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Da Agência Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) atualizou, nesta segunda-feira (22), o status de produtos da marca Ypê que tiveram comercialização e uso suspensos em abril deste ano.
As resoluções liberam detergentes e desinfetantes de lotes terminados em 1, e produzidos a partir de 1º de janeiro de 2026.
“A medida foi adotada depois da apresentação, pela empresa, de laudos satisfatórios para todos os lotes de detergentes e desinfetantes produzidos este ano”, informou a Anvisa em nota.
Confira, a seguir, a lista de produtos liberados:
Determinada em 1º de abril, a suspensão atingiu detergentes, desinfetantes e lava-roupas da marca, produzidos pela Química Amparo Ltda, de lotes com numeração final 1.
Em relação aos lava-roupas, a Anvisa informou que manteve a determinação de recolhimento voluntário pela Ypê dos produtos com lotes terminados em 1 e fabricados até 31/3/2026.
“Segundo a empresa, trata-se de uma medida preventiva, inserida na estratégia de mitigação de riscos e de normalização operacional prevista no plano aprovado pela Diretoria Colegiada da Anvisa.”
Veja, a seguir, quais os produtos atingidos pelo recolhimento voluntário:
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Nesta sexta-feira (29/5), o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Leandro Safatle, e o diretor responsável por fiscalizações na autarquia, Daniel Pereira, anunciaram que a Química Amparo, fabricante dos produtos Ypê, está apta a retomar as atividades.
A suspensão do comércio, da distribuição e do uso de detergentes lava-louças líquidos, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da Ypê com lotes de numeração final 1 – elencados na Resolução 1.834/2026 da Anvisa – permanece em vigor.
A autorização foi concedida à empresa após uma reinspeção conjunta, que começou ontem e termina hoje, realizada pela Agência em parceria com o Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo (CVS-SP), o Grupo de Vigilância Sanitária Campinas (GVS) e a Vigilância Sanitária de Amparo (Visa-Amparo).
A fiscalização constatou a adequação das principais ações corretivas que têm sido implementadas pela Ypê desde a suspensão de duas linhas de produção da fábrica de Amparo (SP), determinada em 7 de maio pela Anvisa por meio da Resolução (RE) 1834/2026. A empresa apresentou um plano de ação para atender os 76 requisitos sanitários identificados na inspeção conjunta realizada em abril deste ano.
“Verificamos que esta fábrica da Ypê já reúne as condições necessárias para operar com segurança e disponibilizar produtos sem risco sanitário para a população brasileira”, afirmou Leandro Safatle, em visita às instalações da Química Amparo nesta sexta. A empresa realizou melhorias nas linhas de produção e controle.
As esferas municipais, regionais e estaduais da vigilância sanitária, bem como a Anvisa, continuarão monitorando as ações corretivas em implementação, constantes do plano de ação apresentado pela empresa.

A suspensão do comércio, da distribuição e do uso de detergentes lava-louças líquidos, sabões líquidos para roupas e desinfetantes da Ypê com lotes de numeração final 1 – elencados na Resolução 1.834/2026 da Anvisa – permanece em vigor.
Esses produtos devem permanecer armazenados em local seguro e não serem descartados. Sua liberação ocorrerá à medida em que a empresa apresentar laudos de laboratórios autorizados pela Anvisa.
Somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
O consumidor deve conferir cuidadosamente o número do lote antes de utilizar o produto novamente.
A recomendação da Anvisa vale para produtos Ypê, Tixan Ypê, Atol e Bak Ypê cujos lotes terminem com o número 1. A informação pode ser encontrada na embalagem, geralmente próxima à data de fabricação e validade.
Entre os itens atingidos estão detergentes lava-louças, desinfetantes e sabões líquidos para roupas. A lista inclui produtos como Lava-Louças Ypê, Lava-Louças Ypê Green, Tixan Ypê Antibac, Tixan Ypê Green, desinfetantes Bak Ypê e Atol, entre outros.
A Anvisa informou que os produtos podem apresentar contaminação microbiológica por bactéias devido a falhas identificadas no processo de fabricação.
Bactérias presentes em produtos de limpeza podem provocar reações alérgicas, irritações na pele, nos olhos e nas vias respiratórias, especialmente em pessoas mais sensíveis, como crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas.
Em casos de contato prolongado ou ingestão acidental, os riscos podem aumentar.
Especialistas orientam que consumidores suspendam o uso preventivamente, mesmo que o produto aparente estar normal em cor, cheiro ou textura.
Também é importante observar possíveis sintomas após contato com os produtos, como:
Em situações mais graves, a recomendação é procurar atendimento médico e informar qual produto foi utilizado.
A orientação principal da Anvisa é interromper imediatamente o uso dos produtos com suspeita de contaminação. No entanto, especialistas em defesa do consumidor recomendam que os itens não sejam descartados imediatamente no lixo comum antes de contato com a fabricante.
Isso porque a empresa poderá solicitar a devolução do produto para análise, troca ou eventual reembolso. Além disso, manter a embalagem ajuda o consumidor a comprovar que possui um item do lote afetado.
O mais indicado é armazenar o produto em local ventilado, longe do alcance de crianças e animais domésticos, até receber orientação oficial da fabricante ou dos órgãos sanitários.
Caso a embalagem esteja vazando, o consumidor pode utilizar luvas para manusear o produto e colocá-lo dentro de um saco plástico resistente, evitando contato direto com a pele.
Produtos de limpeza não devem ser descartados diretamente em rios, ralos, vasos sanitários ou no solo. O descarte inadequado pode provocar contaminação ambiental e prejudicar redes de esgoto.
No caso dos produtos Ypê suspensos pela Anvisa, a recomendação inicial é procurar o SAC da empresa para verificar se haverá recolhimento organizado pela fabricante.
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