Visualização normal

Received before yesterdayNegócios

Elon Musk has broken the rich list

23 de Junho de 2026, 09:16
Elon Musk's net worth exceeds $1 trillion.
Elon Musk's net worth exceeds $1 trillion.

Matt Rourke/AP

  • Elon Musk is too rich for the rich list.
  • The Tesla and SpaceX CEO, worth $1.1 trillion, is wealthier than the next four richest people combined.
  • Musk lost more than Warren Buffett's entire net worth on Monday.

Elon Musk is now so wealthy that he's making a mockery of the rich list.

The Tesla and SpaceX CEO was worth $1.08 trillion as of Monday's market close, per the Bloomberg Billionaires Index. The next-richest person in the world, Alphabet cofounder Larry Page, was less than a third as wealthy with a net worth of $299 billion.

In fact, Musk is richer than the next four people in the billionaire rankings: Page, his cofounder Sergey Brin, Amazon founder Jeff Bezos, and Oracle cofounder Larry Ellison, who were together worth $1.06 trillion as of Monday's close.

The sheer scale of Musk's fortune means shifts in others' fortunes now pale in comparison. For example, Page, Brin, and Bezos each lost more than $10 billion in Monday's tech rout.

Those losses look paltry compared to Musk's $152 billion wealth decline on the same day, fueled by a 16% plunge in SpaceX's stock just days after its blockbuster IPO.

Put differently, Musk lost in one day a sum that exceeds Warren Buffett's entire fortune. The 95-year-old investor and Berkshire Hathaway chairman ranked 10th on Bloomberg's list with a $146 billion net worth at Monday's close.

Given Musk has a $700 billion-plus lead over anyone else, he simply looks out of place on a mere billionaires list. He's started a trillionaire club with only one member.

The wealth gap between Musk and his rich-list peers has only grown truly stark in the past few months. In fact, Ellison briefly leapfrogged him in September to become the world's richest person despite being worth less than $400 billion.

The key reason for Musk's net worth skyrocketing has been SpaceX's soaring valuation, which has boosted his fortune by $456 billion in less than six months, per Bloomberg's list.

That wealth gain has catapulted Musk into a league of his own and given him a seemingly insurmountable lead over the rest of the billionaire pack.

The yawning divide reflects Musk's large stakes in two companies valued at over $1 trillion: Tesla and SpaceX. It's hard to see anyone catching up to him, barring a massive crash in either company's stock price, given nobody else has two horses of that size in the wealth race.

Read the original article on Business Insider

ARTIGO: O maior IPO da história já tinha 424 anos

21 de Junho de 2026, 10:11
da navegação ao espaço

Haia, Holanda. 1602. Johan van Oldenbarnevelt não dorme há três noites. É o homem mais poderoso da República. Advogado. Grande Pensionário da Holanda. E acaba de fazer a aposta mais insana de sua vida. Forçou seis companhias rivais, que se odiavam, a virarem um único organismo. Convenceu mercadores, viúvas e sapateiros a entregarem suas economias […]

O post ARTIGO: O maior IPO da história já tinha 424 anos apareceu primeiro em NeoFeed.

Depois da Superquarta: o corte veio, mas a credibilidade aguenta?

19 de Junho de 2026, 18:09

A Superquarta veio e foi embora, mas deixou uma conclusão mais importante do que a simples fotografia das decisões de juros: o mundo ainda não voltou ao conforto monetário que muitos investidores gostariam de enxergar.

]O acordo provisório entre Estados Unidos e Irã reduziu o risco de uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz, ajudou a aliviar parte do prêmio do petróleo e retirou dos mercados um risco extremo. Isso é positivo. Mas positivo não significa suficiente.

A crise no Oriente Médio já havia feito seu trabalho. Energia mais cara, seguros de navegação mais elevados, cadeias logísticas tensionadas e expectativas de inflação mais sensíveis não desaparecem no dia seguinte a um memorando diplomático.

Mesmo que a rota energética volte gradualmente à normalidade, o choque já contaminou a discussão dos bancos centrais. É por isso que a Superquarta deve ser lida menos como um ponto de virada benigno e mais como um teste de credibilidade para as autoridades monetárias.

Nos Estados Unidos, nasceu um Fed menos previsível

Nos Estados Unidos, a decisão do Federal Reserve não surpreendeu: os juros foram mantidos no intervalo entre 3,50% e 3,75%. A surpresa esteve no tom. Sob Kevin Warsh, em sua primeira reunião à frente da autoridade monetária, o Fed sinalizou uma mudança importante de postura.

O comitê ficou mais preocupado com a persistência da inflação, revisou projeções para cima e mostrou que o espaço para cortes ficou muito mais estreito.

O ponto mais relevante foi a mudança no regime de comunicação. O Fed retirou a inclinação implícita a cortes, reduziu o forward guidance e passou a depender ainda mais dos dados.

Para o investidor pessoa física, isso significa o seguinte: o banco central americano está dizendo que não quer mais prometer o caminho dos juros com tanta antecedência. Em vez disso, prefere preservar flexibilidade para reagir à inflação, ao mercado de trabalho e às condições financeiras.

Essa mudança importa porque os mercados vinham operando com a expectativa de que a próxima etapa natural seria a retomada dos cortes.

Depois da reunião, essa hipótese ficou bem menos confortável. Com inflação ainda acima da meta, atividade resiliente e investimentos fortes, especialmente em tecnologia e infraestrutura, o Fed não tem pressa para aliviar. Pior: parte do mercado passou a tratar novas altas de juros como um cenário possível, ainda que não necessariamente provável.

O Copom cortou, mas a comunicação ficou no meio do caminho

No Brasil, o Copom entregou o corte de 25 pontos-base e levou a Selic para 14,25% ao ano. A decisão, em si, estava dentro do radar. O debate começa na comunicação.

O Banco Central reconheceu um ambiente mais difícil: atividade acima do esperado, mercado de trabalho resiliente, expectativas de inflação deterioradas, projeções mais altas e quadro fiscal mais desafiador. Em tese, esse diagnóstico recomendaria uma postura claramente mais restritiva.

Ainda assim, o comunicado não fechou completamente a porta para novos cortes. O comitê elevou a régua para novas reduções, mas preservou flexibilidade.

Essa escolha pode ser defensável se a inflação ceder, se o câmbio ajudar e se o fiscal não piorar. O problema é que, hoje, o conjunto da obra ainda é desconfortável. A inflação segue acima da meta, as expectativas continuam frágeis e o fiscal permanece como principal fonte de incerteza doméstica.

Em outras palavras, o corte veio. A dúvida é se a credibilidade aguenta uma comunicação que, ao mesmo tempo, reconhece a piora dos fundamentos e deixa a porta entreaberta para novos estímulos.

O risco é o mercado interpretar essa flexibilidade como tolerância maior com a inflação. Se isso acontecer, o custo aparecerá rapidamente no câmbio, nos juros longos e nos ativos mais sensíveis à queda da Selic.

Paz ajuda o humor, mas política monetária manda no ciclo

O acordo entre Estados Unidos e Irã melhora o ambiente externo, mas não muda a principal conclusão da semana: a política monetária voltou a comandar o preço dos ativos.

A paz reduz o risco de cauda, derruba parte do prêmio do petróleo e favorece uma recomposição de apetite por risco. Mas, se os bancos centrais mantêm uma postura dura, o rali tende a ser mais seletivo e menos linear.

Essa diferença é crucial. Quando os juros caem de forma previsível, o mercado costuma antecipar melhora para quase tudo: bolsa, crédito, small caps, fundos imobiliários e ativos de maior duration. Quando os juros ficam altos por mais tempo, a seleção volta a importar. Empresas com balanço forte, geração de caixa, poder de preço e menor dependência de financiamento tendem a atravessar melhor o ambiente. Já teses que dependem de corte rápido de juros sofrem mais.

No Brasil, isso é especialmente importante. A curva de juros ainda carrega prêmio fiscal elevado, a inflação segue distante da meta e a eleição começa a entrar no radar dos investidores.

O real pode se beneficiar do alívio geopolítico, mas precisa de credibilidade doméstica para sustentar ganhos.

A bolsa pode reagir a um petróleo mais baixo e a algum alívio externo, mas continuará separando qualidade de fragilidade. Não basta a notícia boa lá fora; é preciso que a política econômica aqui dentro ajude.

No final, a Superquarta confirmou que o pior risco geopolítico pode ter ficado para trás, mas também mostrou que o mundo não voltou ao regime de dinheiro fácil. O Fed iniciou a era Warsh com menos promessas e mais ênfase em estabilidade de preços.

O Copom cortou, mas deixou uma mensagem que ainda precisará ser testada pelos dados e pela reação do mercado. No fundo, a paz no Oriente Médio reduz o choque, mas não apaga a inflação; e a queda pontual do petróleo ajuda, mas não substitui credibilidade.

Para o investidor, a mensagem é de disciplina. O ambiente continua oferecendo oportunidades, mas exige mais seletividade. Não é um cenário para abandonar risco indiscriminadamente, nem para comprar qualquer ativo apenas porque os juros podem cair um dia.

É um mercado em que qualidade, previsibilidade, balanço sólido e geração de caixa voltam a valer mais. A Superquarta passou; agora começa a parte mais difícil: provar que a inflação pode convergir sem que os bancos centrais precisem apertar ainda mais o torniquete monetário.

BC retira teto de R$ 500 para Pix por aproximação; instituições devem se adaptar até outubro

19 de Junho de 2026, 17:33

O Banco Central alterou as regras do Pix e retirou o teto fixo de R$ 500 que limitava os pagamentos na modalidade por aproximação. As instituições terão até 1º de outubro para adaptar sistemas e implementar a mudança.

Com a alteração, as transações por aproximação e as iniciadas por meio da jornada sem redirecionamento, no Open Finance, passam a seguir a mesma lógica que os demais pagamentos via Pix: o usuário poderá solicitar ao banco o aumento ou a redução do limite diário e do limite por transação, de acordo com a ferramenta de gestão de limites que deve ser disponibilizada por todos os bancos em seus aplicativos

“Ao permitir que o usuário ajuste o limite do Pix por aproximação dentro dos canais da sua instituição, a nova regra torna a experiência mais aderente às necessidades do dia a dia, sem perder de vista os mecanismos de segurança já incorporados ao ecossistema do Pix”, afirma o chefe adjunto do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro (Decem) do BC, Breno Lobo, em nota publicada no site da autoridade monetária.

A atualização também alcança pagamentos iniciados sem redirecionamento no Open Finance, como transações feitas em carteiras digitais compatíveis.

Segundo o BC, o objetivo é unificar as diretrizes e reduzir diferenças regulatórias entre as jornadas.

WEG (WEGE3), Moura Dubeux (MDNE3), Petrobras (PETR4) e outros destaques corporativos desta quarta (17)

17 de Junho de 2026, 09:29

O pagamento de JCP da WEG (WEGE3), o programa de recompra de ações da Moura Dubeux (MDNE3) e o subsídio ao diesel da Petrobras (PETR4) são alguns dos destaques corporativos desta quarta-feira (17)

Confira os destaques de hoje:

WEG (WEGE3) aprova pagamento de R$ 438 milhões em juros sobre capital próprio

A WEG (WEGE3) aprovou a distribuição de R$ 438,1 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), informou a companhia em comunicado ao mercado nesta terça-feira (16).

O valor corresponde a R$ 0,10 por ação. Terão direito ao provento os acionistas com posição acionária em 19 de junho de 2026. A partir de 22 de junho, os papéis passarão a ser negociados na condição “ex-JCP”.

O pagamento está previsto para 10 de março de 2027. Após o desconto de 17,5% de imposto de renda na fonte, o valor líquido será de aproximadamente R$ 0,09 por ação.

Acionistas que comprovarem até 19 de junho de 2026, junto ao Banco Bradesco, a condição de imunes ou dispensados da retenção do imposto receberão o valor integral do provento, conforme a legislação vigente.

Moura Dubeux (MDNE3) cria programa de recompra de até 1,36 milhão de ações

A Moura Dubeux (MDNE3) aprovou nesta terça-feira (16) um novo programa de recompra de ações que permitirá à companhia adquirir até 1,36 milhão de papéis ordinários em circulação, equivalente a cerca de 2% do total de ações disponíveis no mercado.

O programa terá duração de 18 meses, com início em 16 de junho de 2026 e término em 16 de dezembro de 2027.

Segundo a empresa, o programa tem como objetivo maximizar a geração de valor para os acionistas. As ações recompradas poderão permanecer em tesouraria, ser posteriormente canceladas ou alienadas, além de serem utilizadas para atender obrigações relacionadas ao plano de remuneração baseado em ações da companhia.

ANP aprova pagamento de R$740 mi à Petrobras (PETR4) referente à 1ª fase do subsídio ao diesel

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o pagamento à Petrobras (PETR4) de aproximadamente R$ 740 milhões referente ao primeiro período do programa de subvenção econômica à comercialização de diesel, de 12 de março a 31 de março, segundo documento da autarquia visto pela Reuters.

A aprovação ocorreu na segunda-feira, após a agência apurar e verificar a conformidade do valor a ser pago pela União no âmbito do programa, criado pelo governo federal para reduzir os impactos da alta do petróleo e de seus derivados com a guerra dos Estados Unidos contra o Irã.

A Petrobras havia registrado no balanço financeiro do primeiro trimestre o valor de R$741 milhões como contas a receber relativas ao primeiro período de apuração da subvenção econômica à comercialização de diesel, em março.

Estrela (ESTR3): Justiça aceita pedido e companhia entra em recuperação judicial

A tradicional fabricante de brinquedos Estrela (ESTR3) informou nesta terça-feira (16) que teve aprovado pela Justiça o processamento de seu pedido de recuperação judicial, juntamente com outras sete empresas que integram seu grupo.

Segundo fato relevante divulgado pela companhia, a decisão foi proferida em 15 de junho pelo Juízo da 1ª Vara Cível da Comarca de Três Pontas (MG), que reconheceu o cumprimento dos requisitos previstos na Lei de Recuperação Judicial e Falências (Lei nº 11.101/2005).

De acordo com a Estrela, o objetivo do processo é promover uma reorganização financeira e operacional das empresas do grupo, buscando preservar as atividades, fortalecer a estrutura econômico-financeira e garantir a continuidade dos negócios.

Assessorando credores, Moelis e Journey recebem proposta da IG4 pelo controle da Raízen (RAIZ4)

O banco de investimentos independente Moelis & Company e a consultoria financeira Journey Capital, assessores dos credores da produtora de açúcar e etanol Raízen (RAIZ4), receberam ofertas não vinculantes da gestora de private equity IG4 na noite de segunda-feira (15) para adquirir créditos e o controle da empresa, de acordo com três pessoas familiarizadas com o assunto.

Duas delas, entretanto, alertaram que qualquer acordo ainda está longe de ser certo, sendo que uma acrescentou que os credores dificilmente chegarão a uma decisão em breve.

  • CONFIRA: Está em dúvida sobre onde aplicar o seu dinheiro? O Money Times mostra os ativos favoritos das principais instituições financeiras do país; acesse gratuitamente

Ainda, uma das três pessoas disse que os credores aceitaram a proposta da Raízen de converter dívida em participação acionária por ser a melhor alternativa disponível naquele momento, mas que prefeririam não permanecer como acionistas.

HSBC aposta em crescimento no Brasil mesmo após provisões ligadas a Raízen e GPA, diz CEO

O HSBC Brasil aposta no ritmo recente de crescimento de suas receitas para ganhar relevância no resultado global do grupo, afirmou o presidente-executivo (CEO) da instituição, Alexandre Guião.

“Nós queremos ser top 10. Queremos continuar crescendo para ser um país cada vez mais relevante [no grupo]”, disse o executivo em entrevista à Reuters, citando que a operação brasileira já figura no top 20 do HSBC, que está presente em 55 países.

Ele não definiu um prazo para tal ascensão, mas destacou que nos primeiros cinco meses de 2026 o banco já registra um crescimento de 39% na receita, após fechar 2025 com aumento de 20% ante 2024, que já havia registrado uma alta de 12% frente a 2023.

Supermercados Dia encerram recuperação judicial antes do prazo e miram expansão no Brasil

A rede de supermercados Dia anunciou nesta terça-feira (16) o encerramento de seu processo de recuperação judicial, pouco mais de dois anos após o pedido de proteção contra credores. A conclusão foi homologada pela Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo após a empresa comprovar o cumprimento integral das obrigações previstas no plano de reestruturação.

O fim da supervisão judicial ocorreu antes do prazo inicialmente previsto, que era outubro deste ano. Segundo a companhia, a antecipação foi possível após o cumprimento de 100% das metas e compromissos estabelecidos no processo de recuperação.

Em comunicado, o CEO do Dia no Brasil, Fabio Farina, afirmou que a conclusão da recuperação judicial marca o início de um novo ciclo para a varejista. “O encerramento da recuperação judicial representa a conclusão de uma importante etapa da transformação do Dia”, frisou.

BYD acelera investimento em produção de baterias no Brasil para carros e armazenamento de energia

A fabricante chinesa de veículos elétricos BYD está ampliando a produção de baterias no Brasil, disse um alto executivo à Reuters, com foco na fabricação local para seus carros elétricos ao mesmo tempo em que se prepara para investir cerca de R$ 500 milhões em sistemas de armazenamento para dar suporte à rede elétrica nacional.

A nova capacidade de fabricação no segmento de veículos faz parte de um esforço mais amplo para atingir 50% de conteúdo nacional em seus carros fabricados no Brasil até o início de 2027, disse o vice-presidente sênior da BYD Alexandre Baldy.

“Nós estamos localizando, trazendo conteúdo local, para que consigamos de fato nos tornar uma fabricante brasileira”, disse disse Baldy. “A bateria é mais um dos itens, um importante componente”.

Conselho da Telefônica Brasil (VIVT3) aprova incorporação da FiBrasil

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3), dona da Vivo, aprovou a proposta de incorporação da subsidiária FiBrasil e convocação de Assembleia Geral Extraordinária da companhia para o dia 1 de julho de 2026 para deliberar o assunto, mostra fato relevante divulgado ao mercado na noite de terça-feira (16).

A FiBrasil atua com serviços de telecomunicações, abrangendo a disponibilização de infraestrutura de rede neutra de fibra óptica no atacado. Em maio deste ano, a Telefônica já havia anunciado a aquisição de 100% do capital social da empresa, consolidando integralmente a subsidiária em sua estrutura societária.

O plano prevê a absorção total do patrimônio líquido da FiBrasil, avaliado em cerca de R$ 812,6 milhões, pela Telefônica Brasil.

Engie Brasil (EGIE3) detalha acordo sobre participação na Jirau financiado por aumento de capital de R$ 5,74 bi

A Engie Brasil (EGIE3) detalhou, em um documento apresentado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na noite de terça-feira (16), os termos de um acordo para adquirir uma participação de 40% na usina hidrelétrica de Jirau de seu acionista controlador, a Engie Brasil Participações, parte da francesa Engie.

A empresa informou que o negócio será financiado por um aumento de capital de cerca de R$ 5,74 bilhões por meio de uma oferta de ações vinculada à aportação do ativo.

