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‘VÍDEO’ mostra suspeitos detidos após morte de jovem em salto sem corda

Chegada dos investigados na delegacia, e a vítima em preparação do salto. Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um vídeo divulgado neste sábado (13) mostra a chegada de três suspeitos à delegacia de Limeira, no interior de São Paulo, após a morte de uma jovem de 21 anos durante a prática de rope jump na Trilha da Ponte do Esqueleto. O acidente ocorreu pela manhã e é investigado pelas autoridades.

As imagens registram o momento em que os envolvidos são levados à unidade policial. De acordo com informações divulgadas pela Gazeta de Limeira, seis pessoas foram encaminhadas ao Distrito Policial, mas apenas três permaneceram detidas após os primeiros procedimentos da investigação.

Segundo a apuração inicial, a jovem identificada como Maria Eduarda Rodrigues participava da atividade organizada pela empresa responsável pelos saltos quando foi lançada de uma ponte com cerca de 30 metros de altura sem o equipamento que deveria garantir sua segurança.

Testemunhas relataram que pessoas que estavam no local tentaram reanimar a vítima por meio de manobras de ressuscitação cardiopulmonar até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Apesar dos esforços, a morte foi constatada ainda no local em razão dos múltiplos ferimentos sofridos na queda.

O boletim de ocorrência informa que, ao chegarem à área do acidente, policiais encontraram dois homens próximos à vítima. Durante o atendimento da ocorrência, um dos agentes se afastou para auxiliar o resgate e, nesse momento, os indivíduos fugiram em direção a uma região de mata.

A fuga mobilizou equipes de apoio e uma aeronave policial para auxiliar nas buscas. As diligências resultaram na condução dos suspeitos à delegacia para prestar esclarecimentos sobre as circunstâncias do caso.

Ainda conforme o registro policial, a vítima teria sido arremessada da ponte por três pessoas sem que houvesse a conferência ou utilização do equipamento de segurança considerado indispensável para a atividade. Para os investigadores, os elementos reunidos até o momento indicam que os envolvidos assumiram o risco de provocar o resultado que levou à morte da jovem.

As autoridades também destacaram que o local possui histórico de ocorrências graves, incluindo registros anteriores com vítimas fatais. O caso segue em investigação para apurar responsabilidades e esclarecer todas as circunstâncias do acidente.

Veja o vídeo do salto:

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As 7 falhas de segurança que podem explicar a morte de jovem em salto em Limeira

Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, e o local do salto na Ponte do Esqueleto. Foto: Reprodução/Redes Sociais

A morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, durante um salto de rope jump na Ponte do Esqueleto, em Limeira, expôs uma sucessão de possíveis falhas de segurança que agora são investigadas pela Polícia Civil. Segundo informações preliminares da Polícia Militar, a jovem teria sido lançada da plataforma sem estar presa ao equipamento que deveria sustentá-la.

Em atividades de aventura com cordas, a primeira regra é simples: ninguém salta sem conferência completa do sistema. Normas de turismo de aventura, como a ABNT NBR ISO 21101, tratam da necessidade de gestão de segurança, identificação de riscos e aplicação de processos para reduzir acidentes.

O primeiro erro possível foi a ausência de conexão efetiva da vítima à corda principal. Se a jovem foi arremessada sem o equipamento preso ao corpo, como relatado preliminarmente, a barreira mais básica de segurança falhou antes mesmo do salto.

O segundo erro foi a aparente falta de dupla checagem. Em atividades com corda, o procedimento seguro exige que mais de uma pessoa confira arnês, mosquetões, nós, trava, ancoragem e linha de salto antes da liberação. Checklists técnicos de atividades verticais recomendam inspeção de corda, arnês, conectores e ancoragens antes de cada descida ou operação.

O terceiro ponto é a falta de comando claro para autorizar o salto. Em operação segura, uma pessoa deve ser responsável por dar a ordem final apenas depois da confirmação verbal e visual de que todos os sistemas estão conectados. Se ninguém soube dizer quem deveria prender ou conferir Maria Eduarda, houve falha grave de cadeia de comando.

O quarto erro possível foi a ausência de redundância. Em atividades de risco, especialmente em altura, sistemas de proteção costumam trabalhar com linhas, travas ou pontos de segurança independentes para evitar que uma única falha produza queda fatal. A NR-35, usada como referência para trabalho em altura, define equipamentos destinados a deter quedas e prevê medidas de controle quando houver risco à integridade física.

O quinto erro foi não interromper a operação diante de dúvida. Se os próprios envolvidos disseram à polícia que estão “desnorteados” e não sabem explicar o que ocorreu, isso indica que o procedimento não tinha travas suficientes para impedir uma liberação insegura. Em protocolos de risco, dúvida operacional é condição para parar tudo.

O sexto erro possível foi a falta de controle da área e da plataforma. Um participante não deve chegar ao ponto de salto sem estar equipado, conectado e identificado como pronto. A gestão de segurança em turismo de aventura exige processos organizados para controlar riscos antes, durante e depois da atividade

O sétimo erro foi a aparente ausência de resposta preventiva eficaz, apesar do histórico de risco no local. A Ponte do Esqueleto já havia sido alvo de pedidos de bloqueio e sinalização após outra morte. Mesmo assim, atividades voltaram a ocorrer na estrutura. A tragédia indica que não bastava haver corda, instrutor e propaganda: era preciso haver método, fiscalização e uma sequência rígida de checagens que impedisse exatamente o que aconteceu.

Veja o vídeo do salto:

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Mulher morre após ser jogada sem cordas durante salto de rope jump no interior de SP

Uma jovem de 21 anos morreu na manhã deste sábado (13) após ser lançada de uma altura de aproximadamente 40 metros durante uma atividade de rope jump, em Limeira, no interior de São Paulo. A vítima foi identificada como Maria Eduarda Rodrigues de Freitas. Segundo a Polícia Militar, testemunhas relataram que a equipe responsável pela […]
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Juiz vê liberdade de expressão e nega remoção de post contra Renan Santos

Renan Santos
O pré-candidato a presidência, Renan Santos. Foto: Divulgação/Luiz Rebelato

A Justiça de São Paulo negou um pedido de Renan Santos, líder do MBL e pré-candidato à Presidência pelo Missão, para que plataformas como X e Instagram removessem uma publicação feita por JR Freitas, líder de motoboys e pré-candidato a deputado estadual pelo PSol.

No post, Freitas publicou trecho de um boletim de ocorrência em que uma mulher relata ter sido vítima de assédio por Renan. O dirigente do MBL nega a acusação e afirma ter sido absolvido no caso. Nos autos, ele apresentou certidões para demonstrar que não possui antecedentes criminais.

Renan alegou à Justiça que era alvo de uma campanha de difamação. Também afirmou que Freitas teria omitido deliberadamente a informação de que ele foi absolvido e divulgado documento que, segundo a defesa, era sigiloso.

Olha o B.O aberto contra o candidato do MBL a presidência da República. Segundo o Renan Santos, isso é invenção da cabeça da garota. pic.twitter.com/PbP6xVTQME

— JR Freitas (@jrfreitasofc_) April 5, 2026

O juiz Fabio Evangelista de Moura, da 45ª Vara Cível de São Paulo, rejeitou o pedido. Na decisão, o magistrado afirmou que a retirada de manifestações em redes sociais é uma medida excepcional e só deve ocorrer diante de clara violação de direitos.

O magistrado também entendeu que a publicação do boletim de ocorrência, por si só, não significa imputação direta de crime ao líder do MBL. Ele ressaltou que Renan, por ser figura pública, tem esfera de proteção à intimidade e à vida privada mais limitada, sem perder proteção contra conteúdos evidentemente falsos.

JR Freitas ganhou projeção em São Paulo durante a disputa sobre a regulamentação do serviço de mototáxi. Ele liderou mobilizações de entregadores e motoboys e atuou como interlocutor da categoria em debates com o governo federal sobre trabalho por aplicativo.

Em maio, Freitas participou de evento com Lula no lançamento de uma linha de crédito para motoristas de aplicativo. O motoboy é apontado como uma das apostas do PSol para a disputa à Assembleia Legislativa de São Paulo.

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Alexandre Frota se oferece para pagar multa de jornalista perseguido por Zambelli

Zambelli
Carla Zambelli e o jornalista Luan Araújo. Foto: Reprodução

Alexandre Frota, ex-deputado federal e atual vereador em Cotia, se ofereceu para pagar a multa de R$ 2.216,30 imposta ao jornalista Luan Araújo, condenado pela Justiça de São Paulo por difamação contra Carla Zambelli. A oferta foi feita após a pena pecuniária ser convertida em prisão pelo juiz José Fernando Steinberg.

Luan foi perseguido por Carla Zambelli em outubro de 2022, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, quando a então deputada federal sacou e apontou uma arma em sua direção em São Paulo. Depois do episódio, o jornalista publicou um texto relatando o caso e criticando a bolsonarista.

Em uma postagem de Luan sobre a conversão da multa em pena privativa de liberdade, Frota comentou: “Vamos pagar a multa. Se quiser, pede ao advogado para me ligar”.

A defesa de Luan afirmou que pedirá habeas corpus na segunda-feira (8). O advogado Renan Bohus disse que já havia informado à Justiça que o jornalista não tem condições financeiras de pagar o valor integral da multa e havia requerido o parcelamento da obrigação.

Print da mensagem de Frota a Luan Foto: Reprodução

Em nota, a defesa afirmou que causa estranheza o indeferimento do pedido e a conversão da sanção em prisão, mesmo diante da alegação de incapacidade econômica. “Entendemos que a pobreza não pode ser tratada como motivo para encarceramento”, diz o texto.

Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 5 anos e 3 meses de prisão por porte ilegal de arma e constrangimento ilegal com emprego de arma de fogo no episódio envolvendo Luan. A ex-deputada também responde a processo de extradição na Itália relacionado a essa condenação.

No mês passado, Zambelli deixou a prisão na Itália após a Justiça do país anular sua extradição ao Brasil no processo em que foi condenada por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça. Ela estava presa desde julho de 2025 em um presídio nos arredores de Roma.

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Flávio Bolsonaro perde força no Sudeste e acende alerta no PL

Flávio Bolsonaro
O senador e pré-candidato a presidência, Flávio Bolsonaro. Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo

A queda de Flávio Bolsonaro nas pesquisas no Sudeste virou motivo de preocupação entre aliados do Zero Um. A avaliação no entorno do pré-candidato do PL é que um nome enfraquecido na disputa presidencial terá dificuldade para impulsionar palanques estaduais em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, os três maiores colégios eleitorais do país.

Segundo a Coluna do Estadão, pesquisa Atlas/Bloomberg mostrou que Flávio Bolsonaro caiu de 41,2% para 30,7% no Sudeste entre abril e maio. No mesmo período, Lula avançou na região, considerada estratégica para qualquer candidatura presidencial.

