determinação, a campanha poderá prosseguir com o registro dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral, que termina às 19h deste sábado (15).

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      TSE aponta alteração sem manifestação de Flávio

      Segundo Nunes Marques, os documentos apresentados pela defesa demonstram que Flávio permanecia regularmente filiado ao PL.

      Entre a noite de quarta-feira (12) e a manhã desta quinta, porém, um novo registro foi incluído no Sistema de Filiação Partidária (FILIA), provocando a desfiliação automática do senador e sua inclusão no Missão.

      O ministro afirmou que não houve manifestação de vontade de Flávio para a mudança e ressaltou que a filiação partidária é uma condição de elegibilidade que não pode ser retirada por ação de terceiros.

      “A filiação partidária constitui condição de elegibilidade e pressuposto para o exercício do direito de ser votado, não podendo ser suprimida por ato de terceiro estranho à vontade do filiado”, escreveu o ministro.

      Mudança para o Missão é considerada incompatível

      Nunes Marques também considerou o cenário da disputa presidencial, em que Flávio é o candidato anunciado pelo PL à Presidência, enquanto o Missão já tem Renan Santos como candidato ao mesmo cargo.

      Na avaliação do ministro, o contexto torna pouco provável que Flávio tenha decidido voluntariamente trocar de partido.

      “O Partido Missão, por sua vez, já possui candidato próprio e assumido ao mesmo cargo, circunstância que torna inverossímil a alegação de que o requerente teria migrado voluntariamente para agremiação que já anuncia a disputa à Presidência com outro nome”, afirmou.

      O ministro também apontou risco de prejuízo à candidatura diante da proximidade do fim do prazo para registro.

      Polícia Federal vai investigar alteração

      Além de restabelecer o vínculo de Flávio com o PL, Nunes Marques determinou que o TSE preserve registros de acesso e logs do Sistema FILIA relacionados à alteração.

      O ministro encaminhou o caso à Polícia Federal e determinou a abertura de investigação para identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias da mudança no cadastro partidário.

      O episódio veio à tona na manhã desta quinta (13), quando a campanha de Flávio tentou registrar sua candidatura e descobriu que o senador aparecia como filiado ao Missão. A alteração havia impedido o procedimento, já que as convenções partidárias terminaram em 5 de agosto.

      Defesa diz que mudança ocorreu em menos de 11 horas

      Na ação apresentada ao TSE, a defesa afirmou que Flávio estava filiado ao PL de forma ininterrupta desde novembro de 2021.

      Os advogados anexaram uma certidão emitida às 23h17 de quarta-feira que ainda registrava a filiação do senador ao PL como “regular e exclusiva”. Menos de 11 horas depois, o sistema apontava o cancelamento do vínculo e a inclusão no Missão.

      A defesa sustentou que a alteração ocorreu sem autorização do senador e poderia o retirar da disputa presidencial.

      Os advogados também argumentaram que as regras do TSE exigem manifestação expressa do filiado para a desfiliação partidária e permitem a reversão do cancelamento por decisão judicial.

      Com a decisão de Nunes Marques, Flávio Bolsonaro volta a constar como filiado ao PL e fica autorizado a dar continuidade ao registro de sua candidatura à Presidência dentro do prazo eleitoral.

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      Sexta (14) tem Lula no Não Inviabilize; as Cunhãs participam da entrevista

      13 de Agosto de 2026, 16:49

      O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) concede entrevista nesta sexta-feira (14) a dois podcasts de grande alcance: o “Não Inviabilize”, de Déia Freitas, e o “As Cunhãs”, das jornalistas Inês Aparecida e Hébely Rebouças.

      A conversa, anunciada pelo próprio presidente em suas redes sociais, está prevista para as 11h e será transmitida ao vivo nos canais oficiais dos programas no YouTube. Confira detalhes com a TVT News.

      Lula ao vivo no Não Inviabilize

      O “Não Inviabilize” recebe o presidente Lula ao vivo em seu canal no YouTube. O programa, criado em 2020 por Déia Freitas, é atualmente o maior podcast da sua categoria no Brasil, com mais de 500 milhões de reproduções e mais de 1 mil histórias disponibilizadas gratuitamente. Déia Freitas é considerada a mais importante e premiada contadora de histórias da podosfera brasileira.

      Veja Lula ao vivo no As Cunhãs

      O podcast “As Cunhãs” também transmite ao vivo a entrevista do Lula em seu canal no YouTube. O programa é comandado pelas jornalistas Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes e tem como foco a política local, nacional e internacional, com atenção especial à política cearense.

      O que é o Não Inviabilize

      O “Não Inviabilize” é um podcast de histórias reais criado em 2020 por Déia Freitas, que tem o dom de contar histórias com bom humor e sensibilidade. O programa conta com 19 quadros, sendo 7 exclusivos para assinantes, e possui um aplicativo próprio, além de uma comunidade engajada no Telegram com mais de 100 mil pessoas.

      O bordão que marca o início de cada episódio é “Oi, gente, cheguei!”. Déia Freitas também é ativista da causa animal, voluntária de várias causas sociais e tutora de 6 gatos e 4 cachorros.

      Lula e o picolé de limão no Não Inviabilze

       “Picolé de Limão” é um dos quadros mais populares do podcast Não Inviabilize. Descrito como “o refresco ácido do seu dia”, o quadro reúne histórias do cotidiano marcadas por ciladas, trapaças e situações revoltantes.

      Criado por Déia Freitas, o “Picolé de Limão” apresenta relatos verídicos enviados pelos ouvintes — histórias de “gente como a gente” que despertam fúria, indignação, mas também curiosidade e entretenimento. É o espaço onde o ouvinte encontra aquelas fofocas e causos que todo mundo quer saber, mas tem vergonha de admitir que tem curiosidade.

      Sexta-feira tem conversa boa! A partir das 11h, vou bater um papo com a Déia Freitas, do Não Inviabilize, e com as jornalistas Inês Aparecida e Hébely Rebouças, do @AsCunhasPodcast.

      Vamos falar de Brasil, política, histórias, causos e, pelo que estou sabendo, até dos meus… pic.twitter.com/G13ZYf8f8N

      — Lula (@LulaOficial) August 13, 2026

      O quadro é identificado pela vinheta de abertura que antecede cada episódio, com Déia anunciando: “Oi, gente! Cheguei! Cheguei pra mais um Picolé de Limão…”. Além das histórias do dia a dia, o “Picolé de Limão” também abriga especiais temáticos sobre férias, Natal, Ano Novo, viagens e até relatos de pessoas que mudaram de vida por políticas públicas.