A oferta de ações poderá arrecadar até R$ 8,36 bilhões, incluindo uma alocação adicional, informou a empresa.

Com vendas em queda, Pizza Hut é vendida por US$ 2,7 bilhões

A gigante do setor de fast-food Yum Brands fechou um acordo nesta terça-feira (16) para a venda da rede Pizza Hut por US$ 2,7 bilhões. O movimento foi motivado pela desaceleração das vendas da Pizza Hut nos últimos anos, que vinha registrando um desempenho inferior ao de outras redes do grupo, como KFC e Taco Bell.

O negócio recebeu o aval do conselho de administração e deve ser oficialmente concluído no terceiro trimestre deste ano.

Ações da BMW caem ao menor nível desde 2020 após alerta sobre lucros

As ações da montadora alemã de luxo BMW recuavam cerca de 7% na bolsa de valores de Frankfurt, na Alemanha, após a empresa ter divulgado, na noite de terça-feira (16), um alerta sobre os lucros que, segundo alguns analistas, poderia indicar uma reformulação estratégica mais ampla, incluindo cortes de capacidade na Europa.

A BMW atribuiu a culpa à prolongada fraqueza na China, o maior mercado automotivo do mundo, e ao impacto da guerra no Irã sobre os preços e o ânimo dos consumidores.

Analistas do Deutsche Bank e da Jefferies afirmaram que a revisão para baixo nas perspectivas foi significativamente maior do que o esperado.

*Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

*Com supervisão de Maria Carolina Abe

O dia após o IPO recorde: SpaceX fecha compra da Cursor por US$ 60 bilhões

16 de Junho de 2026, 10:50

A SpaceX firmou o acordo definitivo para comprar a Cursor, em uma transação que avalia a startup de codificação por IA em US$ 60 bilhões. Os investidores da Cursor terão o direito de receber ações da SpaceX com base no valuation implícito de US$ 60 bilhões, segundo documento divulgado pela companhia na manhã de terça-feira, […]

O post O dia após o IPO recorde: SpaceX fecha compra da Cursor por US$ 60 bilhões apareceu primeiro em NeoFeed.

I was an early SpaceX employee. My equity helped me pay off student loans, buy a home, and make risky career moves.

Gambit founder and early SpaceX employee Josh Giegel is pictured.
Josh Giegel worked at SpaceX from 2009 to 2012. He's now the CEO of Gambit.

Josh Giegel

  • Josh Giegel joined SpaceX in 2009 and worked there for 3 years. He says the equity he received has been "liberating."
  • Giegel's SpaceX equity has allowed him to put a down payment on a house and help pay off his wife's student loans.
  • "The equity also allows me to take a lower salary at my startup," Gambit, he said, and that means he can hire more people.

This as-told-to essay is based on a conversation with Josh Giegel, the 41-year-old cofounder of the AI startup Gambit, who lives in Los Angeles. It's been edited for length and clarity.

I was in grad school at Stanford, finishing my master's and wanting to do a Ph.D.

I had worked at NASA the previous summer, and one of the women I worked with was also a Stanford graduate, and was like: "You're going to be so bored at NASA. Why don't you check out this small space company in Los Angeles called SpaceX?"

I applied and interviewed in the two weeks between flight three and flight four of Falcon 1. I interviewed with Elon; he was still interviewing pretty much everyone at the time. I remember going back to my advisor and saying, "There's nothing I'd rather do on the planet than what he just described."

My Master's ended at the end of 2008, and I began in 2009.

I was on what's called the propulsion analysis team, which was four or five people. Our responsibility was: How do you design the first reusable rocket engine? A very small group of us was responsible for the initial stuff that was on Falcon 9.

A SpaceX Falcon 9 rocket
A SpaceX Falcon 9 rocket carrying a payload into space.

Paul Hennesy/Anadolu via Getty Images

I started there when I was 23, and I left when I was 27. It was a little bit of naive immaturity. I knew I wanted to start a company one day, and SpaceX was growing like crazy. I wanted to be on a founding team. I still love the company; I almost went back two or three years later before I ended up starting a company of my own.

The IPO is pretty cool. I'm on a bunch of text threads with guys who were there around the same time, and a couple of them are still there. It's cool to see just how big it became.

When I got there, and they gave the offer, there was an equity component. I remember the HR woman who was going over it with me saying, "We think some day, in 10 or 15 years, this might be worth $250,000-300,000." I distinctly remember her saying, "It might get you a nice down payment on a house in Los Angeles."

We all laugh about it now. But, at the time, the saying was: the fastest way to become a millionaire in space is to start as a billionaire.

Buybacks have been really regular for the last 10 years. Every now and then, we'd take a little bit out. For example, we paid off my wife's student loans a number of years ago. We put down a down payment on a house.

I joke: We did actually get a down payment on a house! She wasn't lying when she said that. It's a house that, on our normal salaries at startups, we wouldn't have been able to afford without that additional windfall.

We also love traveling. We've got a seven-year-old and a one-year-old. We're going to go on slightly more adventurous trips because of it.

My wife is also thinking of doing a larger career change that would come with a decent salary reduction, which she probably wouldn't have been able to do without something like SpaceX.

Professionally, I've always been risky. If the majority of your net worth is tied up in a rocket company, you must be a risk-tolerant individual.

Gambit is a VC-backed company. We've raised about $15 million to date, and there are a couple more investment rounds that are coming. The IPO puts you in a position where folks with a substantial amount of equity could be interested in becoming investors.

At least ten of the people I worked with intimately have started their own company. There was a band that I played in with five SpaceX people; four of us started our own companies. I played guitar.

That whole ecosystem can fund its own endeavors and each other. The quantum of capital that they can put in is not like your typical family and friends round. That's typically $20,000, $50,000, maybe $100,000. Here, that could be on the order of $1 million, maybe $2 million per check.

You also become a bit of a mercenary, asking, "I don't need a paycheck from what I'm going to go do, so what am I going to go do?" It's liberating.

The equity also allows me to take a lower salary at my startup, so that I can go out and hire more people to make my company more successful.

Read the original article on Business Insider

SpaceX: como o apelo do IPO foi além da euforia do mercado em torno das ações

14 de Junho de 2026, 05:00

(Bloomberg) –Wall Street passou a última semana oscilando entre a macroeconomia e a euforia.

Os investidores analisaram dados mistos sobre a inflação, desdobramentos positivos no conflito do Oriente Médio e oscilações bruscas nos preços do petróleo. Ao mesmo tempo, a corrida por exposição à SpaceX se estendeu muito além da oferta pública inicial de ações da empresa, com investidores buscando maneiras alternativas de participar de uma das estreias na bolsa mais aguardadas dos últimos anos.

O resultado foi um mercado com dificuldades para se consolidar em uma narrativa única, com investidores oscilando entre desenvolvimentos macroeconômicos e operações especulativas. Segundo uma métrica, o Nasdaq 100 registrou esta semana suas maiores oscilações médias intradiárias desde abril de 2025.

A SpaceX tornou-se o ponto crucial da semana. Investidores de varejo enviaram mais de US$ 100 bilhões em pedidos para a oferta, superando em muito as alocações disponíveis por meio de corretoras.

Mas, diferentemente de frenesis anteriores de IPOs, a demanda não se limitou ao livro de ofertas tradicional. Investidores que não conseguiram garantir ações buscaram exposição em outros lugares. Isso ajudou a impulsionar grandes fluxos de entrada pré-IPO em fundos, incluindo o ETF Baron First Principles de US$ 2 bilhões, além de alimentar a atividade em uma rede crescente de plataformas de negociação alternativas.

A Polymarket gerou mais de US$ 25 milhões em volume de negociações em contratos relacionados à SpaceX. Essa atividade também se estendeu aos mercados nativos de criptomoedas, com investidores negociando contratos futuros perpétuos vinculados à empresa na plataforma descentralizada Hyperliquid. O que antes seria uma simples história de IPO passou a se desenrolar simultaneamente em diversas plataformas de negociação.

“O fato de estarmos vendo uma proliferação de ETFs atrelados a ações populares demonstra o momento atual”, disse Peter Atwater, presidente da consultoria Financial Insyghts. “O público agora está especulando com base em seu próprio impulso maníaco, utilizando toda a força que consegue encontrar.”

Mais de 20 ETFs ligados à SpaceX já foram registrados, abrangendo desde produtos alavancados e inversos até estratégias baseadas em opções. Um ETF alavancado atrelado à SpaceX teve uma alta de mais de 80% antes de praticamente paralisar suas negociações na sexta-feira, segundo dados compilados pela Bloomberg e informações publicadas no site da bolsa Cboe, devido a preocupações regulatórias.

As empresas emissoras de ETFs, que antes esperavam meses após um IPO para lançar produtos relacionados, agora correm para registrar seus pedidos quase imediatamente, o que demonstra a rapidez com que Wall Street se mobiliza para atender à demanda especulativa.

“Certamente há espaço para especulação, mas eu prefiro que os investidores invistam”, disse Nancy Tengler, CEO da Laffer Tengler Investments, que tem uma convicção de longo prazo na empresa.

Os produtos usados ​​para expressar visões especulativas estão se tornando grandes o suficiente para influenciar as negociações no mercado em geral. Estrategistas da Nomura estimam que os ETFs alavancados, de forma mais ampla, geram atualmente cerca de US$ 8 bilhões em demanda de rebalanceamento para cada variação de 1% no mercado, enquanto o posicionamento em opções contribui com bilhões a mais.

O Barclays Plc estimou recentemente que fluxos semelhantes ligados aos principais ETFs alavancados dos EUA atingiram um recorde antes da onda de vendas ocorrida no início deste mês. Esses produtos não determinam a direção do mercado, mas podem amplificar as tendências predominantes, transformando explosões de entusiasmo — ou ansiedade — em oscilações maiores.

“O ecossistema especulativo também indica oscilações maiores em torno de ações relacionadas, porque quando a exposição é construída por meio de produtos alavancados e sintéticos, as altas e as baixas podem ocorrer mais rapidamente do que os investidores esperam”, disse Chris Murphy, co-chefe de estratégia de derivativos do Susquehanna International Group.

As oscilações da semana refletiram a rapidez com que o foco do mercado mudou. Dados relativamente moderados da inflação ao consumidor impulsionaram inicialmente os ativos de risco. Um dia depois, dados mais fortes sobre os preços ao produtor levantaram novas dúvidas sobre as pressões de custos. Enquanto isso, os comentários do presidente Donald Trump sobre o Irã alteraram repetidamente as expectativas para o conflito e fizeram com que o petróleo e as ações se movessem em direções opostas. Na sexta-feira, as esperanças de um avanço diplomático ajudaram a impulsionar as ações novamente.

“O acordo de paz intermitente está provocando fortes oscilações de curto prazo no nível do índice, tornando mais desafiador analisar e investir em ações individuais”, disse Michael O’Rourke, estrategista-chefe de mercado da JonesTrading. “Isso complica a situação enquanto as empresas tentam navegar em meio à euforia.”

Cautela?

Sinais de cautela surgiram em meio ao fervor especulativo. A Susquehanna apontou para uma atividade considerável de hedge em ETFs de semicondutores, incluindo grandes compras de proteção contra quedas no ETF de semicondutores da VanEck. Mesmo enquanto os investidores buscavam histórias de crescimento, outros se posicionavam para oscilações maiores no futuro.

A SpaceX foi a obsessão dominante da semana. Mas a notícia mais importante é a facilidade com que os investidores agora podem participar — e construir exposição a — um negócio que antes poderia ter sido restrito principalmente a investidores institucionais.

Para Aaron Korff, um empresário de 55 anos da Flórida que dirige uma empresa de software de gerenciamento de transporte de veículos, a oferta da SpaceX era impossível de ignorar. Korff disse que nunca havia investido em um IPO antes, principalmente porque considerava o processo complicado. Desta vez foi diferente. Ele enviou sua solicitação pela E-Trade na segunda-feira e recebeu uma parte das ações antes da abertura do mercado na sexta-feira, embora a enorme demanda tenha feito com que ele recebesse apenas um quarto do seu pedido inicial.

Ainda assim, Korff disse que o apelo ia além da euforia do mercado em torno das ações.

“Quem se importa se as ações sobem e descem? Você ama a empresa? Acredita no futuro dela? Esses são os motivos certos para investir nela”, disse ele. “Elon Musk fará tudo o que estiver ao seu alcance para impulsionar os negócios. Veja o que ele já fez com a SpaceX.”

© 2026 Bloomberg LP

The post SpaceX: como o apelo do IPO foi além da euforia do mercado em torno das ações appeared first on InfoMoney.

OpenAI, Anthropic e SpaceX viram “fábrica de fortunas”: 20 bilionários e 16 mil milionários a caminho

12 de Junho de 2026, 18:12

A SpaceX deu a largada ao que deve ser um período de grandes IPOs nos Estados Unidos, gerando uma nova leva de bilionários aos rankings da Bloomberg e da Forbes. Um levantamento feito pela consultoria Sacra para o jornal The New York Times (NYT) estima que as megalistagens de SpaceX, Anthropic e OpenAI devem criar […]

O post OpenAI, Anthropic e SpaceX viram “fábrica de fortunas”: 20 bilionários e 16 mil milionários a caminho apareceu primeiro em NeoFeed.

Elon Musk vira trilionário e passa a valer mais do que 198 países e toda a bolsa brasileira

12 de Junho de 2026, 15:03

O empresário Elon Musk se tornou a primeira pessoa no mundo a ostentar (ao menos no papel) o título de trilionário, um nível de riqueza impressionante, muito acima do PIB e do valor de mercado de muitas companhias. A SpaceX estreou nesta sexta-feira, 12 de junho, na Nasdaq, após precificar seu IPO em US$ 135 […]

O post Elon Musk vira trilionário e passa a valer mais do que 198 países e toda a bolsa brasileira apareceu primeiro em NeoFeed.

Haddad: precisamos cooperar com EUA, sem subordinar interesse brasileiro

6 de Junho de 2026, 11:03

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), defendeu a cooperação com os Estados Unidos para combater o crime organizado, mas afirmou que não se pode “subordinar o interesse nacional brasileiro ao interesse nacional americano”. As declarações foram feitas em entrevista ao podcast 3 Irmãos, publicado neste sábado (6).

“Uma cooperação com os Estados Unidos é essencial, porque o nosso problema está lá também. O dinheiro do crime organizado está sendo lavado nos Estados Unidos, as armas para o crime organizado do Brasil estão vindo dos Estados Unidos, então nós precisamos encontrar um jeito de cooperar com eles. O que não podemos é subordinar o interesse nacional brasileiro ao interesse nacional americano”, afirmou.

Haddad disse ainda que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), errou ao não cooperar com a União no combate ao crime organizado. Ele destacou que a primeira medida que tomará, caso eleito, será colaborar com o presidente para inserir um capítulo sobre segurança pública na Constituição.

“O erro de São Paulo foi não liderar cooperativamente com a União o combate ao crime organizado. Ao contrário, sabotaram tanto a lei Antifacção quanto a tramitação da PEC da Segurança Pública”, disse Haddad.

“Então, a primeira medida que eu vou tomar é sentar com o presidente e falar: vamos fazer um capítulo na Constituição sobre Segurança Pública. A educação tem, a seguridade social tem, a cultura tem, o esporte tem, e a segurança não tem”, acrescentou.

Chain restaurants are closing hundreds of locations across the US in 2026. See the list.

6 de Junho de 2026, 10:28
The signage for Wendy's restaurant is shown in Brampton, Ontario, on August 22, 2025. (Photo by Mike Campbell/NurPhoto via Getty Images)
Wendy's intends to close roughly 5% to 6% of its US footprint this year.

Mike Campbell/NurPhoto via Getty Images

  • Several restaurant chains have shared plans to close locations in 2026.
  • Wendy's planned to close up to 350 US restaurants in the first six months of the year.
  • Pizza Hut said it would shutter 250 US locations in the first half of the year.

Some fast-food and fast-casual chains across the US are shrinking their footprints, with several planning to scale back locations in 2026.

Restaurant chains, including Wendy's, Papa John's, Pizza Hut, and Red Lobster, have announced plans to close locations in 2026.

The planned closures come amid a challenging few years for restaurant chains, driven by factors such as inflation, rising labor costs, and changing customer preferences. Some brands have leaned on value meals and innovations in an attempt to bring more customers in the door.

"What's really worked within quick service hasn't been value, as much," TD Cowen analyst Andrew Charles previously told Business Insider. "Value is important, but you look at when McDonald's, Burger King, etc, have done well — it's really when they have great menu innovation or great marketing that they really see customers respond."

Several restaurant chains have announced plans to close locations in 2026, while others have suddenly shuttered locations since the start of the year. Here's what to know.

In February, Wendy's revealed plans to close up to 350 US restaurants.
Sign for the fast food brand Wendys on 5th June 2025 in London, United Kingdom.
Sign for the fast food brand Wendys on 5th June 2025 in London, United Kingdom.

Mike Kemp/In Pictures via Getty Images

In February, Wendy's said it intended to close roughly 5% to 6% of its US footprint — about 298 to 358 restaurants — in the first half of the year as it grappled with sliding sales and profits.

At the time, then-Interim CEO Ken Cook said the brand's focus was "to strengthen our foundation and position Wendy's for long-term success."

The Associated Press reported that Wendy's shuttered 28 restaurants in the fourth quarter of 2025, leaving it with 5,969 locations across the US at the end of the year.

Company data shows systemwide US sales dropped 5.2% in 2025, while same-store sales declined 5.6% compared with the previous year.

In May, Wendy's announced that global systemwide sales totaled $3.2 billion in Q1, down 5.5% from the same period the previous year. In a statement at the time, Cook remained optimistic, citing Q1 improvements such as upgrading its hamburgers, launching new chicken sandwiches, and a "focus on operational excellence."

"While our first quarter results reflect a business in the early stages of a turnaround, we are making progress to improve our US business and are confident in the direction we are heading," he said.

Pizza Hut said it intended to shutter 250 US locations in the first half of the year.
Pizza Hut
Pizza Hut

Scott Olson/Getty Images

Pizza Hut, founded in 1958 by brothers Dan and Frank Carney in Wichita, Kansas, and best-known for its pan pizza, has more than 6,000 locations in the US.

In a February earnings call, its parent company, Yum! Brands, said Pizza Hut intended to shutter 250 US locations by July 1. The closures would impact "underperforming" locations, Yum! Brands said.

In April, Fortune reported it had identified around 50 locations that had closed, with most affected restaurants in California, Pennsylvania, and Ohio.

Yum! Brands said late last year that it was exploring a potential sale of the chain, after reporting a 1% decline in same-store sales during the third quarter, the eighth consecutive quarterly drop. Citing a source, Reuters reported in May that Yum! was in talks with LongRange Capital, a private-equity firm, about a potential sale.

"The Pizza Hut team has been working hard to address business and category challenges," Chris Turner, chief executive of Yum! Brands, said in November. "However, Pizza Hut's performance indicates the need to take additional action to help the brand realize its full value, which may be better executed outside Yum! Brands."

The chain has faced tough competition from other chains, especially with the rise of value meals. Internationally, it is faring better, with same-store sales increasing by 1% last year.

