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Por que o McDonald’s está seguindo os passos do Walmart e da Amazon no ramo da publicidade?

23 de Setembro de 2026, 16:07

Na quarta-feira, o McDonalds anunciou planos para criar sua própria rede de mídia, seguindo os passos de gigantes do varejo como a Amazon.e Walmart. Em agosto, 450 restaurantes próprios da empresa nos EUA começaram a exibir anúncios de outras empresas em seus painéis digitais de pedidos no drive-thru, como parte de um projeto piloto. O programa ainda está em fase inicial e não foi implementado para os franqueados que operam as demais cerca de 14.000 unidades da empresa nos EUA.

Ainda assim, o McDonald’s espera que, eventualmente, possa se tornar um negócio de US$ 1 bilhão (R$ 5 bilhões) para a empresa.

“A mídia comercial é uma das áreas de crescimento mais rápido na publicidade, e espera-se que alcance mais de US$ 100 bilhões somente nos EUA até 2028”, disse Morgan Flatley, diretor global de marketing e vice-presidente executivo de novos empreendimentos da McDonald’s, durante uma apresentação para investidores.

“É uma oportunidade de gerar receita para o sistema com pouco custo adicional, sem complexidade operacional e sem interrupção na experiência do cliente”, acrescentou Flatley.

Essa mudança poderá, eventualmente, trazer ao McDonald’s um fluxo constante de receita com alta margem de lucro, à medida que os custos de insumos essenciais, como a carne bovina, aumentam e a rede planeja investir bilhões de dólares em melhorias em seus restaurantes na próxima década. No setor de restaurantes, o McDonald’s seria pioneiro ao criar sua própria rede de mídia. O diretor financeiro, Ian Borden, afirmou que a empresa está em uma posição única para torná-la um sucesso.

Leia mais: McDonald’s vai investir bilhões em reformas e treinamento de restaurantes para impulsionar crescimento

“Temos uma das marcas mais valiosas de qualquer empresa do nosso porte e escala em qualquer setor”, disse Borden à CNBC. “Atendemos cerca de 85% da população dos EUA pelo menos uma vez por ano, então temos um alcance bastante singular, e temos 14.000 pontos de venda nos EUA, o que significa que estamos em todas as comunidades e nos conectamos com todos os consumidores.”

Grandes varejistas como Amazon e Walmart obtiveram sucesso administrando suas próprias redes de mídia, que tendem a ser negócios com alta margem de lucro. A Amazon reportou US$ 68,6 bilhões em vendas de serviços de publicidade em 2025, representando pouco menos de 10% da receita total da empresa. Os anúncios da Amazon aparecem em todo o seu portfólio, desde suas páginas de compras até o Prime Video, passando por lockers e a plataforma de streaming ao vivo Twitch, bem como aplicativos e sites de terceiros.

O Walmart não divulga resultados de vendas específicos para sua unidade de publicidade, mas a empresa afirmou que a Connect, seu negócio de publicidade nos EUA, registrou um crescimento de 43% nas vendas no segundo trimestre fiscal . A rede de mídia da varejista exibe anúncios em seu aplicativo, site e dentro de suas mais de 4.600 lojas nos EUA, além de aplicativos externos como o Instagram. A empresa também adquiriu a fabricante de TVs Vizio no final de 2024, visando seu negócio de publicidade.

O mais novo empreendimento do McDonald’s foi anunciado durante o dia do investidor da empresa , realizado na sede em Chicago. Além da rede de mídia, os executivos compartilharam mais detalhes sobre os planos para aumentar as vendas por meio de reformas caras nos restaurantes e melhoria na qualidade dos alimentos.

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Quem fiscaliza a terceirização? (Coluna da ASERGHC)

Por:Sul 21
21 de Agosto de 2026, 11:12

ASERGHC (*)

A terceirização no serviço público costuma ser apresentada como uma solução administrativa: contrata-se uma empresa, ela fornece o serviço e o Estado supostamente ganha em eficiência. Mas o que acontece quando, dentro de um único hospital público, passam a atuar mais de 80 empresas diferentes?

