Visualização normal

Received before yesterday

Fatia de pessimistas com economia do Brasil cai de 35% para 26%, diz Datafolha

23 de Junho de 2026, 07:39
Serasa
Por Maeli Prado (Folhapress) – A expectativa dos brasileiros para a situação econômica do Brasil melhorou nos últimos três meses e meio, com aumento do otimismo e queda no pessimismo com o futuro, mostra pesquisa Datafolha. Entre os ouvidos, 36% consideram que a economia brasileira vai melhorar nos próximos meses, um avanço em relação aos 30% que […]

Financiamento é o grande gargalo da pesquisa gaúcha, aponta Rafael Roesler

22 de Junho de 2026, 18:33

Embora o Rio Grande do Sul esteja na liderança em rankings nacionais de números de pesquisadores e de pesquisas com maior impacto, o financiamento que o Estado reserva para a pesquisa científica e acadêmica é um dos mais baixos do País. O diagnóstico é do professor titular do Departamento de Farmacologia da Ufrgs, Rafael Roesler, que está no segundo mandato como diretor técnico-científico do Conselho Técnico Administrativo (CTA) da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (Fapergs).

A Fapergs é a principal agência de fomento à pesquisa científica e à inovação tecnológica do RS, uma fundação pública da administração estadual. Conforme o diretor, o setor nunca recebeu os recursos previstos em legislação, o que, para ele, denota um problema sistêmico de baixo financiamento para estudos no RS.

No entanto, mesmo com poucos recursos, ele ressalta que os pesquisadores gaúchos são protagonistas em momentos de crise como nas enchentes de 2024, quando diversos especialistas de universidades gaúchas se mobilizaram para oferecer diagnósticos e soluções para diminuir os impactos das cheias.

O professor é o convidado do encontro promovido pelo Grupo de Trabalho de Ciência e Tecnologia da Adufrgs-Sindical e palestra, nessa segunda-feira (22), na sede da entidade. Nessa entrevista ao Sul21, o professor ainda defende que o Brasil precisa aprender com os modelos de financiamento de pesquisa de países como China e Coreia do Sul, que conseguiram usar a inovação local para impulsionar a economia.

Confira:

Sul21: O que falta para o Brasil se destacar?

Rafael Roesler: Há várias carências crônicas e várias instabilidades crônicas. E entra na questão do financiamento, que é o principal fator que determina se as coisas vão acontecer ou não. Temos, em nível federal, as principais agências de fomento: o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), que é fomento mais à pesquisa, incluindo a pesquisa básica; a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), que é mais para a formação de pessoas, com bolsas de pós-graduação; e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que é voltada para grandes infraestruturas de pesquisa e de inovação, inclusive inovação nas empresas, onde é necessário esse fomento público também. Temos que enxergar a atividade de pesquisa científica vinculada à inovação tecnológica, a atuação das universidades, das empresas, dos institutos de pesquisa, do poder público, da sociedade civil, idealmente como atores articulados em torno de um projeto de desenvolvimento socioeconômico do país.

Sul21: Quais os exemplos estrangeiros que podem ser apropriados pelo Brasil?

Roesler:  Todos os países que conseguiram um desenvolvimento soberano, uma economia avançada e socialmente justa, baseada em pesquisa científica na base da economia, articularam esses atores todos. Precisamos dessa articulação com o poder público coordenando esse processo e dando a diretriz, principalmente o governo federal, com as agências públicas dos estados, os laboratórios nacionais públicos, as universidades de todas as matizes e características de gestão, e também com a indústria nacional. Vale enfatizar ainda a participação da geração de start ups nacionais, pequenas empresas de alta densidade tecnológica, que diversificam a economia, com alto conteúdo científico, para que projetem a economia para um modelo baseado em tecnologia mais sustentável e mais avançado. Esses agentes podem trabalhar de forma harmoniosa e benéfica para a sociedade. E o critério é estar inserido num projeto de desenvolvimento nacional. Tem sido assim a experiência de todos os países que conseguiram dar um salto a partir de uma posição de capitalismo periférico. Como a Coreia do Sul, que se tornou uma economia de maior produtividade e maior renda, capaz de prestar serviços sociais mais generosos. Outro grande modelo que temos agora é a China.

