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Motta e Alcolumbre são os políticos mais rejeitados pelos brasileiros, diz AtlasIntel

30 de Abril de 2026, 14:57
Hugo Motta e Davi Alcolumbre. Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta (30) revelou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), são os políticos com as piores avaliações pela população brasileira. O tem apenas 2% de aprovação, enquanto o segundo conta com 3%.

A rejeição dos parlamentares é alta, com 87% e 81%, respectivamente. Outros políticos também foram avaliados: o presidente Lula, o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lideram as avaliações com 45% de aprovação, embora também enfrentem desaprovação majoritária, variando de 51% a 53%.

Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, obteve 44% de aprovação, enquanto o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) teve o mesmo índice. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência, ficou com 42%, seguido de Romeu Zema (Novo) e Geraldo Alckmin (PSB).

Imagem de líderes políticos. Foto: Reprodução/AtlasIntel

A pesquisa também abordou a tramitação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a escala de trabalho 6×1. A maioria da população apoia a medida, com 55,7% favoráveis ao fim dessa escala.

O apoio é particularmente forte entre jovens de 16 a 24 anos e pessoas com ensino superior e renda de R$ 3.000 a R$ 5.000 mensais. A proposta deve ser analisada pela comissão especial, e o governo prevê um relatório final em 30 dias.

Avaliação da população sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Foto: Reprodução/AtlasIntel

Outro tema econômico abordado foi a regulamentação das empresas de apostas esportivas, as chamadas “bets”. A maioria da população é crítica à disseminação desse mercado, com 63,2% dizendo que ele traz apenas prejuízos.

Os entrevistados também apontaram que as apostas contribuem para o endividamento da sociedade e criticaram o fácil acesso de menores às plataformas. A maior parte acredita que o governo deveria aumentar a tributação sobre essas empresas e limitar sua publicidade.

A pesquisa entrevistou 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril, com margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%.

Oito em cada dez brasileiros de até 40 anos defendem fim da escala 6×1

Por:Sul 21
12 de Março de 2026, 18:40

Da Agência Brasil

Levantamento da Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados mostra que 82% dos brasileiros de 16 a 40 anos são a favor do fim da escala 6×1, sem redução salarial. Na média geral, considerando todas as faixas etárias, 63% dos brasileiros defendem o fim da escala 6×1, independentemente da questão salarial.

O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (12), entrevistou 2.021 pessoas com 16 anos ou mais, nas 27 unidades da federação, entre os dias 30 de janeiro e 5 de fevereiro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Faixas etárias

De acordo com a pesquisa, 31% dos jovens de 16 a 24 anos (Geração Z) são totalmente favoráveis ao fim da escala 6×1, independentemente de a medida ter ou não impacto o pagamento dos trabalhadores; 47% deles disseram que são favoráveis se a proposta não ocasionar diminuição salarial; e 4% são favoráveis sem ter opinião formada sobre a manutenção ou redução dos salários. No total, 82% dos entrevistados dessa faixa etária defenderam o fim do 6×1, se não houver alteração no salário.

Já 35% dos brasileiros entre 25 e 40 anos (millennials) são totalmente favoráveis ao fim do 6×1, independentemente de isso impactar ou não o pagamento dos trabalhadores. Segundo os dados, 42% são favoráveis se a medida aprovada não implicar redução salarial. Há ainda 5% que se dizem favoráveis, mas ainda sem ter opinião formada sobre a condicionante (manutenção ou redução dos salários). No total, 82% são favoráveis ao fim do 6×1, sem queda na remuneração.

A aprovação do fim da escala 6×1 cai para 62%, no entanto, entre os brasileiros de 41 a 59 e, para 48%, entre a população com mais de 60 anos.

CEO da Nexus, Marcelo Tokarski destaca que há um grupo relevante de pessoas que apoia o fim da escala 6×1, mesmo com a diminuição da remuneração. “Há um grupo menor, mas relevante, que apoia o fim da escala independentemente do impacto salarial, o que sugere uma mudança de valores em relação ao trabalho”, destaca.

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Quaest: Lula e Flávio Bolsonaro ficam empatados em eventual segundo turno

Por:Sul 21
11 de Março de 2026, 16:46

Foi divulgada nesta quarta-feira (11) nova rodada de pesquisa Genial/Quaest com intenções de voto para as eleições presidenciais de 2026. O levantamento mostra empate numérico em um eventual segundo turno entre o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), ambos com 41% da preferência dos eleitores. O petista lidera os demais cenários de segundo turno e também as projeções de primeiro turno.

No levantamento anterior, realizado em fevereiro deste ano, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro aparecia com 38% das intenções de voto em um segundo turno contra Lula e, portanto, teve um acréscimo de três pontos percentuais. O atual presidente, por sua vez, tinha 43% e caiu dois pontos percentuais, o que equivale à margem de erro da pesquisa.

