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XAUUSD — Estrutura de Alta, Aguardando o Pullback

XAUUSD — Estrutura de Alta, Aguardando o Pullback

Gold OANDA:XAUUSD

Análise Fundamental
O ouro está sob pressões mistas. Os rendimentos mais elevados dos Treasuries estão limitando o potencial de alta, enquanto dados económicos mais fracos dos EUA continuam a dar algum suporte aos compradores. O próximo sinal da Fed pode trazer mais volatilidade, por isso a confirmação do preço continua a ser importante.

Análise Técnica
O XAUUSD continua a manter uma estrutura de alta no H1 após a forte recuperação da zona de suporte de 4.310–4.320.

O preço formou vários movimentos de BOS de alta antes de atingir a zona de resistência de 4.434–4.440, onde os vendedores reagiram com força.

A queda atual parece mais uma correção dentro do movimento de alta maior do que uma reversão baixista confirmada.

Do último fundo próximo de 4.315 até à máxima em torno de 4.435, o retraçamento de Fibonacci de 0,50–0,618 aponta para aproximadamente 4.375–4.360. Esta área também está próxima da liquidez marcada e do H1 Order Block.

Por isso, a zona inferior parece mais interessante para procurar uma entrada do que perseguir o preço perto de 4.400.

Níveis Importantes
4.434–4.440 — Principal resistência / rejeição
4.410–4.420 — H1 FVG
4.400–4.405 — Liquidez de curto prazo
4.365–4.375 — Zona de retraçamento de Fibonacci
4.350–4.360 — OB + liquidez
4.312–4.320 — Suporte principal

Cenário de Trading
O plano principal continua sendo de alta.

Prefiro esperar que o preço recue para 4.365–4.375, com 4.350–4.360 como uma zona de suporte mais forte.

Se os compradores retornarem com uma confirmação clara, o preço poderá recuperar primeiro até 4.410–4.420 e, posteriormente, testar novamente 4.434–4.440.

Condição para Compra
Procure uma reação de alta e confirmação da estrutura na zona de suporte.

Um forte fechamento H1 abaixo de 4.350 enfraqueceria o cenário de alta no curto prazo.

Visão Geral
A tendência no H1 continua bullish, mas o preço está atualmente a corrigir após a rejeição da resistência. A paciência é importante aqui — a melhor oportunidade pode surgir no pullback, em vez de perseguir o mercado em níveis mais altos.

Você esperaria pelo retraçamento de Fibonacci antes de procurar a próxima compra?

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NASDAQ Esta semana decide.

NASDAQ Esta semana decide.

US Tech 100 Cash IG:NASDAQ

Se perder a amarela deve corrigir 6% até a verde linha como 1º alvo.

80% de probabilidade segurar na amarela.

abaixo dela é 80% de certeza que corrige 6% ou mais.

Pedi ao Gemini para gerar um gráfico com o histórico do saldo.

Perca rápido e se demore quando fazendo grana!

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Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 18/08/2026

Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 18/08/2026

Bovespa Index-Mini Futures (Oct 2026) BMFBOVESPA_DLY:WINV2026

Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.

REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |169.980|

-Zona Média SUPERIOR |174.650|
Região Superior: 176.080 até 173.220

-Zona Média INFERIOR |165.310|
Região Inferior: 166.740 até 163.880


Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.

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Morning Call - 18/08/2026 - Juros voltam a ser destaque

Morning Call - 18/08/2026 - Juros voltam a ser destaque

Agenda de Indicadores:
9:30 – USA – Licenças de Construção (Julho)
9:30 – USA – Construção de Novas Casas (Julho)
10:15 – USA – Produção Industrial (Julho)
11:00 – USA – Vendas Pendentes de Moradias (Julho)
11:45 – USA – PIB Agora do Fed de Atlanta (3º Trimestre)
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API


Brasil


Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026



Estados Unidos


Os futuros dos principais índices de Nova York — USA500 , USAIND , USATEC e USARUS — recuam nesta terça-feira, pressionados pela alta dos rendimentos dos Treasuries e pelos preços elevados do petróleo, após o enfraquecimento das perspectivas de um acordo de paz entre EUA e Irã reacender as preocupações com a inflação.

Teerã afirmou que passará a adotar uma postura militar "totalmente ofensiva", diante do impasse nas negociações para encerrar o conflito. Washington, por sua vez, descartou prolongar o cessar-fogo temporário que expirou em 17 de agosto.

A deterioração do cenário geopolítico pressiona o mercado de títulos. O rendimento do Treasury de 30 anos atingiu o maior nível desde 2007, enquanto o de 10 anos permanece próximo do maior patamar desde janeiro de 2025.

A combinação de juros longos mais elevados e petróleo pressionou principalmente as ações de tecnologia. Tesla e Nvidia caem mais de 1% no pré-mercado, enquanto Meta, Microsoft e Alphabet também operam no campo negativo.

Entre os semicondutores, as perdas são mais intensas. Micron Technology, Marvell, AMD e Intel recuam entre 2,6% e 4,8%, devolvendo parte dos ganhos da sessão anterior. No segmento de armazenamento de dados, Sandisk e Western Digital caem mais de 5%.

Recentemente, os índices se afastaram das máximas históricas à medida que a recuperação do petróleo voltou a alimentar preocupações sobre a trajetória da inflação e dos juros.

O mercado precifica 96% de probabilidade de uma alta de 25 pontos-base nos juros até o fim do ano. As chances de um movimento já em setembro, porém, diminuíram após os dados mais moderados de inflação divulgados na semana passada.

A atenção agora se volta para a ata da reunião de julho do Federal Reserve, que será publicada nesta quarta-feira, e para o discurso do presidente Kevin Warsh no simpósio de Jackson Hole, na próxima semana. Ambos podem oferecer novas pistas sobre como o banco central está avaliando o equilíbrio entre inflação e atividade econômica.

No campo corporativo, a temporada de balanços entra na reta final. A Home Depot divulga seus números antes da abertura desta terça-feira, oferecendo uma nova leitura sobre a saúde do consumidor americano após a fraqueza das vendas no varejo em julho. A Walmart apresenta seus resultados na quinta-feira.

No setor de tecnologia, o próximo grande teste será o balanço da Nvidia, previsto para a próxima semana. A volatilidade permanece elevada enquanto os investidores tentam avaliar se os investimentos bilionários em infraestrutura de inteligência artificial estão se convertendo em crescimento e rentabilidade.

Nesse ambiente, relatos de que a receita anualizada da Anthropic, desenvolvedora do Claude, ultrapassou US$ 65 bilhões no fim de julho reforçaram a percepção de rápido crescimento da indústria de IA, em meio às expectativas de uma possível abertura de capital ainda neste ano.


Europa


Os principais índices acionários da Europa — EURO50 , GER40 , GERMID50 , ESP35 , UK100 , FRA40 , ITA40 e SWI20 — operam majoritariamente em baixa nesta terça-feira, pressionados pela alta do petróleo e dos rendimentos dos títulos europeus, à medida que o enfraquecimento das perspectivas de um acordo entre EUA e Irã reacende as preocupações com a inflação.

O Euro Stoxx 50 EURO50 recua 0,5%, enquanto o DAX GER40 , da Alemanha, cai 0,4%.

Na contramão do mercado, o setor de energia avança 0,3%, acompanhando o petróleo Brent, que voltou à região dos US$ 90 por barril. Na Europa, porém, a maior preocupação permanece concentrada no mercado de gás natural e na capacidade da região de recompor seus estoques antes do inverno.

Segundo Gordon Kerr, estrategista macro europeu da KBRA: "A maior preocupação para a Europa é o gás natural. Os mercados estão focados em saber se a Europa conseguirá reabastecer seus estoques de gás a preços razoáveis antes do inverno."

Os preços do gás natural avançam 0,8%, em meio ao risco de que uma nova escalada no Oriente Médio prolongue as restrições à oferta de energia e mantenha elevados os custos para a economia europeia.

O setor de tecnologia lidera as perdas, com queda de 1,8%. A Huber+Suhner recua 5,7% após divulgar lucro operacional e pedidos de sua unidade de comunicações abaixo das expectativas, colocando as ações a caminho do pior desempenho diário desde abril de 2025.

As empresas de recursos básicos também perdem cerca de 1%, acompanhando a queda do ouro. A alta dos rendimentos dos títulos reduz o apelo do metal precioso antes da divulgação, nesta quarta-feira, da ata da última reunião do Federal Reserve.

No mercado de renda fixa, os juros de longo prazo da zona do euro alcançaram máximas de vários anos. O rendimento do Bund alemão de 10 anos atingiu o maior nível desde 2011, enquanto o equivalente francês alcançou o maior patamar em 16 anos.

Além do risco inflacionário provocado pela energia, os mercados incorporam a perspectiva de maior endividamento público para financiar gastos, especialmente na área de defesa. Segundo Kerr, a combinação de expansão fiscal e inflação está aumentando a pressão sobre os rendimentos dos títulos europeus.

Entre as ações individuais, a H&M destoa do sentimento negativo e sobe 3,5%, liderando os ganhos do STOXX 600, após a divulgação da compra de 8.000 ações da companhia por um executivo.


Ásia/Pacífico


Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados da Ásia-Pacífico encerraram majoritariamente em baixa nesta terça-feira, pressionados pela alta do petróleo e dos rendimentos dos títulos públicos, que reacenderam as preocupações com a inflação e reduziram o apetite por ativos de risco.

Liderando as perdas, o Nikkei 225 NI225 , do Japão, caiu 2,5% e interrompeu uma sequência de cinco sessões de alta, com os investidores voltando a questionar o impacto dos juros elevados sobre as avaliações das ações.

Segundo Wataru Akiyama, estrategista da Nomura Securities: "O aumento das taxas de juros tende a evidenciar a sobrevalorização relativa dos preços das ações." Para ele, a persistência da inflação tanto no Japão quanto nos EUA pode continuar representando um obstáculo para o mercado acionário.

As ações de crescimento concentraram as vendas em Tóquio. O setor de eletrodomésticos apresentou o pior desempenho entre os 33 grupos da bolsa japonesa, com queda de 3,7%. Entre as empresas ligadas a semicondutores, Tokyo Electron despencou 6,2% e Advantest perdeu 5,1%.

Na contramão, as companhias de transporte marítimo avançaram 3,6%, liderando os ganhos setoriais diante da expectativa de aumento dos fretes com a continuidade das tensões geopolíticas.

Na Coreia do Sul, o Kospi KOSPI retornou do feriado com queda de 1,6%, depois de chegar a alcançar o maior nível em um mês no início da sessão. A alta dos rendimentos dos títulos também pesou sobre o sentimento dos investidores.

As fabricantes de chips chegaram a registrar fortes ganhos pela manhã, mas perderam força ao longo do pregão. Samsung Electronics fechou em queda de 2,2%, após avançar até 4,9%, enquanto SK Hynix terminou com alta de 1%, bem abaixo do ganho intradiário de 8,9%.

Na China continental e em Hong Kong, Shanghai 000001 , Shenzhen 399001 , China A50 XIN9 e Hang Seng HSI oscilaram entre alta de 0,2% e queda de 0,6%, refletindo um desempenho misto entre os setores.

Em Taiwan, o TWSE 50 TW50 recuou 1,4%, enquanto o ASX 200 XJO , da Austrália, encerrou próximo da estabilidade.
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HOJE é dia de OPORTUNIDADE nos juros"

HOJE é dia de OPORTUNIDADE nos juros"

HOJE é dia de OPORTUNIDADE nos juros"

O rendimento dos títulos japoneses de 10 anos em torno de 2,95% é realmente um marco histórico — não víamos esse nível desde meados da década de 1990. Esse salto reflete uma combinação de fatores: preocupações fiscais com a proposta de corte temporário no imposto sobre consumo de alimentos, expectativas de que o Banco do Japão (BOJ) finalmente eleve sua taxa básica, e pressões externas como a fraqueza persistente do iene e os custos de energia elevados pelo conflito no Oriente Médio.

📊 Pontos-chave para entender o cenário:

Política fiscal: A proposta de reduzir o imposto sobre alimentos para 1% por dois anos é vista como populista e pouco sustentável, já que não há fonte alternativa de receita. Isso gera desconfiança nos mercados sobre a disciplina fiscal do governo.

Inflação e BOJ: A inflação japonesa, historicamente baixa, agora está pressionada por energia e câmbio. Muitos formuladores de políticas defendem uma resposta mais firme, e traders especulam sobre um aumento da taxa já em setembro.

Mercado de títulos: O aumento nos rendimentos indica que investidores estão exigindo prêmio maior para financiar o governo, refletindo tanto risco fiscal quanto expectativa de aperto monetário.

Iene e energia: A moeda fraca encarece importações, enquanto o petróleo e gás mais caros devido ao conflito no Oriente Médio ampliam pressões inflacionárias.

Esse movimento é significativo porque o Japão sempre foi associado a juros ultrabaixos e política monetária extremamente acomodatícia. Se o BOJ realmente subir as taxas, será uma mudança estrutural com impacto global — afinal, os títulos japoneses são referência para investidores em todo o mundo.
📌 Oportunidade no Brasil hoje:

Leilão de NTN-B e Selic: O Tesouro realiza leilão de NTN-B em um dia em que o mercado já está mais sensível por causa da reunião do Copom e da expectativa sobre a Selic. Isso tende a gerar volatilidade nas taxas.

Fluxo de caixa: Sexta-feira houve vencimento de várias NTN-B, liberando recursos significativos. Ontem esse dinheiro reapareceu no mercado e hoje esses investidores podem buscar realocação.

Dia de estresse: Com o cenário externo (Japão, energia, iene) e interno (Selic, fiscal), há chance de pressão nas taxas. Investidores que receberam liquidez podem aproveitar o movimento de alta para entrar em NTN-B ou prefixados em condições mais atrativas.

Estratégia: Em dias de leilão e estresse, o Tesouro tende a oferecer prêmios maiores para conseguir colocar os papéis. Isso abre janela para quem tem caixa fresco — exatamente o caso dos investidores que saíram dos vencimentos de sexta.

🔗 Ligação com o Japão: O aumento dos yields japoneses reforça a percepção global de que os juros podem permanecer altos por mais tempo. Isso contamina os mercados emergentes, incluindo o Brasil, e amplia a pressão sobre os títulos locais.

Ou seja, o investidor brasileiro que recebeu liquidez das NTN-B vencidas tem hoje uma rara oportunidade: entrar em novos papéis em um momento de estresse, capturando taxas mais elevadas que podem não se repetir se o mercado se acalmar.

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XAUUSD — 4.373 Precisa se Manter

XAUUSD — 4.373 Precisa se Manter

Gold OANDA:XAUUSD

XAUUSD — 4.373 Precisa se Manter

O ouro está recuando da área acima de 4.400, mas não interpreto isso como os compradores desistindo ainda. Parece mais que o mercado está tirando um pouco de ar do movimento antes da próxima decisão.

O preço tem subido dentro de uma estrutura de alta clara, com mínimas mais altas, movimentos fortes de BOS e uma recuperação limpa da base de reset de liquidez em torno de 4.290 - 4.300. Essa base foi importante porque os compradores entraram ali antes de empurrar o ouro de volta para a área de 4.400. Agora, após a recente rejeição, o preço está caindo enquanto o mercado aguarda o próximo catalisador em torno das atas do FOMC.

Para os traders mais novos, é aqui que o gráfico se torna simples. Um recuo após uma forte alta não é automaticamente baixista. A verdadeira questão é para onde o preço recua. Se o ouro voltar para 4.373,289 - 4.375,496 e os compradores o defenderem, essa área pode atuar como uma plataforma de lançamento para outro impulso em direção à liquidez da zona de venda acima.

Minha visão principal ainda é de alta enquanto o ouro se mantiver acima de 4.373. A pressão macro é real: o USD está se recuperando, o sentimento de risco é cauteloso, a tensão EUA-Irã está de volta ao foco, e rendimentos mais altos podem desacelerar o ouro. Mas tecnicamente, a estrutura ainda favorece os compradores, a menos que o recuo quebre a prateleira de recarga.

Se 4.373 falhar, eu observaria a prateleira de recarga de momento em torno de 4.335 - 4.345. Essa é a área mais profunda onde os compradores podem tentar reconstruir o movimento.

🔑 Zonas de preço chave para observar

📌 Área de reação atual: 4.395 - 4.400

📌 Zona principal de demanda / compra para scalping: 4.373,289 - 4.375,496

📌 Prateleira de recarga de momento: 4.335 - 4.345

📌 Base de reset de liquidez: 4.290 - 4.300

📌 Zona de confirmação de alta: recuperação limpa acima de 4.400

📌 Primeiro alvo de liquidez para cima: 4.420 - 4.440

📌 Suporte inferior se os compradores falharem: 4.335 - 4.345

📌 Invalidação: fechamento limpo abaixo de 4.335

Você vê este recuo como um reset saudável antes de o ouro buscar novamente a liquidez superior, ou os compradores precisam de um teste mais profundo na prateleira de recarga primeiro?

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Um Ponto de Virada Crucial para o Ouro

Um Ponto de Virada Crucial para o Ouro

Gold OANDA:XAUUSD

Um Ponto de Virada Crucial para o Ouro

Os preços do ouro se recuperaram, ultrapassando os US$ 4.400, impulsionados pela desvalorização do dólar e pela aversão a riscos geopolíticos. A chave para essa alta não está na sua direção, mas na forma como ocorreu.

O primeiro motivo é o efeito de "lastro" de um dólar mais fraco.

O principal fator por trás disso é a fraqueza geral dos dados econômicos recentes dos EUA — uma queda no número de empregos não agrícolas em julho, uma queda tanto no Índice de Preços ao Consumidor (IPC) quanto no Índice de Preços ao Produtor (IPP) e dados fracos de vendas no varejo. A diminuição das expectativas de aumento das taxas de juros significa um menor custo de oportunidade para manter ouro, que é a principal razão pela qual os preços do ouro conseguiram se manter altos.

O segundo motivo é o prêmio de "impulso" gerado pelas tensões geopolíticas. O prazo de 60 dias para negociações entre os EUA e o Irã expirou, e nenhum dos lados está disposto a estender o memorando de entendimento. O Irã indicou que adotará uma política "ofensiva" e apreendeu diretamente um petroleiro dos Emirados Árabes Unidos. O maior ETF de ouro do mundo, o SPDR, adicionou 7,13 toneladas de ouro na segunda-feira, marcando seu maior aumento em um único dia desde 18 de junho.

No gráfico de duas horas, os preços do ouro se recuperaram de cerca de US$ 4.370, com o corpo do candle fechando consistentemente acima da média móvel de curto prazo, indicando uma correção limitada.

Zona de Suporte: A faixa de US$ 4.370 a US$ 4.380 é atualmente a "linha de vida" mais crucial para os compradores.

Zona de Resistência: O primeiro nível de resistência está em torno de US$ 4.450 a US$ 4.452. Este nível de preço foi a maior resistência na semana passada. Uma quebra bem-sucedida acima de US$ 4.450 poderia levar os preços do ouro ao nível psicológico de US$ 4.500.

As duas operações de segunda-feira renderam um lucro total de US$ 3.600, um ganho sólido. Embora o lucro não tenha sido enorme, o timing e a direção foram excelentes, tornando o ganho substancial.

Estratégia

Estratégia Direcional: Comprar principalmente em quedas, seguido de compras em rompimentos.

Faixa de entrada: US$ 4385 - US$ 4395, faça pedidos em lotes.

A ordem de stop-loss está definida em US$ 4368. Uma quebra abaixo desse nível indica uma estrutura de alta enfraquecida, exigindo uma saída rápida para evitar manter posições por muito tempo.

Preço-alvo: O primeiro preço-alvo é US$ 4450.

Ao atingir esse preço, reduza sua posição pela metade para garantir os lucros.

A posição restante deve ter uma ordem de stop-loss mais alta, com um preço-alvo de US$ 4500.

Nota importante: Recomenda-se manter um tamanho de posição de 60-70% do seu tamanho de posição normal para permitir flexibilidade suficiente de negociação. Mesmo que o preço caia abaixo de US$ 4368, a perda não será significativa.

A tendência é impulsionada principalmente por fatores técnicos. Preste muita atenção ao nível de preço de US$ 4385. A manutenção desse nível indica que a tendência de alta permanece forte. Uma quebra abaixo desse nível sugere que uma fase de consolidação de curto prazo é iminente, exigindo paciência para aguardar a próxima oportunidade de compra.

Resumindo: Compre entre US$ 4.385 e US$ 4.395, com stop-loss em US$ 4.368. O primeiro preço-alvo é US$ 4.450 e o segundo, US$ 4.500. Uma vez determinados os pontos de compra e venda, siga rigorosamente a estratégia de negociação.

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Se é a bolha eu nao sei...

Se é a bolha eu nao sei...

Alguns papeis de tecnologia estao baixista... microsoft é um deles... com um OCO dendro de duas zonas de OB... aonde acontece a distribuicao... dessa vez sendo vendida...

Abri um short 10x alavancado com a intencao de fazer um trade curto, acredito que vai ser grande a queda mas vou apenas especular rapidamente...

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XAUUSD – Potencial Continuação de Alta

XAUUSD – Potencial Continuação de Alta

Gold OANDA:XAUUSD

O ouro está consolidando próximo de 4.390 após um recuo recente da região de 4.430–4.435.

No gráfico de 1H, o preço está tentando se estabilizar acima da região de 4.378–4.380. Se essa zona de suporte continuar se mantendo e houver desenvolvimento de momentum de alta, a próxima área de interesse poderá ser 4.449–4.450, que corresponde à zona de resistência superior mostrada no gráfico.

Níveis-chave

Suporte: 4.378–4.380

Região atual: 4.390–4.395

Resistência / Região-alvo: 4.449–4.450

Invalidação: Movimento sustentado abaixo de 4.378


O cenário de alta permanece relevante enquanto o suporte indicado se mantiver. Uma quebra abaixo do nível de invalidação enfraqueceria ou invalidaria o cenário.

Esta análise é baseada na análise técnica do gráfico e tem fins exclusivamente educacionais; não constitui aconselhamento financeiro.

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Por que a Raytheon fabrica 1.000 Tomahawks por ano?

Por que a Raytheon fabrica 1.000 Tomahawks por ano?

RTX Corporation BATS:RTX

A Raytheon Technologies está convertendo o rearmamento global em receita contratada a uma velocidade notável. A Marinha dos EUA concedeu à empresa um acordo de sete anos no valor de US$ 22,9 bilhões para mísseis Tomahawk, que eleva a produção anual de menos de 100 unidades para mais de 1.000. A Agência de Defesa contra Mísseis adicionou US$ 745 milhões para interceptadores SM-3 Block IIA, e a Raytheon comprometeu US$ 115 milhões para expandir sua instalação de integração no Alabama em 50%. O Departamento de Guerra também selecionou a empresa no âmbito de seu programa Arsenal da Liberdade, que fortalece as cadeias de suprimentos de defesa dos aliados na coligação.

O lado comercial está igualmente aquecido. A Pratt & Whitney registrou mais de 800 pedidos e compromissos para o Geared Turbofan no início de 2026, impulsionando a carteira de pedidos comerciais para além de 8.000 motores em mais de 90 clientes companhias aéreas. A BOC Aviation, sozinha, encomendou até 220 motores GTF. No lado da propulsão militar, um contrato de sustentação do F135 de US$ 1,3 bilhão financia peças de reposição e equipamentos de depósito em 42 bases aéreas e 13 navios ativos. A Collins Aerospace acrescentou um contrato de modernização do Chinook de US$ 472 milhões para aviônicos de arquitetura aberta.

A tecnologia fornece o diferencial competitivo. As engrenagens de redução patenteadas permitem que as pás do fã do GTF girem mais devagar, reduzindo o consumo de combustível da aeronave em vinte por cento. A família de radares SPY-6 usa Conjuntos Modulares de Radar padronizados de dois pés, dimensionando-se em sete classes de navios da Marinha a partir de uma arquitetura de patente compartilhada. Na autonomia subaquática, a plataforma HADALUS inteiramente de fibra de carbono percorreu mais de 2.000 milhas náuticas em testes a cerca de um terço a um quinto do custo dos submersíveis convencionais de longa duração. A Raytheon levou esse programa do esboço à demonstração no mar em menos de 18 meses.

O compartilhamento de custos com o governo completa o quadro. A Pratt & Whitney Canada fez uma parceria com as autoridades canadenses em uma modernização de CAD$ 275 milhões de sua fábrica em Longueuil, reduzindo os custos de capital e protegendo as margens contra a inflação e a pressão das taxas de juros. A visibilidade da carteira de pedidos agora se estende pela próxima década, abrangendo mísseis, radares, propulsão e sistemas autônomos. A questão não é mais se a demanda existe, mas se a capacidade de produção pode acompanhar o ritmo.

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Análise do Preço do Ouro (XAU/USD) Situação Atual do Mercado O

Análise do Preço do Ouro (XAU/USD) Situação Atual do Mercado O

GOLD / U.S. DOLLAR FX_IDC:XAUUSD

Análise do Preço do Ouro (XAU/USD)

Situação Atual do Mercado

O ouro está a ser negociado em torno dos 4.490. Após atingir a área dos 4.440, o preço recuou e o ímpeto de alta de curto prazo diminuiu. No entanto, o gráfico de 1 hora mostra um padrão de mínimas ascendentes, indicando que a estrutura de alta geral permanece intacta.

O movimento atual assemelha-se a uma consolidação em níveis elevados após um movimento de alta, com o preço a testar o suporte perto da linha de tendência ascendente. Para negociações de curto prazo, recomenda-se evitar compras impulsivas e aguardar a confirmação da direção em níveis-chave.

🔹 Fatores que Impulsionam o Mercado

① A diminuição das expectativas de maior aperto monetário por parte da Reserva Federal oferece suporte a médio prazo ao ouro; no entanto, a recente subida dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e dos preços do petróleo poderá limitar o potencial de subida a curto prazo para o ouro.

② Os riscos geopolíticos persistentes e a procura de activos de refúgio oferecem um suporte mínimo aos preços do ouro; uma correção acentuada exigiria fatores negativos adicionais para ser desencadeada.

③ O foco do mercado está na divulgação da ata da reunião da Reserva Federal desta semana. Antes da divulgação das atas, a disponibilidade para procurar preços mais elevados pode ser limitada, sendo mais provável que os preços do ouro mantenham uma ampla flutuação em níveis elevados.

🔹 Níveis Técnicos Chave

🔴 Níveis de Resistência: 4.420-4.440

4.420 é um campo de batalha de curto prazo entre compradores e vendedores, enquanto a área de 4.440 coincide com o máximo anterior. Uma quebra e sustentação acima das 4.440 abriria potencial para novas subidas; se a resistência se mantiver, deve antecipar-se um risco de correção.

🟢 Primeiros Níveis de Suporte: 4.385-4.390

Esta é uma importante área de suporte próxima da linha de tendência atual; a manutenção deste nível irá sustentar a estrutura de alta.

🟢 🟢 Segundos Níveis de Suporte: 4.370-4.380

Se o suporte em 4.390 for quebrado, o foco deslocar-se-á para o intervalo de 4.370-4.380; se o preço estabilizar aqui, será ainda considerado um recuo normal.

⚠️ Níveis de Suporte Chave: 4.330-4.350

Esta é uma área de suporte estrutural chave para a atual tendência de alta. Uma quebra decisiva abaixo deste nível indicaria um enfraquecimento da estrutura de consolidação de alto nível e poderia desencadear um recuo mais profundo. 🔹 Estratégia de Day Trade

📈 Compra em Quedas:
Note-se a área em torno de 4.390; se o preço recuar para a faixa dos 4.380-4.385 e estabilizar, considere uma pequena posição longa. Defina um stop-loss em 4.365, com um target de 4.400-4.420.

📉 Venda em altas:
Se o preço subir para a gama 4420-4440 e mostrar sinais claros de resistência, considere uma pequena posição de venda. Defina um stop-loss em 4445-4455, com um target de 4400-4380.

Estratégia principal: A tendência geral é de alta, mas a ação do preço no curto prazo mostra sinais de consolidação em níveis elevados. Siga a estratégia de "comprar em níveis de suporte e vender em níveis de resistência" e aguarde sempre sinais de confirmação em níveis de preço importantes antes de entrar numa operação.

🔥 Dicas de negociação

Os preços do ouro têm flutuado frequentemente nos últimos tempos. Os traders vêem-se muitas vezes presos ao perseguir subidas, vender em recuos ou sofrer com stop-losses repetidos. O mercado nunca fica sem oportunidades; o fundamental é a capacidade de antecipar níveis de preços importantes e gerir o risco de forma eficaz.

Investir não é apostar cegamente numa direção, mas requer lógica, ritmo e execução disciplinada.

Se estiver a acompanhar a movimentação do preço do XAUUSD (ouro), monitorize continuamente as análises de mercado em tempo real, os principais níveis de suporte e resistência, os sinais de negociação intradiária e os alertas de preço.

📌 Evite executar ordens cegamente ou manter posições perdedoras; priorize a negociação com base na lógica e no planeamento.

Qualidade intransigente, execução implacável — que a boa sorte e os lucros o acompanhem!

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Brent ultrapassa os 90 dólares com tensões no Médio Oriente

Brent ultrapassa os 90 dólares com tensões no Médio Oriente

ICE Brent Crude Oil CFD (Oct 2026) ACTIVTRADES:BRENTV2026


Os preços do petróleo Brent subiram no início da sessão de terça-feira, atingindo o nível mais elevado em mais de três semanas e ultrapassando os 90 dólares por barril. A guerra entre os Estados Unidos e o Irão continua a gerar incerteza nos mercados energéticos, pressionando os preços em alta à medida que os investidores incorporam o risco de perturbações prolongadas no abastecimento. Ambas as partes têm adotado um tom cada vez mais beligerante, reduzindo as perspetivas de uma solução negociada e de uma normalização do tráfego marítimo através do Estreito de Ormuz. Esta situação tem contribuído para uma forte redução do tráfego de petroleiros através desta rota marítima crucial, pela qual passam habitualmente cerca de um quinto do abastecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito. A crise ameaça prolongar-se e as perturbações já estão a afetar as encomendas para o quarto trimestre, acrescentando uma maior pressão em alta sobre os preços. Perante este cenário, e tendo em conta as reduzidas perspetivas de um acordo de paz no curto prazo que permita a reabertura total do Estreito, existe margem para novas subidas dos preços.