Sul21: E como está o RS nesse cenário?

Roesler: O Rio Grande do Sul tem um sistema acadêmico, científico e tecnológico muito rico. As universidades comunitárias têm um papel fundamental nisso. Temos os institutos federais, as unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), sete universidades federais sediadas no estado, parques tecnológicos, incubadoras de ponta. É um estado muito rico e muito competitivo para captação desses recursos federais que existem. O Rio Grande do Sul tem a maior densidade de pesquisadores ativos profissionalmente por habitante, a maior densidade de publicações científicas por habitante no Brasil e a maior qualidade de produção científica no Brasil medida pelo impacto. Também tem a maior formação de doutores no Brasil e a maior formação de pós-graduação. Se analisarmos a produção conforme as métricas por habitante. o Rio Grande do Sul lidera tudo isso no país, mais até do que São Paulo, que tem um financiamento muitíssimo maior. Agora, o nosso financiamento é muito baixo. A gente tem um problema crônico de subfinanciamento, que é um dos orçamentos mais baixos do Brasil.

Rafael Roesler é diretor-técnico da Fapergs

Sul21: Qual o orçamento da Fapergs?

Roesler: Quando começa o ano, o orçamento base da Fapergs, que é destinado na lei de orçamentária da Assembleia, historicamente, fica em torno de R$ 30 milhões. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) fica em torno de R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões. Rio de Janeiro e Minas Gerais praticam orçamento de R$ 700 a R$ 900 milhões por ano. Todos os outros estados da região Sul e Sudeste e a maior parte dos estados do Nordeste e do Norte recebem mais financiamento estadual do que o Rio Grande do Sul. Temos conseguido algumas suplementações importantes nos últimos anos, graças ao esforço de vários agentes, da própria Fapergs, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia e do Governo do Estado. Com isso, tem executado orçamento na casa de R$ 100 milhões, mas isso são suplementações que são incertas, que não estão organicamente incluídas ainda no orçamento que é aprovado pela Assembleia na lei orçamentária. E esse é o grande gargalo aqui para o Estado em termos de política estadual, de ciência, tecnologia e inovação.

Sul21: Há um contraste entre esses dados de liderança nas pesquisas. O que está faltando para o orçamento reconhecer a extensão da pesquisa?

Roesler: Temos conversado com muitos deputados e o Governo do Estado, que conhecem essa realidade. O Tribunal de Contas do Estado todo ano aponta o Governo do Estado por causa dessa deficiência. Temos uma lei na constituição que diz que 1,5% da arrecadação líquida de impostos do estado deveria vir para pesquisa científica, principalmente para Fapergs. Isso nunca foi cumprido. Nunca chegou perto de ser cumprido. E não é que os agentes desconhecem a situação. Pois estamos em todos os fóruns comunicando, isso é público. Parece que é um problema estrutural, todos os governos falam que o RS é um estado financeiramente complicado. Pessoalmente, penso que é uma questão de priorização, porque há competição pelo orçamento público por diferentes demandas. Tem que haver um entendimento de que o financiamento em pesquisa gera lá na frente um crescimento econômico que compensa esse financiamento pelos benefícios sociais. Mas é um problema crônico histórico do Estado. Existe esse clichê de que a culpa é dos pesquisadores que não sabem se comunicar com a sociedade. Mas discordo, tem muito canal de divulgação científica hoje em dia, tem muitos comunicadores bons e todos os caminhos para conhecer o que é feito. É realmente um problema político e de modelo econômico.

Sul21: Professor, durante as enchentes de 2024, os órgãos de pesquisa do RS foram muito acionados. Como o senhor avalia esse momento?

