Visualização normal

Received yesterday — 19 de Maio de 2026Negócios

PF transfere Daniel Vorcaro para cela comum

18 de Maio de 2026, 23:21

A Polícia Federal transferiu internamente o banqueiro Daniel Vorcaro para uma cela comum na carceragem da Superintendência do Distrito Federal.

Com isso, ele passa a ser submetido às regras do normativo interno da PF para a visita de advogados. Essas regras permitem duas visitas por dia por um período de meia hora.

Antes, ele estava alocado em uma sala de Estado-Maior que havia sido reformada para abrigar o ex-presidente Jair Bolsonaro no cumprimento de sua prisão. Vorcaro ficou no local para trabalhar na sua proposta de delação premiada com seus advogados e passava quase o dia inteiro reunido com eles.

A PF já havia solicitado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça que Vorcaro fosse transferido de volta para um presídio, sob o argumento de que as condições dele na prisão na Superintendência alteravam e afetavam a rotina da administração.

O ministro ainda não proferiu uma decisão sobre essa mudança de endereço, mas autorizou a mudança de celas dentro da PF. Vorcaro está na Superintendência desde o dia 19 de março, quando começou a negociar sua delação premiada.

Como a defesa de Vorcaro já entregou sua proposta de colaboração a PF decidiu aplicar a ele as regras usadas para todos os demais presos e colocá-lo em uma carceragem comum.

A Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda analisam a proposta apresentada. Como mostrou o Estadão, a tendência é que essa proposta seja devolvida aos advogados com um pedido para complemento dos temas abordados.

The post PF transfere Daniel Vorcaro para cela comum appeared first on InfoMoney.

Copa do Mundo: Ancelotti pode ter 10 ‘desfalques’ na primeira semana de treinos

18 de Maio de 2026, 22:41

Até 10 jogadores da seleção brasileira podem ‘se atrasar’ para a apresentação junto à delegação da Copa do Mundo. São os atletas que terão agenda estendida com seus clubes pela disputa da final da Champions League ou das rodadas finais das fases de grupos de Libertadores e Sul-Americana.

O regulamento da Copa do Mundo libera os atletas finalistas de competições continentais, o que valia para a Uefa. A medida foi estendida pela Fifa também às rodadas finais das fases de grupos, atendendo à Conmebol.

A permissão não significa que todos irão chegar depois. Pode ser que alguns dos jogadores sejam liberados dos compromissos com clubes, como é esperado que aconteça com Neymar.

O Santos tem dois duelos em casa pela Sul-Americana, com San Lorenzo (dia 20) e Deportivo Cuenca (dia 26). Ainda antes, pelo Brasileirão, o time enfrenta o Grêmio (dia 23), ainda no período em que Neymar pode atuar na competição nacional.

Os demais 16 jogadores começam a ser liberados pelos clubes a partir de 25 de maio. Os times brasileiros, portanto, poderão usar os convocados nas competições continentais, mas não no Brasileirão, que tem a última rodada antes da pausa no fim de semana de 30 de maio.

A programação da CBF prevê apresentação dos jogadores à seleção a partir do dia 27 de maio. Os jogos das competições sul-americanas serão nos dias 26, 27 e 28. A final da Champions, dia 30.

JOGADORES QUE PODEM ATRASAR NA APRESENTAÇÃO À SELEÇÃO:

Weverton (Grêmio)

Alex Sandro (Flamengo)

Danilo (Flamengo)

Gabriel Magalhães (Arsenal)

Léo Pereira (Flamengo)

Marquinhos (PSG)

Danilo Santos (Botafogo)

Lucas Paquetá (Flamengo)

Gabriel Martinelli (Arsenal)

Neymar (Santos)

The post Copa do Mundo: Ancelotti pode ter 10 ‘desfalques’ na primeira semana de treinos appeared first on InfoMoney.

Santos comemora convocação de Neymar e considera plano para o jogador ‘bem-sucedido’

18 de Maio de 2026, 22:05

O Santos considera que o “plano Neymar” foi bem-sucedido, culminando na convocação do jogador para a seleção brasileira na Copa do Mundo. O jogador não atuava pela equipe nacional desde outubro de 2023 e almejava o retorno a partir da volta ao clube paulista, no começo de 2025.

Esse era também o planejamento da gestão do Santos. O plano envolvia que Neymar emplacasse uma sequência de jogos em um ambiente no qual “se sentisse em casa”. A avaliação é de que o jogador esteve sempre muito comprometido e em evolução física no período no clube.

“O Brasil inteiro vibrou com a convocação do Neymar, mas principalmente o torcedor santista. Isso confirma a importância do trabalho desenvolvido para a sua recuperação dentro de campo, permitindo que ele voltasse a atuar em alto nível, sendo importante para a nossa equipe e retornando à seleção brasileira. O Santos é a casa do Neymar. É onde ele se sente feliz e confiante para desempenhar o seu melhor futebol. Todos nós estamos muito felizes com esse momento. Depois de mais de 15 anos, a seleção brasileira voltará a ter um atleta do Santos”, disse o presidente santista, Marcelo Teixeira, ao Estadão.

Entre a Copa do Mundo de 2022 e o retorno ao Santos, Neymar havia feito apenas 20 jogos, marcando seis gols e concedendo 10 assistências. Desde que retornou ao Brasil, foram 45 partidas, 18 gols e nove assistências.

O clube tem mais motivos para comemorar. É a primeira vez que o Santos tem um jogador convocado para uma Copa do Mundo desde 2010, quando Robinho foi chamado.

Neste ano, a Fifa ampliou a premiação para clubes que cedem jogadores ao Mundial. Pela convocação de Neymar, o Santos deve receber aproximadamente US$ 250 mil (R$ 1,25 milhão na cotação atual).

The post Santos comemora convocação de Neymar e considera plano para o jogador ‘bem-sucedido’ appeared first on InfoMoney.

Received before yesterdayNegócios

O sonho do gigante da moda brasileira está ruindo — e o Azzas 2154 tem futuro incerto

14 de Maio de 2026, 06:00

Alexandre Birman tinha o sonho de erguer o maior grupo de moda do Brasil. A fusão entre Arezzo e Grupo Soma, formalizada em agosto de 2024, era a peça central da ambição: um conglomerado com mais de 30 marcas, do calçado ao vestuário, capaz de competir em escala com players globais.

Menos de dois anos depois, o sonho está se desfazendo, e uma reconciliação entre os dois sócios controladores, Birman e Roberto Jatahy, parece cada vez menos provável.

As ações do Azzas 2154 acumulam queda da ordem de 50% em 12 meses. A empresa vale hoje R$ 3,8 bilhões, menos da metade do que atingiu no auge.

No mais recente capítulo, Jatahy obteve na Justiça do Rio de Janeiro uma medida cautelar contra decisões do sócio, em uma batalha que, segundo algumas pessoas com conhecimento da situação, tem como desfecho provável a cisão do grupo (Birman entrou com um agravo de instrumento para suspender a cautelar e aponta que o foro de qualquer questão deveria ser a Justiça de São Paulo, como determina o estatuto da companhia).

Mas esse não será um desfecho trivial. Primeiro, porque o tema da separação dos negócios não está na mesa de discussões, segundo fontes próximas a Birman.

E também porque a questão é saber até que ponto cada lado está disposto a ceder e a abrir mão de (muito) dinheiro: o acordo de acionistas celebrado na fusão prevê um lock-up (proibição de venda) de 10 anos para as ações no bloco de controle.

Alexandre Birman e Roberto Jatahy, controladores da Azzas 2154
Alexandre Birman (esq.) e Roberto Jatahy, sócios do Azzas 2154, no anúncio da fusão (Divulgação)

O desafio não é exatamente da saúde das marcas: Farm Rio, Reserva e Animale seguem bem. Hering patina, mas dá sinais de melhora gradual com um plano de turnaround – e segue com um nome forte. O desafio é de governança.

Dois fundadores acostumados a mandar sozinhos, com culturas de gestão opostas, tentaram dividir o controle de um grupo com mais de 30 marcas. Não funcionou até aqui.

Segundo pessoas próximas a Jatahy, ele sempre deu autonomia às operações, formou lideranças internas e manteve cada marca quase como uma empresa independente. Birman, por sua vez, operaria no estilo “comando e controle”, um modelo que funcionou bem na Arezzo, mas que se mostrou inadequado para a complexidade do Azzas.

A percepção sobre Birman era a de um executivo duro, trabalhador, com uma narrativa sólida de quem construiu a Arezzo com as próprias mãos, o “sapateiro” que vendia resultados ao mercado com consistência. Parecia complementar o perfil criativo e descentralizado de Jatahy.

A realidade, segundo essas fontes, foi diferente. A dificuldade de lidar com divergências, segundo quem conviveu com Birman, teria afastado sucessivamente executivos que poderiam ter ajudado a estabilizar o grupo. Mais de 30 diretores não executivos deixaram o Azzas desde a fusão, muitos com acordos de confidencialidade que os impedem de falar publicamente. Birman costuma negar essa versão.

“São dois founders que tinham muita autonomia nas suas empresas antes da fusão”, diz uma pessoa que compôs o alto escalão da empresa. “No dia 2 do casamento, isso virou uma divisão de poder, e os dois se viram em papéis com os quais não estavam satisfeitos.”

A fusão também pecou pelo que deixou de fora.

Pessoas com conhecimento do processo dizem que o negócio foi pensado principalmente em termos de sinergias de receita, em como as marcas cresceriam juntas. As sinergias de custo, até mais relevantes para a rentabilidade, ficaram em segundo plano.

O estopim

O padrão de desgaste com executivos começou antes mesmo de a fusão ser concluída.

Rony Meisler, fundador da Reserva, deixou o grupo em agosto de 2024, poucos dias após o fechamento do negócio. O distanciamento vinha de antes. A Arezzo havia comprado a Reserva em 2020 por R$ 715 milhões, parte em ações com lock-up gradual.

Nas duas primeiras janelas, em 2022 e 2023, Meisler vendeu praticamente toda a sua fatia, um movimento que não agradou Birman. O estilo centralizador do CEO também bateu de frente com a personalidade do fundador, que se sentia cada vez menos consultado.

E, apesar de tentativas do alto comando do Azzas, nada convenceu Meisler a seguir no grupo.

Depois desse momento, os dois sócios controladores negociaram um armistício.

Jatahy cedeu mais, fosse na composição do conselho, nos acordos de acionistas, na escolha de executivos. Sempre com o objetivo declarado, segundo pessoas próximas a ele, de preservar a companhia e evitar um conflito aberto.

@investnewsbr

Após a saída de seis executivos do alto escalão do Azzas 2154, o grupo anunciou o retorno de Roberto Jatahy à liderança do negócio de moda. #azzas #moda #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

O ponto de equilíbrio encontrado no meio de 2025 tinha um nome: Ruy Kameyama. O executivo, que atuava como conselheiro de Jatahy, voltou para a gestão para ser a interface entre as operações de moda no Rio de Janeiro, provenientes em geral do Soma, e a holding.

Por algum tempo, funcionou. Kameyama conduziu um processo de integração que durou dez meses, com consultoria contratada, que mapeou sinergias entre R$ 80 milhões e R$ 116 milhões de Ebitda anuais para a unidade carioca.

Foi um trabalho com custo financeiro e humano relevante, com demissões, reestruturações e meses de reuniões. O resultado estava incorporado ao orçamento de 2026.

Foi nesse momento que Birman passou a interferir na Reserva, área que estava sob o guarda-chuva de Kameyama. Em uma ligação, segundo relatos de pessoas que acompanharam a situação, Birman disse ao executivo que ele estava “cruzando a linha” ao se envolver em questões societárias. Kameyama pediu demissão no dia seguinte.

Com Kameyama fora, Birman anunciou que a Reserva seria transferida para o comando de David Python, executivo de sua confiança à frente das unidades Basic (Hering) e Shoes & Bags e que tem ganhado espaço no grupo.

Python é co-fundador da Cariuma, marca de calçados adquirida pelo Azzas no fim de 2025 justamente para trazê-lo, junto com outro executivo, Fernando Porto, para tocar o turnaround da Hering. Ele trabalhou anos em cargos de liderança na Arezzo e na Schutz antes do seu próprio negócio.

Para Jatahy, jogar fora R$ 116 milhões em Ebitda potencial, em uma empresa que já destruía valor, não tinha racionalidade econômica. A medida cautelar foi sua resposta.

O Azzas divulgou comunicado ao mercado dizendo ter sido “surpreendida” pelo pedido judicial, enquadrando a decisão sobre a Reserva, marca de moda masculina, como prerrogativa estatutária do CEO.

O custo nos negócios

Os resultados do Azzas no primeiro trimestre de 2026 mostraram em parte o custo da instabilidade na gestão. A receita líquida caiu 8% na comparação anual. A unidade de negócios Basic (Hering) respondeu pela maior parte da queda, com recuo de 19% no período.

O Citi apontou que o Ebitda reportado ficou 15% abaixo de sua estimativa e o lucro líquido veio quase 60% abaixo do projetado. O banco não descartou novas revisões para baixo nas projeções.

A deterioração do resultado da Hering é um exemplo dos riscos de integrações. A marca chegou a gerar R$ 240 milhões de Ebitda no fim dos anos 2010, antes da aquisição pelo Soma, e fechou 2025 com R$ 71 milhões, segundo pessoas com conhecimento da operação.

A piora culminou com a saída de Thiago Hering, da família fundadora. E levou à chegada de Python e Porto em outubro passado. O plano, que passa por uma nova lógica de operação – com redução dos estoques que demandavam desconto para dar saída -, se traduziu em queda das vendas, antes que elas – segundo se espera – voltem a crescer.

O vestuário feminino, que é a divisão herdada do Grupo Soma e segue sob influência de Jatahy, é hoje o ativo mais sólido do grupo. Cresceu 5% no primeiro trimestre, mesmo com desaceleração.

O futuro do Azzas 2154

Além da hipótese de cisão, há quem defenda uma terceira via: trazer um CEO externo, afastar os dois fundadores do dia a dia e tentar capturar parte das sinergias que motivaram o negócio.

“A empresa não conseguiu seus resultados, mas é uma questão de melhorar a governança”, diz uma pessoa que passou pelo alto escalão do grupo.

A questão é que o conselho atual não tem demonstrado capacidade de arbitrar o conflito, diz outra pessoa ouvida pela reportagem.

O caminho imediato é a arbitragem, resolvida a disputa de liminares e recursos.

Parte do mercado nutre a esperança de que o acirramento force uma composição e mais um armistício entre os dois sócios. Mas pessoas próximas aos bastidores do grupo são céticas. Birman, dizem, dificilmente dá um passo atrás, e Jatahy, após quase dois anos de concessões, chegou ao limite.

O Azzas foi construído sobre a tese de que marcas fortes ficam mais fortes juntas. Por ora, o que se vê é o oposto: marcas que funcionavam bem agora presas em uma sociedade que não funciona.

Procurado, o grupo Azzas 2154 preferiu não comentar e enviou os fatos relevantes recentes como resposta.

Crise sanitária da Ypê testa marca familiar brasileira que concorre com gigantes globais

13 de Maio de 2026, 06:00

A Química Amparo, dona da Ypê, enfrenta uma das maiores crises de sua história de mais de 75 anos.

É uma crise que se instalou no dia 7 de maio, quando o grupo familiar recebeu uma determinação da Anvisa para recolher milhares de produtos de limpeza por causa de risco de contaminação bacteriana constatado na sua fábrica em Amparo, no interior de São Paulo.

A decisão chegou justamente no momento em que as categorias em que a empresa construiu liderança cresciam no ritmo mais acelerado dos últimos anos.

A Ypê é um caso raro para uma marca nacional: está presente em 95% dos lares brasileiros, segundo dados da consultoria Kantar. Em penetração de mercado, só perde para a Coca-Cola, absoluta no mercado de refrigerantes.

A história da Química Amparo remonta a 1950, ano de sua fundação na cidade a 129 quilômetros de São Paulo, na região conhecida como Circuito das Águas. Fundada por Waldyr Beira, a companhia atravessou três gerações da família até se tornar uma das maiores fabricantes nacionais de produtos de limpeza.

Fotos do início da operação da Ypê, que foi fundada em 1950 pela família Beira

Depois da morte do fundador, em 1998, os filhos assumiram o negócio. Waldir Beira Jr. ficou no comando executivo. Os irmãos Jorge Eduardo Beira, que é diretor de operações, e Antonio Ricardo, além da mãe, Ana Maria Veroneze Beira, integram o conselho de administração.

Em 2025, Eduardo Beira passou a fazer parte do conselho, representando a terceira geração da família no negócio.

A estrutura ainda carrega forte presença familiar, mas com sinais de profissionalização. O conselho tem cinco membros da família e quatro independentes. É presidido por Andrea Salgueiro Cruz Lima, ex-CEO da Whirlpool no Brasil.

Sob Waldir Jr., a Química Amparo entrou em um ciclo longo de expansão. Comprou a marca Atol e sua fábrica na Bahia, incorporou a Perfex e a Assolan com uma planta em Goiânia e montou uma rede fabril com sete unidades, em São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco.

A aposta mais recente foi no Norte e no Nordeste. Em 2023, a empresa inaugurou uma fábrica em Itapissuma, em Pernambuco, com investimento de R$ 420 milhões. A unidade reforçou a estratégia de crescer em regiões em que algumas categorias de limpeza ainda têm menor penetração.

“É um mercado que estimamos que crescerá a taxas maiores do que as do Brasil, porque alguns produtos ainda não têm nível de penetração iguais ao do Sul e Sudeste. Vemos um potencial de mercado maior”, disse Waldir Jr. ao Valor em 2020.

Até 2019, a Química Amparo faturava cerca de R$ 4 bilhões. Hoje seu faturamento é estimado em R$ 10 bilhões por ano, em uma estrutura com mais de 7.300 funcionários e marcas que vão da Ypê à Assolan, do Tixan ao Banho a Banho.

Em Amparo, a presença da família vai além da fábrica.

A Química Amparo é uma das principais mantenedoras da Santa Casa local e de outras entidades assistenciais da cidade. Por meio do Instituto Ypê, coordena projetos socioambientais na região, incluindo iniciativas de reflorestamento com a árvore que dá nome à marca.

Briga com gigantes globais

A Ypê conseguiu se destacar em um setor dominado no Brasil por multinacionais. A Unilever, líder de mercado, é dona de marcas globais como Omo, Comfort e Cif. A P&G tem o Ariel e o Downy. A Reckitt é dona do Veja e do Vanish.

O Brasil é o quarto maior mercado mundial na categoria, segundo dados da Abipla, a associação do setor. Mas lida com um mercado paralelo relevante.

Entre 14% e 20% dos produtos de limpeza vendidos no país circulam fora do mercado formal, segundo estimativa da Abipla. É reflexo tanto da pressão financeira sobre o consumidor quanto da baixa barreira de entrada para fabricar produtos como detergente.

Nesse cenário, a Química Amparo ocupa uma posição singular. É uma fabricante brasileira de grande porte competindo com gigantes globais. Entre as empresas nacionais, concorrentes como Bombril, Flora – que faz parte da J&F, a holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista – e Limppano têm presença relevante, mas operam em escala menor.

A estratégia da Ypê foi construída com foco nas classes B e C, preço acessível e distribuição capilar. A marca chega ao pequeno mercado de bairro com a mesma eficiência com que abastece grandes redes de atacarejo.

No segmento de detergentes lava-louças, sua fatia é estimada em quase 40% do mercado nacional — mais que o dobro da segunda colocada, a Limpol, marca da Bombril, com 19%. Em sabão em barra, também lidera.

Um executivo do setor que já comandou uma grande concorrente da Química Amparo, e que conversou com o InvestNews em caráter reservado, resume a percepção do mercado: a Ypê sempre foi vista pelos rivais como um player com padrão alto de qualidade.

O momento favorável do setor

A crise chegou quando o vento soprava a favor das vendas do setor.

O mercado de detergentes lava-louças movimentou R$ 3,6 bilhões em 2025, ante R$ 2,9 bilhões em 2023 — crescimento de 25% em dois anos, segundo a Euromonitor. A projeção é que chegue a R$ 4,7 bilhões até 2028.

O sabão líquido para roupas também cresce. O mercado passou de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,8 bilhões no mesmo período, com projeção de R$ 3,6 bilhões em 2028. É o reflexo de uma migração em curso do sabão em pó, categoria que encolheu de R$ 11,3 bilhões para R$ 9,3 bilhões em dois anos.

table visualization

A inspeção da Anvisa, em conjunto com as vigilâncias sanitárias estadual e municipal de Amparo, encontrou, segundo a agência, descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia de qualidade e controle. O risco era de contaminação microbiológica.

O Fantástico, da Globo, revelou imagens da inspeção com equipamentos com marcas de corrosão e restos de produtos sendo devolvidos às linhas de envase. Pessoas próximas à empresa, ouvidas pelo InvestNews, afirmam que as imagens mostram áreas fora de uso.

Não foi o primeiro problema do tipo. Em 2024, a Anvisa determinou recolhimento de lotes da Ypê por risco de contaminação microbiológica. Em novembro de 2025, a própria empresa fez um recolhimento voluntário ao identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa em lotes de lava-roupas.

Em 2026, segundo a Anvisa, o problema deixou de ser pontual. A agência afirma ter encontrado falhas nas Boas Práticas de Fabricação — o conjunto de normas mínimas exigidas de qualquer fábrica do setor.

A empresa contesta essa avaliação, diz ter laudos técnicos que atestam a segurança dos produtos e classificou a medida como arbitrária e desproporcional.

A Química Amparo recorreu e obteve efeito suspensivo, voltando a ter autorização para produzir e comercializar os produtos. Ainda assim, decidiu manter parada a produção da fábrica de líquidos.

A Anvisa manteve sua avaliação técnica e sua recomendação de não usar os produtos. A diretoria colegiada da agência deve julgar o recurso da empresa nesta quarta-feira (13).

Em reunião com a Anvisa na terça (12), a Ypê afirmou que suas equipes de Amparo intensificaram o trabalho para atender a 239 ações corretivas com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025.

Da crise sanitária à disputa política

Mas a crise da Ypê não ficou circunscrita ao campo da análise técnica. Nas redes sociais, o caso ganhou conotação política. Isso porque, em 2022, três membros da família Beira doaram juntos R$ 1 milhão à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Waldir Beira Jr., o CEO da Química Amparo
Waldir Beira Jr., CEO da Química Amparo: segunda geração da família (Divulgação)

A proximidade com Bolsonaro gerou reações de boicote à marca por parte de consumidores naquele período. Segundo pessoas próximas à companhia, a família decidiu se manter à margem da disputa eleitoral em 2026.

A crise sanitária, porém, arrastou a marca mais uma vez para os embates políticos nas redes sociais.

Figuras ligadas à direita enquadraram rapidamente o caso como suposta perseguição da Anvisa a uma empresa que apoiou Bolsonaro no passado, com vídeos de políticos lavando louça com o detergente da companhia.

Do outro lado, consumidores relatam nas redes casos de mau cheiro nos produtos e irritações nas mãos.

Para Felipe Carreirão, analista sênior da Euromonitor, essa sobreposição entre crise sanitária e disputa política cria um problema específico de comunicação. Fica difícil para o consumidor separar o que é avaliação técnica do que é narrativa ideológica.

O teste de fidelidade

Independentemente do caráter técnico e político do caso, há um desafio logístico imediato.

O que está nas gôndolas dos supermercados pode ser retirado pela empresa com relativa facilidade. O que já está na casa do consumidor… nem tanto. Esses são produtos de alto giro, que estão presentes em milhões de lares. E essa capilaridade torna o recolhimento caro e lento, relatam executivos do setor.

E aí vem o teste de fidelidade à marca. Carreirão, da Euromonitor, aponta que detergente lava-louças é exatamente uma categoria em que a lealdade de marca é mais frágil, por causa de suas características preço baixo, diferença mínima entre produtos e barreira de troca quase zero.

O consumidor forçado a experimentar outra marca pode não voltar. Nos últimos anos, marcas regionais vêm ganhando espaço no varejo brasileiro, impulsionadas pela pressão da inflação e por preços mais acessíveis — e estão bem posicionadas para capturar esse fluxo. A crise pode acelerar esse movimento.

Há, por outro lado, um contrapeso. Carreirão lembra que o brasileiro tem uma relação afetiva com o cheiro dos produtos de limpeza. O perfume do lava-louças, do lava-roupas e do desinfetante cria um vínculo que a lógica de preço não explica totalmente.

Quem trocou pode voltar simplesmente porque sentiu falta do cheiro de sempre. E, pondera o analista, a Ypê tem força de distribuição e penetração no varejo que poucos concorrentes conseguem igualar.

A Química Amparo não respondeu ao pedido de entrevista do InvestNews.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Escritório de arquitetura ou engenharia: é melhor ter funcionários CLT ou contratar PJs?

12 de Maio de 2026, 18:18

Para um pequeno escritório de arquitetura ou engenharia, a lógica de contratação de mão de obra parece óbvia. Em empresas que tocam projetos com começo, meio e fim, a ideia de ter o mínimo possível de funcionários CLT e contratar profissionais PJ conforme a demanda parece a opção mais vantajosa.

Mas a conta não fica só no custo operacional. Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a escolha entre contratar CLTs, fechar parcerias com outras PJs ou recrutar freelancers afeta diretamente a carga tributária, a margem de lucro e os riscos jurídicos do negócio.

Afinal, o que é melhor: contar com funcionários CLT ou contratar outras pessoas jurídicas na hora de executar os projetos? A verdade é que cada caso exige fazer contas – mas, do ponto de vista tributário, ter uma folha fixa mais alta pode não ser um problema.

O ‘lado bom’ de uma folha alta

Via de regra, escritórios de arquitetura e engenharia têm a tributação mais cara do Simples. Eles são enquadrados no chamado Anexo V, com alíquota inicial de 15,5% sobre o faturamento.

Isso vale para quem tem receita pequena, de até R$ 180 mil por ano.

Quando o faturamento aumenta, as alíquotas crescem também – e rápido. Se seu escritório fatura R$ 200 mil por ano, já entra na faixa de 18%. E assim vai até o teto, de 30,5%, para aqueles com receita de R$ 3,6 milhões a R$ 4,8 milhões.

A boa notícia é que a legislação abre uma brecha para que esse tipo de empresa migre para o Anexo III do Simples, em que as alíquotas começam em 6% – bem mais palatáveis. Isso é possível quando o gasto com a folha de pagamento é alto em comparação com o faturamento da empresa.

Mas alto quanto? Entra aí o “Fator R”, um indicador que mede essa relação. Pela fórmula, basta dividir o valor da folha da empresa nos últimos 12 meses pela receita bruta no mesmo período. Já explicamos o funcionamento do indicador em detalhes nesta reportagem do Descomplica PJ.

Na folha entram os salários dos funcionários CLT, o pró-labore dos sócios e os encargos trabalhistas, como FGTS e INSS. Se o “Fator R” der 0,28 (28%) ou mais, o escritório pode migrar para o Anexo III e pagar um imposto mais baixo. Se ficar abaixo, precisa permanecer no Anexo V, com tributação mais alta.

Pagamentos a PJs ou freelancers não entram na conta. Portanto, se sua empresa só contrata dessa forma, o gasto com a folha fica baixo e ela não pode pleitear uma tributação menor.

Há também o risco jurídico, considerado grave. Se a contratação da PJ mascarar uma relação de emprego – em que existe subordinação, exigência de pessoalidade e dependência econômica -, o escritório fica exposto a potenciais processos trabalhistas.

Em resumo sobre as diferentes modalidades:

  • Funcionário CLT: Embora gere mais custos diretos de contratação (com FGTS, férias, 13º salário, entre outros), essa despesa compõe a massa salarial. Na prática, ter funcionários no regime CLT ajuda a estabilizar o Fator R em 28%, e isso permite migrar para alíquotas mais baixas no Simples.
  • PJ parceira: Esse regime não influencia o “Fator R”, pois os pagamentos são considerados serviços prestados por terceiros e entram apenas como despesa operacional da empresa, não gasto com folha.
  • Freelancer pessoa física: Neste caso, além de não contar para o “Fator R”, o escritório ainda é obrigado a recolher 20% de INSS patronal sobre o valor pago ao profissional.

A diferença de custo em um exemplo

Nada melhor que um exemplo para entender o impacto real do “Fator R”. Imagine um escritório de arquitetura ou engenharia com faturamento mensal de R$ 50 mil (R$ 600 mil ano) , com custo fixo de R$ 14 mil por mês com equipe.

No primeiro cenário, o escritório só contrata PJs para executar os projetos – ou seja, os R$ 14 mil mensais entram como despesas operacionais e não compõem a folha de pagamento. Como o “Fator R” não alcança 28%, o escritório se mantém no Anexo V.

Com isso, a empresa cairia na alíquota de 19,5% do Simples. Descontando deduções possíveis, seu gasto com impostos seria de R$ 8.925 por mês.

No segundo cenário, o escritório contrata funcionários no regime CLT e gasta os mesmos R$ 14 mil por mês com a folha de salários. Nesse caso, o “Fator R” atingiria exatamente 28% e a empresa poderia migrar para o Anexo III, com tributação menor. A alíquota do Simples seria de 13,5% e o gasto com impostos, depois de deduções, cairia para R$ 5.280 por mês.

A diferença entre fazer 100% das contratações no regime PJ e 100% no regime CLT geraria, nesse caso, uma economia de R$ 3.645 por mês no imposto do Simples. “Portanto, antes de fechar uma contratação, o cálculo na ponta do lápis deve envolver não só o RH mas também o planejamento tributário”, diz Milton Fontes, sócio do Peixoto & Cury Advogados.

Um ponto de atenção

A comparação ajuda a entender o contexto tributário, mas exige cautela. Os mesmos R$ 14 mil mensais permitem montar estruturas diferentes dependendo do modelo de contratação. E, embora a comparação tributária favoreça o regime CLT, esse modelo e o PJ não são equivalentes em custos, disponibilidade da equipe, flexibilidade operacional e risco jurídico.

No regime CLT, o valor total engloba o salário do profissional mas também encargos como FGTS, férias, 13º salário, INSS patronal e outros custos trabalhistas. O valor líquido recebido pelo funcionário é bem menor do que o desembolso total da empresa.

Já na contratação por PJ, os R$ 14 mil chegariam de forma muito mais direta ao prestador de serviço – e, por isso, talvez fosse possível contratar dois no lugar de um, por exemplo. Em compensação, a dinâmica da relação também muda: o escritório não pode exigir a subordinação típica de um vínculo de emprego, como controle de horário, exclusividade ou dedicação contínua.

Como melhorar o “Fator R” sem inchar a equipe?

Essa dinâmica tributária não é exclusividade de escritórios de arquitetura ou engenharia. Ela se aplica a muitas outras atividades sujeitas ao “Fator R” e descritas na resolução do Simples. Confira a lista completa aqui.

Segundo Fontes, para melhorar o “Fator R” e garantir o enquadramento em uma alíquota mais baixa, sem necessariamente inchar a equipe de funcionários, uma estratégia legítima é aumentar o pró-labore dos sócios, pois esse valor também entra na folha de pagamento.

Mas Fontes alerta que é preciso fazer contas: deve-se calcular o peso da contribuição ao INSS e do Imposto de Renda sobre o novo valor do pró-labore para garantir que o gasto com esses tributos na pessoa física seja menor do que a economia gerada no imposto da empresa.

O cenário que costuma fazer mais sentido, equilibrando imposto, margem e risco jurídico, segundo Fontes, é a adoção de um modelo híbrido. “O escritório deve manter a contratação CLT e o pró-labore suficientes para garantir o Fator R acima de 28%, utilizando profissionais PJ apenas para projetos específicos e parcerias técnicas genuínas”, afirma.

No Descomplica PJ, cobertura do InvestNews voltada para esclarecer dúvidas de empreendedores, você tem informação rápida e objetiva para tomar decisões com mais segurança e evitar erros que podem custar caro. Se é dono ou dona de empresa e tem dúvidas sobre tributação, envie sua pergunta para redacao@investnews.com.br.

Escritório de arquitetura ou engenharia: é melhor ter funcionários CLT ou contratar PJs?

12 de Maio de 2026, 18:18

Para um pequeno escritório de arquitetura ou engenharia, a lógica de contratação de mão de obra parece óbvia. Em empresas que tocam projetos com começo, meio e fim, a ideia de ter o mínimo possível de funcionários CLT e contratar profissionais PJ conforme a demanda parece a opção mais vantajosa.

Mas a conta não fica só no custo operacional. Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a escolha entre contratar CLTs, fechar parcerias com outras PJs ou recrutar freelancers afeta diretamente a carga tributária, a margem de lucro e os riscos jurídicos do negócio.

Afinal, o que é melhor: contar com funcionários CLT ou contratar outras pessoas jurídicas na hora de executar os projetos? A verdade é que cada caso exige fazer contas – mas, do ponto de vista tributário, ter uma folha fixa mais alta pode não ser um problema.

O ‘lado bom’ de uma folha alta

Via de regra, escritórios de arquitetura e engenharia têm a tributação mais cara do Simples. Eles são enquadrados no chamado Anexo V, com alíquota inicial de 15,5% sobre o faturamento.

Isso vale para quem tem receita pequena, de até R$ 180 mil por ano.

Quando o faturamento aumenta, as alíquotas crescem também – e rápido. Se seu escritório fatura R$ 200 mil por ano, já entra na faixa de 18%. E assim vai até o teto, de 30,5%, para aqueles com receita de R$ 3,6 milhões a R$ 4,8 milhões.

A boa notícia é que a legislação abre uma brecha para que esse tipo de empresa migre para o Anexo III do Simples, em que as alíquotas começam em 6% – bem mais palatáveis. Isso é possível quando o gasto com a folha de pagamento é alto em comparação com o faturamento da empresa.

Mas alto quanto? Entra aí o “Fator R”, um indicador que mede essa relação. Pela fórmula, basta dividir o valor da folha da empresa nos últimos 12 meses pela receita bruta no mesmo período. Já explicamos o funcionamento do indicador em detalhes nesta reportagem do Descomplica PJ.

Na folha entram os salários dos funcionários CLT, o pró-labore dos sócios e os encargos trabalhistas, como FGTS e INSS. Se o “Fator R” der 0,28 (28%) ou mais, o escritório pode migrar para o Anexo III e pagar um imposto mais baixo. Se ficar abaixo, precisa permanecer no Anexo V, com tributação mais alta.

Pagamentos a PJs ou freelancers não entram na conta. Portanto, se sua empresa só contrata dessa forma, o gasto com a folha fica baixo e ela não pode pleitear uma tributação menor.

Há também o risco jurídico, considerado grave. Se a contratação da PJ mascarar uma relação de emprego – em que existe subordinação, exigência de pessoalidade e dependência econômica -, o escritório fica exposto a potenciais processos trabalhistas.

Em resumo sobre as diferentes modalidades:

  • Funcionário CLT: Embora gere mais custos diretos de contratação (com FGTS, férias, 13º salário, entre outros), essa despesa compõe a massa salarial. Na prática, ter funcionários no regime CLT ajuda a estabilizar o Fator R em 28%, e isso permite migrar para alíquotas mais baixas no Simples.
  • PJ parceira: Esse regime não influencia o “Fator R”, pois os pagamentos são considerados serviços prestados por terceiros e entram apenas como despesa operacional da empresa, não gasto com folha.
  • Freelancer pessoa física: Neste caso, além de não contar para o “Fator R”, o escritório ainda é obrigado a recolher 20% de INSS patronal sobre o valor pago ao profissional.

A diferença de custo em um exemplo

Nada melhor que um exemplo para entender o impacto real do “Fator R”. Imagine um escritório de arquitetura ou engenharia com faturamento mensal de R$ 50 mil (R$ 600 mil ano) , com custo fixo de R$ 14 mil por mês com equipe.

No primeiro cenário, o escritório só contrata PJs para executar os projetos – ou seja, os R$ 14 mil mensais entram como despesas operacionais e não compõem a folha de pagamento. Como o “Fator R” não alcança 28%, o escritório se mantém no Anexo V.

Com isso, a empresa cairia na alíquota de 19,5% do Simples. Descontando deduções possíveis, seu gasto com impostos seria de R$ 8.925 por mês.

No segundo cenário, o escritório contrata funcionários no regime CLT e gasta os mesmos R$ 14 mil por mês com a folha de salários. Nesse caso, o “Fator R” atingiria exatamente 28% e a empresa poderia migrar para o Anexo III, com tributação menor. A alíquota do Simples seria de 13,5% e o gasto com impostos, depois de deduções, cairia para R$ 5.280 por mês.

A diferença entre fazer 100% das contratações no regime PJ e 100% no regime CLT geraria, nesse caso, uma economia de R$ 3.645 por mês no imposto do Simples. “Portanto, antes de fechar uma contratação, o cálculo na ponta do lápis deve envolver não só o RH mas também o planejamento tributário”, diz Milton Fontes, sócio do Peixoto & Cury Advogados.

Um ponto de atenção

A comparação ajuda a entender o contexto tributário, mas exige cautela. Os mesmos R$ 14 mil mensais permitem montar estruturas diferentes dependendo do modelo de contratação. E, embora a comparação tributária favoreça o regime CLT, esse modelo e o PJ não são equivalentes em custos, disponibilidade da equipe, flexibilidade operacional e risco jurídico.

No regime CLT, o valor total engloba o salário do profissional mas também encargos como FGTS, férias, 13º salário, INSS patronal e outros custos trabalhistas. O valor líquido recebido pelo funcionário é bem menor do que o desembolso total da empresa.

Já na contratação por PJ, os R$ 14 mil chegariam de forma muito mais direta ao prestador de serviço – e, por isso, talvez fosse possível contratar dois no lugar de um, por exemplo. Em compensação, a dinâmica da relação também muda: o escritório não pode exigir a subordinação típica de um vínculo de emprego, como controle de horário, exclusividade ou dedicação contínua.

Como melhorar o “Fator R” sem inchar a equipe?

Essa dinâmica tributária não é exclusividade de escritórios de arquitetura ou engenharia. Ela se aplica a muitas outras atividades sujeitas ao “Fator R” e descritas na resolução do Simples. Confira a lista completa aqui.

Segundo Fontes, para melhorar o “Fator R” e garantir o enquadramento em uma alíquota mais baixa, sem necessariamente inchar a equipe de funcionários, uma estratégia legítima é aumentar o pró-labore dos sócios, pois esse valor também entra na folha de pagamento.

Mas Fontes alerta que é preciso fazer contas: deve-se calcular o peso da contribuição ao INSS e do Imposto de Renda sobre o novo valor do pró-labore para garantir que o gasto com esses tributos na pessoa física seja menor do que a economia gerada no imposto da empresa.

O cenário que costuma fazer mais sentido, equilibrando imposto, margem e risco jurídico, segundo Fontes, é a adoção de um modelo híbrido. “O escritório deve manter a contratação CLT e o pró-labore suficientes para garantir o Fator R acima de 28%, utilizando profissionais PJ apenas para projetos específicos e parcerias técnicas genuínas”, afirma.

No Descomplica PJ, cobertura do InvestNews voltada para esclarecer dúvidas de empreendedores, você tem informação rápida e objetiva para tomar decisões com mais segurança e evitar erros que podem custar caro. Se é dono ou dona de empresa e tem dúvidas sobre tributação, envie sua pergunta para redacao@investnews.com.br.

O ex-jogador da NBA que transformou uma ilha do Caribe em resort de luxo

10 de Maio de 2026, 15:04

Para Reggie Bullock, que jogou em sete times da NBA ao longo de 11 temporadas, o que começou como uma busca no YouTube por recomendação de um ex-companheiro de equipe, Dennis Smith Jr., acabou concretizando o conceito de riqueza geracional que ele tanto almejava.

Longe das quadras de basquete e sem um plano de negócios, o ex-jogador mostrou que a segunda fase da carreira de um atleta não precisa ser definida em um estúdio de televisão ou em um escritório de uma franquia. Pode, sim, ser construída em uma ilha em forma de coração no Caribe, a 8.000 km das quadras do Texas, onde disputou sua última temporada com o Houston Rockets em 2024.

Bullock, que acumulou pouco mais de US$ 53 milhões em salários ao longo de sua carreira, é hoje o fundador do Bullock Island, um resort privado de cerca de 22,2 mil metros quadrados, localizado a oito quilômetros da costa de Placencia, no distrito de Stann Creek, no sudeste de Belize.

Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail.

O atleta de 35 anos comprou o terreno em 2022 por US$ 2,2 milhões para construir a casa dos seus sonhos, “mas acabei me envolvendo no setor de turismo e transformei isso em um negócio”, contou Bullock em uma entrevista ao canal do YouTube de Will Mitchell, que aborda oportunidades imobiliárias em Belize.

“Uma das minhas principais preocupações era a questão da riqueza geracional. Era um projeto que senti que precisava abordar, e que nunca havia sido feito antes. Mas eu estava pronto para o desafio”, disse o atleta, nascido em Baltimore, em 1991.

Essa visão exigiu uma injeção de capital no valor de US$ 10 milhões, destinada a superar os desafios logísticos de construir no meio do mar do Caribe.

Leia mais: Além do verão: eventos de luxo impulsionam Punta del Este e atraem elite sul-americana

Luxo, natureza e cultura

O resultado é um complexo cuja peça central é uma mansão de 370 metros quadrados com um cinema escondido atrás de uma biblioteca, complementada por onze unidades de hospedagem distribuídas entre vilas e chalés à beira-mar, além de um restaurante, um spa e uma quadra de basquete.

Além de uma experiência de isolamento e exclusividade, o resort conta a história íntima de seu próprio fundador. A propriedade tem o atrativo de estar localizada em uma ilha em forma de coração, o que, para Bullock, não foi mera coincidência, mas um sinal. Os seus filhos gêmeos, nascidos em novembro de 2020, chamam-se Heart e Soul.

A mansão principal foi projetada como uma homenagem à sua avó – a mulher que o criou – e tem o nome dela gravado em uma das portas. Até mesmo a placa de madeira que dá as boas-vindas aos hóspedes quando chegam de barco presta homenagem às suas duas irmãs, Mia e Kiosha, tragicamente assassinadas em Baltimore em 2014 e 2019.

Essa conexão pessoal busca se destacar no competitivo mercado caribenho. A Bullock Island opera com base em um modelo de contratação e abastecimento local na península de Placencia, oferecendo uma experiência belizenha autêntica no único país da América Central onde o inglês é a língua oficial.

Os hóspedes também podem explorar a barreira de corais de Belize, que faz parte do Sistema de Recifes Mesoamericano, o segundo maior do mundo, depois da Grande Barreira de Corais da Austrália.

A aposta se soma a uma tendência de valorização do mercado liderada por figuras de destaque. Belize já havia testemunhado um movimento semelhante na década de 1990, quando o cineasta norte-americano Francis Ford Coppola adquiriu e reformou propriedades na mesma região de Placencia, como o Turtle Inn e a reserva particular Coral Caye, para seu portfólio de hotéis de luxo.

Leia também

Ambev dá ‘primeiro passo’ para um ano positivo com portfólio reforçado, diz CFO

O resort de Reggie Bullock possui uma mansão de 370 metros quadrados com um cinema e 11 unidades de hospedagem.

Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora?

5 de Maio de 2026, 15:16

O bitcoin ultrapassou a marca de US$ 80 mil ontem (4), atingindo o preço mais alto desde o final de janeiro e uma recuperação de 35% em relação à mínima recente de US$ 60 mil. E a seguir, apresento os fatores que impulsionam essa valorização.

O primeiro deles são as entradas de capital em ETFs de bitcoin. Os ETFs de bitcoin à vista registraram entradas líquidas de aproximadamente US$ 2 bilhões em abril — o mês mais forte desde outubro de 2025. Analistas consideram isso um sinal claro de renovado interesse institucional.

Outro ponto é o progresso CLARITY ACT. O projeto viu um possível acordo sobre o rendimento da stablecoin na semana passada, o que aumenta as chances de aprovação. Uma votação formal do projeto de lei pode ocorrer esta semana, e os participantes do Polymarket agora acreditam que há 64% de chance do Clarity Act se tornar lei em 2026.

A Strategy segue comprando bitcoins. A empresa agora detém 818 mil moedas, ou 3,8% da oferta total. Ao todo, a companhia aumentou sua participação em 13% desde a mínima de US$ 60 mil em janeiro, principalmente com a venda de STRC, que oferece um rendimento de 11,5%.

Por fim, as máximas históricas do mercado de ações favoreceram as criptomoedas. Os mercados de ações estão em um momento de grande apetite por risco, o que provavelmente dá aos investidores de bitcoin alguma confiança para investir a longo prazo.

Vale ressaltar que, nenhum desses fatores estava presente há quatro anos, quando o bitcoin falhou no reteste da média móvel simples de 200 dias em março de 2022. Portanto, a pergunta de um trilhão de dólares agora é:

Esses fatores serão fortes o suficiente para fazer com que desta vez seja diferente?

Conforme mencionado acima, parece que os grupos de pressão das criptomoedas e do setor financeiro tradicional estão próximos de um acordo em relação ao rendimento das stablecoins sob Clarity Act.

Os senadores Tillis (republicano da Carolina do Norte) e Alsobrooks (democrata de Maryland) divulgaram na sexta-feira (1) o texto de compromisso do projeto de lei.

Ele proíbe o rendimento de stablecoins ociosas. Ou seja, não há pagamentos de juros para quem compra e mantém. Ao mesmo tempo, o texto preserva as recompensas para stablecoins usadas em determinadas atividades. Isto significa que, recompensas para quem compra e usa são aprovadas.

Grandes grupos do setor de criptomoedas, como Coinbase e Circle, apoiaram o texto revisado e pediram ao Comitê Bancário do Senado que desse início à fase de votação. O lobby bancário do setor financeiro tradicional (TradFi) mostrou-se menos entusiasmado. Segundo eles, que o projeto de lei estava na direção certa, mas ainda pecava em detalhes importantes.

A questão do rendimento das stablecoins tem sido o principal obstáculo para a aprovação do Clarity Act. Os bancos argumentam que o rendimento das stablecoins provocará uma fuga de depósitos do sistema bancário. As empresas de criptomoedas, por sua vez, afirmam que é economicamente justo para os depositantes, está dentro dos direitos da empresa e é necessário para a competitividade geral.

Com a questão do rendimento perto de ser resolvida, analistas acreditam que uma votação no Senado pode ocorrer antes do recesso de agosto. Nesse cronograma, o Clarity Act poderia ser promulgado até o final do ano. Isso representaria a legislação mais significativa sobre criptomoedas nos EUA até o momento.

  • LEIA MAIS: saiba como buscar renda com criptomoedas, toda sexta-feira, de forma automatizada; conheça o Delta IA

Variações semanais (27/04/26 a 04/05/26)

₿ Bitcoin (BTC): US$ 80.178 | Var. +8,05%

♦ Ethereum (ETH): US$ 2.387| Var. +7,18%

🟠 Dominância Bitcoin: 61,24% | Var. +0,96%

🌐 Valor total do mercado cripto: US$2,66t | Var. +2,7%

💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 322,512b | Var. +0,64%

📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 85,857b | Var +0,74%

* dados referentes ao fechamento em 04/05/26


Tópicos da semana

– Tether reporta lucro de US$ 1,04 bilhão no 1º tri e atinge buffer recorde de US$ 8,23 bilhões:

O relatório de atestação do 1º trimestre de 2026 da Tether apontou um lucro líquido de US$ 1,04 bilhão e um buffer de reservas excedentes recorde de US$ 8,23 bilhões. Ou seja, um ritmo mais moderado em comparação aos mais de US$ 10 bilhões de lucro anual reportados em 2025. A composição das reservas em 31 de março incluía US$ 141 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA, cerca de US$ 20 bilhões em ouro físico e aproximadamente US$ 7 bilhões em bitcoin, dando suporte a US$ 183 bilhões em passivos de USDT. O relatório da BDO é uma atestação pontual (snapshot), e não uma auditoria financeira completa.

– As 17 páginas da BlackRock:

A BlackRock enviou uma carta de 17 páginas no último dia do prazo de 60 dias do Office of the Comptroller of the Currency. Na correspondência a companhia se opunha ao limite proposto de 20% para ativos de reserva tokenizados de emissores de stablecoins no âmbito do GENIUS Act. Segundo a gestora, essa restrição afetaria diretamente produtos como o BUIDL, que hoje lastreia mais de 90% do USDtb da Ethena e do JupUSD da Jupiter, além de solicitar que ETFs de Treasuries sejam reconhecidos como reservas elegíveis e que títulos do Tesouro de taxa flutuante de dois anos sejam incluídos na lista de ativos permitidos, argumentando que os riscos reais das reservas estão relacionados à liquidez, duração e qualidade de crédito, e não ao fato de serem ou não tokenizadas.

A Coinbase, em parceria com a Superstate, vai lançar o Coinbase Stablecoin Yield Fund (CUSHY) no segundo trimestre de 2026:

Voltado para investidores institucionais e focado em estratégias de crédito denominadas em stablecoins por meio de uma classe de cotas tokenizada na plataforma FundOS. Este será o primeiro fundo externo emitido nessa infraestrutura. A estrutura regulada do veículo é uma resposta direta ao CLARITY Act, que proíbe rendimentos de stablecoins equivalentes a juros de depósitos, mas permite incentivos via fundos regulados. O fato de a Coinbase ter apoiado publicamente a legislação um dia antes do anúncio reforça o alinhamento entre o avanço regulatório e o lançamento do produto.


Bitcoin é mesmo reserva de valor… ou o mercado inteiro está errado?

Neste episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Samir Kerbage e Gerson Junior, da Hashdex, para uma conversa profunda sobre o futuro do mercado cripto. Assista aqui:


Aviso obrigatório: este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

O post Bitcoin (BTC) a US$ 80 mil e a pergunta que não quer calar: para que lado vai a maior criptomoeda do mundo agora? apareceu primeiro em Empiricus.

GOLD: Armadilha do FOMC ou Confirmação de Tendência Baixista?

29 de Abril de 2026, 09:23

GOLD: Armadilha do FOMC ou Confirmação de Tendência Baixista?

Gold OANDA:XAUUSD

Olá Traders,

O ouro encontra-se num ponto crítico neste momento. Após falhar em sustentar o momentum acima da zona dos 4,86x, começamos a ver sinais claros de fraqueza na estrutura bullish. A grande questão é: trata-se apenas de uma correção ou do início de uma nova fase baixista?

Vamos analisar.

1. Estrutura de Mercado – Mudança Baixista Confirmada 🐻

Nos timeframes H4 e D1, o cenário mudou claramente:

CHoCH (Change of Character): Após a fase de distribuição na zona dos 4,86x, o preço mostrou uma mudança clara de comportamento — primeiro sinal de alerta para os compradores.
BOS (Break of Structure): A formação de mínimos mais baixos confirma o controlo por parte dos vendedores.
Volume Profile: Existe um High Volume Node (HVN) relevante entre 4,78x – 4,80x. O preço a negociar abaixo da área de valor indica aceitação em níveis mais baixos — sinal claro de dominância bearish.

2. Zona-Chave – Fair Value Gap (FVG) 🎯

A principal zona de interesse está em 4,65x – 4,68x:

Desequilíbrio: Representa uma ineficiência de preço ainda não preenchida.
Confluência: Alinha-se com uma estrutura anterior (BOS → resistência).
Cenário: Espera-se um pullback até esta zona, uma varredura de liquidez e continuação da queda.

É aqui que o smart money normalmente volta a posicionar-se.

3. Catalisadores Macro – FOMC & Geopolítica 🏛️⚓

A análise técnica aponta para vendas, mas os fundamentais serão o gatilho:

FOMC & Powell: Um discurso mais hawkish sobre inflação pode fortalecer o dólar e pressionar ainda mais o ouro.
Tensões Geopolíticas: A situação no Estreito de Ormuz mantém o petróleo em alta. Embora a inflação possa favorecer o ouro, a força atual do USD está a dominar.

4. Plano de Trading – Setup com Alto RR 📝

Não prevemos — reagimos:

Zona de Venda: 4,65x – 4,68x
(Aguardar confirmação em timeframes baixos – CHoCH em M5–M15)
Stop Loss: 4,70x
Take Profit 1: 4,51x
Take Profit 2: 4,46x
Risco/Retorno: ~1:3.5+
⚠️ Dicas Importantes
Sem FOMO: Se o preço cair sem tocar na zona, mantenha a disciplina. Não persiga o mercado.
Caça à Liquidez: Esteja atento a “stop hunts” antes e durante a volatilidade do FOMC.

Conclusão:
Estamos perante uma armadilha clássica do FOMC ou o início de um novo movimento baixista rumo aos 4,46x?

Qual é a sua opinião?

Comente “BOOST” se esta análise lhe foi útil — e siga para atualizações em tempo real.

#Gold #XAUUSD #SMC #ICT #Trading #FOMC #AnáliseTécnica #PriceAction

Would you like a zombie app? Friendster and Vine are back from the dead.

30 de Abril de 2026, 15:20
Divine and Friendster apps

DiVine; Friendster; Rebecca Zisser/Business Insider

  • Two internet relics are rising from the dead this week: Friendster and Vine.
  • DiVine, backed by Jack Dorsey, launched a decentralized version of the short-form video app, Vine.
  • Friendster, an early social network, is back with a new founder and a different experience.

It's time to welcome back two social networks we once loved: Friendster and Vine.

After shutting down in the 2010s, the two social media platforms are rising from the dead this week.

Both of the apps, however, are Frankenstein versions of their predecessors. Neither is being resurrected by its original founders, and the app design and experiences differ from the original platforms.

Nostalgia for a simpler internet, especially for those who remember the early days with rose-colored glasses, is partially fueling this resurgence.

Evan Henshaw-Plath — who goes by Rabble — is the early Twitter employee behind the Vine reboot, DiVine.

He said that "people look back" at the era of social media before everything got so darn big. People not only miss the features and feel of these old apps, but also that time period.

"It's very telling that in the beginning of the year, people were looking back to 2016," he said, referring to a social media trend of people romanticizing that year.

Vine officially shut down in 2017 after being acquired by Twitter in 2012, paving the way for the rise of TikTok and other short-form feeds.

Its remake, DiVine, revived hundreds of thousands of old Vine videos from digital archives. Users can post new Vine-style six-second videos. The content must be filmed directly within the app, and DiVine has a firm anti-AI-slop stance. The project is also decentralized and built on Nostr, an open-source protocol not owned by a single company.

DiVine is funded by And Other Stuff, a nonprofit that received a $10 million grant from Jack Dorsey.

Divine app
DiVine's interface.

Screenshot/Google Play/Divine

Meanwhile, Friendster, a social network that predated Myspace and Facebook, was rebuilt by startup founder Mike Carson as a no-frills mobile social app for your real-life friends. For example, users can only add new friends by tapping their iPhones in person. (So far, I have a grand total of one friend: Business Insider's Katie Notopoulos, who told me she was an OG Friendster fan.)

Carson told Business Insider that he paid about $30,000 for the Friendster domain and trademark.

After being overtaken by the rise of Myspace and then later Facebook, Friendster rebranded as a gaming company in 2011. By 2015, it shut down its website.

The new app — which doesn't resemble the former version much other than its shared name — quickly jumped to No. 12 in Apple's App Store social networking category on Thursday.

Unlike DiVine, the new Friendster doesn't have access to any of the prior version's data or content.

Friendster app
Friendster 2.0 is a mobile app rather than a website.

Screenshot/Apple App Store/Friendster

What's old is new again on the internet

I'm not old enough to be on the original Friendster, but I remember the Vine days well. I'm also not alone in feeling nostalgic for the earlier days of the internet (or particularly, the 2010s).

Carson wrote in a Medium post this week that while today's social networks "foster a lot of negativity," he remembers the original days of Friendster as "a positive and enjoyable experience."

DiVine and Friendster aren't the only internet relics that have been resurrected recently.

Last year, Digg, once a rival to Reddit, was revived by its original cofounder, Kevin Rose, and Alexis Ohanian (a cofounder of Reddit). In March, however, the company said it was downsizing its team and rethinking its strategy.

Building any new social platform is an uphill battle, even if you have a recognizable name from a previous era.

People are loyal to the platforms they've already dug their heels into, and getting them to migrate can be challenging, Digg's CEO Justin Mezzell wrote in a letter shared to the platform's website.

Friendster and DiVine could face similar challenges.

What's abundantly clear is that there's an appetite among founders to build alternative social platforms — especially those that strike a nostalgic chord. Newer startups, like Perfectly Imperfect or Cosmos, are leveraging nostalgia to build platforms that feel reminiscent of Tumblr.

The big question: Can they actually build a community?

Tech founders can build new spaces, or reimagine old ones, but getting users to stay, return, and create a culture is what gives an app life (or breathes life back into one).

"It is not the software, it is not the founder, it is not the team," Henshaw-Plath said. "It is the community of users that makes these things work."

Read the original article on Business Insider

Mãe e filha brasileiras são mortas em ataque israelense no Líbano

27 de Abril de 2026, 22:46

O Ministério das Relações Exteriores confirmou na noite desta segunda-feira, 27, a morte de uma mulher e um menino de 11 anos brasileiros, mãe e filho, em um ataque das forças de defesa de Israel ao Líbano. Além dos dois, o pai da família, de nacionalidade libanesa, também faleceu.

Outro filho do casal, também brasileiro, está hospitalizado, mas o Itamaraty não forneceu mais detalhes sobre a idade ou o estado de saúde dele. A família estava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeio israelense.

Em nota oficial, o ministério afirmou que o ataque constitui mais uma violação ao cessar-fogo da guerra que opõe Israel e Estados Unidos ao Irã e lembrou que essas violações já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, de uma jornalista e de dois soldados franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil).

O Itamaraty pediu paz e condenou os ataques realizados durante o cessar-fogo, seja por Israel ou pela milícia radical xiita Hezbollah, assim como as demolições de casas e outras estruturas civis realizadas no Líbano por forças israelenses.

A pasta também informou que está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência, incluindo para o filho hospitalizado.

Em teoria, Israel e Hezbollah estão em um cessar-fogo, iniciado em 17 de abril e que expiraria no domingo, 26, mas foi estendido por mais três semanas, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na prática, porém, os dois lados continuam a se atacar mutuamente.

Um levantamento realizado pela Agence France-Presse (AFP), com base em dados do Ministério da Saúde do Líbano, mostrou que pelo menos 36 pessoas morreram em ataques israelenses desde o início do cessar-fogo.

The post Mãe e filha brasileiras são mortas em ataque israelense no Líbano appeared first on InfoMoney.

Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições

27 de Abril de 2026, 21:08
Cármen Lúcia STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs, já para as eleições de 2026, a criação de brigadas eleitorais para segurança de candidatas mulheres. A declaração ocorreu durante aula magna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na última sexta-feira, 24, com o tema “Violência contra a mulher: desafios contemporâneos e caminhos para o enfrentamento”.

Na ocasião, a ministra afirmou que a iniciativa seria direcionada a situações de risco iminente, funcionando como um mecanismo de resposta rápida para prevenir episódios de violência durante a campanha e o pleito.

“Que nós criemos também brigadas eleitorais para as candidatas mulheres, porque, se a gente não criar, vamos ter cada vez mais violência sendo praticada”, declarou a ministra.

Ela explicou que a proposta funcionaria de forma semelhante à Patrulha Maria da Penha, serviço especializado da Polícia Militar ou da Guarda Municipal que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas de urgência para mulheres vítimas de violência doméstica. O programa realiza visitas periódicas, oferece atendimento humanizado e atua na prevenção e na redução da reincidência de agressões.

“Estou propondo até pela minha experiência como presidente das eleições de 2024, que a gente comece criando, como temos a brigada Maria da Penha, que são brigadas que são chamadas quando a mulher esteja passando por uma situação de violência e acione imediatamente para evitar o pior desfecho”, afirmou.

Cármen Lúcia esteve na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições municipais de 2024. Ela antecipou para o dia 14 deste mês sua saída do cargo, que será assumido pelo ministro Nunes Marques.

“A eleição (de 2024) deu certo. Os eleitores foram votar, não fizeram o que tinham que votar e à noite eu dei o resultado, acabou a conversa. Nós queremos a paz democrática, a paz que é o equilíbrio no movimento com respeito a todos os direitos”, disse ainda a ministra.

The post Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições appeared first on InfoMoney.

Resultado da Dupla Sena 2950: OS NÚMEROS FORAM SORTEADOS; veja as dezenas dos dois sorteios de hoje (27)

27 de Abril de 2026, 21:00

Na noite desta segunda-feira (27), a Caixa Econômica Federal realizou o sorteio do concurso 2950 da Dupla Sena. O evento, que aconteceu no Espaço da Sorte, em São Paulo, ofereceu um prêmio estimado em R$ 1,8 milhão aos apostadores que acertaram as seis dezenas de um dos dois sorteios realizados.

A extração ocorreu por volta das 21h (horário de Brasília) e contou com transmissão ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube. Assim, a instituição permitiu que o público de todo o país acompanhasse o sorteio em tempo real.

Números sorteados no concurso 2950 da Dupla Sena

Primeiro sorteio  49 – 02 – 26 – 12 – 09 – 48
Segundo sorteio  30 – 47 – 28 – 49 – 05 – 42

Encerrada a extração das dezenas, a instituição responsável dá início ao processo de apuração para identificar as apostas vencedoras. Os detalhes em relação aos vencedores e os valores de cada faixa de premiação serão publicados logo após a conferência dos bilhetes. O resultado poderá ser consultado no portal oficial da Loterias Caixa.

Saiba como participar da Dupla Sena

Para concorrer aos prêmios da Dupla Sena, o jogador deve selecionar entre 6 e 15 dezenas em um volante que contém 50 números disponíveis. As apostas podem ser registradas presencialmente em qualquer casa lotérica espalhada pelo país. Além disso, os jogos podem ser registrados pela loja digital da Caixa.

Valores das apostas na Dupla Sena

Para participar da modalidade, o valor inicial de um jogo mínimo, com seis marcações, é de R$ 3,00. Para aqueles que desejam aumentar as chances com a aposta máxima de 15 palpites, o valor chega a R$ 15.015,00, de acordo com os dados oficiais da Caixa. É importante ressaltar que esses preços são atuais e podem sofrer reajustes pela instituição.

Publicidade

Além disso, vale destacar que a participação é estritamente permitida para maiores de 18 anos, conforme a legislação brasileira que proíbe menores de idade em jogos de azar no Brasil.

Colaborou: Kawan Novais.

Golden domes, historic statues, and nods to state flags: Photos show what the capitol looks like in every state

Connecticut State Capitol in Hartford.
The Connecticut state capitol.

Faina Gurevich/Shutterstock

  • Every US state has a capitol that houses its state legislature.
  • Many state capitols are domed buildings similar to the US Capitol, but others are more unique.
  • Maryland's State House is the oldest capitol in continuous legislative use in the US.

A state's capitol can tell you a lot about its history.

State capitols house each state's legislative branch of government, executive offices, and other administrative and ceremonial spaces. While their function may be the same across all 50 states, their architectural designs vary.

Many state capitols feature references to their locations, like the Kansas State Capitol is topped by Ad Astra, a statue representing a Kansa (Kaw) warrior, while the New Hampshire State House, built largely from locally quarried granite, nods to the state's "Granite State" identity.

Some buildings date back to the founding of the United States. Maryland's State House in Annapolis, completed in 1779, is the oldest one in continuous use as a legislative center.

Every capitol has a unique look and distinct origin. Here's what the capitol looks like in every state.

Montgomery, Alabama
alabama capitol building
UNITED STATES - MARCH 15: Capitol building, Montgomery, Alabama

Carol M. Highsmith/Buyenlarge/Getty Images

Alabama's capitol served as the first capital of the Confederacy, and there's a brass star on one of the porticos marking the spot where Jefferson Davis was sworn in as its president, according to the Alabama Historical Commission.

The building that stands today was constructed in 1851, after a fire burned down the original building in 1849, according to the Alabama Historical Commission.

One of the more famous parts of the capitol grounds is the Avenue of Flags. It has the flag of every state, plus a native rock from each state at the base of its flag. It was dedicated in 1968, according to Exploring Montgomery.

Juneau, Alaska
Alaska's capitol in Juneau.
Alaska's capitol in Juneau.

Leamus/iStock/Getty Images Plus

The Alaska State Capitol, completed in 1931, doesn't look much different from any other office building in Juneau, save for the marble columns. According to Alaska's official website, it is one of the few state capitols that do not feature a dome.

As The New York Times reported in 1981, neither the building nor the location was popular with locals — both were chosen because of cost concerns shaping both construction and relocations. Voters approved a measure in the 1970s to move the capitol, but the effort ultimately failed.

As recently as 2022, Alaskan senators sponsored a bill to move the capital, this time to Willow, reported Alaska Public Media, but for now, Juneau remains the Last Frontier's capital city.