Ricardo Evangelista – ActivTrades

As informações fornecidas não constituem pesquisa de investimento. Este material não foi elaborado de acordo com os requisitos legais destinados a promover a independência da pesquisa de investimento e, como tal, deve ser considerado uma comunicação de marketing.

Todas as informações foram preparadas pela ActivTrades (“AT”). As informações não contêm um registro dos preços da AT, nem constituem uma oferta ou solicitação para a realização de qualquer transação com instrumento financeiro. Nenhuma declaração ou garantia é feita quanto à exatidão ou integridade dessas informações.

Qualquer material fornecido não leva em consideração os objetivos de investimento específicos nem a situação financeira de qualquer pessoa que o receba. O desempenho passado não é um indicador confiável de desempenho futuro. A AT oferece apenas um serviço de execução de ordens. Consequentemente, qualquer pessoa que atue com base nas informações fornecidas o faz por sua própria conta e risco.

Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.

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Estratégia de Análise Técnica do Ouro | Consolidação dentro da f

Estratégia de Análise Técnica do Ouro | Consolidação dentro da f

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

Estratégia de Análise Técnica do Ouro | Consolidação dentro da faixa, Touros ainda dominam

📌 Fundamentos: Os recentes dados fracos de emprego, inflação e retalho dos EUA arrefeceram as expectativas do mercado para um aumento da taxa de juro da Fed em Setembro, pressionando o dólar e proporcionando um apoio geral ao ouro. O mercado aguarda atualmente uma confirmação mais precisa da direção futura da política monetária a partir da ata da reunião da Fed de julho. Embora a subida dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA e dos preços do petróleo hoje tenha exercido alguma pressão sobre o ouro, o arrefecimento das expectativas de aumento da taxa de juro continua a ser um suporte significativo para os touros do ouro.

📈 Análise Técnica: Observando o gráfico de 1 hora, o ouro rompeu para cima após completar uma consolidação em níveis baixos e atualmente permanece dentro de um canal ascendente. O gráfico mostra um suporte claro em torno de 4370, enquanto o preço testou repetidamente o nível de resistência de 4433.

Atualmente, o preço está basicamente a consolidar dentro da gama de 4370-4433, e o ombro direito do padrão de fundo ombro-cabeça-ombro permanece intacto. Pessoalmente, esta consolidação a níveis elevados não me leva a adotar uma postura pessimista. Em vez disso, tendo a interpretar isto como os touros a digerir e a acumular força após a alta anterior. Enquanto o nível de 4370 não for decisivamente quebrado, a estrutura geral mantém-se altista. 🔥

🎯 Estratégia de Trading: Comprar primeiro, vender depois

No curto prazo, priorize as oportunidades de compra em recuos acima dos 4370, aguardando que o preço volte a testar o nível dos 4433.

🟢 Suporte: Cerca de 4370

🔴 Resistência: Cerca de 4433

🚀 Se o nível de 4433 for quebrado de forma decisiva e mantido, a área chave a observar é entre 4440 e 4460;

⚠️ Se o nível de 4433 for testado e rejeitado repetidamente, e surgir um sinal claro de reversão, considere a venda a descoberto a níveis mais elevados.

A minha visão atual permanece clara: não mudarei facilmente a minha perspetiva altista até que o ouro rompa os principais níveis de suporte. A consolidação actual assemelha-se mais a uma espera pelo próximo movimento direccional. Tenha paciência; As verdadeiras oportunidades surgem muitas vezes antes de um rompimento.

💬 Continuarei a monitorizar os principais níveis de suporte e resistência do ouro, bem como os sinais de rutura, para me preparar para o próximo movimento estratégico.

Para aqueles que apreciam a análise técnica do ouro, façam like 👍, sigam a minha página ⭐ e comentem para trocar ideias e encontrar mais oportunidades de trading valiosas na próxima fase!

⚠️ Faça a gestão das suas posições de acordo com a sua própria tolerância ao risco ao negociar.

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SeR

SeR

Bitcoin / TetherUS BINANCE:BTCUSDT

<= r
resBreak := true

if array.size(supportLevels) > 0
for i = 0 to array.size(supportLevels) - 1
s = array.get(supportLevels, i)

if close < s and close >= s
supBreak := true

// =========================
// MARCAÇÕES
// =========================
plotshape(
resBreak,
title="Rompimento da resistência",
style=shape.triangleup,
location=location.belowbar,
color=color.lime,
size=size.small,
text="BREAK")

plotshape(
supBreak,
title="Rompimento do suporte",
style=shape.triangledown,
location=location.abovebar,
color=color.red,
size=size.small,
text="BREAK")

// =========================
// ALERTAS
// =========================
alertcondition(
resBreak,
title="Rompimento de resistência",
message="Preço rompeu uma resistência.")

alertcondition(
supBreak,
title="Rompimento de suporte",
message="Preço rompeu um suporte.")

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Ouro: Não persiga a alta

Ouro: Não persiga a alta

Gold OANDA:XAUUSD

Os dados de emprego, inflação e vendas no varejo dos EUA ficaram, em geral, abaixo das expectativas. Os mercados reduziram a probabilidade de um aumento de juros do Fed em setembro, provocando queda no dólar americano e nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. As compras contínuas de ouro por bancos centrais globais, o retorno de capital aos ETFs de ouro, aliado às persistentes incertezas geopolíticas no Oriente Médio, sustentam os preços do ouro pela demanda de ativo de refúgio.

A resistência superior está concentrada entre 4430 e 4450, que correspondem aos máximas da alta anterior. Uma ruptura direta e imediata acima dessa faixa é difícil de ocorrer.

O suporte inferior situa‑se em 4390‑4410, nível‑chave para a consolidação de curto prazo e ponto de partida da atual alta. Retrocessos para esse intervalo oferecem oportunidades de compra em queda.

O ouro teve fortes altas anteriormente, o mercado acumulou muitas posições lucrativas que podem provocar correções por realização de lucros. Ainda assim, a tendência altista permanece intacta, e as correções geram novas oportunidades para posições compradas. O gráfico diário mantém viés altista geral; contudo, os preços estão atualmente em níveis elevados, portanto não é recomendável perseguir as altas.
🥇 XAUUSD: Eu forneço análises de mercado objetivas todos os dias.

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AAVE/USDT. COMPREI HOJE.

AAVE/USDT. COMPREI HOJE.

AAVE / TetherUS BINANCE:AAVEUSDT

Boa noite Trader's e Investidores.
Na tela 2 gráficos de AAVE/USDT.
O da esquerda semanal, e o da direita no time frame diário.
Vamos analisar.
Começando pelo gráfico semanal da esquerda, podemos notar que essa região de 80 USDT é uma região antiga de suporte/resistência para AAVE.
Reparem também no indicador de cima, o Índice composto, no qual a média curta (verde) já havia cruzado a longa (vermelha) em abril.
Nesse momento o indicador está acima das duas médias, indicando um 'momentum' altista.
Nosso RSI, indicador de baixo também cruzando as médias essa semana, e tentando fazer um pivô de alta acima da linha de suporte.
Já no gráfico diário da direita, analisando todo contexto do semanal, estamos em uma bela região ao meu ver para entrada.
Preço em zona de suporte, e o RSI no diário, respondendo hoje em zona de suporte no indicador.
Meu alvo para essa compra é os 127 USDT, cerca de 40% do valor atual.
E Stop inicial colocaria em 82 USDT, para evitar um possível 'lampejos' e conforme o preço evolua subiria a níveis maiores.
A ideia é essa.

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Bitcoin (BTC): The Breakout of the Historic M. Ascending Channel

Bitcoin (BTC): The Breakout of the Historic M. Ascending Channel

Bitcoin / U.S. dollar BITSTAMP:BTCUSD

Hello everyone! Here is a quick chart analysis for Bitcoin using the monthly time frame.

Looking at the available history starting in August 2021, we can clearly see an ascending channel that held strong until 2025. Right there, in early 2025, this channel started to break out.

What are your thoughts on this movement? Let me know in the comments below!

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$NSC | Compra no Diário – Estrutura SMC

$NSC | Compra no Diário – Estrutura SMC

NSC | Compra no Diário – Estrutura SMC + Catalisador do Merger com Union Pacific

Resumo Rápido
NSC opera em tendência de alta clara no 1D, com BOS confirmados, preço acima de todas as médias e momentum forte. A tese de compra se apoia na confluência técnica + processo avançado de fusão com a Union Pacific + resultados sólidos do 2T26. Risco bem definido, upside aberto.

📊 Ficha da Operação
Ativo: NSC (Norfolk Southern)
Direção: COMPRA
Timeframe: Diário (1D)
Entrada: $342,70 (região atual)
Stop Loss: $328,45 (~4,16% / 14,25 pts)
Take Profit: OPEN (alvo primário $358,60 – Strong High)
Risco x Retorno: 1 : 1,1 até o Strong High (superior se o TP permanecer aberto)

📈 Análise Técnica (SMC + Price Action)
Estrutura de Mercado
Tendência de alta bem definida desde o final de 2025. Múltiplos BOS para cima e CHoCH que invalidaram correções anteriores. O preço opera acima da sequência de máximas e mínimas ascendentes. O Strong High em $358,60 é a principal referência de liquidez superior.

Zonas de Liquidez & Confluências
Equal Highs e liquidez capturada em topos intermediários. Order Blocks e FVG de demanda na região de $300–$305. Suporte mais imediato situado em $328–$330. O Weak Low em $277,80 permanece distante e não representa ameaça à estrutura atual.

Médias Móveis
Preço confortavelmente acima de todas as médias (vermelha, azul, roxa e verde), todas inclinadas positivamente. A média mais rápida atua como suporte dinâmico. O candle recente de +2,48% confirma força compradora.

🏛️ Drivers Fundamentalistas
1. Merger com Union Pacific (~US$ 85 bilhões)
Aplicação aceita pela STB em maio/2026. Suplementos e compromissos extras de proteção a clientes entregues em julho. Fechamento projetado para meados de 2027. O mercado começa a precificar a criação da primeira ferrovia transcontinental dos EUA.
2. Resultados do 2T26
Receitas recordes de US$ 3,5 bilhões (+11% a/a), volumes +4% e EPS ajustado de US$ 3,52 (acima do consenso). Melhora no intermodal e disciplina de custos. Dividend yield em torno de 1,6%.

🗓️ Calendário de Eventos
20/08/2026 – Pagamento do dividendo de US$ 1,35
Impacto: 🟢 Benéfico
Fluxo positivo para acionistas, impacto de preço normalmente limitado.
~21 a 23/10/2026 – Resultados do 3T26
Impacto: 🟡 Neutro a 🟢 Benéfico
Continuidade de volumes e margens pode acelerar o teste do Strong High. Decepção geraria volatilidade, mas a estrutura técnica e o merger reduzem o risco de quebra profunda do stop.
Ao longo de 2026/2027 – Atualizações do processo STB / Merger
Impacto: 🟢 Benéfico
Qualquer avanço regulatório ou acordo adicional tende a empurrar o preço em direção a alvos mais altos.

🛡️ Gestão de Risco & Plano de Ação
Break-even: Mover o stop para o preço de entrada (ou levemente acima) após o preço consolidar acima de $350–$352.
Parciais sugeridas:
• 30–40% da posição na região de $350–$352
• Mais 30% no Strong High de $358,60
• Restante com TP aberto para capturar extensão pós-merger ou novos BOS
Antes dos resultados do 3T26: Considerar redução parcial se o preço estiver colado no Strong High sem rompimento limpo. Manter o stop original intacto até o break-even ser ativado.

🎯 Veredito do Analista
Confluência técnica sólida (estrutura SMC + médias alinhadas) combinada com catalisador fundamental de alto impacto (merger com a Union Pacific). Risco controlado abaixo de $328,45 e upside aberto.
Nota: 7,5/10
Setup favorável para tendência de alta. Respeitar rigorosamente o nível de invalidação e a gestão de risco.

Aviso: Análise de caráter exclusivamente educacional e informativo. Não constitui recomendação de compra ou venda. Operar no mercado financeiro envolve riscos substanciais de perda de capital.

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XAUUSD: Última estratégia de negociação

XAUUSD: Última estratégia de negociação

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

O ouro segue em consolidação em níveis elevados. Após testar repetidamente a zona de suporte 4360‑4380, o preço subiu novamente. Há viés altista no curto prazo, mas o espaço de alta é muito limitado. Se romper a resistência de 4420, espera‑se que chegue à zona de resistência 4460‑4480.
Para negociações de curto prazo, pode‑se abrir posições compradas para lucros parciais. Contudo, quando essa alta terminar, o mercado terá uma forte correção baixista. Antes da queda, ocorrerão repetidos movimentos de liquidação. Precisamos aguardar zonas seguras e o momento adequado para abrir posições vendidas. Atualmente, a zona mais segura para vender é 4460‑4480, alvo em 4360; mantenha a operação caso haja rompimento. Continuarei fornecendo sinais precisos.
A negociação apresenta riscos elevados do mercado. Negocie sob orientação profissional para evitar perdas frequentes na conta.

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BTC no semanal: cruzamento de médias

BTC no semanal: cruzamento de médias

Bitcoin / US Dollar COINBASE:BTCUSD

Enquanto o mercado fica ansioso com cada respiro de curto prazo, o gráfico semanal do Bitcoin mostra uma clara secagem de volume e exaustão nos fundos.

A média móvel de 20 cruzou a de 200 para baixo, confirmando a pressão vendedora recente, mas a estrutura ainda abre espaço para um movimento calculado.

Minha leitura para os próximos passos:

O alvo: Uma correção de cerca de 15% a partir dos patamares recentes.

Por que esse alvo: Essa retração percentual espelha o comportamento de movimentos de correção vistos desde o último cruzamento lá em agosto de 2022, casando perfeitamente com a região da sombra dos pavios anteriores e com a zona de suporte principal.

Em vez de tentar adivinhar fundo ou entrar afobado, a melhor estratégia agora é a paciência: esperar o preço buscar essa confluência técnica na região de interesse antes de planejar os próximos aportes.

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Ibovespa hoje: Prévia do PIB reforça desaceleração no Brasil e o fim do cessar-fogo entre EUA e Irã; veja destaques desta segunda (17)

Os mercados globais iniciam a semana sem uma direção definida, divididos entre o alívio proporcionado pela menor expectativa de aperto monetário nos Estados Unidos e a persistência dos riscos geopolíticos no Oriente Médio. O cessar-fogo de 60 dias entre EUA e Irã chega ao fim sem sinais claros de renovação, enquanto as negociações entre Washington e Teerã permanecem paralisadas e o tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz segue severamente restrito.

A escalada das tensões também alcançou o Líbano, onde ataques israelenses deixaram 11 mortos, entre eles um comandante de alto escalão do Hezbollah, no episódio mais letal desde o cessar-fogo de junho. Nesse contexto, Brent e WTI voltaram a subir, sustentando um prêmio de risco relevante sobre energia e transporte marítimo, embora os mercados acionários permaneçam relativamente resilientes após as máximas recentes do S&P 500 e a redução das apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve.

Na Ásia, por outro lado, os dados econômicos reforçaram os sinais de perda de fôlego da atividade. Ainda assim, as bolsas da região avançaram, com Nikkei, Shanghai e Hang Seng em alta, apoiadas pela menor percepção de risco de aperto monetário nos Estados Unidos. A semana traz poucos indicadores de maior relevância, mas a divulgação da ata do Fed, os balanços de grandes varejistas, como o Walmart, e os desdobramentos das negociações com o Irã devem permanecer no centro das atenções.

· 00:57 — IBC-Br recua e reforça sinais de desaceleração da atividade

O mercado brasileiro encerrou a última semana sob pressão crescente, em um ambiente marcado por maior aversão a risco, saída de capital estrangeiro e início da volatilidade pré-eleitoral. O Ibovespa recuou 0,10% na sexta-feira, aos 166.934 pontos, completando nove sessões consecutivas de perdas e acumulando queda de 3,23% na semana, o pior desempenho semanal desde maio. O dólar avançou 2,67% no período, voltando a superar R$ 5,20. A deterioração foi acompanhada por uma saída líquida de R$ 13,6 bilhões de investidores estrangeiros da bolsa em agosto até o dia 12 e por uma elevação dos prêmios na curva de juros.

O movimento também se refletiu na avaliação de instituições internacionais: um banco americano retirou o real de sua cesta de carry trade diante da expectativa de maior volatilidade cambial associada ao processo eleitoral, enquanto outro reduziu sua recomendação para o Brasil de overweight para neutro e revisou para baixo sua projeção para o Ibovespa, citando incerteza eleitoral, juros reais elevados, desaceleração da atividade e preocupações fiscais.

No campo macroeconômico, o IBC-Br de junho recuou 0,6% na comparação mensal, resultado ligeiramente pior do que a expectativa de queda de 0,5% e após avanço de 0,1% no mês anterior. A leitura reforça os sinais de perda de fôlego da atividade econômica ao final do segundo trimestre, em linha com a desaceleração já observada em alguns dos principais indicadores de indústria, comércio e serviços. O dado também sugere uma passagem menos favorável para a segunda metade do ano, aumentando a atenção sobre a intensidade da desaceleração da economia brasileira nos próximos meses.

Ao mesmo tempo, os sinais de fragilidade financeira continuam se acumulando: a inadimplência empresarial atingiu 9,1 milhões de CNPJs em junho, com R$ 232,9 bilhões em dívidas em atraso, ambos em níveis recordes. No setor público, o déficit primário consolidado chegou a R$ 55,3 bilhões em junho e a R$ 157,2 bilhões no acumulado, equivalente a 1,19% do PIB, enquanto a dívida pública permanece acima de 80% do PIB.

Esse conjunto reforça a percepção de que a combinação entre uma política monetária ainda restritiva, expansão dos gastos públicos e deterioração fiscal tende a manter juros, câmbio e demais ativos domésticos mais sensíveis tanto ao noticiário político quanto às discussões sobre o ajuste necessário no próximo ciclo de governo.

Em paralelo, algumas frentes oferecem contrapontos mais construtivos. A balança comercial deve encerrar 2026 com superávit superior ao observado no ano anterior, sustentada pelo avanço das exportações de soja e petróleo e por um crescimento mais moderado das importações. No setor de energia, a Petrobras identificou a presença de óleo no poço Morpho, na Margem Equatorial, reforçando o potencial estratégico da região, embora ainda não existam informações suficientes para estimar o tamanho da descoberta, o volume recuperável ou sua viabilidade econômica.

Caso futuras perfurações confirmem escala e qualidade, a área poderá se consolidar como uma nova fronteira relevante para a produção brasileira, mas os efeitos sobre a oferta da companhia devem se materializar apenas no longo prazo e dependerão de fatores como licenciamento, investimentos e disciplina na alocação de capital. Dessa forma, o cenário doméstico combina oportunidades com um pano de fundo ainda desafiador, no qual fiscal, eleições, atividade econômica e fluxo estrangeiro permanecem entre os principais determinantes para a precificação dos ativos brasileiros.

· 01:42 — Atenção nas ações americanas

Nos Estados Unidos, os índices encerraram a semana em tom relativamente estável, embora o S&P 500 tenha recuado 0,2% em relação à sua máxima histórica, enquanto o Nasdaq caiu 0,3% e o Dow Jones cedeu 0,2%. Ainda assim, o S&P 500 completou a terceira semana consecutiva de ganhos.

O mercado reagiu de forma limitada tanto à queda inesperada de 0,6% nas vendas no varejo, parcialmente influenciada pela antecipação de promoções, como o Amazon Prime Day, quanto à alta de 1,7% do petróleo Brent, em meio à ausência de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã.

Essa menor sensibilidade às manchetes tem sido acompanhada por uma queda expressiva da volatilidade: o VIX recuou para 14,25 pontos, menor nível desde dezembro e bem abaixo de sua média histórica de 19,45. Parte dessa tranquilidade pode ser explicada pela força da temporada de resultados, com os lucros das empresas do S&P 500 caminhando para uma expansão superior a 31% no segundo trimestre, além da redução das apostas em uma nova alta de juros pelo Federal Reserve após leituras mais fracas de inflação e emprego.

Apesar desse ambiente favorável, Wall Street mantém uma postura cautelosa em relação ao potencial adicional de valorização do mercado. A projeção média para o S&P 500 ao fim do ano gira em torno de 7.900 pontos, o que sugere uma alta de apenas 1,5% nos próximos meses, mesmo diante da forte expansão dos lucros. Parte dessa cautela está relacionada ao desempenho mais moderado das chamadas “Magnificent Seven”, que acumulam valorização de cerca de 4% no ano, abaixo dos aproximadamente 14% do S&P 500 e dos 16% da versão do índice com pesos iguais, levantando dúvidas sobre quanto do rali tecnológico já foi incorporado aos preços.

Além disso, o crescimento dos lucros pode desacelerar para cerca de 13,6% em 2027, à medida que o mercado se aproxima do quarto ano do ciclo de valorização impulsionado pela inteligência artificial. Eventos como o fim do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, a divulgação da ata do Fed e a possibilidade de novas tarifas comerciais ainda podem provocar episódios de maior volatilidade, mas, por enquanto, o mercado segue sustentado por lucros robustos, menor receio de aperto monetário e uma percepção de risco relativamente contida.

· 02:39 — Consumidor perde fôlego e Fed ganha espaço para esperar

Os dados mais recentes reforçam a percepção de que o consumidor americano começa a perder fôlego, embora parte da fraqueza observada em julho tenha sido influenciada por efeitos de calendário. As vendas no varejo recuaram 0,6% no mês, bem abaixo da expectativa de alta de 0,1%, registrando a primeira queda em nove meses e a maior desde maio de 2025. O grupo de controle, mais diretamente relacionado ao cálculo do consumo no PIB, caiu 0,4%, enquanto segmentos como comércio eletrônico e veículos recuaram 2,2% e 1,8%, respectivamente.

Parte da fraqueza das vendas online pode ser explicada pela antecipação do Amazon Prime Day e de outras promoções para junho, mas os sinais de cautela vão além desse efeito: a confiança do consumidor recuou cerca de 8%, os Estados Unidos perderam 23 mil empregos no último mês e a taxa de participação na força de trabalho permanece bastante deprimida.

Ao mesmo tempo, a inflação anual ainda gira em torno de 3,4%, acima da meta de 2% do Federal Reserve, configurando um ambiente no qual a atividade perde dinamismo sem que as pressões inflacionárias tenham sido plenamente dissipadas. Em conjunto, esses dados reduzem a urgência por novas altas de juros e aumentam a probabilidade de manutenção das taxas em setembro.

Agora, a semana oferece novas pistas sobre esse equilíbrio entre consumo, inflação e política monetária. Em uma agenda relativamente esvaziada de indicadores, o principal destaque será a divulgação da ata da reunião de julho do Fed, além dos PMIs de manufatura e serviços. Ao mesmo tempo, a temporada de resultados se concentrará nas grandes varejistas, com Home Depot, Target, Lowe’s e Walmart oferecendo uma leitura importante sobre a saúde financeira das famílias americanas.

Os lucros do segundo trimestre permanecem fortes no agregado, mas esse desempenho tem sido liderado pelas grandes empresas de tecnologia, enquanto os setores mais expostos ao consumo apresentam resultados relativamente mais modestos. Nos mercados, a correção recente das ações ligadas à inteligência artificial e aos semicondutores já deu lugar a uma recuperação de posições mais especulativas, acompanhada pelo retorno dos fluxos para ETFs alavancados e opções de compra.

Nesse contexto, a postura ainda restritiva do Fed continua representando um obstáculo para os ativos de risco, mas uma desaceleração adicional da inflação e do crescimento poderia abrir espaço para uma política monetária menos dura.

· 03:25 — Mudança do ensino

A ascensão da inteligência artificial já começa a influenciar de maneira concreta as escolhas acadêmicas de estudantes universitários nos Estados Unidos. Pesquisas recentes mostram que 69% dos alunos temem que a IA dificulte sua entrada no mercado de trabalho, enquanto 22% afirmam já ter mudado de curso ou de especialização em razão dessa preocupação.

Outro levantamento, realizado pela Lumina Foundation em parceria com a Gallup, indica que 13% dos estudantes de bacharelado e 19% daqueles matriculados em cursos de curta duração alteraram sua área de estudo em resposta ao avanço da tecnologia, enquanto quase metade dos entrevistados já considerou seriamente essa possibilidade. Esse receio encontra algum respaldo na dinâmica recente do mercado de trabalho, uma vez que estudos do Federal Reserve de St. Louis apontam que a disseminação da IA vem criando dificuldades para profissionais recém-formados em busca do primeiro emprego.

Ao mesmo tempo, ainda não há consenso sobre quais áreas estarão mais protegidas ou serão mais valorizadas nesse novo ambiente. Ciência da Computação, por exemplo, deixou de ser percebida como uma garantia de empregabilidade e registrou queda de 8,1% nas matrículas no último ano, depois de liderar o crescimento entre os cursos por cerca de 15 anos. Em paralelo, formações específicas em inteligência artificial vêm se multiplicando rapidamente nas universidades, enquanto especialistas argumentam que competências mais amplas e transferíveis — como pensamento crítico, liderança, colaboração e capacidade de trabalhar de forma produtiva com ferramentas de IA — tendem a ganhar importância crescente.

Algumas instituições também começam a experimentar alternativas menos tradicionais, com cursos voltados à economia de criadores e à produção de conteúdo, refletindo uma tentativa mais ampla de adaptar o ensino superior às transformações aceleradas que a tecnologia vem promovendo no mercado de trabalho.

· 04:13 — Desaceleração asiática

O Japão encerrou o segundo trimestre com crescimento mais fraco do que o esperado, reforçando o dilema entre sustentar a atividade econômica e conter a desvalorização do iene. O PIB real avançou 0,3% na comparação trimestral e 1,1% em taxa anualizada, abaixo das projeções de 0,5% e 2,0%, respectivamente, embora o resultado tenha marcado o terceiro trimestre consecutivo de expansão. A composição, no entanto, foi pouco favorável: o consumo das famílias permaneceu praticamente estagnado, com queda de 0,02%, enquanto o investimento empresarial recuou 1,2%.

O setor externo, por sua vez, contribuiu positivamente, favorecido pela redução das importações de energia e pela demanda americana por veículos híbridos, além dos investimentos globais em semicondutores e inteligência artificial. Apesar da desaceleração, o Banco do Japão continua pressionado a avançar no processo de normalização monetária para conter a fraqueza do iene, que permanece próximo das mínimas de quatro décadas.

O mercado ainda atribui elevada probabilidade a uma nova alta de juros em setembro, mas os dados mais fracos reforçam a necessidade de cautela: um aperto monetário mais acelerado pode contribuir para sustentar a moeda, porém também aumenta o risco de comprometer uma economia em que consumo e investimento já demonstram sinais de fragilidade.

Já na China, o início do terceiro trimestre também foi marcado por perda de fôlego, com produção, consumo e investimentos abaixo das expectativas. A produção industrial cresceu 4,5% em julho na comparação anual, desacelerando em relação aos 5,3% registrados em junho, enquanto as vendas no varejo avançaram apenas 0,6%, sinalizando a persistente fraqueza da demanda doméstica e a perda de impulso dos programas de subsídios ao consumo. O investimento em ativos fixos recuou 6,7% nos primeiros sete meses do ano, resultado pior do que o esperado e que se soma à fragilidade do setor imobiliário e à deterioração dos indicadores industriais.

A demanda externa e o ciclo global de investimentos ligados à inteligência artificial continuam sustentando uma parcela relevante da atividade manufatureira chinesa, mas ainda não são suficientes para compensar a fraqueza do mercado interno. As autoridades prometeram acelerar a execução orçamentária e adotar medidas adicionais de apoio, se necessário, mas, até o momento, não sinalizaram a implementação de um pacote amplo de estímulos.

Em conjunto, os dados de Japão e China reforçam uma mensagem semelhante para a Ásia: o crescimento permanece positivo em algumas frentes, mas está cada vez mais dependente das exportações, do investimento em tecnologia e do suporte das políticas públicas, enquanto a demanda doméstica continua vulnerável.

· 05:01 — Energia nuclear de volta ao centro da transição energética

O cenário energético global passa por uma transformação estrutural que vem recolocando a energia nuclear no centro das discussões sobre segurança energética e expansão da oferta de eletricidade. O crescimento acelerado da demanda de data centers e das aplicações de inteligência artificial exige fontes capazes de fornecer energia de maneira contínua, previsível e em grande escala, característica que favorece a geração nuclear em um sistema cada vez mais intensivo em eletricidade.

Ao mesmo tempo, anos de subinvestimento na mineração de urânio limitaram a expansão da oferta justamente em um momento em que diversos países retomam projetos nucleares, prolongam a vida útil de usinas existentes e anunciam a construção de novos reatores. Essa combinação tende a tornar o mercado de urânio mais apertado, na medida em que o crescimento da demanda pode superar a capacidade de resposta da produção no curto e médio prazo.

A tese também ganha força no contexto da agenda global de descarbonização. Por oferecer geração de baixa emissão de carbono e elevada disponibilidade, a energia nuclear vem sendo incorporada aos planos de transição energética de diferentes governos, inclusive por meio do desenvolvimento dos pequenos reatores modulares, os chamados SMRs, concebidos para reduzir custos e prazos de construção, além de ampliar a flexibilidade de implantação.

Com projeções indicando que a demanda por urânio pode dobrar até 2040, o setor tende a ocupar uma posição cada vez mais relevante na matriz energética global. Para o investidor, trata-se de uma tese de longo prazo sustentada não apenas pela transição climática, mas também pela necessidade crescente de garantir uma oferta firme e confiável de energia para uma economia cada vez mais eletrificada, digital e dependente de infraestrutura computacional.

Nesse contexto, instrumentos como os ETFs Sprott Uranium Miners ETF (URNM) e Global X Uranium ETF (URA), já recomendados neste espaço, continuam sendo alternativas relevantes para investidores que desejam se expor a essa tendência estrutural. No mercado brasileiro, o BDR BURA39 desempenha função semelhante ao oferecer acesso ao tema por meio da B3. Ainda assim, por se tratar de uma tese com elevada volatilidade e forte componente temático, entendemos que exposições mais moderadas, tipicamente de até 1% do portfólio, tendem a ser suficientes para capturar seu potencial sem comprometer o equilíbrio geral da carteira. Como sempre, permanecem válidos os princípios fundamentais de uma boa alocação: respeitar o perfil de risco, manter uma diversificação adequada e construir um portfólio capaz de atravessar diferentes ciclos de mercado com consistência e disciplina.