Um levantamento exemplar realizado pelo SindSaúde Paraná ajuda a responder essa pergunta. A entidade analisou a escala de trabalho de agosto de 2026 do Hospital Regional do Sudoeste Walter Alberto Pecoits, em Francisco Beltrão, e encontrou um retrato impressionante da expansão da terceirização na saúde pública paranaense.

Nos 17 setores analisados, havia 458 trabalhadores. Destes, 204 eram servidores efetivos do Estado e cinco tinham vínculo com a Funeas. Outros 249 eram trabalhadores vinculados a empresas terceirizadas ou credenciadas. Isso significa que 54,4% dos profissionais identificados pelo sindicato não tinham vínculo direto com o Estado.

Em algumas categorias, a situação é ainda mais expressiva. Dos 99 enfermeiros encontrados na escala, 73 eram terceirizados, o equivalente a 73,7%. Entre os técnicos de enfermagem, metade dos profissionais não tinha vínculo público. E os 14 instrumentadores cirúrgicos identificados eram todos terceirizados.

Mas talvez o dado que melhor revele a dimensão do modelo seja outro: esses trabalhadores estão espalhados por mais de 80 empresas. Mais de 80 empresas diferentes atuando dentro de um único hospital público.

Isso significa profissionais trabalhando lado a lado, muitas vezes desempenhando atividades semelhantes, mas submetidos a empregadores diferentes, contratos diferentes, salários diferentes, direitos diferentes e relações distintas de trabalho. É uma fragmentação que não pode ser tratada como um simples detalhe administrativo.

O próprio SindSaúde chama a atenção para uma questão fundamental: o problema não são os trabalhadores terceirizados, que diariamente garantem o funcionamento dos serviços. O problema é o modelo adotado pelo Estado, que substitui progressivamente vínculos públicos permanentes por relações de trabalho fragmentadas e mais instáveis.

Os dados levantados pelo sindicato mostram que esse processo ocorre paralelamente à redução do quadro próprio da saúde no Paraná. Em 2014, o Quadro Próprio dos Servidores da Saúde tinha 8.963 trabalhadores. Em 2025, eram 5.967. Uma redução de 33,4%.

E isso ocorre mesmo depois da realização e homologação de concurso público para a saúde. Enquanto candidatos aprovados aguardam nomeação, o Estado continua recorrendo a processos seletivos simplificados e à contratação terceirizada. Em julho deste ano, foi lançado mais um edital para contratação temporária de profissionais.

O levantamento do SindSaúde Paraná é importante também por mostrar o papel que uma entidade dos trabalhadores pode cumprir. Ao olhar uma escala de serviço, contar vínculos, identificar empresas e comparar esses números com a evolução do quadro público, o sindicato torna visível uma transformação que, vista contrato por contrato, pode passar despercebida.

É justamente esse tipo de trabalho que precisamos fazer diante do avanço das terceirizações no Grupo Hospitalar Conceição.

Quantos trabalhadores terceirizados atuam hoje no GHC? Quantas empresas diferentes estão presentes dentro de seus hospitais? Em quais setores? Quanto esses contratos custam? Como são fiscalizados? E, principalmente, até onde a direção do GHC, identificada com o campo da esquerda, pretende levar esse modelo? Combatemos as políticas neoliberais de Sebastião Melo e Eduardo Leite, mas, aqui no GHC, a direção do Grupo Hospitalar Conceição adota práticas da mesma natureza ao ampliar terceirizações e avançar na perspectiva de uma Parceria Público-Privada. 

A experiência revelada pelo SindSaúde Paraná deixa uma advertência que não deveria ser ignorada: terceirização não é apenas contratar uma empresa para realizar determinado serviço. Quando esse modelo avança, ele pode modificar profundamente a composição da força de trabalho, fragmentar equipes e reduzir progressivamente a presença de trabalhadores com vínculo público permanente.

Por isso, antes de terceirizar mais, é preciso saber onde esse caminho está nos levando. E, sobretudo, quem está fiscalizando esse caminho.

(*) Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição.

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As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21.