Phoenix, Arizona
arizona capitol building
PHOENIX ARIZONA, Replica of Liberty Bell in front of Arizona State Capitol Building at sunrise.

Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Arizona's capitol was dedicated in 1901. It stopped being the home of the legislative branches of government in 1960, and by 1978, all government officials had been moved to other buildings nearby in an area called the Capitol Complex.

The original building was then officially converted into a museum open to the public.

Little Rock, Arkansas
arkansas capitol building
Arkansas State Capitol building front entrance in Little Rock.

Don & Melinda Crawford/Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Arkansas' capitol took 16 years to complete. Construction lasted from 1899 to 1915, and the building was originally designed by architect George R. Mann, with later revisions by Cass Gilbert, according to the Encyclopedia of Arkansas.

This building replaced the State House, which is now the Old State House Museum, according to Arkansas Heritage.

Sacramento, California
california capitol building
SACRAMENTO, CA - OCTOBER 9: The California state Capitol building is shown October 9, 2003 in downtown Sacramento, California. Actor Arnold Schwarzenegger won in his bid to replace California Gov. Gray Davis, who was recalled in a special election October 7.

David Paul Morris/Getty Images

The building was constructed between 1860 and 1874, and designed by Reuben S. Clark. It has been listed as a California Historical Landmark since 1974, according to the Historic State Capitol Commission.

Its design was based on the US Capitol in Washington, DC, among other well-known American buildings, according to the State of California Capitol Museum.

The California State Capitol is located inside the 40-acre Capitol Park, which contains trees from around the world, a World Peace Rose Garden, and the Civil War Memorial Grove.

Denver, Colorado
Colorado's capitol in Denver.
Colorado's capitol in Denver.

4nadia/Getty Images/iStock

The Colorado Capitol, which was completed in 1901, was also designed to look like the US Capitol, but with a Colorado twist: The dome is covered in real gold leaf donated by gold miners to reference the Colorado Gold Rush from 1858 to 1861, according to the Colorado General Assembly.

Hartford, Connecticut
connecticut capitol building
Connecticut State Capitol. The building houses the Connecticut General Assembly; the upper house, the State Senate, and lower house, the House of Representatives, as well as the offices of the Governor and Lieutenant Governor.

Rolf Schulten/ullstein bild/Getty Images

The current Connecticut State Capitol is actually the third capitol the state has had since the American Revolution. This one, designed by Richard M. Upjohn, opened in 1879, according to Connecticut's official state website.

The golden dome is surrounded by six pairs of statues representing agriculture, commerce, education and law, force and war, science and justice, and music, according to the State Capitol Preservation & Restoration Commission.

Dover, Delaware
delaware capitol building
The Legislative Hall in Dover, Delaware, USA, circa 1960.

Harvey Meston/Archive Photos/Getty Images

The Delaware Legislative Hall was dedicated in 1933 and replaced the Old State House, which is opposite the Hall on the capitol mall. It was designed in the Colonial Revival style by E. William Martin, according to Delaware's official state website.

Washington, DC
us capitol building
WASHINGTON - JUNE 5: The U.S. Capitol is shown June 5, 2003 in Washington, DC. Both houses of the U.S. Congress, the U.S. Senate and the U.S. House of Representatives meet in the Capitol.

Stefan Zaklin/Getty Images

The United States Capitol is located on Capitol Hill in DC. It was in construction for decades, partially destroyed in 1814, and then finally finished in 1829, according to Architect of the Capitol. The famous, gigantic dome was later added during an expansive addition in 1855, designed by Thomas U. Walter.

Atop the dome sits the "Statue of Freedom," a 19-foot statue of a woman wearing a battle helmet, holding a sheathed sword in one hand, and a laurel wreath and shield in the other. She's been there since 1863, according to Architect of the Capitol.

Tallahassee, Florida
florida capitol building
TALLAHASSEE, FL - NOVEMBER 10: A view of the Florida State Capitol building on November 10, 2018 in Tallahassee, Florida. Three close midtern election races for governor, senator, and agriculture commissioner are expected to be recounted in Florida.

Mark Wallheiser/Getty Images

The current capitol, also called the New Capitol, is located directly in front of the original — together, they form the Capitol Complex. The New Capitol was built in 1977 by architect Edward Durell Stone and the firm of Reynolds, Smith, and Hills, according to the Florida Capitol website.

The website reports the building was designed in an "international style to reflect a modern Florida," and includes a 22-story central tower.

The Old Capitol still stands, and it was restored to its original 1902 glory in the '80s. Currently, the building is the Florida Historic Capitol Museum.

Atlanta, Georgia
georgia state capitol
Sunlight gleams on the golden dome of the Georgia State Capitol building in Atlanta, Georgia.

Kevin Fleming/Corbis/VCG/Getty Images

Georgia's capitol was finished in 1889 and designed by Willoughby J. Edbrooke and Franklin P. Burnham, according to the city of Atlanta's website. It sits on the site of the former Atlanta City Hall/Fulton County Courthouse, which was there from 1854 to 1994.

According to the city, it's one of 43 National Historic Landmarks in the state.

Honolulu, Hawaii
hawaii capitol building
Hawaii State Capitol. The Capitol building houses the Hawaii State Legislature (Senate and House of Representatives) and the offices of the Governor and Lieutenant Governo

Rolf Schulten/ullstein bild/Getty Images

At the dedication of the Hawaiian capitol in 1969, then-Governor John A. Burns explained the design of the building, the Honolulu Star Advertiser reported.

"In this great State Capitol there are no doors at the grand entrances which open toward the mountains and toward the sea," he said. "There is no roof or dome to separate its vast inner court from the heavens and from the same eternal stars which guided the first voyagers to the primeval beauty of these shores."

The building is also surrounded by a reflecting pool meant to symbolize the Pacific Ocean, which surrounds the chain of 137 recognized islands that make up Hawaii, according to the State of Hawaii.

Boise, Idaho
idaho state capitol building
The Idaho State Capitol building in Boise home of the government of the state of Idaho

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Idaho's capitol was designed by architects J.E. Tourtellotte and Charles Hummel, and was constructed between 1905 and 1920. According to Idaho's Capitol Commission, it's the only capitol in the US that is heated by geothermal water. It comes from a spring 3,000 feet underground.

Springfield, Illinois
illinois state capitol
SPRINGFIELD, IL - APRIL 9: The Illinois State Capitol building stands among empty streets in Springfield, Illinois on April 9, 2020

Daniel Acker for The Washington Post/Getty Images

According to a pamphlet by the Illinois Secretary of State's office, the current capitol (the state's sixth) was completed in 1888, 20 years after crews broke ground. At the time of its construction, the limestone dome was illuminated by 144 gas jets. However, the carbon emitted by those jets eventually turned the dome black.

It took 100 years, but it was finally cleaned in 1986.

Indianapolis, Indiana
indiana capitol building
State capitol building in downtown Indianapolis Indiana on a sunny spring morning, Indianapolis is the capital city of Indiana and is located in the center of the state with the capitol building located downtown.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

According to the Indiana Department of Administration, Indiana's capitol was completed in 1888, and is home to all executive offices, the Indiana State Senate, the Indiana House of Representatives, and the Indiana State Supreme Court, among others. It was constructed with Indiana limestone.

Des Moines, Iowa
iowa capitol building
UNITED STATES - AUGUST 28: Capitol building, Des Moines, Iowa

Carol M. Highsmith/Buyenlarge/Getty Images

The large golden dome is 23 carats, and the entire building is 275 feet tall, according to a visitor's guide. It's been re-gilded four times since its construction in 1886.

Overall, Iowa's capitol has a total of five domes, making it the only capitol in the US with five.

Topeka, Kansas
kansas capitol building
State Capitol of Kansas, Topeka

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Kansas' capitol dome is topped with a statue called "Ad astra" (Latin for "to the stars"), which is part of the state's motto, "ad astra per aspera" ("to the stars through difficulties"), according to the Kansas Historical Society.

The statue itself is a bronze depiction of a warrior from the Kansa tribe (also known as the Kaw Nation or Kanza), who call Kansas home and gave the state its name.

The entire building took 37 years to construct, also according to the Kansas Historical Society, from 1866 to 1903. 

Frankfort, Kentucky
kentucky capitol building
FRANKFORT, KY - APRIL 2: Thousands of public school teachers and their supporters protest against a pension reform bill at the Kentucky State Capitol April 2, 2018 in Frankfort, Kentucky. The teachers are calling for higher wages and are demanding that Kentucky Gov. Matt Bevin veto a bill that overhauls their pension plan.

Bill Pugliano/Getty Images

Kentucky's capitol was designed by Frank Mills Andrews, according to Kentucky's official state website. There are also statues lining the front portico that represent Kentucky, the central figure, with Progress, History, Plenty, Law, Art, and Labor as her "attendants," according to the state website.

The current building is the fourth capitol in the state, and it was completed in 1910.

Baton Rouge, Louisiana
louisiana capitol building
The capitol of Louisiana, seat of government, is a building of 34 floors and 135 meters high, which makes it the highest capitol of the United States. It is also the highest building of Louisiana. Its style is connected with that of the old New York skyscrapers. This new capitol was built between 1930 and 1932.

David LEFRANC/Gamma-Rapho/Getty Images

The Louisiana Capitol is just one of nine capitols in the US that doesn't feature a dome — and at 450 feet tall (or 34 floors), it's also the tallest capitol in the country, according to Louisiana's House of Representatives.

It was dedicated in 1932, without the person who had spearheaded the effort to build it, Senator Huey P. Long, a controversial figure in Louisiana's history, as reported by Encyclopedia Britannica.

Augusta, Maine
maine capitol buildings
Staff photo by Joe Phelan -- For slide show about the Statehouse in Augusta.

Joe Phelan/Portland Press Herald/Getty Images

The capital of Maine was originally Portland when the state broke away from Massachusetts in 1820. But when Mainers asked for a more centrally located capital city, Augusta was chosen in 1827, according to the Maine State Legislature. The building was completed by 1832.

The State House's dome is topped with a female figure of Wisdom, which was designed by sculptor W. Clark Noble of Gardiner, a town 6 miles from Augusta.

Annapolis, Maryland
maryland capitol building
Maryland State House, state capitol building, Annapolis, Maryland, exterior view.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Maryland's State House is the oldest capitol in continuous legislative use in the US, built in 1779, according to its official website. It's also the only state capitol to have once served as the US capitol when the Continental Congress met there from 1783 to 1784, according to the website.

Boston, Massachusetts
massachusetts state house
The Old State House for the Commonwealth of Massachusetts, State Capitol Building, Boston, Mass.

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

The Massachusetts State House, built in 1789, originally had a wooden dome, but Paul Revere's own company was responsible for covering it in copper in 1802, CBS News reported.

And the land it was built on? It used to be owned by none other than John Hancock, who was Massachusetts' first elected governor.

Lansing, Michigan
michigan state capitol
August 1970. Lansing, Michigan. Exterior view of the Michigan State Capitol building in Lansing.

Bettman/Getty Images

The floors of Michigan's capitol, which was dedicated in 1879, are made of limestone and have visible fossils in them, as you can see on the capitol's official website.

St. Paul, Minnesota
minnesota capitol building
ST. PAUL, MN - OCTOBER 15: Minnesota State Capitol Building in St. Paul, Minnesota on October 15, 2018.

Raymond Boyd/Getty Images

According to Explore Minnesota, the state's capitol is the second-largest self-supporting marble dome in the world, only behind St. Peter's Basilica in Rome.

Architect Cass Gilbert insisted on using Georgia marble for the dome, according to the Minnesota Historical Society. Some were critical of using out-of-state materials, so as a compromise, the contractor leased the quarry in Georgia and imported the rough marble so Minnesotans could do the work in-state.

It took nine years, but was completed in 1905.

Jackson, Mississippi
mississippi capitol building
Protesters (L) gather outside the Mississippi State Capitol building during the state legislature's historic vote to change the Mississippi flag in Jackson, Mississippi on June 28, 2020. - Lawmakers in Mississippi voted on June 28 to remove the Confederate battle standard from the state flag, after nationwide protests drew renewed attention to symbols of the United States' racist past.

RORY DOYLE/AFP/Getty Images

Designed by architect Theodore Link and constructed between 1901 and 1903, Mississippi's state capitol was built on the site of an old state penitentiary, according to the state capitol's official website. The building spans 171,000 square feet and features 4,750 original electric light fixtures, as well as an 8-foot statue of an eagle on the top of its dome.

Jefferson City, Missouri
GettyImages 515395544
8/31/1970- Jefferson City, MO- ORIGINAL CAPTION READS: Exterior views of the Missouri State Capitol building, include the surrounding trees and lawn.

Bettman/Getty Images

Missouri's state capitol was completed in 1917, according to its official website. Ceres, the goddess of grain, sits at the top of its dome.

In addition to Missouri's state legislature, the 500,000-square-foot building houses the Missouri State Museum with exhibits about the state's history and natural resources.

Helena, Montana
montana state capitol
Montana State Capitol building Helena Montana

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

The main building of Montana's state capitol was completed in 1902, and its two wings were added in 1911 and 1912, according to the Montana Historical Society. Inside, the building features works of art such as the mural "Lewis and Clark Meeting Indians at Ross' Hole," painted by Charles M. Russell in 1912.

Lincoln, Nebraska
nebraska capitol building
tate capitol building in Lincoln Nebraska on a sunny spring day and emphasizing the building’s tall central tower and dome, Lincoln, the capital city of Nebraska, is located in the southeastern part of the state along Interstate-80. The state legislature in Nebraska is the only unicameral legislature among all of the states.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Nebraska's state capitol was designed by architect Bertram Grosvenor Goodhue and completed in 1932, according to its official website. The 400-foot tower is topped with a 19-foot bronze statue called "The Sower."

It is the only state legislature to be unicameral, meaning it only has one chamber.

Carson City, Nevada
nevada state capitol
State Capitol of Nevada, Carson City

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Nevada's state capitol was built from 1870 to 1871 out of sandstone sourced from a quarry belonging to Abe Curry, the founder of Carson City, according to Travel Nevada. It features a silver-colored dome, a nod to Nevada's nickname as "the silver state."

Concord, New Hampshire
new hampshire capitol
State Capitol of New Hampshire, Concord

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

The New Hampshire State House was constructed between 1816 and 1819 with locally sourced granite from Rattlesnake Hill in Concord, according to the New Hampshire Division of Historical Resources.

In 1818, a wooden sculpture of an eagle painted with gold was installed on top of the capitol dome. It was replaced with a copper replica in 1957, but the original sculpture can be viewed on display inside the capitol, according to EverGreene, the architecture firm that restored the State House's gold-plated dome.

Trenton, New Jersey
new jersey capitol building
TRENTON, NJ - JUNE 24: New Jersey State Capitol Building, New Jersey Flags Fly at Half Staff in Honor of Actor James Gandolfini on June 24, 2013 in Trenton, New Jersey.Gandolfini passed away on June 19, 2013 at the age of 51 while on vacation in Rome, Italy.

Bobby Bank/WireImage/Getty Images

After Maryland, New Jersey State House is the second-oldest capitol still in use, completed in 1792, according to the state of New Jersey's official website. Much of the original building, designed by architect Jonathan Doane, was destroyed in a fire in 1885.

Architect Lewis Broome restored the capitol and added a cast-iron dome plated with copper and gold and featuring the Latin phrase "Fiat Justitia Ruat Coelum," meaning  "There must be justice even though the heavens fall."

Santa Fe, New Mexico
new mexico capitol building
SANTA FE, NM - FEBRUARY 10, 2012: The New Mexico State Capitol in Santa Fe, known as the Roundhouse, is the only round capitol building in the U.S.

Robert Alexander/Archive Photos/Getty Images

New Mexico's capitol, known as the Roundhouse, is the only round capitol in the US, according to Santa Fe's official tourist website. Architect Willard C. Kruger modeled the design after the Zia sun symbol, which he also incorporated into the capitol rotunda skylight. The symbol is also part of New Mexico's state flag.

Albany, New York
new york state capitol building
ALBANY, NEW YORK, UNITED STATES - 2018/10/09: New York State Capitol Building.

John Greim/LightRocket/Getty Images

When New York's state capitol in Albany was finally finished after 32 years in 1899, it was at a cost of $25 million, making it one of the most expensive government projects in the US. In 2013, The New York Times reported the figure was equivalent to more than half a billion dollars today.

Inside the granite building, visitors can find 25 murals by William deLeftwich Dodge in the Governor's Reception Room.

Raleigh, North Carolina
The capitol building in Raleigh, North Carolina
Law enforcement stand guard outside of the state capitol building in downtown Raleigh, North Carolina, on January 17, 2021, during a nationwide protest called by anti-government and far-right groups supporting US President Donald Trump and his claim of electoral fraud in the November 3 presidential election. - The FBI warned authorities in all 50 states to prepare for armed protests at state capitals in the days leading up to the January 20 presidential inauguration of President-elect Joe Biden.

LOGAN CYRUS/AFP via Getty Images

Completed in 1840, North Carolina's 3-story capitol includes a copper dome, according to the National Park Service.

Bismarck, North Dakota
north dakota capitol building
Photo taken August 18, 2013 shows the state Capitol building of North Dakota at Bismarck

KAREN BLEIER/AFP/Getty Images

North Dakota's state capitol is the tallest building in the state at 241 feet and 8 inches tall, according to the official government website. The Art-Deco structure is nicknamed the "Skyscraper on the Prairie," according to the Society of Architecture Historians.

Columbus, Ohio
ohio capitol building
Aerial of Capitol Building, Downtown Columbus, Ohio, USA

Jumping Rocks/Universal Images Group/Getty Images

Construction of the Ohio Statehouse took over 20 years, from 1839 to 1861, according to its official website. Much of the work was done by prisoners at Ohio Penitentiary, some of whom left graffiti on the walls that was uncovered during restoration work, the website says. Built in the Greek-Revival architecture style out of Columbus limestone, the Statehouse is a designated National Historic Landmark.

Oklahoma City, Oklahoma
oklahoma capitol building
The Oklahoma State Capitol building was built in 1917. The beautiful dome was added in recent years. When the state erected the building it lacked the funding to build the planned dome, and therefore it went without for decades. Oklahoma City has been the state capital since 1910; Guthrie was the capital of Oklahoma from 1890 to 1910.

Jordan McAlister/Getty Images

Built in 1917, the dome on Oklahoma's capitol was added more recently, in 2002, according to the Oklahoma Historical Society — it was left out of the original construction due to costs. The grounds of Oklahoma's capitol also had active oil rigs until 1986. The building was added to the National Register of Historic Places in 1976.

Salem, Oregon
Oregon's state capitol building in Salem.
Oregon's state capitol building in Salem.

Education Images/Universal Images Group via Getty Images

Oregon's Art Deco capitol is made of white Vermont marble with a gold statue of an "Oregon Pioneer" atop the dome, according to the capitol's official website. In-person guided tours are paused due to construction.

Harrisburg, Pennsylvania
pennsylvania capitol building
HARRISBURG, PENNSYLVANIA, UNITED STATES - 2015/10/06: Pennsylvania State capitol building

John Greim/LightRocket/Getty Images

Pennsylvania's capitol, designed by architect Joseph Huston, cost $13 million to build when it was completed in 1906, which would be over $403 million today, according to the Bureau of Labor Statistics.

The building's 272-foot dome is decorated with green glazed terra cotta tile, according to the capitol's official website.

Providence, Rhode Island
rhode island capitol building
Rhode Island, Providence, State House, State Capitol.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

The Rhode Island State House, built between 1895 and 1904, features the fourth-largest freestanding marble dome in the world, according to the Rhode Island Restoration Committee's official website. It has been listed on the National Register of Historic Places since 1970.

Columbia, South Carolina
south carolina capitol building
An exterior view of the South Carolina State House, Columbia - construction work first began in 1851 and was completed in 1907, it was designated a national historic landmark in 1976 for its significance in the post-civil war reconstruction era.

Epics/Getty Images

The construction of the South Carolina State House began in 1854, but halted due to the Civil War. The building still features cannonball marks from when the Union army captured Columbia in 1865, according to Discover South Carolina. The State House was finally completed in 1903, and it was designated as a National Historic Landmark in 1976, according to the South Carolina Department of Archives and History.

A portrait of state senator Clementa Pinckney, who was killed in the 2015 shooting at Charleston's Mother Emanuel AME Church, hangs in the Senate Gallery.

Pierre, South Dakota
south dakota
State capitol building in downtown Pierre in central South Dakota, The state capital city of South Dakota is Pierre in the center of the state on the shores of the Missouri River with the capitol building located downtown in this small city of about 14,000 people.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

South Dakota's state capitol was constructed between 1905 and 1910, not long after South Dakota became a US state in 1889, according to the South Dakota Bureau of Administration. An annex was added in 1932. The Neoclassical building features scagliola plaster columns, war memorials, and stained-glass windows, according to Travel South Dakota.

Nashville, Tennessee
tennessee capitol building
NASHVILLE - MAY 25: Tennessee State Capitol Building, as photographed from The Rivers Of Tennessee Fountain grounds at Bicentennial Capitol Mall State Park in Nashville, Tennessee on May 25, 2016. (

Raymond Boyd/Getty Images

The Tennessee State Capitol opened in 1859. The architect, William Strickland, died during its construction in 1854 and was buried on the capitol grounds along with President James K. Polk and first lady Sarah Childress Polk, according to the Tennessee State Museum.

Austin, Texas
texas capitol building
The Texas State Capitol building in Austin, Texas

James Leynse/Corbis/Getty Images

Completed in 1888, the Texas State Capitol dome is topped with a statue of Libertas, the goddess of liberty, according to the official website for the Texas House of Representatives. It stands 14 feet taller than the US Capitol.

Salt Lake City, Utah
utah capitol building
The Utah State Capitol building in Salt Lake City.

Universal Images Group/Getty Images

Utah's State Capitol was designed by architect Richard K.A. Kletting and was completed in 1916, according to its official website. The rotunda features bronze and marble statues of Native American leaders, LDS pioneers, and US presidents such as Abraham Lincoln, according to its website.

Montpelier, Vermont
vermont capitol building
Vermont capitol building in Montpelier.

MyLoupe/Universal Images Group/Getty Images

The Vermont State House, designed in the Greek Revival architecture style, dates back to 1857, according to the National Park Service. A statue of Ceres, the goddess of agriculture, adorns the top of the dome.

Richmond, Virginia
virginia capitol building
RICHMOND, VIRGINIA - JANUARY 20: Thousands of gun rights advocates attend a rally organized by The Virginia Citizens Defense League on Capitol Square at the State Capitol building January 20, 2020 in Richmond, Virginia. During elections last year, Virginia Governor Ralph Northam promised to enact sweeping gun control laws in 2020, including limiting handgun purchase to one per month, banning military-style weapons and silencers, allowing localities to ban guns in public spaces and enacting a 'red flag' law so authorities can temporarily seize weapons from someone deemed a threat. While event organizers have asked supporters to show up un-armed, militias and other extremist groups from across the country plan to attend the rally and show their support for gun rights.

Chip Somodevilla/Getty Images

Thomas Jefferson designed Virginia's state capitol to look like the ancient Roman temple of Maison Carée, according to the Virginia General Assembly's official website. The building also features a bronze statue of Jefferson, who is depicted holding the capitol's architectural blueprints.

Olympia, Washington
washington state capitol
Washington State Capitol Legislative Building and blooming cherry trees in Olympia, Washington.

Greg Vaughn /VW PICS/Universal Images Group via Getty Images

The Washington State Legislative Building features the tallest freestanding masonry dome in North America at 287 feet, according to the Washington State Department of Enterprise Services. Designed by Walter Wilder and Harry White, it was completed in 1928.

Charleston, West Virginia
west virginia capitol building
CHARLESTON, WV -JUNE 26: The State Capitol building in Charleston is actually taller than the U.S. Capitol in Washington, D.C. -Charleston is the destination for the traveler who enjoys food, music, nature and rural culture in a mid-size city.

Michael S. Williamson/The Washington Post/Getty Images

West Virginia's capitol, designed by Cass Gilbert, took eight years and almost $10 million to construct before its completion in 1932, according to its official website. The dome stands at 293 feet tall — 5 feet higher than the US Capitol in Washington, DC.

Madison, Wisconsin
wisconsin state capitol
MADISON, WI - MARCH 12: Thousands of demonstrators protest outside the Wisconsin State Capitol March 12, 2011 in Madison, Wisconsin. Organizers were expecting 200 thousand participants to attend the rally to voice their opposition to Governor Scott Walker's budget repair bill which essentially eliminated collective bargaining rights for state workers.

Scott Olson/Getty Images

Wisconsin's state capitol features the only granite dome in the US, according to Travel Wisconsin. On top of the dome, a gilded bronze statue by Daniel Chester French is aptly named "Wisconsin."

Cheyenne, Wyoming
wyoming state capitol building
386423 02: The Wyoming State Capitol building is seen March 6, 2001 in Cheyenne, Wy. Wyoming lawmakers passed the Insurance Coverage for Diabetes Act which requires health policies to cover diabetes supplies, equipment and education.

Michael Smith/Newsmakers/Getty Images

Wyoming's state capitol, constructed between 1886 and 1890, was built in the Renaissance Revival architecture style, according to the Wyoming Department of Administration and Information. It is one of 20 state capitols designated as a National Historic Landmark, according to the National Park Service.

Read the original article on Business Insider

Why is Melania Trump going after Kimmel on X? The numbers make it clear.

27 de Abril de 2026, 15:36
Melania and Donald Trump at the White House Correspondents' dinner, April 2026
Melania Trump went after Jimmy Kimmel using Truth Social, the platform her husband owns. But she made sure to post on Elon Musk's X, too.

Kevin Mazur/Getty Images for OP

  • Donald Trump owns his own social media company.
  • But Truth Social isn't where to go if you want a lot of people to see you attack Jimmy Kimmel.
  • So Melania Trump made sure her demand that ABC do something about Kimmel appeared on Elon Musk's X, too.

Melania Trump says ABC should "take a stand" over Jimmy Kimmel, because she doesn't like a joke the talk show host made last week.

First things first: The first lady calling on a media company to do something about its employee because she doesn't like what that employee said is a bad thing. It's an attempt to use the power of the White House to silence speech that the White House doesn't like.

And it's just as worrisome as it was last September, when Brendan Carr, Trump's pick to head the Federal Communications Commission, told ABC owner Disney to "take action, frankly, on Kimmel" because Kimmel had made a joke about Trump supporters and Charlie Kirk. Disney suspended Kimmel for a few days and then reinstated him after public outcry.

There is a difference between Carr's demand and Melania Trump's demand on Monday, since Carr is a regulator with direct oversight over parts of Disney's business, and Melania Trump doesn't have any formal power over … anything. But she's still using the power of the White House to try to control speech, and that should alarm anyone with any common sense. (I've asked her office for comment.)

Let's see how new Disney CEO Josh D'Amaro responds to this one.

Much less important, but still interesting to me: The first lady's choice of platform to make her demand/threat. Melania Trump used Elon Musk's X, the site formally known as Twitter, to post her thoughts on Monday, using both her official First Lady of the United States account and her own personal account.

Kimmel’s hateful and violent rhetoric is intended to divide our country. His monologue about my family isn’t comedy- his words are corrosive and deepens the political sickness within America.

People like Kimmel shouldn’t have the opportunity to enter our homes each evening to…

— First Lady Melania Trump (@FLOTUS) April 27, 2026

Trump also posted the same statement on Truth Social, the social media site owned by her husband. But that one seemed obligatory. Not in the way it's literally obligatory for Donald Trump to post at least some of his thoughts on his own social platform before he puts them anywhere else. But in the way you're supposed to tell your significant other you think they make the best pasta, when what you really crave is Olive Garden.

The numbers make it clear why Melania Trump chose to use X to make a splash: Her post on that platform has 230,000 likes, and that number is skyrocketing. Her Truth Social post has 6,500 likes and is traveling at a much more leisurely pace.

All of which is a reminder that while Truth Social is the Trump-owned Twitter alternative Donald Trump uses, it remains a minor-at-best platform. One that won't tell you how many users it has, and one that managed to lose more than $700 million on revenue of $3.7 million in 2025.

None of that is news, nor does it seem to matter to Trump, who still owns a company worth nearly $3 billion, even after a stock plunge and the departure of its CEO — perhaps because the company's current plan is to merge with a nuclear fusion company.

It also doesn't matter where Donald Trump truths or posts or spouts off — he's the president of the United States, so just about anything he says that's noteworthy gets instantly transmitted through the global media ecosystem. Like what happened on Monday afternoon, where he piggybacked on his wife's post and explicitly called on Disney and ABC to fire Kimmel.

But for the rest of us — including the first lady of the United States — where you post a message matters. Which is why she's using the one that helped her husband get into the White House in the first place.

Read the original article on Business Insider

4 Tesla owners react to their FSD dreams getting crushed: 'It feels like a bait and switch'

27 de Abril de 2026, 12:00
Tesla Model 3
As far back as 2016, Tesla said all its vehicles have hardware capable of supporting unsupervised Full Self-Driving.

Bloomberg/Getty Images

  • Bought a Tesla before 2023? Bad news: your car won't be able to drive itself.
  • Elon Musk said last week that vehicles with previous-gen tech can't support full autonomy.
  • Longtime Tesla owners told Business Insider they felt let down by the company's announcement.

For years, Tesla sold its EVs with the promise of an autonomous future. Now, some owners face being left behind.

On Tesla's earnings call last Wednesday, Elon Musk said that Tesla vehicles shipped before 2023 — which are equipped with a previous-gen Hardware 3 computer — would not be able to achieve fully unsupervised Full Self-Driving (FSD).

"I wish it were otherwise, but Hardware 3 simply does not have the capability to achieve unsupervised FSD," said Musk.

The billionaire said that Tesla would offer Hardware 3 owners the choice of a "discounted trade-in" or a physical replacement of their car's computer and cameras at "micro factories" in major cities.

The announcement is a major blow for longtime Tesla owners, who paid thousands of dollars and have been waiting for years under the impression that their vehicles have the tech necessary to achieve fully autonomous driving.

As far back as 2016, Tesla stated in marketing materials that all its vehicles had the necessary hardware for "full self-driving capability at a safety level substantially greater than that of a human driver."

Elon Musk holding a microphone in front of a Tesla.
Elon Musk is known for his ambitious predictions about self-driving cars, some of which haven't panned out.

Christian Marquardt/Getty Images

In a 2019 tweet, Musk said that all Tesla vehicles produced since 2016 had the right hardware for FSD or were "trivially upgradeable."

"It feels like a bait and switch at this point," Andrew Apperley, who bought a used 2018 Model 3 with FSD for $53,000 in 2023, told Business Insider.

"They kind of shot themselves in the foot by saying that this is going to come, and then it never does," Apperley said, adding that he felt like Hardware 3 customers would find it hard to trust Tesla and Musk's promises in the future after waiting in vain for unsupervised FSD.

Tesla did not respond to a request for comment from Business Insider.

Autonomy angst

Rick Flashman, who paid $10,000 for FSD when he bought his Model 3 in 2022, told Business Insider that, despite receiving increasingly generous trade-in offers from Tesla, he was not interested in swapping out his EV for a vehicle with up-to-date hardware.

"My car's in great shape. It's got 73,000 miles, it's driving perfectly, so I have no reason to upgrade it," Flashman said.

The Florida resident said that FSD was one of the main reasons he bought a Tesla, adding that he uses it for "over 90%" of his driving.

Hardware 3 vehicles in the US run a more limited version of FSD, with Tesla planning to release a "lite" variant of FSD version 14 for older vehicles in June.

Despite his car's limited capabilities, Flashman said he was well satisfied with the tech and is happy to wait for the overhaul Musk promised on Wednesday.

"It might take another year, but I'm one of the ones who's just waiting it out," he said.

"I wish it were sooner, obviously. But I don't feel like I was ripped off," Flashman added.

Rick Flashman
Rick Flashman with his Tesla Model 3.

Rick Flashman

Matt Simmons, a Tesla owner who bought his Model 3 Performance in 2019, told Business Insider he added FSD for an extra $6,000 because he was curious about the hype. Seven years later, he says he rarely uses the feature.

"It kind of sucks, if I'm being honest," said Simmons, who said he doesn't use FSD on highway trips because of issues with the software's speed control.

Simmons said that he was not surprised by Musk's comments, pointing to the Tesla CEO's track record of making ambitious predictions for self-driving cars have often failed to fully pan out.

"We realize we're being strung along at this point," Simmons said.

The Pittsburgh resident described his Tesla as "long paid for" and said he had no intention of trading it in for a more advanced model.

"That would mean I'd have to buy another Tesla," said Simmons, who said he was hoping that rival EV maker Rivian would offer a similar deal for disenfranchised FSD owners.

Backlash goes global

Some Hardware 3 owners are done waiting for the software they paid thousands of dollars for years ago.

Tesla is already facing several lawsuits in the US from owners who say they were misled by the company's FSD marketing, and the backlash is starting to go global.

Earlier this month, Tesla finally received the green light to launch FSD in the Netherlands, marking the tech's debut in Europe after a yearlong campaign to woo regulators.

However, the rollout in the Netherlands excluded Hardware 3 owners, prompting Mischa Sigtermans, an executive at Amsterdam-based Ryde Ventures, to start a website to gather European Tesla owners for potential legal action.

Mischa Sigtermans Tesla
Mischa Sigtermans with his Tesla Model 3.

Mischa Sigtermans

Nearly 4,000 verified Tesla owners have now signed up to Sigtermans' website.

The Model 3 owner, who paid 6,400 euros ($7,530) for FSD in 2019, told Business Insider that Musk's comments confirmed many owners' worst fears, and said that the proposed solution of a discounted trade-in would simply make owners "pay for the same broken promise twice."

"Musk said out loud what many of us have been saying for months, if not years," said Sigtermans. "The admission is there, the solution isn't."

Read the original article on Business Insider

Jain Global to return billions to investors in a surprise deal with Millennium

Composite image of Jain Global's Bobby Jain and Millennium's Izzy Englander

Patrick McMullan via Getty Images

  • Jain Global is pivoting to manage money exclusively for Millennium, its founder's former employer.
  • Jain Global will return about $6 billion to investors.
  • The deal gives Jain Global access to Millennium's resources to accelerate its growth.

In a surprise move, one of the largest hedge fund launches in recent memory is returning money to its investors and striking a deal to invest exclusively for industry titan Millennium Management.

Nearly two years after launching with $5.3 billion in commitments from high-profile investors, including the sovereign wealth funds Abu Dhabi Investment Authority and GIC, Bobby Jain's multistrategy firm, Jain Global, is making a major pivot. The firm will now only manage money for a single client — Jain's former employer, Millennium — according to an internal memo seen by Business Insider and sources with direct knowledge of the deal.

Jain Global, which has six offices and over 400 employees — half of whom are investment professionals — will retain its independence while gaining access to Millennium's platform and resources in a deal that's expected to close in the coming months, according to the memo.

"Under the proposed agreement, Millennium will have exclusive access to the full investment capacity of Jain Global's multi-strategy business," the memo from president and chief operating officer Ajay Nagpal reads. "Jain Global will remain an independent firm, retaining its own investment processes, operating model and talent base."

The deal, which was first reported by Bloomberg, is expected to close in the third quarter, one of the sources said. Representatives for Millennium and Jain declined to comment.

A buzzy hedge fund launch hit by big costs

Jain Global launched in 2024 with enormous ambitions, creating a multistrategy giant from scratch. It manages $6 billion across seven business lines and trades a sweeping array of strategies and asset classes. It has struggled to deliver returns for investors almost from the get-go, under the weight of hefty startup costs.

Jain Global has gained $1.3 billion in gross revenue since inception, according to an investor familiar with the figures. But investors, including bank wealth management platforms and university endowments like UTIMCO, have seen only a fraction of that amount.

Jain gained just 0.5% in six months of trading in 2024. In 2025, its first full year of trading, it produced a net return of 3.7%, trailing its peers as pass-through expenses ate into gross returns in the mid-teens, Business Insider first reported. Multistrat peers delivered double-digit gains each of the last two years on average, according to a benchmark from industry research firm PivotalPath.

Singapore's sovereign wealth fund GIC requested to redeem $250 million earlier this year.

Why its swapping investors for Millennium

Part of the deal rationale is accelerating Jain's growth while helping mitigate some of its costs, unlocking what both parties believe is a promising investment foundation. Jain plans to hire 15 additional portfolio managers by year's end, a person familiar with the matter said.

"The way we have structured our business, our processes, our risk — it all rhymes with Millennium's. That makes this as smooth a transition as possible," Jain, who was co-CIO of Millennium from 2016 to 2022, told staff on an internal call Monday, according to a person familiar with the matter.

"For Jain Global, this partnership unlocks the full platform advantages of Millennium, including our infrastructure, resources and stable longer-term capital structure," the Millennium memo says. "We collectively believe this partnership will materially accelerate Jain Global's growth while reinforcing the attributes which have contributed to its early success."

Millennium, one of the world's largest hedge funds at $84 billion in assets under management, has in recent becomes one of the most significant backers of external hedge fund talent, seeding experienced investors with capital, often through separately managed accounts.

A deal with the size and structure proposed with Jain is more rare, echoing its arrangement with WorldQuant, Igor Tulchinsky's systematic spin-out.

Jain was down 2.7% this year through March, but had clawed back in April to a 0.6% gain, Business Insider has learned. A Jain spokesman declined to comment on company performance.

Read the original article on Business Insider

[XAU/USD] A zona de 4.670 pode segurar a pressão de queda?

27 de Abril de 2026, 06:30

[XAU/USD] A zona de 4.670 pode segurar a pressão de queda?

Gold OANDA:XAUUSD

Visão do mercado:

O ouro (XAU/USD) está atualmente em um estado “duplo”. Por um lado, as tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz e no Líbano aumentam a demanda por ativos de refúgio. Por outro lado, o mercado está extremamente cauteloso antes da reunião do FOMC amanhã. Estamos vendo apenas um pullback dentro de uma tendência de baixa ou o início de uma reversão?

1. Estrutura de mercado & narrativa (Perspectiva SMC)

Estrutura de mercado:
A tendência mudou de alta para baixa após a forte queda no dia 18. Um CHoCH (Change of Character) foi confirmado, e o preço agora se move dentro de uma estrutura de Lower High – Lower Low (LH–LL).

Narrativa Smart Money:
O movimento até ~4.880 parece um clássico liquidity grab, capturando liquidez para atrair compradores e prendê-los, seguido por uma fase de distribuição e depois markdown. A Fair Value Gap (FVG) entre 4.680–4.710 é agora uma zona crítica.

2. Níveis importantes (Zonas de interesse)

Supply / Resistência (zona de venda): 4.720 – 4.735
Possível Order Block (OB) com forte rejeição e alto volume.
Liquidez premium (alvo de alta): 4.780 – 4.790
Área onde provavelmente estão os stop-loss dos vendedores.
Demand / Suporte (zona decisiva): 4.670 – 4.680
Confluência de FVG e fundo anterior — zona chave para compradores.

3. Cenários de trading

Cenário principal (alta probabilidade):
O preço varre a liquidez em 4.680 → forma uma pequena reversão de estrutura → mira a liquidez em 4.780 – 4.790.

Cenário alternativo (continuação de queda):
Rompimento forte abaixo de 4.670 com deslocamento claro (velas grandes). Nesse caso, priorizar “Sell the rip” com alvo em 4.640 – 4.620.

⚠️ Nota:
Evite colocar ordens limit diretamente nas zonas. Aguarde confirmação no M15/M5 (liquidity sweep + CHoCH + entrada em FVG) para otimizar a relação risco/retorno (R:R ≥ 1:3).

Aviso:
Esta é uma análise pessoal, não uma recomendação de investimento. O mercado é volátil—gerencie seu risco com disciplina.

Você está pensando em comprar em 4.670 ou prefere esperar para vender em 4.780? Deixe sua opinião nos comentários 👇

#XAUUSD #Gold #SMC #TradingView #FOMC #MarketStructure #SmartMoneyConcepts

No maior empregador privado do país, o fim da escala 6×1 entrou no radar. E não é má notícia

27 de Abril de 2026, 06:00

O Grupo GPS cresceu oferecendo uma solução que se tornou cada vez mais atraente para grandes empresas brasileiras: assumir a gestão de atividades como limpeza, segurança e alimentação e, não menos importante, encargos trabalhistas e processos que a relação de emprego costuma deixar pelo caminho. Tornou-se assim o maior empregador privado do Brasil.

Com origem em Salvador, a empresa pouco conhecida do público mas com presença nacional por meio dos cerca de 5 mil clientes corporativos começou a ganhar corpo nas mãos de Carlos Nascimento Pedreira e José Caetano de Lacerda, ex-executivos da Odebrecht, e se especializou em atender e carregar nas contas o que outras preferem terceirizar.

A reforma trabalhista de 2017, que ampliou o escopo legal da terceirização no Brasil, deu combustível ao modelo. Hoje, o GPS conta com mais de 185 mil funcionários, faturamento líquido de R$ 17,3 bilhões e operações que vão das plataformas da Petrobras em alto-mar à limpeza e à segurança da B3, que opera a principal bolsa de valores do Brasil. É o maior grupo em terceirização do país.

Agora, uma nova mudança trabalhista entra no radar da companhia: o fim da escala 6×1, que permite uma jornada com seis dias seguidos de trabalho antes de uma folga.

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para debater o mérito das propostas de lei que acabam com a escala, e o governo Lula enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para fixar a jornada em 40 horas semanais, em vez das 44 horas atuais.

A Confederação Nacional da Indústria estima que o teto pode elevar a folha das empresas brasileiras em 50%, de R$ 178,2 bilhões para R$ 267,2 bilhões por ano, com peso maior sobre setores intensivos de mão de obra e de margem de lucro estreita.

Os segmentos com maior dependência do regime 6×1 estão no varejo: supermercados, redes de farmácias e shoppings, que operam com turnos rotativos e horários estendidos.

Projeções de entidades de classe à parte, o maior empregador privado do país tem uma experiência de muitos anos de operações e de gestão financeira sobre como empresas de diferentes setores reagem ao aumento do custo do trabalho e do impacto de diferentes escalas.

E já dimensiona o potencial impacto. Segundo o vice-presidente de operações do GPS, Gustavo Otto, perto de 9 mil colaboradores — cerca de 5% do total — trabalham na escala 6×1, concentrados em limpeza de aeroportos e estações ferroviárias.

A receita direta do varejo, por sua vez, representa cerca de 6% do faturamento. São clientes que devem passar por uma revisão mais intensa de sua estrutura de pessoal com o fim da escala 6×1 — o que pode influenciar o volume e o formato dos serviços terceirizados que contratam.

Para analistas do BTG Pactual que acompanham o GPS, a mudança deve ser encarada menos como disrupção estrutural e mais como um evento extraordinário de renegociação, pois os contratos já contêm cláusulas que permitem repasse automático de custos em caso de mudança nas leis.

É o mesmo mecanismo que a empresa usa todo ano para repassar os reajustes das convenções coletivas, conta a diretora de Relações com Investidores do GPS, Marita Bernhoeft, em entrevista ao InvestNews. Quando a periculosidade foi incluída nos contratos de vigilância, por exemplo, o custo subiu cerca de 30%. E o GPS conseguiu repassar aos clientes.

O principal risco de curto prazo, segundo os analistas, não é compressão de margem, mas ajuste de escopo: ao receber uma fatura mais alta, clientes podem decidir reduzir a frequência do serviço ou o número de funcionários alocados.

Há um segundo risco menos discutido no mercado: a escassez de mão de obra.

Se clientes corporativos precisarem contratar mais trabalhadores para compensar a redução de jornada — mantendo o mesmo nível de serviço com equipes maiores —, o mercado pode enfrentar um aumento súbito de demanda por perfis operacionais em um curto intervalo de tempo.

Escassez de mão de obra já é um risco monitorado no setor, especialmente em funções de baixa qualificação. Uma redução estrutural na jornada por funcionário pode intensificar esse quadro, elevar os custos de contratação e dificultar a mobilização de novos contratos.

Marita Bernhoeft, diretora de relações com investidores do grupo GPS
Marita Bernhoeft, diretora de Relações com Investidores do grupo GPS (Foto: Divulgação)

Uma das respostas possíveis é automação. Diante de mão de obra mais cara e menos disponível, tanto clientes quanto prestadores tendem a acelerar investimentos em equipamentos mais eficientes, sistemas digitais de gestão de equipes e ferramentas de supervisão com suporte tecnológico.

Para operadores com escala e capacidade de investimento, como o GPS, isso representa uma vantagem relativa sobre concorrentes menores e menos capitalizados.

Ferramentas de IA têm sido usadas em treinamento e para avaliação de um quadro que cresceu em cinco anos de 50 mil para os citados mais de 185 mil funcionários.

Outro exemplo e caso de uso nessa frente é o uso de IA para fazer a gestão de riscos de passivo trabalhista.

A empresa recebe cerca de 1.200 novas ações trabalhistas por mês. E desenvolveu um sistema que cruza os dados de cada novo processo com o histórico do colaborador e aciona um modelo de linguagem que resume o caso, sugere defesa e analisa os pleitos à luz da convenção coletiva.

O foco é reduzir o estoque de ações em fase de execução — as mais caras têm ticket médio até dez vezes maior que acordos em estágios iniciais. Em 2025, o estoque caiu de 2.200 para 1.200 casos.

Compensação em produtividade

A administração do grupo também acredita que a mudança nas regras trabalhistas pode até surtir efeito positivo em termos de produtividade.

Em razão do desgaste físico causado, a escala 6×1 gera índices altos de absenteísmo (ausências, atrasos etc.) e de rotatividade, além de falhas no cumprimento de níveis de serviço, o que resulta em glosas – descontos aplicados pelo cliente quando as metas não são atingidas.

Essas observações foram feitas em recente teleconferência de resultados do grupo.

O racional nesse caso é que uma escala mais equilibrada tende a melhorar a qualidade da entrega — e, na margem, a rentabilidade desses contratos.

Dados do Caged (cadastro do governo sobre o emprego formal no país) compilados pela Fecomercio reforçam a tese sobre a rotatividade elevada de mão de obra no setor de serviços. Hoje, um funcionário fica 6,8 meses a menos no mesmo emprego do que há cinco anos.

Os analistas do BTG também enxergam a potencial mudança regulatória como um fator estrutural que pode estimular ainda mais a terceirização. Isso porque a maior complexidade trabalhista e os custos de conformidade com a lei mais altos tendem justamente a levar mais empresas a delegar a gestão de mão de obra — e os riscos envolvidos — para grupos especializados.

Consolidação como estratégia

O Grupo GPS surgiu em 1962, em Salvador, como Predial Higienização. Nos anos 1990, Carlos Nascimento Pedreira, um executivo da Odebrecht, assumiu a gestão e convidou o colega José Caetano de Lacerda como sócio. A dupla expandiu o negócio para segurança privada e outras capitais.

Hoje, a base de acionistas inclui Marcelo Hampshire, fundador da Ecopolo (uma das primeiras aquisições do grupo, em 2003); o CEO, Luis Martinez; e as gestoras Sharp, Squadra e Valora. No total, os acionistas mais relevantes detêm 52,36%. O restante está em negociação no mercado.

chart visualization

O diferencial não é o serviço em si, que acaba sendo padronizado, mas o modelo de gestão, segundo investidores ouvidos pelo InvestNews.

O GPS opera o que chama de “empresariamento”: cada gerente de contrato tem autonomia e é responsabilizado pelo resultado de sua operação. “Ajuda no engajamento”, diz Bernhoeft.

A capacidade de replicar a gestão tornou possível ao GPS se tornar um “comprador em série”. Já são 56 aquisições, a maioria após o IPO na B3 em abril de 2021.

Apesar de tantas aquisições, o mercado de terceirização ainda é muito pulverizado no Brasil.

O GPS estima que sua fatia de mercado passou de 5%. Os cinco maiores players somam perto de 10%. Mais de 100 mil empresas dividem os 90% restantes — regionais, familiares, sem sistemas. É um cenário ideal para a tese de consolidação em um mercado que movimenta R$ 328 bilhões por ano.

As mudanças provocadas pelo fim da escala 6×1, caso ela seja de fato aprovada no Congresso, tendem a acelerar esse processo de consolidação, segundo especialistas no setor.

chart visualization

O maior negócio do GPS se deu em 2024: a aquisição da GRSA, com R$ 3,3 bilhões em receita bruta e 24 mil funcionários. O negócio demandou o ano de 2025 para integração e readequação das métricas de endividamento. Agora, com isso endereçado, o GPS decidiu retomar as compras.

A meta para 2026 é adquirir empresas que tragam de R$ 1,5 bilhão a R$ 2,5 bilhões em receita bruta — distribuída em várias de pequeno e médio porte. Há dez alvos em fase final de negociação, com receita combinada de R$ 2 bilhões, concentrados em limpeza e segurança.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Resultado da Timemania 2384: 4 bilhetes recebem R$ 53 mil, mesmo após ninguém vencer o grande prêmio

26 de Abril de 2026, 15:30

A Caixa Econômica Federal sorteou as dezenas do concurso 2384 da Timemania na noite deste sábado (25). Como ninguém acertou a combinação principal, o prêmio estimado em R$ 21,5 milhões acumulou. Apesar disso, a modalidade distribuiu prêmios para diversos apostadores nas faixas secundárias.

Confira os detalhes do concurso 2384 da Timemania

Dezenas sorteadas: 14 – 26 – 29 – 47 – 66 – 74 – 79;

Time do Coração: Sport (PE).

Prêmio acumulou de novo

De acordo com os dados do site Loterias Caixa, ninguém acertou a faixa principal do sorteio realizado no último sábado (25). Com isso, o prêmio acumulou e a estimativa para o próximo concurso subiu para R$ 22 milhões.

Distribuição de recompensas da Timemania

Apesar de ninguém ter acertado as sete dezenas sorteadas, a modalidade premiou vários apostadores nas faixas secundárias e no Time do Coração. Confira os detalhes da divisão:

  • 6 acertos: 4 apostas receberam R$ 53.012,93;
  • 5 acertos: 221 apostas receberam R$ 1.370,72;
  • 4 acertos: 3.812 apostas receberam R$ 10,50;
  • 3 acertos: 34.515 apostas receberam R$ 3,50;
  • Time do Coração: 11.194 jogadores ganharam R$ 8,50.

Saiba como funciona a Timemania

Para participar da modalidade, o apostador escolhe 10 números entre os 80 disponíveis e indica um Time do Coração, de acordo com a loja digital da Caixa. Os prêmios são distribuídos para quem acerta de três a sete dezenas ou o clube sorteado no concurso.

Publicidade

Além de premiar os jogadores, parte da arrecadação é destinada aos clubes participantes, conforme a legislação brasileira. Essa medida reforça que esta loteria é uma das modalidades preferidas para os apaixonados pelo futebol brasileiro. Vale destacar que, atualmente, o preço para jogar é de R$ 3,50.

Próximo sorteio da loteria

O concurso seguinte da Timemania, de nª 2385, será realizado na terça-feira (28), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP). Vale ressaltar que as extrações da modalidade ocorrem três vezes por semana, sempre às terças, quintas e sábados, conforme o cronograma oficial da Caixa. As apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) do dia do sorteio.

Colaborou: Kawan Novais.

Resultado da Quina 7010: ninguém leva o grande prêmio, mas apostas recebem R$ 10.183,67

26 de Abril de 2026, 14:24

O prêmio principal da Quina voltou a acumular após o sorteio realizado no último sábado (25). Nenhuma aposta cravou as cinco dezenas da sorte nesta edição, que estava com um valor estimado em R$ 1,3 milhão. Os números foram extraídos pela Caixa Econômica Federal no Espaço da Sorte, na capital paulista, e o evento foi transmitido em tempo real pelo canal oficial da instituição no YouTube.

Números sorteados na Quina 7010

  • 05 – 31 – 32 – 35 – 47.

Detalhes da premiação desta edição

Apesar de ninguém ter levado o prêmio máximo, vários apostadores foram contemplados nas demais categorias da modalidade. Por exemplo, a faixa de quatro acertos foi a que concentrou os maiores valores do concurso 7010, premiando dezenas de apostadores. Confira o resultado completo, segundo a publicação da Caixa:

  • 4 acertos: 31 apostas ganhadoras receberam o prêmio de R$ 10.183,67 cada;
  • 3 acertos: 3.199 bilhetes contemplados ganharam o valor de R$ 93,98 cada;
  • 2 acertos: 70.047 jogos contemplados com R$ 4,29 cada.

Saiba como apostar na Quina

Para participar, o jogador deve escolher de 5 a 15 números entre os 80 disponíveis no volante, conforme o site Loterias Caixa. Além da escolha manual no bilhete, o apostador conta com duas ferramentas que podem facilitar o jogo:

  • Surpresinha: o próprio sistema define os números de forma aleatória;
  • Teimosinha: permite repetir a mesma aposta por vários concursos consecutivos.

Distribuição dos valores premiados

Do total arrecadado na Quina, o prêmio bruto corresponde a 43,79%. Segundo dados da instituição, a distribuição desse montante é organizada entre as categorias de acerto da seguinte forma:

  • 35% para quem acerta 5 números;
  • 15% para os acertadores de 4 números;
  • 10% para quem alcança 3 números;
  • 10% para os acertadores de 2 números.

Jogue com responsabilidade

A Caixa promove o programa ‘Jogo Responsável’ no site das loterias para reforçar que os jogos devem ser, acima de tudo, um meio de entretenimento. Para manter uma relação consciente com as apostas, a organização sugere as seguintes dicas ao jogador:

  • Aposte para se divertir e não como forma de fuga;
  • Evite tentar recuperar as perdas;
  • Nunca utilizar dinheiro emprestado para jogar;
  • Manter amigos e familiares cientes dos hábitos de aposta.

Colaborou: Kawan Novais.

Resultado da Mega-Sena 3000: apostas faturam R$ 64 mil, mesmo sem ganhadores na faixa principal

26 de Abril de 2026, 13:41

A Caixa Econômica Federal sorteou o concurso 3000 da Mega-Sena na noite de sábado (25). Como ninguém acertou as seis dezenas, o prêmio principal acumulou. Por outro lado, diversos apostadores que acertaram cinco números foram recompensados com um prêmio individual de aproximadamente R$ 64 mil.

O sorteio aconteceu no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP), por volta das 21h. Toda a operação foi transmitida ao vivo pelo canal oficial da Caixa no YouTube, permitindo que muitos interessados de todo o país acompanhassem a extração das dezenas em tempo real.

Números sorteados na Mega-Sena 3000

  • 22 – 23 – 36 – 40 – 52 – 60.

Ganhadores na segunda faixa

De acordo com os dados da Caixa, a segunda faixa de premiação contemplou 65 apostas que acertaram cinco das seis dezenas sorteadas. Com esse resultado, cada bilhete premiado recebeu o valor de R$ 64.627,76. Os bilhetes vencedores foram registrados por diversas cidades do Brasil, como Curitiba, no Paraná, Natal, no Rio Grande do Norte, Americana, em São Paulo, e Belo Horizonte, Minas Gerais.

Possibilidades na Mega-Sena

As chances de ganhar na modalidade variam conforme o número de dezenas apostadas. Segundo dados da Caixa, quanto mais números no volante, maior a probabilidade de acerto. Em uma aposta mínima, composta por seis marcações, a chance de cravar a sena é de 1 em 50.063.860. Já para quem faz a aposta máxima de 20 palpites, essa possibilidade sobe para 1 em 1.292.

Publicidade

Nas outras faixas de premiação, as probabilidades também mudam. Com a aposta mínima, a chance de acertar a quina é de 1 em 154.518, enquanto a de fazer a quadra é de 1 em 2.332. Atualmente, o valor do menor jogo desta loteria tem o preço de R$ 6,00, conforme o site Loterias Caixa.

Prazo para saque

Os ganhadores da Mega-Sena têm até 90 dias corridos após o sorteio para retirar o prêmio. Caso o valor não seja sacado dentro desse período, a quantia é repassada completamente ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento Estudantil (FIES), programa de apoio social ao ensino superior.

Colaborou: Kawan Novais.

Resultado da Lotofácil 3670: 624 apostas acertam 14 números e recebem R$ 1.783,53 cada uma

26 de Abril de 2026, 12:26

A Lotofácil teve o sorteio do concurso 3670 realizado no sábado (25), na sede do Espaço da Sorte, em São Paulo (SP). A extração movimentou um valor estimado em R$ 10 milhões e o resultado da modalidade apontou que cinco apostas dividiram o prêmio principal em R$ 1.841.193,63. No entanto, diversos jogadores também foram contemplados com valores menores.

Como de costume, o procedimento começou por volta das 21h, no horário de Brasília. Além disso, o evento contou com transmissão simultânea pelo canal oficial da Caixa no YouTube, permitindo que muitos interessados acompanhassem a revelação dos números em tempo real.

Números sorteados na Lotofácil 3670

01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 10 – 11 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 23 – 24.

Premiação na segunda faixa da loteria

Na segunda faixa de premiação, 624 apostas foram contempladas com R$ 1.783,53 após acertarem 14 dezenas. De acordo com a Caixa, os bilhetes premiados foram registrados em diversas cidades pelo país. Além disso, os ganhadores utilizaram diversas modalidades de apostas, como os bolões e o uso da ‘Teimosinha’, ferramenta que permite utilizar o mesmo bilhete por concursos consecutivos.

Probabilidades do prêmio secundário

Na Lotofácil, as chances de ganhar o prêmio secundário dependem de quantos números o apostador marca no volante, de acordo com a Caixa. Um jogo simples, de 15 dezenas, tem uma probabilidade de 1 em 21.792 de levar o prêmio máximo. Já para quem faz a aposta máxima de 20 números, a chance sobe para 1 em 17.

Como funciona a Lotofácil

O volante da modalidade conta com 25 dezenas e permite que o participante escolha entre 15 e 20 números. Segundo a loja digital da instituição financeira, quanto mais números forem marcados, maior o custo da aposta. Atualmente, o valor de uma aposta simples custa R$ 3,50, enquanto que o maior jogo possível chega ao preço de R$ 54.264,00.

Quando será o próximo sorteio?

A Lotofácil tem sorteios diários, realizados de segunda a sábado, conforme o calendário oficial da Caixa. Com isso, o próximo concurso de nº 3671 acontece nesta segunda-feira (27), por volta das 21h (horário de Brasília). Agora, o prêmio não acumulado está avaliado em R$ 2 milhões.

Publicidade

Colaborou: Kawan Novais.

Some startups are tokenmaxxing. Others tell us it's a 'stupid' trend that will die out.

Hassan Ismail, Brennan Lupyrypa, and Kavitta Ghai are pictured.
Startups take different strategies with token spending, from hard budgets to minimum quotas.

Hassan Ismail; Brennan Lupyrypa; Kavitta Ghai

  • Tokenmaxxing is all the rage in Big Tech. For startups, the trend is opening up debate.
  • Some founders told Business Insider that they spent big on tokens; others used capped subscription plans.
  • One founder called tokenmaxxing "extremely stupid." Another said: "You've got to spend money to make money."

Kavitta Ghai wants her startup's engineers to spend more tokens.

The 29-year-old cofounder of Nectir started setting minimum quotas for Claude Code use. First it was at least $100 in tokens a week, then $200. Now, the expectation is that her engineers each spend a couple thousand in AI tokens a month.

The strategy has been successful, Ghai said. Some of Nectir's senior engineers were previously skeptical of AI coding tools; now, they call it their "army of coders," she said.

But she doesn't think Nectir is "tokenmaxxing," the buzzword du jour for techies racing to spend as much as they can. "We don't really play into the Silicon Valley trends," Ghai said. "We live in our own world, and we're competing against ourselves."

Across Big Tech, engineers are racing to spend as many tokens as possible. A token is a measure of AI compute. The more tokens burned, the more the engineer employs AI tools. Employees at Meta reportedly competed on a token leaderboard before it was taken down.

What of the little guy? Startups are an edge case: relatively tiny teams that want to be on the cutting edge of tech but might not have the same money to spend. Some startup leaders told Business Insider that big token bills helped them succeed. Others scoffed at the idea, preferring to stick to the lower-cost subscriptions.

The startups spending big on tokens

Aron Solberg doesn't want the competition of a token leaderboard — but he does want the mindset behind it.

The 44-year-old cofounder of Risotto sees token spending as a "force multiplier" for a small team. The company uses OpenAI and Anthropic's models, and said it spends $4,000-5,000 per month on tokens. Six months ago, Risotto says he spent one-tenth of that sum.

"It's trending up a lot," Solberg said.

"There's an old adage that rings true," he said, whether it was for hiring new employees or spending liberally on tokens: "You've got to spend money to make money."

Risotto cofounder Aron Solberg is pictured.
Aron Solberg called AI coding a "force multiplier."

Risotto

Quang Hoang is similarly spending big. He wrote in an email that his startup, Vybe, has an "unlimited credit policy" and was thinking about minimum quotas.

Investors are also incentivizing spending — and might foot the bill.

Hoang tells founders he invests in to allocate "at least their salary amount to tokens." (Nvidia CEO Jensen Huang made headlines last month for saying he would be "deeply alarmed" if one of his $500,000 engineers did not consume at least $250,000 of tokens.)

Accelerators like Y Combinator offer free token credits to their participants. "At YC, we let our engineers let it rip," CEO Garry Tan wrote on X. Those credits help some founders to spend big. These founders aren't tokenmaxxers, but do believe that there are productivity benefits.

Traverse cofounder Lance Yan believed in Tan's message: "We usually just let it rip." The 19-year-old said he uses the best models with the maximum effort, not worrying about the costs. Between his Claude Max subscription and the credits that offered by YC, he can spend big without hitting a limit.

He's not a fan of rationing tokens. "That's stupid," he said. "You're just harming your own startup."

26-year-old Boris Skurikhin said that the YC credits helped his startup Docket get off the ground. He's mostly run through them now, except for the models he uses less frequently.

Skurikhin said he noticed a 10x increase in productivity in his own work when he used the tools. "It is expensive to build with tokens," he said, but "not as expensive as having another engineer."

Many of these startups are in the AI game, after all. Nectir's Ghai said that token spending instilled "AI literacy" — something that's especially important, given their product.

"The team itself needs to be the best versed at it first, before we try to go sell it to anyone else," she said.

Docket cofounder Boris Skurikhin is pictured.
Boris Skurikhin credited Y Combinator's free tokens for his productivity gains.

Boris Skurikhin

The startups saying no to tokenmaxxing

Rishabh Sambare wishes he could spend more on tokens.

The 23-year-old cofounder of Gale prefers to build with Zed, an AI IDE similar to Cursor, but can't stomach the company's usage-based pricing. The subscription deals from OpenAI and Anthropic are so deeply subsidized that he uses them instead.

"It sucks, because I hate their products," he said, calling Zed "more polished and less buggy between releases."

Sambare is Gale's only engineer, though the company often has 2-3 interns. He hasn't hit a rate limit, but one of his interns has. They got him a second subscription, he said; it was still far cheaper.

These subscriptions — sending $100 to $200 to Anthropic for its "Max" tiers or $100 to OpenAI for its "Pro" plan in exchange for a stable of discounted tokens — were popular among the founders I spoke to. Hassan Ismail, the 24-year-old founder of Argos Research, said the Claude Max subscription was a "no-brainer," and that all five team members have a $200 a month subscription.

Others were more philosophically opposed to the trend. Weave's Brennan Lupyrypa didn't mince his words: "It's extremely stupid for any company to be tokenmaxxing."

Weave is still spending big on tokens because it doesn't want to "kneecap" its engineers, its 25-year-old founding engineer said. The company set up a notification for when an engineer hit $500 in token spending a month; Lupyrypa said most hit it within two weeks.

But Weave doesn't incentivize the spending itself, which Lupyrypa said was the wrong proxy. He predicted the downfall of tokenmaxxing within the next three months. "CFOs won't be happy," he said.

Still, some tokenmaxxers hold strong. I asked Risotto's Solberg about these token-hesitant founders. He said that they likely hadn't found their product-market fit yet.

"It makes complete sense to spend a lot of money on tokens, because you know that the growth is coming soon after," Solberg said. "If you're a venture-backed business, that's what you signed up for."

Read the original article on Business Insider

XAUUSD | Distribuição e Setup de Venda em 4,791

26 de Abril de 2026, 05:53

XAUUSD | Distribuição e Setup de Venda em 4,791

Gold OANDA:XAUUSD

1. Perspectiva Macroeconômica

O mercado de ouro está atualmente preso entre duas forças opostas:

Lado Altista (impulsionado por notícias):
O otimismo em relação a uma possível paz no Oriente Médio (por meio de esforços diplomáticos no Paquistão) levou a uma queda de 3,50% no petróleo WTI. Isso reduz as preocupações com a inflação e apoia uma recuperação moderada do ouro no curto prazo.