O post Ibovespa hoje: Prévia do PIB reforça desaceleração no Brasil e o fim do cessar-fogo entre EUA e Irã; veja destaques desta segunda (17) apareceu primeiro em Empiricus.

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Liquidez antes de uma reversão baixista

Liquidez antes de uma reversão baixista

Gold OANDA:XAUUSD


Análise Fundamental

O ouro continua sustentado por um dólar americano mais fraco e pela redução das expectativas de uma nova alta dos juros do Fed no curto prazo. O CPI de julho subiu apenas 0,1%, o PPI permaneceu inalterado, enquanto as vendas no varejo recuaram 0,6%. Esse cenário continua pressionando as expectativas sobre os juros americanos.

Agora, a atenção do mercado se volta para a ata da reunião do Fed de julho, em busca de novos sinais sobre a direção da política monetária.

Análise Técnica

No H1, o ouro apresentou uma forte recuperação a partir da zona de liquidez 4.310–4.320 SLL e recuperou a região de retração de Fibonacci 0,5–0,618.

O preço está consolidando abaixo da liquidez Buy-Side em 4.416,672 e da zona de resistência FDC 4.420–4.426.

O cenário principal continua sendo uma possível última onda de alta em direção à liquidez superior, antes que os vendedores tentem recuperar o controle.

O Volume Profile também mostra forte atividade na atual zona de equilíbrio, tornando a reação do preço na região de liquidez superior especialmente importante.

Níveis Importantes

4.420–4.426 — FDC / Resistência
4.416,672 — Buy-Side Liquidity
4.376,208 — Fibonacci 0,618
4.363,890 — Fibonacci 0,5
4.350–4.364 — Zona de Fibonacci
4.310–4.320 — SLL / Liquidez inferior

Cenário de Trading

A prioridade para Short surge após um Liquidity Sweep em 4.416–4.426, seguido por uma rejeição baixista clara no H1.

Alvo: 4.350–4.364
Alvo estendido: 4.310–4.320 caso a zona de Fibonacci seja rompida com força
Invalidação: Aceitação sustentada no H1 acima de 4.426

Visão Geral

O ouro ainda pode realizar uma última expansão de alta no curto prazo antes que os vendedores tentem assumir novamente o controle.

A região 4.416–4.426 continua sendo a principal zona a observar. Um sweep de liquidez seguido por uma rejeição poderá fornecer o primeiro sinal de uma reversão baixista.

Você espera que o ouro busque primeiro 4.420 antes de iniciar o próximo movimento de queda?

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Estratégia para o preço do ouro hoje: Venda a descoberto a4400

Estratégia para o preço do ouro hoje: Venda a descoberto a4400

Gold OANDA:XAUUSD

Estratégia para o preço do ouro hoje: Venda a descoberto a US$ 4.400

Data: 17 de agosto de 2026

Coloque uma ordem de venda a US$ 4.400

Stop Loss: US$ 4.435 - US$ 4.450

Take Profit: US$ 4.370

Segundo alvo: US$ 4.320 - US$ 4.275

Vamos analisar o gráfico em detalhes.

A lógica técnica desta operação está perfeitamente alinhada com as condições atuais do mercado.

Por que US$ 4.400 é um excelente ponto de entrada para venda a descoberto?

No gráfico atual, o preço de US$ 4.400 está localizado na interseção de vários níveis de resistência:

Fontes de Resistência:

Linha Superior do Canal Ascendente Branco: US$ 4.430 - US$ 4.450 (A área de resistência da linha superior deste canal ascendente desde o final de julho)

Linha Superior do Triângulo Convergente Vermelho: US$ 4.450 - US$ 4.520

Resistência Psicológica: US$ 4.400 é um nível de resistência psicológica significativo que pode desencadear uma realização de lucros.

Uma ordem de venda foi colocada em US$ 4.400, que está precisamente abaixo da borda inferior da linha de tendência superior do canal branco e ligeiramente abaixo da linha de tendência superior do padrão de triângulo. Neste nível de preço, os ursos têm uma clara vantagem: tentativas anteriores de romper US$ 4.400 foram recebidas com pressão vendedora, e a probabilidade de uma terceira tentativa bem-sucedida parece baixa.

Configuração do Stop Loss: A faixa de stop loss é de US$ 4.435 a US$ 4.450, precisamente acima da linha de tendência do canal branco e da linha de tendência do padrão de triângulo. Se o preço do ouro conseguir ultrapassar os US$ 4.450 com volume significativo, isso indica que os compradores assumiram o controle total do mercado e fechar a posição neste ponto é perfeitamente razoável — perdas devem ser absorvidas e lucros devem ser obtidos; essa é a verdadeira essência do trading.

Fundamentos que sustentam a posição vendida: Esta posição vendida não é uma operação contrária à tendência; trata-se essencialmente de uma correção de reversão em uma estratégia de acompanhamento de tendência — a tendência de médio prazo permanece de alta, mas após uma condição de sobrecompra de curto prazo, o mercado precisa de uma correção para digerir a realização de lucros.

Fatores negativos de curto prazo (que corroboram a lógica da venda a descoberto):

Na semana passada, o preço do ouro subiu quase 7% e todos os indicadores técnicos entraram em território de sobrecompra. O RSI diário está próximo de 70 e uma divergência de baixa apareceu no gráfico de quatro horas.

Até mesmo os mercados mais voláteis precisam de uma pausa.

Os dados do IPC desta semana são incertos. Se os dados de inflação forem superiores ao esperado, a probabilidade de um aumento da taxa de juros em setembro poderá subir novamente, saindo do nível atual de menos de 50%, momento em que os preços do ouro poderão cair rapidamente para a faixa de US$ 4.270 a US$ 4.300.

Se houver sinais de alívio nas tensões entre os EUA e o Irã (por exemplo, progresso nas negociações de cessar-fogo), os preços do petróleo cairão, as preocupações com a inflação diminuirão, mas o prêmio de segurança geopolítica do ouro também cairá, o que poderá desencadear uma realização de lucros no mercado de ouro no curto prazo.

Fatores positivos de médio a longo prazo (portanto, posições vendidas devem ter ordens de stop-loss):

Os dados negativos do relatório de empregos não agrícolas (non-farm payroll) em julho reduziram a probabilidade de um aumento da taxa de juros do Fed em setembro para menos de 50%, criando assim um ambiente macroeconômico favorável contínuo para o ouro.

O Banco Popular da China aumentou suas reservas de ouro por 21 meses consecutivos, e as compras de ouro por bancos centrais globais estão passando de um "suporte de curto prazo" para "fatores estruturais de longo prazo".

Na semana passada, o preço do ouro subiu de US$ 4.040 para US$ 4.400 por onça, um ganho de quase US$ 400. O RSI sobrecomprado, a movimentação do preço muito distante das médias móveis e a divergência de baixa no gráfico de quatro horas — todos esses sinais indicam a necessidade de uma correção de curto prazo no mercado.

O nível de US$ 4.400 é uma zona de dupla resistência, formada pela linha de tendência superior do canal branco e pela linha de tendência superior do triângulo vermelho. O preço do ouro já havia recuado desse nível de resistência duas vezes; esta é a terceira vez.

No entanto, o maior inimigo da análise técnica são as notícias de última hora.

Obrigado pela atenção. Continuarei trazendo a vocês a dinâmica do mercado e os ajustes de estratégia mais recentes.

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XAUUSD — Reteste do Rompimento de Alta

XAUUSD — Reteste do Rompimento de Alta

Gold OANDA:XAUUSD

Análise Fundamental
O ouro continua a receber suporte devido à fraqueza do dólar americano e à ligeira queda nos rendimentos dos Treasuries. Os dados económicos recentes dos EUA também reduziram as expectativas de uma nova subida das taxas de juro pela Fed no curto prazo, mantendo um cenário favorável para o ouro no curto prazo. O próximo evento importante será a divulgação da ata da reunião do FOMC, no dia 19 de agosto.

Análise Técnica
O XAUUSD mudou para uma estrutura mais fortemente bullish no gráfico H1.

O preço primeiro varreu a liquidez na região de 4.310–4.320, depois rompeu a linha de tendência descendente e formou um CHoCH claro, seguido por um BOS.

O movimento acima de 4.391 é importante. Enquanto o preço se mantiver acima deste nível, os compradores continuam no controlo.

Um pequeno pullback seria normal. A zona de liquidez entre 4.367–4.378 é a primeira região a observar, enquanto 4.348–4.358 representa uma Order Block H1 mais forte abaixo.

A retração de Fibonacci de 0,50–0,618 do último movimento de alta também está próxima desta zona de suporte, acrescentando uma confluência adicional à região.

Níveis Importantes

4.440–4.450 — Principal resistência / zona de rejeição
4.391 — Suporte após o rompimento
4.367–4.378 — Suporte de liquidez
4.348–4.358 — Order Block H1
4.310–4.320 — Suporte principal + liquidez
4.298–4.305 — Suporte FVG

Cenário de Trading
O cenário principal continua bullish.

Prefiro esperar por um pullback em vez de entrar comprando depois de uma subida já forte. Uma reação em 4.391 ou uma retração mais profunda até 4.367–4.378 pode oferecer uma configuração mais limpa para a continuação da alta.

Se os compradores defenderem essas regiões e o preço voltar a confirmar força, o próximo alvo será 4.440–4.450.

Condição para Compra
Procure uma retração que se mantenha acima das zonas de suporte assinaladas, seguida de uma confirmação bullish num timeframe inferior.

Um movimento sustentado no H1 abaixo de 4.348 enfraqueceria o cenário bullish de curto prazo. A perda da região de 4.310–4.320 indicaria uma mudança mais profunda na estrutura do mercado.

Visão Geral
O momentum no H1 tornou-se bullish após a varredura de liquidez e o rompimento da linha de tendência. Neste momento, comprar no pullback parece mais interessante do que comprar diretamente numa zona de resistência.

Você esperaria por uma retração mais profunda antes de procurar a próxima oportunidade de entrada em long?

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É hoje: Descubra como aproveitar a volatilidade máxima das eleições para buscar lucros de anos em até 12 semanas

Anos eleitorais costumam aumentar a sensação de incerteza entre os investidores. Com o mercado mais sensível a pesquisas, debates e expectativas políticas, surge a dúvida: vale a pena adotar uma postura mais defensiva ou seguir o plano de investimentos sem se deixar levar pelas oscilações do mercado?

De acordo com um estudo da corretora Ágora, a volatilidade média do Ibovespa em anos não eleitorais é de 20,91%. Já nos anos eleitorais, considerando o período desde 1994, esse índice sobe para 23,93%.

Na prática, isso representa uma oscilação cerca de 14% maior. Portanto, não é surpreendente que muitos investidores adotem uma postura mais cautelosa durante esse período.

Agora, a verdade é que falta pouco para as eleições. Estamos a cerca de um mês e meio da votação, e as campanhas já começam a ocupar espaço na TV, no rádio e nas redes sociais.

E, nessa altura do campeonato, se torna um pouco mais tenso tomar melhores decisões nos investimentos.

No entanto, se você acredita que existem apenas duas alternativas, reduzir os riscos até a definição das urnas ou simplesmente manter a estratégia atual apesar da volatilidade, pode deixar passar oportunidades valiosas que costumam surgir justamente em momentos de maior turbulência no mercado.

Como aproveitar oportunidades valiosas no ciclo eleitoral

Nos últimos dois ciclos eleitorais, mesmo em meio à forte volatilidade dos mercados, algumas recomendações da Empiricus Research entregaram ganhos expressivos, chegando a até 586% em menos de 15 dias. E isso não aconteceu por acaso.

Períodos eleitorais costumam criar um ambiente especialmente rico em oportunidades. Mas por quê? A resposta está na velocidade com que os preços reagem às expectativas dos investidores.

Mudanças nas pesquisas, novas alianças e propostas econômicas podem alterar rapidamente a percepção do mercado sobre o futuro da economia.

Se um candidato visto como menos comprometido com o equilíbrio fiscal ganha força nas pesquisas, por exemplo, parte dos investidores pode passar a projetar mais gastos públicos, juros elevados e maior pressão sobre a inflação.

Nesse contexto, ações, dólar e títulos de renda fixa costumam reagir quase imediatamente. Por outro lado, sinais capazes de reduzir essas preocupações podem provocar movimentos na direção oposta.

É justamente essa mudança constante de expectativas que cria oportunidades para investidores atentos. Durante uma campanha eleitoral, novas propostas, apoios políticos e pesquisas alteram as projeções do mercado quase diariamente.

Foi exatamente esse tipo de dinâmica que a Empiricus procurou analisar nas eleições de 2022. Após o resultado das urnas, ações de empresas como Petrobras e Banco do Brasil sofreram forte pressão, refletindo preocupações dos investidores com possíveis interferências na gestão das estatais.

Porém, os analistas da Empiricus avaliaram que parte desse movimento poderia ter sido exagerado e que havia espaço para recuperação dos preços. Com base nessa leitura, a casa recomendou a compra de ações do Banco do Brasil e da Petrobras.

Dessa maneira, nas janelas analisadas, as recomendações chegaram a entregar ganhos de aproximadamente 40% em Banco do Brasil e 206% em Petrobras, reforçando como momentos de forte volatilidade também podem abrir espaço para oportunidades relevantes.

Agora, isso está prestes a acontecer novamente e a partir de hoje você poderá acessar um plano de “tiro curto” para aproveitar oportunidades como essas.

Conheça o “Sprint Eleitoral” e descubra como buscar lucros de até 586% com a volatilidade máxima das eleições

O Sprint Eleitoral é uma estratégia criada pela Empiricus Research para um dos momentos mais intensos do mercado brasileiro: o período das eleições.

Enquanto grande parte dos investidores enxerga a volatilidade como um risco a ser evitado, a proposta do Sprint é justamente transformá-la em oportunidade.

A ideia é simples: identificar os movimentos que podem surgir à medida em que as mudanças de expectativa mexem com os preços dos ativos e buscar capturar esses deslocamentos ao longo de uma janela de até 12 semanas.

Ao longo do Sprint Eleitoral, os participantes terão acesso a oportunidades em diferentes classes de ativos, incluindo:

  • Ações e fundos imobiliários que podem se beneficiar de cada cenário;
  • Estratégias de renda fixa para proteção ou ganho com marcação a mercado;
  • Operações com opções voltadas para movimentos de curto prazo;
  • E outras oportunidades que surgirem conforme o cenário evoluir.

Além das recomendações, o plano conta com acompanhamento diário e atualizações constantes da carteira sugerida, refletindo as mudanças de cenário que tendem a se intensificar na reta final da disputa eleitoral.

Foi justamente esse trabalho de monitoramento e interpretação dos ciclos eleitorais que permitiu à Empiricus identificar algumas oportunidades marcantes em eleições anteriores. Em diferentes momentos, recomendações da casa chegaram a registrar ganhos de:

  • Até 586% em menos de 15 dias;
  • Até 375% em apenas 6 dias;
  • Até 120% em 7 dias.

Naturalmente, retornos passados não garantem resultados futuros. Ainda assim, a dinâmica observada em eleições anteriores mostra como períodos de elevada incerteza podem gerar movimentos significativos nos mercados, criando oportunidades para investidores preparados.

Saiba como acessar no Sprint Eleitoral

Para mostrar exatamente como essa estratégia funciona na prática, a Empiricus realizará um encontro gratuito hoje.

Nele, Matheus Spiess, estrategista de macroeconomia da casa, vai explicar os principais gatilhos que podem movimentar o mercado durante a corrida eleitoral e como o Sprint Eleitoral foi estruturado para navegar esse cenário.

Se você deseja entender como investidores profissionais se posicionam em momentos de alta volatilidade, basta clicar no botão abaixo e garantir sua participação.

QUERO CONHECER O PLANO QUE JÁ CAPTUROU GANHOS DE ATÉ 586%

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Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 17/08/2026

Regiões Importantes para o WINV26 – hoje, 17/08/2026

Bovespa Index-Mini Futures (Oct 2026) BMFBOVESPA_DLY:WINV2026

Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.

REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |170.230|

-Zona Média SUPERIOR |174.650|
Região Superior: 176.080 até 173.220

-Zona Média INFERIOR |165.810|
Região Inferior: 167.240 até 164.380


Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.

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Morning Call - 17/08/2026 - Dólar na mínima de 2 meses

Morning Call - 17/08/2026 - Dólar na mínima de 2 meses

Agenda de Indicadores:
8:25 – BRA – Boletim Focus
9:00 – BRA – IBC-Br
9:30 – USA – Índice Empire State de Atividade Industrial (Ago)


Brasil


Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLQ2026

O Brasil entrou oficialmente no período eleitoral neste domingo, aumentando a cautela dos traders com os ativos domésticos após uma semana marcada por forte deterioração do mercado e saída de capital estrangeiro.

O Ibovespa acumulou queda de 3% na semana passada, enquanto o dólar avançou 2,7% e voltou a ser negociado acima de R$ 5,20.

Nesse ambiente, o Citi retirou o real de sua cesta de estratégias de carry trade, citando a perspectiva de maior volatilidade cambial à medida que as eleições de outubro se aproximam e o cenário de provável reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Com a mudança, o Citi substituiu o real pelo rand sul-africano e passou a recomendar uma posição neutra na moeda brasileira.

A piora da percepção sobre o Brasil já havia ganhado força na semana passada, quando o JPMorgan reduziu sua recomendação para o mercado brasileiro de overweight para neutra.

Entre os fatores citados estão o aumento da volatilidade eleitoral, os juros reais elevados, os sinais de desaceleração da atividade econômica e as persistentes preocupações com a trajetória fiscal do país.


Estados Unidos


Os futuros dos principais índices de Nova York — USA500 , USAIND , USATEC e USARUS — operam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, enquanto o dólar recua para o menor nível desde junho. Dados econômicos mais fracos nos EUA reduziram as apostas em um novo aumento de juros pelo Federal Reserve e favoreceram o apetite por risco.

Segundo a ferramenta FedWatch do CME Group, a probabilidade de uma alta de juros em setembro caiu para cerca de 30%, ante aproximadamente 50% na semana passada.

A mudança nas expectativas ganhou força após as vendas no varejo registrarem a primeira queda em nove meses em julho e a confiança do consumidor recuar mais do que o esperado. Dados recentes de inflação também mostraram menor pressão sobre os preços, reforçando a possibilidade de o Fed manter os juros inalterados.

No mercado de câmbio, a combinação de juros mais baixos e atividade enfraquecida pressiona o dólar. O euro alcançou a máxima de dois meses, próximo de US$ 1,16, enquanto os dólares australiano e neozelandês atingiram os maiores níveis em cerca de dez semanas. Os rendimentos dos Treasuries também recuam.

No mercado de energia, o petróleo Brent sobe 0,7%, para cerca de US$ 88 por barril, com o impasse envolvendo Irã e Estreito de Ormuz permanecendo no radar. No sábado, Teerã pediu que os EUA aceitassem a derrota, enquanto o presidente Donald Trump alertou os americanos para a possibilidade de preços mais elevados dos combustíveis enquanto o conflito persistir.

Para Shane Oliver, economista-chefe da AMP, o cenário-base continua apontando para o Brent entre US$ 70 e US$ 100 por barril. O principal risco seria a ausência de um acordo duradouro, mantendo o fluxo de petróleo do Oriente Médio entre 10% e 15% abaixo do normal e pressionando os preços à medida que os estoques diminuem.

Com a temporada de balanços perdendo intensidade, Home Depot, Target e Walmart estão entre os principais resultados desta semana e devem oferecer novas pistas sobre a saúde do consumidor americano.

No calendário macroeconômico, o destaque serão os PMIs preliminares da S&P Global de agosto, importantes para avaliar se a recuperação da atividade empresarial observada em meados do ano continua ganhando força.

Entre as commodities, o ouro avança 0,6%, para cerca de US$ 4.400 por onça, após acumular valorização de 0,8% na semana passada.


Europa


Os principais índices acionários da Europa — EURO50 , GER40 , GERMID50 , ESP35 , UK100 , FRA40 , ITA40 e SWI20 — operam sem direção única nesta segunda-feira, com o avanço das ações de mineração e tecnologia compensando a fraqueza de outros setores. A redução das apostas em novos aumentos de juros pelo Federal Reserve também favorece o sentimento.

O Euro Stoxx 50 EURO50 avança 0,2%, enquanto o DAX GER40 , da Alemanha, recua 0,1%.

As ações de recursos básicos lideram os ganhos, com alta de 1,1%, acompanhando a valorização do ouro e de outros metais. O setor de tecnologia avança 1%, prolongando o bom desempenho recente.

Na sexta-feira, o Goldman Sachs elevou sua projeção de 12 meses para o STOXX 600 de 660 para 695 pontos, indicando potencial de valorização de cerca de 5,5% em relação aos níveis atuais. O banco citou a resiliência da economia europeia e a força dos resultados corporativos como principais fundamentos para a revisão.

Com a temporada de balanços europeia praticamente encerrada e as estimativas de lucro do segundo trimestre revisadas sucessivamente para cima, o foco dos traders volta agora para o ambiente macroeconômico, a política monetária e os desdobramentos geopolíticos.

Segundo Andrea Cicione, chefe de pesquisa da TS Lombard: "Há uma divergência entre a Europa e os EUA, com os dados americanos apresentando sinais de desaceleração, enquanto os dados europeus permanecem relativamente fortes." Para ele, esse cenário pode continuar sustentando as bolsas europeias, enquanto a atenção se desloca para as decisões dos bancos centrais em setembro.

Nos EUA, os dados fracos de vendas no varejo divulgados na sexta-feira reduziram as expectativas de um novo aperto monetário pelo Fed. Na Europa, o cenário é diferente: os mercados precificam cerca de 84% de probabilidade de uma alta de 25 pontos-base pelo Banco Central Europeu em setembro.

No front geopolítico, as tensões entre EUA e Irã permanecem elevadas. No sábado, Teerã pediu que Washington aceitasse a derrota, enquanto o presidente Donald Trump voltou a criticar o governo iraniano e alertou os americanos para a possibilidade de os preços dos combustíveis permanecerem elevados devido à guerra.

O setor de energia avança 0,1%, acompanhando a alta do petróleo, enquanto alimentos e bebidas apresentam o pior desempenho da sessão, com queda de 1,1%.


Ásia/Pacífico


Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados da Ásia-Pacífico iniciaram a semana majoritariamente em alta, com as ações de tecnologia liderando os ganhos, apesar de novos sinais de enfraquecimento das economias chinesa e japonesa.

Na China continental e em Hong Kong, os índices Shanghai 000001 , Shenzhen 399001 , China A50 XIN9 e Hang Seng HSI avançaram até 2,4%, com alguns alcançando o maior nível em cinco semanas. O destaque ficou para o setor de tecnologia, com o índice STAR 50 saltando 4,1%.

O movimento ocorreu mesmo após uma bateria de indicadores mostrar perda de fôlego da economia chinesa no início do terceiro semestre. A produção industrial e as vendas no varejo desaceleraram, enquanto os dados de crédito divulgados na semana passada mostraram uma contração recorde dos empréstimos bancários em julho, refletindo a fraqueza da demanda por financiamento.

Segundo analistas da Nanhua Futures, a economia chinesa continua apresentando "demanda externa resiliente, mas recuperação insuficiente da demanda interna", deixando a valorização mais ampla das ações ainda sem sustentação clara nos fundamentos.

No Japão, o Nikkei 225 NI225 avançou 0,7%, impulsionado pelas empresas ligadas à tecnologia. A Kioxia disparou 15,1%, enquanto Mitsui Kinzoku e Fujikura ganharam 7,5% e 7,3%, respectivamente.

No front macroeconômico, a economia japonesa cresceu a uma taxa anualizada de 1,1% no segundo trimestre, abaixo dos 2% esperados. O resultado refletiu principalmente a estagnação do consumo privado e a queda de 1,2% dos investimentos de capital, aumentando as dúvidas sobre a força da demanda doméstica.

Para Wataru Akiyama, estrategista da Nomura Securities, os números mais fracos sugerem que "as pressões inflacionárias e a desaceleração econômica dos EUA podem estar se espalhando para o Japão".
Na contramão da região, o TWSE 50 TW50 , de Taiwan, recuou 0,1%, enquanto o ASX 200 XJO , da Austrália, perdeu 0,5%.

Na Coreia do Sul, os mercados permaneceram fechados devido a um feriado local.

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Plano de Negociação de Ouro: Comprar em lotes em recuos para 436

Plano de Negociação de Ouro: Comprar em lotes em recuos para 436

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

Plano de Negociação de Ouro: Comprar em lotes em recuos para 4365-4355, com posições curtas como opção secundária em 4405. As ordens de stop-loss devem ser definidas em conformidade.

Análise da Semana Passada: A incapacidade de corrigir como esperado é um sinal forte.

O ouro manteve um elevado nível de volatilidade na semana passada. Embora tenha havido uma correção técnica na quinta e sexta-feira, a magnitude foi extremamente limitada. Na sexta-feira, durante as sessões europeia e americana, os preços recuperaram, testando directamente a resistência da média móvel a 5 dias – esta "recusa num recuo profundo" revela a confiança dos compradores no controlo do mercado.

Observando os gráficos semanais e diários, acreditava anteriormente que o ouro precisava de uma correção, mas o movimento real do mercado diz-me que, quando os preços não caem como esperado, é o sinal técnico mais forte. O sistema de média móvel diária está actualmente a divergir para cima e a tendência de alta a médio prazo está a ressurgir, o que é um facto objectivo que não pode ser ignorado.

Perspetivas desta semana: Um padrão de volatilidade ligeiramente forte permanece como tema principal, mas duas variáveis ​​importantes requerem atenção

Espera-se que o ouro continue o seu padrão de volatilidade ligeiramente forte esta semana, com base em dois fatores principais:

**Apoio técnico claro:** As médias móveis diárias estão alinhadas em tendência de alta, com a média móvel a 10 dias a ter subido para cerca de 4320, tornando-se um nível chave para a força a médio prazo. Enquanto este nível se mantiver, a estrutura de alta a médio prazo manter-se-á intacta.

**Apoio externo:** O índice do dólar norte-americano encontra-se atualmente numa situação precária, enfrentando o risco de novas quedas, o que oferece um potencial apoio de compra como porto seguro para o ouro.

**Resistência de alta:** Primeiro, observe o nível de 4450 e, em seguida, a resistência adicional na área de 4490-4500. Este é o verdadeiro desafio para os compradores a curto prazo.

**Suporte de baixa:** O foco no curto prazo está em 4380-4370, com a principal linha de defesa em 4320 (média móvel de 10 dias). Uma quebra inesperada abaixo dos 4320 colocaria em risco a tendência de alta, mas não me tornarei pessimista antes disso.

Estratégia de curto prazo para hoje: Não entre na onda de alta na sessão asiática; aguarde por um recuo antes de entrar.

Observando o gráfico horário, influenciado pela subida nas sessões europeia e americana de sexta-feira, o preço voltou a subir ao início da manhã, utilizando a média móvel a 20 dias (4370), atingindo um máximo de cerca de 4416 antes de encontrar resistência. Estas subidas emocionais na sessão asiática geralmente carecem de sustentabilidade, e entrar na onda de alta após atingir os máximos não é rentável.

Actualmente, a estrutura geral continua relativamente forte, mas o ímpeto de alta é claramente insuficiente. Um movimento ascendente adicional requer fatores externos (especialmente notícias relacionadas com a Reserva Federal) para fornecer novos catalisadores.

Movimento esperado do preço durante o dia:

Consolidação predominante em níveis mais elevados, absorvendo o impulso de alta da passada sexta-feira.

A principal resistência é de cerca de 4410, com forte resistência em 4440.

Os níveis de suporte estão inicialmente na banda da média móvel horária em torno de 4380-4370, com um suporte importante em 4340-4320.

📌 Recomendações de negociação para hoje

Posições de compra (Estratégia principal):
Entre em posições de compra em lotes em torno de 4365-4355, com stop-loss abaixo de 4350, visando 4395-4400. Se o preço consolidar acima dos 4370 durante a sessão europeia, considere abrir uma pequena posição mais cedo.

Posições de Venda (Negociação Contrária, Posições Pequenas Recomendadas):
Se o preço recuperar para cerca de 4405-4410 no início da manhã ou na sessão europeia, considere uma pequena posição de venda, com um stop-loss acima de 4420, visando cerca de 4365 para saída. Note que esta é apenas uma operação de curto prazo numa tendência de alta; a principal tendência continua a ser comprar em quedas.

⚠️ Aviso de Risco: Esta semana apresenta vários dados importantes e discursos da Reserva Federal. Preste muita atenção à gestão da posição e siga rigorosamente as ordens de stop-loss. Esta estratégia é apenas para referência; o mercado é imprevisível e a flexibilidade é fundamental para o sucesso a longo prazo.

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Deixe os seus comentários na secção abaixo e vamos trocar ideias de negociação! 📊🚀

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Preços do ouro se estabilizam após uma "falsa queda"

Preços do ouro se estabilizam após uma "falsa queda"

Gold OANDA:XAUUSD

Preços do ouro se estabilizam após uma "falsa queda"

O mercado de ouro experimentou uma típica "venda matinal". A batalha entre compradores e vendedores será decidida neste momento.

A rápida queda e a subsequente recuperação nos preços do ouro têm um claro significado técnico:

1. Consolidação adicional na base: A mínima matinal de US$ 4.367 testou precisamente uma importante área de suporte no gráfico diário, que coincide em grande parte com as mínimas anteriores de US$ 4.360-US$ 4.365 testadas diversas vezes.

2. Níveis claros de suporte/resistência de curto prazo:

Resistência de curto prazo: US$ 4.395-US$ 4.405.

Forte resistência principal: US$ 4.440-US$ 4.450.

Uma quebra e sustentação bem-sucedidas dessa área desencadearão compras de acompanhamento da tendência.

Suporte de alta de médio prazo: US$ 4.360-US$ 4.365.