Roesler: Naquela época, imediatamente quando ocorreu a enchente, a posição da Fapergs foi de acionar a comunidade científica acadêmica do Rio Grande do Sul, porque ela queria muito oferecer especialistas e centros de pesquisa dessa área que são de ponta, que teriam soluções e diagnósticos. E precisam de espaço para conseguirem aprimorar, trabalhar e serem ouvidos. E foi assim na covid-19 também, na hora em que a gente precisa da informação apurada, do conteúdo real com substância e do parecer técnico real, onde é que o Jornal Nacional veio fazer a transmissão? Foi no Instituto de Pesquisas Hidráulicas da Ufrgs, veio para a universidade federal. Na covid-19 também, as pessoas foram procurar informação de qualidade dentro da universidade federal. É ali que está o conhecimento, e principalmente o conhecimento de qualidade. Então após as enchentes fizemos um movimento para construir um grande programa de apoio à pesquisa, para resiliência, prevenção e resposta a desastres climáticos.

Sul21: Como foi essa articulação?

Roesler: Pesquisamos muito a experiência internacional, o que as agências de fomento americanas fizeram nos Estados Unidos em resposta ao furacão Katrina em New Orleans. Estudamos o que o Japão faz em questão de pesquisa científica na resposta aos terremotos e tsunamis. Pesquisamos o sistema científico internacional de tsunami da Indonésia e usamos isso como modelo para construção de um edital. Conseguimos viabilizar esse edital com o apoio do Governo do Estado e dos recursos do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), que o Governo Federal disponibilizou na época para o RS. E lançamos um edital de R$ 45 milhões para desastres climáticos. Esse foi o maior, mas houve outros editais também acessórios a esse e outros em paralelo. Então lançamos uma série de programas para tentar manter os jovens talentos científicos no estado, não fazer eles desistirem do estado por causa daquilo, para tentar estimular a pesquisa nessa área, dando a prioridade para a própria comunidade acadêmica e científica gaúcha, não para agentes externos. E para apoiar as pequenas empresas tecnológicas que precisavam de apoio para continuar no estado. Fizemos vários programas e editais. E houve uma resposta muito boa. Então, houve uma ativação da comunidade científica em resposta a esse processo climático.

Sul21: O uso da Inteligência Artificial (IA) em pesquisas e no ambiente acadêmico traz preocupações para o senhor?

Roesler: Não sou especialista nessa área, mas, como todo mundo, estou muito perplexo com a rapidez que vem sendo utilizada. A IA claramente apresenta enormes oportunidades, é uma mudança irreversível na maneira como nós fazemos as coisas e apresenta também ameaças. Espero que a gente consiga construir um modelo brasileiro de IA, onde não fiquemos subalternos tecnologicamente, nem subalternos do ponto de vista de entrega da informação estratégica brasileira para essas grandes corporações internacionais. Deveríamos ter uma discussão mais profunda sobre o que está havendo, para criar um modelo brasileiro de governança, que nos fornecesse segurança e um uso benéfico para a sociedade brasileira.

O post Financiamento é o grande gargalo da pesquisa gaúcha, aponta Rafael Roesler apareceu primeiro em Sul 21.

Lula tem 49,3% contra 36,8% de Flávio Bolsonaro no 2° turno, diz pesquisa CNT/MDA

16 de Junho de 2026, 17:08

A 168ª Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça, 16, aponta cenário favorável para o presidente Lula, tanto na avaliação de seu governo quanto na corrida eleitoral de 2026. Os dados revelam que a aprovação pessoal de Lula e a avaliação positiva de sua gestão superam os índices negativos, refletindo o otimismo da população com o futuro do país.

No campo político, a disputa permanece polarizada com Flávio Bolsonaro, mas Lula mantém a liderança isolada em todos os cenários, enquanto outros nomes da direita continuam sem consolidação nacional. Leia detalhes da pesquisa CNT/MDA com a TVT News.