Lado Baixista (dados reais):
O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan caiu para o nível mais baixo desde 1978 (49,8), enquanto as expectativas de inflação de longo prazo continuam subindo. Isso indica um enfraquecimento da economia dos EUA e pode forçar o Fed a manter as taxas de juros elevadas até 2026.

👉 Conclusão Macro:
O atual movimento de alta no ouro parece ser uma reação de curto prazo a notícias geopolíticas. Se as negociações não resultarem em avanços concretos (como já ocorreu anteriormente), isso pode se tornar o “isco” perfeito, atraindo compradores enquanto o Smart Money distribui posições em níveis mais altos.

2. Confluência Técnica (Abordagem SMC)

Combinamos a incerteza macro com a estrutura de mercado no H3 para identificar uma possível zona de reversão:

Zona 4,791 – Onde “notícias encontram liquidez”
Nesse nível, traders de varejo, influenciados por notícias positivas, podem interpretar o movimento como continuação de um breakout.

Lógica SMC:

Distribuição:
Uma sequência de topos descendentes indica que os vendedores estão gradualmente assumindo o controle.
Inducement (indução):
A consolidação em torno de 4,726 cria expectativas altistas. O Smart Money pode empurrar o preço até 4,791 para:
Capturar liquidez do lado comprador (ativar stop loss de vendedores)
Executar grandes ordens de venda
Fase de Markdown (objetivo):
Após a coleta de liquidez, o mercado provavelmente entrará em uma forte tendência de queda em direção a 4,600 – 4,590

3. Plano de Trading

Disciplina é fundamental.

Zona de Interesse (POI): 4,791 (zona premium ideal)
Condições de Entrada:
O preço atinge 4,791 e realiza um liquidity sweep
Aguardar confirmação em timeframes menores (M5/M15):
CHoCH baixista (Change of Character)
Ou forte deslocamento bearish
Entrada:
Apenas após confirmação
Stop Loss (SL):
Acima do topo do sweep (~4,810 – 4,820)
Take Profit (TP):
TP1: 4,633
TP2: 4,598

4. Resumo de Confluência

Fator Macro: Expectativas de paz criam uma armadilha “Buy the News”
Estrutura H3: Topos descendentes → viés baixista
Rendimento US10Y: Leve queda enfraquece o USD temporariamente → empurra o ouro para uma zona ideal de venda
Estratégia: Vender na rejeição de preço em 4,791
⚠️ Aviso de Risco

Se o preço romper e fechar fortemente acima de 4,820 sem sinais de rejeição, este cenário baixista será invalidado.

Nesse caso, o mercado confirma um breakout real, e o viés deve mudar para altista.

Qual é a sua opinião?
Os dados do PIB e a decisão de juros do Fed na próxima semana serão o catalisador para um sweep de liquidez antes de uma queda?

Compartilhe sua visão — vamos analisar juntos.

#XAUUSD #Ouro #SMC #ICT #Forex #TradingView #AnaliseTecnica #SmartMoney

Tem Mega-Sena hoje (25): R$ 100 MILHÕES EM JOGO; saiba o preço para participar do sorteio milionário

25 de Abril de 2026, 11:32

A Mega-Sena sorteia na noite deste sábado (25) o concurso 3000, com um valor que pode transformar um novo apostador em milionário. O prêmio principal está estimado em R$ 100 milhões, quantia que chega acumulada após ninguém acertar as seis dezenas na última extração realizada pela Caixa Econômica Federal.

Onde realizar a aposta

Os interessados em concorrer ao próximo sorteio da Mega-Sena podem registrar os jogos presencialmente, em qualquer casa lotérica credenciada pelo país, ou de forma digital, através do site oficial Loterias Caixa ou do aplicativo disponível para sistemas Android e iOS.

Chances de ganhar o grande prêmio

Segundo dados oficiais da Caixa, a probabilidade de um apostador cravar as 6 dezenas com um jogo simples, com seis marcações, é de uma em 50.063.860. Por outro lado, ao optar pela aposta máxima de 20 números, as chances de vitória passam para uma em 1.292.

Custo para jogar na Mega-Sena

O valor para concorrer na modalidade varia conforme a quantidade de dezenas selecionadas. A aposta mínima custa R$ 6,00, enquanto o maior jogo possível tem o preço de R$ 232.560,00. Vale ressaltar que os preços são tabelados pela Caixa e podem sofrer reajustes a qualquer momento. Confira a tabela com os valores de cada modalidade abaixo, de acordo com a loja digital da instituição:

Marcações no bilhete Valor da aposta
6 R$ 6,00
7 R$ 42,00
8 R$ 168,00
9 R$ 504,00
10 R$ 1.260,00
11 R$ 2.772,00
12 R$ 5.544,00
13 R$ 10.296,00
14 R$ 18.018,00
15 R$ 30.030,00
16 R$ 48.048,00
17 R$ 74.256,00
18 R$ 111.384,00
19 R$ 162.792,00
20 R$ 232.560,00

Saiba como acompanhar o concurso 3000

Os apostadores da Mega-Sena podem acompanhar a extração deste sábado em tempo real por meio do canal oficial da Caixa no YouTube. Logo após o encerramento, a cobertura completa com as dezenas reveladas estará disponível no E-Investidor.

Aposte com responsabilidade

A instituição responsável possui uma plataforma dedicada ao ‘Jogo Responsável’, oferecendo dicas importantes para que as apostas sejam uma forma de entretenimento consciente. Entre as recomendações fundamentais, estão em destaque a orientação de nunca utilizar dinheiro emprestado para jogar e o alerta para não tentar recuperar perdas financeiras com novos jogos.

Colaborou: Kawan Novais.

Publicidade

Resultado da Quina 7009: NÃO HOUVE VENCEDOR! Prêmio acumula e vai a R$ 1,3 milhão

25 de Abril de 2026, 11:05

A Caixa Econômica Federal realizou, na noite da última sexta-feira (24), mais um sorteio da Quina. O evento, que aconteceu no Espaço da Sorte, em São Paulo, contou com transmissão ao vivo pelo YouTube por volta das 21h (horário de Brasília). O concurso 7009 chegou com o prêmio principal acumulado em R$ 600 mil.

Números sorteados no concurso 7009 da Quina

  • 03 – 20 – 23 – 26 – 42.

Esta edição da Quina terminou sem vencedores na principal faixa, segundo os detalhes publicados pela Caixa. O valor máximo acumulou novamente e a estimativa é de R$ 1,3 milhão para a próxima rodada.

Bilhetes premiados em cada faixa

Apesar de o prêmio principal não ter saído, diversas apostas foram contempladas nas faixas secundárias. Confira o resultado completo da gratificação do concurso 7009, conforme divulgado pela instituição responsável no site Loterias Caixa:

  • 5 acertos: não houve vencedores;
  • 4 acertos: 55 apostas premiadas com R$ 4.788,64;
  • 3 acertos: 3.459 ganhadores receberam R$ 72,51 cada;
  • 2 acertos: 67.364  apostas levaram R$ 3,72.

Entenda a divisão da loteria

Com base nas regras da Caixa, o montante destinado aos ganhadores é distribuído entre as quatro categorias de acerto, conforme os valores abaixo:

Quantidade de acertos Porcentagem do valor
5 acertos 35% do prêmio
4 acertos 15% do prêmio
3 acertos 10% do prêmio
2 acertos 10% do prêmio

Atenção ao prazo para resgate de prêmios

O direito ao prêmio é encerrado 90 dias após a realização do sorteio. Se o apostador não resgatar a recompensa dentro desse período, o dinheiro é destinado automaticamente ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES.

O bilhete da Quina

Para concorrer na modalidade, o jogador deve selecionar de 5 a 15 números em um volante com 80 dezenas disponíveis. Além da escolha do próprio jogador, a Caixa oferece ferramentas que facilitam o jogo, como a ‘Surpresinha’, direcionada para quem prefere que o sistema escolha os números de forma aleatória, ou a ‘Teimosinha’, que permite o apostador manter o mesmo jogo por concursos consecutivos.

O preço inicial da aposta é de R$ 3,00, para uma aposta de cinco palpites. Porém, o valor sobe conforme mais dezenas são adicionadas ao bilhete, de acordo com a loja digital da organização.

Colaborou: Kawan Novais.

Publicidade

The 5 best Nicholas Sparks books — and 5 you can skip

25 de Abril de 2026, 10:37
Nicholas Sparks
Nicholas Sparks has written 24 novels.

Rosdiana Ciaravolo/Getty Images

  • Nicholas Sparks is, without a doubt, the king of romance novels.
  • Sparks has released 24 books, and 11 have been adapted into movies.
  • "The Notebook," "Dear John," and "A Walk To Remember" are among his best.

Any romance reader knows Nicholas Sparks isn't just an author — he's practically a genre of his own: the kind that promises sweeping love stories, emotional gut-punches, and at least one moment that will have you staring at the page in disbelief.

The American writer has spent decades dominating bestseller lists with stories that blend heartfelt devotion with inevitable heartbreak.

From "The Notebook" to "A Walk to Remember," his books have become cultural staples, many of which have made the jump from page to screen with massive success.

But are they all unforgettable masterpieces? Not exactly.

Here are five of the best Nicholas Sparks novels and five you can skip. First: his must-read books.

5. 'The Longest Ride'
"The Longest Ride" book cover by Nicholas Sparks.
"The Longest Ride."

Grand Central Publishing

A Nicholas Sparks must-read is "The Longest Ride," which follows two interconnected love stories: Ira Levinson, an elderly man reflecting on his lifelong love for his late wife, Ruth, and Sophia Danko, a college student who falls for Luke Collins, a professional bull rider. As Sophia and Luke navigate their own relationship and the obstacles in their path, Ira's memories unfold alongside theirs, revealing parallels between the two couples.

The New York Times bestseller, released in 2013, deftly weaves these two love stories together, creating a feeling that is deeply personal. The contrast between Ira and Ruth's enduring, decadeslong relationship and Sophia and Luke's more immediate, uncertain romance adds emotional depth and complexity.

The book shows how love can evolve over time through loss and amid difficult choices. There's also something moving about how art, memory, and sacrifice tie everything together, giving the novel a more reflective, lasting impact.

If you love the book as I do, the movie — released in 2015 and starring Clint Eastwood and Britt Robertson — is equally good.

"The Longest Ride" had a modest box-office performance, grossing about $63 million worldwide against a $34 million budget, making it a mild financial success but not a major hit, according to Box Office Mojo.

Plus, who doesn't want to stare at Scott Eastwood in a cowboy hat?

4. 'The Last Song'
Liam Hemsworth and Miley Cyrus on the book cover for "The Last Song."
"The Last Song."

Grand Central Publishing

"The Last Song" is another Nicholas Sparks classic that balances romance with a deeper, more emotional story about family, forgiveness, and growing up.

The New York Times bestseller, released in 2009, follows Ronnie Miller, a rebellious teenager sent to spend the summer with her estranged father in a small beach town. Initially resistant, Ronnie slowly begins to reconnect with him through their shared love of music while also forming a relationship with a local boy, Will. As the summer unfolds, secrets are revealed, and relationships deepen, leading Ronnie to confront difficult truths about love, family, and loss.

Ronnie's journey feels especially real — she's not instantly likable, but watching her slowly open up, reconnect with her father, and find love makes the story more meaningful. It's not just about the relationship; it's about healing and second chances, giving it a different kind of emotional weight than a typical romance. The mix of love, music, and loss made it a story that really stayed with me.

The movie, released in 2010, stands out because it brings the story's emotion to life, with Miley Cyrus and Liam Hemsworth. Their on-screen chemistry feels genuine, especially given their real-life relationship that followed (but eventually ended).

"The Last Song" was a box-office success, earning about $89 million worldwide against a $20 million budget, driven largely by strong domestic performance, per Box Office Mojo data.

3. 'Dear John'
"Dear John" book cover by Nicholas Sparks
"Dear John."

Grand Central Publishing

"Dear John" is another of my favorites by Sparks because it captures that specific kind of love that feels intense, real, and a little bit out of reach. The New York Times bestseller was released in 2006.

The story follows John Tyree, a soldier on leave, who falls in love with Savannah Curtis, a college student, during a brief summer together. As John returns to the Army, the two maintain their relationship through letters, navigating the challenges of distance and changing life circumstances.

Over time, their love is tested by duty, personal growth, and unexpected choices, turning their story into a bittersweet exploration of what it means to love someone even when life pulls you in different directions.

This feels like a realistic story: John and Savannah's relationship is affected by distance, timing, and real-life responsibilities.

There's something especially emotional about the way their connection unfolds through letters, giving their love story a sense of intimacy and longing. It's not a perfect or easy romance, and that's part of why it resonates — it shows how love can be powerful even when it doesn't work out the way you hope.

The "Dear John" movie keeps the book's emotional heart, while making the romance feel more like Channing Tatum and Amanda Seyfried brought the characters to life. Seeing their story play out in the 2010 film adds another layer to the longing and heartbreak, making the film hit just as hard as the novel.

The "Dear John" movie earned about $115 million worldwide against a $25 million budget, per Box Office Mojo, driven by a strong opening weekend despite mixed reviews.

2. 'A Walk To Remember'
"A Walk to Remember" by Nicholas Sparks.
"A Walk to Remember."

Grand Central Publishing

"A Walk to Remember" is another Sparks staple, released in 1999. It tells a simple, heartfelt story that somehow hits incredibly hard.

The New York Times bestseller follows Landon Carter, a popular but aimless high school senior, whose life takes an unexpected turn when he's forced to participate in a school play and ends up spending time with Jamie Sullivan, the quiet, deeply religious daughter of the town's minister.

As their relationship grows, Landon begins to see the world and himself differently through Jamie's kindness, faith, and unwavering sense of purpose.

What starts as an unlikely connection develops into a profound love story, ultimately revealing deeper truths about compassion, sacrifice, and the lasting impact one person can have on another.

It doesn't rely on grand twists — it's the emotional buildup and inevitability of the ending that really stayed with me. It's one of those books that feels tender and honest, and it lingers long after you finish.

Not only is the book one to remember, but so is the film, which was released in 2002.

Mandy Moore and Shane West bring Jamie and Landon to life in a way that highlights their growth and chemistry, making their relationship feel authentic. These roles couldn't have been cast better.

According to Box Office Mojo, "A Walk to Remember" earned about $47.5 million worldwide against a $11.8 million budget.

If you haven't read the book or seen the movie, I'd highly recommend it. Don't forget the tissues.

1. 'The Notebook'
Book cover of Nicholas Sparks' "The Notebook."
"The Notebook."

Grand Central Publishing

"The Notebook" is, hands down, my favorite Nicholas Sparks book. Who doesn't love Noah and Allie's love story?

"The Notebook" was released in 1996. The two young lovers from very different backgrounds fall deeply in love one summer in North Carolina. When life pulls them apart, years pass, and they build separate lives, but their connection never fully fades.

The New York Times bestseller is framed by an older Noah reading their story to Allie in a nursing home, a level of devotion hard to top, turning the novel into something not just about falling in love, but about choosing it again and again.

The love between Noah and Allie feels both idealized and grounded, spanning years, obstacles, and, ultimately, memory loss, making it more powerful than a typical love story. I really admired Noah's strength and patience.

The movie adaptation of "The Notebook" is one of those rare cases where the film is just as good as the book.

It captures the same sweeping romance and emotional depth, while adding a layer of intensity through Ryan Gosling and Rachel McAdams' unforgettable chemistry.

Iconic moments like the rain-soaked reunion bring the story to life in a way that feels just as powerful as it does on the page.

The movie, which earned about $118 million worldwide against a $29 million budget, doesn't just complement the novel — it stands right alongside it.

Here's the first book you can skip: 'Nights in Rodanthe.'
"Nights in Rodanthe" book cover by Nicolas Sparks.
"Nights in Rodanthe."

Grand Central Publishing

In my opinion, "Nights in Rodanthe" is worth skipping because it feels less emotionally developed than Sparks's stronger novels.

I know some Sparks fans love this one, but "Nights in Rodanthe" didn't fully hold my attention. The New York Times bestseller felt a bit thin, with a romance that unfolds too quickly to feel deeply immersive or memorable.

The book "Nights in Rodanthe " was published in 2002, and a film adaptation was released in 2008, starring Richard Gere and Diane Lane.

Adrienne and Paul's relationship never quite reaches the emotional depth of Sparks' more layered love stories, which made it harder for me to fully invest in their connection. While the novel includes his signature themes of longing and heartbreak, I think it ultimately lacks the lasting impact that defines his best work.

'Dreamland'
"Dreamland" book cover by Nicholas Sparks.
"Dreamland."

Random House

"Dreamland," one of Sparks' more recent novels and a New York Times bestseller released in 2022, follows two intertwining storylines — a man navigating a complicated relationship and a single father trying to protect his young son — as it explores themes of love, risk, and second chances.

To me, "Dreamland" felt more scattered than cohesive, juggling multiple storylines without fully developing any of them. While it touches on heavier themes, the emotional payoff didn't land as well for me as in Sparks' best novels, which made it hard for me to stay invested.

Compared to his more focused, deeply romantic stories, this one feels less memorable and a bit uneven overall.

'The Wish'
"The Wish" book cover by Nicholas Sparks.
"The Wish."

Grand Central Publishing

"The Wish," which came out in 2021, follows Maggie Dawes, a successful photographer, as she reflects on a life-changing teenage romance and the choices that shaped her future, moving between her past and present to explore love, loss, and second chances.

Yes, the New York Times bestseller has the elements of romance and reflection you'd expect, but the story can feel predictable, and the emotional moments didn't hit me as hard as in his stronger novels.

In my opinion, compared to his best work, it lacks that lasting impact that really stays with you.

'Counting Miracles'
"Counting Miracles" book cover by Nicholas Sparks.
"Counting Miracles."

Random House

The next Nicholas Sparks book I'd skip is one of his newer books that came out in 2024, "Counting Miracles."

The New York Times bestseller follows a group of characters whose lives intersect as they grapple with love, loss, and the idea of fate, ultimately exploring how small, unexpected moments can shape a life.

I felt like "Counting Miracles" tried a little too hard to be emotional, without the depth that makes Sparks' best books stand out. Rather than being moving and uplifting, the story and characters felt pretty predictable, which made it harder for me to stay interested or really connect with it.

It just wasn't my favorite, to be honest.

'The Return'
"The Return" book cover by Nicholas Sparks.
"The Return."

Grand Central Publishing

My final skip goes to "The Return," released in 2020. The book follows Trevor Benson, a wounded Army doctor who returns home to North Carolina after his grandfather's death.

While adjusting to a quieter life, he becomes involved with a local sheriff's deputy, Natalie, and forms an unexpected bond with a young girl named Callie, who may hold answers about his grandfather's past. As Trevor navigates love and unanswered questions, the story explores themes of healing, trust, and second chances.

The New York Times bestseller feels less emotionally gripping and more predictable than Nicholas Sparks' strongest novels. While it has all the familiar elements — romance, mystery, and personal growth — it doesn't quite come together in a way that feels fresh or especially memorable, which made it hard for me to stay fully invested.

Ultimately, this story didn't give me the chills like "The Notebook" or "A Walk To Remember" did.

Read the original article on Business Insider

Reação do governo Lula atingiu 2 policiais dos EUA; entenda crise diplomática

25 de Abril de 2026, 10:16

A reação do governo Lula à expulsão do delegado da Polícia Federal (PF) Marcelo Ivo de Carvalho do território americano acabou atingindo dois funcionários do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos. Ambos atuavam no Brasil.

O governo brasileiro expulsou do País o adido civil Michael William Myers. Ele atuava na área de segurança e havia sido credenciado por meio da embaixada americana desde setembro de 2024, em Brasília. Além disso, a PF barrou temporariamente um segundo agente policial, cuja identidade não foi revelada.

As medidas, somadas, significariam uma escalada diplomática na crise e poderiam ser vistas em Washington como uma retaliação além da “reciprocidade” pregada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso, geraram apreensão no Itamaraty.

O Ministério das Relações Exteriores defendeu que o governo Lula deveria responder à decisão americana com recriprocidade “na forma e no conteúdo”. Com dois punidos, porém, o lado brasileiro agravaria o caso.

Com a expulsão oficializada, a Polícia Federal, então, decidiu recuar e restituir as credenciais de um agente policial americano, antes suspensas. A decisão da PF era administrativa e portanto, passível de revisão, como ocorreu.

“São duas coisas. Eu cortei temporariamente o acesso de um funcionário dos EUA à PF, até o MRE definir qual medida adotaria”, disse o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues. “A segunda situação foi a determinação que Michael saia do Brasil, o que ocorreu hoje.”

Na prática, a suspensão de credenciais significava a barrar o acesso dele à sede da PF e sistemas da corporação, algo que ocorreu com Marcelo Ivo em Miami, onde desempenhava a função de oficial de ligação junto ao ICE, a polícia de imigração dos EUA.

O governo Donald Trump determinou que ele fosse expulso do país, embora estivesse prestes a ser substituído pela delegada Tatiana Alves Torres, nomeada em março.

Lotado em Miami, Flórida, Marcelo Ivo foi acusado pelo Departamento de Estado de tentar “manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos”.

O comunicado do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental, publicado no X e republicado pela Embaixada dos EUA, falava que, naquela data, “pedimos que o funcionário brasileiro envolvido deixe o nosso país”.

O delegado Marcelo Ivo atuava em cooperação policial e forneceu informações ao ICE sobre o ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) também delegado de carreira da PF.

Ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Jair Bolsonaro, Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na trama golpista, escapou para a Flórida com passaporte diplomático – que foi cancelado posteriormente – e era considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi preso por causa do seu status migratório. Ele relatou, ao ser solto depois de dois dias detido, que entrou no país com visto válido e solicitou asilo político.

O Departamento de Estado comunicou publicamente a expulsão por meio de um tuíte na segunda-feira, dia 20, enquanto as principais autoridades do governo Lula, inclusive o presidente, estavam em viagem na Europa.

O tom e o teor da publicação, além da celebração de bolsonaristas radicados nos EUA, levaram integrantes do governo Lula a uma leitura de que o assunto fora politizado, após apelos de oposicionistas junto a uma ala do Departamento de Estado hostil a Lula.

A reação brasileira começou a ser decidida na terça-feira, dia 21. Na Alemanha, o presidente Lula, o chanceler Mauro Vieira e o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, discutiram o caso e deram entrevistas, manifestando “surpresa” e citando a “reciprocidade”.

A suspensão das credenciais de um agente americano, cuja identidade não foi revelada, ocorreu primeiro, segundo integrantes da PF. Ele continua no País, no entanto.

Em paralelo, autoridades diplomáticas conduziam, por determinação vinda da Europa, a crise para a aplicação de reciprocidade imediata, com o aval do presidente.

Na tarde de terça-feira, 21, o diretor do Departamento de América do Norte do Itamaraty, Cristiano Figueroa, convocou em Brasília para uma queixa a ministra-conselheira da Embaixada americana no Brasil, Kimberly Kelly. Na conversa, ela deixou claro que Marcelo Ivo de Carvalho de fato havia sido expulso dos EUA. E na mesma oportunidade foi avisada que o governo Lula então responderia na mesma moeda.

Figueroa reclamou do tratamento sumário e do desrespeito ao acordo entre os países para troca de oficiais de ligação, um memorando de entendimento que previa conversas entre as partes.

O Itamaraty, porém, decidiu aguardar 24 horas para comunicar a decisão publicamente, um gesto para expor diferença no tratamento e a boa praxe diplomática em relação à condução dos americanos.

O MRE também usou uma publicação no X, divulgada na tarde do dia 22, quarta-feira, para comunicar a expulsão de um representante do governo americano (Michael Myers), após a informação verbal à embaixada. E pediu a saída imediata do país, o que ocorreu com Marcelo Ivo.

Ainda não está claro quais serão todas as consequências da crise e se o acordo de cooperação terá ou não continuidade. O governo brasileiro, por meio de manifestações públicas de Lula e de Andrei Rodrigues, disse que as partes precisam conversar e que esperam que a cooperação prossiga.

The post Reação do governo Lula atingiu 2 policiais dos EUA; entenda crise diplomática appeared first on InfoMoney.

Resultado da Lotofácil 3669: NINGUÉM CRAVOU AS 15 DEZENAS! Prêmio acumulou para R$ 10 milhões

25 de Abril de 2026, 09:52

O concurso 3669 da Lotofácil terminou sem vencedores na faixa principal. O sorteio realizado pela Caixa Econômica Federal na noite de sexta-feira (24) tinha um prêmio de R$ 2 milhões, mas o valor acumulou após nenhuma aposta cravar as 15 dezenas extraídas.

Números sorteados no concurso 3669 da Lotofácil

  • 02 – 03 – 04 – 05 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 17 – 22 – 23 – 24.

Vencedores nas faixas secundárias

Apesar de o grande prêmio ter acumulado, diversos apostadores garantiram valores nas faixas secundárias. De acordo com os detalhes divulgados pela Caixa, assim foi a distribuição de recompensas do concurso 3669:

  • 14 acertos: 227 apostas premiadas com R$ 1.760,21;
  • 13 acertos: 7.061 ganhadores, recebendo R$ 35,00 cada;
  • 12 acertos: 8.7461 apostas levaram R$ 14,00;
  • 11 acertos: 48.3871 ganhadores receberam R$ 7,00.

Grande prêmio acumulado para o próximo sorteio

Com o prêmio principal acumulado, o valor para o próximo concurso da Lotofácil está estimado em R$ 10 milhões. As apostas já podem ser registradas em qualquer casa lotérica credenciada ou por meio do canal digital da Caixa.

As extrações da modalidade acontecem seis vezes por semana, de segunda-feira a sábado, exceto em feriados nacionais. Seguindo o cronograma oficial da instituição responsável, o próximo sorteio da loteria será realizado neste sábado (25), pelo concurso 3670, com transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube.

Quais são as chances de ganhar a recompensa principal?

A probabilidade de cravar os 15 números da Lotofácil depende da quantidade de dezenas marcadas no volante, segundo dados da Caixa. Enquanto uma aposta simples, composta por 15 escolhas, oferece 1 chance em 3.268.760, o jogo máximo, com 20 números, tem a probabilidade de 1 em 211. Vale destacar que o preço da aposta aumenta proporcionalmente ao volume de dezenas selecionadas no bilhete.

Saiba como jogar na Lotofácil

Para jogar na Lotofácil, o jogador deve escolher de 15 a 20 números entre os 25 disponíveis no volante. Os jogos podem ser registrados presencialmente em qualquer casa lotérica do país. É importante lembrar que, conforme a legislação brasileira, a participação em apostas e jogos de loterias é proibida para menores de 18 anos.

Colaborou: Kawan Novais.

Publicidade

TAP amplia voos no Brasil e lança rota inédita para a Europa no verão

25 de Abril de 2026, 09:30
Avião da TAP

Quem já está planejando as férias de inverno e vai para o exterior, poderá contar com uma novidade este ano. A TAP Air Portugal vai ampliar a oferta de voos entre o Brasil e a Europa no verão europeu, período de maior demanda por viagens ao continente. A companhia passará a operar 99 frequências semanais, três a mais do que no ano passado, com conexões concentradas em seus hubs de Lisboa e Porto.

O reforço vem acompanhado de uma distribuição mais ampla da malha no Brasil. São Paulo segue como principal porta de saída, com cerca de 21 voos semanais, seguido por Rio de Janeiro (11) e Recife (12). Também aparecem na programação Fortaleza (7), Salvador (6), Brasília e Belo Horizonte (7 cada), além de operações em Belém, Manaus e Natal.

No Sul, a companhia aposta em expansão. A novidade é a estreia da rota Curitiba-Europa a partir de 2 de julho, enquanto Florianópolis e Porto Alegre passam a contar com quatro voos semanais cada. Há ainda ligações diretas de Porto para São Paulo e Rio de Janeiro, ampliando as alternativas além de Lisboa.

Na prática, o aumento de frequências melhora a flexibilidade de horários e amplia o acesso a mais de 50 destinos europeus conectados pela companhia. A estratégia reforça a presença da TAP no mercado brasileiro, um dos principais para a empresa.

The post TAP amplia voos no Brasil e lança rota inédita para a Europa no verão appeared first on InfoMoney.

Warren Buffett devia só US$ 7 em impostos aos 14 anos — veja sua 1ª declaração

25 de Abril de 2026, 07:45

Warren Buffett, que hoje tem um patrimônio avaliado em US$ 143 bilhões e já foi o homem mais rico do mundo, já ganhou meros centavos como entregador de jornais na adolescência.

O “Oráculo de Omaha” apresentou sua primeira declaração de imposto de renda em 1944, quando tinha apenas 14 anos, por seus ganhos entregando jornais em Washington, D.C.. Ele devia apenas US$ 7 em impostos federais, de acordo com a declaração de duas páginas que compartilhou com o PBS NewsHour, em 2017. Veja a declaração original de imposto de 1944 de Warren Buffett via PBS NewsHour.

Naquele ano, ele ganhou US$ 592,50, pouco acima do limite exigido na época para declarar renda bruta de US$ 500 ou mais. Hoje, seus ganhos seriam equivalentes a US$ 11.244,32, e seus impostos seriam de US$ 132,84, segundo dados de inflação do CPI (Índice de Preços ao Consumidor dos EUA).

Publicidade

Isso está muito distante dos US$ 26,8 bilhões que Buffett disse que sua empresa, a Berkshire Hathaway, pagou em impostos em 2024, de acordo com sua carta anual aos acionistas. Foi o maior pagamento já feito ao governo dos EUA até então.

Mas Buffett nunca pagou seus impostos com ressentimento. Pelo contrário, há muito tempo ele argumenta que não paga impostos suficientes. Antes de Buffett assumir o controle da empresa em 1965, ele disse que a Berkshire “não pagava um centavo de imposto de renda”, o que chamou de “um constrangimento”.

“Esse tipo de comportamento econômico pode ser compreensível para startups glamorosas, mas é um sinal amarelo piscante quando acontece em um respeitável pilar da indústria americana”, escreveu Buffett na carta aos acionistas.

Warren Buffett começou como entregador de jornais

Buffett nasceu em 30 de agosto de 1930, em Omaha, único filho homem de Howard e Leila Buffett (ele tem duas irmãs). Seu pai, Howard Buffett, era corretor de ações e posteriormente serviu por quatro mandatos como congressista dos EUA, sendo uma influência inicial no fascínio de Warren por negócios e mercados. Quando Howard foi eleito para o Congresso, a família se mudou para Washington, D.C., onde o jovem Warren encontrou trabalho entregando jornais.

Buffett entregava edições matutinas e vespertinas do The Washington Post e do extinto Washington Times-Herald, trabalhando em uma rota que passava pelas casas de seis senadores e um juiz da Suprema Corte, contou ele à PBS.

Em 1944, ele ganhou US$ 364 com essa rota. Buffett, que começou a investir aos 11 anos, também ganhou US$ 228 em juros e dividendos naquele ano, após comprar três ações preferenciais da Cities Service. Isso elevou sua renda total naquele ano para US$ 592,50.

Publicidade

De acordo com as regras do IRS na época, qualquer cidadão dos EUA, incluindo menores de idade, que ganhasse US$ 500 ou mais era obrigado a declarar, e ele pagou apenas US$ 7 em impostos.

As deduções fiscais de um Buffett de 14 anos

Como qualquer adulto faria, Buffett garantiu deduzir suas despesas comerciais naquele ano em sua declaração de imposto. Ele anexou uma nota manuscrita documentando duas despesas: US$ 10 para conserto de relógio e US$ 35 para custos diversos com bicicleta. Buffett usava ambos religiosamente em sua rota matinal de entrega de jornais.

Ao deduzir esses custos, ele reduziu sua renda tributável como qualquer empreendedor experiente ou trabalhador de “bicos” faria — mas ele tinha apenas 14 anos.

“Eu paguei imposto de renda federal todos os anos desde 1944”, disse Buffett em uma declaração de 2016 respondendo a questionamentos sobre seu histórico fiscal. “Embora, sendo um iniciante lento, eu devesse apenas US$ 7 em impostos naquele ano.”

De entregador de jornais a bilionário

A rota de jornais foi apenas um dos primeiros empreendimentos de Buffett.Aos 15 anos, ele já havia ganho US$ 2.000 com entregas e usou US$ 1.200 para comprar uma fazenda em seu estado natal, Nebraska, de acordo com sua biografia de 2008, The Snowball, de Alice Schroeder. Buffett também teria um acordo de divisão de lucros com o agricultor.

Ele e um amigo mais tarde compraram uma máquina de pinball usada por US$ 25, colocaram-na em uma barbearia e, em poucos meses, tinham máquinas operando em três locais em Washington, D.C. Eles venderam a operação por US$ 1.200.

“[Eu] construí um pequeno império com isso”, disse ele a Bill Gates durante uma visita a uma loja de doces em Omaha, na reunião anual de acionistas da Berkshire Hathaway em 2018.

Publicidade

Quando se formou na faculdade, Buffett havia acumulado US$ 9.800 em economias. Ele estudou com o lendário investidor de valor Benjamin Graham na Columbia Business School, lançou sua própria parceria de investimentos em 1956 e assumiu o controle de uma fabricante têxtil em dificuldades, a Berkshire Hathaway, em meados dos anos 1960 — transformando-a em uma das empresas mais valiosas do mundo. Buffett se aposentou como CEO da Berkshire Hathaway no final de 2025, mas ainda possui uma fortuna de US$ 143 bilhões.

O garoto que pagou US$ 7 cresceu dizendo que não pagava o suficiente

A trajetória da relação de Buffett com o fisco é, segundo ele próprio, peculiar. O homem que documentava meticulosamente seus consertos de bicicleta aos 14 anos tornou-se, décadas depois, uma das vozes mais proeminentes a argumentar que pessoas como ele são pouco tributadas.

Ele já destacou que paga uma taxa efetiva de imposto menor do que sua secretária de longa data, Debbie Bosanek.

“Debbie trabalha tão duro quanto eu e paga o dobro da taxa que eu pago”, disse ele à ABC News em 2012. “Acho isso ultrajante.”

O contraste ficou tão conhecido que o então presidente Barack Obama propôs o que ficou conhecido como “Buffett Rule”, que exigiria que indivíduos que ganham mais de US$ 1 milhão por ano pagassem pelo menos 30% de sua renda em impostos. O projeto foi bloqueado por uma obstrução republicana em 2012.

Buffett continuou defendendo essa ideia publicamente. Na reunião anual de acionistas da Berkshire Hathaway de 2024, ele previu que impostos mais altos eram “bastante prováveis”, citando a política fiscal, e criticou outras empresas por examinarem constantemente o código tributário em busca das menores brechas.

“Eles podem decidir que, em algum momento, não querem que o déficit fiscal seja tão grande, porque isso tem consequências importantes”, disse Buffett em 2024. “E podem não querer reduzir muito os gastos, e podem decidir que vão pegar uma parcela maior do que ganhamos, e nós vamos pagar.”

Esta história foi originalmente apresentada em Fortune.com e foi traduzido com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA. 

NFL no Rio: Baltimore Ravens será o rival do Dallas Cowboys no Maracanã

24 de Abril de 2026, 21:16

A NFL confirmou nesta sexta-feira (24) o confronto que será realizado no Brasil na temporada de 2026. O duelo entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens está previsto para acontecer em 27 de setembro, às 17h25 (horário de Brasília), no Rio de Janeiro, com o Maracanã como palco da partida.

A escolha das equipes coloca frente a frente uma das marcas mais valiosas do esporte mundial e um time altamente competitivo nos últimos anos.

Os Cowboys são considerados a franquia mais valiosa do planeta, enquanto os Ravens chegam com protagonismo esportivo, liderados pelo quarterback Lamar Jackson, eleito duas vezes o jogador mais valioso (MVP) da NFL.

Jogo inédito no Rio

A edição de 2026 será a primeira da NFL no Rio de Janeiro. Nos anos anteriores, os jogos realizados no Brasil aconteceram em São Paulo, na Neo Química Arena (antiga Arena Corinthians). Em 2024, o confronto foi entre Philadelphia Eagles e Green Bay Packers. Em 2025, Los Angeles Chargers e Kansas City Chiefs protagonizaram a partida.

A mudança de cidade amplia a estratégia da liga de consolidar o mercado brasileiro como destino recorrente para jogos internacionais. A escolha do Maracanã também indica uma aposta em estádios de maior capacidade para atender à demanda crescente por ingressos.

A realização de jogos fora dos Estados Unidos faz parte do plano da NFL de ampliar sua base global de fãs e receitas. O Brasil entrou nesse circuito recentemente e já aparece como mercado prioritário, com sucessivas edições confirmadas.

“Investidora oficial”

Como acontece desde o primeiro jogo da NFL no Brasil, a XP será patrocinadora do duelo no Maracanã. A companhia mantém uma relação próxima com a liga desde 2023, quando fechou parceria exclusiva com a NFL no mercado financeiro brasileiro e se tornou a principal patrocinadora do NFL São Paulo Game.

O jogo realizado em 6 de setembro de 2024, na Neo Química Arena, marcou a estreia de uma partida de temporada regular da liga no país, movimentou cerca de R$ 340 milhões e ajudou a aproximar a NFL de uma base estimada em mais de 35 milhões de fãs no Brasil.

Além dos jogos, a empresa também patrocina o NFL in Brasa, evento realizado na ARCA, em São Paulo, com shows, ativações de futebol americano — como desafios de field goal, quarterback e flag football — e transmissão oficial do Super Bowl, reunindo milhares de torcedores em experiências pensadas para o público brasileiro.

The post NFL no Rio: Baltimore Ravens será o rival do Dallas Cowboys no Maracanã appeared first on InfoMoney.

Extensão do cessar-fogo e disputa em Ormuz: o que marcou a semana na guerra no Irã

24 de Abril de 2026, 19:30

O conflito no Oriente Médio que envolve diretamente Irã, Estados Unidos, Israel e Líbano completou oito semanas nesta sexta-feira (24) e ainda não dá sinais claros de estar perto do fim.

A semana foi marcada sobretudo pela extensão do cessar-fogo nas duas frentes de batalha — nos ataques que envolvem o Irã e no confronto entre Israel e Líbano. Na terça-feira (21), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a prorrogação da trégua com o Irã até que uma nova proposta seja apresentada pelas autoridades iranianas e as discussões sejam concluídas.

A medida foi recebida com ceticismo em Teerã. O assessor do presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, Mohammad Baqer Qalibaf, classificou o anúncio como uma “manobra para ganhar tempo”. Um vídeo produzido por inteligência artificial também ironizou a trégua.

Já na quinta-feira (23), Trump anunciou a decisão de estender o cessar-fogo entre Israel e Líbano após uma reunião de representantes dos dois países na Casa Branca.

Mesmo assim, os ataques nunca cessaram completamente. Nesta semana, por exemplo, Israel interceptou mísseis iranianos lançados contra Tel Aviv ao mesmo tempo em que atacou infraestruturas iranianas.

O país também segue mirando e invadindo áreas no sul do Líbano. O país árabe chegou a acusar Israel de crime de guerra após bombardeios matarem uma jornalista libanesa.

Com isso, a extensão do cessar-fogo foi considerada “sem sentido” pelo Hezbollah, segundo declarou o parlamentar Ali Fayyad, representante do grupo.

Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz segue no centro do conflito, e as hostilidades continuam na passagem. Ao longo da semana, o Irã intensificou o controle na região e apreendeu e atacou navios estrangeiros.

Por outro lado, os Estados Unidos afirmam que não encerrarão o bloqueio naval enquanto a guerra não terminar. O país também apreendeu petroleiros iranianos que tentaram cruzar o estreito.

Sanções econômicas

Ao longo da semana, Washington também impôs novas sanções econômicas relacionadas ao Irã. Na terça-feira (21), anunciou embargos a indivíduos e empresas ligados ao comércio e a viagens aéreas.

Já nesta sexta, os EUA divulgaram novas sanções que incluem o congelamento de US$ 344 milhões em criptomoedas.

Possibilidade de acordo

Diante do quadro, a percepção ao longo da semana é de que a possibilidade de um acordo de paz entre Irã e Estados Unidos foi se distanciando. “Não me apresse”, disse Donald Trump na quinta-feira (23), ao ser questionado por jornalistas sobre o tema.

Da mesma forma, o Irã afirma não ter pressa para fechar um acordo e sustenta que seu regime está totalmente estável, segundo autoridades ouvidas pela rede de TV americana NBC News.

Ainda assim, nesta sexta-feira (24) um novo movimento dos dois países reacendeu esperanças de um possível fim da guerra: a CNN noticiou que o enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, serão novamente enviados ao Paquistão para conversas. Do outro lado, o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, também irá ao país mediador para tratar do conflito.

Números da guerra

  • Mais de 50 mil residências foram destruídas ou danificadas no Líbano desde o início da guerra;
  • O país contabiliza ao menos 2.294 mortes;
  • No Irã, ao menos 3.375 pessoas morreram;
  • Os EUA já gastaram entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões na guerra, o equivalente a pouco menos de US$ 1 bilhão por dia, segundo estimativas de grupos independentes.

The post Extensão do cessar-fogo e disputa em Ormuz: o que marcou a semana na guerra no Irã appeared first on InfoMoney.

Motta cria comissão sobre fim da 6×1: veja cotados para presidência e relatoria

24 de Abril de 2026, 18:31

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinou nesta sexta-feira a criação da comissão especial que irá analisar o mérito da proposta de emenda à Constituição (PEC) que trata do fim da escala 6×1. A instalação do colegiado, conforme já afirmado pelo próprio Motta, deve ocorrer na próxima semana.

A criação da comissão especial marca o avanço da principal proposta em discussão no Congresso sobre a redução da jornada de trabalho em um momento em que a paternidade da mudança está em disputa, especialmente depois do envio pelo Executivo de um projeto de lei sobre o mesmo tema.

A definição do relator e do presidente da comissão ainda está em aberto e deve ser fechada após negociações entre lideranças partidárias. Nos bastidores, parlamentares avaliam que há tendência de manutenção do atual relator da admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o deputado Paulo Azi (União Brasil-BA).

Na quinta-feira, Motta também fez referência ao nome do deputado e presidente do Solidariedade, Paulinho da Força (SP), como alguém que estaria cotado a assumir a relatoria da matéria, dada a sua familiaridade com o tema e atuação no meio sindical. O martelo, contudo, ainda não foi batido.

A comissão especial será responsável por discutir o conteúdo da proposta antes de seu envio ao plenário, o que, pela expectativa de Motta, deve ocorrer até o final de maio, apesar de haver divergência entre deputados sobre a capacidade da Casa analisar com tanta rapidez uma matéria complexa como o fim da escala 6×1.

Diferentemente da CCJ, que analisou apenas a constitucionalidade do texto, o novo colegiado deverá se debruçar sobre pontos sensíveis da medida, como o modelo de jornada a ser adotado, possíveis regras de transição e mecanismos para mitigar impactos sobre o setor produtivo.

A PEC reúne diferentes iniciativas que tratam da reorganização da jornada de trabalho, incluindo propostas que preveem a redução gradual da carga semanal e a adoção de novos formatos de escala. Entre as alternativas em debate estão modelos como a jornada de 40 horas semanais e a escala 5×2, que vêm ganhando força nas discussões e é apoiado pelo governo Lula (PT).

A tramitação ocorre em meio a um impasse com a gestão petista, que enviou ao Congresso um projeto de lei com pedido de urgência para tratar do tema. Devido à urgência, a Câmara teria até 45 dias para analisar o PL antes que travasse a pauta. Apesar disso, a PEC tem se consolidado como o principal caminho na Câmara, com apoio mais amplo entre os parlamentares.

Com a instalação da comissão especial, a expectativa é de intensificação do debate nas próximas semanas, com a realização de audiências públicas e a participação de representantes do governo, trabalhadores e setor empresarial.

Fecomércio RJ aponta ‘açodamento’

A proposta de acabar com a escala de seis dias de trabalho e um de folga, com limite de 44 horas semanais, enfrenta resistências em setores empresariais, principalmente dos setores de comércio e serviços, que são intensivos em mão de obra.

Hoje, a Fecomércio RJ divulgou uma nota em que critica o que chama de “condução açodada do debate acerca do fim da escala 6×1 no Congresso Nacional, sem a devida ponderação técnica sobre seus relevantes desdobramentos econômicos, jurídicos e sociais”.

A entidade argumenta que o tema exige “análise qualificada, lastreada em dados” e menciona estudos da FGV que indicariam alta de 17,2% no custo médio do trabalho com a redução de jornada salarial sem redução de trabalho, o que demandaria a necessidade de “reestruturação operacional” das empresas.

O texto também argumenta que há também uma questão constitucional a ser examinada. A Fecomércio RJ considera que a Constituição já autoriza flexibilização da jornada de trabalho a partir de acordos coletivos entre empregado e empresas, o que já reduziu a jornada média no país para 39 horas.

“Significa que a redução da jornada não apenas é possível, como já é uma realidade, construída de forma gradual, negociada e compatível com as especificidades de cada setor econômico”, diz nota. “Não se trata de negar avanços. Trata-se de afirmar que eles devem ocorrer no ambiente adequado: a negociação coletiva. A discussão sobre jornada deve avançar, mas sem açodamento.”

The post Motta cria comissão sobre fim da 6×1: veja cotados para presidência e relatoria appeared first on InfoMoney.

What we know about the secret White House bunker — and the 'massive' military complex beneath Trump's new ballroom

24 de Abril de 2026, 12:52
The Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.
Inside the Presidential Emergency Operations Center.

The White House/Getty Images

  • The Presidential Emergency Operations Center was first built for FDR during World War II in 1942.
  • The PEOC served as a command center in the aftermath of September 11.
  • Trump confirmed the construction of a new military complex beneath the planned White House ballroom.

When people see the White House for the first time in person, they often remark that it looks small from the outside.

Matt Costello, chief education officer and director of the David M. Rubenstein National Center for White House History, told Business Insider that appearances can be deceiving.

"There's a lot more to the White House than meets the eye," he said. "It has six floors, about 55,000 square feet. There are two sub-basements underneath the house that were part of the Truman renovation. And then, of course, you've got the Presidential Emergency Operations Center. So there's a bigger apparatus, so to speak, for the president and their safety and security than you might expect when you first see it."

The existence of a secure facility beneath the White House, known as the Presidential Emergency Operations Center, the PEOC, or simply the "White House bunker," is something of an open secret, inspiring portrayals in film and TV such as "White House Down" and "24." However, details about its protective and operational capabilities remain classified.

The PEOC has undergone various expansions and transformations through different White House renovations, including the ongoing construction of President Donald Trump's new ballroom where the East Wing once stood.

"I would imagine, like many White House spaces, it's evolved and changed, and it's been updated to have the most advanced telecommunication systems, secure lines, everything that a president or vice president or first family or Cabinet members might need in the event of some kind of national catastrophe or emergency," Costello said. "It is considered the safest place to go on the White House grounds."

Here's what we do know about the PEOC.

The first iteration of the Presidential Emergency Operations Center was built in 1942 to protect President Franklin D. Roosevelt during World War II.
FDR during World War II.
From the Oval Office of the White House, US President Franklin D. Roosevelt speaks to the world on February 23, 1942, over one of the most elaborate radio hookups ever prepared for a "fireside chat." In the speech, he warns that the United States, scorning a "turtle policy" of "not sticking our necks out, will carry the war to the enemy." Here, the President is shown as he points to a map to emphasize a point.

Bettmann Archive/Getty Images

After the attack on Pearl Harbor in 1941, a temporary bomb shelter was built in the Treasury Department in 1941.

When Roosevelt expanded the East Wing and added a second story in 1942, a new presidential bomb shelter was built beneath it. It featured a bedroom and bathroom, as well as ventilation masks, food, and communications equipment, all fortified behind concrete walls.

"The best time to construct something underground is when you're building something above ground, especially when it comes to the White House," Costello said.

During these White House renovations, Roosevelt also converted a cloakroom in the East Wing into a movie theater.

The bunker was expanded as part of President Harry Truman's extensive White House renovations from 1948 to 1952.
The White House during the Truman renovation.
Several men pose amid partially demolished walls, rubble and steel girders in the lower corridor of the White House, photographed during President Truman's White House Reconstruction, Washington, District of Columbia, February 14, 1950.

Smith Collection/Gado/Getty Images

The four-year, $5.7 million renovation was required to reinforce the entire White House structure, which had begun to sag into the ground. The Trumans temporarily moved to Blair House as workers hollowed out the White House.

"When they do the Truman renovation, where they essentially gut the inside of the house and then rebuild it from the inside out with concrete and steel, they really are fortifying the White House to serve as a bomb shelter," Costello said.

As the world entered the age of nuclear weapons, the PEOC was also expanded and updated during this renovation.

"As there are these wider changes around the world, they impact how presidential security is revisited, reassessed, and then adapted as needed," Costello said.

The PEOC largely remained a theoretical precaution until the terrorist attacks of September 11, 2001.
Vice President Dick Cheney and senior staff responded to the September 11 terrorist attacks in the Presidential Emergency Operations Center.
Vice President Dick Cheney and senior staff responded to the September 11 terrorist attacks in the Presidential Emergency Operations Center.

National Archives

When the first plane hit, Cheney turned on the news in his office at the White House. After the second plane hit, his lead Secret Service agent burst in to escort him to the PEOC, Cheney said in an interview with the American Enterprise Institute in 2011.

Cheney said the Secret Service agent "put one hand on the back of my belt, one hand on my shoulder," and "literally propelled me out of my office."

Cheney was joined in the PEOC by staff members, including National Security Advisor Condoleezza Rice, Transportation Secretary Norman Mineta, and Presidential Counselor Karen Hughes. He advised President George W. Bush, who was in Florida at the time, not to return to Washington, DC, marking the first time in US history that the continuity of government operations plan was implemented.

The PEOC served as a command center in the aftermath of the attacks.
Vice President Dick Cheney with senior staff in the Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.
Vice President Dick Cheney with senior staff in the Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.

National Archives

Rare photos of the PEOC on September 11 were released by the National Archives in 2014 as part of a Freedom of Information Act request, offering a glimpse inside the top-secret space.

"As far as I'm aware of, I think those are the only publicly released ones, and they were publicly released because they were forced to be released," Costello said of the images.

The photos showed a conference room with phones, video call capabilities, television screens playing news reports, world clocks, and a map of the United States.

Former first lady Laura Bush wrote about her time in the PEOC on September 11 in her White House memoir, "Spoken from the Heart."
George W. Bush and Laura Bush in the White House bunker.
President George W. Bush and Mrs. Laura Bush talk with Vice President Dick Cheney and National Security Adviser Condoleezza Rice Tuesday, September 11, 2001, in the President's Emergency Operations Center. Photo by Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

"I was hustled inside and downstairs through a pair of big steel doors that closed behind me with a loud hiss, forming an airtight seal," she wrote in "Spoken from the Heart" of her experience on September 11.

"I was now in one of the unfinished subterranean hallways underneath the White House, heading for the PEOC, the Presidential Emergency Operations Center, built for President Franklin Roosevelt during World War II. We walked along old tile floors with pipes hanging from the ceiling and all kinds of mechanical equipment."

Upon returning to Washington, DC, on September 11, President George W. Bush was brought to the PEOC.
President George W. Bush in the White House bunker.
After addressing the nation Tuesday, Sept. 11, 2001, President George W. Bush meets with his National Security Council in the Presidential Emergency Operations Center of the White House. Photo by

Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

Laura Bush wrote in her memoir that George W. Bush arrived at the PEOC at 7:10 p.m. on September 11.

When the Secret Service suggested that she and her husband spend the night in the secure bunker, Laura Bush wrote that they declined because the foldout bed "looked like it had been installed when FDR was president."

In 2020, President Donald Trump was reportedly rushed to the bunker as demonstrators protested the killing of George Floyd outside the White House.
Police outside the White House.
Police officers hold a perimeter near the White House as demonstrators gather to protest the killing of George Floyd on June 1, 2020 in Washington, DC. - Police fired tear gas outside the White House late Sunday as anti-racism protestors again took to the streets to voice fury at police brutality, and major US cities were put under curfew to suppress rioting.With the Trump administration branding instigators of six nights of rioting as domestic terrorists, there were more confrontations between protestors and police and fresh outbreaks of looting. Local US leaders appealed to citizens to give constructive outlet to their rage over the death of an unarmed black man in Minneapolis, while night-time curfews were imposed in cities including Washington, Los Angeles and Houston. (Photo by Olivier DOULIERY / AFP) (Photo by OLIVIER DOULIERY/AFP via Getty Images)

OLIVIER DOULIERY/AFP via Getty Images

It was widely reported that Trump was taken to the PEOC as a precaution when protesters breached temporary fences outside the White House. Trump told Fox News Radio that he had visited the bunker to inspect it, not to take shelter there.

"I was there for a tiny, short little period of time," Trump said. "They said it would be a good time to go down and take a look because maybe sometime you're going to need it."

When Trump returned to the White House in 2025, he demolished the East Wing and began building a new ballroom, leaving the future of the PEOC below uncertain.
Donald Trump holds a rendering of the new White House ballroom.
WASHINGTON, DC - OCTOBER 22, 2025: U.S. President Donald Trump speaks holding a photos of the new ballroom during a meeting with NATO Secretary General Mark Rutte in the Oval Office of the White House in Washington, DC on October 22, 2025.

Salwan Georges/The Washington Post via Getty Images

The White House announced that the new ballroom would measure 90,000 square feet, seat around 1,000 people, and serve as a "much-needed and exquisite addition." Trump and other "patriot donors" will fund the $400 million project, the White House said.

Trump confirmed that a "massive" new military complex was under construction beneath the ballroom after the National Trust for Historic Preservation filed a lawsuit to halt the project.
White House ballroom renovations.
WASHINGTON, DC - APRIL 17: Construction cranes are seen, from the Washington Monument, on the site of the former East Wing of the White House on April 17, 2026 in Washington, DC. A federal judge released a revised order on Thursday blocking the Trump administration from above-ground construction work on the proposed White House ballroom. The ruling does make an allowance for above-ground construction in order to cover and protect national security facilities. (Photo by Anna Moneymaker/Getty Images)

Anna Moneymaker/Getty Images

The National Trust for Historic Preservation's lawsuit alleged that Trump had no legal authority to demolish the East Wing and replace it with a ballroom.

In March, a federal judge's ruling halted above-ground construction until Congress approves the project, but allowed work related to "the safety and security of the White House" to continue.

Trump then confirmed what the lawsuit had alluded to: a new and improved PEOC was in the works.

"The military is building a big complex under the ballroom, which has come out recently because of a stupid lawsuit that was filed," he told reporters on board Air Force One on March 29.

He added that the ballroom would essentially function as a "shed" for the secure facility below.

"We have bio defense all over," he told reporters on March 31. "We have secure telecommunications and communications all over. We have bomb shelters that we're building. We have a hospital and very major medical facilities that we're building. We have all of these things, so that's called: I'm allowed to continue building as necessary."

A federal appeals court allowed construction to continue temporarily while it reviews the case more closely, with a formal hearing scheduled for June 5.

Read the original article on Business Insider

Inside Miami's billionaire rush: Every major company and CEO that has recently relocated — and who might be next

Split image of Howard Schultz, Jeff Bezos, and Mark Zuckerberg
Starbucks' former CEO Howard Schultz, and Jeff Bezos have recently relocated to Miami, while figures like Mark Zuckerberg have recently purchased property in the city.

Pier Marco Tacca/Getty Images/Alexander Tamargo/Getty Images for America Business Forum/Jeff Bottari/Zuffa LLC

  • Tax proposals in California and New York are pushing billionaires to Florida.
  • Aside from the tax benefits, lifestyle perks are also fueling the trend.
  • Mark Zuckerberg, Larry Page, and Sergey Brin have all recently purchased homes in the city.

Move aside, Wall Street and Silicon Valley: Miami is vying to be the new epicenter of US business, tech, and wealth.

The city has long been seen as a gateway to Latin America and the Caribbean, but recent developments in its business landscape are helping turn it into a larger American business hub.

Finance firms, tech companies, and consumer brands have expanded their presence in the city, from opening new offices to relocating headquarters.

And their executives have joined the wave.

Ken Griffin recorded Miami-Dade County's first-ever nine-figure home sale after Citadel announced its relocation in 2022; Jeff Bezos spent $147 million on two Indian Creek homes after leaving Seattle for Miami; and Palantir CEO Alex Karp quietly bought a $46 million mansion on the Venetian Islands ahead of the company's headquarters shift to Aventura.

This comes as states like New York and California are considering or proposing policies aimed at increasing the taxation of the ultrawealthy. This includes California's proposed Billionaire Tax Act, which would impose a one-time 5% tax on the net worth of California residents and certain trusts worth at least $1 billion, and New York's pied-à-terre tax bill, which would impose an added tax on certain non-primary New York City homes, including second homes owned by people whose primary residence is elsewhere.

But beyond the tax benefits, the ultrawealthy are flocking to Miami for the lifestyle.

"You can't beat the lifestyle," Manny Varas, a luxury homebuilder who works with billionaire clients in South Florida, told Business Insider.

Varas, who has built and renovated homes for the likes of Jennifer Lopez, Lil Wayne, and the Bezos family, said that the city's "pro-work and creative environment," as well as its culinary, hospitality, arts, and events scene, are among the biggest drivers of billionaires' decisions to move to Miami over other tax-friendly states.

Some of these leaders have officially announced they or their companies will be moving to the Sunshine State, while others have quietly snapped up property in the city in recent months, signaling a potential expansion of their presence there. While some have cited business interests, others have publicly shared factors such as family proximity and Miami's culture.

Here are some of the most notable people and companies that have recently relocated or bought up property in Miami.

Ken Griffin
Ken Griffin, chief executive officer and founder of Citadel Advisors LLC, during the America Business Forum in Miami, Florida, US, on Wednesday, Nov. 5, 2025.

Bloomberg/Getty Images

Leading Miami's billionaire migration is Ken Griffin. In June 2022, Citadel and Citadel Securities announced they would move their global headquarters from Chicago to Miami.

In April 2022, an entity tied to Citadel paid a then-record $363 million for a waterfront Brickell office development site.

Citadel now lists Miami as its global headquarters, and its new Brickell location is expected to have 1.2 million square feet of office space, according to its plans.

Meanwhile, Griffin purchased the $107 million, 4-acre Adrienne Arsht Estate in Coconut Grove in 2022, setting a Miami-Dade record at the time and becoming the first nine-figure home sale in the county's history.

While Citadel's permanent Brickell tower is still in development, Griffin has been one of the biggest figures betting on Miami as the next center of US commerce.

The company told Business Insider that the city was home to about 400 Citadel-affiliated employees, including some senior executives.

Jeff Bezos
Blue Origin CEO Jeff Bezos speaks onstage ahead of US Defense Secretary Pete Hegseth at Blue Origin in Cape Canaveral, Florida, on February 2, 2026.

Miguel J. Rodriguez Carrillo / AFP via Getty Images

In 2023, the Amazon founder announced via an Instagram post that he was leaving Seattle for Miami

That fall, Bezos bought neighboring mansions in Miami's Indian Creek Island for $79 million and $68 million, in what was one of the highest-profile moves in Miami's billionaire era.

Bezos cited Blue Origin's operations in Cape Canaveral, Florida, and his parents' relocation back to the city as reasons for his return to Miami, where he attended high school.

Peter Thiel
APRIL 7: Peter Thiel, co-founder of PayPal, Palantir Technologies, and Founders Fund, holds hundred dollar bills as he speaks during the Bitcoin 2022 Conference at Miami Beach Convention Center on April 7, 2022 in Miami, Florida. The worlds largest bitcoin conference runs from April 6-9, expecting over 30,000 people in

Marco Bello/Getty Images

On December 31, 2025, Thiel Capital — Peter Thiel's private investment firm — announced that it had opened a Wynwood office, saying the space would complement its Los Angeles operations.

The firm also said Thiel has maintained a personal residence in Miami since 2020, when he purchased an $18 million mansion in Miami's Venetian Islands.

In 2024, Thiel moved his voter registration to Florida, further formalizing his move to the state.

Michael Ferro
Michael Ferro, chairman and chief executive officer of Merrick Ventures LLC, speaks at the annual Milken Institute Global Conference in Beverly Hills, California, U.S., on Monday, May 2, 2016

Bloomberg/Getty Images

In March 2025, Michael Ferro Jr., chairman of the private equity firm Merrick Ventures, bought a 2.5-acre estate on Star Island for $120 million, setting what was then a record for a home sale in Miami-Dade County.

He also moved Merrick Ventures to Florida. The investment firm Ferro, founded in 2007 and previously based in Chicago, is now described on its website as a Florida-based private equity company focused on technology.

FC Barcelona
Ronald Araujo of FC Barcelona lifts the Spanish Super Cup following their side's victory in the Spanish Super Cup Final between FC Barcelona and Real Madrid at King Abdullah Sports City Hall Stadium on January 11, 2026 in Jeddah, Saudi Arabia.

Yasser Bakhsh/Getty Images

Along with Miami's influx of billionaires, the city has also become the American capital of soccer, with international figures like Lionel Messi and David Beckham investing in the sport's presence there.

In April 2025, FC Barcelona announced it would relocate its North American division's commercial offices from New York to Miami's One Biscayne Tower after receiving an incentive grant from the Miami Downtown Development Authority, an autonomous city agency focused on economic and business development.

Galderma
Cetaphil products skincare brand

Alex Tai/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Galderma, the parent company behind brands like Cetaphil and Differin, announced in June 2025 that it would establish its new US headquarters in Miami's Brickell neighborhood. The company said it expects roughly 150 employees to be based there by 2028.

The skincare company cited the concentration of med spas and dermatology clinics in the Miami metro area, the rapid growth of aesthetic procedures in the region, and the size of the Miami Health District as drivers behind the move.

Playboy
Ben Kohn, chief executive officer of Playboy Enterprises Inc., sits for a photograph during the grand opening of the Playboy Club in New York, U.S., on Wednesday, Sept. 12, 2018.

Bloomberg/Getty Images

In August 2025, Playboy announced it would relocate its global headquarters from Los Angeles to Miami Beach. At the same time, it announced plans for a new Playboy Club in Miami Beach and new content studios in the city.

The company hopes to open its offices by September 2026.

"Miami Beach is among the most dynamic and culturally influential cities in the country, making it the ideal home for Playboy's next chapter," Ben Kohn, CEO of Playboy Inc., said in the statement.

MSC Cruises
The Panamanian-flagged cruise ship MSC Fantasia remains moored in the port of Montevideo on February 7, 2026.

Ivanna INFANTOZZI / AFP via Getty Images

In January, MSC Group's cruise division opened its new North American headquarters in downtown Miami.

The 130,000-square-foot office, located near PortMiami, is a roughly $100 million investment that will house more than 400 employees across MSC entities under one roof, MSC said in its announcement.

Palantir
CEO of Palantir Technologies Alex Karp speaks during the World Economic Forum (WEF) annual meeting in Davos on January 20, 2026.

Fabrice COFFRINI / AFP via Getty Images

In February, Palantir announced it had moved its headquarters to Miami.

Regulatory filings placed the company's principal executive office at 19505 Biscayne Boulevard in Aventura, about 17 miles north of downtown Miami.

The address, which is also home to an Industrious coworking space, is located across from the sprawling Aventura Mall and sits above a Sweetgreen, a Starbucks, and a Lego store.

Months before, CEO Alex Karp quietly bought a $46 million mansion in Miami's Venetian Islands.

Howard Schultz
Former Starbucks CEO Howard Schultz testifies before the Senate Health, Education, Labor, and Pensions Committee in the Dirksen Senate Office Building on Capitol Hill on March 29, 2023 in Washington, DC.

Anna Moneymaker/Getty Images

In March, former Starbucks CEO Howard Schultz said in a LinkedIn post that he and his wife were leaving Seattle for Florida after more than four decades in the city. He wrote that they had moved to Miami for their "next adventure together."

The announcement followed Schultz's purchase of a $44 million penthouse at the Four Seasons Private Residences, a waterfront residential tower in Surfside.

The executive, who had long-established ties in Seattle — the city where the coffee chain was founded — is one of the newest neighbors in Miami's high-profile circles.

Mark Zuckerberg
Meta CEO Mark Zuckerberg walks through the U.S. Capitol following a meeting with Senate Majority Leader John Thune (R-SD) in Washington, DC on March 26, 2026.

Nathan Posner/Anadolu via Getty Images

While the social media tycoon has not formally announced a relocation to Miami, Mark Zuckerberg made Miami history in March when he and his wife, Priscilla Chan, purchased a $170 million property on the appropriately nicknamed "Billionaire's Bunker," Indian Creek Island — the most expensive home sale in Miami-Dade County's history.

The still-under-construction property spans about 2 acres on the exclusive island, where Zuckerberg will be neighbors with Jeff Bezos, Ivanka Trump, and other notable figures.

