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Tebet declara R$ 10,6 mi em patrimônio ao registrar candidatura ao Senado por SP

13 de Agosto de 2026, 21:57
Simone Tebet filiação PSB

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) registrou sua candidatura ao Senado Federal por São Paulo junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira, 13. Ao órgão, a ex-ministra declarou ter R$10,6 milhões.

Uma junção de terras rurais em Alvorada do Sul (MS) é responsável por grande parte dessa soma, tendo o valor de R$ 8,9 milhões. O resto do montante se divide entre terrenos urbanos, apartamentos e uma casa.

No ano de 2022, quando Tebet concorreu à Presidência da República, a ex-ministra declarou ter R$ 2,3 milhões. As fazendas em Alvorada do Sul não constam no registro do TSE.

Na pesquisa Ideia/ACSP divulgada na segunda-feira, 10, a candidata figurava no topo de intenções de voto ao Senado, com 26,8%. Ela faz parte da coligação “Federação Brasil da Esperança”, encabeçada pelo presidente Lula.

A ex-ministra iniciou a carreira política em 2002, quando foi eleita deputada estadual de Mato Grosso do Sul. Em 2004, foi eleita prefeita de Três Lagoas, sendo reeleita em 2008. Em 2010, foi eleita vice-governadora de Mato Grosso do Sul, na chapa de André Puccinelli. Em 2014, foi eleita senadora pelo Estado, cargo que exerceu até 2023.

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I road-tripped in an RV with my partner for a year. These 5 relationship tips helped us keep the peace.

13 de Agosto de 2026, 16:17
Sarah Silbiger and her partner Jason Bernert at the North Cascades National Park.
Sarah Silbiger and her partner Jason Bernert at the North Cascades National Park.

Courtesy of Sarah Silbiger

  • Sarah Silbiger and her partner, Jason Bernert, took a yearlong sabbatical to road trip the US.
  • Living in a van with your significant other for a year can naturally get frustrating at times.
  • Here are her top five relationship tips to make life as smooth as possible.

This as-told-to essay is based on a conversation with Sarah Silbiger, a 30-year-old freelance video and photojournalist based in Philadelphia. The following has been edited for length and clarity.

My partner and I are both journalists. We worked straight through the pandemic, and it was unrelenting. After covering such partisan politics, I really wanted to have a more holistic understanding of what it meant to live in the US.

We're really outdoorsy and wanted to see the country. Simply put, I was seeking a creative refresh and whimsy.

Sarah Silbiger standing in a camper van doorway beside a bicycle with snowy mountains and forest in the background.
The Winnebago EKKO that my partner and I lived in for a year.

Courtesy of Sarah Silbiger

That led us to take a sabbatical, sell all our stuff, and move into a van.

Being in love was a nice way to keep things amicable. He's my partner, but he's also my best friend, so that helped.

Nonetheless, being on the road for so long isn't easy; here are my top tips and tricks to keep the peace when you're with someone 24/7.

1. Food can lift morale

Trader Joe's was an essential stop throughout our trip.

Unlike Costco, you're not buying huge quantities, so they're easier to fit in the van. The food is already simplified for you, so you can buy fewer individual ingredients and have easy-to-make meals.

We also connected over food because life on the road isn't picture perfect every day. After a long day, making a big pot of Thai peanut noodles was great for morale and absolutely kept the peace in our tiny home.

2. Recognize when something else is making you both miserable

When we were traveling around New Mexico, it was super hot, which, when you're living outside, puts you in a terrible mood. I was with my partner this whole time, so we were obviously getting frustrated with each other.

Sarah Silbiger and Jason Bernert stand on a snowy hiking trail in Cloudcroft, New Mexico.
We went hiking on snowy trails in Cloudcroft, New Mexico.

Courtesy of Sarah Silbiger

Coming from Pennsylvania, there's not a huge difference between the lowest elevation and the highest. But in states like Arizona, Utah, or New Mexico, a completely different climate might be a short drive away. This is where understanding elevation maps came in.

We realized we could drive for 30 minutes to get from a blazing-hot desert to a snowy mountain in Cloudcroft. Everything was fixed. All morale was restored. Peace was restored to our kingdom.

3. Bring your hobbies

I'm a big crafter.
I stuffed an entire storage area with my crafting supplies. I brought my entire tufting setup, including a gigantic canvas and an electric tufting machine.

Bringing along my crafting supplies in the van was super grounding. When your environment is changing so frequently, it feels important to have something that remains consistent.

It always gives you an avenue to have your own space. So anytime I didn't want to chat with my partner, I would just go do a craft outside on my own.

I think people think they have to go so minimalist with packing that they don't bring anything except their clothes, food, and a book.

If you're going to be on the road for a long time, or even if you're just on a regular camping trip with your partner, I really am pro bringing your hobbies with you.

4. Implement a reset ritual

Spending all your time with someone can drive you crazy at times.

Something we used to reset the energy was these itty-bitty ice-cream cones. If things were going wrong, we would just say: "We need a tiny ice cream."

We'd eat them, and it was like an instant reset.

Sarah Silbiger and Jason Bernert smile as they hold two mini chocolate ice cream cones.
Our tiny van freezer was perfect for the mini ice cream cones.

Courtesy of Sarah Silbiger

Sometimes, if we really needed to put the kibosh on a heated situation, we would take a shot of pickle juice. It was such a funny way to just be like, OK, we're done. We're just tired and irritable.

For some reason, that was a really good way to snap out of it.

5. Advocate for your needs

A huge aspect of keeping the peace is advocating for your needs. If you're tired, you need to say, "I'm done driving, I'm going to go lie in the back. You drive the rest of the way."

It's the best way to work out communication in a relationship because otherwise, you're not going to make it on the road.

For us, it worked out. In fact, we recently got engaged at Green Lake State Park in New York when we went camping in our van again.

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Depois do sorvete barato, Mixue avança sobre o mercado de cerveja na China

13 de Agosto de 2026, 15:00

A chinesa Mixue, que desembarcou no Brasil neste ano vendendo casquinhas a R$ 3 e limonadas a R$ 6, encontrou outra categoria para aplicar sua receita de preços baixos e expansão acelerada lá na China: a cerveja.

O grupo controla desde outubro do ano passado a Fulujia, rede chinesa de pequenos bares que já soma mais de 3,2 mil unidades e se tornou a maior cadeia de bares do mundo, segundo a The Economist.

O chamariz é oferecer um preço difícil de bater, uma estratégia semelhante à que transformou a Mixue na maior rede de fast food do planeta.

Uma cerveja de cerca de meio litro custa a partir de 5,9 yuans, ou US$ 0,87. Os estabelecimentos são pequenos, padronizados e oferecem cerca de 20 tipos de chope, além de petiscos.

Mais do que a cerveja barata, porém, o avanço da Fulujia mostra como a Mixue está usando a estrutura que construiu para vender sorvetes, limonadas e chás para entrar em outros negócios.

A companhia comprou o controle da rede de bares em outubro. Desde então, quase dois terços das 3,2 mil unidades da Fulujia foram abertas. O ritmo lembra o da própria Mixue, que chegou a inaugurar cerca de 40 lojas por dia em 2025.

A mesma fórmula, agora no bar

As duas redes compartilham peças importantes do mesmo modelo.

Para abrir um bar da Fulujia, um franqueado paga cerca de 60 mil yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 46 mil, pelo pacote de equipamentos e identidade visual, sem contar aluguel e reforma. Nos primeiros três anos, não há cobrança de royalties.

A outra vantagem vem da logística. A Mixue construiu boa parte de sua escala controlando uma cadeia de suprimentos que abastece seus franqueados a baixo custo. A Fulujia passou a usar essa mesma estrutura para transportar cerveja produzida na província de Henan, onde as duas empresas estão sediadas.

Segundo a Economist, os franqueados não pagam nem mesmo pelo transporte – inclusive em lojas localizadas a mais de 2 mil quilômetros da cervejaria.

É uma estratégia parecida com a que transformou a Mixue em uma gigante de 60 mil lojas. Mais de 99% das unidades da companhia já eram franqueadas em setembro de 2024, e boa parte da receita vinha não das taxas cobradas dos operadores, mas da venda de insumos e equipamentos para eles.

A empresa opera uma rede global de compras em dezenas de países, além de fábricas, armazéns e logística própria na China. Também é essa estrutura que sustenta preços como o da limonada de 4 yuans, cerca de R$ 3,10, vendida pela Mixue no mercado chinês.

E o Brasil?

Por enquanto, cerveja não faz parte dos planos anunciados pela Mixue para o Brasil.

A Fulujia ainda não revelou intenção de abrir unidades fora da China. A própria operação brasileira da Mixue está em uma fase bem anterior: a companhia desembarcou no país neste ano e usa as primeiras lojas para entender preço, cardápio e hábitos do consumidor antes de acelerar a expansão.

Mixue: chinesa é a maior rede de sorvetes do mundo e estreia no Brasil
Mixue: chinesa é a maior rede de sorvetes do mundo e estreia no Brasil (Foto: Na Bian/ Bloomberg)

A ambição, no entanto, é grande. A empresa prevê investir R$ 3,2 bilhões no Brasil e já falou em chegar, no longo prazo, a 2 mil unidades no país.

No curto prazo, a adaptação ao gosto brasileiro está acontecendo dentro do negócio que a companhia já conhece. Depois de estrear com casquinhas, limonadas e chás, a Mixue prepara produtos com ingredientes locais – e escolheu o açaí como um dos primeiros sabores desenvolvidos especificamente para o mercado brasileiro.

A empresa pretende ainda nacionalizar cada vez mais seus insumos e prevê construir uma fábrica no país, embora não tenha definido um cronograma.

@investnewsbr

A Mixue, rede chinesa que construiu um império vendendo sorvetes, limonadas e bubble teas a preços baixos, chegou ao Brasil. E vai ter até açaí no cardápio! #mixue #fastfood #negócios

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A Jeep quer reverter a perda de mercado para chineses no Brasil. O Avenger é o primeiro passo

13 de Agosto de 2026, 14:38

“Tudo começa com produto.” Essa foi uma das mensagens principais que o executivo italiano Antonio Filosa, CEO global da Stellantis, grupo que reúne as marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Chrysler e tantas outras, buscou passar a investidores e analistas quando apresentou em maio o novo plano estratégico para ganhar mercado nos próximos anos.

Segundo ele, isso se traduz em oferecer carros que atendam às necessidades dos consumidores em seus diferentes perfis. No caso do brasileiro, isso passa, antes de qualquer atributo ou tecnologia, pelo que cabe no bolso, defende Herlander Zola, presidente e COO (Executivo-Chefe de Operações) da Stellantis para a América do Sul.

O plano batizado de “Fast Lane” começou a se materializar em um dos principais mercados globais da Stellantis, o Brasil, com o lançamento do Jeep Avenger, um novo modelo que tem a ambição de ganhar mercado em um dos segmentos que mais vendem: o de SUVs de entrada.

O modelo chega a partir de R$ 119.900 na versão Altitude. É um “híbrido leve” (MHEV), com bateria de 12V e motor turbo T200. As faixas de preços dos modelos superiores partem de R$ 135.990 e R$ 145.990, o que evidencia a preocupação para que o Avenger seja de fato competitivo diante da concorrência cada vez mais acirrada.

“Ganhar mercado” pode ser entendido também como “recuperar terreno perdido” nos últimos anos para concorrentes no segmento de SUVs de forma mais ampla, na faixa de preço que vai até R$ 250 mil, em que a eletrificação avançou mais rápido no Brasil.

E também defender a sua participação ainda preservada diante da nova ofensiva de chineses elétricos, agora em SUVs compactos, como contou o InvestNews em recente reportagem sobre a indústria.

Novo Jeep Avenger no modelo Longitude, que chega ao mercado brasileiro (Foto: Divulgação)
Jeep Avenger, que chega como aposta com o avanço chinês (Divulgação)

O BYD Song foi o quarto SUV mais vendido do país no primeiro semestre, segundo números da Fenabrave, com mais de 31,5 mil unidades; o ranking de emplacamentos no segmento foi liderado, pela ordem, pelos modelos da Volkswagen T-Cross (48 mil) e Tera (41,4 mil) e pelo Hyundai Creta (36 mil), em nova versão desde 2025. O modelo da Stellantis mais bem posicionado foi o Compass, em sétimo (27 mil).

“A Jeep é talvez uma das marcas que mais sofre o avanço chinês e a adoção de novas tecnologias na faixa de preço em que a marca atua”, disse Zola em conversa com jornalistas nesta semana.

“Não tenho dúvida de que o Avenger é uma arma poderosa para que a Stellantis volte a responder com a marca Jeep dentro de um segmento em que a gente perde espaço”, disse o executivo sobre as expectativas.

O plano estratégico global Fast Lane, apresentado por Filosa em maio no Investor Day da Stellantis em Auburn Hills, nos Estados Unidos, envolve um pacote de mais de € 60 bilhões em investimentos e 60 novos modelos até 2030. A Jeep foi escolhida como uma das quatro marcas globais prioritárias, ao lado de Ram, Peugeot e Fiat.

O preço de anos sem atualização

A reconquista de mercado – inicialmente com o Avenger – busca reestabelecer um cenário de um passado não muito distante, em que os modelos Renegade e Compass, principalmente, mas também o Commander tinham ampla presença nas ruas brasileiras.

Mas o trio atravessou um período sem grandes renovações, justamente no momento em que rivais chineses como o citado BYD Song, mas também entrantes como o GWM Haval 6, além do Caoa Chery Tiggo 5X e 7, passaram a atacar o segmento de SUVs com preços agressivos e pacotes tecnológicos considerados mais robustos, incluindo híbridos.

O executivo que lidera a operação da Stellantis no Brasil e no continente disse ver o avanço da eletrificação na preferência do consumidor brasileiro como um caminho sem volta, mas que passará por oscilações: neste ano, ganhou ímpeto com os reajustes nos preços da gasolina na esteira do encarecimento do petróleo com a Guerra do Irã.

“Antes da chegada dos chineses, a Jeep, mesmo com um portfólio antigo, ainda performava muito bem. O nível de satisfação dos nossos clientes ainda é alto, mesmo hoje. Mas na hora em que o cliente decide buscar uma solução eletrificada nessa faixa de preço, a gente estava fora do radar — ou estava, até muito pouco tempo atrás”, disse Zola.

O executivo também tratou a questão como estrutural para o grupo, não apenas para uma marca: “A Stellantis perdeu espaço em SUVs por um motivo claríssimo. E a Jeep não teve o portfólio de produtos e a oferta tecnológica na velocidade que o mercado pedia.”

‘Calibrando’ a demanda

A escolha por um lote inicial limitado, com preço promocional de R$ 114.990, para o Avenger foi deliberada — uma ferramenta clássica de lançamento, segundo Zola, para criar senso de escassez e medir a real disposição do consumidor antes de calibrar preço e volume de produção.

“Se eu tenho um lote propositalmente pequeno, com um preço muito atraente, eu vou gerar uma busca grande de pessoas para tentar comprar aquele produto naquele momento. É exatamente do que a gente precisa nesse instante”, afirmou.

A depender de como a demanda evoluir depois do fim da fase de pré-venda, a Stellantis terá duas alternativas: aumentar o tamanho dos lotes ou reajustar o preço. Zola foi direto sobre o limite concreto da decisão: a capacidade produtiva na curva inicial de fabricação de um carro novo, que cresce aos poucos ao longo dos primeiros meses.

“Eu preciso calibrar essas coisas para prometer aos nossos clientes algo que eu tenho a capacidade de cumprir em termos de prazo de entrega”, disse.

O Avenger será produzido na fábrica em Porto Real, no estado do Rio de Janeiro, originalmente da Peugeot – e que foi “atualizada” por processos produtivos mais modernos da Stellantis, segundo o executivo.

Novas gerações na linha Jeep

Para Zola, o Avenger tem uma vantagem tecnológica “muito grande” diante dos modelos do grupo no mercado no segmento de SUVs de entrada, em referência a Fiat Pulse e Fastback.

O modelo representa a abertura de um novo ciclo: Renegade, Compass e Commander devem ganhar novas gerações “completamente diferentes” nos próximos anos, segundo o executivo.

A estratégia de eletrificação mais ampla da Jeep no Brasil, no entanto, ainda está em revisão. O plano tecnológico apresentado há três anos, batizado de BioHybrid, será atualizado e reapresentado ainda neste ano, segundo Zola — sem data ou nome definidos.

Parte da indefinição tem origem tributária. As mudanças em discussão ainda não deixaram claro como vai funcionar o chamado imposto seletivo, que deve incorporar benefícios hoje concedidos pelo IPI Verde.

Zola citou o regime atual de importação de kits (CKD e SKD), com alíquotas de taxação de 35%, como um fator que hoje favorece marcas chinesas com baixo nível de localização de produção no Brasil (isso sem entrar no mérito das cotas de vendas com isenção total).

“No modelo atual, 35% de imposto ainda nos dá a possibilidade de continuar trabalhando com kits com um nível de localização muito baixo. Isso coloca a cadeia da indústria nacional automobilística em risco”, disse.

Parcerias com chineses

Zola disse que a Stellantis também avança na parceria com a chinesa Dongfeng, recém-ampliada globalmente. Já estão definidos dois modelos Jeep e dois Peugeot que usarão como base produtos da Dongfeng — hoje vendidos na China sob outros nomes.

A discussão em aberto agora é sobre produção regional. “O que estamos tentando entender é qual o plano deles no Brasil, na Argentina, no Uruguai. Diante da parceria, podemos cooperar em um produto ou em vários — é um campo de negociação aberto”, disse Zola.

O COO ressaltou que a rede de distribuição e a experiência comercial da Stellantis no Brasil, com quase 30% de participação de mercado, são um ativo relevante para a marca chinesa.

Some-se a isso o desenvolvimento interno de veículos elétricos de entrada baseados em plataformas chinesas no modelo de parceria — os modelos A05 e A10, da Leapmotor, hoje vendidos na China, devem chegar a outros mercados sob nomes ainda não definidos.

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Paramount is putting monthly spending limits on Claude for tech employees to promote 'effective' AI use

13 de Agosto de 2026, 14:11
Claude Ellison
David Ellison's Paramount wants employees using AI tools like Claude, within reason.

Samuel Boivin/NurPhoto via Getty Images; Valerie Macon/AFP via Getty Images

  • Paramount Skydance is putting monthly limits on Claude token usage for tech employees.
  • The change is meant to "ensure controlled spending and effective usage," a tech leader said.
  • Other companies, including Disney and Microsoft, are encouraging responsible AI usage.

Paramount Skydance is putting limits on Claude spending for tech staffers as the company looks to cut down on wasteful AI usage.

David Ellison's company has capped how many Claude tokens users can use each month, three Paramount employees said. Tokens are units of AI usage and are generally how companies like Claude-maker Anthropic bill customers.

"As part of ongoing AI governance, monthly spend limits have been applied to Claude accounts to ensure controlled spending and effective usage across the organization," a senior AI leader said in an early-August message in Paramount's #claude-users Slack channel.

Paramount's move is part of a trend of companies putting limits on AI usage. Disney has told employees to avoid "tokenmaxxing," or maximizing AI usage without an eye toward productivity. Tech giant Microsoft also wants to crack down on AI token overuse, which CEO Satya Nadella said can be "addictive."

The senior Paramount AI leader said on Slack that "most users won't notice any change to their day-to-day experience" and added that tech leadership still "wanted to give everyone a heads-up."

A person familiar with the change said these monthly AI usage limits aren't team-specific and are instead "tailored by person and by need." They added that the limits are "more of an art than a science."

Users who exceed their monthly quota can request more tokens by filling out a form, four Paramount employees said.

Despite putting in Claude token limits, Paramount is "definitely still encouraging AI," the person familiar with the company's strategy said.

Token limits cause 'a fair amount of hubbub'

Some tech staffers were caught off guard by the new limits.

"There was a fair amount of hubbub around the change," one streaming employee said, though they added that it "won't really affect me" since they use only a fraction of their monthly token limit.

The senior AI leader's message thanked employees for "patience as we continue building out the right guardrails for responsible AI use at Paramount."

Paramount's cost-conscious move comes as its $110 billion merger with Warner Bros. Discovery is on hold after an antitrust lawsuit from 12 states.

Barring a settlement, the company will owe over $1 billion in fees to WBD shareholders while it waits for its March trial. Paramount's financial backers agreed to pay a so-called "ticking fee" of about $7 million per day that the WBD deal isn't closed, starting after September 30.

If Paramount buys WBD, it will have roughly $80 billion in debt, and if the deal doesn't close, it would have to pay a $7 billion termination fee.

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Novas canetas para emagrecimento não vão baratear tratamento no Brasil, dizem bancos

30 de Julho de 2026, 15:37

A entrada de novos medicamentos para perda de peso no mercado brasileiro não vai se refletir imediatamente em redução no preço de compra das canetas com semaglutida. O avanço das novas marcas depende da negociação com as redes de farmácia e da prescrição médica, não do balcão, segundo avaliação de analistas do setor.

A limitação decorre do fato de que a regra definida pela Anvisa, a agência sanitária brasileira, ao registrar na quarta-feira (29) cinco novos medicamentos do tipo, não permite troca automática de um remédio por uma opção genérica mais barata.

A lei brasileira permite que pacientes possam trocar remédios por genéricos no balcão das farmácias por medicamentos que comprovaram equivalência a um produto de referência. Mas, para os cinco medicamentos com semaglutida que a Anvisa acaba de liberar, a regra não se aplica e não pode haver troca automática. Cada um deles entrou como medicamento novo, com registro individual, publicado no Diário Oficial da União, e a regra de troca não se aplica.

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Segundo a Anvisa, as cinco canetas usam semaglutida obtida por via sintética e foram registradas por comparação com o Ozempic, produto biológico da Novo Nordisk (NVO), para adultos com diabetes tipo 2 insuficientemente controlado.

Joseph Giordano, analista do JPMorgan responsável pela cobertura de produtos farmacêuticos e varejo de medicamentos no Brasil, escreve que a ausência de intercambiabilidade automática significa que a categoria ainda não é uma “full generic commoditization”, ou seja, ainda não se tornou um mercado de produto sem marca disputado só por preço.

A competição inicial, na leitura dele, se dá por prescrição, marca, preço e disponibilidade, o que preserva economia melhor ao fabricante e dá poder de negociação às redes de maior escala.

Leia também: EMS diz que farmácia terá margem maior com 1ª caneta emagrecedora nacional

Para o JPMorgan, as redes de farmácia são as primeiras beneficiadas, porque mais fornecedores disputando prateleira melhoram desconto, bonificação por volume, prazo de pagamento e verba promocional.

Já o Citi aponta que o histórico recente não sustenta esse otimismo: o mercado potencial cresceu pouco, e o ganho de margem bruta permanece limitado.

A divergência não é sobre volume. Os dois bancos concordam que a categoria cresce. A discordância é sobre quem fica com a margem desse crescimento, e a resposta começa no desenho regulatório do registro.

Ozivy, da EMS, e Semavy, da Hypera sob a marca Mantecorp: mesma molécula do Ozempic, registros independentes e nenhuma substituição possível na farmácia. (Divulgação/EMS/Hypera)

Performance do Ozivy

Entre os novos medicamentos está o Semavy, da Cosmed sob a marca Mantecorp, do grupo Hypera (HYPE3), indicado para diabetes tipo 2 e prometido nas farmácias em até dois meses. É o maior número de aprovações de análogos de GLP-1 concedido de uma só vez pela agência.

O mercado brasileiro tem um caso para comparar. O Ozivy, da EMS, primeira semaglutida sintética registrada no país, chegou às farmácias em 15 de junho, cerca de um mês depois da aprovação, prazo mais curto do que as projeções feitas agora para as cinco novas marcas.

A EMS, de capital fechado, afirma que sua estratégia não é promover troca imediata entre marcas, e sim ampliar o acesso ao tratamento, e sustenta que a decisão terapêutica cabe ao médico.

A companhia cita projeções da Close-Up, empresa de dados do setor farmacêutico, que apontam crescimento de 28% na demanda pela molécula em julho e colocam o Ozivy como sexta maior marca da indústria no segmento de prescrição médica.

São números de julho ainda em projeção, fornecidos pela empresa. A EMS não divulgou a participação de mercado do produto. Como referência de preço, o Citi cita o Ozivy Combo a cerca de R$ 333 por caneta.

Limites ao aumento de margem

Giordano projeta que mais fornecedores e mais apresentações tornam o tratamento mais acessível e ampliam uma categoria de tíquete alto e uso contínuo. Na conta dele, isso se traduz em mais lucro bruto e, possivelmente, em margem percentual maior.

O relatório cita como principais afetados a RD Saúde (RADL3), com recomendação equivalente a compra para suas ações, a Pague Menos (PGMN3), abaixo da média do setor, e a Panvel (PNVL3), sem recomendação atribuída pelo JPMorgan.

Leia também: Canetas emagrecedoras elevam demanda por exames e favorecem medicina diagnóstica

Leandro Bastos e Renan Prata, do Citi, reconhecem que volume e margem sobre o custo tendem a favorecer o varejo ao longo do tempo, mas condicionam o efeito. O crescimento tímido do mercado potencial e o aumento limitado da margem bruta observados até aqui, escrevem, alimentam incerteza sobre a rentabilidade de cada unidade vendida.

A diferença está no ponto de partida. O JPMorgan mede o poder de barganha que a rede ganha com mais gente disputando espaço. O Citi mede o que sobrou de margem nas rodadas anteriores de entrada de concorrentes.

Erosão projetada para os preços

Nenhum dos dois bancos espera que o preço caia por força de regra. O Citi trata a erosão contínua de preços como risco evidente de rentabilidade. Giordano condiciona uma queda mais rápida a mudança regulatória: a Anvisa passou a permitir troca clinicamente supervisionada entre biossimilares que compartilham o mesmo comparador, regra que hoje não alcança a semaglutida sintética.

Estendê-la às apresentações sintéticas aceleraria a queda de preço, favorecendo o varejo e reduzindo a vantagem dos fabricantes.

Os prazos também convergem. O JPMorgan estima de 30 a 60 dias até o mercado; o Citi, cerca de dois meses; a Hypera, até dois meses para o Semavy.

Duas canetas ficaram com o mesmo grupo: Zempneo, pela Brainfarma, e Semavy, pela Cosmed. As outras são Owozy, da Ávita Care, Seemasun, da Sun Farmacêutica do Brasil, e Orsema, da Ranbaxy.

O Citi calcula que a entrada em GLP-1 pode acrescentar de 3% a 5% ao lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização da Hypera, possibilidade que segue ignorada pelo mercado.

O JPMorgan considera o desenvolvimento estrategicamente relevante e insuficiente para alterar estimativas sobre a Hypera. Faltam data de lançamento, preço aprovado pela CMED, órgão que fixa o teto de preço de medicamentos no Brasil, origem do princípio ativo e o posicionamento de uma marca da companhia em relação à outra.

“Queremos garantir que mais brasileiros possam iniciar e, principalmente, manter seu tratamento com um produto de altíssima qualidade a um preço justo”, afirma Breno Oliveira, presidente da Hypera Pharma, em comunicado. A empresa não informou o preço submetido à CMED.

Bastos e Prata acrescentam um ponto: investidores podem questionar as implicações de a Sun Pharma (SUNPHARMA), parceira de fabricação da Hypera, ter obtido registro próprio.

O Citi trata Seemasun e Orsema como produtos da mesma companhia indiana. A Ranbaxy é uma farmacêutica indiana de genéricos que pertence ao grupo Sun Pharma e cujos produtos são distribuídos em redes brasileiras, entre elas a Drogasil, da RD Saúde. Se confirmado, cinco marcas correspondem a uma base de fabricantes mais estreita do que sugere.

A fila da Anvisa não terminou. Dos 24 medicamentos do edital aberto em agosto de 2025, 11 tiveram análise concluída e seis foram aprovados. Nenhum dos dois bancos incorpora os processos restantes às suas contas, e é a velocidade dessas aprovações que decide em que ritmo a queda de preço chega à margem do varejo.

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Médicos já receitam ‘compre o mais barato’ em canetas emagrecedoras no Brasil

© Carsten Snejbjerg

Regra definida pela Anvisa ao registrar cinco novos medicamentos do tipo não permite troca automática de um remédio por uma opção genérica mais barata (Foto: Carsten Snejbjerg/Bloomberg)

Nintendo just got a nice boost from tariff refunds

7 de Agosto de 2026, 09:05
A customer visits the gaming section for Nintendo products at a shop in Tokyo on August 6, 2026.
Nintendo's earnings got an unexpected boost from US tariff refunds in the latest quarter.

Philip Fong/AFP/Getty Images

  • Some companies are getting an unexpected lift from billions of dollars in returned US tariffs.
  • Nintendo recorded a $300 million tariff refund.
  • The refunds are lifting profits and margins, but analysts warn the benefits are unlikely to last.

An unusual boost is showing up in some corporate earnings this summer: tariff refunds.

Nintendo became the latest beneficiary of the boost on Thursday, reporting net profit of 147.4 billion Japanese yen, or $931 million, for the quarter ending June, up 54% from a year earlier and handily beating analyst expectations of 77.8 billion yen. Revenue fell about 10% to 517.8 billion yen, but still came in above expectations.

Tariff refunds were a major contributor: The Kyoto-based maker of the Switch 2 said it recorded a $300 million tariff refund that had previously been recorded as cost of sales.

Strong software sales, led by the video games Tomodachi Life: Living the Dream and Pokémon Pokopia, also helped lift margins.

Shares of Nintendo closed 5% higher on Friday following the results. They are 24% lower this year.

In its presentation, Nintendo said the tariffs related to the refunds "were primarily borne by the company rather than passed on to consumers through product prices."

Nintendo has not said how it plans to use the refunds. The company did not immediately respond to a request for comment from Business Insider.

Nintendo is fighting a class-action lawsuit over the tariff refunds.

Two US customers sued the company in April, arguing that Nintendo could effectively recover its tariff costs twice — first through higher prices that they allege were passed on to consumers, and again through refunds from the US government.

Nintendo moved to dismiss the case in July, arguing that customers "received exactly what they bargained and paid for" and have no legal right to a rebate simply because the tariffs were later struck down.

An earnings season of tariff refunds

Nintendo's tariff windfall is part of a broader earnings-season trend, with companies from Apple to Amazon to Siemens Healthineers recently disclosing sizable tariff refunds or related earnings benefits.

Companies are taking different approaches to the windfall.

Apple said tariff refunds added about two percentage points to its June-quarter gross margin and 11 cents to diluted earnings per share. CEO Tim Cook has said the company will reinvest the refunds in additional US innovation and advanced manufacturing.

Amazon said it received about $600 million in tariff refunds in the second quarter and plans to reimburse customers in limited cases where it can determine they directly bore the tariff cost.

Siemens Healthineers also got a sizable boost. Tariff refunds helped lift the German medical-technology company's adjusted operating margin to 19.1% from the 16.8% a year ago and contributed to a 16% rise in adjusted operating profit to 1.1 billion euros. The company also raised its full-year earnings-per-share forecast to reflect the refunds.

Elsewhere, Walmart has said it expects to return its anticipated refunds to consumers through price reductions, while McCormick and Campbell's have said they will use proceeds to offset higher costs.

The repayments follow a February 20 Supreme Court ruling that the International Emergency Economic Powers Act did not authorize the president to impose the tariffs. The US Court of International Trade has overseen the process of returning the duties to importers.

About $166 billion was collected under the invalidated tariffs, with roughly $100 billion in refunds processed by early August, official filings show.

Analysts caution that the refunds offer just a one-time boost to earnings.

"Most tariff proceeds will fail to sustain profitability as companies prioritize competitive prices and mitigating costs," wrote analysts at S&P Global in a report last month.

Read the original article on Business Insider

Google’s AI shake-up puts Demis Hassabis where the company needs him most, insiders say

7 de Agosto de 2026, 06:33
Alphabet chief scientist, Demis Hassabis
Demis Hassabis is stepping down as Google DeepMind CEO and into a new role.

Bloomberg/Getty Images

  • Google insiders view Demis Hassabis' move to chief scientist as a way to find the next leap in AI.
  • Since the Google DeepMind merger, some of Hassabis' focus has been pulled away from research.
  • Hassabis had been moving away from day-to-day managerial work for about a year.

Google needs a win in the AI race. Employees say moving Demis Hassabis into a chief scientist role is the kind of gambit that could deliver one as the industry pushes toward AI that can surpass human intelligence.

Google's shock leadership reshuffle on Wednesday, which saw longtime chief scientist Jeff Dean depart and Hassabis step down as DeepMind CEO, comes at a critical juncture for the search giant.

After riding high in late 2025, the company is trailing the competition in coding — AI's first big commercial takeoff — and continues to postpone its new frontier model.

Placing Hassabis in his new role at Google parent company Alphabet gives it a longer-horizon view that some insiders said could help it make bigger leaps in areas beyond chatbots and coding. Hassabis will also become chair of DeepMind, the company said.

"He doesn't care about chatbots," said one longtime Googler of Hassabis, who was among six current and former employees who spoke to Business Insider. "He wants to use AI to cure cancer."

A Google spokesperson pointed Business Insider to its blog announcing the leadership changes.

Hassabis' balancing act

In recent months, Hassabis has found a new favorite phrase. We are, he likes to say, in "the foothills of the Singularity."

Those five words about the moment when AI substantially overtakes human capabilities offer a clue to what Hassabis thinks is important: helping usher in the next major leap in artificial intelligence.

Hassabis, who cofounded DeepMind in 2010 and sold it to Google four years later, has long been passionate about AI's potential for scientific breakthroughs — even when they aren't an obvious revenue generator for his employer.

He oversaw AlphaFold, an AI system that solved the 50-year-old protein-folding problem, which won him the Nobel Prize in Chemistry. In 2025, he told The Guardian that, if he had controlled AI's development path, he might have kept it in the laboratory longer to pursue more AlphaFold-like achievements and "maybe cured cancer."

However, after Google fully absorbed DeepMind in 2023, he found himself in a balancing act between pushing the frontiers of AI and helping Google shore up its commercial products with AI. That has at times involved Hassabis wading into company politics to resolve team tensions or focusing on product development that interests him less, Business Insider previously reported.

At times, two insiders said, Hassabis appeared to relent to corporate realities. When Google removed its red lines on building AI for weapons or surveillance — which was marked by a blog post with Hassabis' name on it — it was a direct reversal of a position Hassabis had previously held. The change in stance has caused tensions in the workforce and some departures.

'An incredible new age of discovery and wonder'

Over the past year, Hassabis' attention has moved away from corporate politicking and day-to-day management to the bigger-picture impacts of AI, according to some inside the company.

Google employees have different views on whether the new role will give him more or less influence over these types of issues inside the company, and whether it's a promotion or a demotion.

"I'm not sure I would call it a move up or down," one longtime senior Googler who has worked closely with Hassabis told Business Insider. "I think it's just a move towards what he's passionate about and maybe where the organization needs him."

On Thursday, tech analyst and cofounder of Turing Company, Jiang Liu, responded on X to reports of Hassabis' shift away from CEO duties over the last year, saying it was "actually a good thing."

Jeff Dean, Google's former chief scientist
Google's outgoing chief scientist, Jeff Dean.

THOMAS SAMSON/AFP via Getty Images

While the markets didn't like Hassabis' move — Google's stock dropped as much as 6% on the news — it's a "formalization of something that had been happening informally," said Sebastian Mallaby, the author of a biography of Hassabis and DeepMind, in a post on X.

Externally, Hassabis has increasingly become the face of Google's AI efforts, meeting with President Donald Trump and other AI leaders in recent months to discuss his long-running concern: AI safety.

In a note to DeepMind staff shared publicly by Google on Wednesday, Hassabis captured what he sees as the urgency of the moment: "I've been working towards AGI my whole life and now, like many of you, I feel it is close at hand," he wrote. "It's critical that we collectively get the next steps right to ensure this all goes well for humanity and we usher in an incredible new age of discovery and wonder."

Google's brain drain

Google's big bet on moving Hassabis comes amid a talent drain at the company.

Dean said on Wednesday that he and three other top AI researchers, including his longtime Google collaborator Sanjay Ghemawat, were departing to start their own company.

In recent months, Noam Shazeer, a key figure on Google's Gemini work, and John Jumper, one of the scientists behind Alphafold, also departed. Meanwhile, the company keeps delaying its next frontier model, Gemini 3.5 Pro.

a standing man in a black quarter zip and glasses speaks
Sundar Pichai, the CEO of Google, is steering the company through a competitive AI race.

Bloomberg/Getty Images

Teams inside Google DeepMind have been working to improve Gemini's AI coding capabilities as rivals OpenAI and Anthropic scoop up customers. Google has discussed a deal with AI agent coding startup Mechanize, Business Insider reported this week.

While coding has proven to be AI's first major commercial application, every AI lab is looking to what's next. Freeing Hassabis up to take a longer-term perspective would both satisfy the chess prodigy's interests and help Google get ahead of the next big thing. If the singularity is as close as Hassabis predicts, it will require deep thinking about everything from safety to how compute is allocated.

In response to the news of Google's shuffle, OpenAI's former chief futurist, Joshua Achiam, said he saw the changes as smart bets.

"Being in a leadership role on the next frontier" is more crucial right now, he said in a post on X. This may be the motivating factor behind both Hassabis' move and Dean's departure to form his own AI company, Achiam posited.

"Early AI/AGI/ASI leads will, over the next year, begin leaving what look like important leadership posts to go place their bets on what they think the most important thing will be," he wrote.

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Carteiras sugeridas para agosto

4 de Agosto de 2026, 13:12

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 11h35 - 13/08


ETF Strategy – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual manteve a estratégia da carteira ETF Strategy inalterada para agosto. Apesar da melhora dos indicadores de atividade e inflação no Brasil, o banco avalia que os riscos relacionados à possível retomada do aperto monetário pelo Fed, aos impactos do El Niño e às incertezas fiscais ainda justificam uma postura defensiva. Assim, a alocação segue privilegiando títulos indexados à inflação de longo prazo, com posições neutras em renda variável, prefixados e pós-fixados.

BTG mantém alocação tática e reforça posição em inflação de longo prazo

A estratégia continua com sobrealocação em títulos públicos indexados ao IPCA de duration longa, diante dos prêmios ainda elevados, enquanto mantém exposição neutra em ações, renda fixa pós-fixada, prefixados e duration curta de inflação. Segundo o banco, o custo de aguardar novos dados econômicos antes de promover mudanças na carteira permanece baixo.

Carteira permanece sem alterações e mantém foco em diversificação

A carteira recomendada segue distribuída entre ETFs de renda fixa local, ações brasileiras e internacionais e crédito global. Entre as principais posições estão PACG11 (20%), SPXB11 (20%), DEBB11 (15%), LLFT11 (10%), PACC11 (10%), IBOB11 (10%) e HGBR11 (7,5%). O BTG destaca que a combinação busca equilibrar proteção e potencial de retorno em um ambiente ainda marcado por elevada incerteza macroeconômica.


10SIM – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual manteve uma visão construtiva para a bolsa brasileira em agosto, mas ajustou a carteira 10SIM para um cenário eleitoral ainda incerto. Segundo o banco, boa parte do risco fiscal já está refletida nos preços dos ativos, enquanto o real segue menos sensível ao cenário. Diante disso, a estratégia foi aumentar a exposição a ativos que podem se beneficiar tanto de uma melhora quanto de uma deterioração do ambiente macro, reforçando posições ligadas ao câmbio, petróleo e serviços básicos.

Gerdau [#GGBR4] e Copasa [#CSMG3] entram; Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] deixam a carteira

O BTG incluiu Gerdau [#GGBR4], elevando a exposição ao dólar e ao mercado norte-americano, onde espera manutenção de margens elevadas e demanda resiliente por aço. A Copasa [#CSMG3] também passa a integrar o portfólio após a privatização, com expectativa de ganhos operacionais sob a gestão da Equatorial e potencial para dividendos mais robustos. Para abrir espaço, Ambev [#ABEV3] e Allos [#ALOS3] foram retiradas da carteira.

Petrobras [#PETR4] ganha mais espaço; carteira reforça exposição a petróleo, câmbio e infraestrutura

O BTG elevou o peso de Petrobras [#PETR4] de 10% para 15%, destacando o forte momento operacional, a capacidade de capturar margens maiores no refino e um dividend yield estimado em cerca de 10% com o petróleo a US$ 70. A carteira passa a ter 35% de exposição a serviços básicos e infraestrutura (Axia, Eneva, Copasa e Motiva), 20% a empresas dolarizadas (Embraer e Gerdau), além de manter posições em Itaú [#ITUB4], Cury [#CURY3] e Totvs [#TOTS3], buscando um portfólio mais equilibrado para diferentes cenários macroeconômicos.


Carteira Recomendada FIIs – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual promoveu um ajuste pontual em sua carteira recomendada de fundos imobiliários para agosto, reduzindo a exposição ao segmento de recebíveis e ampliando a participação em galpões logísticos. O banco destaca que a expectativa de cortes na Selic pode beneficiar os FIIs, mas avalia que a pressão sobre os juros longos e os riscos fiscais ainda exigem seletividade na alocação.

HGLG11 entra; KNIP11 tem posição reduzida

A principal mudança da carteira foi a redução da participação de KNIP11 em 3 pontos percentuais e a inclusão de HGLG11 com peso equivalente. Segundo o BTG, o ajuste busca otimizar a relação entre risco e retorno do portfólio, preservando uma visão positiva para o KNIP11, que segue entre as principais posições da carteira, ao mesmo tempo em que aproveita o desconto superior a 10% de HGLG11 em relação ao valor patrimonial e o potencial de distribuição extraordinária de rendimentos após a venda recente de um ativo.

Carteira amplia exposição a galpões e mantém foco em renda

Com a mudança, a carteira passa a contar com 17 fundos, dividend yield anualizado estimado em 12,4% e desconto médio próximo de 9% sobre o valor patrimonial. A exposição ao segmento de galpões logísticos aumentou de 22% para 25%, enquanto a participação em fundos de recebíveis foi reduzida de 50% para 47%, mantendo a estratégia voltada para geração de renda e diversificação entre diferentes segmentos do mercado imobiliário.


Carteira Dividendos – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual promoveu duas alterações em sua Carteira Recomendada de Dividendos para agosto, reforçando o perfil defensivo do portfólio. O banco incluiu Compass (PASS3) e Engie (EGIE3), substituindo Caixa Seguridade (CXSE3) e Ambev (ABEV3). Segundo a casa, a estratégia continua focada em empresas com geração consistente de caixa, previsibilidade de resultados e potencial de distribuição de dividendos.

Compass [#PASS3] e Engie [#EGIE3] entram; Caixa Seguridade [#CXSE3] e Ambev [#ABEV3] deixam a carteira

A Compass passa a integrar a carteira por reunir ativos regulados de distribuição de gás, receitas indexadas à inflação e potencial de crescimento por meio da plataforma de infraestrutura da Edge. Já a Engie foi adicionada após a correção recente das ações, com o BTG destacando sua qualidade operacional, previsibilidade de fluxo de caixa e valuation atrativo. Para abrir espaço, saem Caixa Seguridade e Ambev.

Itaú, Petrobras e Vale seguem entre as principais apostas para dividendos

O BTG manteve posições em Itaú [#ITUB4], Petrobras [#PETR4], Vale [#VALE3], Bradesco [#BBDC4], Allos [#ALOS3], Copel [#CPLE6], TIM [#TIMS3], Cury [#CURY3], Copasa [#CSMG3] e Axia Energia [#AXIA3]. O banco continua destacando a combinação de geração robusta de caixa, valuations atrativos e potencial de dividendos elevados como os principais pilares da carteira.


Carteira Dividendos – Safra

Confira a carteira completa

A Safra realizou três mudanças em sua carteira de dividendos para agosto. Saíram Caixa Seguridade (CXSE3), Telefônica Brasil (VIVT3) e Bradesco (BBDC4), enquanto entraram Aura Minerals (AURA33), Taesa (TAEE11) e Porto Seguro (PSSA3).