      O que é o canal As Cunhãs

      O “As Cunhãs” é um podcast semanal sobre política, conduzido pelas jornalistas Inês Aparecida, Hébely Rebouças e Kamila Fernandes. O programa nasceu da vontade de falar sobre a cena política em geral, com atenção especial à política cearense, sob o ponto de vista de três mulheres.

      No ar desde maio de 2020, o podcast está disponível nos principais tocadores e também no YouTube. O projeto conta com financiamento coletivo para melhorar a qualidade dos equipamentos e da produção.

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      Entrevista do Lula ao Não Inviabilize e As Cunhãs aborda política, causos e até os “picolés de limão” do presidente – Imagem: Reprodução / Redes Sociais Lula

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      💾

      Oi, gente, chegueeei! E hoje eu não estou sozinha 😆 Temos um encontro mais do que especial no podcast! Sexta-feira dia 14 de agosto de 2026, 11 da manhã, es...

      Japan is arming for a long range fight, and China is worried

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 16:23

      Tokyo is building a military and intelligence architecture very different from the one that defined its postwar era

      Released in early August, the Japanese Ministry of Defense’s latest white paper signals that Tokyo, under Prime Minister Sanae Takaichi, is converting years of incremental modernization into a more integrated and far-reaching national-security architecture – one that is altering the strategic landscape along China’s eastern periphery. It envisages a system designed not merely to absorb an attack, but to conduct strikes farther from Japanese territory.

      The white paper frames Japan’s security environment as the most severe and complex since the end of World War II. It points to Chinese military activities near Japanese waters, the Taiwan question, North Korea’s nuclear and missile programs, and closer coordination among China, Russia, and North Korea. These are Tokyo’s stated assessments. More consequential is the early revision of Japan’s three core security documents – the National Security Strategy, National Defense Strategy, and Defense Buildup Program – and the translation of the post-2022 defense expansion into a tighter, more comprehensive system.

      Two developments stand out: a major reorganization of intelligence and the military and the operationalization of long-range counterstrike systems that extend Japan’s reach well beyond its traditional defensive perimeter.

      A new intelligence command for a new era

      A central institutional step is the creation of the National Intelligence Bureau on July 31. Upgrading the former Cabinet Intelligence and Research Office, the bureau consolidates information from across government agencies and operates with roughly 700 personnel as the secretariat of a National Intelligence Council chaired by the prime minister. Japan has long managed with fragmented intelligence structures; the new body is designed to function as a stronger central ‘control tower’.

      This move coincides with expanded satellite and maritime surveillance, cyber and electromagnetic capabilities, and improved joint command arrangements under this year’s reorganization of the military. The white paper lists command-and-control and intelligence functions among seven priority areas and describes a national defense architecture that deliberately links diplomatic, intelligence, economic, and technological instruments.

      Further steps – anti-espionage legislation and the possible creation of a dedicated foreign-intelligence agency – remain under discussion. The direction is clear: tighter integration of intelligence collection, analysis, economic security, technology policy, and military planning.

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      FILE PHOTO: Residential buildings and Bogdan Khmelnitsky volcano on Russia's Iturup island.
      ‘Monstrous consequences’ if Japan sticks to Kuril Islands claim – Medvedev

      Counterstrike capabilities and the limits of ‘senshu boei’

      The second defining change concerns counterstrike. The white paper identifies stand-off defense systems as a core pillar of the buildup and presents counterstrike capabilities as essential for deterring invasion. Japan maintains that these systems remain consistent with senshu boei – its exclusively defense-oriented policy – while seeking the ability to address threats before they reach Japanese territory.

      In practice, the shift alters Japan’s traditional posture. For decades, Japanese defense emphasized territorial protection, missile interception, and responses after an attack had begun. Long-range systems change that. Japan is acquiring Tomahawk cruise missiles and upgrading indigenous stand-off weapons. Among the systems drawing particular attention is the Type-25 anti-ship missile, designed to engage naval targets at greater distances. Development of hypersonic weapons and unmanned platforms – aircraft, surface vessels, and underwater vehicles grouped under a SHIELD (Synchronized, Hybrid, Integrated and Enhanced Littoral Defense) concept – is also advancing. These elements form a more complete kill chain linking intelligence, surveillance, command, and distant engagement.

      From a regional perspective, such capabilities complicate security calculations along the first island chain and in waters near Taiwan. Japanese territory can increasingly function not only as a defensive position but as a platform supporting or conducting operations farther from the home islands.

      Resources, industry, and structural change

      Financial resources are expanding in parallel. Japan accelerated its target of defense spending equivalent to 2% of GDP. Fiscal 2026 expenditures, including costs related to the Special Action Committee on Okinawa and the realignment of US forces, exceeded ¥9 trillion (almost $56.5 billion) for the first time. The white paper elevates defense production and the technological base to a central place, treating them as integral to overall defense capability.

      This year’s reorganization of the military reflects this approach. Joint command structures are being strengthened, procurement is being linked more closely to domestic industry and dual-use technologies, and greater participation by startups is being encouraged. The April revision of the Three Principles on Transfer of Defense Equipment and Technology further eases restrictions on exports, presenting them as means to strengthen deterrence, support partners, and sustain production capacity.

      These steps increase the potential for joint production, maintenance, and supply-chain integration with the United States and other partners, positioning Japan as a more active node in a wider defense-industrial network.

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      An aerial photograph of Hiroshima, Japan, shortly after the 'Little Boy' atomic bomb was dropped on August 6, 1945.
      On Hiroshima’s tragic atomic anniversary: Who in the world has nukes today?

      Latent nuclear capability and softening boundaries

      Nuclear policy remains formally constrained. Japan has not decided to acquire nuclear weapons, and Prime Minister Takaichi has repeatedly stated that the country upholds the Three Non-Nuclear Principles of not possessing, producing, or permitting the introduction of nuclear weapons. At the Nagasaki Peace Memorial Ceremony on August 9 marking the 81st anniversary of the atomic bombing – and days earlier in Hiroshima – she affirmed that the country “firmly upholds the three nonnuclear principles” while promoting “realistic and practical initiatives” toward a world without nuclear weapons.

      Yet the wording has drawn attention for its careful ambiguity. Takaichi described Japan’s current stance without offering an explicit pledge that the principles would remain unchanged in the security documents now being revised. Discussion around the third principle in particular – the ban on introducing nuclear weapons into Japanese territory – has become more flexible. Government experts reviewing the documents have examined whether that restriction should be reconsidered, with some officials arguing that changed circumstances require a fresh look at nuclear deterrence.