Enquanto o preço de fechamento não cair abaixo desse nível, a tendência de alta de médio prazo permanece válida.

Principais pontos da notícia:

1. A lógica fundamental de alta permanece inalterada.

O crescimento negativo inesperado das vendas no varejo dos EUA em julho, divulgado na semana passada, juntamente com um relatório de empregos anteriormente fraco e dados de inflação moderados, praticamente eliminou as expectativas do mercado de um aumento da taxa de juros pelo Fed no curto prazo.

Isso significa que o custo de oportunidade de manter ouro está diminuindo, fornecendo suporte de médio prazo para os preços do ouro.

2. Os riscos geopolíticos continuam a sustentar os preços do ouro.

As tensões no Oriente Médio e no Estreito de Ormuz não diminuíram significativamente.

Os riscos potenciais de alta para os preços do petróleo estão relacionados às expectativas de inflação global, fornecendo suporte contínuo de compra para as características de proteção contra a inflação do ouro.

3. O maior evento de risco desta semana:

A ata da reunião do Fed.

A ata da reunião de julho do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), que será divulgada na quarta-feira, é a principal prioridade do mercado nesta semana.

O mercado acompanhará de perto a verdadeira extensão da divergência entre os membros mais conservadores (falcões) e mais moderados (pombas) dentro do Fed.

Estratégia 1: Comprar em quedas

Condição de ativação: Se o preço do ouro recuar para a área de US$ 4.370-US$ 4.380 e mostrar sinais claros de estabilização (por exemplo, um padrão de reversão de vela no gráfico de 1 hora).

Estratégia 1: Abra uma pequena posição comprada com stop-loss em US$ 4.355 (caso o preço rompa o nível de suporte diário chave).

Preço-alvo inicial: US$ 4.405-US$ 4.410.

Caso esse intervalo seja rompido, o preço-alvo subsequente é de US$ 4.445.

Estratégia 2: Estratégia defensiva (para eventos de baixa probabilidade)

Condição de ativação: Se surgirem notícias negativas inesperadas durante a sessão de negociação dos EUA e o preço do ouro não conseguir se recuperar rapidamente após romper abaixo de US$ 4.355.

Operação: Não persiga a alta com posições vendidas.

Aguarde pacientemente por um novo sinal de estabilização em torno de US$ 4.310 (mínima da semana passada e forte zona de suporte) antes de considerar abrir uma posição comprada.

Resumo: A principal contradição para o ouro hoje reside na coexistência de fundamentos otimistas e pressão técnica de curto prazo.

Antes da divulgação da ata da reunião do Fed na quarta-feira, o preço do ouro pode flutuar em uma ampla faixa de US$ 4.360 a US$ 4.450, consolidando-se em níveis mais altos.

Preste muita atenção à movimentação do preço na faixa de US$ 4.370 a US$ 4.405.

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Ouro ganha terreno com pressão sobre o dólar

Ouro ganha terreno com pressão sobre o dólar

Gold ACTIVTRADES:GOLD


Os preços do ouro subiram no início da sessão de segunda-feira, ultrapassando os 4.400 dólares e aproximando-se do máximo de dois meses atingido na semana passada. A dinâmica positiva do metal precioso está a ser impulsionada sobretudo pela diminuição das expectativas de que a Reserva Federal aumente as taxas de juro este ano. Uma recente série de dados económicos norte-americanos abaixo das expectativas, incluindo números dececionantes relativos ao emprego, uma inflação moderada e uma queda das vendas a retalho, está a ser interpretada como um sinal de abrandamento da maior economia mundial. Esta situação tem levado um número crescente de investidores a questionar a necessidade de aumentar os custos de financiamento numa economia em desaceleração. Como resultado, o dólar tem perdido terreno face às restantes moedas principais, enquanto as yields dos títulos do Tesouro de prazos mais curtos também recuaram, proporcionando apoio ao metal precioso. No entanto, o potencial de valorização do ouro continua limitado pela incerteza em torno do conflito entre os Estados Unidos e o Irão. O conflito está a manter os preços do petróleo elevados e poderá voltar a colocar a inflação no centro das preocupações dos investidores, criando um fator desfavorável para o ouro.

Ricardo Evangelista – ActivTrades

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Ninguém ganha do homem paciente: nem quando o assunto é bitcoin (BTC)

O Bitcoin fechou a última quinta-feira (13) em US$ 63.426. Na quarta-feira (12), havia encerrado o dia em US$ 63.408. E, há seis semanas, o preço permanece praticamente confinado à mesma faixa, entre US$ 59,9 mil e US$ 66,5 mil.

A estabilidade chama atenção justamente por se tratar do Bitcoin. Nos últimos 30 dias, o ativo oscilou, em média, 0,87% por dia. Em 2024, essa média foi de 2,01%. Em 2025, de 1,57%.

Essa compressão da volatilidade é o tema central desta edição:

  • Por que o atual período de calmaria é estatisticamente raro;
  • O que aconteceu em episódios semelhantes no passado;
  • Como está o equilíbrio entre compradores e vendedores;
  • O que melhorou no cenário macroeconômico; e
  • O que ainda limita uma recuperação mais consistente.

Uma calmaria (quase) sem precedentes no Bitcoin

Comecemos pelo comportamento do preço. Depois de recuar de US$ 97.008 em janeiro para US$ 58.551 no fim de junho, o Bitcoin passou as últimas seis semanas negociando dentro de uma faixa relativamente estreita, sem renovar as mínimas do ano.

São 44 pregões dentro de um intervalo de apenas 10,9% entre o piso e o teto. Para os padrões do ativo, trata-se de um período excepcionalmente longo de estabilidade.

E há uma forma de medir exatamente o quanto isso é anômalo. O mercado chama de “volatilidade realizada” — em outras palavras, o tamanho médio das oscilações diárias de um ativo ao longo de um período, colocado em escala anual para permitir comparação.

A leitura atual é de 27,1% ao ano, colocando o Bitcoin no percentil 6 de sua própria distribuição histórica desde 2013. Em essência, em aproximadamente 94% do tempo, a volatilidade do ativo esteve acima do nível observado hoje.

Desde 1º de julho, em 44 pregões, o Bitcoin registrou apenas uma sessão com oscilação superior a 3%. Em 2024, movimentos dessa magnitude ocorreram, em média, sete vezes por mês. Em 2025, cerca de quatro vezes.

O que costuma acontecer depois de uma calmaria dessas

Para entender o que esse nível de compressão nos informa, levantamos todos os episódios desde 2014 em que a volatilidade do Bitcoin entrou no decil inferior de sua própria história. Encontramos 27 ocorrências, das quais 26 possuem histórico posterior completo para análise.

No momento do sinal, a volatilidade mediana era de aproximadamente 30% ao ano. Após 30 dias, subia para 44%; em 60 dias, alcançava 51%; e, depois de 90 dias, ainda permanecia próxima de 45%.

Historicamente, portanto, episódios de volatilidade tão baixa não costumaram se prolongar. Em algum momento, a amplitude dos movimentos voltou a aumentar de forma relevante.

Há, porém, uma distinção importante: isso nos informa sobre a magnitude provável dos próximos movimentos, não sobre sua direção. Volatilidade mede intensidade, e não tendência.

A principal conclusão, portanto, não é que o Bitcoin esteja necessariamente prestes a subir ou cair, mas que o ambiente excepcionalmente estável das últimas semanas tende a ser transitório.

Para a gestão de risco, essa diferença importa. A baixa volatilidade atual não deve ser interpretada como evidência de que o risco desapareceu. Pelo contrário: o histórico sugere que períodos como este costumam anteceder uma normalização das oscilações, o que recomenda avaliar as posições considerando um mercado potencialmente mais volátil do que aquele observado nas últimas semanas.

Amarrando as pontas: o que esperar daqui para a frente?

O marasmo atual tende a terminar. A direção ainda é incerta, mas, olhando além das oscilações diárias, há um sinal construtivo: o Bitcoin vem absorvendo uma sequência relevante de notícias negativas sem renovar as mínimas. Guerra, inflação ainda desconfortável, juros elevados e até a Strategy reduzindo posições tiveram impacto limitado sobre o preço.

É quase o inverso do que vimos no ano passado, quando regulação avançando, fortes entradas nos ETFs, maior adoção institucional e o surgimento de novas empresas de tesouraria já não eram suficientes para levar o Bitcoin muito além. Hoje, são as notícias ruins que parecem perder força.

Isso não confirma que o fundo ficou para trás, mas aumenta a probabilidade de que ele já tenha sido formado — ou esteja próximo. O drawdown acumulado e a proximidade da média de 200 semanas reforçam essa leitura, e melhoram a assimetria para quem pensa no médio e longo prazo.

Para quem ainda não tem exposição, compras graduais começam a fazer mais sentido. Para quem gere risco no curto prazo, porém, a cautela permanece: ainda não há confirmação de retomada da tendência, nem fundamentos suficientes para aumentar a exposição de forma mais agressiva.

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Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade

Quem busca construir e proteger patrimônio costuma dar preferência a investimentos mais previsíveis e menos expostos às oscilações do mercado. Pensando nesse perfil, a BTG Asset lançou um fundo de infraestrutura com uma proposta diferente da maioria dos produtos da categoria.

Trata-se do BCDI11 (BTG Pactual Dívida Infra CDI), que passou a ser negociado na B3 em 4 de agosto. Embora a estreia na bolsa seja recente, a estratégia já vinha sendo executada há cerca de dois anos no mercado de balcão, o que permitiu ao fundo chegar à listagem já com um histórico consolidado.

O BCDI11 faz parte de uma categoria chamada FI-Infra: fundos que investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. E aqui está uma vantagem: esses ativos garantem isenção de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas o diferencial do BCDI11 está na sua concepção. A ideia da gestora foi criar uma alternativa mais defensiva dentro de seu portfólio de crédito, com retorno-alvo atrelado ao CDI e menor oscilação da cota no dia a dia.

Mas será que essa combinação realmente faz sentido para você?

Uma estratégia pensada para quem busca não correr grandes riscos

A BTG Asset já tem experiência com outros fundos de infraestrutura. O BDIF11 (BTG Pactual Dívida Infra), “irmão mais velho” do BCDI11, compartilha da mesma equipe de análise, originação e gestão, liderada por Luís Bolfoni.

Os dois fundos, no entanto, seguem caminhos distintos. Enquanto o BDIF11 aceita mais volatilidade no preço da cota em troca de buscar ganhos maiores, o BCDI11 tem outra proposta: buscar retornos próximos ao CDI e oferecer uma experiência de investimento mais alinhada a quem prioriza previsibilidade.

Na prática, isso se traduz em uma carteira mais líquida e com prazos mais curtos, características que tendem a reduzir a volatilidade da estratégia, em comparação com fundos de duration mais longa.

Além disso, a gestora pretende manter cerca de 90% do portfólio do fundo em ativos mais líquidos, de fácil negociação, reservando o restante para operações mais estruturadas. A duration mais curta também ajuda a reduzir a sensibilidade da cota às oscilações dos spreads.

Hoje, o BCDI11 está distribuído em cerca de 58 ativos diferentes, com maior concentração em setores como saneamento, geração de energia e rodovias.

Chance de dinheiro pingando na conta, sem desconto do Leão

Diferentemente dos fundos de infraestrutura distribuídos em plataforma, FI-Infra listados em bolsa, como o BCDI11, pagam dividendos isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, assim como acontece com os fundos imobiliários.

Na prática, as distribuições tendem a acompanhar o movimento dos juros: podem diminuir em um ciclo de queda da Selic, mas também aumentar quando o CDI sobe.

Ainda assim, o potencial de retorno para quem investe hoje depende, também, do preço de compra das cotas, visto que o fundo passou a ser negociado em bolsa.

Com a estreia na B3, a cota do BCDI11 passou a ter uma característica que não existia no mercado de balcão: ela pode ser negociada por um preço diferente do valor da cota patrimonial, o que pode abrir, por exemplo, oportunidades de compra caso a cota esteja sendo negociada com “desconto” (deságio). 

Agora, vale entender o que isso significa para você, investidor: no preço atual, o BCDI11 faz sentido para a sua carteira?

BCDI11: Veja como acessar a análise completa

Você está convidado a conferir um dossiê completo sobre o BCDI11 e suas características, assinado pelos analistas da Empiricus Research.

Para conferir a análise e decidir se vale a pena ou não incluir o BCDI11 na sua carteira, é muito simples.

O relatório está disponível de forma gratuita no BTG Content, plataforma com conteúdos exclusivos do BTG Pactual e da equipe de research da Empiricus.

Para liberar o seu acesso gratuito ao conteúdo completo, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONFIRA A ANÁLISE COMPLETA DO BCDI11

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Fundos imobiliários: KNCR11, TRXF11 e XPML11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), TRX Real Estate (TRXF11) e XP Malls FII (XPML11) outros. Confira:

KNCR11: o fundo investiu R$ 575 milhões em uma operação baseada em um FII logístico com portfólio de alta qualidade e 100% de ocupação, concentrado principalmente em São Paulo e Paraná. A operação oferece remuneração de CDI + 1,90% a.a., possui mecanismos de proteção e covenants customizados e LTV inicial de aproximadamente 65%.

TEPP11: o fundo encerrou sua 5ª emissão com a captação de R$ 40,3 milhões, equivalente a 4,15 milhões de novas cotas ao preço de R$ 9,69 por cota.

TRXF11: o fundo anunciou três movimentações relevantes: a conclusão da aquisição de 9,33% do ParkShopping Barigui por R$ 250 milhões, com cap rate de 7,9%; a venda de três imóveis locados ao Pão de Açúcar por R$ 109,3 milhões, com lucro estimado de R$ 34,8 milhões (R$ 0,56/cota); e um acordo para adquirir participações em cinco shoppings da Iguatemi por R$ 876,1 milhões, com cap rate de 8,02%.

TVRI11: o fundo aprovou os termos da 2ª emissão de cotas, com objetivo inicial de captar até R$ 500 milhões, ao preço de R$ 100,53 por cota (R$ 101,03 considerando a taxa de distribuição). A oferta prevê montante mínimo de R$ 40 milhões e possibilidade de lote adicional de até 100%, podendo elevar a captação para cerca de R$ 1 bilhão. Os atuais cotistas terão direito de preferência, sem possibilidade de cessão.

XPML11: o fundo firmou MOU para adquirir 60% do São Bernardo Plaza Shopping, em São Bernardo do Campo (SP), por R$ 331,1 milhões. Do total, R$ 231,8 milhões serão pagos em cotas do próprio XPML11 e R$ 99,3 milhões em até 24 meses, corrigidos pelo CDI. Com base no NOI do empreendimento dos últimos 12 meses, a transação apresenta um cap rate estimado de 9,8%.

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Ibovespa em queda, resposta do Brasil ao ‘tarifaço’ de Trump e IPO da Anthropic no radar do mercado; veja destaques desta sexta (14)

Os mercados globais operam sem direção única nesta sexta-feira, divididos entre o alívio proporcionado por sinais mais benignos de inflação nos Estados Unidos e a renovação das tensões geopolíticas envolvendo o Irã. A combinação de leituras mais moderadas do CPI e do PPI reduziu a percepção de urgência por um novo aperto monetário pelo Federal Reserve e ajudou o S&P 500 a renovar suas máximas históricas, enquanto os futuros americanos permanecem próximos da estabilidade.

Na Ásia, o destaque foi o Kospi, da Coreia do Sul, impulsionado pelo bom desempenho do setor de semicondutores, enquanto o Nikkei, do Japão, também avançou e as bolsas chinesas apresentaram comportamento mais contido. Na Europa, os principais índices oscilam próximos da estabilidade após a confirmação de crescimento do PIB da Zona do Euro no segundo trimestre.

Nos Estados Unidos, as atenções se concentram agora sobre os dados de vendas no varejo e de confiança do consumidor, importantes para avaliar a resiliência do consumo em um contexto no qual os salários reais permanecem pressionados. A principal fonte de risco, contudo, continua sendo o conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O petróleo voltou a subir nesta manhã, embora os mercados ainda não precifiquem uma mudança decisiva no cronograma de reabertura da rota.

O impacto inflacionário da guerra, por sua vez, vai além do petróleo bruto: a valorização dos derivados, a redução da capacidade de refino na região do Golfo e o custo da energia incorporado ao transporte, à produção e ao comércio internacional tornam a transmissão para os preços ao consumidor mais ampla e difícil de mensurar. Dessa forma, o cenário combina algum alívio no campo monetário com um risco energético ainda relevante, mantendo petróleo, inflação, consumo e política do Fed entre os principais vetores para os mercados nas próximas semanas.

· 00:52 — Complicação fiscal começa a falar mais alto

O mercado brasileiro segue sob pressão, com o Ibovespa acumulando oito sessões consecutivas de queda e encerrando o último pregão aos 167.101 pontos, recuo de 0,23% no dia e de 6,12% desde 3 de agosto. O movimento contrasta com o desempenho positivo de Wall Street e reflete, sobretudo, a combinação entre a maior percepção de risco eleitoral, a deterioração do quadro fiscal e a forte saída de capital estrangeiro.

Apenas em agosto, os investidores não residentes retiraram R$ 11,9 bilhões da bolsa brasileira, intensificando a pressão sobre as ações e o câmbio, com o dólar encerrando o pregão próximo de R$ 5,19. Sob a ótica técnica, o rompimento dos suportes de 172.200 e 168.100 pontos reforçou a tendência de baixa do índice.

O ambiente político também ganhou uma nova fonte de incerteza com a abertura do processo para uma eventual aplicação da Lei da Reciprocidade Econômica contra os Estados Unidos, em resposta à tarifa de 25% imposta sobre produtos brasileiros. Embora o governo tenha sinalizado preferência pela via diplomática e iniciado consultas com Washington, a possibilidade de adoção de contramedidas acrescenta mais um elemento de volatilidade aos ativos domésticos.

No campo econômico, os dados de atividade reforçam a percepção de desaceleração ao final do segundo trimestre. Embora a Pesquisa Mensal do Comércio tenha surpreendido positivamente em relação às expectativas, sua composição foi menos favorável, com apenas 40% dos segmentos registrando crescimento, enquanto veículos e materiais de construção apresentaram retrações relevantes. O varejo restrito recuou 0,4% no 2T26, após avanço de 1,2% no primeiro trimestre, enquanto o varejo ampliado caiu 1,0%, depois de crescer 1,1% no período anterior. Os números permanecem compatíveis com um cenário de desaceleração do PIB para 0,4% no trimestre e crescimento de 2,0% em 2026.

Esse quadro se soma a uma situação fiscal ainda delicada: medidas recentes aprovadas pelo Congresso ampliaram benefícios, criaram novas exceções às metas fiscais e tornaram mais difícil o controle das despesas. Embora o PLP dos Combustíveis possa abrir cerca de R$ 10 bilhões de espaço no Orçamento de 2027, o impacto é considerado limitado diante de uma necessidade de ajuste estrutural estimada entre R$ 300 bilhões e R$ 350 bilhões.

Com a proximidade das eleições e as dúvidas sobre a capacidade do próximo governo de produzir superávits primários consistentes e rever a estrutura de despesas obrigatórias, o risco fiscal vem se traduzindo em prêmios mais elevados, maior volatilidade e pressão sobre os ativos brasileiros. Sobre esse tema, publicamos recentemente dois relatórios complementares: um analisando o cenário em caso de ajuste fiscal (clique aqui) e outro discutindo as possíveis consequências caso esse ajuste não ocorra (clique aqui). Vale a leitura.

· 01:46 — Alívio

O ambiente externo encontrou algum alívio nos dados de inflação de julho nos Estados Unidos. O CPI desacelerou para 3,4% em 12 meses, enquanto o PPI permaneceu praticamente estável na margem e recuou de 5,5% para 4,7% na comparação anual, favorecido pela queda de 3,1% nos custos de energia. A leitura reduziu a percepção de urgência por uma nova alta de juros pelo Federal Reserve em setembro e contribuiu para sustentar o apetite por risco: o S&P 500 avançou 0,7% e registrou seu 27º fechamento recorde no ano, enquanto o Nasdaq subiu 0,8%.

Ainda assim, o quadro está longe de ser inteiramente benigno. O núcleo do PCE deve apresentar uma moderação bem mais lenta, com projeção de permanência em 3,3%, mantendo em aberto o debate sobre a persistência da inflação e colocando petróleo, mercado de trabalho e os próximos dados de consumo no centro das atenções.

Ao mesmo tempo, os investidores começam a observar com mais cuidado a interação entre inflação e situação fiscal. O Tesouro americano vendeu US$ 25 bilhões em títulos de 30 anos a um rendimento de 5,216%, o maior desde 2001, refletindo a exigência de um prêmio mais elevado para financiar déficits ainda expressivos.

Dentro do Fed, a comunicação permanece dividida: Beth Hammack reiterou a defesa de juros mais altos diante de uma inflação que segue acima da meta, enquanto Tom Barkin adotou um tom mais equilibrado, reconhecendo que parte das pressões pode ter caráter temporário.

Dessa forma, embora CPI e PPI tenham reduzido o risco imediato de um novo aperto monetário, a trajetória futura dos juros continuará condicionada à persistência da inflação, à evolução das expectativas dos consumidores e ao crescente prêmio fiscal incorporado aos Treasuries de longo prazo.

· 02:37 — Gargalos

O fechamento do Estreito de Ormuz reforça um risco estrutural cada vez mais relevante para o comércio global: os gargalos marítimos, ou chokepoints, podem produzir impactos econômicos muito maiores do que os próprios volumes de tráfego sugerem. O ponto central está na capacidade de redirecionar embarcações e preservar o acesso aos portos quando essas rotas sofrem interrupções. Nesse sentido, corredores como os estreitos de Malaca e de Taiwan podem representar riscos ainda mais relevantes, enquanto desvios logísticos, como os observados no Mar Vermelho, já demonstraram potencial para multiplicar os custos de frete.

A vulnerabilidade não decorre apenas da geopolítica. Fatores climáticos também exercem pressão crescente sobre essas rotas, como mostram as restrições no Canal do Panamá associadas ao El Niño e os fechamentos temporários de importantes portos asiáticos provocados por tufões. Para as empresas, a principal lição é clara: diversificar fornecedores não é suficiente se todos eles continuarem dependentes dos mesmos corredores marítimos.

No Oriente Médio, esse risco permanece particularmente elevado. Os Estados Unidos sinalizaram que podem manter por tempo indeterminado o bloqueio naval ao Irã e ampliar o isolamento econômico do país, enquanto Donald Trump ameaça impor tarifas de 25% a países que continuarem negociando com Teerã. Do lado iraniano, o governo busca alternativas financeiras e reforça sua posição em relação ao controle de Ormuz, ao mesmo tempo que novos ataques a embarcações e a atuação dos houthis mantêm elevada a tensão regional.

Embora o petróleo tenha recuado mais de 2% ontem, pressionado pelo aumento dos estoques americanos e por projeções mais fracas para a demanda global, o tráfego pelo estreito continua reduzido e o risco de uma nova escalada permanece relevante. Assim, a recente queda das cotações não elimina o prêmio geopolítico embutido nos preços nem afasta a possibilidade de novos choques sobre energia, fretes e inflação global.

· 03:28 — Dinâmica de infraestrutura

As Big Techs seguem ampliando os investimentos em infraestrutura de inteligência artificial, com o Goldman Sachs estimando que os gastos globais possam superar US$ 1 trilhão neste ano. Esse movimento beneficia uma ampla cadeia de fornecedores, de chips e data centers a equipamentos de rede, fibra óptica e sistemas de energia.

Os resultados recentes confirmam que a demanda permanece forte, com empresas como Cisco, Coherent, Applied Optoelectronics, Nebius e Corning registrando crescimento relevante em pedidos e receitas ligadas à IA. Ainda assim, casos como Cisco e Cerebras mostram que pedidos robustos nem sempre se convertem imediatamente em faturamento, margens ou lucros, especialmente diante dos prazos de fabricação, implementação e reconhecimento de receita.

A principal mudança, portanto, está na régua utilizada pelo mercado para avaliar essas companhias. Durante boa parte do boom da IA, bastava comprovar crescimento de demanda, capex elevado e carteiras de pedidos robustas; agora, os investidores passam a exigir também velocidade de execução, preservação de margens e conversão eficiente dessa demanda em resultados financeiros.

Isso significa que empresas capazes de transformar rapidamente pedidos em receita e lucro tendem a ser premiadas de maneira diferente daquelas cuja carteira de encomendas cresce mais rápido do que sua capacidade de entrega.

· 04:16 — Um IPO gigante

A Anthropic pode protagonizar um dos maiores IPOs da história, com investidores projetando uma avaliação de US$ 2 trilhões em sua estreia na bolsa, potencialmente acima dos US$ 1,77 trilhão atribuídos recentemente à SpaceX.

A tese se apoia no crescimento acelerado das receitas, que poderiam chegar a até US$ 120 bilhões em base anual até o fim de 2026, cerca de dez vezes o patamar do início do ano. Alguns investidores chegam a defender uma avaliação de US$ 3 trilhões caso esse ritmo se sustente, tomando como referência múltiplos elevados observados em outras empresas ligadas à inteligência artificial.

O entusiasmo, porém, vem acompanhado de riscos relevantes. Os modelos da Anthropic seguem caros em relação a alternativas concorrentes, o que pode limitar a adoção corporativa, enquanto disputas com o governo americano e restrições temporárias de exportação já afetaram clientes e o crescimento da receita. Ao mesmo tempo, a companhia busca reduzir custos e ampliar sua independência tecnológica, inclusive por meio de uma possível aquisição da Decart por US$ 6 bilhões, movimento que poderia melhorar a eficiência no treinamento de modelos e abrir caminho para o desenvolvimento de chips próprios, aumentando a competição com empresas como a Nvidia.

· 05:03 — Fiscal frágil, renda como proteção

O problema fiscal brasileiro segue como um dos principais focos de fragilidade estrutural da economia e, como discutimos em nosso relatório mais recente, não pode ser tratado como uma questão secundária. A combinação entre crescimento persistente das despesas, dificuldade de geração de superávits e avanço do endividamento mantém elevados os prêmios de risco, pressiona os juros de longo prazo e reduz a capacidade do país de sustentar ciclos mais duradouros de crescimento.

Em algum momento, esse desequilíbrio precisará ser enfrentado de maneira crível, por meio de medidas capazes de estabilizar a trajetória da dívida e reconstruir a confiança dos investidores. Até que isso aconteça, a prudência continuará sendo indispensável na alocação de capital no Brasil. Foi sobre esse tema que nos debruçamos em nosso relatório mais recente (clique aqui para conferir).

Nesse ambiente, para além das recomendações de diversificação e proteção que temos defendido, a parcela do patrimônio que permanece investida no mercado brasileiro deve privilegiar, sobretudo, qualidade, previsibilidade e geração de renda. Empresas sólidas, com balanços robustos, boa capacidade de geração de caixa e histórico consistente de distribuição de proventos, oferecem uma camada adicional de resiliência diante de um cenário fiscal ainda incerto. É justamente nesse contexto que a nossa carteira recomendada e automatizada Renda Extra se encaixa como uma luva: uma seleção estruturada para combinar boas empresas, geração recorrente de renda e maior previsibilidade, atributos especialmente valiosos enquanto o país atravessa um período que ainda exige cautela.

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Cyrela (CYRE3): Expansão das margens e geração de caixa são destaques do 2T26; ações valem a pena?

Nesta quinta-feira (13), a Cyrela (CYRE3) divulgou seus resultados referentes ao 2º trimestre de 2026 (2T26). Os principais destaques ficaram por conta da expansão das margens e da forte geração de caixa no período.

Conforme antecipado na prévia operacional, a companhia lançou 20 empreendimentos, totalizando R$ 3,84 bilhões em VGV na participação Cyrela e excluindo permutas, crescimento de 34% frente ao 2T25 e de 120% em relação ao trimestre anterior. As vendas líquidas somaram R$ 2,56 bilhões, avanço de 14% na comparação anual e de 18% frente ao 1T26.

A VSO em 12 meses recuou para 42,8%, ante 51,4% no 2T25 e 44,7% no trimestre anterior. Já a VSO dos lançamentos ficou em 32%, indicando absorção razoável diante da forte aceleração do volume lançado.

Na demonstração financeira, a receita líquida alcançou R$ 2,48 bilhões, crescimento de 18% frente ao 2T25 e de 23% na comparação trimestral.

Rentabilidade e geração de caixa são destaques do 2T26

A rentabilidade foi uma boa notícia: a margem bruta atingiu 37,3%, aumento de 2,4 p.p. na comparação anual. Segundo a companhia, a evolução foi impulsionada pela melhora da rentabilidade da Vivaz e pelo aumento da participação do segmento econômico na receita. A tendência é que esse cenário continue no curto prazo, sinalizado pela estabilidade da margem a apropriar.

Por outro lado, assim como observado em outros resultados do setor, as despesas comerciais saltaram no trimestre, com alta de 30% na comparação anual, para R$ 294 milhões.

Na última linha, o lucro líquido atingiu R$ 452 milhões, alta de 16% frente ao 2T25 e de 52% em relação ao trimestre anterior, com margem líquida de 18,2%. O ROE dos últimos 12 meses encerrou o período em 20,9%.

A geração de caixa foi outro destaque, atingindo R$ 272 milhões no trimestre. Com isso, a dívida líquida ajustada recuou de R$ 2,18 bilhões para R$ 1,91 bilhão no trimestre, levando a relação dívida líquida/patrimônio líquido ajustado de 19,6% para 16,5%.

Cyrela (CYRE3): vale a pena comprar ações agora?

De forma geral, o 2T26 apresentou uma leitura positiva, com aceleração de receita, recuperação de margens e forte geração de caixa. Inclusive, o caixa da companhia deve ser reforçado com a venda extraordinária de ativos non-core, anunciada na última semana.

Com isso, cresce a possibilidade de uma remuneração adicional aos acionistas, incluindo dividendos. Negociando a um múltiplo P/B de 0,8 vez, as ações de CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Esta inteligência artificial pode buscar até R$ 214 mil na ‘3ª onda das nanocoins’; entenda

O ano não tem sido fácil para o mercado de criptomoedas. O bitcoin, principal ativo do segmento, caiu cerca de 28% em 2026. É hora de fugir dos ativos digitais?