As alterações refletem a busca por empresas com maior potencial de geração de caixa e distribuição de dividendos. A Aura foi incluída pelo potencial de crescimento da produção e geração de caixa, a Taesa pela expectativa de retomada dos dividendos após o ciclo de investimentos e a Porto Seguro pela consistência operacional, rentabilidade elevada e valuation atrativo.

A carteira manteve 10 ações com peso igual de 10% cada e dividend yield estimado de 8,4%. Em julho, o portfólio avançou 0,45%, abaixo do IDIV (+3,00%) e do Ibovespa (+3,47%). Desde janeiro de 2020, a carteira acumula 89,6% de retorno, ligeiramente acima dos 88,3% do IDIV.


Carteira Top 10 ações – Safra

Confira a carteira completa

A Safra realizou apenas uma alteração em sua Carteira Top 10 para agosto: retirou Bradesco (BBDC4) e incluiu Weg (WEGE3). A mudança reduz a exposição ao setor bancário, diante de um cenário mais desafiador para o crédito, e aumenta a participação em uma empresa que apresentou resultados acima das expectativas no 2T26.

A entrada da Weg reflete a expectativa de revisões positivas nas projeções, impulsionadas pela expansão da capacidade produtiva, novas fábricas e crescimento da demanda, especialmente em transmissão, distribuição de energia e data centers.

Em julho, a carteira avançou 0,47%, abaixo do Ibovespa (+3,47%). Desde sua criação, em janeiro de 2012, acumula 371,2% de retorno, ante 204,9% do Ibovespa, mantendo histórico consistente de superação do índice de referência.


Carteira Top 10 BDRs – Safra

Confira a carteira completa

A Safra promoveu duas alterações em sua Carteira Top 10 BDRs para agosto: retirou Microsoft (MSFT34) e Charles Schwab (SCHW34), realizando lucros após a forte valorização das ações, e incluiu Alphabet (GOGL34) e Goldman Sachs (GSGI34). Além disso, elevou a participação em TSMC (TSMC34) e NextEra (NEXT34) e reduziu o peso de JP Morgan (JPMC34).

A entrada da Alphabet reflete a avaliação de que a recente correção abriu um ponto de entrada mais atrativo, sustentado pelo potencial de crescimento em inteligência artificial e computação em nuvem. Já o retorno do Goldman Sachs ocorre após uma queda das ações, mesmo com resultados sólidos, em meio à expectativa de retomada das atividades de investment banking, mercado de capitais e gestão de recursos.

Em julho, a carteira avançou 2,55%, superando o S&P 500 (-1,25%). Desde sua criação, em junho de 2015, acumula 764,7% de retorno, ante 524,8% do S&P 500, mantendo um histórico consistente de desempenho superior ao índice de referência.


Carteira BDR – Itaú

Confira a carteira completa

O Itaú realizou duas alterações em sua Carteira BDR para agosto: retirou Goldman Sachs e Micron e incluiu Visa (VISA34) e Exxon Mobil (EXXO34). A estratégia busca ampliar a exposição a empresas com bom momento gráfico e potencial de valorização, mantendo ainda Coca-Cola, Eli Lilly e TSMC na composição.

A entrada da Visa reflete a expectativa de continuidade da tendência de alta e potencial de valorização de 12,9%, enquanto a Exxon Mobil foi incluída diante do cenário favorável para o setor de energia e de sua configuração técnica positiva.

Em 2026, a Carteira BDR acumula alta de 5,72%, acima do BDRX (+1,43%). Desde seu lançamento, em maio de 2021, registra valorização de 102,08%, praticamente em linha com o BDRX (+103,16%).


Top ações – XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP promoveu uma ampla revisão na Carteira Top Ações. A casa aumentou a exposição a [#ROXO34], de 5,0% para 7,5%, projetando uma recuperação nos resultados do 2T26, e elevou [#GGBR4] de 5,0% para 10%, diante da expectativa de continuidade do forte momento operacional na América do Norte.

Além disso, a participação de [#EMBJ3] foi ampliada de 5,0% para 10%, sustentada por uma carteira de pedidos robusta. A exposição a [#PETR4] também dobrou, de 5,0% para 10%, para reforçar o peso do setor de óleo e gás, enquanto [#SBSP3] passou de 5,0% para 7,5%, com a expectativa de que a Sabesp seja uma das principais beneficiadas por uma retomada do fluxo de investidores estrangeiros.

Por outro lado, a [#B3SA3] foi retirada da carteira diante de um cenário mais desafiador para o mercado de capitais, pressionado pela perspectiva de juros elevados por mais tempo. A [#RENT3] também deixou o portfólio em um movimento tático, embora a XP mantenha visão positiva para a companhia. Já [#IGTI11] teve sua participação reduzida de 10% para 7,5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição da carteira a empresas ligadas à economia doméstica.


Carteira Top Dividendos Plus - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP incluiu [#TEND3] e [#ENGI11] na Carteira Top Dividendos Plus. A casa destaca o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas para ambas as companhias, com base nos dados da LSEG.

Por outro lado, [#PLPL3] e [#POMO4] foram retiradas do portfólio em função da redução do dividend yield esperado e da piora nas expectativas dos analistas, também segundo dados da LSEG.

Além disso, a XP reduziu a participação de [#ITSA4] e [#PETR4] de 15% para 10%, em um movimento voltado ao reequilíbrio da estratégia da carteira.


Carteira Top Ações Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP aumentou a exposição às ações da [#MU] e [#UBER], ambas de 0% para 2,5%, reforçando o posicionamento da Carteira Top Ações Globais.

Para acomodar as novas posições, a gestora reduziu a participação de [#AMZN], de 5,0% para 2,5%, e de [#XOM], de 7,5% para 2,5%.

Em julho, a carteira teve retorno de 1,9%, superando o iShares MSCI ACWI ETF (ACWI), que recuou 0,3% no período.


Carteira Top Dividendos Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP incluiu [#WFC], [#AVGO], [#PEP] e [#VZ] na Carteira Top Dividendos Globais. A participação de WFC passou de 0% para 5,0%, enquanto AVGO, PEP e VZ entraram com peso de 2,5% cada.

Para acomodar as mudanças, a gestora reduziu a exposição a [#MS], de 7,5% para 5,0%, [#GS], de 10,0% para 7,5%, e [#CEG], de 5,0% para 2,5%. Além disso, [#VOD] foi removida da carteira.

Em julho, a carteira avançou 4,6%, superando o iShares Select Dividend ETF (DVY), que registrou alta de 3,1% no período.


Carteira Fundamentalista de FIIs - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP reduziu a exposição aos fundos [#LVBI11] e [#PVBI11], ambos em 0,75 ponto percentual, como parte de um ajuste para diminuir a participação em fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo.

Em contrapartida, a gestora ampliou a alocação em [#XPLG11] em 1,5 ponto percentual, destacando a qualidade do portfólio, a menor volatilidade e o maior potencial de geração de retorno do fundo.

Em julho, a Carteira Fundamentalista de Fundos Imobiliários recuou 0,42%, ante queda de 0,32% do IFIX. No período, o portfólio entregou dividend yield mensal de 1,01%, equivalente a 12,2% anualizados, e acumula valorização de 12,2% nos últimos 12 meses, desempenho equivalente a 110% do IFIX.


Carteira Top Dividendos - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP reduziu a participação de [#CXSE3], de 7,5% para 5,0%, após a forte valorização recente das ações. A gestora segue positiva com a companhia, destacando a forte atividade comercial, a sinistralidade controlada e o benefício do ambiente de juros elevados, mas avalia que o valuation passou a oferecer menor margem de segurança.

Além disso, a exposição à [#CPLE3] foi reduzida de 15,0% para 10,0%, em um movimento de realização parcial de lucros após o bom desempenho do papel desde sua inclusão na carteira. A XP também vê um cenário de preços de energia mais pressionados no segundo semestre de 2026, diante dos possíveis impactos do El Niño sobre o regime de chuvas.

Por outro lado, a [#CSMG3] foi adicionada ao portfólio com peso de 7,5%. A casa destaca a visão construtiva para a execução da companhia sob a gestão da Equatorial, além do balanço enxuto e da ausência de restrições relevantes para distribuição de dividendos, fatores que devem sustentar dividend yields atrativos nos próximos anos.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP incluiu [#SLCE3] e [#TUPY3] na Carteira Top Small Caps, ambas com peso de 5%. A casa vê um cenário mais favorável para os preços de soja e algodão, impulsionando a tese da SLC Agrícola, enquanto destaca uma perspectiva mais positiva para a recuperação do mercado de veículos pesados nos Estados Unidos e avanços em governança como fatores favoráveis para a Tupy.

Além disso, a exposição à [#ALUP11] foi ampliada de 5,0% para 12,5%, refletindo uma visão mais construtiva para ativos defensivos e resilientes.

Por outro lado, a [#POMO4] foi retirada da carteira devido à maior preocupação com a dinâmica de resultados da companhia. A XP também reduziu a participação de [#TTEN3] de 10% para 5%, diante de um cenário mais desafiador no curto prazo, embora mantenha uma visão positiva para a tese de longo prazo. Já [#VIVA3] teve seu peso reduzido de 10% para 5%, como parte da estratégia de diminuir a exposição a ativos domésticos e cíclicos.


Carteira Dividendos Gráfica – XP

Confira a carteira completa

Na atualização de agosto, a Carteira Dividendos Gráfica realizou uma troca: [#AXIA3] foi retirada do portfólio e [#PRIO3] foi incluída.

A carteira é composta por 5 ativos, com peso de 20% cada, selecionados a partir das carteiras Top Dividendos e Top Dividendos Plus da XP. A estratégia busca retorno no médio prazo, utilizando exclusivamente análise técnica sobre os ativos selecionados.


Carteira Dividendos – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização da Carteira Benndorf Dividendos, [#AXIA3] foi incluída na carteira, enquanto [#FIQE3] também aparece entre as movimentações de compra. A estratégia mantém um perfil mais conservador, com foco principalmente em empresas de alta capitalização e objetivo de superar o IDIV no longo prazo.

Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumentos em [#DIVO11] e [#SEER3], enquanto [#CXSE3] teve sua exposição reduzida. Os ajustes são justificados pela realização de lucros, adequação ao valuation e, principalmente, pelo alinhamento ao cenário técnico.


Carteira Small Caps Valorização – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização da Carteira Benndorf Small Caps Valorização, [#DIRR3] foi incluída entre as compras, enquanto [#PLPL3] também aparece entre os ativos classificados para compra.

Entre os ajustes de posição, a casa realizou aumento em [#SEER3] e redução em [#FIQE3]. A estratégia tem perfil mais arrojado, com foco principalmente em small caps e busca por assimetrias de mercado, visando superar o índice SMLL no longo prazo.


Carteira FIIs Renda – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização de agosto da Carteira Benndorf FIIs – Renda, a casa aumentou a exposição a [#CDII11] em 2,0% e a [#BTCI11] em 2,5%, utilizando os recursos provenientes das reduções realizadas em outros fundos.

Por outro lado, as posições em [#RZAT11] e [#RZAK11] foram reduzidas em 2,5% e 2,0%, respectivamente. A decisão considera a precificação favorável desses fundos em relação aos pares e a expectativa de redução dos rendimentos nos próximos meses, o que pode elevar a volatilidade das cotas.

Segundo a casa, o aumento em [#BTCI11] reflete o perfil indexado ao IPCA, o risco moderado e a relevante reserva de resultados acumulados, características que favorecem a geração de renda e a estabilidade do portfólio.


Carteira FIIs Valorização – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FIIs – Valorização zerou a exposição ao MANA11 e reduziu as posições em RECR11 e XPML11, após a boa precificação desses fundos em relação aos pares e a consequente redução do potencial de valorização no curto prazo. No caso do XPML11, a expectativa de queda nos rendimentos distribuídos também pode pressionar a cotação nos próximos meses.

Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada de 11,5% para 15,5%, buscando reduzir a volatilidade da carteira e aumentar a indexação ao CDI no curto prazo. A posição em HGLG11 também foi ampliada após a venda de um ativo logístico elevar a geração de caixa e os rendimentos do fundo. Além disso, o JSAF11 teve sua participação aumentada devido ao elevado desconto sobre o valor patrimonial, à qualidade da carteira e ao nível de caixa de aproximadamente 26% do patrimônio.


Carteira FI-Infra – Benndorf

Confira a carteira completa

Na atualização de agosto, a Carteira Benndorf FI-Infra reduziu as posições em IFRI11, BINC11 e BIDB11. No caso de IFRI11 e BINC11, a casa espera uma normalização dos rendimentos após o encerramento das ofertas, enquanto os dois fundos negociam com ágio sobre o valor patrimonial. Já no BIDB11, a redução reflete a avaliação de que o fundo está adequadamente precificado e possui baixa liquidez.

Por outro lado, a exposição ao CDII11 foi elevada, aproveitando o desconto sobre o valor patrimonial após a forte desvalorização no semestre e a expectativa de distribuição mensal próxima a R$ 1,00 por cota. Além disso, JURO11 e DIVS11 também tiveram suas posições ampliadas, diante dos descontos em relação ao valor patrimonial, que oferecem maior margem de segurança.


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Todas as sugestões de investimento da Expert XP

26 de Julho de 2026, 17:23

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Expert XP 2026: último dia tem João Fonseca, Lucas Braathen, CEOs e  influencers

1. Política monetária americana

Janet Yellen sustenta que a economia global ainda carrega os efeitos de choques sucessivos desde a pandemia, o que atrasa o retorno da inflação às metas dos bancos centrais. Ela cita pressões recentes ligadas à energia e mudanças na política comercial americana, somadas ao investimento pesado em IA e infraestrutura energética. Sem evidência clara de ganhos de produtividade que compensem esses efeitos, ela projeta inflação elevada no curto prazo, mas acredita que o Fed ainda tem espaço para adotar postura mais restritiva se as pressões se intensificarem.

Risco de dominância fiscal nos EUA está crescendo, diz Janet Yellen
  1. Revisão do arcabouço do Fed

Ela acredita que a participação de especialistas externos pode fortalecer a credibilidade das discussões e melhorar a comunicação do banco central com mercados e sociedade.

  1. Dólar e reservas internacionais

Yellen evita previsões diretas sobre câmbio, mas observa queda gradual da participação do dólar nas reservas internacionais. Ainda assim, ela mantém que nenhuma moeda alternativa viável existe hoje para substituir o dólar, dada a liquidez, a profundidade e a robustez dos mercados americanos.

  1. Risco fiscal das economias desenvolvidas

Yellen se mostra preocupada com a trajetória fiscal de várias economias desenvolvidas, sobretudo diante do envelhecimento populacional e das pressões crescentes sobre as contas públicas. Para ela, a sustentabilidade fiscal seguirá entre os principais desafios das próximas décadas, o que exige discussões mais sérias sobre planejamento de longo prazo e equilíbrio das contas.

  1. Bolsa brasileira e ciclo de reversão

    Risco de alta da inflação por conta do petróleo diminuiu e beneficia  bolsa”, diz André Lion, CIO da Ibiuna Investimentos

André Lion, João Luiz Braga e Octávio Magalhães convergem na leitura de que o pessimismo extremo, valuations mais baratos e o retorno de fluxo estrangeiro criam assimetria favorável para ações brasileiras, mesmo em ambiente macro ainda volátil. Fernando Ferreira aponta três sinais positivos, o retorno de fluxo em julho, o indicador de sentimento da XP em pessimismo extremo, nível que historicamente coincide com viradas de mercado, e a melhora da assimetria do Ibovespa. Braga cita o desinflacionamento confirmado pelo último IPCA como argumento a favor do ciclo de corte de juros.

  1. Conflito no Irã e petróleo

Jeferson Bittencourt (economista-chefe da ASA) destaca a dificuldade de projetar cenários envolvendo atores imprevisíveis, mas ainda espera alívio das tensões.

Parreiras argumenta que a estrutura de incentivos favorece nova tentativa de acordo, já que o Irã busca concessões usando sua influência sobre o Estreito de Hormuz enquanto Trump quer evitar tanto vitória iraniana quanto guerra prolongada.

Com o tempo, ele espera queda do petróleo à medida que o prêmio geopolítico se dissipa e o excesso de oferta fica mais evidente.

  1. Inteligência artificial e inflação

A fase inicial tende a ser inflacionária, dado o investimento pesado em energia, semicondutores, data centers e capacidade computacional, enquanto os efeitos de produtividade de longo prazo poderiam ser deflacionários.

Mariano Steinert (gestor e sócio fundador da Genoa Capital) afirma que os cerca de US$ 2 trilhões em investimento esperado parecem consistentes com a demanda, com risco maior vindo da infraestrutura insuficiente do que do excesso de capacidade.

  1. Ciclo global de juros e big techs

Participantes do painel com Walter Maciel (CEO da AZ Quest Investimentos), Daniel Dupont (gestor do Kapitalo NW3 Plus) e Bruno Marques (gestor multimercado da XP Asset) apontam que a combinação de crescimento acima do potencial, inflação acima da meta e choques simultâneos de oferta e demanda contribui para juros globais mais altos por mais tempo. Eles destacam a mudança no papel das grandes empresas de tecnologia, que passaram de geradoras de caixa a grandes consumidoras de capital com o investimento pesado em infraestrutura de IA.

  1. Bolsa global e ciclo de IA

Alastair Pang (Morgan Stanley)apresenta a visão mais construtiva, argumentando que a IA já gera retorno tangível sobre capital investido e deve ser vista como driver estrutural de produtividade, com benefícios se ampliando para bancos e saúde.

Gina Martin Adams (estrategista-chefe de mercado da HB Wealth) adota postura mais equilibrada, notando que só uma parcela menor das empresas está capturando retornos de fato, com sinais iniciais de pressão sobre o fluxo de caixa livre em alguns casos.

  1. América Latina e fluxos globais

Ana Reynal (Capital Group), Efrain Chavez (INCA Investments) e Seba Ramirez (LarrainVial Asset Management) convergem na leitura de que os fundamentos da América Latina melhoraram, mas essa melhora não se refletiu nos preços dos ativos.

Os fluxos de capital seguem concentrados na temática de IA em outras regiões, deixando a América Latina em posição de trade defensivo. Reynal cita MercadoLibre como ideia de maior convicção, Ramirez prefere Sabesp e utilities selecionadas, e a Argentina aparece como a oportunidade fora do consenso mais clara da região.

  1. Consolidação fiscal do governo brasileiro

Durigan reitera que o governo não pretende adotar controle de capitais no Brasil, após especulação recente do mercado sobre o tema. Ele cita ajuste fiscal estrutural de cerca de 2% do PIB nos últimos anos e afirma que a Lei Orçamentária Anual, prevista para até 31 de agosto, deve projetar superávit primário de 0,5% do PIB. Durigan também descarta banimento das apostas online e defende regulação semelhante à do tabaco.

  1. Regime global pós choques inflacionários

Andressa Castro (BNP Paribas Asset Management) argumenta que a inflação não é estruturalmente alta, mas os juros devem permanecer estruturalmente mais altos, já que trazer a inflação à meta é uma escolha do banco central com custo associado.

Ela cita quatro choques recentes de oferta, pandemia, guerra Rússia Ucrânia, tarifas e guerra do Irã, e aponta que a decisão do Fed sobre subir juros agora ou esperar até 2028 depende fortemente da guerra e de Kevin Warsh.

  1. Cenário eleitoral 2026

Felipe Nunes (Quaest) descreve o modelo de calcificação do eleitorado, com aproximadamente 35% para cada lado em um confronto entre Lula e Flávio Bolsonaro, deixando o resultado nas mãos de independentes que hoje pendem levemente para Lula.

Cila Schulman levanta a hipótese de vitória de Lula no primeiro turno, argumentando que ele é o único nome à esquerda sem fragmentação de voto, enquanto eleitores que deixam Flávio Bolsonaro têm migrado para indecisos, votos brancos e nulos.

Antonio Lavareda contrapõe que Lula já chegou perto do resultado em 2006 e 2022 sem atingir o patamar necessário.

  1. Geopolítica, IA e alocação de portfólio

Bruno Cordeiro afirma que por cerca de 25 anos a geopolítica foi o input menos relevante nas decisões de investimento, cenário que já não existe mais, e espera acordo de paz entre Washington e Teerã em semanas.

Ruy Alves (Kinea Investimentos) descreve a IA como um grande truque de mágica, projetando que até o fim de 2027 o mundo terá nove vezes mais capacidade computacional do que teria sem ela, com o gargalo concentrado em semicondutores. Ele prefere se posicionar no próprio gargalo, citando TSMC e Micron, argumentando que o modelo de IA em si se torna commodity pela facilidade de replicação.

Semana concentra o pacote completo para o Copom de 5 de agosto

26 de Julho de 2026, 10:06

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Panorama da Semana

Cenário global fica tenso, enquanto o Brasil segue no corte da Selic

O CPI de junho nos EUA veio abaixo do esperado, com núcleo estável no mês e alta de 2,6% em doze meses. À primeira vista parece bom, mas o Fed olha o PCE, não o CPI, e ali o quadro muda. A projeção é de núcleo do PCE subindo 0,22% no mês e mantendo 3,4% em doze meses, patamar que já roda acima do CPI há vários meses. Essa divergência incomoda o Fed.

O consumo americano segue resistente mesmo com o petróleo subindo por causa do conflito no Estreito de Ormuz. As vendas no varejo cresceram de novo em junho e os meses anteriores foram revisados para cima. O consumo real deve ter crescido perto de 2,5% ao ano no trimestre. O contraponto é a energia mais cara: o Brent de setembro foi de 72 para 88 dólares desde o início de julho e a gasolina nos postos americanos volta a rondar 4 dólares o galão.

Nos EUA, o discurso do Fed será o dado mais importante da semana. Warsh evitou qualquer sinalização no depoimento ao Congresso. Já Waller reconheceu motivos para otimismo na inflação, mas condicionou qualquer alívio a não repetição de dados aquecidos. Cook e Jefferson falaram no mesmo tom. No computo geral,o viés do Fed aponta para alta de juros, não corte, e o mercado já precifica mais de uma alta até o fim do ano.

Para a próxima semana o calendário americano é mais fraco, com destaque para os PMIs de julho na sexta. A expectativa é de melhora tanto na indústria quanto em serviços, com o índice composto no melhor nível desde o início de 2026.

No Brasil a semana concentra o pacote completo que vai municiar o Copom de 5 de agosto. O IPCA 15 de julho é o dado principal, com projeção de alta de 0,15% no mês, puxada (novamente) por alimentação no domicílio e parcialmente compensada por energia elétrica e passagens aéreas. Esse número, somado ao núcleo trimestral anualizado voltando para perto da meta, sustenta a leitura de desinflação em curso. Ao lado disso vêm o mercado de trabalho, com desemprego estável perto de 5,3% e geração de vagas formais ainda robusta, além das contas externas, do crédito e do resultado fiscal de junho.

A tarifa americana de 25% já está em vigor e o adicional de 12,5% sob a seção 301 foi confirmado em 23 de julho. O impacto agregado deve ficar contido, dado o peso baixo do comércio bilateral no PIB brasileiro e as isenções em vigor, mas o efeito setorial e o canal de confiança e prêmio de risco pesam mais em ano eleitoral. O governo respondeu com o Brasil Soberano III, linha de até R$18,5 bilhões via Tesouro e BNDES para setores expostos às tarifas e a segmentos como fertilizantes e minerais críticos. O que importa aqui não é o envelope anunciado, e sim a adesão efetiva e o quanto essa e outras linhas de crédito compensam, na margem, o aperto monetário em curso.

No campo eleitoral as pesquisas recentes mostram corrida polarizada mas agora com dispersão entre institutos que reflete mais diferença de metodologia e data de campo do que uma mudança de direção. A semana que vem traz possíveis divulgações de Jota, Nexus e AtlasIntel, além da janela de convenções partidárias até 5 de agosto, que deve definir chapas e coligações.

O viés para o Copom de agosto segue sendo corte de 25 pontos base, com comunicação condicional e sinal de que o espaço para continuar cortando depois de setembro é limitado. A política fiscal e de crédito continua sustentando a demanda e mantém o quadro inflacionário em um equilíbrio de juro alto por mais tempo, mesmo com a desinflação de curto prazo em curso.

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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa finalmente sobe com exterior; SANB11 dispara 12%

31 de Julho de 2026, 16:18

Ibovespa Hoje

  • Ibovespa não consegue abrir na hora padrão e abre apenas 12h30, com duas horas e meia de atraso; índice sobe a 177,8 mil pontos.
  • Dólar comercial apresenta leve alta, a R$ 5,07; juros futuros abrem com altas por toda a curva.
  • B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão.
  • “Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa.

Confira as últimas dos mercados

update 17h00

Principais índices em Nova York fecham com altas confortáveis; semana termina bastante positiva, mas julho fecha misto

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após turbulências do setor na Ásia e o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dia (%) Semana (%) Julho (%)
Dow Jones 0,58 1,04 0,32
S&P 500 0,70 1,05 -0,13
Nasdaq 1,00 1,59 -3,20
 
update 16h55

Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 0,57%, aos 178.161,46 pontos

update 16h51

Minutos finais e Ibovespa avança 0,58%, aos 178.178,27 pontos

update 16h47

Embraer (EMBJ3) segue com alta confortável: mais 1,06%, a R$ 87,05

update 16h46

Preço do petróleo sobe após Irã anunciar que interceptou navios no Estreito de Ormuz

O Irã informou que outros quatro petroleiros voltaram atrás após a intervenção de suas forças.

update 16h42

Santander (SANB11) segue com forte alta: mais 13,78%, a R$ 28,73

update 16h40

ONU: El Niño deve se intensificar em agosto e agravar crises climáticas globais

Fenômeno combinado com “Dipolo do Oceano Índico positivo” pode amplificar secas, inundações e riscos de incêndios florestais.

update 16h37

Small caps: nos minutos finais, a maior alta é de ARML3, com mais 3,53%, seguida de LJQQ3, com mais 3,31%

update 16h36

Small caps: nos minutos finais, a maior baixa é de ONCO3, com menos 6,90%, seguida de PCAR3, com menos 5,47%

update 16h33

Na reta final, Ibovespa Futuro (INDFUT) avança 0,71%, aos 178.865 pontos

update 16h31

Imea: colheita de milho de Mato Grosso está perto do fim

A colheita de milho de Mato Grosso está próxima de ser finalizada, com 96,77% da área total do estado sendo colhida até esta sexta-feira, alta semanal de 6,11 pontos percentuais, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A colheita de algodão no estado, também o maior produtor brasileiro da pluma, avançou 15,56 pontos percentuais em relação à semana anterior para 28,67% da área total, segundo o instituto ligado aos produtores. O total colhido de algodão está atrás do índice registrado na média histórica para esta época (31,18%). (Reuters)

update 16h26

Ibovespa: EMBJ3 é a maior alta do mês, com mais de 30%; veja as demais

Julho (%)Dia (%)
EMBJ336,120,77
MOTV326,21-1,07
BRAP421,081,29
MULT320,28-0,14
NATU320,141,44
update 16h24

Ibovespa: GGBR4 é a maior queda de julho; veja as outras

Julho (%)Dia (%)
GGBR4-18,460,72
KLBN11-14,151,11
PETR4-14,001,33
SMFT3-13,61-1,25
CMIN3-11,89-0,52
update 16h23

Ibovespa: MBRF3 é a maior alta da semana; confira

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
HAPV313,712,45
TOTS312,67-0,58
COGN311,060,00
SANB118,9613,66
update 16h21

Ibovespa: USIM5 é a maior baixa da semana; veja

Semana (%)Dia (%)
USIM5-13,92-3,31
TIMS3-10,25-0,16
CSNA3-8,96-1,41
VIVT3-7,070,64
CXSE3-4,890,60
update 16h21

Azul (AZUL3) mantém queda e recua 1,34%

update 16h16

Small caps: ARML3 é a maior alta de julho; confira as outras

Julho (%)Dia (%)
ARML321,094,71
GOAU418,89-0,09
RCSL317,95-2,13
PCAR312,55-5,11
CASH311,822,02
update 16h14

Small caps: GFSA3 é a maior baixa de julho; veja a lista

Julho (%)Dia (%)
GFSA3-74,770,00
ONCO3-56,10-6,90
MEAL3-36,461,67
TTEN3-21,59-1,91
DIRR3-18,39-0,87
update 16h12

Small caps: MBRF3 é a maior alta da semana; veja as outras

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
SEQL316,670,00
LJQQ311,613,31
COGN311,060,00
ARML39,884,71
update 16h11

Casas Bahia (BHIA3) perde força e cai para o negativo com -1,27%

update 16h11

Small caps: TTEN3 é a maior baixa da semana, com queda acima de 20%; veja as demais

Semana (%)Dia (%)
TTEN3-21,22-1,91
GFSA3-20,000,00
USIM3-14,64-3,14
USIM5-13,21-2,52
ENJU3-11,251,43
update 15h58

Hypera (HYPE3) recua 1,20%

update 15h52

Petróleo: Brent com vencimento em setembro fecha com alta de 1,22%, a US$ 90,12

update 15h50

Braskem (BRKM5) recua 0,67%

update 15h44

Ganhos aumentam e Ibovespa tem nova máxima no dia: +0,85%, com 178.660 pontos

update 15h39

Ibovespa amplia ganhos e atualiza máxima com +0,82% a 178.613 pontos

update 15h36

Petróleo: WTI com vencimento em setembro fecha com alta de 1,29%, a US$ 84,67

update 15h30

Supermercadistas operam com mistas: ASAI3, +0,24%; GMAT3, +0,25%; PCAR3, -3,65%

update 15h24

Axia Energia (AXIA3) tem alta de 0,32%

update 15h19

Siderúrgicas operam com mistas: GGBR4, +1,20%; GOAU4, +0,55%; USIM5, -1,85%; CSNA3, -1,21%

update 15h14

Embraer (EMBJ3) mantém ritmo e tem alta de 0,84%

update 15h11

Ibovespa: SANB11 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

NegóciosDia (%)
SANB1122.68113,27
PETR420.3491,52
AXIA315.8270,21
VALE315.3650,59
SBSP313.4621,09
update 15h00

Setor de papel e celulose no azul: SUZB3, +0,70%; KLBN11, +0,66%; RANI3, +0,12%

update 14h51

Magazine Luiza (MGLU3) permanece oscilando e agora tem alta de 0,80%

update 14h50

Ibovespa amplia ganhos e renova máxima do dia com +0,79%, aos 178.457 pontos

update 14h43

Santander (SANB11) mantém destaque com alta de 13,31%

update 14h31

Petrobras amplia ganhos e sobe mais de 1%: PETR3, +1,44%; PETR4, +1,31%

update 14h24

Hapvida (HAVP3) mantém alta e tem +2,0%

update 14h18

Frigoríficos operam com mistas: BEEF3, +1,67%; MBRF3, -2,28%

update 14h11

Vale (VALE3) volta a subir com +0,37%

update 14h06

CVCB3 tem queda de 0,77%

update 13h58

B3 (B3SA3) tem alta de 0,96%

update 13h57

Bradesco (BBDC4, +0,76%) tem a ação mais negociada do dia até então

update 13h50

Construtoras oscilam e agora operam com mistas: MRVE3, +1,06%; TEND3, +0,17%; EZTC3, -1,48%; CURY, -0,49%; DIRR3, -0,17%

update 13h44

MGLU3 troca sinais e volta a cair com -0,20%

update 13h44

EZTC3 contraria setor de construtoras e tem queda de 1,48%

update 13h43

Vale (VALE3) perde força e tem queda a -0,08%

update 13h42

Ambev (ABEV3) reverte queda e avança com +0,38%

update 13h41

Principais índices de Nova York operam com altas

Down Jones: +0,47%
S&P 500: +0,41%
Nasdaq: +0,53%

update 13h35

Petrobras mantém ganhos: PETR3, +0,87%; PETR4, +0,84%

update 13h33

Varejistas revertem queda e sobem para o azul: AMER3, +3,75%; BHIA3, +1,27%; MGLU3, +0,20%

update 13h32

Embraer (EMBJ3) reverte queda e tem alta de 0,58%

update 13h31

Ibovespa amplia ganhos e volta aos 178 mil pontos: +0,58%, com 178.162 pontos

update 13h20

Varejistas operam com mistas: BHIA3, -3,80%; MGLU3, -1,0%; AMER3, +3,75%

update 13h16

Grandes bancos no azul, com destaque para Santander: SANB11, +12,95%; BBDC4, +0,71%; ITUB4, +0,61%; BBAS3, +0,38%

update 13h16

DIs: juros futuros abrem com altas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,8150,010
DI1F2813,9350,080
DI1F2914,1750,095
DI1F3114,4400,085
DI1F3214,5500,080
DI1F3314,6150,080
DI1F3414,6500,085
DI1F3514,6850,080
update 13h12

Vale (VALE3) tem queda de 0,79%

update 13h11

Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,0767 e venda a R$ 5,0773

COMPRAVENDA
Ontem (30)5,07335,0739
1ª parcial5,06985,0704
2ª parcial5,08255,0831
3ª parcial5,07965,0802
4ª parcial5,07485,0754
update 13h10

Problemas na B3: especialista diz que deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início

Joao Henrique Delibaldo, planejador financeiro pela Planejar, diz que já viu situações parecidas em mercados organizados, como o caos que aconteceu hoje na abertura do Ibovespa, “embora sejam eventos raros e normalmente tratados como exceção operacional”. O ponto central, ele diz, “é que o mercado tende a reagir com cautela no primeiro momento, porque a abertura concentra muitas ordens represadas e o leilão inicial passa a ter um papel ainda mais relevante na formação de preço. Sobre volume, eu evitaria dizer que tudo o que deixou de ser negociado pela manhã foi ‘perdido’. Parte desse volume provavelmente é apenas deslocada para o período posterior à abertura, especialmente ordens institucionais, ajustes de carteira e operações que precisam ser executadas no mesmo dia. Mas há, sim, uma perda potencial em operações de curtíssimo prazo, arbitragem, giro de investidores pessoa física e estratégias intradiárias que dependem da janela normal de liquidez. Na prática, o efeito deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início. Para o investidor comum, a orientação é evitar decisões impulsivas na reabertura, acompanhar os leilões e preferir ordens limitadas em vez de ordens a mercado, porque os preços podem passar por ajustes rápidos até a liquidez se normalizar”.

update 13h01

Varejistas mistos nesta abertura: AMER3, +0,44%; AZZA3, +1,20%; AUAU3, +1,47%; BHIA3, -3,80%; CEAB3, +0,64%; LREN3, estável; MGLU3, -1,59%; RIAA3, -0,51%; VIVA3, -0,23%

update 12h59

VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com baixa de 0,68%, aos 19,02 pontos

update 12h59

Vale (VALE3) retorna ao negativo, agora com menos 0,30%, a R$ 75,86

update 12h58

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 3,27%, aos 321.360,00

update 12h58

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) renova alta do dia, com mais 0,11%, aos 3.810,36 pontos

update 12h57

Muitas ações do IBOV que abriram retornaram para leilão, em começo atrasado e tumultuado de pregão desta sexta-feira

update 12h56

Vale (VALE3) vira para alta, com mais 0,22%, a R$ 76,26

update 12h55

Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,63%, aos 178.278,38 pontos

update 12h55

Hapvida (HAPV3) vira para alta, com mais 0,36%, a R$ 11,05

update 12h54

Petro juniores sobem nesta abertura: PRIO3, +0,53%; RECV3, +1,14%; BRAV3, +0,44%

update 12h53

Embraer (EMBJ3) já vira para alta, com mais 0,59%, a R$ 86,65

update 12h52

Hapvida (HAPV3) começa com menos 0,09%, a R$ 11,00

update 12h52

Supermercadistas mistos nesta abertura tumultuada: ASAI3, -0,83%; GMAT3, +0,75%; PCAR3, -1,09%

update 12h51

Frigoríficos abrem de forma mista, com BEEF3 subindo 0,84% e MBRF3 caindo 0,22%

update 12h50

Axia Energia (AXIA3) começa com alta de 0,62%, a R$ 53,28

update 12h49

Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,02%, a R$ 86,12

update 12h48

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 2.183,51 pontos

update 12h48

Petrobras inicvia dia com altas contidas de 0,31% (PETR3) e 0,56% (PETR4)

update 12h47

B3 (b3SA3) inicia pregão com alta de 0,19%, a R$ 15,66

update 12h46

Vale (VALE3) abre com baixa de 0,53%, a R$ 75,69, após balanço do 2T26

update 12h46

Ibovespa abre, preliminarmente, com queda de 0,08%, aos 177.018,94 pontos

update 12h45

Ibovespa futuro (INDFUT) faz nova máxima do dia, com mais 0,71%, cotado aos 178.845 pontos

update 12h38

Ibovespa futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 0,62%, cotado aos 178.650 pontos

update 12h35

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,12%, cotado aos 177.880 pontos

update 12h34

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com baixa de 0,05%, aos 177.565 pontos

update 12h34

ROLOU! Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com alta de 0,22%, cotado a 5.114,50

update 12h32

Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa seu último dia de negociação com alta de 0,21%, cotado a 5.078,00

update 12h21

“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa

“Não lembro de ter dado problema nesse nível. Já vi o futuro abrir meia hora depois. Mas isso, de hoje, é novidade. Gera estresse, pois muda a rotina operacional dos operadores”, afirmou à Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.

update 12h19

Especialistas alertam para volatilidade nas operações após atraso na abertura da B3

Especialistas ouvidos pelo InfoMoney apontam que o atraso tende a concentrar ordens que seriam executadas ao longo da manhã.

update 12h17

Problemas na B3: comunicado da operadora da Bolsa brasileira reafirma que abertura deve acontecer às 12h30

update 12h13

Futuros do petróleo apresentam altas: WTI tem mais 2,67%, a US$ 85,82; e Brent ganha 1,25%, a US$ 90,14

update 12h06

Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,0796 e venda a R$ 5,0802

update 12h04

Vale (VALE3) tem confiança em dívida perto de US$ 15 bi até fim do ano, diz VP

A companhia divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2026 na noite desta quinta-feira.

update 12h02

Congressistas vão ao TCU contra licitação de R$ 1 bi no Porto de Santos

Representação sustenta que área indicada no edital como “não afetada” pela operação portuária está classificada no sentido oposto no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do porto.

update 11h59

Dólar comercial segue em alta, agora com mais 0,34%, a R$ 5,079 na venda e R$ 5,078 na compra

update 11h47

Russell 2000: índice de small caps nos EUA apresenta uma forte baixa de 1,02%

update 11h46

Principais índices em Nova York perdem força, após abertura consistente; veja cenário atual

  • Dow Jones: +0,01% (na abertura: +0,46%)
  • S&P 500: +0,02% (na abertura: +0,53%)
  • Nasdaq: +0,18% (na abertura: +0,92%)
update 11h36

B3 prevê reabertura do mercado a partir de 12h30 após problemas em Câmara

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 11h33

B3 atualiza sobre a abertura do pregão de hoje; veja os horários

“Informamos que seguimos trabalhando na disponibilização dos arquivos, na abertura da Câmara B3 e na liberação da negociação continua dos ativos e contratos”, diz a B3. Seguem abaixo as atualizações com mais detalhes:

  • BVBG017: divulgado às 9h22
  • Contratos de Dólar (DOL, DR1, FRP0 e FRP1): negociação liberada às 9h35
  • BVBG021 (sem chamada de margem): divulgado às 11h00
  • BVBG021 (complementar): previsão de envio às 12h00
  • Negociação do MiniIndice (WIN) e MIniDolar (WDO): previsão de abertura às 12h30 (com leilão de pré-abertura às 12h28)
  • Negociação de todos os demais ativos e contratos: previsão de abertura a partir das 12h30 (o encerramento dos leilões ocorrera a partir desse horário)
  • Abertura da Câmara B3: previsão de 14h00 (estimativa de horários das grades de liquidação será divulgada em breve)
  • Abertura do BTB: previsão de 14h00
update 11h25

Problemas na B3: comunicados projetam abertura de ativos por volta das 12 horas

update 11h21

Desempenho das pequenas empresas industriais melhora no 2º trimestre, mostra CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o desempenho das pequenas empresas industriais melhorou no segundo trimestre. De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI), o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte, subiu 1,5 ponto em relação ao primeiro trimestre e chegou aos 45,2 pontos. Com o resultado, o indicador está 2,1 pontos acima da média para o trimestre, que é de 43,1 pontos. O patamar registrado nos três primeiros meses do ano foi o menor desde a pandemia de covid-19. O índice de desempenho da pequena indústria é calculado a partir de três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados. Ele vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.

update 11h12

Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0825 e venda a R$ 5,0831

update 11h10

Logan/Fed: uma ação modesta na política monetária reduziria a probabilidade de precisar de medidas mais drásticas posteriormente

update 11h09

Logan/Fed: preferia um aumento de 0,25 pp na taxa para melhor equilibrar as perspectivas e riscos

update 11h08

Logan/Fed: sem qualquer restrição monetária, inflação provavelmente continuará acima da meta até que haja um choque inesperado

update 11h07

Logan/Fed: política monetária não está restringindo a economia e a inflação não está a caminho da meta de 2%

update 11h06

Logan/Fed: riscos de inflação são de alta e mercado de trabalho sólido está se fortalecendo um pouco

Lorie K. Logan é presidente do Federal Reserve de Dallas.

update 11h04

Setor público tem déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, afirma BC

O déficit do mês passado foi mais intenso do que o previsto pela mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de R$ 49,300 bilhões.

update 11h03

Copom: Natalie Victal, da SulAmérica, é “voz dissonante” e defende Selic em pausa

Economista faz distinção entre o “desejo” da autoridade monetária e a “realidade” dos dados: o BC sinaliza preferência em continuar o ciclo de cortes, mas indicadores de atividade e risco fiscal demandam pausa.

update 10h56

Dólar Futuro (DOLFUT) em alta de 0,29%, aos 5.116,50

update 10h50

Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,50%, a R$ 5,087

update 10h47

Irani (RANI3): resultados do 2T26 em linha com o esperado e melhor sazonalidade à vista, ressalta XP

A Irani (RANI3) reportou resultados do 2T26 em linha com as expectativas da XP, com Ebitda ajustado de R$ 132 milhões, alta de 16% trimestralmente e mais 2% acima da expectativa, enquanto a margem Ebitda atingiu 30,5% (+2,8 p.p. trimestralmente, +0,6 p.p. XPe). Principais destaques foram o volume de caixas de papelão ondulado totalizou 44,0 kt (+5% trimestralmente), superando o mercado brasileiro (+3,5% segundo a Empapel), enquanto os preços permaneceram praticamente estáveis; e os embarques de papel para embalagens atingiram 32,0 kt, refletindo a normalização operacional após as paradas para manutenção no 1T26. Olhando para o futuro, a projeção é de um 3T26E mais construtivo, apoiado por uma melhor sazonalidade nos volumes e pela ausência de interrupções relacionadas ao TG#4, parcialmente compensadas por custos mais elevados de OCC”. A visão segue positiva sobre as ações da Irani.

update 10h40

PP decide ficar neutro nas eleições e esfria tentativa de Flávio por Tereza Cristina

Partido consultou diretórios estaduais e manteve posição de não apoiar candidatos ao Planalto.

update 10h38

Índice de BDRs (BDRX) recua 0,54%, aos 26.002,43 pontos, após abrir em alta

update 10h30

Principais índices em Nova York abrem mais dia com altas confortáveis

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones: +0,46%
  • S&P 500: +0,53%
  • Nasdaq: +0,92%
update 10h29

Dólar comercial tem nova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,01%, a R$ 5,061

update 10h23

Problemas na B3: site da operadora da Bolsa comunica que inúmeras ações ficarão em leilão até por volta do meio-dia

update 10h18

Dólar hoje sobe após tombo na sessão anterior

Dólar caiu quase 1% na véspera, com investidores repercutindo dados de inflação nos EUA.

update 10h15

Problemas na B3: por enquanto, apenas dólar e dólar futuro seguem em negociação, ambos com altas curtas

update 10h09

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,0698 e venda a R$ 5,0704

update 10h04

Problemas na B3: SMLL, IBOV, IFIX não abriram às 10h, como de praxe, apenas o índice de BDRs (BDRX), com mais 0,02%, aos 26.148,64 pontos

update 9h57

Dólar comercial renova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,04%, a R$ 5,063

update 9h54

PMI industrial da China cai para 49,2 em julho e indica contração da atividade

Já o PMI composto cedeu para 49,3 em julho, bem abaixo dos 50,6 registrados no mês anterior.

update 9h51

Problemas na B3: por ora, apenas dólar comercial e dólar futuro estão em negociação

update 9h47

Hamas reforça que seu desarmamento depende da retirada de Israel

“O compromisso da ocupação em pôr fim às mortes é o pré-requisito fundamental para prosseguir com a implementação e o estabelecimento de um cronograma para o que foi acordado”, disse o Hamas.

update 9h42

Minério tem maior queda semanal em 6 meses, após contração da indústria na China

O contrato de minério de ferro para setembro mais negociado na Bolsa ⁠de ‌Mercadorias de Dalian (DCE) da China registrou queda de 1,31%, ⁠para 716 iuanes.

update 9h39

Dólar comercial abre com com alta de 0,26%, a R$ 5,075 na venda

update 9h36

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,21%, cotado aos 5.112,00 pontos

update 9h35

B3 segue sem abrir as negociações de minis, DIs, dólar e futuros

update 9h34

Canadá: salário mínimo no 2T26 sobe 0,90%, acima do 0,80% no 1T26

update 9h33

Canadá: PIB de maio sobe 0,3% em relação a abril, acima da expectativa de mais 0,1%, mas abaixo do 0,5% do mês anterior

update 9h32

Japão pode ter vendido até US$ 59 bilhões em intervenção de compra de ienes

O Japão pode ter vendido até US$ 58,97 bilhões em suas últimas medidas para fortalecer sua moeda, indicaram dados do banco central nesta sexta-feira, sinalizando esforços repetidos para conter a desvalorização do iene. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte sugere uma saída líquida de 8,2 trilhões de ienes, em comparação com previsões das corretoras que variam entre um superávit de 1,4 trilhão de ienes e um déficit de 1,73 trilhão de ienes. A atividade de compra de ienes envolve o Banco do Japão retirando a moeda dos mercados, portanto qualquer déficit excessivo de fundos pode servir como uma estimativa do tamanho de uma intervenção. O Japão realizou uma intervenção de compra de ienes e venda de dólares em Nova York na quinta-feira (30), segundo uma fonte do mercado, sua primeira ação desse tipo em três meses, já que a queda da moeda para os níveis mais baixos em quatro décadas ameaçava agravar o custo de vida, já afetado pelo choque energético causado pela guerra no Irã. A medida ocorreu antes da conclusão da reunião de política monetária do Banco do Japão nesta sexta-feira. O banco central manteve a taxa de juros, mas sinalizou que continuará a política de aperto monetário. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros para 1% em junho, o maior nível em 31 anos. (Reuters)

update 9h24

B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 9h14

DIs: juros futuros também ainda não abriram

update 9h13

DXY: índice dólar apresenta alta de 0,49%, aos 100,35 pontos

update 9h11

Futuros em Nova York seguem em alta; veja cenário atual

  • Dow Jones Futuro: +0,49%
  • S&P 500 Futuro: +0,32%
  • Nasdaq Futuro: +1,05%
update 9h09

B3 informa sobre atraso na abertura de minis e demais ativos

“Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos MiniIndice (WIN) e MiniDolar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão ate que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado”, informa a B3. “Manteremos o mercado informado com atualizações periódicas por esse canal ate a completa normalização dos serviços e a abertura regular da negociação”, conclui.

update 9h00

Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho no Brasil tem deflação de 0,77%, ante deflação de 0,30% em maio

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho

update 8h54

Vale (VALE3): resultados ligeiramente melhores no 2T26; e previsão de custos revisada para cima, como esperado, segundo a XP

A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.

update 8h48

BC: dívida pública líquida do Brasil fica em 68,5% do PIB em junho, acima do esperado de 68,4%

update 8h47

BC: dívida pública bruta do Brasil fica em 81,9% do PIB em junho

A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 81,9% em junho, de 81,0% no mês anterior, informou o Banco Central agora há pouco. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 55,313 bilhões. Economistas consultados esperavam saldo negativo de R$ 49,8 bilhões. (Reuters)

update 8h40

Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 64 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 61 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
  • Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
update 8h34

Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25

update 8h32

Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções

A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)

update 8h28

BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação

O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)

update 8h24

Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões

Redução do lucro líquido decorre, principalmente, da menor contribuição da variação do valor justo dos ativos biológicos.

update 8h23

O que fez índice sul-coreano Kospi saltar 18% e ter maior ganho diário da história

As ações da gigante de semicondutores Samsung Electronics avançaram 26,8%, enquanto a fabricante de chips de memória SK Hynix saltou 30%.

update 8h21

Raízen (RAIZ4): Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial

O plano contou com a adesão de 81,6% dos credores financeiros quirografários da companhia.

update 8h12

Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP

A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.

update 8h10

Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem

A companhia teve queda de ⁠vendas ‌de principais químicos (5%), resinas (8%) e ⁠de polietileno verde (19%) no Brasil.

update 8h08

Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara

As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)

  • Shanghai SE (China), +0,72%
  • Nikkei (Japão): +3,86%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
  • Nifty 50 (Índia): +0,27%
  • ASX 200 (Austrália): +0,10%
  • KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
update 8h05

Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes

Analista prevê que o capital estrangeiro deve entrar primeiro em ações mais líquidas e, depois, buscar oportunidades em varejo e construção.

update 8h02

EUA: índices futuros operam com ganhos

Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones Futuro: +0,67%
  • S&P 500 Futuro: +0,47%
  • Nasdaq Futuro: +1,19%
update 8h00

Abertura dos mercados

A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas

Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.