Fonte: Confederação Nacional do Transporte

Resumo da Pesquisa CNT/MDA:

  • Avaliação e expectativas: A percepção positiva sobre o governo Lula e sua aprovação pessoal superam as avaliações negativas. A população também tem expectativas de melhora para os próximos seis meses em áreas como emprego, renda, saúde, educação e segurança.
  • Cenário eleitoral: A disputa presidencial continua polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro, mas houve uma redução na adesão ao bolsonarismo. Lula lidera em todos os cenários (espontâneo, estimulado e 2º turno) e avançou nas intenções de voto em comparação ao mês de abril.
  • Terceira via: Cerca de 36% dos eleitores não desejam votar nem em Lula nem em Flávio Bolsonaro, indicando espaço para uma alternativa. No entanto, esses candidatos perdem para Lula com desvantagem no segundo turno.
  • Temas conjunturais: Há ampla aprovação para a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos e apoio à classificação de organizações criminosas como terroristas. Contudo, a maioria rejeita a operação de forças de segurança americanas no Brasil.
  • Jovens no mercado: Metade dos entrevistados acredita que a falta de emprego ou estudo entre os jovens se deve ao desinteresse, à falta de motivação e ao uso excessivo de internet e redes sociais.

Lula vence Flávio Bolsonaro no 2º turno

Em uma simulação direta de segundo turno entre os dois principais polos políticos do país, o presidente Lula lidera com 49,3% das intenções de voto, contra 36,8% do senador Flávio Bolsonaro. Votos brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 2,7% dos eleitores se dizem indecisos.

lula-tem-49-3-contra-36-8-de-flavio-bolsonaro-no-2o-turno-diz-pesquisa-cnt-mda-tvt-news
Pesquisa CNT/MDA de 16 de junho de 2026, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026

Evolução das intenções de voto

A análise da evolução mostra um crescimento consolidado de Lula. O atual presidente passou de 45% das intenções de voto em abril de 2026 para 49% em junho do mesmo ano. Já Flávio Bolsonaro, que havia registrado 40% no levantamento anterior, oscilou negativamente e agora marca 37%.

lula-tem-49-3-contra-36-8-de-flavio-bolsonaro-no-2o-turno-diz-pesquisa-cnt-mda-tvt-news
Pesquisa CNT/MDA de 16 de junho de 2026, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026

Cenário contra Romeu Zema

Quando testado contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o atual presidente também vence com ampla vantagem. Lula atinge 48,8% da preferência do eleitorado, enquanto Zema marca 31,6%. Brancos e nulos chegam a 14,6% e indecisos são 5,0%.

Vantagem de Lula sobre Ronaldo Caiado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também foi testado em um possível segundo turno contra o petista. Nesse cenário, Lula aparece com 48,4% das intenções de voto, superando Caiado, que registra 32,2%. Os que votariam em branco ou nulo representam 14,3%, e 5,1% estão indecisos.

lula-tem-49-3-contra-36-8-de-flavio-bolsonaro-no-2o-turno-diz-pesquisa-cnt-mda-tvt-news
Pesquisa CNT/MDA de 16 de junho de 2026, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026

Disputa contra Renan Santos

A pesquisa CNT/MDA simulou ainda um embate entre Lula e Renan Santos. O resultado aponta o atual presidente com 49,3% dos votos, enquanto Renan Santos fica com 28,0%. A parcela de brancos e nulos sobe para 17,2%, e indecisos somam 5,6%.