O Rio de Janeiro é apontado como um dos principais focos de tensão. O estado é o berço político da família Bolsonaro, mas o palanque local do PL é descrito por bolsonaristas como “totalmente bagunçado”. O candidato ao governo é Douglas Ruas, que ainda busca se tornar conhecido e carrega o desgaste de ter integrado a gestão Cláudio Castro.

Castro desistiu de disputar o Senado após ser atingido por duas operações da Polícia Federal. As investigações apontaram relações entre o ex-governador e Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, caso que já provocou danos políticos à pré-campanha de Flávio Bolsonaro.

Jair Bolsonaro deve definir nos próximos dias quem substituirá Castro na composição ao Senado. Entre os nomes avaliados estão Sóstenes Cavalcante, Carlos Jordy e Carlos Portinho. A escolha é tratada como peça central para tentar reorganizar o palanque fluminense.

Em Minas Gerais, a situação também é indefinida. O senador Cleitinho, do Republicanos, lidera pesquisas recentes, mas ainda não confirmou se será candidato ao governo. Um aliado de Flávio Bolsonaro disse ao Estadão que Cleitinho “só sabe ser pedra, não sabe ser vidraça”, em referência ao risco de ele não sustentar uma candidatura majoritária.

A preocupação da direita é que a perda de força de Flávio Bolsonaro no Sudeste reduza sua capacidade de organizar alianças e transferir votos. A região concentra estados decisivos e, no caso do Rio, expõe um problema adicional: a família Bolsonaro enfrenta desgaste justamente em seu principal território político.

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Festas juninas agitam São Paulo e região em junho; veja onde aproveitar

Junho chegou e com ele trouxe bandeirinhas, forró, quentão e uma longa programação de festas juninas espalhadas por São Paulo e região metropolitana. Entre grandes eventos gratuitos em parques e centros culturais até quermesses tradicionais organizadas por paróquias, os arraiás vão movimentar diferentes bairros da capital e cidades do ABC Paulista ao longo das próximas semanas. Veja os detalhes na TVT News.

Entre os destaques está o São João promovido no Parque Villa-Lobos, na Zona Oeste da capital. O evento recria o clima das vilas nordestinas com fogueira cenográfica, casinhas decoradas e apresentações culturais. A programação acontece nos finais de semana até 21 de junho, sempre a partir das 10h, com entrada gratuita mediante retirada antecipada de ingressos pela Sympla.

Outro tradicional ponto de encontro junino é o Memorial da América Latina, na Barra Funda. A festa reúne mais de 80 barracas gastronômicas com pratos típicos à base de milho, apresentações de quadrilhas e shows de forró e sertanejo. O festival principal ocorre nos dias 20 e 21 de junho, mas o espaço também receberá uma segunda etapa do arraial em julho.

CTN celebra 10 anos de São João

O CTN – Centro de Tradições Nordestinas promove uma das maiores festas juninas da cidade. O “São João de Nóis Tudim” comemora 10 anos em 2026 com mais de 350 horas de programação cultural, quadrilhas, parque de diversões e restaurantes com culinária típica dos nove estados nordestinos.

O arraial acontece entre 29 de maio e 26 de julho, sempre às sextas, sábados e domingos. A entrada é gratuita, mas comidas, bebidas e brinquedos são cobrados à parte.

Já em Pinheiros, o Largo da Batata recebe o “Arraial do Largo da Batata” nos dias 6 e 7 de junho. O evento reúne shows de forró, apresentações de quadrilhas e barracas de comidas típicas com preços populares. A programação é gratuita e pet-friendly.

No circuito cultural da cidade, a Pina Contemporânea recebe a terceira edição da “Pina Junina”, com apresentações musicais, bingo cultural e espetáculo do Balé Popular Cordão da Terra. O evento ocorre no dia 6 de junho, das 12h às 18h, com entrada gratuita.

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Quermesses mantêm tradição nos bairros paulistanos

As tradicionais festas organizadas por igrejas também seguem como parte importante do calendário junino paulistano. No Brás, a Paróquia São Vito Mártir realiza a 108ª Festa de São Vito, conhecida pela forte influência italiana e pelas receitas típicas preparadas pelas “Mammas”. O evento acontece aos sábados e domingos até 12 de julho.

Na região central, a Paróquia Nossa Senhora da Consolação promove sua tradicional festa junina ao lado da Praça Roosevelt, com brincadeiras, pescaria, comidas típicas e shows ao vivo em diversos finais de semana de junho.

No Tatuapé, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição transforma a Praça Silvio Romero em um grande arraial familiar, com música ao vivo e barracas tradicionais. A programação segue até 29 de junho.

ABC Paulista também entra no clima

Na região metropolitana, Santo André recebe o “Arraiá Rock” no Largo dos Padeiros, em Paranapiacaba. O evento mistura tradição junina com apresentações de bandas de rock e decoração temática inspirada na Copa do Mundo de 2026. A festa ocorre nos finais de semana de 6, 7, 13 e 14 de junho, com entrada gratuita.

Em São Bernardo do Campo, a tradicional Quermesse do Rudge Ramos ocupa a Praça São João Batista até 19 de julho. Considerada uma das mais populares do ABC Paulista, a festa reúne barracas de comidas típicas, bingo beneficente e atrações voltadas para famílias de toda a região.

Serviço: festas juninas e quermesses em São Paulo e região

Parque Villa-Lobos

  • Datas: Finais de semana de 23 de maio a 21 de junho (incluindo os dias 4, 5, 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de junho).
  • Horário: A partir das 10h.
  • Onde: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros
  • Ingressos: Entrada gratuita, mas com necessidade de resgate antecipado de ingressos via Sympla (sujeito a lotação).

Memorial da América Latina

  • Datas: 20 e 21 de junho (com uma “parte 2” (Arraial no Memorial) agendada para 19, 20, 26 e 27 de julho).
  • Horário: Das 11h às 21h.
  • Onde: Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda
  • Ingressos: Entrada gratuita.

CTN – Centro de Tradições Nordestinas

  • Datas: De 29 de maio a 26 de julho (às sextas, sábados e domingos).
  • Horário: Sextas das 19h às 02h; sábados das 11h às 04h; domingos e feriados das 11h às 22h.
  • Onde: R. Jacofer, 615 – Limão
  • Ingressos: Entrada gratuita (consumo de alimentos, bebidas e brinquedos cobrados à parte).

Largo da Batata

  • Datas: 6 e 7 de junho.
  • Horário: Das 11h às 22h.
  • Onde: Av. Brig. Faria Lima, S/N – Pinheiros
  • Ingressos: Entrada gratuita (evento pet-friendly).

Pina Junina

  • Datas: 6 de junho (sábado).
  • Horário: Das 12h às 18h.
  • Onde: Pinacoteca de São Paulo, Praça da Luz, 2 – Luz
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Paróquia São Vito Mártir

  • Datas: De 30 de maio a 12 de julho (sábados e domingos).
  • Horário: A partir das 19h.
  • Onde: R. Polignano A Mare, 53 – Brás
  • Ingressos: Entrada para a praça de alimentação custa R$ 15 (comprada na bilheteria local). Os convites para a Cantina interna devem ser adquiridos via Ticket360.

Paróquia Nossa Senhora da Consolação

  • Datas: Dias 5, 6, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de junho.
  • Horário: A partir das 17h.
  • Onde: R. da Consolação, 585 – Consolação
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Paróquia Nossa Senhora da Conceição

  • Datas: De 30 de maio a 29 de junho (sábados e domingos).
  • Horário: Das 17h às 23h (sábados) e das 17h às 22h (domingos).
  • Onde: Pça. Sílvio Romero – Tatuapé
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Arraiá Rock Paranapiacaba

  • Datas: Finais de semana de 6, 7, 13 e 14 de junho.
  • Horário: Programação diurna e vespertina (recomenda-se ir cedo devido à neblina e ao estacionamento limitado na vila).
  • Onde: Largo dos Padeiros – Paranapiacaba, Santo André
  • Ingressos: Aberto ao público / Entrada gratuita.

Paróquia São João Batista

  • Datas: De 9 de maio a 19 de julho (às sextas, sábados e domingos).
  • Horário: A partir das 18h.
  • Onde: Praça São João Batista, 01 – Rudge Ramos
  • Ingressos: Entrada gratuita.

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Vazamento de gás provocado durante obra da Sabesp no Centro de SP expõe riscos à população

A deputada estadual Professora Bebel criticou o novo incidente envolvendo uma obra da Sabesp no centro da capital paulista, após uma escavação atingir uma tubulação de gás e provocar um vazamento na região da República, na noite desta quinta-feira (4). Saiba mais na TVT News.

Imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que uma máquina utilizada durante a obra atinge a rede subterrânea, causando o vazamento. Trabalhadores que acompanhavam o serviço precisaram se afastar rapidamente da área diante do risco provocado pela ocorrência.

Para a parlamentar, o episódio evidencia problemas recorrentes na execução de obras pela companhia após sua privatização e coloca em xeque os protocolos de segurança anunciados recentemente pela empresa.

“Mais uma obra irresponsável da Sabesp privatizada pelo governo Tarcísio de Freitas leva pânico à população em pleno centro de São Paulo. Novamente uma intervenção da companhia atinge uma tubulação de gás, colocando trabalhadores e moradores em situação de risco”, afirmou Bebel.

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A deputada também questionou a qualidade dos serviços prestados pela concessionária e a política adotada pelo governo estadual para a gestão do saneamento.

“Além de realizar um serviço que tem gerado inúmeros transtornos à população e impor tarifas cada vez mais pesadas aos consumidores, a Sabesp privatizada parece se especializar em colocar vidas em risco. É preciso que haja apuração rigorosa sobre as responsabilidades desse episódio e medidas efetivas para evitar que novos acidentes aconteçam”, declarou.

Medidas de segurança sob questionamento

O incidente ocorreu poucos dias após a Sabesp divulgar novos procedimentos de segurança para obras em áreas urbanas, incluindo a ampliação das chamadas janelas de inspeção, destinadas à identificação prévia de redes subterrâneas antes do início das escavações.

Para Bebel, o novo acidente demonstra que as medidas anunciadas não têm sido suficientes para garantir a segurança da população e dos trabalhadores envolvidos nas intervenções.