Dia (%)Pontos (pts)
Dow Jones+1,1952.209,57
S&P 500+1,677.437,98
Nasdaq+2,7825.122,18
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,805-0,045
DI1F2813,855-0,120
DI1F2914,080-0,170
DI1F3114,355-0,160
DI1F3214,470-0,130
DI1F3314,535-0,120
DI1F3414,565-0,095
DI1F3514,605-0,100
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia

O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.

  • Venda: R$ 5,061
  • Compra: R$ 5,060
  • Mínima: R$ 5,060
  • Máxima: R$ 5,106
update 7h48

Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
USIM5-9,257,55
CSNA3-4,814,95
CMIN3-4,355,72
BRAV3-2,0720,39
AZZA3-1,8015,86

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MBRF37,8017,96
TOTS35,7431,13
COGN35,482,31
MGLU35,465,02
CURY35,3730,40

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR451.4962,00
ABEV347.1470,38
VALE334.1731,39
BBDC433.7960,22
BBAS329.2541,97
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia

  • Máxima: 177.158,86
  • Mínima: 173.884,55
  • Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
  • Volume: R$ 16,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Terça-feira (28): +0,70%
  • Quarta-feira (29): -1,52%
  • Quinta-feira (30): +1,88%
  • Semana: +1,79%
  • Julho: +2,98%
  • 3T26: +2,98%
  • 2026: +9,95%

Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.

Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.

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Vai votar em outra cidade? Começa hoje prazo para solicitar voto em trânsito

20 de Julho de 2026, 12:04

Começa hoje o prazo para solicitar o voto em trânsito nas eleições de 2026. O procedimento permite votar em uma cidade diferente daquela onde está o domicílio eleitoral, desde que o eleitor esteja em dia com as obrigações eleitorais. Para isso, a Justiça Eleitoral faz uma transferência temporária da seção do eleitor para o município onde ele estará no dia da votação. 

O procedimento só existe em anos de eleição geral, como 2026, quando estão em disputa os cargos de presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O voto em trânsito funciona apenas nas capitais e nos municípios com mais de 100 mil eleitores, em locais de votação convencionais ou criados especificamente para essa finalidade. No site Autoatendimento Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é possível consultar onde há vaga para o voto em trânsito neste ano.

A habilitação pode ser feita até 20 de agosto, prazo válido para o primeiro turno, em 4 de outubro, o segundo, previsto para 25 do mesmo mês, ou os dois. O pedido também pode ser feito pelo Autoatendimento da Justiça Eleitoral ou presencialmente em qualquer cartório eleitoral, mediante apresentação de um documento oficial com foto. 

Só o próprio eleitor pode solicitar a transferência temporária; ninguém pode fazer o pedido em nome de outra pessoa. É exigido que o título esteja em situação regular no cadastro eleitoral, já que documentos cancelados ou suspensos impedem a votação.

Voto em trânsito: o que saber

Quando ocorreApenas em eleições gerais, como a de 2026, nas capitais e cidades com mais de 100 mil eleitores
Prazo para solicitar20 de julho a 20 de agosto de 2026
Documento exigidoDocumento oficial de identificação com foto
Onde solicitarNo site Autoatendimento da Justiça Eleitoral, clicar em “Fazer transferência temporária de local de votação”; ou pessoalmente no cartório eleitoral
Quem pode solicitarO próprio eleitor, com título regular
Para quais cargos vale (transferência para cidade no mesmo estado)Presidente, governador, senador, deputado federal e estadual
Para quais cargos vale (transferência para cidade em outro estado)Apenas presidente
Quem mora em outro país e tem registro na Zona Eleitoral do ExteriorVota só para presidente, se estiver em trânsito no Brasil
Voto em trânsito no exterior para quem está fora do país no dia do pleitoNão existe
Retorno do título para a seção de origemAutomático, após a eleição

Regras, prazos e cancelamento

A regra dos cargos permitidos na votação depende de a transferência ocorrer dentro do mesmo estado ou para um estado diferente. Se o eleitor pedir para votar em outro município dentro do próprio estado, mantém o direito de escolha para presidente, governador, senadores (duas vagas por estado) e deputados federal e estadual. Se a transferência for para um estado diferente, o voto vale apenas para presidente da República. 

Essa mesma restrição — voto apenas para presidente — vale também para eleitores com título registrado na Zona Eleitoral do Exterior que estejam em trânsito no Brasil no dia da eleição. Já o eleitor com título no Brasil que estiver em outro país no dia do pleito não pode votar em trânsito, porque o procedimento não existe fora do território nacional. 

É possível indicar cidades diferentes para cada turno da eleição. Feita a votação, ou não, o título retorna automaticamente à seção de origem, sem necessidade de nova solicitação.   

Alterações ou cancelamentos do pedido seguem o mesmo prazo, até 20 de agosto; depois disso, não é mais possível modificá-lo. Isso importa porque, ao pedir a transferência, o eleitor perde automaticamente o direito de votar na própria seção de origem — a menos que cancele o pedido dentro do prazo. Faltar ao local escolhido para o voto em trânsito, portanto, exige justificativa, mesmo para quem estiver na cidade de origem no dia do pleito. 

Trump diz que há milhares de mísseis prontos para acertar Irã caso seja assassinado

11 de Julho de 2026, 09:36

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou o Irã neste sábado (11), declarando que há milhares de mísseis prontos para serem disparados contra o país. A manifestação ocorreu após o funeral do líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, quando pessoas presentes no evento pediram o assassinato do líder norte-americano. A retórica acentua as tensões no Oriente Médio, enquanto um acordo interino para encerrar a guerra enfraquece sob sucessivos confrontos na região.

Em sua postagem na rede social Truth Social, Trump afirmou que “mil mísseis estão carregados e apontados para a República Islâmica do Irã, com outros milhares prontos para seguir imediatamente, caso o governo iraniano cumpra a ameaça”.

Leia também: EUA ampliam sanções ao núcleo financeiro do líder supremo do Irã

Durante o funeral de Khamenei – que foi morto em um ataque aéreo em 28 de fevereiro -, manifestantes carregavam cartazes pedindo a morte de Trump e do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. O Irã é agora comandado pelo novo líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei.

Trump publicou os comentários depois que autoridades do alto escalão dos EUA exigiram que o Irã declarasse publicamente a abertura do Estreito de Ormuz e garantisse que as embarcações que cruzam o corredor vital não seriam atacadas.

Até o momento, Teerã se recusou a fazê-lo, insistindo que a rota permaneça sob seu controle e que deve ter permissão para cobrar taxas dos navios, alterando décadas de precedentes que consideram o estreito uma hidrovia internacional.

Nos últimos dias, os EUA realizaram ataques aéreos contra o Irã, que respondeu com disparos contra nações do Oriente Médio. Os bombardeios foram desencadeados depois que o Irã atacou três navios em Ormuz no início dessa semana. Na sexta-feira, 10, Trump declarou o fim do cessar-fogo, mas afirmou que os EUA continuariam as negociações. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, viajou a Omã para novas conversas neste sábado.

Autoridades norte-americanas sob anonimato afirmaram que qualquer acordo sobre o programa nuclear do Irã exigirá que Teerã entregue seu estoque de urânio altamente enriquecido, algo que o país tem recusado repetidamente.

Caso um entendimento não seja alcançado, os EUA possuem opções militares para garantir que o material permaneça enterrado no subsolo. O governo dos EUA também ressaltou que nunca fechará um acordo nuclear se o Irã não interromper os ataques a navios no Estreito de Ormuz.

Por AP

*Conteúdo traduzido com auxílio de inteligência artificial, revisado e editado pela redação da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Kane confirma partida de golfe com Trump e diz que o presidente dos EUA joga bem

11 de Julho de 2026, 09:22

O capitão da Inglaterra, Harry Kane, confirmou que uma vez jogou golfe com o presidente dos EUA, Donald Trump, descrevendo a experiência como “surreal” e elogiando a habilidade de Trump no esporte.

Trump disse aos repórteres no início desta semana que havia jogado golfe com Kane, afirmando que o atacante da Inglaterra é um ótimo jogador e um bom golfista.

Falando nesta sexta-feira (10), na véspera das quartas de final da Copa do Mundo contra a Noruega, Kane confirmou que a partida aconteceu em Palm Beach, na Flórida, há cerca de 18 meses.

Leia também: Com um a menos, Inglaterra resiste ao México e chega às quartas

“Joguei bem, para ser sincero”, disse Kane aos repórteres em Miami. “Ele me convidou para jogar quando eu estava em Palm Beach. Então, sim, quando o presidente te convida para algum lugar…”

“Foi uma experiência bem surreal só de conhecê-lo e, obviamente, jogar golfe com ele. Ele joga muito bem, para ser sincero”, acrescentou Kane. “Espero poder jogar tão bem quanto ele quando tiver a idade dele. Então, sim, foi uma experiência única e fiquei grato por ele ter me convidado para jogar.”

Trump havia elogiado o atacante do Bayern de Munique em sua plataforma Truth Social após a vitória da Inglaterra por 3 x 2 sobre o México nas oitavas de final, escrevendo: “Harry Kane, da Inglaterra, é um GRANDE jogador!!!”

No dia seguinte, Trump disse que os dois haviam jogado golfe juntos.

“Acho que Kane é um ótimo jogador”, afirmou Trump. “Joguei golfe com ele e gosto muito dele. Ele é um bom jogador de golfe. É realmente ótimo.”

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FIFA vende pedaços do gramado da final da Copa do Mundo por R$ 2,3 mil

11 de Julho de 2026, 09:10

A FIFA, acusada de cobrar preços exorbitantes pelos ingressos para a Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos, México e Canadá, está vendendo o gramado que será usado na final de 19 de julho no MetLife Stadium, em Nova Jersey, por US$ 450 (cerca de R$ 2,3 mil) a unidade.

A loja da FIFA indica que cada pedaço de grama mede 44,5 x 44,5 , embora não especifique se a medida é em polegadas, centímetros ou milímetros.

“Possua um pedaço autêntico da história do futebol com um fragmento genuíno do gramado da Copa do Mundo da FIFA de 2026, preservado permanentemente em acrílico premium com um pen drive de lembrança”, afirma a loja virtual da Fifa.

Leia também: FIFA sai ainda mais rica de uma Copa do Mundo cercada por controvérsias

“Cada peça contém um fragmento original do icônico gramado da final, tornando-se um item de colecionador único que celebra um dos maiores eventos esportivos do mundo.”

A FIFA afirmou que “o pen drive de acrílico inclui uma película de autenticidade, além de oferecer uma peça de exibição elegante e contemporânea. Apresentado em uma caixa articulada premium com detalhes marcantes em UV, este item exclusivo foi projetado tanto para colecionadores quanto para fãs e entusiastas do futebol”. A FIFA está disponibilizando o gramado para envio apenas para endereços nos Estados Unidos e na Europa.

Jogadores e técnicos criticaram a qualidade do gramado do MetLife Stadium, que normalmente utiliza grama sintética para os jogos do New York Giants da NFL.

A FIFA está vendendo ingressos normais para a final por até US$ 32.970 e cobrando US$ 34.500 e US$ 32.500 para ingressos de hospitalidade, que incluem comida e bebida.

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Rússia volta a disparar mísseis contra Kiev e deixa ao menos seis feridos

11 de Julho de 2026, 08:40

Ao menos cinco explosões foram ouvidas em Kiev, capital da Ucrânia, nas primeiras horas da madrugada deste sábado (11), enquanto as autoridades ucranianas alertavam para um ataque russo com mísseis. Ao menos seis pessoas ficaram feridas em decorrência dos bombardeios, informou a capital.

As sirenes de alerta aéreo começaram a soar minutos após a primeira explosão, segundo informações da agência de notícias AFP. Tymur Tkachenko, chefe da administração militar de Kiev, confirmou no Telegram que a Rússia estava “atacando a capital com mísseis”.

O ataque ocorre um dia após drones ucranianos atingirem infraestruturas petrolíferas na Rússia, além do porto de Taganrog, no sul do país.

Leia também: Trump diz que EUA vão licenciar produção de mísseis Patriot à Ucrânia

A capital ucraniana tem sido, desde o início de junho, alvo de ataques em larga escala, realizados com um número crescente de mísseis, especialmente balísticos, que são mais rápidos e mais difíceis de interceptar. Na noite entre 1º e 2 de julho, trinta pessoas morreram na cidade durante um bombardeio de intensidade sem precedentes.

Um estudo publicado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) no início do mês aponta que mais de dois milhões de soldados russos e ucranianos foram mortos ou ficaram feridos nos quatro anos de conflito, iniciado em 2022.

A Rússia sofreu as perdas mais pesadas, com 1,4 milhão de soldados mortos ou feridos desde fevereiro de 2022, quando invadiu a Ucrânia.

Desse total, 450 mil morreram, número quatro vezes maior do que o total de mortes de militares americanos em todas as guerras desde a Segunda Guerra Mundial. Já as forças ucranianas sofreram entre 525 mil e 625 mil baixas, incluindo entre 125 mil e 150 mil mortos, segundo o estudo.

Autoridades alertaram que os números de baixas têm sido difíceis de estimar ao longo da guerra porque acredita-se que Moscou subestime rotineiramente o número de mortos e feridos, enquanto a Ucrânia não divulga seus dados oficiais. O estudo se baseou, entre outras fontes, em estimativas dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido.

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Governo publica portaria que restringe publicidade de bets a partir de 17 de julho

11 de Julho de 2026, 08:17
Sites de apostas vêm se tornando "febre" no Brasil (Foto: Bruno Peres/Agência Brasil)

O governo publicou na sexta-feira (10) a portaria com as novas regras que restringem a publicidade das bets, plataformas de apostas. Uma das principais medidas é a obrigatoriedade para que a divulgação dos sites de jogos venham acompanhados de advertências do Ministério da Fazenda sobre o risco para o vício e a perda de dinheiro pelos apostadores.

Além disso, ficam proibidas transmissões de jogos que induzam apostas específicas de acordo com o placar.

As normas foram divulgadas pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, na quinta-feira, com previsão para entrar em vigor em 17 de julho.

A partir deste prazo, as empresas terão uma semana para se adaptar às novas regras. Entre as punições previstas estão multas que podem chegar a 20% do faturamento da empresa e suspensão da operação por 180 dias.

Já a mídia que veicular uma propaganda irregular de bet poderá receber uma multa de até R$ 14 milhões.

No fim do mês passado, no início da Copa do Mundo, propagandas de bets nas transmissões do canal de streaming CazéTV entraram no alvo de uma investigação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão do Ministério da Justiça, por possíveis irregularidades. O veículo alterou a publicidade e informou que adotou formato “mais conservador” para os anúncios.

Advertências

As publicidades de plataformas de apostas on-line regulares terão de vir acompanhadas pelas três advertências:

  • “O Ministério da Fazenda adverte: apostar faz você perder dinheiro”
  • “O Ministério da Fazenda adverte: apostar pode causar dependência”
  • “O Ministério da Fazenda adverte: aposta não é investimento”

Proibição de comentários que induzam apostas

Além disso, transmissões de jogos e programas esportivos, seja de qual mídia for (televisão, internet ou rádio), não poderão mais sugerir apostas específicas por meio de profissionais apresentados como especialistas.

Também ficará proibido apontar “senso de urgência” nas propagandas de bets, vender aposta como ganho de dinheiro fácil, ou exibição de histórico de premiações, disse o ministro.

Combate a bets ilegais

Como parte do combate às bets ilegais, o governo notificou 37 fintechs suspeitas de movimentar dinheiro de casas de apostas irregulares no Brasil para bloquear os recursos e confiscá-los para os cofres da União. As notificações são respaldadas em decreto publicado pelo governo em junho.

Em junho, o governo já havia identificado a atuação dessas empresas, que movimentaram transações de 160 casas de apostas ilegais, e mais de 40 mil sites ligados a elas. No total, mais de 54 mil sites irregulares foram derrubados. 

As notificações foram enviadas em conjunto pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) e pela Receita Federal. Agora, as instituições financeiras precisam romper com as bets ilegais. Caso isso não aconteça, as empresas podem ser responsabilizadas solidariamente pelos recursos ilegais, e serem multadas no montante que foi movimentado.

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Salário, cargo e status já não bastam. Descubra o novo trio que atrai profissionais

11 de Julho de 2026, 08:00
Salário, cargo e status já não bastam. Descubra o novo trio que atrai profissionais


Historicamente, anunciar uma vaga de trabalho seguia um roteiro quase automático.
Salário competitivo. Cargo atrativo. Perspectiva de crescimento. Esses três elementos costumavam ser suficientes para chamar a atenção dos profissionais mais qualificados.

Mas estudos mais recentes sobre mercado de trabalho mostram que muitas empresas continuam apresentando suas oportunidades exatamente dessa forma — enquanto os candidatos passaram a fazer outras perguntas.

Leia também: As empresas aprenderam a contratar; o desafio agora é fazer os talentos ficarem

Antes de analisar apenas a remuneração, um número crescente de profissionais quer entender quem será seu líder, como é a cultura da empresa, quais critérios orientam promoções e se haverá espaço para crescer sem abrir mão da qualidade de vida.

Em suma, a remuneração, o cargo e o status continuam importantes. Mas deixaram de ser o principal diferencial competitivo. As empresas continuam falando de salário. Os candidatos fazem outras perguntas:

Ambiente determina nível de engajamento

O estudo Executive Compensation & Talent Trends 2026, da Page Executive, ajuda a explicar essa mudança.

Embora 59% dos executivos latino-americanos apontem a remuneração competitiva como um dos principais fatores de satisfação profissional, o levantamento mostra que os líderes atuais também procuram confiança na liderança, alinhamento de valores, transparência, oportunidades de desenvolvimento e apoio ao bem-estar.

O dado mais revelador aparece logo em seguida. Mesmo com 60% declarando estar satisfeitos com a remuneração, 94% permanecem abertos a novas oportunidades profissionais.

Se salário fosse suficiente para garantir permanência, dificilmente um número tão elevado continuaria atento ao mercado.

“Os executivos não permanecem por pacotes financeiros mais elevados, mas por ambientes onde possam se desenvolver. A remuneração estabelece a base, mas hoje a clareza, a confiança e o bem-estar determinam o nível de engajamento”, afirma o estudo.

Na prática, o levantamento sugere que o processo de escolha mudou. O salário continua abrindo a conversa. Mas já não é ele quem a encerra.

Leia também: Sucesso na carreira mudou de significado: crescer já não significa virar chefe

Novo diferencial não aparece no holerite

Ao perguntar o que realmente procuram em uma organização, a pesquisa da Page Executive encontrou um padrão bastante diferente daquele que predominava há poucos anos.

Os executivos colocam entre as prioridades alinhamento de valores e confiança na liderança, oportunidades de crescimento e desenvolvimento, bem-estar e equilíbrio entre vida pessoal e profissional e estruturas de remuneração transparentes e justas.

Outro dado chama atenção. Quando questionados sobre o que mais temeriam perder ao trocar de empresa, os entrevistados colocaram a cultura organizacional acima da remuneração e das perspectivas de carreira.

A mensagem é clara: o diferencial competitivo das empresas passou a depender da experiência que o profissional acredita que terá depois da contratação.

Leia também: Líderes exaustos? Pesquisa revela novo foco de crise no mercado de trabalho

Marketing da vaga ficou para trás

Essa mudança aparece também em outros levantamentos.

Pesquisa da Michael Page mostra que 71% dos profissionais colocam o equilíbrio entre vida pessoal e profissional entre os fatores mais importantes da carreira, percentual ligeiramente superior ao da remuneração (70%).

Já 54% afirmam que a cultura organizacional influencia diretamente a decisão de permanecer em uma empresa, enquanto 26% destacam o bem-estar como um fator relevante na escolha do empregador.

Os números mostram que muitos profissionais continuam buscando crescimento.
Mas crescer deixou de significar apenas conquistar um cargo maior ou um salário mais alto.

Cada vez mais, desenvolvimento, liderança, ambiente de trabalho e qualidade de vida entram na mesma equação.

Leia também: Todo mundo quer ser chefe, exceto… todo mundo

Executivos querem entender processos

Ao mesmo tempo, a edição europeia do estudo da Page Executive mostra que 43% dos executivos consideram o salário a informação mais importante em um anúncio de vaga, mas 40% acreditam que maior transparência salarial ajudaria as empresas a contratar melhor.

Não é uma contradição. É um sinal de que os profissionais continuam querendo saber quanto vão ganhar, mas também querem compreender como as decisões são tomadas, quais critérios orientam promoções e o que esperar da organização no longo prazo.

“A transparência salarial está acelerando na Europa, impulsionada tanto pela regulamentação quanto pelas novas expectativas dos candidatos”, diz Miguel Portillo, diretor-geral da Page Executive na Espanha.

“Os executivos esperam cada vez mais clareza não apenas sobre salários, mas também sobre como as decisões são tomadas e como a progressão na carreira é definida”, prossegue.

A vaga continua sendo a mesma. Quem mudou foi o candidato.

Leia também: Antes do propósito, a realidade: geração do “faça o que ama” agora pensa nos boletos

Novas armas na guerra por talentos

Durante muito tempo, empresas competiram por talentos oferecendo três promessas: salário, cargo e status. Esses fatores continuam importantes.

Mas os estudos indicam que já não são suficientes para convencer os melhores profissionais a aceitar — e principalmente a permanecer — em uma organização.

A disputa por talentos passou a ser travada em outro terreno. As empresas que conseguem se destacar são aquelas capazes de transmitir confiança, oferecer relações mais transparentes e construir ambientes onde desenvolvimento profissional e bem-estar deixam de ser promessas e passam a fazer parte da experiência cotidiana.

O salário continua abrindo portas. Mas, cada vez mais, confiança, transparência e bem-estar são os fatores que, de fato, convencem as pessoas a atravessá-las — e permanecer do lado de dentro por mais tempo.

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Messi, Kane e Haaland brigam por vaga nas semifinais; veja jogos da Copa hoje

11 de Julho de 2026, 07:30

Neste sábado (11), dois jogos da Copa do Mundo 2026 vão definir o segundo confronto das semifinais. E será um desfile de craques em campo.

A começar pelo jogaço entre a Noruega de Erling Haaland, algoz da Seleção Brasileira, e a Inglaterra de Harry Kane e Jude Bellingham. Os noruegueses terão que superar um surto de gripe e um inspirado ataque inglês comandado por Kane. Os ingleses também terão que superar uma marca de 36 anos sem chegar à semifinal de Copa.

Mais tarde, é a vez da Argentina e da Suíça medirem forças. A equipe regida por Lionel Messi chega empolgada após virada histórica diante do Egito nas oitavas de final. Já a Suíça quebrou um jejum de 72 anos sem chegar às quartas de final, depois de eliminar a Colômbia.

Os vencedores desses dois confrontos se enfrentam na semifinal no dia 15, às 16h.

Jogos de hoje

JogoHorárioOnde assistir
Noruega x Inglaterra18h (horário de Brasília)
Argentina x Suíça22h (horário de Brasília)

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Alívio na inflação. Até quando?

5 de Julho de 2026, 10:20

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Panorama da Semana

A semana que passou trouxe alívio aos bancos centrais. Nos Estados Unidos, a fraqueza do mercado de trabalho reduziu as apostas em nova alta de juros. Na Zona do Euro, a inflação ao consumidor recuou, mas o Banco Central Europeu deve manter a postura conservadora. Por aqui, o Caged decepcionou, sem abalar a leitura de mercado de trabalho aquecido, enquanto a produção industrial de maio também decepcionou, ainda com crescimento relevante no acumulado do ano. O petróleo voltou aos patamares pré-conflito no Oriente Médio, mais um motivo para menos juros.

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Mas os próximos dias prometem ser mais decisivos. Nos Estados Unidos, a ata do FOMC trará pistas melhores sobre o ritmo de cortes de juros, justamente quando os dados de emprego já mudam a leitura sobre o Federal Reserve.

E, por aqui, porém, que a semana concentra a maior atenção. O IPCA de junho é o principal termômetro da economia brasileira, com expectativa de desaceleração puxada pelo arrefecimento nos preços de alimentos. O número deve calibrar as apostas sobre os próximos passos do Banco Central. Fecha o quadro o IGP-DI de junho, que a FGV deve divulgar em deflação, reflexo da queda nos preços de petróleo e derivados, movimento que dialoga diretamente com o fim da subvenção ao diesel anunciado na semana anterior.

Calendário da Semana


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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Panorama do Ibovespa (IBOV)

O Ibovespa registrou um fechamento semanal importante, negociando praticamente nas máximas dos últimos cinco pregões. Para Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o movimento abre uma excelente oportunidade de compra caso o índice supere os 174.710 pontos. “A partir desse rompimento, vejo espaço para o mercado subir com alvo entre 184.000 e 188.600 pontos”, projetou. O ponto de atenção, segundo o analista, fica na perda dos 167.250 pontos.

Bitcoin (BTC)

O Bitcoin segue em tendência de baixa e ensaia um repique de curto prazo. Borges enxerga nesse movimento uma oportunidade na ponta vendedora. “Vejo uma região vendedora muito boa entre US$ 63 mil e US$ 65.500, uma vez que o ativo faz fundos nivelados na região dos US$ 57.600”, explicou. O stop da operação fica acima dos US$ 67.600. Enquanto o Bitcoin permanecer abaixo desse nível, o analista mantém viés baixista e projeta retorno às mínimas dos US$ 57.650 e, nos próximos um ou dois meses, queda abaixo dos US$ 50 mil.

Aura Minerals (AURA33)

A Aura Minerals voltou ao radar de Borges com uma oportunidade de compra. O ativo capturou liquidez abaixo dos R$ 100,00 e já retoma movimento ascendente, o que levou o analista a abrir posição no Follow Trade, seu serviço de copy de swing trade. “Vejo compra de Aura Minerals com primeiro alvo na região dos R$ 120,00 e depois nos R$ 130,00, que é o alvo final dessa operação”, afirmou. O ponto de atenção fica na perda dos R$ 100,00.

Caixa Seguridade (CXSE3)

A Caixa Seguridade se destaca dentro do fluxo comprador que beneficia o setor nas últimas semanas, figurando entre as ações com melhor entrega de alta no período. Borges ainda vê espaço para valorização e projeta alvo entre R$ 22,82 e R$ 22,85, com stop abaixo dos R$ 18,45. O analista, no entanto, faz uma ressalva importante para quem ainda está de fora do papel. “Não é recomendado comprar agora porque o stop está acima de 10% — aguarde um ponto de entrada melhor para que a gente tenha um risco-retorno favorável”, orientou Borges.


Conteúdos que prestam

Os primeiros a enriquecer sozinhos com IA aprenderam uma coisa

Há quinze anos, Marc Andreessen escreveu tese contraintuitiva na época: o software devora o mundo. O tempo provou razão profunda. O ensaio envelheceu virando raridade: previsão realizada tão completamente virou o próprio ar respirado hoje. Cada setor citado caiu na engrenagem. Setores fora da lista caíram junto..

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Carteiras sugeridas para julho

1 de Julho de 2026, 10:32

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 16h30 - 03/07

Small Caps – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual promoveu duas mudanças na carteira de small caps de julho. Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] entram no portfólio, enquanto Banco Pine [#PINE4] e Grupo SBF [#SBFG3] deixam a seleção. Copasa [#CSMG3], Sanepar [#SAPR11], Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Orizon [#ORVR3], Tenda [#TEND3], Pague Menos [#PGMN3] e Bemobi [#BMOB3] foram mantidas.

Banco Inter [#INBR32] e Marcopolo [#POMO4] reforçam a carteira

O BTG vê o Banco Inter [#INBR32] negociando com desconto após a queda de cerca de 40% no ano e avalia que os fundamentos permanecem sólidos, com balanço robusto e crescimento dos lucros. Já a Marcopolo [#POMO4] foi incluída pela expectativa de aceleração dos resultados nos próximos trimestres, apoiada pela melhora no mix de vendas, pelo contrato do Caminho da Escola e pelo valuation considerado atrativo.

Copasa [#CSMG3] segue como destaque; BTG mantém confiança nas demais posições

A Copasa [#CSMG3] continua entre as principais apostas após a conclusão da privatização, com expectativa de ganhos de eficiência sob a gestão da Equatorial. O BTG também manteve a confiança em empresas como Tenda [#TEND3], beneficiada pelo programa Minha Casa, Minha Vida, Smart Fit [#SMFT3], 3tentos [#TTEN3], Pague Menos [#PGMN3], Bemobi [#BMOB3], Orizon [#ORVR3] e Sanepar [#SAPR11], citando potencial de crescimento e valuations atrativos.


10SIM – BTG Pactual

Confira a carteira completa

O BTG Pactual adotou uma postura mais defensiva para a carteira de julho diante da perda de atratividade das ações brasileiras para investidores estrangeiros. O banco cita a inflação acima da meta, o espaço limitado para cortes da Selic, a perspectiva de juros mais altos nos Estados Unidos e o aumento dos gastos públicos antes das eleições presidenciais de outubro como fatores que tornam o cenário mais desafiador. Apesar de os valuations seguirem atrativos, a casa optou por reduzir o risco do portfólio.

Ambev [#ABEV3] entra; Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] deixam a carteira

O BTG retirou Localiza [#RENT3] e Equatorial [#EQTL3] da 10SIM para reduzir a exposição a empresas de fluxo de caixa de longo prazo. No lugar, a Ambev [#ABEV3] retorna ao portfólio, trazendo um perfil mais defensivo, apoiado em balanço sólido, geração consistente de caixa, dividend yield estimado em 7,5% e um portfólio de marcas que o banco considera difícil de ser replicado pelos concorrentes.

Allos [#ALOS3] volta e Cury [#CURY3] ganha mais espaço; Petrobras [#PETR4] é mantida

A Allos [#ALOS3] retorna à carteira com peso de 5%, destacada pelo modelo de negócios previsível, proteção contra a inflação, dividend yield de 13% e taxa interna de retorno real de 13%. O BTG também elevou a participação da Cury [#CURY3] de 5% para 10%, reforçando a exposição ao segmento de habitação popular. A Petrobras [#PETR4] foi mantida como proteção para uma eventual deterioração do cenário no Oriente Médio, com potencial de dividend yield de cerca de 11% em 2026 mesmo considerando o petróleo a US$ 70. Eneva [#ENEV3], Axia [#CXSE3], Motiva [#MOTV3], Itaú [#ITUB4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3] completam a carteira.


Carteira Top Ações Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de Microsoft de 5,0% para 7,5%, aproveitando a recente queda das ações, que tornou o valuation mais atrativo sem alteração dos fundamentos da companhia.

Em contrapartida, reduziu a exposição a Baidu de 5,0% para 2,5%, diante do aumento do risco regulatório para empresas chinesas ligadas à inteligência artificial nos EUA e de uma dinâmica operacional mais desafiadora para a companhia.


Carteira Top Dividendos Globais - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP aumentou a participação de AbbVie de 2,5% para 5,0% e de Lockheed Martin de 2,5% para 5,0%, refletindo a visão positiva para ambas as companhias. A gestora destaca o potencial de crescimento da AbbVie, apoiado por aquisições estratégicas, e as perspectivas favoráveis para a Lockheed Martin diante do aumento dos gastos globais com defesa.

Por outro lado, a exposição à Newmont foi reduzida de 5,0% para 2,5%, em razão da ausência de gatilhos de curto prazo para uma valorização do ouro. Já Dell foi removida da carteira, com a posição reduzida de 2,5% para 0%, após a forte valorização acumulada das ações e a conclusão do processo de realização de lucros.


Carteira Fundamentalista de FIIs - XP

Confira a carteira completa

Na atualização de julho, a XP reduziu a alocação em MCCI11 de 10,0% para 9,0%, LVBI11 de 10,5% para 10,0% e PVBI11 de 8,5% para 8,0%. Em contrapartida, aumentou a exposição a XPLG11 de 8,0% para 9,0% e HGBS11 de 8,0% para 9,0%.

Segundo a casa, os ajustes buscam reduzir a exposição a fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, ao mesmo tempo em que ampliam a participação em fundos com portfólios de maior qualidade, menor volatilidade e maior potencial de valorização.


Carteira Top Dividendos - XP

Confira a carteira completa

A XP elevou a participação de AXIA3 de 5,0% para 12,5% por enxergar potencial de entrada de fluxo estrangeiro para o setor elétrico brasileiro. A gestora também aumentou o peso de CXSE3, de 5,0% para 7,5%, citando o bom momento operacional da companhia e o benefício dos juros elevados sobre o resultado financeiro.

Na revisão de julho, AXIA7 e ENGI11 deixaram a carteira. Segundo a XP, a Energisa tem maior sensibilidade ao cenário macroeconômico e às taxas de juros.


Carteira Top Ações - XP

Confira a carteira completa

Na atualização do mês, a XP adicionou a Rede D’Or [#RDOR3] ao portfólio. A gestora destaca a liderança da companhia no setor de saúde, projetando expansão gradual de margem com a maturação de ativos e resiliência trazida pela SulAmérica no curto prazo.

Além disso, a exposição à Orizon [#ORVR3] foi elevada de 2,5% para 5,0%. A casa avalia que o mercado ainda não precificou totalmente a criação de valor da transação com a Vital, que consolidou a empresa como a maior plataforma de valorização de resíduos da América Latina.

Por outro lado, a Copel [#CPLE3] foi removida da carteira após forte rali recente. O movimento reflete a realização de lucros, já que a contratação das hidrelétricas Foz do Areia e Segredo foi precificada, deixando a relação risco-retorno mais equilibrada.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

A XP aumentou a participação de BMOB3 de 7,5% para 10%, destacando os múltiplos atrativos, o crescimento de dois dígitos no segmento de Payments + SaaS e a forte geração de caixa da companhia.

A gestora também elevou o peso de ECOR3 para 5,0%, citando o valuation descontado após o desempenho abaixo dos pares no ano. Já AURA33 foi retirada da carteira para realização de lucros, após a forte valorização das ações.


Carteira Top Dividendos Plus - XP

Confira a carteira completa

Na atualização de julho, a XP aumentou a participação de ITSA4 e PETR4 para 15% cada, refletindo o dividend yield atrativo e a melhora nas expectativas dos analistas, segundo dados da LSEG.

Em contrapartida, reduziu a exposição a PLPL3 e POMO4, diante da queda no dividend yield esperado e da piora nas projeções dos analistas, também com base nos dados da LSEG.


Carteira Multiestratégia – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Multiestratégia da NMS foi mantida sem alterações para junho. A estratégia busca superar o CDI no longo prazo por meio de uma alocação diversificada entre renda fixa, renda variável, ativos globais, criptomoedas e investimentos alternativos. Para isso, utiliza ETFs listados na B3, oferecendo eficiência, liquidez e exposição a diferentes classes de ativos em um único portfólio.


NMS Estratégia Global

Confira a carteira completa

A carteira é voltada para investidores com perfil moderado a agressivo que buscam diversificação internacional e exposição ao mercado americano por meio de ações, ETFs e ADRs. O objetivo é oferecer um portfólio equilibrado, com rebalanceamentos periódicos para otimizar os retornos no médio e longo prazo.

Na última atualização, a gestão substituiu GOOG por ASML, ampliando a exposição à companhia holandesa do setor de semicondutores.


Carteira Smart Allocation – NMS

Confira a carteira completa

A carteira passou por ajustes na última atualização, com a retirada de AZIN11 e o aumento da exposição a PPEI11, PFIN11 e CPTI11. Voltada para investidores que buscam rentabilidade com risco moderado, a estratégia tem como objetivo superar o IMA-B no médio e longo prazo por meio de uma alocação focada em renda fixa e fundos incentivados.


Carteira Smart FIIs – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a gestão reduziu a exposição a PVBI11 e VGIR11, enquanto aumentou as posições em GARE11 e MCCI11.

A Carteira é voltada para investidores que buscam renda passiva e valorização patrimonial por meio de fundos imobiliários. A estratégia utiliza análise fundamentalista e diversificação entre segmentos e regiões, com o objetivo de superar o IFIX no médio e longo prazo.


Carteira Max SmallCaps – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max SmallCaps passou por novos ajustes, com a entrada de JHSF3 no lugar de VULC3. Além disso, a gestão aumentou a exposição a MDNE3 e POMO4, enquanto reduziu as posições em AURA33, ORVR3 e BRBI11.


Carteira Max Dividendos – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max Dividendos passou por ajustes pontuais, com aumento das posições em PASS3 e TIMS3 e redução da exposição a BBSE3 e AXIA3.

A estratégia é voltada para investidores que buscam rentabilidade aliada à geração de renda passiva por meio de dividendos. O portfólio reúne empresas com histórico de distribuição consistente de proventos e geração previsível de caixa, com o objetivo de superar o Ibovespa no médio e longo prazo.


Carteira Max Ações – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a carteira trocou CEAB3 e MELI34 por BPAC11, EQTL3 e PETR4. Também reduziu a exposição em SAUD3, AXIA3, AURA33 e INBR32, enquanto aumentou a posição em BBDC4.

A Carteira Max Ações é voltada para investidores que buscam rentabilidade no longo prazo por meio de uma seleção diversificada de ações, baseada na estratégia do Tripé do Valor. O objetivo é superar o Ibovespa no médio e longo prazo, combinando empresas grandes, pagadoras de dividendos e small caps de diferentes setores.


Estratégia Renda Turbinada – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Renda Turbinada da NMS combina ações e fundos imobiliários em uma alocação equilibrada de 50% para cada classe de ativo. O objetivo é unir geração de renda passiva recorrente, potencial de valorização patrimonial e diversificação, por meio de empresas maduras pagadoras de dividendos e FIIs de alta qualidade.

A estratégia busca oferecer pagamentos frequentes de proventos e maior eficiência tributária, com foco em retornos consistentes no médio e longo prazo.


Estratégia Barbell – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Barbell da NMS combina segurança e potencial de crescimento ao dividir a carteira entre empresas maduras e pagadoras de dividendos (80%) e small caps com maior potencial de valorização (20%). Inspirada na teoria de Nassim Taleb, a estratégia busca equilibrar geração de renda, menor volatilidade e exposição a oportunidades de retorno mais elevado no longo prazo.