Na visão de especialistas do segmento, a resposta é não. Isso porque o mercado cripto pode ter atingido o preço de fundo do bear market, e uma janela para comprar nanocoins a preços atrativos pode se abrir neste exato momento.

Exatamente por isso, a Empiricus desenvolveu o Nano IA, uma inteligência artificial que atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas, em busca de nanocoins que podem valorizar até 214 vezes, em média.

Por que a ‘3ª onda das nanocoins’ pode estar a caminho

Dados do departamento de criptomoedas da Empiricus Research mostram que em cenários de bear market anteriores — como são conhecidos os momentos de desvalorização ou pessimismo no mercado —, o espaço para queda se torna limitado depois que o ponto mais baixo foi atingido.

E a chance de uma disparada logo em seguida é muito alta, especialmente para as chamadas nanocoins. Essas moedas possuem um baixo valor de mercado, inferior a US$ 1 bilhão, e têm alto potencial de valorização.

Os pontos do gráfico acima destacam datas nas quais o Bitcoin (BTC), principal criptomoeda do mercado, atingiu seu preço de fundo em fase de bear market: quando a linha azul encontra a linha marrom, a tendência é que o preço aumente expressivamente logo em seguida.

Segundo os dados, podemos estar na 3ª onda das nanocoins, já que as linhas se encontraram novamente. Por isso, este pode ser um bom momento para investir.

Para auxiliar os investidores que querem aproveitar este cenário, surgiu o Nano IA, uma inteligência artificial desenvolvida por Luis Kuniyoshi, pesquisador e vice-diretor do departamento de criptomoedas da Empiricus Research.

A ferramenta busca três categorias de moedas:

  • Nanocoins de inteligência artificial com potencial de até 5.200% de lucro;
  • Nanocoins especulativas com potencial de lucro de até 30.000% e
  • Nanocoins ultra especulativas, que podem valorizar até 257.000%.

O Nano IA é responsável por identificar as melhores oportunidades e executar as operações de forma automatizada. A inteligência artificial está programada para buscar até R$ 214 mil de retorno, a partir de um investimento inicial de R$ 1 mil.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros e as criptomoedas serem ativos de risco, o protótipo do Nano IA já conseguiu um retorno de 87,6% em uma operação realizada entre os dias 8 e 10 de julho.

Veja como participar de evento gratuito de lançamento do Nano IA

Se você ficou interessado, no dia 24 de agosto, às 19h, o Nano IA será apresentado para o mercado em um evento gratuito.

Durante o evento, Kuniyoshi vai explicar com mais detalhes como a ferramenta pode buscar até R$ 214 mil.

A participação no evento é gratuita, mas precisa de inscrição prévia. Para reservar seu lugar, basta clicar no botão abaixo:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 214 MIL

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Silver 5M: Fimathe (Com Ponto de Retorno "Absoluto")

Silver 5M: Fimathe (Com Ponto de Retorno "Absoluto")

SILVER (US$/OZ) TVC:SILVER

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SILVER, 1º o preço chegou no alvo da alta anterior ou iniciou nova barra diária, 2º rompeu a linha branca -2 da projeção que usa os números da sequência de Fibonacci, 3º poderá retrair e 4º o alvo é na linha vermelha -4.
Ponto de retorno "absoluto", topos e fundos engolfados são anulados, sendo eles pra esquerda ou para direita do candle de engolfo.

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Zema diz que usará GLO contra crime organizado em ação conjunta com estados

O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, afirmou nesta quinta-feira, 13, que pretende recorrer a operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para combater o crime organizado. Segundo ele, a atuação federal será discutida com os governadores e não ocorrerá de maneira unilateral.

Zema foi questionado em coletiva de imprensa sobre como pretende preservar a autonomia dos Estados diante da previsão, em seu plano de governo, de intervenções federais na área da segurança pública. O candidato respondeu que as duas propostas são conciliáveis e defendeu uma atuação integrada entre União, Estados e municípios.

“Quero fazer uso da GLO. União e Estado se complementam na questão da segurança pública. Nada será feito unilateralmente, com o governo federal determinando. Vai ser um esforço conjunto, discutido com os governadores”, declarou.

O presidenciável citou ações recentes realizadas no Rio de Janeiro como exemplo da viabilidade dessa cooperação. Na avaliação de Zema, a participação das administrações municipais e de suas forças de segurança também poderá tornar mais efetivo o enfrentamento às organizações criminosas.

O plano de governo do candidato, batizado de “Plano Implacável”, prevê o emprego das Forças Armadas e de órgãos federais para retomar territórios controlados por facções. Zema também defende classificar facções e milícias como organizações terroristas e já afirmou que uma eventual intervenção no Rio de Janeiro precisaria ser prolongada, com duração de dez a 20 anos.

Zema participou do 13º Fórum Caminhos da Liberdade, organizado pelo Instituto de Formação de Líderes (IFL), na capital paulista. Os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) também participaram do evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) foram convidados, mas não compareceram.

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Tebet declara R$ 10,6 mi em patrimônio ao registrar candidatura ao Senado por SP

Simone Tebet filiação PSB

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) registrou sua candidatura ao Senado Federal por São Paulo junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira, 13. Ao órgão, a ex-ministra declarou ter R$10,6 milhões.

Uma junção de terras rurais em Alvorada do Sul (MS) é responsável por grande parte dessa soma, tendo o valor de R$ 8,9 milhões. O resto do montante se divide entre terrenos urbanos, apartamentos e uma casa.

No ano de 2022, quando Tebet concorreu à Presidência da República, a ex-ministra declarou ter R$ 2,3 milhões. As fazendas em Alvorada do Sul não constam no registro do TSE.

Na pesquisa Ideia/ACSP divulgada na segunda-feira, 10, a candidata figurava no topo de intenções de voto ao Senado, com 26,8%. Ela faz parte da coligação “Federação Brasil da Esperança”, encabeçada pelo presidente Lula.

A ex-ministra iniciou a carreira política em 2002, quando foi eleita deputada estadual de Mato Grosso do Sul. Em 2004, foi eleita prefeita de Três Lagoas, sendo reeleita em 2008. Em 2010, foi eleita vice-governadora de Mato Grosso do Sul, na chapa de André Puccinelli. Em 2014, foi eleita senadora pelo Estado, cargo que exerceu até 2023.

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Renan Santos propõe criar reserva de bitcoin e tornar Rio ‘cripto friendly’

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, afirmou nesta quinta-feira, 13, que, caso eleito, pretende criar uma reserva de bitcoin no Brasil e transformar a cidade do Rio de Janeiro em uma cidade “cripto friendly”. As declarações foram feitas durante o evento Blockchain.Rio, realizado na região central do Rio de Janeiro.

Santos afirmou ainda que o Brasil tem potencial para se tornar um grande centro da economia cripto mundial e defendeu que o setor não seja regulado. “O Brasil está pegando o caminho arcaico, com concentração de poder regulatório, e não ouvindo a comunidade que gerou o setor”, disse e acrescentou que “não ouvir o sistema é não entender a potencialidade de não ter IOF em cima do setor cripto.”

Além do Rio de Janeiro, Santos afirmou que existe a possibilidade de outra cidade do Nordeste receber o mesmo status de “cripto friendly”, mas disse que ainda não definiu qual município seria escolhido. “Gostaria que fosse uma cidade do Nordeste, mas ainda não tenho certeza do nome.”

Segundo o candidato, a criação de regiões mais amigáveis ao universo cripto teria, entre outros objetivos, evitar a saída de profissionais qualificados do Brasil e estimular a vinda de empreendedores do setor digital para o País.

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Flávio propõe modelo prisional de Bukele e classificar facções como narcoterroristas

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, propõe reformar o Poder Judiciário para reduzir o poder individual de ministros e juízes, criar um modelo prisional inspirado no de El Salvador de Nayib Bukele e classificar facções criminosas como organizações narcoterroristas.

As propostas constam no plano de governo do candidato, ao qual o Estadão teve acesso e que será divulgado nesta quinta-feira, 13. O documento, uma obrigação legal para ser apresentada por candidatos a cargos no Executivo, é separado em nove eixos, voltados aos temas da segurança pública, combate à violência contra a mulher, tecnologia no serviço público, sistema tributário, ensino, empreendedorismo, infraestrutura e desenvolvimento, Poder Judiciário e administração pública.

Poder Judiciário

Um dos principais focos das medidas é o Supremo Tribunal Federal (STF). O PL quer o fim das competências criminais originárias do STF, para permitir que parlamentares sejam julgados por instâncias, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs).

Propõe revisar o escopo das ADPFs (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) e quarentena de um ano para que ministros de Estado possam ser indicados ao STF.

Também propõe limitar o poder das decisões monocráticas do Supremo, privilegiando decisões colegiadas, “para que a caneta de um só ministro não se sobreponha ao trabalho de todo o Congresso”.

Outras propostas são a de barrar parentes de até terceiro grau e seu respectivo escritório de advocacia de atuar no tribunal do respectivo magistrado e a de ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).

Flávio quer uma reforma política, e defende a sua proposta de emenda à Constituição (PEC), já protocolada no Senado, que acaba com a reeleição ao cargo de presidente da República.

Segurança pública

O programa prevê declarar facções criminosas como organizações narcoterroristas, reduzir a maioridade penal para até 14 anos (em caso de crimes graves) e para 16 nos demais casos e criar um Sistema Nacional de Fronteira, com militares pesadamente armados ao longo dos 16 mil quilômetros de fronteiras.

Inspirado em Nayib Bukele, ditador de El Salvador, Flávio quer construir cinco novos presídios de segurança máxima no modelo adotado no país caribenho. Junto das atuais cinco prisões da administração federal, eles formarão o Complexo Federal de Segurança Máxima, apelidado de TREVA pela campanha. Prevê também criar 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos.

O PL quer usar militares para ocupar e monitorar, de forma permanente, os portos e aeroportos brasileiros, transferir os auxílios sociais das famílias dos detentos para as famílias das vítimas, acabar com a progressão de regime de quem comete crimes hediondos e quadruplicar a pena inicial de quem furta ou revende celular roubado.

Consta no documento a castração química para estupradores e a instalação de tornozeleira eletrônica em agressores de mulheres com medidas protetivas.

Políticas para as mulheres

Propostas voltadas ao eleitorado feminino têm um espaço de destaque no documento, que teve a contribuição da economista Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Federal no governo Bolsonaro.

A campanha prevê a criação da Central da Mulher, voltada a vítimas de violência de gênero: um espaço físico para oferecer acolhimento, orientação jurídica e apoio psicológico, saúde preventiva, qualificação e cadastramento, oferta de vagas de emprego, orientação para abertura de negócios e outros benefícios. A ideia é que os serviços prestados nesses espaços estejam

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SpaceX’s Starbase is getting a few monuments dedicated to Elon Musk. Not all will be flattering.

Elon Musk statue
The Elon Musk bust is now one of the few monuments dedicated to the CEO that will be placed near SpaceX's Starbase complex.

Gabriel V. Cardenas/Bloomberg via Getty Images

  • Starbase is an incorporated Texas city and the site of SpaceX's large launch complex.
  • Fans and critics of Elon Musk have shared plans to erect monuments dedicated to the CEO.
  • One statue — a bust of Musk — has already been placed near Starbase and was vandalized last year.

Lovers and haters are erecting monuments for their favorite tech billionaire, Elon Musk.

Just north of the US-Mexico Border, near Brownsville, Texas, sits Starbase, SpaceX's massive rocket launch and development site. In 2025, the surrounding area became incorporated as the City of Starbase, with a population of more than 500 residents, though thousands of people work at the complex.

Recently, Starbase has turned into a locus of monuments tied to Musk and the achievements — or excesses, depending on your point of view — of his companies.

A French foundry group, Atelier Missor, shared photos on X last week, showing its progress in erecting a statue near the complex.

In a few days, Prometheus will stand 50 ft tall, holding high the torch of the West.

Starbase, Texas. pic.twitter.com/olP1D7VT23

— Atelier Missor (@AtelierMissor_) August 9, 2026

The group wrote that the monument depicts Prometheus, a Greek mythological figure, holding a torch, and is supposed to stand 50 feet tall. Prometheus is famously known as the titan who stole fire from Zeus and gave it to humanity.

Last year, Atelier Missor wrote on X that it wished to offer "a colossal titanium statue of Prometheus to Starbase," adding that "SpaceX makes humanity dream." The group has also publicly reached out to Musk about its plans.

It's unclear whether the CEO ever responded to the post directly or whether Atelier Missor contacted him privately. Musk has interacted with Atelier Missor's X posts before, giving the group props for some of its concepts.

Atelier Missor did not respond to a request for comment.

One unlikely group is also leading the charge for another Musk monument, but for entirely different reasons.

Cards Against Humanity, the makers of the raunchy, fill-in-the-blank card game, made a public call-to-action on Thursday to raise money for a monument intended to "f—k with Elon Musk."

A spokesperson for Cards Against Humanity told Business Insider that SpaceX's activities at Starbase had damaged the parcel of land the company purchased in 2017 to slow down the first Trump administration's plan to build a wall on the US-Mexico border.

Parcel of land near Starbase
Cards Against Humanity said the parcel of land it owns near Starbase, Texas, had previously been littered with SpaceX equipment.

Cards Against Humanity

The spokesperson added that it has been working to restore the area, but those plans are also complicated by new housing for SpaceX employees.

The land dispute went through the courts in 2024, when the game company sued SpaceX over the property and reached a confidential settlement the following year. Cards Against Humanity said at the time that SpaceX later removed its equipment from the property.

"When we first purchased this land, it was a beautiful lot surrounded by nothing but a peaceful river and open fields," the spokesperson wrote. "Now, it's surrounded by a 'town' called 'Starbase' — corporate hellscape littered with broken rockets and ugly mansions for Musk's s—t-eating executives."

The company organized the "Official Elon Musk is a Sad Little B—h with No Friends Monument Design Committee" and is collecting $10 from contributors to the initiative.

The spokesperson said over 12,000 members have signed up as of Thursday evening, and the company raised about $150,000.

When asked what Musk represents to Cards Against Humanity, the spokesperson said, "the kind of humanity we're actually against."

A SpaceX spokesperson did not respond to a request for comment.

Another monument was put up near Starbase two years ago, commissioned by a crypto outfit that launched a memecoin called ElonRWA.

The cofounder of ElonRWA, who has only been identified online as Louis XXII, told Artnews at the time that the statue was meant to resemble a poorly-drawn version of the SpaceX CEO that had gone viral on the internet.

"We wanted to bring this meme into the real world," Louis XXII told Artnews. "How could we have an impact on the real world? We are a bunch of guys on computers active on X, but we wanted to touch more people."

A statue of Elon Musk
A bust of Elon Musk commissioned by ElonRWA was defaced last year.

Sergio Flores/AFP via Getty Images

In April 2025, the statue was defaced with large gashes around the right cheek and chin, ABC News reported. The vandalism occurred around the time of nationwide protests against Trump and Musk, when the CEO helped lead DOGE's efforts to cut federal spending.

A large pink sticker resembling a bandage was later placed on the cheek.

Read the original article on Business Insider

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TST define novo caminho na Justiça para quem não consegue sacar valores do FGTS

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) definiu que ações de saques do FGTS relacionadas ao fim ou à suspensão do contrato de trabalho devem ser julgadas pela Justiça do Trabalho. As demais hipóteses passam a ser de competência da Justiça comum estadual ou federal, conforme o caso.

A mudança, decidida no julgamento do Tema 32, altera a jurisprudência consolidada no próprio TST. Até então, prevalecia o entendimento de que a Justiça do Trabalho julgava praticamente todas essas ações. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendia o contrário. A discordância gerava insegurança jurídica.

O relator, ministro Cláudio Brandão, apontou dois grandes grupos de situações. O primeiro reúne os casos diretamente ligados ao contrato de trabalho, que inclui dispensa sem justa causa, rescisão indireta, acordo entre empregado e empregador ou encerramento das atividades da empresa.

Como nesses casos a motivação do saque decorre de questões trabalhistas, é a Justiça do Trabalho que determina a liberação dos valores.

O segundo grupo abrange hipóteses que independem do contrato: doença grave, aposentadoria, morte do trabalhador, financiamento habitacional e calamidade pública. Nesses casos, o juiz precisa apenas verificar se o trabalhador cumpre os requisitos da lei. Como não envolvem questões trabalhistas, a competência passa a ser da Justiça comum.

O que não muda

Na prática, porém, o trabalhador não precisa ir à Justiça para sacar o FGTS. A via normal continua sendo o pedido administrativo na Caixa Econômica Federal.

— Todo levantamento de Fundo de Garantia pode ser pedido na via administrativa. Depois que se tem uma negativa, você vai para a Justiça — explica a advogada Larissa Escuder, especialista em Direito do Trabalho.

A decisão não cria nem elimina situações em que o saque é permitido.

— Isso não muda e nem cria situações em que você pode levantar FGTS. A medida só regulamentou quem vai julgar, se você precisar entrar com ação — afirma Larissa.

FGTS em atraso no país

Os problemas com depósitos que levam trabalhadores à Justiça não são raros. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), obtidos por meio do Fala BR, da Controladoria Geral da União (CGU), mostram que 1.581.302 empregadores estavam em débito aberto com o FGTS, somando 11.396.151 vínculos de trabalho afetados e R$ 12,65 bilhões devidos em junho deste ano.

O levantamento não contabiliza o atraso por pessoas afetadas, mas, sim, por vínculos de trabalho. Quem tem mais de um contrato com depósitos pendentes, por exemplo, é contado mais de uma vez. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ressalta que o levantamento não inclui empregadores domésticos, MEIs e segurados especiais.

Entre os estados com os maiores valores de atraso, São Paulo lidera com R$ 3,7 bilhões devidos a 402.077 empregadores, com 3,34 milhões de vínculos afetados. Em segundo lugar, aparece o Rio de Janeiro, com R$ 1,31 bilhão em valores não depositados, distribuídos entre 110.780 empregadores e 983.222 vínculos atingidos. Na sequência vêm Minas Gerais (R$ 1 bilhão), Paraná (R$ 797,4 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 731,7 milhões).

É justamente nesse cenário que a decisão do TST tem efeito prático. Quando o trabalhador chega à Caixa e descobre que o saldo não está lá, o caminho é a Justiça do Trabalho, seja para cobrar os depósitos ou para pedir a rescisão indireta com base no atraso e, com ela, liberar o saque.

Rescisão indireta

Quando o trabalhador entende que a empresa deu justo motivo para o fim do contrato é possível fazer a rescisão indireta, o que popularmente se chama de “demitir a empresa”. Nesse caso, o acesso ao FGTS não é automático.

— Só se o pedido for aceito na Justiça. Se for recusado, é considerado pedido de demissão, e aí a pessoa não levanta o Fundo de Garantia — explica a advogada.

O trabalhador discute a irregularidade, pede a rescisão indireta com base nela e, se o pedido for julgado procedente, saca os valores.

Processos em andamento

Por representar mudança de jurisprudência consolidada, o TST estabeleceu uma regra de transição. Os processos em que já havia sentença de mérito até a publicação do acórdão permanecem na Justiça do Trabalho até o fim do processo e da execução. Nos demais casos — inclusive nas ações já em andamento que ainda não tenham sentença —, vale a nova orientação.

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Flávio Bolsonaro propõe tirar do STF julgamento criminal de deputados e senadores

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, propôs, em seu plano de governo, mudanças nas regras de funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o fim da competência criminal da Corte para parlamentares. Pela proposta, deputados e senadores poderiam ser julgados em instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs).

A sugestão vem após uma série de críticas de Flávio ao STF. O candidato afirma que pretende “devolver o Supremo ao seu papel de Corte Constitucional” e restabelecer o equilíbrio entre os Poderes.

Atualmente, deputados e senadores são julgados pelo STF em determinadas ações penais relacionadas ao exercício do mandato e às funções parlamentares.

Quarentena para ministros de Estado

Flávio também propõe estabelecer uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de que possam ser indicados ao STF. Caso entre em vigor, a medida impediria a repetição de casos como os dos ministros da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino, que foram indicados ao STF quando ocupavam ministérios. Flávio tem feito críticas aos dois.

A proposta é apresentada no mesmo pacote que inclui restrições às decisões monocráticas de ministros do Supremo. O plano defende que decisões individuais sejam limitadas e que seja dada preferência a decisões colegiadas. A ideia, segundo o documento, é evitar que “a caneta de um só ministro” se sobreponha ao trabalho do Congresso.

O programa também propõe revisar o escopo das Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) e dos legitimados para apresentar ADPFs, Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) e Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs).

Outra medida prevista é o impedimento de parentes de até terceiro grau de magistrados, assim como dos respectivos escritórios, de atuar no tribunal do familiar.

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Flávio propõe retomar Casa Verde e Amarela e financiar 2,5 milhões de moradias

O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, propôs, em seu plano de governo, retomar o Programa Casa Verde e Amarela, com a meta de financiar 2,5 milhões de residências e oferecer “a menor taxa de juros possível” para a compra da casa própria. O programa foi usado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como substituto ao Minha Casa, Minha Vida, atrelado às gestões petistas.

“Vamos retomar o Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de residências e a menor taxa de juros possível no financiamento”, diz o documento.

A proposta para habitação é apresentada no eixo “Brasil que Prospera”, que trata de medidas voltadas à autonomia financeira e à formação de patrimônio. O documento afirma que “ter a casa própria é o maior sonho da família brasileira” e promete combinar financiamento habitacional com regularização fundiária, urbanização de áreas degradadas e parcerias público-privadas.

O plano também prevê a regularização de imóveis urbanos e a preferência para que escrituras sejam colocadas em nome das mulheres.

Estado digital e identidade única

Flávio promete digitalizar 100% dos serviços públicos federais que possam ser oferecidos pela internet. A proposta prevê uma identidade digital única integrada ao Gov.br e a eliminação da exigência de documentos que já estejam em poder do Estado.

“Se o governo já tem a informação, não vai pedir de novo”, afirma o plano. A ideia é utilizar inteligência artificial para identificar os serviços e benefícios aos quais cada cidadão tem direito.

O documento também prevê a ampliação da digitalização do Sistema Único de Saúde (SUS) e a criação de um prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br, com informações de consultas, exames, vacinas e prescrições.

‘Revogaço’ regulatório

Na agenda econômica, o plano promete um “amplo revogaço regulatório” para eliminar normas consideradas obsoletas e simplificar procedimentos para empresas. A medida é apresentada como uma continuação da agenda do governo Bolsonaro.

A proposta prevê revisar exigências e licenças e ampliar para Estados e municípios medidas de simplificação para abertura e manutenção de empresas.

Programas sociais serão mantidos, diz plano

Apesar do discurso de redução da dependência do Estado, o programa afirma que os benefícios sociais existentes serão preservados. A promessa é manter os programas com mudanças na gestão, combate a fraudes e correção de distorções.

A proposta, porém, busca associar os benefícios a uma trajetória de qualificação e diz que beneficiários teriam prioridade em programas de primeiro emprego. O plano também promete retorno imediato ao benefício após o seguro-desemprego, desde que as condições de elegibilidade sejam mantidas.

Programas sociais e apostas

Flávio promete proibir o uso de recursos provenientes de programas sociais em apostas. “Dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas”, afirma o documento.

Educação

Na educação, o plano adota uma das bandeiras mais associadas ao bolsonarismo: a defesa de uma escola “livre de doutrinação político-partidária”. O documento diz ainda que “escola é lugar de aprender a pensar, não de aprender o que pensar”.

A proposta também prevê a ampliação das escolas cívico-militares.

Contatos: flavia.said@estadao.com, naomi.matsui@estadao.com

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EUA prometem respeitar resultado de eleição no Brasil desde que ‘livre e justa’

Acusado de tentar uma interferência nas eleições presidenciais do Brasil pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Departamento de Estado dos Estados Unidos negou que tenha como objetivo interferir na disputa e indicou que vai respeitar o resultado das urnas, desde que o País promova uma disputa “livre e justa”.

A declaração foi dada por autoridades do governo Donald Trump, com a condição de que não fosse identificada, em resposta a questionamentos de veículos de imprensa brasileiros sobre as recentes rusgas políticas com o País.

Segundo a autoridade do Departamento de Estado, haverá respeito à escolha feita pelos brasileiros por meio “de eleições livres e justas no Brasil”. Essa autoridade lembrou que os EUA já manteve relações com “governos de ambos os lados do espectro no Brasil” e que esses relacionamentos foram “muito bem-sucedidos.”

Para integrantes do governo Lula, porém, a administração trumpista planejava justamente reunir elementos no País a fim de contestar a transparência e a segurança do sistema de urnas eletrônicas. Dois diplomatas tiveram visto negado pelo Itamaraty.

Na semana passada, o Palácio do Planalto reagiu dizendo que o cancelamento do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, era uma atitude de viés ideológico.

“Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”, afirmou a Presidência da República, em nota.

Em eventos públicos, o presidente brasileiro acusou o secretário de Estado, Marco Rubio, figura política de histórico hostil ao petista e próximo do bolsonarismo, de “odiar o Brasil” e a América Latina. Lula chamou o chefe da diplomacia trumpista, filho de cubanos exilados, de “latino-americano frustrado”.

E disse que se beneficiaria caso os EUA enviassem uma autoridade para subir no palanque do senador Flávio Bolsonaro (PL), principal rival na disputa pela Presidência. Flávio voltou a levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro, sem que nenhuma fraude jamais tenha sido comprovada.

Depois, Lula afirmou que pretendia voltar a conversar por telefone com Trump, uma chamada que não ocorreu ainda.

Nesta quarta-feira, dia 12, o ex-ministro Celso Amorim, chefe da Assessoria Especial do Palácio do Planalto, afirmou que os EUA miravam contra a soberania brasileira, com o vídeo do Departamento de Estado que propaga o “domínio americano” nas Américas, uma alusão à Doutrina Monroe.

O conselheiro petista também afirmou que a relação vive uma “escalada de hostilidades” e que a administração Trump atua com “opacidade total” em relação ao Brasil.

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EUA receberam alertas de Israel sobre planos do Irã para matar Trump

Os Estados Unidos receberam vários ⁠alertas de Israel ao longo do último ano de que o Irã ⁠pretendia assassinar o presidente Donald Trump, inclusive antes de uma manobra secreta envolvendo o Air Force One ‌na Turquia — informações que as autoridades de inteligência norte-americanas não conseguiram verificar de forma independente, segundo uma autoridade atual dos EUA e duas ex-autoridades.

Os alertas, repassados às agências de inteligência dos EUA e, em alguns casos, ‌transmitidos diretamente por autoridades israelenses a funcionários seniores da Casa Branca, incluíam possíveis planos para atirar em Trump por meio de um atirador de elite ou recrutar alguém para atacá-lo com uma faca em um grande evento público, disseram as fontes. As informações começaram na véspera da guerra de 12 dias em junho de 2025 e se intensificaram antes da decisão dos EUA de entrar em guerra contra o Irã em fevereiro, disseram as fontes.

O alerta mais detalhado ocorreu ⁠antes ‌da cúpula da Otan em Ancara, em julho, disseram a autoridade norte-americana e a outra pessoa a par do ⁠assunto. Autoridades israelenses informaram a Casa Branca sobre dados de inteligência que indicavam que o Irã poderia tentar matar Trump, possivelmente com um míssil lançado do ombro, enquanto ele viajava no Air Force One para a cúpula, afirmaram as autoridades.

A comunidade de inteligência dos EUA há muito avalia que o Irã deseja retaliar pela morte do comandante militar iraniano Qassem Soleimani, ordenada por Trump em 2020. No entanto, a Agência ​Central de Inteligência não conseguiu corroborar algumas das ameaças específicas contra a vida de Trump compartilhadas pela inteligência israelense desde o início do ano passado, afirmaram as autoridades.

No caso do episódio da Otan, uma autoridade ​turca afirmou que as agências de inteligência do país também não tinham nenhuma evidência para corroborar a alegação israelense sobre a ameaça à vida de Trump, uma avaliação que o país anfitrião compartilhou com os norte-americanos.

Apesar da falta de verificação, autoridades da Casa Branca e do Serviço Secreto tomaram medidas para mitigar as ameaças por uma questão de extrema cautela, incluindo uma operação extraordinária de disfarce durante a viagem à Turquia que envolveu a ‌transferência de Trump do Air Force One para outra aeronave em seu voo ​de volta do país.

Esse episódio ressalta como a inteligência israelense está influenciando a tomada de decisões do governo Trump em relação ao Irã em um momento de tensões intensificadas com Teerã — e de divergências mais amplas entre as avaliações das agências de inteligência dos EUA e ⁠de Israel sobre a ameaça iraniana em ​geral.

No início deste ano, as ​agências de inteligência norte-americanas avaliaram que o Irã não estava desenvolvendo ativamente uma arma nuclear, mesmo com Israel argumentando que Teerã representava uma ameaça ⁠urgente. Apesar dos relatórios da comunidade de inteligência dos EUA, ​Trump seguiu adiante com os ataques no Irã em fevereiro. Trump também levou em consideração informações compartilhadas por Israel de que Teerã havia tentado assassiná-lo antes de lançar a campanha militar, conforme noticiado anteriormente pela Reuters.

Um porta-voz da embaixada israelense contestou que Israel ​estivesse usando suas informações de inteligência para influenciar a política dos EUA em relação ao Irã.

“As mesmas pessoas que afirmam que Israel está tentando influenciar a política dos EUA por meio ​do suposto compartilhamento de informações de ⁠inteligência não hesitariam em acusar Israel de ocultar informações críticas se isso beneficiasse seus próprios interesses”, disse o porta-voz.

A Casa Branca e a CIA se ⁠recusaram a comentar.

O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, se recusou a discutir questões específicas de inteligência, mas afirmou que a agência continua focada na segurança de Trump em meio às recentes tentativas de assassinato e ao aumento das ameaças contra o presidente.

“O Serviço Secreto dos EUA analisa continuamente uma ampla gama de informações para orientar nossas operações de proteção em tempo real e em todos os locais que protegemos”, disse ele.

(Reportagem de Erin Banco, em Washington; reportagem adicional de Humeyra ​Pamuk)

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Nubank tem lucro trimestral de US$ 1 bi pela primeira vez, com avanço da rentabilidade

As ações do Nubank (NU) subiram nas negociações após o fechamento do mercado, depois que o banco digital divulgou resultados trimestrais melhores do que o esperado, impulsionados por uma maior rentabilidade e pelo crescimento de seu negócio de crédito.