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Quem são as maiores empresas de beleza do mundo? Confira o top 10

13 de Agosto de 2026, 22:30

O mercado global de beleza movimentou US$ 258,99 bilhões ( cerca de R$1,3 trilhão) em 2025, considerando as 100 maiores fabricantes do setor. O valor representa alta de 2,7% em relação ao ano anterior, segundo o ranking anual Beauty Inc Top 100, elaborado pela WWD.

Apesar do avanço, o mercado enfrentou um período de crescimento moderado. Os cuidados com a pele perderam força para muitas companhias, enquanto o mercado de massa apresentou dificuldades e a expansão das fragrâncias desacelerou.

Nesse cenário, a L’Oréal manteve a liderança entre as maiores empresas de beleza do mundo, com US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões) em vendas, alta de 1,3% na comparação com 2024.

Leia também: Beleza S.A. – Parfums de Marly acelera expansão e prepara loja própria no Brasil, diz Luiza Souza

L’Oréal lidera mercado de beleza mundial

A companhia francesa aparece com ampla vantagem na primeira posição. A L’Oréal respondeu por 19,2% das vendas das 100 maiores empresas de beleza, aumentando sua participação em 0,5 ponto percentual.

A empresa registrou crescimento de 4% nas vendas comparáveis em 2025, acima da expansão estimada de 3,5% do mercado global. Ainda assim, enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e no varejo de viagens na Ásia. No segundo semestre, porém, a companhia ganhou ritmo, especialmente no quarto trimestre, impulsionada por inovações e novos produtos.

Confira as maiores empresas de beleza

O ranking reúne empresas dos segmentos de cosméticos, perfumes, maquiagem, cuidados com a pele e cabelos:

  1. L’Oréal: US$ 49,72 bilhões (R$ 258 bilhões)
  2. Unilever: US$ 26,98 bilhões (R$ 140 bilhões
  3. Procter & Gamble: US$ 15,4 bilhões ( R$ 80 bilhões)
  4. The Estée Lauder Cos.: US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões)
  5. LVMH: US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões)
  6. Chanel: US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões)
  7. Beiersdorf: US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões)
  8. Shiseido: US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões)
  9. Coty: US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões)
  10. Puig: US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões)

Os valores de Unilever, Procter & Gamble, Estée Lauder, LVMH, Beiersdorf e Puig são estimativas apresentadas pela WWD.

Leia também: Beleza S/A: Turismo de alto padrão transforma férias em experiências de bem-estar

Unilever e P&G completam o pódio

A Unilever, segunda colocada, registrou US$ 26,98 bilhões (R$ 140,4 bilhões) em vendas de beleza estimadas, apesar da queda de 2,9%. A empresa passou por mudanças estratégicas e pretende aumentar a participação de beleza, bem-estar e cuidados pessoais no negócio.

Na terceira posição, a Procter & Gamble alcançou US$ 15,4 bilhões (R$ 80 bilhões) estimados, com crescimento de 3%. A Herbal Essences teve avanço de dois dígitos em cuidados capilares, enquanto os cuidados pessoais também apresentaram crescimento.

A Estée Lauder, quarta colocada, teve vendas estimadas em US$ 14,7 bilhões (R$ 76 bilhões), queda de 3%. O ano também marcou mudanças na liderança da companhia.

Chanel cresce e Puig se destaca

A LVMH registrou US$ 9,22 bilhões (R$ 48 bilhões) e queda de 3%, embora sua divisão de perfumes e cosméticos tenha mantido vendas estáveis em termos orgânicos. Já a Chanel cresceu 3,1%, para US$ 9,18 bilhões (R$ 47,78 bilhões), impulsionada principalmente pelo segmento de fragrâncias e pela demanda na China, Coreia do Sul e Estados Unidos.

A Beiersdorf ficou praticamente estável, com US$ 8,89 bilhões (R$ 46 bilhões). A empresa enfrentou dificuldades nos cuidados com a pele e apostou em novos produtos da Nivea. A Shiseido teve queda de 2,1%, para US$ 6,48 bilhões (R$ 33,7 bilhões), enquanto a Coty recuou 4,6%, para US$ 5,81 bilhões (R$ 30,24 bilhões), em meio a mudanças na liderança.