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Polícia apura origem dos tiros que atingiram seis pessoas em estação de metrô em SP

Entrada bloqueada da estação São Bento da Linha 1-Azul do metrô, no Centro de SP — Foto: Reprodução/TV Globo
A Polícia Civil apura a origem dos tiros que atingiram seis pessoas durante uma tentativa de assalto na estação São Bento do metrô, no Centro de São Paulo, na tarde do sábado (30). A dinâmica dos disparos ainda será esclarecida por meio da perícia e da análise de imagens e testemunhos. Segundo boletim de ocorrência,  não […]
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Vacina contra febre amarela tem foco no Grande ABC; entenda

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) intensificou a campanha de vacinação contra a febre amarela nos sete municípios do Grande ABC após a confirmação da circulação do vírus na região. O alerta foi emitido depois que um macaco foi encontrado morto em Santo André com resultado positivo para a doença, sinalizando risco de transmissão em áreas de mata e parques da região. Saiba os detalhes na TVT News.

A medida vale para Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Segundo as autoridades sanitárias, a morte de primatas funciona como um importante indicador epidemiológico, já que esses animais atuam como “sentinelas” da circulação viral em áreas silvestres.

O governo estadual reforçou que não há transmissão da febre amarela entre pessoas nem de macacos para humanos. A infecção ocorre apenas pela picada de mosquitos infectados, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ciclo silvestre.

Vacinação varia conforme o município

Em Santo André, onde houve a confirmação do vírus no primata, a vacinação foi ampliada para bebês a partir dos seis meses de idade. Crianças entre seis e oito meses recebem a chamada “dose zero”, utilizada como proteção inicial, mas que não substitui as doses previstas no calendário regular, aplicadas aos nove meses e aos quatro anos.

Nas demais cidades do Grande ABC, a recomendação é voltada para pessoas a partir dos nove meses que nunca se vacinaram, possuem esquema vacinal incompleto ou frequentam áreas de mata, parques e regiões consideradas de risco.

A SES-SP também orienta que idosos acima de 60 anos, gestantes e mulheres que amamentam bebês de até seis meses passem por avaliação médica antes de receber a vacina.

Outro ponto de atenção envolve as pessoas imunizadas com dose fracionada durante o surto de 2018. A orientação atual é que esses moradores procurem as unidades de saúde para receber a dose integral do imunizante.

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Estado registra mortes em 2026

O reforço da vacinação no ABC ocorre em meio ao avanço de casos em outras regiões paulistas. Até o momento, o estado contabiliza nove casos confirmados de febre amarela em humanos e cinco mortes.

Os registros estão concentrados em Lagoinha, com cinco casos e quatro óbitos, além de ocorrências em Cruzeiro, Araçariguama e Cunha. De acordo com o governo estadual, todas as pessoas infectadas não tinham histórico de vacinação.

Sintomas e prevenção

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, com sintomas que surgem de forma repentina. Entre os principais sinais estão febre alta, calafrios, dores intensas no corpo e na cabeça, náuseas, vômitos e fadiga extrema.

A principal forma de prevenção continua sendo a vacinação. Para ampliar a cobertura, o Estado determinou que os municípios facilitem o acesso ao imunizante nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), sem necessidade de agendamento prévio.

As prefeituras também foram orientadas a realizar busca ativa de moradores não vacinados, principalmente em áreas rurais, regiões próximas a parques e unidades de conservação ambiental.

Além disso, a vigilância sobre primatas segue sendo intensificada para identificar rapidamente novas áreas de circulação do vírus. O governo paulista também recomenda que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada e utilize o portal “Vacina 100 Dúvidas” para esclarecimentos sobre a segurança e eficácia do imunizante.

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Tarcísio rifa Flávio Bolsonaro sobre caso Vorcaro: “Muitas questões para ele explicar”

Tarcísio de Freitas Flávio Bolsonaro
O pré-candidato a presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas. Foto: Danilo Verpa/Folhapress

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta terça-feira (26) que Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem “muitas questões” a explicar sobre sua relação com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A declaração foi dada durante coletiva na entrega da primeira etapa da Estação de Tratamento de Esgoto de Perus, na Zona Norte da capital paulista.

Ao comentar o caso, Tarcísio de Freitas disse que a população acompanha o escândalo envolvendo o Banco Master e que o episódio exige explicações. “Como eu falei, eu acho que tem muitas questões que ele mesmo precisa explicar. A população está vendo esse escândalo do Banco Master, que é uma coisa que agride a sociedade como um todo. Isso deixa a sociedade em alerta e aí tudo tem que ser muito bem explicado”, afirmou.

A fala ocorre após a revelação de que Flávio Bolsonaro se reuniu com Daniel Vorcaro depois da primeira prisão do banqueiro. Segundo o senador, o encontro teve como objetivo “botar um ponto final” na questão do financiamento de “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro. A Polícia Federal deve apurar se a visita ocorreu para cobrar dinheiro ligado à produção.

Flávio Bolsonaro admitiu na semana passada que esteve com Vorcaro após a soltura do banqueiro, que passou a usar tornozeleira eletrônica. O encontro ocorreu no dia seguinte à decisão do TRF-1 que liberou o dono do Banco Master, em novembro de 2025.

▶️COBROU: Tarcísio cobra explicações de Flávio Bolsonaro sobre ligação com banqueiro investigado

O governador de São Paulo afirmou que Flávio Bolsonaro precisa esclarecer muitas questões sobre sua relação com Daniel Vorcaro, investigado por fraudes no Banco Master, dizendo que o… pic.twitter.com/KvgEXcnq2i

— Pesquisas Eleições (@EleicaoBr2026) May 26, 2026

Tarcísio de Freitas negou afastamento político de Flávio Bolsonaro e desejou sucesso ao aliado na viagem aos Estados Unidos. O governador disse que o senador é pré-candidato à Presidência e que considera “extremamente saudável” conversar com chefes de Estado e lideranças internacionais.

Questionado sobre a ausência em agendas conjuntas com Flávio Bolsonaro nas últimas semanas, Tarcísio de Freitas afirmou que está concentrado no governo paulista. “É porque eu tenho uma agenda de governador. Veja, eu estou governando o estado. Quando é que eu vou pensar em eleição? No período da campanha”, disse.

O caso “Dark Horse” entrou no centro da crise da pré-campanha de Flávio Bolsonaro após reportagens apontarem que Daniel Vorcaro financiou a cinebiografia de Jair Bolsonaro. O banqueiro chegou a repassar cerca de R$ 61 milhões ao projeto antes de ser preso.

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As mudanças na Parada LGBT+ aprovadas pela Câmara de SP

Parada do Orgulho LGBTQIA+ na avenida Paulista. Foto: Divulgação

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeira votação, nesta quarta-feira (20), um projeto de lei que restringe a realização de eventos LGBTQIA+ em vias públicas da capital.

A proposta, apresentada por Rubinho Nunes (União Brasil), determina que atividades que “façam alusão ou fomentem práticas LGBTQIA+”, incluindo a Parada do Orgulho LGBT+, sejam realizadas exclusivamente em espaços fechados, com controle de acesso e classificação indicativa para maiores de 18 anos.

O texto também proíbe a interdição de ruas e avenidas para esse tipo de manifestação e estabelece multas que podem chegar a R$ 1 milhão em caso de descumprimento. Segundo a justificativa apresentada pelo vereador, a medida busca proteger crianças e adolescentes e reduzir impactos urbanos provocados por grandes eventos realizados na cidade.

A votação ocorreu poucas semanas antes da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo de 2026, marcada para 7 de junho na Avenida Paulista. O evento é considerado um dos maiores do gênero no mundo e tradicionalmente reúne milhares de participantes na região central da capital paulista.

Segundo a organização do evento, o patrocínio caiu 60% entre 2025 e 2026 após a saída de empresas multinacionais, movimento que os organizadores associam ao avanço de políticas antidiversidade em outros países.

Atrações na Parada do Orgulho LGBTQIA+. Foto: Divulgação

Na mesma sessão, os vereadores aprovaram outro projeto relacionado à pauta LGBTQIA+, desta vez com conteúdo distinto. A proposta é de autoria da vereadora Amanda Paschoal (PSOL) e altera a Lei Municipal nº 17.301/2020 para impedir que empresas ou entidades condenadas por discriminação relacionada à orientação sexual ou identidade de gênero recebam benefícios do município.

A medida veta a celebração de contratos públicos, concessão de incentivos fiscais, patrocínios e outras formas de apoio financeiro a organizações condenadas administrativa ou judicialmente por práticas discriminatórias contra pessoas LGBTQIA+.

O projeto também prevê mecanismos permanentes de fiscalização. Entre eles estão a criação de canais de denúncia, a análise anual dos contratos firmados pela administração municipal e a possibilidade de suspensão de benefícios concedidos a entidades que descumprirem as determinações previstas na legislação.

Além disso, organizações que infringirem as regras poderão ser incluídas em cadastro de inidoneidade do município. A proposta busca ampliar o monitoramento da aplicação de recursos públicos e estabelecer critérios para a relação entre a administração municipal e entidades privadas.

As duas propostas ainda precisam passar por nova votação na Câmara Municipal antes de seguirem para eventual sanção ou veto do Executivo. As aprovações ocorreram em um contexto de discussões sobre a realização da Parada LGBT+ de 2026.

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Tarcísio lidera em SP e pode ser reeleito no 1º turno, diz pesquisa

Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad. Foto: Reprodução

Pesquisa divulgada nesta quinta (21) pelo instituto Paraná Pesquisas mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo de São Paulo e com chances de ser reeleito no primeiro turno. O atual chefe do Executivo estadual aparece à frente do ex-ministro Fernando Haddad (PT) tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.

Na simulação de primeiro turno, Tarcísio registra 47,3% das intenções de voto, enquanto Haddad aparece em segundo lugar, com 33,5%. Em seguida estão Paulo Serra (PSDB), com 4,3%, e Kim Kataguiri (Missão), com 3,4%.

Os eleitores que afirmaram não saber em quem votar ou preferiram não responder somam 5,1%. Já os votos brancos, nulos ou em nenhum dos candidatos chegam a 6,5%, segundo o levantamento.

Tarcísio tem vantagem ampla sobre Haddad no primeiro turno. Foto: Reprodução

No cenário de segundo turno, a vantagem do governador se amplia. Tarcísio alcança 52,7% das intenções de voto, enquanto Haddad registra 37,6%. Outros 4% não souberam responder e 5,7% declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos dois nomes.

Tarcísio venceria Haddad com mais de 15 pontos de vantagem no segundo turno. Foto: Reprodução

O percentual obtido por Tarcísio supera a soma dos demais adversários fora da margem de erro, estimada em 2,5 pontos percentuais. Esse resultado projeta mais da metade dos votos válidos ao governador, cenário que poderia garantir a reeleição já no primeiro turno.

O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 20 de maio em 82 municípios paulistas. Ao todo, foram entrevistados 1.640 eleitores. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-02706/2026.

Segundo os números do Paraná Pesquisas, a crise envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro não provocou alterações perceptíveis na intenção de voto em Tarcísio. Aliado do pré-candidato à Presidência, o governador manteve índices de apoio elevados mesmo após a divulgação de informações relacionadas ao financiamento do filme “Dark Horse”.