A seleção é baseada em fundamentos, priorizando empresas sólidas e excluindo companhias em situação de estresse financeiro.


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Braskem [#BRKM5]: O que a proteção judicial e o rebaixamento do rating relevam

30 de Junho de 2026, 17:01

As ações da Braskem já acumulam queda de 16,34% em apenas três dias de negociação, após a notícia de que a companhia obteve na Justiça de São Paulo o deferimento de um pedido de Tutela de Urgência Cautelar, garantindo uma blindagem jurídica de 60 dias contra execuções e cobranças de seus credores financeiros. A medida protetiva visa assegurar um ambiente de imunidade para que a petroquímica conduza um processo de mediação e reestruture sua estrutura de capital.

O movimento preventivo, contudo, disparou uma reação imediata das agências de classificação de risco Fitch e S&P Global Ratings, que revisaram as notas de crédito globais da companhia para as categorias C e D, respectivamente, reforçando a percepção de elevado risco de inadimplência e a necessidade de reestruturação da dívida.

A mecânica da Recuperação Judicial

O mecanismo acionado pela Braskem está amparado na Lei de Recuperação Judicial e suspende temporariamente a antecipação de vencimentos de dívidas enquanto durarem as negociações coletivas perante a Câmara Wind de Mediação. Segundo comunicados emitidos pela companhia, o escopo da ação é estritamente financeiro. Na prática, as obrigações operacionais correntes com fornecedores, clientes e prestadores de serviço permanecem fora do guarda-chuva jurídico e continuam sendo honradas normalmente.

O tamanho do desequilíbrio patrimonial da petroquímica justifica as medidas jurídicas adotadas. Na prática, o mercado atribui hoje à companhia um valor de mercado significativamente inferior ao seu passivo financeiro, evidenciando o desafio da reestruturação. De acordo com Reydson Matos, estrategista de ações da NMS Research, a Braskem está avaliada pelo mercado em cerca de R$ 4,90 bilhões, mas carrega um passivo total acumulado na casa dos R$ 54 bilhões.

“Quem analisa as ações da Braskem hoje observa um Enterprise Value (valor de firma) em que a dívida supera em mais de dez vezes o seu valor de mercado líquido (Market Cap)”, pontua o estrategista.

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Os fatores por trás da deterioração financeira

O ingresso com a tutela de urgência ocorreu após o esgotamento das métricas de liquidez da empresa, afetada por um ciclo severamente deprimido nas margens petroquímicas globais e pelas provisões bilionárias remanescentes vinculadas ao desastre geológico de Alagoas. Em relatório distribuído ao mercado, a Benndorf Research pondera que, embora a companhia tenha optado por uma abordagem preventiva e negociada em vez de uma recuperação judicial tradicional, o anúncio foi recebido de forma negativa pelos analistas por confirmar que a pressão financeira atingiu um ponto crítico. A Benndorf reiterou a necessidade de cautela, reforçando que não recomenda exposição aos ativos e emissões de dívida da companhia.

Para as mesas de operação, analistas avaliam que uma das alternativas consideradas pelo mercado seria uma reestruturação semelhante à observada em empresas como Light, Gol e Azul, envolvendo uma conversão parcial de dívida em capital. O equacionamento de um passivo dessa magnitude poderia ampliar significativamente o número de ações em circulação. Na avaliação de Matos, o investidor focado no longo prazo precisa estar ciente de que o patrimônio líquido atual é substancialmente menor que as obrigações, e o processo de equalização pode resultar em uma diluição agressiva dos acionistas minoritários. Embora os dados de tela não identifiquem os participantes diários, gestores consultados indicam que o fluxo vendedor recente tem sido dominado por estratégias long & short e fundos multimercados com viés tático de curto prazo.

O que monitorar a partir de agora?

No horizonte de curto prazo, o mercado acompanha o andamento das reuniões com os comitês de bancos e detentores de títulos, além da possibilidade de a Braskem estender pedidos de proteção semelhantes a jurisdições estrangeiras para blindar ativos no exterior.

Os próximos 60 dias tendem a ser decisivos para definir se a companhia conseguirá construir um acordo consensual com os credores ou se precisará recorrer a instrumentos mais amplos de reestruturação previstos na Lei de Recuperação Judicial. Até lá, Reydson Matos projeta que o papel deve continuar operando sob forte volatilidade nas cotações, refletindo as incertezas sobre o plano de capitalização final.

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Caged, Jolts e Payroll darão mais fôlego para inflação

28 de Junho de 2026, 11:10

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Panorama da Semana

Nos EUA, quase metade dos dirigentes já cogita subir juros em 2026, virada impensável em março, deixando o mercado refém de sinais vindos do dados da próxima semana. A maioria dos votantes ainda fala para manutenção, enquanto outros cobram alta de juros, criando um comitê dividido.

A trégua no Golfo Pérsico trouxe alívio. O petróleo recuou rápido, mas a gasolina não acompanhou o ritmo, e esse descompasso atrasa o respiro que consumidores americanos esperavam na inflação ao consumidor.

Semana curta nos EUA, com mercados fechados na sexta pelo feriado de 4 de julho. Destaque para o relatório de emprego de junho na quinta, com projeção de 125 mil vagas e desemprego estável em 4,3%, dado que pode definir o rumo do debate sobre alta de juros antes de setembro. Antes disso, JOLTS e confiança do consumidor na terça, seguidos por ISM industrial e gastos com construção na quarta, quando Warsh fala em Sintra com baixa expectativa de sinalização relevante.

No Brasil, o Copom entregou comunicação confusa. A ata e o relatório trimestral confirmam o ciclo de calibragem, mantendo a porta aberta para mais um corte de 25 pontos, mas o próprio banco central reconhece que dados podem interromper essa trajetória a qualquer momento. A revisão para cima do crescimento, somada à inflação correndo acima da meta, comprime o espaço de manobra da autoridade monetária justamente quando a proximidade eleitoral começa a pesar nas contas públicas.

O IPCA-15 trouxe alívio enganoso. Boa parte da surpresa positiva veio do seguro veicular, componente volátil, enquanto bens industriais continuam pressionando o núcleo da inflação. O mercado de trabalho aperta devagar, sustentando serviços em nível desconfortável para quem busca convergência rápida à meta.

No Brasil, crédito, CAGED e produção industrial revelam se a desaceleração resiste à pressão fiscal que cresce conforme as eleições de outubro se aproximam.

Calendário da Semana


Gostando da leitura? Increva-se


Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa teve uma boa semana, fechando próximo às máximas, na região dos 174 mil pontos — patamar que já havia atuado como resistência em outras ocasiões. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o suporte está agora bem consolidado na região dos 166.800 pontos, e o mercado segue de lado desde o início de junho. "Precisamos esperar o rompimento desses pontos para novas posições", afirmou. O analista revela que já encerrou operações compradas abertas durante essa lateralização e prefere aguardar novas oportunidades com mais qualidade técnica antes de voltar a operar. Para Borges, o rompimento dos 174.700 pontos é o gatilho a ser observado. "Esse rompimento abre espaço para altas até a região dos 181 mil a 183 mil pontos", projetou.

Bitcoin

O Bitcoin mantém a tendência de baixa e, na leitura de Borges, ainda há espaço para novas quedas nas próximas semanas. "A perda dos US$ 58 mil abre espaço para quedas entre US$ 51 mil e US$ 49.500", alertou o analista. Ele já projeta, no entanto, onde pode estar a melhor oportunidade de entrada no ciclo atual. "Entre US$ 49 mil e US$ 38 mil, vejo a melhor região para começar a montar posição no Bitcoin visando o médio e longo prazo", disse Borges.

Eneva [ENEV3]

A Eneva chama atenção pela movimentação de alta que vem se formando no gráfico. Segundo Borges, o ativo desenha um pivô de alta, com confirmação no rompimento dos R$ 28,20. “O alvo está entre R$ 34,00 e R$ 36,30, o que representa um upside entre 24% e 36% na operação”, afirmou o analista, que estabelece o stop da operação abaixo dos R$ 23,40.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Bemobi [BMOB3] - XP Research

A XP Research reiterou a recomendação de COMPRA para a Bemobi (BMOB3) com preço-alvo de R$ 31,00 (potencial de alta de 35%), fundamentada na expansão de sua plataforma de pagamentos e no pioneirismo estratégico ao integrar Inteligência Artificial no centro do seu modelo de negócios. Enquanto o mercado foca em produtividade corporativa de curto prazo, a Bemobi se destaca por desenhar uma estratégia de longo prazo voltada para a melhoria na qualidade de decisões e evolução de barreiras competitivas (moats).

Confira o relatório completo

WEG [WEGE3] - XP Research

A casa enxerga os Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias (BESS) como uma rota sólida de crescimento para a WEG (WEGE3), embora alerte que a forte expansão da capacidade produtiva na China deve intensificar a concorrência global e pressionar as margens de lucro desse segmento. As conclusões derivam de um mapeamento setorial realizado durante viagem recente à Ásia.

Confira o relatório completo

Construtoras - Safra

O monitor mensal do Banco Safra aponta resiliência no mercado de crédito habitacional focado na baixa renda (FGTS) e um desempenho recorde no segmento de média e alta renda (SBPE) em abril e maio, a despeito do patamar ainda elevado de endividamento das famílias. O relatório destaca o impacto regulatório positivo das novas regras do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e sinaliza a possibilidade de novos cortes de juros subsidiados no curto prazo.

Confira o relatório completo

Setor Externo Brasileiro - BTG Pactual

O BTG Pactual avalia que o financiamento externo do Brasil permanece confortável e que o país detém uma vantagem relativa frente a outros mercados emergentes, atraindo capital estrangeiro para a renda fixa, puxado por um forte superávit comercial que continua desacelerando o déficit em conta corrente. Apesar do cenário de captação favorável, o banco adverte que as perspectivas para a moeda brasileira tornaram-se menos benignas diante de pressões contínuas no setor de serviços.

Confira o relatório completo


Conteúdos que prestam

MEMOLOGY

RIP Greenspan

Final dos anos 1990, Wall Street tentava prever a direção dos juros pelo tamanho da pasta de Alan Greenspan. Pasta maior sinalizava mudança. Ele precisaria mais documentos para justificar. Perguntado se o “Indicador da Pasta” tinha fundamento, Greenspan respondeu: “Nenhum, o volume dependia só de minha mulher ter preparado meu lanche naquele dia.”

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A Wendy’s tentou emplacar uma campanha de short squeeze na própria ação com a campanha “Save Wendy’s”, disparando em tudo que é tipo de rede.

Mal sabiam que o algoritmo das plataformas está vacinado com isso e identifica pump and dump rapido.

Saudade GameStop.

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A cidade da SpaceX que Elon Musk construiu no deserto texano

4 de Julho de 2026, 12:34

A presença da SpaceX está redesenhando o cenário do litoral do Texas. Em maio do ano passado, Starbase, sede da empresa de foguetes de Elon Musk, tornou-se oficialmente uma cidade.

A votação de incorporação teve resultado esmagador: 212 votos a favor e apenas 6 contrários, segundo o Departamento Eleitoral do Condado de Cameron. Dos 283 eleitores aptos na região, a maioria é formada por funcionários da própria SpaceX.

Elon Musk comemorou o resultado em publicação no X, dizendo que Starbase “agora é uma cidade de verdade”. A vitória teve peso simbólico para o bilionário, cuja popularidade caiu depois que ele se tornou o rosto público dos cortes de empregos e gastos do governo Trump — período em que os lucros da Tesla também recuaram.

De praia intocada a cidade da SpaceX

Quinze anos atrás, Boca Chica era um trecho de litoral onde moradores faziam churrasco e andavam de jipe pelas dunas. A vizinha Brownsville, marcada por pobreza estrutural, funcionava como porta de entrada para o comércio com o México. A combinação de praia vazia e ambiente regulatório favorável a empresas atraiu a SpaceX para lançar seus foguetes ali.

Em 2021, um post de Musk convocando apoiadores para se mudarem à região acelerou a transformação do local em cidade corporativa. Hoje, Starbase tem cerca de 500 habitantes, a maior parte ligada à empresa, segundo reportagem do Financial Times sobre a cidade.

O jornal descreve um traçado urbano repleto de referências pessoais de Musk: uma das ruas se chama Mars-a-Lago, trocadilho com a propriedade de Trump na Flórida. Ali perto, trabalhadores erguem a Gigabay, fábrica onde a SpaceX planeja montar foguetes em linha de produção, e as torres de lançamento, com quase 122 metros de altura, dominam o horizonte. Caminhões e picapes Cybertruck circulam continuamente pela rodovia que liga Starbase a Brownsville, hoje em obras de ampliação para quatro faixas.

Área de lançamento de foguetes da SpaceX (Foto: Bloomberg)
Área de lançamento de foguetes da SpaceX (Foto: Bloomberg)

A vida social da cidade gira quase inteiramente em torno da empresa. Segundo o FT, o Astropub, restaurante exclusivo para funcionários, tem pátio visível da estrada, mas o acesso à área residencial é restrito a quem mora ali. Autoridades municipais, também ligadas à SpaceX, recusaram entrevistas ao jornal, e funcionários e prestadores de serviço operam sob acordos de confidencialidade — motivo citado por muitos para não falar com a reportagem.

Ainda assim, Starbase atrai visitantes que buscam se aproximar do que descrevem como o futuro da exploração espacial. “Viemos aqui porque queremos ver o trabalho para ajudar a levar as pessoas para as estrelas sendo feito”, disse Adam Kategiannis, de 20 anos, estudante de engenharia aeroespacial na Universidade Purdue, em Indiana, ao Financial Times.

Símbolo do segundo mandato de Trump

Starbase cresce ao lado de outro megaprojeto: o terminal de exportação de gás natural liquefeito Rio Grande LNG, da NextDecade, que produzirá 30 milhões de toneladas de combustível por ano. As duas obras dividem uma faixa de fronteira cada vez mais militarizada, com postos de controle e patrulhas — reflexo direto da política migratória do governo Trump.

@investnewsbr

O IPO da SpaceX captou US$75 bilhões e a tornou uma das empresas mais valiosas do mundo. Milhares de funcionários tem mais um motivo para comemorar: agora estão milionários.   #spacex #elonmusk

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A combinação de poder das big techs, ambição geopolítica e controle de fronteira faz de Starbase um retrato do segundo mandato presidencial, segundo o FT. A estreia da SpaceX em Wall Street elevou a empresa à lista das mais valiosas do mundo e transformou funcionários em milionários no papel — um exemplo extremo da valorização do setor de tecnologia sob Trump.

A região também atraiu outras empresas: a fabricante de defesa Saronic Technologies planeja um estaleiro de US$ 3,2 bilhões ali perto, e incorporadoras já propuseram diversos projetos de data centers.

Atrito com a vizinhança

O crescimento rápido tensionou a relação entre os funcionários da SpaceX e os moradores de Brownsville, cidade de maioria hispânica com 200 mil habitantes. A região ainda sente os efeitos de uma onda recente de operações do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos.

“Esta região sempre votou nos democratas. Mas na última eleição, tornou-se roxa”, disse Craig Grove, dono da imobiliária GRT Realty, que se beneficiou da expansão da SpaceX, ao Financial Times. “Isso mudou minha vida. Eu concordo com tudo o que a empresa faz? Não concordo com tudo que minha mulher faz também. Mesmo assim, continuo casado com ela.”

Moradores dizem reconhecer funcionários da SpaceX à distância pelo comportamento e pelas tatuagens. Um morador antigo os descreveu ao FT como “meio machos-alfa” — soldadores que, diferentemente dos profissionais do setor de GNL, “vestiram a camisa da SpaceX”.

Protestos contra a SpaceX  (foto: Bloomberg)
Protestos contra a SpaceX (foto: Bloomberg)

Outros notam que os funcionários hoje interagem pouco com a comunidade local. Luis Foncerrada, de 36 anos, dono do café e casa de shows El Hueso de Fraile, contou ao jornal que já recebeu Musk e seu irmão no estabelecimento, mas que o movimento caiu: “Eles gastam o dinheiro em outros lugares.”

As autoridades de Brownsville, por sua vez, receberam bem a chegada da SpaceX. Empreendedores locais aproveitaram a temática espacial para abrir negócios como a barraca de cachorro-quente Space Dog Station e a cervejaria Pluton Brewing.

Processos e resistência ambiental

Nem todos comemoram. Um mural pago pela Fundação Musk foi vandalizado em 2022 com as palavras “gentrificado” e “parem a SpaceX”. A ativista Rebekah Hinojosa passou um dia presa por causa da pichação, mas não confirmou envolvimento à reportagem do FT.

À frente da South Texas Environmental Justice Network, Hinojosa disse ao jornal manter “ações judiciais ativas contra os planos da SpaceX de ocupar mais de 700 acres de habitat de vida selvagem”. Para ela, a militarização do entorno afasta os moradores locais da praia: “Dá a impressão de que a SpaceX a está transformando em seu quintal particular.”

Novas casas em Boca Chica Village, no entorno de Starbase (Foto: Bloomberg)
Novas casas em Boca Chica Village, no entorno de Starbase (Foto: Bloomberg)

Dias antes da entrevista, seu grupo havia perdido um processo na Suprema Corte do Texas que buscava manter o acesso público a Boca Chica durante os lançamentos.

O procurador-geral do Texas, o republicano Ken Paxton, apoiou a decisão da corte em publicação nas redes sociais, afirmando que a lei estadual permite isolar trechos de praia “para garantir que a SpaceX tenha um local de lançamento seguro e operacional”.

Do outro lado da baía, em Port Isabel, o cenário é outro. Barton Bickerton, de 57 anos, dono do bar temático Hopper Haus, contou ao FT que funcionários da SpaceX chegam de hovercraft vindos de Starbase e trabalham em laptops até tarde bebendo coquetéis Old Fashioned defumados. Boa parte de sua receita vem dos dias de lançamento: “É como o feriado de primavera para a ilha.”

Bickerton reconhece os efeitos colaterais, da destruição do habitat costeiro ao aumento dos aluguéis. Ainda assim, aguarda o momento em que os braços mecânicos apelidados de “hashis” vão capturar pela primeira vez uma espaçonave Starship retornando à Terra. “Vai ser uma loucura”, disse.

Eleições 2026: a três meses do primeiro turno, veja o calendário

3 de Julho de 2026, 10:52

A partir deste sábado (4), começa a contagem regressiva para as eleições 2026. Serão apenas três meses para o primeiro turno das eleições 2026, marcado para 4 de outubro. Nesse dia, os brasileiros vão às urnas para escolher representantes para seis cargos:

  • deputado federal; 
  • deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal); 
  • senador (duas vagas) 
  • governador e vice-governador; e 
  • presidente e vice-presidente da República. 

Já a regra do segundo turno vale apenas para os cargos do poder executivo em disputa neste ano: governos estaduais e Presidência da República. Se nenhum candidato alcançar mais da metade dos votos válidos, os eleitores participam de um novo pleito, em 25 de outubro, desta vez, para decidir entre os dois nomes mais votados na primeira rodada.

Nas últimas eleições para esses cargos, em 2022, houve segundo turno para a Presidência e para governadores de 12 estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe. 

De acordo com dados consolidados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar em outubro — um número recorde, cerca de 2 milhões a mais do que o registrado nas eleições municipais de 2024, quando o país escolheu prefeitos e vereadores. 

Vale lembrar que o prazo para tirar o documento, fazer transferência de cidade ou local de votação ou ainda regularizar o documento encerrou em 6 de maio. Quem não cumpriu essas exigências até a data não poderá votar no próximo pleito. 

Como votar longe de casa

Mas, quem está com o título regularizado e vai estar fora da própria cidade no dia da eleição, não precisa necessariamente deixar de votar. A Justiça Eleitoral libera, todo ano de eleição geral, uma modalidade que permite ao eleitor escolher antecipadamente um município diferente do seu domicílio eleitoral para depositar o voto, sem precisar de transferência definitiva de título.

A janela para pedir a habilitação do voto em trânsito abre em 20 de julho e fecha em 20 de agosto, e cobre tanto o primeiro quanto o eventual segundo turno. O eleitor pode inclusive escolher cidades diferentes para cada etapa. O pedido é simples: basta acessar o Autoatendimento Eleitoral do TSE ou procurar um cartório eleitoral, com um documento oficial com foto em mãos.

Há, porém, um detalhe que costuma pegar eleitores de surpresa. O voto em trânsito só está disponível nas capitais e em municípios com mais de 100 mil eleitores. E o alcance do voto muda conforme a distância percorrida. Quem estiver em outro estado só consegue votar para presidente da República; já quem permanece dentro do próprio estado, mesmo fora do município de origem, pode votar para todos os cargos em disputa.

Outro detalhe também merece atenção. A regra não vale para urnas no exterior — não há voto em trânsito fora do Brasil. O caminho inverso, porém, é permitido e eleitores com título cadastrado no exterior que estiverem em trânsito em território brasileiro podem votar, mas apenas para presidente da República. 

Calendário vai além do dia da votação

O calendário da Justiça Eleitoral não se resume aos dois domingos de outubro. A partir deste sábado (4), uma série de novas regras passa a valer, a maioria delas voltada a conter o uso da máquina pública em favor de candidaturas.

Entre as restrições que entram em vigor está a proibição de nomear, contratar, admitir ou dispensar servidores públicos sem justa causa. A determinação vale até a posse dos eleitos: 5 de janeiro de 2027 para presidente e vice-presidente, e 6 de janeiro para governadores e vice-governadores.

No mesmo dia, começa o período em que nomes, slogans ou imagens de autoridades precisam sair de sites e canais oficiais de comunicação do governo. A publicidade institucional de atos, programas, obras ou serviços públicos também fica proibida — só pode continuar em caso de necessidade pública urgente, e mesmo assim depende de autorização da Justiça Eleitoral. 

Pré-candidatos, por sua vez, não podem mais participar de inaugurações de obras públicas, nem fazer pronunciamentos em cadeia de rádio e TV fora do horário eleitoral gratuito, que começa em 28 de agosto. A exceção é somente para situações excepcionais, como um pronunciamento presidencial em caso de emergência nacional, também sujeito ao aval da Justiça Eleitoral.

Quando sai a convocação de mesários

A agenda do TSE prevê ainda a divulgação daqueles que vão atuar como mesários ou dar apoio logístico durante a votação.

Os juízes eleitorais têm entre a próxima terça-feira (7) e o dia 5 de agosto para publicar os editais com os nomes das pessoas convocadas para as funções.

A partir dessa divulgação, partidos, federações e coligações têm cinco dias para contestar alguma nomeação, e quem foi convocado também pode pedir dispensa dentro desse mesmo prazo.

Gilmar Mendes: Mendonça comete ‘erro crasso’ em tratativa de delação de Vorcaro

23 de Junho de 2026, 10:29

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na segunda-feira, 22, que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master. A declaração, dada em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master.

Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados. “Então, aqui já há algo de erro crasso. Se está participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado”, disse.

A fala ocorre dias depois de Gilmar protagonizar um embate público com Mendonça no julgamento de medidas cautelares envolvendo a manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro.

Na ocasião, Mendonça disse ter recusado uma proposta de “delação seletiva” no caso Master. Segundo o relator, um advogado do ex-controlador do banco o procurou para tratar de uma colaboração com recortes, mas ele afirmou não aceitar esse tipo de negociação.

Sem afirmar diretamente que o ministro conduz mal o processo, o decano também disse que Mendonça tem uma “tarefa difícil”, mas defendeu que a investigação siga uma “métrica” para evitar a repetição de erros do passado, em referência à Operação Lava Jato.

Ao justificar a comparação, Gilmar apontou uma sequência de episódios que, segundo ele, acende um alerta sobre a condução do caso, como vazamentos, divulgação de conversas privadas, prisões de familiares de investigados e a morte de um dos alvos da apuração: Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”.

“São elementos que levam a, pelo menos, uma preocupação e similitudes com o que ocorreu anteriormente”, afirmou o ministro.

Código de ética e exposição do STF

Gilmar voltou a criticar, durante a entrevista, o momento escolhido pelo presidente do STF, Edson Fachin, para propor a discussão sobre a criação de um código de ética para ministros da Corte. Para o decano, o tema deveria ser tratado por uma comissão interna do tribunal e precedido de maior articulação entre os integrantes do Supremo.

Segundo Gilmar, Fachin deveria ter buscado maior articulação com os colegas antes de pautar o tema. “Aguardemos, não sejamos tão pressurosos. Eu falei isso para o Fachin, na época”, afirmou.

O ministro disse ainda que o presidente do STF tem a obrigação de “conduzir o tribunal” e avaliar o momento adequado para adotar medidas dessa natureza. “Eu acho que o presidente tem a obrigação de conduzir o tribunal, de perceber qual é o momento de tomar as medidas”, afirmou.

O decano negou que sua resistência ao código de ética tenha caráter pessoal contra Fachin, mas afirmou que o Supremo estava sob ataque quando o tema foi colocado em discussão. ” Somos amigos”, disse.

Para Gilmar, a proposta expôs o tribunal em um momento de vulnerabilidade pública, marcado por questionamentos sobre a atuação de ministros.

Transparência de agendas

Gilmar também foi questionado sobre a transparência das agendas de ministros do STF, a participação em eventos patrocinados e a divulgação de rendimentos obtidos fora do tribunal.

Em resposta, o decano afirmou que sua agenda é pública e disse não ver problema na divulgação de valores recebidos por magistrados em palestras, eventos e outras atividades.

Críticas a Kassio Nunes Marques em decisão sobre pesquisa

O ministro criticou ainda a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel sobre a disputa presidencial de 2026. O levantamento foi questionado pelo PL sob o argumento de que o questionário induzia respostas contra Flávio Bolsonaro ao associar o senador a Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master.

“Eu acho que um caso como esse vai parar no Supremo Tribunal Federal. Se se mantiver essa jurisprudência Kassio Nunes Marques, certamente não é uma jurisprudência que irá se manter”, disse Gilmar.

A análise da decisão pelo plenário do TSE foi interrompida após pedido de vista da ministra Estela Aranha, e a suspensão da pesquisa permanece válida até nova deliberação da Corte.

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Tumulto em torcida da Copa deixa 1 morto e 8 feridos na Jordânia, diz agência

23 de Junho de 2026, 10:25

 Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas após um tumulto durante uma concentração lotada de torcedores no centro de Amã para assistir à partida da Jordânia contra a Argélia pela Copa do Mundo na madrugada desta terça-feira (23), informou a Agência de Notícias da Jordânia, citando a Diretoria de Segurança Pública (PSD) do país.

O incidente ocorreu na Praça Hashemita, onde um grande número de torcedores havia se reunido na capital para assistir à derrota da Jordânia por 2 x 1 para a Argélia, segundo a Agência de Notícias da Jordânia.

Equipes de emergência transportaram nove feridos para o hospital depois que um forte congestionamento e o movimento da multidão no local levaram ao tumulto. Um dos feridos faleceu posteriormente, enquanto os demais sofreram ferimentos leves a moderados, informou a agência.

Especialistas estavam investigando para determinar a causa exata da morte, acrescentou a agência.

Grandes multidões de espectadores se reuniram por toda a capital para acompanhar a partida, com a Jordânia disputando sua primeira Copa do Mundo.

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US forces started running sea-drone rescue drills years before the downing of an Apache forced them to do it for real

23 de Junho de 2026, 10:20
US military naval drones in the Gulf of Aqaba.
US forces have practiced in recent years how to rescue soldiers with sea drones before a real mission earlier this month.

US Central Command

  • US forces started practicing conducting at-sea rescue missions with naval drones several years ago.
  • These rehearsals were put to use earlier this month after Iran downed a US Apache helicopter.
  • A US military official called the first-of-its-kind rescue mission a "significant step forward."

US forces began practicing using sea drones for water rescue missions years before an uncrewed vessel saved two soldiers after their Apache helicopter was shot down in the Middle East this month.

"You can rehearse medevac scenarios during exercises," a US military official told Business Insider, but to successfully execute that capability in a real emergency situation, "there's something to be said about that."

The official spoke on the condition of anonymity to share insight into the unusual early June rescue mission, during which a US Navy sea drone picked up two American crew members after Iran shot down their AH-64 Apache off the coast of Oman.

The rescue mission — an operational first for the US military — involved an uncrewed surface vessel, or USV, operated by Task Force 59, a Navy unit focused on integrating drones and artificial intelligence into naval operations in the Middle East.

When the Navy launched Task Force 59 in 2021, one of its goals was to test emerging technologies — particularly USVs, with which the US had less experience compared to some other drones — "to see how they could be optimized" for everyday naval operations, the military official said.

To do that, the US military worked closely with USV manufacturers during exercises with partners in the Middle East. One such drill, held a few years ago in the Gulf of Aqaba, south of Israel, tested the concept of using naval drones for medical evacuation. The simulation involved transporting a "patient" from a ship to the shore for follow-up treatment and care.

A US Army AH-64 Apache helicopter.
Iran shot down a US Army Apache earlier this month, triggering a daring rescue mission.

US Army

The military official said "the concept of using drones to support personnel transport — and, in particular, support medical evacuations — is something that was thought about very early on as these systems were integrated into regional operations by the US."

A 'significant step forward'

President Donald Trump said on June 9 that Iran had shot down an Apache helicopter while it was patrolling over the Strait of Hormuz. The US military said the two American crew members were rescued off the coast of Oman within roughly two hours.

The US knew the Apache crew's location and had established contact with the soldiers while looking for an opportunity to rescue them using assets from across the military, the official said.

Among the assets available were tactical aircraft and a Corsair USV, a 24-foot-long surface drone made by Texas-based Saronic Technologies. The official said this vessel, while just one platform in a broader effort, played an "integral role" in the search-and-rescue mission.

When the vessel arrived, the Apache crew members were able to hoist themselves into the USV, which had the capability and proximity to move the crew from one location on the water to another — a necessary switch because of "operational circumstances," the official said, declining to elaborate.

US Navy drones off the coast of Israel.
The Navy stood up Task Force 59 to integrate drones and artificial intelligence into maritime operations.

US Central Command

Once they were moved to the second location, the soldiers could then be "feasibly" lifted by helicopter to be transferred ashore for additional treatment, the official added.

The maritime rescue mission comes amid a broader push by Washington and its allies to integrate drones into naval operations. Ukraine's use of USVs against the Russian Navy in the Black Sea has given these efforts greater urgency.

Beyond the Middle East, where US forces have primarily used uncrewed surface vessels for intelligence, surveillance, and reconnaissance missions, the Navy has also been expanding its naval drone training and operations in Europe in recent years.

The military official said the Apache rescue is a "clear demonstration" of the value of integrating USVs into everyday naval operations and marks a "significant step forward" for the US in expanding its surface drone mission portfolio.

While the Apache rescue mission was out of the ordinary, casualty evacuations using drones aren't a new concept. Ukraine regularly uses uncrewed ground robots, or UGVs, to rescue wounded soldiers from the battlefield.

Warfare is becoming increasingly autonomous, and there are indications that missions like these could become more common as time goes on. Western militaries are taking note. Last December, for instance, NATO hosted an event in London to source industry solutions for battlefield treatment and evacuation in drone-saturated environments.

Read the original article on Business Insider

Na era do esporte no YouTube, Globo faz conta do que vale a pena transmitir e disputa protagonismo

19 de Junho de 2026, 06:00

Às vésperas da Copa, a Globo pôs no ar a campanha “Fique Antenado”, que lembra ao público que a TV aberta entrega os jogos do Brasil de graça e sem delay. É também uma provocação à aliança entre YouTube e CazéTV, que hoje disputam com a televisão o dinheiro mais caro da publicidade.

“Existe uma grande diferença entre somar alcance ou cliques e unir o país”, afirma Manuel Belmar, CFO da Globo, em resposta por escrito ao InvestNews.

O argumento da Globo é que a TV aberta ainda concentra atenção simultânea: milhões de pessoas vendo o mesmo jogo, jornal ou novela ao mesmo tempo, em um ambiente que gera conversa imediata, impacto cultural e valor para as marcas.

Esse valor comercial, porém, depende de uma conta complexa, especialmente no caso de grandes competições esportivas internacionais – como a Copa. Fazer dinheiro com pacote de jogos exibidos na TV aberta exige equilibrar direitos caros, venda publicitária e margem de lucro.

São direitos negociados em dólar, sujeitos às idas e vindas do câmbio.

Anos atrás, a Globo firmou contrato para pagar US$ 90 milhões ao ano à FIFA e assim poder transmitir os eventos esportivos realizados pela federação que rege o futebol mundial entre 2015 e 2022. No meio do caminho, veio a pandemia. A Globo tentou uma revisão do valor do contrato e a refrega foi parar na Justiça. Terminou com um acordo fora dos tribunais – também por US$ 90 milhões –, e a Globo garantiu um pacote de jogos mais modesto para a Copa de 2026.

A disputa abriu espaço para que YouTube e LiveMode acelerassem o crescimento da CazéTV no streaming. O ano de 2026 marca a primeira vez em que um canal no YouTube transmite todos os 104 jogos da competição. A Globo ficou com cerca de metade do torneio, sem exclusividade.

O movimento se dá em um mercado publicitário que migra em parte para o digital. Segundo relatório do Itaú BBA divulgado nesta semana, a TV aberta deve recuar de cerca de 33% da verba publicitária brasileira em 2021 para 20% em 2030, enquanto o digital, já em torno de 56% em 2025, avançaria para 67% no fim da década. Só o YouTube concentra perto de 21% do consumo de vídeo no país, à frente de todos os serviços de assinatura somados.

Faça as contas

“Do ponto de vista financeiro, não necessariamente um pacote completo resulta em um faturamento publicitário maior”, diz Ivan Martinho, professor de marketing esportivo na ESPM. O especialista, que também preside a liga mundial de surfe para a América Latina, apontou como exemplo o caso da Paramount+, que pagou caro pela Libertadores e não converteu o gasto em assinaturas como esperado. A Paramount desistiu das transmissões da Libertadores e da Sul-Americana.

A Globo de hoje faz muito mais contas do que no passado. Desde o projeto “Uma Só Globo”, no fim de 2018, avalia custos e retornos esperados. No futebol, isso se intensificou a partir de 2022 e a análise vale para cada pacote de transmissão, com compra seletiva dos direitos esportivos.

No Brasileirão de 2025 a 2029, com os clubes divididos entre duas grandes ligas, a emissora fechou com a Libra por R$ 6,5 bilhões em cinco anos, cerca de R$ 1,3 bilhão ao ano.

Na Futebol Forte União (FFU, ex-LFU), a Globo entrou com uma fatia menor: um pacote de até R$ 850 milhões por ano, condicionado à presença de 12 clubes do bloco na Série A, a primeira divisão. Em 2025, com 11 clubes, a conta ficou perto de R$ 750 milhões. O restante da oferta da Futebol Forte União ficou espalhado entre Amazon, Record e YouTube/CazéTV.

Belmar informou ao InvestNews que a escalada dos valores dos direitos esportivos é um desafio global e que a resposta da Globo passa por equilíbrio. Segundo ele, a empresa procura equalizar o investimento em direitos com o apetite do mercado publicitário, analisando cada aquisição caso a caso, com ou sem exclusividade.

A Globo continuou com a maior prateleira do Brasileirão, mas sem carregar sozinha todos os pacotes disponíveis. É uma mudança relevante para a empresa que, durante décadas, organizou o futebol brasileiro em torno da própria grade, com exclusividade.

A LiveMode apresenta a fragmentação como ganho para os clubes.

Ao InvestNews, a empresa conhecida pela CazéTV defendeu que a sua proposta nesse modelo elevou em cerca de 110% a receita anual dos clubes em relação ao ciclo anterior, enquanto a negociação da Libra com a Globo teria gerado aumento inferior a 30%, nas mesmas bases.

A nova Globo

Em 2025, a receita líquida do Globo Comunicação e Participações cresceu 11%, para R$ 18,3 bilhões, enquanto os custos e as despesas para tocar a operação subiram 8,6%.

Quando o que entra cresce mais rápido do que o que se gasta, sobra mais no fim – sem contar despesas financeiras. Esse “sobrar mais” tem nome: Ebitda, sigla para o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, que representa uma métrica de geração de caixa operacional.

Em outras palavras, é uma forma de medir quanto a operação gera por si só, antes de descontar o custo da dívida, os tributos e o desgaste contábil de bens e direitos.

Na Globo, esse resultado saltou 57% no último ano. E a margem Ebitda — a fatia que sobra de cada real de receita — passou de cerca de 9,5% para 13,4%. A maior despesa do grupo, que reúne direitos esportivos e produção de conteúdo, cresceu 6,4%, abaixo da receita. A “compra de tudo” cedeu lugar à compra seletiva, em uma escolha também editorial que sustenta a margem.

A margem de hoje, no entanto, se deu às custas de uma reinvenção que não veio sem dor. Para chegar aos níveis mais recentes, a Globo realizou demissões em 2020 e 2021, trocou contratos PJ por CLT — cortando mais da metade dos ganhos de parte dos profissionais — e encerrou vínculos fixos com nomes históricos da marca.

Segundo o professor da ESPM, que analisou o caso, a Globo passou a cortar grandes talentos, alguns eternizados em sua história, que ganhavam mesmo sem trabalho no ar ou em fase de produção.

Em 2025, a Globo também reorganizou o seu comando: Paulo Marinho ficou à frente dos negócios de mídia, enquanto Roberto Marinho Neto passou a cuidar de negócios e investimentos. A família separou melhor a operação de conteúdo da área que decide onde colocar dinheiro.

@investnewsbr

Por trás da transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2026, existe uma disputa bilionária pela sua atenção. #transmissão #copadomundo #futebol

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Para enfrentar a ameaça crescente das plataformas, a Globo passou a explorá-las também. Criou o Globoplay, que nos últimos anos aumentou a oferta de espaços publicitários para anunciantes, o que ajudou o serviço de streaming da Globo a atingir o equilíbrio financeiro (breakeven) em 2025, após 10 anos consumindo caixa.

Além disso, a Globo hoje mantém canais e conteúdos no YouTube e vende pacotes de canais dentro do Prime Video.

Ou seja, a empresa que durante décadas controlou a distribuição pela TV aberta, por meio das afiliadas, e pela TV por assinatura agora também coloca seus produtos em vitrines digitais que pertencem a outros grupos.

Belmar diz que a distribuição de conteúdo em plataformas de terceiros faz parte da história da Globo desde as afiliadas da TV aberta e passou pelas operadoras de TV por assinatura antes de chegar às plataformas digitais.

A diferença agora é que esses parceiros também disputam atenção e verba publicitária com a própria Globo.

No esporte, a Globo criou a GE TV, canal gratuito com linguagem mais informal, para tentar atrair o público que se acostumou a ver jogos na CazéTV, fora da televisão tradicional. Na estreia, a atriz e apresentadora Regina Casé apareceu para celebrar a “Cazé da Globo”.

A disputa por audiência, atenção e conversão

A Globo foi buscar na internet uma linguagem que capaz de aumentar o engajamento entre os mais jovens, enquanto YouTube e LiveMode hoje vendem futebol pela internet com o manual comercial da TV aberta, em cotas de patrocínio milionárias negociadas antes de a bola rolar.

A disputa mais dura é pela definição do que é televisão e por quem fica com a maior fatia da verba publicitária, o que levou à briga da medição de audiência.

As plataformas digitais chegam ao mercado com dados próprios, produzidos dentro de seus próprios sistemas. Para o anunciante, a comparação fica menos direta: de um lado, audiência medida por um padrão conhecido; de outro, números de visualização, alcance e tempo de consumo que nem sempre contam a mesma história.

A Globo sustenta que a simultaneidade da TV aberta ainda entrega um tipo de atenção mais valioso para as marcas do que a soma de visualizações espalhadas por vídeos, canais e nichos. A disputa com o YouTube passa justamente por essa tradução comercial: quem consegue provar ao anunciante que concentra atenção, gera conversa e entrega resultado.

O YouTube tem escala, mas sua audiência é mais espalhada: milhões de pessoas vendo milhões de vídeos diferentes. Ainda assim, a plataforma tenta se apresentar como televisão.

“O YouTube é a televisão também; hoje a maior parte da nossa audiência já é em televisão”, diz Victor Machado, Head de Parcerias de TV, filmes e esportes do YouTube no Brasil.

O ciclo de direitos que se abre em 2030 vai redefinir o controle do futebol brasileiro, agora com a CBF em busca de organizar a sua própria liga de clubes, enquanto estes buscam o controle do dinheiro que geram. A Globo chega a essa fase com menos controle sobre a distribuição, uma governança que valoriza as finanças e uma pressão para transformar escala em rentabilidade.

A empresa que ensinou o mercado brasileiro a vender televisão tenta provar que ainda sabe transformar atenção em valor, mesmo quando parte da audiência, da publicidade e da bola já corre por fora da sua grade.

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Ibovespa Futuro sobe antes das decisões de juros no Brasil e EUA

17 de Junho de 2026, 09:14

O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.

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O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.

Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.

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One of legal's hottest startups is helping lawyers finally answer: Is the AI's work any good?

17 de Junho de 2026, 06:30
Two people stand on a quiet urban street lined with brick buildings, both facing the camera.
Ryan Daniels and John Sarihan.

Crosby

  • Billions of dollars are riding on the promise that artificial intelligence can absorb legal work.
  • Crosby, a tech-driven law firm, built a benchmark to measure how well models negotiate contracts.
  • Redline Bench is meant to help lawyers answer whether they can trust the technology's work.

Legal technology wants its vibe-coding moment. But first, it has to prove the tools can think like a lawyer.

Taking up the task is Crosby, a startup-meets-law-firm that sells basic legal services to companies, including Cursor and Rogo. On Wednesday, it released the Redline Bench, a tool built to measure how well artificial intelligence models perform real-world legal tasks, starting with contract review.

Software engineers have spent the past few years watching these systems get shockingly good at writing code and debugging errors. Now legal tech companies are chasing a similar prize: artificial intelligence that can review contracts, spot risks, and haggle terms faster and cheaper than lawyers.

But law has a problem that coding does not, says Ryan Daniels, a former in-house lawyer turned Crosby founder. "It's really hard to define 'good' or 'bad,'" he said.

Models can write code that either runs or breaks. Legal work is a murkier target. A sales contract can be edited, or "redlined," in lots of defensible ways, Daniels explains. A change that one lawyer sees as prudent, another might call too aggressive.

That ambiguity has become a headache for companies racing to automate legal work, from the scrappy neofirms to the model labs themselves. Anthropic has spent the past few months courting in-house lawyers with tools built for them. That push has been closely watched by investors. Earlier this year, Anthropic's new legal plugin stirred a sell-off in legal tech stocks.

Benchmarks are one of the main ways companies track progress. The labs building frontier models use them as stress tests, measuring whether a new system is better at tasks than the last one.

Coding has hundreds of benchmarks for evaluating models. But the legal industry still lacks a shared way to answer the question: Is the AI's work any good?

Crosby has been working on a new yardstick. The company pulled its engineers and lawyers into a tactical unit called Crosby Intelligence to build agents for Crosby's law firm and a benchmark to grade them against. That team includes engineer Sharan Ramjee, who worked on transformer models to sniff out fraud at Stripe, and Ross Weiser, a lawyer who joined from elite law firm Sullivan & Cromwell.

Two people in dark clothing walk together on a city sidewalk beside tall buildings.

Crosby

Crosby also partnered with Micro1, a company that helps model-makers recruit expert workers, to find more lawyers who could help define what counts as good legal work.

To build the benchmark, senior lawyers simulated software deals and marked the contract changes they considered most important at each stage of the negotiation. Those changes were turned into weighted criteria.

When Crosby runs a new test, it gives models the same contracts and asks them to make their own edits. Then a panel of three judges compares these redlines with the lawyer-built rubric. The judges vote pass or fail on each item, and the final score shows how often the models made the kinds of edits that lawyers considered important.

Redline Bench will be made public so any lab can put its models through Crosby's paces. Crosby also plans to regularly release reports tracking how major models compare.