      Japan’s advanced civilian nuclear industry, reprocessing facilities, and technical expertise already constitute a latent nuclear capability – an industrial and scientific foundation that could, under certain conditions, be redirected more rapidly than that of most non-nuclear states. This debate does not inevitably lead to a decision to weaponize, but it does indicate that the political boundaries around nuclear policy are less rigid than in previous decades. Given the existing technological base, any long-term movement in this area would carry significant regional implications.

      Why China is watching closely

      China has responded with diplomatic criticism and military signaling. Chinese officials have described Japan’s accelerated military development as a dangerous turn toward remilitarization and have objected particularly strongly to Japan’s long-range strike capabilities. Beijing has also continued maritime and military activity around areas of strategic importance to Japan, while China-Russia military cooperation has remained an important element of the regional security environment.

      Beijing is responding not just to Tokyo’s aggregate military strength, but to its position inside a wider regional network. Japan’s defense cooperation with the US, Australia, the Philippines, South Korea, and other countries is becoming more interconnected. The Japanese strategic documents themselves describe the objective as building multilayered networks and improving interoperability in training, operations, equipment, and industrial bases.

      The result is a changing equation. Japan remains much smaller than China in population, military expenditure, and overall military capacity. But it is becoming a considerably more capable, connected, and technologically sophisticated military power than before.

      For China, that means the strategic environment along its eastern periphery is changing. Japan is no longer simply the relatively constrained maritime power of the postwar decades. It is developing the intelligence, strike, industrial, and technological capabilities required to act earlier and farther from its territory, while remaining closely integrated with the US-led security system. In short, a more assertive Japan is redrawing the map of East Asian security – and Beijing knows it.

      Trabalho formal cresce 19,1% desde 2023, com 10,1 milhões de novos vínculos

      13 de Agosto de 2026, 16:20

      O mercado de trabalho brasileiro acumulou 10.100.342 vínculos de emprego formal, de janeiro 2023 a junho 2026, uma expansão de 19,1% no período, alcançando em junho um estoque de 62.891.209 vínculos formais.

      No acumulado de 2026, são mais 2,46 milhões de empregos formais, um crescimento de 4,1%. Os dados são da RAIS Mensal de junho, divulgada nesta quinta-feira (13/8) durante cerimônia no Ministério do Trabalho e Emprego com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Saiba mais na TVT News.

      Os empregados contratados pela CLT, inclusive os temporários, registraram crescimento relativo de 4,75 milhões de vínculos (10,9%) e o maior crescimento absoluto no período (13,5%), passando de 43,4 milhões de vínculos em janeiro de 2023 para 48,15 milhões em junho desse ano. Entre os agentes públicos, a ampliação foi de 5,1 milhões de vínculos no período, chegando a 14,3 milhões de vínculos em junho.

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      Lula na frente de trabalho para duplicação da BR-101/SE. Foto: Ricardo Stuckert

      Confira os dados do trabalho formal e emprego divulgados em agosto

      De acordo com dados da RAIS Mensal de junho, a ampliação dos empregos no período ocorreu principalmente pelo aumento de empregados celetistas e trabalhadores temporários (usualmente divulgados no CAGED) que registraram uma expansão de 919.621 novos vínculos (1,9%), ampliando o estoque de empregos formais privados de 47,2 milhões em dezembro de 2025 para 48,15 milhões em junho de 2026. Os agentes públicos tiveram uma expansão de 1,51 milhão de vínculos, crescimento de 11,9%, saindo de 12,79 milhões em 2025 para 14,31 milhões em junho 2026.

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      Outros tipos de vínculos (trabalhadores avulsos, dirigentes sindicais, trabalhadores cedidos, diretores não empregados) aumentaram 6,3%, passando de 402 mil para 429 mil vínculos.

      DADOS SETORIAIS — O setor de Serviços apresentou o maior crescimento absoluto (28,3%), com criação de 8,45 milhões de vínculos. O estoque de empregos no setor passou de 29,81 milhões para 38,26 milhões, ampliando sua participação no mercado formal de 56,5% para 60,8%.

      O conjunto formado por administração pública, educação, saúde e serviços sociais registrou crescimento de 6,03 milhões de vínculos, ou 42,1%. Nas atividades de informação, comunicação, financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, o crescimento foi de 1,5 milhão de vínculos, ou 16%.

      A Indústria também apresentou crescimento, com adição de 832 mil vínculos (10%), alcançando 9,15 milhões de empregos em junho de 2026.

      A Construção passou de 2,68 milhões para 3,04 milhões de vínculos, crescimento de 357 mil, ou 13,3%.

      O Comércio teve crescimento de aproximadamente 340 mil vínculos, passando de 10,2 milhões para 10,54 milhões, variação de 3,3% e a Agropecuária um crescimento de 88 mil vínculos (5%), alcançando 1,86 milhão de postos em junho de 2026.

      REGIÕES E UNIDADES DA FEDERAÇÃO — Todas as regiões apresentaram expansão do estoque formal. Em números absolutos, o maior crescimento ocorreu no Sudeste, com 3,78 milhões de vínculos, seguido pelo Nordeste, com 2,69 milhões. Em termos relativos, o maior crescimento regional ocorreu no Norte (34,7%) e no Centro-Oeste (28,6%). Em seguida veio o Nordeste, com crescimento de 27,6%, o Sudeste, com 14,6%, e o Sul, com crescimento de 12,3%.

      São Paulo foi o maior gerador entre os estados, com 1,64 milhões de novos vínculos, seguido por Minas Gerais (1,29 milhão), Rio de Janeiro (683 mil), Distrito Federal (649 mil) e Bahia (641 mil).

      Em termos relativos, os destaques foram Roraima (70,8%), Distrito Federal (51,9%), Amapá (48,8%), Tocantins (45,9%) e Piauí (39,5%).

      CRESCIMENTO FEMININO — Os dados de junho mostram que o estoque de vínculos de mulheres cresceu em 5,36 milhões (25%), passando de 23,34 milhões para 29,18 milhões. Entre os homens, o crescimento foi menor, 4,26 milhões de vínculos (14,5%), chegando a 33,71 milhões de vínculos no mês. Considerando os dados desde 2023, a participação das mulheres no estoque formal passou de 44,5% para 46,4% no período.