Jack in the Box reportedly plans to close up to 100 locations.
Here's a Jack in the Box logo displayed on a sign outside a restaurant on January 9, 2026, in San Diego, CA.
Here's a Jack in the Box logo displayed on a sign outside a restaurant on January 9, 2026, in San Diego, CA.

Kevin Carter/Getty Images

Jack in the Box — the fast-food chain that's been flipping burgers since 1951 — has built a following at its more than 2,100 locations with a menu that includes curly fries, tacos, chicken sandwiches, and milkshakes. But even this drive-thru staple has hit some bumps in the road.

In 2025, the company rolled out its "Jack on Track" turnaround plan to boost performance and strengthen its finances. Part of this was selling off Del Taco for $119 million, which was completed in December.

By the end of June, the brand expects 50 to 100 closures and around 20 openings, QSR Magazine reported in February.

Same-store sales across its restaurants dropped 6.7% in Q1 year over year, the company reported, according to QSR Magazine. Its fiscal second-quarter sales "did not meet expectations," Interim CEO Mark King said in May, with same-store sales falling 3.8% year over year and revenue declining 4.3% to $254.3 million.

But, King said, sales trends had improved entering the third quarter and that the company was committed to its turnaround plan.

"Jack in the Box is an iconic brand, and I'm eager to dive in with our passionate team and franchisees to further improve operating results. After being on the Board and now as interim CEO, my excitement for the potential of this brand has only grown," he said.

The brand's goal this year is to focus on innovation, customer service, cosmetic updates, and fewer, stronger limited-time offers, QSR reported.

Papa John's plans to close approximately 200 stores in 2026.
A Papa John's restaurant is seen on February 27, 2026 in Austin, Texas. Papa John's international is preparing to close 300 of its Northern American stores by the end of 2027 in an effort to further turnaround business amid nationwide ongoing pizza sector struggles.
A Papa John's restaurant is seen on February 27, 2026 in Austin, Texas. Papa John's international is preparing to close 300 of its Northern American stores by the end of 2027 in an effort to further turnaround business amid nationwide ongoing pizza sector struggles.

Brandon Bell/Getty Images

Papa John's announced in a February earnings call that it plans to close about 200 North America restaurants in 2026 as part of a broader effort to shut down 300 underperforming locations by the end of 2027.

The closures will primarily affect franchise-owned stores that are more than 10 years old and do not indicate long-term profitability, Ravi Thanawala, Papa John's CFO, said on the call.

Papa John's reported a 3% decline in global systemwide sales in the first quarter. North America comparable sales declined 6.4%, though international comparable sales rose 3.6% for the sixth consecutive quarter of growth.

CEO Todd Penegor said, "We are taking action to better align corporate and field resources with our transformation priorities and optimize spans and layers in our organizations."

Papa John's was founded in 1984 by John Schnatter in Jeffersonville, Indiana, when he began selling pizzas out of a converted broom closet in his father's tavern. The brand quickly grew into one of the largest pizza chains in the world, known for its "Better Ingredients. Better Pizza." slogan.

Red Robin has abruptly closed some restaurants nationwide.
Here's a Red Robin restaurant in San Bruno, California.
Here's a Red Robin restaurant in San Bruno, California.

Illustration by Justin Sullivan/Getty Images

Some Red Robin locations in Illinois, California, and New Jersey abruptly closed this year, The Independent reported.

The company, which has nearly 500 locations across the United States, said in February 2025 that it intended to shutter roughly 70 underperforming restaurants as part of a plan to pay down debt, USA Today reported.

Later in the year, executives shared during an earnings call that turnaround efforts at several locations had been more successful than expected, reducing the need for as many closures.

A Red Robin spokesperson told Business Insider in March that 20 closures in 2026 were mentioned on the company's Q4 earnings call; however, these are potential, not confirmed, closures. They concern corporate locations, rather than franchise-operated locations.

"As the company reported in its Q4 earnings, Red Robin beat the casual dining industry on traffic in December, a trend that continued into January," the spokesperson said, adding that there was "a lift in traffic, thanks to its new value menu, the Big YUMMM Deals starting at $9.99."

"This gives the company confidence as they look ahead and expect to continue that progress in 2026 as they introduce more guests to the new-and-improved Red Robin," the spokesperson said.

Red Robin was founded in 1969 in Seattle, Washington, when local restaurateur Gerry Kingen expanded and renamed a neighborhood tavern that had originally opened in the 1940s.

The company grew into a national casual-dining chain known for its gourmet burgers, its Bottomless Steak Fries, onion rings, and thick, hand-spun milkshakes.

Some Denny's have also closed without advance notice.
Denny's logo is seen in Austin, United States on October 21, 2025.
Denny's logo is seen in Austin, United States on October 21, 2025.

Jakub Porzycki/NurPhoto via Getty Images

Denny's, which operates more than 1,650 locations globally and is recognized for comfort-food staples, confirmed in January that it had completed its plan to close 150 restaurants by the end of 2025.

Since the start of 2026, there have been reports of restaurants closing without advance notice, including locations in Grand Rapids and Kalamazoo, Michigan, as well as Midland, Texas, per Mashed.

Denny's did not respond to Business Insider's request for comment on the recent closures. It has not been said if there will be others this year.

It comes amid broader corporate shifts at the company. In January, a $620 million acquisition by TriArtisan Capital, Yadav Enterprises, and Treville Capital was completed. The company reported that CEO Kelli Valade would leave in February.

Denny's was founded in 1953 in Lakewood, California, by Harold Butler and Richard Jezak, originally operating under the name Danny's Donuts before evolving into a full-service coffee shop and eventually rebranding as Denny's.

Noodles & Company expects to close between 30 and 35 locations in 2026.
Clackamas, OR, USA - May 22, 2021: A Noodles and Company restaurant in Clackamas, Oregon. Noodles and Company is an American fast-casual restaurant based in Broomfield, Colorado.
Clackamas, OR, USA - May 22, 2021: A Noodles and Company restaurant in Clackamas, Oregon. Noodles and Company is an American fast-casual restaurant based in Broomfield, Colorado.

Tada Images/Shutterstock

Fast Company reported Noodles & Company plans to shutter more restaurants as part of a broader effort to shore up its finances.

In a January announcement, the fast-casual chain said it expects to close between 30 and 35 locations in 2026 to improve profitability and strengthen its overall performance.

By the end of 2025, the brand operated 340 company-owned restaurants and 83 franchised locations. The company had already downsized its footprint the previous year, closing 42 restaurants, including 33 corporate locations and nine franchise units.

"Decisions like this are made thoughtfully and with a long-term view of the business," CEO and President Joe Christina said, adding that fourth-quarter results showed stronger performance when resources were focused on higher-opportunity restaurants. He said the moves are designed to bolster the brand's financial position and support long-term, profitable growth.

Noodles & Company was founded in 1995 by Aaron Kennedy in Denver, Colorado. The chain is known for its diverse menu that spans flavors from around the world, including Wisconsin Mac & Cheese, Pad Thai, Japanese Pan Noodles, and Pasta Fresca. In addition to noodle bowls, the restaurant offers soups, salads, and shareable sides, positioning itself as a quick-service spot for comfort food with an international twist.

Red Lobster is closing its Times Square flagship location, among others, in 2026.
Red Lobster in Times Square

Richard Levine/Corbis via Getty Images

Since filing for bankruptcy in 2024 — and closing dozens of restaurants that year — Red Lobster has begun a turnaround: It's appointed a new CEO, updated its menu, collaborated with celebrities, and exited Chapter 11 protection. The new CEO, Damola Adamolekun, told The Wall Street Journal in February that its sales were up 10% year over year.

Still, the company announced this week that it will shutter its flagship Times Square location on June 14, ending a 23-year run in one of the world's busiest tourist destinations.

A spokesperson for Red Lobster told Business Insider the chain "remains focused on strengthening the business, investing in the guest experience, and building momentum across the system."

It cited "extensive and prolonged construction" at the sprawling location, which affected foot traffic and sales.

"Times Square has been an important chapter in Red Lobster's history, and we are grateful to the team members and guests who have made this restaurant special over the years," the chain said.

In May, the brand closed its oldest continuously operating location, in Tallahassee, Florida, after 56 years, following typical performance and lease reviews, the company said. Other closures have included restaurants in Chambersburg, Pennsylvania, and Overland Park, Kansas.

Red Lobster operates around 550 restaurants, a decline from around 700 a few years ago, Fortune reported. Adamolekun told The Wall Street Journal that Red Lobster is still looking closely at leases, with a view to close or update underperforming locations. He added that the chain is also open to opening more locations in some underrepresented regions.

Founded in 1968, Red Lobster grew into one of the largest casual dining seafood chains in the United States. The company is best known for its seafood-focused menu, including shrimp, lobster, and crab dishes, as well as its signature Cheddar Bay Biscuits, which have become a staple of the brand.

Read the original article on Business Insider

Um homem “complexo” chamado Gauguin

31 de Maio de 2026, 07:22

O tempo costuma ser implacável com os biógrafos. Quanto mais distante a época em que seu personagem viveu, mais complicado é alcançar a exatidão histórica. Essa limitação, porém, não prejudica em nada a riqueza de conteúdo e a precisão do livro Wild Thing: A Life of Paul Gauguin (Coisa Selvagem: A Vida de Paul Gauguin, […]

O post Um homem “complexo” chamado Gauguin apareceu primeiro em NeoFeed.

Fintech brasileira leva Pix à era da inteligência artificial

29 de Maio de 2026, 18:22

Agentes que otimizam investimentos de acordo com os objetivos do usuário, trocam de fornecedor quando os preços de mercado mudam ou fazem as compras do mês com base no que falta na geladeira — tudo isso de forma automática. Essa realidade, que até pouco tempo parecia distante, está cada vez mais próxima com os avanços […]

O post Fintech brasileira leva Pix à era da inteligência artificial apareceu primeiro em NeoFeed.

Tesla VP says Model S and X may be dead, but not buried: 'Never say never'

26 de Maio de 2026, 17:56
A blue Tesla Model X, with its rear doors open, is parked next to a red Tesla Model S on a gravel lot.
Tesla discontinued the Model S and Model X. Will they make a comeback?

Tesla

  • Tesla discontinued the Model S and Model X this year to focus on autonomy and robotics.
  • Lars Moravy, Tesla's vice president of vehicle engineering, said, "Never say never" about a comeback.
  • There's also a fresh teaser for the long-awaited Roadster.

BTS. The Pussycat Dolls. "Scrubs." It's en vogue these days to make a comeback.

Could Tesla's recently discontinued electric cars — the Model S and Model X — eventually join the trend?

Lars Moravy, Tesla's vice president of vehicle engineering, left the door open for the luxury sedan and SUV model revivals in an interview with the "Ride the Lightning" podcast released this weekend.

"It was just like: now is not the right time to keep this one going," he said about the decision to ax the cars. "That doesn't mean it goes away forever. Never say never."

To be clear, Moravy did not say Tesla is actively working on a new Model S or Model X — but he also did not rule it out.

He also offered a fresh reason for the car's discontinuation: global crash-test requirements.

"Every five years or so, Euro NCAP updates their protocols," Moravy said, adding that Tesla wants to make "the safest cars on the road," which requires structural updates.

The platform "was never designed for" some newer crash cases, he said, including small-overlap and offset tests. Tesla had made "band-aids along the way," but he said keeping the vehicles compliant would require "a massive overhaul."

Tesla has previously said the cars were discontinued because of new business goals. During a January earnings call, CEO Elon Musk said the automaker was giving the vehicles an "honorable discharge" as it shifted its focus toward autonomous vehicles and robotics.

The final Model S and Model X units rolled off the Fremont, California, production line in mid-May as the plant began transforming into an assembly line for Tesla's Optimus robot.

Each one built with love. When @elonmusk said that, really choked me up. Everyday we make our products with our customers in mind. We love all of you more than you know. Thanks for CONSTANTLY lifting us up. ALL THE LOVE!!!! pic.twitter.com/SlAICwnRcN

— Lars (@larsmoravy) May 21, 2026

On the podcast, Moravy said Tesla sold about 750,000 Model S and Model X cars during their lifetime. When asked directly if the Model S and Model X could make a comeback, he said the vehicles "have done a great job for us in what they needed to do."

The podcast also included an update on Tesla's long-awaited second-generation Roadster. Franz von Holzhausen, Tesla's chief designer, said the company plans to build the two-door sports car in Texas.

"We've made, you know, first plans on that, and I think you'll see a lot of things start to unfold in the next months," von Holzhausen said.

Tesla didn't immediately respond to a request for comment from Business Insider.

Read the original article on Business Insider

Read the Dropbox memos about CEO Drew Houston's plan to train his replacement and step down

26 de Maio de 2026, 14:46
Drew Houston
Drew Houston is the founder of Dropbox.

Big Event Media/Getty Images for HumanX Conference

  • Dropbox CEO Drew Houston plans to step down as CEO after 19 years in the role.
  • Houston named Ashraf Alkarmi as his co-CEO and eventual successor in a memo to employees on Tuesday.
  • He shared how he knew Alkarmi was the right person for the job.

Dropbox CEO Drew Houston invoked an old and reliable piece of advice to choose his successor.

Houston told employees in a Tuesday memo that Dropbox named Ashraf Alkarmi as co-CEO and that Houston would be training him as his replacement. Following 19 years at the helm, Houston said he plans to step down as CEO after a transition period and become executive chairman.

The Dropbox cofounder said in the memo that the company's culture was in "good hands" with Alkarmi.

"Early in running Dropbox, someone gave me a piece of advice: before you hire anyone, ask yourself if you'd feel good about your little brother or sister working for this person (I didn't have kids at the time)," Houston wrote. "Ashraf is that leader."

He said Alkarmi cares deeply about the people doing the work, and "tells the truth even when it's hard and disagrees with me when I'm wrong."

Houston credited Alkarmi, who previously oversaw Dropbox's core business, with helping the company navigate challenging periods.

Just before Alkarmi joined Dropbox in November 2024, the company axed about 20% of its workforce due to softening demand and excess management.

Alkarmi has since overseen the launch of AI products, according to his LinkedIn profile. He said the company needs to keep "innovating aggressively" during the AI era in his own note to employees on Tuesday.

Read Houston's full memo from Tuesday below:

Subject: Congratulations Ashraf, our new co-CEO!
Hi team,
Today we're promoting Ashraf Alkarmi to co-CEO of Dropbox. Ashraf has done an incredible job transforming our core business, and I can't think of a better leader for Dropbox's next chapter. Ashraf and I will jointly lead the company, and after a transition period I'll move into the role of executive chairman and Ashraf will be the sole CEO.
I want to share why we're doing this and why now. Our business is in a stronger position than it's been in years, and a lot of that is because of Ashraf. He inherited a challenging setup when he took over our core business. Many inside and outside the company were skeptical that our trajectory could change, but Ashraf saw things differently. He made difficult and courageous calls, placed some smart bets, and those bets are paying off. While there's still plenty of important work ahead, the business has been getting stronger every quarter.
Early in running Dropbox, someone gave me a piece of advice: before you hire anyone, ask yourself if you'd feel good about your little brother or sister working for this person (I didn't have kids at the time.) Ashraf is that leader. He cares deeply about the work and he cares deeply about the people doing the work. He tells the truth even when it's hard and disagrees with me when I'm wrong. And anyone who has done karaoke with Ashraf at our offsites knows our culture is in good hands.
Ashraf has spent his whole career—at Amazon, at Vimeo, and before—building products for the creative and content-focused customers we serve. He's also been leading from the front on AI. Last December, while most of the world was on break, Ashraf was building prototypes with AI tools and pushing us to think bigger about what our products could become. I can't wait for our customers to see the next generation of the Dropbox experience.
Ashraf and I will be working side-by-side through the transition. I care about Dropbox as much as I ever have, and that's not going to change. My focus right now is making sure Dropbox is in the strongest possible shape. But knowing me, it won't be long before I'm getting credit card alerts for my Cursor token spend.
Please join me in congratulating Ashraf. We'll do an All Hands today at 10am PT where we'll take your questions, and we'll have more time together in the coming days.
Drew

Read Alkarmi's full memo:

Reply from Ashraf:
Hi team,
First, I want to say how grateful I am for the opportunity and trust that comes with this role. Dropbox is a company and product I've admired for a long time, and it's been incredibly rewarding to work alongside this team. I'm also beyond excited about this next chapter for Dropbox!
What's energized me most since joining Dropbox is the connection people have with our brand. I've heard it over and over in conversations with customers around the world, from creative teams at Sundance to long-time users who tell me Dropbox was one of the first products they ever paid for. Dropbox is a trusted home for their most important work, and that creates a real responsibility for us to keep improving the experience for them.
I'm really excited to double down on customer obsession and build products that solve hard, real problems for the people who rely on Dropbox every day. Our customers are asking us to do much more in the AI era, and we need to keep innovating aggressively to improve how work gets done.
As Drew said, we're in a much stronger position than we've been in years, and that progress is thanks to all of you. Over the last year and a half, we've gotten much clearer about our priorities, where we invest, and how we operate. We've built a much stronger foundation as a company, and that focus is showing up in our results and in how people are engaging with our products.
It gives me a lot of confidence in what's ahead for Dropbox, and I'm grateful to the teams across the company who've stepped up, taken ownership, and helped drive that transformation!
My commitment to you is that we'll be deliberate about where we're going and how we work. We're entering a new chapter where we'll be even more focused on our customers. We'll make decisions grounded in their needs and in the results we're seeing, and continue growing from the foundation we've put in place.
I have a lot of admiration and respect for the company Drew has built and the values that have shaped it over the years: customer obsession, trust, and integrity. Those things matter deeply to me as a leader, too.
Those values have also shaped how Drew and I work together. We've built a working relationship grounded in trust, truth telling, and doing what's best for our customers, and we'll continue working closely together through this next phase. We also both care about building a culture where people are kind, direct, and focused on customer impact.
Looking ahead, my priority is to give our leaders the support and clarity they need to stay focused and keep performing at this level. A big part of that is the strength we have across our executive team. We have an incredible group with strong operational experience who know our customers and know how to execute.
On that note, I'm really excited to share that Mike Torres will be joining Dropbox and our senior leadership team as our new Chief Product Officer on July 7. Mike brings deep experience leading and scaling products used by hundreds of millions of people, including leadership roles across Chrome, Kindle, and OneDrive, along with a strong track record of driving focus across large organizations. We'll share more on Mike and the Product Organization this week, with more details to follow this summer.
I know we have all the right ingredients to be successful: a trusted brand with more than 700 million global registered users, deep customer relationships, and employees who genuinely care about the quality of what we build.
I'm so excited about where we can go from here!
Looking forward to continuing the conversation at the All Hands shortly.
Ashraf
Read the original article on Business Insider

Santander: Aquisição da Stix pela RD Saúde deve impulsionar programa de fidelidade

21 de Maio de 2026, 16:30

A RD Saúde (RADL3) anunciou a aquisição da participação restante de 66,6% na Stix. Com a compra, a companhia tem o controle total da empresa de programas de fidelidade. A participação foi avaliada em R$23 milhões, que serão pagos em duas parcelas.