The first release of the Redline Bench put ChatGPT 5.5 at the top of the heap, with a score of 50.5%, meaning the model's redlines matched half of the edits that lawyers prioritized. Gemini 3.5 Flash followed at 45.1%, and Claude Opus 4.8 scored 44.4%.

Crosby was able to test Anthropic's highly capable new model, Fable 5, only once before Anthropic pulled it off the shelves. The results were promising, with a score of 47.3%. When access is restored, Crosby will run the benchmark again and update it.

A man wearing earbuds smiles while working on a laptop from a couch in a quiet, sunlit office.
Ryan Daniels.

Crosby

Crosby isn't the only company trying to measure how the models stack up. Harvey, one of the best-funded legal startups, has released benchmarks for case law research and contract review.

Anthropic and OpenAI also build their own benchmarks to measure performance on real-world tasks. But Daniels said those results can be hard to trust. Over time, the labs eventually tune their systems to perform well on their own tests, he said.

The stakes are bigger than a scoreboard. Billions of investment dollars are riding on the promise that artificial intelligence can lower legal bills and absorb work that used to pile up on the general counsel's desk.

Lawyers will only use the tools if they trust them. Crosby wants to give them a reason to.

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# XAU/USD (Ouro Spot) – Gráfico de 45 Minutos

17 de Junho de 2026, 05:39

# XAU/USD (Ouro Spot) – Gráfico de 45 Minutos

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

### Visão Geral da Estrutura de Mercado

No período de 45 minutos, o XAU/USD mantém uma estrutura de mercado altista após um forte movimento impulsivo de alta iniciado na importante zona de demanda e bloco de ordens (Order Block) localizada entre **4.050 e 4.115**. Após essa recuperação significativa, o preço estabeleceu uma sequência de **máximos e mínimos ascendentes**, confirmando a transição da pressão vendedora para o controle dos compradores.

O gráfico também destaca uma anterior **Quebra da Estrutura de Mercado (Market Structure Break – MSB)** para cima, que serviu como confirmação de que os compradores retomaram o controle após o prolongado movimento de queda. Desde então, o ouro continua sendo negociado acima de importantes níveis de suporte estrutural enquanto consolida próximo das máximas recentes.

### Principais Observações Técnicas

* O grande bloco de ordens altista permanece intacto e continua atuando como a principal zona de suporte.
* O preço defendeu com sucesso mínimos cada vez mais altos durante o avanço recente, demonstrando interesse contínuo dos compradores.
* A ação do preço está formando atualmente uma zona de consolidação de curto prazo entre **4.325 e 4.350**, sugerindo acumulação em vez de pressão vendedora agressiva.
* A ausência de uma continuação baixista significativa abaixo dessa consolidação aumenta a probabilidade de uma nova expansão de alta.
* Os recuos recentes permaneceram relativamente rasos, refletindo condições saudáveis para a continuação da tendência altista.

### Cenário Altista

Se os compradores mantiverem o controle acima da zona de suporte **4.300–4.315**, o XAU/USD poderá concluir a atual fase de consolidação e iniciar uma nova perna de alta.

O cenário projetado sugere:

1. Um pequeno recuo corretivo em direção ao suporte mais próximo.
2. Renovação da pressão compradora a partir da zona de demanda.
3. Rompimento da resistência da consolidação.
4. Continuação do movimento em direção à próxima zona de liquidez entre **4.370 e 4.380**, alinhada ao objetivo de Take Profit destacado no gráfico.

### Risco Baixista

Um rompimento sustentado com fechamento abaixo de **4.300** enfraqueceria a perspectiva altista e poderia desencadear uma correção mais profunda em direção a níveis inferiores de suporte. No entanto, enquanto o preço permanecer acima dos mínimos recentes, a estrutura de curto prazo continuará favorecendo os compradores.

### Conclusão

O XAU/USD permanece tecnicamente altista no gráfico de 45 minutos. A forte reação a partir da zona de demanda institucional, a confirmação da quebra da estrutura de mercado para cima e a consolidação contínua acima dos principais suportes sugerem que o mercado pode estar se preparando para uma nova fase de valorização. Os traders devem monitorar atentamente a atual faixa de consolidação, pois uma defesa bem-sucedida do suporte poderá abrir caminho para um movimento em direção à **zona de resistência dos 4.370** nas próximas sessões de negociação.

XAU/USD (Ouro Spot) –

16 de Junho de 2026, 03:22

XAU/USD (Ouro Spot) –

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

### Visão Geral da Estrutura de Mercado

No gráfico diário, o XAU/USD apresenta sinais de uma possível recuperação altista após um período prolongado de correção a partir das máximas anuais. A recente pressão vendedora levou o preço para uma importante zona de suporte entre **4.100 e 4.150**, onde os compradores entraram de forma agressiva, rejeitando níveis mais baixos.

A forte vela de rejeição altista formada nessa região sugere que a procura continua sólida, aumentando a probabilidade de uma recuperação de médio prazo.

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### Principais Observações Técnicas

#### Zona de Suporte Mantém-se Forte

A zona de suporte destacada entre **4.100 e 4.150** provou ser uma área crítica de procura. O preço reagiu de forma expressiva a partir dessa região, produzindo uma recuperação significativa e confirmando a presença de compradores ativos.

Enquanto o mercado permanecer acima deste suporte, o cenário de recuperação altista continuará válido.

#### Possível Formação de um Fundo Mais Alto

Após o primeiro movimento de recuperação, a ação do preço sugere a possível formação de um fundo mais alto acima do suporte. Caso os compradores consigam defender os recuos dentro da zona de entrada indicada, a estrutura de mercado poderá evoluir gradualmente de uma correção baixista para uma fase de recuperação altista.

O cenário projetado no gráfico mostra um período de consolidação seguido por uma possível continuação do movimento ascendente.

#### Zona de Resistência e Alvo

A próxima zona de resistência relevante encontra-se entre **4.550 e 4.620**. Esta área atuou anteriormente como suporte antes de ser rompida para baixo e agora poderá funcionar como resistência.

Uma continuação do impulso comprador poderá levar o preço para esta região, onde é provável o surgimento de realização de lucros e aumento da pressão vendedora.

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### Cenário Altista

Se os compradores mantiverem o controlo acima da zona de suporte:

* Poderá formar-se um fundo mais alto acima de 4.150.
* O momentum altista poderá fortalecer-se gradualmente.
* Um rompimento acima dos máximos de curto prazo confirmará a continuação da tendência de alta.
* O mercado poderá avançar em direção à **zona de resistência entre 4.550 e 4.620**, que representa o principal objetivo altista.

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### Cenário de Risco Baixista

Apesar da recuperação atual, a tendência geral continua corretiva enquanto níveis de resistência mais importantes não forem recuperados.

Um fecho diário abaixo de **4.100** invalidaria o cenário altista e indicaria que os vendedores continuam a dominar o mercado. Nesse caso, poderá ocorrer uma extensão da queda em direção a níveis de suporte inferiores.

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### Perspetiva de Negociação

A atual configuração técnica favorece uma **recuperação altista a partir de uma importante zona de suporte**, com o risco claramente definido abaixo do último mínimo relevante. Os participantes do mercado irão acompanhar atentamente se o preço consegue manter fundos mais altos e desenvolver impulso suficiente para testar a **zona de resistência entre 4.550 e 4.620**.

**Viés:** Altista
**Suporte:** 4.100 – 4.150
**Zona de Entrada:** 4.150 – 4.220
**Zona-Alvo:** 4.550 – 4.620
**Invalidação:** Fecho diário abaixo de 4.100
**Perspetiva:** Recuperação altista construtiva em direção à resistência enquanto o suporte permanecer intacto.

Nos EUA, briga dos iogurtes proteicos vai para a Justiça

15 de Junho de 2026, 20:17

A subsidiária americana da Danone entrou com uma ação contra a Chobani em um tribunal federal dos Estados Unidos nesta segunda-feira, alegando que a rival está comercializando de forma irregular a quantidade de proteína presente em cada porção de seu iogurte.

O processo, ajuizado no Distrito Sul de Nova York, afirma que a Chobani manipula o tamanho da porção indicado na embalagem de 32 onças (cerca de 907 gramas) de seu iogurte para aparentar um teor de proteína comparável ao do Oikos Pro, da Danone. Segundo a empresa francesa, isso induz os consumidores a acreditar que os produtos têm densidade proteica semelhante — quando, na prática, o Oikos Pro contém mais proteína por onça.

LEIA MAIS: Marcos Molina, da Sadia, diz que Ozempic já está mudando o consumo: ‘é o Natal da proteína’

A demanda dos consumidores por proteína varreu a indústria alimentícia, impulsionada em parte pelo número crescente de pessoas que usam medicamentos para perda de peso à base de GLP-1. A proteína está sendo adicionada a tantos alimentos que já há escassez de proteína de soro de leite (whey).

O iogurte é uma fonte popular de proteína, e Danone US e Chobani são as duas maiores fabricantes do produto em volume de vendas domésticas, de acordo com a ação judicial. A Danone aponta irregularidades tanto nas embalagens maiores quanto nas menores da Chobani.

Chobani, marca de iogurte americana (Foto: Bloomberg)
Chobani, marca de iogurte americana (Foto: Bloomberg)

No processo, a Danone argumenta que 150 gramas (5,3 onças) é há muito tempo considerado o tamanho padrão de uma porção individual de iogurte nos EUA, e que nos últimos anos 20 gramas de proteína por porção se tornaram um limiar decisivo para o consumidor na hora da compra. A embalagem individual de iogurte rico em proteínas da Chobani tem 6,7 onças (cerca de 190 gramas).

Todos os produtos da linha Oikos Pro têm pelo menos 20 gramas de proteína por porção, segundo o processo. A Danone afirma ter investido no desenvolvimento de tecnologias especializadas para remover água e lactose do leite e concentrar as proteínas caseína e whey — o que permitiu à empresa atingir ou superar esse limite de 20 gramas.

A Danone ainda alega que a Chobani consegue praticar preços mais baixos do que o Oikos Pro porque seu produto é mais barato de fabricar.

“Se o produto da Chobani fosse nomeado, rotulado e comercializado de forma verdadeira, os consumidores não o enxergariam como uma alternativa viável ao Oikos Pro na categoria de iogurte ultrarico em proteínas”, escreveu a Danone em sua queixa.

A Chobani não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário. Em seu site, a empresa afirma que seu processo de coagem extra permite produzir iogurte rico em proteínas sem necessidade de adicionar suplementos proteicos em pó ou ingredientes artificiais.

@investnewsbr

A febre da proteína tomou conta dos supermercados e do prato do brasileiro. Essa mudança de comportamento está obrigando Nestlé, JBS, Seara e Danone a redesenhar seus produtos. proteína #alimentaçãosaudável

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Migração, protestos e mais: ONGs apontam preocupações com direitos humanos na Copa

14 de Junho de 2026, 07:00

Muito além de um campeonato de futebol, a Copa do Mundo FIFA 2026, assim como os Jogos Olímpicos, é também conhecida por ser um momento de união e integração entre as nações. Nestes cenários, espera-se que apenas o esporte ocupe o foco, trazendo assim uma atmosfera de paz.

No entanto, em meio a protestos no México e incontáveis polêmicas envolvendo as políticas e o governo dos Estados Unidos, esta vem sendo considerada por muitos como a Copa mais politizada da história. Assim, com o início do torneio, organizações de defesa dos direitos humanos chamam atenção para abusos e violações nos países-sede.

LEIA MAIS: Calendário da Copa: saiba como acompanhar os 72 jogos da 1ª fase sem se perder

A Anistia Internacional, por exemplo, lançou o relatório “Humanity Must Win” (Humanidade Precisa Vencer, em tradução livre). “A Copa do Mundo da FIFA de 2026 está acontecendo em meio a uma grave crise de direitos humanos, com riscos e impactos significativos para torcedores, jogadores, jornalistas, trabalhadores e comunidades locais”, argumenta a entidade.

A Sports and Rights Alliance (Aliança Esporte e Direitos, em tradução livre), que também reúne uma série de organizações da sociedade civil, publicou uma carta aberta direcionada ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. No documento, a aliança pede respeito aos direitos humanos durante o torneio, sob o mote “Mantenha o mundo na Copa do Mundo”.

Da mesma forma, nos Estados Unidos, uma coalizão de mais de 120 organizações da sociedade civil criou um guia de viagem para apoiar pessoas que vão ao país durante a Copa do Mundo, para assistir ou trabalhar, com orientações a respeito de direitos que devem ser assegurados.

Em resposta ao guia, a Fifa afirmou ao site The Athletic que “conforme o artigo 3º do Estatuto da Fifa, a Fifa está comprometida com o respeito a todos os direitos humanos reconhecidos internacionalmente e se empenhará em promover a proteção desses direitos.”

Ao mesmo veículo, Andrew Giuliani, diretor-executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo rechaçou qualquer ameaça à segurança do torneio e afirmou que “sob a liderança do presidente Trump, a Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo trabalhou incansavelmente para garantir que a Copa do Mundo de 2026 seja o evento esportivo mais incrível da história dos EUA”.

Políticas migratórias em foco nos Estados Unidos

3 de junho de 2026 – Protesto contra a política migratória do governo Trump em Chicago. Foto: REUTERS/Jim Vondruska

Os Estados Unidos são o principal foco de preocupações no campo dos direitos humanos. O ponto mais em evidência é a política migratória repressiva, que nos últimos meses incluiu abordagens violentas, detenção de crianças e deportação de milhares de pessoas.

“Talvez a ameaça mais grave tanto para os participantes visitantes quanto para os locais na Copa do Mundo venha da máquina de aplicação abusiva, discriminatória e mortal das leis de imigração e detenção em massa nos EUA”, avalia a Anistia Internacional.

A American Civil Liberties Union (ACLU), aponta que muitas das cidades-sede abrigam grandes comunidades de migrantes e ressalta que elas “vivem hoje com medo constante de discriminação racial, detenção desumana, separação de seus entes queridos e deportação sumária devido à política agressiva de imigração do presidente Trump.”

A Human Rights Watch pediu por uma “trégua do ICE” durante os jogos e instou os patrocinadores do evento a fazer o mesmo: “Os patrocinadores corporativos da FIFA pagam bilhões de dólares porque querem se associar ao ‘jogo bonito’, e não à cruel repressão à imigração promovida pelo governo dos EUA”, disse Minky Worden, diretora de iniciativas globais da Human Rights Watch. “Os patrocinadores e parceiros da Copa do Mundo devem pedir uma trégua ao ICE como a melhor maneira de garantir que o torneio não seja prejudicado pelas políticas abusivas de imigração do governo Trump.”

Apesar dos alertas e apelos, os efeitos desta política já foram sentidos no Mundial. O caso que ganhou mais repercussão foi o do árbitro somali Omar Artan que foi impedido de entrar nos EUA ao desembarcar em Miami e não poderá mais apitar na competição.

Ele, porém, não foi o único. O fotógrafo oficial da seleção iraquiana, Talal Salah, também teve sua entrada negada e 15 membros da equipe técnica do Irã tiveram vistos negados, entre outros casos.

Liberdades de expressão e de imprensa em xeque

Duas ONGs que trabalham com a proteção das liberdades de expressão e de imprensa divulgaram alertas a jornalistas que cobrem o Mundial poucos dias antes do início do torneio. O Comitê de Proteção a Jornalistas (CPJ) instou os profissionais a tomar precauções. “Jornalistas já enfrentaram assédio, detenções, ameaças e violência enquanto cobrem grandes eventos esportivos”, explicou a organização.

Nos EUA, os alertas se voltam principalmente para a intensificação das operações de imigração e fiscalização alfandegária. “No México, a violência contra jornalistas locais é a mais preocupante. No Canadá, houve casos de jornalistas detidos na fronteira e, muito raramente, prisões de repórteres que cobriam protestos.”

Da mesma forma, a Repórteres Sem Fronteiras (RSF) “alerta os profissionais da imprensa para se prepararem para um ambiente de cobertura mais complexo, marcado por vigilância reforçada, fiscalização rigorosa nas fronteiras e crescentes preocupações com a liberdade de imprensa no México e nos Estados Unidos.”

Os Estados Unidos estão hoje na posição 64 – de um total de 180 – do ranking de liberdade de imprensa da RSF, a pior posição já registrada para o país. Além disso, no fim de 2025, a Relatoria Especial para Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA) expressou preocupação com o que chamou de um “crescente clima de violência” no país.

No México a questão da liberdade de expressão e de imprensa também preocupa especialistas. O México é considerado o país mais perigoso do Ocidente para jornalistas porque sete profissionais foram mortos em 2025 em decorrência do exercício da profissão, de acordo com o CPJ.

11 de junho de 2026 – Membros de grupos de busca de pessoas desaparecidas cujos parentes são vítimas de carteis de drogas mexicanos protestam perto do Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia da abertura da Copa do Mundo. Foto: REUTERS/Rolando Ramos

Além disso, grandes manifestações vêm tomando as ruas do país, com cidadãos protestando por questões como acesso à terra, água, moradia, reajuste salarial de professores e reivindicando respostas pelas mais de 133.500 pessoas que estão desaparecidas no país. A reação das autoridades aos atos inspira preocupação.

Em Guadalajara, uma das cidades que receberá jogos da Copa, a Anistia Internacional reporta que autoridades ameaçaram remover cartazes em busca de pessoas desaparecidas da “Rotatória dos Desaparecidos”, enquanto em Monterrey a polícia tentou prender mulheres que participavam das buscas e exibiam faixas em uma ponte.

Os riscos à liberdade de expressão atingem até mesmo o Canadá. Recentemente, relembra a Anistia Internacional, o país presenciou uma onda de protestos contra o genocídio de palestinos na Faixa de Gaza, o que incorreu em ações da polícia durante a dispersão que foram consideradasindevidas pela entidade. Outro ponto destacado é que a cidade de Toronto, uma das sedes do Mundial, introduziu “zonas de exclusão de protestos”, proibindo manifestações em determinados pontos da cidade.

Pessoas em situação de rua no Canadá

No Canadá, pessoas em situação de rua estão arriscadas a perder acesso a serviços essenciais, ter seus pertences confiscados e serem expulsas de locais públicos. A experiência prévia dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2010 em Vancouver e uma crescente crise habitacional no país fazem crescer os temores de que estas pessoas sejam desalojadas, aponta a Anistia Internacional.

O receio ganhou força quando, em Toronto, um abrigo que acolhe pessoas em situação de rua no inverno foi fechado um mês antes do previsto. O motivo foi o fato de que o local já estava reservado para uso pela FIFA como parte do acordo de organização da Copa do Mundo.

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I'm a 20-year-old who made over $100,000 in one year selling clothes on Vinted

14 de Junho de 2026, 06:32
Morgan Purnell stands next to many post packages he has sold.
Morgan Purnell with some of the packages he has sold.

Courtesy of Morgan Purnell

  • After suffering a rugby injury at 17, Morgan Purnell decided to get into reselling vintage clothes.
  • He made £142,235 ($191,241) in 2025, with Vinted accounting for the biggest portion of sales.
  • Purnell uses social media to promote his business, and AI to streamline processes.

This as-told-to essay is based on a conversation with Morgan Purnell, a 20-year-old entrepreneur who runs a vintage-clothing resale business and is based in Surrey, UK. It's been edited for length and clarity.

My dream when I was a kid was to play professional rugby. But when I tore 2 ligaments in my right knee when I was 17, it knocked me out of rugby for about a year and a half. My entire identity was stripped overnight.

At that time, I saw a Google ad for Vintage Wholesale Supply, where you can buy vintage items in bulk. I had about £400 ($537) saved from working a part-time job in a sports center, and bought 50 kilos of Ralph Lauren trousers for around £200 ($268).

Within that first month, I had sold around 70 pairs of Ralph Lauren chinos on Depop and Vinted and used TikTok to promote my page. I bought each pair for about £4 ($5.37) each and sold them for between £20 and £30 each ($27 and $40).

Morgan Purnell lies on the ground outside with several pairs of folded Ralph Lauren trousers surrounding him.
Purnell with the Ralph Lauren trousers, which launched his reselling journey.

Courtesy of Morgan Purnell

That was the start of my journey in July 2024, and what drove my spark. I thought I might as well keep reinvesting.

I was working non-stop at first

At the very beginning, I would work nonstop — seven days a week, probably 12 hours a day, just because that was all I could think about.

I was at boarding school, so I had some of the stock in my bedroom at school. I had some of it in my car and some at home, too. So it was a bit of a juggle.

In my first year of reselling, I started documenting my journey on TikTok. For instance, I launched a series about turning £400 ($533) into £10,000 ($13,340).

@mrendunamoo

Day 2 of scaling my reselling business from £10k to £20k per month. 🚀 Follow us as we look to hire, outsource and scale our output to reach a new goal in our journey 🎯 #reselling #vinted #itsmorganpurnell #entrepreneur #reseller

♬ original sound - mrendunamoo

I took on two boys I knew from my local area to help with the business, and I paid them for tasks such as ironing and photographing the stock.

About three or four months in, in September 2024, Vinted saw a huge uptick. Everyone sort of jumped in, flooded it, and things started selling really well. So I transitioned to mainly selling there.

We made nearly $200,000 in 2025

The original plan was to study business management and marketing at the University of Bath. I felt like it was what my parents wanted me to do because it was the safer option.

However, I had proven to them that my business would generate enough to allow me to live and earn at least what a graduate would.

I decided I was going to do a year out, and if I could make it work, I would keep doing it.

In 2025, we made £142,235 ($191,241) in revenue, including from partnerships, such as social media content for wholesalers. Vinted sales made up £85,873 ($115,442) of this.

Big bag full of parcels placed in front of a Post Office stand.
Reselling involves a lot of trips to the post office.

Courtesy of Morgan Purnell

I was able to build up a following on social media and start to use that to sell some reseller bundles, which involve supplying bulk to other resellers. I now source from suppliers in Karachi, Pakistan. That's been a real blessing because I can put out a story if I'm in trouble and shift stock fairly quickly.

Income fluctuates a lot with reselling. In the six months to December 2025, monthly sales ranged from a low of £3,709 ($4,984) in March to a high of £20,403 ($27,418) in December.

Juggling inventory

Thanks to AI, I have better inventory management systems. I use Aistetic, which turns product photos into marketplace-ready listings. I have also made content for them.

I also use ChatGPT to organize my data and sold items in one place, which makes it much easier to manage inventory across three to four sites.

I now use a mix of Vinted, Depop, and eBay. They complement each other well because eBay is a platform where you generally sell at a slower pace, but it has a more mature demographic with more disposable income.
So, you tend to get better prices on eBay.

Vinted is great for selling quickly, though at lower prices. I feel like you could list a bottle of water on Vinted and probably sell it if you set the price right. I kind of compare Depop to Instagram and Vinted to TikTok.

Morgan Purnell poses in front of a room in an exports zone in Karachi, Pakistan.
Purnell traveled to Karachi, Pakistan, in February to meet with suppliers.

Courtesy of Morgan Purnell

The best part is the freedom

At the moment, it's just me working on the reselling businesses. I spend five or six hours a day on reselling alone, but never work on Sundays. I never work on Sundays, I go to church and spend time with my family.

The benefit of being an entrepreneur will always come down to freedom — the freedom of choice, the freedom to go to work when you want, the freedom to leave work and go to the gym when you want, and not having that pressure.

I've never been thriving so much.

Read the original article on Business Insider

ASSISTA AOS GOLS: Brasil joga mal e empata com Marrocos graças a Vini Jr

13 de Junho de 2026, 21:24

A seleção brasileira estreou na Copa do Mundo com um frustrante empate por 1 a 1 com o Marrocos. O resultado pode até ser celebrado, tendo em vista que o desempenho dos comandados de Carlo Ancelotti no MetLife Stadium foi muito ruim, sobretudo na etapa inicial.

Dominado em parte do jogo, o Brasil fez um péssimo primeiro tempo, cometeu erros defensivos, mostrou pouca inspiração no ataque e dependeu do arroubo genial de Vini Jr. para evitar a derrota, que por alguns minutos parecia ser inevitável.

Está claro que o Brasil terá de jogar mais futebol para ser capaz de desafiar os melhores e ir mais adiante no Mundial da América do Norte.

O experiente treinador italiano fez escolhas que se mostraram equivocadas. Escalados entre os titulares, o zagueiro-lateral Ibañez, o meio-campista Lucas Paquetá e o centroavante Igor Thiago não aproveitaram a oportunidade e foram três dos piores em campo.

Produziu quase nada ofensivamente o Brasil, extremamente dependente dos arroubos de criatividade de Vini Jr, autor de um bonito gol aos 31 do primeiro tempo, quando os milhares de brasileiros no estádio viam, apreensivos, a equipe errar demais, incluindo no lance que resultou no lindo gol marroquino anotado pelo atacante Saibari.

Foi de Paquetá o erro que gerou o contra-ataque do Marrocos. Aynaoui roubou a bola e tocou para Mazraoui, que viu Brahim Díaz livre. O talentoso meia-atacante achou Saibari, que tocou por cima de Alisson, estático, aos

Raphinha esteve apagado pela direita e não funcionou. Ancelotti insistiu com o astro do Barcelona e o manteve até o fim. Suas mexidas não incluíram Endrick, que sempre correspondeu quando foi acionado. Neymar, lesionado, não foi nem opção para o treinador. O camisa 10 assistiu à partida do banco, sem chuteiras e de boné.

Fez a diferenças aos marroquinos a superioridade técnica e física no meio de campo. Casemiro também esteve bem longe do ideal e foi substituído no intervalo, bem como Ibañez – ambos haviam sido advertidos com o amarelo.

No segundo tempo, Ancelotti tentou corrigir os muitos buracos no meio de campo. Fabinho, na vaga de Casemiro, fez jogo seguro. Danilo, Santos entrou no final e fez mais que Paquetá. Teve duas oportunidades para marcar, e não o fez, o meio-campista do Botafogo.

O Marrocos não apertou mais. O Brasil até passou bastante tempo no campo ofensivo, só que produziu pouco, insuficiente para a virada na estreia de uma competição que promete ser dura ao time pentacampeão, incomodado com o jejum de 24 anos sem títulos mundiais.

O próximo adversário do Brasil é, em tese, o mais frágil: o Haiti. O duelo com a seleção caribenha será na próxima sexta-feira, 19, às 21h30 (de Brasília), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia. No dia 24, a equipe brasileira fecha a primeira fase contra a Escócia, em Miami.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 X 1 MARROCOS

BRASIL: Alisson; Ibañez (Danilo), Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães (Danilo Santos) e Paquetá (Matheus Cunha); Raphinha, Igor Thiago (Luiz Henrique) e Vini Jr. Técnico: Carlo Ancelotti.

MARROCOS: Bounou; Hakimi, Diop, Riad e Mazraoui; El Aynaoui e Bouaddi; Brahim Díaz (Talbi), Ounahi (El Mourabet) e El Khannouss; Saibari (Rahimi). Técnico: Mohamed Ouahbi.

GOLS: Saibari, aos 20, e Vini Jr., aos 31 do 1ºT.

ÁRBITRO: Slavko Vincic (Eslovênia).

CARTÕES AMARELOS: Casemiro, Ibañez

PÚBLICO: 80.663.

RENDA: Não divulgada.

LOCAL: MetLife Stadium, em East Rutherford, Estados Unidos.

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Fundo duplo no 60k

13 de Junho de 2026, 10:20

Fundo duplo no 60k

Bitcoin / USD BINANCE:BTCUSD

#BTCUSD: a tendência de baixa segue evidente.

Na semana iniciada em 01/06, a pressão vendedora foi forte e levou o preço até a região dos US$ 59 mil. Ainda assim, o fechamento ocorreu acima dos US$ 60 mil, preservando uma faixa que já se mostrou relevante em 2021 e 2024, com grande volume de negociações.

Além disso, indicadores como Medo e Ganância, MVRV e o Rainbow Chart sugerem que o BTC se encontra em uma zona historicamente interessante para acumulação.

Minha expectativa é que o preço forme um fundo duplo nessa região. Caso esse padrão não se confirme, os níveis de US$ 55 mil e US$ 50 mil passam a ser alvos bastante plausíveis.

Quanto à região dos US$ 40 mil, apesar de ser amplamente mencionada por participantes do mercado, atualmente não a considero o cenário de maior probabilidade com base nos dados e indicadores observados. Naturalmente, projeções de mercado envolvem elevado grau de incerteza e estão sujeitas a mudanças conforme novas informações surgem. Neste momento, os níveis intermediários apresentam maior relevância técnica e, portanto, merecem atenção antes de movimentos mais profundos serem considerados.

A dona da CazéTV: os conflitos da LiveMode e os interesses financeiros por trás do canal de Casimiro

13 de Junho de 2026, 07:30

A CazéTV tem o rosto, a voz e o jeito de Casimiro Miguel. No ar, tudo parece espontâneo, artesanal, quase improvisado. A aparência esconde uma estrutura sofisticada de direitos esportivos, fundos de investimento e executivos do mercado financeiro.

O canal é controlado integralmente pela LiveMode, empresa dona da operação, da marca e dos direitos sobre o nome e a imagem de Casimiro, que deixou de ser sócio direto do canal para integrar a holding do grupo.

A LiveMode tem entre seus investidores a General Atlantic e a XP — que também administra fundos ligados à estrutura financeira da Liga Forte União, a LFU.

Segundo Ivan Martinho, professor de marketing esportivo na ESPM e presidente da WSL (World Surf League) para a América Latina, o capital de private equity tem o racional de buscar acelerar a expansão dos negócios de empresas investidas para, em momento posterior, alguns ou muitos anos depois, vender e devolver aos investidores um retorno muito mais elevado.

Há uma sobreposição de papéis: a LiveMode negocia direitos esportivos, controla a CazéTV — o principal canal que transmite parte desses eventos — e tem como sócios investidores expostos às receitas comerciais da LFU, bloco que negocia o Brasileirão em conjunto.

Essa relação entrelaçada deixa uma pergunta no ar: ao negociar um direito, a LiveMode age como agência, como dona da tela ou como sócia da estrutura que lucra com a receita futura dos clubes?

O olho do dono

Edgar Diniz e Sérgio Lopes, dois dos sócios-fundadores da LiveMode, conhecem o mercado de transmissão esportiva muito antes da ascensão e da popularização de Casimiro.

Em 2007, criaram o Esporte Interativo, que começou na parabólica e cresceu no meio digital quando Globo e Band o ignoravam. A CazéTV parece nova, mas o modelo tem quase duas décadas: em 2007, à Máquina do Esporte, Carlos Moreira Jr., sócio-fundador da TV Esporte Interativo, já media a reação do público por SMS e Orkut e transformava interação em inteligência comercial.

Muitos anos depois, a LiveMode voltou para disputar a cadeia dominada pela Globo. O momento ajudava. A Lei do Mandante, de 2021, deu ao clube mandante o poder de negociar a transmissão da partida, o que enfraqueceu o pacote único da Globo e abriu espaço para blocos de clubes venderem direitos de transmissão em conjunto.

A Globo, em reorganização financeira, passou a comprar seletivamente; o YouTube avançava sobre a linguagem da TV com sua plataforma pela internet; e o futebol atraía fundos que enxergavam nos direitos um ativo financeiro. Nessa equação, a LiveMode ajudou a montar a Liga Forte União (LFU), bloco que se opôs à Libra — rival que fechou contrato bilionário com a Globo.

O fenômeno CazéTV

A Copa de 2022 foi a prova de conceito. A LiveMode era agência da FIFA no Brasil e tentava vender os direitos digitais. A Globo abriu mão da exclusividade no streaming, e a LiveMode ficou com o pacote por cerca de US$ 3 milhões, segundo apurou o InvestNews com fontes envolvidas na negociação — uma pechincha comparada aos US$ 90 milhões anuais que a Globo pagava à FIFA.

O pacote valia pouco sem uma operação que o transformasse em audiência, e a LiveMode tinha a CazéTV. Durante a Copa, o canal explodiu e Casimiro se consagrou como o rosto de uma nova forma de assistir futebol, com uma linguagem que dialogava com o torcedor. Hoje soma dezenas de milhões de inscritos e será, no Brasil, a única forma de ver os 104 jogos da Copa de 2026.

O sucesso abriu os cofres. Em novembro de 2023, os clubes da LFU cederam 20% das receitas comerciais por cinquenta anos, de 2025 a 2075, por cerca de R$ 2,6 bilhões, a um consórcio formado por Life Capital Partners, General Atlantic e XP.

A operação passou pela Sports Media, criada para administrar a fatia cedida, financiada por debêntures — títulos de dívida comprados por fundos ligados à XP e outros veículos.

Investidores passaram a ter remuneração atrelada à receita futura de TV e mídia dos clubes por cinco décadas, com mais de R$ 1,2 bilhão adiantado aos clubes.

Em maio, o site Poder360 afirmou que a LiveMode aparece como agência vendedora e também como cotista direta do veículo Sports Media Futebol Brasileiro, uma das compradoras das debêntures.

A leitura circula entre clubes: um dirigente ouvido sob reserva pelo InvestNews diz que, em uma reunião, um executivo da LiveMode admitiu que a empresa era dona de parte dos direitos negociados. E criticou esse envolvimento, independentemente da compra ou não de debêntures.

Desde o fim de 2024, o InvestNews tenta entrevistar algum porta-voz da LiveMode, sem sucesso. A empresa não respondeu a nenhuma das perguntas enviadas para esta reportagem na última terça-feuira (9).

Em abril de 2024, General Atlantic e um fundo da XP fizeram um aporte minoritário na própria LiveMode, de valor não divulgado – estima-se no mercado que a dupla teria investido cerca de R$ 450 milhões na empresa de mídia.

Investidores expostos a 20% dos direitos de transmissão dos clubes passaram a ser sócios da empresa que os negocia e controla a tela que os exibe – depois, sob protesto de alguns clubes, a fatia da Sports Media sobre os direitos encolheu de 20% para 12%.

Na Libra, o bloco rival de clubes, o arranjo ficou mais tradicional: o fundo Mubadala, de Abu Dhabi, apareceu como principal interessado, e a transmissão foi vendida à Globo — comprador de um lado, vendedor do outro. Na LFU, essa fronteira ficou mais difícil de enxergar.

Faz tudo

A defesa do modelo de negócio passa por uma distinção formal: alguns contratos de transmissão são fechados com o YouTube, e a CazéTV figura como canal de distribuição e operação editorial dentro delas.

Para os críticos, a separação resolve pouco do conflito, porque a CazéTV é controlada pela própria LiveMode. O problema, portanto, é ser agência e ser o comprador, segundo definição de um investidor que acompanha as negociações e pediu para não ser identificado.

De acordo com a visão desse mesmo investidor, quando um direito de transmissão sobra “de graça” para a CazéTV, a receita fica atrelada às projeções do próprio canal, enquanto o clube que vende não sabe se fez um bom negócio.

É uma mudança em relação ao discurso original da LiveMode. Edgar Diniz, em entrevista ao GE em março de 2023, disse que “a vocação da CazéTV e o projeto da LiveMode não contemplam entrar em disputas por direitos”.

@investnewsbr

Por trás da transmissão dos jogos da Copa do Mundo de 2026, existe uma disputa bilionária pela sua atenção. #transmissão #copadomundo #futebol

♬ original sound – InvestNews BR – InvestNews BR

No jargão, o “condomínio” é a estrutura que reúne os direitos comerciais da LFU e decide como vendê-los. Para um dirigente ouvido pelo InvestNews, a diferença para o antigo domínio da Globo está na governança: a Globo comprava e negociava direto com os clubes; na LFU, os clubes deixaram de vender ao mercado — quem vende é o condomínio, por meio da LiveMode, e a caneta está com o investidor.

Isso se traduziria em um investidor que é dono, na média, de 12% dos direitos, enquanto os outros 88% ainda são dos clubes. E esse investidor minoritário teria condições de direcionar a venda, segundo o dirigente.

Clubes e federações seguem negociando com a LiveMode porque ela entrega audiência, patrocínio e distribuição; quanto mais cresce, mais seus interesses se misturam.

Em paralelo, clubes estudam contestar na Justiça as travas de um contrato que os prende até 2075. A disputa vai além da CazéTV: o próximo ciclo de direitos, a partir de 2030, tende a ser uma guerra para estabelecer quem decide o que vender, para quem e por quanto, com a diferença de que agora a própria Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está interessada em organizar uma liga de clubes.

O sinal mais simbólico veio do cliente que originou a fórmula. Segundo uma pessoa próxima às negociações, a tendência hoje é que a FIFA não mantenha a LiveMode como agência comercial no Brasil para a Copa de 2030, em meio a preocupações com potenciais conflitos de interesse.

Procuradas, FIFA e LiveMode não responderam ao InvestNews. A empresa que transformou um pacote digital barato da Copa de 2022 no maior case de sucesso do YouTube brasileiro pode ficar de fora do Mundial seguinte – ao menos no que tange ao seu papel como negociadora de direitos.

A CazéTV está dentro de uma cadeia desenhada por executivos de mídia, financiada por fundos e atrelada aos direitos dos clubes por décadas.

A LiveMode acumulou múltiplos papéis no mesmo negócio: agência que negocia os direitos, dona da tela que os transmite, cotista da estrutura que os detém e empresa investida por fundos expostos a essas receitas. E Casimiro continua sendo a cara da CazéTV. Quem manda no negócio é outra conversa.

— Colaborou Rikardy Tooge.

Análise XAUUSD (Ouro) 2H – Estrutura de Recuperação Altista em F

12 de Junho de 2026, 10:35

Análise XAUUSD (Ouro) 2H – Estrutura de Recuperação Altista em F

Gold OANDA:XAUUSD

O ouro está a mostrar sinais de recuperação altista após concluir uma forte fase corretiva. A recente ação do preço formou uma estrutura de fundo arredondado, indicando que a pressão vendedora está a diminuir enquanto os compradores recuperam gradualmente o controlo do mercado.

A linha de tendência descendente (azul) foi rompida, sinalizando uma possível mudança de sentimento de baixista para altista. Desde o rompimento, o preço tem formado mínimos mais altos e está a consolidar abaixo da zona de resistência dos 4.220.

Parece estar a desenvolver-se um padrão de Taça e Asa (Cup and Handle), com o recuo atual a funcionar como a possível asa. Se os compradores mantiverem o impulso e ultrapassarem os máximos recentes, o XAUUSD poderá desencadear uma continuação do movimento altista em direção à zona dos 4.240–4.260.

Níveis-chave:

Resistência: 4.220 – 4.240
Suporte: 4.180 – 4.080
Objetivo Altista: 4.260+
Invalidação: Movimento sustentado abaixo de 4.080

Perspetiva de Trading:
Enquanto o preço permanecer acima da área de suporte do fundo arredondado, a tendência de curto prazo mantém-se altista. Os traders poderão acompanhar um rompimento confirmado acima da resistência para obter confirmação adicional de continuação da subida, enquanto uma quebra dos mínimos ascendentes poderá atrasar este cenário de recuperação.

Esta análise baseia-se na ação do preço e na estrutura do gráfico, não constituindo aconselhamento financeiro.

#XAUUSD #Gold #TradingView #PriceAction #TechnicalAnalysis #Forex #Bullish #CupAndHandle #GoldTrading #MarketAnalysis #TradingSetup #ChartAnalysis #Ouro #AnáliseTécnica #MercadosFinanceiros

Enquanto criptomoedas sangram, uma ação ligada ao setor dispara; por que será?

11 de Junho de 2026, 10:14

O mercado de criptomoedas está passando por algumas semanas difíceis. O Bitcoin (BTC) caiu abaixo de US$ 64 mil e chegou a atingir a marca de US$ 59,1 mil (um pouco abaixo da mínima de fevereiro) na semana passada, com US$ 1,8 bilhão em apostas alavancadas liquidadas em uma única sessão.

Mas enquanto o BTC despencava, a Galaxy Digital (Nasdaq: GLXY), empresa de serviços financeiros nativa do universo das criptomoedas, chegava a subir 30% no pico intraday da segunda-feira (8).

No último dia 5 de junho, o Morgan Stanley começou a encaminhar seus clientes de gestão de patrimônio em cripto para a Galaxy.

Clientes que já possuem BTCETH ou SOL agora podem entregar esses ativos à Galaxy, que cria novos ETPs (produtos negociados em bolsa) de cripto à vista, e os devolve diretamente para a conta de corretagem do cliente.

Fonte: Twitter | X

Tudo isso sem nenhuma promoção no meio, e é exatamente esse o objetivo

A venda gera um fato gerador de imposto, mas esta troca em espécie elimina completamente essa tributação.

As taxas, por si só, não vão impulsionar a receita da Galaxy, que cobra de 15 a 25 pontos-base por conversão. Mas cada corretora ou gestora que encaminha operações com criptomoedas para a Galaxy representa mais um passo para que a empresa se torne parte integrante do sistema financeiro tradicional, sempre que se tratar de criptomoedas.

Ou seja, a empresa topa abrir mão de receita agora para ganhar confiança e credibilidade, e converter isso em receita no futuro.

Além disso, seu CEO, Mike Novogratz, destacou no último fim de semana o potencial do Helios, campus de data centers para inteligência artificial (IA) da companhia situado no Texas. A aposta é ambiciosa: transformar o projeto no maior campus de data center único dos Estados Unidos, posicionando a Galaxy em um dos segmentos mais aquecidos do mercado global.

Os números ajudam a explicar o entusiasmo. A CoreWeave, uma das principais empresas de infraestrutura para IA, já garantiu toda a capacidade inicial de 800 MW (megawatts) do projeto por meio de um contrato de arrendamento de 15 anos. Sozinho, o acordo deve gerar mais de US$ 1 bilhão em receita anual para a Galaxy.

O campus possui 1,6 GW (gigawatts) de capacidade já aprovada, o dobro do volume contratado até agora, e potencial para alcançar 3,5 GW nas próximas fases de expansão.

Com a geração de energia já em andamento, a expectativa é que a receita do Helios comece a aparecer nos resultados do segundo trimestre da Galaxy. Na prática, o mercado está prestes a enxergar a empresa não apenas como ligada ao setor cripto, mas também como uma operação relevante de infraestrutura para IA.

Isso ajuda a explicar por que as ações GLXY vêm apresentando um comportamento mais próximo das empresas de inteligência artificial do que das tradicionais ações expostas ao mercado de criptomoedas.

Enfim, mesmo em um mercado pressionado, algumas empresas ligadas ao setor cripto continuam entregando resultados e atraindo a atenção dos investidores.


Variações semanais (20/05/26 a 10/06/26)

  • Bitcoin (BTC): US$ 61.793 | Var. -19,92%
  • ♦ Ethereum (ETH): US$ 1.631 | Var. -22,96%
  • 🟠 Dominância Bitcoin: 63,46% | Var. +4,60%
  • 🌐 Valor total do mercado cripto: US$ 2,1 tri | Var. -17,65%
  • 💵 Valor de mercado de stablecoins: US$ 316,058 bi | Var. -1,83%
  • 📊 Valor total travado (TVL) em DeFi: US$ 70,02 bi | Var +15,45%

*dados referentes ao fechamento em 10/06/26


Tópicos da semana

E o Bitcoin (BTC)?

– O Bitcoin (BTC) caiu abaixo de US$ 63 mil pela primeira vez desde fevereiro, em meio a uma forte pressão vendedora de investidores de longo prazo. Carteiras que não movimentavam fundos há mais de 155 dias venderam cerca de US$ 2,4 bilhões nos primeiros dias de junho.

Esse movimento desencadeou aproximadamente US$ 1,5 bilhão em liquidações de posições compradas alavancadas, e ampliou para 13 dias consecutivos a sequência de saídas líquidas dos ETFs spot de Bitcoin.

Segundo analistas da Presto Research, a queda está relacionada à concorrência de ativos como ouro e ações ligadas à inteligência artificial, enquanto investidores revisam suas expectativas sobre possíveis cortes de juros pelo Federal Reserve nos EUA.