Cenários contra Augusto Cury, Joaquim Barbosa e Michel Temer

A liderança de Lula se mantém sólida frente a outros nomes cogitados. Contra Augusto Cury, Lula vence por 49,2% a 28,4%. Em uma disputa com o ex-ministro Joaquim Barbosa, o placar é de 47,5% para Lula contra 28,9% para Barbosa. Já contra o ex-presidente Michel Temer, Lula atinge 49,5% das intenções, enquanto Temer soma 24,9%.

lula-tem-49-3-contra-36-8-de-flavio-bolsonaro-no-2o-turno-diz-pesquisa-cnt-mda-tvt-news
Pesquisa CNT/MDA de 16 de junho de 2026, registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026

Potencial de voto de Lula e Flávio Bolsonaro

A pesquisa mediu o teto eleitoral dos principais nomes. O presidente Lula possui o maior potencial de voto: 52,9% dos eleitores afirmam que votariam nele com certeza (38,7%) ou poderiam votar (14,2%). Sua rejeição é de 45,7%. Por outro lado, Flávio Bolsonaro tem um potencial de voto de 39,6%, somando os que votariam com certeza (24,3%) e os que poderiam votar (15,3%). A rejeição de Flávio, que diz não votar nele de jeito nenhum, é de 56,5%.

Intenção de voto no 1º turno

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera isolado com 41,8% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que marca 28,2%. Bem distantes, aparecem Ronaldo Caiado (4,0%), Romeu Zema (2,8%), Joaquim Barbosa (2,3%), Renan Santos (2,0%), Michel Temer (1,9%) e Augusto Cury (1,8%). Brancos e nulos são 7,0% e indecisos somam 7,9%.

Grau de conhecimento e pesquisa espontânea

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Lula é o mais lembrado e lidera com 34,6%. O número de indecisos é expressivo e atinge 32,4%. Flávio Bolsonaro aparece em seguida, com 19,8% das menções.

Quem tem mais potencial de voto

Comparando todos os nomes testados no levantamento, Lula lidera o potencial de voto total com 52,9%. Flávio Bolsonaro é o segundo mais forte neste quesito (39,6%), seguido por Ronaldo Caiado (25,3%), Romeu Zema (23,6%), Michel Temer (23,5%), Joaquim Barbosa (23,4%), Augusto Cury (20,9%) e Renan Santos (16,8%).

Evolução da avaliação do governo

A gestão do presidente Lula apresenta uma trajetória de melhora, com percepção positiva superior à negativa. A avaliação positiva do governo (ótimo e bom) subiu para 35,3% em junho de 2026, enquanto a avaliação regular marca 29,2%. A parcela que considera o governo ruim ou péssimo caiu e é de 34,3%. Desde abril, a avaliação positiva oscilou de 32% para 35%, e a negativa recuou de 37% para 34%.

lula-tem-49-3-contra-36-8-de-flavio-bolsonaro-no-2o-turno-diz-pesquisa-cnt-mda-tvt-news
Avaliação positiva do governo aumentou. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Metodologia da pesquisa

A 168ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA, entrevistou 2.002 pessoas de forma presencial (domiciliar e ponto de fluxo) entre os dias 10 e 14 de junho de 2026. O levantamento possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026.

Você também pode se interessar

The post Lula tem 49,3% contra 36,8% de Flávio Bolsonaro no 2° turno, diz pesquisa CNT/MDA appeared first on TVT News.

Pesquisa Futura/Apex: 2º turno Lula tem 48,1% e Flávio 42,9%

16 de Junho de 2026, 11:30

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em diferentes cenários de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (16) pelo instituto Futura/Apex. O levantamento indica vantagem de Lula em disputas contra nomes da oposição, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL), o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Leia em TVT News.

A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de junho de 2026, com 2.000 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

No principal cenário de segundo turno testado pelo instituto, Lula registra 48,1% das intenções de voto em uma eventual disputa contra Flávio Bolsonaro, que alcança 42,9%. Neste recorte, os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 7,2%, enquanto 1,8% disseram não saber ou preferiram não responder.

Os números da Futura mostram uma diferença de 5,2 pontos percentuais entre os dois candidatos. Considerando a margem de erro da pesquisa, o resultado aponta um cenário de vantagem para o atual presidente na simulação realizada pelo instituto.