Para o Santander, a transação deve gerar valor adicional à companhia, do ponto de vista estratégico. A partir da aquisição, o banco espera que a RD Saúde consiga proporcionar mais flexibilidade e agilidade ao seu programa de fidelidade.

De acordo com os analistas, o controle da companhia servirá como uma alavanca relevante para aumentar a preferência do consumidor pela marca, a fidelização deste cliente e a recorrência de compras. Em paralelo, poderá garantir a propriedade dos dados de comportamento de consumo dos clientes da Stix.

Do ponto de vista financeiro, o Santander vê pouco impacto sobre a alavancagem da companhia. Os R$ 23 milhões acordados pela participação equivalem a menos de 0,1% do valor de mercado da RD.

A expectativa do banco era de reações neutras dos investidores, considerando o tamanho da transação. Ainda assim, ao longo do dia, os papeis da companhia tiveram trajetória negativa. Durante a tarde, por volta das 16h, a ação recuava 2,40%, a R$ 18,67. Na mínima do dia, a RADL3 atingiu R$ 18,51.

The post Santander: Aquisição da Stix pela RD Saúde deve impulsionar programa de fidelidade appeared first on InfoMoney.

What SpaceX's filing shows about Elon Musk's web of companies

21 de Maio de 2026, 16:12
elon musk laughing
Elon Musk's companies pay each other hundreds of millions of dollars a year, according to SpaceX's S-1.

ODD ANDERSEN/AFP via Getty Images

  • The newly public SpaceX S-1 reveals how closely Elon Musk's companies are connected.
  • Last year, SpaceX was involved in more than $660 million worth of payments, goods, and services with the ventures.
  • Here's a look at how SpaceX is intertwined with Tesla, The Boring Company, and more.

Step right up to Elon Musk's financial merry-go-round.

Tucked more than 200 pages into SpaceX's S-1 paperwork, which the company filed on Wednesday, is an outline of how interconnected Musk's various companies are, including through more than $660 million in payments, goods, and services involving SpaceX and his other ventures last year.

Musk has his hands in many pots. In addition to being the CEO of aerospace company SpaceX, he's the CEO (and "Technoking") of electric carmaker Tesla, the founder of tunneling business The Boring Company, the cofounder of brain chip firm Neuralink, and was the CEO of xAI, until it merged with SpaceX in February. In various ways, the companies are all intermingled.

SpaceX said in the filing that there may be "conflicts of interest," but ultimately, they benefit investors.

It's not uncommon for companies with certain ties to do business with one another and to spell out these relationships in a prospectus filing when they plan to go public. The breakdown in SpaceX's S-1 is the first look we're getting at some of its connections, including SpaceX's deals with The Boring Company or its purchase of Tesla Cybertrucks.

The biggest expenses between the companies fell under the banner of "commercial, licensing, and support."

Last year, SpaceX paid Tesla $144 million under such agreements, a figure significantly higher than in years past. xAI, then a separate entity, spent more, paying Tesla $506 million last year. xAI, then a separate entity, spent more, paying Tesla $506 million last year, while also bringing in $2 millon in revenue from Tesla.

The majority of SpaceX's cumulative $650 million in spending with Tesla was for Megapack products, Tesla's battery storage system. SpaceX also bought $131 million worth of Cybertrucks, which, at a starting retail price of $69,990 a pop, would be as many as 1,871 vehicles.

Additionally, Tesla paid $4 million last year to advertise on X.

Some expenses were driven by pure practicality: Tesla paid SpaceX $2 million to use its aircraft, X leased office space from The Boring Company for $1 million, and xAI rented space from the billionaire's umbrella company, Musk Industries LLC, for $2 million last year. SpaceX also spent $4 million on a security company owned by Musk for his personal security, as Tesla has done, per its filings.

Other expenses were mind-scratchers. SpaceX paid The Boring Company $1 million in connection with the construction of tunnels in Bastrop, Texas. These could be the tunnels connecting his facilities reported by local outlets, or they could be related to the chip facility SpaceX is building there.

Tesla and SpaceX's relationship is more than transactional

Musk's companies plan to continue doing business together, particularly Tesla and SpaceX, which, the company said, have a "strong and constructive partnership."

Tesla owns nearly 19 million shares of SpaceX stock. While that represents less than 1% of the company, at a target valuation of $1.5 trillion, those shares would be worth about $4.1 billion.

SpaceX and Tesla also have major projects in the works. The pair is developing Macrohard, an agentic AI platform, and, along with Intel, has partnered on Terafab, a manufacturing initiative that creates chips for Tesla's robots and vehicles, as well as SpaceX's orbital compute infrastructure.

The projects are set to be the beginning of a long relationship.

"We plan to explore other areas of strategic collaboration with Tesla in the future," the document says.

Read the original article on Business Insider

SpaceX bought Tesla Megapacks and $131 million worth of Cybertrucks, its IPO filing shows

21 de Maio de 2026, 13:57
A driver sits inside a Tesla Cybertruck near a SpaceX launch site.
SpaceX spent hundreds of millions of dollars on Tesla products in 2025.

SERGIO FLORES/AFP via Getty Images

  • SpaceX's IPO filing shows Elon Musk's companies are doing plenty of business with each other.
  • An analyst told Business Insider the spending makes sense if SpaceX needed the products.
  • It also shows how much SpaceX spent on Cybertrucks — and how that boosted the truck's sales.

Elon Musk's companies love to work together. Now, we have a bit more insight into how much money is moving between them.

On Wednesday, SpaceX filed its 277-page S-1, a document that peels back the curtain on the combined space-and-AI company's spending.

The filing showed that SpaceX (and its recently acquired fellow Musk company, xAI) bought hundreds of millions of dollars' worth of products from Tesla. Purchases included $697 million in Tesla Megapack products across 2024 and 2025, plus $131 million in Cybertrucks in 2025. The rocket company also bought an additional $34 million in Megapacks between January and March of this year.

The purchases were listed as "related party transactions."

The filing also described other ties between the companies — including work on voice-assistance features in Tesla vehicles, plans for a combined-use chip factory, and Tesla ad purchases on X.

"SpaceX and Tesla developed the early foundation of a strong and constructive partnership through a series of limited but successful commercial engagements," SpaceX wrote in the filing.

Seth Goldstein, an equity strategist at Morningstar who covers Tesla, said the related-party spending is "a little unique" to Tesla and SpaceX, but that the purchases themselves do not strike him as unusual.

"A company like SpaceX purchasing a large amount of work trucks and batteries for energy storage is not unusual and would be necessary for its business," he told Business Insider. "If what SpaceX is buying from Tesla or vice versa is necessary for its operations, then it makes sense."

Goldstein did say one element may raise investor eyebrows: SpaceX reported buying the Cybertrucks "at manufacturer's suggested retail price." He said most companies receive a discount when buying products in bulk.

That wording also offers a rare window into how many Cybertrucks may have gone to one of Musk's own companies.

Tesla sold 20,237 Cybertrucks in 2025, according to Kelley Blue Book. SpaceX did not reveal which trims it purchased, but based on Tesla's posted MSRP for the Cybertruck, the $131 million purchase would imply roughly 1,183 to 1,813 vehicles.

That means SpaceX's Cybertruck purchase could have represented about 6% to 9% of Tesla's Cybertruck sales last year.

SpaceX didn't respond to a request for comment from Business Insider.

Read the original article on Business Insider

We finally know how much Elon Musk's X is making in ad revenue

21 de Maio de 2026, 13:50
Elon Musk onstage at the World Economic Forum.
Elon Musk.

WEF

  • Elon Musk has had a rocky relationship with advertisers since acquiring Twitter in 2022.
  • Musk's X sued advertisers for allegedly violating antitrust law by boycotting the app.
  • New SEC filings show that X's efforts to win back advertisers haven't led to a bonanza.

Elon Musk's attempts to win over advertisers have yet to spark a major recovery in ad revenue for X.

In 2025, ad revenue for X (formerly Twitter) reached $1.8 billion, up around 7% from 2024. That said, revenue was down 21% from 2023 and about 59% from 2021, the year before Musk took over Twitter and began alienating some brands with looser content moderation.

Here were the stats:

YearAd revenueYoY change
2021 (pre-acquisition)$4.5 billion+40%
2023$2.3 billionN/A
2024$1.7 billion-26%
2025$1.8 billion+7%

X's ad revenue figures were revealed in an S-1 filing by SpaceX, X's parent company.

Since buying Twitter, Musk's relationship with advertisers has been rocky.

In 2023, he told marketers who were skipping out on X ads that they could "go fuck yourself."

Musk hired an ad industry veteran, Linda Yaccarino, in 2023 to help woo marketers. Yaccarino previously ran ad sales at NBCUniversal.

The drama with the ad industry didn't stop, though.

A year later, X sued an advertising trade group, The World Federation of Advertisers, and some members, including CVS, Unilever, and Mars, alleging they violated antitrust law by collectively withholding ad spend. A judge later tossed out the suit, citing a lack of jurisdiction and X's failure to state a claim under the antitrust laws.

Yaccarino left the company in July 2025.

Last year, there was industry chatter that Musk's entry into politics may have helped X's ad prospects. As Musk took on a high-profile role in the US government, some advertisers began spending on X again. Ad industry insiders previously told Business Insider that they felt buying ads on the app had become a cost of doing business to appease Musk and his allies in President Donald Trump's White House. Musk left his role, and his relationship with the Trump administration has since become more muddled.

Advertising's centrality as a revenue source for X diminished in March 2025 after Musk decided to merge the app into his artificial intelligence company, xAI. The company's AI revenue is growing much faster than its advertising revenue, reaching around $1.35 billion in 2025, a 52% increase from the previous year.

With the decision to merge xAI into SpaceX earlier this year, advertising now accounts for just a fraction of the combined company's $18.7 billion in 2025 revenue.

That doesn't mean X has stopped trying to improve its ad products.

Last month, X announced it had revamped its ads business to integrate more AI tools. This month, X rolled out a new tool that uses AI to connect brands with creators that might be a good fit for their campaigns.

Read the original article on Business Insider

SpaceX mira valuation de US$ 1,5 trilhão em contagem regressiva para o IPO

20 de Maio de 2026, 20:13

Após meses de especulação, a SpaceX tornou públicos os dados de suas operações no prospecto preliminar de seu IPO, que promete ser o maior da história da humanidade. O documento não traz os valores pretendidos pela companhia, mas o The Wall Street Journal (WSJ) afirma que a fabricante de foguetes comandada por Elon Musk pretende […]

O post SpaceX mira valuation de US$ 1,5 trilhão em contagem regressiva para o IPO apareceu primeiro em NeoFeed.

OpenAI explains its goblin and gremlin infestation

OpenAI chief scientist Jakub Pachocki's Slack messages about goblins is pictured.
OpenAI wrote that it first notice the presence of goblins and gremlins with GPT-5.1.

OpenAI

  • OpenAI included a line in Codex's instructions restricting references to goblins, gremlins, trolls, and ogres.
  • The company explained in a blog post that mythical creatures have crept into answers since GPT-5.1.
  • The goblin references were incentivized while building ChatGPT's "Nerdy" personality, OpenAI wrote.

OpenAI has been in "goblin mode" for months.

On Monday, one X user pointed out an unusual line in Codex's personality guide. The instructions tell Codex to have a "vivid inner life," a "good ear" — and to get out of fairytale land.

"Never talk about goblins, gremlins, raccoons, trolls, ogres, pigeons, or other animals or creatures unless it is absolutely and unambiguously relevant to the user's query," the source code reads.

The sentence appears four times in the code.

Two days later, OpenAI posted a blog post titled: "Where the goblins came from." The mythical creatures had been growing in prominence since the November launch of GPT 5.1, the company wrote.

References to "goblin" and "gremlin" in ChatGPT conversations are pictured.
References to "goblin" and "gremlin" jumped between GPT-5 Thinking and GPT-5.1 Thinking.

OpenAI

The culprit seems to be the "Nerdy" personality option for ChatGPT. The personality's training incentivized references to mythical creatures, OpenAI wrote.

OpenAI retired the "Nerdy" personality in March, but GPT-5.5 was trained before it noticed the issue. The company noticed it especially in its AI coding agent. "Codex is, after all, quite nerdy," it wrote.

The goblin moment is a "powerful example of how reward signals can shape model behavior in unexpected ways," it wrote.

How OpenAI's goblin code turned into a meme

In the prior days before the line of code was spotted, some users posted screenshots of their conversations with GPT 5.5, including references to these mythical creatures.

why is gpt5.5 so obsessed with goblins

— Andy Ayrey (@AndyAyrey) April 25, 2026

"Why is gpt5.5 so obsessed with goblins," asked one user on X, who posted screenshots showing the AI recommending a particular type of camera equipment "if you want filthy neon sparkle goblin mode." Another example showed the AI referencing "goblin bandwidth" or giving "an even shorter goblin version" of its answer.

Repo Prompt founder Eric Provencher posted on X that GPT 5.5 said, "I'll keep babysitting it rather than leave a little perf gremlin running unattended." An OpenAI engineer responded: "I thought we fixed this sorry."

The AI evaluation website Arena.ai also found an increase in GPT 5.5's usage of the words goblin, gremlin, and troll. The increase was especially noticeable when not using high-thinking mode, Arena found.

It's true. Here's a plot of GPT models and their usage of "goblin", "gremlin", "troll", etc over time. There's no anti-gremlin system instruction on our side, we get to see GPT-5.5 run free. https://t.co/UbuHqpyvw7 pic.twitter.com/Z8F6mTtJSS

— Arena.ai (@arena) April 28, 2026

Since the line was spotted, OpenAI's goblin instruction has spun out into a meme. X users posted screenshots of their conversations, prompting about goblins and gremlins.

Many users online referenced the term "goblin mode." Defined as "a type of behaviour which is unapologetically self-indulgent, lazy, slovenly, or greedy," the term was Oxford English Dictionary's word of the year in 2022.

OpenAI also got in on the jokes. ChatGPT included the line in its bio on X. Codex engineering lead Thibault Sottiaux posted the line with the shortening "If you know, you know."

The ChatGPT profile on X has a line about goblins and gremlins in its bio.
ChatGPT added the goblin instruction to its bio on X.

Screenshot via X

Citrini Research shook the market in February with a Substack post about the future of the economy with AI. The research outfit had a more negative outlook on the goblin saga, calling OpenAI's response "insane."

OpenAI CEO Sam Altman chimed in, first with a meme about asking for "extra goblins" in GPT-6. Then he wrote that Codex was having a ChatGPT moment, before correcting himself.

"I meant a goblin moment, sorry," Altman wrote.

Read the original article on Business Insider

Elon Musk really wants to make sure you've read Ronan Farrow's Sam Altman investigation

27 de Abril de 2026, 19:03
Elon Musk

Brendan Smialowski/AFP via Getty Images

  • Elon Musk boosted a New Yorker profile questioning OpenAI CEO Sam Altman's trustworthiness on X.
  • The article appeared on X feeds on Monday, the same day Musk and Altman's trial kicked off in Oakland.
  • Musk's lawsuit claims Altman deceived him on OpenAI's mission as a nonprofit.

A New Yorker magazine investigation detailing concerns about Sam Altman's leadership resurfaced on X feeds on Monday, at the behest of the social media platform's billionaire owner.

A post from Ronan Farrow, an investigative reporter, linking to his New Yorker profile of the OpenAI CEO titled "Sam Altman May Control Our Future—Can He Be Trusted?" showed up on the X "For You" page for some users on Monday, three weeks after it was initially posted on April 6.

The post was labeled as "Boosted" and said, "This organic post was boosted by @elonmusk."

Screenshot of a Ronan Farrow X post linking to the New Yorker profile of Sam Altman.
Ronan Farrow's post linking his profile of Sam Altman appeared in X feeds on Monday with a note saying it was "boosted" by Elon Musk.

Kelsey Vlamis

It's unclear how many people were served the post on Monday, but several Business Insider reporters saw it in their feeds.

The profile was boosted as a high-stakes trial between Musk and Altman kicked off in Oakland, California, on Monday. Altman made an unexpected appearance in court as jury selection began. Musk was not in attendance.

Musk sued Altman and OpenAI in 2024, alleging he was deceived when he cofounded the company in 2015 and invested tens of millions of dollars, only for it to abandon its mission as a public benefit nonprofit. The case could cost billions for OpenAI, which is preparing for an IPO.

Musk went after Altman directly on Monday in a critical post on X.

"Scam Altman and Greg Stockman stole a charity. Full stop," he wrote, referring to Altman and OpenAI's president, who is also named in the lawsuit.

OpenAI said Monday the lawsuit was "a baseless and jealous bid to derail a competitor."

X did not respond to a request for comment or questions about the "boosted" feature, including how it works and how it compares to an advertising post, which is typically labeled "Ad."

The New Yorker declined to comment.

Read the original article on Business Insider

Why is Melania Trump going after Kimmel on X? The numbers make it clear.

27 de Abril de 2026, 15:36
Melania and Donald Trump at the White House Correspondents' dinner, April 2026
Melania Trump went after Jimmy Kimmel using Truth Social, the platform her husband owns. But she made sure to post on Elon Musk's X, too.

Kevin Mazur/Getty Images for OP

  • Donald Trump owns his own social media company.
  • But Truth Social isn't where to go if you want a lot of people to see you attack Jimmy Kimmel.
  • So Melania Trump made sure her demand that ABC do something about Kimmel appeared on Elon Musk's X, too.

Melania Trump says ABC should "take a stand" over Jimmy Kimmel, because she doesn't like a joke the talk show host made last week.

First things first: The first lady calling on a media company to do something about its employee because she doesn't like what that employee said is a bad thing. It's an attempt to use the power of the White House to silence speech that the White House doesn't like.

And it's just as worrisome as it was last September, when Brendan Carr, Trump's pick to head the Federal Communications Commission, told ABC owner Disney to "take action, frankly, on Kimmel" because Kimmel had made a joke about Trump supporters and Charlie Kirk. Disney suspended Kimmel for a few days and then reinstated him after public outcry.

There is a difference between Carr's demand and Melania Trump's demand on Monday, since Carr is a regulator with direct oversight over parts of Disney's business, and Melania Trump doesn't have any formal power over … anything. But she's still using the power of the White House to try to control speech, and that should alarm anyone with any common sense. (I've asked her office for comment.)

Let's see how new Disney CEO Josh D'Amaro responds to this one.

Much less important, but still interesting to me: The first lady's choice of platform to make her demand/threat. Melania Trump used Elon Musk's X, the site formally known as Twitter, to post her thoughts on Monday, using both her official First Lady of the United States account and her own personal account.

Kimmel’s hateful and violent rhetoric is intended to divide our country. His monologue about my family isn’t comedy- his words are corrosive and deepens the political sickness within America.

People like Kimmel shouldn’t have the opportunity to enter our homes each evening to…

— First Lady Melania Trump (@FLOTUS) April 27, 2026

Trump also posted the same statement on Truth Social, the social media site owned by her husband. But that one seemed obligatory. Not in the way it's literally obligatory for Donald Trump to post at least some of his thoughts on his own social platform before he puts them anywhere else. But in the way you're supposed to tell your significant other you think they make the best pasta, when what you really crave is Olive Garden.