Ademais, a volatilidade implícita de 30 dias atingiu o maior nível desde abril, e o padrão predominante do mercado tem sido a venda durante as altas de preço (distribuição), em vez da compra durante as quedas (acumulação).

Debandada dos ETFs de BTC

– Os ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 3,4 bilhões em apenas uma semana, encerrando um período de 13 dias consecutivos de resgates, que somaram US$ 4,37 bilhões. Trata-se da maior sequência de retiradas desde o lançamento desses produtos, no início de 2025.

O movimento reflete um sentimento mais cauteloso por parte dos investidores institucionais em relação aos ativos de risco, incluindo criptomoedas. A magnitude dos resgates também levantou dúvidas sobre o grau de comprometimento dos investidores de ETFs com estratégias de longo prazo, contrariando expectativas anteriores de que esses produtos serviriam principalmente como veículos de acumulação sustentada de Bitcoin.

Conhece a Zodia Custody?

– A Zodia Custody obteve uma licença de instituição de pagamentos concedida pela CSSF de Luxemburgo, ampliando sua atuação além da custódia de criptoativos para oferecer serviços completos relacionados a stablecoins em toda a União Europeia.

A autorização complementa a estrutura regulatória já existente sob o MiCA, e permite que a empresa atue na camada de pagamentos, realizando o recebimento, armazenamento e transferência de valores em stablecoins.

Além disso, a licença garante direitos de “passaporte europeu”, possibilitando que a Zodia opere em todos os países-membros da UE sem precisar solicitar aprovações regulatórias separadas em cada jurisdição, fortalecendo sua posição na expansão da infraestrutura de pagamentos digitais no bloco.


A inteligência artificial está quebrando as criptomoedas?

No último episódio do Crypto Never Sleeps, recebemos Rafael Castaneda (Casta Crypto), co-fundador e COO da Oxus Finance, para destrinchar o que realmente está acontecendo com o mercado de criptomoedas.

Assista ao episódio aqui:

Aviso obrigatório
Este conteúdo é apenas informativo e tem como objetivo compartilhar insights e análises sobre o mercado. Não constitui recomendação de investimento, e qualquer decisão financeira deve ser feita com base em sua própria análise e, preferencialmente, com o apoio de profissionais qualificados.

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DIRR3 - Fundo Duplo Abre Caminho para 32% de Alta

10 de Junho de 2026, 16:19

DIRR3 - Fundo Duplo Abre Caminho para 32% de Alta

Direcional Engenharia S.A. BMFBOVESPA_DLY:DIRR3

# 🚨 DIRR3 Segurou o Suporte! Fundo Duplo Pode Abrir Caminho Para Alta de Mais de 30%

A DIRR3 chegou novamente em uma região extremamente importante do gráfico e, até o momento, o mercado deu sinais claros de defesa dos compradores. O ativo testou pela segunda vez a faixa dos **R$ 12,15**, formando um possível **fundo duplo em região de suporte**, padrão gráfico bastante observado por traders que buscam identificar reversões de tendência.

O que chama atenção é que esse suporte não surgiu do nada. Observando o histórico do papel, percebemos que essa mesma região já atuou como ponto de defesa anteriormente, gerando uma reação compradora relevante. Agora, o mercado retorna ao mesmo nível e, novamente, encontra demanda suficiente para impedir novas quedas.

## Por que o suporte em R$ 12,15 é tão importante?

O suporte representa uma área onde compradores historicamente demonstraram interesse em assumir posições. Quando um ativo retorna a esse nível e volta a reagir, aumenta a probabilidade de estarmos diante de uma acumulação.

No caso da DIRR3, o preço realizou dois testes praticamente na mesma faixa, caracterizando o possível fundo duplo. Esse padrão costuma ganhar ainda mais relevância quando aparece após um movimento corretivo prolongado, exatamente o cenário atual do papel.

Enquanto os preços permanecerem acima de **R$ 12,15**, a estrutura gráfica segue válida e favorece uma busca por níveis superiores.

## 🎯 Alvo 1: Região dos R$ 14,29

O primeiro desafio dos compradores está na faixa dos **R$ 14,29**, região que já funcionou como resistência anteriormente e onde existe uma concentração de oferta.

Partindo do suporte atual, esse movimento representa uma valorização aproximada de **17,63%**.

Uma eventual superação dessa faixa pode confirmar a força do fundo duplo e atrair novos participantes para o movimento, aumentando o fluxo comprador no papel.

### O que observar?

* Aumento de volume durante a subida;
* Fechamentos consistentes acima da resistência;
* Rompimento sem devolução imediata dos ganhos.

Caso esses fatores apareçam, o mercado pode ganhar força para buscar níveis ainda mais altos.

## 🚀 Alvo 2: Região dos R$ 16,14

Superado o primeiro obstáculo, o próximo objetivo técnico passa a ser a faixa dos **R$ 16,14**.

Esse nível coincide com uma importante zona de resistência deixada por movimentos anteriores e representa um potencial de valorização próximo de **32,84%** em relação ao suporte atual.

A chegada nessa região colocaria a DIRR3 novamente em uma área onde ocorreu forte disputa entre compradores e vendedores no passado, sendo um ponto natural para realização parcial de lucros.

## Gestão de risco continua sendo fundamental

Apesar da configuração gráfica ser interessante, é importante lembrar que nenhum padrão garante movimentações futuras. O fundo duplo é uma estrutura probabilística e depende da continuidade da defesa compradora.

Por isso, muitos traders utilizam a perda do suporte dos **R$ 12,15** como ponto de invalidação do cenário. Caso o ativo rompa essa região para baixo com força e volume, a leitura técnica precisará ser reavaliada.

## Conclusão

A DIRR3 apresenta uma das estruturas mais interessantes do momento. O mercado voltou exatamente para uma região onde compradores já haviam demonstrado força anteriormente e, até aqui, o suporte segue sendo respeitado.

O possível **fundo duplo em R$ 12,15** coloca o ativo em uma posição técnica favorável para buscar:

✅ **Primeiro alvo:** R$ 14,29 (+17,63%)

✅ **Segundo alvo:** R$ 16,14 (+32,84%)

Agora o jogo está nas mãos dos compradores. Se conseguirem manter a defesa do suporte e aumentar o volume nas próximas sessões, o papel pode iniciar um movimento de recuperação bastante interessante.

**E você, acredita que a DIRR3 está formando um fundo duplo ou ainda existe espaço para novas quedas? Deixe sua análise nos comentários!** 📈🔥

Escala 6×1: Latam acredita em impactos diferentes em equipes de solo e tripulação

6 de Junho de 2026, 17:42

A Latam Brasil tem tratado a questão do fim da escala de trabalho 6×1 dividindo o impacto da mudança nas duas realidades de sua equipe – o pessoal de solo e as tripulações – e tem recebido das autoridades do país que essas diferenças serão respeitadas no caso de aprovação da legislação pelo Congresso. A afirmação foi feita pelo CEO da companhia no Brasil, Jerome Cadier, durante entrevista coletiva na 82ª Assembleia Anual da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), no Rio de Janeiro.

Para a realidade do pessoal de solo, Cadier disse que a companhia “está muito próxima do estado desejado” pela nova lei e que vai buscar os ajustes necessários para sua tripulação. No caso da tripulação e pilotos, o executivo disse que as discussões tem avançado e que tem ouvido que as diferenças serão respeitadas. “O governo garantiu que as mudanças vão impactar mais as equipes de solo”, disse.

Leia também: O que é escala 6×1? Entenda a jornada que está em discussão no Congresso

Durante a última teleconferência após a divulgação dos resultados da companhia, o CEO comentou que, caso as duas situações fossem tratadas sob o mesmo prisma, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais iria inviabilizar a operação internacional das companhias aéreas, por conta da duração dos voos.

O executivo também disse na coletiva que a previsão da primeira certificação de um avião Embraer E195-E2 da companhia é o quarto trimestre de 2026. No ano passado, a companhia aérea anunciou a compra de até 74 aeronaves da Embraer (EMBR3), sendo um pedido de 24 entregas firmes e mais 50 opções de compra, num valor estimado em US$ 2,1 bilhões.

Leia também: Lula agradece Latam por compra de 24 aviões da Embraer

Roberto Alvo, CEO da Latam Airlines também participou da coletiva e destacou o crescimento do setor e da empresa desde que IATA sediou pela última vez sua assembleia anual no continente, em 1999. Na quela ano, as aéreas da América do Sul tinham transportado 68 milhões de passageiros, o equivalente a 4% do mercado no mundo. No ano passado, foram 447 milhões, mais de 5% do total.

Pelo modelo de entrega dos serviços da Latam, que busca o mesmo tratamento aos passageiros independentemente da rota, Alvo disse não estar preocupado com notícias de uma possível maior concorrência na região de empresas estrangeiras. Eles destacou ainda que a Latam é a companhia aérea mais sustentável do Hemisfério Ocidental.

Sobre o impacto da guerra nos preços das passagens, por conta dos custos mais altos, o executivo acredita que eles seguirão altos, até um ajuste para baixo que deve acontecer no ano que vem. “A indústria como um todo se readaptou. É normal ver ajustes de capacidade. No final das contas, nós vamos ver um novo equilíbrio, com os preços baixando em 2027”, disse Alvo.

O jornalista viajou a convite da IATA.

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Israel teria usado bombas de fósforo branco no Líbano, diz “NYT”

6 de Junho de 2026, 16:52

Imagens analisadas pelo The New York Times indicam que o Exército de Israel utilizou munições de fósforo branco em regiões habitadas do sul do Líbano durante operações militares recentes. A conclusão foi baseada na verificação de vídeos, fotografias e depoimentos de especialistas em armamentos consultados pelo jornal.

Os registros mostram rastros de fumaça característicos da substância em áreas próximas às cidades de Tiro, Qlayaa, Khiam e Yohmor. Um dos vídeos analisados, divulgado pela emissora Al Jazeera em 30 de maio, registra uma ação militar na região de Nabatieh, onde vivem cerca de 40 mil pessoas.

O direito internacional impõe restrições ao uso de fósforo branco em áreas com presença de civis devido ao potencial de causar incêndios e queimaduras graves.

Segundo especialistas ouvidos pelo New York Times, os vídeos mostram indícios compatíveis com projéteis de artilharia M825A1, fabricados nos Estados Unidos.

Esse tipo de munição dispersa fósforo branco no ar para criar barreiras de fumaça utilizadas em operações militares. Embora possa ser empregado para ocultar movimentações de tropas, o material também apresenta riscos quando utilizado próximo a áreas habitadas.

O fósforo branco entra em combustão ao entrar em contato com o oxigênio, produzindo intensa fumaça e calor. Seu uso é alvo de restrições previstas em acordos internacionais relacionados a armas químicas e incendiárias.

Resposta de Israel

As Forças de Defesa de Israel afirmaram ao jornal que utilizam esse tipo de munição para fins de camuflagem e não para atingir pessoas ou provocar incêndios. Segundo os militares, os procedimentos internos proíbem o emprego do material em áreas povoadas, embora admitam a existência de exceções em determinadas circunstâncias operacionais.

O New York Times informou que solicitou esclarecimentos específicos sobre os episódios registrados no sul do Líbano, mas não recebeu resposta sobre os casos analisados.

O uso de fósforo branco por Israel já foi alvo de questionamentos em conflitos anteriores. Organizações de direitos humanos e organismos internacionais investigaram denúncias relacionadas ao emprego da substância na Faixa de Gaza em 2009 e 2023, além de episódios ocorridos no Líbano durante os conflitos de 1982 e 2006.

Em 2013, após críticas de entidades internacionais, o Exército israelense anunciou que reduziria a utilização desse tipo de munição em operações militares.

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Atacante do Iraque foi interrogado por horas no aeroporto de Chicago, diz fonte

6 de Junho de 2026, 16:30

O ⁠atacante iraquiano da Copa do Mundo, Aymen Hussein, ‌foi detido e interrogado por quase sete horas no aeroporto O’Hare, em Chicago, depois de chegar com ‌a equipe na madrugada deste sábado, informou uma autoridade esportiva iraquiana.

Hussein foi finalmente autorizado a entrar, mas o fotógrafo da equipe foi impedido de entrar nos Estados Unidos, disse o funcionário que trabalha para o ⁠Comitê ‌Olímpico Iraquiano, mas tem contatos próximos com a ⁠equipe.

Não houve nenhum comentário imediato da Associação de Futebol do Iraque ou de Hussein, jogador que marcou o gol que garantiu a recomendação da equipe para as finais.

O Departamento de Imigração e Alfândega ​dos EUA e o Departamento de Segurança Interna não responderam imediatamente às mensagens que buscavam comentários ​sobre o interrogatório relatado, que também foi coberto pela mídia iraquiana.

Os torcedores saíram nas primeiras horas da manhã para cumprimentar a equipe iraquiana no aeroporto, segurando bandeiras e pedindo aos jogadores que posassem ‌para fotos, menos de uma semana ​antes do início do torneio, conforme mostrou um vídeo nas redes sociais.

O telefone de Hussein foi inspecionado depois que ele chegou, disse a ⁠autoridade iraquiana.

‘O fotógrafo ​da equipe ​nacional, Talal Salah, foi detido por mais de 10 horas, passou por ⁠verificações telefônicas semelhantes e, ​por fim, teve sua entrada nos Estados Unidos negada’, acrescentou a autoridade.

O Iraque está retornando à Copa do Mundo ​pela primeira vez desde sua estreia há 40 anos.

Hussein, de 30 anos, lidera uma potente linha ​de frente que ⁠também conta com Ali Al-Hamadi, do Ipswich Town, e os jovens ⁠talentosos Ali Jassim e Youssef Amyn.

O Iraque enfrenta a França, o Senegal e a Noruega no Grupo I. O torneio, que está sendo coorganizado pelos EUA, Canadá e México, começa na quinta-feira.

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I co-own a vending machine business with my 10-year-old. He's learning tough lessons.

Mom and son
Christina Nicolson's 10-year-old son started his first business with a vending machine.

Courtesy of Christina Nicolson

  • Christina Nicolson is the mother of 11-year-old Landon Nicholson. They live in Wellington, Florida.
  • Landon approached her about starting a vending machine business over a year ago.
  • Christina, a business owner herself, shares what it's been like so far.

This as-told-to essay is based on a conversation with Christina Nicholson, the mother of Landon Nicholson. It has been edited for length and clarity.

My son, Landon, and I own a vending machine together. We started when he was 10, over a year ago. Landon got the idea for his vending machine business at one of his sister's basketball games. He was helping at the concession stand during a Wellington Wolves tournament and started noticing just how many people wanted snacks and drinks.

That was the moment the lightbulb went off. First, he wanted to have a candy store, and I said, "Let's start smaller."

I'm a business owner, so I was game to do it

Landon has always wanted to make his own money. Maybe it's because he's seen me do it; I started my own media company right after he was born. He's always seen me be my own boss and seen the flexibility that comes with that. To start, we got a book and watched some YouTube videos to learn about it.

First, we had to find a spot for it. He was taking acting lessons at our community center during the summer, and he went to the front desk and asked if they had a vending machine. They said that they used to, but didn't anymore. He said, "Do you want one? That's my business."

They gave him the contact person, and we set up a meeting with the village of Wellington. We put together a proposal that included what we'd put in there and how much we would sell it for, and they okayed it. They had a contract. The agreement was that 26% of the commission would go to them, and Landon and I would split the profits 50/50.

In September of 2024, we bought a vending machine for $1,500 and had it shipped for $843. We also purchased a credit card reader for $385, bought $265 worth of items from Costco, and put $17 in change in the machine to start.

We're still in the hole, but have learned some important lessons

The community center is not very busy. We're not splitting profits yet, but I still think it's been worthwhile.

A big lesson for him was that just because you make money, it doesn't mean it's your money. For example, the first time we went to the vending machine to get money, he was so excited to have all the dollar bills. But I told him that we had to pay the machine off, that 26% goes to the village of Wellington for letting us put our machine in there, and so on. He quickly learned the difference between revenue and profit.

He was also very excited at the beginning of this to go and check on it once a week. He liked to see what needed filling up, what people were liking, and so on. Now, he's not as excited to go. He still enjoys doing it, but that initial excitement has worn off.

I'm being patient with him

Sometimes, you just have to be patient. We're almost there. I encourage him to review the numbers every month; I'll print out the P&L for him to see. He's very impatient, but I remind him that to make a business work, you have to work.

He's learning different business models, how much time they take, and how busy you are going to be. This has been good because of his age; he goes to the community center and checks on it once a week for 15 minutes. He also likes to see what's working. He still asks me every once in a while if he's making money yet.

I wasn't expecting his confidence. It really impressed me. He walked right up to the community center's front desk, asked if they wanted a vending machine, and came home with a business card. I love that he's not afraid. I think this experience will help him with the confidence to start more businesses.

Read the original article on Business Insider

19 celebrity couples who met their soulmates when they were just teenagers

6 de Junho de 2026, 11:05
Jalen Brunson and Ali Brunson at the Moet & Chandon clubhouse suite at Arthur Ashe Stadium on September 07, 2025 in New York City.
Knicks star Jalen Brunson met his wife, Ali, when they were in high school.

Michael Simon/Getty Images for Moet & Chandon

  • Neither high school relationships nor Hollywood relationships are known for longevity.
  • But these 19 celebrity couples met as teens, and many of them are still together today.
  • Knicks star Jalen Brunson met his wife, Ali, when they were in high school.

Even in the most stable environment, it's hard to maintain a relationship that moves from high school to the real world.

Now imagine doing it as a celebrity.

Nevertheless, these 19 couples all met as high schoolers (or in some cases, even earlier), and made it work for years after, even if not all of them are still together today.

Here are 19 celebrity couples who met back when they were just regular teenagers.

Jalen Brunson and Ali Marks
Jalen Brunson (L) and Ali Marks attend Haute Living Jalen Brunson Cover Celebration with JP Morgan Wealth Management and Mijenta Tequila at Avra Rockefeller on October 26, 2024 in New York City.
Jalen Brunson and Ali Marks in 2024.

Dave Kotinsky/Getty Images for Haute Living

The Knicks superstar has been dating his wife, Ali Marks, since high school — their 2015 prom photo is still on his Instagram, captioned, "Went to prom with the best date anyone could ask for."

They got engaged in 2022 and married in 2023.

"She's always been by my side and I'm lucky to have her," Brunson told People after the big day.

In a nod to their long relationship, Marks wore her prom dress as her second look at the wedding.

They welcomed their first child, Jordyn, in 2024.

Patrick and Brittany Mahomes
Patrick Mahomes and Brittany Mahomes at the Sports Illustrated Swim Issue Launch Party held at the Hard Rock Hotel on May 16, 2024 in New York, New York
Patrick and Brittany Mahomes in 2024.

Lexie Moreland/WWD/Getty Images

The 2023 Super Bowl champion has been with Brittany, his now-wife, since they were classmates in Tyler, Texas.

In 2020, Patrick proposed to Brittany, captioning an Instagram post with "#RingSZN." A few days later, the couple revealed they were expecting their first child together. Their daughter, Sterling, was born in February 2021.

They married in March 2022. Their second child, a boy named Patrick "Bronze" Lavon Mahomes III, was born in November 2022. Their third baby, Golden, was born in January 2025.

Brittany and Sterling were at the stadium to watch the Chiefs quarterback win his second Super Bowl in February 2023.

Snoop Dogg and Shante Broadus
Snoop Dogg and Shante Broadus attend the 2025 BET Awards at Peacock Theater on June 09, 2025 in Los Angeles, California.
Snoop Dogg and Shante Broadus in 2025.

Bennett Raglin/Getty Images for BET

Their first son, Cordé, was born in 1994, and they were married three years later in 1997. Snoop even shared an adorable throwback shot of the two at prom on Instagram. The ups and downs of their marriage were all documented on their reality TV show, "Snoop Dogg's Father Hood."

The couple filed for divorce in 2004, but reconciled and renewed their vows in 2008.

According to VH1, Snoop told Queen Latifah in 2013 that "[he] had no understanding of how I was hurting her and how I was betraying myself, until I [realized] I need to love this woman who loves me and had my kids. [I needed to] put my life in perspective and let my music and my business become secondary."

Lin-Manuel Miranda and Vanessa Nadal
lin manuel miranda and vanessa nadal
Vanessa Nadal and Lin-Manuel Miranda attend The 2022 Met Gala Celebrating "In America: An Anthology of Fashion" at The Metropolitan Museum of Art on May 02, 2022 in New York City

Mike Coppola/Getty Images

Miranda and Nadal attended the same New York City high school, but they never actually spoke — though that didn't stop Miranda from developing a crush on his future wife.

"She was gorgeous and I'm famously bad at talking to women I find attractive. I have a total lack of game," Miranda told The New York Times in 2010.

They reconnected on Facebook years later, after they both graduated from college. They tied the knot in September 2010. They now have two sons.

Jeff Daniels and Kathleen Treado
jeff daniels wife
Actor Jeff Daniels, winner of Outstanding Lead Actor in a Drama Serie for 'The Newsroom,' and his wife Kathleen Treado attend HBO's Annual Primetime Emmy Awards Post Award Reception at The Plaza at the Pacific Design Center on September 22, 2013 in Los Angeles, California.

Michael Buckner/Getty Images

Daniels and Treado grew up in Chelsea, Michigan, and met in high school. They've been together ever since. Throughout his highly successful career, the couple still call Chelsea their home, and they raised their three kids there.

In 2014, Daniels told MLive about why he chose to stay close to home rather than move out to industry hubs Los Angeles or New York City, saying, "[Chelsea] was home. Kathleen and I had both been raised here; good enough for us, good enough for them."

LeBron James and Savannah Brinson
LeBron James and Savannah James, Hammer Gala Co-Chair, attend the 20th Annual Hammer Museum Gala In The Garden at Hammer Museum on May 17, 2025 in Los Angeles, California.
LeBron James and Savannah Brinson in 2025.

Stefanie Keenan/Getty Images for the Hammer Museum

Brinson told Harper's Bazaar in 2010 about their first date at Outback, calling it "basic," but she shared that it was also when she knew he loved her.

"I knew he loved me when I left my leftovers from dinner in his car," Brinson said. "I'd totally forgotten about them, and he brought them to me. I think he just wanted another excuse to come and see me."

Brinson became pregnant with their first child, Bronny, while she was still in high school, and she was nervous that it would derail their lives, but James assured her that everything would be OK.

James finally proposed to his longtime girlfriend in 2011, after 10 years of dating, per the Los Angeles Times. They tied the knot in 2014. They also had two more kids.

LL Cool J and Simone Smith
Simone Smith (R) and LL Cool J (L) attend the 65th GRAMMY Awards on February 05, 2023 in Los Angeles, California.
LL Cool J and Simone Smith in 2023.

Johnny Nunez/Getty Images for The Recording Academy

LL Cool J shared the story of how he met his wife during an interview on "Jimmy Kimmel Live."

The rapper told Kimmel in 2012 that he "was just 19, something like that," when he was driving down the block on Easter Sunday. His friend asked him if he wanted to meet one of his friend's cousins, and once he got a look at Smith, he told his friend, "Oh yeah, I'll meet your cousin."

Smith recalled she was 17 years old when they met. The pair married in 1995 after dating for 8 years, and they have 4 kids together.

Bono and Ali Hewson
Irish singer-Songwriter and executive producer Bono (R) and his spouse Irish activist and businesswoman Ali Hewson leave after the screening of the film "Bono: Stories of Surrender" at the 78th edition of the Cannes Film Festival in Cannes, southern France, on May 16, 2025. (
Ali Hewson and Bono in 2025.

VALERY HACHE/AFP/Getty Images

Bono and Hewson met when they were teenagers at school. Hewson played hard to get, since she didn't want to be known as "just another of Bono's girls," but eventually his pursuit of her was successful.

Their first date culminated with him walking her to the bus stop, per the Huffington Post.

The U2 star has called their relationship "a magic carpet ride." She "sees me as a figure of amusement," said Bono while speaking to The Sun.

Kendrick Lamar and Whitney Alford
Rapper Kendrick Lamar (L) and Whitney Alford attend The 58th GRAMMY Awards at Staples Center on February 15, 2016 in Los Angeles, California.
Kendrick Lamar and Whitney Alford in 2016.

Larry Busacca/Getty Images for NARAS

The "Not Like Us" rapper is pretty private about his personal life, but we know that he met his fiancée when they were both high schoolers in Compton, California, according to Billboard.

"She's been here since day one," Lamar said of Alford in a 2014 New York Times Magazine profile.

They got engaged in 2015 and have two children together. The entire family appears on the cover of his fifth album, "Mr. Morale & the Big Steppers" in 2022.

Steph and Ayesha Curry
Ayesha Curry (L) and Stephen Curry attend the 2026 Met Gala Celebrating "Costume Art" at Metropolitan Museum of Art on May 04, 2026 in New York City.
Ayesha and Steph Curry in 2026.

TheStewartofNY/Getty Images

Even though they're basketball's golden couple, Ayesha had never even attended a game until she was 19 — five years after she met her future-husband Steph, ABC News reported.

The two met as teenagers in Charlotte, North Carolina. They never officially dated when they were that young, but according to Ayesha, they'd talk on the phone sometimes. "It was that shy middle school, high school stuff," she said.

When the basketball star was flown out to Los Angeles for the ESPY Awards, his first thought was of his childhood crush. They met up, saw the sights, and the rest is history.

Now, he's widely regarded as one of the greatest basketball players in the game, and she's turned herself into a brand. Ayesha has written cookbooks, opened a barbecue restaurant, hosted a cooking show on the Food Network called "Ayesha's Home Kitchen," and founded a skincare brand called Sweet July.

They welcomed their fourth child in 2024.

Jon Bon Jovi and Dorothea Hurley
Dorothea Hurley and Jon Bon Jovi
Jon Bon Jovi and Dorothea Hurley looked comfy at the Super Bowl.

Kevin Mazur/Getty Images for Roc Nation

People reported the couple met at Sayreville War Memorial High School in their New Jersey hometown, and have been together ever since. They have four kids together.

At the peak of Bon Jovi's fame in 1989, the couple decided to elope in Las Vegas and were married by an Elvis impersonator. And though Bon Jovi has die-hard fans, Hurley isn't concerned.

"I think it's great they love the music," she told People in 2016.

Ron Howard and Cheryl Alley
Cheryl Howard and Ron Howard attends the premiere of "Eden" during the 2024 Toronto International Film Festival at Roy Thomson Hall on September 07, 2024
Cheryl Alley and Ron Howard in 2024.

Emma McIntyre/WireImage/Getty Images

Even though getting married young (they were both 21) might seem like a risky endeavor, these two have beaten the odds, successfully navigating Hollywood and parenthood.

"I felt really lucky when we met. It's crazy — we were teenagers, it shouldn't have worked. We got married young, that shouldn't have worked either, and yet it really and truly has," Howard told the Huffington Post about his decades-long marriage to Alley in 2013.

And now their kids are famous, too — their daughter, Bryce Dallas Howard, starred in the "Jurassic World" franchise and regularly directs episodes of the "Star Wars" TV shows.

Thomas Rhett and Lauren Akins
Thomas Rhett and Lauren Akins attend the 61st Academy of Country Music Awards at MGM Grand Garden Arena on May 17, 2026
Thomas Rhett and Lauren Akins in 2026.

Axelle/Bauer-Griffin/FilmMagic/Getty Images

While they had known each other since they were kids (since first grade, to be exact, according to Country Living), Rhett and Akins didn't start dating until they were teenagers — and it didn't stick at first. The two broke up soon after, and actually almost both married other people, according to People.

But thankfully (for Rhett), Akins broke up with her boyfriend, and Rhett "moved in for the kill." They dated for six months and married in 2013, when they were both 22. They now have four daughters and a son, born in 2026.

Ja Rule and Aisha Atkins
Aisha Atkins and Ja Rule attend Kenny "The Jet" Smith's FlyHouse Presented by Resorts World on February 13, 2026 in Beverly Hills, California.
Aisha Atkins and Ja Rule in 2026.

Vivien Killilea/Getty Images for Kenny Smith

According to Ja Rule, the two have been together since middle school. He told Ebony magazine in 2002 that "the first time I met her I was getting off the school bus, and she was the new girl in school." 

The couple were married in 2001 and have three kids together.

Besides dealing with the normal issues that couples go through and constantly being scrutinized by the media, they also had to spend almost two years apart while Ja Rule was in prison for tax evasion and illegal gun possession. He was released in 2013, per TMZ.

Mariano and Clara Rivera
2019 National Baseball Hall of Fame inductee and former New York Yankee Mariano Rivera acknowledges the crowd as he stands with his wife Clara next to his Hall of Fame plaque during a ceremony in his honor before a game between the Yankees and the Cleveland Indians at Yankee Stadium on August
Mariano and Clara Rivera in 2019.

Jim McIsaac/Getty Images

Famed baseball player Rivera met his wife in elementary school, and the pair have been together ever since, The New York Times reported.

They were married in Panama in 1991, and they lived there until 2000, when they moved to Westchester County, New York.

Eminem and Kim Scott
eminem kim

Christopher Polk and Bill Pugliano/Getty Images

Their long and tumultuous relationship began when they were just kids.

Even if you have just cursory knowledge about Eminem, you know about Kim, the subject of many of the rapper's most disturbing songs, like "Kim," and "'97 Bonnie and Clyde."

The two met when they were just kids (she was 13 and he was 15). Kim and her twin, Dawn, had previously run away from an allegedly abusive home, and eventually began living with Eminem and his mother.

In 1995, they welcomed their daughter Hailie (the subject of more Eminem songs), and were married in 1999.

But things quickly went downhill — Eminem was accused of pistol-whipping a man he claimed he saw kissing his wife, according to NME. The charge was dropped in favor of a reduced charge of carrying a concealed weapon, and he was sentenced to two years' probation. The couple divorced in 2001.

Five years later, they shocked the world and remarried. But just three months after that, the rapper filed for divorce. Their second divorce was finalized in 2006, per People.

Though Eminem built his brand around graphic songs, he apologized to his former wife on the track "Bad Husband" from his 2017 album, "Revival."

Joey Fatone and Kelly Baldwin
joey fatone wife
Joey Fatone and Kelly Baldwin arrive at the mPowering ActionPre-GRAMMY Launch Event at The Conga Room at L.A. Live on February 8, 2013 in Los Angeles, California.

Valerie Macon/Getty Images)

Fatone and Baldwin had been dating for 10 years and had a daughter together in 2001 before they were married in 2004, per People. Their second daughter was born in 2010.

Their relationship was plagued with rumors of infidelity from outlets such as Page Six, reaching a high in 2013 after his appearances on two seasons of "Dancing with the Stars." At the time, when Baldwin was asked for a comment, she simply responded, "I don't really want to talk about this."

In 2020, Fatone confirmed to Us Weekly that they were getting divorced.

Robin Thicke and Paula Patton
robin thicke paula patton
Singer Robin Thicke and actress Paula Patton attend the 2013 MTV Video Music Awards at the Barclays Center on August 25, 2013 in the Brooklyn borough of New York City.

Larry Busacca/Getty Images

Thicke and Patton's 21-year-long relationship began when they were 16.

Thicke told Essence in 2011 that their relationship began when they were teenagers, and Patton was "the president of the Black student union and [Thicke] was just a silly white boy."

But they had actually met a year prior at a teen club where, according to Thicke, he serenaded his future wife with the Stevie Wonder song "Jungle Fever."

They were together for 21 years and married for nine before filing for divorce in 2014 and engaging in a particularly nasty custody battle for their son, Julian.

Misha Collins and Victoria Vantoch
misha collins
Misha Collins.

Jon Kopaloff/Getty Images

Collins and Vantoch got married in 2001, though they met way back in high school — Collins was the only boy in one of Vantoch's English classes.

The two separated at some point before 2021. He acknowledged the split in the author's note in his poetry book, "Some Things I Still Can't Tell You."

Read the original article on Business Insider

Brasil negocia a compra de 20 novos Gripen da Saab e pode ampliar frota para 56

4 de Junho de 2026, 10:50

O Brasil demonstrou interesse em adquirir 20 caças Gripen E e F adicionais da fabricante sueca de defesa Saab, em um movimento que pode ampliar a parceria entre os dois países na área de defesa e elevar de 36 para 56 o número de aeronaves previstas no programa brasileiro.

A informação consta de uma declaração conjunta divulgada nesta quinta-feira (4), após um encontro em Estocolmo entre o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio Monteiro Filho, e o ministro da Defesa da Suécia, Pål Jonson.

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A negociação ocorre em meio a restrições no orçamento brasileiro de 2026. O Ministério da Defesa foi a pasta mais afetada pelo bloqueio adicional de despesas anunciado pelo governo federal, com R$ 4,36 bilhões temporariamente indisponíveis.

Leia também: Novo caça Gripen F da Saab reforça programa de transferência tecnológica para o Brasil

Em segundo lugar, o Ministério das Cidades foi o mais afetado, com R$ 3,32 bilhões temporariamente bloqueados. Os ministérios devem anunciar até 8 de junho quais programas sofrerão bloqueios.

Novo centro de pesquisa

O Brasil e a Suécia também avançaram nas discussões para aprofundar a cooperação tecnológica relacionada ao Gripen.

Na terça-feira (2), a Saab e a Força Aérea Brasileira (FAB) assinaram um Memorando de Entendimento (MoU) para a realização de estudos e análises conjuntas sobre o possível estabelecimento de um Centro de Inovação e Pesquisa no Brasil, segundo nota divulgada pela empresa.

O centro seria dedicado ao desenvolvimento e à prospecção de novos sistemas e equipamentos aplicáveis à operação, à manutenção e à modernização das aeronaves Gripen.

Nesta quinta-feira (4), o ministro da Defesa do Brasil, José Múcio Monteiro Filho, disse que o centro também deverá se debruçar sobre aplicações de IA no setor.

A iniciativa também tem como objetivo ampliar as capacidades tecnológicas brasileiras e apoiar a formação de profissionais qualificados.

As tratativas entre a Saab e a FAB serão conduzidas no âmbito do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), órgão do Comando da Aeronáutica responsável por ações de ciência, tecnologia e inovação.

Os próximos passos envolvem a realização dos estudos e análises previstos no memorando, seguida pela avaliação dos resultados para definir como avançar em direção a um acordo formal.

Questionado pela Bloomberg Línea durante entrevista a jornalistas em Linköping, na Suécia, sobre a importância do Brasil para a companhia, Johansson afirmou que a Saab pretende ampliar sua capacidade produtiva tanto na Suécia quanto no mercado brasileiro.

“O Brasil é um país prioritário para nós no mercado da América Latina e realmente concentramos nossa atenção nele. É claro que temos a ambição de ampliar a participação da região na receita da Saab como companhia”, disse Johansson.

Segundo o executivo, a operação brasileira não deverá focar apenas no Gripen. A empresa também produz radares, sistemas de mísseis, comando e controle, treinamento, soluções subaquáticas, e tecnologia de guerra eletrônica.

“Como estamos estabelecidos no Brasil e temos uma parceria industrial tão relevante, é claro que faz sentido buscar outros negócios”, disse Johansson.

A operação brasileira, segundo o CEO da Saab, deverá participar da produção relacionada ao contrato colombiano e poderá atender a outros mercados internacionais - além da Colômbia, a Tailândia também encomendou o caça.

Na semana passada, Suécia e Ucrânia informaram que avançaram nas negociações para que Kiev adquira um lote inicial de até 20 caças Gripen E/F, enquanto o governo sueco pretende doar até 16 aeronaves Gripen C/D às forças ucranianas se a compra das aeronaves for concretizada.

Parceria Brasil-Suécia

O contrato original entre o governo brasileiro e a Saab foi assinado em outubro de 2014 e prevê o desenvolvimento e a produção de 36 caças Gripen E/F para a FAB, sendo 28 unidades da versão monoposto Gripen E e oito da versão biposto Gripen F. O acordo foi avaliado em aproximadamente 39,3 bilhões de coroas suecas.

As entregas começaram em 2020, e 11 aeronaves foram entregues à FAB, segundo a Saab.

Diferentemente de programas tradicionais de aquisição militar, o acordo incluiu um amplo pacote de transferência de tecnologia e a participação da indústria brasileira. Engenheiros da Embraer e de outras empresas nacionais participaram diretamente do desenvolvimento da versão biposto Gripen F.

Na terça-feira, a Saab apresentou em Linköping o primeiro Gripen F-39F destinado à FAB. A aeronave mantém as capacidades operacionais do Gripen E, mas incorpora um segundo cockpit, que pode ser utilizado para treinamento e missões mais complexas.

Em entrevista à Bloomberg Línea um dia antes da apresentação do Gripen F na Suécia, Peter Dölling, presidente da Saab Brasil, afirmou que os componentes produzidos no país já abastecem a linha global do Gripen, independentemente do cliente final.

“A fuselagem traseira, a fuselagem dianteira, os freios aerodinâmicos e o cone de cauda vão para todos os clientes”, disse.

De acordo com o executivo, a operação brasileira alcançou níveis de qualidade e produtividade equivalentes aos da unidade sueca, o que poderá favorecer a transferência de novas etapas produtivas para o país à medida que a demanda internacional avançar.

Leia também

Brasil se tornou hub estratégico em aviação de defesa, diz presidente da Saab no país

Modelo Gripen F apresentado nesta semana pela gigante de defesa tem espaço para dois pilotos e poderá ser usado em missões mais complexas do que o Gripen E. (Foto: Divulgação)

BTCUSDT: Rompimento do canal de baixa sinaliza possível queda pa

4 de Junho de 2026, 08:22

BTCUSDT: Rompimento do canal de baixa sinaliza possível queda pa

Bitcoin / TetherUS BINANCE:BTCUSDT

O Bitcoin rompeu tanto o canal macro ascendente quanto o suporte do canal descendente de curto prazo, criando uma configuração de baixa de alto risco no gráfico de 12 horas.

Pontos técnicos principais:

🔹 Padrão de bandeira de baixa confirmado após o movimento W → X.

🔹 A extensão de Fibonacci 1:1 da onda W para a onda X projetou o topo da onda Y com precisão.

🔹 O preço foi rejeitado próximo ao nível de Fibonacci de 1,0 (US$ 82,3 mil).

🔹 A ruptura do canal descendente sugere um aumento do momentum de baixa.

🔹 O BTC está sendo negociado abaixo de dois importantes canais de tendência, indicando fraqueza na estrutura do mercado.

🔹 Níveis importantes:

📉 Preço atual: ~$62,6 mil
🟢 Suporte principal: US$60 mil (mínima anterior)
🔴 Resistência: US$75,2 mil (Fibonacci de 0,618), US$77,9 mil (Fibonacci de 0,764)
🎯 Alvo de recuperação de alta: Acima de US$82,3 mil
⚠️ Alvo de baixa: Novo teste do suporte de US$60 mil, com possibilidade de queda adicional caso esse nível seja rompido.

Ideia de negociação

Enquanto o Bitcoin permanecer abaixo do suporte do canal rompido e não conseguir recuperar a faixa de US$71 mil a US$75 mil, os vendedores mantêm o controle. Uma quebra decisiva abaixo de US$60 mil pode desencadear uma correção maior, enquanto uma recuperação acima do canal descendente invalidaria o cenário de baixa.

Aviso: Esta análise tem fins educacionais e não constitui aconselhamento financeiro. Sempre gerencie o risco e utilize níveis de stop-loss adequados.

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Bovespa Mini Index Daily: Dynamic Rejection Following a Near-Tou

4 de Junho de 2026, 06:36

Bovespa Mini Index Daily: Dynamic Rejection Following a Near-Tou

Bovespa Index-Mini Futures BMFBOVESPA_DLY:WIN1!

We are adding the Brazilian Equity Market into our multi-asset coverage, analyzing the Bovespa Index Mini Futures ( WIN1! - BMFBOVESPA) on the Daily (1D) chart. The asset is flashing a textbook institutional defense setup following a deep macro correction.

### Technical Framework & Dynamic Support:
* **The 200 EMA Magnet:** After a steep corrective cycle from the April peaks, the mini index retraced aggressively into macro value territory. As highlighted inside the orange circle, the descent came to a sudden halt during a near-touch interaction with the rising **200-period Exponential Moving Average (Daily 200 EMA - purple line)**, which was tracking at **169,770** (currently hovering at **170,371**).
* **The Demand Absorption Candle:** The low of the daily session registered at **170,180**, missing a milimetric touch of the moving average by a tiny margin before aggressive dynamic buyers stepped in. The session responded with a powerful **+1.86%** bullish expansion candle, closing near local highs at **179,115**.

### Structural Outlook & Context:
The 200 EMA on the daily timeframe serves as the ultimate institutional line in the sand for a primary market cycle.

1. **The Bullish Rejection Signal:** The fact that the index printed a strong upside rejection candle immediately upon approaching the purple baseline indicates heavy liquidity absorption by institutional entities looking to defend the primary long-term uptrend.
2. **The Tactical Trajectory:** This successful defense sets up a short-term mean-reversion bounce. As long as the market validates structural acceptance above the newly established **170,000** psychological floor, momentum favors a technical recovery leg to test minor local supply layers overhead.

### Tactical Execution Mindset:
Shorting directly into a major, rising Daily 200 EMA baseline without a structural break carries a highly unfavorable risk-to-reward ratio. The optimal professional playbook involves monitoring lower timeframes (such as H4 or H1) inside this newly formed swing low to spot continuation patterns (like flags or minor retests) to position along the primary institutional buying impulse.

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📊 **ProData Chart** | By Rogerio Zaglia
*Technical Analysis, Price Action & Emerging Markets Strategy.*

⚠️ **Disclaimer:** For educational and informational purposes only. This technical study does not constitute investment advice or trading recommendations.

Carteiras sugeridas para junho

3 de Junho de 2026, 15:46

Este post está sendo atualizado à medida que novas carteiras forem divulgadas. Última atualização 15h00 - 30/06

Carteira Top ações – XP

Confira a carteira completa

A carteira Top Ações passa a incluir ORVR3 (2,5%), refletindo uma visão positiva sobre o potencial de criação de valor da transação entre Orizon e Vital, que ainda não estaria totalmente precificado pelo mercado.

Também houve aumento de B3SA3, de 5,0% para 7,5%, diante da expectativa de maior tração no mercado de capitais, diversificação de receitas e crescimento dos lucros. RENT3 teve sua participação elevada de 7,5% para 10%, apoiada por fundamentos sólidos, melhora operacional e valuation atrativo. Já TOTS3 ganhou mais espaço na carteira após a recente correção das ações.

Para acomodar as mudanças, PETR4 foi reduzida de 10% para 5%, mantendo uma visão construtiva para a companhia. RADL3 deixou a carteira devido à busca por nomes com melhor momentum de resultados, embora a tese de longo prazo permaneça positiva.


Carteira Top Small Caps - XP

Confira a carteira completa

A carteira passou por ajustes com a inclusão de CEAB3 e ECOR3, aumento da participação em CURY3 e retirada de PGMN3 e MILS3.

A posição em CURY3 foi elevada de 10% para 12,5%, diante da maior convicção na tese, sustentada pela resiliência operacional, vendas robustas, boa velocidade de vendas e consistente geração de caixa.

ECOR3 entrou com peso de 2,5%, principalmente pelo valuation atrativo. Na avaliação da casa, as preocupações do mercado com o capex parecem excessivas diante dos mitigadores existentes.

MILS3 foi retirada após a forte valorização desde sua inclusão e diante do anúncio de um potencial processo de OPA. Já a troca de PGMN3 por CEAB3 reflete a preferência pelo setor de vestuário neste momento do ciclo, com a C&A podendo se beneficiar de uma eventual redução das tensões comerciais globais, além de perspectivas favoráveis para margens e para a temporada de inverno.


Carteira Top Dividendos – XP

Confira a carteira completa

A XP passou a incluir AXIA3, com peso de 5%, após a recente correção das ações tornar o valuation mais atrativo. A expectativa de maior alocação de investidores estrangeiros em Brasil e um possível cenário de El Niño forte no segundo semestre, favorecendo o consumo e os preços de energia, também sustentam a tese para a companhia.