Google's Larry Page and Sergey Brin
Larry Page (L) and Sergey Brin (R), the co-founders of Google, at a press event where Google and T-Mobile announced the first Android powered cellphone, the T-Mobile G1.

James Leynse/Corbis via Getty Images

Google co-founders Larry Page and Sergey Brin have both made major moves into South Florida's luxury real-estate market in recent months.

Page, who has long been based in Palo Alto, California, spent roughly $173.4 million on two Coconut Grove properties — including a 4.5-acre waterfront compound on Biscayne Bay — in December and January.

In March, Brin, who has also been a longtime California resident based in the Bay Area, purchased the former Allison Island home of LVMH CEO Michael Burke for $51 million.

Read the original article on Business Insider

Por que as ações da Intel estão se aproximando dos níveis da era da bolha pontocom

24 de Abril de 2026, 08:48

As ações da Intel estão a caminho de atingir seu maior nível histórico, impulsionadas por uma projeção de receitas que superou amplamente as expectativas de Wall Street e reforçou a confiança no processo de recuperação da fabricante de chips.

A companhia informou que espera faturar entre US$ 13,8 bilhões e US$ 14,8 bilhões no trimestre encerrado em junho. O número ficou bem acima da estimativa média de analistas, de cerca de US$ 13 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Com o anúncio, os papéis da empresa chegaram a subir até 31% no pré-mercado na sexta-feira, abrindo caminho para superar o pico registrado há cerca de 26 anos, durante a era da bolha pontocom. As ações já acumulavam alta de 81% no ano antes da divulgação do balanço.

Reestruturação

O otimismo do mercado reflete a percepção de que o CEO Lip-Bu Tan está avançando em seu plano de reestruturação, focado em reposicionar a Intel para se beneficiar da crescente demanda por infraestrutura de inteligência artificial.

Investimentos estratégicos realizados no ano passado ajudaram a reforçar o balanço da companhia, enquanto a gestão agora busca melhorar eficiência operacional e capacidade produtiva.

“Todos estão começando a direcionar pedidos para a Intel, e acho que estamos nos estágios iniciais disso”, disse Thomas Hayes, presidente da Great Hill Capital e investidor da empresa, à Bloomberg TV. “Passamos de um cenário de desânimo para euforia em um curto período de tempo.”

O avanço também reflete o impacto do crescimento da demanda por chips de data centers voltados a aplicações de IA. Segundo a empresa, há forte procura pelos processadores Xeon, usados em servidores, que voltaram ao centro da estratégia da Intel em meio à corrida global por infraestrutura de inteligência artificial.

Em entrevista, Tan afirmou que a empresa teve um “resultado sólido” e que a demanda por processadores segue acelerando. No entanto, ele destacou que a Intel ainda enfrenta limitações de capacidade produtiva.

“Há uma demanda enorme. Estamos trabalhando muito para entregar, mas ainda estamos aquém porque a demanda continua crescendo”, afirmou.

A companhia também afirmou que está lidando com a escassez de chips de memória que afeta a indústria de PCs e servidores, o que tem pressionado a produção global de dispositivos.

Outro ponto de destaque foi o reforço do balanço financeiro por meio de investimentos externos. A Intel chegou a recomprar participação em uma fábrica na Irlanda que havia sido vendida anteriormente para levantar capital, movimento visto pelo mercado como sinal de confiança na retomada.

No campo estratégico, a empresa também ganhou atenção após declarações do CEO da Tesla, Elon Musk, indicando que poderá utilizar tecnologia da Intel em um projeto de fabricação de chips próprio.

Em termos financeiros, a Intel projeta lucro ajustado de cerca de 20 centavos por ação no segundo trimestre, acima da estimativa de 9 centavos do mercado. No primeiro trimestre, a receita subiu 7%, para US$ 13,6 bilhões, também acima das projeções.

Apesar da melhora recente, a empresa ainda enfrenta desafios para recuperar sua antiga posição dominante no setor de semicondutores, especialmente na corrida por chips de inteligência artificial, hoje liderada pela Nvidia.

“Hoje a Intel é uma empresa fundamentalmente diferente”, disse Tan. “A conversa deixou de ser sobre sobrevivência e passou a ser sobre a velocidade com que conseguimos ampliar capacidade e atender à demanda.”

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Lógica Central de Alta

23 de Abril de 2026, 22:50

Lógica Central de Alta

Gold OANDA:XAUUSD

# Lógica Central de Alta
📊 1. Tecnicamente sobrevendido, recuperação iminente (Fator Técnico de Alta Mais Forte)
Os preços do ouro despencaram US$ 181 (3,7%) em relação à sua máxima de US$ 4.889, com uma queda em um único dia superior a 3% em 21 de abril. O RSI diário/de 4 horas caiu para o nível crítico de sobrevenda de 30, e o RSI de 1 hora está profundamente sobrevendido em 28. Padrões históricos confirmam que, após uma queda em um único dia superior a 3%, há 88% de probabilidade de recuperação em 48 horas, com uma faixa de recuperação de US$ 40 a US$ 60; uma cruz dourada do RSI abaixo de 30 indica uma probabilidade de 92% de recuperação. Atualmente, o preço em US$ 4.708 está nos estágios finais de formação de fundo sobrevendido, e o nível de US$ 4.700 foi testado três vezes sem rompimento, com forte pressão compradora. Uma recuperação técnica é iminente, com 4750 como a primeira meta de recuperação.

🏦 2. Compras de Bancos Centrais Oferecem Forte Suporte; Níveis de 4700 Representam um "Poço de Ouro" (Suporte Principal de Médio Prazo)
95% dos bancos centrais globais planejam aumentar suas reservas de ouro até 2026. China, Índia e Turquia têm comprado contra a tendência, aumentando suas compras à medida que os preços caem. A faixa de 4650-4700 representa a linha de custo de médio a longo prazo para bancos centrais e instituições globais. Se o preço romper abaixo de 4700, fundos de compra passiva e de busca por barganhas entrarão em massa, formando um forte suporte de compra. Dados históricos mostram que, desde 2025, toda vez que o preço do ouro tocou a faixa de 4650-4700, houve uma recuperação de US$ 50-80. Atualmente, 4708 está próximo da linha de custo, com potencial de queda extremamente limitado, tornando uma formação de fundo e uma recuperação altamente prováveis.

📈 3. Expectativas de dados econômicos fracos nos EUA podem aumentar as expectativas de corte de juros (catalisador macroeconômico positivo)
O consenso do mercado é que o PIB dos EUA no primeiro trimestre desacelerará significativamente para +1,0% (valor anterior de +2,5%) e os pedidos iniciais de seguro-desemprego subirão para 215.000 (emprego enfraquecido). Se os dados atenderem ou ficarem aquém das expectativas, isso fortalecerá diretamente as expectativas de uma recessão econômica nos EUA, forçará um ressurgimento das expectativas de um corte de juros do Fed, fará com que o dólar e os títulos do Tesouro dos EUA subam e depois caiam e reduzirá as taxas de juros reais — todos fatores positivos para uma recuperação do ouro. Historicamente, quando o crescimento do PIB desacelera em mais de 1 ponto percentual, a probabilidade de uma recuperação do ouro é de 85%, com uma magnitude de US$ 30 a US$ 50. Dada a fraqueza esperada nesses dados, a probabilidade de ser um fator positivo para o ouro é alta.

Ibovespa rumo aos 200k pontos

12 de Abril de 2026, 18:38

Terça-feira, faremos mais uma atualização mensal comentando nossa posicionamento macro, renda fixa e ações. Eu, Diogo Carneiro, head de produtos e Max Bohm, head de ações no nosso canal Nomos no Youtube. Entre no link e ative o sininho.

O real vive momento favorável.

O dólar abaixo de R$ 5,10, os R$ 50 bilhões de fluxo estrangeiro acumulados na B3 em 2026 e o Brasil como maior destino de capital externo entre os emergentes.

O pano de fundo é a combinação de dois fatores que raramente aparecem juntos. De um lado, o dólar enfraquece por ruídos institucionais nos EUA: dúvidas sobre a independência do Fed, volatilidade política, fiscal estressado e um presidente que explicitamente prefere o câmbio mais fraco.

De outro, o Brasil reúne um perfil difícil de encontrar em outros emergentes: superávit comercial, intensivo em commodities, exportadores de petróleo, juros reais entre os mais altos do mundo e distância segura dos focos de conflito geopolítico.

A guerra não foi um percalço no fluxo estrangeiro. Em março ainda registramos fluxo positivo, ainda que em menor intensidade. Com o cessar-fogo, a lógica que vinha sendo construída vai ganhar impulso. Os analistas internacionais voltaram a olhar para o Brasil. O resultado aparece no câmbio antes da bolsa, justamente porque a exposição ao petróleo no Ibovespa amortece o rali relativo dos índices de renda variável.

Há, porém, um elemento que separa a apreciação atual daquela de 2022. Naquela vez, o real subia porque as commodities subiam com a invasão da Ucrânia. Agora, o movimento é diferente. O dólar que cede ante emergentes em geral, e o real que lidera dentro desse grupo pela soma do fluxo positivo com a desvalorização acumulada desde a pandemia.

Nossos modelos de fair value apontam para algo entre R$ 4,50 e R$ 5,00, intervalo que o câmbio começa a explorar pela primeira vez em anos. O argumento de desvalorização encontrou catalisadores suficientes.


Agenda da semana (13 a 17 de abril)

O Ibovespa encerrou a semana em alta de 4,9% em reais e 7,8% em dólares, fechando aos 197.325 pontos, renovando máximas históricas e se aproximando da marca de 200.000 pontos.

A semana traz dados relevantes de atividade na China: PIB do 1º trimestre, produção industrial, vendas varejistas e desemprego de março. Na Europa, saem o CPI da Zona do Euro (março) e o PIB do Reino Unido (fevereiro). Nos EUA, destaque para o PPI de março e o relatório mensal da IEA.

No Brasil, o foco recai sobre indicadores de atividade. As vendas varejistas devem subir pelo segundo mês seguido (+1,0% no varejo ampliado), sustentadas pelo mercado de trabalho aquecido e maior concessão de crédito. Serviços devem crescer 0,5%. O IBC Br deve avançar 0,3%.

Gostando da leitura? Increva-se


Rentabilidade das principais classes


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa mantém trajetória de alta e renovou máximas históricas ao longo da semana, operando próximo dos 197 mil pontos e se aproximando do patamar de 200 mil pontos. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o movimento ainda pode se estender. “Vejo espaço para o índice buscar entre 205 mil e 210 mil pontos”, afirma. Ele pondera, no entanto, que a região dos 200 mil pontos pode funcionar como resistência de curto prazo. “Esse nível tem um peso mais psicológico do que técnico, com investidores aguardando para realizar lucros”, diz. O suporte mais relevante, de acordo com o analista, está em 180,6 mil pontos.

Azzas [AZZA3]

As ações da Azzas intensificaram o movimento de queda e registraram recuo de cerca de 10% na sessão, com rompimento de mínimas recentes. Borges aponta que o ativo segue pressionado no curto prazo. “O próximo alvo está em R$ 19,26, mas o movimento principal pode levar o papel para a faixa entre R$ 16,60 e R$ 14”, afirma. Para o analista, o cenário ainda não indica reversão. “Não vejo ponto de compra no momento. Para quem está vendido, a recomendação é manter a posição diante da probabilidade de novas quedas”, acrescenta.

Itaú [ITUB4]

O Itaú Unibanco segue em tendência de alta após o alívio recente no cenário externo, sustentando-se próximo das máximas em torno de R$ 46,35. Borges projeta continuidade do movimento. “O próximo alvo está em R$ 49,15, com suporte relevante abaixo de R$ 42,13”, afirma. Ele destaca que o setor bancário pode se beneficiar de medidas em discussão pelo governo. “A liberação do FGTS para quitação de dívidas tende a reduzir a inadimplência, o que melhora os resultados dos bancos e favorece a valorização das ações”, diz.

Casas Bahia [BHIA3]

Já os papéis da Casas Bahia apresentam sinais de fraqueza, com formação de topos descendentes e perda de força compradora. Segundo Borges, o ativo pode entrar em um ciclo mais acentuado de queda. “Os compradores não conseguem mais sustentar o preço, e o fluxo vem diminuindo”, afirma. Ele alerta para o rompimento de suporte em R$ 2,65. “Abaixo desse nível, o papel pode buscar entre R$ 1,80 e R$ 1,20”, diz. O analista recomenda cautela aos investidores. “Para quem está posicionado, faz sentido avaliar a saída e migrar para ativos com melhor tendência no curto prazo”, conclui.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:


MÍDIAS DA SEMANA

MEMOLOGY

Thanks for reading TradeNews! Subscribe for free to receive new posts and support my work.

Deixe um comentário

Memphis Depay faz publicação enigmática sobre seu futuro no Corinthians

11 de Abril de 2026, 20:41

O atacante Memphis Depay chamou atenção nas redes sociais ao publicar um conteúdo enigmático em seu perfil no Instagram. O jogador do Corinthians compartilhou um meme que ilustra um impasse profissional, levantando questionamentos sobre seu momento atual no clube.

A imagem mostra um personagem pendurado em uma árvore, diante de três escolhas arriscadas: permanecer no emprego atual, representado por uma cobra próxima; sair sem planejamento, simbolizado por um leão no chão; ou buscar uma nova oportunidade, com crocodilos na água. A metáfora retrata um cenário em que todas as decisões envolvem riscos, sugerindo uma sensação de estar “preso” entre caminhos difíceis.

Reprodução/Redes sociais

A publicação acontece em meio a um contexto delicado na relação entre jogador e clube. O vínculo de Memphis com o Corinthians se aproxima do fim, com término previsto para o meio do ano, e as conversas por renovação não avançaram até o momento. Além disso, o atacante se recupera de uma lesão muscular e ainda não tem prazo definido para retorno aos gramados.

Fora de campo, a situação também envolve questões financeiras. O contrato do jogador é considerado alto para os padrões atuais do clube, e há pendências relacionadas a valores previstos em acordo. Ao mesmo tempo, o calendário apertado antes da pausa para competições internacionais reduz a margem para que o atleta retome ritmo e se mantenha em evidência.

Outro fator relevante é a busca de Memphis por uma vaga na seleção da Holanda. A falta de minutos em campo pode pesar na disputa por convocação, e Ronald Koeman deixou claro que o camisa 10 “precisa estar em forma física top” para ir ao Mundial, o que aumenta ainda mais a incerteza sobre os próximos passos do atacante.

The post Memphis Depay faz publicação enigmática sobre seu futuro no Corinthians appeared first on InfoMoney.

Luiz Fux muda voto e defende reversão de condenações do 8 de janeiro

11 de Abril de 2026, 20:30

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux votou para reverter a condenação de dez réus acusados de participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Fux integrou a maioria pela condenação nas votações iniciais. Agora, decidiu rever seu entendimento na análise dos recursos apresentados pelas defesas.

Nos votos, o ministro afirmou que seu “entendimento anterior, embora amparado pela lógica da urgência, incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar”. Os recursos são analisados em plenário virtual em votação que se encerra na próxima sexta-feira, 17.

A posição de Fux não deve resultar em mudança de ordem prática para os condenados, porque apenas outros dois ministros tinham adotado essa posição originalmente: Kassio Nunes Marques e André Mendonça. A votação dos réus foi realizada logo depois dos atos golpistas em plenário, com 11 ministros presentes.

Dos dez casos, Fux votou pela absolvição total de sete réus. Eram pessoas que estavam acampadas em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, e foram condenadas por incitação ao crime e associação criminosa. As penas aplicadas foram de um a dois anos e meio de prisão.

Em outros três casos, os réus foram condenados por cinco crimes – dentre os quais, golpe de Estado -, com punição de 13 anos e seis meses. Essas pessoas participaram das invasões às sedes dos Três Poderes. Para esses réus, Fux votou pela absolvição parcial, com condenação apenas pelo crime de deterioração de patrimônio tombado, com pena de um ano e seis meses.

The post Luiz Fux muda voto e defende reversão de condenações do 8 de janeiro appeared first on InfoMoney.

Na CVC, acordo de acionistas redesenha governança e concentra poder na família Paulus

10 de Abril de 2026, 20:36

A CVC, uma das maiores empresas de viagens do país, entrou em uma nova fase de reorganização societária. A empresa informou nesta sexta-feira (10) que a GJP, fundo ligado a Gustavo Paulus, filho do fundador Guilherme Paulus, e a gestora Apex/Carbyne firmaram um acordo de acionistas para coordenar votos, indicações ao conselho e negociação de ações.

O movimento ainda depende do aval dos demais investidores. Em assembleia geral extraordinária (AGE), eles terão de aprovar a dispensa da obrigação de oferta pública (OPA) prevista no estatuto.

No mesmo fato relevante ao mercado, a CVC informou a renúncia de Tiago Ring ao cargo de conselheiro. Segundo a companhia, ele permanecerá no posto até a posse de um sucessor. Ring é gestor da Absolute Investimentos e estava no conselho desde maio de 2024.

Diante do novo acordo e da saída de Ring, o conselho aprovou a convocação da AGE para deliberar sobre a dispensa da OPA e a eleição de um novo membro para o colegiado.

Arranjo societário

O acordo foi celebrado entre dois grupos que já figuravam entre os principais acionistas da empresa.

A GJP detinha, na data da assinatura, 106,8 milhões de ações, o equivalente a cerca de 20,3% do capital. O bloco formado por Apex/Carbyne somava 79,97 milhões de papéis, ou aproximadamente 15,2%. Juntos, passam a representar cerca de 35,5% da CVC.

Esse segundo bloco representa a Apex Partners, empresa com mais de R$ 17 bilhões em ativos e que atua com a tese de ecossistema regional de investimentos. Fundada por Fernando Cinelli em Vitória, no Espírito Santo, a Apex montou posição na CVC ao longo do último ano, em particular, por meio de sua vertical de PIPE (Private Equity in Public Investment).

Na prática, o desenho concede à GJP a liderança política do arranjo. O fundo ligado a Paulus pode enviar orientação de voto ao Apex/Carbyne antes de assembleias e reuniões do conselho. Se essa orientação for emitida, o outro lado se compromete a votar na mesma direção.

O Apex/Carbyne, por sua vez, preserva poder de veto em temas sensíveis: saída do Novo Mercado, segmento de governança mais elevada da B3, redução do pagamento de dividendo obrigatório, alterações relevantes no estatuto, dissolução da companhia, pedido de recuperação judicial ou falência e redução do conselho para menos de cinco membros.

O acordo também organiza a divisão de cadeiras. Se os dois lados conseguirem eleger entre dois e seis conselheiros, o Apex/Carbyne indicará um nome e a GJP ficará com os demais. Acima de seis, o Apex/Carbyne poderá indicar dois. Atualmente, o conselho da CVC é composto por cinco conselheiros.

A reorganização ocorre em um momento em que a base acionária também começa a mudar.

A Absolute, que começou a figurar entre os acionistas relevantes em setembro de 2023 e depois ampliou sua posição, reduziu a participação para menos de 5% em março. A gestora mantinha 9,8% do capital até 26 de janeiro, segundo formulário de referência.

Considerando a data de anúncio de participação relevante até agora, o papel acumula desvalorização de 26%.

A saída de Ring, ligado à gestora, acontece nesse contexto. A redução da posição da Absolute esvazia o peso de um investidor que havia ganhado importância na estrutura de capital da CVC ao longo dos últimos dois anos — e sua perda de relevância coincide com a articulação formal dos dois maiores blocos.

A Opportunity, com cerca de 7,8%, segue como acionista relevante, mas isoladamente passa a ter menos influência diante de um bloco organizado.

A fotografia muda: sai uma configuração com vários acionistas fortes, porém dispersos, e entra outra em que uma aliança formal tende a concentrar mais poder nas principais decisões da companhia.

Pano de fundo

Na leitura de uma fonte ouvida pelo InvestNews, a redução da fatia da Absolute também reflete um momento mais complexo para a operação da CVC.

A avaliação é que o primeiro trimestre deve trazer números mais fracos — quadro que pode se estender ao segundo trimestre. Entre os fatores de pressão estão os efeitos da Guerra do Irã sobre o petróleo, com impacto nos custos do setor aéreo e potencial reflexo sobre a demanda por viagens.

Para o restante do ano, a leitura de mercado embute cautela com o efeito da Copa do Mundo sobre o interesse por turismo e com o calendário de feriados prolongados, que tende a favorecer deslocamentos de carro — perfil menos aderente ao negócio tradicional da CVC, mais associado a pacotes, viagens aéreas e turismo estruturado.

A reorganização societária ocorre poucos meses depois de uma mudança importante no comando. Em janeiro, a CVC antecipou a sucessão de Fabio Godinho, com a posse de Fabio Mader como novo CEO.

Segundo o InvestNews apurou, a troca já vinha sendo estudada, e o nome de Mader era bem recebido pelo próprio Godinho — é um executivo próximo da família Paulus que havia retornado à companhia como CEO em 2023, quando a família voltou ao quadro de acionistas.

Embora a companhia tenha melhorado seus indicadores nos últimos anos, a avaliação entre pessoas próximas ao comando da empresa era a de que era preciso acelerar na execução. De 2023 para 2025, a margem Ebitda passou de 14,9% para 31,9%.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Petróleo Brent cai mais de 6% no after market à espera de prazo de Trump para Irã

7 de Abril de 2026, 18:25

Após encerrar o pregão com sinais mistos, com ligeira queda para o contrato WTI e alta para o Brent, o petróleo passou a recuar com força durante o after market.

O otimismo nas negociações da commodity vieram do potencial aumento de prazo dos EUA para o Irã a pedido do Paquistão. Mais cedo, aumentavam as tensões com a aproximação do prazo estipulado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã aceite um cessar-fogo e realize a reabertura do Estreito de Ormuz.

Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio operava em queda de 1,84% (US$ 0,54), a US$ 110,34 o barril.

Já o Brent para junho caia 6,17% (US$ 0,50), a US$ 103 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).

A commodity energética oscilou ao longo do pregão em meio aos relatos sobre as negociações Estados Unidos-Irã.

Segundo o New York Times, o Irã interrompeu as negociações com os EUA e informou ao Paquistão que não participará mais de conversas sobre um cessar-fogo. No pico da sessão, o petróleo WTI atingiu os US$ 117 e o Brent US$ 111 por barril, antes de perderem fôlego.

Trump intensificou ainda mais as ameaças contra o Irã nesta terça-feira ao afirmar que “uma civilização inteira morrerá esta noite”.

Em resposta, a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês) alertou que poderá atingir infraestruturas energéticas e privar a região de petróleo e gás “por anos”.

Com a guerra já em sua sexta semana, o Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês) elevou sua projeção para o preço médio do petróleo Brent em 2026 para US$ 96 por barril e passou a estimar valor médio de US$ 76 em 2027, em virtude da guerra no Irã.

Já analistas do UBS avaliam que a recuperação da produção de petróleo aos níveis anteriores ao conflito deve levar mais tempo o que indica que os preços tendem a permanecer elevados por algum período.

Enquanto isso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) informou que sua produção de petróleo despencou 25% em março, a maior queda em pelo menos quatro décadas, de acordo com um levantamento da Bloomberg.

Como a guerra no Irã afetou o mercado

AtivoPreço 27/02Preço 07/04Variação (%)
Petróleo Brent (US$)72,48109,27+50,8%
Petróleo WTI (US$)67,02112,95+68,5%
Ibovespa (pontos)188.787188.259-0,28%
PETR4 (R$)39,3348,52+23,4%
S&P 500 (pontos)6.878,886.616,84-3,8%

(com Estadão Conteúdo)

The post Petróleo Brent cai mais de 6% no after market à espera de prazo de Trump para Irã appeared first on InfoMoney.

UBS reduz preço-alvo do S&P 500 como efeito da recuperação lenta pós-guerra

7 de Abril de 2026, 17:39
O entusiasmo por elas está diminuindo à medida que o interesse pelo restante do S&P 500 aumenta. Fotógrafo: Cedric von Niederhausern/Bloomberg

Mesmo com as expectativas altas de fim próximo da guerra no Oriente Médio, a retomada dos fluxos de energia devem demorar mais. Para o UBS, a recuperação dos níveis pré-conflito poderá levar mais tempo, pressionando a economia. Em resposta a esse cenário, o banco decidiu reduzir as projeções de preço para o S&P 500.

Para junho de 2026, a projeção cai de 7.300 para 7.000. Para dezembro deste ano, recua de 7.700 para 7.500. Apesar da apreensão com o cenário, a estimativa de lucro por ação para 2026 permanece inalterada, de US$ 310, representando um crescimento de 11%.

As projeções também sugerem um potencial de valorização atrativo. Por esse motivo, o UBS manteve a visão Attractive (perspectiva positiva) para as ações dos Estados Unidos. De acordo com os analistas, os efeitos negativos da guerra deve diminuir nas próximas semanas, impulsionando as ações e provocando um crescimento saudável dos lucros.

Por outro lado, os cálculos mostram uma recuperação mais lenta da produção de petróleo aos níveis pré-conflito. Como efeito disso, o UBS acredita que os preços devem seguir altos, obstruindo o crescimento econômico e mantendo as pressões inflacionárias.

Essa dinâmica, conforme o banco, provavelmente atrasará novos cortes de juros pelo Federal Reserve. As novas estimativas dos analistas adiaram a possibilidade de corte para setembro e dezembro. “Embora não acreditemos que isso represente uma ameaça significativa à expansão econômica, implica um cenário macroeconômico um pouco menos favorável em relação às expectativas anteriores”, explicam.

Potencial de valorização

Mesmo com o atraso no afrouxamento monetário, o UBS espera um avanço nas ações. Esse movimento, de acordo com os economistas, será sustentado por uma combinação de crescimento sólido dos lucros, um FED ainda amplamente favorável, e a contínua adoção e monetização da inteligência artificial.

Outros fatores como a taxa de volatilidade, também representam um bom sinal. Em março, o índice VIX, que mede a volatilidade, fechou acima de 31, um valor maior do que 93% das observações históricas. Segundo o UBS, quando o VIX fechou acima desse nível, o S&P 500 apresentou retorno médio anual de 22% no ano seguinte.

De maneira geral, a nova estimativa considera uma desaceleração no conflito no Oriente Médio e depende da recuperação dos fluxos de energia para impulsionar os ganhos. Uma possível extensão não esperada da guerra, levando à redução do fluxo de petróleo, por exemplo, poderia pressionar esse resultado.

The post UBS reduz preço-alvo do S&P 500 como efeito da recuperação lenta pós-guerra appeared first on InfoMoney.

#201- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 148x52 Loss

7 de Abril de 2026, 15:24

#201- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 148x52 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do VIX, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.

Wall Street is gushing over Citrini's 'Analyst #3' and his wild report from the Strait of Hormuz

7 de Abril de 2026, 11:34
Ships travel through the Persian Gulf near the Strait of Hormuz as the ongoing conflict with the US, Israel, and Iran disrupts trade in the region.
The war in Iran has disrupted transit through the Strait of Hormuz a critical path for global trade.

Stringer/Reuters

  • Citrini Research's "Analyst 3" is the toast of Wall Street over a wild report from the Strait of Hormuz.
  • Market watchers praised the analyst's bravery after Citrini said it had sent him to the strait.
  • They shared memes and compared him to everyone from James Bond and Ethan Hunt to Johnny English.

Finance types can't stop talking about Citrini Research's "Analyst #3" and what the firm says was a wild trip to the Strait of Hormuz.

Wall Street's denizens and market watchers across the globe rushed to X to commend the intrepid analyst with memes, GIFs, and kudos-filled posts.

It’s insane not only how wild the story is, but how well it’s written.If Citrini’s team ever stopped writing investment memos, they could create novels that would put Tom Clancy or Jack Reacher to shame.One of the few research newsletters I subscribe to, and worth every… https://t.co/ovIdOW1p01

— Adam Cochran (adamscochran.eth) (@adamscochran) April 5, 2026

Citrini's field report said that its analyst, who it says is fluent in four languages, traveled to the shipping channel at the heart of the US-Iran conflict with "a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn."

I feel like I fell in love with @citrini Analyst #3 without even knowing him. 😂“Armed with a fluency in four languages including Arabic, a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn”…. who is this man? 😍 pic.twitter.com/dK8rYNlDBE

— Liz Bazurto🛡|| lalatina.eth (@lizabazurto) April 6, 2026

Analyst #3 wrote that he snuck recording equipment into Oman, faced questioning from border officials, intelligence agents, and the coast guard, and swam in the Strait of Hormuz with a cigar in his mouth and Iranian drones flying overhead.

Citrini included a disclaimer in its research note, saying that some names and details had been changed to "protect the safety of anonymous sources" and that quotes were based on the analyst's memory of conversations he had in Arabic.

The firm described this as "the best we could do from an accuracy standpoint," noting that the analyst's phone, which contained notes and photos from the trip, was held by authorities in Oman.

The analyst reported that there were significantly more vessels passing through the strait than tracking platforms show, and said the situation was closer to a "toll road" than a "blockade," with Iran demanding that every vessel secure its approval to pass through safely.

Citrini analyst #3 when an oil tanker blows up in hormuz pic.twitter.com/fqWZs2JXuv

— Hooman (@hoomansv) April 4, 2026

Citrini Research rose to prominence for betting against Silicon Valley Bank before the lender collapsed in early 2023 and helped trigger a regional-banking crisis. It also rattled markets this February when it warned AI could crash the stock market and spark a recession.

Roughly 20% of global oil and gas flows travel through the Strait of Hormuz, making it a key shipping channel for world energy markets and a major contributor to economic growth.

But traffic has plummeted since the breakout of the war between Iran and the US and Israel, as captains fear being struck by an Iranian drone, blasted by an underwater mine, or hit by a missile launched from the coast or a passing speedboat.

The disruptions have lit a fire under energy prices, stoking renewed fears of inflation and recession. Analyst #3's audacious decision to visit the contested waterway in the middle of a full-blown war has clearly impressed finance professionals, who've compared him to James Bond, Mission: Impossible's Ethan Hunt, and even the bumbling Johnny English.

Citrini analyst #3 pic.twitter.com/f7gaL2Njhy

— Rob (@RobStonks1) April 7, 2026

Michael Burry, the investor of "The Big Short" fame, hailed Citrini's on-the-ground coverage on his Substack, describing it as "remarkable stuff."

Read the original article on Business Insider

#200- Últimas Pernas e Pivôs| TSLA 5M| Gain 147x51 Loss II

7 de Abril de 2026, 11:12

#200- Últimas Pernas e Pivôs| TSLA 5M| Gain 147x51 Loss II

Tesla, Inc. BATS:TSLA

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da TSLA, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.

#199- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 147x51 Loss

7 de Abril de 2026, 11:00

#199- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 147x51 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.

#198- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 146x51 Loss

7 de Abril de 2026, 09:00

#198- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 146x51 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da DXY, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.

OURO (XAUUSD): VARREDURA DE LIQUIDEZ EM $4.735?

7 de Abril de 2026, 06:11

OURO (XAUUSD): VARREDURA DE LIQUIDEZ EM $4.735?

Gold OANDA:XAUUSD

XAUUSD está entrando na zona de "Alta Probabilidade". Os sinais do fluxo de dinheiro inteligente estão gradualmente se revelando após a reversão do pico de $4.800.

🌎 1. CONTEXTO BÁSICO: USD EM ASCENSÃO

Pressão inflacionária: As tensões no Golfo aumentam o preço do petróleo, forçando o Fed a manter taxas de juros altas (Higher for Longer).

Dados econômicos: NFP e PPI fortes estão fortalecendo o dólar, criando uma grande barreira para a recuperação do ouro.

📊 2. ANÁLISE TÉCNICA: ESTRUTURA DE QUEDA DOMINANTE

Estrutura de Mercado: Após quebrar a estrutura (BOS) em um grande intervalo, o preço está em um movimento de retração técnica para a zona Premium.

Zona de Oferta ($4.735 – $4.740): Esta é a área de convergência de FVG (Desequilíbrio) e nível QTE. Espera-se que o mercado crie uma varredura de liquidez aqui antes de continuar a tendência de queda.

Liquidez: A liquidez do lado da compra está concentrada logo acima de $4.735, tornando isso uma armadilha perfeita para compradores entusiasmados.

🚀 CENÁRIO DE NEGOCIAÇÃO (PLANO DE TRADING)

🔴 ESTRATÉGIA PRINCIPAL: ESPERAR PARA VENDER

Zona de Entrada: $4.730 – $4.740 (Priorizar reação na zona OTE).

Confirmação: Aguardar CHoCH no intervalo M15 ou um forte sinal de rejeição de vela para otimizar o risco/recompensa.

Take Profit: $4.645 | $4.600 | $4.550.

Stop Loss: $4.765.

🟢 PLANO SECUNDÁRIO: COMPRA

Apenas ativar se o preço fechar a vela de confirmação acima de $4.750 (Invalidando a estrutura de queda). Alvo: $4.800.

⚠️ CONSELHO: Não tente "prever" o mercado. Seja paciente e espere a varredura de liquidez ser concluída. Um trader profissional só entra em operação com uma confirmação clara do PA!

Os ursos estão prontos em $4.735? Deixe sua opinião abaixo! 👇

🚀 Clique em CURTIR e SIGA para atualizar as análises do XAUUSD diariamente!

#Ouro #XAUUSD #SMC #Forex #PlanoDeTrading #ConceitosDeDinheiroInteligente #AnáliseTécnica

Mixue, a chinesa com mais lojas que o McDonald’s, chega ao Brasil com seus sorvetes e chás gelados

7 de Abril de 2026, 06:00

A Mixue, rede chinesa que construiu um império vendendo sorvetes, limonadas, bubble teas e chás gelados a preços baixos, inaugura no sábado, 11 de abril, sua primeira loja no Brasil. 

A estreia será no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista, e marca a chegada à América do Sul de uma companhia que, em menos de uma década, deixou de ser um fenômeno doméstico para se tornar a maior rede de fast food do mundo, à frente do McDonald’s. São 60 mil lojas (contra 45 mil da americana), ainda que 90% delas estejam na China.

A empresa anunciou o plano em 2025, durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China. Ela disse que prevê um investimento de R$ 3,2 bilhões no Brasil, com a abertura de 2 mil unidades nos próximos anos e uso do país como base para sua operação latino-americana. 

A partir de 2027, a ideia também é comprar café e frutas tropicais brasileiras para abastecer lojas da rede mundo afora.

A escolha do Shopping Cidade São Paulo para a estreia não foi por acaso. Segundo apurou o InvestNews, a conversa com a SYN, administradora do empreendimento, começou em 2025 e avançou rapidamente.

O shopping vem se consolidando como uma espécie de vitrine para grupos asiáticos em sua entrada no Brasil. Foi ali que a Huawei montou sua primeira pop-up store no país para vender celulares e smartwatches, e o espaço também recebeu ações da plataforma chinesa de delivery Keeta e da rede social Kwai.

A ofensiva não deve parar na Paulista. O InvestNews apurou que a Mixue já fechou novos pontos com outros grupos de administração de shopping centers no Brasil, que devem ser anunciados em breve. A rede também conversa com a SYN sobre futuras unidades em outros ativos do grupo, que é dono dos shoppings Grand Plaza e Tietê Plaza, além do Metropolitano Barra, no Rio.

A marca ainda é pouco conhecida no Ocidente, mas chega com credenciais difíceis de ignorar. Desde o IPO em Hong Kong, em março de 2025, a rede avançou para Estados Unidos e México e chega agora à América do Sul pela porta de São Paulo. A companhia levantou US$ 444 milhões em sua oferta pública inicial.

Estreia com ambição

A Mixue cresceu apostando em uma lógica quase oposta à de muitas cadeias globais de bebidas: menos experiência premium, mais consumo de massa. Em vez de vender sofisticação, construiu um negócio baseado em preço acessível, lojas enxutas, cardápio simples e giro alto.

Na China, uma casquinha barata e bebidas adoçadas ajudaram a transformar a marca em nome popular entre estudantes, jovens e consumidores de cidades menores. E isso ajudou a criar a força da marca que tem seus jingles que tocam nas lojas e um mascote de boneco de neve para chamar de seu.

A proposta de preços ajuda a explicar a aposta da rede no Brasil. A Mixue deve disputar menos espaço com cafeterias premium e mais com o consumo por impulso em shopping centers e redes de fast-food. 

Suas bebidas adocicadas e sorvetes devem ficar em uma faixa próxima de R$ 7, enquanto sobremesas devem concorrer com itens como o sundae do McDonald’s, que custa perto de R$ 10. É uma estratégia coerente com o modelo que transformou a companhia em potência na Ásia: preços acessíveis, cardápio enxuto e giro alto.

O motor da expansão

A companhia já mostrou capacidade de escalar rápido em outros mercados, como Vietnã, Indonésia e Austrália.

A história da Mixue começou em 1997, quando Zhang Hongchao abriu em Zhengzhou, na província chinesa de Henan, uma pequena loja chamada Coldsnap Shaved Ice, embrião do grupo. O nome Mixue, ou Mi Xue Bing Cheng, foi formalizado em 1999. 

Ao longo dos anos, a empresa foi sofisticando: montou fábricas, desenvolveu uma logística própria de fornecimento, abriu a primeira loja internacional no Vietnã em 2018 e criou também a Lucky Cup, marca de café do grupo.

Mixue: rede chinesa de sobremesas inaugura no Brasil (Foto: Bloomberg)
Mixue: rede chinesa de sobremesas inaugura no Brasil (Foto: Bloomberg)

A companhia funciona na prática como uma grande plataforma de abastecimento para franqueados. Mais de 99% das lojas eram franqueadas em setembro de 2024. E a maior parte da receita vinha da venda de insumos e equipamentos para a rede, não de taxas de franquia .

É esse desenho que ajuda a explicar como ela ganhou escala tão rapidamente. A empresa diz operar uma cadeia de suprimentos verticalizada, com rede global de compras em 38 países, cinco bases de produção na China e 27 armazéns próprios, além de sistema dedicado de logística.

Escalada por franquias

Esse deve ser também o caminho no Brasil, mas não de imediato. A operação começa, por enquanto, com lojas próprias. A lógica é usar as primeiras unidades como vitrine e laboratório, ajustando cardápio, preço, operação e aceitação da marca antes de acelerar uma expansão mais ampla.

@investnewsbr

Conheça a Mixue, a maior rede (em número de lojas) de fast food do mundo! #Mixue #empresas #china

♬ som original – InvestNews BR

Mais à frente, a franquia tende a virar o principal motor de crescimento local, se a empresa quiser aproximar a ambição de 2 mil unidades de algo factível. Foi esse modelo que sustentou a escalada global da companhia, afinal.

Segundo o prospecto do IPO, o investimento inicial e a taxa de franquia da Mixue ficam abaixo da média da indústria chinesa, o que ajudou a atrair operadores para a rede .

Os desafios no Brasil

A rede entra em um mercado com concorrência forte em várias frentes: cafeterias, sorveterias, operações de sobremesa, fast-food e quiosques de shopping. Também desembarca em um país com cultura de café muito forte e com consumidor sensível a preço, mas já acostumado a marcas locais consolidadas.

Há ainda a questão operacional. Enquanto não montar uma rede local de produção de insumos, a Mixue tende a depender, ao menos em parte, de ítens importados, o que gera exposição ao câmbio e pode pressionar exatamente o principal pilar do modelo: preço baixo. A empresa já sinalizou a intenção de desenvolver uma base produtiva no Brasil, mas sem cronograma definido.

Seleções campeãs do mundo: todos os vencedores da Copa até 2022

26 de Março de 2026, 18:08

Você sabia que apenas oito países já venceram a Copa em 22 edições desde que ela foi criada? As seleções de futebol masculino campeãs do mundo representam somente dois continentes. O time vencedor da Copa no Catar, a Argentina, que derrotou a França nos pênaltis na final, pertence a um desses continentes.

A seguir, confira quem foram os vencedores da Copa até o momento e quais deles tiveram a oportunidade de ganhar mais de uma vez, como o Brasil. Se você ama futebol, é hora de refrescar a memória!


Confira:

Quais são as seleções campeãs do mundo?

Em países em que o futebol é um esporte popular, participar do torneio vira questão de honra. Nesse quesito, o Brasil fez a lição de casa, porque, além de estar entre os campeões da Copa do Mundo, é o único país que participou de todas as edições

As seleções campeãs do mundo são:

  • Uruguai 
  • Itália
  • Alemanha 
  • Brasil 
  • Inglaterra
  • Argentina 
  • França 
  • Espanha

Confira, agora, qual foi o placar das partidas que definiram os vencedores da Copa e algumas curiosidades:

1930

O Uruguai sediou a primeira Copa do  Mundo e as 18 partidas foram feitas somente na capital Montevidéu. O time uruguaio foi à final contra a Argentina e venceu os vizinhos por 4 a 2. No dia seguinte, foi feriado no país para celebrar a conquista do título no primeiro campeonato. 

1934 

A Itália sediou a segunda Copa do Mundo e também se tornou campeã em casa, vencendo a antiga Tchecoslováquia (atual República Tcheca e Eslováquia) na prorrogação por 2 a 1. Os jogos foram transmitidos ao vivo pelo rádio para 12 países. 

O campeão Uruguai não disputou a Copa em retaliação à Itália, por ter se recusado a viajar e participar da primeira edição.

1938

A Itália se tornou bicampeã ao vencer a Hungria por 4 a 2. O Brasil foi o terceiro colocado. Pela primeira vez, um país asiático participou da Copa: as Índias Orientais Holandesas (Indonésia).

1950

Depois de um intervalo com as copas de 1942 e 1946 canceladas por causa da Segunda Guerra Mundial, a retomada foi no Brasil.

Jogando em casa, a equipe brasileira conseguiu chegar até a final, que foi disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro, considerado o maior estádio do mundo na época. No entanto, o Uruguai conseguiu virar o jogo e se tornou bicampeão por 2 a 1.

1954

A Copa de 1954 marca o retorno da Alemanha, dessa vez como Alemanha Ocidental, à Copa desde o final da Segunda Guerra. Mesmo não sendo a favorita, os alemães venceram a Hungria de virada, por 3 a 2, marcando o gol da vitória já no fim da partida.

1958

A Copa de 1958 tinha uma dupla invencível de atacantes: Pelé e Garrincha, que levaram o Brasil à final, que venceu a anfitriã dos jogos, a Suécia, por 5 a 2. O Brasil foi o primeiro país a conquistar o título em um continente diferente

1962

Mais uma vez na final, o Brasil venceu a Tchecoslováquia por 3 a 1 na Copa no Chile. Garrincha estava suspenso da partida por conta de um cartão vermelho na semifinal. Mas até o presidente do Chile, Jorge Alessandri, solicitou que o atacante brilhasse na final e o pedido foi aceito.

1966

A Inglaterra venceu a Alemanha Ocidental por 4 a 2 na prorrogação. A Rainha Elizabeth II estava no estádio em Wembley e presenciou o país conquistar seu primeiro e único título até o momento.

1970

O Brasil se tornou tricampeão, vencendo a Itália por 4 a 1. O time brasileiro se consagrou no futebol mundial com jogadores como Pelé, Rivelino, Tostão e Carlos Alberto.

1974

A Alemanha Ocidental venceu a Holanda em casa por 2 a 1. A Copa foi marcada pela atuação marcante do jogador holandês Johan Cruyff e do alemão Franz Beckenbauer. 

1978

Em sua segunda final consecutiva, a Holanda perdeu novamente, desta vez para a dona da casa, a Argentina. Passaram-se 48 anos desde a primeira Copa do Mundo até que os argentinos levassem o título por 3 a 1.

1982

Depois de  uma semifinal disputada nos pênaltis entre Alemanha Ocidental e França, a seleção alemã venceu, mas não conquistou a taça Jules Rimet. A Itália venceu os alemães por 3 a 1 e se igualou ao Brasil com o tricampeonato na Copa da Espanha.

1986

A Copa do México foi do argentino Diego Maradona, que estava no auge de sua carreira e contribuiu para vencer a Alemanha Ocidental. A Argentina conquistou o título pela segunda vez.

1990

Alemanha e Argentina se enfrentaram novamente em uma final, mas dessa vez os alemães levaram a melhor por 1 a 0. O gol decisivo foi de um pênalti faltando menos de cinco minutos para terminar a partida.

1994

A final clássica entre Brasil e Itália, decidida nos pênaltis. O chute para fora do gol do italiano Roberto Baggio entregou o título ao Brasil, que conquistou o primeiro tetracampeonato entre os vencedores da Copa.

1998

Depois de um tetra, a expectativa sobre a seleção brasileira caiu por terra. Apesar do Brasil chegar à final com a França, a vitória foi de 3 a 0 para os franceses.

2002

Realizada pela primeira vez na Ásia e em dois países ao mesmo tempo, a Copa da Coreia do Sul e do Japão marcou também a vitória do Brasil pela quinta vez. A seleção brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0.

2006

Com semifinais e uma final composta apenas de países europeus, a Itália venceu a França nos pênaltis e se consagrou tetracampeã. 

2010

Pela primeira vez a ser realizada no continente africano, a Copa na África do Sul também teve um estreante entre as seleções campeãs do mundo. A Espanha, que até então nunca havia passado das quartas de final, venceu a Holanda por 1 a 0 na prorrogação.

2014

Na segunda Copa do Mundo no Brasil, a final ficou entre a Alemanha e a Argentina. A partida foi decidida só na prorrogação, que deu vitória aos alemães por 1 a 0, sendo a primeira seleção europeia a ganhar o torneio no continente americano. 

2018

A França conquistou o bicampeonato na final contra a Croácia, vencendo por 4 a 2. O francês Kylian Mbappe foi o segundo jogador mais novo a disputar uma final, com 19 anos. 

O mais novo, até o momento, continua a ser o brasileiro Pelé, que jogou a final de 1958, na Suécia, com apenas 17 anos.

2022

A Argentina levou o tricampeonato na Copa do Catar, encerrando um jejum de 36 anos sem título, ao derrotar a França nos pênaltis. A partida encerrou em 3 a 3, na prorrogação.

Países que mais venceram a Copa do Mundo

Entre as oito seleções campeãs do mundo, somente seis conquistaram o título mais de uma vez. O Brasil é o único pentacampeão até o momento, enquanto Alemanha e Itália somam quatro vitórias cada.

O ranking dos países vencedores da Copa são:

  • Brasil: 5 vitórias
  • Itália: 4 vitórias
  • Alemanha: 4 vitórias
  • Argentina: 3 vitórias
  • Uruguai: 2 vitórias
  • França: 2 vitórias
  • Inglaterra: 1 vitória
  • Espanha: 1 vitória

A Alemanha participou das Copas de 1934 e 1938 como uma única seleção. Depois da Segunda Guerra, o país voltou a disputar o torneio somente em 1954, porém como Alemanha Odicental

A Federação Internacional do Futebol (FIFA), que é o órgão responsável pela realização da Copa, atribuiu as vitórias da antiga Alemanha Ocidental à atual seleção alemã. 

De todos os campeões da Copa do Mundo, somente a Itália não vai disputar o torneio no Catar este ano. Esta será a segunda edição que a seleção italiana não se classifica para o campeonato.

Países que nunca participaram da Copa do Mundo

A FIFA reconhece mais de 200 nações que podem ou não disputar o torneio. Cabe a cada uma escolher se candidatar para participar das eliminatórias e tentar se classificar para o torneio principal.

Alguns dos países que mais tentaram participar, mas nunca conseguiram são Luxemburgo, Curaçao, Zâmbia, Malta, Síria e Venezuela. Todos eles já se inscreveram em mais de dez edições do torneio.

The most famous band of all time from every state

Steven Tyler of Aerosmith.
Steven Tyler of Aerosmith.

Lisa Lake/Getty Images

  • Cities like New York, Los Angeles, and Detroit have long served as major hubs for iconic bands.
  • Still, every state boasts at least one band it can call its own.
  • OneRepublic famously hails from Colorado, and Alabama is from, you guessed it, Alabama.

Great music isn't just found in a few iconic cities — it thrums through every corner of the United States. Each state has produced many bands that helped define its sound and leave a lasting mark on music history.

To figure out the most famous band from every state, Business Insider weighed reputation, record sales, and awards. Crucially, each act was judged in the context of its own era because today's chart-toppers don't necessarily eclipse the legends of decades past.

We focused exclusively on groups — no solo acts — but took a flexible approach to what counts as a "band," including any musical act made up of more than one person. While we primarily looked at where each band was formed, we also considered where their music took off and the hometowns that shaped them.

So, which band puts your state on the map? Let's find out.

Emmie Martin and Christi Danner contributed to a previous version of this article.

ALABAMA: Alabama
Alabama band

Frazer Harrison/ Getty Images

One of the most successful bands of all time, Alabama has sold over 56 million records, per the The Recording Industry Association of America (RIAA), and has scored 43 No. 1 hits. It also has 11 multi-platinum albums and two Grammys. The band, which formed in Fort Payne, Alabama, sold more records during the '80s than any other band. Not only is their success impressive by any measure, but they also did a lot to make country music popular in the mainstream.

Jeff Cook, a founding member, lead guitarist, and fiddler for the band, died at 73 in 2022, at his Florida home, leaving behind a legacy as a key architect of the group's signature sound.

ALASKA: Portugal. The Man
Portugal The Man

Michael Loccisano/Getty Images

Alaska was far away from the rock 'n roll scene that defined the late 1960s and continued into the '70s in the continental United States, and rarely have any bands found success beyond the state's borders. That is, until Portugal. The Man exploded into the alt/indie rock scene.

Since releasing its debut album "Waiter: You Vultures!" in 2006, the band from Wasilla, Alaska, has become an indie-rock phenom, hitting major stops on the festival circuit and collaborating with artists including "Weird Al" Yankovic, Tom Morello, and Danger Mouse.

The band's biggest claim to fame is its 2017 hit single "Feel It Still," which dominated the airwaves and earned the group its first and only Grammy Award for best pop duo/group performance.

ARIZONA: Alice Cooper
Alice Cooper (band)

Stephen Lovekin/Getty Images

The first of the many shock-rock bands of the '70s, Alice Cooper kept fans entranced with their gender-bending outfits and dark onstage theatrics — concert-goers could expect performances to include stunts like Cooper's faux-beheading via guillotine.

But it's the music that kept fans coming back for more, and their riff-heavy brand of hard rock produced a string of hits, including "School's Out" and "Be My Lover." Alice Cooper was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2011.

ARKANSAS: Evanescence
Evanescence Amy Lee

Simon Fergusson/Getty Images

Despite the goth-metal style that now defines Evanescence, they got their start as a Christian rock band after forming in Little Rock, Arkansas. In fact, their 2003 debut album, "Fallen," which produced hits "Bring Me to Life" and "My Immortal" and won the band two Grammys, was released during their religious days, reaching No. 1 on Billboard's Top Contemporary Christian chart.

However, following a profanity-laden article in Entertainment Weekly in which band founders Amy Lee and Ben Moody renounced their affiliation with Christian music, polarizing many Christian fans, Evanescence turned toward a more secular fan base.

The band has released a total of five studio albums, with a sixth in the works, and they announced a worldwide tour that will start in summer 2026.

CALIFORNIA: The Grateful Dead
Grateful Dead

Ed Perlstein/Getty Images

During the '60s and '70s, the Laurel Canyon scene in Los Angeles was home to some of the rock world's biggest hits, including Joni Mitchell, Frank Zappa, The Eagles, and The Byrds. Then you had the Bay Area, the epicenter of the counterculture movement, which spawned the careers of Janis Joplin and Jefferson Starship.

But no one was quite as popular as the Grateful Dead.

In addition to some of the best songwriting in rock history, the band's free-flowing jams, Jerry Garcia's epic guitar solos, and the cosmic drum duets from Bill Kreutzmann and Mickey Hart earned the Dead one of the most devout fanbases of all time: the Deadheads. Unlike other bands on this list, The Dead didn't win stacks of awards or sell a record-breaking number of albums. For Jerry and the band, it was all about the live experience; there was just this spiritual energy of seeing the Dead live that no other band has matched since.

Other major bands from California include The Eagles, Van Halen, Red Hot Chili Peppers, Go-Go's, Green Day, No Doubt, and Maroon 5.

COLORADO: OneRepublic
OneRepublic

Mark Davis/Getty Images

In 2015, OneRepublic's third album, "Native," reached 1 million in sales, Billboard reported, following the example of their 2007 debut, "Dreaming Out Loud," which also hit 1 million. In 2024, they released their sixth studio album, "Artificial Paradise."

They were nominated for a Grammy for best pop performance by a duo or group with vocals for their single "Apologize," with Timbaland, in 2009.

The band, which formed in Colorado Springs, is best recognized for singles "Stop and Stare," "Good Life," and "Counting Stars," all of which became Top 40 hits.

CONNECTICUT: The Carpenters
The Carpenters

NBC/Getty Images

Brother and sister team Richard and Karen Carpenter, who were born in New Haven, endeared themselves to the world throughout the 1970s with classic hits like "Top of the World" and "Rainy Days and Mondays."

The pair went on to win three Grammys and host their own variety show on NBC for a short period.

Though Karen died in 1983, her legacy lives on through a previously unreleased solo album released in 1996.

DELAWARE: George Thorogood and the Destroyers
George Thorogood and the Destroyers

Paul Kane/ Getty Images

Though often looked down on by blues purists, George Thorogood and the Destroyers' catchy blues-pop sound earned them widespread popularity and five gold albums throughout the '80s, including 1982's "Bad to the Bone." And they can thank their home state for launching their career — the band's first gig together was a show at the University of Delaware in 1973.

The band will be inducted into the Musicians Hall of Fame & Museum in Nashville as part of the 2026 class.

FLORIDA: Tom Petty and the Heartbreakers
tom petty

Samir Hussein/Getty Images

Tom Petty and the Heartbreakers' career spanned almost 40 years and included classic hits like "American Girl," "Refugee," and "Don't Do Me Like That." Their third album, "Damn the Torpedoes," went platinum and cemented the Gainesville band as bona-fide rock stars.

Petty, who died in 2017, was also known for taking a stand against the music industry, most notably by declaring bankruptcy to get out of a contract in 1979 and later threatening to withhold his new album until the label lowered its price, per History.com.

Other famous bands from Florida include Lynyrd Skynyrd, NSYNC, and the Backstreet Boys.

GEORGIA: R.E.M.
REM

Ebet Roberts/Getty Images

Hailing from Athens, Georgia, R.E.M. was founded in 1980 after drummer Bill Berry, guitarist Peter Buck, bassist Mike Mills, and lead vocalist Michael Stipe all met as students at the University of Georgia.

Between 1982 and 2012, when the band amicably broke up, R.E.M. released 15 albums, six of which went platinum; many others reached gold. The band has won three Grammys from 13 nominations and has released countless songs that have broken into the Billboard Top 10 and Top 40, including "Losing My Religion" and "The One I Love."

Thanks to Buck's iconic 12-string arpeggios, Stipe's cerebral lyrics, and efficient yet catchy rhythms from Berry and Mills, R.E.M. is celebrated as a pioneering alternative rock band that paved the way for '90s grunge and post-punk icons, including Nirvana, Pearl Jam, and The Smashing Pumpkins.

HAWAII: Pepper
Band Pepper 2010

Joey Foley/FilmMagic/Getty Images

Pepper might be from Hawaii, but don't expect any classic island tunes from the alt-rock trio. The band combines elements of pop, reggae, and punk for a raw yet lively sound.

Pepper released its first full-length album, "Give'n It," in 2000, but found mainstream success with 2002's "Kona Town" and its breakout hit "Give It Up."

IDAHO: Built to Spill
Built To Spill

Frazer Harrison/Getty Images

Built to Spill formed in Boise in 1992 and first gained critical attention with 1994's "There's Nothing Wrong with Love."

After signing with Warner Brothers in 1995, they released "Perfect from Now On," which diverged from the band's signature short, poppy sound. But the band continued to plug away, and, despite a rotating cast of members and a short hiatus, they're still making music.

In 2022, they released their ninth album, "When the Wind Forgets Your Name."

ILLINOIS: Earth, Wind & Fire
Earth Wind and Fire

Gary Gershoff/Getty Images

Earth, Wind & Fire is one of the most popular and critically acclaimed bands of the '70s. The band's breakthrough album, "That's the Way of the World," released in 1975, introduced the hit single "Shining Star" and was followed by a stream of five consecutive multiplatinum albums. Earth, Wind & Fire has also taken home six Grammys out of an impressive 17 nominations, and the band was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2000.

Earth, Wind & Fire has lost several key members over the years — including founder Maurice White, drummer Fred White, saxophonist Andrew Woolfolk, and guitarist Sheldon Reynolds — but the band continues to perform and tour, carrying on its legacy with longtime members, such as Philip Bailey, Ralph Johnson, and Verdine White, and other long-serving bandmates.

Other famous bands from Illinois include Chicago, The Smashing Pumpkins, Cheap Trick, REO Speedwagon, and Styx.

INDIANA: Jackson 5
Jackson 5

Gary Merrin/Fotos International/Getty Images

Composed of five brothers — Jackie, Jermaine, Marlon, Tito, and Michael — the Jackson 5, from Gary, Indiana, made music history in 1970 as the first recording artist whose first four Motown singles all became No. 1 hits.

The brothers immediately rose to stardom and sold out 20,000-seat venues within the year, performing hits like "ABC," "I Want You Back," and "I'll Be There."

IOWA: Slipknot
Slipknot

Lisa Maree Williams/Getty Images

One of the most prominent nu-metal bands of the '90s, Slipknot was known as much for its image as its music. The band, which is from Des Moines, performed in matching black jumpsuits and horror-themed Halloween masks and used numbers as stage names.

Their self-titled debut album went platinum in 2000, making them the first band on their label, Roadrunner Records, to do so. The band's annual festival, Knotfest, has turned into the world's most popular hard rock and metal festival.

KANSAS: Kansas
Kansas rock band

Paul Natkin/Getty Images

Best known for hits "Carry on Wayward Son" and "Dust in the Wind," Kansas formed in Topeka in 1973. Throughout their 40-year career, the rock legends have sold over 23 million records, per RIAA, and produced 12 gold albums and five multi-platinum albums.

A fun fact: "Dust in the Wind" has been played on the radio more than 3 million times.

KENTUCKY: My Morning Jacket
My Morning Jacket

Paul Morigi/Getty Images

My Morning Jacket formed in Louisville in 1998 and released their alt-country debut album, "The Tennessee Fire," the following year.

Their 2005 album "Z" marked a major turning point in the band's history: "Z" laid the foundation for the dreamy jams off "Evil Urges" and the two "Waterfall" albums and paved the way for My Morning Jacket to become one of the most successful contemporary rock bands.

The Jacket is also known for its legendary live performances and made history in 2008 after delivering a nearly four-hour show at Bonnaroo.

LOUISIANA: The Neville Brothers
The Neville Brothers

Kevin Winter/Getty Images

The Neville Brothers are an R&B group famously known for embracing their hometown of New Orleans. They won a Grammy in 1989 for best pop instrumental performance and have closed out the New Orleans Jazz and Heritage Festival for years.

Though their last record together was released in 2004, the brothers reunited for a farewell show in NOLA in 2015, USA Today reported. Charles Neville died in 2018, and Art Neville died the following year.

MAINE: Rustic Overtones
Rustic Overtones band.
Rustic Overtones.

Jack Milton/Portland Press Herald via Getty Images

All Portland natives, the Rustic Overtones formed over 30 years ago and released their third full-length — but first commercially successful — album, "Rooms by the Hour," in 1998.

Its 2007 album "Light At The End" was the fastest-selling local album in the state of Maine's history, the Portland Press Herald reported at the time. Perhaps Rustic Overtones' biggest claim to fame is being the first band ever broadcast live on XM Satellite Radio.

The band has a unique style of indie rock pulling from blends of soul music, punk, and jazz. Rustic Overtones has worked with an array of artists over the years, including Imogen Heap and Funkmaster Flex.

In more recent years, The Ghost of Paul Revere, a Portland-based folk trio, has risen to prominence in the state, with its song "Ballad of the 20th Maine" becoming the state's official ballad in 2019.

MARYLAND: Good Charlotte
Good Charlotte

Matt Jelonek/Getty Images

Good Charlotte is a pop-punk band from Maryland that rose to prominence in the early 2000s with their catchy hooks and angst-driven lyrics.

Formed by brothers Joel and Benji Madden, the group broke through with their 2002 album, "The Young and the Hopeless," which featured major hits such as "Lifestyles of the Rich & Famous," "The Anthem," and "Girls & Boys." The RIAA certified it as quadruple platinum in 2025.

The band's awards over the years have included an MTV Video Music Award and Teen Choice Awards, indicating their mainstream success.

Other Maryland bands include The Orioles and All Time Low.

MASSACHUSETTS: Boston
Boston band

Michael Ochs Archives/Getty Images

Aerosmith might be known as the "bad boys from Boston," but since they actually got their start in New Hampshire, arena-rock band Boston is the most famous band formed in Massachusetts.

The group released their eponymous debut album in 1976, which sold more than half a million copies in just a week, jumping straight to the top of the charts and spawning several hits, including "More Than a Feeling" and "Peace of Mind." The album was so successful that Boston became the first band in history to play its debut concert at Madison Square Garden in New York.

Tommy DeCarlo, Boston's lead vocalist who rose from devoted fan to frontman after Brad Delp's death, died at 60 on March 9, following a brief battle with brain cancer.

MICHIGAN: The Temptations
The Tempations

NBC/Getty Images

One of the most successful Black vocal groups of all time, the Temptations, originally known as the Elgins, formed in Detroit in 1961 when two groups merged — Otis Williams and the Distants and the Primes.

Now considered a classic example of Motown's signature sound, the group rose to prominence with hits like "My Girl" and "Since I Lost My Baby," produced under the inimitable Smokey Robinson. Taking a nod from Sly and the Family Stone, the group released the 1968 psychedelic soul hit single "Cloud 9," which won the group and Motown their first Grammy Award.

During its heyday with Motown in the 1960s and '70s, The Temptations produced 37 Top 40 hits, 15 Top 10 hits, and four No. 1 hits. And that was only on the pop charts; the group dominated the R&B charts with 15 No. 1 singles and 17 No. 1 albums.

Several members of The Temptations' classic lineup have died over the years, including David Ruffin, Eddie Kendricks, Paul Williams, Melvin Franklin, and Dennis Edwards.

MINNESOTA: Prince and the Revolution
Prince in concert

Kristian Dowling/Getty Images

Though Prince and the Revolution had achieved considerable success beforehand, it was the 1984 film release of "Purple Rain" — and Prince's accompanying soundtrack — that launched the group into superstardom. The "Purple Rain" album sold over 13 million copies, spent 24 weeks at the top of the charts, and produced hits "When Doves Cry," "Purple Rain," and "Take Me with U."

Prince was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2004, his first year of eligibility. He died in 2016, aged 57, at his Paisley Park estate in Minnesota.

MISSISSIPPI: 3 Doors Down
3 Doors Down

Frank Micelotta/Getty Images

Three Doors Down, from Escatawpa, Mississippi, hit it big in the early 2000s with radio-friendly singles "Here Without You," "Kryptonite," and "When I'm Gone."

The post-grunge band saw three albums go multi-platinum, including 2000's "The Better Life," which has gone platinum seven times and became one of the best-selling albums of the year, per Billboard.

MISSOURI: Ike and Tina Turner
Ike and Tina Turner

David Redfern/Getty Images

Ike and Tina Turner were a wildly successful duo for nearly 20 years, topping R&B and pop charts, touring with the Rolling Stones, and winning a Grammy for their song "Proud Mary." In 1976, Tina left what she described as an abusive relationship with Ike and went on to build her own successful solo career.

Tina Turner was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame as a solo artist in 2021. She died in 2023, at age 83. Ike Turner died in 2007.

MONTANA: Silkworm
Silkworm

Hargrove House Productions/YouTube

The nearly 20-year career of Silkworm, who formed in Missoula, was cut short in 2005 when their drummer, Michael Dahlquist, was killed in a car accident.

In February 2013, filmmaker Seth Pomeroy released "Couldn't You Wait?" a documentary that tells Silkworm's story from their start as childhood friends to their final days together.

The remaining band members went on to form a new band called Bottomless Pit.

NEBRASKA: Bright Eyes
BrightEyes

Mike Lawrie/ Getty Images

Bright Eyes is the main creative vehicle for Omaha-born Conor Oberst. The band has had some notable success on the charts: In 2005 its album "I'm Wide Awake, It's Morning" peaked at No. 10 on the Billboard 200 and its 2007 album "Cassadaga" peaked at No. 4. A

After a nine-year hiatus, the band released a new album, "Down In the Weeds, Where the World Once Was," in 2020. In 2024, it released "Five Dice, All Threes."