Contra o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), Lula vence por 42% a 33%. Diante do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula tem 44% contra 34%. O atual presidente venceria também o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) por 44% a 32%; e o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), por 42% a 26%.

A pesquisa testou sete cenários de primeiro turno. Lula lidera todos as projeções, com intenções de voto que variam entre 36% e 39%. Flávio Bolsonaro fica em segundo lugar em todos os cenários, pontuando entre 30% e 35%. Testado em dois cenários, Ratinho Jr. aparece com 7% em ambos. Ronaldo Caiado tem 4% também em duas projeções. Zema foi testado em quatro cenários e ficou com pontuações entre 2% e 3%. O governador gaúcho Eduardo Leite aparece com 3% nas duas projeções em que foi testado. Também foram incluídos na pesquisa os pré-candidatos Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC), que aparecem com intenções de voto que variam entre 1% e 2% em todos os cenários.

O levantamento mostrou também oscilação para cima, dentro da margem de erro, na desaprovação do Governo Lula, que passou de 49% para 51%. Já a aprovação oscilou para baixo, de 45% para 44%. O CEO da Quaest, Felipe Nunes, destaca que o saldo negativo de sete pontos percentuais é o pior resultado da gestão desde julho de 2025, antes do tarifaço promovido por Donald Trump. O cientista político destaca que cresceu o número de eleitores que declaram ter visto mais notícias negativas e também daqueles que acreditam que a economia piorou no último ano.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios entre os dias 6 e 9 de março. O nível de confiabilidade da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2 pontos percentuais. A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e está registrada no TSE (BR-5809/2026).

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Desaprovação de Lula chega a 51%, pior número desde setembro, diz Quaest

11 de Março de 2026, 14:54
O presidente Lula. Foto: Evaristo Sá/AFP

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (11) mostrou um aumento na desaprovação ao governo do presidente Lula, que atingiu 51%, enquanto a aprovação ficou em 44%. Os números eram, respectivamente, 49% e 45% em fevereiro.

O aumento da desaprovação vem crescendo desde o fim de 2023 e é a primeira vez que atinge um índice tão alto após os picos registrados em maio de 2025, quando a desaprovação chegou a 57%.

O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, também revelou mudanças no perfil do eleitorado. Pela primeira vez, entre as mulheres, a desaprovação superou a aprovação, com 48% de desaprovação contra 46% de aprovação. A desaprovação entre os eleitores de 16 a 34 anos aumentou de 50% para 56%.

Desaprovação de Lula chega ao maior número desde setembro. Foto: Reprodução/Quaest

A pesquisa também apontou que o Norte e o Centro-Oeste, além do Sul e Sudeste, continuam sendo regiões onde a desaprovação ao governo é mais pronunciada. No Nordeste, onde Lula ainda mantém uma forte base de apoio, ele tem 65% de aprovação.

Entre os católicos, a desaprovação passou de 42% para 47%, com a aprovação caindo de 52% para 49%. Esses dados demonstram uma tendência de erosão do apoio popular, especialmente entre setores mais religiosos e jovens.

Em relação à avaliação do governo, a pesquisa indicou que 43% dos eleitores consideram a gestão negativa, enquanto 31% a veem positivamente. Esses números são mais altos do que os registrados em janeiro e fevereiro, quando a avaliação negativa era de 39%.

Avaliação negativa do governo Lula chega ao pior número desde maio de 2025. Foto: Reprodução

Ao ser questionado se Lula merece continuar na presidência, 59% dos entrevistados responderam que não, enquanto 37% acreditam que ele merece seguir no cargo, mostrando um quadro de ceticismo em relação à continuidade de seu governo.

Em termos econômicos, a pesquisa revelou que 48% dos eleitores acreditam que a situação econômica piorou nos últimos 12 meses, o que representa um aumento em relação a fevereiro, quando o índice era de 43%. Apenas 24% consideram que a economia melhorou, e 26% acreditam que ela ficou do mesmo jeito.

Quando questionados sobre as expectativas para os próximos 12 meses, 41% dos entrevistados acreditam que a economia vai melhorar, enquanto 34% acham que ela vai piorar, e 21% acreditam que ficará do mesmo jeito.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 a 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

Datafolha: pesquisa aponta empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno

Por:Sul 21
7 de Março de 2026, 19:35

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (7) pelo jornal Folha de S.Paulo aponta empate técnico entre o presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no cenário de segundo turno da disputa presidencial deste ano. Na simulação, Lula aparece com 46% e Flávio com 43%.

Nesquisa anterior, realizada em dezembro de 2025, Lula aparecia com 51% das intenções de voto, enquanto o senador registrava 36%. Conforme divulgado, a nova pesquisa é a primeira feita pelo instituto desde que Flávio foi lançado pelo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a partir da cadeia.

O Datafolha ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios de terça (3) a quinta-feira (5). Com margem de erro de dois pontos para mais ou para menos, o levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.