The numbers make it clear why Melania Trump chose to use X to make a splash: Her post on that platform has 230,000 likes, and that number is skyrocketing. Her Truth Social post has 6,500 likes and is traveling at a much more leisurely pace.

All of which is a reminder that while Truth Social is the Trump-owned Twitter alternative Donald Trump uses, it remains a minor-at-best platform. One that won't tell you how many users it has, and one that managed to lose more than $700 million on revenue of $3.7 million in 2025.

None of that is news, nor does it seem to matter to Trump, who still owns a company worth nearly $3 billion, even after a stock plunge and the departure of its CEO — perhaps because the company's current plan is to merge with a nuclear fusion company.

It also doesn't matter where Donald Trump truths or posts or spouts off — he's the president of the United States, so just about anything he says that's noteworthy gets instantly transmitted through the global media ecosystem. Like what happened on Monday afternoon, where he piggybacked on his wife's post and explicitly called on Disney and ABC to fire Kimmel.

But for the rest of us — including the first lady of the United States — where you post a message matters. Which is why she's using the one that helped her husband get into the White House in the first place.

Read the original article on Business Insider

A nova obsessão da Faria Lima: CEOs disputam quem dorme mais e melhor

26 de Abril de 2026, 16:30

Se antes, nos bastidores dos eventos corporativos na Faria Lima, os CEOs se conectavam falando de performance no esporte – pace na corrida, ritmo no triatlo, carga no treino -, agora o assunto é o desempenho na cama. Mas não é isso que você imaginou… O descanso entrou no centro da pesquisa de alto desempenho […]

O post A nova obsessão da Faria Lima: CEOs disputam quem dorme mais e melhor apareceu primeiro em NeoFeed.

Andrew Yang says AI could swell economic inequality at an 'epic, unprecedented scale'

25 de Abril de 2026, 06:18
Andrew Yang
Andrew Yang advocated for a universal basic income during his 2020 US presidential campaign.

JP Yim/Getty Images for The Asian American Foundation

  • Andrew Yang says AI could cause considerable inequality.
  • He said a basic income policy will be "necessary" to address the issues.
  • Yang floated a universal basic income during his 2020 presidential campaign.

AI-related layoffs are already hitting America's job market, and former presidential candidate Andrew Yang thinks the fallout could be substantial.

During an interview on The New York Times' "Hard Fork" podcast, Yang said the technology, when compounded with America's current economy, could lead to "inequality on an epic, unprecedented scale."

"We're going to have our first trillionaire. The folks at the top stratum of American life are going to get richer and richer. It's going to compound over itself," Yang said. "Then there are going to be a lot of families wondering what the heck happened. My kids studied hard, there's no job, they have these school loans, they're in my basement, they're getting depressed."

He said a basic income policy will be "necessary" to address these issues. A universal basic income — a program in which a government provides recurring, unconditional checks to all citizens — was a key part of Yang's 2020 presidential campaign. During that time, he introduced the Freedom Dividened, a universal basic income program that would have provided all American adults a $1,000-per-month payment, no strings attached.

Yang received pushback at the time from some lawmakers, including Democratic Sen. Bernie Sanders, who instead suggested providing guaranteed federal jobs to address workforce automation.

Lawmakers are divided on basic income. While some believe it could boost economic stability, others worry it could discourage Americans from working and be expensive to fund. Many leading Big Tech personalities have, on their end, advocated for basic income programs in response to AI's impact on employment.

Tesla billionaire Elon Musk, a longtime advocate of basic income, recently said that a "universal high income" will be the "best way" to deal with AI-related unemployment.

"AI/robotics will produce goods & services far in excess of the increase in the money supply, so there will not be inflation," he wrote on X this month.

During the interview, Yang said there should "100%" be a tax on AI, which could help balance the income gap in the US economy.

"It should be going out to people and workers in various ways. We should try and find ways to get off of taxing human labor," Yang said.

He added, "So tax AI. Tax the bots. Don't tax humans."

Read the original article on Business Insider

HBO Max proíbe compartilhamento de contas e define novas regras e preços

24 de Abril de 2026, 18:30

A HBO Max anunciou nesta semana que começou a proibir oficialmente o compartilhamento de contas entre pessoas que não moram na mesma casa.

Com a novidade, cada membro extra, que permite que tenha acesso a conta em locais diferentes, custa R$14,90. Isso pode elevar o custo do streaming para até R$ 70,80 por mês nos casos em que o acesso seja compartilhado com uma única pessoa.

O complemento não está disponível para assinantes com cobrança feita por provedores terceirizados, como lojas de aplicativos e provedores de internet, celular e TV.

As novas regras definem que os titulares da conta pagam pelo complemento e somente eles podem convidar um novo usuário para compartilhar a assinatura. O modelo adicional também vale para aqueles que desejam assistir aos conteúdos da HBO Max em viagens.

Com as mudanças, o membro adicional poderá ter sua própria conta, senha e perfil, e pode acessar um dispositivo por vez. Para assinar, os novos membros precisam ter 18 anos ou mais e estar no mesmo país em que o titular assinou a HBO Max.

Quais os valores do streaming HBO Max?

O catálogo da HBO Max conta com produções relevantes para a indústria cinematográfica, além de séries de peso — sejam antigas ou novas.

Títulos como “Pecadores”, que rendeu a Michael B. Jordan o Oscar de Melhor Ator neste ano, além de “Friends”, “The Big Bang Theory”, “The White Lotus”, “Game of Thrones”, “Euphoria”, bem como toda a saga de Harry Potter estão disponíveis neste streaming.

Veja os preços:

  • Básico com Anúncios – R$29,90/mês ou R$274,80/ano
  • Standard – R$44,90/mês ou R$418,80/ano
  • Platinum – R$55,90/mês ou R$538,80/ano

The post HBO Max proíbe compartilhamento de contas e define novas regras e preços appeared first on InfoMoney.

Luiz Fux muda voto e defende reversão de condenações do 8 de janeiro

11 de Abril de 2026, 20:30

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux votou para reverter a condenação de dez réus acusados de participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Fux integrou a maioria pela condenação nas votações iniciais. Agora, decidiu rever seu entendimento na análise dos recursos apresentados pelas defesas.

Nos votos, o ministro afirmou que seu “entendimento anterior, embora amparado pela lógica da urgência, incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar”. Os recursos são analisados em plenário virtual em votação que se encerra na próxima sexta-feira, 17.

A posição de Fux não deve resultar em mudança de ordem prática para os condenados, porque apenas outros dois ministros tinham adotado essa posição originalmente: Kassio Nunes Marques e André Mendonça. A votação dos réus foi realizada logo depois dos atos golpistas em plenário, com 11 ministros presentes.

Dos dez casos, Fux votou pela absolvição total de sete réus. Eram pessoas que estavam acampadas em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, e foram condenadas por incitação ao crime e associação criminosa. As penas aplicadas foram de um a dois anos e meio de prisão.

Em outros três casos, os réus foram condenados por cinco crimes – dentre os quais, golpe de Estado -, com punição de 13 anos e seis meses. Essas pessoas participaram das invasões às sedes dos Três Poderes. Para esses réus, Fux votou pela absolvição parcial, com condenação apenas pelo crime de deterioração de patrimônio tombado, com pena de um ano e seis meses.

The post Luiz Fux muda voto e defende reversão de condenações do 8 de janeiro appeared first on InfoMoney.

O Modigliani de US$ 30 milhões saqueado pelos nazistas que desafiou um império bilionário

11 de Abril de 2026, 09:08

Da pequena La Force, uma vila na região de Dordogne, no sudoeste francês, um fazendeiro de 79 anos fez valer a luta do avô. No início de abril, a Suprema Corte de Nova York bateu o martelo: a tela Homme assis appuyé sur une canne (“Homem sentado apoiado sobre uma bengala”) pertence a Philippe Maestracci […]

O post O Modigliani de US$ 30 milhões saqueado pelos nazistas que desafiou um império bilionário apareceu primeiro em NeoFeed.

Bolsa de crocodilo? Luxo, agora, é o couro de dinossauro T. rex

11 de Abril de 2026, 09:07

No universo da moda de altíssimo luxo não existe pele mais preciosa e mais exclusiva do que a de crocodilo. É nesse território que marcas como Hermès constroem algumas das bolsas mais desejadas (raras e caras) do planeta. Uma Birkin em Crocodylus niloticus ou em Crocodylus porosus, por exemplo, pode custar de US$ 45 mil […]

O post Bolsa de crocodilo? Luxo, agora, é o couro de dinossauro T. rex apareceu primeiro em NeoFeed.

BC prevê uso de contas-salário em operações de Pix Automático a partir de julho

26 de Março de 2026, 19:39

O Banco Central informou nesta quinta-feira, 26, que prevê que, a partir de julho, será possível usar também contas-salário para realizar operações de Pix Automático. Atualmente, somente contas correntes e de pagamento podem iniciar operações na modalidade.

A novidade foi um dos temas da 28ª reunião plenária do Fórum Pix, realizada quinta. O encontro técnico entre a autoridade monetária e os participantes do arranjo de pagamento instantâneo tem como objetivo discutir a agenda de trabalho em andamento, o planejamento para os próximos meses e as ações finalizadas.

Segundo o BC, o uso de conta-salário em operações de Pix Automático integra a agenda evolutiva do arranjo de pagamento a ser desenvolvida no primeiro semestre de 2026.

Em nota, a autarquia detalhou que, com a novidade, nos casos em que o usuário final recebedor dessas transações for pessoa jurídica ou entidade não autorizada a funcionar pelo BC, deverá ser observada exclusivamente a regulamentação específica que disciplina o Pix Automático. Essa determinação, porém, não se aplica a casos em que a autorização de débito e crédito envolva a mesma instituição, em conformidade com resoluções publicadas em setembro do ano passado.

O Fórum Pix desta quinta também debateu iniciativas em estudo para prevenir o mau uso de mensagens no envio de transações. Um grupo de trabalho foi formado para tratar dessa questão e deve apresentar uma proposta até 30 de junho. As sugestões serão avaliadas e, se aprovadas, serão regulamentadas pelo BC.

“Uma das prioridades para 2026 diz respeito ao campo descrição do serviço, onde o usuário do Pix deveria usar o espaço para registrar o que foi pago ou passar alguma informação objetiva para quem recebeu o valor”, afirma a autarquia. “A equipe técnica do BC tem observado que esse campo, em algumas ocasiões, vem sendo utilizado de maneira indevida pelos usuários. Foram identificadas mensagens ofensivas, intimidatórias e/ou ameaçadoras, em operações quase sempre de valores irrisórios.”

Netflix is raising prices again, as stream-flation shows no signs of slowing

26 de Março de 2026, 18:32
Night Agent
Netflix is asking its subscribers to pay more for the second time in a little over a year.

Christopher Saunders/Netflix

  • Netflix just raised prices again, following in the footsteps of Disney+, HBO Max, and Peacock.
  • Steady price increases from paid streamers may be helping fuel the growth of free services like YouTube.
  • Netflix will still deliver viewers solid value on a cost-per-hour basis after the hike.

Netflix is fully aboard the stream-flation bandwagon.

The streaming giant just raised prices for its three plans, a little over a year after it last asked subscribers to pay more.

Netflix's standard ad-free plan now costs $19.99 a month, up from $17.99, while the premium 4K plan also got a $2 increase to $26.99 a month. The ad-supported Netflix subscription rose by a dollar to $8.99 a month.

While Netflix customers may complain about higher prices, most other major streamers have also steadily gotten more expensive.

Disney+, HBO Max, Peacock, and Apple TV+ all raised prices last year following Netflix's January 2025 hike. Disney has raised the price of its flagship streaming service in each of the past four years.

Hollywood is trying to squeeze more money out of each streaming subscriber to improve or achieve profitability.

However, there are signs that consumers are sick of stream-flation.

Free streamers like YouTube have become increasingly popular in recent years, growing in viewership share on US TVs, as measured by Nielsen. Increased costs could be driving some consumers toward free streaming services ranging from the Roku Channel to Fox's Tubi.

The good news for Netflix is that it still looks like a solid deal for consumers after its latest round of price hikes.

Netflix's ad plan is cheaper than comparable plans for Disney+, Hulu, HBO Max, and Peacock (it's the same price as Paramount+ and the stand-alone version of Amazon's Prime Video).

Netflix also offers a far larger library than most of its rivals and is watched more frequently than its peers. That made Netflix the best value by hours watched, UBS analysts wrote last year.

Still, the new price hike won't quiet the critics who said Netflix's failed pursuit of WBD was a sign the streamer was running short on avenues for organic user growth.

Read the original article on Business Insider

Court tosses out X's suit that accused major advertisers of illegally boycotting the Elon Musk-owned platform

26 de Março de 2026, 14:41
Elon Musk walking
X has had a tempestuous relationship with advertisers since Elon Musk bought the company in 2022.

Josh Edelson/Getty Images

  • A court dismissed a lawsuit by Elon Musk's X that had accused advertisers of illegally boycotting the platform.
  • The Texas federal judge cited a lack of jurisdiction and X's failure to state a claim.
  • The defendants included Mars, Lego, and Nestlé.

A court tossed out a lawsuit filed by Elon Musk's X that accused big advertisers like Mars, Lego, and Nestlé of illegally boycotting the platform.

A US District Court judge in Texas dismissed the case, citing a lack of jurisdiction and X's failure to state an antitrust claim.

X sued several major brands in August 2024, alleging their participation in an ad industry initiative called the Global Alliance for Responsible Media, GARM, was tantamount to a conspiracy to "collectively withhold billions of dollars in advertising" from X after Musk's takeover of the company, then known as Twitter. It later added other brands to the suit.

X claimed the alleged boycott made it less competitive than other platforms in winning advertisers and user engagement.

Other plaintiffs named in the suit were the World Federation of Advertisers, CVS Health, Ørsted, Twitch, Abbott Laboratories, Colgate-Palmolive, Pinterest, Tyson, and Shell.

WFA shut down GARM, its initiative, after the suit was filed, citing limited resources.

The suit was partly spurred by an investigation by the chairman of the House Judiciary Committee, Jim Jordan, into whether advertisers were illegally banding together to demonetize conservative platforms and voices in violation of antitrust law.

The plaintiffs fought back, calling the lawsuit "an attempt to use the courthouse to win back the business X lost in the free market when it disrupted its own business and alienated many of its customers."

X's relationship with advertisers has been fraught since Musk bought the platform in 2022. Advertisers left en masse as X loosened moderation and account-verification rules and reinstated the banned accounts of some provocative figures.

EMARKETER, Business Insider's sister company, estimated its revenue would reach $2.2 billion in 2026, below its pre-acquisition level of $4.5 billion.

X has tried to win back advertisers by underscoring its commitment to brand safety and promoting its use of block lists that let advertisers avoid showing up around certain topics.

X did not immediately respond to a request for comment from Business Insider.

Read the original article on Business Insider

Tech guru Igor Pejic says an AI bust wouldn't rival the dot-com crash — but there'd be almost 'no place to hide'

22 de Março de 2026, 07:40
Igor Pejic
Igor Pejic is the author of "Tech Money."

Igor Pejic

  • If the AI boom ends up a bust, it won't be nearly as brutal as the dot-com crash, Igor Pejic says.
  • The "Tech Money" author said Big Tech's self-reliance, varied businesses, and deep pockets help.
  • However, he said the rise of index funds means a market slump would have widespread impacts.

If the AI boom collapses, it won't be as catastrophic as the dot-com crash — but the shockwave will be felt far and wide, Igor Pejic says.

The banker and author of a new guide for tech investors titled "Tech Money" told Business Insider this week that Big Tech's unprecedented dominance will limit the magnitude of any market decline.

Pejic underscored the greater "stickiness" of companies like Alphabet and Microsoft compared to the leading companies of the past, such as Exxon Mobil, General Motors, and IBM.

Big Tech companies have remained dominant for decades partly because of their platform models, which give them "almost limitless pricing power" and make them "almost impossible to dislodge," he said.

In other words, they've become powerfully entrenched by attracting so many users, app developers, hardware suppliers, advertisers, and other parties to their ecosystems over time. Now they can easily hike their fees, and new market entrants struggle to capture any market share from them.

Pejic also pointed out that Apple, Meta, and their peers have successfully navigated multiple technological shifts, such as moving from desktop computers to mobile devices and from on-premises IT equipment to cloud hosting.

Big Tech companies also throw off gobs of cash, enabling them to place several big bets at once, and fund their investments instead of relying on costly external financing. Pejic described that as a "moat" against rivals, especially in an AI race characterized by "tremendous infrastructure costs."

Shades of the past

Pejic drew several parallels between the AI boom and the dot-com bubble. The similarities include a game-changing technology, partnerships and financing deals between key players, the buildout of network infrastructure, and "extreme" valuations, he said.

Yet Pejic said an AI crash would "not be as devastating as the dot-com bubble when it burst."

Any market sell-off will be briefer and less severe because today's tech giants have highly profitable core businesses, he said, meaning their stock prices won't collapse completely if their AI bets flop.

They're also less likely to suffer a cash crunch or trigger a financial crisis given their limited reliance on bank funding, and investors have been more discerning about which AI stocks they buy versus rushing to own any business with ".com" in its name, he said.

Pejic did raise some concerns, including the fact that so many companies are spending huge amounts to build the best AI model possible, but the market can probably only support a few of them in the end.

He also flagged the immense amount of investor cash riding on a handful of tech stocks, given the rise of index funds that own indexes such as the S&P 500, which is weighted by market capitalization and thus intensely concentrated in the Magnificent Seven.

"It's very difficult to find a place to hide if this really goes down," Pejic said. "If you're keeping your money in the stock market and AI goes down, it will affect everything."

He noted that risk will only become greater as AI giants such as OpenAI, xAI, and Anthropic go public and join the index, increasing everyday investors' exposure to AI.

Pejic said owning Big Tech stocks was "perhaps the safest way" to profit from AI, given their self-reliance, vast resources, and diversified businesses, which should limit their downside and insulate them from industry shocks such as the emergence of DeepSeek.

For example, he praised Apple's approach of refraining from spending hundreds of billions on microchips and data centers, in favor of seeing how the AI race plays out, and partnering with peers or buying in capabilities to harness the tech.

Apple might not be the "most exciting company," but for investors, owning it is a "clever and quite safe strategy without burning too much cash," he said.

Read the original article on Business Insider

Marc Andreessen said he practices 'zero' introspection. The internet had a field day.

21 de Março de 2026, 05:59
A16z cofounder Marc Andreessen is pictured.
"It's a problem at work, and it's a problem at home," Marc Andreessen said of introspection.

Michael Kovac/Getty Images for Vanity Fair

  • A16z cofounder Marc Andreessen recently said he practices introspection "as little as possible."
  • The internet lit up with memes, challenging his theory that the "great men of history didn't sit around doing this stuff."
  • Critics pointed to historical figures like Marcus Aurelius, John D. Rockefeller, and Warren Buffett.

Marc Andreessen is not digging deep within himself. He's proudly anti-introspection.

The cofounder of Andreessen Horowitz said in a recent interview that he isn't big on self-reflection. In fact, he told David Senra that he aims for "zero" introspection — or "as little as possible." He wants to be moving forward, he said, drawing an upward slope with his hand.