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Influenciadora Deolane Bezerra é presa em ação da Polícia Civil de SP

Da Agência Brasil

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em Barueri, região metropolitana de São Paulo. Ela foi detida numa operação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Polícia Civil.

Deolane foi detida em sua casa, uma mansão que fica em Alphaville, bairro que concentra condomínios luxuosos.

A Operação Vérnix investiga lavagem de dinheiro da facção Primeiro Comando da Capital (PCC). Marco Herbas Camacho, o Marcola, chefe do PCC, que está preso na Penitenciária Federal de Brasília, também é alvo da operação.

A ação é resultado de uma investigação que ocorre há anos e que identificou um esquema milionário ligado à cúpula do PCC.

Os policiais civis cumprem seis prisões mandados de preventivas, além do bloqueio de valores superiores a R$ 327 milhões e apreensão de 17 veículos de luxo e quatro imóveis.

A as investigações da Vérnix também se concentraram na Itália, Espanha e Bolívia, com os investigados entrando na Lista Vermelha da Interpol.

A Polícia Federal e o Ministério Público auxiliam nas buscas internacionais.

Deolane foi presa pela primeira vez em setembro de 2024, durante desdobramentos da Operação Integration. Ela foi detida em Recife pela Polícia Civil, que investigava um esquema de lavagem de dinheiro e jogos ilegais.

Quem é Deolane

Deolane Bezerra tem 38 anos, e é famosa na internet, conhecida por ostentar sua riqueza nas redes sociais, com mais de 20 milhões de seguidores.

Ela ficou conhecida após a morte trágica de seu então marido, o funkeiro MC Kevin, em maio de 2021, que caiu da varanda do quinto andar de um hotel no Rio de Janeiro.

Ela estava hospedada junto de Kevin no mesmo hotel. As investigações da polícia concluíram que a morte do cantor foi resultado de um acidente. O caso foi arquivado.

Após o episódio, a advogada criminalista ganhou fama e fechou grandes contratos de publicidade.

O forte engajamento na internet levou Deolane para a TV e para o universo publicitário. Ela participou de um reality show e teve presença constantes em programas de TV em vários canais.

Mãe de três filhos, ela foi presa em 2024, no Recife (PE), pela Polícia Civil em operação que investigava um sistema de lavagem de dinheiro do crime organizado. A influenciadora era suspeita de participar do esquema.

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Dino diz ter sido ameaçado de morte por funcionária de companhia aérea

Da Agência Brasil

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), relatou nas redes sociais ter sido alvo de ameaça de morte feita por uma funcionária de uma companhia aérea. O caso ocorreu em um aeroporto de São Paulo na manhã desta segunda-feira (18).

De acordo com Dino, a funcionária disse a um agente da polícia judicial que tinha a “vontade de xingá-lo”. Em seguida, ela acrescentou que seria “melhor matar do que xingar”.

“Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida se corrigiu: disse que seria melhor matar do que xingar. Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, informou Dino.

O ministro também fez um apelo para que as empresas façam campanhas de educação cívica, principalmente, às vésperas das eleições de outubro.

“Cada um tem sua opinião, suas simpatias e o seu voto individual. Mas, um cidadão não pode ter receio de sofrer uma agressão de um funcionário de uma empresa, ao consumir um serviço ou produto. Pode ter sido um caso isolado. Porém, com o andar do calendário eleitoral, pode não ser. Então é melhor prevenir”, completou.

Fachin

Em nota à imprensa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, condenou a ameaça sofrida por Dino.

Fachin prestou solidariedade ao ministro e afirmou que a divergência de ideias não pode abrir espaço para o ódio, à violência e à agressão pessoal.

“Impõe-se reafirmar os valores da civilidade, da tolerância e da paz social. O Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático, para que as diferenças possam coexistir dentro dos limites do respeito mútuo e da dignidade humana”, afirmou.

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Em depoimento, tenente-coronel que matou esposa disse ter “testosterona de jovem”

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, ao lado de sua esposa, Gisele Alves Santana
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e a soldada e sua esposa, Gisele Alves Santana. Foto: Reprodução

O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos, acusado de matar a mulher, a soldado Gisele Alves Santana, de 32, alegou em depoimento ter nível de testosterona equivalente ao de um jovem entre 16 e 21 anos. A declaração foi dada ao tratar da pressão por relações sexuais apontada no inquérito.

Segundo o relato, o oficial citou exames feitos no fim de janeiro que teriam indicado testosterona em 939. Ele afirmou que o índice foi alcançado “sem reposição hormonal”. O Metrópoles também informou que o militar falou em libido “altíssima” durante depoimento à Polícia Civil.

Mensagens extraídas do celular de Gisele mostram que Geraldo tratava a vida sexual do casal como contrapartida pelo fato de pagar despesas do apartamento onde os dois moravam, no Brás, em São Paulo. “Eu contribuo com o dinheiro, sou o provedor. Você contribui com carinho, atenção, amor e sexo”, escreveu ele em uma das conversas analisadas pela polícia.

Gisele rejeitou a cobrança e respondeu que não aceitava trocar sexo por moradia. “Por mim, separamos. Não vou trocar sexo por moradia. Ponto final”, afirmou em mensagem citada na investigação. Para a polícia, as conversas indicam desgaste no relacionamento e pressão do oficial contra a vítima.

A soldado morreu em 18 de fevereiro, dentro do apartamento do casal, com um tiro na cabeça. A primeira versão apresentada por Geraldo foi a de suicídio, mas a investigação mudou de rumo após perícias apontarem sinais incompatíveis com essa hipótese.

Laudos indicaram que a cena do crime foi alterada e que Gisele apresentava sinais de esganadura e luta corporal antes do disparo fatal. O laudo sexológico apontou indícios de relação sexual em período próximo à morte, contrariando a versão do tenente-coronel de que o casal não mantinha relação conjugal.

Geraldo Leite Rosa Neto está preso preventivamente e responde por feminicídio e fraude processual. A Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo abriu procedimento que pode levar à expulsão do oficial da corporação.

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Ato em defesa do Iamspe denuncia falta de profissionais

O Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP) e a Associação dos Funcionários do Iamspe (Afiamspe) convocam os profissionais do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) para o Ato em Defesa do Iamspe, que será realizado na próxima quarta-feira (29), às 10h. A concentração ocorrerá em frente ao Ambulatório do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), na Rua Borges Lagoa, 1755, na capital paulista. Saiba mais na TVT News.

A mobilização conta com o apoio de entidades representativas do funcionalismo e tem como objetivo pressionar o governo estadual pela abertura de novos concursos públicos e pela valorização dos profissionais que atuam no instituto.

O ato ocorre em meio aos impactos do Programa de Demissão Incentivada (PDI) lançado pelo governo do Estado. Dos cerca de 900 profissionais aptos a aderir ao programa, foram registrados 576 pedidos de adesão, segundo informações coletadas pelas representantes do SindSaúde-SP no HSPE. Desse total, 151 são médicos e 114 são oficiais administrativos. Esta última é uma das áreas que já enfrenta grave déficit de pessoal, que vem causando transtornos internos no hospital. Ao todo, 47 solicitações foram arquivadas, 10 estão em análise pela Comissão Processante do Programa e outras 12 ainda serão avaliadas.

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“Esse grande número de pedidos não nos surpreendeu, porque entre os trabalhadores da saúde no estado, somos nós que temos os menores salários. Infelizmente, o que é oferecido aqui de remuneração para os profissionais não concorre com o mercado”, explica a secretária de Administração e Finanças do SindSaúde-SP, Regina Bueno, trabalhadora do Iamspe há mais de 30 anos.

As condições ruins de trabalho também se refletem no interesse dos profissionais em trabalhar no local. No último processo seletivo para médicos, mais de 100 profissionais foram convocados, mas a maioria não assumiu os cargos.

“O governo do estado está acabando com o funcionalismo público e no Iamspe não é diferente. Aqui dentro mais de 50% dos serviços foram terceirizados e com isso aumentou o número de denúncias que recebemos dos usuários sobre demora no atendimento, problemas nos fluxos de atendimento”, conta Regina.

Os problemas do Iamspe se somam às dificuldades impostas a toda a Saúde estadual, com promessas não cumpridas por parte do governo, como o reajuste do auxílio-alimentação, congelado em R$ 12 desde 2018, e o aumento da Gratificação por Desempenho de Atividade Médica do Iamspe (GDAMSPE).

Impacto na assistência e na formação médica

A secretária de Organização Sindical e Formação do SindSaúde-SP e presidenta da Afiamspe, Ana Cristina Manente, alerta para os impactos diretos na assistência à população. Segundo ela, caso todos os pedidos de desligamento de médicos das áreas de cardiologia, infectologia e clínica médica sejam aceitos, esses serviços poderão ser praticamente extintos no HSPE.

“Recebemos muita reclamação das dificuldades de agendamento de consultados dos usuários nessas especialidades, imaginem como ficará se não houver concurso para repor esses profissionais”, avalia.

Ana também ressalta os prejuízos para a formação de novos profissionais. “O Iamspe tem diversos médicos que hoje são referência em suas especialidades e que podem nos deixar, eles farão falta para os pacientes e para o futuro da medicina brasileira, pois deixaremos de formar novos profissionais com a qualidade da residência que o Iamspe tem, por conta dos estudos desenvolvidos ali com preceptores altamente qualificados e com a possibilidade de saída desses profissionais o programa de residência médica será colocado em risco”, concluiu.

Serviço:

Ato em Defesa do Iamspe
Dia 29 de abril (quarta-feira), às 10h
Em frente ao Ambulatório do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE)
Rua Borges Lagoa, 1755, Ibirapuera, São Paulo – SP

Via SindSaúde-SP

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Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

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Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

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A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

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A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

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Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

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SP: PM investiga conduta de policiais que liberaram senador com carro sem placas

O senador Alexandre Luiz Giordano (MDB-SP) O senador Alexandre Luiz Giordano (MDB-SP)
O senador Alexandre Luiz Giordano (MDB-SP)

A Polícia Militar de São Paulo abriu procedimento interno para apurar a liberação do veículo do senador Alexandre Luiz Giordano após abordagem na segunda-feira (23), na zona norte da capital.

O parlamentar foi flagrado dirigindo uma Land Rover sem placas, com a CNH vencida e utilizando luzes estroboscópicas, equipamento semelhante ao “giroflex” de viaturas policiais.

Mesmo após ser autuado, o senador foi liberado e deixou o local dirigindo o próprio veículo. A corporação informou que ele possui imunidade parlamentar.

A liberação gerou questionamentos sobre o cumprimento do Código de Trânsito Brasileiro. A PM afirmou que analisa os procedimentos adotados na ocorrência.

