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Líderes europeus reagem à pressão de Trump por ajuda em Ormuz

16 de Março de 2026, 14:06

Líderes europeus reagiram ao apelo do presidente Donald Trump para formar uma coalizão internacional destinada a garantir a segurança do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo e atualmente bloqueada pelo Irã. No sábado (14) Trump afirmou que pretendia reunir países como China, França, Japão, Coreia do Sul e Reino Unido para proteger a passagem.

“É lógico que aqueles que se beneficiam dessa rota ajudem a garantir que nada de ruim aconteça lá”, declarou Trump ao Financial Times. O republicano advertiu que a ausência de resposta ou uma recusa ao pedido seria “muito ruim para o futuro da Otan” e ameaçou adiar uma cúpula com o presidente chinês, Xi Jinping, caso Pequim não colabore na reabertura do estreito.

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Posição de outros países

O Reino Unido afirmou que trabalha com aliados em um plano para restabelecer a navegação, mas “não se deixará arrastar para uma guerra mais ampla”, afirmou o primeiro-ministro Keir Starmer. Segundo ele, o país busca “um plano coletivo viável” e a operação não seria conduzida pela Otan. Londres avalia, por exemplo, o uso de drones de detecção de minas já posicionados na região, o que poderia não envolver envio de navios de guerra britânicos.

Em conversa telefônica com Starmer no domingo (15) Trump reiterou a “a importância de reabrir o estreito de Ormuz”, informou Downing Street.

A Alemanha também rejeitou a ideia de uma mobilização da Aliança Atlântica. Segundo o porta-voz do governo, Stefan Kornelius, a guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã não está relacionada à Otan. “A Otan é uma aliança para a defesa do território” de seus membros e, na situação atual, “não existe mandato para mobilizar a Otan”, afirmou Kornelius, em coletiva de imprensa.

O ministro da Defesa alemão, Boris Pistorius, disse que o país não oferecerá “nenhuma participação militar“, embora possa “garantir, por via diplomática, a segurança do tráfego pelo Estreito de Ormuz”. “Esta guerra começou sem qualquer consulta prévia”, enfatizou.

Na Itália, o chanceler Antonio Tajani manifestou apoio ao reforço de missões navais da União Europeia no Mar Vermelho, mas considerou improvável estender essas operações ao Estreito de Ormuz. “Não creio que essas missões possam ser ampliadas para incluir o Estreito de Ormuz, especialmente porque se trata de missões de combate à pirataria e de defesa”, afirmou Tajani.

Em Bruxelas, a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, disse que o bloco discute possíveis medidas para manter a rota aberta, mas vários ministros pediram tempo antes de alterar o mandato da missão naval Aspides.

“Temos interesse em manter aberto o Estreito de Ormuz e, por isso, estamos discutindo o que podemos fazer a esse respeito do lado europeu”, disse Kallas, antes do início da reunião em Bruxelas nesta segunda-feira (16).

Outros países também se mostraram reticentes. O ministro da Defesa do Japão, Shinjiro Koizumi, afirmou ao Parlamento que o país não considera ordenar uma missão desse tipo “na atual situação do Irã”.

A primeira-ministra, Sanae Takaichi, declarou não ter recebido um pedido formal de Trump e ressaltou que o envio de forças ao exterior é politicamente sensível e juridicamente complexo em um país cuja Constituição renuncia à guerra.

“A questão é o que o Japão deve fazer por iniciativa própria e o que é possível dentro de nosso marco legal, em vez do que é solicitado pelos Estados Unidos”, disse ela ao parlamento. “Solicitamos a diversos setores de vários ministérios que discutam isso”, afirmou. (Com agências internacionais).

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AIE: Estoques de reservas de petróleo de Europa e Américas serão liberado no fim de março

15 de Março de 2026, 16:55

Depois de anunciar nesta semana a maior liberação da história de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, a Agência Internacional de Energia (AIE) informou hoje um cronograma para a disponibilização da oferta extra aos mercados.

Os 400 milhões de barris são uma resposta às interrupções causadas pelo conflito no Oriente Médio, aponta a AIE em comunicado.