"I found people who dwell in the past get stuck in the past," Andreessen said. "It's a real problem. It's a problem at work, and it's a problem at home."

Andreessen also said that the "great men of history didn't sit around doing this stuff."

After Senra posted the clip online, X users sounded off in the comments — and quickly memed Andreessen's words.

Great men of history had little to no introspection.

The personality that builds empires is not the same personality that sits around quietly questioning itself. @pmarca and I discuss what we both noticed but no one talks about:

David: You don't have any levels of… https://t.co/D2yO8HnCBD pic.twitter.com/e3RWtfiaf3

— David Senra (@davidsenra) March 15, 2026

Y Combinator cofounder Paul Graham replied to ask, "What?"

"That's not true," Graham wrote. "Do you not feel that Charles Darwin, for example, was among the great men of history?"

SoFi CTO Jeremy Rishel called Andreessen's take "absurdly wrong," citing examples such as Marcus Aurelius and the US founding fathers. Fifty Years founding partner Seth Bannon pointed to other examples, like John D. Rockefeller and Warren Buffett.

AppClub founder Preston Attebery pointed to a moment when Steve Jobs seemed introspective. After being ousted from Apple, Jobs told Newsweek that he "went for a lot of long walks in the woods and didn't really talk to a lot of people."

"They are telling you to forget about introspection while they go on podcasts to introspect," Opendoor product manager Fahd Ananta wrote.

in 1984 i was hospitalized with introspection

— Daniel Tenreiro (@TenreiroDaniel) March 19, 2026

Others defended Andreessen. Serial entrepreneur Ryan Carson wrote that he didn't have the patience for introspection, journaling, or therapy. The clip "made me feel less bad about it," he wrote.

Podcast host Rob Wiblin wrote that Andreessen was actually criticizing rumination, "which really is harmful most of the time."

Elon Musk posted on X: "Reinforcing negative neural pathways via therapy or introspection is a recipe for misery. Don't cut a rut in the road."

As he often does, Andreessen posted through it all. He put multiple statements from "my therapist Claude" up on his X and recommended a book. As Peter Thiel is to the antichrist, Andreessen is to introspection, he wrote.

Introspection was the combination of neuroticism, narcissism, and thumbsucking, the venture capitalist wrote.

When one interviewer asked Steve Jobs an introspective question — where he fits in the history of American inventors — Jobs responded, "I don't really think that way." Andreessen reposted the clip with one word: "Well."

“Steve Jobs’ years of introspection resulted in him making a decision I disagree with, therefore he did not have any sort of introspection”

he’s really on one now, lmao pic.twitter.com/aZOwyzmjm3

— spor (@sporadica) March 17, 2026

Throughout it all, Andreessen took several opportunities to rag on his critics.

"A lot of you need to do more introspection, obviously," Andreessen wrote.

Read the original article on Business Insider

Fundo imobiliário de logística anuncia troca de nome na B3; IFIX registra terceira queda consecutiva

20 de Março de 2026, 07:56

O fundo imobiliário GGR Covepi Renda (GGRC11) anunciou, por meio de fato relevante, que vai alterar seu nome de pregão na B3, passando de FII GGRCOVEP para FII GGR ZAG.

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a mudança será implementada em até cinco dias úteis contados a partir dessa quinta-feira (19).

Além disso, o veículo passou a se chamar oficialmente Zagros Renda Imobiliária, substituindo a denominação anterior (GGR Covepi Renda).

Apesar das alterações, o fundo informou que seu ticker de negociação na bolsa de valores continuará sendo GGRC11.

Também não haverá mudanças na estrutura, política de investimentos ou demais características do FII.

A administradora e a gestora do veículo afirmaram que o ajuste é apenas nominativo, sem impacto direto para os seus mais de 310 mil cotistas.

Desempenho do IFIX

IFIX, índice que reúne os principais FIIs negociados na B3, encerrou a quinta-feira (19) em queda de 0,11%, aos 3.864,05 pontos, no terceiro recuo consecutivo.

Agora, o indicador apresenta perda de 1,23% no acumulado de março. No ano de 2026, porém, mantém valorização de 2,35%.

Destaques do último pregão (19)

O PMIS11 (Paramis Hedge Fund) liderou as altas do dia, avançando 2,47% e encerrando a sessão cotado a R$ 8,29. Em seguida, o KORE11 (Kinea Oportunidades RE) subiu 1,60%, para R$ 76,20, enquanto o LIFE11 (Life Capital Partners) avançou 1,47%, a R$ 8,98.

Ticker Variação (%) Último (R$)
PMIS11 +2,47% 8,29
KORE11 +1,60% 76,20
LIFE11 +1,47% 8,98
XPML11 +1,28% 108,17
PORD11 +1,07% 8,49

Já o OUJP11 (Ourinvest JPP) liderou as perdas do dia, recuando 4,60% e encerrando a sessão cotado a R$ 84,99. Em seguida, o TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,73%, para R$ 71,34, enquanto o URPR11 (Urca Prime Renda) recuou 2,18%, a R$ 35,50.

Ticker Variação (%) Último (R$)
OUJP11 -4,60% 84,99
TGAR11 -2,73% 71,34
URPR11 -2,18% 35,50
KISU11 -1,96% 7,00
VINO11 -1,94% 5,06

Fundo imobiliário anuncia contrato com a Shopee após devolução de área pelo Banco Master; IFIX sobe

17 de Março de 2026, 07:44

O fundo imobiliário BGR B32 (BGRB11) anunciou, por meio de fato relevante, que renovou a locação com a Shopee referente à área de 6.174 metros quadrados (m²) que a empresa já ocupa no Edifício B32, localizado em São Paulo (SP).

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a aditivo prevê a prorrogação do contrato por mais cinco anos, levando o vencimento para 2031, com aumento de aproximadamente 21% no valor do aluguel.

Além disso, o FII também celebrou com a Shopee uma nova locação para uma área adicional de 9.824 m² no mesmo imóvel, também por cinco anos.

De acordo com a gestora do BGRB1, o novo contrato compensa totalmente o espaço devolvido pelo Banco Master em janeiro.

A instituição bancária, antes de ser liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central (BC), ocupava os pavimentos 12º, 14º, 15º, 29º e parte do 30º do edifício.

Ainda segundo o fato relevante, acordos de longo prazo ajudam a garantir estabilidade e previsibilidade de receita para o fundo.

Desempenho do IFIX 

IFIX, índice que reúne os principais FIIs negociados na bolsa de valores, encerrou a segunda-feira (16) em leve alta de 0,05%, aos 3.881,27 pontos, marcando o segundo avanço consecutivo.

Embora tenha ensaiado a recuperação, o indicador ainda registra queda de 0,79% no acumulado de março. No ano de 2026, contudo, mantém valorização de 2,81%.

Destaques do último pregão (16)

O Kinea Oportunidades (KORE11) liderou as altas do dia, avançando 2,00% e encerrando a sessão cotado a R$ 75,41.

Em seguida, o Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) subiu 1,84%, para R$ 78,10, e o Ourinvest JPP (OUJP11) avançou 1,80%, a R$ 86,40.

Ticker Variação (%) Último (R$)
KORE11 +2,00% 75,41
TRBL11 +1,84% 78,10
OUJP11 +1,80% 86,40
GGRC11 +1,28% 10,25
TOPP11 +1,27% 74,94

Já o Vinci Offices (VINO11) liderou as perdas, recuando 2,86% e fechando a sessão a R$ 5,09. Depois, o Patria Escritórios (HGRE11) caiu 1,31%, para R$ 125,50, e o Valora CRI Índice de Preço (VGIP11) registrou baixa de 1,14%, a R$ 79,66.

Ticker Variação (%) Último (R$)
VINO11 -2,86% 5,09
HGRE11 -1,31% 125,50
VGIP11 -1,14% 79,66
SNCI11 -1,11% 89,00
CCME11 -0,68% 8,78

How Netflix thinks AI can help it fight off rivals in the 'most competitive time in the history of media'

17 de Março de 2026, 05:00
Ted Sarandos and Ben Affleck
Ted Sarandos and Ben Affleck

Arturo Holmes/WireImage

  • Netflix co-CEO Ted Sarandos wants AI to help Hollywood make "better" movies and TV shows.
  • Sarandos said AI won't move the needle by just making content faster and cheaper.
  • Netflix recently acquired Ben Affleck's AI editing company, InterPositive.

Netflix co-CEO Ted Sarandos doesn't think AI slop will rule the entertainment world.

"I don't think faster and cheaper matters if it's not better," Sarandos said of using AI in a new interview with POLITICO, which, like Business Insider, is part of the Axel Springer Global Reporters Network. "This is the most competitive time in the history of media. So you've got to be better every time out of the gate."

AI startups building tools for entertainment companies and creatives — from special effects to content generation — have been a growing presence in Hollywood.

For instance, Netflix recently acquired InterPositive, an AI startup that develops tools for filmmakers, founded by actor Ben Affleck.

"My focus is that AI should be a creator tool," Sarandos told POLITICO. "The same way production tools have evolved over time, AI is just a rapid, important evolution of these tools."

Sarandos said that while AI can be useful for editing and production, good content "still requires writers and actors and lighting techs."

One category where Sarandos said AI hasn't been able to replace human talent is voice acting.

"The one thing that we find to be the most important part of dubbing is the performance. So good voice actors really matter," he said. "Yeah, it's a lot cheaper to use AI, but without the performance, which is very human, it actually runs down the quality of the production."

Still, he sees an opportunity in the voice category.

"I think what will happen is you'll be able to do things like pick up lines that you do months and months after the production," he said. "You'll be able to recreate some of those lines in the film without having to call everybody back and redo everything, which will help make a better film."

Read the original article on Business Insider

YouTube star Mark Rober got a big boost in product sales after his Netflix deal

17 de Março de 2026, 04:00
CHRISTMAS IN ROCKEFELLER CENTER -- NBC/Hershey Tree Lighting Viewing Party -- Pictured: Mark Rober -- (Photo by: Noam Galai/NBC via Getty Images)
Mark Rober is among several top YouTube creators who have found a new home on Netflix.

: Noam Galai/NBC via Getty Images

  • Netflix's co-CEO said the streamer boosted YouTuber Mark Rober's product sales.
  • Ted Sarandos said that Netflix's podcast and creator content push is showing promise.
  • He said the model for talk shows has changed with the decline of large broadcast TV audiences.

Netflix co-CEO Ted Sarandos says the streamer's push into podcasting and YouTube-born content is bearing fruit.

Sarandos specifically called out science educator Mark Rober's show as an early success. He stressed that Netflix was both allowing the YouTube star to reach a larger audience and also sell more of his science kits.

"What he saw was a big increase in his consumer product sales after this first week on Netflix, even though he reaches an enormous audience around the world," Sarandos said in a new interview with POLITICO, which, like Business Insider, is part of the Axel Springer Global Reporters Network.

On "Mark Rober's CrunchLabs," which launched in November, the former NASA engineer stages science experiments and competitions in his backyard.

Sarandos said he was also bullish on Netflix's Pete Davidson interview show, as well as its official behind-the-scenes podcasts about popular shows like "Bridgerton."

"I think a video podcast is just the evolution of talk shows," Sarandos said.

YouTube, already the top US streaming TV service, has solidified its position as the No. 1 destination for podcasts. Netflix has been looking to challenge YouTube by luring some of its star creators like Rober and preschool educator Ms. Rachel. Netflix also rolled out a slate of video podcasts early this year, including Bill Simmons' show, Charlamagne Tha God's "The Breakfast Club," and Barstool Sports fare.

Some creator reps have wondered whether Netflix can turn its viewers into habitual consumers of video podcasts, and whether leaving YouTube will cost creators in audience and revenue. Netflix has sought video exclusivity with many of its podcast deals, while some YouTube creators' deals, like Rober's and Ms. Rachel's, have been nonexclusive.

Sarandos said Netflix was seeing "promising numbers" from its podcasts, which focus on subjects like comedy, sports, and true crime, areas that already do well on the platform. He didn't share specific figures.

As broadcast TV audiences have shrunk, viewership for traditional talk shows has declined, and Sarandos acknowledged the difficulty of porting the format to streaming services. Netflix has had some growing pains with talk shows, which often haven't drawn huge audiences.

"We have tried to and failed at many talk shows over the years," Sarandos said. "Much smaller audiences tune into multiple shows in the form of a podcast every day. It's a deeper relationship than it is a broad one. So, instead of trying to make one show for the world, you might have to make hundreds or thousands of shows for the whole world."

Read the original article on Business Insider

Netflix's Ted Sarandos says he asked Trump not to pursue movie tariffs. Here's what he proposed instead.

17 de Março de 2026, 03:00
President Donald Trump and Netflix co-CEO Ted Sarandos
President Donald Trump and Netflix co-CEO Ted Sarandos

Heather Diehl/Andrew Leyden/Getty Images

  • Netflix's co-CEO said he's asked President Donald Trump to avoid tariffs on foreign-made films and TV.
  • Ted Sarandos said he thinks tax incentives are a better bet to boost US production.
  • Global filmmaking has been a key differentiator for Netflix in the streaming wars.

Netflix co-CEO Ted Sarandos doesn't think tariffs are the right way to boost US movie and TV production — and he thinks he's gotten through to President Donald Trump on the issue.

"He has brought up tariffs for the movie and television industry many times, and I've hopefully talked to him the way out of them," Sarandos said in a new interview with POLITICO, which, alongside Business Insider, is part of the Axel Springer Global Reporters Network.

Trump has been keen on using tariffs to encourage more filming in the US. In May, he announced on Truth Social a plan to impose a 100% tariff on films produced outside the US. He hasn't implemented it so far.

Trump's plan to add tariffs on foreign movies stemmed from a desire to slow production declines in Hollywood and other areas of the US that "are being devastated" by filming incentive programs abroad, he wrote in his May announcement on Truth Social.

Los Angeles production work has been dropping off for years, and the city's media professionals are feeling the pain. Overseas filming hubs like London have been courting production work by offering big cost-saving incentives.

Sarandos said he'd prefer the US use similar tax incentives to bring filming back home.

"Healthy incentive programs attract a lot of production, and you've seen a lot of them move from California to Georgia to New Jersey," Sarandos told POLITICO. "Having the incentives versus tariffs is much better."

The tariff structure for a movie, which isn't a physical good, isn't entirely clear. A White House spokesman said in a statement shortly after Trump's announcement that "no final decisions on foreign film tariffs" had been made and that the administration was "exploring all options to deliver on President Trump's directive to safeguard our country's national and economic security while Making Hollywood Great Again."

A fee on foreign productions could become very expensive for Netflix, which has released a slate of international films and TV shows over the years, including "All Quiet on the Western Front," "Squid Game," and "Adolescence."

Netflix's global reach and its ability to turn a South Korean or German drama into a global hit have been key differentiators for the company, which is expected to spend as much as $20 billion on content this year.

Read the original article on Business Insider

Mendonça articulou formação de maioria para manter prisão de Vorcaro em meio à discussão de delação

13 de Março de 2026, 17:24

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), articulou com colegas da Segunda Turma a formação de uma rápida maioria no colegiado para manter a prisão preventiva de Daniel Vorcaro, do Banco Master,  decretada por ele na semana passada no curso de uma nova fase da operação Compliance Zero, disseram fontes ouvidas pela Reuters nesta sexta-feira (13).

O movimento liderado por Mendonça contou com o respaldo de ministros de dentro e de fora da turma e foi uma espécie de contraponto à intensa pressão dos últimos dias que magistrados vinham sofrendo de alguns políticos pela libertação de Vorcaro mediante o temor de que o banqueiro pudesse fazer uma delação premiada, conforme duas fontes.

Emissários do banqueiro chegaram a procurar integrantes do Congresso, do Supremo e da Polícia Federal levando sinais de que Vorcaro estaria disposto a colaborar com as investigações, revelando nomes e situações que poderiam implicar diversas autoridades, de acordo com as fontes.

Esses recados acenderam o alerta no mundo político — especialmente entre lideranças do Centrão — que poderiam ser vítimas da delação de Vorcaro em um ano eleitoral. A articulação buscou uma revogação da preventiva ou, ao menos, que ele fosse enviado para a prisão domiciliar, acrescentaram.

Procurada, a defesa de Vorcaro disse que são “inverídicas” notícias relacionadas à iniciativas de tratativas de delação dele. “Essa informação jamais partiu de qualquer dos advogados envolvidos no caso e sua divulgação tem o único objetivo de prejudicar o exercício da defesa nesse momento sensível”, afirmou.

Nos últimos dias chegou a circular na imprensa uma suposta contabilização de dois votos favoráveis ao banqueiro em votação na Segunda Turma sobre a prisão de Vorcaro, dos ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes. Na prática, com a suspeição declarada pelo ministro Dias Toffoli por foro íntimo, um empate na votação iria beneficiar Vorcaro.

Mendonça já vinha articulando reservadamente apoio dos colegas da Turma, segundo uma fonte. Ele já tinha conversado e recebido sinais de que Luiz Fux e Nunes Marques iriam acompanhar logo seu voto no julgamento virtual, iniciado às 11h desta sexta-feira, o que de fato ocorreu.

O julgamento virtual sobre a prisão de Vorcaro vai até a próxima sexta-feira, dia 20, e Gilmar Mendes deu indicações de que não vai votar nesta sexta, segundo uma fonte do Supremo.

A pessoas próximas, Mendonça negou que seu voto para manter a prisão preventiva tinha por objetivo promover uma delação de Vorcaro, de acordo com uma fonte. O voto dele, de 53 páginas, fez um contraponto de cada um dos argumentos da defesa para relaxar a detenção do banqueiro.

Entre os elementos, o ministro do STF citou o fato de o pai do banqueiro ter recebido R$2,2 bilhões após o banqueiro ter ido para prisão domiciliar, assim como o pagamento mensal de R$1 milhão a um grupo de aliados para ameaçar e intimidar pessoas — inclusive jornalistas.

Vorcaro foi preso preventivamente no início de março em uma nova fase da Operação Compliance Zero, que investiga crimes como gestão fraudulenta de instituição financeira, manipulação de mercado, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ele já havia sido preso inicialmente em novembro do ano passado.

Guerreiras do K-Pop: animação da Netflix impulsiona nova onda de turismo na Coreia do Sul

13 de Março de 2026, 14:59

A moradora de Honolulu Christine Kim foi uma das primeiras a entrar na tendência de viagens inspiradas por Guerreiras do K-Pop. Para ser justo, sua viagem para Seoul com o marido e os filhos já estava planejada antes mesmo de o filme da Netflix estrear, em junho de 2025.

O plano, pelo menos inicialmente, era visitar os avós. Mas então Rumi, Zoey e Mira, protagonistas do longa, viraram ídolos da filha de 5 anos de Kim — e o roteiro da viagem foi reescrito em tempo real. Quando visitaram um jimjilbang, ou spa coreano, e a N Seoul Tower — cenário do show final dos rivais Saja Boys no filme — a viagem da família virou motivo de orgulho.

“Minha filha parecia totalmente chocada ao descobrir que os lugares do filme eram reais”, disse Kim por mensagem. “Ela ficou tão animada que ficou sem palavras.”