Em contrapartida, SANB11 foi retirada da carteira. Apesar da visão positiva para os fundamentos do banco, apoiada por uma originação de crédito mais conservadora, melhora da margem financeira e ganhos de eficiência, fatores de curto prazo ainda devem limitar o desempenho das ações.


Carteira Top Dividendos Plus – XP

Confira a carteira completa

A construtora Direcional [#DIRR3] passa a integrar o grupo dos 10 nomes recomendados pela XP, ocupando a vaga deixada por Caixa Seguridade [#CXSE3]. Segundo a equipe de análise, a substituição foi baseada em dados de consenso da LSEG, que indicam um dividend yield mais atrativo e melhora nas expectativas dos analistas para a Direcional. Já a Caixa Seguridade foi retirada da seleção após a redução do rendimento esperado com dividendos e a piora das projeções de mercado.


Carteira Fundamentalista de FIIs – XP

Confira a carteira completa

Para junho, a XP reduziu a alocação em LVBI11 e PVBI11 em 0,5 ponto percentual cada, enquanto aumentou a exposição a XPLG11 e HGBS11 na mesma proporção. Segundo a gestora, os ajustes buscam diminuir a participação em fundos de tijolo com menor carrego e menos gatilhos de valorização no curto prazo, ampliando a exposição a portfólios de maior qualidade, menor volatilidade e com maior potencial de geração de valor nos próximos meses.


Carteira Top Ações Globais – XP

Confira a carteira completa

A carteira permaneceu inalterada para junho. Segundo a XP, os fundamentos dos ativos selecionados seguem sólidos e as posições continuam alinhadas às perspectivas para o período. Apesar do desempenho relativo negativo no último mês, impactado pela menor exposição ao setor de tecnologia em meio ao rali das ações ligadas ao segmento de memória, a equipe mantém confiança na composição atual do portfólio.


Carteira Top Dividendos Globais – XP

Confira a carteira completa

A carteira foi mantida sem alterações para junho. Após um mês positivo, impulsionado principalmente pela maior exposição aos setores de Tecnologia, por meio da Dell, e Materiais Básicos, com destaque para a BHP, a XP optou por preservar a composição atual do portfólio. Segundo a equipe de análise, os fundamentos dos ativos seguem sólidos e continuam alinhados às perspectivas para o encerramento do segundo trimestre de 2026.


Carteira Fundos Listados Renda Total – XP

Confira a carteira completa

Para junho, a XP promoveu ajustes na carteira, reduzindo as posições em HFOF11 e RZAG11, enquanto ampliou a exposição a RBRX11 e RBRR11. Segundo a gestora, as mudanças buscam aumentar a participação em ativos mais defensivos, que combinam perspectivas favoráveis para distribuição de rendimentos com preços de negociação considerados atrativos.


Carteira Recomendada FIIs: Ganho de Capital – XP

Confira a carteira completa

Para junho, a XP retirou HFOF11 da carteira e aumentou a exposição a PCIP11 e XPCI11. Segundo a casa, o movimento busca elevar a alocação em fundos de recebíveis que ainda negociam a preços atrativos e oferecem carrego interessante, além do potencial de maiores rendimentos em um cenário de inflação mais elevada no curto prazo.


Carteira Dividendos Gráfica – XP

Confira a carteira completa

A Carteira Dividendos Gráfica da XP foi mantida sem alterações para junho. Composta por cinco ativos de peso igual, a seleção utiliza exclusivamente análise técnica aplicada aos papéis das carteiras Top Dividendos e Top Dividendos Plus, com o objetivo de superar o desempenho do Ibovespa no médio prazo.


Carteira Multiestratégia – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Multiestratégia da NMS foi mantida sem alterações para junho. A estratégia busca superar o CDI no longo prazo por meio de uma alocação diversificada entre renda fixa, renda variável, ativos globais, criptomoedas e investimentos alternativos. Para isso, utiliza ETFs listados na B3, oferecendo eficiência, liquidez e exposição a diferentes classes de ativos em um único portfólio.


NMS Estratégia Global

Confira a carteira completa

A carteira é voltada para investidores com perfil moderado a agressivo que buscam diversificação internacional e exposição ao mercado americano por meio de ações, ETFs e ADRs. O objetivo é oferecer um portfólio equilibrado, com rebalanceamentos periódicos para otimizar os retornos no médio e longo prazo.

Na última atualização, a gestão substituiu GOOG por ASML, ampliando a exposição à companhia holandesa do setor de semicondutores.


Carteira Smart Allocation – NMS

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A carteira passou por ajustes na última atualização, com a retirada de AZIN11 e o aumento da exposição a PPEI11, PFIN11 e CPTI11. Voltada para investidores que buscam rentabilidade com risco moderado, a estratégia tem como objetivo superar o IMA-B no médio e longo prazo por meio de uma alocação focada em renda fixa e fundos incentivados.


Carteira Smart FIIs – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a gestão reduziu a exposição a PVBI11 e VGIR11, enquanto aumentou as posições em GARE11 e MCCI11.

A Carteira é voltada para investidores que buscam renda passiva e valorização patrimonial por meio de fundos imobiliários. A estratégia utiliza análise fundamentalista e diversificação entre segmentos e regiões, com o objetivo de superar o IFIX no médio e longo prazo.


Carteira Max SmallCaps – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max SmallCaps passou por novos ajustes, com a entrada de JHSF3 no lugar de VULC3. Além disso, a gestão aumentou a exposição a MDNE3 e POMO4, enquanto reduziu as posições em AURA33, ORVR3 e BRBI11.


Carteira Max Dividendos – NMS

Confira a carteira completa

A Carteira Max Dividendos passou por ajustes pontuais, com aumento das posições em PASS3 e TIMS3 e redução da exposição a BBSE3 e AXIA3.

A estratégia é voltada para investidores que buscam rentabilidade aliada à geração de renda passiva por meio de dividendos. O portfólio reúne empresas com histórico de distribuição consistente de proventos e geração previsível de caixa, com o objetivo de superar o Ibovespa no médio e longo prazo.


Carteira Max Ações – NMS

Confira a carteira completa

Na última atualização, a carteira trocou CEAB3 e MELI34 por BPAC11, EQTL3 e PETR4. Também reduziu a exposição em SAUD3, AXIA3, AURA33 e INBR32, enquanto aumentou a posição em BBDC4.

A Carteira Max Ações é voltada para investidores que buscam rentabilidade no longo prazo por meio de uma seleção diversificada de ações, baseada na estratégia do Tripé do Valor. O objetivo é superar o Ibovespa no médio e longo prazo, combinando empresas grandes, pagadoras de dividendos e small caps de diferentes setores.


Estratégia Barbell – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Barbell da NMS combina segurança e potencial de crescimento ao dividir a carteira entre empresas maduras e pagadoras de dividendos (80%) e small caps com maior potencial de valorização (20%). Inspirada na teoria de Nassim Taleb, a estratégia busca equilibrar geração de renda, menor volatilidade e exposição a oportunidades de retorno mais elevado no longo prazo.

A seleção é baseada em fundamentos, priorizando empresas sólidas e excluindo companhias em situação de estresse financeiro.


Estratégia Renda Turbinada – NMS

Confira a carteira completa

A Estratégia Renda Turbinada da NMS combina ações e fundos imobiliários em uma alocação equilibrada de 50% para cada classe de ativo. O objetivo é unir geração de renda passiva recorrente, potencial de valorização patrimonial e diversificação, por meio de empresas maduras pagadoras de dividendos e FIIs de alta qualidade.

A estratégia busca oferecer pagamentos frequentes de proventos e maior eficiência tributária, com foco em retornos consistentes no médio e longo prazo.


Carteira Mensal Capita – Inter

Confira a carteira completa

Para junho, o Inter promoveu ajustes pontuais em sua carteira, com a saída de EcoRodovias, Localiza, SMAC11 e Berkshire Hathaway, e a entrada de Itaúsa, WEG, Nvidia e IVVB11. A substituição de Berkshire por Nvidia reflete uma aposta tática no tema de inteligência artificial, enquanto a inclusão do IVVB11 amplia a diversificação internacional e a exposição ao dólar.

A casa mantém uma postura cautelosa diante das incertezas globais e da saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira, priorizando ativos com fundamentos sólidos e potencial de geração de valor no longo prazo.


Carteira Small Caps – Inter

Confira a carteira completa

A Carteira Small Caps do Inter busca identificar empresas brasileiras com alto potencial de valorização no médio e longo prazo, combinando análise fundamentalista e técnica. A seleção prioriza companhias com bons fundamentos, perspectivas de crescimento, geração de caixa, valuation atrativo e posicionamento competitivo, além de sinais gráficos favoráveis.

A estratégia mantém um perfil dinâmico, focado em empresas menos exploradas pelo mercado e com potencial de crescimento acima da média, preservando a diversificação entre diferentes setores da economia.


Carteira Blue Chips – Inter

Confira a carteira completa

A Carteira Blue Chips do Inter é composta por empresas líderes de seus setores, com negócios consolidados, forte geração de caixa e maior previsibilidade de resultados. A seleção combina análise fundamentalista e técnica, priorizando companhias com liderança de mercado, solidez financeira, potencial de valorização e sinais gráficos favoráveis.

A estratégia tem perfil mais equilibrado e resiliente, focada em empresas de grande capitalização e ampla diversificação setorial, buscando reduzir riscos e gerar retornos consistentes no longo prazo.


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BITCOIN VAI EXPLODIR

30 de Maio de 2026, 15:35

BITCOIN VAI EXPLODIR


BTCUSD está finalizando uma correção FLAT EXPANDED iniciada em 110k aos 74k como onda A, 74k a 126k como onda B 123% de expansão da onda A, e 126k a 65k como alvo da onda C em 123% da onda B, um padrão que stopa dos dois lados e explode para ath, btc vai explodir do ponto em que esta, esta acumulando ! beliscar 60k ou pouco abaixo poderia acontecer, mais a cada dia fica mais improvável

#BTCTOTHEMOON

Além do futebol: como a Panini planeja crescer após fim da licença do álbum da Copa

24 de Maio de 2026, 13:26

O CEO da editora italiana Panini no Brasil, Raúl Vallecillo, afirmou que o término da licença com a FIFA decorre de uma decisão da licenciada e não da empresa, em um contexto em que a empresa busca diversificar seus negócios para além dos álbuns de futebol.

Com relação ao término da licença com a FIFA, Raúl Vallecillo destacou, em entrevista à Bloomberg Línea, o grau de diversificação atual do negócio.

Ele destacou a variedade de licenças que a Panini possui, que abrangem não apenas álbuns de figurinhas, mas também publicações de quadrinhos e mangás.

A decisão de romper o vínculo histórico com a Panini “cabe exclusivamente à licenciada” (FIFA), afirmou ele. “É uma decisão de terceiros (...) buscaremos as melhores alternativas para dar continuidade a essa história”.

Assine as newsletters da Bloomberg Línea e receba as notícias do dia em primeira mão no e-mail.

Agora, “a Panini sempre vai se esforçar para oferecer o melhor aos seus consumidores, e isso inclui todo o nosso portfólio de entretenimento, como no caso do futebol”.

A Panini não produzirá mais o tradicional álbum da Copa do Mundo, após a FIFA ter anunciado um acordo com a Fanatics pela licença, que inclui cartões colecionáveis e figurinhas do torneio de futebol.

O acordo terá início em 2031 e os novos produtos serão fabricados pela marca Topps, de propriedade da Fanatics, anunciou a FIFA em um comunicado.

Essa parceria deixa de fora a Panini, a editora italiana que, desde 1970, produz o álbum de figurinhas colecionáveis.

O CEO da Panini no Brasil não confirmou se, no futuro, a marca teria alguma presença na Copa do Mundo após 2030.

“A Panini continuará sendo o que todos conhecemos: uma empresa de entretenimento que nos acompanha há muito tempo e que tem essa história de fazer parte de um colecionismo para ser lembrado e continuar avançando nas próximas coleções”, disse o executivo chileno na entrevista.

Ainda no dia 30 de abril, a Panini lançou a edição 2026 do seu álbum, o maior da história, com 980 figurinhas, que se transformou em uma exposição de figurinhas monumentais que percorrerá as cidades-sede do torneio no México entre maio e julho.

Será o penúltimo álbum que a Panini lançará como parte de seu atual contrato com a FIFA, que termina em 2030.

Com isso, chegará ao fim uma tradição de mais de 60 anos relacionada à Copa do Mundo, durante a qual a editora italiana publicou 15 álbuns de imagens.

Leia mais: Com ingressos a mais de US$ 2 mil, hotéis dos EUA veem baixa demanda na Copa

Vendas na América Latina

O CEO da editora italiana no Brasil afirmou que as vendas parciais relacionadas ao álbum da Copa do Mundo de 2026 estão 24% acima em comparação com a edição do Catar 2022 nos países da região que ela atende.

“Isso significa que a grande demanda dos países deste lado do mundo fez com que esse número aumente constantemente”, disse Raúl Vallecillo à Bloomberg Línea.

Quanto aos mercados mais ativos na compra do álbum da Copa do Mundo de 2026 na região, ele afirmou que os principais são Brasil, Argentina, Colômbia e Chile, que apresentaram um crescimento sustentado bem acima do previsto pela Panini.

Cada um desses mercados, consequentemente, registrou um aumento no número de colecionadores e nos canais de distribuição, observou o executivo.

O Brasil está entre os cinco mercados mais importantes para a Panini na temporada da Copa do Mundo, não apenas pelo tamanho do seu mercado, mas também pelo grande interesse que o torneio de seleções mais importante do mundo desperta.

“Hoje, embora estejamos trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana, há mais de dois meses, principalmente em tudo o que diz respeito à fábrica, a grande variedade de álbuns, em diferentes versões e para diferentes mercados, nos obriga a manter uma produção e distribuição constantes em cada um desses mercados”, comentou o CEO da Panini Brasil.

Ele afirmou que, para o álbum da Panini da Copa do Mundo, é feito um planejamento detalhado com três anos de antecedência em áreas como operações, comercial e editorial, para que o produto chegue a tempo em cada um dos mercados.

A matriz italiana da Panini administra as filiais nos Estados Unidos, no México, no Brasil e no Chile.

Os demais mercados, incluindo a Colômbia, operam por meio de distribuidores oficiais que administram, em coordenação com a Panini, toda a operação nesses países.

Atualmente, “no caso da Panini Global, a empresa possui uma fábrica principal em Modena [na Itália] que atende principalmente ao mercado europeu, à região da América do Norte e a outros mercados em outros continentes”.

Na Panini Brasil, a fábrica atende toda a América Central e a América do Sul. “Portanto, o esforço operacional realizado a partir do Brasil abrange praticamente 80% deste continente”.

Leia mais: Em Chicago, Copa vira esperança do comércio após batidas do ICE afugentarem clientes

Aposta em novos colecionadores e público feminino

Persona abriendo un paquete de pegatinas para la Copa Mundial de la FIFA 2026.

Sobre o crescimento da demanda, Raúl Vallecillo destacou a incorporação de novos segmentos de consumidores, diretamente relacionada ao colecionismo.

Ele também mencionou o aumento da demanda por parte do público feminino, que está ajudando a impulsionar as vendas do álbum da Copa do Mundo.

Por outro lado, “quando se trata de um evento como a Copa do Mundo, o público se torna muito mais diversificado, pois temos desde crianças bem pequenas até pessoas bem mais velhas que acompanham a cobertura”.

“Também não se pode ignorar que o fenômeno social associado a um álbum está relacionado a esse grau de interação que um evento tão importante como a Copa do Mundo proporciona. É preciso promover, em cada um dos segmentos, a possibilidade de compartilhar e trocar figurinhas, principalmente.”

Leia mais: Copa, feriados e voos mais caros levam a ‘guerra por agendas’ em viagens corporativas

Futuro da Panini após término da licença com a FIFA

Com relação ao término da licença com a FIFA, Raúl Vallecillo destacou o atual grau de diversificação do negócio.

Ele destacou a variedade de licenças que a Panini possui, que abrangem não apenas álbuns de figurinhas, mas também publicações de quadrinhos e mangás.

Agora, “a Panini sempre vai se esforçar para oferecer o melhor aos seus consumidores, e isso inclui todo o nosso portfólio de entretenimento, como no caso do futebol”.

O CEO da Panini Brasil não confirmou se, no futuro, a marca manterá alguma presença na Copa do Mundo após 2030. “A Panini continuará sendo o que todos conhecemos: uma empresa de entretenimento que nos acompanha há muito tempo e que tem o histórico de fazer parte de um colecionismo para ser lembrado e continuar avançando nas próximas coleções”.

Inflação e matérias-primas elevam os custos do álbum

O impacto da inflação na América Latina refletiu-se nos custos operacionais da Panini na região.

Os custos mais elevados associados ao álbum da Copa do Mundo de 2026 estão diretamente relacionados ao tamanho da coleção.

Como esta coleção conta com um número maior de figurinhas, devido ao fato de haver o maior número de seleções participantes da história, o custo unitário de produção aumenta.

“Todas as aquisições de matérias-primas nos diversos mercados para a fase produtiva também sofreram um aumento significativo de preço, em função da evolução dos preços das matérias-primas, seja devido a conflitos bélicos ou ao efeito do pós-pandemia”, observou o executivo.

Leia mais: Sediar a Copa traz menos benefícios econômicos para uma cidade do que parece

Esse custo mais elevado do produto está relacionado, em parte, ao valor atual do produto nos diferentes mercados.

No entanto, Raúl Vallecillo afirma que o custo não foi repassado integralmente aos consumidores.

“Portanto, qualquer eventual ajuste de custos está diretamente relacionado à rentabilidade — ou à falta dela — que podemos alcançar em cada um dos produtos que fabricamos”, afirmou ele.

As matérias-primas utilizadas pela Panini na América Latina provêm de diversos locais, já que as fontes de produção de papel, por exemplo, estão localizadas no Canadá, na Espanha e em outros mercados. “Embora haja consumo dentro da América Latina, também há um forte volume de importações provenientes de outros mercados fora do continente”.

Figurinhas de jogadores ausentes

Paquete de figuritas de Panini de la Copa del Mundo 2026.

Em resposta à pergunta sobre os jogadores que não foram incluídos nesta edição do álbum da Copa do Mundo, como foi o caso de Neymar, a Panini confirmou que, de fato, haverá uma solução para os colecionadores.

Nos últimos Mundiais, a Panini lançou um conjunto extra que também estará disponível no álbum da Copa do Mundo de 2026 e incluirá as figurinhas dos jogadores convocados oficialmente para as seleções participantes.

“Assim como as folhas e os envelopes são vendidos em cada um dos mercados, eles também estarão disponíveis para que cada colecionador possa comprá-los”, disse ele.

O conjunto estará disponível não apenas no site, mas também em lojas físicas.

Leia mais: França campeã e Brasil entre os favoritos: a previsão do BofA para a Copa de 2026

Jogadores históricos, pirataria e figurinhas repetidas

Sobre o colecionismo, o executivo disse que há certas Copas do Mundo de futebol que se tornam icônicas e, por isso, os álbuns ganham mais valor com o passar do tempo.

Entre elas estão as Copas do Mundo da Itália em 1990, da Espanha em 1982 e, mais recentemente, do Catar em 2022, segundo ele.

Embora, mais do que uma Copa do Mundo específica, ele diga que, em geral, o que mais conta na perspectiva são os jogadores que eventualmente são convocados para cada um desses eventos.

“Assim, as grandes figuras — como, no passado, Pelé ou Maradona — fazem com que, para uns ou outros, essa seja uma Copa do Mundo especial e despertem um desejo ainda maior de colecioná-la”.

Por outro lado, Raúl Vallecillo destacou que a questão da pirataria é um fator que afeta a indústria do entretenimento em geral e que o colecionismo de álbuns não é exceção.

“Obviamente, nós, da Panini, temos a obrigação de proteger não apenas o produto oficial, mas também os direitos da FIFA que nos permitem lançar esse produto oficial”, disse ele.

“Por um lado, há o setor jurídico, que de fato acompanha a situação”, mas “a tecnologia hoje em dia facilitou a multiplicação dessa distribuição digital” no mercado da pirataria.

De modo geral, ele afirmou que o impacto da pirataria é “insignificante no fim das contas”, pois “os volumes e o número de pessoas que procuram o produto oficial de qualidade são muito maiores”.

Leia mais: Na corrida pelo esporte, Adidas supera Nike às vésperas da Copa do Mundo

Quanto aos altos preços pagos no mercado informal por figurinhas especiais ou jogadores icônicos, Vallecillo afirmou que isso é desnecessário, já que a Panini oferece o serviço de completar o álbum por meio do pedido dos figurinhas que faltam em seu site oficial.

“Oferecemos o serviço de ‘últimas figurinhaspara que cada colecionador possa comprar, seja a de Messi, a de Cristiano Ronaldo ou de qualquer outro jogador que esteja na Copa do Mundo, pelo mesmo preço das demais figurinhas do álbum”, afirmou. “Portanto, essas vendas ou revendas por um valor mais alto não se justificam tanto, porque, no fim das contas, se você precisar de uma ou até 40 figurinhas, poderá comprá-las diretamente sem pagar um preço inflacionado”.

Quanto às críticas sobre a qualidade das figurinhas e a quantidade de figurinhas repetidas nesta versão do álbum da Copa do Mundo, ele afirmou que o objetivo é reduzir ao máximo esses problemas.

Os controles relativos aos processos de produção gráfica não são realizados apenas por uma área específica, mas envolvem profissionais da matriz na Itália e a equipe no Brasil.

“Portanto, a qualidade das figurinhas é semelhante em todos os mercados e, eventualmente, atende aos padrões aprovados pela FIFA no momento em que as figurinhas são impressas, disse ele.

Sobre as figurinhas repetidas no álbum da Copa do Mundo de 2026, ele explicou que o processo se baseia em placas aleatórias que garantem que saiam na mesma proporção.

“Em princípio, não deveria haver mais repetições do que em qualquer outra coleção no mercado. A diferença é que, quanto maior for a quantidade de figurinhas e a proporção de figurinhas por folha, eventualmente pode-se considerar que há mais repetições”, afirmou.

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© DANIEL HERNANDEZ

O Brasil é um dos cinco mercados mais importantes para a Panini, e a empresa planeja os álbuns com três anos de antecedência. (Foto: Daniel Hernánde)

Mamdani's 3 lofty plans to make New York City housing more affordable

mamdani
Zohran Mamdani wants to make NYC housing more affordable for renters and buyers.

TIMOTHY A. CLARY / AFP via Getty Images

  • NYC City Hall released its detailed plans for affordable housing.
  • Mamdani is supporting new construction, apartment-friendly zoning, homebuyer assistance, and more.
  • The mayor hopes the plan will help lower- and middle-income New Yorkers.

Zohran Mamdani has ambitious ideas for New York City housing.

The Mayor's Office dropped its detailed policy plan — called "Block by Block" — on May 26, outlining goals to build more apartment buildings, convert unused offices and hotels into living space, and help residents navigate one of America's most expensive housing markets. Housing access has been a cornerstone of Mamdani's affordability agenda, with buzzy promises to freeze the rent for a large swathe of NYC apartments and address "bad landlords."

"When New Yorkers can afford a home, they can afford to dream," Mamdani said at a press conference Tuesday morning.

From construction to creative living solutions, here are Business Insider's biggest takeaways from City Hall's plan.

Boosting building opportunities

New York needs to build, baby, build. Vacancy rates hovering at historic lows are one of the biggest factors pushing up rents in the city, and Mamdani's blueprint lays out a slew of measures that aim to both reduce the costs of building and get more stock online.

Part of the plan is to simply build more housing, with a goal of 200,000 more homes in the next ten years. That's underwritten by $2.5 billion allocated towards more building from the mayor's budget, with the homes built subject to regulations that bolster construction workers' pay and benefits.

City Hall also wants to build more on public sites like Sunnyside Yards, a rail hub in Queens that sits between several bustling neighborhoods. That proposal would connect the neighborhoods currently separated by rail tracks, and build a deck over the rail infrastructure that could house what the report calls "a new complete neighborhood." The report also notes that the city would need federal support to build that new neighborhood — part of Mamdani's pitch to Queens native Donald Trump in early 2026.

Some proposals hinge on existing (and future) buildings. One is a program that would lower insurance costs for affordable and rent-stabilized units, which have seen soaring premiums. The plan says it would infuse $100 million to help fund a newer, more affordable insurance program, with a goal of both keeping costs more stable for current housing and saving the city money on new builds, since it currently has to subsidize those higher insurance prices.

Other aspects of the plan include expanding access to a water affordability benefit for those in affordable housing, and expanding a program that helps rental buildings and income-restricted co-ops improve their energy efficiency. The plan also aims to improve elevator service in public housing, and address leaks and plumbing issues in those units.

Supporting creative housing solutions

Through partnerships with developers and revised zoning policies, the mayor plans to convert some existing commercial buildings into apartments. The city said the recent overturning of a decades-old state cap on new developments would allow more NYC buildings to be allocated toward housing.

Both the local and state governments are working to convert the historic, and currently vacant, Stewart Hotel in midtown Manhattan into permanent housing for 550 households. Roughly half the units will be dedicated to providing affordable options for formerly-homeless and low-income households, per the plan. Some of the buildings' square footage will also be dedicated to providing on-site social services for tenants.

A largely vacant commercial skyscraper on Brooklyn's Flatbush Avenue received zoning approval in March. The building, which is on city-owned land, will be converted into 1,200 apartments, 350 of which will be "deeply affordable." Former private office building 100 Gold Street — which currently houses various city agencies in lower Manhattan — will also be converted into 3,700 apartments, 900 of which will be permanently-affordable homes.

The city also said it is trying to make it easier for New Yorkers to build accessory dwelling units (ADUs) on their property. That includes a program to help residents navigate their hyper-local zoning laws for ADUs, especially in historic districts. The city plans to streamline permitting for manufactured ADUs, which are significantly cheaper than custom-built units, making them easier for property owners to install for use by renters, elderly family members, or guests.

Beyond building more housing, Mamdani plans to begin a pilot this year to legalize basement apartments in the city. This will make it easier for homeowners to ensure their basements are up to code and can be made into safe apartment units. Homeowners who participate in the pilot this year will receive some financial support from the city to install smoke alarms, test for contaminants, and more.

Helping New Yorkers navigate the housing market

NYC is notorious for its cutthroat housing market, and renters make up 70% of city residents.

The Mamdani administration said it is taking steps to curb "bad landlords" by strengthening code enforcement and taking action against property owners who harass or neglect their tenants. The city is already hosting "rental ripoff" hearings in all five boroughs so that New Yorkers can share their concerns directly with City Hall, and the mayor said he is strengthening legal avenues for tenants to expedite emergency repairs. Mamdani also said he supports the development of tenant unions, which help renters collectively protect their rights. This goes alongside plans to reduce evictions and speed up cases in housing court.

City Hall wants to make New York more affordable for buyers, too. Mamdani is set to expand an existing downpayment assistance program to serve up to 300 lower-income first-time homebuyers. A new mortgage assistance program will provide repayable, no-interest loans to help low-income homeowners resolve mortgage problems.

The mayor added that he is moving forward on plans to freeze the rent in NYC's rent-stabilized apartments alongside City Council, but the policy has not yet been implemented.

The success of a rent freeze — alongside many of the other programs in the city's housing plan — will hinge on legislative support and funding at the local, state, and, sometimes, federal levels. Still, the mayor is feeling confident.

"Combined, these efforts will lead to growth beyond anything New Yorkers have seen in generations," Mamdani said. "For some, the dream of home ownership will finally be within reach. Others will be able to sleep easily in homes they no longer fear losing."

Read the original article on Business Insider

What SpaceX's filing shows about Elon Musk's web of companies

21 de Maio de 2026, 16:12
elon musk laughing
Elon Musk's companies pay each other hundreds of millions of dollars a year, according to SpaceX's S-1.

ODD ANDERSEN/AFP via Getty Images

  • The newly public SpaceX S-1 reveals how closely Elon Musk's companies are connected.
  • Last year, SpaceX was involved in more than $660 million worth of payments, goods, and services with the ventures.
  • Here's a look at how SpaceX is intertwined with Tesla, The Boring Company, and more.

Step right up to Elon Musk's financial merry-go-round.

Tucked more than 200 pages into SpaceX's S-1 paperwork, which the company filed on Wednesday, is an outline of how interconnected Musk's various companies are, including through more than $660 million in payments, goods, and services involving SpaceX and his other ventures last year.

Musk has his hands in many pots. In addition to being the CEO of aerospace company SpaceX, he's the CEO (and "Technoking") of electric carmaker Tesla, the founder of tunneling business The Boring Company, the cofounder of brain chip firm Neuralink, and was the CEO of xAI, until it merged with SpaceX in February. In various ways, the companies are all intermingled.

SpaceX said in the filing that there may be "conflicts of interest," but ultimately, they benefit investors.

It's not uncommon for companies with certain ties to do business with one another and to spell out these relationships in a prospectus filing when they plan to go public. The breakdown in SpaceX's S-1 is the first look we're getting at some of its connections, including SpaceX's deals with The Boring Company or its purchase of Tesla Cybertrucks.

The biggest expenses between the companies fell under the banner of "commercial, licensing, and support."

Last year, SpaceX paid Tesla $144 million under such agreements, a figure significantly higher than in years past. xAI, then a separate entity, spent more, paying Tesla $506 million last year. xAI, then a separate entity, spent more, paying Tesla $506 million last year, while also bringing in $2 millon in revenue from Tesla.

The majority of SpaceX's cumulative $650 million in spending with Tesla was for Megapack products, Tesla's battery storage system. SpaceX also bought $131 million worth of Cybertrucks, which, at a starting retail price of $69,990 a pop, would be as many as 1,871 vehicles.

Additionally, Tesla paid $4 million last year to advertise on X.

Some expenses were driven by pure practicality: Tesla paid SpaceX $2 million to use its aircraft, X leased office space from The Boring Company for $1 million, and xAI rented space from the billionaire's umbrella company, Musk Industries LLC, for $2 million last year. SpaceX also spent $4 million on a security company owned by Musk for his personal security, as Tesla has done, per its filings.

Other expenses were mind-scratchers. SpaceX paid The Boring Company $1 million in connection with the construction of tunnels in Bastrop, Texas. These could be the tunnels connecting his facilities reported by local outlets, or they could be related to the chip facility SpaceX is building there.

Tesla and SpaceX's relationship is more than transactional

Musk's companies plan to continue doing business together, particularly Tesla and SpaceX, which, the company said, have a "strong and constructive partnership."

Tesla owns nearly 19 million shares of SpaceX stock. While that represents less than 1% of the company, at a target valuation of $1.5 trillion, those shares would be worth about $4.1 billion.

SpaceX and Tesla also have major projects in the works. The pair is developing Macrohard, an agentic AI platform, and, along with Intel, has partnered on Terafab, a manufacturing initiative that creates chips for Tesla's robots and vehicles, as well as SpaceX's orbital compute infrastructure.

The projects are set to be the beginning of a long relationship.

"We plan to explore other areas of strategic collaboration with Tesla in the future," the document says.

Read the original article on Business Insider

I moved from Michigan to Denver and built a thriving community of friends. But then many of them left due to rising costs.

Mary Beth Skylis while hiking
The author moved to Denver from Michigan.

Courtesy of Mary Beth Skylis

  • I moved from Michigan to Denver because of the hiking trails.
  • I quickly met a great group of friends and built a strong community.
  • But as the cost of living rises in Denver, my friends continue to move away.

Two things prompted my move from Michigan to Colorado in 2017: the mountains and a tight-knit group of friends that loved the outdoors as much as I did.

As a 20-something hiker who couldn't get enough trail time, my hometown started to feel stifling, like the state lines were confining my happiness. After backpacking the 2,200-mile Appalachian Trail in 2015, Denver felt like the promised land, so I moved.

Within a year, half a dozen hiking friends followed, planting themselves in the foothills alongside me. But thanks to the rising costs, the community I built didn't last long.

Moving to Denver came with a promise

At first, Denver delivered everything I had hoped for. The economy hummed, the people were warm, and the mountains were brutal and unforgiving, exactly as I wanted.

My first FriendsGiving filled the house with familiar faces, food, and laughter that spilled into the early morning hours. Countless faces I'd seen along the Appalachian Trail dotted my living room, and for the first time in years, I genuinely felt at home.

I fell into a rhythm over the next several years, growing my career, my community, and my mountain skill set. But eventually the novelty of being in Colorado faded, and those rose-colored glasses came off. Denver was expensive.

The pandemic struck, inflation ballooned, and the state's existing fault lines cracked open. Colorado is now the sixth-least affordable state in the country. The cost of living had my friends doing the math and not liking what they found.

My friends started moving away

The first friend to go was my college roommate. We'd claimed Colorado as our home years earlier, hopeful for all the state's promises. But she'd done the numbers and found that homeownership on a single income in Denver wasn't in her cards. Her mother's declining health and a softer market back home made it hard to rationalize the grind. A few months later, she signed a three-bedroom lease in western Michigan for less than she'd paid for her Denver studio.

Her departure awakened my own doubts. I wasn't sure that I wanted to own a home, so purchase prices didn't haunt me the same way that they'd haunted her.

But rent was another story. I started doing my own math, late at night, in the way you do when you're not quite ready to admit what you're calculating.

Within a year, two of my best friends announced they were heading to Arizona. They didn't want to leave, but Phoenix offered cheaper housing and a family network that Denver lacked. This loss felt heavier than the first, marking a pattern that was forming.

I remember standing in the driveway, watching a small caravan of U-Hauls disappear down the road when an ache bloomed in my chest. Part of me felt something close to gratitude, knowing they were choosing the lives they wanted rather than clinging to Colorado out of habit or convenience.

But a quieter part of me wondered if I was next. If the village was gone, what was keeping me here? Was I staying in Colorado for the love of the place, or because I hadn't yet worked up the courage to consider that it wasn't my forever home?

I had a personal reckoning

One morning, I found myself alone at a trailhead that I'd visited hundreds of times before. The wind whistled as I began my ascent, and the familiarity of dirt trails eased my sorrow as I climbed.

I'd spent years using the mountains as medicine whenever life became too loud, heavy, or uncertain. They'd been a constant I'd craved: tall, indifferent, and unmoved by the concerns of men.

I wondered what my life would look like if I maintained my conviction to stay. Although the landscape of my life kept shifting like tectonic plates, I was exactly where I wanted to be. I decided to stay in Denver and build a new community.

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Nvidia fecha semana histórica de balanços nos EUA

17 de Maio de 2026, 18:14

Agenda da semana (18 a 22 de maio)

A semana de 18 a 22 de maio será marcada por indicadores de inflação e atividade econômica nas principais economias globais, além de eventos ligados ao setor de inteligência artificial. Nos Estados Unidos, o mercado acompanhará a ata da última reunião do Federal Reserve, os resultados da Nvidia e os dados de confiança do consumidor. Na Ásia, os destaques serão os números de atividade da China e os indicadores de inflação e crescimento do Japão.

Segundo Leandro Manzoni, analista de economia do Investing.com, a agenda internacional deve concentrar as atenções dos investidores diante da combinação entre inflação elevada, juros altos e incertezas sobre o ritmo da economia global. A leitura da ata do Fed deve mostrar divisões internas sobre o futuro da política monetária americana, enquanto o balanço da Nvidia será visto como um termômetro da demanda por inteligência artificial e investimentos em data centers.

No Brasil, os principais eventos serão a divulgação do IBC-Br de março e o novo Boletim Focus. O mercado também seguirá atento às expectativas para a Selic em 2026, em meio à pressão inflacionária causada pela alta do petróleo e ao debate sobre os impactos fiscais do cenário eleitoral.


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Rentabilidade das principais classes

Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa encerrou mais uma semana pressionado e fechou próximo das mínimas recentes, segundo avaliação de Filipe Borges. O analista destacou que o índice entrou na faixa entre 180,5 mil e 175 mil pontos, considerada uma possível região de compra, mas afirmou que ainda falta um sinal mais claro de reversão. “Agora a gente precisa ver um sinal de reversão para pensarmos em compras”, disse. Borges alertou que, caso o Ibovespa perca os 175 mil pontos, o mercado pode acelerar as perdas em direção à região entre 166 mil e 168 mil pontos.

Petrobras [PETR4]

Para Petrobras, Borges avalia que o papel segue lateralizado, com suporte em R$ 43,60 e resistência próxima dos R$ 50,00. Segundo ele, o próximo movimento mais forte dependerá do rompimento de uma dessas faixas. “A perda do suporte abre espaço para quedas até R$ 38,00”, afirmou. Já um rompimento dos R$ 50,00 pode levar as ações para a região de R$ 56,70. O analista também recomenda cautela para investidores que acompanham a alta do papel desde os R$ 30,00. “Minha indicação é retirar o capital alocado e deixar apenas o lucro obtido”, acrescentou.

Vale [VALE3]

Na visão de Borges, Vale segue consolidada em um triângulo, com suporte em R$ 78,00 e resistência próxima de R$ 90,00. Para novas compras, o analista prefere aguardar um rompimento da tendência de baixa. “Se Vale subir de forma muito esticada até R$ 88 ou R$ 89, eu não sou comprador”, disse. Segundo ele, uma nova estrutura de alta poderia abrir espaço para um movimento em direção à faixa entre R$ 105 e R$ 110.

Bitcoin

No mercado de criptomoedas, Borges afirmou que o Bitcoin fechou a semana com sinal técnico negativo e que não vê oportunidade de compra no curto prazo. “Quem comprou abaixo dos US$ 75 mil deveria colocar o lucro no bolso e aguardar novas oportunidades”, afirmou. O analista vê espaço para novas correções e avalia que a criptomoeda pode voltar para abaixo dos US$ 70 mil, com possibilidade de testar a região entre US$ 55 mil e US$ 45 mil nos próximos meses.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Cenário Macro: Desequilíbrios mais persistentes – Santander

Impactado por um choque de petróleo mais prolongado, o Santander elevou a projeção do câmbio para R$ 5,40/US$ até o fim de 2026. A instituição alerta que, embora as commodities deem suporte ao real no curto prazo, a consequente pressão sobre os custos domésticos exigirá uma taxa Selic alta por mais tempo.

Confira o relatório completo

Banco do Brasil (BBAS3): 1T26 fraco e guidance reduzido – BTG Pactual

Fruto de um primeiro trimestre abaixo do esperado, o Banco do Brasil teve seu guidance de lucro para 2026 cortado em 17% pelo BTG Pactual. O novo intervalo estimado (R$ 18 a R$ 22 bilhões) reflete o forte peso do custo de crédito e da inadimplência nos segmentos de consumo e agronegócio.

Confira o relatório completo

Market Overview – BTG Pactual

Dados de inflação acima do esperado nos EUA (CPI em 3,8%) azedaram o humor do mercado cripto, provocando uma queda de 1,65% na capitalização global e trazendo o Bitcoin de volta à faixa de US$ 80 mil. Em contrapartida, o relatório destaca a força das stablecoins na América Latina, cujo volume transacionado saltou 89%.

Confira o relatório completo

Food & Beverages: Brazil Food Inflation – Banco Safra

A aceleração da carne bovina contra o recuo das demais proteínas no IPCA de abril trouxe perspectivas mistas do Banco Safra para as empresas de alimentos. O cenário de preços descolados beneficia diretamente os frigoríficos Minerva e JBS, enquanto a desaceleração da cerveja residencial indica neutralidade para a Ambev.

Confira o relatório completo


MÍDIAS DA SEMANA

O experiente Jeffrey Currie, da Goldman Sachs, alerta para um superciclo de commodities em curso. Enquanto o capital corre para IA e tecnologia, a demanda explosiva dos hyperscalers por energia, cobre e moléculas colide com choques de oferta

Divulgação do nosso Estratégia Nomos de Maio.🔗 Leia o relatório completo

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NACHO trade é a aposta de que o Estreito de Hormuz não reabre

10 de Maio de 2026, 12:32

Copa do Mundo 2026: passagem, hotel e ingresso para o trader que operar melhor.


Nacho Trade

Wall Street inventou mais um acrônimo para traduzir o mercado: NACHO, sigla para “Not A Chance Hormuz Opens” (nenhuma chance de Hormuz reabrir). Popularizado pelo colunista da Bloomberg Javier Blas, o termo reflete o ceticismo crescente de que os esforços diplomáticos consigam resolver o impasse entre EUA e Irã sobre o estreito

O Brent ainda opera acima dos US$ 100, mais de 38% acima dos níveis anteriores ao conflito. O NACHO trade aposta que seguradoras não cobrirão navios no Estreito, que o petróleo seguirá caro, sustentando a inflação e impedindo o Fed de cortar juros. O JP Morgan alerta (gráf abaixo) que os estoques comerciais globais devem atingir níveis críticos de estresse operacional em meados de junho.

Reflexos para o Brasil

Petróleo persistentemente alto favorece a Petrobras e o saldo comercial brasileiro no curto prazo. Para o Copom, petróleo caro é pressão inflacionária direta via combustíveis e frete, reduzindo o espaço para cortes na Selic.

Quem perde com o NACHO na B3

O NACHO trade tem vítimas na bolsa brasileira. Aviação lidera os prejudicados. GOL e Azul absorvem o choque do querosene com balanços já fragilizados. O varejo alavancado, como Magazine Luiza, sofre com a Selic bloqueada pela inflação do petróleo. Incorporadoras como MRV e Cyrela perdem com o crédito imobiliário mais caro. Frigoríficos pagam mais pelo frete global.

Agenda da semana (10 a 15 de maio)

A próxima semana será marcada pela divulgação de dados de inflação no Brasil, nos Estados Unidos e na China, além do encontro entre o presidente americano, Donald Trump, e o líder chinês Xi Jinping, em Pequim.

Os investidores também acompanham a reta final da temporada de balanços no Brasil, com resultados de empresas como Petrobras, Banco do Brasil, BTG Pactual, Natura e Nubank.


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Fluxo de capital estrangeiro B3


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa entrou em um movimento corretivo após atingir a primeira região de “order block” destacada na semana passada, sem passar por uma realização mais consistente anteriormente. Para Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o cenário ainda aponta para espaço adicional de queda no curto prazo. “Acredito que ainda nos próximos dias poderemos ver o mercado mais para baixo, entre 180,5 mil e 175 mil pontos”, afirmou. Segundo ele, o momento favorece operações mais defensivas e atenção para papéis com viés vendedor. “Estou de olho nas ações que apresentam uma característica mais vendedora para aproveitar essas movimentações”, disse.

Bitcoin

No mercado de criptomoedas, Borges avalia que o Bitcoin segue pressionado no gráfico semanal, mesmo após uma recuperação recente em formato de canal de alta moderada. O analista destaca que o movimento atual repete padrões observados em ciclos anteriores após fortes quedas. “O candle atual remete mais a uma fraqueza no movimento de alta”, afirmou. Com isso, ele não recomenda novas compras nos níveis atuais e orienta investidores que entraram abaixo de US$ 75 mil a proteger ganhos. “Sugiro apertar o stop ou até colocar o lucro no bolso, porque ainda vejo maior probabilidade de o Bitcoin testar a faixa entre US$ 62 mil e US$ 60 mil nas próximas semanas”, avaliou.

Petrobras [PETR4]

As ações da Petrobras entraram em consolidação após a forte valorização registrada no início do ano. Borges lembra que já monitorava uma possível realização abaixo da faixa de R$ 46,00 e afirma que o papel não conseguiu sustentar novas máximas recentes. “Já são seis semanas de consolidação, e vejo maior probabilidade de a Petrobras voltar a cair e corrigir”, disse. Na avaliação do analista da NMS Research, o ponto de entrada mais atrativo para compra estaria entre R$ 38,00 e R$ 35,00. “Para quem aproveitou a alta recente, entendo que existem oportunidades com uma relação risco-retorno melhor neste momento”, acrescentou.