NEVADA: Imagine Dragons
ImagineDragons

Ethan Miller/ Getty Images

In 2015, Imagine Dragons earned its first No. 1 album on the Billboard 200 chart with "Smoke + Mirrors."

The Las Vegas band entered the spotlight with their Grammy Award-winning single "Radioactive," from their 2012 debut album. The song held the record for the longest time on the Hot 100 — 87 weeks, or almost two years — until The Weeknd's "Blinding Lights" overtook it in 2021.

Other famous bands from Nevada include The Killers and Panic! At The Disco.

NEW HAMPSHIRE: Aerosmith
aerosmith

Kevin Winter/ Getty Images

Aerosmith is one of the most recognizable '70s rock bands and one of the biggest comeback stories in rock history. Aerosmith was flying high and on its way to rock royalty after the release of "Toys in the Attic" and "Rocks" in 1975 and 1976, respectively.

But the band's struggle with drug and alcohol abuse took its toll, leading guitarists Joe Perry and Brad Whitford to temporarily leave the band. Aerosmith seemed to be on the brink of no return until Run-D.M.C. released a cover of "Walk This Way" and catapulted the band back to the mainstream.

Though they're billed as the "bad boys from Boston," many people don't know that Aerosmith formed in New Hampshire before making it big. Lead singer Steven Tyler and Perry spent summers together as children, and the band played at small venues and high school proms throughout the state before making a name for themselves nationally.

NEW JERSEY: Bruce Springsteen and the E Street Band
BruceSpringsteen

Mark Metcalfe/ Getty Images

Bruce Springsteen himself inducted the E Street Band into the Rock & Roll Hall of Fame in 2014, in celebration of the 40 years they spent working together. One of America's most beloved musicians, Springsteen — also known as "The Boss" — is most famous for the work he did with the E Street Band, whom he met in Asbury Park.

Springsteen has released multiple albums that have gone platinum — including his first, 1972's "Greetings from Asbury Park, N.J." — and achieved global fame after the release of the 1975 album "Born to Run." He got his own biopic in 2025, "Springsteen: Deliver Me from Nowhere."

Other famous bands from New Jersey include Bon Jovi, Frankie Valli and The Four Seasons, My Chemical Romance, and The Jonas Brothers, who were recently inducted into the New Jersey Hall of Fame.

NEW MEXICO: The Shins
The Shins

Scott Gries/ Getty Images

Frontman James Mercer started The Shins as a side project in 1996 in Albuquerque, but it quickly evolved to be the state's most notable rock band.

After the soundtrack of the 2004 film "Garden State" included the songs "Caring Is Creepy" and "New Slang," the Shins began earning a significantly larger audience. The band's next album after the movie, 2007's "Wincing the Night Away" peaked at No. 2 on the Billboard 200, cementing The Shins as the Southwest's indie darlings.

Other famous bands from New Mexico include The Fireballs and Xit.

NEW YORK: The Ramones
Ramones

Keystone/Getty Images

There are plenty of famous bands from New York — The Beastie Boys, The Velvet Underground, and KISS, to name a few — but few have the influence and reputation of The Ramones, who have innumerable hits, including "Blitzkrieg Bop," "I Wanna Be Sedated," and "Sheena Is a Punk Rocker."

There's even a street in Manhattan named Joey Ramone Place, after the lead singer who died of cancer in 2001.

NORTH CAROLINA: The Charlie Daniels Band
CharlieDanielsBand

Larry Busacca/ Getty Images

Wilmington's The Charlie Daniels Band, with its rotating cast of musicians, has been an icon of country music since the 1970s.

Their eclectic blend of Southern rock and hardcore country has earned them numerous awards and recognitions, including a Grammy Award.

The band's most famous contribution to the annals of rock and country music is without a doubt "The Devil Went Down to Georgia," which features one of the best fiddle solos ever performed.

NORTH DAKOTA: Bobby Vee & The Strangers
Bobby Vee

Keystone/Getty Images

Bobby Vee and The Strangers, originally called The Shadows, first performed publicly on "The Day the Music Died" — the group filled in for Buddy Holly, Ritchie Valens, and the Big Bopper at a gig in Moorhead, Minnesota, after the three famous musicians were killed in a plane crash in 1959.

The then-15-year-old Vee would go on to earn two gold albums, 38 songs in the Billboard Top 100, six gold singles, and 14 Top 40 hits.

OHIO: Twenty One Pilots
Twenty One Pilots.
Twenty One Pilots

Kevin Winter/Getty Images for iHeartRadio

Twenty One Pilots, from Columbus, Ohio, is made up of Tyler Joseph and Josh Dun. They are known for fusing alternative rock, hip-hop, and electronic elements.

They broke into the mainstream with the 2015 album Blurryface, which produced major hits like "Stressed Out," "Ride," and "Heathens." The band has earned significant recognition, including a Grammy Award for best pop duo/group performance in 2017 for "Stressed Out," as well as multiple Billboard Music Awards and American Music Awards.

Other famous bands from Ohio include the Isley Brothers and The Black Keys.

OKLAHOMA: The Flaming Lips
The Flaming Lips

Mark Metcalfe/Getty Images

The Flaming Lips, formed in Norman, Oklahoma, in 1983, have only had one hit single in the US, "She Don't Use Jelly," released in 1993.

However, they have earned three Grammy Awards, multiple hit singles in the UK and Europe, and a large indie following.

The band is known for its energetic live performances that feature mesmerizing light shows and wacky stage props like giant robots and laser hands.

OREGON: The Decemberists
The Decemberists

Rob Ball/Getty Images

No band embodies the woodsy vibe of Portland, Oregon, better than The Decemberists. Since forming in 2001, the band has earned a Grammy nomination and performed at Barack Obama's 2008 presidential campaign stop in Portland.

The Decemberists' sonic architecture — founded on strong lyric writing and a diverse range of folk textures — and whimsical live performances, which usually feature a historical reenactment of sorts, have helped the band become darlings of folk-pop music.

Frontman Colin Meloy and co. scored their biggest success to date with the 2011 studio album "The King Is Dead," which reached No. 1 on the Billboard 200.

PENNSYLVANIA: Hall & Oates
Hall and Oates

Erika Goldring/Getty Images

Duo Daryl Hall and John Oates formed Hall & Oates in the early '70s and released their debut album, "Abandoned Luncheonette," in 1973.

Hailing from Philadelphia, the pair garnered national attention throughout the '70s and '80s with hits such as "Maneater" and "Sara Smile."

The band won three American Music Awards in the early '80s. More recently, both members released solo albums amid a now-resolved but lengthy legal battle.

RHODE ISLAND: Talking Heads
Talking Heads

Chris Walter/Getty Images

Best known for their hits "Psycho Killer," "Life During Wartime," and "Once in a Lifetime," Talking Heads were successful with audiences and professional critics.

Though they rose to fame in New York, the three founding members, David Byrne, Chris Frantz, and Tina Weymouth, began practicing together at the Rhode Island School of Design before becoming Talking Heads.

The band added their fourth member, guitarist Jerry Harrison, shortly before releasing their first single, "Love Goes to Building on Fire"/"New Feeling," in 1976.

SOUTH CAROLINA: Hootie and the Blowfish
HootieAndTheBlowfish

Reed Saxon/ AP

Darius Rucker, Mark Bryan, Dean Felber, and Jim Sonefeld formed Hootie & The Blowfish after meeting in the late 1980s at the University of South Carolina in Columbia. Over the next 10 years, they attracted a following throughout the East Coast before releasing their 1994 debut album, "Cracked Rear View," which sold over 16 million copies in the US.

SOUTH DAKOTA: The Spill Canvas
TheSpillCanvas

Jeff Fusco/ Getty Images

Formed in Sioux Falls in 2002, the pop-punk quartet The Spill Canvas has toured with big-name acts including Motion City Soundtrack, Plain White T's, and OneRepublic.

After a nearly two-year hiatus, The Spill Canvas funded their 2012 comeback album, "Gestalt," with the help of fans on Kickstarter.

TENNESSEE: Johnny Cash and the Tennessee Three
Johnny Cash

Michael Ochs Archives/Getty Images

The Tennessee Three began as the Tennessee Two, with Luther Perkins and Marshall Grant backing Johnny Cash, and expanded to the Tennessee Three with the addition of drummer W.S. Holland in 1958.

During the 1980s, the band's lineup changed and expanded, and they were called The Great Eighties Eight. Though Johnny Cash participated in various group and solo ventures throughout his long career, with the Tennessee Three, he achieved mega-hits such as "I Walk the Line" and "Folsom Prison Blues."

The band played with Cash through 1999. After the singer's death, the group reformed and released the tribute album "The Sound Must Go On." They've toured the globe playing to Cash fans and in 2012, released the album "All Over Again." Cash won a myriad of awards for his music, most of which feature the Tennessee Three as the backing band.

Other famous bands from Tennessee include Kings of Leon, Paramore, Little Big Town, The Band Perry, and Lady A.

TEXAS: ZZ Top
ZZTop

Frazer Harrison/ Getty Images

Hailing from Houston, ZZ Top was one of the biggest rock acts of the '80s, with huge hits such as "Legs," "Sharp Dressed Man," and "Gimme All Your Lovin'."

In 2004, the bearded, sunglasses-wearing duo, Billy Gibbons and Dusty Hill, and their drummer, Frank Beard, were inducted into the Rock & Roll Hall of Fame.

UTAH: The Osmonds
Osmonds

Chris Jackson/ Getty Images

The four older siblings from the Mormon musical group from Salt Lake City made their big debut on the "Andy Williams Show" in 1962, with the others joining later.

Some of the Osmond siblings, most notably Donny, Marie, and Jimmy, dabbled in solo careers, yet continued to collaborate with the group. The Osmonds have reportedly sold more than 100 million albums worldwide.

VERMONT: Phish
Phish

Michael Loccisano/ Getty Images

Jam band Phish has a cult following that rivals that of the Grateful Dead. The original members — Jon Fishman, Trey Anastasio, and Jeff Holdsworth (who left the band in 1986) — met at the University of Vermont and were later joined by bassist Mike Gordon and keyboardist Page McConnell. The band was officially formed in 1983.

In 1997, the band hosted The Great Went, a music festival in Limestone, Maine, which drew a crowd of 62,000 and was the top-grossing concert of that summer.

VIRGINIA: Dave Matthews Band
DaveMatthewsBand

Matt Roberts/ Getty Images

The Charlottesville-based Dave Matthews Band quickly grew a strong fan base after releasing their live debut album in 1991. "Remember Two Things," their 1993 independently released live album, debuted at No. 1 on the college charts and was later certified platinum.

Today, Dave Matthews Band has sold over 30 million records worldwide and became the first band to have six consecutive studio albums that debuted at No. 1 on Billboard, Billboard reported.

WASHINGTON: Nirvana
Nirvana

Raffaella Cavalieri/Getty Images

Nirvana rocketed to fame with their single "Smells Like Teen Spirit" off the 1991 album "Nevermind," which brought grunge-rock to the mainstream.

The band officially formed a few years earlier, in 1987, when guitarist and vocalist Kurt Cobain and bassist Krist Novoselic began performing at local parties in the Seattle region.

In 1990, Dave Grohl joined Nirvana as the drummer. The band's tragic end came in 1994 with Kurt Cobain's suicide, though their music continued to inspire and impact the grunge movement.

Other famous bands from Washington include Pearl Jam and the Foo Fighters.

WASHINGTON, DC: Minor Threat
Ian MacKaye

Steve Eichner/Getty Images

Minor Threat's song "Straight Edge" pioneered (and named) the drug- and alcohol-free lifestyle — one that goes against the wasted-punk-rocker stereotype. The band formed among a wave of punk bands in Washington, DC, and though Minor Threat's career lasted only three years, its influence can still be found in punk music to this day.

After the band's dissolution, frontman Ian MacKaye played with numerous groups before forming Fugazi in 1987.

WEST VIRGINIA: Asleep at the Wheel
Asleep at the Wheel

Jim Bennett/Getty Images

Asleep at the Wheel got their start in Paw Paw, West Virginia, in 1970, when they opened for Alice Cooper and Hot Tuna.

Since then, they have continued to dominate American country and Western music, winning eight Grammy Awards and a Lifetime Achievement in Performance, not to mention a few chart-topping songs along the way. They continue to tour.

WISCONSIN: Violent Femmes
ViolentFemmes

Marty Lederhandler/ AP

When the Violent Femmes released its critically acclaimed eponymous debut album in 1983, the band was nothing more than an underground sensation — in fact, it took eight years for the album to go platinum, Pitchfork reported. But over the years, the band has evolved into one of the most important and popular post-punk groups, as proven not only by its music but also by the fact that the Femmes' acoustic style inspired the MTV show "Unplugged."

In 2015, the Femmes released their first album in 15 years, "We Can Do Anything" — though the critical reception was not too warm — and followed it up with 2019's "Hotel Last Resort."

WYOMING: Teenage Bottlerocket
Teenage Bottlerocket

Taylor Hill/Getty Images

Teenage Bottlerocket released their debut album, "Another Way," in 2002 on Laramie's communal label, One Legged Pup.

The twin Carlisle brothers behind the group — Ray on bass and vocals, and Brandon on drums — cycled through various guitarists before finding Kody Templeman.

The band has become a pop-punk mainstay over the years, playing major events like Warped Tour, and is known for its iconic skull-and-rocket logo.

Editor's note: A version of this story was first published in 2022 and was most recently updated in March 2026.

Read the original article on Business Insider

Sony and Honda scrapped their next EV before launch. You can still drive it on PlayStation.

25 de Março de 2026, 14:48
The interior of the Afeela, the tech-heavy car that was part of the joint venture with Honda and Sony.
Honda and Sony canceled two Afeela products before they reached production.

Andrej Sokolow/picture alliance via Getty Images

  • Honda and Sony axed the Afeela, a tech-heavy electric sedan that was slated for sale in 2026.
  • The decision leaves Sony Honda Mobility, their joint venture company, in limbo.
  • Analysts say they aren't surprised by the cancellation — but were surprised by how late it came.

The Afeela is dead.

The car — a PlayStation-linked EV developed through Honda's joint venture with Sony — had been positioned as a tech-forward flagship, featuring multiple screens (including on the hood), autonomous driving capabilities, and even a spot to hold a PS5 controller.

Plans to build the $90,000 electric sedan and a future SUV sibling were scrapped on Wednesday.

It's the latest shift in Honda's approach to building EVs in America. Earlier this month, the automaker said it would take a $15.7 billion write-down while canceling several coming EVs, including the Honda 0 Saloon, Honda 0 SUV, and Acura RSX. Honda had already exited a separate EV partnership with General Motors in 2023 and discontinued the Acura ZDX last year.

The decisions leave Honda with one EV in the US market: the Prologue.

Afeela's cancellation stands apart.

A Sony Honda Mobility Afeela on stage at the Consumer Electronics Show in 2026.
SHM showcased the Afeela at CES this year.

Bloomberg/Getty Images

Honda and Sony formed an entirely separate company, Sony Honda Mobility, to develop the car. SHM told Business Insider on Wednesday it's continuing "to discuss the path forward with its parent companies on the future of SHM."

The model's cancellation didn't shock industry analysts.

"This aligns with Honda rethinking its EV plans, especially in the US market," Seth Goldstein, a senior equity strategist and EV industry specialist at Morningstar, told Business Insider.

He said Honda is likely shifting toward a more hybrid-heavy lineup while reassessing how to build profitable EVs without relying on government incentives.

While the cancellation itself wasn't surprising, the timing was.

Sony Honda Mobility recently showcased Afeela at CES, heavily promoted it on social media, and added the vehicle to the PlayStation car racing game Gran Turismo 7 in a 2025 update. Moderators for the r/GranTurismo7 subreddit confirmed to Business Insider that the car is still available to drive in the game.

SHM had said it expected to launch the physical car in California by the end of the year.

شيفروليه تكشف عن سيارتين اختباريتين من كورفيت بقوة هائلة تصل إلى 2000 حصان، ويمكنك تجربتهما الآن داخل لعبة Gran Turismo 7 مع التحديث المجاني 1.62
التحديث لا يقتصر على ذلك فقط، بل يضيف أيضًا:
•سيارة AFEELA 1 المتطورة تقنيًا، موديل 2026.
•رينو أفانتايم النادرة، موديل 2002#GT7 pic.twitter.com/MGrXqQq30T

— GTWorld🇸🇦 (@granturismoSA) August 27, 2025

Pulling the plug on a vehicle so close to launch is "definitely not the industry norm," Adam Bernard, a former director of competitive intelligence at General Motors, told Business Insider.

"A last-minute pull is very unusual," he said.

More broadly, Honda's shift highlights a growing divide in how automakers are approaching the US EV market.

Toyota — long seen as a laggard in fully electric vehicles — has recently accelerated its EV plans, underscoring how differently the longtime rivals are navigating the transition.

Goldstein said Toyota's experience with hybrid systems and battery development may make it easier to adapt its lineup, while Honda now faces a more fundamental reset.

The Afeela's customizable "Media Bar" on its hood. It shows a blue screen with white lettering saying "Happy Birthday Carol!"
The Afeela had a bevy of screens, including on the hood. The front-facing "Media Bar" could be customized with messages.

Stephen Brashear/Getty Images

Still, analysts don't see this as the end of Honda's EV ambitions altogether.

"My guess is that they may revisit their plans and perhaps produce something lower in cost toward the end of the decade," Sam Abuelsamid, an auto industry analyst at Telemetry, told Business Insider.

He added that while Afeela was slated for production in Ohio, Honda is likely to repurpose that capacity for other vehicles rather than leave it idle.

What remains unclear is where Sony Honda Mobility fits into Honda's next phase. A Honda spokesperson said the company had "no insight into the announcement," referring questions to the joint venture.

"This decision follows discussions between our parent companies, after taking into account the significant impact of Honda's EV strategy change," SHM told Business Insider.

Work at Honda or SHM? We want to hear from you. Contact Ben Shimkus at bshimkus@insider.com or Signal at bshimkus.41. Use a personal email address and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

Read the original article on Business Insider

Setor de vinhos se mobiliza contra discurso de que qualquer consumo de álcool é nocivo

25 de Março de 2026, 11:57

A indústria brasileira do vinho decidiu reagir de forma mais organizada à pressão crescente contra o consumo de álcool em todo o mundo, em um momento em que autoridades de saúde e mudanças de comportamento do consumidor colocam sob escrutínio até mesmo o uso moderado da bebida.

Esse movimento ganha uma vitrine neste mês, em São Paulo, com a realização do Simpósio Internacional Vinho, Saúde e Estilo de Vida, que reunirá médicos e pesquisadores brasileiros e estrangeiros para discutir a relação entre consumo moderado de vinho, saúde e bem-estar.

A programação inclui palestras de cardiologistas e especialistas em nutrição e metabolismo, com foco em evidências científicas associadas ao vinho, especialmente o tinto.

A reação ocorre após a mudança de posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), que em janeiro de 2023 afirmou que, no caso do álcool, “não há quantidade segura que não afete a saúde”.

A entidade sustenta que os riscos começam a partir do primeiro consumo e que o impacto do álcool sobre doenças e mortalidade é amplamente documentado.

“A gente tem como ponto principal a conscientização e a educação para trazer evidências científicas à luz desses holofotes que estão demonizando o vinho”, disse Célia Pinotti Carbonari, sócia-proprietária da Vinícola Villa Santa Maria e uma das idealizadoras do evento em entrevista à Bloomberg Línea.

Leia também: Nem zero, nem excesso: vinícola gaúcha aposta em álcool reduzido para novo público

Carbonari rejeitou a ideia de que o movimento se aproxime do negacionismo científico e afirmou que o setor não nega os efeitos negativos do consumo excessivo de álcool. “O consumo exagerado do álcool realmente não é saudável em nenhuma etapa da vida, e ninguém está defendendo esse tipo de coisa”, disse.

Por trás do movimento está uma tentativa do setor de dissociar o vinho do debate mais amplo sobre os malefícios do álcool, entretanto. A organizadora explicou que o vinho não pode ser reduzido a esse enquadramento. “O vinho não é só álcool. Ele tem álcool, mas é muito mais do que isso”, disse.

No setor, a abordagem a favor do consumo zero passou a ser vista como excessivamente generalizante, ao tratar todas as bebidas alcoólicas de forma equivalente. Produtores e entidades passaram a defender que o vinho tem características próprias, tanto do ponto de vista de composição quanto de consumo.

Uma das vozes mais conhecidas dessa reação internacional é a da médica e viticultora Laura Catena, diretora da vinícola argentina Catena Zapata, que passou a defender o consumo moderado de vinho dentro de um estilo de vida saudável, em contraposição à ideia de risco zero. Ela tem publicado artigos e dado entrevistas em que critica a posição da OMS.

Leia também: Geração Z rejeita o álcool e põe em risco tradição em 1.500 cervejarias da Alemanha

O conceito de consumo moderado é central nessa argumentação. Segundo Carbonari, os parâmetros que serão discutidos no simpósio indicam um limite de 13 gramas de álcool por dia para mulheres e 26 gramas para homens.

Em termos práticos, isso equivale a cerca de 100 ml diários de vinho para mulheres e 200 ml para homens, considerando uma bebida com teor alcoólico em torno de 13%, média de muitos vinhos.

A programação do evento inclui discussões sobre os efeitos metabólicos do vinho tinto, diferenças entre tipos de bebidas alcoólicas e o papel do consumo moderado dentro de padrões alimentares como a dieta mediterrânea, frequentemente associada a benefícios cardiovasculares.

A tese defendida por produtores e representantes da cadeia vitivinícola do Brasil é a de que o vinho não deve ser visto apenas como bebida alcoólica, mas como um produto agroalimentar, ligado à alimentação, à cultura e ao convívio social.

É assim que muitos países da Europa e mesmo da América do Sul enquadram legalmente a bebida, o que gera benefícios econômicos e fiscais aos produtores.

“A gente busca a reclassificação do vinho. O vinho precisa ser considerado um produto agroalimentar”, disse Carbonari.

Segundo ela, essa classificação permitiria considerar não apenas o produto final, mas toda a cadeia envolvida, incluindo produção agrícola, turismo e desenvolvimento regional. O argumento é que a vitivinicultura tem efeitos econômicos mais amplos, especialmente em regiões produtoras.

“Não estamos questionando a ciência, mas queremos mostrar que as coisas não devem ser vistas de forma tão radical quanto têm sido”, disse Carbonari.

Leia também

Queda do consumo de álcool e preocupação com a saúde desafiam a indústria de bebidas

© David Paul Morris

Por trás do movimento está uma tentativa do setor de dissociar o vinho do debate mais amplo sobre os malefícios do álcool (Foto: David Paul Morris/Bloomberg)

Ex-executivo da XP vai captar R$ 100 milhões para comprar rede de academias Skyfit

23 de Março de 2026, 20:09

O empresário Caio Murad Peres, ex-head de distribuição da XP, está estruturando a compra da rede de academias Skyfit, apurou o InvestNews. A transação será feita por meio da SFH Holding, veículo liderado por Peres, que lançou uma emissão de R$ 100 milhões para financiar a aquisição, que foi assinada no início de janeiro.

Os recursos da operação, destinada a investidores profissionais – aqueles com mais de R$ 10 milhões aplicados – serão usados integralmente para a compra de 100% da Skyfit Franchising, empresa dos fundadores da rede, os empresários Bruno Belluci Berardo e Ewerton Carvalho Oliveira Silva.

A SFH é uma empresa pré-operacional, criada para absorver o novo ativo. A aquisição da Skyfit será feita de forma alavancada, em uma estrutura na qual a própria rede de academias servirá como garantia. 

Cerca de 55% das quotas da empresa foram dadas em alienação fiduciária aos futuros credores, além de outros ativos e garantias pessoais dos sócios envolvidos. O Itaú BBA coordena a oferta.

Atualmente, Peres é sócio da startup de locação de veículos Turbi e do time de e-sports Furia. Além do empresário, outro sócio no projeto de compra da Skyfit é o gestor Paulo Maranesi, da KYR Capital

O InvestNews tentou contato com Peres e a Skyfit, mas não obteve retorno.

A Skyfit

Fundada durante a pandemia, a Skyfit cresceu apoiada em um modelo de academias de baixo custo e expansão via franquias, com foco em preços acessíveis e menor investimento inicial para franqueados. 

A empresa, ao lado de redes como Panobianco, Selfit e Bluefit, busca disputar espaço com a líder Smart Fit no segmento low cost, como já mostrou o InvestNews.

A primeira unidade da Skyfit foi inaugurada em 2020, no interior de São Paulo, e a rede chegou a dezenas de unidades em operação e mais de uma centena comercializadas nos primeiros anos.

A rede também ganhou projeção ao associar sua imagem a celebridades. O cantor Lucas Lucco participou da estratégia inicial como sócio e garoto-propaganda, enquanto atualmente a comunicação da rede está vinculada ao apresentador Rodrigo Faro.

Mais recentemente, a companhia passou a apostar em localizações de alto fluxo, como aeroportos. Uma unidade está em implantação no Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos, com operação 24 horas e integração a plataformas corporativas de bem-estar, como Wellhub e TotalPass.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

2 pilots killed, LaGuardia Airport closed after Air Canada plane collides with vehicle

An Air Canada Express CRJ-900 sits on the runway after colliding with a Port Authority fire truck at LaGuardia Airport in New York, on March 23, 2026. Air Canada Express flight AC8646 originated from Montreal and collided with the fire truck during landing.
An Air Canada plane crashed with a ground vehicle while taxiing in LaGuardia airport.

ANGELA WEISS / AFP via Getty Images

  • Two pilots were killed after an Air Canada plane collided with a ground vehicle at LaGuardia Airport.
  • Photos from the scene showed the plane on the ground, at an angle, its nose severely damaged.
  • The airport will remain closed until at least 2 p.m. ET as federal investigators examine the incident.

An Air Canada aircraft collided with a ground vehicle at New York's LaGuardia Airport late Sunday, killing two pilots and forcing the airport to shut down as investigators examine the crash.

The Air Canada Express flight, a CRJ-900 operated by Jazz Aviation — a Canadian regional carrier that runs shorthaul flights on behalf of Air Canada — struck a Port Authority rescue and firefighting vehicle on the airfield shortly after landing, authorities said.

New York Port Authority Executive Director Kathryn Garcia told reporters early Monday morning that two pilots on board the aircraft were confirmed dead. New York Port Authority told Business Insider another 41 people were transported to the hospital, including 39 flight passengers and two officers.

Garcia said the fire truck involved in the collision was responding to a separate United Airlines aircraft that had reported an odor issue. Two officers in the truck were taken to hospital and are in stable condition with no life-threatening injuries, she added.

The airport will remain closed until at least 2 p.m. ET Monday to allow the National Transportation Safety Board to investigate, Garcia said, adding that federal investigators are already on-site.

Jazz Aviation said in a statement on its website that the plane was carrying 72 passengers and four crew members. The statement did not provide information about the number of injuries or deaths.

Air Canada has set up a helpline for friends and family of passengers on flight AC8646.

We have set up a phone line for friends and family of passengers on Air Canada Express flight #AC8646 on Mar. 22,2026; they can call 1-800-961-7099 for assistance.

— Air Canada (@AirCanada) March 23, 2026

The flight left Montreal around 10:35 p.m. E.T., and touched down at LaGuardia at 11:37 p.m., per data from flight tracking website Flightradar24.

"The airport is currently closed to facilitate the response and allow for a thorough investigation," the Port Authority spokesperson said in the statement.

Per Flightradar24, 271 flights at LaGuardia were canceled on Monday.

An Air Canada Jet sits on the runway at LaGuardia Airport, Monday, March 23, 2026, after colliding with a Port Authority vehicle in New York.
An Air Canada plane crashed at LaGuardia airport on Sunday.

AP Photo/Ryan Murphy

An air traffic control recording from LiveATC.net appeared to capture the moments before the collision. In the recording, a controller urgently instructs the vehicle to stop. A few minutes later, the controller announces there was an incident on the airfield.

The Federal Aviation Administration issued a ground stop notice for all planes at LaGuardia Airport, per a notice by the agency.

A New York City Fire Department spokesperson told Business Insider that the department had responded to a call at 11:38 p.m., about an incident involving a plane and a vehicle on the runway.

LaGuardia is one of the three major commercial airports serving New York. It said in an X post earlier on Sunday that "weather conditions have caused LGA Airport flight disruptions," and advised passengers to "check with your airline to determine the status of your flight."

LaGuardia served over 30 million passengers in 2025, per the Port Authority.

Read the original article on Business Insider

Pé-de-Meia 2026: pagamentos de março iniciam nesta segunda (23); veja quais alunos recebem

23 de Março de 2026, 06:00

O programa Pé-de-Meia inicia a liberação de pagamentos aos beneficiários nesta segunda-feira (23). Os repasses são voltados a estudantes do ensino médio público, tanto para alunos regulares quanto para os da educação de jovens e adultos (EJA).

De acordo com nota do Ministério da Educação (MEC), os depósitos são organizados de acordo com o mês de aniversário dos auxiliados. Vale destacar que, para receber o incentivo, o aluno também precisa ter inscrição no CadÚnico.

Pé-de-Meia 2026: quem recebe o pagamento nesta segunda-feira (23)?

Nesta segunda-feira, 23 de março de 2026, recebem a primeira parcela referente à matrícula os participantes nascidos em janeiro e fevereiro, conforme o cronograma oficial divulgado pelo MEC.

Vale citar que, para ser contemplado pelo programa, é preciso ter entre 14 e 24 anos. Já no caso do EJA, os alunos precisam ter entre 19 e 24 anos. Outro requisito elencado no Portal da Transparência é a necessidade de possuir uma frequência mínima de 80% no mês.

Publicidade

Veja abaixo o calendário de pagamento do Pé-de-Meia no mês de março de 2026, de acordo com o cronograma do MEC:

Mês de nascimento Data de pagamento
Janeiro e fevereiro  23 de março de 2026
Março e abril  24 de março de 2026 
Maio e junho  25 de março de 2026 
Julho e agosto  26 de março de 2026 
Setembro e outubro  27 de março de 2026 
Novembro e dezembro  30 de março de 2026

Como funciona o pagamento?

De acordo com a Caixa Econômica Federal, o pagamento do programa é feito na Poupança Social Digital ou Poupança Caixa Tem. As operações são realizadas dentro do aplicativo Caixa Tem. Caso o aluno seja menor de idade, o responsável legal precisa autorizar o aluno a movimentar o valor do benefício.

Como autorizar as movimentações?

Quando se trata de alunos menores de 18 anos, os representantes legais precisam acessar o aplicativo Caixa Tem para autorizar a movimentação. Nesse caso, é necessário:

  • Acessar o menu do Programa Pé-de-Meia;
  • Acessar o item “Permitir acesso a um menor”;
  • Caso o representante seja a mãe, basta apenas realizar o consentimento;
  • Caso o representante seja o pai, é preciso realizar um upload do documento do aluno.

Em situações em que o representante não for a mãe ou pai, a autorização deve ser feita na agência da instituição, conforme o site da Caixa Econômica Federal.

Pagamentos por aprovação

Os aprovados em 2025 também devem receber incentivos, desde que as redes de ensino tenham enviado as informações requisitadas após o primeiro prazo estabelecido, conforme o MEC.

Colaborou: Jennifer de Carvalho.

Preço da carne não para de subir. Para McDonald’s e Burger King, é hora de apostar em promoções

23 de Março de 2026, 06:00

Os lucros das maiores redes de hambúrguer dos Estados Unidos estão sob pressão — e, ainda assim, elas seguem apostando em descontos.

As marcas de fast-food vêm enfrentando o aumento acelerado no custo da carne bovina, que subiu 48% nos últimos 12 meses no atacado para o tipo de carne moída mais comum no setor, segundo dados federais.

Ainda assim, quando os americanos comem fora, mais consumidores estão optando por itens com promoções do que em qualquer momento dos últimos 50 anos, de acordo com a consultoria Circana.

A combinação de mais descontos com custos mais altos ameaça pressionar ainda mais as margens. No ano passado, a lucratividade média por restaurante do Burger King nos EUA caiu cerca de 10%. A Jack in the Box afirmou no mês passado que o custo da carne e vendas mais fracas reduziram os ganhos dos franqueados.

“Os dias de gastar mais de US$ 15 em uma refeição de hambúrguer ficaram para trás para nós, quando há opções melhores”, disse Josh Fulps, de 28 anos, que trabalha com gestão de patrimônio em Vancouver, Washington. Ele afirmou que, quando vai ao fast-food, busca religiosamente descontos no aplicativo do McDonald’s ou opta por combos promocionais como o Biggie Bag da Wendy’s.

Os preços da carne devem permanecer elevados, já que pecuaristas reduziram seus rebanhos ao menor nível em 75 anos e não têm pressa para expandi-los.

O movimento de queda no fluxo de clientes começou em 2024, levando McDonald’s, Taco Bell, Burger King e outras empresas a intensificarem as promoções. No ano passado, as redes de hambúrguer nos EUA lançaram cerca de 3.000 promoções — quase o triplo de 2019, segundo a Technomic.

Neste ano, as ofertas avançam ainda mais. O McDonald’s deve lançar no próximo mês um novo menu de US$ 3 ou menos, com itens como McDouble, batatas fritas ou hash browns, segundo pessoas familiarizadas com o plano. Essa será a quarta atualização nacional de ofertas de valor da rede em cerca de 21 meses.

“Vamos fazer o que for preciso para atender os consumidores de uma forma que também seja lucrativa para o nosso negócio”, disse o diretor financeiro do McDonald’s, Ian Borden, em entrevista em fevereiro.

As redes de fast-food registraram margem média de lucro de 4% no ano passado, pressionadas pela alta de custos, especialmente de mão de obra, segundo a National Restaurant Association. Em 2016, essa margem era estimada em 6,6%.

Segundo Jim Lewis, franqueado do McDonald’s por 32 anos até 2019, a rede deve conseguir lidar com o cenário graças ao alto volume de vendas, mas a guerra de descontos deve agravar os desafios de lucratividade para outras redes.

“O vencedor está indo bem, mas a categoria de hambúrgueres está sob pressão”, afirmou.

O Burger King mantém suas ofertas atuais de valor — US$ 5 por dois itens ou US$ 7 por três — como forma de dar flexibilidade entre hambúrgueres, acompanhamentos e sobremesas. A empresa diz estar confiante nos resultados dessas estratégias.

Outras iniciativas, como campanhas de marketing, reformas de lojas e melhorias operacionais, também têm ajudado a sustentar a rentabilidade dos franqueados em um ambiente desafiador.

Na Jack in the Box, o diretor de clientes e digital, Ryan Ostrom, afirmou que a marca tem lançado ofertas no momento certo, “não apenas quando os concorrentes fazem o mesmo”. Wendy’s e Jack in the Box disseram que seguem comprometidas em proteger a rentabilidade dos franqueados com investimentos em tecnologia e eficiência.

No mercado financeiro, as ações do McDonald’s subiram 0,9% no último ano, enquanto os papéis da controladora do Burger King, Restaurant Brands International, avançaram cerca de 9%. Já a Shake Shack caiu 1,8%, a Wendy’s recuou 53,8% e a Jack in the Box despencou 64,4%.

Para Greg Creed, ex-CEO da Yum! Brands (dona de KFC e Taco Bell), os descontos só funcionam se atraírem mais clientes sem comprometer a saúde financeira dos operadores.

“O futuro da marca depende do sucesso financeiro dos franqueados, não da saúde financeira da franqueadora”, disse.

As promoções ajudaram a conter a queda no movimento, embora os consumidores mais pressionados ainda não tenham retornado totalmente, segundo a Revenue Management Solutions. O tráfego melhorou ao longo de 2025, e as visitas em dezembro superaram o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Technomic.

As redes de hambúrguer ainda lideram o fast-food nos EUA, com o dobro das vendas das cadeias de frango, mas segmentos como frango, café e comida mexicana crescem mais rápido.

Desde 2019, o número de restaurantes de hambúrguer no país caiu cerca de 6%, segundo a Datassential. Wendy’s e Jack in the Box estão fechando centenas de unidades.

Executivos do setor afirmam que, mesmo com preços mais baixos, promoções como “leve um, pague outro” e combos de US$ 5 ainda podem gerar lucro para as empresas e seus franqueados.

Jim Lewis lembra que ajudou a impulsionar o menu de US$ 1 no McDonald’s nos anos 2000, quando as vendas estavam fracas. A estratégia aumentou o fluxo de clientes — e também os lucros.

“Você pode tolerar muita dor se conseguir aumentar as vendas”, disse.

@investnewsbr

Dilemas na Copa do Mundo, provocação no fast food e mais no Giro InvestNews de sexta, com conteúdo exclusivo do The Wall Street Journal. #notícias #WSJ

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

O que a manutenção nos juros dos EUA, e um novo movimento regulatório, significam para o mercado de criptomoedas

22 de Março de 2026, 15:00

A semana que se passou foi carregada em eventos macro. O conflito no Oriente Médio continua no centro das atenções: não apenas pela questão bélica, mas pelas distorções que tem gerado na economia, e que terminaram por impactar as decisões de política monetária ao redor do globo. 

Os quatro maiores bancos centrais do planeta reuniram seus comitês na mesma semana: Federal Reserve, Banco Central Europeu, Bank of England e Bank of Japan. O veredito, sem exceção, foi o mesmo: pausa. Com a inflação pressionada pela energia e sem perspectiva clara de alívio no conflito, qualquer movimento nos juros torna-se uma decisão de risco, dado que o impacto ainda é difícil de calcular. 

Nesta edição, destrinchamos como essa dinâmica afeta os criptoativos, o que saiu da reunião do FOMC — o comitê de política monetária dos EUA, cuja decisão é a que mais pesa sobre o segmento e acaba por influenciar as demais — e um movimento regulatório que o mercado aguardava há anos. 

De olho no gráfico: bitcoin (BTC) em reversão à média

O bitcoin (BTC) chegou a testar a resistência dos US$ 76 mil na terça-feira (17), nível que já havia funcionado como teto no início de março. A rejeição foi rápida.

No rastro das bolsas americanas — pressionadas pelo PPI acima do esperado e pelo tom mais cauteloso do Fed — o ativo recuou, agora lutando para ficar acima da faixa dos US$ 70 mil

O momentum da semana veio sustentado por entradas via ETFs de bitcoin listados nos EUA e compras sistemáticas da Strategy (MSTR), empresa que adota o bitcoin como principal reserva de valor em seu balanço.

Ainda assim, nosso modelo proprietário de análise topológica, que tenta identificar a “forma” do mercado para distinguir regimes de tendência de lateralização, aponta que o ativo segue em regime de reversão à média, sem força suficiente para um movimento direcional expressivo no curto prazo.

Fonte: Farside

O mercado de derivativos corrobora essa leitura. Os dados mostram que há pouca alavancagem acumulada, ou seja, poucos investidores estão apostando com dinheiro “emprestado” — o que reduz o risco de liquidações em cascata e movimentos bruscos de preço

  • VEJA MAIS: Ferramenta automatizada “varre” o mercado de criptomoedas em busca de retornos de até R$ 1 milhão; veja como acessar 

De olho nos juros: FOMC mantém taxa nos EUA entre 3,5% e 3,75%

Na quarta-feira, o FOMC manteve a taxa de juros norte-americana entre 3,50% e 3,75%. A decisão em si não moveu nada, e há uma razão para isso.

Quando uma expectativa se torna amplamente compartilhada, dizemos que ela já está embutida nos preços antes de acontecer. A manutenção estava tão precificada que sua confirmação foi quase ignorada. O que o mercado buscou foi o que viria depois: o guidance, que chegou em duas formas.

A primeira, foram os relatórios publicados junto com a decisão. O dot plot, diagrama onde cada membro do comitê registra onde acredita que os juros devem estar ao longo dos próximos anos, mostrou divisão: sete membros não veem cortes em 2026, e outros sete veem apenas um.

Não é um comitê alinhado, é um comitê que genuinamente não sabe (reflexo. em boa parte. da imprevisibilidade de uma guerra). As projeções econômicas reforçaram isso: inflação revisada para cima, crescimento revisado levemente para cima também. A economia não está quebrando, o que tira a urgência de cortar os juros. Mas a inflação tampouco está domada. 

A segunda forma foi Jerome Powell, presidente do Fed, na coletiva de imprensa. Quando questionado sobre a solidez das projeções, foi direto: admitiu ter “pouca convicção” nelas. O motivo é o conflito no Oriente Médio. Ninguém sabe quanto tempo vai durar, até onde o petróleo pode ir, nem como isso vai se propagar pelos preços ao longo dos próximos meses. 

O cenário que se desenha é o que o mercado chama de “higher for longer“, juros elevados por mais tempo. O Fed não vai cortar enquanto a inflação não mostrar sinais claros de melhora, e quanto mais o conflito se prolonga, mais ela tende a persistir. Para ativos de risco, isso significa um ambiente macro de menor liquidez e maior custo de oportunidade — ao menos enquanto o quadro não mudar. 

O mapa regulatório pelo qual o setor esperava

Em meio à pressão macroeconômica, a semana trouxe um movimento pelo qual o mercado cripto aguardava há anos

Na segunda-feira (16), SEC e CFTC publicaram conjuntamente um documento de 68 páginas que representa a primeira taxonomia formal do mercado cripto nos Estados Unidos, uma espécie de mapa oficial que classifica os diferentes tipos de ativos digitais, e define quem regula o quê.

A conclusão central é que a maioria dos criptoativos não é considerada valor mobiliário, e passa a ser tratada como commodity digital, sob jurisdição principalmente da CFTC.  

O documento lista ativos nessa categoria como: Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP, Cardano, Chainlink, Avalanche, Polkadot, Dogecoin, Litecoin, Stellar, Hedera e Algorand. Estes são os principais ativos do mercado, representando cerca de 85% do volume negociado nas exchanges por market cap

Para se ter ideia, alguns podem ser convertidos entre si de forma direta e instantânea pela nova funcionalidade de Conversão Direta de Criptoativos do BTG Pactual, que permite migrar entre posições sem a necessidade de duas operações separadas – mais um ponto positivo para a “institucionalização” do mercado. 

O que ainda continua sendo “security“? Ativos que representam instrumentos financeiros tradicionais em formato digital, como ações tokenizadas e títulos de dívida tokenizados. Se o ativo existe para replicar algo que já existe no mercado tradicional, continua sob as regras da SEC. Se é nativo do universo cripto, cai na nova classificação. 

Historicamente, SEC e CFTC disputavam jurisdição sobre os mesmos ativos, criando um limbo em que ninguém sabia ao certo a quem recorrer. O documento formaliza a divisão de responsabilidades e sinaliza o fim da chamada “regulation by enforcement“, prática em que os reguladores atuavam processando empresas em vez de publicar regras claras.

Com a CFTC, agência historicamente mais pragmática e menos agressiva que a SEC, assumindo o papel central, o ambiente para inovar e atrair capital institucional muda de patamar. 

O que isso muda na prática? Exchanges podem listar SOL, ADA e outros sem risco de processo da SEC, o que havia travado sua adoção nas maiores plataformas americanas. Para bancos e gestoras, a classificação entrega o parecer jurídico que os departamentos de compliance precisavam para aprovar custódia.

O pipeline de ETFs também se beneficia: com ADA, LINK, AVAX e DOT agora classificados, pedidos de ETFs spot têm caminho regulatório mais claro. Há mais de 126 pedidos aguardando análise na SEC. 

O documento é uma interpretação regulatória, não lei — e uma administração futura poderia revertê-la. É por isso que o Clarity Act continua sendo peça fundamental: ele transformaria essa interpretação em legislação permanente.

O problema é que o projeto segue parado no Senado desde julho de 2025. Abril é o deadline crítico: se não avançar no comitê até lá, as chances de aprovação em 2026 caem de forma relevante, com o calendário legislativo sendo tomado pelas eleições de meio de mandato (midterms) a partir do segundo semestre. 

O contraste da semana é claro: bancos centrais hesitando entre inflação e crescimento, jogando para frente qualquer afrouxamento. Reguladores entregando o mapa que o setor aguardava. Sob outra perspectiva, o que temos é preço e fundamento divergindo, enquanto o cenário macro ofusca avanços expressivos do lado institucional e regulatório.

O mercado cripto opera hoje com um market cap nos mesmos níveis de 2021, quando não havia nenhuma regulação clara, nenhum ETF aprovado e nenhum banco central discutindo o setor. O pano de fundo mudou radicalmente; o preço, ainda não. Em um momento de alívio, essa pressão represada pode se manifestar com mais intensidade. 

Mineração de Bitcoin: o que é, e como funciona? | Crypto Direto ao Ponto #5 

Você já ouviu falar que o Bitcoin é “minerado”, mas nunca entendeu exatamente como isso funciona? Neste episódio do Crypto Direto ao Ponto, a especialista em criptomoedas Heloisa Mendonça, da Empiricus, explica de forma simples e direta. Assista aqui:

O post O que a manutenção nos juros dos EUA, e um novo movimento regulatório, significam para o mercado de criptomoedas apareceu primeiro em Empiricus.

Soccer legend Abby Wambach said colon cancer screening at 35 likely saved her life

22 de Março de 2026, 10:57
Abby Wambach #20 of United States of America drives the ball against China at the Mercedes-Benz Superdome on December 16, 2015 in New Orleans, Louisiana
US soccer icon Abby Wambach, shown here in a 2015 game, said she never expected to need colon cancer screening as a young, healthy athlete.

Chris Graythen/Getty Images

  • Olympic gold medalist and soccer star Abby Wambach said a colonoscopy at 35 likely saved her life.
  • The test found polyps that, with her family history of cancer, put her at high risk.
  • Colon cancer is now the leading cause of cancer-related deaths under 50. Early screening is crucial.

At the height of her soccer career, Abby Wambach felt invincible.

A FIFA world champion, two-time winner of the Olympic gold with the US women's national team, and a record-setting goal scorer, she was at the top of her game and racking up awards.

"I was fit. I was capable. I was one of the best in the world, and I had medals to prove it," Wambach told Business Insider.

But when Wambach was 35, her mother was diagnosed with colon cancer. Considered at risk because of her family history, Wambach underwent a colonoscopy. The procedure found she had polyps, abnormal growths in the colon that can become cancerous.

At the time, the recommended age for colon cancer screening was 50. While not all polyps become tumors, 15 years could have been more than enough time for Wambach to develop cancer, potentially at a stage too late for treatment.

"If I didn't get that screening and waited, that absolutely could have killed me," she said.

Now, as colon cancer has become the No. 1 cause of cancer-related deaths in Americans under 50, Wambach is urging others to get screened.

She and her fellow Olympian, soccer champ, and podcast co-host Julie Foudy are raising awareness by partnering with Cologuard, a non-invasive, at-home stool test for adults 45 and older at average risk.

"It's one of the most preventable forms of cancer if you get screened," Foudy said. "Even if you feel fine, you have to get screened. It doesn't take that long."

Colon cancer cases are rising in young people

Wambach said colon cancer can affect anyone. As a pro soccer star, she was used to being in tune with her body to perform at an elite level. She never expected to have an abnormal colonoscopy, and she almost couldn't believe the results.

"When the doctor came and told me when I'm coming back from anesthesia, I was like, 'This can't be true,'" Wambach said. "It doesn't matter who you are; this can happen to anyone."

Early detection of colon cancer is key because the disease is highly treatable in the initial stages.

Symptoms of colon cancer often occur only in later stages, when the disease has spread elsewhere in the body, and the odds of survival are significantly lower.

"If you are feeling symptoms from colorectal cancer, it is too late," Wambach said.

That means it's crucial to understand potential risk factors, such as family history. Wambach said her mom's diagnosis was a turning point for the whole family to get screened.

"I just remember vividly the process that she went through, how scary it was, and how important it was for all of us to learn this," she said.

Colon cancer screening should start at age 45 for most people, according to the American Cancer Society. That's five years earlier than previously recommended, due to the growing number of early-onset cancer cases.

However, anyone with colon cancer risk factors, such as a genetic history or symptoms such as rectal bleeding, should get screened earlier.

cologuard classic
Foudy and Wambach at the Cologuard Classic by Exact Sciences, a tournament to raise awareness of colorectal cancer screening and featuring patients and survivors.

Courtesy of Exact Sciences

A colonoscopy is the gold standard for colon cancer testing. Still, simple at-home stool tests like Cologuard are available for people 45 and older who are at average risk. Stool tests need to be done more frequently — every three years — and abnormal results require a follow-up colonoscopy.

Foudy, 55, has used the test herself. She said it's conveniently done in about 10 minutes at home and should be standard practice, but many women her age aren't up to date on screenings.

"I'm around active, healthy women all the time. I had a friend the other day who said, 'I've never gotten screened,'" she said. "What are you doing? This is too easy. Go get it."

Read the original article on Business Insider

Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21)

21 de Março de 2026, 09:00

A semana que se encerra neste sábado (21) não veio sem suas emoções no mercado. Na última quarta-feira (18), o Copom optou por reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, deixando-a em 14,75% ao ano. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manteve os juros no mesmo patamar por lá.

Enquanto isso, o conflito no Oriente Médio segue:

  • Expandindo a aversão ao risco nos mercados,
  • Levando o Ibovespa à queda nos últimos pregões;
  • Mantendo o preço do petróleo acima dos US$ 100.

O petróleo em alta, inclusive, levanta discussões sobre pressão na inflação brasileira, especialmente nos setores de alimentos, transportes e combustíveis, e uma possível greve dos caminhoneiros tomou conta dos noticiários. E agora, como o investidor deve se posicionar nesse momento?

Esses são os destaques do novo episódio do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar nesse sábado (21), com a participação de Lais Costa, analista de renda fixa e fundos de investimento da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de renda variável do BTG Pactual. Clique abaixo e confira:

Selic a 14,75% ao ano, e agora?

Em um tom dovish, o Copom optou por iniciar o ciclo de corte de juros no Brasil, que já estava previamente contratado para sua reunião da última quarta-feira (18).

Porém, o tom do comunicado deu a entender que os próximos passos estão em aberto, justamente por conta do cenário de incerteza e pressão inflacionária nos mercados.

Os dados da inflação (IPCA) do mês de fevereiro vieram levemente acima do esperado pelo mercado (0,7%, contra 0,6% das expectativas). Para Lais Costa, os últimos dados ainda não refletem os riscos da guerra.

Porém, o mercado segue sob temores de que a alta no petróleo pressione os preços dos alimentos, combustíveis e transportes a partir dos próximos meses.

Greve dos caminhoneiros no radar: o que esperar?

Temores sobre uma nova greve dos caminhoneiros, aos moldes daquela vista em 2018, tomaram conta do mercado durante a semana.

Na sexta-feira (20), Renan Filho, ministro dos Transportes do governo Lula, afirmou que o risco de greve foi afastado, após o governo publicar uma Medida Provisória (MP) endurecendo as regras de fiscalização do piso mínimo do frete, o que pode favorecer os caminhoneiros.

Porém, apesar de “afastado”, o risco de paralização pode não ser totalmente descartado por ora, dada a imprevisibilidade do cenário do petróleo no futuro próximo.

Onde investir agora?

Segundo Lais Costa, especialista em renda fixa e fundos de investimento, a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros “muda muito pouco” para o investidor pessoa física no momento, mas alguns títulos de renda fixa em especial devem estar no radar de quem deseja aproveitar a janela de oportunidades.

Já para Bruno Henriques, do lado da renda variável, “vale a pena olhar a bolsa brasileira com carinho” após a semana de quedas no Ibovespa, especialmente no caso de investidores com posições pequenas em bolsa. “Não acho que passou o bonde [da bolsa]”, afirma.

Durante o programa, os analistas compartilharam suas recomendações para o momento na íntegra. Para conferi-las, assista ao episódio. Basta clicar logo abaixo:

O post Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21) apareceu primeiro em Empiricus.

TSA agents who often live paycheck to paycheck haven't been paid in 5 weeks. Here's how much they usually make.

21 de Março de 2026, 05:01
TSA agents.
TSA agents have been working without pay for over a month. Many live paycheck to paycheck, with average annual pay between $60,000 and $75,000.

Mark Felix / AFP via Getty Images

  • TSA agents at US airports are working without pay amid a partial government shutdown.
  • Their salaries start around $40,000 annually and increase with time and experience.
  • Top-level TSA leaders and workers living in expensive cities can earn six figures.

For five weeks, the people screening passengers and bags at US airports have been working without pay as the government shutdown — the second in four months — stretches on.

It's hitting a workforce that often lives paycheck to paycheck on middle-class salaries and is turning to food banks and community donations to get by.

More than 300 Transportation Security Administration officers (TSOs) have left the agency since mid-February, compounding staffing shortages that have created hourslong lines at airports like Orlando, Houston Hobby, and Philadelphia.

"We know these are not highly paid jobs, and we know that from the last government shutdown that it's difficult for TSA agents to work on a sustained basis without getting any income," Henry Harteveldt, a travel analyst and the president of Atmosphere Research Group, told Business Insider. "The need to find supplementary jobs that will provide some type of income is completely understandable."

These screening officers receive modest pay but collectively have ensured that the US air travel system remains one of the world's safest and busiest in the quarter century since the 9/11 plane hijackings.

Most of the roughly 50,000 agents who interact with passengers daily start around $40,000 annually. They average "anywhere from $60,000 to $75,000" as they gain experience, a Department of Homeland Security spokesperson told Business Insider.

TSOs living in more expensive cities, including Chicago, Houston, and San Francisco, receive a locality-based pay boost that can put them into at least the high five figures before any bonus opportunities.

Beyond frontline officers, senior officials — like regional directors who oversee multiple airports and managers at TSA headquarters who typically don't screen bags — can make six figures.

However, all of that pay is now on hold until Congress reaches a deal to fund DHS, whose funding lapsed on February 14 amid an impasse over the Trump Administration's immigration crackdown. TSOs received their first $0 paycheck in mid-March.

Passengers wait in a long line in a parking garage at William P. Hobby Airport in Houston.
HOUSTON, TEXAS - MARCH 8: Airline passengers wait in long lines to get through the TSA security screening at William P. Hobby Airport in Houston, Sunday, March 8, 2026. The line stretched from the security checkpoint into the lower level baggage claim area to the lower level parking garage.

Brett Coomer/Houston Chronicle via Getty Images

How TSO pay works

According to TSA Careers — a non-government website that the agency directed Business Insider to for information — TSO pay is organized into pay bands D through L, roughly corresponding to the federal government's GS-5 to GS-15 scale for civil servants.

Each band is divided into 10 "steps" that reflect time in service and incremental pay increases, with employees able to reach Step 10 within their given grade in about 3 years. TSOs are promoted to higher pay bands based on seniority and performance and can earn more by working overtime, nights, and Sundays.

At the bottom, brand-new TSOs, classified as Band D (roughly GS-5 equivalent) at Step 1, earn about $35,000 a year before locality or bonus pay, per the table. Most US cities receive an additional 16.8% locality adjustment in 2026, putting the lowest earners at an annual salary of around $40,000.

That works out to roughly $19 per hour for a standard 40-hour workweek — two and a half times the federal minimum wage of $7.25 and greater than any state minimum wage.

According to the global statistics website World Population Review, $40,000 still falls below the cost of living for a single adult with no children in most states; median wages for full-time workers in the US are about $63,000 a year, per Bureau of Labor Statistics data.

Climbing the pay ladder — and living in more expensive cities — leads to higher wages for security screeners. At the top of the D band, for example, a Step 10 TSO in an airport with standard locality pay would earn about $52,300 annually, or about $25 per hour.

The table below shows the full range of what TSOs make across pay bands and steps before locality adjustments.

TSOs in about 50 higher-cost-of-living cities receive additional locality pay, with the largest being in San Francisco, where agents earn 46.3% on top of their base salary.

That would put a Band D Step 1 TSO new hire at about $50,500 a year in the Bay Area, after locality pay but before any extra income. Their Band D base salary caps out at about $65,600; Band E caps out at about $81,000.

A handful of other locations — including Seattle, Boston, Houston, Chicago, New York City, Los Angeles, San Diego, Hartford, Connecticut, Washington, DC, and Alaska — receive locality boosts of at least 30%.

For example, TSOs at the top of the E band in DC, with a 33.9% locality, make about $74,000 annually. New York TSOs with a 38% locality in the same band earn between roughly $59,000 and $76,500.

TSA agents can earn more by working overtime, nights, and Sundays.
TSA agents can earn more by working overtime, nights, and Sundays.

ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP

TSOs earn more by climbing the leadership ladder

Experienced TSOs with years on the job and strong performance can advance into higher pay bands associated with management, analytical, and supervisory positions.

For example, moving into the F band — which includes roles like Lead TSO or Security Training Instructor — would place that agent in a salary range of roughly $61,000 to $79,000.

Program analysts, who work behind the scenes to optimize TSA efficiency through strategic planning and coordination, can fall into the G band. In a standard locality, they make between roughly $74,000 and $96,000. Cities like Houston or Hartford would push into the six figures.

The highest earners include top TSA leadership, like Federal Security Directors (FSDs), who oversee operations at their assigned airports and can earn about $162,600 in base pay at the top of the K and L bands.

Locality pay puts this even higher. A Step 1 FSD in San Francisco would make about $183,000 a year, rising to roughly $238,000 at Step 10, per the table. In Los Angeles, the base salary would range from about $170,000 to $222,000.

Read the original article on Business Insider

Unilever tem oferta da McCormick, de tempero, por divisão de alimentos; negócio pode valer US$ 33 bi

20 de Março de 2026, 11:11

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a McCormick & Company, em um movimento que pode representar a maior reestruturação da fabricante da maionese Hellmann’s desde sua fundação, há quase um século.

A multinacional anglo-holandesa afirmou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da empresa de temperos sediada em Maryland, mas ressaltou que não há garantia de que o acordo será fechado. A unidade de alimentos tem valor potencial de até € 29 bilhões (US$ 33 bilhões), segundo a Bloomberg Intelligence.

Se concretizada, a operação será a maior da história da McCormick & Company, cuja capitalização de mercado, de US$ 14,5 bilhões, é apenas uma fração dos cerca de £ 101 bilhões (US$ 135 bilhões) da Unilever. Ainda não há detalhes sobre o financiamento, mas a transação pode ser estruturada como um “Reverse Morris Trust”, modelo de fusão com vantagens fiscais.

A venda marcaria a saída da Unilever da competição direta com gigantes de alimentos como Kraft Heinz, Nestlé e PepsiCo. Ao mesmo tempo, transformaria a empresa em um grupo focado em produtos de higiene, beleza e cuidados pessoais, em linha com concorrentes como L’Oréal, Beiersdorf e Estée Lauder.

A Bloomberg já havia informado nesta semana que a companhia avalia separar total ou parcialmente sua divisão de alimentos. As negociações avançam com a meta de um possível acordo até o fim do mês, segundo fontes.

As ações da Unilever chegaram a subir até 1,9%, antes de reduzir os ganhos. No acumulado dos últimos 12 meses até quinta-feira, os papéis ainda registram queda de cerca de 6%.

O CEO Fernando Fernandez, há cerca de um ano no cargo, já deixou claro que alimentos não são mais o foco principal. Segundo ele, beleza, cuidados pessoais e bem-estar serão os motores de crescimento da companhia.

O setor de alimentos enfrenta uma transformação prolongada, com consumidores — especialmente nos EUA — reduzindo gastos diante da inflação e incertezas geopolíticas. Supermercados também vêm ganhando espaço com marcas próprias mais competitivas, enquanto tendências como dietas mais saudáveis e o uso de medicamentos para perda de peso reduzem o consumo de produtos processados.

Essas mudanças tornam o segmento menos atrativo para multinacionais como a Unilever, em comparação com categorias como beleza e cuidados pessoais, onde os consumidores estão mais dispostos a gastar.

Fernandez já indicou que pretende elevar para dois terços a participação de marcas como Dove, Liquid IV e Dermalogica na receita total, ante cerca de metade atualmente.

Analistas do Bernstein avaliam que a estratégia de diversificação, comum nos anos 1990 e 2000, perdeu força. “Os benefícios de escala entre categorias já não compensam a complexidade”, escreveram.

Nos últimos anos, a Unilever vem simplificando seu portfólio. A empresa vendeu sua divisão global de chás, a área de spreads (incluindo a marca I Can’t Believe It’s Not Butter!), além de negócios como a Graze e a The Vegetarian Butcher.

Em 2025, a companhia também separou sua divisão de sorvetes na Magnum Ice Cream Co., mantendo cerca de 20% de participação, e planeja vender entre €1 bilhão e €1,5 bilhão adicionais em marcas menores de alimentos.

Apesar disso, a empresa não deve vender sua divisão de alimentos “altamente atrativa” por um preço baixo. O portfólio inclui marcas fortes como a Hellmann’s — líder nos EUA e no Brasil — e os cubos de caldo Knorr, segunda marca mais vendida da companhia, atrás apenas da Dove.

Para a McCormick & Company, a operação também representaria um grande teste. Fundada em 1889, a empresa começou vendendo root beer e se tornou uma das maiores fabricantes de temperos do mundo, conhecida por produtos como Old Bay.

Nos últimos anos, a companhia expandiu sua atuação para além de especiarias, com aquisições em mercados como Reino Unido e Polônia, além de produtos como molhos e maioneses saborizadas, populares entre consumidores mais jovens.

O maior movimento nesse segmento ocorreu em 2017, quando a McCormick & Company comprou a divisão de alimentos da Reckitt Benckiser por US$ 4,2 bilhões, incorporando marcas como French’s e Frank’s RedHot.

Ainda assim, analistas alertam que a integração de um negócio do porte da Unilever não será simples, dada a diferença de escala e o nível atual de endividamento da compradora.

Especialistas também apontam que, embora a venda possa destravar valor para os acionistas no longo prazo, o processo pode gerar distrações para a gestão no curto prazo, especialmente diante de outros desafios enfrentados pela empresa.

@investnewsbr

A aguardada nova camisa da seleção brasileira chegou e causou muito burburinho. Com uma marca mais associada ao basquete e preço lá no em cima, abriu inclusive brecha para a concorrência, que agora corre atrás de uma alternativa para vestir a torcida. futebol seleção #nike

♬ som original – InvestNews BR – InvestNews BR

Unilever tem oferta da McCormick, de tempero, por divisão de alimentos; negócio pode valer US$ 33 bi

20 de Março de 2026, 11:11

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a McCormick & Company, em um movimento que pode representar a maior reestruturação da fabricante da maionese Hellmann’s desde sua fundação, há quase um século.

A multinacional anglo-holandesa afirmou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da empresa de temperos sediada em Maryland, mas ressaltou que não há garantia de que o acordo será fechado. A unidade de alimentos tem valor potencial de até € 29 bilhões (US$ 33 bilhões), segundo a Bloomberg Intelligence.

Se concretizada, a operação será a maior da história da McCormick & Company, cuja capitalização de mercado, de US$ 14,5 bilhões, é apenas uma fração dos cerca de £ 101 bilhões (US$ 135 bilhões) da Unilever. Ainda não há detalhes sobre o financiamento, mas a transação pode ser estruturada como um “Reverse Morris Trust”, modelo de fusão com vantagens fiscais.

A venda marcaria a saída da Unilever da competição direta com gigantes de alimentos como Kraft Heinz, Nestlé e PepsiCo. Ao mesmo tempo, transformaria a empresa em um grupo focado em produtos de higiene, beleza e cuidados pessoais, em linha com concorrentes como L’Oréal, Beiersdorf e Estée Lauder.

A Bloomberg já havia informado nesta semana que a companhia avalia separar total ou parcialmente sua divisão de alimentos. As negociações avançam com a meta de um possível acordo até o fim do mês, segundo fontes.

As ações da Unilever chegaram a subir até 1,9%, antes de reduzir os ganhos. No acumulado dos últimos 12 meses até quinta-feira, os papéis ainda registram queda de cerca de 6%.

O CEO Fernando Fernandez, há cerca de um ano no cargo, já deixou claro que alimentos não são mais o foco principal. Segundo ele, beleza, cuidados pessoais e bem-estar serão os motores de crescimento da companhia.

O setor de alimentos enfrenta uma transformação prolongada, com consumidores — especialmente nos EUA — reduzindo gastos diante da inflação e incertezas geopolíticas. Supermercados também vêm ganhando espaço com marcas próprias mais competitivas, enquanto tendências como dietas mais saudáveis e o uso de medicamentos para perda de peso reduzem o consumo de produtos processados.

Essas mudanças tornam o segmento menos atrativo para multinacionais como a Unilever, em comparação com categorias como beleza e cuidados pessoais, onde os consumidores estão mais dispostos a gastar.

Fernandez já indicou que pretende elevar para dois terços a participação de marcas como Dove, Liquid IV e Dermalogica na receita total, ante cerca de metade atualmente.

Analistas do Bernstein avaliam que a estratégia de diversificação, comum nos anos 1990 e 2000, perdeu força. “Os benefícios de escala entre categorias já não compensam a complexidade”, escreveram.