Não foi só a filha que entrou no clima cultural. “Comprei para meu filho um hanbok preto e um gat [roupa tradicional e chapéu] para ele se vestir como um Saja Boy no Halloween”, lembra Kim. “E quando fomos à Nike Store Myeongdong, minha filha fez uma camiseta com um pássaro pega por causa de um personagem de Guerreiras do K-Pop.”

No fim de 2025, Guerreiras do K-Pop continuava sendo o filme original mais assistido da história da Netflix, com mais de 500 milhões de visualizações. Caso você não tenha crianças pequenas ou de alguma forma tenha escapado do fenômeno, o musical de ação animado produzido pela Sony Pictures Animation acompanha Huntrix, um grupo feminino de K-pop cujos sucessos nas paradas ajudam a derrotar demônios que ameaçam a humanidade.

Se foi um sucesso crítico e comercial que ninguém esperava, como a animadora coreano-canadense Maggie Kang disse recentemente em entrevista à Bloomberg, agora também está se tornando um catalisador inesperado para o turismo.

De acordo com dados da Trip.com, nos três meses após o lançamento do filme, as reservas globais de voos para a Coreia do Sul aumentaram 25% em relação ao mesmo período do ano anterior. (As estatísticas não identificam exatamente os motivos das viagens.

Onda coreana

Afinal, a Coreia do Sul já vinha se consolidando como destino turístico entre viajantes internacionais. Ainda assim, há razões para acreditar que Guerreiras do K-Pop tenha contribuído para esse aumento. O fenômeno cultural conhecido como Hallyu, ou onda coreana, vem impulsionando a popularidade global da cultura do país e sua ligação com o turismo.

O grupo BTS tem sido um dos principais símbolos da Hallyu desde 2018, atraindo centenas de milhares de fãs para Seul em seus shows. O filme Parasite, vencedor do Oscar, e a série Squid Game também ajudaram após seus lançamentos, em 2019 e 2021. O grupo Blackpink teve sucesso internacional semelhante. A popularidade de vídeos sobre cuidados com a pele coreanos — consumidos principalmente no TikTok pela Geração Z — também inspirou muitas viagens de longa distância. A influência de Guerreiras do K-Pop se soma a tudo isso.

Em julho de 2025, mês seguinte ao lançamento da música Golden no Spotify, 1,36 milhão de viajantes internacionais visitaram Seul, segundo o governo da cidade — 23,1% a mais que no ano anterior. O aumento imediato foi atribuído a turistas da China, Japan, Taiwan e dos United States, com autoridades dizendo que as viagens foram “impulsionadas pela febre de Guerreiras do K-Pop”, possivelmente refletindo como o filme primeiro se tornou popular na região antes de ganhar projeção global.

A tendência continuou nos meses seguintes, ajudando a Coreia do Sul a registrar um recorde de 18,9 milhões de turistas estrangeiros em 2025, segundo dados do órgão de turismo do país.

Esse aumento pode durar além do pico inicial de popularidade do filme, já que a temporada de premiações mantém o longa em evidência. Em 11 de janeiro, Guerreiras do K-Pop venceu o Golden Globe Awards nas categorias de melhor animação e melhor canção original. Também ganhou melhor música escrita para mídia visual no Grammy Awards de 2026 e dominou o Annie Awards, conquistando todos os 10 prêmios possíveis. Agora é apontado como favorito para ganhar dois troféus no Academy Awards em 15 de março. Em 12 de março, a Netflix confirmou que uma sequência está em desenvolvimento.

Como viagens internacionais costumam levar tempo para serem planejadas e estatísticas de turismo geralmente são divulgadas trimestralmente ou semestralmente, os efeitos de Guerreiras do K-Pop sobre o turismo ainda estão apenas começando a aparecer.

Neil Hassall, que administra o grupo do Facebook South Korea Travel Tips and Planning, diz que os fãs do filme impulsionaram a popularidade da comunidade de uma forma que ele não via desde Round 6. Em junho de 2025, o grupo tinha 65 mil membros; em janeiro de 2026, esse número quase dobrou para 120 mil.

Em Seul, o Bukchon Hanok Village — bairro de casas tradicionais onde os personagens Rumi e Jinu se encontram pela primeira vez — tornou-se um destino obrigatório para fãs, além de entusiastas de arquitetura e história. O local virou cenário de um dos passeios mais populares da cidade no Trip.com. As buscas pelo Museu Nacional da Coreia também cresceram 34% desde o lançamento do filme, já que fãs visitam a loja do museu para comprar produtos relacionados.

A plataforma de turismo coreana Creatrip, que ajuda visitantes estrangeiros a reservar restaurantes, serviços de beleza coreanos e aluguel de hanbok, também se beneficiou da popularidade de Guerreiras do K-Pop. As reservas para jimjilbangs e serviços de esfoliação tradicional vistos no filme aumentaram 115% no verão após o lançamento, em comparação com a primavera anterior. No mesmo período do ano anterior, o crescimento havia sido de apenas 17%.

Clínicas médicas focadas em acupuntura, ventosaterapia e medicina herbal chamada hanyak — que a personagem Rumi tenta usar para curar sua voz — registraram aumento de 409% nas reservas em 2025, segundo a Creatrip.

Dados do site de reservas de excursões GetYourGuide mostram crescimento semelhante. Reservas de passeios para locais mostrados no filme — como o Gyeongbokgung Palace, o Lotte World Tower, a N Seoul Tower e o Bukchon Hanok Village — cresceram mais de 350% em 2025 em relação ao ano anterior.

Cafés pop-up, encontros com personagens no bairro de Seongsu-dong e outras experiências ligadas ao filme começaram a surgir para aproveitar o momento. A médica Irina Ishak, baseada em Kuala Lumpur, levou a família a um desses eventos em dezembro e considera a visita um dos pontos altos da viagem.

“As crianças conhecem todos os personagens e momentos do filme”, disse. “O pop-up tinha três andares com cenários e recortes dos personagens para tirar fotos em cada canto. Havia até áreas interativas, como procurar a pegada de um gato Derpy que brilha no escuro usando uma lanterna. As crianças adoraram.”

Para Haemin Yim, CEO da Creatrip, o entusiasmo em torno de Guerreiras do K-Pop é diferente de qualquer outra onda turística ligada à Hallyu. No passado, quem viajava por causa do K-pop queria assistir a shows, visitar agências de artistas e ir a cafés ligados ao fandom. O apelo do filme entre públicos de língua inglesa — como turistas dos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália — ampliou muito o alcance global e o interesse por aspectos da cultura coreana que vão além da música.

“Cada grande elemento cultural mostrado no filme — hanbok, jimjilbang, gimbap, samgyetang, dança K-pop e medicina tradicional — é algo que um turista pode reservar e experimentar diretamente na Coreia. O filme funciona basicamente como uma vitrine de 90 minutos da vida cotidiana coreana, vista por 500 milhões de pessoas”, diz.

O fenômeno faz parte da tendência conhecida como set-jetting, quando pessoas planejam viagens para lugares que viram em filmes ou séries. A vila de Hallstatt, na Austria, tornou-se símbolo de turismo excessivo depois que visitantes descobriram que inspirou o reino de Arendelle no filme Frozen. Já Encanto impulsionou o turismo para a região cafeeira da Colombia.

Em Seul, porém, o fenômeno de Guerreiras do K-Pop ainda não gerou preocupações com turismo excessivo — e talvez nem venha a gerar. Diferentemente de outros casos, os fãs do filme têm muitas maneiras de viver a experiência, visitando diferentes lugares e atividades culturais.

Para Christine Kim, a mãe de Honolulu, o filme também representa algo mais amplo.

“A arte é linda, a música é ótima e ele preencheu um vazio”, diz. “Não existem muitos filmes com super-heroínas.”

Warner Bros. diz que oferta revisada da Paramount é “inadequada” e mantém acordo com a Netflix

7 de Janeiro de 2026, 09:36

A Warner Bros. Discovery concluiu que uma oferta de aquisição revisada apresentada pela Paramount Skydance é inferior ao acordo que a companhia já tem em vigor com a Netflix e recomendou que seus acionistas não ofereçam suas ações ao concorrente.

O conselho de administração da empresa de mídia afirmou, em carta aos acionistas divulgada na quarta-feira, que a proposta da Paramount oferece valor insuficiente e que há dúvidas sobre a capacidade da companhia de concluir a operação.

A Paramount havia apresentado, em 22 de dezembro, uma oferta revisada que reiterava o plano de comprar ações a US$ 30 por papel, mas incluía uma multa de rescisão maior e uma garantia do bilionário Larry Ellison de que assumiria pessoalmente o compromisso de US$ 40,4 bilhões em financiamento de capital próprio que sustenta o negócio.

O conselho da Warner Bros. reiterou preocupações com os mais de US$ 50 bilhões em endividamento exigidos na transação com a Paramount, classificando-a como a maior compra alavancada da história.

“O volume extraordinário de financiamento por dívida, assim como outros termos da oferta da PSKY, elevam o risco de que a transação não seja concluída, especialmente quando comparado à certeza da fusão com a Netflix”, afirmou a empresa. “Mudanças no desempenho ou na condição financeira do alvo ou do comprador, bem como alterações no setor ou no ambiente de financiamento, podem comprometer esses arranjos.”

Segundo a carta, o conselho também afirmou que a proposta continua impondo restrições à capacidade operacional da Warner Bros. antes da conclusão do negócio, como o limite para firmar contratos de infraestrutura tecnológica acima de US$ 30 milhões por ano. Essas limitações poderiam “prejudicar” os negócios da Warner Bros. nos 12 a 18 meses anteriores ao fechamento da operação e ainda dar à Paramount margem para abandonar o acordo nesse intervalo.

Encerrar o acordo com a Netflix em favor de uma transação com a Paramount custaria US$ 4,7 bilhões à Warner Bros., disse o conselho. Esse valor inclui uma multa de rescisão de US$ 2,8 bilhões a ser paga à Netflix, uma taxa de US$ 1,5 bilhão pelo não cumprimento de uma troca de dívida e cerca de US$ 350 milhões em custos adicionais de financiamento. Isso deixaria a empresa com apenas US$ 1,1 bilhão dos US$ 5,8 bilhões de multa de rescisão oferecidos pela Paramount caso o negócio fracassasse.

A Paramount, controlada pelo presidente do conselho da Oracle Corp., Larry Ellison, e por seu filho David, tenta há meses adquirir a Warner Bros., controladora da HBO e dos estúdios de cinema e TV que levam seu nome. Uma série de propostas da Paramount levou a empresa a se colocar à venda em outubro. Em 5 de dezembro, a Warner Bros. anunciou um acordo para vender seus estúdios e o negócio de streaming à Netflix por dinheiro e ações avaliados em US$ 27,75 por ação. A empresa planeja desmembrar suas redes de TV a cabo para os acionistas antes da conclusão da venda à Netflix.

Após perder a disputa inicial, a Paramount levou sua oferta diretamente aos acionistas, propondo a compra das ações por US$ 30 em dinheiro cada.

A Paramount argumenta que sua oferta pela empresa inteira é superior à da Netflix e tem mais chances de obter aprovação regulatória. A Warner Bros., por sua vez, afirmou acreditar que ambos os acordos têm chances semelhantes de superar os obstáculos regulatórios.

Grande parte do debate tem se concentrado no valor das redes de TV a cabo da Warner Bros., como TNT e CNN, que vêm perdendo audiência e anunciantes à medida que os consumidores migram para o streaming. A Paramount acredita que essas redes valem cerca de US$ 1 por ação, enquanto analistas dizem que o valor pode ser maior. Quanto menor o valor atribuído aos ativos de TV a cabo, maior a vantagem da proposta da Paramount. Se os acionistas acreditarem que essas operações valem mais, a oferta da Netflix — que prevê o desmembramento desses ativos — resulta em um valor total maior para os investidores.

Na carta, o conselho da Warner Bros. afirmou que os investidores receberão mais valor com o desmembramento da TV a cabo e com as ações da Netflix previstas no acordo atual do que com uma transação com a Paramount.

“Seu conselho negociou uma fusão com a Netflix que maximiza valor e reduz riscos de queda, e acreditamos unanimemente que a fusão com a Netflix é do melhor interesse dos acionistas”, diz a carta.

O investidor pouco conhecido de Abu Dhabi por trás da oferta da Paramount

9 de Dezembro de 2025, 09:21

A oferta hostil da Paramount pela Warner Bros. Discovery está sendo financiada por uma lista de influentes investidores do Oriente Médio, incluindo o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita e a Autoridade de Investimentos do Catar. Juntando-se a eles está um grupo de Abu Dhabi que poucos, mesmo na região, conhecem: a L’imad Holding Co.

Criada relativamente recentemente, a L’imad, de propriedade do governo, está entre os parceiros financeiros apoiando a oferta da Paramount, segundo um documento regulatório divulgado na segunda-feira. A empresa não tem histórico de negócios internacionais reportado, e seu envolvimento nas tentativas da Paramount Skydance de competir com a oferta da Netflix representa um raro caso de um investidor de Abu Dhabi participando de uma oferta hostil.

Enquanto a Mubadala Investment Co., um dos três principais fundos soberanos do emirado, recentemente adotou uma abordagem mais ativa em algumas startups, esses movimentos foram vistos como um exemplo de fundo tentando proteger investimentos feitos no pico do mercado.

Os Emirados Árabes Unidos controlam trilhões de dólares investidos internacionalmente em alguns dos maiores negócios do mundo. Grande parte desse capital é gerida por fundos soberanos com histórico consolidado, como Abu Dhabi Investment Authority, Mubadala e ADQ.

No entanto, outras entidades foram criadas mais recentemente, focando em setores específicos. Entre elas estão MGX, investidor em IA com ativos estimados em US$ 100 bilhões; XRG, com US$ 151 bilhões voltados ao setor energético; e Lunate, que em apenas dois anos se tornou o maior gestor de alternativas da região.

A L’imad é uma participante mais nova, tendo divulgado publicamente apenas um grande negócio: uma transação no final de outubro para adquirir participação majoritária na Modon Holding PSC, uma incorporadora de Abu Dhabi com valor de mercado de US$ 15 bilhões, junto ao fundo soberano ADQ e à International Holding Co. do xeque Tahnoon bin Zayed Al Nahyan.

Sua última movimentação é ainda mais chamativa e ocorre ao lado dos fundos de riqueza da Arábia Saudita e do Catar, bem como da empresa de private equity de Jared Kushner, Affinity Partners. O PIF e o QIA contribuíram para a Affinity, que também recebeu compromissos do Lunate, de Abu Dhabi. No entanto, não há vínculos conhecidos da L’imad.

Detalhes de contato da L’imad não puderam ser encontrados de imediato.

Os investidores do Oriente Médio planejam fornecer capital por meio de investimentos em ações sem direito a voto e concordaram em abrir mão de quaisquer direitos de governança, de acordo com o documento de segunda-feira. A gigante chinesa de internet Tencent Holdings, que anteriormente havia prometido US$ 1 bilhão para a transação, não está mais participando.

Em conjunto, essas medidas ajudariam a garantir que a oferta não precisasse da aprovação do Comitê de Investimento Estrangeiro nos EUA, disse a Paramount.

O acordo ocorre após o PIF da Arábia Saudita ter feito parceria com a Affinity em um negócio de US$ 55 bilhões para comprar a Electronic Arts Inc. Kushner intermediou a conexão inicial entre a fabricante de videogames e o PIF, e durante meses atuou como figura central nas negociações, informou a Bloomberg na época.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Musk rebate relatos de que SpaceX prepara venda de ações: ‘Não é correto’

6 de Dezembro de 2025, 18:40

O empresário Elon Musk negou neste sábado (6) as reportagens que afirmam que sua empresa de foguetes e satélites, a SpaceX, estaria lançando uma venda secundária de ações que poderia avaliar a companhia em US$ 800 bilhões.

“Tem circulado muita matéria dizendo que a SpaceX está levantando recursos a US$ 800 bilhões, o que não é correto”, disse Musk em uma publicação neste sábado em sua plataforma X. “A SpaceX tem sido geradora de caixa há muitos anos e faz recompras periódicas de ações duas vezes por ano para oferecer liquidez a funcionários e investidores”, afirmou.

Pessoas familiarizadas com o assunto disseram à Bloomberg News que a SpaceX está se preparando para realizar a transação. A notícia também foi dada pelo jornal americano Wall Street Journal, citando fontes.

Musk rebateu as notícias dizendo que a SpaceX já oferece liquidez aos investidores porque uma oferta secundária, como a que foi ventilada, serviria para permitir que funcionários e acionistas iniciais vendessem parte de suas participações, algo comum em empresas privadas que não têm ações negociadas em bolsa.

O negócio poderia levar a startup a ser a mais valiosa do mundo, superando o recorde anterior de US$ 500 bilhões estabelecido pela OpenAI, dona do ChatGPT, em outubro.

Netflix aceita pagar maior multa da história se compra da Warner Bros. fracassar

6 de Dezembro de 2025, 10:56

A aquisição da Warner Bros. pela Netflix, avaliada em US$ 72 bilhões, inclui uma das maiores multas de rescisão já registradas na história: US$ 5,8 bilhões. Esse é o montante que a Netflix concordou em pagar à empresa de estúdios de TV e cinema caso o negócio não seja fechado ou não receba aprovação regulatória.

Com valor equivalente a 8% do total em ações envolvido na transação, a multa assumida pela Netflix fica muito acima do padrão do mercado: em 2024, a multa média de rescisão em operações de fusões e aquisições foi de cerca de 2,4% do valor dos negócios. Isso reforça a confiança da empresa de que conseguirá obter aprovação dos reguladores globais.

Esse valor também mostra o quanto a disputa pela Warner se acirrou: em uma oferta rival apresentada no início da semana, a Paramount havia mais do que dobrado a multa de rescisão que estava disposta a pagar, para US$ 5 bilhões, em uma tentativa de tornar sua proposta mais atraente.

A Warner Bros., por sua vez, terá que pagar uma “multa reversa” de US$ 2,8 bilhões caso seus próprios acionistas rejeitem o acordo. A multa reversa é um mecanismo para proteger o comprador (no caso, a Netflix) para compensá-la pelo tempo, custo e risco assumidos se a própria empresa alvo da operação for a causa do fracasso do negócio.

Além disso, se a Warner optasse por aceitar uma oferta de um concorrente, esse novo comprador, na prática, precisaria arcar com essa penalidade, como costuma ocorrer nesse tipo de negociação.

Veja a seguir algumas das maiores multas pagas em processos de fusões e aquisições, segundo dados compilados pela Bloomberg:

AOL e Time Warner

Valor do negócio: US$ 160 bilhões
A AOL concordou em pagar cerca de US$ 5,4 bilhões caso desistisse da compra da Time Warner, ao passo que a empresa alvo da oferta teria de pagar cerca de US$ 3,9 bilhões se rompesse a transação sob certas condições. A multa equivalia a 3,4% do negócio, que foi fechado.

Pfizer e Allergan

Valor do negócio: US$ 160 bilhões
A multa de rescisão poderia chegar a US$ 3,5 bilhões, mas havia uma cláusula que reduzia esse valor se ocorressem mudanças na legislação tributária. A Pfizer acabou pagando apenas US$ 150 milhões depois que os EUA apertaram as regras contra “inversões fiscais”, manobra em que empresas transferem sua sede para países de menor tributação para reduzir impostos. A multa inicial equivalia a 2,2% do negócio, mas, no fim, ficou em menos de 0,1%. O negócio não se concretizou.