O carro do senador Alexandre Luiz Giordano (MDB-SP) em fuga

Segundo o registro da ocorrência, o senador tentou fugir da abordagem. Ele chegou a subir na calçada e quase atropelar um policial antes de ser interceptado.

Durante a ação, Giordano se identificou como “federal” e depois como “senador da República”. Ele também se recusou a apresentar documentos no primeiro momento.

Após a abordagem, os policiais localizaram as placas do veículo no porta-malas. O senador foi autuado por dirigir sem placas, com CNH vencida e pelo uso irregular de luzes estroboscópicas.

Especialista em direito de trânsito afirmou que, em situação comum, o veículo deveria ser apreendido e encaminhado ao pátio até regularização. O senador não respondeu aos contatos feitos após o caso.

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VÍDEO: Adrilles imita Nikolas, põe peruca e chama PL da Misoginia de “esdrúxulo”

O vereador bolsonarista Adrilles Jorge. Foto: Reprodução

A aprovação do Projeto de Lei (PL) que visa criminalizar o discurso de ódio contra mulheres, conhecido como “PL da Misoginia”, no Senado, provocou reações histéricas de políticos de direita. Um desses casos aconteceu na Câmara Municipal de São Paulo, onde o vereador bolsonarista Adrilles Jorge (União) usou o plenário para promover um espetáculo de misoginia e transfobia, em protesto contra a aprovação do projeto.

Durante a sessão, Adrilles Jorge, indignado com o avanço do projeto no Senado, fez uma performance polêmica. O vereador copiou uma ação do deputado Nikolas Ferreira e colocou uma peruca, em uma tentativa de atacar o “PL da misoginia” de maneira provocativa.

Ele afirmou que a lei, por não definir claramente o que é uma mulher, permitiria que qualquer homem se julgasse mulher e, consequentemente, promova discurso de ódio contra as mulheres.

“Eu posso me julgar mulher porque a lei é tão esdrúxula, que ela não define o que é uma mulher, então, eu, enquanto homem, posso contestar as senhoras, eu posso agredir verbalmente as senhoras, porque aos homens […] as mulheres se colocam como vítimas preferenciais […] essa lei não resolve nada […] então, eu, como mulher, agora como Geórgia, posso falar como mulher porque a lei me permite assim”, disse o vereador durante a sessão.

TRANSFOBIA NA CÂMARA DE SP!

O vereador Adrilles Jorge, em mais um episódio de desrespeito, reproduz o mesmo comportamento de Nikolas Ferreira ao usar uma peruca no plenário para ridicularizar pessoas trans.

Poucos dias antes, Fabiana Bolsonaro também protagonizou uma cena… pic.twitter.com/BJmZ6NyIIL

— Duda Salabert (@DudaSalabert) March 25, 2026

Enquanto isso, o PL da Misoginia continua a tramitar na Câmara dos Deputados, onde será discutido por parlamentares e, se aprovado, seguirá para a sanção do presidente Lula. A proposta aprovada no Senado no dia 25 de abril define a misoginia como crime, equiparando-a ao racismo na legislação brasileira.

A medida visa punir comportamentos que manifestem ódio ou aversão às mulheres, fundamentados na crença da supremacia masculina. A nova lei inclui manifestações verbais, como injúrias e discursos de ódio, bem como ofensas que atentem contra a dignidade feminina.

Isso inclui também as agressões no ambiente digital, como em redes sociais e fóruns, onde muitos discursos misóginos têm sido proliferados. O projeto prevê penas de prisão que variam de dois a cinco anos, além de multas, para os envolvidos em práticas misóginas.

Em casos de incitação ou indução à misoginia, as penas podem ser de um a três anos, com a mesma penalidade de multa. A medida é vista como um avanço no combate a atitudes discriminatórias contra as mulheres, especialmente no cenário atual, onde os ataques à dignidade feminina têm aumentado na sociedade, principalmente pela internet.

Embora o projeto tenha sido aprovado por unanimidade no Senado, com 67 votos favoráveis, a reação de políticos de extrema-direita tem sido polarizada. O ato de Adrilles Jorge é apenas um exemplo das tentativas de impedir a implementação da proposta, com alegações de que a lei poderia ser mal interpretada ou abrir brechas para abusos.

O “PL da Misoginia” foi apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) e teve a relatoria de Soraya Thronicke (Podemos-MS), que destacou a importância da medida no enfrentamento de discursos de ódio. A senadora afirmou que a proposta visa combater não apenas agressões físicas, mas também discursos misóginos que têm ganhado força nas redes sociais.

Thronicke defendeu que o projeto é essencial para coibir a propagação de ideias que sustentam a superioridade masculina, especialmente em tempos de crescente radicalização política e social. “O ódio às mulheres não é abstrato: é estruturado, crescente e ceifa vidas todos os dias”, afirmou ao defender o projeto.

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“Vou tomar banho”: as frases inusitadas do tenente-coronel após a morte da esposa PM

Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto aparece sem camisa no corredor do apartamento. Foto: Divulgação

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, acusado de assassinar sua esposa, a soldado Gisele Alves Santana, foi preso após uma série de comportamentos considerados “atípicos” e “gélidos” durante a investigação de sua morte. A soldado foi encontrada baleada na cabeça em 18 de fevereiro, e o oficial, que inicialmente alegou suicídio, é agora suspeito de feminicídio e fraude processual. “Irmão, é tiro de .40”, disse Neto, com frieza, ao ser informado sobre o estado de saúde de Gisele, que ainda apresentava sinais vitais na ocasião. Com informações do Globo.

O comportamento de Neto, registrado por câmeras corporais da polícia, gerou desconfiança. O oficial insistiu em tomar banho, mesmo após ser alertado sobre o risco de destruir provas, como resíduos de pólvora nas mãos. “Eu sei o que estou falando… eu vou tomar banho, irmão!”, afirmou. Além disso, Neto demonstrou irritação quando percebeu que os policiais haviam alterado a disposição do quarto, questionando: “Quem foi que fez isso?”. Esse comportamento, somado à tentativa de alterar a cena, levou à prisão preventiva do tenente-coronel, que nega a acusação de homicídio.

A investigação da Polícia Civil e os laudos periciais apontam que Gisele foi abordada de forma deliberada. O tiro foi disparado com a arma encostada na têmpora da vítima, e os exames confirmaram que o disparo não foi compatível com um suicídio. A posição da arma, que estava na mão da vítima, e as manchas de sangue encontradas na bermuda de Neto também desmentem a versão inicial apresentada por ele. A perícia identificou ainda marcas de sangue no banheiro, contradizendo a narrativa de que Neto estava distante da cena do crime.

Tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto e a soldado Gisele Alves. Foto: Reprodução

Relatos de colegas de trabalho de Gisele indicam que o relacionamento do casal era marcado por ciúmes e controle excessivo por parte de Neto. Ele frequentemente aparecia no ambiente de trabalho da esposa, utilizando sua posição hierárquica para desqualificar profissionalmente a soldado e monitorar suas atividades. O comportamento controlador de Neto gerou desconforto entre os colegas de Gisele, que relatam situações constrangedoras causadas pelo oficial.

A defesa de Neto, que insiste na tese do suicídio, entrou com um recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para reverter a decisão de prisão preventiva. Os advogados alegam que houve uma descontextualização dos elementos utilizados para justificar a prisão e que aspectos da vida privada de Neto foram indevidamente expostos. A investigação continua, e a Polícia Civil segue trabalhando para esclarecer completamente os eventos que levaram à morte de Gisele.

O caso está gerando grande repercussão, com denúncias de abuso psicológico e de controle de Neto sobre sua esposa. A prisão do tenente-coronel reflete o avanço das investigações de feminicídio e a busca por justiça, enquanto o impacto emocional na família e colegas de Gisele continua sendo um tema central da discussão.

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Haddad deixa ministério e confirma pré-candidatura ao governo de São Paulo

Em um café com jornalistas realizado nesta sexta-feira, em São Paulo, o pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad, comentou sua decisão de deixar o Ministério da Economia para disputar a eleição deste ano contra o atual governador, Tarcísio de Freitas. Confira mais em TVT News.

Sua candidatura, embora esperada, ainda gerava dúvidas diante das especulações de que o vice-presidente, Geraldo Alckmin, poderia ser o nome apoiado pelo presidente Lula em São Paulo. Esse, aliás, foi o tema mais recorrente entre as perguntas dos jornalistas presentes.

Fernando Haddad iniciou a conversa destacando que já não está mais à frente do Ministério da Economia e que a decisão foi publicada na manhã desta sexta-feira no Diário Oficial da União.

Após o anúncio, Haddad afirmou que o encontro com jornalistas é importante para garantir que a população tenha acesso a informações corretas e para aprimorar a relação com a imprensa. Ele também destacou que a campanha de 2022 foi elogiada pelo alto nível do debate e disse que pretende manter esse padrão em 2026, sem calúnias ou desinformação.

A primeira pergunta tratou da escolha do vice para a chapa em São Paulo. Haddad afirmou que ainda não iniciou uma rodada de conversas com lideranças políticas, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Ainda não fiz as conversas que pretendo ter com Márcio França, Caio França, Geraldo Alckmin, Tabata Amaral, Guilherme Boulos, Erika Hilton, Juliano Medeiros e Marina Silva”, disse.

Segundo ele, diversos encontros já estavam pré-agendados, mas foram adiados. “Muitas pessoas queriam já ter conversado comigo, e eu pedi um pouco de paciência”, afirmou. Haddad acrescentou que pretende alinhar sua posição dentro do governo antes de avançar no diálogo político. “Quero me acertar internamente, conversar primeiro com Lula e aprofundar qual é a melhor posição, onde posso ser mais útil.”

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Pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad, em coletiva com jornalistas na capital. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

Ao abrir a rodada de perguntas, o primeiro questionamento foi sobre a crise no preço dos combustíveis. Apesar da decisão do governo de zerar impostos federais, como PIS/Cofins sobre o diesel, para evitar uma paralisação de caminhoneiros — que vem sendo anunciada nas últimas semanas —, boa parte dos estados se recusou a fazer o mesmo em relação ao ICMS, o que poderia atenuar a alta provocada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Haddad afirmou que o governo do presidente Lula acertou ao zerar impostos sobre combustíveis em meio a um cenário de conflitos. Segundo ele, o mundo vive um momento “dramático”, com uma guerra que afeta não apenas o comércio de combustíveis, mas também a circulação de outros bens e serviços.

Ele ressaltou que o aumento promovido pela Petrobras atingiu apenas o diesel e que não há justificativa para reajustes em outros combustíveis, como a gasolina. “Não há razão para aumento nem de gasolina nem de diesel, já que foi compensado pelas medidas que o governo tomou”, disse.

De acordo com o ex-ministro, cabe agora aos órgãos de fiscalização coibir abusos. “Agora cabe aos órgãos de fiscalização impedir, na forma da lei, a abusividade de preços. É o que compete ao governo neste momento”, afirmou.