      Taxa de desemprego cai para 5,1% em 2025, o menor patamar da história
      Desemprego é o menor da história do Brasil. Foto: Ricardo Stuckert / PR

      ESCOLARIDADE — Os trabalhadores com ensino médio completo tiveram maior crescimento absoluto no mês (20,3%), gerando 5,7 milhões de novos vínculos, alcançando um estoque de 33,70 milhões de vínculos no mês. Também os trabalhadores com ensino superior incompleto tiveram 370 mil vínculos criados (16,9%), passando de 2,19 milhões para 2,56 milhões.

      Considerando conjuntamente superior completo ou formação superior, o estoque passou de 11,8 milhões para 15,2 milhões de vínculos, crescimento de 3,4 milhões de vínculos (29,1%).

      40-programas-e-acoes-que-aprimoram-a-educacao-brasileira-desde-2023-pe-de-meia-ja-beneficiou-4-milhoes-de-alunos-e-reduziu-pela-metade-a-evasao-escolar-foto-angelo-miguel-mec-tvt-news
      Pé-de-Meia já beneficiou 4 milhões de alunos e reduziu pela metade a evasão escolar. Foto: Angelo Miguel/MEC

      FAIXA ETÁRIA — Jovens de até 24 anos tiveram um crescimento de 990 mil vínculos (13,5%), passando de 7,31 milhões em janeiro de 2023 para 8,30 milhões de vínculos formais em junho de 2026. Trabalhadores de 40 a 49 anos também foram destaque, com crescimento de 3,05 milhões de vínculos (23,5%) e os de 50 a 64 anos, um crescimento de 3,26 milhões (34,7%). Entre os trabalhadores com 65 anos ou mais, o estoque cresceu em 731 mil vínculos (73,6%), passando de 993 mil para 1,64 milhão vínculos no mês.

      RAÇA OU COR — O maior crescimento absoluto ocorreu entre os trabalhadores pardos, com acréscimo de 12,8 milhões de vínculos (88,3%), chegando a 27,34 milhões de vínculos em junho de 2026. Entre os trabalhadores brancos, o crescimento foi de 8,74 milhões de vínculos (48,2%), alcançando 26,88 milhões, Pretos 2,15 milhões (85,4%), chegando a 4,66 milhões de novos vínculos. Os amarelos registraram crescimento de 320 mil (114,5%), enquanto os indígenas cresceram em 90 mil vínculos (164,8%).

      Evolução do Emprego Formal de 01/jan/2023 a 30/jun/2026

      Via Secom

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      Prouni 2026: prazo para comprovar informação de inscrição acaba sexta

      13 de Agosto de 2026, 16:19

      * Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil

      Os estudantes que foram pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni), do segundo semestre de 2026, devem comprovar as informações da inscrição até esta sexta-feira (14). Leia em TVT News.

      A documentação pode ser entregue presencialmente no local de oferta de curso ou encaminhada virtualmente para a instituição privada de ensino superior onde foi pré-selecionado, conforme orientação da própria instituição.

      >> Prouni 2026: SP terá 91,7 mil bolsas no 2º semestre

      >> Prouni 2026: divulgada a 2ª chamada para o 2º semestre

      A lista dos pré-selecionados neste processo seletivo está disponível no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior na parte do Prouni.

      O Prouni oferece bolsas de estudo integrais (que custeiam 100% do valor da mensalidade) e bolsas parciais (50% do valor da mensalidade) em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em faculdades privadas.

      Documentação

      A documentação comprobatória exigida para esta fase do Prouni está descrita no edital do processo seletivo. Entre elas, as informações socioeconômicas pessoais e dos componentes do grupo familiar do estudante.

      A faculdade privada onde o candidato foi pré-selecionado poderá escolher se a documentação poderá ser entregue

      Neste caso, a instituição deverá disponibilizar em suas páginas eletrônicas na internet campo específico para o encaminhamento do material.

      No momento em que receber os documentos dos candidatos à bolsa, a instituição deverá emitir um documento que confirme a entrega.

      A instituição ainda poderá solicitar documentos complementares, quando necessário.

      Nova oportunidade de conquistar uma vaga

      Os candidatos que, até o momento, não foram pré-selecionados em nenhuma das duas chamadas do Prouni do segundo semestre terão nova oportunidade por meio da lista de espera.

      Para participar dessa etapa, será necessário manifestar interesse nos dias 26 e 27 de agosto.

      A divulgação do resultado da lista de espera será no dia 1° de setembro e a comprovação das informações de inscrição dos pré-selecionados deverá ser feita entre 1° e 14 de setembro.

      Bolsas de estudo

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      Estudantes em bibliotecas – Foto: Luís Fortes/MEC

      Neste segundo semestre, o programa federal oferece 471.304 bolsas de estudos parciais e integrais em 380 cursos de graduação de 879 instituições privadas de ensino superior.

      Do total de bolsas ofertadas, 219.725 foram integrais e 251.579 parciais (50% do valor do curso). 

      Ações afirmativas

      O programa reserva vagas a candidatos que atendem aos critérios da política de ações afirmativas do programa, incluindo pessoas com deficiência e candidatos autodeclarados indígenas, pretos ou pardos. 

      Para pessoas com deficiência, foram ofertadas 35.365 bolsas; para pretos, pardos e indígenas 188.880; e, para a ampla concorrência, as demais 247.059 bolsas de estudo.

      Cronograma

      Confira o cronograma completo da segunda chamada do Prouni 2/2026:

      -comprovação de informações da inscrição dos pré-selecionados na 2ª chamada: 5 a 14 de agosto;

      -lista de espera: 26 e 27 de agosto;

      -resultado da lista de espera: 1º de setembro;

      comprovação das informações da inscrição dos pré-selecionados em lista de espera: 1º a 14 de setembro.

      Prouni

      O Programa Universidade para Todos tem como público-alvo o estudante brasileiro sem diploma de curso superior.

      Os processos seletivos ocorrem duas vezes ao ano, com oportunidades para ingresso no primeiro e no segundo semestre letivos.  

      A classificação para a seleção do Prouni considera as notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para a classificação dos candidatos.

      Mais informações sobre as regras do processo seletivo Prouni do segundo semestre deste ano estão no edital público do MEC nº 51/2026.

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      Agência climática prevê 90% de chance de El Niño muito forte

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 16:04

      Da Agência Brasil

      Depois de registrar um fortalecimento do El Niño em julho, a agência climática norte-americana National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) aponta uma chance de 90% para a ocorrência de um evento muito forte entre outubro e dezembro deste ano.