Verizon e Verizon Wireless

Valor do negócio: US$ 130 bilhões
A operação pela fatia da Vodafone na Verizon Wireless era complexa. A Verizon prometeu pagar US$ 10 bilhões à Vodafone caso não conseguisse financiamento para o negócio, ou US$ 4,64 bilhões se seu conselho mudasse a recomendação para os acionistas. A Vodafone, por sua vez, deveria US$ 1,55 bilhão à Verizon caso seu conselho mudasse de posição. Além disso, qualquer lado teria de pagar US$ 1,55 bilhão se os acionistas rejeitassem o acordo. A Vodafone ainda teria de pagar esse mesmo valor se um parecer tributário desfavorável inviabilizasse a transação. A multa representava 7,7% do negócio, que foi concluído.

AB InBev e SAB Miller

Valor do negócio: US$ 103 bilhões
A AB InBev concordou em pagar US$ 3 bilhões caso não obtivesse aprovação de reguladores ou acionistas e desistisse da aquisição, então a maior da história corporativa do Reino Unido. A multa era equivalente a 2,9% do negócio, que foi fechado.

AT&T e T-Mobile USA

Valor do negócio: US$ 39 bilhões
A AT&T concordou em pagar US$ 3 bilhões em dinheiro à Deutsche Telekom, controladora da T-Mobile USA, e ainda repassar parte das frequências que usa para operar serviços de celular, além de firmar um acordo mais favorável de compartilhamento de rede. A multa representava 7,7% do valor do negócio, que acabou sendo cancelado após oposição dos órgãos reguladores.

Google e Wiz

Valor do negócio: US$ 32 bilhões
As empresas concordaram que o Google pagaria cerca de US$ 3,2 bilhões se o negócio não fosse concluído, uma fatia enorme do valor total da operação: 10%. O negócio foi fechado.

Netflix apresenta maior oferta pela Warner e lidera disputa pela companhia

5 de Dezembro de 2025, 08:57

A Netflix apresentou a maior oferta entre os pretendentes à compra da Warner Bros Discovery, disse uma fonte à Reuters nesta quinta-feira, em um negócio que pode remodelar o setor de mídia.

A proposta de aquisição dos estúdios e da unidade de streaming da Warner Bros Discovery pela gigante do streaming deverá reduzir os custos para os usuários ao agrupar Netflix e HBO Max, informou a Reuters na terça-feira.

Netflix e Warner Bros Discovery não comentaram o assunto.

De acordo com o Wall Street Journal, a Warner Bros Discovery está buscando outra rodada de propostas de pretendentes até o final desta quinta-feira, depois que a Paramount Skydance acusou a Warner Bros Discovery de conduzir um processo de venda injusto que favorece a Netflix em detrimento de outros concorrentes.

A Warner Bros Discovery teria recebido ofertas mais vantajosas de possíveis concorrentes – Paramount, Comcast e Netflix – no início desta semana, depois de pedir que melhorassem as propostas iniciais apresentadas no final de novembro.

Em carta enviada ao presidente-executivo da Warner Bros Discovery, David Zaslav, a equipe jurídica da Paramount levantou preocupações sobre a “justiça e adequação” do processo, citando relatos da mídia que indicam que a administração da Warner Bros Discovery favorece a proposta da Netflix, publicou a CNBC.

A Paramount Skydance, liderada por David Ellison, solicitou confirmação sobre se a Warner Bros Discovery formou um comitê especial independente de membros imparciais do conselho para avaliar as ofertas e supervisionar o processo de venda, segundo a CNBC.

Paramount e Comcast não responderam imediatamente a pedidos de comentários da Reuters.

A oferta da Paramount envolve a compra de todo o grupo.

Em outubro, o conselho da WBD recusou uma oferta de cerca de US$60 bilhões da Paramount e, em seguida, lançou um processo formal de venda.

Mercados hoje: acerto entre China e EUA e encontro entre Lula e Trump animam investidores

27 de Outubro de 2025, 07:32

Bom Dia!
A semana abre em modo “inclinação ao risco ligado”. O fim de semana trouxe notícias para animar os investidores: sinais de entendimento entre EUA e China tiram pressão de tarifas e animam a pré-abertura lá fora. Aqui, o encontro Lula–Trump trouxe uma luz no fim do túnel das tarifas. Por outro lado… a expectativa para o encontro do Fed entre terça-feira e quarta-feira pode inspirar cautela ao longo do dia.
A seguir: giro global, os destaques do dia, pílulas e a agenda, com balanço de Neoenergia.


Enquanto Você Dormia…

  • Clima mais leve: investidores precificam avanço num acordo EUA–China e aguardam Big Techs + Fed.
  • Futuros de NY: S&P 500 +0,74% e Nasdaq +1,10% (por volta de 08h50).
  • Europa e Ásia: STOXX 600 perto de máximas históricas; Japão/Coreia/Taiwan bateram recordes com o alívio tarifário no radar.
  • Dólar DXY estável perto de 98,9; Petróleo Brent em US$ 66,4; Treasury 10 anos ao redor de 4,04%

Destaques do dia

  • EUA–China afinam um caminho para um futuro acordo:
  • Washington e Pequim indicaram um esboço para evitar novas tarifas dos EUA e adiar controles chineses a exportações (terras-raras), com encontro de líderes. Futuros saltam na esteira do noticiário.
  • E o que isso importa? Se o desarme tarifário avançar, melhora o humor em commodities e cíclicas ligadas à China (Vale, CSN e Gerdau) e tira pressão de dólar/juros globais; soja e cadeias industriais sensíveis a insumos asiáticos também entram no radar.

Giro pelo mundo

  • Big Tech na semana: Microsoft, Apple, Alphabet, Amazon e Meta puxam a temporada e testam o “trade” de IA. (Triggers: pré/pós-fechamento ao longo da semana)
  • Futuros de NY sobem com expectativa de corte de 25 pb na quarta (Fed) e reunião Trump–Xi.
  • Argentina: Milei sai fortalecido nas eleições de meio de mandato, reforçando agenda pró-mercado e laços com os EUA. Partido do presidente argentino conquistou 67 de 127 cadeiras na Câmara dos Deputados.

Giro pelo Brasil

  • Lula–Trump: reunião de 45 minutos em Kuala Lumpur ensaia trégua tarifária; times técnicos começam a negociar “solução rápida”. (Próximo passo: agenda de encontros entre Tesouro/Trade Reps)
  • Focus: sai entre 8h25–8h30 com novas projeções de IPCA/Selic/câmbio; baliza a curva logo cedo.

Giro Corporativo

  • Energia: Neoenergia (NEOE3) divulga 3T25 hoje; teleconferência amanhã de manhã. (Olho em alavancagem, CAPEX e fluxo de caixa)
  • Temporada local: resultados ganham tração nesta e nas próximas semanas, com blue chips na fila.

A Agenda de hoje

  • ⏰ 08:25: Relatório Focus — Banco Central do Brasil. Termômetro das expectativas para IPCA/Selic/câmbio.
  • ⏰ 12:30 (ET 10:30): Dallas Fed Manufacturing — EUA. Sinal de atividade/preços no Texas.
  • ⏰ Após o fechamento: Neoenergia (NEOE3) — 3T25. Divulgação dos números; call amanhã às 09:00 (BRT).
  • ⏰ Durante o pregão: Prévias/expectativas de balanços nos EUA; foco em Big Tech ao longo da semana.
  • ⏰ Amanhã: Início da reunião do Fed (27–29/10); decisão na quarta-feira, 14h (ET).

Brasil pode se tornar o contraponto à China no mercado global de terras raras

15 de Outubro de 2025, 11:38

Em 1967, um helicóptero da United States Steel, que transportava uma equipe de geólogos, fez uma descoberta acidental após pousar em uma área remota da Floresta Amazônica: um gigantesco depósito de minério de ferro que se tornaria Carajás, uma das regiões minerais mais ricas do mundo.

O cenário atual pode parecer menos com um roteiro de filme, mas uma parceria de mineração semelhante entre os Estados Unidos e o Brasil pode tomar forma novamente — desta vez em torno dos minerais essenciais que estão agitando a geopolítica moderna. 

Enquanto os governos de Donald Trump e Luiz Inácio Lula da Silva buscam apaziguar suas ruidosas diferenças, o desenvolvimento de metais estratégicos — particularmente as terras raras — se destaca como uma área incomum de interesse compartilhado.

Domínio chinês usado como arma

A iniciativa da China de usar seu domínio na cadeia de suprimentos de terras raras como uma arma em resposta às tarifas impostas por Washington — ampliando as restrições às exportações de componentes vitais para vários setores, de semicondutores a sistemas de defesa — abriu as portas para potenciais produtores, incluindo o Brasil, a Austrália e a Índia.

Embora os EUA tenham um plano ambicioso — e nada convencional — para reconstruir sua própria indústria de mineração, Washington precisará de toda a ajuda possível se quiser desafiar o domínio quase total da China. É aí que entra o Brasil: já uma potência na mineração, geograficamente próximo aos EUA e detentor das maiores reservas de terras raras do mundo, depois da nação asiática.

Brasília tem falado sobre uma estratégia para minerais críticos há décadas, com pouco resultado. Uma aliança estratégica com os EUA, o maior investidor estrangeiro do país, poderia finalmente garantir o momentum — por meio de joint ventures, acordos de compra, financiamento ou acordos estratégicos. Além de alguns poucos esforços existentes, a questão provavelmente ganhará destaque quando o Ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se encontrar com seu colega Marco Rubio em Washington nesta semana, preparando o cenário para o primeiro diálogo bilateral entre Trump e Lula.

Oportunidade de negócio

O presidente brasileiro poderia usar a carta das terras raras como moeda de troca para suspender as altas tarifas de 50% de Trump, anunciadas em julho, aproveitando o renovado apetite do presidente por negócios com o Brasil. Seria um acordo que ambos os lados poderiam vender como uma vitória, especialmente dadas as implicações para a segurança nacional dos EUA. Mas o líder de esquerda terá que agir com cautela: seu Partido dos Trabalhadores, nacionalista, sempre desconfiado de qualquer indício real ou imaginário de imperialismo, não tolerará nenhum arranjo exploratório semelhante ao que muitos viram no acordo anterior de Trump com a Ucrânia.

Para amenizar esses temores, Lula poderia pressionar pelo desenvolvimento da capacidade nacional de refino e produção de ímãs, uma ideia alinhada às ambições da política industrial de seu governo e que teria sido cogitada pelo governo Biden antes do retorno de Trump ao poder. Lula poderia retomá-la agora.

Para os EUA, qualquer cadeia de suprimentos adicional que desafie o domínio da China é uma vitória — mesmo que se desenvolva no exterior. Além disso, ajudaria a contrabalançar o relacionamento do Brasil com Pequim, já seu principal parceiro comercial e destino da maior parte de seus minérios e commodities.

Ao mesmo tempo, a colaboração com os EUA poderia dar ao Brasil os incentivos e a massa crítica necessários para que sua indústria de terras raras finalmente decole. Apesar de todas as suas enormes reservas e muitos projetos promissores, a produção de terras raras do Brasil permanece próxima de zero.

Vantagens ao capital estrangeiro

“Estamos atrasados ​​em um negócio que tem um conflito de grandes proporções. A China está fechando seu mercado e os EUA estão investindo forte no seu país”, disse Fernando Landgraf, especialista em minerais críticos e professor da Universidade de São Paulo. “Seria muito interessante se os EUA tenham interesse ​​em uma joint venture de refino de terras raras no Brasil, agregando mais valor aqui.”

O Brasil também oferece uma vantagem fundamental para os investidores dos EUA: apesar de sua burocracia e regulamentação rigorosa, continua sendo um destino aberto ao capital estrangeiro, inclusive em setores estratégicos.

Subsidiárias brasileiras de empresas americanas podem até se qualificar para financiamento do banco nacional do desenvolvimento, o BNDES, que atualmente analisa o apoio a 56 projetos com foco em minerais estratégicos. O sucesso da maior economia da América Latina no desenvolvimento de outros metais essenciais para a transição energética (incluindo níquel, cobre, grafite e lítio) reforça ainda mais suas credenciais.

Diplomacia mineral

E há também o nióbio: o Brasil responde por cerca de 90% da produção global, essencial para ligas de aço mais resistentes e leves, usadas em tudo, de turbinas a smartphones. Uma única empresa privada brasileira, a CBMM — controlada pela família Moreira Salles — domina a produção de nióbio após décadas de construção de uma nova cadeia de suprimentos, confirmando o enorme potencial do país nestes setores. Em 2011, um grupo chinês e um consórcio nipo-sul-coreano compraram uma participação de 15% cada um na CBMM, posicionando-se estrategicamente anos à frente de qualquer concorrente dos EUA.

É claro que a diplomacia mineral é apenas um dos vários tópicos esperados na agenda bilateral, muitos deles controversos, incluindo a situação na Venezuela, a expansão dos BRICS, a turbulência no Haiti, a postura dura de Brasília contra as big techs e o etanol.

Contudo, a oportunidade está aí. Trump e Lula não a aproveitarão por afinidade ideológica. Mas podem simplesmente aproveitá-la porque faz todo o sentido comercial e estratégico.

O plano da N5X para transformar energia elétrica em ativo financeiro e virar a uma bolsa até 2027

2 de Outubro de 2025, 06:00

Até o fim de 2027, o Brasil será um mercado de energia plenamente livre. Isso significa que todos os consumidores, das grandes fábricas aos moradores de microapartamentos, poderão escolher quem fornece a energia consumida e até a fonte que a gerou, como um parque eólico ou uma hidrelétrica.

Essa transformação regulatória, aprovada pelo Congresso na forma da MP 1.300, abre espaço para uma revolução na maneira como a energia elétrica é comprada, vendida e precificada, um potencial que a plataforma N5X quer muito capturar: a ambição é ser uma “bolsa de energia”, à semelhança das bolsas de valores tradicionais.

“Olhando para a abertura do mercado livre de energia, a questão não é se o Brasil precisa de uma bolsa, a questão é quem vai ser essa bolsa”, disse Dri Barbosa ao InvestNews. A CEO da N5X compara o momento atual do mercado de energia às mudanças regulatórias que aconteceram a partir de 2012 no mercado de meios de pagamento – quando Cade e Banco Central forçaram a abertura de um setor até então concentrado em duas empresas.

Naquela ocasião, Dri Barbosa viu uma oportunidade para alcançar os pequenos comerciantes, até então à margem da indústria das maquininhas. Fundou a Payleven, posteriormente fundida à SumUP. Dri vendeu a parte dela no negócio e treinou o olhar para encontrar oportunidades em outros mercados. Nos anos seguintes ainda “daria exit” em mais duas startups até aceitar o cargo de CEO da N5X, em 2023.

a woman smiling at camera
Dri Barbosa, CEO da N5X Foto: Divulgação

A N5X é financiada pelo L4, fundo de investimentos da B3, e pelo EEX Group, maior rede de bolsas de energia do mundo, controlada pela bolsa alemã, a Deutsche Börse – cada uma com 50% da N5X.

Mas o que significa, na prática, ser uma bolsa de energia?

Em mercados mais maduros, como Alemanha e Estados Unidos, as bolsas de energia funcionam como uma engrenagem central do setor: elas reúnem todas as negociações em um único ambiente padronizado, com mais transparência e regras comuns a todos.

Em vez de cada empresa negociar diretamente com outra — com prazos e condições diferentes, como acontece hoje no Brasil —, todos os contratos passam por uma contraparte central, ou seja, uma entidade que se coloca entre comprador e vendedor e garante o cumprimento do contrato, atuando como fiadora das transações: mesmo que uma das partes atrase ou quebre, a liquidação é garantida. Para participar desse mercado, as partes precisam depositar garantias que cubram suas posições.

Ao mesmo tempo, essas bolsas registram os preços praticados, definem prazos, administram garantias e servem de referência para o mercado, funcionando como uma infraestrutura essencial para que a energia elétrica seja tratada como uma commodity — algo negociado em larga escala, com liquidez, previsibilidade e segurança.

Hoje, a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica) é a entidade que administra o mercado de energia no Brasil. Sua função principal é contabilizar e liquidar todas as operações, especialmente no mercado de curto prazo — conhecido como mercado spot — que serve para ajustar as diferenças entre a energia contratada e a efetivamente consumida ou gerada.

Além disso, é na CCEE que se registram os contratos do mercado livre de energia, onde consumidores, geradores e comercializadores (intermediárias que vivem do spread entre compra e venda) negociam de forma bilateral. A Câmara também é responsável por operacionalizar os leilões de energia regulada, organizados pelo governo para contratar geração de longo prazo e garantir o suprimento do sistema.

O problema é que os contratos do mercado livre, ainda não padronizados, podem trazer riscos financeiros para os agentes. Desde 2018, houve ao menos dez episódios de inadimplência ou descumprimento contratual por parte de comercializadoras ou consumidores, criando insegurança e risco de efeito dominó.

A N5X surge com uma proposta diferente. Em vez de atuar apenas nos ajustes de curto prazo ou na execução dos leilões regulados, como faz a CCEE, ela pretende estruturar contratos padronizados de energia e derivativos, negociados de forma voluntária entre empresas. A ideia é dar previsibilidade de preços e proteção contra a volatilidade. Se o mercado spot é o espaço para “resolver o presente” e os leilões são o instrumento de planejamento de longo prazo definido pelo governo, a N5X quer se consolidar como a plataforma privada para organizar o “mercado do futuro”.

Nas palavras da CEO, a N5X busca ser “uma plataforma de negociação e registro de derivativos padronizados”. Hoje, já oferece uma tela de negociação em que os agentes podem inserir ordens de compra e venda com limites de crédito. Em operação desde junho de 2024, a plataforma já movimentou R$ 1 bilhão, o equivalente a 4,53 TWh de energia — suficiente para abastecer Curitiba por um ano. Empresas como Casa dos Ventos, Eletrobras e Minerva já utilizam a Tela N5X.

Agora, a meta é virar uma bolsa de energia completa, incorporando a função de câmara de compensação de energia até a abertura total do mercado livre, em 2027. A expectativa, explica Dri Barbosa, é que a N5X atraia não só empresas do setor elétrico, mas também investidores institucionais, inclusive estrangeiros.

“Muito investidor lá de fora entende que energia é um ativo que faz sentido ser negociado no ambiente de bolsa e já negocia em mercados como o europeu e o americano”, pontua. “O Brasil é o sexto maior mercado consumidor de energia do mundo e tem potencial para atrair esses investidores, mas precisa ter a contraparte central.”

2027, como se sabe, é logo ali. O desafio da N5X é se tornar a câmara de compensação que formalize o aperto de mãos entre o setor elétrico e o mercado financeiro. Se isso acontecer, a abertura do mercado de energia pode repetir o que aconteceu com os meios de pagamento há pouco mais de uma década: uma mudança regulatória que abriu espaço para novos agentes e redesenhou um setor inteiro.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.
❌