Segundo a agência, planos de implementação individuais das liberações dos países integrantes foram submetidos ao órgão. E, de acordo com eles, os estoques de países membros da AIE na Ásia e na Oceania estarão disponíveis “imediatamente”. Já os estoques nações nas Américas e Europa vão liberar reservas a partir do final de março.

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Até agora, diz a AIE, os países das Américas se comprometeram a liberar 196,1 milhões de barris, ante 108,6 milhões vindos da Ásia e Oceania e 107,5 milhões do continente europeu.

“A guerra no Oriente Médio está criando a maior interrupção de fornecimento na história do mercado global de petróleo. Esta ação coletiva de emergência, de longe a maior já realizada, fornece uma reserva significativa e bem-vinda”, diz a agência na nota, destacando, no entanto, que o fator mais importante para garantir fluxos estáveis é a retomada do trânsito regular pelo Estreito de Ormuz.

“Mecanismos adequados de seguro e proteção física para as embarcações são fundamentais para a retomada dos fluxos”, reforçou a entidade.

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Bolsas da Europa fecham em alta sob melhora do apetite por risco após falas de Trump sobre Irã

10 de Março de 2026, 16:04

As bolsas da Europa fecharam em alta nesta terça-feira (10), recuperando parte das perdas recentes, em meio à melhora do apetite por risco global após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicar a possibilidade de um fim próximo da guerra no Oriente Médio.

O movimento ajudou a aliviar temores de um choque prolongado nos preços de energia e levou a forte queda do petróleo, o que favoreceu principalmente ações sensíveis a custos de combustível, como as de companhias aéreas.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 1,59%, a 10.412,24 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 2,25%, a 23.935,32 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 1,79%, a 8.057,36 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 2,67%, a 45.201,69 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 3,04%, a 17.443,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,67%, a 9.023,78 pontos. As cotações são preliminares.

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O petróleo tombou mais de 10% após Trump afirmar que o conflito com o Irã pode estar “muito próximo do fim“, o que melhorou o humor dos mercados. Ainda assim, o Danske Bank recomenda “otimismo cauteloso” ao avaliar as falas e ressalta que o mercado precisa ver a retomada efetiva do tráfego no Estreito de Ormuz para reduzir de forma sustentada a pressão nos mercados de energia.

Já o ING alertou que o apetite por risco pode continuar no curto prazo, mas recomendou cautela diante da incerteza geopolítica.

O recuo do petróleo reduz custos de combustível e tende a diminuir preocupações de choques inflacionários. Neste cenário, companhias aéreas se recuperaram de perdas recentes, como a Lufthansa, que avançou cerca de 8%, enquanto em Paris a Air France-KLM subiu perto de 4%.

Entre setores, defesa (+1,8%), tecnologia (+2,8%) e recursos básicos (+4,1%) tiveram ganhos robustos, este último em linha com o rali de commodities metálicas conforme investidores também digeriam dados da balança comercial da China.

Em Frankfurt, a Volkswagen ganhou cerca de 2,8% após prever melhora da margem operacional. Na contramão, a suíça Lindt despencou mais de 8% após reduzir sua projeção de crescimento de vendas para 2026.

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Liga dos Campeões: confira resultados da Champions League

11 de Março de 2026, 16:58

Acompanhe os jogos da Liga dos Campeões. Leia sobre a Champions League com a TVT News.

Resultados Liga dos Campeões

Real Madrid x City e PSG x Chelsea são destaques das oitavas da Champions League

Paris, França, com informações da AFP

Real Madrid x Manchester City e Paris Saint Germain x Chelsea serão os principais confrontos das oitavas de final da Liga dos Campeões, após o sorteio realizado nesta sexta-feira (27) na sede da Uefa, em Nyon (Suíça).

Quais são os jogos das oitavas de final da Champions League:

  • Real Madrid x Manchester City
  • Paris Saint Germain x Chelsea
  • Galatasaray x Liverpool,
  • Atalanta x Bayern de Munique,
  • Newcastle x Barcelona,
  • Atlético de Madrid x Tottenham,
  • Bodo/Glimt x Sporting Lisboa e
  • Bayer Leverkusen x Arsenal.

Quando serão os jogos da das oitavas de final da Champions League

Os jogos de ida serão disputados em 10 e 11 de março e os de volta nos dias 17 e 18 do mesmo mês.