      No boletim de 9 de julho, a agência calculava em 81% a probabilidade de um El Niño muito forte no terceiro trimestre deste ano.

      De acordo com a NOAA, há 69% de chance de acontecer um evento histórico, com o aquecimento superando episódios registrados desde 1950.

      A agência avalia que com a chegada de um fenômeno dessa magnitude, “as chances de vivenciarmos impactos consistentes com o El Niño são maiores, mas não garantidos”.

      O próximo boletim será publicado no dia 10 de setembro.

      A NOAA monitora as temperaturas na superfície do Oceano Pacífico Equatorial.

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      US lost quarter of its Reaper drones in Iran war – WaPo

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 15:58

      Iranian air defenses have proven the long-range UAVs obsolete

      The US military lost 45 MQ-9 Reaper drones, or a quarter of its entire supply of the reconnaissance craft, during its war on Iran, the Washington Post has reported. The loss cost the US taxpayer an estimated $1.3 billion.

      The loss figures were revealed by the Washington Post on Thursday, citing three unnamed US officials. A fourth US official told the newspaper that not all the lost drones were shot down. Some, they said, crashed after losing communications with their operators.

      A successor to the MQ-1 Predator, the MQ-9 Reaper is a medium-altitude long-endurance (MALE) drone, capable of flying for up to 30 hours while carrying out surveillance missions or targeted strikes with Hellfire missiles. One of these craft costs between $30 and $50 million, and the US military had approximately 185 before the US-Israeli war on Iran began on February 28 – 165 in the Air Force, and 20 operated by the Marine Corps.

      Within hours of the war beginning, reports of downed Reapers began circulating on Iranian Telegram channels. Video footage soon followed, with the Iranian military claiming to have shot down multiple MQ-9s mid-flight, and destroyed others as they sat in hangars at US bases across the Gulf region.

      By the time the US and Iran reached a tentative ceasefire on April 9, preliminary reports in US media suggested that around two dozen Reapers had been shot down by Iranian forces. If the Washington Post’s figures are accurate, the initial accounts may have undercounted the losses by almost half.

      The MQ-9 Reaper entered service with the US Air Force in 2007, and was extensively used in Iraq, Afghanistan, and in the US’ undeclared wars in Pakistan, Somalia, Yemen, and beyond. Synonymous with President Barack Obama’s drone assassination program, the MQ-9 Reaper was viewed as untouchable until 2017, when Houthi forces in Yemen managed to shoot one down with a Soviet-era anti-air missile.

      A string of losses followed, and by the time the US and Israel began striking Iran in February, the Reaper was already considered obsolete and ineffective against any military with anti-air capabilities.

      Read more
      Iranian General Mohammad Reza Naqdi, Tehran, November 17, 2014.
      Iran can fight on for years to defeat US – senior IRGC commander

      However, the US has no viable replacement for the Reaper. General Atomics stopped production of the drone in 2020, and the Pentagon is not expected to launch its program to select a successor until later this year. Meanwhile the Senate Armed Services Committee has recommended that MQ-9 production be restarted, while Air Force Deputy Chief of Staff David Tabor told a Senate hearing in June that the Pentagon is “looking at options to buy back as many of the MQ-9As as we possibly can” from US allies. 

      The Reaper is one of multiple weapons systems left in short supply by the Iran war. The US has reportedly used more than half of its Patriot and 80% of its THAAD anti-air missiles, and a third of its Tomahawk cruise missiles since February 28. US President Donald Trump has denied that the US is facing a missile shortage, but has asked Congress for $87.6 billion to cover “urgent needs” related to the war, including $21 billion for munitions.

      EUA negam plano para impedir reeleição de Lula, mas linguagem usada mantém preocupação no Brasil

      13 de Agosto de 2026, 15:52

      O Departamento de Estado dos Estados Unidos negou, nesta quinta-feira (13), que o governo de Donald Trump tenha qualquer plano para impedir a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Saiba mais na TVT News.

      A manifestação ocorre em meio à crescente tensão diplomática entre Washington e Brasília e a preocupações do governo brasileiro com a atuação do secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, no pleito eleitoral deste ano.

      A declaração foi transmitida por uma fonte do Departamento de Estado a jornalistas. Rubio não foi citado nominalmente.

      Na manifestação, o governo norte-americano afirmou dar importância à relação com o Brasil e disse respeitar o povo brasileiro e qualquer governo escolhido por meio de eleições livres e justas.

      A declaração também destacou que os Estados Unidos mantiveram relações com governos brasileiros de diferentes posições políticas e classificou essas interações como bem-sucedidas.

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      Declaração não afasta preocupação do Planalto

      Apesar da negativa, a manifestação de Washington não foi suficiente para eliminar as preocupações dentro do governo brasileiro sobre a postura dos Estados Unidos diante das eleições de 2026.

      “Damos grande importância à relação com o Brasil. Respeitamos o povo brasileiro e qualquer governo que eles escolham livremente, por meio de eleições livres e justas no Brasil”, foram as palavras da fonte.

      A menção a “eleições livres e justas” chamou atenção porque expressões semelhantes já foram utilizadas pelo governo Trump em manifestações sobre processos eleitorais de outros países. O contexto alimenta a preocupação de que Washington possa, eventualmente, questionar o resultado de uma eleição brasileira.

      O sistema eleitoral brasileiro é submetido a mecanismos de fiscalização e auditoria e é administrado pela Justiça Eleitoral, tendo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como órgão máximo.

      Segundo integrantes do governo Lula, as suspeitas sobre uma possível atuação de Rubio contra a candidatura do presidente também foram alimentadas por manifestações recentes do governo Trump sobre a política dos Estados Unidos para o continente americano.

      Em vídeo publicado recentemente, o Departamento de Estado dos EUA afirmaram que o domínio do país sobre a América Latina “nunca mais será questionado”, mencionando a Doutrina Monroe, implementada no início do século XX e usada como fundamento para influenciar a política em países latinoamericanos.

      Rubio e a nova política dos EUA para a América Latina

      Marco Rubio ocupa uma posição de destaque na política externa do segundo governo de Donald Trump e tem defendido uma atuação mais assertiva dos Estados Unidos na América Latina.

      Rubio também já protagonizou declarações críticas ao governo brasileiro e a Lula, contribuindo para o ambiente de tensão entre os dois países.