Ele também comentou a relação com os estados e criticou medidas adotadas anteriormente. “Afastamos qualquer possibilidade de medida semelhante à que Bolsonaro tomou em 2022, quando retirou recursos dos governadores ao zerar o ICMS por lei federal”, afirmou.

Questionado sobre a equipe de campanha e quem deve contribuir para a elaboração de sua plataforma eleitoral em 2026, Haddad disse que ainda não definiu nomes, mas ressaltou que São Paulo reúne profissionais qualificados para colaborar com o plano.

“Não falta interesse e inteligência em São Paulo. Nas comunidades, nas favelas, na universidade, na classe artística e científica há gente da melhor qualidade pensando em soluções para os problemas que enfrentamos”, afirmou.

Embate com Tarcísio de Freitas

Ao comentar a disputa política em São Paulo, Haddad afirmou que não vê mais uma vantagem consolidada de seu principal adversário, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Questionado sobre as estratégias para enfrentar a preferência de parte do eleitorado pelo atual governador, disse ter mudado de avaliação. “Não acho isso. Já pensei assim, mas agora vejo muitas vulnerabilidades e uma falta de encantamento em São Paulo com o destino do estado e até com a própria gestão”, afirmou.

Para Haddad, os últimos quatro anos da gestão de Tarcísio deixaram marcas de retrocesso em diversas áreas. Como candidato, disse que pretende conduzir um debate de alto nível.

“Vou me basear sempre em dados, em informações de vocês e em dados oficiais para fazer um diagnóstico do que o estado está perdendo e do potencial que tem para superar suas dificuldades, especialmente nas áreas de segurança e educação. Estou muito preocupado com o que tenho visto”, afirmou.

Segurança pública como tema central da campanha

Questionado sobre o aumento dos casos de feminicídio em São Paulo — que registra alta desde o início da série histórica, em 2018, passando de 253 casos em 2024 para 270 em 2025, um crescimento de 6,7%, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) —, Haddad fez uma crítica direta a Tarcísio.

Segundo ele, o governador prometeu, em 2022, ampliar os investimentos no combate à violência de gênero, mas reduziu significativamente os recursos destinados à área no orçamento de 2026.

Apoio de Lula na campanha em São Paulo

Ao ser questionado sobre a participação do presidente Lula na campanha, Haddad afirmou que, diferentemente de 2022, o comitê eleitoral do presidente não será sediado em São Paulo, o que pode dificultar a logística conjunta. Ainda assim, disse esperar que Lula visite o estado e que, nessas ocasiões, possam dividir o palanque.

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VÍDEO: “Banco Master é ovo da serpente de Bolsonaro e de Campos Neto”, diz Lula

Lula em evento em São Bernardo. Foto: reprodução

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (19) que a oposição tenta “empurrar” o escândalo do Banco Master para o Partido dos Trabalhadores, mas atribuiu a origem do caso ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. A declaração foi feita em São Bernardo do Campo, durante evento que oficializou a pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo.

Ao comentar o cenário político, Lula criticou o nível dos debates e disse que há uma “promiscuidade generalizada” na política brasileira. O presidente citou tanto o caso do Banco Master quanto irregularidades no INSS como exemplos e defendeu que o governo atual foi responsável por revelar problemas.

“Quem descobriu toda a roubalheira na Previdência Social foi o nosso governo, foi a Controladoria Geral da União (CGU) e a Polícia Federal (PF). Eu era favorável a que o PT abrisse uma CPI. Mas aí eu pensava que o partido que está no governo não deveria abrir a CPI. Eles [oposição] abriram. Em vez de a gente estar indo para cima deles, eles estão indo para cima de nós, tá? (24:07) Então, é importante saber que, quando na política a gente vacila, a gente paga um preço muito alto. Esse Banco Master, vira e mexe, eles estão tentando empurrar nas costas do PT e do governo. Esse Banco Master é obra, é o ovo da serpente do Bolsonaro e do Roberto Campos, ex-presidente do Banco Central”, afirmou.

Lula também relembrou que a transferência do Banco Master para o controle de Daniel Vorcaro foi autorizada em 2019, durante a gestão de Campos Neto no Banco Central. Segundo o presidente, é preciso atenção para evitar que a oposição associe o governo atual ao escândalo. Ele defendeu ainda uma postura mais firme da bancada petista diante das críticas.

“A bancada do PT tem que ter coragem de denunciar. A gente não pode se calar, temos que abrir a boca e ir para o enfrentamento. Não tem aquele negócio de Lulinha paz e amor. Também não quero ser o Lulinha paz e ódio. Eu quero ser Lulinha paz e amor, mas com amor mais duro, mais responsável, para não deixar nego [sic] colocar uma cagada no nosso pescoço”.

O evento também marcou a oficialização da pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo paulista. O anúncio foi feito por dirigentes do PT e contou com a presença de ministros do governo. “O Fernando é o objetivo da nossa vinda aqui no sindicato, por conta da missão que ele vai assumir no nosso projeto aqui para frente (em São Paulo)”, afirmou Edinho Silva.

Mais cedo, Haddad já havia comunicado sua saída do Ministério da Fazenda. “Hoje pra mim é um dia especial, um dia que estou deixando o Ministério da Fazenda”, declarou. Lula confirmou que o atual secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, assumirá o comando do ministério a partir desta sexta-feira (20).

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Lula quer Alckmin no Senado, mas mantém vice como opção

Alckmin e Lula em evento na UFABC nesta quinta. Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira (19) que a vaga de vice em sua chapa está “aberta” ao atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), mas indicou que o aliado pode avaliar uma candidatura ao Senado por São Paulo. A declaração foi feita durante evento que marcou a pré-candidatura de Fernando Haddad (PT) ao governo paulista, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

Ao comentar o futuro político de seu companheiro de chapa em 2022, Lula revelou conversas recentes e destacou a relação de confiança entre os dois. “Conversei com o Alckmin essa semana. ‘O que você quer ser?’ Pedi para ele conversar com o Haddad. Ficarei imensamente feliz em ter ele como vice outra vez. É um companheiro que aprendi a gostar, é de muita lealdade, só me ajuda. Mas tem que conversar com o Haddad para saber onde a gente pode colher mais frutos dele. Se ser candidato ao Senado não ajuda mais. Eles não têm senador para disputar conosco”.

Lula reforçou que a definição dependerá de articulações políticas em São Paulo, especialmente com Haddad. “Se ele for meu vice, estou tranquilo, mas o Haddad precisa de uma chapa para ganhar. E eles não tem candidato para ganhar da gente. Não sei se o Geraldo vai ser candidato ao Senado. A vaga de vice está aberta para ele”, afirmou.

No mesmo evento, Alckmin sinalizou apoio à candidatura de Haddad e prometeu participação ativa na campanha. “Escrevam aí: o Haddad vai ganhar essa eleição. E conte conosco, Haddad, pra gente percorrer a geografia de São Paulo, desde o litoral até as barrancas do Rio Paraná; desde o Rio Grande até o Rio Paranapiacaba. Ouvindo o povo, as críticas , sugestões, propostas, porque o Haddad vai apresentar a melhor plataforma, o melhor programa pra gente sair dessa inércia de São Paulo para um grande projeto de desenvolvimento, humanista, com alma, com sentimento, em benefício da nossa população”.

Fernando Haddad, por sua vez, confirmou a pré-candidatura ao Palácio dos Bandeirantes e afastou a ideia de que disputaria apenas para cumprir papel político. “Quando vejo dizerem que o Haddad está indo para o sacrifício, é porque essa pessoa nunca tomou um chope comigo”, afirmou. Em seguida, completou: “Eu disputo a eleição para ganhar”.

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Como a candidatura de Kim Kataguiri ao governo de SP pode acabar favorecendo o PT

O deputado Kim Kataguiri. Foto: Divulgação

Dirigentes do Partido dos Trabalhadores (PT) têm demonstrado, de forma discreta, apoio à candidatura de Kim Kataguiri, deputado federal e líder do partido Missão, ao governo de São Paulo. A aposta dos petistas é que uma disputa mais acirrada no estado, entre Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas, possa garantir a realização de um segundo turno, fortalecendo a campanha de Lula na corrida presidencial.

Em pesquisa do Datafolha divulgada no dia 8 de março, Kataguiri, que fundou o partido Missão, aparece com 5% das intenções de voto. O governador Tarcísio lidera com 44%, seguido de Haddad, com 31%. Outros possíveis candidatos, como Paulo Serra (PSDB) com 5% e Felipe D’Avila (Novo) com 3%, não devem seguir com as candidaturas, pois seus partidos têm sinalizado apoio à reeleição dele.

A presença dele como terceira via relevante poderia agitar o cenário eleitoral, abrindo caminho para um possível segundo turno. Esse resultado seria estratégico para o PT, que almeja uma palanque forte em São Paulo no segundo turno das eleições presidenciais, a fim de aumentar a competitividade contra Flávio Bolsonaro, o candidato da direita.

Em resposta à especulação sobre sua candidatura, Kim Kataguiri se mostrou irônico ao comentar o apoio implícito do PT. “Fico lisonjeado”, disse o deputado, destacando que a decisão sobre sua candidatura ao governo de São Paulo ou sua reeleição para a Câmara dos Deputados será tomada apenas em junho.

O deputado Kim Kataguiri atualmente é o líder do partido Missão. Foto: Divulgação

Atualmente, ele está se dedicado à construção das chapas do partido Missão nos estados e ao seu trabalho como líder do partido na Câmara dos Deputados. “Neste momento tenho gasto minhas energias com a construção das chapas do partido nos estados, e com o cargo de líder do Missão na Câmara, para o qual não conto com nenhuma estrutura na Casa”, afirmou Kataguiri, deixando claro que sua agenda política está focada em outras prioridades.

Apesar da ironia, a movimentação política em torno da possível candidatura de Kim não é vista como algo inesperado. O deputado, conhecido por sua postura “crítica e independente”, tem conquistado a atenção de setores que buscam uma alternativa à polarização entre PT e o bolsonarismo.

Para o PT, a chance de fortalecer a campanha presidencial de Haddad depende de uma disputa estadual acirrada. A candidatura de Kim poderia ser o elemento que faltava para criar uma polarização mais intensa, forçando um segundo turno, algo que aumentaria as chances de vitória para o partido nas eleições gerais.

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Vice entra em rota de colisão com Ricardo Nunes ao denunciar corrupção na prefeitura de SP

O Ricardo Nunes e o vice-prefeito Ricardo Mello Araújo. Foto: Divulgação

A relação entre o vice-prefeito de São Paulo, coronel Ricardo Mello Araújo, e o prefeito Ricardo Nunes ficou estremecida após o registro de dois boletins de ocorrência por parte do vice sem que o prefeito fosse informado. A situação causou desconforto entre os dois, com a falta de comunicação gerando embaraços e desentendimentos.