O relatório mostrou que o grupo continua transformando sua expansão comercial em maiores lucros, ao mesmo tempo em que aprofunda seu relacionamento com os clientes atuais. A empresa também destacou avanços no México, onde lançou oficialmente seu banco neste mês e atingiu 16 milhões de clientes em julho.

As ações subiam 8,40% nas negociações após o fechamento do mercado.

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Lucro de US$ 1 bilhão

Os resultados são divulgados em um momento em que os investidores acompanham de perto a capacidade do Nubank de ampliar sua carteira sem prejudicar significativamente a qualidade do crédito.

A evolução da inadimplência apresentou sinais contraditórios, embora a rentabilidade tenha atingido novas máximas.

Leia também: BB trava parcelamento sem entrada no cartão, e inadimplência cede em julho, diz CEO

O lucro líquido foi de US$ 1,061 bilhão no segundo trimestre, um valor superado pela primeira vez pelo Nubank em um período de três meses, após um aumento de 67% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Além disso, o resultado superou os US$ 949,6 milhões esperados pelos analistas. Em comparação com o primeiro trimestre, o lucro cresceu 17%.

A receita contábil atingiu US$ 5,513 bilhões, superando os US$ 5,375 bilhões previstos pelo consenso da Bloomberg. O valor registrou um aumento de cerca de 50% em relação ao mesmo período do ano anterior.

“Atualmente, estamos gerando mais de US$ 1 bilhão em lucro líquido trimestral”, afirmou David Vélez, fundador e CEO global do Nubank, no comunicado de resultados.

Vélez também destacou a expansão internacional da empresa. “No início deste mês, lançamos nosso banco no México, tornando-nos o maior banco digital do país, com 16 milhões de clientes”, afirmou.

A rentabilidade também melhorou. O retorno sobre o patrimônio líquido, ou ROE, fechou o trimestre em 33%, contra 29% no primeiro trimestre e 28% registrados um ano antes.

Base de clientes

O crescimento foi acompanhado por um aumento na atividade dos clientes. O Nubank conquistou cerca de quatro milhões de usuários durante o trimestre e encerrou junho com cerca de 139 milhões em todo o mundo, um aumento de 13% em relação ao ano anterior.

O Brasil continua sendo o principal mercado da empresa, com quase 118 milhões de clientes. No entanto, o Nubank acelerou sua expansão internacional, especialmente no México, onde atingiu 15,8 milhões de usuários no final do trimestre e chegou a 16 milhões em julho.

“No início deste mês, lançamos nosso banco no México, tornando-nos o maior banco digital do país, com 16 milhões de clientes”, afirmou Vélez.

Leia também: Saída de estrangeiros da bolsa brasileira na terça-feira foi a mais intensa desde 2021

A empresa acredita que se tornar um banco de grande porte no México lhe permitirá ampliar sua oferta para além do crédito. O Nubank já atinge 16,5% da população adulta mexicana e destacou que seus clientes no país estão gerando receita mais rapidamente do que os brasileiros em uma fase comparável de expansão.

Na Colômbia, o Nubank ultrapassou os 5 milhões de clientes e encerrou o trimestre com US$ 3,3 bilhões em depósitos. O mercado mantém um ritmo constante de captação de usuários, segundo a empresa.

A carteira total de cartões e empréstimos aumentou 37% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 39 bilhões. Os depósitos, outro elemento importante para financiar essa expansão, cresceram 18% e atingiram US$ 45,3 bilhões.

Qualidade do crédito

A qualidade do crédito apresentou sinais contraditórios. A inadimplência entre 15 e 90 dias caiu para 4,8%, ante 5% no trimestre anterior, enquanto os empréstimos com atrasos superiores a 90 dias aumentaram para 6,9%, ante 6,5%.

O Nubank atribuiu grande parte desse aumento a fatores sazonais. Ao mesmo tempo, o custo do crédito diminuiu 9% em relação ao primeiro trimestre, apesar de a empresa continuar se expandindo deliberadamente para segmentos de crédito de maior risco e potencial de retorno.

A inteligência artificial também ocupa um espaço cada vez maior na estratégia do banco. O Nubank informou que seu modelo NuFormer já participa de decisões relacionadas a crédito, atendimento ao cliente e crescimento, utilizando mais de uma década de dados transacionais.

Segundo a empresa, agentes de inteligência artificial já gerenciam mais de 60% das conversas de atendimento ao cliente no Brasil, com um desempenho que o Nubank considera igual ou superior ao de um ser humano.

A reação positiva das ações refletiu o foco dos investidores no crescimento dos lucros, na melhoria da rentabilidade e no avanço do negócio de crédito, enquanto o Nubank tenta transferir para o México parte do modelo que impulsionou sua expansão no Brasil.

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© Jonne Roriz

Investidores acompanham a capacidade do Nubank de ampliar sua carteira sem prejudicar significativamente a qualidade do crédito. (Foto: Jonne Roriz/Bloomberg)
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Quina hoje, concurso 7091: confira o resultado sorteado nesta quinta-feira (13)

Quina

As dezenas do concurso número 7091 da Quina foram sorteadas na noite desta quinta-feira (13), em São Paulo (SP).

Os números sorteados foram: 05 – 42 – 53 – 57 – 59.

O prêmio estimado para este concurso era de R$ 4.648.865,00.

Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.

Não existindo aposta premiada, em concurso regular, na 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª faixa(s), o(s) valor(es) acumula(m) para o concurso seguinte, na 1ª faixa de premiação.

Leia mais: Caixa distribui lucro do FGTS: quem tem direito, como consultar saldo, quanto receber

A Quina possui seis sorteios semanais, de segunda a domingo.

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Tesla is planning one of its largest supercharger stations yet — right in the middle of San Francisco

A Tesla Supercharger electric vehicle charging station is seen in Indiana, United States, on August 4, 2026. (Photo by Marcin Golba/NurPhoto via Getty Images)
Tesla is planning a 124-stall Supercharger hub in San Francisco at 75 Waterloo Street.

Marcin Golba/NurPhoto via Getty Images

  • Tesla is planning a 124-stall Supercharger hub in SF, marking a major urban charging expansion.
  • A charging hub of such scale is rare in a major city due to land costs.
  • The plan also includes a 416-square-foot "micro-amenity" building with vending machines.

Tesla is making a major bet on demand from urban EV owners by planning an unusually large charging hub in San Francisco.

Plans filed with the city show that Tesla is planning for 124 V4 Supercharger stalls at 75 Waterloo Street, a triangular vehicle storage lot near the intersection of Alemany Boulevard and Bayshore Boulevard, alongside Highway 101.

The proposed station would be among Tesla's largest globally, and a rare project of that scale inside a major city. By comparison, Tesla's planned V4 Supercharger at 25 Mason Street, near Market Street in the city, would have 35 stalls. That permit application was submitted on May 18.

Architectural site plan for a Tesla Supercharger layout with parking stalls, equipment labels, streets, and title block.
Tesla's 124-stall Supercharger hub plan, as seen in the company's permit application to the city of San Francisco.

Official Tesla Filings

Tesla's biggest charging hubs are typically built along heavily traveled interstate corridors, where land is cheaper and demand surges during road-trip season. The hub sits at the crucial location where the 101 meets Interstate 280, which leads to the Peninsula, Silicon Valley, and San Francisco International Airport. It's also not far from Bernal Heights and the Bayview, which have significant residential populations.

Some of Tesla's largest charging locations include a 200-stall station in Yeehaw Junction, Florida, and a 164-stall station in Kern County, California. While the latter became fully operational in November 2025, the largest hub in Florida has yet to open.

Based on maps submitted to the city, the 124 stalls would use a conventional parking configuration rather than the pull-through stalls Tesla has introduced at some newer locations.

Architectural sheet showing four building elevations and a floor plan with annotated materials, canopy, doors, and lighting.
The plans include a roughly 416-square-foot "micro-amenity" building.

Official Tesla Filings

The plans indicate the station would operate around the clock and include a roughly 416-square-foot "micro-amenity" building. Sketches show that the building contains two gender-neutral, accessible restrooms with diaper-changing stations, water fountains, and vending machines, as well as space for storage, cleaning equipment, and the site's security and IT systems. The vending area would offer coffee, hot drinks, and snacks.

The plans do not appear to include solar canopies or Tesla Megapack batteries, features used at some of the company's other large charging hubs. Solar canopies are typically used to lower peak-demand costs and keep chargers operating during some outages.

The latest version of the application was submitted on July 29, but the project still needs to go through the city's permitting process. No construction or opening date has been announced.

Tesla did not respond to a request for comment.

Read the original article on Business Insider

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Cientistas criam 'arco-íris de som' mais completo da história em chip de silício

Pela primeira vez, cientistas conseguiram criar e registrar imagens de um "arco-íris sonoro" completo, um fenômeno que separa ondas sonoras de forma semelhante ao que acontece com a luz ao formar um arco-íris. A descoberta representa um avanço na manipulação de vibrações e pode contribuir para o desenvolvimento de dispositivos acústicos mais precisos, sensores e tecnologias de processamento de informações.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/cientistas-criam-arco-iris-de-som-mais-completo-da-historia-em-chip-de-silicio/

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Homem se cura de câncer de pele após cirurgia cardíaca, mas ganha alergia rara

Um homem com melanoma avançado entrou em remissão completa após passar por uma cirurgia cardíaca para tratar um problema na válvula aórtica. Meses depois, porém, desenvolveu uma alergia grave a picadas de abelha, apesar de nunca ter apresentado esse tipo de reação anteriormente.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/homem-se-cura-de-cancer-de-pele-apos-cirurgia-cardiaca-mas-ganha-alergia-rara/

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A fraca demanda é o maior problema do petróleo?

A fraca demanda é o maior problema do petróleo?

O petróleo bruto caiu para cerca de US$ 81 por barril na quinta-feira, à medida que os investidores parecem estar levando mais em conta as perspectivas de enfraquecimento da demanda do que as preocupações com a oferta causadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz

A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu suas projeções para a demanda global de petróleo, alertando que o Estreito de Ormuz e os preços elevados estão pesando cada vez mais sobre o consumo:

“Prevê-se que a demanda mundial de petróleo diminua em 1,6 mb/d em 2026, 510 kb/d a mais do que nossa estimativa no relatório do mês passado”,

Os altos preços dos combustíveis podem, eventualmente, reduzir o consumo. Se a demanda cair enquanto ainda houver oferta suficiente disponível, isso pode exercer pressão de baixa sobre os preços do petróleo.

No entanto, os riscos de oferta não desapareceram. A AIE alertou que os “riscos de oferta continuam substanciais” e que “as reservas de segurança anteriormente disponíveis estão se esgotando rapidamente”.

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Terceiro menor país do mundo muda de nome; relembre outros casos

O pequeno país insular de Nauru, no Pacífico Sul, passou a adotar oficialmente o nome República de Naoero, em uma mudança que busca resgatar a denominação tradicional utilizada na língua local. A alteração também marca uma tentativa de reforçar a identidade nacional e se afastar de uma nomenclatura consolidada durante o período colonial.

Leia mais em: https://exame.com/esferabrasil/terceiro-menor-pais-do-mundo-muda-de-nome-relembre-outros-casos/

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O lado B da IA: custo dos golpes despenca e ataques sofisticados se multiplicam

O alvoroço em torno da inteligência artificial (IA) tem sido alimentado pelo enorme potencial que essa tecnologia tem de escancarar novas portas e transformar empresas e negócios, de todos os setores. O que também vale – e já está se mostrando verdade – para um segmento, em particular: o cibercrime. “Os crimes de roubo de […]

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'Corrida dos Bichos' é o filme de língua não inglesa mais visto do Prime Video

O filme brasileiro "Corrida dos Bichos", dirigido por Fernando Meirelles, se tornou o título de língua não inglesa mais assistido do Prime Video entre os dias 3 e 9 de agosto, a primeira semana do longa no catálogo da plataforma. No ranking geral, que reúne produções de todos os idiomas, ele apareceu na sexta colocação.

Leia mais em: https://exame.com/pop/corrida-dos-bichos-e-o-filme-de-lingua-nao-inglesa-mais-visto-do-prime-video/

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'Os prêmios são consequência': Eddy Cue fala sobre o retorno de 'Ted Lasso'

Nova Iorque (Estados Unidos)* - O retorno de Ted Lasso à Apple TV trouxe novos fãs aos serviços da maçã. É o que mostra o novo levantamento da Nielsen sobre a série: nos Estados Unidos, só o primeiro episódio da quarta temporada teve 296,6 milhões de minutos assistidos em apenas 48 horas.

Leia mais em: https://exame.com/casual/os-premios-sao-consequencia-eddy-cue-fala-sobre-o-retorno-de-ted-lasso/

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Lula X Trump: Brasil abre processo de reciprocidade contra tarifas dos Estados Unidos

O governo brasileiro deu início nesta quinta-feira (13) ao processo de análise de possíveis medidas de reciprocidade em resposta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, de acordo com um comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

A iniciativa está fundamentada na Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), que autoriza o país a adotar contramedidas diante de ações unilaterais consideradas prejudiciais aos interesses nacionais.

Segundo comunicado, a Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) encaminhou o pedido de enquadramento aos membros do Comitê-Executivo de Gestão do órgão, dando início à tramitação prevista no Decreto nº 12.551/2025.

O movimento é mais um capítulo do acirramento dos ânimos entre o presidente da República brasileira, Luiz Inácio Lula da Silva, e o seu equivalente norte-americano, Donald Trump.

Como parte do processo, o Ministério das Relações Exteriores notificou oficialmente o governo dos Estados Unidos sobre a abertura da análise e solicitou a realização de consultas diplomáticas.

O objetivo dessas negociações é buscar soluções que possam mitigar ou eliminar os efeitos das tarifas americanas e evitar a adoção de contramedidas previstas na legislação brasileira.

Leia o documento na íntegra:

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Cosan prevê venda de participação no terminal Porto São Luís por R$ 300 milhões

A Cosan formalizou uma carta de intenções para a venda da totalidade de sua participação no Terminal Porto São Luís (TUP São Luís), pelo preço indicativo de R$ 300 milhões.

Segundo a holding de Rubens Ometto, em fato relevante ao mercado na noite de quinta-feira (13), a proposta prevê um período de exclusividade para a negociação e celebração dos documentos definitivos.

Além do valor principal, a Cosan pode receber um valor correspondente ao earn-out — mecanismo de pagamento adicional vinculado a resultados futuros — referente a potenciais novos berços de atracação de navios implantados ou a serem implantados no TUP São Luís até 2035, além do berço principal, no valor indicativo de R$ 50 milhões para cada um.

Os valores serão corrigidos pela variação acumulada do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desde a aceitação da proposta até as respectivas datas de pagamento.

A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes usuais para esse tipo de operação, bem como à negociação dos documentos definitivos. O comunicado foi assinado por Rafael Bergman, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da companhia.

A Cosan, acionista de empresas como Raízen, Compass e Moove, tem avançado com um plano de venda de ativos para reduzir a sua dívida, que estava em R$ 11,47 bilhões ao fim de março (dado mais recente disponível).

Neste mês, a Cosan adiou em um mês o prazo para receber as propostas vinculantes pela sua fatia de 20,3% na operadora de ferrovias Rumo, avaliada em R$ 5,3 bilhões, conforme revelou o InvestNews.

O objetivo foi passar mais visibilidade aos interessados sobre os números da companhia após a divulgação dos resultados do segundo trimestre.

As propostas definitivas, antes previstas para o início do mês, deverão ser recebidas após o feriado de 7 de setembro, com Cofco e Bunge entre os principais interessados na aquisição.

Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.

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BBAS3 cai após balanço: alta da inadimplência no cartão e críticas à qualidade do resultado pesam sobre a ação

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou alta no lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2026, mas o resultado divulgado nesta quarta-feira (12) não foi suficiente para sustentar as ações. No pregão desta quinta-feira (13), os papéis encerraram em queda de 3,68%, cotados a R$ 18,30 na B3. A reação negativa refletiu a deterioração da qualidade do crédito, com forte aumento da inadimplência no cartão, e a avaliação de analistas de que a expansão dos lucros não se traduziu em uma melhora equivalente na qualidade dos resultados.

TradingView chart
Created with TradingView

O principal ponto de preocupação do balanço do 2T26 foi a inadimplência acima de 90 dias no cartão de crédito, que saltou de 7,12% no ano anterior para 14,58%. A formação de novos créditos inadimplentes (NPL creation) no segmento avançou de R$ 5,66 bilhões para R$ 11,84 bilhões, enquanto o indicador de atrasos na carteira geral de pessoa física atingiu 8,41%.

Para João Tonello, analista CNPI da Nomos, o movimento tem características mais idiossincráticas do que sistêmicas e sugere falhas específicas no processo de concessão de crédito do próprio banco.

O comportamento do BB chama atenção justamente por não encontrar paralelo no restante do sistema financeiro: excluindo a carteira do Banco do Brasil, a inadimplência média dos cartões dos demais bancos recuou de 9,3% no primeiro trimestre para 9,1% no segundo. A divergência reforça a hipótese de um problema concentrado na gestão de risco do estatal, e não de um colapso generalizado na capacidade de pagamento do consumidor brasileiro.

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Lucro cresce, mas qualidade do resultado entra no radar

O lucro líquido ajustado avançou 3,3% em relação ao mesmo período de 2025 e 13,9% na comparação trimestral, somando R$ 3,9 bilhões no trimestre, com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em 8,3%.

Apesar da expansão, relatórios divulgados após a teleconferência por Itaú BBA, Safra, BTG Pactual e JPMorgan chamaram atenção para o aumento do custo de crédito, a compressão do patrimônio tangível e a fragilidade na composição do resultado. O ponto central para o mercado passa a ser quanto do lucro atual é sustentável e até que ponto o ritmo de provisionamento continuará limitando a rentabilidade nos próximos trimestres.

Gestão aposta em desaceleração das provisões

A administração do banco, por sua vez, adotou um tom mais construtivo. Em interação com analistas na tarde desta quinta-feira, o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias, afirmou que o pico do custo de crédito da safra recente de cartões já foi atingido e projetou uma desaceleração no volume de provisões ao longo do segundo semestre de 2026.

A expectativa da gestão também considera a repactuação e renegociação de dívidas no agronegócio, segmento cuja inadimplência alcançou 6,27%. O mercado, contudo, aguarda os próximos trimestres para checar se a melhora projetada pela diretoria compensará a pressão observada na pessoa física.

Valuation e Dividendos: Onde fica o investidor?

Apesar da queda, o movimento recente reacende o debate sobre o desconto das ações. Negociado a cerca de 0,6x Preço/Valor Patrimonial (P/VP) e com um P/L projetado na casa de 4,2x para 2026, ambos segundo estimativas compiladas em relatório do BTG Pactual, o Banco do Brasil segue negociado com um desconto relevante em relação aos seus pares privados, como o Itaú (ITUB4), que roda próximo de 1,4x P/VP.

Por outro lado, o avanço da inadimplência e o ROE comprimido a 8,3% colocam em xeque a capacidade de distribuição de proventos. Embora o banco mantenha um payout histórico atrativo — com o consenso de mercado apontando para um dividend yield acima de 9% ao ano, a necessidade de reter capital para reforçar o balanço contra perdas no crédito pode limitar anúncios extraordinários de proventos nos próximos trimestres.

O que observar a seguir

Diante do diagnóstico, Tonello avalia que a tese de investimento no Banco do Brasil exige maior cautela e disciplina de alocação, reduzindo o peso tático na carteira até que haja sinais claros de estabilização da carteira de cartões.

Para o investidor, os pontos centrais de monitoramento para o 3T26 (com divulgação prevista para novembro) serão:

  1. O ritmo do NPL creation no cartão de crédito, confirmando se o pico de atrasos projetado pela gestão de fato ocorreu no 2T26;

  2. A evolução da inadimplência rural, após os efeitos das renegociações safra 2025/2026;

  3. Eventuais revisões formais de guidance para o custo de crédito total do ano.

Até lá, a ação deve seguir pressionada pela volatilidade e pelo dilema entre um valuation convidativo e uma visibilidade ainda turva para a rentabilidade de curto prazo.

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'Foi uma noite insana': Travis Kelce fala pela 1ª vez sobre casamento com Taylor Swift

Mais de um mês depois de subir ao altar com Taylor Swift, Travis Kelce finalmente falou sobre o casamento. O jogador dos Kansas City Chiefs resumiu a experiência como “a melhor noite da minha vida” e revelou que a celebração foi marcada por muita festa.

Leia mais em: https://exame.com/pop/travis-kelce-fala-pela-primeira-vez-sobre-casamento-com-taylor-swift-foi-uma-noite-insana/

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QUBIC/USDT: Compressão em Suporte Chave e Viés Altista (1D)

QUBIC/USDT: Compressão em Suporte Chave e Viés Altista (1D)

QUBIC/Tether GATE:QUBICUSDT

O ativo encontra-se em uma clara zona de compressão de volatilidade dentro de um triângulo simétrico no gráfico diário, testando uma região de decisão importante.

Preço está defendendo um forte suporte horizontal, formando fundos cada vez mais altos (LTA). Há também um padrão de fundo arredondado local, sugerindo absorção da pressão vendedora (inverse head and shoulders).

RSI acompanha a estrutura de alta, traçando fundos ascendentes e indicando acúmulo de força compradora.

Cenário altista se confirmará com o rompimento da LTB (linha de resistência descendente) acompanhado de forte volume financeiro.

A tese de alta perde a validade se o preço romper para baixo a LTA verde e fechar abaixo do suporte horizontal branco.

Aproximando-se do ápice. Aguardando o rompimento para confirmação de direção.

Lembrem-se do gerenciamento de risco!

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De Robin Hood a dinossauros: 5 filmes chegam aos cinemas nesta quinta-feira

Os cinemas brasileiros recebem novos lançamentos nesta quinta-feira, 13, com opções para diferentes públicos e gêneros. A programação da semana reúne produções de aventura, ficção científica, terror e comédia, além de uma nova história nacional.

Leia mais em: https://exame.com/pop/de-robin-hood-a-dinossauros-5-filmes-chegam-aos-cinemas-nesta-quinta-feira/

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Split Payment: sistema de cobrança é adiado e não começa em janeiro. Novos tributos são mantidos

O split payment, mecanismo pelo qual o valor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) devido em uma operação será separado automaticamente no momento do pagamento, não estará pronto em janeiro de 2027.

A cobrança efetiva da CBS nessa data continua prevista, assim como a manutenção do IBS em alíquota de teste, mas o recolhimento automático imediato na hora da venda não ocorrerá no primeiro dia do ano. O seu funcionamento foi tema de reportagem explicativa do Descomplica PJ.

“O split payment é uma das ferramentas mais complexas de ser implementada. Não começará em janeiro”, afirmou Pricilla Santana, secretária da Fazenda do Rio Grande do Sul e segunda vice-presidente do Comitê Gestor do IBS (CGIBS), em entrevista após reunião do colegiado em São Paulo nesta quarta-feira (12).

Segundo Santana, a implementação exige mais tempo tanto do lado do governo quanto das próprias instituições financeiras. “O nosso sistema financeiro, que tem sido um parceiro incomensurável nesse desafio, também pediu mais tempo”, afirmou.

O adiamento não significa que o mecanismo foi abandonado. A expectativa é que ele passe a operar depois de janeiro, numa primeira fase facultativa e restrita a operações entre empresas. É o mesmo desenho que já era esperado para a etapa inicial do split payment antes do atraso.

RAD: a alternativa prevista para o início do ano

Enquanto o split payment não está disponível, o Recolhimento pelo Adquirente (RAD) passa a ser a opção com que as empresas podem contar já no início do ano que vem.

Previsto na lei que regulamentou a criação do IBS e da CBS, o mecanismo funciona como alternativa para quando o instrumento de pagamento usado não permite a segregação automática do imposto, como em pagamentos em dinheiro, cheque ou outras formas fora do sistema financeiro integrado à Plataforma Pública.

Nesse formato, é o comprador quem assume o recolhimento do tributo da operação, em vez do fornecedor. O crédito tributário correspondente é habilitado automaticamente, e o vendedor recebe o valor da venda com a parcela do imposto já descontada.

Assim como estava previsto para o split payment em sua fase inicial, o RAD também terá caráter opcional neste momento. As duas modalidades foram criadas para dar flexibilidade às empresas durante o período de transição da reforma tributária.

Para quem faz planejamento financeiro, vale já entender a diferença entre as duas modalidades: cada uma altera de forma diferente o momento em que o valor do tributo deixa de ficar disponível no caixa da operação.

Em janeiro, porém, só o RAD estará no ar. A comparação prática com o split payment só vale quando ele, de fato, entrar em operação.

O que muda mesmo com o adiamento

O atraso do split payment não afeta o restante do cronograma da reforma.

A cobrança efetiva da CBS começa normalmente em 1º de janeiro de 2027, substituindo PIS e Cofins em alíquota cheia. O IBS, por sua vez, segue em alíquota de teste até 2028, com a substituição gradual do ICMS e do ISS ocorrendo entre 2029 e 2032, até a cobrança integral a partir de 2033.

Desde 3 de agosto, os documentos fiscais eletrônicos de empresas do regime regular precisam trazer os campos de IBS e CBS, com a alíquota-teste de 1% (0,9% de CBS e 0,1% de IBS). Por enquanto, esse destaque tem caráter só informativo, sem recolhimento efetivo. A fase serve para testar sistemas antes da cobrança real começar.

Para não esquecer

  • O split payment não vai operar em janeiro de 2027;
  • sua implementação passa a acontecer aos poucos, em um momento ainda sem data marcada;
  • o RAD entra como opção viável já a partir de janeiro de 2027, restrito a operações entre empresas nesse primeiro momento;
  • a cobrança efetiva da CBS começa normalmente em janeiro de 2027, mesmo sem o split payment pronto;
  • o IBS segue em alíquota de teste até 2028;
  • a obrigação de destacar IBS e CBS nas notas fiscais, vigente desde 3 de agosto, continua tendo caráter só informativo enquanto durar o período de testes;
  • empresas do regime regular devem continuar ajustando seus sistemas fiscais para lidar corretamente com os novos campos das notas eletrônicas;
  • contadores precisam ficar atentos às próximas normas técnicas do CGIBS e da Receita Federal, que devem detalhar o novo cronograma do split payment.
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Rival do Corinthians, Rosario Central tem realidade financeira distante do Brasil

Anunciado oficialmente em maio de 2025, o retorno de Ángel Di María ao Rosario Central completou um ano. O atacante oficializou o regresso em julho daquele ano, logo após encerrar a sua participação no Mundial de Clubes pelo Benfica, consolidando uma volta mítica ao clube que o revelou após 18 temporadas no futebol europeu.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/rival-do-corinthians-rosario-central-tem-realidade-financeira-distante-do-brasil/

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Bom pra cachorro: Petz Cobasi (AUAU3) vê lucro líquido ajustado crescer para R$ 70,3 milhões no 2T26

O Grupo Petz Cobasi (AUAU3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior.

Sem ajustes, o lucro líquido alcançou R$ 100,4 milhões, avanço anual de 43,5%. O resultado foi favorecido pelo reconhecimento de R$ 52,9 milhões em créditos tributários referentes a exercícios anteriores.

Já o Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado somou R$ 186,7 milhões, alta de 11% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada avançou 0,3 ponto porcentual (p.p.), para 10,6%, refletindo o crescimento das vendas e a diluição das despesas operacionais.

A receita líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,7 bilhão, aumento de 7,9%. Já a receita bruta totalizou R$ 2,108 bilhões, avanço de 7,8%, impulsionada principalmente pelo aumento dos volumes.

“Em um cenário de inflação interna acumulada próxima de 1% a 2% e ausência de reajustes de preços pela indústria, esse resultado representa crescimento real”, afirmou o presidente do grupo, Paulo Nassar.

O resultado financeiro foi positivo em R$ 1,2 milhão, ante receita financeira líquida de R$ 1,5 milhão um ano antes. Segundo a companhia, o desempenho refletiu sua posição de caixa líquido.



Outras linhas do Petz Cobasi (AUAU3)

As vendas mesmas lojas cresceram 7,1% no trimestre. Na Petz, o indicador avançou 7,4%, enquanto na Cobasi aumentou 6,6%.

O canal digital registrou vendas de R$ 855,6 milhões, alta anual de 9,2%, e passou a representar 40,6% da receita bruta, crescimento de 0,5 p.p. ante o segundo trimestre de 2025. No canal físico, as vendas aumentaram 7,4%, para R$ 1,2 bilhão.

A receita bruta de serviços avançou 29%, para R$ 47,6 milhões. Enquanto isso, a participação das marcas próprias alcançou 14,4% das vendas da Petz e 9,5% das vendas da Cobasi, altas de 1,5 p.p. e 3,1 p.p., respectivamente.

O grupo encerrou junho com caixa líquido de R$ 286,1 milhões, aumento de 80,5% em relação ao fim do primeiro trimestre, mesmo após o pagamento de R$ 26 milhões em dividendos.

Os investimentos totalizaram R$ 34 milhões, queda anual de 31,5%, diante do menor ritmo de abertura de lojas e da redução dos aportes em reformas, manutenção e logística.

A empresa destaca no release que as comparações com 2025 consideram números pro forma gerenciais e não auditados, que simulam Petz e Cobasi como uma única operação.

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Como a JHSF construiu um trimestre de R$ 985 milhões – de Punta a Milão

A JHSF encerrou o segundo trimestre com receita bruta de R$ 985 milhões, alta de 81% na comparação anual, no melhor segundo trimestre de sua história. O Ebitda ajustado — lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — mais que dobrou, para R$ 502 milhões, enquanto o lucro líquido avançou 81%, para R$ 444 milhões.