Para a pesquisa, o Datafolha testou cinco cenários para o pleito de primeiro turno e sete para o de segundo. Lula segue à frente em todos.

A pesquisa aponta que no cenário hoje mais provável para o primeiro turno, Lula tem 38% contra 32% de Flávio. Em seguida, aparecem Ratinho Jr. (PSD) com 7%, Romeu Zema (Novo), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3% e Aldo Rebelo (DC) com 2%. Rejeitam todos os candidatos 11%, e 3% dizem não saber em quem votar.

 

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Autonomia financeira é prioridade para mulheres, aponta pesquisa

Por:Sul 21
7 de Março de 2026, 18:52

De Agência Brasil

Ter autonomia financeira para decidir sobre a própria vida está no topo das prioridades das mulheres ouvidas pela pesquisa Mulheres e Mercado de Trabalho, divulgada neste sábado (7).

O levantamento confirma que o mundo do trabalho permanece desigual e traz a percepção delas sobre práticas discriminatórias e violentas no ambiente profissional.

Realizada pela Consultoria Maya, com base no cadastro da plataforma de educação corporativa Koru, a pesquisa investigou a visão de 180 mulheres sobre trabalho e vida pessoal. Para isso, entrevistou diferentes perfis etários e etnorraciais, com exceção de indígenas.

Ao falar sobre ambições, a independência financeira foi apontada como prioridade por 37,3% delas. Em segundo lugar, estava a saúde mental e física (31%) e, em seguida, a realização profissional. Ter uma relação amorosa não é a meta nem de uma em cada dez mulheres consultadas.

“Estamos falando de ter um salário, de ter rendimento, de ter poder de decisão, não é de poder de compra”, explicou a diretora da Consultoria Maya, Paola Carvalho. A autonomia, destacou, permite à mulher sair de um relacionamento abusivo ou oferecer melhor condição de vida para a sua família.

“Autonomia financeira é condição para liberdade de escolha”, frisou.

Violência e discriminação

Para muitas mulheres, o caminho para a autonomia passa pelo trabalho remunerado. No entanto, permanecem várias barreiras culturais ao acesso e à ascensão delas no mercado, apesar de terem melhor formação e currículo, segundo a visão das próprias. Entre os problemas, estão a discriminação e a violência.

Dentre as entrevistadas, 2,3% relatam ter sido preteridas em promoções, em geral, por conta da maternidade.

“Primeiro [vêm] os homens, claro, depois, mulheres sem filhos e, por último, mulheres com filhos”, contou uma das mulheres ouvidas na pesquisa, que não foi identificada. “Vejo predileção em promover mulheres que não têm filhos em vez de mães”, avaliou.

A violência psicológica também tem impacto na carreira. Mais de sete entre dez entrevistadas relataram ter sofrido com o problema.

Os casos incluem comentários sexistas ─ que desvalorizam aptidões pelo fato de ser mulher ─, incluindo ofensas sobre a aparência delas, além de interrupções frequentes em reuniões, apropriações de ideias e questionamentos sobre a capacidade técnica.

“Meu coordenador me ofereceu um cargo acima do que eu estava e, quando aceitei, por três vezes, ele me chamou para conversar e questionar se eu achava que conseguiria”, relatou uma das mulheres ouvidas.

“Em uma das vezes, ele teve a audácia de me pedir para conversar com o meu esposo sobre a minha decisão”, completou outra entrevistada.

A violência no local de trabalho fez com que muitas pensassem em abrir mão do trabalho e, mesmo que muitas não tenham desistido, o problema mostra que a permanência delas no trabalho “ocorre apesar das adversidades, e não pelas condições plenamente equitativas”, diz o texto.

A distribuição de cargos nas empresas evidencia o topo do problema. Segundo o levantamento, a maior parte das entrevistadas atua em posições operacionais e intermediárias, como coordenadora e gerente. Apenas 5,6% chegaram a postos na diretoria ou cargos chamados de “C-levels”, que são os mais altos executivos.

“A presença feminina diminui drasticamente à medida que os cargos se tornam mais estratégicos, revelando uma estrutura sexista por trás desse resultado”, avaliou Paola.

Para mudar o quadro, a consultora sugere comprometimento, do estagiário ao CEO, com uma nova visão e atitudes profissionais no dia a dia.

“É preciso ter um olhar diferente para essas questões. Isso parte de ações individuais e institucionais”, sugeriu. “Em 2026, ter esses resultados é chocante”, concluiu Paola.

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Datafolha: Flávio se consolida e empata com Lula no 2º turno

7 de Março de 2026, 16:24
Por Igor Gielow (Folhapress) – A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) se consolidou no campo oposto ao do presidente Lula (PT) na disputa presidencial deste ano, aponta o Datafolha. O senador fluminense se aproxima do petista nas simulações de primeiro turno e empata tecnicamente na de segundo, marcando 43% ante 46% do rival. Na centro-direita, […]
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