Na manhã de segunda-feira (9), Araújo registrou o boletim de ocorrência alegando que teve o celular furtado e foi alvo de uma campanha difamatória devido ao seu trabalho investigativo dentro da Prefeitura de São Paulo. O vice-prefeito afirmou à polícia que as acusações contra ele estariam ligadas às suas ações para apurar possíveis irregularidades na administração municipal, incluindo a exoneração de servidores.

Ricardo Nunes, por sua vez, só tomou conhecimento das ocorrências quando leu sobre o caso na Folha, na noite de segunda-feira. Ele tentou entrar em contato com Araújo para discutir o assunto, mas o bolsonarista não atendeu. Na tarde de sexta-feira (13), ambos ainda não haviam abordado o tema diretamente.

Segundo fontes próximas ao prefeito, houve uma sugestão de que o vice-prefeito deveria ter comunicado o ocorrido a Nunes imediatamente, considerando que qualquer suspeita envolvendo membros da administração precisa ser apurada internamente.

O vice-prefeito de São Paulo Ricardo Mello Araújo. Foto: Divulgação

A forma como o vice-prefeito relatou o caso nos boletins de ocorrência gerou preocupação, pois a narrativa apresentada levantou suspeitas sobre a integridade de toda a gestão municipal. Ele afirmou que “a verdade vai aparecer se Deus quiser”, indicando sua confiança de que o caso será esclarecido.

No boletim, o vice-prefeito relatou que soube de um suposto plano para grampear seu celular e abrir uma conta corrente em seu nome no Uruguai. “Com a finalidade de desmoralizar minha imagem, devido às minhas atitudes de depurações e exonerações que estamos fazendo na Prefeitura de São Paulo”, relatou ele, no boletim.

Segundo o coronel, o intuito seria difamar sua figura pública, associando-o à corrupção, e assim desqualificar seu trabalho à frente das apurações e exonerações realizadas na administração municipal. “A ideia seria divulgar para a imprensa, passando a imagem de corrupto desmoralizando a imagem deste vice-prefeito”, relatou, sem esclarecer se o prefeito esta por dentro desta iniciativa.

Nunes comentou o incidente publicamente, questionando o tempo que Araújo levou para registrar o boletim de ocorrência. O prefeito lembrou que o furto do celular ocorreu no dia 1º de março, durante um protesto contra o presidente Lula e os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Contudo, ele só registrou o boletim de ocorrência oito dias depois, o que gerou dúvidas sobre a urgência e a seriedade da situação.

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Haddad, Alckmin e Tebet lideram disputa pelo Senado, diz Datafolha

Fernando Haddad, Geraldo Alckmin e Simone Tebet. Foto: Divulgação

Uma pesquisa recente realizada pelo Datafolha revela o cenário eleitoral para o Senado em São Paulo nas eleições de 2026, destacando os principais candidatos à disputa por duas vagas. O levantamento, feito entre os dias 3 e 5 de março, aponta os nomes de Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSB) e Simone Tebet (MDB) como os mais bem posicionados.

No primeiro cenário, em que ele não tem a companhia do vice-presidente, o ministro da Fazenda lidera a corrida com 30% das intenções de voto. A ministra do Planejamento ocupa o segundo lugar, com 25%, seguida de Márcio França (PSB) com 20%.

Outros nomes de destaque incluem Marina Silva (Rede) com 18%, e Guilherme Boulos (PSOL), com 14%, empatado com o deputado Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança Pública do governo Tarcísio de Freitas. Neste cenário, a pesquisa mostra que o eleitorado paulista ainda demonstra um número significativo de indecisos.

Quatro por cento dos entrevistados não souberam escolher para a primeira vaga, enquanto 6% se mostraram indecisos sobre a segunda vaga. Além disso, 15% dos eleitores não souberam ou preferiram não escolher para a primeira vaga, e 21% para a segunda vaga.

Marina Silva e Guilherme Boulos. Foto: Divulgação

No segundo cenário, sem a participação de Haddad, Alckmin assume a liderança com 31% das intenções de voto. A pesquisa mostra um quadro mais equilibrado, com Tebet mantendo a segunda posição com 25%, seguida de Marina Silva, que alcança 21%. Márcio França, também do PSB, aparece com 20%.

Boulos mantém uma posição de destaque com 15%, enquanto Derrite e Ricardo Salles (Novo) empataram com 13%. Outros candidatos, como Paulinho da Força (Solidariedade) e Rosana Valle (PL), ficam bem atrás na pesquisa, com 9% e 6%, respectivamente.

A quantidade de votos em branco, nulos ou indecisos permanece alta, com 14% para a primeira vaga e 20% para a segunda vaga. A pesquisa foi realizada com 1.608 entrevistas distribuídas em 71 municípios do estado de São Paulo, com a participação de pessoas de 16 anos ou mais.

A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números BR-06798/2026 e SP-04136/2026.

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Deputado do MBL provoca tumulto em ato do Dia da Mulher na Avenida Paulista

Guto Zacarias em debate – Imagem: Fábio Vieira/Especial Metrópoles @fabiovieirafotorua

O deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil), ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), provocou tumulto na Avenida Paulista na tarde deste domingo (8), durante uma manifestação organizada por grupos de esquerda no Dia Internacional da Mulher.

O parlamentar montou uma tenda no local da manifestação com um cartaz que dizia: “Pix de R$ 1 mil pra quem me convencer que Lula está fazendo um bom governo”. A ação ocorreu enquanto manifestantes participavam de um ato que tinha como pauta principal o combate ao feminicídio.

A presença do deputado e a mensagem exibida no cartaz provocaram reação de manifestantes. Um grupo se aproximou da tenda e iniciou uma discussão com Zacarias, pedindo em coro que ele recuasse do local.

A iniciativa do parlamentar ocorreu de forma semelhante à de outros políticos de direita presentes na Avenida Paulista. O vereador de São Paulo Lucas Pavanato (PL) também participou de ações durante os atos realizados na data.

A manifestação organizada por movimentos de esquerda reuniu participantes que levaram às ruas pautas relacionadas ao enfrentamento da violência contra mulheres. Entre as reivindicações estavam o combate aos feminicídios e melhorias nas condições de trabalho.

Outras demandas apresentadas durante o ato incluíam o fim da escala de trabalho 6×1, críticas à violência policial contra populações negras e periféricas e a retomada do serviço de aborto legal no Hospital Vila Nova Cachoeirinha.

Pela manhã, a Avenida Paulista também recebeu uma caminhada convocada por lideranças políticas de direita. Entre elas estava a vereadora Ana Carolina Oliveira (Podemos), mãe de Isabella Nardoni, morta em 2008 aos 5 anos de idade.

Durante discurso no evento, a vereadora afirmou: “Eu sou uma vítima que ficou”. Ela também declarou: “Quem fala sobre quem ficou? Precisamos falar sobre os filhos do feminicídio, as famílias do entorno, porque muitas dessas mulheres são mães. Eu sou uma vítima secundária, então a gente precisa falar também sobre os cuidados com quem está fica.”

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Jovem Pan é condenada a pagar R$ 30 mil aos pais de estudante morto por PMs após informação falsa

O estudante de medicina, Marco Aurélio Cardenas Acosta – Foto/ Reprodução

A Jovem Pan foi condenada a pagar R$ 30 mil de indenização aos pais de Marco Aurélio Cardenas Acosta, estudante de medicina morto por PMs em São Paulo, em novembro de 2024. A decisão foi tomada pela 30ª Vara Cível do Tribunal de Justiça de São Paulo, após a emissora ser acusada de veicular informações falsas sobre a morte de Marco Aurélio durante seu programa Morning Show. A família do estudante havia pedido R$ 70 mil de indenização, alegando que a emissora ultrapassou os limites da liberdade de expressão ao fazer acusações infundadas.

“Depois de muito tempo, a verdade começa a chegar. É a primeira vitória após macularem a imagem e a vida do meu filho. Essa é a minha mensagem para um pouco de justiça que se começa a fazer”, disse Júlio Cesar Acosta, pai do estudante.

Na reportagem, o apresentador André Marinho afirmou que Marco Aurélio estava “visivelmente sob efeito de alguma coisa” e que teria tentado “tirar a arma do policial”, o que não foi confirmado pela investigação. Imagens de câmeras corporais dos PMs envolvidos no caso mostram que a situação começou quando Marco Aurélio deu um tapa no retrovisor de uma viatura e correu para dentro de um hotel. Ao ser seguido pelos policiais, ele foi abordado e baleado por um dos PMs, Guilherme Augusto Macedo.

A ação policial ocorreu na Rua Cubatão, na Vila Mariana, zona sul de São Paulo, onde Marco Aurélio estava hospedado com uma amiga. Os policiais alegaram que ele teria sacado uma arma, mas essa versão foi negada pela família. A mãe do jovem, Silvia Monica Cardenas Prado, afirmou que o filho “não estava armado” e que foi vítima de uma abordagem violenta e injustificada. Ela considerou a sentença como um primeiro passo em direção à justiça para seu filho.

Marco Aurélio encurralado por PM – Foto: Reprodução

A juíza Priscila Bittar Neves, que proferiu a decisão, afirmou que os laudos e imagens anexadas ao processo “desmentem as afirmações feitas pela Jovem Pan”. A sentença também determinou que a emissora veiculasse um direito de resposta no programa Morning Show, com a mesma duração da reportagem que deu origem ao processo, de forma a corrigir a informação errada.

A condenação da Jovem Pan ocorre em um momento de crescente cobrança sobre a responsabilidade da mídia, especialmente em casos envolvendo pessoas que não podem se defender. A sentença reafirma a importância da veracidade das informações transmitidas pela imprensa e os danos que a disseminação de notícias falsas pode causar à honra e à dignidade de indivíduos.

O caso de Marco Aurélio Cardenas Acosta também gerou um debate sobre o uso excessivo da força por parte da polícia em situações de abordagem envolvendo jovens. A morte do estudante e a condenação da Jovem Pan refletem a busca por justiça e transparência em casos de violência policial e na cobertura midiática de tragédias.

A Jovem Pan afirmou que não comenta ações judiciais e que recorrerá da decisão. A família de Marco Aurélio, entretanto, considera a condenação um passo importante para a reparação do dano moral causado pela falsa acusação.

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PF e MP fazem ação contra corrupção na Polícia Civil de SP

Corrupção na Polícia Civil de São Paulo: Ministério Público de São Paulo e Polícia Federal fazem ação contra corrupção dentro de departamentos da Polícia Civil do estado. Investigações mostram que a organização criminosa usava VR para lavar dinheiro. Leia em TVT News.