A Puig, décima colocada, teve o maior crescimento entre as dez primeiras: 5,5%. A companhia alcançou US$ 5,27 bilhões (R$ 27 bilhões), com destaque para a expansão da maquiagem, especialmente da Charlotte Tilbury.

Leia também: Beleza S.A – Harry Kane transforma wellness em negócio e amplia investimentos em alimentação saudável

Mercado de beleza mostra crescimento moderado

No conjunto das 100 maiores empresas, 74% aumentaram as vendas, enquanto 29% registraram crescimento de dois dígitos. Por outro lado, 11 das 20 maiores companhias tiveram queda.

As dez maiores empresas concentraram US$ 151,65 bilhões (R$ 789,32 bilhões), equivalente a 58,6% das vendas do Top 100. Assim, o ranking mostra a força das grandes companhias no setor de beleza, com a L’Oréal mantendo uma liderança bastante distante das demais concorrentes.

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Quais são os maiores desafios para implementar I.A nas empresas?

11 de Julho de 2026, 10:00

A adoção da inteligência artificial (I.A) pelas empresas brasileiras avança, mas ainda enfrenta desafios para transformar a tecnologia em resultados concretos.

Um estudo global realizado pelo SAS Institute em parceria com a International Data Corporation (IDC) mostra que apenas 8% das companhias do Brasil conseguem equilibrar a confiança na I.A com estruturas adequadas de governança, transparência e gestão de riscos.

Leia também: Estudo do SAS mostra que só 8% das empresas do Brasil confiam na I.A. para governança

O índice brasileiro fica abaixo da média global, de 9%, e revela um dos principais obstáculos para a implementação da tecnologia: muitas organizações apostam na inteligência artificial, mas ainda não possuem processos preparados para garantir um uso seguro e eficiente.

A pesquisa, baseada em 2.375 entrevistas realizadas em diferentes regiões do mundo, aponta para o chamado “dilema da confiança”. O cenário acontece quando a expectativa das empresas em relação à I.A não acompanha os investimentos necessários em controles, qualidade de dados e estratégias de gerenciamento de riscos.

Falta de governança é um dos principais desafios da I.A nas empresas

No Brasil, 48% das empresas aparecem no grupo classificado pelo estudo como “retardatárias”. Essas organizações apresentam baixa confiança na inteligência artificial e também pouca estrutura de governança para acompanhar o avanço da tecnologia.

Além disso, 26% das companhias demonstram excesso de confiança, ou seja, acreditam mais no potencial da I.A do que sua estrutura atual consegue sustentar. Enquanto isso, 19% utilizam menos recursos de inteligência artificial do que poderiam, mesmo tendo condições para ampliar o uso.

Dessa forma, apenas 8% das empresas brasileiras atingem o equilíbrio considerado ideal pelo levantamento, combinando confiança, preparação interna e mecanismos de controle.

Leia também: Startup chinesa fundada por ex-executivo da Apple vira unicórnio

Confiança muda conforme o tipo de I.A

Outro ponto destacado pelo estudo é que a percepção das empresas sobre a I.A varia conforme a tecnologia utilizada. Na inteligência artificial tradicional, 29% das companhias brasileiras afirmam ter algum nível de confiança, enquanto 22% relatam confiança total.

Já na IA generativa, que ganhou espaço com ferramentas capazes de criar textos, imagens e análises, 25% demonstram alguma confiança e 32% afirmam confiar totalmente. No caso da I.A agêntica, tecnologia capaz de executar ações de forma mais autônoma, 37% dizem ter alguma confiança e apenas 17% afirmam confiar totalmente.

Apesar disso, o Brasil apresenta um Índice de Confiabilidade da I.A de 3,35 pontos, em uma escala de 0 a 5. O resultado supera países como Alemanha e China. Entretanto, quando o assunto é impacto nos negócios, o desempenho brasileiro fica atrás.