Leia mais em: https://exame.com/exame-in/como-a-jhsf-construiu-um-trimestre-de-r-985-milhoes-de-punta-a-milao/

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JHSF vira uma companhia de renda recorrente três anos antes do previsto

cidade jardim jhsf

Em 2024, a JHSF havia estabelecido a meta de fazer com que dois terços da geração de resultado viessem dos negócios de renda recorrente. O prazo para essa transformação era de cinco anos.  “A companhia atingiu em dois anos o que a gente esperava que aconteceria em cinco anos”, diz Augusto Martins, CEO da JHSF, […]

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Flávio promete proibir uso de recursos de programas sociais em bets, mas medida já está em vigor

‎O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) prometeu, em seu programa de governo protocolado junto à Justiça Eleitoral nesta quinta-feira, 13, proibir que recursos de programas sociais do governo federal sejam usados em casas de apostas. A medida, porém, já está em vigor no país nos casos de beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Leia mais em: https://exame.com/brasil/flavio-promete-proibir-uso-de-recursos-programas-sociais-em-bets-mas-medida-ja-esta-em-vigor/

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Nubank supera US$ 1 bi em lucro no 2º tri pela 1ª vez, mas inadimplência vai a 6,9%

O Nubank registrou lucro líquido de US$ 1,06 bilhão no 2° trimestre de 2026, o primeiro resultado trimestral acima da marca de US$ 1 bilhão na história da instituição financeira. O lucro líquido representa alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025 e de 17% na comparação com os primeiros três meses deste ano. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido chegou a US$ 1,93 bilhão, avanço de 61,8% em um ano.

Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/nubank-supera-us-1-bi-em-lucro-no-2o-tri-pela-1a-vez-mas-inadimplencia-vai-a-69/

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Em programa de governo, Flávio Bolsonaro prevê cortar impostos, reduzir dez ministérios e reavaliar Reforma Tributária

O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou, nesta quinta-feira (13) seu plano de governo com a promessa de acelerar o crescimento econômico, reduzir o custo de vida e promover um choque de gestão nas contas públicas. Batizado de “Para o Brasil Vencer o Atraso”, o programa prevê crescimento sustentado de 4% ao ano na próxima década, redução gradual do custo do trabalho, revisão de impostos e investimentos de R$ 900 bilhões em infraestrutura ao longo de quatro anos.

Com 76 páginas, o plano prevê o corte de ao menos uma dezena de ministérios, redução de cargos e salários e reavaliar a reforma tributária para corrigir eventuais distorções e reduzir o valor do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), criado pela Reforma Tributária e que deve entrar em operação em 2027, sem informar detalhes sobre como as medidas serão adotadas.

Entre outros pontos, na política externa o foco será no comércio bilateral e “sem alinhamentos ideológicos” e o programa Casa Verde Amarela, que substituiu o Minha Casa, Minha Vida no governo de Jair Bolsonaro, será retomado

O programa organiza as propostas em nove eixos, com destaque para o “Brasil Mais Barato”, “Brasil que Prospera”, “Brasil que Cresce” e “Brasil que Não Volta Atrás”. A estratégia econômica é baseada no equilíbrio das contas públicas, na redução da burocracia, estímulo ao investimento privado e aumento da competitividade de setores como agropecuária, indústria e serviços.

“O compromisso de Flávio Bolsonaro é fazer um governo moderno e eficiente capaz de levar o Brasil à posição de sétima economia mundial”, informa o documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato também diz estar preparado para “resgatar o país” e critica o que classifica como aumento do custo de vida e perda do poder de compra das famílias.

Dobrar o ritmo de crescimento

No capítulo econômico, o plano estabelece como principal objetivo elevar o ritmo de expansão da economia. Segundo o documento, o país cresceu, em média, cerca de 2% ao ano nas últimas duas décadas, desempenho considerado insuficiente em relação ao restante do mundo. A proposta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano ao longo dos próximos dez anos.

Para atingir essa meta, Flávio propõe priorizar investimentos privados, ampliar a segurança jurídica e criar regras mais previsíveis para empresas. A estratégia também prevê fortalecer a competitividade do agronegócio, da indústria e do setor de serviços.

Um dos principais compromissos é a aplicação de R$ 900 bilhões em quatro anos em infraestrutura, com recursos destinados a rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. O programa também prevê a criação de “Corredores Logísticos Inteligentes” e a retomada de obras hídricas no Nordeste.

Na área de energia, o plano prevê expansão do refino de petróleo e gás, fortalecimento dos biocombustíveis e redução dos encargos e subsídios que compõem a tarifa de eletricidade. A tarifa social para famílias de baixa renda seria preservada.

O eixo “Brasil Mais Barato” prevê revisão de impostos, redução do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) projetado pela Reforma Tributária e desoneração de combustíveis e energia elétrica.

O candidato também propõe racionalizar encargos e subsídios do setor elétrico para diminuir o valor das contas de luz. No caso dos alimentos, a estratégia inclui investimentos em logística e armazenamento para reduzir custos de transporte e perdas na produção agrícola, além da expansão do Seguro Rural.

No entanto, o plano associa a redução dos juros e da inflação à reorganização das contas públicas e ao equilíbrio da dívida nacional. A proposta inclui ainda ações de educação financeira para famílias por meio da Caixa Econômica Federal.

“Tesouraço”

Na área fiscal, Flávio promete um choque de gestão, batizado no plano de “Tesouraço”. A proposta prevê a extinção de pelo menos dez ministérios, corte de cargos comissionados e o fim dos chamados supersalários no serviço público. O objetivo declarado é equilibrar as contas públicas, conter a inflação e criar condições para a redução dos juros.

O programa também prevê reavaliar a reforma tributária para corrigir eventuais distorções, reduzir o valor do IVA e desonerar exportações e investimentos. Outra frente é o fortalecimento do pacto federativo, com maior autonomia orçamentária para Estados e municípios e maior agilidade na transferência de recursos.

A proposta fiscal também inclui medidas contra fraudes na Previdência, com o objetivo de impedir descontos indevidos em aposentadorias e pensões, além da digitalização da gestão para eliminar as filas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Custo trabalhista e o ‘negociado sobre o legislado

O plano de Flávio também aposta na redução do custo da contratação formal. Segundo o documento, o custo total de um trabalhador para o empregador pode chegar a quase duas vezes o valor de seu salário. A proposta é reduzir esse custo gradualmente, sem retirar direitos trabalhistas.

Para jovens em busca do primeiro emprego, o programa prevê um contrato com menor custo sobre a folha de pagamentos, como forma de estimular as empresas a contratar trabalhadores sem experiência. Para pessoas com mais de 50 anos desempregadas há mais de 12 meses, seria criado um contrato de trabalho com condições consideradas mais atrativas para os empregadores.

O programa também defende a prevalência do “negociado sobre o legislado”, permitindo que trabalhadores e empresas estabeleçam diretamente determinadas condições de trabalho dentro dos limites da legislação.

Para quem pretende empreender, a proposta “Minha Primeira Empresa” prevê menos burocracia para abertura e formalização de negócios, capacitação e orientação por meio do “Sistema S”. A Caixa Econômica Federal seria transformada, segundo o plano, em um “Banco da Prosperidade”, com uma esteira de crédito e serviços destinada a facilitar o acesso ao primeiro patrimônio e à autonomia financeira.

O plano prevê ainda o programa “Ganha-Ganha”, que pretende criar um histórico positivo para beneficiários que cumpram determinadas etapas de qualificação e autonomia financeira. Entre as ações consideradas estão concluir cursos, formalizar um negócio, conseguir emprego e manter as contas em dia. O histórico poderia facilitar o acesso a crédito, juros menores e cashback.

A lógica apresentada pelo programa é transformar políticas sociais em uma etapa de transição para o mercado de trabalho e a independência financeira. O plano afirma que os programas sociais serão preservados e aperfeiçoados, com a proteção social funcionando como ponto de partida para qualificação, emprego e crescimento.

Casa Verde e Amarela de volta

Na habitação, o candidato propõe retomar o programa Casa Verde e Amarela, como o Minha Casa, Minha Vida foi rebatizado durante o mandato do pai, Jair Bolsonaro, e depois descartado no atual governo que retomou o nome original. A meta é construir 2,5 milhões de residências e oferecer financiamento com a menor taxa de juros possível.

A modernização tecnológica é outro componente da agenda econômica. O plano propõe digitalizar 100% dos serviços públicos federais e criar uma identidade digital única integrada ao Gov.br. A inteligência artificial seria utilizada para integrar informações e reduzir a burocracia enfrentada pelos cidadãos e pelas empresas.

A proposta também prevê ampliar o acesso à internet em todo o país e tratá-la como infraestrutura, assim como rodovias e pontes. A avaliação apresentada pelo candidato é que a digitalização pode reduzir custos administrativos e tornar mais eficiente a prestação de serviços públicos.

Na saúde, o programa propõe um prontuário eletrônico único, compartilhado entre redes pública e privada, além da ampliação de serviços de telemedicina e telessaúde. Para reduzir filas, o plano prevê ainda a possibilidade de contratação da rede privada para realizar exames e procedimentos em horários ociosos.

Política externa sem alinhamentos ideológicos

Na política externa, o plano defende uma atuação considerada “pragmática e técnica”, com foco no comércio bilateral e sem alinhamentos ideológicos, apesar da proximidade de Flávio Bolsonaro e sua família com Donald Trump e os Estados Unidos. A intenção é ampliar oportunidades comerciais e fortalecer a inserção do Brasil no mercado internacional.

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MBRF (MRFG3): alavancagem sobe a 3,41x, mas empresa espera redução no 2º semestre

A MBRF espera iniciar uma trajetória de redução da alavancagem financeira no segundo semestre, após o indicador atingir 3,41 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda no segundo trimestre. Segundo o CFO da companhia, José Ignacio Scoceria, a manutenção do nível de alavancagem no trimestre, apesar da expansão do Ebitda, foi provocada principalmente pelo consumo de capital de giro.

“Temos, como companhia, condições para gradualmente ir trazendo a alavancagem para baixo”, afirmou Scoceria em conversa com jornalistas. Segundo ele, a MBRF consumiu cerca de R$ 1,2 bilhão em capital de giro no segundo trimestre, o que pressionou a geração de caixa e impediu uma redução do indicador.

A dívida líquida da MBRF encerrou junho em R$ 45 bilhões, alta de 2,4% em relação ao primeiro trimestre, enquanto a alavancagem passou de 3,37 vezes para 3,41 vezes no período. Estoques pressionam capital de giro O principal impacto sobre o capital de giro veio da dinâmica dos estoques, especialmente em razão do conflito no Oriente Médio.

O aumento do prazo para abastecimento da região exigiu que a companhia mantivesse volumes maiores de produtos em trânsito. Segundo Scoceria, a estratégia permitiu à MBRF abastecer a região e obter “uma rentabilidade muito boa”, mas teve impacto no ciclo de caixa da companhia.

O executivo também citou o aumento da produção do portfólio de comemorativos e ajustes nos prazos de pagamento a fornecedores como fatores que pressionaram o capital de giro no trimestre. Apesar disso, Scoceria considera que o movimento é pontual e sazonal e espera observar redução desse capital no segundo semestre. “Esse capital de giro vai retornar na segunda metade do ano”, afirmou.

A expectativa, portanto, é de que a recuperação do capital de giro permita à companhia retomar a trajetória de desalavancagem.

MBRF vê dívida sob controle

O CEO da MBRF, Miguel Gularte, afirmou que a companhia está confortável com o atual nível de endividamento diante das circunstâncias do negócio, mas reforçou que a redução da alavancagem continua entre as prioridades da gestão.

“Desalavancar a companhia faz parte da nossa disciplina e da forma que fazemos gestão da companhia”, disse. Segundo Gularte, a manutenção de estoques elevados no Oriente Médio é uma contingência necessária diante do aumento do prazo para abastecimento da região. Em contrapartida, a estratégia contribuiu para uma forte melhora da rentabilidade no mercado. “A rentabilidade no Oriente Médio [dobrou] do que o ano anterior”, afirmou o executivo.

*Com informações do Broadcast

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Grupo Petz Cobasi cresce, ganha margem e prepara captura de até R$ 260 milhões em sinergias

O Grupo Petz Cobasi encerrou o segundo trimestre com receita bruta de R$ 2 bilhões, crescimento de 8,2% na comparação anual. O Ebitda ajustado — lucro antes antes de juros, impostos, depreciação e amortização — avançou 11%, para R$ 186 milhões, com expansão de 0,3 ponto percentual da margem, que chegou a 10,6%. O lucro líquido ajustado somou R$ 70 milhões, alta de 8,4%.

Leia mais em: https://exame.com/exame-in/petz-cobasi-cresce-ganha-margem-e-prepara-captura-de-ate-r-260-milhoes-em-sinergias/

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Conheça o superiate de US$ 300 milhões de Mark Zuckerberg, envolvido em controvérsia sobre pedido de socorro no mar

Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, não economiza quando o assunto é luxo. Um dos principais símbolos dessa ostentação é o Launchpad, superiate avaliado em cerca de US$ 300 milhões.

Nos últimos dias, porém, a embarcação ganhou destaque por um motivo diferente. Segundo relatos, o iate não teria respondido a um pedido de assistência de um barco que ficou sem combustível na costa do Alasca.

Embora haja controvérsias sobre a obrigação legal de prestar socorro naquele caso, uma coisa parece consenso: o Launchpad impressiona tanto pelo tamanho quanto pelas comodidades a bordo. Afinal, trata-se de uma embarcação de tirar o fôlego.

Detalhes do iate

O Launchpad foi projetado pelo escritório Espen Øino International, especializado no design de superiates, e construído pelo estaleiro holandês Feadship.

Seu primeiro proprietário foi o bilionário russo Vladimir Potanin. Em 2024, porém, a embarcação passou a pertencer a Zuckerberg.

Segundo a YachtCharterFleet, o iate tem quase 119 metros de comprimento e pode atingir velocidade máxima de 24 nós — o equivalente a cerca de 44 km/h, superando a de muitos navios de cruzeiro.

Contando com mais de dez quartos luxuosos e uma infinidade de lounges e áreas de jantar —além de piscina, heliponto, cinema, academia e até salão de beleza —, o Launchpad pode transportar até 26 hóspedes e 49 tripulantes.

O custo de operação do iate é estimado em US$ 30 milhões por ano. Uma conta que, ao que tudo indica, não inclui serviços de resgate marítimo.

A polêmica envolvendo o resgate

Por volta das 21h32 de 3 de agosto, a embarcação Hewescraft pediu auxílio à Guarda Costeira dos EUA pela primeira vez.

O alerta foi feito por meio de uma frequência de rádio que embarcações na região costumam monitorar, incluindo o Launchpad, que supostamente não teria respondido ao chamado.

Cerca de 25 minutos depois, a Guarda Costeira determinou que não havia perigo iminente, pois o barco estava apenas sem combustível, e emitiu um pedido de assistência.

O navio Wilderness Legacy respondeu ao chamado, rebocou o Hewescraft e ajudou no reabastecimento da embarcação. A situação foi resolvida sem nenhum dano à vida.

Wilderness Legacy
Wilderness Legacy, o barco que prestou assistência ao Hewescraft. Reprodução/www.cruisemapper.com

Zuckerberg e sua família não estavam no Launchpad quando a situação aconteceu. O porta-voz do bilionário não especificou o que o iate estava fazendo na época e nega a versão de que um pedido de ajuda teria sido ignorado.

“Como observou a Guarda Costeira, o barco não estava em perigo, e quando a tripulação revisou o contato da Guarda Costeira em um canal de rádio diferente daquele em que operavam, a assistência já estava em andamento “, disse o porta-voz de Zuckerberg, Brian Baker.

Nesse sentido, especialistas em direito marítimo também afirmam que ficar sem combustível, por si só, não configura uma emergência. Nesse cenário, o Launchpad não teria obrigação legal de prestar assistência.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

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Lucro do Nubank sobe 49% no segundo trimestre, para US$ 1,06 bilhão

O Nubank, alcançou pela primeira vez na história a marca de US$ 1 bilhão em lucro neste segundo trimestre, com a queda dos custos de crédito em relação aos três meses anteriores e um avanço de 37% da carteira de crédito.

O lucro líquido foi de US$ 1,06 bilhão, alta de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior, excluindo variações cambiais, e ficou acima de todas as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg. Os custos de crédito chegaram a US$ 1,7 bilhão, ante US$ 1,1 bilhão um ano antes.

“Estamos bastante confiantes de que conseguiremos manter a margem financeira líquida ajustada ao risco em um patamar semelhante ao atual, em torno de 12%”, disse Rob Livingston, novo diretor financeiro da fintech, em entrevista antes da divulgação dos resultados.

O Nubank atravessa uma piora do ciclo de crédito no Brasil enquanto acelera a expansão em produtos centrais, como cartões de crédito e empréstimos pessoais.

A companhia sempre concede crédito como se a economia estivesse prestes a entrar em recessão, disse Livingston, e vem usando modelos baseados em inteligência artificial para avaliar melhor a capacidade de pagamento de cada cliente.

No primeiro trimestre, essa fórmula produziu resultados que decepcionaram os investidores, e as ações caíram 5,7% depois que os números mostraram provisões mais elevadas.

Também pesou sobre o sentimento dos investidores o fato de alguns investimentos da empresa ainda não terem dado retorno, como a aposta em inteligência artificial e a expansão internacional.

Autorizado a operar como banco no México em julho, o Nubank agora poderá lançar mais tipos de produtos na segunda maior economia da América Latina, o que deve acelerar seu crescimento no país, disse o CFO, embora o lucro avance de forma mais gradual.

As despesas operacionais do segundo trimestre foram de US$ 806,2 milhões, ante US$ 548,1 milhões um ano antes, segundo a empresa. O índice de eficiência, que mede quanto um banco gasta para gerar receita, melhorou 1,8 ponto percentual em relação ao ano anterior, para 19,5%, mas piorou na comparação com o trimestre anterior devido aos gastos com marketing e à expansão internacional.

O Nubank afirmou que o indicador deve ficar próximo de 20% no ano, refletindo as políticas de retorno ao escritório iniciadas no começo de julho e sua expansão nos Estados Unidos.

A empresa havia dito anteriormente que essa expansão reduziria o índice de eficiência em menos de 100 pontos-base neste ano e no próximo.

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Sua empresa paga dividendos aos sócios? A Receita Federal quer saber quanto – e todo mês

Desde o início deste ano de 2026, se você recebe dividendos acima de R$ 50 mil por mês de sua empresa, está na mira do Leão: precisa pagar Imposto de Renda de 10% sobre esses valores.

Mas, pelo jeito, muita gente não estava sabendo bem como fazer isso acontecer – e o Fisco decidiu “botar os pingos nos is”.

A Receita Federal publicou, na última semana, uma espécie de manual de orientações sobre como empresas devem prestar contas sobre os dividendos que pagam aos sócios.

Quer dizer, embora o IR seja cobrado da pessoa física que recebe os ganhos, ele é retido na fonte. Isso significa que é a sua empresa – caso pague dividendos – que precisa fazer o cálculo, registrar e recolher o tributo.

Com um detalhe: o interesse da Receita é garantir que dividendos acima de R$ 50 mil por mês efetivamente paguem imposto. Mas a obrigação de prestar as informações ao Fisco existe mesmo quando não há IR a recolher – ou seja, quando o lucro distribuído fica abaixo do teto mensal.

A nova rotina dos dividendos

Para começo de conversa: não mudou nada na obrigação de pagar IR quando os dividendos recebidos ultrapassam o teto mensal.

O que está rolando agora é só um detalhamento do “como fazer “. “É a operacionalização técnica da regra”, diz Jean Lucas Paiva Athayde Coelho, sócio da Consult Seven.

Isso inclui desde o registro dos dividendos isentos e tributáveis no EFD-Reinf (sistema usado para prestar informações sobre retenções de tributos federais) e o envio das informações ao DCTFWeb (que consolida os impostos federais que as empresas têm a pagar e os créditos que podem receber) até o tratamento de distribuições fracionadas no mesmo mês.

Na prática, será uma nova rotina que você, como empresário – e seu contador, é claro -, precisará incorporar.

E o ponto mais importante é que você, como empresário, deve registrar a quantia integral de dividendos distribuída ao sócio, inclusive quando o valor não demandar retenção de IR, como reforça Charles Gularte, sócio-diretor da Contabilizei.

O limite de R$ 50 mil é analisado por beneficiário e considera a soma dos pagamentos feitos ao mesmo sócio no mês. Imagine que sua empresa faça três distribuições a você como sócio:

  • R$ 20 mil no dia 5;
  • R$ 20 mil no dia 15;
  • R$ 20 mil no dia 25.

Não adianta olhar cada pagamento isoladamente. Juntos, eles somam R$ 60 mil no mês, acima do limite – e, por isso, vai existir um imposto a recolher. Segundo os especialistas ouvidos pelo Descomplica PJ, sua empresa precisa informar à Receita sempre o valor total.

Com um detalhe: quando os dividendos ultrapassam o teto mensal, a distribuição inteira é tributada em 10%, e não apenas o valor que excede o limite, frisa Gularte. No exemplo, portanto, a alíquota seria aplicada sobre R$ 60 mil (e não R$ 10 mil).

Essa informação também permite à Receita cruzar os dados enviados pela empresa com as informações do Imposto de Renda da pessoa física.

Passo a passo

Resumidamente, o fluxo que as empresas precisam seguir para ficar em dia com a Receita Federal é assim:

  • A EFD-Reinf informa que houve um pagamento de dividendos;
  • A DCTFWeb recebe a informação e formaliza que existe um débito;
  • Se houver imposto a recolher, a empresa emite o DARF e faz o pagamento.

O primeiro passo é informar os valores que sua empresa pagou aos sócios na EFD-Reinf. Lá, a distribuição de lucros deve ser informada por meio do evento R-4010. Pense nisso como o registro em que a empresa informa à Receita Federal que fez um determinado pagamento a uma pessoa física – no caso, ao sócio. Ali dentro, será preciso:

  • Identificar o sócio, pelo CPF;
  • Informar a natureza do rendimento, usando o código 12001, de lucros e dividendos;
  • Registrar a data do pagamento;
  • Preencher o campo vlrRendBruto, com o valor total dos dividendos pagos ao sócio no mês;
  • Preencher o campo vlrRendTrib, com o valor tributável, quando o valor total dos dividendos superar R$ 50 mil no mês;
  • Preencher o campo vlrIR, com o valor do Imposto de Renda (10% sobre o valor tributável) quando houver retenção;
  • Transmitir o fechamento da EFD-Reinf usando o evento R-4099.

Voltando ao exemplo da reportagem, em que você, como sócio, recebe três pagamentos de dividendos de R$ 20 mil em um mesmo mês, os campos da EFD-Reinf deveriam ser preenchidos assim, segundo Coelho:

  • vlrRendBruto: R$ 60 mil (valor total dos dividendos pagos ao sócio no mês);
  • vlrRendTrib: R$ 60 mil (pois o valor total dos dividendos superou R$ 50 mil no mês e o valor tributável é a soma deles);
  • vlrIR: R$ 6 mil (valor do Imposto de Renda, de 10% sobre o valor tributável).

E depois?

Depois que a empresa transmite a EFD-Reinf, os valores apurados são encaminhados automaticamente para a DCTFWeb. É nessa etapa que a empresa “confessa” o débito fiscal – ou seja, reconhece que tem um imposto a pagar.

Você, como empresário, deve conferir se os valores chegaram corretamente à DCTFWeb antes de transmitir a declaração. É importante checar os códigos de receita que estiverem informados, porque eles mudam de acordo com o perfil do sócio que recebeu o pagamento de dividendos. São dois códigos:

  • 1841-01, se o pagamento foi para um sócio residente no Brasil;
  • 1841-02, se o pagamento foi para um sócio residente fora do país.

Daí, é só a empresa fazer o pagamento por meio de um DARF, o “boleto” dos impostos federais. Ele pode ser emitido pelo próprio sistema DCTFWeb ou pelo Sicalc.

Para sócios residentes no Brasil, a regra é quitar o DARF até o dia 20 do mês seguinte ao pagamento dos dividendos. Se o sócio mora fora, o IR precisa ser recolhido no mesmo dia da remessa dos dividendos ao exterior.

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Yduqs (YDUQ3) tem queda de 54% no lucro líquido ajustado no 2T26 e resultado fica abaixo do esperado

A Yduqs (YDUQ3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões, queda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2025. Sem ajustes, a empresa teve prejuízo de R$ 15 milhão no período.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 400,2 milhões no 2T26, alta de 1,6% na base anual. A margem Ebitda ajustada passou de 28,6% para 28,7%.

Os números ficaram abaixo das estimativas de analistas, que esperavam, em média, lucro líquido de R$29 milhões e Ebitda de R$408 milhões, segundo dados da LSEG.

A receita líquida ficou em R$ 1,392 bilhão, avanço de 1% frente aos R$ 1,378 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Com ajustes, excluindo o efeito da queda na receita DIS, a receita somou R$ 1,415 bilhão, aumento de 2,6% na mesma base comparativa.

Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pelo Idomed e pelo Ibmec, cujas receitas cresceram 7,4% e 12,5%, respectivamente. Já Estácio & Wyden teve queda de 2,2%, com avanço de 38,2% na receita do ensino semipresencial compensado por recuos de 1,2% no presencial e de 15,2% no digital.

A dívida líquida, excluindo o efeito do IFRS 16, ficou em R$ 2,908 bilhões no período, queda de 1,9% ante os R$ 2,964 bilhões registrados um ano antes.

A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida ex-IFRS 16 e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, caiu de 1,66x no 2T25 para 1,55x no 2T26.

Base de alunos

A base consolidada de alunos da Yduqs ficou em 1,419 milhão no 2T26, queda de 0,9% em relação aos 1,432 milhões de alunos registrados no 2T25.

A composição, porém, mostra uma mudança importante no perfil da base.

No ensino presencial, considerando Estácio & Wyden, Idomed e Ibmec, a base total avançou 19,1%, de 319,1 mil para 380 mil alunos. Na graduação, a base presencial tradicional recuou 3,6%, de 211,8 mil para 204 mil; enquanto o formato semipresencial saltou 66,6%, de 99,2 mil para 165,3 mil alunos. Já o

No ensino à distância, a base de alunos caiu 6,9%, de 1,092 milhão para 1,016 milhão de alunos. A graduação foi a principal responsável pelo recuo, com queda de 18,3%, de 542,1 mil para 443 mil alunos.

A companhia atribui a redução às restrições do novo marco regulatório, que impede a captação de novos alunos em EAD em cursos de Engenharia, Saúde e Licenciaturas, além da migração de estudantes para o formato semipresencial.

*Conteúdo em atualização

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Nubank lucra mais de US$ 1 bilhão (pela primeira vez em um trimestre) e ROE atinge 33%

Em meio às preocupações em relação à qualidade dos ativos, diante do cenário de juros em alta, o Nubank fechou o segundo trimestre de 2026 com resultado recorde na linha de lucro e no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), ao mesmo tempo em que registrou forte expansão em sua margem financeira líquida ajustada ao […]

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Concorrente de JBS e MBRF, Tyson fecha mais frigoríficos nos EUA com escassez de gado

A Tyson Foods vai fechar mais unidades de processamento de carne bovina nos Estados Unidos, em mais um movimento de reestruturação da indústria frigorífica americana diante da prolongada escassez de gado no país. A pressão também atinge concorrentes como as brasileiras JBS e MBRF, dona da National Beef nos EUA.

A companhia vai encerrar as operações da planta de Joslin, em Illinois, e de uma unidade de cortes e embalagens de carne bovina em Utah. Já a fábrica de Pasco, no estado de Washington, será colocada à venda. A produção das unidades afetadas será absorvida por outras plantas da Tyson.

Em comunicado, a empresa afirmou que as mudanças buscam tornar sua operação mais competitiva diante do que classificou como uma das mais severas escassezes de gado já enfrentadas pelos Estados Unidos.

A Tyson já vinha reduzindo capacidade, mas as medidas fizeram pouco para compensar as fortes perdas operacionais, em um momento em que os frigoríficos continuam pagando preços elevados pela oferta restrita de animais.

Na semana passada, a empresa reduziu sua projeção de lucro anual e passou a prever perdas operacionais ajustadas maiores no negócio de carne bovina.

Com as mudanças, a Tyson pretende concentrar sua operação de bovinos em três plantas, localizadas em Nebraska, Kansas e Texas. A unidade de Amarillo, no Texas, que havia passado a operar em apenas um turno, voltará a ter dois “à medida que houver disponibilidade de gado”, segundo a companhia.

No início deste ano, a Tyson já havia fechado outra planta de carne bovina em Nebraska.

Crise do gado

Os cortes ocorrem enquanto o rebanho bovino dos Estados Unidos permanece próximo do menor nível em cerca de cinco décadas. A escassez eleva o preço pago pelos frigoríficos pelo gado e comprime as margens das empresas.

O levantamento mais recente do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), referente a 1º de julho, mostrou que pecuaristas estão retendo parte dos animais para recompor seus rebanhos. Ainda assim, uma recuperação significativa da oferta deve levar tempo.

Segundo a Tyson, os dados do USDA continuam mostrando retenção limitada de novilhas, um sinal de que as restrições de oferta devem persistir e exigir novas medidas das empresas.

A pressão não se restringe à Tyson. A JBS informou recentemente que converteria uma planta de carne bovina fechada na Pensilvânia para a produção de itens de maior valor agregado. 

Wesley Batista Filho, que assumirá o comando da JBS em 2027, afirmou nesta semana que a operação de carne bovina da companhia nos EUA ainda não havia sentido os benefícios das medidas de reestruturação. A Cargill também já fechou uma unidade em Milwaukee.

A MBRF enfrenta um cenário semelhante por meio da National Beef, sua subsidiária de carne bovina nos Estados Unidos. A operação também vem sendo pressionada pela menor disponibilidade de gado, que limita os volumes de abate e eleva o custo da matéria-prima.

Uma possível fonte de alívio para o setor é a retomada das importações de animais do México. O USDA anunciou um plano para reabrir gradualmente o comércio de gado vivo, interrompido por mais de um ano para impedir a disseminação da mosca-da-bicheira (New World screwworm).

Os embarques devem ser retomados no fim de agosto, inicialmente por um ponto de entrada no Arizona. No longo prazo, a entrada de mais animais pode ajudar a reduzir parte da pressão sobre os frigoríficos americanos.

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Após balanço, BTG Pactual eleva participação no Méliuz (CASH3) para 10,5%

O Méliuz (CASH3) informou ao mercado na noite desta quinta-feira (13) que recebeu um comunicado do BTG Pactual sobre o aumento de sua participação acionária na companhia.