Corrupção: esquema lavava dinheiro com VR

Segundo o MP, o dinheiro vindo do tráfico de drogas, recebido em espécie, era usado na aquisição dos cartões, que, depois eram utilizados em padarias e mercadinhos de fachada, que transferiam recursos para empresas fictícias. O grupo criminoso também manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações.

Ministério Público e PF fazem operação em SP contra corrupção na Polícia Civil

O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), realiza operação especial para combater esquema de corrupção policial que dava proteção a uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

O grupo criminoso é formado por doleiros, operadores financeiros e pessoas com experiência em lavar dinheiro. Até o momento, quatro suspeitos foram presos.

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A Operação Bazaar conta com o apoio Polícia Federal, a Polícia Civil e a Força de Combate com a Polícia Federal (Ficco).

De acordo com as investigações do Gaeco, o grupo criminoso fazia pagamentos constantes a agentes públicos e policiais civis, manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações. “Assim, os criminosos, de forma coordenada, asseguravam a continuidade de suas práticas e evitavam ser responsabilizados por seus crimes”.

Segundo informações do MPSP, são cumpridos 25 mandados de busca e apreensão – inclusive em delegacias -, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação relativos a medidas cautelares diversas direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis.

Leia a nota da PF sobre a ação contra corrupção na Polícia Civil

Nesta quinta-feira (5/3), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO/SP), em ação coordenada com o Gaeco do Ministério Público do Estado de São Paulo e com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil, deflagrou a Operação Bazaar, para aprofundar investigação sobre possível corrupção policial voltada à proteção de uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

As apurações indicam que o grupo, formado por doleiros e por operadores financeiros, teria estruturado um esquema de pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos, além de empregar artifícios como fraude processual, manipulação de procedimentos investigativos e destruição de provas, visando assegurar a continuidade das atividades ilícitas.

A FICCO/SP é composta atualmente pela Polícia Federal, pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

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Greve dos professores pode ser decidida na assembleia de 6 de março

No dia 6 de março, os professores da rede pública estadual de São Paulo farão assembleia para decidir os próximos passos da categoria. Há possibilidade dos professores da rede estadual entrarem em greve. Leia em TVT News.

Qual é a pauta da mobilização dos professores

  • reajuste do piso nacional no salário-base;
  • reajuste do piso nacional na carreira;
  • fim do abono complementar;
  • aplicação correta da jornada do piso;
  • efesa da escola pública frente à privatização e à militarização;
  • reabertura de classes fechadas;
  • devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia;
  • garantia de educação especial inclusiva

Assembleia da APEOESP em 6 de março pode votar indicativo de greve dos professores

A APEOESP realiza no dia 6 de março (sexta-feira), às 16 horas, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, a assembleia estadual dos professores. A pauta inclui a possibilidade de votação de indicativo de greve das professoras e dos professores, caso não haja avanço nas negociações em torno das reivindicações apresentadas ao governo do Estado.

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Pela manhã, o Conselho Estadual de Representantes da entidade se reunirá para avaliar o andamento da mobilização nas regiões e propostas encaminhadas pelas subsedes. As deliberações serão levadas à assembleia da tarde, quando professoras e professores decidirão os próximos encaminhamentos.

Mobilização dos professores será no Vão Livre do MASP, às 16h, com caminhada até a Praça da República; categoria luta por reajuste salarial e protesta contra demissões, problemas na atribuição de aulas e medidas autoritárias da SEDUC

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), segunda presidenta da APEOESP, o ato ocorre após um início de ano marcado por demissões, dificuldades na atribuição de aulas e insegurança na rede. “Temos professores que ainda enfrentam problemas na atribuição, escolas com instabilidade e uma política que vem tensionando a carreira. A assembleia é o espaço legítimo da categoria para avaliar esse cenário e decidir coletivamente os rumos do movimento”, afirma Bebel.

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Deputada Professora Bebel: “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes”. Foto: Apeoesp

Professores vão deliberar sobre pontos centrais da categoria

Entre os pontos centrais, a serem deliberados pelos professores, estão o reajuste do piso nacional no salário-base e na carreira, o fim do abono complementar, a aplicação correta da jornada do piso, a defesa da escola pública frente à privatização e à militarização, a retirada da Alesp do PL 1316/2025 (reforma administrativa da Educação), o não à reorganização escolar, a reabertura de classes fechadas, a devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia (2020-2021) e a garantia de educação especial inclusiva para estudantes atípicos e com deficiência.

A pauta também inclui a reivindicação de que nenhum professor permaneça sem aula atribuída e nenhum estudante fique sem professor. A deputada Bebel explica que “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes. A valorização do magistério é condição para fortalecer a escola pública”.

Após a assembleia no MASP, está prevista caminhada até a Praça da República, onde ocorrerá ato unificado com o funcionalismo e movimentos sociais. No mesmo dia e local, às 18h30, haverá apresentação musical gratuita do cantor Chico César, em tributo à educação pública.

Os professores da rede estadual de São Paulo podem entrar em greve?

A possibilidade de greve está colocada no debate da categoria e será avaliada de forma coletiva. De acordo com a Apeoesp, a greve é entendida como um instrumento de pressão para reverter medidas do governo estadual e obrigar a abertura de negociações efetivas.

O Conselho Estadual de Representantes (CER) da Apeoesp aponta que o tema deve ser discutido desde as escolas, com assembleias regionais e participação direta da base, até a deliberação na assembleia estadual do dia 6 de março.

Nos últimos meses, a categoria já realizou uma série de manifestações, reunindo não apenas professores, mas também estudantes, outros profissionais da educação e movimentos sociais, o que reforça o clima de mobilização em todo o estado.

Confira as datas de mobilização dos professores da rede pública de SP

O calendário divulgado pela Apeoesp reúne uma série de atividades ao longo de março:

  • 6 de março – Assembleia estadual às 16h, na Avenida Paulista, com caminhada e ato unificado
  • 8 de março – Participação nas mobilizações do Dia Internacional das Mulheres
  • 20 de março – Mobilização do funcionalismo público

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MDB pressiona Tarcísio em busca de cargos políticos; entenda

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Foto: Divulgação

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, recebeu na noite de segunda-feira (9) o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, para uma conversa no Palácio dos Bandeirantes. O encontro tratou da composição da chapa majoritária para as eleições de 2026 e abriu uma rodada inicial de negociações políticas.

Segundo relatos feitos ao Metrópoles, Baleia Rossi apresentou a reivindicação do MDB por espaço na chapa encabeçada por ele. O partido pediu a indicação do candidato a vice-governador ou uma das duas vagas ao Senado que estarão em disputa no próximo pleito.

De acordo com fontes do governo paulista, o dirigente emedebista argumentou que o pedido se baseia no peso político e no tamanho do MDB no cenário nacional e estadual. A avaliação do partido é de que essa relevância justifica a participação direta na chapa majoritária.

Tarcísio respondeu que considera o pleito “legítimo”, assim como as demandas apresentadas por outras siglas da base aliada. O governador, no entanto, afirmou que pretende deixar a definição de nomes para um momento mais adiante do calendário eleitoral.

O presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. Foto: Divulgação

Nos bastidores, aliados interpretam a resposta como uma tentativa de manter abertas as conversas com diferentes partidos, sem assumir compromissos antecipados. A estratégia permitiria ao Palácio dos Bandeirantes preservar margem de negociação até a consolidação do quadro eleitoral.

Atualmente, a vaga de vice-governador é ocupada por Felício Ramuth (PSD). Tarcísio tem sinalizado a intenção de manter Ramuth na chapa, mesmo que isso implique uma eventual mudança partidária do vice.

Em relação ao Senado, o cenário é parcialmente definido. Uma das vagas já está prometida ao deputado federal Guilherme Derrite (PP), ex-secretário da Segurança Pública de São Paulo e aliado próximo do governador.

A segunda vaga permanece em aberto e é vista como o principal ponto de disputa entre os partidos da base. O MDB trabalha para ocupar esse espaço, enquanto o governo avalia o equilíbrio político necessário para sustentar a coalizão em 2026.

Estive ontem à noite com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Falamos sobre o cenário eleitoral no Brasil e em São Paulo, onde o MDB vai reforçar sua parceria firmada há quatro anos, que sido marcada por por lealdade e respeito mútuo.

— Baleia Rossi (@Baleia_Rossi) February 10, 2026

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Metroviários de São Paulo entram em estado de greve e pressionam Metrô por negociação

Os trabalhadores do Metrô de São Paulo decretaram estado de greve em assembleia realizada na segunda-feira (9), em resposta à recusa da Companhia do Metropolitano em negociar mudanças no Plano de Carreira e em outras demandas trabalhistas. A medida funciona como um instrumento de pressão, sem interrupção imediata do serviço, e mantém as operações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata normalmente. Saiba os detalhes na TVT News.

Segundo o Sindicato dos Metroviários, a decisão foi tomada após a empresa adotar uma postura “autoritária” e encerrar o diálogo sobre temas considerados centrais para a categoria.

O movimento pode evoluir para uma paralisação total em breve. Uma nova assembleia está marcada para a quarta-feira (11), quando os trabalhadores devem avaliar a resposta do Metrô e decidir os próximos passos.

Principais reivindicações dos metroviários

A pauta apresentada pelo sindicato reúne demandas salariais, critérios de promoção e questões estruturais da empresa. Entre os principais pontos estão:

  • Pagamento de “steps”: reajustes de progressão salarial iguais para todos os funcionários e o fim do limite de 1% da folha de pagamento destinado a essas correções, considerado insuficiente para garantir aumentos reais;
  • Critérios de promoção: extinção da chamada “análise comportamental”, defendendo processos mais objetivos e técnicos em concursos internos;
  • Contratações via concurso público: oposição à terceirização, especialmente na manutenção de vias e trens, e reposição do quadro de pessoal, apontado como defasado após programas de demissão voluntária;
  • Valorização dos oficiais de manutenção: criação de oportunidades de ascensão para cargos de supervisão e técnicos;
  • Nota de corte em concursos: retorno da exigência mínima de 6,5, desvinculada das metas globais da diretoria.

Para o sindicato, as medidas são necessárias para preservar o caráter público do Metrô e evitar a precarização do serviço. A companhia ainda não se manifestou oficialmente sobre as reivindicações dos trabalhadores.

Histórico de paralisações

A mobilização atual ocorre num cenário histórico recorrente de conflitos entre metroviários e o governo de São Paulo. Nos últimos anos, a categoria realizou paralisações marcadas por disputas salariais, reformas administrativas e privatizações.

Caso não haja avanço nas negociações, a assembleia desta semana pode definir se ocorrerá de fato a greve, ampliando o risco de interrupções no metrô nos próximos dias.

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Na pauta dos metroviários estão o pagamento de “steps”: reajustes de progressão salarial iguais para todos os funcionários. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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