      A preocupação em Brasília ocorre ainda em um momento de forte disputa política e comercial entre os governos. A possibilidade de interferência externa nas eleições brasileiras é tratada pelo Planalto dentro de um cenário mais amplo de deterioração das relações diplomáticas.

      Relação entre Brasil e EUA enfrenta série de conflitos

      A crise atual não se limita à questão eleitoral. Nos últimos meses, Brasília e Washington entraram em rota de colisão por diferentes motivos.

      Entre os episódios que aumentaram a tensão está a circulação de uma montagem que mostrava Lula algemado e vendado no lugar do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.

      Também houve medidas contra autoridades brasileiras, incluindo restrições de vistos e sanções impostas pelo governo norte-americano. Em 2025, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi alvo da aplicação da Lei Magnitsky pelo governo dos Estados Unidos, em uma decisão posteriormente revogada.

      Outro ponto de conflito foi o tarifaço implementado por Trump, que teve novos episódios neste ano após as primeiras medidas em 2025. O governo norte-americano anunciou tarifas adicionais sobre produtos brasileiros, provocando reação do governo Lula e a adoção de medidas para proteger setores afetados da economia brasileira.

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      Marionetista catalão faz apresentação gratuita nesse sábado (15) no CHC Santa Casa

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 15:46

      O artista catalão Jordi Bertran faz apresentação única e gratuita no Centro Histórico-Cultural (CHC) Santa Casa nesse sábado (15), às 20h. É a primeira vez que Bertran vem a Porto Alegre, e o artista chega com o espetáculo Clàssics, uma seleção das melhores cenas com bonecos criados por ele ao longo de quase cinquenta anos.

      Bertran é considerado um mestre na técnica de fios, e sua linguagem orgânica é conhecida por unir música, humor e poesia visual. O espetáculo integra uma programação especial preparatória para o Festival de Teatro de Bonecos, que acontece de outubro a dezembro no Teatro dos Bancários RS. O novo espaço cultural da Capital será inaugurado no próximo mês, no Centro Histórico.

      Em Clàssics, diversos personagens das artes vão se revezando no palco, formando um mosaico onírico. De Louis Armstrong a Ínox; das Damas do Universo ao Faquir Raixic; de Pep Bou a Bon Scott.

      O espetáculo é promovido pelo Instituto Hominus e Voz Cultural, e conta com o apoio do CHC Santa Casa, Sindicato dos Bancários e FETRAFI-RS. A entrada é franca, com retirada de ingressos no portal do sympla do CHC Santa Casa.

      Junto com a montagem de Clàssics, será lançado o Edital para seleção de espetáculos e premiação de trajetórias que farão parte da programação do Festival de Teatro de Bonecos. A programação terá três etapas durante o último trimestre deste ano (de 8 a 12 de outubro, de 14 a 18 de outubro e de 8 a 13 de dezembro).

      Os interessados na inscrição de espetáculos e trajetórias poderão ter acesso ao edital no site do Instituto Hominus e nas redes do Teatro dos Bancários, SindBancários e Fetrafi-RS, a partir desse sábado (15) até 30 de agosto.

      Serão selecionadas dezesseis propostas de montagens de teatro de bonecos e formas animadas, e duas propostas de premiações por trajetória entre os bonequeiros gaúchos. Os prêmios homenageiam as irmãs Graziela de Castro Saraiva e Tânia de Castro Saraiva, bonequeiras pioneiras do gênero, falecidas em 2019. A inciativa visa a incentivar e valorizar a técnica no RS e em todo o País.

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      Ferroviários aprovam estado de greve na Linha 10-Turquesa da CPTM

      13 de Agosto de 2026, 15:40

      Os ferroviários da Linha 10-Turquesa, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), aprovaram o “estado de greve” durante assembleia realizada nesta segunda-feira (10). Leia em TVT News.

      A decisão foi tomada em meio às discussões sobre um projeto de lei apresentado pelo governo de São Paulo e pela própria companhia para garantir a manutenção dos empregos dos trabalhadores diante de possíveis mudanças na operação das linhas.

      O chamado estado de greve não significa uma paralisação imediata. Os trabalhadores continuam cumprindo suas atividades normalmente, mas a decisão funciona como um alerta de que uma suspensão dos serviços poderá ser adotada caso as negociações não avancem.

      A Linha 10-Turquesa liga municípios do Grande ABC à capital paulista e é atualmente a única das linhas citadas no projeto que permanece sob operação direta da CPTM. A categoria afirma que seguirá mobilizada durante a tramitação da proposta na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

      Trabalhadores cobram garantia de empregos

      Na assembleia, os ferroviários discutiram o projeto encaminhado pelo governo paulista ao Legislativo. A proposta autoriza o Poder Executivo a promover a absorção dos empregados da CPTM por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta do estado.

      O sindicato informou que aprovou o estado de greve para acompanhar a tramitação do projeto e cobrar o cumprimento de compromissos discutidos anteriormente com o governo estadual e registrados no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).

      Além da decisão sobre o estado de greve, os trabalhadores aprovaram a manutenção da assembleia em caráter permanente. A medida permite que a categoria volte a se reunir para avaliar o andamento das negociações e tomar novas decisões sobre um acordo coletivo específico relacionado à garantia dos empregos.

      “O Sindicato segue mobilizado na defesa dos empregos, dos direitos e do futuro dos ferroviários da CPTM”, afirmou a entidade em comunicado.

      A preocupação dos trabalhadores está relacionada às mudanças previstas para o sistema ferroviário paulista e a possíveis processos de desestatização. Para a categoria, a garantia de continuidade dos empregos precisa estar formalizada e acompanhada de compromissos que assegurem os direitos dos funcionários.

      Projeto também envolve linhas 11, 12 e 13

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      Explosão acontece dentro de vagão da Linha 12-Safira da Trivia Trens. Foto: Reprodução/X: @jon_univers
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      Após caos nos trens da Trivia, Tarcísio atrasa privatização da CPTM. Foto: Portal CPTM/Reprodução

      O projeto enviado pelo governo estadual à Alesp contempla trabalhadores das linhas 10-Turquesa, 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. A proposta estabelece que os empregados poderão ser absorvidos por órgãos ou entidades da administração pública direta ou indireta do estado por mecanismos como redistribuição, cessão, aproveitamento ou remanejamento.

      A medida foi apresentada na semana anterior à assembleia dos ferroviários e busca reforçar uma garantia de emprego discutida entre representantes do governo e da categoria.