Evolução da pesquisa Futura/Apex no quadro Lula X Flávio Bolsonaro em possível segundo turno

Lula também lidera contra Caiado e Zema

O levantamento da Futura/Apex também avaliou outros cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Goiás registra 36,3%.

Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos chega a 14,1%. Já os indecisos representam 4,6% dos entrevistados.

A vantagem do presidente é ainda maior quando o adversário é Romeu Zema. Segundo a pesquisa, Lula alcança 48,5% das intenções de voto, contra 34,9% do ex-governador mineiro.

Entre os entrevistados, 13,3% afirmaram optar por voto branco, nulo ou nenhum dos nomes apresentados, enquanto 3,3% não souberam responder.

Os resultados indicam que Lula mantém desempenho superior ao dos adversários testados pelo instituto nos cenários divulgados nesta rodada da pesquisa.

Instituto simulou diferentes disputas

Além dos confrontos entre Lula e os principais nomes da oposição, a Futura/Apex avaliou outros cenários de segundo turno envolvendo lideranças políticas que vêm sendo mencionadas para a corrida presidencial.

Entre os nomes testados pelo levantamento estão Renan Santos (Missão), Michelle Bolsonaro (PL), Tereza Cristina (PP), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Flávio Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT), entre outros.

O estudo também simulou disputas sem a participação de Lula, incluindo cenários entre candidatos da direita e do campo conservador. Nas disputas, Flávio saiu na liderança contra Zema e Caiado. O candidato do PL apenas perde no segundo turno para o petista.

Os dados divulgados nesta terça-feira reforçam a centralidade do atual presidente no debate eleitoral para 2026. Mesmo diante de diferentes adversários, Lula aparece liderando todas as simulações de segundo turno apresentadas pelo instituto.

Lula x Michelle Bolsonaro

A pesquisa Futura/Apex investigou o possível cenário de segundo turno entre Lula e Michelle Bolsonaro.

Em maio, Michelle aparecia com 41,6% na pesquisa contra 47,9% de Lula. Nesta nova rodade de junho, no entanto, a vantagem do atual presidente diminuiu, mas dentro da margem de erro o cenário continuou praticamente igual.

Em junho, 48% dos entrevistados disseram que em um segundo turno entre Lula e Michelle, votariam no petista. Já 42,4%, escolheriam a ex primeira-dama.

Evolução do segundo turno entre Michelle Bolsonaro e Lula da Apex – Fonte: Futura/Apex

Lula X Tereza Cristina

A pesquisa também simulou enfrentamento entre Lula e Tereza Cristina, em que o petista reuniu 48,5% das intenções de voto e Cristina 29,2%.

Lula X Renan Santos

Contra Renan Santos o cenário é parecido. Lula apresenta 48,3% das intenções de votos, enquanto Renan Santos apresenta 30,8%.

Metodologia

A pesquisa Futura/Apex ouviu 2.000 pessoas entre os dias 8 e 12 de junho de 2026.

A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.

Segundo o instituto, os cenários apresentados são simulações eleitorais realizadas a partir dos nomes incluídos no levantamento e representam um retrato da opinião dos entrevistados no período da coleta de dados.

The post Pesquisa Futura/Apex: 2º turno Lula tem 48,1% e Flávio 42,9% appeared first on TVT News.

Motta e Alcolumbre são os políticos mais rejeitados pelos brasileiros, diz AtlasIntel

30 de Abril de 2026, 14:57
Hugo Motta e Davi Alcolumbre. Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta (30) revelou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), são os políticos com as piores avaliações pela população brasileira. O tem apenas 2% de aprovação, enquanto o segundo conta com 3%.

A rejeição dos parlamentares é alta, com 87% e 81%, respectivamente. Outros políticos também foram avaliados: o presidente Lula, o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lideram as avaliações com 45% de aprovação, embora também enfrentem desaprovação majoritária, variando de 51% a 53%.

Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, obteve 44% de aprovação, enquanto o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) teve o mesmo índice. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência, ficou com 42%, seguido de Romeu Zema (Novo) e Geraldo Alckmin (PSB).

Imagem de líderes políticos. Foto: Reprodução/AtlasIntel

A pesquisa também abordou a tramitação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a escala de trabalho 6×1. A maioria da população apoia a medida, com 55,7% favoráveis ao fim dessa escala.

O apoio é particularmente forte entre jovens de 16 a 24 anos e pessoas com ensino superior e renda de R$ 3.000 a R$ 5.000 mensais. A proposta deve ser analisada pela comissão especial, e o governo prevê um relatório final em 30 dias.

Avaliação da população sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Foto: Reprodução/AtlasIntel

Outro tema econômico abordado foi a regulamentação das empresas de apostas esportivas, as chamadas “bets”. A maioria da população é crítica à disseminação desse mercado, com 63,2% dizendo que ele traz apenas prejuízos.

Os entrevistados também apontaram que as apostas contribuem para o endividamento da sociedade e criticaram o fácil acesso de menores às plataformas. A maior parte acredita que o governo deveria aumentar a tributação sobre essas empresas e limitar sua publicidade.

A pesquisa entrevistou 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril, com margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%.

Desaprovação de Lula chega a 51%, pior número desde setembro, diz Quaest

11 de Março de 2026, 14:54
O presidente Lula. Foto: Evaristo Sá/AFP

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (11) mostrou um aumento na desaprovação ao governo do presidente Lula, que atingiu 51%, enquanto a aprovação ficou em 44%. Os números eram, respectivamente, 49% e 45% em fevereiro.

O aumento da desaprovação vem crescendo desde o fim de 2023 e é a primeira vez que atinge um índice tão alto após os picos registrados em maio de 2025, quando a desaprovação chegou a 57%.

O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, também revelou mudanças no perfil do eleitorado. Pela primeira vez, entre as mulheres, a desaprovação superou a aprovação, com 48% de desaprovação contra 46% de aprovação. A desaprovação entre os eleitores de 16 a 34 anos aumentou de 50% para 56%.

Desaprovação de Lula chega ao maior número desde setembro. Foto: Reprodução/Quaest

A pesquisa também apontou que o Norte e o Centro-Oeste, além do Sul e Sudeste, continuam sendo regiões onde a desaprovação ao governo é mais pronunciada. No Nordeste, onde Lula ainda mantém uma forte base de apoio, ele tem 65% de aprovação.

Entre os católicos, a desaprovação passou de 42% para 47%, com a aprovação caindo de 52% para 49%. Esses dados demonstram uma tendência de erosão do apoio popular, especialmente entre setores mais religiosos e jovens.

Em relação à avaliação do governo, a pesquisa indicou que 43% dos eleitores consideram a gestão negativa, enquanto 31% a veem positivamente. Esses números são mais altos do que os registrados em janeiro e fevereiro, quando a avaliação negativa era de 39%.

Avaliação negativa do governo Lula chega ao pior número desde maio de 2025. Foto: Reprodução

Ao ser questionado se Lula merece continuar na presidência, 59% dos entrevistados responderam que não, enquanto 37% acreditam que ele merece seguir no cargo, mostrando um quadro de ceticismo em relação à continuidade de seu governo.

Em termos econômicos, a pesquisa revelou que 48% dos eleitores acreditam que a situação econômica piorou nos últimos 12 meses, o que representa um aumento em relação a fevereiro, quando o índice era de 43%. Apenas 24% consideram que a economia melhorou, e 26% acreditam que ela ficou do mesmo jeito.

Quando questionados sobre as expectativas para os próximos 12 meses, 41% dos entrevistados acreditam que a economia vai melhorar, enquanto 34% acham que ela vai piorar, e 21% acreditam que ficará do mesmo jeito.

O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 a 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

❌