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Resultados do sorteio das oitavas de final, quartas de final e semifinais da Liga dos Campeões da UEFA de 2025-2026. Foto de Harold CUNNINGHAM / AFP

Confronto entre gigantes na oitavas de final da Champions League

Com seis equipes inglesas na disputa e três espanholas, era fácil prever que haveria algum confronto entre clubes das duas ligas mais poderosas da Europa. O sorteio foi além e definiu que os três representantes de LaLiga terão rivais da poderosa Premier League.

Na fase de classificação da Champions League foram disputadas 10 partidas entre clubes das duas ligas e em apenas uma delas o representante espanhol derrotou o inglês: na primeira rodada, o Barcelona venceu o Newcastle, justamente seu rival nas oitavas, por 2-1 fora de casa.

Em tese, o Barça deu sorte no sorteio, já que o outro rival que poderia ter nas oitavas era o Chelsea e, além disso, ficou na parte de baixo da chave, à primeira vista muito menos forte do que a parte de cima.

O rival do Barcelona nas quartas, caso avance, será Atlético de Madrid ou o Tottenham.

Real Madrid e City voltarão a se enfrentar pela oitava vez desde 2012. No confronto mais recente, na fase classificatória da atual edição, a equipe de Pep Guardiola venceu por 2 a 1 na capital espanhol, mas o clube merengue superou o inglês nos dois últimos mata-matas que disputaram: na repescagem da temporada passada e nas quartas de final de 2024, temporada em que o Real Madrid conquistou seu 15º título continental.

O vencedor de Real-City enfrentará nas quartas de final o time classificado do duelo entre Atalanta e Bayern.

O atual campeão Paris Saint-Germain enfrentará o Chelsea, clube que derrotou o time da capital francesa na final do Mundial de Clubes. O vencedor do duelo enfrentará, nas quartas, Galatasaray ou Liverpool.

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A final da Champions League, a Liga dos Campeões da UEFA será em Budapeste. Foto: Harold CUNNINGHAM / AFP

Tabela das oitavas de final da Liga dos Campeões:

Real Madrid (ESP) – Manchester City (ING)

Bodo/Glimt (NOR) – Sporting (POR)

Paris Saint-Germain (FRA) – Chelsea (ING)

Newcastle United (ING) – Barcelona (ESP)

Galatasaray (TUR) – Liverpool (ING)

Atlético Madrid (ESP) – Tottenham Hotspur (ING)

Atalanta (ITA) – Bayern de Munique (ALE)

Bayer Leverkusen (GER) – Arsenal (ING)

© Agence France-Presse

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Bolsas da Europa fecham em alta e se recuperam com informações sobre EUA-Irã

4 de Março de 2026, 16:04

As bolsas europeias fecharam em alta nesta quarta-feira (4), em recuperação às perdas registradas nas últimas duas sessões, enquanto investidores ponderam desdobramentos sobre o conflito entre os Estados Unidos e o Irã no Oriente Médio.

O mercado também monitora indicadores da saúde econômica europeia e aguarda a divulgação da ata da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,80%, a 10.567,65 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 1,79%, a 24.216,26 pontos. Em Paris, o CAC 40 ganhou 0,79%, a 8.167,73 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 1,95%, a 45.336,88 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 2,56%, a 17.498,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 teve alta de 0,59%, a 8.931,27 pontos. As cotações são preliminares.

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A informação publicada pelo The New York Times de que agentes do Ministério da Inteligência do Irã entraram em contato indiretamente com a CIA alimentou o apetite por risco, mas a declaração posterior do país persa de que a notícia era “totalmente falsa” arrefeceu o ânimo.

Diante da alta incerteza geopolítica, a União Europeia (UE) alertou sobre a forte alta dos preços do gás, embora não planeje adotar uma resposta emergencial imediata.

Na contramão, a sinalização de Kaja Kallas de que a Europa deve investir em defesa deu suporte ao setor, que subiu 2,59%. A Maersk recuou 1,96% após suspender cargas para o Oriente Médio. Dentre outros destaques, a Adidas tombou 3%, depois de decepcionar com guidance, o que limitou os ganhos da Puma, que recuou 0,7%.

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