      O texto também cria uma previsão específica para esses trabalhadores. Atualmente, a Lei nº 17.293/2020 já estabelece mecanismos para absorção de funcionários em processos de desestatização. O novo projeto amplia essa previsão para os empregados das quatro linhas da CPTM.

      Segundo o governo paulista, a proposta atende às demandas apresentadas pelos trabalhadores. O projeto também está relacionado a um compromisso firmado em reunião realizada em 3 de agosto, no Palácio dos Bandeirantes, antes da paralisação mencionada nas negociações.

      CPTM diz manter diálogo com sindicato

      Procurada pela imprensa, a CPTM informou que ainda não havia sido formalmente notificada pelo sindicato sobre a decisão de entrar em estado de greve. A companhia afirmou, porém, que mantém o diálogo com os trabalhadores para evitar impactos sobre os passageiros.

      A empresa também destacou que não houve demissões nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade. A CPTM sustenta que o projeto de lei apresentado pelo governo paulista atende às reivindicações relacionadas à garantia dos empregos.

      Apesar da posição da companhia, os ferroviários decidiram manter a mobilização e acompanhar de perto a tramitação da proposta. A possibilidade de novas assembleias deixa em aberto os próximos passos da categoria, que poderá avaliar eventuais mudanças no cenário das negociações.

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      Farmácia Popular pode oferecer exames e testes rápidos

      13 de Agosto de 2026, 15:29

      Uma nova regulamentação do Programa Farmácia Popular, publicada esta semana, prevê a modernização tecnológica, a ampliação do acesso e a melhoria do monitoramento do serviço. Saiba mais na TVT News.

      Em nota, o Ministério da Saúde informou que um grupo de trabalho vai discutir a oferta de exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e monitoramento terapêutico.

      Segundo a pasta, também será avaliado o credenciamento de unidades em áreas vulneráveis, considerando critérios como densidade demográfica e priorizando periferias de grandes centros.

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      Para locais com maior dificuldade logística, como regiões ribeirinhas, será estudada a possibilidade de estruturas alternativas para assistência, como unidades volantes ou avançadas de atendimento.

      Ainda de acordo com o ministério, o uso de inteligência artificial poderá permitir a identificação de pacientes por meio de biometria e reconhecimento facial, reforçando o combate a fraudes no programa.

      “A oferta efetiva das ações está condicionada às avaliações técnicas nos estados e municípios, pesquisa sanitária e assistencial, de acordo com a necessidade de cada território”, completou a nota.

      Unidades credenciadas

      De forma imediata, a atualização da portaria do Farmácia Popular traz o aprimoramento do controle e o monitoramento das unidades credenciadas, com foco em gestão de risco.

      “O novo modelo visa aprimorar o controle e o monitoramento do programa por meio de sanções administrativas proporcionais à gravidade da situação, com suspensão automática em casos de risco alto ou muito alto”, informou o ministério.

      A adoção de sistemas automatizados e a digitalização de dados e processos, segundo a pasta, também vão permitir maior acompanhamento do serviço.

      Ainda segundo a nota, o sistema responsável pela dispensação de insumos passará por atualizações para reforçar a segurança, a rastreabilidade e a integração de informações, além de incorporar novas ferramentas digitais.

      O programa

      O Farmácia Popular oferece, gratuitamente, um total de 41 itens de saúde, incluindo fraldas geriátricas, absorventes higiênicos e medicamentos para diversas condições, como hipertensão, diabetes, asma, doença de Parkinson e glaucoma.

      Atualmente, o programa registra 28 mil farmácias credenciadas e está presente em mais de 4,9 mil municípios, com cobertura de 97% da população brasileira. Em 2025, dados do ministério indicam que 27,3 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo serviço.

      Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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      TSE nega hackeamento após Flávio aparecer filiado ao Missão

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 15:22

      Da Agência Brasil

      O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta quinta-feira (13) a abertura de uma investigação para apurar a filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, ao Missão.

      A medida foi tomada após a divulgação de matérias jornalísticas informando que a equipe da campanha não conseguiu formalizar a candidatura no sistema do TSE devido à filiação ao outro partido. O prazo termina no próximo sábado (15).

      Pelas redes sociais, Flávio Bolsonaro afirmou que o registro de filiação ao Missão foi “fraudado”.

      Em nota, o TSE negou que a inclusão do nome do senador tenha ocorrido por meio do hackeamento do sistema da Corte e disse que houve “uso indevido” da ferramenta.

      Além disso, o tribunal informou que o presidente da Corte acionou o Ministério Público Eleitoral e determinou a abertura de uma investigação interna.

      “O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credencias da legenda para efetivar filiações”, declarou o TSE.

      Após a repercussão do caso, o PL entrou no TSE com um pedido de desfiliação do Missão. O pedido já está em análise pelo tribunal.

      O Missão afirmou que chegou a detectar a filiação indevida, mas não conseguiu cancelar o ato no sistema do TSE.

      “O Partido Missão vem a público informar que foi vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro. Nosso sistema, ao notar a fraude, tentou realizar no mesmo dia o cancelamento da filiação, ação que foi rejeitada pelo TSE”, declarou partido.

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      French ambassador probed for sexual misconduct with dozens of African women

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 15:07

      The tale of colonial excess comes as France tries to salvage its reputation among its former subjects

      France’s ambassador to the Central African Republic has been disciplined for sexual misconduct with around 30 local women at his official residence in Bangui, according to French media. 

      Ambassador Bruno Foucher brought around 30 women between the ages of 20 and 30 into his residence between January 2024 and March 2026, French magazine Le Canard Enchaine reported on Wednesday. These late-night visits, some of which involved the women sleeping over, reportedly alarmed Foucher’s security detail, who alerted his higher-ups in Paris.

      The French Foreign Ministry told the Guardian that an investigation was carried out, resulting in “disciplinary proceedings against the ambassador.” These proceedings, the ministry said, are “ongoing.” 

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      RT
      Russia contributed to restoration of peace in CAR – president

      Foucher has admitted to having sexual relations with two of the women, Le Canard Enchaine reported. According to the magazine, the ambassador paid money to at least one of them, handing “envelopes of cash” to a nursing student named ‘Gypsie’.

      Foucher has not been accused of sexual abuse, as the ministry sees his conduct more as embarrassing than criminal. According to the magazine, the French Foreign Ministry’s Inspectorate General determined that “his inappropriate behavior had serious consequences for security and reputation, and was detrimental to French interests.”