O Índice de Impacto da I.A no país chegou a 2,84 pontos, abaixo de mercados como Irlanda e Austrália, que conseguem unir maior confiança na tecnologia com resultados empresariais mais consistentes.

Leia tmabém: Ações da Kuaishou disparam após a Tencent participar de uma rodada de financiamento de US$ 2,8 bilhões para a subsidiária Kling AI

Estrutura de dados limita avanço da inteligência artificial

Além da governança, a preparação dos dados aparece como outro desafio para a implementação da I.A. Segundo o levantamento, a infraestrutura de dados das empresas brasileiras ainda é fragmentada.

Cerca de 35% das organizações operam em estágios considerados “ad hoc” ou fragmentados, enquanto a média global é de 16%. Na prática, essa falta de organização dificulta a criação de sistemas mais eficientes e reduz a capacidade das empresas de transformar investimentos de inteligência artificial em ganhos reais.

O impacto também aparece no retorno financeiro. Para cada dólar investido em I.A, as empresas brasileiras registram um retorno médio de US$ 1,52. O valor fica abaixo da média mundial, de US$ 1,61, e da média das Américas e América Latina, de US$ 1,63.

Empresas aumentam investimentos, mas precisam melhorar preparação

Mesmo diante dos desafios, o cenário indica que as empresas continuam apostando na expansão da inteligência artificial. A América Latina aparece como a região com maior expectativa de crescimento nos investimentos em I.A entre os mercados analisados.

Nos próximos 12 meses, 20% das empresas latino-americanas esperam aumentar seus orçamentos para a tecnologia em mais de 20%, quase o dobro da média global.

No entanto, o avanço dos investimentos exige uma preparação maior. Sem uma base estruturada de dados, regras claras de uso e mecanismos de acompanhamento, a adoção da I.A pode não alcançar todo o potencial esperado pelas organizações.

Para Jim Goodnight, CEO e cofundador do SAS, a tecnologia precisa estar associada à capacidade de tomar decisões confiáveis. Segundo ele, esse princípio acompanha a empresa desde sua criação e se tornou ainda mais relevante com a expansão da inteligência artificial.

Leia também: Tencent testa assistente de I.A no aplicativo mais popular da China em tentativa de alcançar rivais

SAS completa 50 anos com foco em dados e I.A

O estudo também marca um momento importante para o SAS, que completa 50 anos em julho de 2026. Fundada em 1976 como um projeto de pesquisa na North Carolina State University, a companhia se consolidou como uma das principais fornecedoras globais de softwares para análise de dados e inteligência artificial.

Atualmente, a empresa afirma atender clientes em mais de 150 países e manter investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento. Ao longo de cinco décadas, a companhia passou a acompanhar a evolução do mercado de dados, que agora enfrenta o desafio de equilibrar inovação, segurança e confiança no uso da I.A.

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Cosan vende parte de portfólio de terras agrícolas por R$ 1,85 bi

17 de Junho de 2026, 09:28

A Cosan informou nesta quarta-feira (17), por meio de fato relevante, que o Grupo Radar assinou um compromisso para vender parte de seu portfólio de propriedades agrícolas localizadas no Mato Grosso. A operação envolve subsidiárias do grupo que são detentoras de propriedades agrícolas nas quais a Cosan possui investimentos.

Os imóveis correspondem a 12% do portfólio total de propriedades agrícolas detido pela Radar, estão localizados no Estado do Mato Grosso, compreendem uma área total de 41,2 mil hectares e são destinados ao cultivo de soja, milho e algodão. O valor total ofertado pelo terceiro adquirente por estes Imóveis é de R$ 1,85 bilhão, sendo aproximadamente R$ 586 milhões referentes à participação da Cosan.

Leia também: Cosan nega venda da Rumo, mas reafirma foco em desalavancagem

A conclusão da operação tem certas condições precedentes usuais para esse tipo de operação. Segundo a companhia, a operação está alinhada à estratégia de desinvestimentos, redução da alavancagem e simplificação de portfólio da Cosan.

A Cosan afirma que manterá seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados em conformidade com a regulamentação aplicável.

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