Nos últimos anos, a Unilever vem simplificando seu portfólio. A empresa vendeu sua divisão global de chás, a área de spreads (incluindo a marca I Can’t Believe It’s Not Butter!), além de negócios como a Graze e a The Vegetarian Butcher.

Em 2025, a companhia também separou sua divisão de sorvetes na Magnum Ice Cream Co., mantendo cerca de 20% de participação, e planeja vender entre €1 bilhão e €1,5 bilhão adicionais em marcas menores de alimentos.

Apesar disso, a empresa não deve vender sua divisão de alimentos “altamente atrativa” por um preço baixo. O portfólio inclui marcas fortes como a Hellmann’s — líder nos EUA e no Brasil — e os cubos de caldo Knorr, segunda marca mais vendida da companhia, atrás apenas da Dove.

Para a McCormick & Company, a operação também representaria um grande teste. Fundada em 1889, a empresa começou vendendo root beer e se tornou uma das maiores fabricantes de temperos do mundo, conhecida por produtos como Old Bay.

Nos últimos anos, a companhia expandiu sua atuação para além de especiarias, com aquisições em mercados como Reino Unido e Polônia, além de produtos como molhos e maioneses saborizadas, populares entre consumidores mais jovens.

O maior movimento nesse segmento ocorreu em 2017, quando a McCormick & Company comprou a divisão de alimentos da Reckitt Benckiser por US$ 4,2 bilhões, incorporando marcas como French’s e Frank’s RedHot.

Ainda assim, analistas alertam que a integração de um negócio do porte da Unilever não será simples, dada a diferença de escala e o nível atual de endividamento da compradora.

Especialistas também apontam que, embora a venda possa destravar valor para os acionistas no longo prazo, o processo pode gerar distrações para a gestão no curto prazo, especialmente diante de outros desafios enfrentados pela empresa.

@investnewsbr

A aguardada nova camisa da seleção brasileira chegou e causou muito burburinho. Com uma marca mais associada ao basquete e preço lá no em cima, abriu inclusive brecha para a concorrência, que agora corre atrás de uma alternativa para vestir a torcida. futebol seleção #nike

♬ som original – InvestNews BR – InvestNews BR

Bitcoin (BTC) sustenta os US$ 70 mil mas caminha para fechar semana no vermelho; veja preços nesta sexta-feira (20)

20 de Março de 2026, 08:40

O bitcoin (BTC) é negociado na casa dos US$ 70 mil na manhã desta sexta-feira (20), operando próximo da estabilidade nas primeiras horas do dia.

O mercado global de criptomoedas também oscila próximo da estabilidade, com a volatilidade do mercado de ativos de risco altamente elevada em virtude dos eventos dos últimos dias.

No mercado tradicional, as bolsas da Ásia fecharam em baixa. Na Europa, os principais índices também operam no negativo, enquanto os futuros de Nova York indicam abertura em queda.

Veja o desempenho das dez maiores criptomoedas do mundo hoje:

#  Cripto  Preço  24h  7d  YTD 
1  Bitcoin (BTC)  US$ 70.703,26  0,73%  -2,35%  -19,21% 
2  Ethereum (ETH)  US$ 2.150,41  -1,08%  1,10%  -27,52% 
3  Tether (USDT)  US$ 0,9999  0,01%  0,01%  0,15% 
4  XRP (XRP)  US$ 1,44  -1,01%  1,66%  -21,22% 
5  BNB (BNB)  US$ 643,13  -0,36%  -3,63%  -25,50% 
6  USD Coin (USDC)  US$ 1,00  0,02%  0,01%  0,04% 
7  Solana (SOL)  US$ 89,44  -0,53%  -0,79%  -28,15% 
8  TRON (TRX)  US$ 0,3062  0,99%  6,04%  7,72% 
9  Dogecoin (DOGE)  US$ 0,09440  0,30%  -5,29%  -19,52% 
10  Hyperliquid (HYPE)  US$ 39,55  -0,64%  6,42%  55,58% 

Fonte: Coin Market Cap. 

A semana do bitcoin (BTC)

Os investidores viveram uma verdadeira gangorra de eventos que mexeram com o mercado de criptomoedas.

Começando pelo lado positivo, os fundos de índice (ETFs, na sigla em inglês) de bitcoin à vista nos Estados Unidos registraram a quarta semana seguida de entradas até a última quinta-feira (19), o que garante algum suporte nos atuais níveis de preço.

Por outro lado, a mais recente decisão sobre juros nos Estados Unidos da última quarta-feira (18) pesou contra a busca por patamares de preços mais elevados. O Fomc, o Copom norte-americano, manteve as taxas estáveis no último encontro, sinalizando que o avanço dos preços do petróleo preocupa a autoridade monetária.

Além disso, o barril do Brent, utilizado como referência internacional de preços, segue negociado acima dos US$ 100, o que tende a pressionar a inflação global para cima.

Com isso, na próxima semana, os investidores acompanham as falas de representantes do Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos EUA), em busca de pistas sobre o futuro dos juros por lá.

Work from home and cut frivolous journeys: What countries are telling people to do as oil prices spike

Fuel pump
The AAA said that prices

Dan Kitwood/Getty Images

  • Nations across the world are taking steps to mitigate the impact of oil price spikes.
  • These include flexible working arrangements and reducing non-essential journeys.
  • Countries heavily reliant on Middle Eastern oil are particularly vulnerable to the war's impact.

Governments around the world are urging people to cut back on energy use amid surging oil prices.

Brent crude, the global benchmark, has climbed above $100 a barrel for the first time since 2022 and has held there for nearly two weeks.

The spike follows violent attacks on ships in the Strait of Hormuz since the outbreak of the Iran war and strikes on gas-related infrastructure, raising fears of prolonged disruptions to a route that carries roughly 20% of the world's supply chain.

In response, countries are rolling out measures to conserve fuel and protect domestic supplies. Thailand, for example, has said it will halt fuel exports to maintain its own energy demands, while other countries are asking citizens to pare back their consumption.

Here are some of the steps governments and international organizations are telling people to take.

International Energy Agency
The International Energy Agency logo is displayed on a phone with a blue reflection in the background.

Jonathan Raa/NurPhoto via Getty Images

The International Energy Agency, one of the world's most important energy groups, has issued 10 measures it says governments, businesses, and consumers can take immediately to help ease the impact of disruptions in oil markets.

These include working from home, avoiding air travel, and encouraging the use of electric cooking equipment.

Other steps include reducing highway speed limits by at least six miles per hour, car sharing, cutting air travel, and using public transport more.

The IEA said in the report that "the demand-side measures highlighted in the report cannot match the scale of disrupted supply."

However, it said "they can play a meaningful role in lowering costs for consumers, reducing markets strains and preserving fuels for essential uses until normal flows resume."

Philippines
Philippine President Ferdinand Bongbong Marcos, Jr shakes hands with a man while walking down a red carpet.

Philippine Presidential Com. Office/Anadolu via Getty Images

The Philippines has taken several measures in order to bring down energy use, including a four-day workweek for government staff and orders to cut the use of electricity and fuel costs in government agencies.

Government offices were told in early March to implement flexible working arrangements where practical, turn off lights and computers during lunch breaks, and adjust air conditioning unit thermostats to no lower than 75 degrees.

President Ferdinand Marcos Jr. said in a video message that the four-day workweek would be temporary and does not include emergency services.

"With the expected global oil price increase, the government is preparing measures to reduce its impact on Filipino families," the Facebook caption for the video said.

The Philippines is vulnerable to disruptions caused by the conflict, as it "relies on the Middle East for almost 90% of its oil supply," according to ING Think.

On March 18, Marcos said that the country is seeking alternative sources of petroleum products and asked the public not to worry.

"We are trying to find different methods to provide subsidies to give assistance," said Marcos in a press address. "The problem is that oil prices are very volatile. We can't anticipate them. So we are still adjusting right now."

Australia
Sydney skyline
Australia

Claudio Galdames/Anadolu via Getty Images

While no official rationing has been implemented in Australia, local media in at least two of the country's states reported that some fuel stations had begun limiting the amount of fuel customers can buy.

In comments to the media on Monday, March 9, Australia's energy minister Chris Bowen said that there is no shortage of fuel in Australia, but there are "some supply chain issues which are really being caused by a spike in demand of people seeking to buy extra diesel."

United Kingdom
A hydrogen powered commercial vehicle used by the AA is parked on grass while on display at a Fully Charged live show.
The AA provides breakdown cover, as well as finance, insurance, leisure and lifestyle services, in the UK.

Ian Forsyth/Getty Images

The president of the AA, the UK's largest motoring organization, advised drivers on Monday, March 9, that although they "should not change their refuelling habits," they could "consider cutting out some non-essential journeys and changing their driving style to conserve fuel."

Edmund King, AA's president, added: "Any time Brent Crude passes 100 dollars per barrel raises concern across the markets, for the haulage industry and drivers.

"There will be gradual increases in pump prices, but this shouldn't happen overnight as fuel has been purchased at previous prices."

Keir Starmer, the UK prime minister, said that the government would support citizens during the oil price spike.

"No matter the headwinds, supporting working people and their families with the cost of living is always top of my mind," he said.

Thailand
Anutin Charnvirakul
Thai Prime Minister Anutin Charnvirakul

Peerapon Boonyakiat/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Prime Minister Anutin Charnvirakul urged citizens not to stockpile fuel. His comments came after long lines formed at gas stations across the country last week.

In early March, Anutin and the country's energy minister gave assurances that the diesel price would be capped for at least 15 days. He said that the Commerce Ministry was closely monitoring oil prices to prevent customer exploitation.

"Stockpiling fuel is dangerous. If you store it at home, it could accidentally cause fire — it could lead to all sorts of problems," he said. "There is no need to do that today."

India
A delivery staff carries a liquefied petroleum gas (LPG) cylinder at a distribution centre in Amritsar, India.

Narinder NANU / AFP via Getty Images

The Indian government invoked emergency powers on March 10 to divert liquefied petroleum gas supplies away from industrial users and toward households.

This was an expansion of previous measures. On March 9, India had ordered oil refineries to produce more LPG and said it was prioritizing that supply for households.

India's Ministry of Petroleum and Natural Gas said in a tweet on Monday that non-domestic supplies from imported LPG were being prioritized for essential sectors, such as hospitals and educational institutions.

Vietnam
Motorbike drivers wait in a line to pump gasoline into their vehicles at a blue gas station in Hanoi.

Nhac NGUYEN / AFP via Getty Images

Vietnam has urged local businesses to encourage employees to work from home in order to save fuel.

This comes after the country said it would remove tariffs on fuel imports.

Pakistan
Worker fills up the petrol tank of a white car while facing toward the pump.

Muhammed Semih Ugurlu/Anadolu via Getty Images

Pakistan has ordered measures to conserve fuel and reduce government spending, including implementing a four-day work week, having half of public sector employees work from home, and closing schools for two weeks.

Other measures include a pause on salaries for cabinet ministers and cutting government spending by 20%, Prime Minister Shehbaz Sharif announced on March 10.

Sri Lanka
tktk
tktk

Ishara S. KODIKARA / AFP via Getty Images

Sri Lanka has made Wednesdays a public holiday to conserve fuel as the country braces for potential fuel shortages, according to the BBC.

"We must prepare for the worst, but hope for the best," President Anura Kumara Dissanayake said on March 9.

The shortened workweek will apply to schools and universities, but "essential" services like hospitals will keep the lights on.

Denmark
Gasoline prices at a Uno-X gas station in Copenhagen, Denmark, on March 9, 2026. Stock markets plunge on Monday as oil and gas prices soar on fears about supplies from the Middle East, with the US-Israeli war against Iran continuing into a second week with no sign of letting up. (Photo by Kristian Tuxen Ladegaard Berg/NurPhoto via Getty Images)

Kristian Tuxen Ladegaard Berg/NurPhoto via Getty Images

Denmark is urging citizens to reduce fuel.

"What the Danes should please, please, please do is that if there is any energy consumption that you can do without, if it is not strictly necessary to drive the car, then don't do it," Lars Aagaard, Denmark's energy and utilities minister, said during an interview with a local broadcaster on Wednesday.

"Firstly, it can be felt in the private wallet, and secondly, it can help stretch our reserves so that they last longer," Aagaard added.

Bangladesh
Vehicles queue at a fuel station, as concerns grow over fuel supplies following U.S.-Israel conflict with Iran, in Dhaka

Mohammad Ponir Hossain/REUTERS

Bangladesh's university students just got an early start to their Ramadan holidays, thanks to fuel conservation measures.

The country announced by mid-March that main colleges could cancel classes until later in the month. The government has shut down campuses completely to save electricity and has started imposing temporary blackouts for other facilities.

Egypt
This photograph taken on August 20, 2022 on Shobra Benha free highway in Qalyubia governorate of the Nile Delta outskirt of Cairo, Egypt, shows a petrol station at night. (Photo by Khaled DESOUKI / AFP) (Photo by KHALED DESOUKI/AFP via Getty Images)

KHALED DESOUKI/AFP via Getty Images

Egypt is enforcing some lifestyle changes to conserve gas and oil.

For a country that is used to shopping and dining well into the night, malls, restaurants, and retailers are being asked to shut down at 9 p.m. on weekdays starting on March 28.

The country also announced plans to turn off illuminated billboards and reduce public lighting, and to close government buildings by 6 p.m.

Spain
A woman refueling gasoline at a Plenergy low cost gas station in Madrid.
A woman refueling gasoline at a Plenergy low cost gas station in Madrid.

Marcos del Mazo/LightRocket via Getty Images

Spain's government has approved a $5.8 billion aid package to ease the economic effects of the war in the Middle East, Bloomberg reported.

The plan includes reducing VAT on electricity and gas from 21% to 10%, slashing the special electricity tax from 5% to 0.5%, and suspending the tax on electricity production, Prime Minister Pedro Sánchez said.

A subsidy of 20 cents per liter of fuel is being introduced for transport operators, farmers, and fishmongers, while the government will cover 80% of the electricity-grid charges for energy-intensive industries.

Read the original article on Business Insider

Economistas não veem recessão nos EUA a menos que o petróleo atinja US$ 138 — e fique nesse nível por semanas

20 de Março de 2026, 06:00

A guerra contra o Irã provocou uma interrupção recorde na oferta de petróleo e fez disparar os preços do barril e de outras commodities. Ainda assim, economistas duvidam que os EUA estejam sob grande risco de recessão.

O consenso de economistas ouvidos nesta semana pelo The Wall Street Journal é de que a inflação deve subir temporariamente, enquanto crescimento e desemprego devem permanecer praticamente inalterados — assumindo que o choque do petróleo seja passageiro.

“Diante da guerra em curso no Oriente Médio, da disparada dos preços do petróleo, das tarifas elevadas, da inteligência artificial e das fortes restrições à imigração, vale destacar o quanto a economia dos EUA tem se mostrado resiliente até agora”, disse Bernard Baumohl, do Economic Outlook Group. “Mas não devemos tomar essa resiliência como garantida.”

A pesquisa reuniu respostas de 50 economistas de instituições que vão de bancos de Wall Street e universidades a pequenas consultorias, entre os dias 16 e 18 de março. Nem todos responderam a todas as perguntas.

Os economistas estimam em 32% a probabilidade de recessão nos próximos 12 meses, levemente acima dos 27% registrados em janeiro. Questionados sobre até que nível o petróleo precisaria subir para elevar essa probabilidade acima de 50%, as respostas variaram de US$ 90 a US$ 200 por barril, com média de US$ 138. Sobre o tempo necessário com preços elevados, as estimativas vão de quatro a 55 semanas, com média de 14 semanas. Os contratos futuros de petróleo nos EUA fecharam a US$ 96,32 o barril na quarta-feira, ante média de cerca de US$ 65 em fevereiro.

Robert Fry, da Robert Fry Economics, que atualmente vê 40% de chance de recessão, afirmou que petróleo a US$ 125 por oito semanas é seu ponto decisivo.

“Minha projeção depende da hipótese de que o Estreito de Ormuz estará totalmente aberto ao tráfego de petroleiros até meados de abril”, disse. “Se isso não acontecer, os preços do petróleo subirão muito mais e passarei a incluir uma recessão no meu cenário.”

Em média, os economistas projetam que o Produto Interno Bruto (PIB), ajustado pela inflação, crescerá 2,1% no quarto trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior — ligeiramente abaixo dos 2,2% estimados em janeiro. A taxa de desemprego deve encerrar dezembro em 4,5%, em linha com a previsão anterior. No mês passado, estava em 4,4%.

Em contraste com o crescimento, os economistas ficaram mais pessimistas em relação à inflação. Eles agora esperam que o índice de preços ao consumidor suba 2,9% em dezembro de 2026 na comparação anual, acima dos 2,6% projetados em janeiro.

Essa revisão não reflete apenas o aumento da gasolina: o núcleo do índice de gastos com consumo pessoal (PCE), que exclui itens voláteis como alimentos e energia, deve subir 2,8% no quarto trimestre — acima dos 2,6% previstos anteriormente. O Federal Reserve usa esse indicador como referência.

Com a inflação mais alta, diminuíram as expectativas de cortes de juros. Na quarta-feira, o Fed manteve a taxa entre 3,5% e 3,75%. Em média, os economistas veem o ponto médio dessa faixa encerrando o ano em 3,26%, o que implica entre um e dois cortes de 0,25 ponto percentual. Em janeiro, a projeção era de 3,08%, sugerindo dois cortes.

Isso aproxima os economistas da visão dos dirigentes do Fed. Projeções divulgadas após a reunião indicam que os formuladores de política monetária esperam, em média, um corte de 0,25 ponto neste ano. As previsões de crescimento e desemprego pouco mudaram desde dezembro, mas a expectativa de inflação aumentou.

O presidente do Fed, Jerome Powell, afirmou que essas projeções têm menor relevância diante das incertezas sobre o desfecho da guerra.

“Simplesmente não sabemos”, disse. “As pessoas estão colocando números que parecem fazer sentido, mas sem convicção.”

Muitos economistas expressaram incerteza semelhante. Beth Ann Bovino, do U.S. Bank, afirmou que sua projeção foi concluída quando a guerra começava e que “as condições mudam a cada hora”.

Cerca de 20 milhões de barris de petróleo — o equivalente a 20% da oferta global — costumam passar diariamente pelo Estreito de Ormuz. Esse fluxo caiu drasticamente. Como resultado, o petróleo chegou a ser negociado acima de US$ 100 por barril recentemente. O preço médio da gasolina nos EUA atingiu US$ 3,84 por galão na quarta-feira, ante US$ 2,92 um mês antes, segundo a AAA. Os contratos futuros indicam que o preço pode ultrapassar US$ 4 nas próximas semanas.

Os economistas esperam que o petróleo termine junho em US$ 86,70 e o ano em US$ 73,54. Já economistas da California Lutheran University destacaram: “Os EUA são o maior produtor de petróleo do mundo desde 2018… Do ponto de vista econômico geral, preços entre US$ 80 e US$ 100 não são totalmente negativos. Em 2008, o petróleo chegou ao equivalente a US$ 200 por barril em valores atuais.”

Escreva para Anthony DeBarros em anthony.debarros@wsj.com e Justin Lahart em Justin.Lahart@wsj.com

@investnewsbr

Preços do petróleo, imposto sobre exportações, riscos com as eleições presidenciais e aquisições potenciais são temas da vez para o cenário de quem investe na Petrobras. #petrobras #petróleo #investimentos

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Mark Cuban says he thinks the humanoid robot push will fail in 5 to 10 years

20 de Março de 2026, 01:18
Mark Cuban
Mark Cuban says the future of robotics isn't humanoids.

Anna Webber/Getty Images for Inc. at Inc. Founders House at SXSW

  • Mark Cuban thinks humanoid robots will have a short lifespan.
  • He said instead robots and spaces will be co-designed, and they won't necessarily look like humans.
  • Tesla and OpenAI are among the companies investing in humanoid robots.

Mark Cuban believes in a future where humans live alongside robots, just not the ones you're probably picturing.

"Everybody's making this push for humanoid robots. I think they might have a 5-year lifespan, and then they'll fail miserably. Maybe 10," Cuban said Thursday on the live-streamed tech show TBPN.

Humanoid robots have plenty of fans, including Elon Musk, who has said he believes Tesla's Optimus could be the company's future. Business Insider reported in January that OpenAI had quietly built up a humanoid robotics lab last year.

But Cuban said he thinks co-designing spaces and robots would be better than simply making robots that mimic humans and fit into the world as it currently exists.

"I've heard people say, 'Well, a house is a house, you need a humanoid.' I think houses are going to be redesigned completely," he said.

For example, he said there could be robots that look like spiders or ants, capable of lifting and carrying things, while the house could be designed so that the pantry, refrigerator, and washing machine are hidden, with the robots primarily interacting with them, while the actual living space is used by people.

"The robots aren't going to be full-form humanoids. They're going to be whatever the optimal shape is," Cuban said. "You design the house to fit the robot, and you design the robot to fit the house."

He also pointed to Amazon's use of robots in its warehouses, noting they are not humanoids carrying boxes around. Amazon has said it has over 1 million robots that sort, lift, and carry packages. None of them looks like a human.

Still, major companies like Tesla and OpenAI, as well as smaller startups, continue to invest in developing humanoids. An executive at Agility Robotics, which has deployed its humanoids at Amazon and Toyota, told Business Insider its robots could step in to fill manufacturing roles that humans don't want.

"This re-shoring of manufacturing in the US is going to only occur through a combination of human employment and automation technology, like humans and robotics," he said.

Cuban did not respond to a request for comment from Business Insider.

Read the original article on Business Insider

Bancos pressionam Cosan e BTG Pactual por melhores termos na reestruturação da Raízen

19 de Março de 2026, 15:26

Alguns bancos brasileiros com exposição à Raízen estão pressionado a controladora Cosan e seu assessor BTG Pactual, buscando melhores termos na reestruturação da dívida da empresa de açúcar e etanol, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

O Bradesco intensificou a pressão, exigindo compromissos mais claros em relação à Raízen, de acordo com as fontes, que pediram anonimato porque as discussões são privadas. Essa postura pode atrapalhar os planos da Cosan de listar sua unidade de gás Compass, da qual o Bradesco é acionista.

O Itaú também sinalizou que pode adotar uma postura mais dura nas negociações, alertando que pode restringir o acesso a crédito para empresas dentro do ecossistema da Cosan caso todos os envolvidos não compartilhem o ônus da reestruturação financeira da Raízen, disseram algumas das fontes.

Os bancos estão buscando um valor maior da Shell, acrescentaram. A gigante do petróleo, que é co-proprietária da Raízen junto com a Cosan, já concordou em contribuir com R$ 3,5 bilhões (US$ 664 milhões).

A Cosan não está mais em negociações para aportar recursos, mas seu fundador, Rubens Ometto, concordou em investir R$ 500 milhões por meio de sua holding. O BTG, que ganhou relevância significativa nas discussões após investir R$ 4,5 bilhões na Cosan, já havia dito que não teria um papel ativo na reestruturação financeira da Raízen, mesmo antes de surgirem desentendimentos com a Shell.

Bradesco, Itaú, BTG, Cosan e Raízen não comentaram.

Credores estão frustrados com a decisão da Cosan de não injetar capital novo na Raízen, apesar das crescentes preocupações com a situação financeira da empresa. A decisão acabou forçando a Raízen — que já foi a principal produtora de biocombustíveis do Brasil — a fechar um acordo para reestruturar cerca de R$ 65 bilhões.

O acordo de recuperação extrajudicial foi firmado na semana passada com credores que detêm pouco menos da metade da dívida da empresa — ele dá fôlego à Raízen, suspendendo obrigações de dívida e concedendo 90 dias para obter adesão de outros credores a um plano mais abrangente.

O acordo encerrou alguns meses turbulentos para a Raízen, que viu seus títulos caírem para níveis de alto risco enquanto as negociações por um resgate de seus principais acionistas se arrastavam, consumindo caixa.

Quando contratou consultores para otimizar sua estrutura de capital, as agências de rating rebaixaram a empresa do grau de investimento para níveis profundos de alto risco. A Raízen afirmou que os rebaixamentos representavam uma “ameaça grave, imediata e palpável”, à medida que credores pressionavam por vencimento antecipado de algumas dívidas, o que poderia desencadear um default cruzado e acelerar mais de R$ 60 bilhões em obrigações.

Divulgações da Raízen na semana passada mostraram que o Bradesco tem cerca de R$ 2 bilhões ajustados pelo câmbio a receber, enquanto o Itaú possui exposição superior a R$ 1 bilhão à empresa.

@investnewsbr

Uma das maiores produtoras de álcool e açúcar do Brasil, a Raízen acaba de entrar em recuperação extrajudicial para tentar organizar uma dívida de quase R$ 70 bilhões. Entenda como tudo começou e quais os próximos passos da companhia para sair da crise. #energia #raizen #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário

18 de Março de 2026, 14:45

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã, culminando no fechamento do estreito de Ormuz, o petróleo à vista (tipo brent) segue negociado acima dos US$ 100 nessa semana, maior patamar dos últimos 4 anos.

Nesse cenário, investidores podem se perguntar até onde os preços podem ir, ou se é possível esperar por uma queda, uma vez que os conflitos sejam apaziguados de alguma forma.

Por enquanto, não há nenhum sinal concreto de encerramento da guerra no Oriente Médio. Mas mesmo que acordos venham, é possível que o preço do petróleo não volte a ser o que era antes.

“Se o conflito terminasse amanhã e o estreito de Ormuz fosse liberado, mesmo em uma questão de sobreoferta, entendo que o petróleo não volta mais para a casa dos 45, 50 dólares. Esse cenário saiu de cena”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.

Ruy Hungria e Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, comentaram o assunto no primeiro episódio da nova temporada do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar no último sábado (14). Confira:

Em um mundo de conflitos, o petróleo segue sendo hedge geopolítico

Hungria explica que a guerra lembrou ao mercado que expectativas podem ser quebradas a qualquer momento, o que pode seguir refletindo no preço do petróleo por mais tempo.

“É simplesmente por conta de um prêmio de risco, o risco de que tenhamos uma quebra de oferta de alguma forma. Mesmo que o conflito passe, o mercado entendeu que não dá para tirar isso das contas. Essa incerteza já é suficiente para adicionar alguns dólares a mais ao valor do petróleo”, afirma.

“Estamos pulando de conflito em conflito. Não temos mais aquela janela prolongada de paz [no mundo]. Então, o petróleo serve de hedge geopolítico”, complementa Matheus Spiess.

O que esperar do preço do petróleo nos próximos dias?

Dada a volatilidade do cenário atual, ambos os analistas não cravam um teto de preço para o petróleo. Entretanto, a continuidade da alta não é descartada especialmente porque o governo iraniano tem interesse em escalar a guerra.

“É de interesse do Irã escalar, inviabilizando a passagem do estreito de Ormuz, por conta de seu papel fundamental na cadeia de suprimentos internacional. Não resta nada a eles, a não ser aumentar o custo econômico para o Ocidente”, afirma Spiess, que continua:

“Preços extremos são possíveis de acontecer, mas existe um cenário-base de que o conflito não dure tanto. Entretanto, não significa que não carreguemos consequências de um petróleo mais alto por algum tempo”.

Apesar disso, o analista conclui que o processo deve seguir a maior parte dos “exemplos históricos de choque geopolítico”. Isto é, a princípio, uma maior volatilidade, seguida de uma normalização nos mercados. Essa possível normalização é o ponto de maior atenção aos investidores.

“Diante dessa crise humanitária, podemos observar janelas de oportunidade para alguns ativos específicos”, conclui.

Nessas janelas de oportunidade, inclusive, há uma ação brasileira que tem sido uma das mais beneficiadas pela alta do petróleo, mas que, ao mesmo tempo, não depende desse rali para trazer boa performance.

‘Janela de oportunidade’: as ações brasileiras que podem se beneficiar do cenário atual

Dito isso, quais os “ativos específicos” recomendados pelos analistas no momento?

Ruy Hungria aponta que as petroleiras brasileiras têm se beneficiado desse cenário. Como a Petrobras (PETR4), por exemplo, que atualmente está presente em séries da Empiricus como Vacas Leiteiras e Double Income, focadas recomendações para dividendos e geração de renda extra.

Porém, a Petrobras está mais exposta ao risco político, segundo os analistas. Se o petróleo continuar subindo, o atual governo brasileiro pode se preocupar em não elevar o preço dos combustíveis.

“Combustível mais alto pega na popularidade do governo, que já está bem prejudicada ao longo dos últimos meses”, afirma Spiess. Consequentemente, é possível que “a conta da Petrobras não feche”.

Em contrapartida, a Empiricus também indica uma outra petroleira brasileira que não está exposta a esse risco e, ao mesmo tempo em que se beneficia da alta do petróleo, não depende apenas disso para gerar valor, favorecendo o ponto de entrada atual.

Essa empresa é uma “ótima geradora de caixa” e consegue “o operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais”, independentemente do cenário atual, segundo o relatório.

Além disso, espera-se que seu custo de extração do petróleo fique em torno de US$ 8 por barril em 2026, valor considerado muito barato no setor. A empresa já está “ganhando muito mais dinheiro” atualmente, segundo Ruy Hungria.

“Essa empresa é a que mais gostamos, a melhor operadora entre as privadas, e tem uma grande expectativa de crescimento de produção. Ela, na verdade, é quem mais se beneficia dessa alta do petróleo”, conclui o analista no programa.

A recomendação está presente na série Melhores Ações da Bolsa, que traz as indicações da casa para o investidor que busca compounders – ações geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

E a boa notícia é que, se você deseja conhecer essa indicação em especial, seu acesso à série Melhores Ações da Bolsa (e mais 10 séries da Empiricus) está liberado gratuitamente por 7 dias.

Empiricus+: as principais recomendações de investimento da Empiricus em um só lugar

Se você deseja conhecer todas* as indicações da Empiricus para investir a partir de agora, você pode acessá-las por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por até 12x de R$ 14,90.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

E você ainda tem direito a 7 dias de acesso gratuito, para testar a funcionalidade sem compromisso. Basta clicar no botão para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

O post Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário apareceu primeiro em Empiricus.

Loose rules, big money: Why Clavicular and other streamers are flocking to Kick

16 de Março de 2026, 14:29
Braden Peters, who goes by Clavicular, on The Adam Friedland Show
Braden Peters, who goes by Clavicular, makes big money on Kick even as mainstream brands stay away.

The Adam Friedland Show via YouTube

  • Looksmaxxer Clavicular and other controversial personalities have drawn attention to the livestreaming service Kick.
  • Clavicular says he's made more than $100,000 in a month on Kick, known for light moderation and big payouts.
  • Kick says it believes in freedom with limits and has increased its moderation "tenfold."

The livestreamer Clavicular — who was once filmed running into someone with his Cybertruck — is the kind of provocative creator most major brands won't touch.

That hasn't stopped him from making serious money.

The 20-year-old says he's pulled in more than $100,000 a month on Kick, his primary streaming platform, where he's known for "looksmaxxing," or going to extreme measures to maximize attractiveness.

Clavicular, whose real name is Braden Peters, isn't alone. Kick has become a haven for some creators who are fed up with — or have been banned from — other platforms, particularly Amazon-owned Twitch.

Kick's payouts are a crucial revenue source for these creators, unlike the brand deals that serve as the backbone of the broader creator economy. A 2025 survey found that brands fund nearly three-quarters of creators' revenue, making Kick a lifeline for those considered "unsafe" by mainstream brands.

Australia-based Kick, founded in 2022 by the owners of the crypto gambling site Stake.com, features lighter content moderation than some rivals and a generous pay structure: a 95/5 subscription revenue split, compared to rival Twitch's default 50/50 split. Kick says it may permit some violence depending on the context, for example, while Twitch says it has a "zero-tolerance" policy.

Kick also makes direct payments to creators based on their viewership. The platform said it made $182 million in these payments between August 2023 and the end of February.

Its audience is growing fast, too: Kick nearly doubled its share of hours watched to 12.4%, or 4.5 billion hours in 2025, according to a Stream Hatchet report. That made it the third-largest live-streaming platform by share of hours watched, behind Twitch at 52% and YouTube Gaming at 24%.

Kick says it believes in freedom within limits. The platform, which is trying to smooth the way for ad deals, told Business Insider that it's increased its human moderation team "tenfold" since 2022 and that it responds quickly to creators in its live support chat. (Kick briefly suspended Clavicular in December 2025, after the video in which he ran into someone. Police investigated the scene and didn't file charges.)

Adin Ross and N3on, center, known for their inflammatory comments, found popularity on Kick.
Adin Ross and N3on, center, known for their inflammatory comments, found popularity on Kick.

Allen Berezovsky/Getty Images

Kick has also begun signing more brand-safe gamers and organizing events for creators, sponsoring a Formula 1 team last year.

"Kick has started to legitimize itself," said Mustafa Aijaz, VP at online gaming organization SoaR Gaming, which has multiple players using the platform alongside Twitch.

The manosphere is thriving on Kick

Clavicular wasn't always on Kick.

He started his rise to online fame by posting on Looksmax.org, a forum where people rate each other and ask for advice on improving their appearance before going out. He now runs a paid online academy that provides looksmaxxing advice and guides to picking up women, which he refers to as "targets" and "slayables," Rolling Stone reported.

Clavicular, who has said he eschews politics, has gotten attention for associating with the likes of far-right influencer Nick Fuentes and self-described misogynist influencer Andrew Tate, and for being filmed partying to the Ye song "Heil Hitler." Clavicular shrugged off the incident, calling it "just a song."

Mariel Barnes, a University of Wisconsin-Madison professor, describes Clavicular as part of the manosphere, a loose collection of media outlets and influencers she characterizes as advocating anti-feminist ideology. Manosphere influencers have found fertile ground on Kick, where the top 10 streamers are usually men, typical of other livestreaming platforms.

Barnes said they often get their start through broadly palatable causes, like self-improvement or fathers' rights, before turning to darker fare like overt misogyny.

Clavicular's behavior and views have made him a wider symbol of the plight of young men. California Gov. Gavin Newsom talked about him in a late February interview and bemoaned that "these are the guys raising our kids."

Clavicular reposted it, replying, "The brand is strong."

From gaming and self-improvement to extreme politics

Some other boundary-pushing livestreamers on Kick started in gaming before shifting into politics and pop culture, widening their audience and impact. Many of the more popular streamers fall on the right end of the political spectrum; others are harder to pin down politically.

These streamers' chats become the wellspring of communities that often attract impressionable kids, said Ryan Morrison, the CEO of esports-focused Evolved Talent Agency, who did Canadian streamer xQc's deal with Kick.

Some of the discourse on Kick can be toxic and attracts "people who are lonely and helpless," Morrison said.

Overall, Kick hosts more than 500,000 creators, who can stream and post clips. Scroll through the app, and you might find people playing casual games like Pokémon next to a video of someone playing slots.

You'll also likely come across videos from Adin Ross, 25, who ranks as Kick's second-most popular streamer, according to Stream Charts. He has said his deal with Kick pays him five figures per hour he streams. He rose to fame by streaming NBA 2K and GTA V before moving into long, unfiltered interviews with celebrities like LeBron James and Logan Paul.

In 2024, he gave then-candidate Donald Trump a Cybertruck and tried to grow his support among young men. Ross buddied up with Tate and has streamed with Fuentes.

Ross was banned by Twitch in 2023 for not deleting multiple racist and antisemitic comments in his chat. Ross has said he takes accountability for the behavior of his fans. He also apologized after a clip of him making what appeared to be a Nazi salute circulated on X.

LEEDS, ENGLAND - JANUARY 20: Harrison (HStikkytokky) Sullivan looks on during the MF & DAZN X Series at First Direct Arena on January 20, 2024 in Leeds, England. (Photo by George Wood/Getty Images)
Harrison (HStikkytokky) Sullivan has built a image around insulting women.

George Wood/Getty Images

Another prominent Kick streamer is Harrison Sullivan, or HSTikkytokky, a 24-year-old British influencer who started with a focus on health and fitness and has since built his brand around flirting with and insulting women.

Sullivan, who has been suspended from Kick multiple times, including for using homophobic slurs and showing sexually explicit content, now has 242,000 followers on the platform, where he often streams about gambling and women.

His views are sometimes hard to follow. For example, in one video, he denied being homophobic and racist in response to an earlier video where he maintained he was homophobic as well as antisemitic. He recently gained wider exposure as a subject of the new Netflix doc, "Louis Theroux: Inside the Manosphere."

Then there's N3on, 21, whose real name is Rangesh Mutama. He started streaming as a teen gamer and has since shifted to real-life streaming marked by outlandish and inflammatory stunts — like faking his own death. He has nearly 500,000 followers on Kick, where he's also faced at least one suspension.

He's gotten some mainstream attention by hanging out with the ex-rapper Iggy Azalea, creating content with other rappers, and going on "The Breakfast Club," where he was called out for people leaving racist comments in his chat. N3on responded that the chat wasn't representative of his community, and he said he was evolving from a person who used to say whatever he wanted.

Kick isn't alone in platforming controversial streamers who have been barred from other sites. Ross also streams on YouTube. Kicked off mainstream platforms, Fuentes streams to nearly 700,000 followers on Rumble.

Steven Bonnell, who goes by Destiny
Steven Bonnell, who goes by Destiny, built a following for his debate-heavy streams.

Jubilee via YouTube

Streamers span the political spectrum

Kick is home to provocative streamers of many political and ideological persuasions.

Steven Bonnell, aka Destiny, is a political creator who built a following with his debate-focused streams. The 37-year-old advocates for some liberal policies, but isn't easily pigeonholed politically. He said he was suspended from Twitch in 2018 after using homophobic and racist language, then permanently banned in 2022. He's also streamed a generally friendly discussion with Fuentes. Today, Destiny streams to 133,000 followers on Kick.

There's also prominent streamer xQc, whose real name is Félix Lengyel. XQc, 30, gained online celebrity as a pro Overwatch player before getting an up to $100 million payday from Kick in one of the platform's biggest deals.

While not overtly political, he's called people who voted for Trump a slur for the developmentally disabled. Early in his career, he made a widely criticized homophobic remark, for which he apologized. Years later, he expressed disapproval of homophobic remarks by fans in another online personality's stream. Morrison, xQc's manager, said he is "loud and crazy" but added that he has "not a sliver" in common with the alt-right.

SAN DIEGO, CALIFORNIA - SEPTEMBER 21: Felix Lengyel, aka XQC, attends TwitchCon 2024 San Diego on September 21, 2024 in San Diego, California. (Photo by Robin L Marshall/Getty Images)
Félix Lengyel, aka xQc, is one of Kick's highest-paid streamers.

Robin L Marshall/Getty Images

Whatever the politics or nature of their controversies, a common thread among many top Kick streamers is behavior that pushes the boundaries of social acceptance.

"Kick is like the Wild West of streaming," said Eric Harper, CEO of esports firm GG Talent Group. "Some of the biggest names on the platform have been ostracized from the rest of the gaming community because of hateful views, hateful actions. The TLDR is, there's a huge brand risk, which is why a lot of streamers don't stream there."

Read the original article on Business Insider

Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora 

14 de Março de 2026, 09:20

Nas últimas semanas o mercado não comentou outro assunto, além dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos no preço do petróleo e na inflação global. Esse também foi o assunto da nova temporada do Empiricus Podca$t que começou com novidades.

A partir de agora, a jornalista Paula Comassetto assume o comando das conversas, trazendo para pauta os temas que mais mexem com os mercados.  

Assim após a escalada de tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar novamente a marca de US$ 100, a pergunta de muitos investidores é:  

O petróleo pode chegar nos US$ 200? 

Durante o programa, os analistas Ruy Hungria e Matheus Spiess, da Empiricus Research responderam a esta pergunta. Eles também analisaram o atual cenário e apontaram o que deve estar no radar dos investidores, como se preparar e onde investir

Nesta matéria, separamos alguns melhores momentos desse primeiro episódio do  Empiricus Podca$t. Confira.  

‘O petróleo não volta mais para a casa dos US$ 45, US$ 50’ 

Com o mercado se perguntando até onde o preço do petróleo pode chegar, Matheus Spiess aponta que, tudo depende da evolução do conflito e, principalmente, da situação no estreito de Ormuz, ponto estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.  

Segundo o analista, caso a passagem permaneça inviabilizada, o mercado pode enfrentar um choque de oferta de proporções históricas. Já Ruy Hungria pondera que prever preços extremos é muito difícil, mas ressalta que o contexto atual já muda a percepção do mercado.  

“Não dá para saber se esse negócio vai para US$ 150 ou US$ 200. Mas, entendo que o petróleo não volta mais para essa casa de US$ 45, US$ 50, que todo mundo estava falando”, afirma. 

Inflação, corte da Selic e bolsa brasileira 

Além do preço do petróleo, os analistas discutiram o impacto do petróleo mais caro na inflação, na política de juros e nas perspectivas para a bolsa brasileira. 

A boa notícia é que você pode conferir essa conversa na íntegra. O Empiricus Podca$t já está disponível no YouTube da Empiricus. Para assistir, basta clicar no link abaixo:  

O post Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora  apareceu primeiro em Empiricus.

Young founders share 12 pitch decks that raised millions in the AI boom

Ditto cofounders Eric Liu and Allen Wang. Courtesy of Ditto
Ditto cofounders Eric Liu and Allen Wang. Courtesy of Ditto

Courtesy of Ditto

  • Young tech startup founders are having a moment in the AI era.
  • From teenagers to 20-somethings, these founders are raising millions.
  • Take a look at the pitch decks some of these founders shared with Business Insider.

Tech is no stranger to young founders.

Steve Jobs was 21 when he cofounded Apple in 1976. Mark Zuckerberg was 19 when Facebook launched. Whitney Wolfe Herd was 25 when she unveiled Bumble.

Many of today's startup founders are still young and scrappy. And in the age of AI, they're even more empowered to barrel ahead.

Some are following the footsteps of tech titans before them and dropping out of college. Others are opting out of the undergraduate experience altogether, with a few ditching high school to pursue careers in tech.

Arlan Rakhmetzhanov, founder of AI coding startup Nozomio, told Business Insider that he dropped out of high school in Kazakhstan after getting accepted into the competitive startup accelerator program, Y Combinator (YC). At the age of 18, he raised $6.2 million for Nozomio.

Rakhmetzhanov isn't the only teenager finding success in AI. There's also Toby Brown, a UK teen who raised $1 million for his AI project. There's also Zach Yadegari, the teenage cofounder of Cal AI, a nutrition app.

College-aged founders are also building companies and raising capital, such as the Yale students behind Series AI, a new social networking startup.

Alyx van der Vorm (25) and Faraz Siddiqi (23) both raised capital for their startups this year.
Alyx van der Vorm (25) and Faraz Siddiqi (23) both raised capital for their startups this year.

Kevin Farley; Muhammad Anjum

The median age for YC participants is now 24 years old, compared to 30 in 2022, YC's Pete Koomen told The New York Times in August.

Business Insider has interviewed the founders of 12 startups who are 25 years old or younger and have raised millions in funding since 2024 about the pitch decks they used to impress investors.

Read 12 pitch decks founders who are 25 years old or younger used to raise millions:

Note: Founders were 25 or younger when Business Insider published the following articles.

Series A

Seed

  • Ditto, an AI dating startup founded by UC Berkeley dropouts, raised $9.2 million when the founders were 23 and 24. Read its 12-page pitch deck.
  • Lyra, an AI video call startup, raised a $6 million seed out of YC when its founder was 23. Read the 8-slide pitch deck it used.
  • Nexad, an AI adtech startup, raised a $6 million seed after wrapping up A16z's Speedrun accelerator. Nexad's CEO was 25. Read the 10-page pitch deck.
  • Orange Slice, a YC-backed sales tech platform, raised $5.3 million when its founders were 23. Read the 7-page pitch deck.
  • Golpo, a generative AI video startup, raised a $4.1 million seed out of YC when its founders — who are also brothers — were 19 and 20. Read its 7-page pitch deck.
  • Bluejay, an AI agent startup, raised a $4 million seed coming out of YC when its founders were 23. Read its 9-page pitch deck.
  • Novoflow, an agentic AI startup building tools for medical clinics, raised $3.1 million when its founders were 18 and 19. Read its pitch deck.
  • CodeFour, an AI police tech startup, was founded by two 19-year-old MIT dropouts and raised $2.7 million coming out of YC. Read the pitch deck.
  • Cerca, a dating app that connects people with mutual friends, raised a $1.6 million seed when its CEO was 23. Read the 10-slide deck.

Pre-seed

  • Series, an AI social networking startup, raised a $3.1 million pre-seed when its founders were 21.

This story has been updated with additional examples.

Read the original article on Business Insider

Justiça aceita recuperação extrajudicial da Raízen para renegociar R$ 65 bilhões em dívidas

12 de Março de 2026, 19:02

A Justiça de São Paulo aprovou o pedido de recuperação extrajudicial da Raízen, abrindo caminho para que a companhia renegocie R$ 65,1 bilhões em dívidas com credores. A informação foi publicada inicialmente no site The AgriBiz.

A decisão do juiz Guilherme Cavalcanti Lamêgo, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), suspende as cobranças dos créditos incluídos no plano por até 180 dias, período em que a empresa poderá negociar novas condições com bancos e investidores. Lamêgo também é o responsável pela RE do GPA, dono do Pão de Açúcar.

A Raízen tem 90 dias, contados a partir do pedido de recuperação extrajudicial, para comprovar a adesão necessária dos credores e apresentar a versão final do plano de reestruturação. Após a apresentação do plano completo, os credores terão outros 90 dias para analisá-lo.

Negociação em curso

Documentos apresentados pela companhia à Justiça mostram que o plano já conta com o apoio de credores que representam cerca de 47% da dívida incluída na reestruturação, mas a empresa ainda precisa atingir a adesão de mais de metade dos créditos em cada empresa envolvida para que o plano possa ser homologado.

@investnewsbr

Uma das maiores produtoras de álcool e açúcar do Brasil, a Raízen acaba de entrar em recuperação extrajudicial para tentar organizar uma dívida de quase R$ 70 bilhões. Entenda como tudo começou e quais os próximos passos da companhia para sair da crise. #energia #raizen #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Entre as principais subsidiárias, os percentuais atuais de adesão são de 44,9% na Raízen S.A., 45,4% na Raízen Energia e 34,9% na Raízen Fuels Finance, empresa que concentra parte relevante dos títulos emitidos no exterior (“bonds“).

A lista de credores apresentada no processo indica que parte relevante das adesões iniciais veio de bancos e instituições financeiras que mantêm contratos de financiamento e operações de derivativos com o grupo.

Quem já topou

Entre os credores que já aderiram ao plano aparecem nomes como Morgan Stanley, BNP Paribas Brasil, Rabobank, Banco do Brasil, JP Morgan, Crédit Agricole, Bradesco e Citibank.Esses contratos, majoritariamente ligados a operações bancárias e instrumentos de hedge, somam cerca de R$ 28,6 bilhões em créditos aderentes, segundo os documentos apresentados no processo.

Já os títulos emitidos no exterior, administrados por instituições como Bank of New York Mellon e U.S. Bank, ainda não aparecem entre os créditos aderentes, indicando que parte relevante das negociações deverá ocorrer com investidores internacionais.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Justiça aceita recuperação extrajudicial da Raízen para renegociar R$ 65 bilhões em dívidas

12 de Março de 2026, 19:02

A Justiça de São Paulo aprovou o pedido de recuperação extrajudicial da Raízen, abrindo caminho para que a companhia renegocie R$ 65,1 bilhões em dívidas com credores. A informação foi publicada inicialmente no site The AgriBiz.

A decisão do juiz Guilherme Cavalcanti Lamêgo, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), suspende as cobranças dos créditos incluídos no plano por até 180 dias, período em que a empresa poderá negociar novas condições com bancos e investidores. Lamêgo também é o responsável pela RE do GPA, dono do Pão de Açúcar.

A Raízen tem 90 dias, contados a partir do pedido de recuperação extrajudicial, para comprovar a adesão necessária dos credores e apresentar a versão final do plano de reestruturação. Após a apresentação do plano completo, os credores terão outros 90 dias para analisá-lo.

Negociação em curso

Documentos apresentados pela companhia à Justiça mostram que o plano já conta com o apoio de credores que representam cerca de 47% da dívida incluída na reestruturação, mas a empresa ainda precisa atingir a adesão de mais de metade dos créditos em cada empresa envolvida para que o plano possa ser homologado.

@investnewsbr

Uma das maiores produtoras de álcool e açúcar do Brasil, a Raízen acaba de entrar em recuperação extrajudicial para tentar organizar uma dívida de quase R$ 70 bilhões. Entenda como tudo começou e quais os próximos passos da companhia para sair da crise. #energia #raizen #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Entre as principais subsidiárias, os percentuais atuais de adesão são de 44,9% na Raízen S.A., 45,4% na Raízen Energia e 34,9% na Raízen Fuels Finance, empresa que concentra parte relevante dos títulos emitidos no exterior (“bonds“).

A lista de credores apresentada no processo indica que parte relevante das adesões iniciais veio de bancos e instituições financeiras que mantêm contratos de financiamento e operações de derivativos com o grupo.

Quem já topou

Entre os credores que já aderiram ao plano aparecem nomes como Morgan Stanley, BNP Paribas Brasil, Rabobank, Banco do Brasil, JP Morgan, Crédit Agricole, Bradesco e Citibank.Esses contratos, majoritariamente ligados a operações bancárias e instrumentos de hedge, somam cerca de R$ 28,6 bilhões em créditos aderentes, segundo os documentos apresentados no processo.

Já os títulos emitidos no exterior, administrados por instituições como Bank of New York Mellon e U.S. Bank, ainda não aparecem entre os créditos aderentes, indicando que parte relevante das negociações deverá ocorrer com investidores internacionais.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Com Carbono Oculto, Vibra bate recorde de independentes que viraram posto Petrobras

12 de Março de 2026, 17:03

A Vibra Energia, antiga BR Distribuidora, registrou em 2025 o maior número de novos postos embandeirados dos últimos anos, movimento impulsionado por mudanças no ambiente regulatório do setor de combustíveis. Entre elas está a Operação Carbono Oculto, que intensificou o combate a fraudes tributárias, adulteração de combustíveis e empresas de fachada no mercado.

A companhia avalia que essa tendência pode ganhar ainda mais força este ano diante da instabilidade recente nos preços do petróleo e do diesel, provocada pelo conflito no Irã e pelo descompasso entre os preços domésticos e o mercado internacional.

O CEO da Vibra, Ernesto Pousada, disse, durante a teleconferência de resultados do quarto trimestre, que esse ambiente tem aumentado o interesse de postos independentes em firmar contratos de fornecimento com a distribuidora, responsável pelo licenciamento da marca Petrobras até junho de 2029 e que a estatal já informou que não pretende renovar.

Leia também: Maior acionista da Vibra, fundador da Inpasa tem aval para seguir investindo na empresa

O movimento aparece principalmente entre os chamados postos de bandeira branca – estabelecimentos que operam sem exclusividade com uma distribuidora. Segundo a Vibra, muitos desses operadores passaram a buscar contratos mais estáveis diante de um ambiente de maior volatilidade no abastecimento e nos preços do diesel.

A tendência, reforça Pousada está alinhada a uma estratégia que a Vibra vem construindo nos últimos anos: fortalecer sua rede de postos embandeirados e reduzir a dependência de vendas no mercado spot (pronta entrega).

Posto Petrobras, da Vibra Energia
Posto Petrobras, da Vibra Energia (Divulgação)

Em 2025, a companhia incorporou 404 novos postos à rede, o maior número de embandeiramentos dos últimos cinco anos, elevando a base para 7.456 unidades espalhadas por todo o país.

Rentabilidade

Esse cenário ajuda a explicar também uma decisão tomada pela companhia no início deste ano. Em janeiro, a Vibra registrou perda de market share após reduzir vendas a clientes não recorrentes em um mês marcado por excesso de combustível no mercado, provocado em parte pela antecipação de compras antes de mudanças tributárias.

A empresa diz que preferiu preservar rentabilidade a disputar volumes com distribuidores menores dispostos a operar com margens menores. A estratégia reflete uma mudança gradual no posicionamento comercial da Vibra, que passou a priorizar margem e contratos mais estáveis em vez de competir agressivamente por participação de mercado.

No setor de distribuição de combustíveis, onde também estão Ultrapar (dona dos postos Ipiranga) e Raízen, a principal métrica operacional é o chamado Ebitda por metro cúbico – indicador que mede quanto sobra de resultado para cada unidade de combustível vendida após custos de compra, logística e operação. 

Nos últimos anos, a Vibra tem buscado ampliar esse indicador enquanto tenta preservar sua posição de liderança no mercado. A recuperação de margens da companhia também foi favorecida por mudanças no ambiente competitivo do setor. 

No ano passado, autoridades intensificaram o combate a fraudes tributárias, adulteração de combustíveis e empresas de fachada – práticas que, segundo estimativas do mercado, provocavam perdas bilionárias anuais e distorciam a concorrência.

No acumulado de 2025, a participação de mercado da Vibra cresceu 0,8 ponto percentual, alcançando 24,5% no quarto trimestre, enquanto o volume total comercializado chegou a 35,9 milhões de metros cúbicos.

Outro fator que pode ampliar a competitividade da empresa, avaliou Pousada, é o fim da joint venture Evolua, com a Copersucar, previsto para o final de março. Com a dissolução da parceria, a Vibra passará a negociar etanol diretamente no mercado, o que deve dar mais flexibilidade na gestão do suprimento.

Comerc

Durante a teleconferência, a diretoria da Vibra afirmou ainda que segue trabalhando para melhorar o desempenho da Comerc, plataforma de comercialização de energia elétrica da companhia.

O negócio elétrico, porém, exige investimentos elevados e opera com ciclos de retorno mais longos do que a distribuição de combustíveis, o que tem pressionado a estrutura de capital da companhia.

Executivos da Vibra afirmaram que a prioridade agora é melhorar a eficiência da operação e alcançar equilíbrio na geração de caixa da Comerc nos próximos anos, ao mesmo tempo em que avaliam alternativas estratégicas para o ativo. No entanto, neste momento, a companhia descarta a venda da comercializadora.

No quarto trimestre de 2025, a Vibra registrou receita líquida ajustada de R$ 50,5 bilhões, alta de 10% em relação ao mesmo período de 2024. O resultado operacional (Ebitda) ajustado somou R$ 2,62 bilhões, avanço de 27% na mesma base de comparação, enquanto o lucro líquido foi de R$ 615 milhões, crescimento de 20%.

No acumulado de 2025, o Ebitda ajustado alcançou R$ 8,2 bilhões, enquanto o lucro líquido chegou a R$ 3,3 bilhões, alta de 12% em relação a 2024. A geração de caixa da companhia somou R$ 5,5 bilhões no ano.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

De Bradesco a BNP: quem são os principais credores da Raízen

11 de Março de 2026, 13:27

BNP Paribas, Bradesco e Rabobank estão entre os maiores credores da companhia brasileira de açúcar e etanol Raízen, que busca reestruturar extrajudicialmente cerca de US$ 12,6 bilhões (cerca de R$ 65 bilhões) em dívidas.

Divulgações da Raízen mostraram que o BNP, com sede em Paris, tem a receber R$ 4,2 bilhões (US$ 810 milhões), considerando a conversão do valor da dívida para a moeda local, segundo documentos da companhia divulgados na quarta-feira.

Bradesco, Santander, Rabobank e Sumitomo Mitsui têm, cada um, cerca de R$ 2 bilhões a receber, também com base na conversão cambial, enquanto o Itaú tem exposição superior a R$ 1 bilhão à empresa.

A Raízen, controlada por Shell e Cosan, concordou em iniciar uma reestruturação extrajudicial de sua dívida de R$ 65 bilhões, suspendendo pagamentos e ganhando 90 dias para obter o apoio dos credores a um plano mais abrangente. Esse plano pode envolver aportes adicionais de capital de seus acionistas, a conversão de parte da dívida em ações ou a venda de ativos.

O trustee Bank of New York Mellon aparece nos documentos como credor de um valor equivalente a aproximadamente R$ 26 bilhões.

A securitizadora True Securitizadora também figura entre os maiores credores, com cerca de R$ 6,4 bilhões a receber. As securitizadoras são responsáveis pela estruturação dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), uma classe relativamente nova de títulos de renda fixa usada para financiar o setor e que ajudou a impulsionar o boom do agronegócio no Brasil.

O Bradesco se recusou a comentar, e o Rabobank afirmou que não comenta transações de mercado. BNP, Santander, Sumitomo, Itaú Unibanco, True Securitizadora e BNY Mellon não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

Antes líder na produção de biocombustíveis no Brasil, a Raízen vem sendo pressionada por juros altos, safras fracas e investimentos pesados que ainda não deram retorno.

O preço de seus bônus denominados em dólar caiu para níveis que indicam que a empresa está em situação de estresse financeiro. Seus ratings foram rebaixados para níveis bem dentro do grau especulativo, à medida que aumentaram as preocupações com seu endividamento e se arrastaram as negociações por um socorro de seus principais acionistas.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

De Bradesco a BNP: quem são os principais credores da Raízen

11 de Março de 2026, 13:27

BNP Paribas, Bradesco e Rabobank estão entre os maiores credores da companhia brasileira de açúcar e etanol Raízen, que busca reestruturar extrajudicialmente cerca de US$ 12,6 bilhões (cerca de R$ 65 bilhões) em dívidas.

Divulgações da Raízen mostraram que o BNP, com sede em Paris, tem a receber R$ 4,2 bilhões (US$ 810 milhões), considerando a conversão do valor da dívida para a moeda local, segundo documentos da companhia divulgados na quarta-feira.

Bradesco, Santander, Rabobank e Sumitomo Mitsui têm, cada um, cerca de R$ 2 bilhões a receber, também com base na conversão cambial, enquanto o Itaú tem exposição superior a R$ 1 bilhão à empresa.

A Raízen, controlada por Shell e Cosan, concordou em iniciar uma reestruturação extrajudicial de sua dívida de R$ 65 bilhões, suspendendo pagamentos e ganhando 90 dias para obter o apoio dos credores a um plano mais abrangente. Esse plano pode envolver aportes adicionais de capital de seus acionistas, a conversão de parte da dívida em ações ou a venda de ativos.

O trustee Bank of New York Mellon aparece nos documentos como credor de um valor equivalente a aproximadamente R$ 26 bilhões.

A securitizadora True Securitizadora também figura entre os maiores credores, com cerca de R$ 6,4 bilhões a receber. As securitizadoras são responsáveis pela estruturação dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), uma classe relativamente nova de títulos de renda fixa usada para financiar o setor e que ajudou a impulsionar o boom do agronegócio no Brasil.

O Bradesco se recusou a comentar, e o Rabobank afirmou que não comenta transações de mercado. BNP, Santander, Sumitomo, Itaú Unibanco, True Securitizadora e BNY Mellon não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

Antes líder na produção de biocombustíveis no Brasil, a Raízen vem sendo pressionada por juros altos, safras fracas e investimentos pesados que ainda não deram retorno.

O preço de seus bônus denominados em dólar caiu para níveis que indicam que a empresa está em situação de estresse financeiro. Seus ratings foram rebaixados para níveis bem dentro do grau especulativo, à medida que aumentaram as preocupações com seu endividamento e se arrastaram as negociações por um socorro de seus principais acionistas.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

PRIO [PRIO3] em um momento especial

9 de Março de 2026, 14:35

CALL ESPECIAL DAQUI A POUCO! Você foi convidado para participar do webinar do TradeNews, com Beto Saadia e analistas Nomos, sobre os desdobramentos da guerra nos investimentos.

O call será às 15h30. Não perca essa oportunidade!

Entre aqui: participar do webinar



Por Max Bohm

Depois de um longo inverno, podemos falar que os astros estão se alinhando para Prio [PRIO3].

A empresa sofreu por dois anos com a demora na aprovação de suas aquisições pelo Ibama dada a greve que o órgão federal enfrentou em 2024/2025. Esse fato impossibilitou a empresa de expandir o seu potencial produtivo nos últimos anos, mesmo tendo feitos importantes movimentos estratégicos.

Nos últimos 6 meses, as coisas começaram a mudar. A companhia realizou compras oportunísticas de campos maduros de petróleo; o Ibama avançou nas aprovações; e mais recentemente com a escalada do conflito entre Irã e EUA, o petróleo superou os US$ 100, tendo se valorizado mais de 45% no último mês.

Esse cenário pode fazer a PRIO entregar um crescimento de geração de caixa operacional expressivo em 2026, já que a empresa deve atingir uma produção total de 200 mil barris por dia (hoje 150 mil) e possui um dos menores custos de extração de petróleo e gás (lifting cost) da indústria (US$ 12/13).

Ou seja, nos próximos meses veremos a companhia expandindo suas operações e vendendo mais petróleo a um preço bem mais alto. Isso é margem na veia de PRIO3.

Os astros estão tão alinhados que o management já fala em distribuição de dividendos em 2027, posto que a alavancagem financeira vai ter uma redução com a geração de caixa e abrirá espaço para uma maior remuneração aos acionistas.

Falando de valuation, ao olharmos 2027 quando a empresa terá a sua capacidade produtiva máxima, a empresa negocia abaixo de 4,0x EV/EBITDA – múltiplo descontado em relação às empresas internacionais de petróleo que negociam a uma média de 6,0x EV/Ebitda.

Com petróleo acima de US$ 80 no médio prazo e a empresa entregando expansão de Ebitda nos próximos trimestres, enxergamos a PRIO3 alçando voos maiores, podem chegar em níveis mais próximos de R$ 80 (upside de 25%).

Em tempos de guerra, precisamos de um mercado que nunca dorme

8 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor, 

Nessa semana, o mercado de criptomoedas esteve em evidência – de uma forma que poucos esperavam. Não por causa de um novo recorde de preço ou anúncio regulatório, mas porque, em um momento de crise geopolítica, foi o único sistema financeiro funcionando

Quando Donald Trump anunciou o ataque dos Estados Unidos ao Irã às 4h30 de um domingo, bolsas norte-americanas estavam fechadas, futuros parados, câmbio global sem liquidez. Quem queria algum vislumbre de como o mercado reverberaria os acontecimentos, ou até mesmo tentar se antecipar, tinha uma única alternativa disponível: cripto. E foi exatamente para lá que o mundo olhou. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que esse episódio revela sobre o papel crescente da infraestrutura on-chain, o que o bitcoin (BTC) está sinalizando tecnicamente após o rompimento dessa semana, e o dado que colocou o Fed (Federal Reserve) em uma posição desconfortável. 

Expresso Macro

Uma das perguntas mais interessantes da semana foi por que o bitcoin (BTC) conseguiu sustentar uma recuperação mesmo em meio a tanto ruído geopolítico. A resposta vem de um tema que acompanhamos juntos nas últimas semanas: a rotação dentro do setor de tecnologia norte-americano

Aos que não se recordam ou não acompanharam, em essência, o bitcoin apresenta alta correlação com o setor de software dos EUA, o que significa que, quando o segmento sofre, o BTC sofre junto.

Nesse contexto, nas últimas semanas, os mercados passaram por uma rotação setorial, impulsionada pela reavaliação de quais segmentos capturam o retorno econômico da inteligência artificial (IA).

O consenso convergiu para a visão de que hardware (semicondutores e infraestrutura física) é insubstituível no ciclo de desenvolvimento de IA, enquanto empresas de software estariam sujeitas à perda de receita caso soluções baseadas na tecnologia viessem a substituir plataformas consolidadas. Como materialização dessa narrativa, empresas de hardware subiram na bolsa, enquanto software ficou no banco dos réus.  

O detalhe importante é que tanto o índice S&P 500 quanto o Nasdaq Composite ficaram próximos das máximas históricas durante todo esse período – evidência de que o movimento não foi uma fuga generalizada do risco. 

O que começou a mudar no início de março foi a velocidade de tudo isso. O mercado havia precificado uma substituição rápida e ampla do software pela IA, mas a realidade operacional das empresas não sustenta esse ritmo.

Implementar IA em ambiente corporativo envolve compliance, auditorias, integração com sistemas legados e contratos de longo prazo que não se rescindem da noite para o dia.

A própria Anthropic reforçou esse ponto, ao destacar que suas ferramentas foram desenvolvidas para ampliar o que os softwares já fazem, não para substituí-los. A inteligência artificial, no estágio atual, é mais potencializadora do que substituta

Conforme essa percepção se dissemina, a pressão sobre o setor arrefece. E o Bitcoin, que havia sido castigado pela correlação, passa a se beneficiar no sentido contrário. O que temos agora é um movimento de recuperação em meio ao ruído geopolítico, além dos dados de emprego nos EUA (payroll) mais fracos, divulgados na última sexta-feira (6).

Porém, a duração do atual conflito geopolítico será determinante para o destino final dos preços.  

