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Coreia do Sul estabelece meta para reduzir importações de petróleo do Oriente Médio até 2035

23 de Setembro de 2026, 16:20

A Coreia do Sul estabeleceu como meta reduzir de forma significativa sua dependência de petróleo bruto importado do Oriente Médio, em uma estratégia voltada à diversificação dos fornecedores e à redução da exposição a riscos geopolíticos. As metas foram divulgadas nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Indústria sul-coreano.

Em 2025, aproximadamente 70% do petróleo importado pelo país, descrito no texto como a quarta maior economia da Ásia, teve origem no Oriente Médio. O governo pretende reduzir essa participação para menos de 50% até 2035. Para o gás natural, a meta é manter abaixo de 30% a parcela proveniente da região no mesmo ano.

Segundo o governo sul-coreano, os conflitos no Oriente Médio evidenciam os riscos associados à concentração das cadeias de suprimento de energia. De acordo com o Ministério da Indústria, uma interrupção desses fluxos pode ameaçar tanto a atividade industrial quanto a vida da população durante períodos de crise.

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O ministério também relacionou as interrupções no Estreito de Ormuz à guerra prolongada no Irã. Considerado no texto uma rota crucial para o transporte global de energia, o estreito foi utilizado em 2025 para a passagem de 61% das importações de petróleo da Coreia do Sul, segundo comunicado da pasta.

A estratégia do governo inclui ainda o aumento da capacidade de armazenamento de petróleo bruto. A previsão é acrescentar 20 milhões de barris aos estoques até 2030.

O post Coreia do Sul estabelece meta para reduzir importações de petróleo do Oriente Médio até 2035 apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

Bolsonarista Tallis Gomes esclarece polêmica de foto com Zuckerberg

17 de Junho de 2026, 08:45
Tallis Gomes e Mark Zuckerberg em foto manipulada. Foto: reprodução

A assessoria de imprensa do G4 Educação esclareceu a polêmica envolvendo uma foto do CEO da empresa, Tallis Gomes, ao lado do bilionário Mark Zuckerberg, dono da Meta. A imagem foi publicada nas redes sociais pelo empresário e passou a ser questionada por usuários da rede X, que apontaram supostas inconsistências visuais e levantaram a hipótese de montagem com inteligência artificial.

Em nota, a assessoria afirmou que o registro é autêntico. “O encontro e a foto são reais, não se trata de um fake”, afirmou ao DCM.

Tallis Gomes, de 39 anos, é presidente da G4 Educação, plataforma de soluções empresariais que projeta alcançar R$ 1 bilhão em receita no próximo ano. O empresário bolsonarista publicou a imagem após participar de um evento de UFC promovido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Segundo Gomes, o encontro com Zuckerberg ocorreu na Casa Branca. No domingo, Trump transformou o gramado da residência oficial em uma arena de MMA para celebrar seu aniversário de 80 anos. O evento reuniu apoiadores do presidente estadunidense e convidados para acompanhar lutas no octógono.

Na publicação, Gomes afirmou ter conversado rapidamente com Zuckerberg sobre temas como liberdade de expressão, eleições e empreendedorismo. “Na Casa Branca ontem, bati um papo rápido com o Zuckerberg sobre liberdade de expressão, eleições e empreender. Não foi conversa longa, mas reforçou o óbvio: sem liberdade de verdade, o jogo fica manipulado”, escreveu.

Na Casa Branca ontem, bati um papo rápido com o Zuckerberg sobre liberdade de expressão, eleições e empreender.
Não foi conversa longa, mas reforçou o óbvio: sem liberdade de verdade, o jogo fica manipulado. pic.twitter.com/DIzijL9awv

— Tallis Gomes (@tallisgomes) June 15, 2026

A postagem, no entanto, gerou questionamentos. Usuários da rede X observaram que a imagem trazia o logo da ferramenta Gemini, do Google, e passaram a afirmar que a fotografia teria sido criada por inteligência artificial. A marca foi interpretada por parte dos internautas como indício de que se tratava de uma imagem artificial ou manipulada.

A assessoria de Tallis Gomes negou que a foto tenha sido fabricada. Segundo a equipe do empresário, a imagem original foi capturada em um ambiente com pouca iluminação e depois passou por uma ferramenta de inteligência artificial para ajuste de qualidade.

“O que aconteceu é que a foto original foi tirada em um ambiente muito escuro e acabou passando por uma ferramenta de IA (Gemini) para melhorar a nitidez e a iluminação. Como esse tipo de tecnologia às vezes altera um pouco as texturas e feições, acabou gerando essa impressão de montagem, mas o registro de fato aconteceu”.

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