Segundo o documento, o banco e suas subsidiárias passaram a deter aproximadamente 10,96 milhões de ações ordinárias do Méliuz, o equivalente a cerca de 10,51% do capital social da empresa.

De acordo com o portal de relações com os investidores, o BTG possuía uma participação acionária de 6.987.120 ações, o equivalente a 6,707% do capital acionário da empresa, antes da nova aquisição.

O movimento acontece uma semana após a publicação dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26).

A empresa reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 22,4 milhões, revertendo o lucro de R$ 7,6 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. Os números foram pressionados por um impacto contábil negativo de R$ 32,1 milhões relacionado à carteira de bitcoin (BTC) da companhia.

Desconsiderando esse efeito, o lucro líquido ajustado somou R$ 9,7 milhões, o que representa uma alta de 14% na comparação anual. Junto com o release de resultados, o Méliuz também anunciou a criação de um novo programa de recompra de ações de até 8,1 milhões de papéis, equivalente a 10% do free float da companhia.

Outros dados do Méliuz (CASH3)

No comunicado, o BTG destacou que a participação adquirida tem como objetivo apenas a realização de operações financeiras.

O banco também afirmou que não pretende alterar a estrutura de controle ou a administração da companhia, nem busca atingir qualquer percentual específico de participação acionária.

Além da posição acionária, a instituição financeira informou possuir instrumentos derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações da companhia.

Esses contratos conferem ao banco uma exposição vendida de aproximadamente 8,48 milhões de ações, correspondente a cerca de 8,14% do total de papéis emitidos pelo Méliuz.

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'Tesouraço', corte de imposto e limites ao STF: veja o plano de governo de Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, apresentou nesta quinta-feira, 13, seu plano de governo, nomeado "Para o Brasil Vencer o Atraso". O documento, com 76 páginas, organiza as propostas em nove frentes que vão de segurança pública à reforma do Estado, passando por emprego, educação e equilíbrio fiscal.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/tesouraco-corte-de-imposto-e-regras-para-o-stf-veja-o-plano-de-governo-de-flavio-bolsonaro/

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MBRF (MBRF3): lucro cai 19% no 2T26, para R$ 69 milhões

A MBRF (MBRF3) registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.

A companhia vendeu 1,969 milhão de toneladas no trimestre, alta de 1,5% em relação ao segundo trimestre de 2025. Desse total, 1,253 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado interno, queda de 3,1% na comparação anual, enquanto 716 mil toneladas foram vendidas no mercado externo, avanço de 10,8%.

A receita no mercado doméstico somou R$ 28,010 bilhões, crescimento de 0,4%. Já a receita proveniente das vendas externas alcançou R$ 12,711 bilhões, alta de 16,5% ante o segundo trimestre do ano passado.

Resultado financeiro

No resultado consolidado, a MBRF registrou resultado financeiro líquido negativo de R$ 1,776 bilhão no segundo trimestre, uma piora de 23% em relação ao resultado negativo de R$ 1,443 bilhão registrado um ano antes. Segundo a companhia, a deterioração ocorreu principalmente em função do aumento das despesas com juros.

A dívida líquida consolidada encerrou junho em R$ 45 bilhões, alta de 2,4% ante o trimestre anterior e de 19,7% na comparação anual. Com isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, passou de 3,37 vezes no primeiro trimestre para 3,41 vezes no segundo trimestre. Um ano antes, o indicador estava em 2,74 vezes.

Caixa e capital de giro

A geração operacional de caixa da MBRF somou R$ 2,168 bilhões no segundo trimestre, enquanto os investimentos alcançaram R$ 1,411 bilhão. O consumo de caixa no período foi de R$ 864 milhões.

Segundo a empresa, a pressão sobre o capital de giro ocorreu principalmente pelo aumento dos estoques e dos ativos biológicos, pela ocupação dos confinamentos na operação de bovinos da América do Sul, pelo início da formação de estoques para a campanha de produtos comemorativos e por ajustes nos prazos médios de pagamento a fornecedores.

Expectativas para o segundo semestre

Para o segundo semestre, o CFO da MBRF, José Ignacio Scoceria, afirmou que a companhia pretende concentrar esforços na melhoria dos indicadores de capital de giro.

“No 2º semestre, estamos concentrando nossos esforços em uma melhora dos indicadores de capital de giro com foco nas rubricas de estoques e fornecedores, com o objetivo de impulsionar a geração de caixa da companhia”, disse o executivo.G.

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Banco do Brasil (BBAS3) vê melhora no agro com MP, mas provisões podem ficar no teto e lucro no piso do guidance

O Banco do Brasil (BBAS3) trabalha com um cenário de melhora nas provisões da carteira de crédito do agronegócio nos próximos meses, apoiada principalmente pelo programa de reestruturação de dívidas do setor rural lançado pelo governo federal no mês passado, mas dúvidas sobre o cumprimento das previsões do banco para o ano pressionaram as ações para mínimas em um ano.

“Nós esperamos uma melhora relevante na PDD do agro em virtude da MP 1.376”, afirmou o vice-presidente de controles internos e gestão de riscos da instituição financeira, Felipe Prince, em teleconferência com analistas para comentar o resultado do banco no segundo trimestre, divulgado na véspera.

“Temos à disposição dos nossos clientes um instrumento para promover essa renegociação. Nós trabalharemos muito fortemente na melhoria das condições do cliente como um todo e isso traz impacto também no relacionamento pessoa física com os produtores rurais”, afirmou.

No segundo trimestre, a inadimplência acima de 90 dias do agro avançou para 6,27%, de 3,16% um ano antes e 6,22% nos três meses imediatamente anteriores. Na pessoa física, atingiu 8,41%, de 5,59% um ano antes e 6,82% nos primeiros três meses de 2026.

A presidente-executiva do BB, Tarciana Medeiros, afirmou na teleconferência que o portfólio de crédito potencial do banco para enquadramento na MP 1.376 é de até R$100 bilhões.

De acordo com o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do BB, Gilson Bittencourt, o foco inicial será principalmente o produtor inadimplente. Dados do Banco do Brasil divulgados na apresentação mostravam R$36,7 bilhões em operações inadimplentes.

“Esse vai ser o foco central da nossa atuação, seguido por aqueles que estão com operações prorrogadas com taxas livres, que se enquadram dentro do percentual de perdas e dos limites de crédito. Então esse é o público central que a gente vai buscar… trabalharmos com algo de até em torno de R$30 bilhões”, afirmou, ressaltando que tal montante já tem um efeito bastante significativo em relação às operações inadimplentes do banco.

Bittencourt também citou uma expectativa de redução da inadimplência da carteira agro em razão das mudanças nas regras de concessão de empréstimo, que ficaram mais rigorosas. Ele apontou que ainda há um percentual grande de créditos contratados no formato anterior, mas que está aumentando a quantidade de financiamentos que estão vencendo que já foram contratados com a nova matriz de resiliência.

“Em agosto já estamos 35% e esse número vai chegar a 57% até dezembro”, afirmou. “A expectativa é que com a nova matriz a gente já tenha uma redução da inadimplência.”

O Banco do Brasil também afirmou que está preocupado e acompanhando de perto o efeito El Niño, trabalhando para minimizar o máximo possível os impactos nos financiamentos do banco.

Bittencourt, contudo, citou que, no geral, na produção de grãos em anos anteriores, o efeito de El Niño não é tão significativo quando se olha o país como um todo. “Mas quando se olha algumas culturas e algumas regiões, o problema existe e tende a ser grave, o que exige de nós uma ação muito cuidadosa na concessão do crédito, no acompanhamento e na discussão técnica com esses produtores”, pontuou em coletiva de imprensa também nesta quinta-feira.

Guidance

O BB reiterou o guidance para o ano divulgado mais cedo no ano, que inclui um lucro líquido ajustado de R$18 bilhões a R$22 bilhões, bem como custo de crédito de R$65 bilhões a R$70 bilhões, entre outras métricas, o que fez alguns analistas questionarem se tal resultado, principalmente a linha do custo do crédito, será alcançado, uma vez que no primeiro semestre já registrou R$37,3 bilhões.

De acordo com os executivos, o tema foi debatido e prevaleceu a crença na capacidade do banco de entregar os números. Mais uma vez, a MP 1.376 foi citada como “importantíssima” para o BB poder reestruturar as dívidas dos agricultores que estão com seus fluxos de caixa apertados.

Eles observaram que no segundo trimestre houve um efeito de “risco moral”, com o agricultor em compasso de espera, aguardando as discussões que estavam acontecendo envolvendo um projeto de lei de reestruturação.

“Essas discussões se estenderam e o governo achou por bem então emitir essa medida provisória. Estão só aguardando finalizações específicas, então acreditamos que teremos basicamente um pedaço de agosto e setembro para acelerar”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira, Geovanne Tobias.

O entendimento no BB foi de que se a instituição financeira executar tão bem quanto executou as operações ligadas à MP 1.314, que estabeleceu regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e CPR, não seria necessário fazer um ajuste na previsão sobre o custo de crédito agora.

Tobias, contudo, reconheceu que o desempenho está apontando muito mais para a ponta de baixa do guidance para o lucro, com provisão encostando nos R$70 bilhões.

“Vamos trabalhar para não ter que fazer esse ajuste de guidance. Esperem provisão ali na ponta alta e para o lucro na ponta baixa”, afirmou. Tanto Tobias quanto Medeiros reconheceram a chance de um “pequeno desvio” na estimativa do custo do crédito.

BBAS3: Reações no mercado

Em relatório a clientes, o analista Gustavo Schroden, do Citi, afirmou que, embora a administração do BB tenha reiterado confiança no cumprimento de seu guidance, continua acreditando que o guidance mantido apresenta risco de não ser atingido.

“Nós já estamos em meados do terceiro trimestre e as renegociações relacionadas à MP 1.376 ainda não foram iniciadas, o que sugere que quaisquer potenciais efeitos positivos deverão se materializar apenas no quarto trimestre. Dessa forma, mantemos nossa estimativa de lucro líquido recorrente de R$17,5 bilhões para 2026”, afirmou em relatório a clientes após a teleconferência.

Na bolsa paulista, as ações do BB renovaram as mínimas no começo da tarde, sendo negociadas com declínio de 3,89%, a R$18,26, por volta de 14h10, enquanto o Ibovespa cedia 0,23%. No pior momento, os papéis foram cotados a R$18,21, renovando mínima intradia desde o início de agosto do ano passado.

Pessoa física

Executivos do BB também buscaram amenizar preocupações com a piora na inadimplência na pessoa física, que no segundo trimestre foi pressionada principalmente pela linha de cartão de crédito.

Além de um efeito de contaminação da carteira agro, os executivos citaram como componente negativo a adoção de nova sistemática de parcelamento automático da fatura do cartão de crédito. Ao longo do primeiro trimestre, o banco percebeu que os clientes começaram a fazer esse parcelamento automático, o que foi percebido como um risco, um alerta principalmente nas classes D e E.

“Imediatamente, travamos essa linha”, afirmou Tobias, explicando que, agora, para fazer o parcelamento, o cliente precisa pagar a entrada. “Foi um efeito pontual.”

De acordo com os executivos do banco, na pessoa física, o foco tem sido principalmente nos consignados, público e privado.

“Uma vez que já começou a flexibilização monetária, uma redução de taxa de juros, isso pode trazer um benefício marginal para a redução do risco como um todo para a pessoa física. A gente vai estar atento para poder crescer, mas cuidando para que esse crescimento também não traga mais risco, como aconteceu, por exemplo, no segmento D e E de cartão de crédito”, disse Tobias

ROE

De acordo com o executivo, a perspectiva de que a provisão encoste no topo do guidance pressupõe um lucro de R$18 bilhões, o que daria um retorno sobre patrimônio (ROE) “perto dos 10%”. No primeiro semestre do ano, essa métrica ficou em 7,3%.

“O ROE é baixo ainda, mas acreditamos que vamos passar por essa tormenta, por esse meteoro que está caindo aqui no agro, e vamos sim retomar essa lucratividade do banco”, afirmou Tobias.

“A capacidade do banco é de retornar, sim, com maior lucratividade, como entregamos no início da nossa gestão. Mas vai demorar um tempo, porque temos que digerir todo esse processo de aumento de risco da carteira rural, principalmente.”

De acordo com o executivo, o banco está trabalhando para reduzir o risco da carteira de crédito, que está na faixa de 5,9%, bem distante dos outros pares, que têm essa métrica perto de 3%, 3,5%.

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Nubank (ROXO34): Lucro dispara 49% e chega a US$ 1 bi pela primeira vez na história; ação salta 10%

O Nubank (ROXO34) apurou lucro líquido de US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025, mostra balanço divulgado nesta quinta-feira (13).

O banco, que era conhecido por ‘não dar lucro’, superou o bilhão pela primeira vez em sua história.

A cifra também ficou acima da expectativa dos analistas consultados pela Bloomberg, de US$ 991 milhões.

O aumento do lucro foi impulsionado por receita maior e por uma melhora na margem financeira líquida ajustada ao risco, disse à Reuters o diretor financeiro Rob Livingston, que assumiu o cargo no mês passado.

Na parte de rentabilidade, o roxinho fez a lição de casa. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) subiu 4,8 pontos percentuais, para 33%. Bem acima dos bancões, como o Itaú (ITUB4), na casa dos 24%.

No trimestre, a alta foi de 3,7 pontos percentuais. Os analistas esperavam, em média, ROE de 30%.

O resultado já faz preço na ação. Em Nova York, o papel dispara 10% no after-market.

O Nubank vem de um período de ceticismo do mercado em meio à alta da inadimplência e dos investimentos, principalmente em outros países, como os Estados Unidos. E, ao que parece, os números serviram para espantar esses fantasmas.

A temida inadimplência

Com a piora da economia, a inadimplência virou a nova ‘tara’ dos investidores. E, nesse aspecto, não houve piora significativa.

A inadimplência de longo prazo, acima de 90 dias, subiu 0,3 ponto percentual, para 6,9%. Segundo o Nubank, a alta foi puxada, principalmente, pela migração sazonal dos atrasos iniciais registrados no primeiro trimestre.

Já a inadimplência de curto prazo, de 15 a 90 dias, teve alta de 0,3 ponto percentual, para 4,8%, mas apresentou queda de 0,2 ponto percentual no trimestre.

‘A maior parte dessa melhora veio da sazonalidade, parcialmente compensada pela expansão deliberada em segmentos de maior risco e maior retorno’, destaca o roxinho.

Outro ponto positivo foi o custo de crédito, que caiu 9% no trimestre, para US$ 1,7 bilhão, ‘principalmente em função da melhora sazonal normalmente observada nos atrasos iniciais durante o segundo trimestre’. Por outro lado, o número saltou 60% na comparação anual.

O banco também viu suas despesas operacionais subirem US$ 258,1 milhões, para US$ 806,2 milhões no segundo trimestre, alta de 47,1%.

Livingston disse à Reuters que o Nubank foi beneficiado pelo programa Desenrola de refinanciamento de dívidas para pessoas físicas lançado pelo governo federal este ano.

Porém, ele acrescentou que a tendência de melhora existiria mesmo sem o programa, dada a sazonalidade e o fato de que a adesão ao Desenrola representou apenas 5% do custo total de crédito do banco.

Receitas sobem e carteira também

Do lado das receitas, outra evolução: a receita financeira líquida de juros (NII) chegou a US$ 3,7 bilhões, alta de 9%, enquanto a receita total foi a US$ 5,8 bilhões, avanço de 39%, superando os US$ 5,60 bilhões esperados pelo consenso da Visible Alpha.

A carteira de crédito total subiu 37% no ano e 5% no trimestre, para US$ 39,4 bilhões. Desse montante, US$ 26 bilhões são de cartões de crédito, US$ 10,3 bilhões de crédito sem garantia e US$ 3,1 bilhões de crédito com garantia.

O Brasil encerrou o período com US$ 36,4 bilhões, o México, com US$ 5,7 bilhões, e a Colômbia, com US$ 3,3 bilhões.

No país da América do Norte, o Nubank explica que os depósitos caíram modestamente novamente neste trimestre, como parte da estratégia deliberada de otimização da captação, ‘que melhora o custo de financiamento ao mesmo tempo que mantém ampla liquidez’.

Número de clientes aumenta

No Brasil, o Nu alcançou quase 118 milhões de clientes, alta de 13%. ‘O Nu já atende a maior parte do segmento de mass market e é o principal banco de uma parcela significativa desses clientes.’

No México, o Nubank já é o maior banco digital do país. Segundo o roxinho, o Nu atende 16,5% da população adulta do México, percentual comparável ao do Brasil em 2020.

Porém, a monetização ocorre mais cedo, com ARPAC (receita média por cliente ativo) de US$ 12,3, ante US$ 5,6 no Brasil no mesmo estágio.

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Quando será o próximo eclipse solar? Veja as datas do próximo 'anel de fogo' e o 'eclipse do século'

Após o eclipse solar de 12 de agosto, dois novos fenômenos do tipo estão previstos para 2027: um eclipse anular, em fevereiro, e um eclipse solar total, em agosto. O evento desta quarta-feira, 12, pôde ser observado de forma total em regiões da Groenlândia, Islândia e Espanha, enquanto a fase parcial ficou visível em grande parte da Europa e no noroeste da África.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/quando-sera-o-proximo-eclipse-solar-veja-as-datas-do-proximo-anel-de-fogo-e-o-eclipse-do-seculo/

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Sarah J. Maas has 2 new books in the 'A Court of Thorns and Roses' series coming. Here's everything we know so far.

A headshot of Sarah J. Maas in front of a printed wallpaper.
Sarah J. Maas is publishing the sixth "A Court of Thorns and Roses" book.

Alexandra Genova / SAINT LUCY Represents

  • Sarah J. Maas announced the release dates for the next two "ACOTAR" novels on "Call Her Daddy."
  • The two books will be released on October 27, 2026, and January 12, 2027.
  • Maas said the two books will be separate volumes of the sixth "ACOTAR" story.

After five long years of waiting, Sarah J. Maas fans can rejoice — the sixth "A Court of Thorns and Roses" book finally has a release date. Well, it actually has release dates.

On March 4, 2026, the author announced the next "ACOTAR" book would be published on October 27, 2026.

The work is eagerly awaited not only by fans but also by Maas' publisher, Bloomsbury. The company's sales fell 10% for the 2025-2026 fiscal year because Maas didn't release a new book, Publishers Weekly reported.

Interestingly, though, Maas said her next novel will be just part one of the sixth "ACOTAR" story, with parts two and three released together in January 2027. Part four will be released separately.

Here's everything we know about "ACOTAR" book six so far.

Warning: Some spoilers for Maas' work ahead, including "ACOTAR" and "Crescent City."

Maas is releasing book six of 'A Court of Thorns and Roses' in multiple volumes

Maas announced the next "ACOTAR" book was on its way during an appearance on the "Call Her Daddy" podcast with Alex Cooper.

She told Cooper she finished the book while writing in Montana over the summer of 2025, but declined to reveal the book's title or which characters from the world of "ACOTAR" will be telling the story.

She also didn't share the novel's length, which she said was for a specific reason.

Sarah J. Maas for "Call Her Daddy."
Sarah J. Maas for "Call Her Daddy."

Call Her Daddy

"OK, well, part of why I guess it's tricky to talk about the length of this book is because this book's coming out October 27, and then on January 12, like two months later, I can't do math, whatever that is, the next ACOTAR book will be coming out," Maas said. "So there will be two books within, like, a very short span."

As her fans will know, Maas' books are typically split into parts, separating different sections of the story she is telling. However, when it comes to the sixth "ACOTAR" book, Maas said the individual parts became longer than she anticipated as she started writing, with part one coming in at 400 pages at one point.

As she continued writing, Maas decided the parts didn't have to be in a single physical book.

"I decided I wasn't gonna approach this project from a traditional format of a book," she said. "What if this book was really long? Like, what if it took me more than a thousand pages to tell the story that needed to be told, the arc that I wanted to create from start to finish?"

Maas said the story for "ACOTAR" six was ultimately divided into four parts, though it is still one cohesive story. Part one is the novel that Bloomsbury will publish on October 27, 2026, and parts two and three will be published together as one volume on January 12, 2027. Maas has yet to write or give a publication date for part four, but she said all three volumes would be published "in a very short time."

Although the works will be published individually, Maas told Cooper she still hopes readers treat them as one story once they are all out in the world.

"It's meant to be read, ideally, as one massive, massive story as opposed to in a trilogy," she said. "It's not a trilogy. Like, arcs aren't wrapped up."

The next 'ACOTAR' has been in the works for years

Although Maas hadn't given detailed information about the sixth "ACOTAR" book before her "Call Her Daddy" appearance, it wasn't a total shock that her next work would bring readers back to Prythian.

In March 2023, Bloomsbury announced that Maas had signed a deal for three more books with the publisher. At the time, she was already under contract for four titles, including "House of Flame and Shadow," the third installment in her "Crescent City" series, published in January 2024.

In September 2023, Maas gave readers their first clue as to what would come next in the six books she had left under her contract, telling authors Christina Hobbs and Lauren Billings during a "Live Talks Los Angeles" appearance that she was "drafting" the next "ACOTAR" book — and having a blast doing it.

Sarah J. Maas attends a Tory Burch show during New York Fashion Week in February 2024.
Sarah J. Maas in February 2024.

Cindy Ord/Getty Images for Tory Burch

"I will say that I've become so focused and obsessed with writing this book," she told Hobbs and Billings. "It's like that feeling of having a crush or when you're first, like, obsessed with someone, and you're just thinking about it nonstop."

Likewise, in a January 2024 interview with Jenna Bush Hager, Maas said her next published work would be the sixth installment of "ACOTAR," saying she was "very, very excited about that one."

However, the book seems to have transformed since those comments based on Maas' conversation with Cooper.

Clues about the future of 'ACOTAR'

Maas has been tight-lipped about the contents of her coming work, but on August 13, Bloomsbury shared an "ACOTAR Autumn Equinox" digital kit to its website that may offer some clues.

The kit breaks down how to throw an Autumn Equinox-themed release party for book six, including recipes, discussion questions, and games readers can play together to celebrate the book.

The whole guide is themed on autumn, which may be a sign that at least some of the book will take place in the Autumn Court. There are also a few recipes in the guide, including a "Shadowsinger Spritz," a nod to Night Court member Azriel. It's possible the drink hints that the book will focus on the shadowsinger Azriel, though the Autumn imagery may suggest that Lucien Vanserra or his brother Eris will be a focus of the story.

The guide also contains a "predictions tracker" with group discussion questions. One question asks which points of view the story will be told from, and another asks what new romances may be featured in the coming book, suggesting the story will be told by and follow multiple characters. It also asks how Bryce Quinlan's journey to Prythian in "House of Flame and Shadow" will impact the story, making it clear that fans should read the entire "Crescent City" series before "ACOTAR" six. That won't be a surprise to fans who have been following Maas' work.

The most recent book in the "ACOTAR" series, "A Court of Silver Flames," was released in 2021 and focused on Nesta Archeron. The first four books were told from the perspective of Feyre Archeron, while Maas seemed to usher in a new era of the series by writing from her sister's perspective in "ACOSF."

Nesta also appeared in "House of Flame and Shadow," which created a multiverse between "ACOTAR," "Crescent City," and the "Throne of Glass" series.

In "House of Flame and Shadow," Nesta and Azriel discover that the magical prison in Prythian lies atop what was once a powerful fae court, the Dusk Court, alongside Bryce.

They also learn that Rhysand's lineage traces back to the fae who ruled the Dusk Court, creating the potential for Rhys to rule two courts.

The cover of "House of Flame and Shadow" by Sarah J. Maas.
"House of Flame and Shadow."

Bloomsbury

Nesta also seems to have connections to those long-forgotten fae, as she bears an eight-pointed star tattoo that matches a chamber in the prison and the design on a sword called Gwydion that had been missing from Prythian for centuries. The sword had been with Bryce's family on her planet, Midgard, where it is called the Starsword. She used the sword and Azriel's matching dagger, Truth-Teller, to bring peace to her planet.

When she returned the dagger to Azriel, Bryce also gifted Gwydion to Nesta.

"I think that eight-pointed star was tattooed on you for a reason. Take that sword and go figure out why," Bryce told Nesta.

It's possible Maas was setting up a continuation of Nesta's story for her next "ACOTAR" story in the scene, which may see her explore her power and connections to the fae of the Dusk Court.

Elain's role in future 'ACOTAR' books

Although Maas tied "ACOTAR" and "Crescent City" together primarily through Nesta and Azriel in "House of Flame and Shadow," it's possible she may turn to other characters or balance multiple plots in her next book, given the length of the coming volumes. For instance, Maas told Eva Chen during an appearance on "Live Talks Los Angeles" in February 2021 that she planned to write a book from the third Archeron sister's perspective — Elain.

In "A Court of Silver Flames," Elain had settled into life at the Night Court, refusing to explore her mating bond with Lucien. After breaking ties with Tamlin and the Spring Court, Lucien served as an emissary to the human lands for the Night Court, keeping his distance from Elain because being around her was painful.

Maas also spoke to Cooper about Elain and Lucien's mating bond, indicating that she was eager to explore how it differs from others we see in her works.

"I think Elain's got her own trauma and shit that she's going through right now," she said, adding that Lucien's involvement in bringing Elain to the fae world is a barrier to their relationship.

"So, exploring a concept of a free will, what does that look like with a mating bond?" Maas said. "What does that mean? And does nature get it wrong sometimes? Does it get it right sometimes?"

Maas said she was "interested" as a writer in exploring what it meant for someone not to desire to be mated, which could mean she would wrote about that topic in her coming work.

Elain also seems to have an attraction to Azriel in the text, though Maas juxtaposed their bond with how ill-fitting aspects of life at the Night Court are for Elain during a visit to the Court of Nightmares in "ACOSF." Some fans think Maas set up a storyline in which Elain finds a home at another court (which could lead her back to Lucien, who has ties to the Autumn, Spring, and Dawn courts), and that Azriel will find love with Nesta's friend Gwyn instead of Elain.

Maas also hasn't explored the full potential of Elain's Seer powers in the series, so she will likely write more about her abilities in future "ACOTAR" novels.

Read the original article on Business Insider

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Ibovespa tem 8ª queda seguida, sequência vista apenas 7 vezes em mais de 20 anos

O Ibovespa fechou em baixa nesta quinta-feira, 13, o oitavo pregão consecutivo de perdas, com investidores digerindo uma bateria de balanços corporativos e acompanhando a saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira. O principal índice da B3 recuou 0,23%, aos 167.100,95 pontos, após oscilar entre 166.196,92 e 168.515,49 pontos. O volume financeiro somou R$ 22,4 bilhões. O dólar à vista avançou 0,25%, a R$ 5,1925.

Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/ibovespa-tem-8a-queda-seguida-sequencia-vista-apenas-7-vezes-em-mais-de-20-anos/

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Negociação pela Amil terá reunião decisiva; Bain e Advent querem definição rápida

O início da próxima semana deve ser decisivo para o futuro da Amil. Depois de meses de conversas, Bain Capital e Advent International se aproximaram das condições apresentadas pelo atual dono da operadora de planos de saúde, José Seripieri Filho, o Júnior, e esperam usar um encontro com o empresário para tentar colocar um ponto final na negociação.

A diligência sobre a companhia já foi concluída, segundo apurou o InvestNews com pessoas próximas às conversas. Agora, o principal obstáculo deixou de ser a avaliação dos fundos sobre a Amil e passou a ser a garantia de que, caso aceitem as exigências de Júnior, não haverá novos pedidos.

Quem acompanha o negócio de perto avalia hoje que Bain e Advent tendem a aceitar os termos apresentados pelo empresário nos últimos dias. A cautela está relacionada às idas e vindas de Júnior na negociação.

Em troca, querem uma sinalização definitiva de que o aceite será suficiente para fechar a operação – e, se possível, sair do encontro com o acordo assinado.

Reunião decisiva

Um encontro entre os principais envolvidos deve ocorrer já no início da próxima semana. Júnior estará acompanhado de Alberto Bulus e Grace Tourinho, nomes de confiança que também são sócios do empresário na condução da Amil.

Empresário José Seripieri Filho, o Júnior, dono da Amil
Empresário José Seripieri Filho, o Júnior, dono da Amil (Ilustração: Daniela Arbex)

A reunião foi noticiada nesta quinta-feira (13) pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo. Segundo a apuração do InvestNews, a discussão agora está concentrada nas condições para a assinatura do acordo.

Na última conversa, Júnior teria endurecido sua posição e apresentou novas exigências de preço e estrutura.

As conversas até aquele momento caminhavam para um negócio de R$ 15 bilhões, mas a nova pedida do empresário pode levar o valor da transação para perto de R$ 18 bilhões.

Transição preparada

O grau de preparação de Bain e Advent dá uma dimensão de quanto a negociação avançou. A captação dos recursos necessários para realizar a operação já estariam engatilhados, segundo pessoas próximas às conversas.

As gestoras também já escolheram quem gostariam de colocar no comando da Amil caso a aquisição seja concluída. O nome é Irlau Machado, ex-presidente da NotreDame Intermédica e um velho conhecido da Bain Capital. Machado comandou a operadora durante parte do período em que a gestora americana foi sua controladora.

Para Júnior, a posição na mesa continua confortável. Como mostrou o InvestNews, o empresário já recebeu dividendos da Amil superiores aos cerca de R$ 2 bilhões que desembolsou para comprar a operadora da UnitedHealth em 2023.

Além disso, a companhia voltou a crescer e gerar caixa depois da aquisição, reduzindo a necessidade de Júnior aceitar uma proposta que considere insuficiente. Já os compradores querem a segurança de que, uma vez aceitas, elas serão as últimas.

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Agente de inteligência artificial cobrou milhares de dólares da pessoa errada; entenda o caso

Os agentes de inteligência artificial estão deixando de atuar apenas como ferramentas de apoio para assumir tarefas operacionais, financeiras e administrativas dentro das empresas. Esse avanço promete ganhos de produtividade, mas também amplia os riscos quando sistemas autônomos executam ações sem supervisão adequada.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/agente-de-inteligencia-artificial-cobrou-milhares-de-dolares-da-pessoa-errada-entenda-o-caso/

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