No curtíssimo prazo, temos nosso modelo proprietário apontando para um regime “risk-on” em conjunto com um setor de softwares excessivamente descontado em relação ao resto das empresas de tecnologia, o que sugere maiores probabilidades do BTC se valorizar

De olho no gráfico: bitcoin (BTC)

Durante a semana, o BTC rompeu o canal de lateralização no qual oscilava desde o início de fevereiro. O movimento chama a atenção justamente por acontecer em meio ao aumento das tensões geopolíticas no Oriente Médio, tipo de contexto que, historicamente, costuma pressionar ativos de risco para baixo. 

O ponto mais importante agora é entender se essa recuperação representa uma mudança duradoura no comportamento do preço, ou apenas um rompimento ainda sem sustentação. Para que possamos falar com mais convicção sobre uma retomada de tendência de alta, dois sinais precisam aparecer: o preço se mantendo acima dos US$ 70 mil e a formação de fundos progressivamente mais altos, indicando que os compradores estão, de fato, assumindo o controle. 

Essa confirmação ainda não chegou. E na última sexta-feira (6), o BTC voltou a sofrer pressão após a divulgação dos dados do mercado de trabalho nos EUA, que vieram abaixo das expectativas. O problema não é só o número fraco em si: é o que ele representa para o Fed. 

Fonte: TradingView

Em uma situação de rotina, um dado fraco de emprego costuma sinalizar desaceleração econômica, o que abre espaço para o Banco Central cortar juros e estimular a atividade.

O problema é que os custos seguem subindo ao mesmo tempo. A guerra no Oriente Médio pressiona o petróleo, e petróleo mais caro encarece o frete, a produção, os insumos: tudo isso se transmite para o preço final dos produtos.

Cortar juros, nesse ambiente, arrisca jogar lenha na fogueira inflacionária. Não cortá-los pode aprofundar o enfraquecimento do mercado de trabalho. Como resultado, isso tende a fazer com que o Fed demore mais para cortar, ao menos enquanto o conflito se estender.

Do lado quantitativo, porém, o sinal mais relevante desta semana veio positivo. Um dos nossos modelos proprietários, desenvolvido para capturar mudanças de regime de longo prazo e distinguir viradas estruturais de ruídos pontuais, migrou de “risk-off” para “risk-on” no início de março.

Para contextualizar o peso desse sinal: desde o início de janeiro, o modelo operava no vermelho, uma leitura coerente com a deterioração observada ao longo de todo o período de queda, e que permitiu que as carteiras gerenciadas pelo SOROS se protegessem de cerca de 20% de queda

A inversão agora não é trivial. Vale ressaltar que isso não elimina a possibilidade de correções no curto prazo. O modelo captura tendências, não candles isolados, mas é um indicativo que merece atenção. 

Enquanto você dorme, alguém está trabalhando

Voltemos ao domingo passado de madrugada. 

Eram 4h30 da manhã do último domingo (1) quando o presidente Trump anunciou o ataque norte-americano ao Irã. Em anos anteriores, investidores que quisessem avaliar o impacto nos mercados teriam que esperar até as 18h de domingo, horário em que os futuros norte-americanos reabrem. Quase 16 horas de silêncio, sem preço, sem formação de mercado, sem nenhuma forma de agir. 

Esse domingo foi diferente. 

Hyperliquid, maior plataforma de contratos perpétuos descentralizados do mundo por volume, operou sem interrupção. E o destaque não foi a negociação de criptoativos, mas sim de petróleo bruto, ouro e outros ativos reais.

Quando a Bloomberg precisou reportar como o mercado de petróleo havia reagido ao ataque, o contrato de crude oil citado como referência de preço não era o da NYMEX ou o da ICE, mas sim o da Hyperliquid. Uma exchange descentralizada sendo usada como termômetro de commodities, em plena crise geopolítica

O ouro também encontrou seu caminho on-chain. O XAUT, versão tokenizada do ouro desenvolvida pela Tether, registrou um volume de 24 horas superior a US$ 300 milhões naquele domingo. 

Mercados preditivos como Kalshi e Polymarket bateram recordes. Por algumas horas, os mercados on-chain não eram uma alternativa ao sistema financeiro. Eram o próprio sistema financeiro

Parte do mercado interpreta esse movimento como um adiantamento: não uma reação ao passado, mas uma aposta sobre o futuro da infraestrutura financeira. 

A transição para mercados on-chain vinha sendo discutida como um processo que levaria, talvez, uma década. Algo que aconteceria pelas bordas, lentamente, sem que ninguém percebesse.

O último fim de semana comprimiu esse horizonte. Quando a crise chegou em um horário no qual o sistema tradicional estava de portas fechadas, o mercado não esperou, mas sim encontrou o caminho que estava disponível, colocando a eficiência da blockchain nos holofotes. 

Para ficar de olho, ativo da semana: HYPE

No fim de semana do ataque ao Irã, Hyperliquid foi colocada no centro da narrativa. 

Commodities figuram entre os poucos setores com performance positiva no cenário atual de desglobalização e reorganização das cadeias globais de suprimento.

Traders que querem operar esse movimento com alavancagem precisam de uma infraestrutura que as bolsas tradicionais não entregam da mesma forma: menos intermediários, menos capital imobilizado como colateral, liquidação transparente e um mercado que nunca dorme. Hyperliquid tem respondido a essa demanda, e o crescimento dos derivativos de commodities na plataforma reflete isso. 

O ambiente regulatório caminha na mesma direção. A CFTC anunciou, na última semana, a intenção de trazer os mercados de contratos perpétuos para o solo norte-americano no prazo de um mês. O presidente da agência foi direto: a gestão anterior havia empurrado essa liquidez para o exterior, e era necessário reverter esse movimento.

Para a Hyperliquid, hoje a maior plataforma de perpétuos descentralizados do mundo, construída justamente nesse mercado offshore, a abertura regulatória amplia significativamente a base de usuários potenciais. 

Destaques da semana

O bitcoin (BTC) é dinheiro ou apenas investimento?

Neste episódio da série Cripto Direto ao Ponto, eu explico. Assista clicando abaixo:

O post Em tempos de guerra, precisamos de um mercado que nunca dorme apareceu primeiro em Empiricus.

O embalo da Vulcabras: dona da Olympikus traça planos para disputar lifestyle com Nike e Adidas

4 de Março de 2026, 06:00

Depois de acumular 22 trimestres consecutivos de crescimento de vendas, a Vulcabras, empresa dona da Olympikus e fabricante licenciada da Under Armour e da Mizuno no Brasil, se prepara para que 2026 seja um ano que vá além do crescimento orgânico. 

A companhia de calçados diz que está pronta para comprar ou licenciar novas marcas e, ao mesmo tempo, avançar do esporte “funcional” para um território em que as gigantes globais reinam — o esporte como moda, aquele produto que vai da corrida para a rua sem pedir licença.

Nike, Adidas e Puma ergueram impérios ao transformar performance em linguagem cultural, com tênis que corre pela manhã e circula à noite. A Adidas, por exemplo, tem quase metade da sua receita vinda de lifestyle, especialmente com os modelos Samba, Gazelle e SL72. As linhas Air Force 1 e Jordan 1 da Nike são muito conhecidas e a Puma chegou a fazer parceria com a Fenty.

A Vulcabras, que ainda é mais forte no tênis funcional do que no “território da moda”, quer alterar esse quadro e criou uma área destinada para essa área na sua sede, no Rio Grande do Sul.

Par de tênis Louis Vuitton x Nike Air Force 1 marrons e brancos sobre uma caixa LV.
Nike Air em parceria com a Louis Vuitton

Depois de o fim de 2025 sinalizar que o modelo de negócio aguenta ciclos de investimento e se traduz em rentabilidade, a empresa quer usar a máquina que construiu — fábrica, velocidade e leitura de demanda — para avançar no mercado, e isso pode acontecer indo às compras. Sua última aquisição se deu em 2021, quando levou a licença da japonesa Mizuno, que pertencia à Alpargatas. 

Oportunidades no radar

A companhia diz que “cabe mais marca” no portfólio.

“Qualquer marca esportiva que tiver dentro da Vulcabras, aproveitando os recursos da Vulcabras, vai performar melhor no Brasil”, afirmou o CEO Pedro Bartelle em entrevista ao InvestNews.

Ele diz que existe o mapeamento de oportunidades para compras e que espera um ambiente mais propício, especialmente com a esperada queda da taxa básica de juros, para que as conversas voltem a ficar ativas.

A empresa tem feito o trabalho de casa para que consiga aproveitar um potencial negócio, segundo o CFO, Wagner Dantas. Em 2025, a empresa acelerou o pagamento de dividendos e distribuiu R$ 1,54 bilhão aos acionistas.

Agora, a meta é preservar a flexibilidade no caixa. “Preferimos trabalhar com um balanço mais conservador, até para reagir se alguma oportunidade inorgânica aparecer”, afirma.

Neste ano, a tendência é canalizar mais a geração de caixa para a redução de endividamento (abaixo de 1 vez a dívida líquida/ Ebitda), em vez de manter uma pauta tão agressiva de distribuição de dividendos.

É uma nova rota também após um ano como o de 2025, que exigiu mais investimento do que a companhia previa. A Vulcabras cresceu — as vendas totais avançaram 16,7%, para R$ 4,2 bilhões —, mas também precisou contratar e reforçar a estrutura interna para sustentar o ritmo, o que pressionou margens por alguns trimestres e deixou parte do mercado mais atento.

Bartelle enquadra o período como uma escolha consciente: a companhia acelerou contratações para acompanhar a demanda e, depois, viu a rentabilidade reagir no fim do ano.

No quarto trimestre, a margem voltou a 21,9%, subindo 0,7 ponto percentual. O período, na leitura do executivo, mostra que a equação de investir para crescer fecha a conta.

A máquina por trás do crescimento

A verticalização da cadeia produtiva da Vulcabras é a sua vantagem competitiva, segundo analistas do UBS, mesmo com o domínio global do Sudeste Asiático na indústria de calçados, que costuma ter custos mais baixos de mão de obra – o principal fator de custo de produção.

O UBS desenha essa vantagem em termos quase cirúrgicos: a Vulcabras teria um ciclo do desenho ao lançamento de cerca de quatro meses, contra algo como 12 meses em pares internacionais — e um intervalo entre pedido e produção medido em semanas, não em semestres. É uma agilidade que reduz o risco de estoque e dá poder para ajustar coleção no meio do caminho.

Vulcabras é a única fábrica desse porte em fabricação de tênis fora da Ásia (Divulgação)
Vulcabras é a única marca de grande porte com fabricação de tênis fora da Ásia (Divulgação)

Bartelle afirma que, nos últimos cinco anos, a Vulcabras investiu mais de R$ 1 bilhão para expandir fábricas, modernizar maquinário e reforçar pesquisa e desenvolvimento — de software e sistemas a prototipagem e testes. É esse “pacote” que permite produzir rápido, repor com mais frequência e errar menos na prateleira.

“Como temos um negócio verticalizado, produzimos com rapidez. Isso não gera sobras nem estoques, porque não queremos participar de grandes liquidações que destroem muito margem”, afirma Bartelle.

A empresa também tenta capturar mais valor na venda direta ao consumidor. Em 2025, o e-commerce cresceu 25%, para R$ 543,1 milhões, e já respondeu por 15,3% da receita líquida.

A Vulcabras ainda é majoritariamente apoiada em vendas para o varejo multimarcas, com a venda direta ganhando espaço. Essa presença física ainda é pequena, mas está em expansão: o grupo caminha para cerca de 20 lojas próprias (sobretudo das marcas Under Armour e Mizuno). 

Para o time de analistas do UBS, a ampliação de canais próprios pode ajudar a companhia a contar “histórias completas” de vestuário e acessórios, hoje pouco expostas em um mercado dominado por sapatarias.

Empurrão do Mounjaro

Bartelle afirma que está atento ao consumidor que não “só corre”, o que deve ampliar as categorias em que o grupo atua. Hoje, por exemplo, a Mizuno tem a linha de chuteiras Morelia, enquanto a Under Armour é conhecida por seus tênis para praticantes de musculação e jogadores de basquete.

Agora, segundo o CEO, há outro “empurrão cultural” que vem das canetas emagrecedoras, como Ozempic e Mounjaro — não como explicação única, mas como um vetor a mais de quem busca praticar exercícios e, sobretudo, treinos que preservem e construam massa magra.

visualization

Ou seja, cada vez mais há o consumidor que concilia musculação com funcional e corrida e quer um modelo híbrido. A empresa, segundo ele, já estuda lançar produtos para esse uso misto.

A virada da Olympikus

No coração dessa história está a Olympikus, a única marca própria do grupo — e a grande tese vencedora desde a reestruturação que, anos atrás, formou o que Bartelle chama de “casco de tartaruga”.

Por muito tempo, a marca era vista por consumidores como sinônimo de tênis barato.

A companhia reposicionou a Olympikus ao criar a linha Corre em 2019, que envolveu de corredores amadores a atletas profissionais, pesquisadores acadêmicos, comunidade de saúde esportiva e desenvolvedores de produtos.

A linha ganhou mercado gradualmente, e a marca deixou de ter apelo apenas pelo atributo de preço: passou a ser reconhecida também pela qualidade. Foi, por exemplo, o calçado utilizado pelos seis primeiros colocados da última Maratona Internacional de São Paulo, em abril de 2025.

visualization

Em 2026, a linha Corre ganhou mais um lançamento, o Pace, um modelo com 140 gramas – entre os mais leves da categoria de super tênis – e preço de R$ 2 mil, o mais caro já criado pela empresa.

Bartelle usa uma metáfora do automobilismo, que praticou por anos, para explicar o novo produto: “esse tênis é o pneu de classificação da Fórmula 1”. Segundo ele, trata-se de um produto de alta performance, voltado para corredores profissionais.

Vulcabras, dona da marca Olympikus
Marca Olympikus é a principal fonte de receita da Vulcabras (Divulgação)

A tese, no fundo, é a mesma que sustenta os trimestres seguidos de crescimento: competir em performance sem perder o DNA de custo-benefício. Segundo o executivo, um concorrente do Pace é o Adidas Adizero Adios Pro Evo 1, com 138 gramas e preço de R$ 4 mil.

“O Brasil ainda consome pouco tênis per capita. E, quando o brasileiro pode comprar, a primeira marca de custo-benefício somos nós”, argumenta Bartelle.

A Vulcabras chegou a esse momento depois de um ciclo duro de reestruturação a partir dos anos 2010, que moldou o que o CEO descreve como uma cultura de execução na companhia.

Em 2020, ano em que praticamente concluiu a fase de “arrumação”, a empresa reforçou a aposta no esporte e vendeu a Azaleia, de calçados femininos. 

Agora, com a corrida como vitrine e o modelo industrial como motor, a empresa tenta dar o próximo passo na estética esportiva e, com itens com apelo de lifestyle, ocupar um espaço mais amplo no guarda-roupa do brasileiro.

@investnewsbr

A Grendene começou como uma fábrica de embalagens para bebida, mas fez sucesso fazendo sandálias de plástico, a empresa investiu no desenvolvimento do tênis Olympikus, apostando no crescimento da corrida de rua no Brasil e conquistou pódio. Conheça a história e a estratégia da família por trás de uma das maiores indústrias calçadistas do país. #grendene #melissa #olympikus #corrida

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

O embalo da Vulcabras: dona da Olympikus traça planos para disputar lifestyle com Nike e Adidas

4 de Março de 2026, 06:00

Depois de acumular 22 trimestres consecutivos de crescimento de vendas, a Vulcabras, empresa dona da Olympikus e fabricante licenciada da Under Armour e da Mizuno no Brasil, se prepara para que 2026 seja um ano que vá além do crescimento orgânico. 

A companhia de calçados diz que está pronta para comprar ou licenciar novas marcas e, ao mesmo tempo, avançar do esporte “funcional” para um território em que as gigantes globais reinam — o esporte como moda, aquele produto que vai da corrida para a rua sem pedir licença.

Nike, Adidas e Puma ergueram impérios ao transformar performance em linguagem cultural, com tênis que corre pela manhã e circula à noite. A Adidas, por exemplo, tem quase metade da sua receita vinda de lifestyle, especialmente com os modelos Samba, Gazelle e SL72. As linhas Air Force 1 e Jordan 1 da Nike são muito conhecidas e a Puma chegou a fazer parceria com a Fenty.

A Vulcabras, que ainda é mais forte no tênis funcional do que no “território da moda”, quer alterar esse quadro e criou uma área destinada para essa área na sua sede, no Rio Grande do Sul.

Par de tênis Louis Vuitton x Nike Air Force 1 marrons e brancos sobre uma caixa LV.
Nike Air em parceria com a Louis Vuitton

Depois de o fim de 2025 sinalizar que o modelo de negócio aguenta ciclos de investimento e se traduz em rentabilidade, a empresa quer usar a máquina que construiu — fábrica, velocidade e leitura de demanda — para avançar no mercado, e isso pode acontecer indo às compras. Sua última aquisição se deu em 2021, quando levou a licença da japonesa Mizuno, que pertencia à Alpargatas. 

Oportunidades no radar

A companhia diz que “cabe mais marca” no portfólio.

“Qualquer marca esportiva que tiver dentro da Vulcabras, aproveitando os recursos da Vulcabras, vai performar melhor no Brasil”, afirmou o CEO Pedro Bartelle em entrevista ao InvestNews.

Ele diz que existe o mapeamento de oportunidades para compras e que espera um ambiente mais propício, especialmente com a esperada queda da taxa básica de juros, para que as conversas voltem a ficar ativas.

A empresa tem feito o trabalho de casa para que consiga aproveitar um potencial negócio, segundo o CFO, Wagner Dantas. Em 2025, a empresa acelerou o pagamento de dividendos e distribuiu R$ 1,54 bilhão aos acionistas.

Agora, a meta é preservar a flexibilidade no caixa. “Preferimos trabalhar com um balanço mais conservador, até para reagir se alguma oportunidade inorgânica aparecer”, afirma.

Neste ano, a tendência é canalizar mais a geração de caixa para a redução de endividamento (abaixo de 1 vez a dívida líquida/ Ebitda), em vez de manter uma pauta tão agressiva de distribuição de dividendos.

É uma nova rota também após um ano como o de 2025, que exigiu mais investimento do que a companhia previa. A Vulcabras cresceu — as vendas totais avançaram 16,7%, para R$ 4,2 bilhões —, mas também precisou contratar e reforçar a estrutura interna para sustentar o ritmo, o que pressionou margens por alguns trimestres e deixou parte do mercado mais atento.

Bartelle enquadra o período como uma escolha consciente: a companhia acelerou contratações para acompanhar a demanda e, depois, viu a rentabilidade reagir no fim do ano.

No quarto trimestre, a margem voltou a 21,9%, subindo 0,7 ponto percentual. O período, na leitura do executivo, mostra que a equação de investir para crescer fecha a conta.

A máquina por trás do crescimento

A verticalização da cadeia produtiva da Vulcabras é a sua vantagem competitiva, segundo analistas do UBS, mesmo com o domínio global do Sudeste Asiático na indústria de calçados, que costuma ter custos mais baixos de mão de obra – o principal fator de custo de produção.

O UBS desenha essa vantagem em termos quase cirúrgicos: a Vulcabras teria um ciclo do desenho ao lançamento de cerca de quatro meses, contra algo como 12 meses em pares internacionais — e um intervalo entre pedido e produção medido em semanas, não em semestres. É uma agilidade que reduz o risco de estoque e dá poder para ajustar coleção no meio do caminho.

Vulcabras é a única fábrica desse porte em fabricação de tênis fora da Ásia (Divulgação)
Vulcabras é a única marca de grande porte com fabricação de tênis fora da Ásia (Divulgação)

Bartelle afirma que, nos últimos cinco anos, a Vulcabras investiu mais de R$ 1 bilhão para expandir fábricas, modernizar maquinário e reforçar pesquisa e desenvolvimento — de software e sistemas a prototipagem e testes. É esse “pacote” que permite produzir rápido, repor com mais frequência e errar menos na prateleira.

“Como temos um negócio verticalizado, produzimos com rapidez. Isso não gera sobras nem estoques, porque não queremos participar de grandes liquidações que destroem muito margem”, afirma Bartelle.

A empresa também tenta capturar mais valor na venda direta ao consumidor. Em 2025, o e-commerce cresceu 25%, para R$ 543,1 milhões, e já respondeu por 15,3% da receita líquida.

A Vulcabras ainda é majoritariamente apoiada em vendas para o varejo multimarcas, com a venda direta ganhando espaço. Essa presença física ainda é pequena, mas está em expansão: o grupo caminha para cerca de 20 lojas próprias (sobretudo das marcas Under Armour e Mizuno). 

Para o time de analistas do UBS, a ampliação de canais próprios pode ajudar a companhia a contar “histórias completas” de vestuário e acessórios, hoje pouco expostas em um mercado dominado por sapatarias.

Empurrão do Mounjaro

Bartelle afirma que está atento ao consumidor que não “só corre”, o que deve ampliar as categorias em que o grupo atua. Hoje, por exemplo, a Mizuno tem a linha de chuteiras Morelia, enquanto a Under Armour é conhecida por seus tênis para praticantes de musculação e jogadores de basquete.

Agora, segundo o CEO, há outro “empurrão cultural” que vem das canetas emagrecedoras, como Ozempic e Mounjaro — não como explicação única, mas como um vetor a mais de quem busca praticar exercícios e, sobretudo, treinos que preservem e construam massa magra.

visualization

Ou seja, cada vez mais há o consumidor que concilia musculação com funcional e corrida e quer um modelo híbrido. A empresa, segundo ele, já estuda lançar produtos para esse uso misto.

A virada da Olympikus

No coração dessa história está a Olympikus, a única marca própria do grupo — e a grande tese vencedora desde a reestruturação que, anos atrás, formou o que Bartelle chama de “casco de tartaruga”.

Por muito tempo, a marca era vista por consumidores como sinônimo de tênis barato.

A companhia reposicionou a Olympikus ao criar a linha Corre em 2019, que envolveu de corredores amadores a atletas profissionais, pesquisadores acadêmicos, comunidade de saúde esportiva e desenvolvedores de produtos.

A linha ganhou mercado gradualmente, e a marca deixou de ter apelo apenas pelo atributo de preço: passou a ser reconhecida também pela qualidade. Foi, por exemplo, o calçado utilizado pelos seis primeiros colocados da última Maratona Internacional de São Paulo, em abril de 2025.

visualization

Em 2026, a linha Corre ganhou mais um lançamento, o Pace, um modelo com 140 gramas – entre os mais leves da categoria de super tênis – e preço de R$ 2 mil, o mais caro já criado pela empresa.

Bartelle usa uma metáfora do automobilismo, que praticou por anos, para explicar o novo produto: “esse tênis é o pneu de classificação da Fórmula 1”. Segundo ele, trata-se de um produto de alta performance, voltado para corredores profissionais.

Vulcabras, dona da marca Olympikus
Marca Olympikus é a principal fonte de receita da Vulcabras (Divulgação)

A tese, no fundo, é a mesma que sustenta os trimestres seguidos de crescimento: competir em performance sem perder o DNA de custo-benefício. Segundo o executivo, um concorrente do Pace é o Adidas Adizero Adios Pro Evo 1, com 138 gramas e preço de R$ 4 mil.

“O Brasil ainda consome pouco tênis per capita. E, quando o brasileiro pode comprar, a primeira marca de custo-benefício somos nós”, argumenta Bartelle.

A Vulcabras chegou a esse momento depois de um ciclo duro de reestruturação a partir dos anos 2010, que moldou o que o CEO descreve como uma cultura de execução na companhia.

Em 2020, ano em que praticamente concluiu a fase de “arrumação”, a empresa reforçou a aposta no esporte e vendeu a Azaleia, de calçados femininos. 

Agora, com a corrida como vitrine e o modelo industrial como motor, a empresa tenta dar o próximo passo na estética esportiva e, com itens com apelo de lifestyle, ocupar um espaço mais amplo no guarda-roupa do brasileiro.

@investnewsbr

A Grendene começou como uma fábrica de embalagens para bebida, mas fez sucesso fazendo sandálias de plástico, a empresa investiu no desenvolvimento do tênis Olympikus, apostando no crescimento da corrida de rua no Brasil e conquistou pódio. Conheça a história e a estratégia da família por trás de uma das maiores indústrias calçadistas do país. #grendene #melissa #olympikus #corrida

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Carteiras de março: confira a atualização das principais casas para o mês

3 de Março de 2026, 11:16

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Small Caps - BTG Pactual | Março

Confira a carteira completa

O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para março com uma mudança. Smart Fit [#SMFT3] passou a integrar o portfólio do mês. Segundo o banco, a ação combina crescimento consistente de receita, ganho de alavancagem operacional e negocia a 13 vezes o lucro estimado para 2026. A casa projeta expansão média de 32% ao ano no lucro por ação entre 2025 e 2028.

Permanecem na carteira Aura [#AURA33], Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], GPS [#GGPS3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3], C&A [#CEAB3], Tenda [#TEND3] e Vitru [#VTRU3].Em contrapartida, Inter [#INBR32] deixou o portfólio.

10SIM – BTG Pactual | Março

Confira a carteira completa

O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM de março após mais um mês de forte entrada de capital estrangeiro e alta do Ibovespa. Segundo o banco, as ações brasileiras negociam próximas da média histórica, o que reforça a busca por papéis com valuation atrativo, liquidez e gatilhos específicos. Em meio ao conflito no Irã, a casa manteve a exposição a petróleo e ouro, por meio de Aura [#AURA33] e PetroRio [#PRIO3].

Motiva [#MOTV3] entra com TIR real de 11%; Raia [#RADL3] sai

A Motiva [#MOTV3] passa a integrar o portfólio. O BTG destaca que a companhia reorganizou o portfólio em 2025 e está preparada para um pipeline robusto de novos projetos e reciclagem de capital. O banco estima TIR real de 11% para a ação. Para abrir espaço, a Raia [#RADL3] foi retirada, após forte valorização e negociação a 28 vezes o lucro estimado para 2026.

Menor peso em Nubank [#ROXO34]

O BTG reduziu a fatia de Nubank [#ROXO34] de 15% para 10%, após resultados abaixo do esperado. A carteira segue com exposição relevante a bancos por meio de Itaú [#ITUB4], enquanto Stone [#STOC31] complementa a posição no setor financeiro com 5%.

Mais utilities; Axia [#AXIA3] sobe para 15%

A exposição ao setor de utilities subiu de 20% para 25%. A participação de Axia [#AXIA3] aumentou de 10% para 15%, enquanto Eneva [#ENEV3] foi mantida. No consumo, a Allos [#ALOS3] permanece na carteira por mais um mês.

Obrigado por ler TradeNews! Se inscreva para não perder nenhum dos nossos conteúdos.

Além da guerra, agenda cheia

1 de Março de 2026, 17:18

A semana de 1º a 6 de março será crucial para a economia brasileira e americana, com a divulgação de dados importantes que influenciarão os mercados. O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no quarto trimestre de 2025 e os dados do mercado de trabalho de janeiro estarão no centro das atenções. Leandro Manzoni, economista do Investing, destaca que “as expectativas são altas, especialmente após os sinais contraditórios recentes do mercado de trabalho nos EUA, onde o Federal Reserve indica uma estabilização”.

No Brasil, os investidores estarão atentos à prévia da inflação, enquanto a Opep se reunirá no domingo para discutir a produção de petróleo. “Com o preço do barril acima de US$ 70, é esperado um aumento na oferta em abril”, acrescenta Manzoni. Além disso, a divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de janeiro poderá revelar uma recuperação nas vagas formais após o tombo de dezembro.

Os dados econômicos dos EUA incluirão o relatório de empregos não agrícolas (payroll), cuja expectativa é de geração de 60 mil novas vagas. “Esse indicador é fundamental para avaliar a saúde do mercado de trabalho americano e suas implicações para a política monetária do Fed”, conclui o analista.

Principais classes de ativos

De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Índice Bovespa apresentou um movimento lateral nesta semana, mantendo a mesma tendência de alta observada na semana anterior. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, “o mercado continua com topos e fundos ascendentes”, embora se perceba uma desaceleração nesse movimento de alta. “Ainda acredito que, mesmo com essa formação, o mercado deve se direcionar para os 195, quiçá 200 mil pontos nos próximos dias”, acrescenta. O suporte mais relevante permanece em 183.555 pontos, com o alvo projetado para os 200 mil pontos.

Vulcabras [VULC3]

Em relação à Vulcabras, a análise é positiva, com a operação na ponta compradora em um gráfico semanal. O ativo fechou mais uma semana em alta, embora não tenha oscilado significativamente. “O fechamento acima do da semana passada caracteriza uma continuação do movimento de alta”, observa Borges. A resistência mais próxima está em R$ 20,18; superando esse patamar, o analista acredita que “podemos ver uma grande aceleração no ativo, com um alvo principal entre R$ 23,30 e R$ 25,00”.

Orizon [ORVR3]

A Orizon também é uma boa opção para Swing Trade, com a ação próxima do ponto de entrada a R$ 74,50. “Para quem estiver de fora, vale a pena considerar a entrada”, recomenda Filipe Borges. A resistência seguinte está em R$ 77,00, e, caso essa barreira seja rompida, ele projeta alvos entre R$ 83,00 e R$ 86,00. O ativo apresenta uma formação sólida tanto no gráfico diário quanto no semanal, “capturando liquidez dos fundos e mostrando excelente movimentação para os próximos dias”, explica. O rompimento de R$ 75,70 abrirá espaço para buscar a máxima em R$ 77,00, com a expectativa de alcançar entre R$ 82,00 e R$ 86,00. O stop deve ser posicionado abaixo de R$ 68,50.

Desktop [DESK3]

Por outro lado, a Desktop (DESK3) segue uma tendência baixista no gráfico diário, após o rompimento de uma cunha ascendente. “Observamos uma aceleração na queda, seguida de uma correção até a região entre R$ 16,00 e R$ 17,00”, informa Borges. Ele destaca que a operação na ponta vendedora foi iniciada a R$ 14,99 e está “muito alinhada para continuar caindo”. Recentemente, a empresa estava em negociação com a Claro, mas uma nova informação revelou que essa negociação está travada, “o que indica uma grande dificuldade para um desfecho positivo”, afirma. A meta de lucro na ponta vendedora é de 40%, com o alvo projetado entre R$ 9,00 e R$ 7,80. Para quem já possui posição em DESK3, o último suporte válido para manutenção da operação é até R$ 12,00. “Abaixo disso, não faz sentido manter a operação vendedora”, conclui Borges.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Aura Minerals - JP Morgan

O JP Morgan iniciou a cobertura da Aura Minerals [AURA33] com recomendação Overweight (equivalente compra). Para o banco, a companhia combina três vetores difíceis de encontrar simultaneamente no setor de mineração: forte exposição ao ouro, crescimento acelerado de produção e geração robusta de caixa com disciplina de capital.

A tese é direta: a Aura oferece uma forma alavancada e ainda descontada de capturar um ciclo estruturalmente positivo para o ouro.

Confira o relatório completo

Saúde | O fim da escala 6x1 - BTG Pactual

O BTG Pactual analisou os impactos de uma eventual mudança na legislação trabalhista brasileira, que visa reduzir a jornada semanal de 44 horas e encerrar o regime 6x1. O banco estima que empresas de saúde como Rede D’Or [#RDOR3], Hapvida [#HAPV3], Fleury [#FLRY3], Dasa [#DASA3] e Mater Dei [#MATD3] poderiam sofrer um impacto negativo entre o baixo e o médio dígito único (1% a 5%) no EBITDA.

Confira o relatório completo

Precificando Resíduos, Destravando Valor: Um Deep-Dive em Vital e Orizon Pós-Aquisição - XP

A XP atualizou as estimativas para a Orizon e definiu novo preço-alvo, após analisar em detalhes a aquisição da Vital. A casa calcula que a operação gerou cerca de R$ 3 bilhões em valor para os acionistas, considerando expansão de projetos de biometano já anunciados, monetização parcial de créditos de carbono e potencial de ganho acima das obrigações regulatórias no contrato da Ecourbis. A XP também revisou premissas, com leve alta na projeção de crescimento real de longo prazo de volumes e de tarifa de destinação de resíduos, além de ajuste na curva de créditos de carbono.

Confira o resultado completo

LatAm Equity Strategy: Argentina - Itaú BBA

“Mensagem principal: Levemente positiva. Realizamos uma videoconferência com Claudio Maulhardt, Gestor de Portfólio da Copernico Capital / Galileo, para discutir riscos e oportunidades no mercado de ações argentino. Claudio possui vasta experiência na gestão de fundos de ações focados na Argentina ao longo de diversos ciclos econômicos”, informou o Itaú BBA.

Confira o relatório completo

Pesquisa com assessores XP

Uma pesquisa recente da XP indica um aumento nas alocações em ações, embora o apetite por risco tenha diminuído. A intenção de reduzir a exposição a ações subiu para 9%, enquanto 33% planejam aumentar essa alocação. O sentimento em relação ao mercado acionário melhorou ligeiramente, passando de 7,0 para 7,2 em uma escala de 0 a 10. A renda fixa continua sendo a classe de ativos preferida, com 46% mostrando interesse em ações. As principais preocupações permanecem em torno de riscos fiscais, instabilidade política e riscos geopolíticos. As carteiras de ações dos clientes acompanharam a recente alta do Ibovespa, com 42% dos assessores relatando desempenho em linha com o índice. Essa é uma prévia dos resultados completos do relatório.

Confira a pesquisa completa

Ouro: Tese de investimento e alocação estratégica - BTG Pactual

O ouro valorizou mais de 60% em dólares ao longo de 2025, atingindo novas máximas históricas acima de US$ 5.000 por onça troy, e já acumula alta de 20% em 2026. Neste relatório, analisamos os fatores estruturais por trás dessa performance e avaliamos o papel do metal precioso como componente de alocação estratégica em portfólios diversificados.

Confira o relatório completo

Na contramão do preço do bitcoin (BTC), uma outra narrativa se sobressai 

1 de Março de 2026, 15:00

Caro leitor,

Na quarta-feira (25), o bitcoin (BTC) disparou quase 10% em poucas horas. Redes sociais vibraram: “A virada chegou”, “O fundo está formado.” Se você acompanhou o movimento com aquela mistura de alívio e ceticismo — “será que é dessa vez?” —, esta edição foi feita para você. 

A resposta curta: ainda não é a hora. Mas o mecanismo por trás dessa alta conta uma história importante sobre como o mercado de criptomoedas funciona. E o cenário macro que cercou essa semana é mais revelador do que o próprio preço. 

Nesta edição, vamos destrinchar o que provocou o rali, a mudança de regime que está redesenhando as forças por trás dos mercados, e o que tudo isso significa para o portfólio nas próximas semanas. 

Falando sobre preço 

O bitcoin (BTC) encerrou a semana dentro da mesma faixa que acompanhamos desde o início de fevereiro: entre US$ 62 mil e US$ 70 mil. No começo da semana, o ativo se arrastava próximo à banda inferior, sem convicção de compradores e sem catalisadores visíveis. 

Na quarta-feira (25), esse quadro mudou de forma abrupta. Uma combinação de otimismo quanto à divulgação de resultados da Nvidia (NVDC34) e anúncios da Anthropic elevou o ânimo do mercado, e empurrou o bitcoin de volta para a região de US$ 69–70 mil em questão de horas. O movimento foi rápido e acompanhado por volume expressivo, mas o mecanismo por trás importa mais que o preço em si. 

A alta foi um short squeeze: depois de semanas de queda, o mercado havia acumulado um volume enorme de posições apostando na continuidade da baixa. Quando o sentimento virou, essas apostas foram liquidadas em cascata, forçando recompras que empurraram o preço ainda mais para cima.

Em 24 horas, estima-se que entre US$ 300 milhões e US$ 570 milhões em posições vendidas foram liquidadas. Não foi demanda nova entrando com convicção de alta: foi a eliminação forçada de um posicionamento excessivamente pessimista. Isto é uma alta pontual, mas não uma reversão de tendência. 

Sem um fechamento consistente acima dos US$ 70 mil e sem a formação de fundos progressivamente mais altos no gráfico, a leitura técnica não muda. Nossos modelos proprietários seguem apontando para uma continuação do regime de reversão à média. 

Fonte: TradingView

Na contramão do preço, uma narrativa se sobressai

Se o bitcoin está sofrendo as consequências de ser tratado como ativo de crescimento, parte do capital não está saindo do ecossistema cripto — mas sim encontrando um novo endereço dentro dele.

Os resultados recentes da Circle, empresa por trás da stablecoin USDC, contam uma história diferente. O negócio segue em forte aceleração, e os números do mercado explicam o porquê.

As transações em stablecoins atingiram US$ 35 trilhões em 2025. Para colocar em perspectiva, o PIB dos Estados Unidos, no mesmo ano, foi de aproximadamente US$ 29 trilhões. Ou seja, o volume de transações em stablecoins foi superior ao PIB norte-americano, em um único ano.

O detalhe que não está nas manchetes: menos de 1% desse volume representou pagamentos reais. O restante é trading, arbitragem e operações financeiras on-chain. Isso não é fraqueza — é o tamanho da oportunidade ainda não realizada. A economia de stablecoins está no início de sua expansão como infraestrutura de pagamentos do mundo real.

Para que essa transição aconteça em escala, porém, um gargalo precisa ser resolvido. E ele não tem nada a ver com preço ou regulação.

O ecossistema de stablecoins, hoje, funciona como uma cidade com estradas excelentes, mas sem documentos de identidade universais. Cada serviço — uma conta, um cartão, um envio internacional — exige que o usuário prove quem é do zero.

As verificações de identidade são repetidas para cada plataforma, cada país, cada produto. A composabilidade que tornou o DeFi poderoso quebra exatamente aí. O dinheiro flui livremente entre protocolos, mas a identidade fica presa em silos isolados.

Esse gargalo tem um custo mensurável. Instituições financeiras globais gastam entre US$ 200 bilhões e US$ 280 bilhões por ano em compliance — boa parte para re-verificar informações que já existem em outro silo.

Para plataformas stablecoin-nativas, esse custo chega a consumir 20–25% do orçamento operacional total. É a infraestrutura invisível que, resolvida, destrava o crescimento de toda a camada de cima.

Há um projeto atacando exatamente esse ponto cego, com produto em operação, receita recorrente comprovada e um lançamento público para a comunidade, marcado para a próxima quinta-feira (4). Reservamos o espaço do ativo da semana para ele.

Para ficar de olho: ativo surpresa na segunda-feira (2)

Nesta edição, abrimos mão do ativo da semana para reservar esse espaço para algo maior. Nesta segunda-feira (2), apresentaremos uma oportunidade em estágio embrionário — diretamente conectada ao gargalo que descrevemos acima. Uma janela de entrada que raramente se abre, com potencial de multiplicação de até 1.000 vezes.

Vamos liberar o acesso ao passo a passo para se posicionar. Se você quiser saber mais e tiver interesse, basta clicar no link abaixo:

Novidade no canal da Empiricus: histórias que mudaram as criptomoedas

Nesta semana, inauguramos um documentário para você, que quer entender o mercado de criptoativos em um contexto histórico, que vai muito além do preço. 

Para assistir ao primeiro episódio, basta clicar aqui:

O post Na contramão do preço do bitcoin (BTC), uma outra narrativa se sobressai  apareceu primeiro em Empiricus.

Histórias que mudaram as criptomoedas: Empiricus lança série documental sobre Bitcoin e criptomercado; assista

27 de Fevereiro de 2026, 14:13

Uma série documental sobre as histórias que moldaram o universo das criptomoedas estreia nesta sexta-feira (27), às 17h, na Empiricus Research. Os episódios quinzenais serão lançados diretamente no canal da casa de análise no YouTube.

Já se perguntou como nasceu o Bitcoin (BTC)?

Este é o tema do primeiro episódio, que mergulha na trajetória da criação da moeda. O documentário aborda desde a publicação do whitepaper por Satoshi Nakamoto em 2008 e os primeiros anos de desconfiança e volatilidade do ativo, até um novo ecossistema financeiro global.

Além disso, durante o vídeo, investidores terão a oportunidade de entender mais sobre:

  • Como surgiu o whitepaper do Bitcoin;
  • O que é blockchain na prática;
  • Por que o BTC é considerado descentralizado;
  • O surgimento e desaparecimento de Satoshi Nakamoto.

O episódio é apresentado pela especialista de criptomoedas da Empiricus Research, Heloisa Mendonça.

Acompanhe a nova série da Empiricus

Ao longo da série, a equipe de especialistas da Empiricus vai explorar as narrativas por trás das principais criptomoedas, assim como seus ciclos de euforia e retração, os avanços em blockchain e os impactos regulatórios que redefiniram mercados.

Além de fatos históricos, a produção oferece contexto estratégico para quem busca compreender riscos, oportunidades e tendências em ativos digitais.

Ao todo, serão 6 episódios:

  1. O nascimento do bitcoin
  2. O garoto que criou o ethereum
  3. Golpes que abalaram o mercado cripto 
  4. Os setores que movem o mundo cripto
  5. Memecoins: piada ou fortuna? O fenômeno que explodiu no mercado
  6. O futuro das criptomoedas: estamos no começo ou no fim do ciclo?

Acompanhar essa série é uma oportunidade de ampliar repertório, fortalecer a tomada de decisão e enxergar além das oscilações de curto prazo.

Para conferir o primeiro episódio, é só clicar no quadro abaixo a partir das 17h desta sexta-feira (27):

O post Histórias que mudaram as criptomoedas: Empiricus lança série documental sobre Bitcoin e criptomercado; assista apareceu primeiro em Empiricus.

Melhores conteúdos para o feriado

13 de Fevereiro de 2026, 14:22

O carnaval está chegando e com ele um fim de semana prolongado. Como equilíbrio é parte fundamental da existência humana, para que não vivam apenas de folia, a Equipe TradeNews separou os melhores conteúdos para não permitir que seus neurônios atrofiem no bloco, ou no scroling. Juntamos indicações dos integrantes do nosso time e também de personagens respeitados do Mercado Financeiro. Confira:

1. A mentalidade de um dos maiores gênios do Mercado Financeiro | Second Level - Diogo Carneiro Head de Produtos - Nomos

Se você trabalha com investimentos, gere o seu próprio patrimônio ou simplesmente busca entender por que o cenário para os fundos multimercados mudou tanto, o episódio “A Mentalidade de um dos Maiores Gênios do Mercado Financeiro”, do podcast Second Level com Rui Alves (Kinea), é uma recomendação obrigatória.

Diferente de conversas técnicas que ficam presas em projeções de PIB ou inflação, este papo é uma aula de filosofia aplicada à sobrevivência no mercado.


2. Duas apostas da Hix Capital. Gestora compartilha a tese de Eneva e Orizon - Equipe TradeNews

A HIX Capital identifica uma disparidade histórica no Ibovespa: enquanto os índices gerais ensaiam recuperação, empresas voltadas ao mercado doméstico — como as de Software e Varejo — seguem negociando a múltiplos drasticamente baixos. O destaque da carta semestral é o foco em ativos que operam abaixo de suas médias de preço/lucro de dez anos, sinalizando uma janela de entrada rara para o investidor de longo prazo que busca valor além das grandes commodities.

A gestora aprofunda o otimismo em dois nomes específicos: Eneva (ENEV3) e Orizon (ORVR3). Na Eneva, o trunfo é o modelo único gas-to-wire, que une a segurança da receita fixa à nova competitividade em leilões de reserva de capacidade. Já na Orizon, a tese central é a liderança absoluta no setor de resíduos pós-aquisição da Vital, transformando o lixo em ativos valiosos como o biometano. São duas escolhas que exemplificam a estratégia da HIX: buscar fluxo de caixa robusto em setores com barreiras de entrada e potencial de consolidação.


3. 10 motivos pelos quais este é o pior inverno cripto de todos os tempos | Joe Weisenthal - Equipe TradeNews

O mercado cripto já enfrentou quedas maiores em termos percentuais, mas Joe Weisenthal e Tracy Alloway (Bloomberg Odd Lots) argumentam que o cenário atual é o mais desolador de todos. O motivo? A perda de narrativa. No passado, o Bitcoin era a promessa para tempos de inflação e desconfiança nas moedas estatais; hoje, com o dólar sob estresse, o capital tem migrado para o ouro, não para o BTC. Além disso, a "fuga de cérebros" para o setor de Inteligência Artificial e a obsolescência de mineradores — que agora preferem transformar seus galpões em data centers de IA — criam um esvaziamento de propósito que o setor nunca viu.

Confira o conteúdo completo


4. How WhatsApp took over the global conversation. A plataforma tornou-se tecnologia mundial. Qual nossa responsabilidade nela? - Equipe TradeNews

O que começou como uma tentativa frustrada de Jan Koum para mostrar se os amigos estavam "na academia" ou "dormindo" transformou-se na ferramenta de comunicação mais poderosa do planeta. Hoje, com mais de 3 bilhões de usuários, o WhatsApp não é apenas um app de mensagens; em países como Brasil, Índia e Quênia, ele é descrito como uma "tecnologia de vida", servindo para coordenar desde governos nacionais até compras de supermercado e socorro em desastres. A reportagem revela que a simplicidade do app — sem anúncios (até recentemente), sem jogos e focado na identidade real do usuário — foi o que permitiu que ele superasse o SMS e se tornasse o padrão global.

O texto resgata o conceito antropológico de Bronisław Malinowski para explicar que o WhatsApp é, antes de tudo, uma "arquitetura de presença". Muitas vezes, as mensagens não transmitem ideias, mas apenas o conforto de saber que o outro está lá.

Confira o texto completo

Assine agora


5. Software vs. AI. Ações de software enfrentam forte pressão recente, reflexo de temores sobre codificação via IA - Equipe TradeNews

Enquanto o mercado precifica o fim do software (o chamado "SaaSpocalypse"), a Vision Investing propõe uma visão mais pragmática: não estamos vendo a morte do setor, mas sim uma seleção natural impulsionada pela IA. A tese central é que o mercado está reagindo de forma indiscriminada a uma queda iniciada em outubro de 2025, ignorando que softwares de missão crítica e sistemas deterministas (onde o erro não é uma opção) continuam protegidos e fundamentais.


  1. A Fórmula Mágica de Joel Greenblatt para Bater o Mercado de Ações | Joel Greenblatt - Marco Saravalle, CIO da MSX Invest

Muitas vezes, a simplicidade é a forma mais sofisticada de investir. É essa a premissa de "A Fórmula Mágica", de Joel Greenblatt, obra recomendada por Marco Saravalle (CIO da MSX Invest). O livro é um guia direto para o Value Investing, ensinando como bater o mercado focando em apenas dois pilares: comprar empresas excelentes (com alto retorno sobre capital) a um preço atrativo Embora o nome pareça promessa de enriquecimento rápido, o autor deixa claro que o sucesso exige a disciplina de manter a estratégia mesmo quando o mercado testa a paciência do investidor.

“Acho que o livro é muito bom. São conceitos relativamente simples, embora tenha esse esse nome bem chamativo. São conceitos que o investidor vai usar sempre. Sempre, ciclo de alto, ciclo de baixa, todas as empresas… Principalmente, de uma forma bem resumida”, resumiu Marco.

Onde encontrar


7. Mundo fraturado: Reflexões sobre a crise da ordem liberal | Diogo Ramos Coelho - Leandro Manzoni, Economista do Investing.com

Se o final do século XX foi marcado pela ideia do “Fim da História” e o triunfo das democracias liberais, o cenário atual é de fragmentação e incerteza. Recomendado pelo economista Leandro Manzoni (Investing.com), o livro Mundo Fraturado, do diplomata Diogo Ramos Coelho, é um guia essencial para decifrar as fissuras que estão redesenhando o mapa global. A obra conecta pontos complexos — como a rivalidade EUA-China, a guerra na Ucrânia e a ascensão de líderes populistas — para explicar como o livre-mercado e as instituições internacionais estão reagindo a forças que desafiam a globalização como a conhecemos.

O grande diferencial desta recomendação é a capacidade do autor de traduzir o “jargão diplomático” em uma linguagem direta para o investidor e o leitor leigo. Ramos Coelho utiliza uma abordagem interdisciplinar que une economia, história e política para mostrar que os riscos contemporâneos, como o protecionismo e a desigualdade de renda, não são eventos isolados, mas sintomas de uma crise estrutural. Para quem busca entender a volatilidade dos mercados internacionais além do gráfico do dia, esta leitura oferece a base necessária para compreender as disputas geopolíticas que definirão o fluxo de capitais nos próximos anos.

Onde encontrar


8. Building an AI-powered automated trading system from scratch: making ClawdBot(OpenClaw) your trading brain - Michael Garcia, Especialista de Projetos e Inovação da Nomos

A fronteira final do investimento quantitativo não é apenas automatizar ordens, mas automatizar a própria tomada de decisão. Este projeto propõe a criação de um sistema onde a IA não é apenas um assistente, mas o "cérebro" da operação. A arquitetura apresentada resolve o maior medo dos investidores — o risco de alucinação da IA — ao separar as funções em duas camadas: o ClawdBot (Cérebro), responsável pela análise de dados e notícias, e a Plataforma FMZ Quant (Mãos), que executa as ordens sob rigorosas travas de controle de risco e monitoramento em tempo real.

Confira o conteúdo completo


9. Pare de perder dinheiro: o vídeo que todo jogador deveria ver - Erik Pajunk, Head da Mesa Trader da Nomos e Nomos Sports

Acumular uma fortuna é apenas metade do desafio; a outra metade, muito mais difícil, é não deixá-la evaporar. Eric Pajunk, Head da Mesa Trader da Nomos e Nomos Sports, especialista em investimentos para atletas de alta performance, traz um choque de realidade: estatísticas mostram que até 78% dos jogadores da NFL quebram apenas dois anos após a aposentadoria. O problema raramente é o baixo salário, mas a incapacidade de controlar o gasto e a falta de distinção entre patrimônio imobilizado (casas e cavalos) e patrimônio gerador de renda.

Como o próprio Pajunk define:

“O que separa quem acumula de quem perde tudo pode ser resumido em uma só palavra: gasto. Não é o quanto você ganha, é o quanto você consegue não gastar de forma inconsequente.”

Seara, da JBS, compra duas granjas em SP e coloca mais frango no cardápio

5 de Fevereiro de 2026, 19:42

A Seara, unidade de aves e suínos da JBS, concluiu a compra de duas granjas da Céu Azul Alimentos em Ipiguá e Guapiaçu, no interior de São Paulo. O valor não foi divulgado e o negócio foi submetido à análise do Cade.

Segundo a companhia, a operação envolve a aquisição de ativos rurais ligados à produção de frangos de corte e consolida sob gestão direta estruturas que já abasteciam a Seara. As duas unidades forneciam ovos férteis e aves destinadas ao abate — por isso, a transação é descrita como uma internalização do fornecimento, sem ampliação da capacidade produtiva já existente.

De acordo com reportagem do Estadão, no formulário encaminhado ao Cade, o grupo controlador afirma que a compra pode otimizar a atuação na cadeia de frango de corte ao ampliar o controle sobre qualidade e custos, especialmente na etapa do ovo fértil.

Já a Céu Azul diz que a venda faz parte de uma reorganização do portfólio e de uma realocação de capital para frentes consideradas prioritárias, além de ajudar a otimizar sua estrutura financeira.

As empresas sustentam que há pouca sobreposição entre as atividades e que a integração vertical resultante é limitada, motivo pelo qual pedem análise em procedimento sumário e aprovação sem restrições.

A transação reforça o movimento da JBS de avançar em diferentes elos da cadeia de proteínas. Em 2025, a companhia entrou de forma mais direta no segmento de ovos ao adquirir 50% da Mantiqueira Brasil, uma das maiores produtoras da América do Sul.

@investnewsbr

A Mantiqueira e a JBS estão fazendo um investimento estratégico em ovos no mercado americano. 🐣🍳🇺🇸 #ovos #proteína #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Petrobras, Axia, Localiza… Veja as 8 ações mais indicadas pelas corretoras para fevereiro

5 de Fevereiro de 2026, 12:11

Itaú, Localiza, Vale, Petrobras, Cyrela, Bradesco, Aura Minerals e Axia. Essas são as ações mais indicadas por corretoras e bancos em fevereiro. É o que mostra a avaliação de 10 carteiras recomendadas feita pelo InvestNews.

São ações que se destacam em um momento de exuberância da renda variável vista poucas vezes nos últimos anos: o Ibovespa, por exemplo, superou os 187.334 pontos na terça-feira e deu um show em janeiro. Subiu 12,56%, o melhor início de ano desde 2021 – e um avanço até mais brilhante do que o do ouro. Boa parte desse movimento veio do fluxo de investidores estrangeiros, que voltaram os olhos para mercados emergentes, como o nosso, em meio à desvalorização do dólar.

E a expectativa é que, nos próximos meses, o dinheiro vindo de fora continue pingando nos emergentes. Por aqui, a perspectiva de cortes de juros nos próximos meses também ajuda: a renda fixa que acompanha a Selic perde um pouco do poder de atração e as ações ganham espaço no radar do investidor local.

Vale o aviso: nossa seleção não é uma recomendação de investimento, ok? A ideia é mostrar o que está acontecendo no mercado e quais tendências estão ganhando força. E é sempre bom lembrar: em renda variável, a melhor estratégia não é ficar trocando de papel todo mês, mas pensar no longo prazo.

As ações no radar do mercado em fevereiro

Itaú Unibanco (ITUB4)

Presente em sete das dez carteiras analisadas, o Itaú segue como uma das apostas mais recorrentes entre os analistas. A ação é negociada a R$ 42,88, mas há casas que projetam alta para R$ 50. O otimismo se apoia, principalmente, na expectativa de que o banco volte a acelerar a concessão de crédito em alguns segmentos específicos, agora que a instituição conseguiu estabilizar os níveis de inadimplência da carteira.

Além disso, o mercado espera que a margem financeira – a receita líquida de juros, que reflete a diferença entre o que o banco ganha ao emprestar dinheiro e o que paga para captar recursos – cresça a taxas de dois dígitos. Esse avanço deve ser impulsionado pela melhora dos spreads, ou seja, do quanto o banco ganha em cada operação de financiamento, e pela retomada gradual do crédito.

A ação negociada a 9,5 vezes o lucro projetado para 2026 (P/L) – esse múltiplo significa uma antecipação do potencial de crescimento do negócio. Na prática, o mercado está disposto a pagar R$ 9,50 hoje para cada R$ 1 de lucro que a empresa gera atualmente.

Isso acontece porque os investidores mantêm a perspectiva de que o grupo tende a atingir esse patamar no futuro. Não é exatamente barato, mas também não chega a ser caro – especialmente se o banco conseguir entregar crescimento consistente de resultados, segundos os analistas.

Localiza (RENT3)

Depois de um período mais turbulento, marcado por questionamentos sobre custos e margens, a Localiza começa a mostrar sinais mais claros de estabilização. Na leitura dos analistas, a companhia acertou a mão na estratégia: os reajustes de preços vêm sendo absorvidos sem perda relevante de volume, enquanto ganhos de eficiência operacional ajudam a sustentar a recuperação das margens.

Além disso, a gestão da frota tem sido conduzida com foco em rentabilidade. A empresa vem ajustando o portfólio de veículos e acelerando a renovação, com a retirada de carros mais rodados para elevar a qualidade dos ativos e melhorar os retornos. No segmento de seminovos, os impactos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) foram absorvidos e hoje estão refletidos nos preços, o que também é visto como algo positivo.

Nesse contexto, o valuation (valor percebido da empresa no mercado) também joga a favor. O papel negocia a cerca de 13 vezes o lucro projetado para 2026. O que significa isso? Que o mercado hoje aceita pagar R$ 13 pela ação para cada R$ 1 de lucro que a empresa deve gerar no ano. Em termos simples, isso indica que a ação não está cara e já embute expectativas mais moderadas, o que melhora a relação entre risco e potencial de retorno para o investidor.



Vale (VALE3)

2025 foi um bom ano para a Vale. A companhia entregou resultados sólidos nas três frentes em que atua – minério de ferro, níquel e cobre – e entrou em 2026 com expectativas mais positivas. A leitura de parte do mercado é que esse bom momento deve se estender ao longo dos próximos 12 meses, apoiado em fundamentos mais estáveis.

O principal motor desse otimismo segue sendo o minério de ferro. A expectativa de que o preço da commodity se mantenha acima de US$ 100 por tonelada ao longo do ano tem dado sustentação à tese da Vale.

Além disso, a oferta global pode ficar mais restrita, à medida que as minas pelo mundo envelhecem e perdem produtividade. A Vale, por outro lado, tem acesso a reservas de alta qualidade no Brasil, com baixo teor de sílica – o que reduz custos e aumenta a eficiência na produção de aço. Esse diferencial reforça a posição da empresa como uma das principais fornecedoras globais da matéria-prima e pode seguir favorecendo seus resultados.



Petrobras (PETR4)

Produção forte, ativos de alta qualidade e valuation baixo. Esses são alguns dos principais motivos que levam o mercado a apostar na petroleira brasileira, que aproveitou a recente alta do petróleo e acumulou uma valorização de 24%.

A empresa concentra boa parte da sua produção no pré-sal – região do litoral brasileiro onde o petróleo é mais produtivo, mais barato de extrair e que concentra as maiores reservas -, o que garante eficiência mesmo em cenários mais desafiadores, segundo analistas. Um possível catalisador adicional é a licença para perfuração de um poço na bacia da Foz do Amazonas, concedida ano passado. Os resultados devem ser conhecidos nos próximos dois anos, mas já alimentam as expectativas em torno de uma área que tem potencial de se tornar um novo pré-sal.

Outro ponto-chave é a forte geração de caixa, que sustenta expectativas elevadas para o pagamento de dividendos. O dividend yield – métrica que mede o retorno da ação apenas com proventos – gira em torno de 9% a 10% ao ano para 2026, patamar considerado atrativo em comparação com pares globais.

Cyrela (CYRE3)

Queridinha do setor imobiliário, a Cyrela tem chamado a atenção dos analistas por conta de uma carteira robusta de lançamentos, focados principalmente nos segmentos de média e alta renda em São Paulo, Rio de Janeiro e na região Sul.

O mercado enxerga margens elevadas, em torno de 36%, e um ROE (retorno sobre o patrimônio) próximo de 20%. Na prática, margens nesse patamar indicam que, a cada R$ 100 em vendas de imóveis, cerca de R$ 36 viram lucro operacional, antes de despesas financeiras e impostos. Já o ROE mostra a capacidade da empresa de gerar resultado com o capital dos próprios acionistas: para cada R$ 100 investidos, a Cyrela entrega aproximadamente R$ 20 de lucro ao ano.

Há ainda outro ponto a favor. Parte do mercado avalia que o valuation da Cyrela embute um cenário desafiador de juros altos – justamente em um momento em que cresce a expectativa de corte de taxas no Brasil. Soma-se a isso o fato de a empresa ser vista como o principal nome do setor para capturar o fluxo de capital estrangeiro, que segue forte na bolsa brasileira.


Bradesco (BBDC4)

Os papéis do Bradesco são negociados na casa dos R$ 21. Tem analista que projeta uma alta até R$ 25 para 2026. No geral, a leitura é que o banco pode se beneficiar da queda de juros no Brasil – até mais do que as outras instituicões financeiras. Um banco pode ganhar mais com a queda dos juros quando sua receita principal está mais ligada à atividade de crédito tradicional, que ganha mais tração com taxas menores.

O plano de transformação do banco também é visto como um impulsionador. Em resumo, é um um pacote de mudanças para tornar o banco mais eficiente, rentável e competitivo, depois de alguns anos de pressão sobre resultados.

Neste ano, existe expectativa de que o banco consiga ganhar escala, reduzir custos e dar um “up” nas operações, o que tende a melhorar a rentabilidade. Com isso, o ROE pode alcançar cerca de 15% até o fim de 2025 e avançar para algo próximo de 17% neste ano, indicando uma geração de lucro mais eficiente para os acionistas.


Aura Minerals (AURA33)

A Aura Minerals é uma mineradora de ouro que se beneficiou diretamente da forte valorização do metal nos últimos meses. A ação subiu 65% no ano passado e começou 2025 em alta. Mesmo com a correção recente do ouro, o papel segue no radar de quatro das dez carteiras analisadas, já que o cenário de incertezas globais continua favorecendo ativos considerados proteção, como o ouro.

Outro ponto que sustenta a tese é o valuation atrativo. A Aura negocia a um múltiplo P/NAV de 0,9 vez, enquanto mineradoras internacionais costumam operar acima de 1,3 vez. Em termos simples, o P/NAV compara o preço da empresa em bolsa com o valor estimado de suas reservas de ouro. Quando esse número fica abaixo de 1, como no caso da Aura, significa que o mercado está pagando menos do que o valor teórico dos ativos, o que sugere desconto em relação às pares.

Além disso, a tese não depende apenas de uma alta contínua do ouro. A expectativa é de forte geração de caixa, com crescimento de cerca de 18% no caixa operacional e de 50% no EBITDA – indicador que mede o desempenho operacional da empresa antes de juros, impostos e outros efeitos financeiros. Na prática, isso mostra que a Aura tende a ganhar mais dinheiro com sua operação, o que ajuda a sustentar o valor da ação mesmo em períodos de maior volatilidade da commodity.

Axia (AXIA3)

A Axia (antiga Eletrobras) pode se beneficiar da expansão do setor elétrico nos próximos anos, segundo os analistas. A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) prevê um aumento de mais de 9 mil megawatts na capacidade instalada do país em 2026 – o que, na prática, significa mais usinas e maior demanda por energia. Em paralelo, mudanças regulatórias tendem a manter os preços de energia elevados, criando um ambiente favorável para empresas bem posicionadas no setor.

A empresa ganha relevância em momentos de maior volatilidade do mercado elétrico, quando cresce a necessidade de energia firme – aquela que pode ser entregue de forma contínua, sem depender tanto do clima. Com uma expectativa mais otimista para os preços da energia, essa combinação deve se traduzir em receitas mais robustas ao longo do tempo.

Além disso, segundo analistas, a Axia começa a se consolidar como uma boa pagadora de dividendos. Essa narrativa ficou mais evidente em 2025, quando a companhia anunciou pagamentos adicionais de R$ 4 bilhões, referentes a 2024, e outros R$ 4,3 bilhões no terceiro trimestre.

Fontes consultadas: Genial Investimentos, Itaú Unibanco, Santander, BB Investimentos, BTG Pactual, Safra, Ágora Investimentos, Daycoval, Rico e XP.

Carteiras de fevereiro: confira a atualização das principais casas para o mês

2 de Fevereiro de 2026, 14:09

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Max Small Caps - NMS Research

A carteira Max Small Caps promoveu mudanças em sua composição para o mês de fevereiro. O portifólio gerido por Max Bohm, analista da NMS Reserch, retirou a Oceanpact [OPTC3] em detrimento da entrada de Vulcabras [VULC3] e Armac [ARML3].

Composição da carteira Max Small Caps [Fonte: NMS Research]

Onde Investir em Renda Fixa Internacional - XP

Confira a carteira completa

A estratégia de Renda Fixa Internacional da XP para fevereiro de 2026 prioriza ativos com prêmios de retorno entre 4,5% e 5,0% ao ano em dólar, focando em um prazo médio de 4 a 5 anos. A recomendação combina títulos soberanos (Treasuries) de curto prazo com emissões privadas (Corporate Bonds) para equilibrar a volatilidade e diversificar o portfólio global, reduzindo a exposição ao risco-país brasileiro.

Composição da carteira [Fonte: XP Research]

Carteira Dividendos Gráfica - XP

Confira a carteira completa

A nova atualização da Carteira Técnica de Dividendos foca em ativos com tendência de alta confirmada e projeções otimistas via médias móveis de 21 e 200 dias. Para este ciclo, a seleção é composta por Santander [SANB11], Itaú Unibanco [ITUB4], Petrobras [PETR4], Telefônica Brasil [VIVT3] e Energisa [ENGI11], todos com peso igual de 20%. Destaque para o setor bancário e de energia, com projeções que buscam alvos como R$ 42,15 para SANB11 e R$ 59,00 para ENGI11.

Composição da carteira [Fonte: XP Research]

Carteira de Ganho de Capital - XP

Confira a carteira completa

A XP ampliou sua exposição em lajes corporativas e recebíveis para fevereiro, elevando em 1,0% as posições no Tellus Properties [TEPP11], JS Real Estate [JSRE11] e Pátria Crédito Imobiliário [PCIP11]. Para viabilizar os novos aportes, o gestor reduziu a participação no Hedge Top FOF [HFOF11] (-2,0%) e no Bresco Logística [BRCO11] (-1,0%), focando em ativos com descontos atrativos e potencial de valorização.

