Malhação? Mario Frias acusa Samara Felippo de mentir à Justiça após faltar a audiência

O deputado federal Mario Frias (PL-SP) acusou a atriz Samara Felippo de mentir à Justiça ao justificar sua ausência em uma audiência de conciliação virtual. A nova manifestação entrou nos autos do processo que ele move contra a artista por danos morais.
Segundo a coluna de Fábia Oliveira, Frias contestou o atestado médico apresentado por Samara após a audiência. O parlamentar sustenta que a justificativa não combina com uma reportagem da revista Marie Claire, que apontaria a participação da atriz em uma oficina nos Estúdios Globo na mesma data do compromisso judicial.
A ação começou depois de uma publicação feita por Samara Felippo em suas redes sociais. Na postagem, a atriz associou o nome de Frias ao de criminosos condenados, como os irmãos Cravinhos e o ex-goleiro Bruno, ao afirmar que ele também teria “fãs”.
Frias alegou que a publicação atingiu sua honra e sua imagem pública. Ele pediu indenização de R$ 30 mil por danos morais, a remoção do conteúdo e a proibição de novas publicações semelhantes; a Justiça negou o pedido liminar para retirada do material.

Audiência virtual e atestado viram novo ponto de disputa
A audiência de conciliação virtual ocorreu em 29 de maio, mas Samara Felippo não participou. Dias depois, a atriz juntou aos autos um atestado médico para informar necessidade de afastamento e justificar a ausência.
Na nova petição, Mario Frias afirma que a presença da atriz em uma atividade nos Estúdios Globo, caso confirmada, torna incompatível a explicação apresentada ao juízo. O deputado argumenta que não havia impedimento real para que ela participasse da audiência virtual.
O parlamentar pediu que a Justiça rejeite a justificativa de Samara e reconheça que a ausência ocorreu sem motivo válido. Frias também requereu a decretação da revelia da atriz, medida que pode levar à presunção de veracidade dos fatos narrados por ele na ação.
Frias ainda solicitou a condenação de Samara Felippo ao pagamento de multa por litigância de má-fé, sob a alegação de que ela apresentou uma justificativa falsa. A Justiça analisará os argumentos das partes para decidir se considera a ausência devidamente justificada.


