      France losing influence in Africa

      France’s influence in the CAR has waned dramatically over the past decade. Although the CAR gained independence from France in 1960, Paris continues to control its currency, and France intervened militarily during multiple civil wars in the 2000s and 2010s. However, French troops had been widely seen as incapable of ensuring stability, so President Faustin-Archange Touadera turned to Russia for security assistance following his election in 2016. 

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      Source: Telegram/KorpusAfrica2
      WATCH Russian African Corps’ gunfight with Islamist militants (GRAPHIC VIDEO)

      French troops left the CAR in 2022, and now Russia’s Wagner private military company and Africa Corps are the sole foreign forces on its soil. Russia has also ramped up development aid to the CAR, and both countries have strengthened their economic ties since Touadera took office.

      The trajectory of the CAR follows those of Burkina Faso, Mali, and Niger, all of which are former French colonies. All three countries have expelled French troops, with Russia’s Africa Corps stepping in to fight jihadists in Mali, and Russia providing military aid and training to Burkina Faso and Niger. 

      French Foreign Minister Jean-Noel Barrot visited Bangui in March, ending a period of disengagement that he termed “cooling off,” and reassuring Touadera that “the Central African Republic matters to France.” Amid this outreach campaign, Ambassador Foucher’s conduct is an embarrassment to Paris and a potential impediment to diplomacy.

      Collapsing ceilings, asbestos, and holes in walls: Pentagon watchdog sounds alarm over condition of US bases in Pacific

      Por:RT
      13 de Agosto de 2026, 15:06

      The US military buildup in the region is relying on heavily dilapidated infrastructure, a new report by the Pentagon inspector general has indicated

      US military installations across the Pacific are in an alarming state of decay, a new Pentagon inspector general’s report has found, calling for “immediate attention” to fix crumbling infrastructure.

      The heavily redacted report, released this week, is part of an ongoing audit of US military facilities in the region. Inspections at 11 installations have revealed various severe issues, including collapsing ceilings, corroded walls, and a significant presence of mold. Additionally, there is extensive use of hazardous construction materials such as asbestos and lead-based paints.

      The unclassified “management advisory,” dated August 6, goes on at length about the Kadena and Yokota air bases in Japan. The uncovered issues affected both “mission‑critical systems” and “other critical infrastructure… and housing infrastructure.” Multiple buildings at the bases have “visible corrosion, visible mold, visible fire damage, visible cracks on the building exterior and interior, visible concrete spalling, and exposed rebar,” as well as “inoperable communication connections” according to the advisory.

      In some instances, storage buildings had multiple rusted-through holes exposing the hardware inside to the elements. Housing units have suffered from “ceiling collapses, visible mold, or visible concrete spalling,” repeatedly prompting relocation of assigned servicemen and their families. Some of the buildings also had crumbling facade elements “ranging from small fragments to large slabs” falling off, posing a threat to personnel.

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      FILE PHOTO: Artillery projectiles being manufactured at the Scranton Army Ammunition Plant in Pennsylvania, April 13, 2023.
      Pentagon pushes arms makers to boost output as Iran war drains stocks – WaPo

      The officials stationed at the inspected facilities blamed the situation on the age of the bases, which date back to the 1970s, as well as on “recurring environmental conditions, such as typhoons, earthquakes, and tsunamis that further degrade the infrastructure,” according to the advisory. They also pointed to convoluted schemes of funding, which come from both the US and Japan, with the latter funds geared largely “toward broader strategic objectives” rather than fixing dilapidated infrastructure.

      The decay of US military installations in the Pacific has been a persistent issue for years, yet neither civilian nor military authorities have been able to reverse it. In 2024, for instance, the Biden administration launched an Installation Infrastructure Action Plan to address the disrepair at bases overseas. According to the plan, at least “70 percent of utility systems at Pacific Air Force locations [were] severely degraded due to the highly corrosive environment.”

      Meanwhile, the Trump administration has been pushing a staggering $1.5 trillion defense budget for fiscal year 2027, a sharp increase over the more than $901 billion enacted for the current year. The massive $600 billion increase alone is almost twice the total annual military budget of China, which has been painted as the main US rival by the White House. The administration has repeatedly singled out the Pacific as its priority, rallying local allies to spend more on defense, citing China’s alleged military buildup.

      Filiação fraudulenta ao Missão impede registro da candidatura de Flávio Bolsonaro

      Por:Sul 21
      13 de Agosto de 2026, 14:38

      O nome de Flávio Bolsonaro (PL) apareceu filiado ao Partido Missão quando o senador tentou registrar sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira (13). Com isso, Flávio ainda não pode registrar sua candidatura à presidência para as eleições deste ano. O senador tem até o sábado (15) para resolver a situação, que acusa ser uma fraude.

      “Fraudaram a minha filiação partidária. O sistema vai tentar de tudo para me parar, mas não vai conseguir não porque Deus está no comando, e a gente, juntos, vamos resgatar o Brasil”, afirmou Bolsonaro em publicação nas suas redes sociais. Ele inicia sua campanha eleitoral neste domingo (16) com ato na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

      Já o Partido Missão, braço eleitoreiro do grupo conservador Movimento Brasil Livre (MBL), sublinhou a justificativa de Bolsonaro. Em nota, a sigla explica que foi “vítima de uma tentativa de filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro”. O Missão diz ainda que o gabinete de Flávio foi informado sobre a tentativa de filiação no dia 2 de agosto. “Consta em nosso sistema que os e-mails enviados foram abertos, mas não foram respondidos”, explicou o partido.

      “Nosso sistema, ao notar a fraude, tentou realizar no mesmo dia o cancelamento da filiação, ação que foi rejeitada pelo TSE”, ressaltou o partido.

      A nota publicada nas redes sociais informa ainda que a sigla “já está adotando todas as providências cabíveis junto à Polícia Federal e ao TSE, a fim de que os responsáveis pelo crime e pela fraude sejam identificados e exemplarmente punidos”. “Um relatório com todos os logs, e-mails e IPs será disponibilizado para a imprensa e autoridades”.

      O candidato do Missão à presidência é o próprio presidente e fundador do MBL, Renan Santos. Santos busca se apresentar como uma alternativa tanto a Lula quanto ao grupo político dos Bolsonaro e defende uma agenda ultraliberal inspirada nas propostas do presidente argentino Javier Milei. A campanha de Renan Santos se baseia no forte uso das redes sociais, especialmente do formato de vídeos curtos. Ainda tenta conquistar o voto da Geração Z com seus conteúdos conservadores e, por vezes, alinhados à extrema-direita.

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