Destinada a investidores de renda variável, a estratégia busca superar o IFIX no longo prazo através de uma seleção de 14 ativos. O desempenho recente reforça a tese: em janeiro, a carteira subiu 3,61% contra 2,27% do índice, acumulando alta de 34,4% nos últimos 12 meses. Com um dividend yield anualizado de 10,5%, a composição atual prioriza fundos com perspectivas de melhora na distribuição de rendimentos e preços convidativos.

Carteira Renda Total - XP

Confira a carteira completa

A Carteira Renda Total da XP reforçou sua exposição em lajes corporativas e fundos de papel defensivos para fevereiro, ampliando em 1,0% as posições em Tellus Properties [TEPP11], JS Real Estate [JSRE11] e Kinea Crédito Imobiliário [KNCR11], além de 0,5% no Capitânia Securities [CPTS11] e Mauá Capital Recebíveis [MCCI11]. Em contrapartida, reduziu a alocação no Riza Agro [RZAG11] (-2,0%), Hedge Top FOF [HFOF11] (-1,0%) e FGMA Agro [FGAA11] (-1,0%), realizando lucros em ativos já bem precificados.

Com perfil moderado, a estratégia busca superar o IMA-B 5+ combinando FIIs, Fiagros e FI-Infras. Em janeiro, a carteira subiu 3,7% frente aos 0,84% do benchmark, gerando um dividend yield anualizado de 12,3%. Os ajustes atuais visam capturar o carrego atraente de recebíveis e o potencial de valorização do setor de escritórios.

Carteira Top 5 - Itaú BBA

Confira a carteira completa

O Itaú BBA renovou a maioria de sua carteira de maior convicção com três substituições estratégicas: entram Eneva [ENEV3], Axia [AXIA3] e Embraer [EMBR3] nas vagas de Equatorial [EQTL3], Bradesco [BBDC4] e Suzano [SUZB3]. A entrada da Eneva [ENEV3] foca no despacho elevado de termelétricas e no leilão de reserva de capacidade, enquanto a Axia [AXIA3] é impulsionada pela alta nos preços de energia e dividendos projetados acima de 10%. Já a Embraer [EMBR3] substitui a Suzano como tese de descorrelação doméstica, apoiada por ciclos positivos em defesa e aviação comercial.

As mudanças visam capturar catalisadores de curto prazo e resultados operacionais robustos em setores resilientes. A Eneva [ENEV3] destaca-se como a maior operadora privada de gás onshore, a Axia [AXIA3] (ex-Eletrobras) apresenta avanços em governança e a Embraer [EMBR3] possui gatilhos concretos, como a certificação da EVE até o fim de 2026.

Carteira Dividendos - Itaú BBA

Confira a carteira completa

A seleção de proventos do banco ganha o reforço da Axia [AXIA3] e da Cury [CURY3], que entram nos lugares de Copel [CPLE6] e Caixa Seguridade [CXSE3]. A Axia [AXIA3] foi escolhida pela expectativa de fluxos generosos de caixa e yield médio superior a 10% nos próximos cinco anos. No setor de construção, a Cury [CURY3] assume o posto por sua forte geração de caixa e eficiência no programa Minha Casa Minha Vida, com dividendos estimados em 9% para 2026.

A estratégia foca em empresas com alta capacidade de execução e fundamentos favoráveis em seus nichos. Enquanto a Axia [AXIA3] se beneficia da alavancagem controlada e preços de energia, a Cury [CURY3] se destaca pela velocidade de vendas e dominância nas regiões metropolitanas de SP e RJ.

[Fonte: Itaú BBA]

Carteira Small Caps - Itaú BBA

Confira a carteira completa

A Carteira Small Caps passa por uma rotação setorial completa com as entradas de BR Partners [BRBI11], Panvel [PNVL3] e Iguatemi [IGTI11], substituindo Vivara [VIVA3], Grupo SBF [SBFG3] e Ecorodovias [ECOR3]. O BR Partners [BRBI11] entra para capturar a retomada de fusões e aquisições, a Panvel [PNVL3] aproveita o bom momento do varejo farmacêutico e a Iguatemi [IGTI11] é selecionada pela gestão ativa de aluguéis e benefícios potenciais da reforma tributária.

As novas escolhas buscam aproveitar tendências macroeconômicas específicas, como o fim de patentes de medicamentos para emagrecimento (impulsionando a Panvel [PNVL3]) e a eficiência tributária em shoppings de alta renda. O portfólio reforça a aposta em nomes que lideram seus segmentos com operações consistentes e escala regional.

Carteira Max Ações - NMS Research

Confira a carteira completa

A casa realizou uma reformulação relevante, destacando-se a saída da Metalúrgica Gerdau [GOAU4] (-5%) para a entrada da Moura Dubeux [MDNE3] (+6%). O gestor também promoveu ajustes finos para reequilibrar o risco, com reduções de 1% em C&A Modas [CEAB3], Localiza [RENT3], Inter & Co [INBR32] e Iguatemi [IGTI11], além de 3% na Plano & Plano [PLPL3], enquanto elevou em 1% a exposição em Caixa Seguridade [CXSE3], Itaúsa [ITSA4], XP Inc [XPBR31] e Azzas 2154 [AZZA3], com aporte adicional de 2% na Axia [AXIA3].

[Fonte: NMS Research]

Carteira Smart Allocation - NMS Research

Confira a carteira completa

A Carteira Smart Allocation da NMS Research reduziu em 5% sua posição no Kinea Infraestrutura [KDIF11], direcionando esse capital para o aumento do peso no Fator IFIX [BRZP11].

Smart FIIs - NMS Research

Confira a carteira completa

A Carteira Smart FIIs da NMS Research atualizou sua composição com a redução de 3% no VBI Prime Offices [PVBI11], redirecionando o capital para o aumento de 1% no Capitânia Securities [CPTS11] e 2% no Vinci Logística [VILG11]. As movimentações visam ajustar o equilíbrio entre renda de títulos e ativos reais no portfólio.

Estratégia Global - NMS Research

Confira a carteira completa

Na atualização mais recente, a gestora promoveu uma mudança estratégica visando o setor de semicondutores, com a saída da Alphabet Inc. [GOOGL] para a entrada da ASML Holding [ASML], que passa a deter um peso de 8% na carteira.

A Estratégia Global da NMS Research é desenhada para investidores de perfil moderado a agressivo que buscam crescimento e diversificação no mercado americano. Composta por uma seleção de 15 a 20 ativos entre ações, ETFs e ADRs, a carteira foca no equilíbrio entre risco e retorno para horizontes de médio e longo prazo.

[Fonte: NMS Research]

Carteira Viva de Renda com FIIs - XP

Confira a carteira completa

A Carteira Viva de Renda com FIIs da XP renovou sua estratégia para fevereiro de 2026, focando no aumento de exposição aos segmentos de Tijolo e FoF em detrimento de Papel e Híbridos. O portfólio registrou as entradas de Valora Hedge Fund [VGHF11], JS Real Estate [JSRE11], BTG Pactual Terras Agrícolas [BTHF11], Kinea Crédito Imobiliário [KNCR11], Kinea Securities [KNSC11], Bresco Logística [BRCO11] e Vinci Logística [VILG11], enquanto Guardian Logística [GARE11] e Riza Terrax [RZTR11] foram removidos. A movimentação busca otimizar os dividendos mensais através de critérios quantitativos, priorizando ativos com baixa volatilidade e alta liquidez para investidores que aceitam maior risco em busca de renda superior.

Com modelos estatísticos calibrados pela performance histórica, a carteira entregou um retorno de 23,6% nos últimos 12 meses, superando os 21,3% do IFIX. Além da valorização, a estratégia garantiu um dividend yield de 13,3% no período, consolidando-se como uma alternativa eficaz para maximizar o fluxo de caixa. Ao ajustar a alocação entre as diferentes classes de fundos imobiliários, a XP aproveita o cenário macroeconômico para potencializar o crescimento patrimonial e a recorrência dos proventos pagos aos cotistas.

Carteira Top Dividendos - XP

Confira a carteira completa

A atualização da Carteira Top Dividendos da XP para fevereiro de 2026 foca na captura de valor através de commodities e na retomada do mercado financeiro nacional. Com esse objetivo, a exposição em Petrobras [PETR4] subiu para 12,5%, ajustando a participação no setor de Óleo & Gás, ao mesmo tempo em que a B3 [B3SA3] teve seu peso elevado para 12,5%, aproveitando o cenário de juros baixos e o contínuo ingresso de capital externo. Para equilibrar esses aumentos, a Energisa [ENGI11] teve sua fatia reduzida para 5% e a Copasa [CSMG3] foi removida da seleção, permitindo a realização de lucros após a forte alta recente e reduzindo o peso do setor de Utilidade Pública diante da menor atratividade atual dos prêmios de risco.

Mantendo o rigor na escolha de empresas maduras com gestão de excelência, a carteira prioriza papéis que garantam um fluxo recorrente de proventos e apresentem resiliência operacional. Os resultados recentes comprovam o sucesso dessa tese, com a carteira registrando alta de 13,8% em janeiro de 2026, superando os 12,6% do Ibovespa. No histórico de longo prazo, a estratégia acumula uma rentabilidade de 328,7%, mais que o dobro dos 149,3% do índice de referência, reforçando sua eficiência como uma alternativa defensiva e rentável para o investidor focado em dividendos.

[Fonte: XP Research]

Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

A Carteira Top Small Caps XP passou por mudanças relevantes em fevereiro, com ajustes de peso, entradas e saídas para reposicionar o portfólio. A XP reduziu a participação de Aura [AURA33] de 12,5% para 10%, após a forte valorização da ação em janeiro e desde sua inclusão na carteira. Ao mesmo tempo, incluiu 3Tentos [TTEN3], com peso de 10%, citando expectativas de ganho de participação em insumos agrícolas, recuperação de margens industriais, aumento de escala em trading e avanço das operações de etanol de milho.

O portfólio também elevou a exposição a Cury [CURY3], de 7,5% para 12,5%, diante de perspectivas positivas para construtoras focadas no segmento de baixa renda e de valuation considerado atrativo. Em sentido oposto, a XP reduziu Marcopolo [POMO4] de 7,5% para 5%, diante de um cenário de demanda doméstica mais fraca em 2026 e menor espaço para revisões de lucro. Vivara [VIVA3] e Vulcabras [VULC3] foram retiradas da carteira para reduzir a exposição ao varejo, enquanto Pague Menos [PGMN3] entrou com peso de 10%, com expectativa de ganhos de produtividade, menor pressão competitiva e benefícios de tendências estruturais no setor farmacêutico.

Carteira ESG - XP

Confira a carteira completa

A Carteira ESG XP segue sem alterações em fevereiro e mantém as 10 ações selecionadas com base em critérios ambientais, sociais e de governança, combinados a fundamentos considerados sólidos pelo time de Research da XP. O portfólio tem como objetivo superar o desempenho do índice B3 ISE1 no longo prazo e passa por revisões mensais, com possibilidade de ajustes conforme a avaliação dos analistas.

Top Ações - XP

Confira a carteira completa

A Carteira Top Ações XP passou por ajustes para fevereiro com foco em ampliar a exposição ao setor de commodities. A XP incluiu Petrobras [PETR4], com peso de 5%, para reduzir a posição abaixo do neutro em Óleo e Gás. Para abrir espaço na alocação, a casa retirou Gerdau [GGBR4] do portfólio, citando preocupações com a dinâmica operacional no Brasil, apesar do bom desempenho da companhia nos Estados Unidos.

A carteira reúne as principais recomendações do time de Research da XP e tem revisão mensal, com possibilidade de mudanças a cada período. O objetivo é superar o desempenho do Ibovespa no longo prazo, com foco em visão de longo prazo, diversificação setorial, valuation atrativo e perspectivas de crescimento. Em janeiro, a carteira registrou retorno de 12,3%, abaixo do avanço de 12,6% do Ibovespa.

Composição da carteira Top Ações [Fonte: XP Research]

Carteira de Alocação PJ - XP

Confira a carteira completa

Para a Carteira de Alocação PJ, a estratégia de Renda Fixa foca na preservação de capital e captura de prêmios em prazos intermediários. Os ativos Pós-fixados continuam como pilar central devido aos juros reais elevados, mas a recomendação é de cautela no crédito privado, priorizando emissores de alta qualidade e liquidez. Nos títulos atrelados à Inflação, a casa mantém exposição neutra, concentrando-se em vencimentos intermediários com duration de seis anos para equilibrar o carrego real atrativo com uma volatilidade moderada, evitando os riscos da ponta longa da curva.

Já nos Prefixados, a exposição permanece acima do nível neutro, com a duration elevada de três para quatro anos neste mês. A aposta baseia-se no potencial de fechamento dos juros futuros, sustentada pela melhora na inflação corrente e um câmbio mais estável. Embora o cenário fiscal ainda gere prêmios de risco nos vértices mais longos, a XP identifica uma oportunidade tática nos vencimentos médios, onde a convergência das expectativas de inflação pode favorecer a valorização dos papéis.

[Fonte: XP Research]

Carteira Alocação PF - XP

Confira a carteira completa

A estratégia de alocação da XP para Renda Fixa mantém o foco na otimização da relação risco-retorno, com destaque para a atratividade dos ativos Pós-fixados. Com retornos reais elevados e spreads de crédito apertados, a recomendação é de cautela, priorizando a qualidade dos emissores e a liquidez. Já no segmento de Inflação, a casa adota uma postura neutra, concentrando-se em vencimentos intermediários com duration média de seis anos. Essa escolha visa capturar juros reais robustos e potencial de valorização, evitando a volatilidade excessiva das taxas de longo prazo.

Nos ativos Prefixados, a XP elevou a exposição para um nível acima do neutro, estendendo a duration de três para quatro anos. A mudança aposta no fechamento adicional das taxas de juros futuros, impulsionado por uma inflação corrente mais controlada e um câmbio comportado. Embora o cenário fiscal ainda exija atenção e gere prêmios de risco nos vértices longos, a análise identifica oportunidades nos prazos intermediários, onde o equilíbrio entre carrego e risco de marcação a mercado mostra-se mais favorável para o investidor.

Carteira Top Dividendos Plus - XP

Confira a carteira completa

A seleção da Carteira Top Dividendos Plus para este mês foca em equilibrar o retorno imediato via proventos com a solidez dos fundamentos. A estratégia, que seleciona os 10 nomes mais consistentes entre Ibovespa, IBrX 100 e Small Caps, prioriza ativos com alta recorrência de pagamentos e boas perspectivas de crescimento. A principal movimentação é a inclusão do Bradesco [BBDC4], impulsionada por um dividend yield atrativo e pela revisão positiva nas expectativas de crescimento por parte dos analistas (LSEG).

Em contrapartida, a PetroReconcavo [RECV3] deixou o portfólio no período. A exclusão reflete a deterioração no consenso das recomendações de mercado, conforme apontado pelos dados da LSEG, sinalizando um cenário de menor previsibilidade para a petroleira no curto prazo. Com esse ajuste, a carteira busca manter a qualidade do carrego e a resiliência do portfólio diante das oscilações do mercado local.

Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliário - XP

A XP anunciou ajustes na sua Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários para fevereiro, priorizando ativos defensivos para superar o IFIX no longo prazo. O movimento principal consistiu na redução da exposição ao setor logístico, com cortes em BTLG11 e BRCO11, além da saída total de KNSC11. A estratégia foca em realizar lucros em ativos já bem precificados, redirecionando o capital para fundos de papel com rendimentos mais atrativos e maior proteção.

As novas alocações reforçam as posições em KNCR11 e MCCI11, além de marcar a inclusão do fundo de shopping HSML11, escolhido por seu preço descontado e solidez operacional. Com as mudanças, a carteira mantém uma diversificação estratégica liderada por Recebíveis (43%), seguidos por Logística (20%) e Shoppings (11,5%), consolidando um perfil focado em geração de renda e resiliência patrimonial.

[Fonte: XP Research]

Top Ações Globais - XP

Confira a carteira completa

A carteira Top Ações Globais XP passou por ajustes estratégicos focados em assimetria de valor e resiliência setorial. No segmento de tecnologia, o rali da ASML motivou um rebalanceamento em favor da TSMC, que apresenta um valuation mais atrativo na cadeia de inteligência artificial. Paralelamente, a exposição à China foi ajustada com a redução de Baidu e aumento de Alibaba, após a convergência de fundamentos eliminar a vantagem relativa que antes favorecia a primeira.

No campo defensivo, a gestão reduziu a exposição em bens de consumo, setor pressionado por tarifas e pela migração do consumidor americano para produtos mais baratos. Em contrapartida, houve um reforço em Utilidades Públicas com a inclusão da Exelon; a escolha prioriza a baixa volatilidade do ativo para enfrentar o cenário de juros longos elevados, garantindo maior estabilidade ao portfólio frente à dinâmica de mercado atual.

[Fonte: XP Research]

Top Dividendos Globais - XP

Confira carteira completa

A XP promoveu ajustes na carteira Top Dividendos Globais no setor financeiro, com foco no segmento de atuação das instituições e não na exposição geográfica. A casa reduziu a posição em HSBC e elevou a participação em US Bancorp.

Segundo a XP, o movimento busca maior alinhamento ao benchmark da estratégia, o iShares Select Dividend ETF, que tem maior peso em bancos regionais dos Estados Unidos. A mudança também contribui para elevar o dividend yield total da carteira, atualmente em 2,6%.

[Fonte: XP Research]

Small Caps - BTG Pactual | Fevereiro

O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para fevereiro com a inclusão de Vitru [#VTRU3] e C&A [#CEAB3]. Segundo o banco, as mudanças buscam capturar oportunidades em empresas com valuation atrativo e gatilhos operacionais, em um cenário ainda marcado por forte fluxo de recursos para ações brasileiras.

Permanecem no portfólio Aura [#AURA33], Inter [#INBR32], Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], GPS [#GGPS3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3] e Tenda [#TEND3]. Já Unifique [#FIQE3] e Vivara [#VIVA3] deixaram a carteira após a revisão mensal.

[Fonte: BTG Pactual]

10SIM – BTG Pactual | Fevereiro

Confira a carteira completa

O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM para fevereiro, mantendo a estratégia geral, mas com ajustes pontuais diante do forte fluxo de capital estrangeiro para mercados emergentes. Segundo o banco, as entradas elevaram as avaliações do Ibovespa para patamares mais próximos da média histórica, o que levou a casa a buscar ações ainda com preços atrativos ou gatilhos específicos de valorização.

Axia entra no lugar da Equatorial; Rede D’Or sai, Localiza ganha peso

O BTG manteve a exposição a utilities em 20%, mas substituiu a Equatorial por Axia, mantendo a Eneva na carteira. A casa avalia que a Axia se beneficia do atual cenário de preços mais elevados de energia. Após forte desempenho, a Rede D’Or deixou o portfólio. Para preservar a exposição a empresas de fluxo de caixa de longo prazo, o banco aumentou o peso da Localiza para 15%, ante 10%.

Stone entra; PRIO substitui Embraer

A carteira ampliou a exposição ao setor financeiro. A Stone entrou com peso de 5%, apoiada em valuation considerado atrativo e na expectativa de pagamento relevante de dividendos após a venda da Linx. Os bancos seguem com 25% da carteira, com aumento da participação do Nubank para 15% e redução do Itaú para 10%. A Embraer saiu após forte valorização e foi substituída pela PRIO, que, segundo o BTG, negocia com elevado fluxo de caixa livre projetado para 2026. A Aura foi mantida, preservando a exposição a ativos dolarizados.

Allos substitui Cyrela; Raia completa a carteira

No setor imobiliário, a Cyrela deixou a carteira após a alta recente das ações. O BTG incluiu a Allos, operadora de shoppings, citando valuation atrativo e projeção de dividend yield de dois dígitos em 2026. A Raia Drogasil permanece entre as dez ações selecionadas para o mês.

Demais posições são mantidas

Além de Eneva, Axia, Localiza, Nubank, Itaú, Stone, PRIO, Aura, Allos e Raia Drogasil, o banco destaca que a composição segue equilibrada entre setores domésticos, exportadores e empresas com geração recorrente de caixa, em um cenário ainda sustentado pelo fluxo de investidores estrangeiros.

[Fonte: BTG Pactual]

Obrigado por ler TradeNews! Se inscreva para não perder nenhum dos nossos conteúdos.

Queda do bitcoin faz mercado cripto perder o equivalente a duas Petrobras

2 de Fevereiro de 2026, 09:49

O fim de semana foi de estrago para o bitcoin (BTC) e as altcoins. A indústria de ativos digitais perdeu cerca de US$ 220 bilhões em valor de mercado entre o sábado (31) e o domingo (1º), segundo dados da plataforma CoinMarketCap. O tombo equivale a mais de duas Petrobras (PETR4), hoje avaliada em torno de US$ 98 bilhões.

A pancada nas criptomoedas reflete um combo nada amigável que tomou conta dos mercados nos últimos dias: tensões geopolíticas, incertezas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos, o setor de tecnologia andando em terreno instável – e levando as criptos junto – além de um dólar mais forte.

Esse cenário elevou a aversão global ao risco a níveis altos. Nessas horas, investidores tendem a reduzir exposição a ativos considerados mais voláteis – e o bitcoin e as demais criptos acabam no centro das vendas.

Um bom termômetro disso são os ETFs (fundos negociados em bolsa) à vista de BTC nos Estados Unidos. Na semana passada, esses produtos registraram quase US$ 1,5 bilhão em resgates, segundo dados da plataforma SoSoValue – o maior volume semanal de retiradas em quase um ano.

O movimento gerou burburinho no mercado cripto. Depois de ter renovado máximas recentemente, o bitcoin entrou em uma sequência mais prolongada de quedas, reacendendo um velho debate entre investidores: afinal, qual é o papel do BTC na carteira? Onde fica o argumento do “ouro digital”?

Na manhã desta segunda-feira (2), o bitcoin é negociado na faixa dos US$ 78 mil, com queda de 0,59% no dia e 11,30% nos últimos sete dias. O ethereum (ETH) cai 4,30% hoje, para US$ 2.303,11, e 20% no acumulado semanal.

“Baleias” nadam contra a maré

Apesar da pressão vendedora, há um movimento curioso por baixo da superfície.

Enquanto investidores de varejo apertam o botão de venda, muitas vezes realizando prejuízos, as chamadas “baleias” – grandes detentores de criptomoedas – aproveitam os preços mais baixos para acumular ativos, segundo dados da Glassnode divulgados pelo portal CoinDesk. O número de entidades com mais de 1.000 BTC subiu de 1.207 em outubro para 1.303 hoje.

Na prática, segundo André Franco, CEO da Boost Research, isso significa “uma transferência de riqueza das ‘mãos fracas’ para investidores de longo prazo que antecipam a recuperação do mercado”.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h30.

Bitcoin (BTC):  -0,59%, US$ 78.052,12

Ethereum (ETH): -4,30%, US$ 2.303,11

XRP (XRP): -0,32%, US$ 1,64

BNB (BNB): -0,39%, US$ 766,37

Solana (SOL): -1,33%, US$ 103,09

Outros destaques do mercado cripto

Regras do BC dão a largada. As novas regras para o mercado de criptomoedas, publicadas pelo Banco Central do Brasil no fim do ano passado, começam a valer hoje. Na prática, o BC passa a definir quem pode atuar no mercado local, quais autorizações são necessárias e como algumas criptomoedas devem ser enquadradas. Um ponto importante: as stablecoins passaram a ser tratadas como operações de câmbio.

Mais uma stablecoin brasileira no pedaço. O Brasil acaba de ganhar mais uma stablecoin atrelada ao real: a BRLN. Ela foi lançada pela empresa Núclea e deve ser usada, inicialmente, para dar suporte aos processos internos de liquidação e compensação da firma. Vale lembrar: só nos últimos dois meses, quatro stablecoins ligadas à moeda brasileira foram lançadas ou anunciadas. Somadas às que já existem, o país caminha para ter 11 stablecoins “made in Brazil”.

Visa e Mastercard jogam água fria nas stablecoins. Stablecoins estão em alta, ok. Mas gigantes dos pagamentos como Visa e Mastercard ainda veem pouco apelo dessas criptos para os pagamentos do dia a dia – ao menos por enquanto. Em calls sobre resultados, executivos das empresas disseram que, em mercados desenvolvidos, os consumidores já contam com meios digitais rápidos e eficientes para pagar, o que acaba limitando a demanda por stablecoins no varejo.

Quer saber mais sobre cripto? Assine o morning call do InvestNews!

O que empresas como a dona do Center Norte fazem quando um executivo-chave morre de repente?

23 de Janeiro de 2026, 14:04

Otto Baumgart (1980-2026) sempre teve sucessão corporativa como um assunto de primeira ordem. Integrante da terceira geração do grupo familiar dono da Vedacit e do Center Norte, o empresário, que por anos liderou o conselho de administração da família, faleceu em 12 de janeiro, aos 45 anos, vítima de um câncer. Do seu legado, ficaram a consolidação de uma estrutura de governança corporativa e de processo sucessório no Grupo Baumgart.

O negócio da família foi criado pelo avô de Otto em 1936, um descendente de alemães também chamado Otto Baumgart. E a preocupação com o legado do negócio, motivou Otto (o neto) a estudar o tópico “sucessão familiar” desde cedo – esse foi o tema de sua monografia de conclusão de curso no Mackenzie, onde fez administração, e mais tarde, um dos assuntos em que mergulhou durante uma extensão acadêmica na Harvard Business School.

No início dos anos 2000, quando ele e seus primos já tinham alguma presença na empresa, o temor de que a continuidade do negócio corria algum risco motivou a segunda geração (seu pai e seus tios), a chamar os mais novos para uma conversa. Era preciso entender se todos estavam dispostos a continuar unidos à frente do grupo.

Com o “sim”, a terceira geração – composta por 10 primos de três núcleos familiares – Otto trabalhou para criar um acordo de acionistas e um protocolo da família Baumgart, que definia regras de quem poderia trabalhar no grupo, a educação mínima necessária e a exigência de ter experiências profissionais em outras empresas.

Desde 2017, os Baumgart saíram da operação e profissionalizaram a direção executiva para deixar os integrantes da família no conselho de administração e nos comitês da empresa.

No conselho, os primos dos três núcleos familiares se revezam nas cadeiras e no comando, ao lado de conselheiros independentes – que atuavam, nas palavras de Otto, como “algodão entre cristais”, mediando os planos dos núcleos familiares durante a estrutura de rodízio na presidência do conselho.

“É benéfico porque dá oportunidade de cada um dos núcleos exercer um pouco o poder e dar sua velocidade e sua visão ao negócio”, disse Otto em entrevista em fevereiro de 2025 ao podcast Ypocast, do YPO Brasil. Naquele momento, já com o diagnóstico de câncer, ele dedicava maior parte do seu tempo ao tratamento médico e se preparava para assumir novamente, em abril deste ano, o conselho da companhia, hoje ocupado pela prima, Gabriela Baumgart.

Antecipação de conflitos

Uma estrutura como a do Grupo Baumgart tem importância redobrada quando o assunto não é apenas troca de comando, mas a perda repentina de um acionista relevante, especialmente em empresas familiares.

É como uma “tríplice perda”, descreve Wagner Luiz Teixeira, sócio e presidente da Höft, consultoria que desenhou planos de governança corporativa em diversas empresas familiares. Formam esse trio o luto da família, o buraco aberto na condução da companhia e, muitas vezes, um efeito societário imediato, com risco de pulverização de participação, disputa entre herdeiros e desalinhamento entre núcleos familiares.

Segundo uma pesquisa da PwC, menos de um quarto das companhias familiares brasileiras tinham planos de sucessão definidos. Um acordo prévio entre os acionistas, segundo Teixeira, vira um “seguro”, impedindo que a confusão patrimonial ou disputas entre herdeiros paralisem o negócio.” Esse acordo deve garantir que a sociedade tenha regras de saída e entrada. “É o que permite à empresa ter continuidade independentemente de quem são os herdeiros ou se eles têm interesse no negócio.”

Hoje uma das unidades de negócio da multinacional de alimentos General Mills no Brasil, a Yoki foi comprada em 2012 pela americana após um vácuo na liderança do negócio após a saída do fundador, Yoshizo Kitano, que criou a empresa nos anos 1980. A empresa virou alvo de disputa entre as famílias das herdeiras, Misako Matsunaga e Yeda Kitano Cherubini. E a rixa levou à venda, por R$ 2 bilhões.

“Quando você consegue estruturar os acordos com antecedência, você consegue minimizar qualquer rixa familiar porque é a vontade da primeira geração”, observa Milena Brentan, psicóloga especializada em desenvolvimento para alta liderança. Sem isso, a empresa fica refém da incerteza e da insegurança jurídica no momento de maior fragilidade emocional da família.

Passagem de bastão

Um desenho sucessório bem-estruturado também impede que o legado de uma companhia se perca. Segundo os especialistas, a institucionalização dos processos permite uma empresa operar mesmo com a falta repentina de um executivo importante.

A fabricante de pães Wickbold, comprada no fim de 2025 pela mexicana Bimbo, passou por uma situação assim no fim dos anos 2000. A operação era tocada por Ronaldo Wickbold, filho do fundador, e por seu sobrinho, Edilberto. A morte precipitada de Edilberto, aos 33 anos por conta de um aneurisma cerebral, no entanto, deixou a empresa desestabilizada.

A cartada foi buscar a profissionalização do negócio, trazendo mais executivos do mercado para a alta gestão. A inclusão de pessoas de “fora do ninho” não significou, porém, o afastamento da família do comando. De 2016 até a venda para a gigante mexicana, a Wickbold foi liderada pelo bisneto do fundador, Pedro Wickbold.

O primeiro movimento numa situação como essa, diz Brentan, é mapear os cargos críticos e “ter um plano traçado de quem deve substituir a pessoa que o ocupava”, explica Brentan, sejam pessoas internas ou trazidas de fora. Numa empresa de tecnologia, por exemplo, não só cargo de CEO é crítico, mas também o de CTO, que lidera o desenvolvimento tecnológico. Numa varejista, um diretor de operações, por exemplo, pode ter mais atribuições no dia a dia da empresa do que o CEO.

A partir daí, o caminho é distribuir responsabilidades daquele C-Level ou fundador entre os executivos que eram mais próximos do dia a dia, com o cuidado de não pulverizar demais as funções e tornar a estrutura de gestão mais complexa, diz Brentan.

“Quando um evento assim pega a companhia de surpresa, algumas ações acabam acontecendo a toque de caixa, e é aí que se vê se havia um plano de sucessão contínua de verdade. O ideal é ter um acompanhamento permanente das posições-chave, com planos desenhados com horizonte de médio e longo prazo”, acrescenta Luiz Marcatti, presidente da Mesa Corporate Governance.

Abílio Diniz
Abílio Diniz: no processo de sucessão, legado de paixão por varejo não se manteve (Foto: Divulgação)

Mas só os processos formais não são suficientes para garantir o legado. Na Península, empresa de investimentos do empresário Abílio Diniz, morto em 18 de fevereiro de 2024, a sucessão formal, com testamento e nomes combinados para o pós-morte foram endereçadas, segundo uma pessoa próxima ouvida pelo InvestNews. Só que não bastou.

“O investimento no Carrefour, no Brasil e no exterior, era uma vontade muito particular de Abílio”, diz essa fonte. Mas a Península vendeu toda sua participação no Carrefour em novembro do ano passado. “Ficou a impressão de que a família não tinha o mesmo apetite para carregar esse tipo de exposição e de engajamento.”

É preciso que haja uma “corrida de revezamento de bastão”, nas palavras de Teixeira, sócio da Höft. “Se o fundador toma todas as decisões sozinho até morrer, mesmo que exista um sucessor nomeado no papel, o legado é transmitido. Sem a vivência compartilhada das decisões, o sucessor recebe o cargo, mas não a ‘alma’ do negócio”. E na ausência de passagem de bastão, o mais provável é que a corrida acabe antes.

*Colaborou Felipe Mendes

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Templo do luxo nos EUA, Saks pede recuperação judicial

14 de Janeiro de 2026, 11:23

A Saks Global Enterprises entrou com pedido de recuperação judicial (Chapter 11) para lidar com prejuízos crescentes e uma dívida elevada que vem pesando sobre a icônica varejista de luxo – o que coloca gigantes como LVMH, Kering (dona da Gucci) e Chanel na lista de credores.

A companhia estimou que seu número de credores fique entre 10 mil e 25 mil, numa lista que inclui a Chanel, com cerca de US$ 136 milhões, seguida pela Kering (controladora da Gucci), com US$ 60 milhões. O conglomerado de luxo LVMH tem US$ 26 milhões a receber.

A empresa, que opera as lojas Saks Fifth Avenue junto com Bergdorf Goodman e Neiman Marcus, entrou com o pedido de Chapter 11 no Texas, segundo informou em comunicado.

A Saks nomeou o ex-CEO do Neiman Marcus Group, Geoffroy van Raemdonck, como novo CEO e disse que está avaliando sua “pegada operacional” para investir onde há maior potencial de longo prazo.

O movimento ocorre pouco mais de um ano depois de investidores de dívida terem fornecido à Saks bilhões de dólares em novas dívidas para ajudar a financiar a aquisição da Neiman Marcus. Mas, em poucos meses, esses títulos despencaram para níveis de forte estresse, e, no fim de 2025, a Saks deixou de pagar juros devidos a detentores de bonds, num total superior a US$ 100 milhões.

“Este é um momento definidor para a Saks Global, e o caminho adiante apresenta uma oportunidade relevante para fortalecer a base do nosso negócio e posicioná-lo para o futuro”, disse van Raemdonck no comunicado. Van Raemdonck substituiu Richard Baker, que deixou o cargo na terça-feira.

A Saks garantiu aproximadamente US$ 1,75 bilhão em financiamento, incluindo US$ 1,5 bilhão de um grupo ad hoc de detentores de bonds seniores com garantia da companhia, segundo o comunicado divulgado na quarta-feira. As lojas das marcas Saks Fifth Avenue, Neiman Marcus, Bergdorf Goodman e Saks OFF 5TH permanecerão abertas, acrescentou a empresa.

A varejista afirmou que espera manter todos os programas para clientes, fazer pagamentos futuros a fornecedores e continuar pagando salários e benefícios dos funcionários durante o processo de Chapter 11.

@investnewsbr

Entre inovação em produtos, experiência imersiva nas lojas e estratégias digitais, a Sephora mostra como mantém sua liderança em um mercado de beleza cada vez mais competitivo. #sephora #beleza #negócios

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

Após aprovação do tribunal, o financiamento “debtor-in-possession” (DIP) de US$ 1 bilhão, vindo do grupo ad hoc, fornecerá liquidez para financiar as operações da Saks e iniciativas de reestruturação, disse a empresa no comunicado. Um adicional de US$ 500 milhões em financiamento ficará disponível quando a companhia sair da recuperação judicial — o que é esperado para mais tarde neste ano —, acrescentou.

Os provedores desse novo dinheiro também poderão incorporar (“roll up”) parte de seus bonds atuais na nova linha de financiamento, de acordo com um documento apresentado ao tribunal na quarta-feira.

Momento de virada da Saks

A recuperação judicial é um marco para a Saks, cuja história remonta a mais de 150 anos. Sua loja principal na Quinta Avenida de Nova York foi inaugurada em 1924, quando o trecho desse endereço — hoje um dos mais valiosos do mundo — era majoritariamente residencial. Nas décadas seguintes, o negócio se expandiu de costa a costa, tornando-se uma porta de entrada para a alta moda para muitos americanos, e abriu capital pela primeira vez em meados dos anos 1990.

Mas a empresa tem tido dificuldade para se adaptar às mudanças do setor, à medida que as marcas de luxo vendidas em suas lojas de departamento também passaram a comercializar diretamente ao consumidor. A varejista vinha negociando uma reestruturação com credores e avaliando outras formas de reforçar a liquidez — incluindo levantar financiamento emergencial ou vender ativos —, mas acabou optando pelo Chapter 11.

O caminho até a recuperação judicial foi turbulento em alguns momentos nas últimas semanas, à medida que credores se frustraram com a situação da empresa e com sua equipe de gestão. Foi apenas em junho que credores adicionaram centenas de milhões de dólares em dívida à Saks numa tentativa de melhorar suas finanças, como parte de um acordo que reorganizou a ordem de prioridade de pagamento entre os credores.

O acordo criou múltiplas camadas de detentores de bonds, cada uma com diferentes direitos sobre os ativos da companhia. A linha de crédito com lastro em ativos (asset-backed lending facility) da Saks também foi alterada para exigir que a empresa mantivesse um nível mínimo de liquidez excedente, mas o desempenho ficou abaixo do esperado desde então.

A Saks reduziu sua projeção para o ano inteiro em outubro, depois de reportar queda nas vendas ligada a desafios de gestão de estoques, e uma redução de 13% na receita, na comparação anual, para US$ 1,6 bilhão no segundo trimestre.

No documento apresentado ao tribunal, o diretor de reestruturação da Saks, Mark Weinsten, afirmou que o financiamento levantado durante o verão (no Hemisfério Norte) se mostrou insuficiente para quitar o que a empresa devia a parceiros comerciais ou para restabelecer o fluxo de estoques aos níveis planejados antes da temporada de fim de ano.

Isso não só afetou a receita, como também limitou a capacidade da companhia de acessar sua linha de crédito garantida por ativos. Por fim, no início de janeiro — um período de baixa sazonal para vendas —, a empresa enfrentou uma “tempestade perfeita” de desafios de liquidez.

💾

Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.

Bitcoin pega embalo com ajuda dos ETFs e da inflação dos EUA

14 de Janeiro de 2026, 09:51

Depois de alguns dias em queda ou andando de lado, o bitcoin (BTC) acordou de melhor humor nesta quarta-feira (14) e voltou a namorar a faixa dos US$ 95 mil – movimento que respingou também nas demais criptomoedas.

Um dos impulsionadores foi a inflação ao consumidor dos Estados Unidos (CPI), que subiu 0,3% em dezembro e ficou em 2,7% em 2025. Tudo dentro do que o mercado já esperava.

“Os dados de inflação tinham potencial para funcionar como catalisador, ajudando o mercado a sair do congestionamento recente e buscar um movimento mais direciona”, disse Marco Aurelio Camargo, CIO da Vault Capital

A inflação, junto com o dado de emprego divulgado na semana passada, reforça a narrativa de que cortes de juros podem estar no horizonte – o que é sempre música para os ouvidos de quem investe em cripto e outros ativos de risco.

Agora, resta saber se o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) vai mesmo apertar o botão neste ano. Vale lembrar que Jerome Powell, presidente da instituição, anda sob uma pressão danada de Donald Trump, depois da abertura de uma investigação sobre um projeto de reforma de prédios históricos.

O empurrão dos ETFs

Outro empurrãozinho para o bom humor do mercado veio dos ETFs (fundos negociados em bolsa) de bitcoin nos EUA. Ontem, eles registraram entradas de US$ 753,7 milhões – o maior volume diário desde 7 de outubro, segundo a plataforma SoSoValue.

Esse tipo de fluxo costuma funcionar como um vento a favor para o preço do bitcoin. Quando entra mais dinheiro nos ETFs, os gestores precisam comprar BTC no mercado para montar as posições, o que aumenta a demanda e ajuda a puxar as cotações para cima.

O projeto de lei dos EUA

Além dos dados macro e do fluxo para os ETFs, há mais um ingrediente animando a indústria. Nesta quinta-feira (15), o Senado dos EUA deve votar o Clarity Act, um projeto super aguardado que busca criar um marco regulatório para o setor cripto.

Havia, porém, um trecho do texto que vinha tirando o sono dos players: a possível proibição de stablecoins pagarem rendimento. Hoje, por exemplo, quem deixa o dólar digital USDC “parado” em certas plataformas consegue algo perto de 3,5% ao ano.

Só que o clima mudou. O comitê bancário da Casa apresentou uma espécie de ajuste na proposta e, pelo que está desenhado agora, a ideia é liberar esse tipo de recompensa. Ou seja: as stablecoins ganharam uma sobrevida no jogo da renda passiva.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 9h40.

Bitcoin (BTC):  +3,31%, US$ 95.043,27

Ethereum (ETH): +5,15%, US$ 3.291,10

XRP (XRP): +3,03%, US$ 2,12

BNB (BNB): +2,92%, US$ 933,50

Solana (SOL): +1,83%, US$ 144,40

Outros destaques do mercado cripto

Bancos não curtem a renda passiva das stablecoins. Como era de se esperar, os bancos não estão nada animados com essa história de stablecoins pagando rendimento. O CFO do JPMorgan, Jeremy Barnum, disse que isso cria uma espécie de “sistema bancário paralelo”. Segundo ele, empresas de cripto estão oferecendo algo muito parecido com contas bancárias – rendem juros e tudo – só que sem o mesmo nível de supervisão, exigências de capital ou proteção ao investidor. Tradução: a disputa ficou séria.

Kobra entra no mundo dos NFTs. O muralista brasileiro Eduardo Kobra, conhecido no mundo todo, resolveu dar um pulo no universo cripto e transformar suas obras em tokens não fungíveis (NFTs). Para quem anda meio por fora: NFT é um bem digital único, registrado em blockchain. Esse mercado esfriou nos últimos anos, mas já viveu dias de glória – com obras sendo vendidas por milhões de dólares.

Imóvel de luxo vira token no Brasil. A onda da tokenização – o processo de transformar ativos tradicionais em tokens na blockchain – segue firme no Brasil. A startup Rooftop captou R$ 17,2 milhões com tokens imobiliários lastreados em um imóvel de alto padrão no condomínio Quinta da Baroneza, localizado entre Itatiba e Bragança Paulista, em São Paulo. Na prática, é o mercado imobiliário mergulhando cada vez mais na tecnologia por trás das criptos.

Quer saber mais sobre cripto? Assine o morning call do InvestNews!

Copa do Mundo e geladeira bivolt: os trunfos da LG para disputar mercado com Samsung e Brastemp

9 de Janeiro de 2026, 06:00

Três décadas depois de desembarcar no Brasil, a sul-coreana LG começa 2026 com um plano apoiado em duas grandes frentes para ampliar sua receita no país em 30% nos próximos dois anos. Hoje, o mercado brasileiro já figura entre os três maiores da companhia no mundo, ao lado da Coreia do Sul e dos Estados Unidos.

A estratégia da multinacional combina o aumento da procura por televisores em um ano de Copa do Mundo com uma inflexão mais estrutural na chamada linha branca — que inclui geladeiras, máquinas de lavar e outros eletrodomésticos —, marcada pela inauguração de uma fábrica bilionária no Paraná no segundo semestre.

Segundo Rodrigo Fiani, vice-presidente de vendas da LG no Brasil, é justamente nos segmentos de refrigeradores e lavadoras que está a principal fonte de receita da companhia no mundo, mas que ainda não se traduziu em escala no mercado brasileiro. “No Brasil, essa presença ainda é tímida porque praticamente todo o portfólio é importado”, diz.

Brasil na tela

Para as fabricantes de TV, como a LG, há um momento que funciona como espécie de Copa do Mundo: a própria Copa do Mundo. É nesse período que os brasileiros tendem a adiantar a troca de aparelho, m migrando para modelos maiores.

Na avaliação da companhia, porém, o consumidor está mais seletivo. Passou a valorizar características que vão além do tamanho e do preço.

Qualidade de imagem em ambientes iluminados, taxas de atualização mais altas para esportes e games e integração com plataformas de streaming ganharam mais peso na decisão de compra. Segundo Fiani, em um mercado maduro o consumidor não troca mais a TV apenas por necessidade, mas pelo tipo de uso que espera fazer do aparelho.

Rodrigo Fiani, vice-preisdente de vendas da LG no Brasil
Rodrigo Fiani, vice-preisdente de vendas da LG no Brasil (Divulgação)

O mercado brasileiro de televisores é liderado pela Samsung, que construiu ao longo dos anos uma posição dominante tanto em volume quanto em percepção de marca, apoiada em escala e forte presença no varejo. 

A LG aparece logo atrás entre os principais players, disputando espaço sobretudo nos segmentos de maior valor agregado. Enquanto isso, fabricantes chinesas como a TCL avançam com força nas categorias intermediárias e aumentam a pressão competitiva sobre preços.

Mas, para a LG, o verdadeiro salto não está apenas no calendário esportivo. A aposta em TVs ajuda a ganhar fôlego no curto prazo, enquanto a virada mais estrutural da operação brasileira começa a ser preparada para a segunda metade do ano.

Fábrica bilionária

Se a Copa ajuda a impulsionar o curto prazo, é na linha branca que a LG aposta suas fichas — mais precisamente R$ 1,5 bilhão em fichas. O valor está sendo investido na construção de uma nova fábrica no Paraná, com inauguração prevista para o segundo semestre, voltada à produção local de refrigeradores e lavadoras.

O projeto marca a primeira tentativa consistente da companhia de ganhar escala em um mercado no qual, até aqui, sua presença era marginal. Hoje, o setor é dominado pela americana Whirlpool, dona das marcas Brastemp e Consul, além da sueca Electrolux. A LG possui 3% de participação em linha branca no país. A meta declarada é chegar a 20% de market share nos próximos anos.

Com 770 mil metros quadrados, a fábrica no Paraná nascerá focada na produção de geladeiras e terá capacidade inicial para fabricar até 500 mil unidades por ano, segundo a empresa. A partir de 2027, o plano prevê a entrada de máquinas de lavar e das lava e seca, ampliando o portfólio local.

Obras na futura fábrica de geladeiras e lavadoras da LG no município de Fazenda Rio Grande (PR)
Obras na futura fábrica de geladeiras e lavadoras da LG no município de Fazenda Rio Grande (PR) (Divulgação)

A ofensiva começa pelos refrigeradores, com o lançamento de 25 modelos já no primeiro ano de operação, cobrindo do segmento intermediário ao premium. A ideia, segundo Rodrigo Fiani, não é disputar apenas nichos de maior valor agregado, mas massificar a oferta e ganhar escala no varejo. O Brasil vende quase 5 milhões de geladeiras por ano, movimentando mais de R$ 15 bilhões a cada 12 meses, com forte concentração nos produtos de preço intermedário.

Um dos símbolos dessa abordagem é a aposta em geladeiras bivolt — uma característica ainda pouco disseminada no mercado brasileiro. Mais do que um diferencial técnico para o consumidor, o recurso tem impacto direto na cadeia de vendas. “Para o varejista, ter um único produto que funciona em qualquer voltagem simplifica muito a operação e reduz erros na hora da compra”, diz Fiani.

Até aqui, a atuação da LG na linha branca no Brasil era limitada pela dependência de produtos importados, o que restringia o portfólio aos modelos mais caros. “Quando tudo vem de fora, não faz sentido eu encher o contêiner com produtos de menor preço. O custo logístico acaba empurrando a operação para o topo do portfólio”, afirma o executivo.

Geladeira e lavadoras da LG
Geladeira e lavadoras da LG: produtos de linha branca atualmente são importados (Bloomberg)

Com a produção local, essa lógica muda. A fabricação no Brasil permite ampliar o leque de modelos, reduzir custos e tornar os preços mais competitivos. Hoje, a geladeira mais barata da LG custa cerca de R$ 3 mil, enquanto modelos equivalentes de concorrentes partem de R$ 2 mil — uma diferença que a companhia espera reduzir à medida que a nova planta entre em operação.

Hoje, a principal fonte de receita — e, sobretudo, de lucro — da LG é a divisão de Home Appliance Solution, responsável pela linha branca do grupo. No terceiro trimestre do ano passado, a unidade faturou US$ 4,9 bilhões gloobalmente, e registrou lucro operacional US$ 270 milhões.

O contraste aparece quando se olha para o negócio de TVs. A divisão de Media Entertainment, que reúne televisores e outros produtos de entretenimento doméstico, foi a segunda maior em receita no mundo, com US$ 3,4 bilhões no 3T25. Ainda assim, o segmento encerrou o período com prejuízo operacional, refletindo a pressão de preços e a competição acirrada.

No consolidado, a LG global registrou receita líquida US$ 16 bilhões — e lucro operacional US$ 500 milhões. A empresa não divulga números específicos da operação brasileira.

O próximo Lehman pode ser cripto? O risco escondido nas stablecoins

8 de Janeiro de 2026, 17:49

As stablecoins – criptomoedas atreladas a outros ativos, como o dólar – cresceram rápido demais. Hoje, já somam um valor de mercado de cerca de US$ 317 bilhões, o equivalente a 10% dos US$ 3,1 trilhões da indústria de ativos digitais. Tradicionalmente, elas são usadas para trading. Porém, aos poucos, também vêm invadindo o sistema financeiro: aparecem em remessas internacionais, plataformas de pagamento, compra de títulos públicos e até em parcerias com gigantes como Visa e Mastercard.

É algo inovador sim – afinal, cripto é mais rápida, funciona 24 horas por dia e corta intermediários, reduzindo um bocado dos custos. Mas esse avanço todo também acende um alerta. Se essas moedas digitais estão com os braços espalhados por todo o sistema financeiro, um problema maior com seus emissores – risco inerente a qualquer empresa, especialmente num setor cuja regulação ainda está sendo construída – pode virar o estopim de um risco sistêmico. Ou seja, uma bela bagunça em escala global.

Risco sistêmico é quando o problema de uma parte do sistema tem efeito dominó e começa a derrubar o resto. Imagine um grande banco quebrando: outras instituições têm dinheiro aplicado nele, empresas dependem dele para operar, investidores entram em pânico, o crédito trava e a economia desacelera. Um exemplo clássico é a quebra do Lehman Brothers, em 2008, que tinha cerca de US$ 639 bilhões em ativos e espalhou a crise pelo mundo inteiro.

Cripto é igual? Não exatamente – mas a lógica do risco é parecida.

Se uma stablecoin grande quebrar (poucas dominam o mercado), o problema não fica restrito a ela: exchanges que usam essa moeda como base de negociação travam, fundos e empresas que guardam caixa nelas ficam com buracos no balanço e até o mercado de títulos públicos pode sentir o impacto, porque eles compõem parte do lastro delas. O filme é conhecido: pânico, vendas forçadas, contágio e crise de confiança.

“Elas (as stablecoins) se tornaram fundamentais para pagamentos, liquidação e liquidez internacional. Com o crescimento da tokenização e parcerias com bancos tradicionais, uma crise geraria um choque de liquidez imediato em empresas que as utilizam para capital de giro e pagamentos”, disse Gabriel Fioravante, professor da FIA Business School.

“Os sinais de contágio aparecem no volume investido e no interesse crescente de instituições como Morgan Stanley e Bank of America, além de empresas de pagamento como Visa, Mastercard e PayPal”, falou Humberto Aillón, professor da FIPECAFI.

Vamos por partes.

Risco de concentração extrema

Hoje, as duas maiores stablecoins mercado – a USDT e a USDC – concentram 82% do valor de mercado das stablecoins. A USDT, sozinha, abocanha pouco mais da metade – 58,68%. É uma gigante cripto. Isso cria um problema simples: se essas duas empresas tiverem problemas, quase todo o mercado sente. É o clássico problema de “too big to fail” no mundo cripto.

E não existe “banco central das stablecoins”. Em crises do sistema tradicional, essas entidades podem comprar títulos públicos, ativos privados, injetar liquidez no sistema, abrir linha de crédito etc. Mas no caso das stablecoins, não há nada disso.

Volatilidade e risco de corrida

Mesmo prometendo estabilidade, stablecoins podem perder a paridade se houver dúvidas sobre reservas ou governança. Em crises, investidores correm para sair ao mesmo tempo. Como nem todos conseguem resgatar direto no emissor, vendem no mercado com desconto, alimentando o pânico.

Isso já aconteceu.

A Tether, emissora da USDT, já perdeu a paridade em momentos de estresse. No fim do ano passado, a S&P Global Ratings, uma das principais agências de classificação de risco do mundo, rebaixou a capacidade da moeda de manter o vínculo com o dólar para a pior nota da escala, citando justamente falta de transparência e maior risco dos ativos.

Impacto no mercado de títulos públicos

Hoje, stablecoins já detêm cerca de 2% de todos os T-bills (títulos americanos de curto prazo), segundo relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) publicado no final do ano passado. Veja o caso da Tether. Seu último balanço mostra US$ 127 bilhões em treasuries – mais do que a Alemanha. É ótimo para o governo dos EUA, que tem cada vez mais compras de sua dívida. No entanto, apontou o FMI, isso também pode ser um problema.

Se continuarem crescendo, disse a entidade, eles podem distorcer o funcionamento desse mercado, pressionando os juros (rendimento) para baixo. Pior: em caso de corrida, o emissor teria de vender enormes volumes de títulos de uma vez, causando “fire sales” (venda forçada e apressada de ativos) e bagunçando mercados que são a base do sistema financeiro e da política monetária.

“Uma deterioração grave nesses mercados poderia potencialmente exigir a intervenção do banco central. Além disso, uma deterioração no mercado de títulos do Tesouro poderia impactar negativamente a capacidade do governo de captar recursos”, disse a entidade.

Concorrência com depósitos bancários

Se stablecoins se tornarem amplamente usadas fora do sistema bancário tradicional (por exemplo, em pagamentos ou reservas de valor), isso pode reduzir depósitos bancários – o que enfraquece uma fonte tradicional de financiamento para bancos, segundo o FMI. Essa perda de depósitos pode, em teoria, reduzir a capacidade dos bancos de emprestar à economia e aumentar o custo do crédito se os bancos tiverem que substituir esses depósitos por fontes de financiamento mais caras

Em países frágeis, stablecoins em dólar podem substituir a moeda local rapidamente. Isso poderia enfraquecer o controle do banco central sobre juros e liquidez, reduz a arrecadação de senhoriagem (o “lucro” que um governo obtém ao emitir dinheiro) e dificulta a política monetária, ainda segundo a entidade. E isso pode acontecer muito mais rápido do que a dolarização tradicional, porque stablecoins funcionam via celular e internet.

Regulação poderia dar um help?

A regulação normalmente chega depois da tecnologia – e no caso das stablecoins isso tem se confirmado. Regras e supervisão ainda variam muito entre países, o que pode ser um problema sério se algo der errado.

Alguns países e blocos já avançaram: exigem reservas um pouco mais transparentes, mecanismos de resgate e proteção ao cliente, e estabeleceram frameworks específicos para moedas digitais. No ano passado, os Estados Unidos publicaram a Genius Act, visto por analistas como um grande avanço para o setor. Também tem a regulamentação de mercados de ativos digitais europeia, a MiCA. Enquanto isso, outros países ainda estão no começo – ou sequer têm legislação clara.

Essa desigualdade, segundo o Banco Central Europeu (BCE), cria lacunas regulatórias que podem ser exploradas por emissores de stablecoins escolhendo operar em lugares com regras mais leves. Falando especificamenteo do bloco, a entidade disse seguinte:

“As discrepâncias globais entre as jurisdições constituem a principal fonte de risco das stablecoins para a zona do euro. Apesar das muitas semelhanças entre os diversos conjuntos de legislação, permanecem diferenças importantes em relação aos requisitos de reserva e se as taxas de resgate são permitidas ou não, por exemplo. Essas diferenças facilitam a arbitragem regulatória”.

O professor Humberto Aillón, da FIPECAFI, lembrou que, no Brasil, o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vêm trabalhando com foco na segurança do investidor. A regulamentação foi publicada no fim do ano passado e aumentou as exigências de reservas, regras de custódia e governança, em linha com o marco legal dos criptoativos (Lei 14.478/22).

Ainda assim, por se tratar de uma classe de ativos relativamente nova e muito dependente de infraestrutura de blockchain e tecnologia, o consenso no mercado é que a regulação ainda tem bastante espaço para ajustes e melhorias, disse.

O lado A

Existe todo esse medo, mas nem tudo é problema – claro. Apesar dos riscos, as stablecoins resolvem problemas reais – como já foi falado muito por aqui e em vários veículos. Elas tornam pagamentos internacionais mais rápidos e baratos, podem ser usadas para viagem, reduzem intermediários, funcionam de domingo a domingo, e já estão sendo usadas por empresas e bancos para liquidação financeira.

Além disso, as firmas emissoras estão se mexendo e melhorando cada vez mais. “A transparência melhorou significativamente. Emissores como a Circle (dona da USDC) utilizam a BlackRock para gerir reservas, com auditorias regulares e verificáveis”, lembrou Fioravante, professor da FIA Business School. Contudo, falou, o mercado ainda cobra auditorias “em tempo real” para garantir que cada token tem 100% de cobertura em ativos seguros, e não em papéis comerciais de menor qualidade

O ponto, dizem especialistas, não é frear a tecnologia. É impedir que ela cresça rápido demais sem uma rede de proteção, como já aconteceu tantas vezes na história do sistema financeiro.

Carteiras de janeiro: confira a atualização das principais casas para o mês

2 de Janeiro de 2026, 09:36

O post será atualizado à medida que novas divulgações estiverem disponíveis

Calendário da Semana

No cenário internacional, a agenda dos Estados Unidos trará os principais indicadores de mercado de trabalho de dezembro, com ênfase ao Payroll e à taxa de desemprego.

Na China, serão conhecidos os índices de inflação ao consumidor e ao produtor do último mês.

No Brasil, o protagonista da próxima semana será o IPCA de dezembro e, por consequência, o fechamento anual do índice.

Rentabilidade das principais classes de ativos em 2025

Ativos reais lideraram com folga. Ouro assumiu protagonismo, impulsionado por busca global por proteção, juros reais menores e ruído geopolítico persistente. Bolsa brasileira entregou desempenho expressivo, com Ibovespa, small caps e ações de dividendos surfando combinação rara de corte de juros, reprecificação de risco local e retorno do investidor estrangeiro.

Carteira Top Dividendos - XP

A XP promoveu mudanças na Carteira Top Dividendos para janeiro de 2026, com a retirada de AXIA3 após a valorização recente das ações, que já incorporou os anúncios de distribuição de dividendos e o cenário de preços mais altos de energia no longo prazo.

No lugar, a casa aumentou a exposição a CPLE3, elevando o peso de 10% para 15%. A decisão considera a queda recente do papel, o histórico consistente de pagamento de dividendos e a melhora nos resultados operacionais. A migração para o Novo Mercado também elevou a liquidez e os padrões de governança da companhia, o que pode ampliar o interesse de investidores estrangeiros. A XP estima uma TIR de 9,4% para a ação.

Confira a carteira completa

Carteira Top Small Caps - XP

A Carteira Top Small Caps da XP passou por ajustes para janeiro de 2026, com redução de CURY3, de 10% para 7,5%, em movimento de realização de lucros após a recente valorização das ações. A casa segue com visão positiva para a companhia no longo prazo.

Ao mesmo tempo, a XP elevou a participação de POMO4, de 5% para 7,5%, citando um cenário operacional mais favorável em 2026, sobretudo no mercado externo, além de dividend yield atrativo e valuation descontado.

Confira a carteira completa

Carteira Top Ações - XP

A XP realizou ajustes na Carteira Top Ações para janeiro de 2026, com foco em realização de lucros e reforço em teses com melhor assimetria. A principal mudança foi a saída de Axia [#AXIA3], após a valorização recente do papel já refletir os anúncios de dividendos e o cenário de preços de energia no longo prazo.

Em seu lugar, a corretora incluiu Sabesp [#SBSP3], com peso de 5%, destacando a revisão tarifária anunciada em dezembro como um evento relevante de redução de risco, além da melhora operacional desde a privatização. A XP também reduziu a participação em Cyrela [#CYRE3], de 10% para 5%, em movimento de realização de lucros, e elevou o peso de Mercado Livre [#MELI34], de 5% para 10%, avaliando a recente fraqueza do papel como oportunidade de compra.

Confira a carteira completa

Carteira de Alocação PF - XP

Com a Selic ainda em patamar elevado e a inflação mostrando sinais de maior controle, a XP manteve em janeiro de 2026 uma estratégia de alocação para pessoa física focada em capturar retorno real na renda fixa, com ajustes pontuais no perfil de risco.

Na renda fixa pós-fixada, a recomendação segue acima do nível neutro. A XP avalia que os ativos atrelados ao CDI continuam oferecendo retorno real acima da média histórica, mas alerta para a necessidade de cautela em emissões de crédito privado, diante de uma relação risco-retorno menos atrativa para alguns emissores.

Para a renda fixa indexada à inflação, a alocação permanece neutra, com duration média próxima de seis anos. Apesar da compressão dos spreads ao longo de 2025, os retornos nominais seguem elevados, sustentando o carrego. A casa reforça a importância de seletividade, priorizando emissores de melhor qualidade e fundos com gestão ativa.

Nos prefixados, a XP mantém recomendação acima da neutra. A expectativa é de ganhos adicionais com marcação a mercado caso a inflação siga comportada e as expectativas permaneçam ancoradas. A orientação é concentrar a exposição em títulos de duration intermediária, ao redor de três anos, para mitigar riscos fiscais e a volatilidade associada ao cenário eleitoral.

Confira a carteira completa

Small Caps - BTG Pactual

A carteira de Small Caps do BTG para janeiro conta com duas novidades. Sanepar [#SAPR11] e Pague Menos [#PGMN3] passaram a integrar o portfólio. Em contrapartida, Eztec [#EZTC3] e Track&Field [#TFCO4] deixaram a carteira. As demais posições foram mantidas.

Sanepar e Pague Menos entram
Segundo o BTG, a Sanepar negocia a múltiplos baixos e apresenta potencial relevante de reprecificação, especialmente diante do cenário político de 2026, que pode destravar ganhos de eficiência ou avanços em direção à privatização. Já a Pague Menos foi incluída após melhora do momento operacional, com revisão positiva de estimativas, ganhos de eficiência e expectativa de desempenho acima do setor farmacêutico.

Quem permanece na carteira
Aura, Copasa, GPS, 3tentos, Vivara, Tenda, Unifique e Inter seguem no portfólio. O banco destaca que as empresas mantidas apresentam fundamentos sólidos, gatilhos relevantes para os próximos trimestres e bom equilíbrio entre crescimento, rentabilidade e valuation.

Confira a carteira completa

Top ações globais - XP

A XP Investimentos promoveu ajustes na carteira Top Ações Globais para janeiro de 2026, com foco em reduzir a exposição ao setor industrial e ampliar a aposta em comunicações. A principal mudança foi a saída de Lockheed Martin [#LMT], cuja posição foi zerada, e o aumento do peso de Disney [#DIS].

No setor industrial, a XP retirou a Lockheed Martin após um período de correções no segmenvato de defesa e aliação de que o nível atual de preços oferece mais riscos do que gatilhos claros de valorização, apesar da alta registrada pelo papel em dezembro.

Já em comunicações, a corretora elevou a participação da Disney, destacando a recuperação recente das ações e a avaliação de que a empresa segue negociando a múltiplos atrativos. O streaming continua como principal vetor de crescimento, enquanto os negócios de mídia tradicional e parques seguem como suporte de resultados.

Confira a carteira completa

Top dividendos globais - XP

A XP manteve inalterada a carteira Top Dividendos Globais para janeiro de 2026, após um mês de desempenho positivo. Em dezembro, a estratégia avançou 2,6%, superando em 316 pontos-base o iShares Select Dividend ETF, que recuou no período. A avaliação é de que os fundamentos seguem sólidos para o início do ano.

Confira a carteira completa

10SIM - BTG Pactual

O BTG Pactual atualizou a carteira 10SIM para janeiro, com ajustes voltados a um início de 2026 positivo, mas marcado por maior volatilidade. A casa avalia que o ciclo de queda de juros no Brasil deve sustentar o desempenho das ações no curto prazo, mesmo com política monetária mais estável nos EUA e aumento das incertezas políticas ao longo do primeiro trimestre.

Raia e Itaú entram; Smartfit e Copel saem

O banco aumentou a exposição ao setor financeiro para 25%, com o retorno do Itaú [#ITUB4], com peso de 15%. O Nubank [#ROXO34] foi mantido, mas teve participação reduzida para 10%. No varejo, a Raia Drogasil [#RADL3] entrou na carteira no lugar da Smartfit [#SMFT3]. A Copel [#CPLE6] deixou o portfólio para acomodar as mudanças.

Mais proteção com Aura; Direcional sai

Buscando maior equilíbrio, o BTG elevou a exposição a exportadoras para 15% com a inclusão da Aura [#AURA33], produtora de ouro, com peso de 5%. A Embraer [#EMBJ3] segue na carteira. Para a entrada da Aura, a Direcional [#DIRR3] foi excluída e a exposição ao setor de habitação caiu para 10%, com Cyrela [#CYRE3] mantida.

Demais posições são mantidas

A carteira segue com 20% alocados em utilities, com Eneva [#ENEV3] e Equatorial [#EQTL3], e outros 20% em empresas de fluxo de caixa mais longo, como Localiza [#RENT3] e Rede D’Or [#RDOR3].

Confira a carteira completa

Obrigado por ler TradeNews! Se inscreva para não perder nenhum dos nossos conteúdos.

❌