Banco do Brasil [BBAS3]

No caso do Banco do Brasil, Borges vê continuidade do movimento de baixa após a correção observada nos últimos meses. O analista aponta que a região entre R$ 21,00 e R$ 21,50 concentra uma importante área de suporte, mas alerta para a formação de liquidez excessiva no patamar. “Temos muitos fundos nivelados nessa faixa, o que representa uma construção de liquidez muito forte”, explicou. Para ele, a melhor região para observar oportunidades de compra estaria entre R$ 20,50 e R$ 19,70. Borges também recomenda cautela para quem já está posicionado no papel. “Abaixo de R$ 21,60, eu sairia da posição e aguardaria oportunidades melhores”, concluiu.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:

Cenário Macro: Maio de 2026 - BTG Pactual

O BTG Pactual projeta um cenário externo desafiador com o petróleo acima de US$ 100/barril, mas vê o Brasil bem posicionado devido ao seu superávit comercial recorde. A projeção para o câmbio foi revisada para R$ 4,90/US$, refletindo melhores termos de troca e um diferencial de juros favorável, enquanto o déficit primário deve se manter estável em 0,4% do PIB.

Confira o relatório completo

Brazil & LatAm Equity Strategy: It's a Long Way to The Top - Itaú BBA

O Itaú BBA mantém recomendação Overweight para o Brasil, com um preço-alvo que sugere retorno total de 20% ao ano, apoiado em valuation atraente (9,1x P/L) e crescimento de lucros em setores domésticos e financeiros. Entre as principais escolhas (top picks) estão Equatorial, Axia Energia e Multiplan, com foco em empresas de alta qualidade e ativos de infraestrutura.

Confira o relatório completo

Capital Goods: WEG - Banco Safra

O Banco Safra atualizou as estimativas para a WEG [WEGE3] com um novo preço-alvo de R$ 53,60, mantendo a recomendação Neutra devido ao crescimento limitado no curto prazo e múltiplos considerados justos. O relatório destaca um corte nas projeções de receita e lucro após um 1T26 mais fraco e analisa os impactos potenciais de novas tarifas de importação nos EUA.

Confira o relatório completo

Raio-XP Brasil: Maio 2026 - XP Investimentos

A XP elevou o valor justo do Ibovespa para 205 mil pontos ao final de 2026, fundamentada na melhora da dinâmica de lucros das empresas brasileiras. Apesar da correção recente causada pela rotação global para tecnologia e IA, a corretora segue construtiva com o Brasil e atualizou suas carteiras incluindo nomes como TOTS3 e GGBR4.

Confira o relatório completo


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Carteira Max Ações – NMS Research

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A NMS Research realizou ajustes pontuais em sua Carteira Max Ações, encerrando a posição em #AZZA3 e adicionando a Odontoprev [#ODPV3]. Além disso, a casa optou por reduzir levememente a exposição em #CXSE3 e #AXIA3. O portfólio, que busca superar o Ibovespa no médio e longo prazos, segue a metodologia do "Tripé do Valor", equilibrando Large caps, pagadoras de dividendos e Small caps.


Carteira Renda Total – XP

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A XP promoveu mudanças táticas em sua Carteira Renda Total para maio, com destaque para a inclusão do #KNRI11 (+3,0%). A equipe de análise também ampliou as posições em #RBRX11, #VISC11 e #RBRR11, enquanto reduziu a exposição em fundos como #HFOF11 e #RZAG11. O objetivo é reforçar a participação em ativos com perfil defensivo e carrego atrativo, reduzindo o peso naqueles que já atingiram preços esticados.


Radar de Preferências – Itaú BBA

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Para o mês de maio, o Itaú BBA promoveu quatro alterações estratégicas em seu Radar de Preferências. No setor de Construção Civil, a Moura Dubeux [#MDNE3] entra no lugar da Cyrela [#CYRE3]. Em Bens de Capital, a Marcopolo [#POMO4] substitui a WEG [#WEGE3], enquanto no setor de Consumo, a Panvel [#PNVL3] ocupa a vaga da Vivara [#VIVA3]. Por fim, a Gerdau [#GGBR4] passa a integrar a lista no lugar da Vale [#VALE3], reforçando as 20 melhores ideias de investimento da casa para o período.


Carteira de Ganho de Capital – XP

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Focada em oportunidades de valorização, a carteira de FIIs da XP para maio ampliou a exposição ao #VISC11 (+1,0 p.p.) em detrimento do #HFOF11. Segundo a análise, o fundo de shoppings apresenta uma assimetria positiva no curto prazo e potencial de elevação de rendimentos via ganhos de capital na reciclagem de ativos. No último ano, a carteira acumula uma valorização de 17,9%, superando tanto o IFIX quanto o CDI no período.


Carteira Dividendos – Santander

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O Santander atualizou sua Carteira Dividendos para maio com a inclusão da Vibra [#VBBR3]. Em contrapartida, deixam o portfólio os ativos BTG Pactual [#BPAC11], Vivo [#VIVT3], Alupar [#ALUP11], Copel [#CPLE6], Vale [#VALE3] e Cury [#CURY3]. A estratégia foca em empresas de baixa volatilidade e baixo endividamento, buscando superar o Ibovespa no longo prazo através da combinação de proventos atrativos e ganho de capital.


Carteira Viva de Renda com FIIs - XP

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A casa manteve a carteira inalterada para o mÊs de maio. O portfólio, desenhado para investidores com maior tolerância ao risco, utiliza modelos estatísticos para identificar ativos com baixa volatilidade no pagamento de proventos, liquidez elevada e crescimento de patrimônio líquido. A estratégia foca na potencialização da renda mensal através de uma alocação dinâmica entre os segmentos de papel, tijolo, híbridos e fundos de fundos (FoFs).


Top Dividendos Plus – XP

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A incorporadora Plano & Plano [#PLPL3] passa a integrar o grupo dos 10 nomes recomendados pela XP, ocupando a vaga deixada pela Cyrela [#CYRE3]. Segundo a equipe de análise, a troca foi fundamentada em dados de consenso da LSEG, que apontam um dividend yield mais atrativo e uma melhora nas expectativas para a Plano & Plano, enquanto a Cyrela apresentou deterioração nas projeções de rendimento e nas avaliações de mercado.


Top Ações Globais – XP

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A XP optou por não realizar mudanças em sua carteira Top Ações Globais para o mês de maio. A decisão fundamenta-se na solidez dos ativos selecionados, que apresentaram um desempenho expressivo de 7,8% em abril. Embora o resultado tenha ficado ligeiramente abaixo do índice de referência (iShares MSCI ACWI ETF), os analistas acreditam que o portfólio atual segue alinhado com as perspectivas para o cenário internacional, mantendo os fundamentos das teses de investimento originais.


Top Dividendos Globais – XP

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A estratégia de dividendos internacionais da XP para maio traz como principal novidade a inclusão da Lockheed Martin [#LMT], com peso de 2,5%. A corretora identifica um ponto de entrada atrativo após a ação retornar aos múltiplos de 2025. O movimento busca captar o aumento estrutural nos gastos militares globais, intensificado pelos conflitos recentes no Oriente Médio e na América do Sul, que fortalecem o setor de defesa. A carteira, que seleciona ativos listados nos EUA com distribuição contínua de proventos, mantém uma exposição geográfica diversificada, destinando 27,5% à Europa e 5,0% à Ásia-Pacífico.

Realização de lucros em Dell e desempenho superior

Para acomodar a nova posição, a XP reduziu a fatia da Dell [#DELL] para 2,5%. A decisão reflete uma realização parcial de lucros após o papel disparar 67,3% em 2026, com os analistas avaliando que a relação risco-retorno tornou-se menos favorável após o rali. Em termos de performance, o portfólio global superou significativamente seu benchmark (iShares Select Dividend ETF) em abril, registrando alta de 5,5% contra 2,7% do índice de referência. Atualmente, a carteira mantém posições acima da média em Materiais, Financeiro e Saúde.


Carteira Fundamentalista de FIIs – XP

Para o mês de maio, a equipe de análise da XP promoveu uma reciclagem estratégica em sua carteira recomendada de fundos imobiliários. O movimento central foi a redução da alocação em fundos de papel, como CPTS11, MCCI11 e RBRR11, visando capturar novas oportunidades em ativos reais. Com os recursos liberados, a corretora incluiu o KNRI11 e o HGBS11 no portfólio, reforçando a exposição a tijolo com foco em ativos de alta qualidade, baixa volatilidade e fundamentos sólidos. Além disso, a posição no KNCR11 foi ampliada em 2,0 pontos percentuais.


Top Small Caps – XP

A XP renovou sua seleção de Small Caps para maio com as entradas de Alupar [#ALUP11] e BR Partners [#BRBI11]. No movimento de saída, a Inter [#INBR32] e a Direcional [#DIRR3] deixaram o portfólio. A corretora justificou a retirada da Direcional, somada à redução de peso na Cury [#CURY3], como uma estratégia para diminuir a exposição ao segmento de baixa renda no curto prazo, citando um cenário de maior incerteza e riscos setoriais crescentes para as construtoras residenciais.

Marcopolo e 3tentos ganham espaço na estratégia

Buscando uma postura mais defensiva, a XP elevou as participações de Marcopolo [#POMO4] e 3tentos [#TTEN3]. A fabricante de ônibus é vista como um ativo resiliente, com margens saudáveis no exterior que protegem os resultados contra revisões negativas do setor. Já a 3tentos permanece como a principal escolha da casa no agronegócio. Além disso, a Bemobi [#BMOB3] teve seu peso aumentado, enquanto a Aura Minerals [#AURA33] sofreu nova redução para realização de lucros após a recente valorização das ações.


Carteira Top Dividendos - XP

A XP promoveu uma troca estratégica no setor de óleo e gás em sua carteira de dividendos, inserindo a PRIO [#PRIO3] com peso de 5%. A petroleira é vista como o veículo ideal para capturar o ciclo de alta da commodity, dado o seu recorde de produção, o que deve impulsionar o retorno via dividendos e recompras. Para abrir espaço para o novo papel, a exposição em Petrobras [#PETR4] foi levemente reduzida para 10%. A B3 [#B3SA3] também perdeu participação no portfólio, que agora busca nomes com maior capacidade de geração de caixa imediata e distribuição de lucro recorde.


Carteira Top Ações - XP

A XP Investimentos atualizou sua carteira recomendada com as entradas de Gerdau [#GGBR4], Embraer [#EMBR3] e Totvs [#TOTS3]. No caso da Gerdau, o banco vê um momentum operacional sólido na América do Norte e melhora de rentabilidade no Brasil. Já a Embraer entra para aproveitar uma oportunidade de valuation, após a ação performar abaixo de seus pares globais. Para abrir espaço, a Aura Minerals [#AURA33] foi removida para realização de lucros.

A corretora também promoveu ajustes técnicos de exposição. O peso da Lojas Renner [#LREN3] foi reduzido de 10% para 5%, visando diminuir a presença no setor de varejo. A B3 [#B3SA3] também teve sua fatia cortada no portfólio. As mudanças refletem uma busca por ativos com geração de caixa resiliente e maior proteção em setores industriais e de tecnologia.


Small Caps - BTG Pactual | Maio

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O BTG Pactual atualizou sua carteira de Small Caps para maio com a inclusão de Bemobi [#BMOB3] e Sanepar [#SAPR11]. As ações entram no portfólio nos lugares de GPS [#GGPS3] e C&A [#CEAB3], que foram retiradas nesta revisão. Segundo o banco, a Bemobi apresenta uma combinação rara de crescimento de dois dígitos, rentabilidade e retorno ao acionista, sendo negociada a múltiplos atrativos (12x lucro 2026). A expectativa é de que a companhia reporte crescimento superior a 15% no primeiro trimestre, impulsionada pelos segmentos de Pagamentos e SaaS.

Potencial de valorização da Sanepar supera 50%

A inclusão da Sanepar é fundamentada pelo baixo valuation, com a ação negociada a 0,8x EV/RAB. O BTG destaca que o papel teria um potencial de re-rating superior a 50% caso passasse a ser negociado a 1x o valor da sua base de ativos regulatórios. Analistas do banco apontam que o principal gatilho para 2026 será político, com a corrida pelo governo estadual podendo reacender discussões sobre maior eficiência operacional ou privatização.


10SIM – BTG Pactual | Maio

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O BTG Pactual optou por manter a carteira 10SIM praticamente inalterada para o mês de maio. O banco reitera que o mercado brasileiro segue atrativo para o capital estrangeiro, sustentado por valuations baixos (P/E projetado de 8,8x) e pelo papel do país como exportador líquido de petróleo, o que oferece proteção contra conflitos no Oriente Médio. A casa destaca ainda que, apesar da redução no ritmo de queda dos juros, o Brasil mantém uma trajetória clara de cortes no curto prazo.

Totvs [#TOTS3] entra no lugar de Itaú [#ITUB4]

A Totvs [#TOTS3] é a única novidade do portfólio neste mês, substituindo o Itaú [#ITUB4]. Após uma queda de 25% no ano devido a temores globais sobre o impacto da IA, o BTG vê a ação negociada próxima ao piso histórico de valuation (15x P/E 2027). O banco acredita que desenvolvedoras de ERP estão protegidas pela relação profunda com seus clientes. Para viabilizar a entrada, o Itaú foi removido em uma movimentação tática para reduzir a exposição a grandes bancos.

Foco em juros e exposição bancária restrita ao Nubank [#ROXO34]

Com a saída do Itaú, o Nubank [#ROXO34] passa a ser o único representante do setor financeiro na carteira, com 10% de peso. A estratégia geral permanece equilibrada, mas com foco em teses sensíveis à queda de juros, destinando 25% do portfólio para empresas de fluxo de caixa de longa duração, representadas por Localiza [#RENT3] e Motiva [#MOTV3].

Manutenção em Commodities, Utilities e Real Estate

O banco manteve 15% de exposição em Petróleo e Gás via Petrobras [#PETR4]. No setor de energia, Axia [#AXIA3] e Eneva [#ENEV3] somam 20% da carteira. O segmento imobiliário e de shoppings segue com 10%, distribuídos entre Cury [#CURY3] e Allos [#ALOS3], enquanto a Embraer [#EMBR3] garante a exposição industrial e cambial com 10%.

Relatório Mensal de Alocação referente ao mês de Abril/26

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O sonho do gigante da moda brasileira está ruindo — e o Azzas 2154 tem futuro incerto

14 de Maio de 2026, 06:00

Alexandre Birman tinha o sonho de erguer o maior grupo de moda do Brasil. A fusão entre Arezzo e Grupo Soma, formalizada em agosto de 2024, era a peça central da ambição: um conglomerado com mais de 30 marcas, do calçado ao vestuário, capaz de competir em escala com players globais.

Menos de dois anos depois, o sonho está se desfazendo, e uma reconciliação entre os dois sócios controladores, Birman e Roberto Jatahy, parece cada vez menos provável.

As ações do Azzas 2154 acumulam queda da ordem de 50% em 12 meses. A empresa vale hoje R$ 3,8 bilhões, menos da metade do que atingiu no auge.

No mais recente capítulo, Jatahy obteve na Justiça do Rio de Janeiro uma medida cautelar contra decisões do sócio, em uma batalha que, segundo algumas pessoas com conhecimento da situação, tem como desfecho provável a cisão do grupo (Birman entrou com um agravo de instrumento para suspender a cautelar e aponta que o foro de qualquer questão deveria ser a Justiça de São Paulo, como determina o estatuto da companhia).

Mas esse não será um desfecho trivial. Primeiro, porque o tema da separação dos negócios não está na mesa de discussões, segundo fontes próximas a Birman.

E também porque a questão é saber até que ponto cada lado está disposto a ceder e a abrir mão de (muito) dinheiro: o acordo de acionistas celebrado na fusão prevê um lock-up (proibição de venda) de 10 anos para as ações no bloco de controle.

Alexandre Birman e Roberto Jatahy, controladores da Azzas 2154
Alexandre Birman (esq.) e Roberto Jatahy, sócios do Azzas 2154, no anúncio da fusão (Divulgação)

O desafio não é exatamente da saúde das marcas: Farm Rio, Reserva e Animale seguem bem. Hering patina, mas dá sinais de melhora gradual com um plano de turnaround – e segue com um nome forte. O desafio é de governança.

Dois fundadores acostumados a mandar sozinhos, com culturas de gestão opostas, tentaram dividir o controle de um grupo com mais de 30 marcas. Não funcionou até aqui.

Segundo pessoas próximas a Jatahy, ele sempre deu autonomia às operações, formou lideranças internas e manteve cada marca quase como uma empresa independente. Birman, por sua vez, operaria no estilo “comando e controle”, um modelo que funcionou bem na Arezzo, mas que se mostrou inadequado para a complexidade do Azzas.

A percepção sobre Birman era a de um executivo duro, trabalhador, com uma narrativa sólida de quem construiu a Arezzo com as próprias mãos, o “sapateiro” que vendia resultados ao mercado com consistência. Parecia complementar o perfil criativo e descentralizado de Jatahy.

A realidade, segundo essas fontes, foi diferente. A dificuldade de lidar com divergências, segundo quem conviveu com Birman, teria afastado sucessivamente executivos que poderiam ter ajudado a estabilizar o grupo. Mais de 30 diretores não executivos deixaram o Azzas desde a fusão, muitos com acordos de confidencialidade que os impedem de falar publicamente. Birman costuma negar essa versão.

“São dois founders que tinham muita autonomia nas suas empresas antes da fusão”, diz uma pessoa que compôs o alto escalão da empresa. “No dia 2 do casamento, isso virou uma divisão de poder, e os dois se viram em papéis com os quais não estavam satisfeitos.”

A fusão também pecou pelo que deixou de fora.

Pessoas com conhecimento do processo dizem que o negócio foi pensado principalmente em termos de sinergias de receita, em como as marcas cresceriam juntas. As sinergias de custo, até mais relevantes para a rentabilidade, ficaram em segundo plano.

O estopim

O padrão de desgaste com executivos começou antes mesmo de a fusão ser concluída.

Rony Meisler, fundador da Reserva, deixou o grupo em agosto de 2024, poucos dias após o fechamento do negócio. O distanciamento vinha de antes. A Arezzo havia comprado a Reserva em 2020 por R$ 715 milhões, parte em ações com lock-up gradual.

Nas duas primeiras janelas, em 2022 e 2023, Meisler vendeu praticamente toda a sua fatia, um movimento que não agradou Birman. O estilo centralizador do CEO também bateu de frente com a personalidade do fundador, que se sentia cada vez menos consultado.

E, apesar de tentativas do alto comando do Azzas, nada convenceu Meisler a seguir no grupo.

Depois desse momento, os dois sócios controladores negociaram um armistício.

Jatahy cedeu mais, fosse na composição do conselho, nos acordos de acionistas, na escolha de executivos. Sempre com o objetivo declarado, segundo pessoas próximas a ele, de preservar a companhia e evitar um conflito aberto.

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Após a saída de seis executivos do alto escalão do Azzas 2154, o grupo anunciou o retorno de Roberto Jatahy à liderança do negócio de moda. #azzas #moda #negócios

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O ponto de equilíbrio encontrado no meio de 2025 tinha um nome: Ruy Kameyama. O executivo, que atuava como conselheiro de Jatahy, voltou para a gestão para ser a interface entre as operações de moda no Rio de Janeiro, provenientes em geral do Soma, e a holding.

Por algum tempo, funcionou. Kameyama conduziu um processo de integração que durou dez meses, com consultoria contratada, que mapeou sinergias entre R$ 80 milhões e R$ 116 milhões de Ebitda anuais para a unidade carioca.

Foi um trabalho com custo financeiro e humano relevante, com demissões, reestruturações e meses de reuniões. O resultado estava incorporado ao orçamento de 2026.

Foi nesse momento que Birman passou a interferir na Reserva, área que estava sob o guarda-chuva de Kameyama. Em uma ligação, segundo relatos de pessoas que acompanharam a situação, Birman disse ao executivo que ele estava “cruzando a linha” ao se envolver em questões societárias. Kameyama pediu demissão no dia seguinte.

Com Kameyama fora, Birman anunciou que a Reserva seria transferida para o comando de David Python, executivo de sua confiança à frente das unidades Basic (Hering) e Shoes & Bags e que tem ganhado espaço no grupo.

Python é co-fundador da Cariuma, marca de calçados adquirida pelo Azzas no fim de 2025 justamente para trazê-lo, junto com outro executivo, Fernando Porto, para tocar o turnaround da Hering. Ele trabalhou anos em cargos de liderança na Arezzo e na Schutz antes do seu próprio negócio.

Para Jatahy, jogar fora R$ 116 milhões em Ebitda potencial, em uma empresa que já destruía valor, não tinha racionalidade econômica. A medida cautelar foi sua resposta.

O Azzas divulgou comunicado ao mercado dizendo ter sido “surpreendida” pelo pedido judicial, enquadrando a decisão sobre a Reserva, marca de moda masculina, como prerrogativa estatutária do CEO.

O custo nos negócios

Os resultados do Azzas no primeiro trimestre de 2026 mostraram em parte o custo da instabilidade na gestão. A receita líquida caiu 8% na comparação anual. A unidade de negócios Basic (Hering) respondeu pela maior parte da queda, com recuo de 19% no período.

O Citi apontou que o Ebitda reportado ficou 15% abaixo de sua estimativa e o lucro líquido veio quase 60% abaixo do projetado. O banco não descartou novas revisões para baixo nas projeções.

A deterioração do resultado da Hering é um exemplo dos riscos de integrações. A marca chegou a gerar R$ 240 milhões de Ebitda no fim dos anos 2010, antes da aquisição pelo Soma, e fechou 2025 com R$ 71 milhões, segundo pessoas com conhecimento da operação.

A piora culminou com a saída de Thiago Hering, da família fundadora. E levou à chegada de Python e Porto em outubro passado. O plano, que passa por uma nova lógica de operação – com redução dos estoques que demandavam desconto para dar saída -, se traduziu em queda das vendas, antes que elas – segundo se espera – voltem a crescer.

O vestuário feminino, que é a divisão herdada do Grupo Soma e segue sob influência de Jatahy, é hoje o ativo mais sólido do grupo. Cresceu 5% no primeiro trimestre, mesmo com desaceleração.

O futuro do Azzas 2154

Além da hipótese de cisão, há quem defenda uma terceira via: trazer um CEO externo, afastar os dois fundadores do dia a dia e tentar capturar parte das sinergias que motivaram o negócio.

“A empresa não conseguiu seus resultados, mas é uma questão de melhorar a governança”, diz uma pessoa que passou pelo alto escalão do grupo.

A questão é que o conselho atual não tem demonstrado capacidade de arbitrar o conflito, diz outra pessoa ouvida pela reportagem.

O caminho imediato é a arbitragem, resolvida a disputa de liminares e recursos.

Parte do mercado nutre a esperança de que o acirramento force uma composição e mais um armistício entre os dois sócios. Mas pessoas próximas aos bastidores do grupo são céticas. Birman, dizem, dificilmente dá um passo atrás, e Jatahy, após quase dois anos de concessões, chegou ao limite.

O Azzas foi construído sobre a tese de que marcas fortes ficam mais fortes juntas. Por ora, o que se vê é o oposto: marcas que funcionavam bem agora presas em uma sociedade que não funciona.

Procurado, o grupo Azzas 2154 preferiu não comentar e enviou os fatos relevantes recentes como resposta.

Crise sanitária da Ypê testa marca familiar brasileira que concorre com gigantes globais

13 de Maio de 2026, 06:00

A Química Amparo, dona da Ypê, enfrenta uma das maiores crises de sua história de mais de 75 anos.

É uma crise que se instalou no dia 7 de maio, quando o grupo familiar recebeu uma determinação da Anvisa para recolher milhares de produtos de limpeza por causa de risco de contaminação bacteriana constatado na sua fábrica em Amparo, no interior de São Paulo.

A decisão chegou justamente no momento em que as categorias em que a empresa construiu liderança cresciam no ritmo mais acelerado dos últimos anos.

A Ypê é um caso raro para uma marca nacional: está presente em 95% dos lares brasileiros, segundo dados da consultoria Kantar. Em penetração de mercado, só perde para a Coca-Cola, absoluta no mercado de refrigerantes.

A história da Química Amparo remonta a 1950, ano de sua fundação na cidade a 129 quilômetros de São Paulo, na região conhecida como Circuito das Águas. Fundada por Waldyr Beira, a companhia atravessou três gerações da família até se tornar uma das maiores fabricantes nacionais de produtos de limpeza.

Fotos do início da operação da Ypê, que foi fundada em 1950 pela família Beira

Depois da morte do fundador, em 1998, os filhos assumiram o negócio. Waldir Beira Jr. ficou no comando executivo. Os irmãos Jorge Eduardo Beira, que é diretor de operações, e Antonio Ricardo, além da mãe, Ana Maria Veroneze Beira, integram o conselho de administração.

Em 2025, Eduardo Beira passou a fazer parte do conselho, representando a terceira geração da família no negócio.

A estrutura ainda carrega forte presença familiar, mas com sinais de profissionalização. O conselho tem cinco membros da família e quatro independentes. É presidido por Andrea Salgueiro Cruz Lima, ex-CEO da Whirlpool no Brasil.

Sob Waldir Jr., a Química Amparo entrou em um ciclo longo de expansão. Comprou a marca Atol e sua fábrica na Bahia, incorporou a Perfex e a Assolan com uma planta em Goiânia e montou uma rede fabril com sete unidades, em São Paulo, Bahia, Goiás, Minas Gerais e Pernambuco.

A aposta mais recente foi no Norte e no Nordeste. Em 2023, a empresa inaugurou uma fábrica em Itapissuma, em Pernambuco, com investimento de R$ 420 milhões. A unidade reforçou a estratégia de crescer em regiões em que algumas categorias de limpeza ainda têm menor penetração.

“É um mercado que estimamos que crescerá a taxas maiores do que as do Brasil, porque alguns produtos ainda não têm nível de penetração iguais ao do Sul e Sudeste. Vemos um potencial de mercado maior”, disse Waldir Jr. ao Valor em 2020.

Até 2019, a Química Amparo faturava cerca de R$ 4 bilhões. Hoje seu faturamento é estimado em R$ 10 bilhões por ano, em uma estrutura com mais de 7.300 funcionários e marcas que vão da Ypê à Assolan, do Tixan ao Banho a Banho.

Em Amparo, a presença da família vai além da fábrica.

A Química Amparo é uma das principais mantenedoras da Santa Casa local e de outras entidades assistenciais da cidade. Por meio do Instituto Ypê, coordena projetos socioambientais na região, incluindo iniciativas de reflorestamento com a árvore que dá nome à marca.

Briga com gigantes globais

A Ypê conseguiu se destacar em um setor dominado no Brasil por multinacionais. A Unilever, líder de mercado, é dona de marcas globais como Omo, Comfort e Cif. A P&G tem o Ariel e o Downy. A Reckitt é dona do Veja e do Vanish.

O Brasil é o quarto maior mercado mundial na categoria, segundo dados da Abipla, a associação do setor. Mas lida com um mercado paralelo relevante.

Entre 14% e 20% dos produtos de limpeza vendidos no país circulam fora do mercado formal, segundo estimativa da Abipla. É reflexo tanto da pressão financeira sobre o consumidor quanto da baixa barreira de entrada para fabricar produtos como detergente.

Nesse cenário, a Química Amparo ocupa uma posição singular. É uma fabricante brasileira de grande porte competindo com gigantes globais. Entre as empresas nacionais, concorrentes como Bombril, Flora – que faz parte da J&F, a holding dos irmãos Joesley e Wesley Batista – e Limppano têm presença relevante, mas operam em escala menor.

A estratégia da Ypê foi construída com foco nas classes B e C, preço acessível e distribuição capilar. A marca chega ao pequeno mercado de bairro com a mesma eficiência com que abastece grandes redes de atacarejo.

No segmento de detergentes lava-louças, sua fatia é estimada em quase 40% do mercado nacional — mais que o dobro da segunda colocada, a Limpol, marca da Bombril, com 19%. Em sabão em barra, também lidera.

Um executivo do setor que já comandou uma grande concorrente da Química Amparo, e que conversou com o InvestNews em caráter reservado, resume a percepção do mercado: a Ypê sempre foi vista pelos rivais como um player com padrão alto de qualidade.

O momento favorável do setor

A crise chegou quando o vento soprava a favor das vendas do setor.

O mercado de detergentes lava-louças movimentou R$ 3,6 bilhões em 2025, ante R$ 2,9 bilhões em 2023 — crescimento de 25% em dois anos, segundo a Euromonitor. A projeção é que chegue a R$ 4,7 bilhões até 2028.

O sabão líquido para roupas também cresce. O mercado passou de R$ 2,5 bilhões para R$ 2,8 bilhões no mesmo período, com projeção de R$ 3,6 bilhões em 2028. É o reflexo de uma migração em curso do sabão em pó, categoria que encolheu de R$ 11,3 bilhões para R$ 9,3 bilhões em dois anos.

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A inspeção da Anvisa, em conjunto com as vigilâncias sanitárias estadual e municipal de Amparo, encontrou, segundo a agência, descumprimentos relevantes em etapas críticas do processo produtivo, incluindo falhas nos sistemas de garantia de qualidade e controle. O risco era de contaminação microbiológica.

O Fantástico, da Globo, revelou imagens da inspeção com equipamentos com marcas de corrosão e restos de produtos sendo devolvidos às linhas de envase. Pessoas próximas à empresa, ouvidas pelo InvestNews, afirmam que as imagens mostram áreas fora de uso.

Não foi o primeiro problema do tipo. Em 2024, a Anvisa determinou recolhimento de lotes da Ypê por risco de contaminação microbiológica. Em novembro de 2025, a própria empresa fez um recolhimento voluntário ao identificar a bactéria Pseudomonas aeruginosa em lotes de lava-roupas.

Em 2026, segundo a Anvisa, o problema deixou de ser pontual. A agência afirma ter encontrado falhas nas Boas Práticas de Fabricação — o conjunto de normas mínimas exigidas de qualquer fábrica do setor.

A empresa contesta essa avaliação, diz ter laudos técnicos que atestam a segurança dos produtos e classificou a medida como arbitrária e desproporcional.

A Química Amparo recorreu e obteve efeito suspensivo, voltando a ter autorização para produzir e comercializar os produtos. Ainda assim, decidiu manter parada a produção da fábrica de líquidos.

A Anvisa manteve sua avaliação técnica e sua recomendação de não usar os produtos. A diretoria colegiada da agência deve julgar o recurso da empresa nesta quarta-feira (13).

Em reunião com a Anvisa na terça (12), a Ypê afirmou que suas equipes de Amparo intensificaram o trabalho para atender a 239 ações corretivas com o objetivo de cumprir as exigências da vigilância sanitária. As medidas consideram também inspeções realizadas em 2024 e 2025.

Da crise sanitária à disputa política

Mas a crise da Ypê não ficou circunscrita ao campo da análise técnica. Nas redes sociais, o caso ganhou conotação política. Isso porque, em 2022, três membros da família Beira doaram juntos R$ 1 milhão à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Waldir Beira Jr., o CEO da Química Amparo
Waldir Beira Jr., CEO da Química Amparo: segunda geração da família (Divulgação)

A proximidade com Bolsonaro gerou reações de boicote à marca por parte de consumidores naquele período. Segundo pessoas próximas à companhia, a família decidiu se manter à margem da disputa eleitoral em 2026.

A crise sanitária, porém, arrastou a marca mais uma vez para os embates políticos nas redes sociais.

Figuras ligadas à direita enquadraram rapidamente o caso como suposta perseguição da Anvisa a uma empresa que apoiou Bolsonaro no passado, com vídeos de políticos lavando louça com o detergente da companhia.

Do outro lado, consumidores relatam nas redes casos de mau cheiro nos produtos e irritações nas mãos.

Para Felipe Carreirão, analista sênior da Euromonitor, essa sobreposição entre crise sanitária e disputa política cria um problema específico de comunicação. Fica difícil para o consumidor separar o que é avaliação técnica do que é narrativa ideológica.

O teste de fidelidade

Independentemente do caráter técnico e político do caso, há um desafio logístico imediato.

O que está nas gôndolas dos supermercados pode ser retirado pela empresa com relativa facilidade. O que já está na casa do consumidor… nem tanto. Esses são produtos de alto giro, que estão presentes em milhões de lares. E essa capilaridade torna o recolhimento caro e lento, relatam executivos do setor.

E aí vem o teste de fidelidade à marca. Carreirão, da Euromonitor, aponta que detergente lava-louças é exatamente uma categoria em que a lealdade de marca é mais frágil, por causa de suas características preço baixo, diferença mínima entre produtos e barreira de troca quase zero.

O consumidor forçado a experimentar outra marca pode não voltar. Nos últimos anos, marcas regionais vêm ganhando espaço no varejo brasileiro, impulsionadas pela pressão da inflação e por preços mais acessíveis — e estão bem posicionadas para capturar esse fluxo. A crise pode acelerar esse movimento.

Há, por outro lado, um contrapeso. Carreirão lembra que o brasileiro tem uma relação afetiva com o cheiro dos produtos de limpeza. O perfume do lava-louças, do lava-roupas e do desinfetante cria um vínculo que a lógica de preço não explica totalmente.

Quem trocou pode voltar simplesmente porque sentiu falta do cheiro de sempre. E, pondera o analista, a Ypê tem força de distribuição e penetração no varejo que poucos concorrentes conseguem igualar.

A Química Amparo não respondeu ao pedido de entrevista do InvestNews.

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Escritório de arquitetura ou engenharia: é melhor ter funcionários CLT ou contratar PJs?

12 de Maio de 2026, 18:18

Para um pequeno escritório de arquitetura ou engenharia, a lógica de contratação de mão de obra parece óbvia. Em empresas que tocam projetos com começo, meio e fim, a ideia de ter o mínimo possível de funcionários CLT e contratar profissionais PJ conforme a demanda parece a opção mais vantajosa.

Mas a conta não fica só no custo operacional. Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a escolha entre contratar CLTs, fechar parcerias com outras PJs ou recrutar freelancers afeta diretamente a carga tributária, a margem de lucro e os riscos jurídicos do negócio.

Afinal, o que é melhor: contar com funcionários CLT ou contratar outras pessoas jurídicas na hora de executar os projetos? A verdade é que cada caso exige fazer contas – mas, do ponto de vista tributário, ter uma folha fixa mais alta pode não ser um problema.

O ‘lado bom’ de uma folha alta

Via de regra, escritórios de arquitetura e engenharia têm a tributação mais cara do Simples. Eles são enquadrados no chamado Anexo V, com alíquota inicial de 15,5% sobre o faturamento.

Isso vale para quem tem receita pequena, de até R$ 180 mil por ano.

Quando o faturamento aumenta, as alíquotas crescem também – e rápido. Se seu escritório fatura R$ 200 mil por ano, já entra na faixa de 18%. E assim vai até o teto, de 30,5%, para aqueles com receita de R$ 3,6 milhões a R$ 4,8 milhões.

A boa notícia é que a legislação abre uma brecha para que esse tipo de empresa migre para o Anexo III do Simples, em que as alíquotas começam em 6% – bem mais palatáveis. Isso é possível quando o gasto com a folha de pagamento é alto em comparação com o faturamento da empresa.

Mas alto quanto? Entra aí o “Fator R”, um indicador que mede essa relação. Pela fórmula, basta dividir o valor da folha da empresa nos últimos 12 meses pela receita bruta no mesmo período. Já explicamos o funcionamento do indicador em detalhes nesta reportagem do Descomplica PJ.

Na folha entram os salários dos funcionários CLT, o pró-labore dos sócios e os encargos trabalhistas, como FGTS e INSS. Se o “Fator R” der 0,28 (28%) ou mais, o escritório pode migrar para o Anexo III e pagar um imposto mais baixo. Se ficar abaixo, precisa permanecer no Anexo V, com tributação mais alta.

Pagamentos a PJs ou freelancers não entram na conta. Portanto, se sua empresa só contrata dessa forma, o gasto com a folha fica baixo e ela não pode pleitear uma tributação menor.

Há também o risco jurídico, considerado grave. Se a contratação da PJ mascarar uma relação de emprego – em que existe subordinação, exigência de pessoalidade e dependência econômica -, o escritório fica exposto a potenciais processos trabalhistas.

Em resumo sobre as diferentes modalidades:

  • Funcionário CLT: Embora gere mais custos diretos de contratação (com FGTS, férias, 13º salário, entre outros), essa despesa compõe a massa salarial. Na prática, ter funcionários no regime CLT ajuda a estabilizar o Fator R em 28%, e isso permite migrar para alíquotas mais baixas no Simples.
  • PJ parceira: Esse regime não influencia o “Fator R”, pois os pagamentos são considerados serviços prestados por terceiros e entram apenas como despesa operacional da empresa, não gasto com folha.
  • Freelancer pessoa física: Neste caso, além de não contar para o “Fator R”, o escritório ainda é obrigado a recolher 20% de INSS patronal sobre o valor pago ao profissional.

A diferença de custo em um exemplo

Nada melhor que um exemplo para entender o impacto real do “Fator R”. Imagine um escritório de arquitetura ou engenharia com faturamento mensal de R$ 50 mil (R$ 600 mil ano) , com custo fixo de R$ 14 mil por mês com equipe.

No primeiro cenário, o escritório só contrata PJs para executar os projetos – ou seja, os R$ 14 mil mensais entram como despesas operacionais e não compõem a folha de pagamento. Como o “Fator R” não alcança 28%, o escritório se mantém no Anexo V.

Com isso, a empresa cairia na alíquota de 19,5% do Simples. Descontando deduções possíveis, seu gasto com impostos seria de R$ 8.925 por mês.

No segundo cenário, o escritório contrata funcionários no regime CLT e gasta os mesmos R$ 14 mil por mês com a folha de salários. Nesse caso, o “Fator R” atingiria exatamente 28% e a empresa poderia migrar para o Anexo III, com tributação menor. A alíquota do Simples seria de 13,5% e o gasto com impostos, depois de deduções, cairia para R$ 5.280 por mês.

A diferença entre fazer 100% das contratações no regime PJ e 100% no regime CLT geraria, nesse caso, uma economia de R$ 3.645 por mês no imposto do Simples. “Portanto, antes de fechar uma contratação, o cálculo na ponta do lápis deve envolver não só o RH mas também o planejamento tributário”, diz Milton Fontes, sócio do Peixoto & Cury Advogados.

Um ponto de atenção

A comparação ajuda a entender o contexto tributário, mas exige cautela. Os mesmos R$ 14 mil mensais permitem montar estruturas diferentes dependendo do modelo de contratação. E, embora a comparação tributária favoreça o regime CLT, esse modelo e o PJ não são equivalentes em custos, disponibilidade da equipe, flexibilidade operacional e risco jurídico.

No regime CLT, o valor total engloba o salário do profissional mas também encargos como FGTS, férias, 13º salário, INSS patronal e outros custos trabalhistas. O valor líquido recebido pelo funcionário é bem menor do que o desembolso total da empresa.

Já na contratação por PJ, os R$ 14 mil chegariam de forma muito mais direta ao prestador de serviço – e, por isso, talvez fosse possível contratar dois no lugar de um, por exemplo. Em compensação, a dinâmica da relação também muda: o escritório não pode exigir a subordinação típica de um vínculo de emprego, como controle de horário, exclusividade ou dedicação contínua.

Como melhorar o “Fator R” sem inchar a equipe?

Essa dinâmica tributária não é exclusividade de escritórios de arquitetura ou engenharia. Ela se aplica a muitas outras atividades sujeitas ao “Fator R” e descritas na resolução do Simples. Confira a lista completa aqui.

Segundo Fontes, para melhorar o “Fator R” e garantir o enquadramento em uma alíquota mais baixa, sem necessariamente inchar a equipe de funcionários, uma estratégia legítima é aumentar o pró-labore dos sócios, pois esse valor também entra na folha de pagamento.

Mas Fontes alerta que é preciso fazer contas: deve-se calcular o peso da contribuição ao INSS e do Imposto de Renda sobre o novo valor do pró-labore para garantir que o gasto com esses tributos na pessoa física seja menor do que a economia gerada no imposto da empresa.

O cenário que costuma fazer mais sentido, equilibrando imposto, margem e risco jurídico, segundo Fontes, é a adoção de um modelo híbrido. “O escritório deve manter a contratação CLT e o pró-labore suficientes para garantir o Fator R acima de 28%, utilizando profissionais PJ apenas para projetos específicos e parcerias técnicas genuínas”, afirma.

No Descomplica PJ, cobertura do InvestNews voltada para esclarecer dúvidas de empreendedores, você tem informação rápida e objetiva para tomar decisões com mais segurança e evitar erros que podem custar caro. Se é dono ou dona de empresa e tem dúvidas sobre tributação, envie sua pergunta para redacao@investnews.com.br.

Escritório de arquitetura ou engenharia: é melhor ter funcionários CLT ou contratar PJs?

12 de Maio de 2026, 18:18

Para um pequeno escritório de arquitetura ou engenharia, a lógica de contratação de mão de obra parece óbvia. Em empresas que tocam projetos com começo, meio e fim, a ideia de ter o mínimo possível de funcionários CLT e contratar profissionais PJ conforme a demanda parece a opção mais vantajosa.

Mas a conta não fica só no custo operacional. Para empresas enquadradas no Simples Nacional, a escolha entre contratar CLTs, fechar parcerias com outras PJs ou recrutar freelancers afeta diretamente a carga tributária, a margem de lucro e os riscos jurídicos do negócio.

Afinal, o que é melhor: contar com funcionários CLT ou contratar outras pessoas jurídicas na hora de executar os projetos? A verdade é que cada caso exige fazer contas – mas, do ponto de vista tributário, ter uma folha fixa mais alta pode não ser um problema.

O ‘lado bom’ de uma folha alta

Via de regra, escritórios de arquitetura e engenharia têm a tributação mais cara do Simples. Eles são enquadrados no chamado Anexo V, com alíquota inicial de 15,5% sobre o faturamento.

Isso vale para quem tem receita pequena, de até R$ 180 mil por ano.

Quando o faturamento aumenta, as alíquotas crescem também – e rápido. Se seu escritório fatura R$ 200 mil por ano, já entra na faixa de 18%. E assim vai até o teto, de 30,5%, para aqueles com receita de R$ 3,6 milhões a R$ 4,8 milhões.

A boa notícia é que a legislação abre uma brecha para que esse tipo de empresa migre para o Anexo III do Simples, em que as alíquotas começam em 6% – bem mais palatáveis. Isso é possível quando o gasto com a folha de pagamento é alto em comparação com o faturamento da empresa.

Mas alto quanto? Entra aí o “Fator R”, um indicador que mede essa relação. Pela fórmula, basta dividir o valor da folha da empresa nos últimos 12 meses pela receita bruta no mesmo período. Já explicamos o funcionamento do indicador em detalhes nesta reportagem do Descomplica PJ.

Na folha entram os salários dos funcionários CLT, o pró-labore dos sócios e os encargos trabalhistas, como FGTS e INSS. Se o “Fator R” der 0,28 (28%) ou mais, o escritório pode migrar para o Anexo III e pagar um imposto mais baixo. Se ficar abaixo, precisa permanecer no Anexo V, com tributação mais alta.

Pagamentos a PJs ou freelancers não entram na conta. Portanto, se sua empresa só contrata dessa forma, o gasto com a folha fica baixo e ela não pode pleitear uma tributação menor.

Há também o risco jurídico, considerado grave. Se a contratação da PJ mascarar uma relação de emprego – em que existe subordinação, exigência de pessoalidade e dependência econômica -, o escritório fica exposto a potenciais processos trabalhistas.

Em resumo sobre as diferentes modalidades:

  • Funcionário CLT: Embora gere mais custos diretos de contratação (com FGTS, férias, 13º salário, entre outros), essa despesa compõe a massa salarial. Na prática, ter funcionários no regime CLT ajuda a estabilizar o Fator R em 28%, e isso permite migrar para alíquotas mais baixas no Simples.
  • PJ parceira: Esse regime não influencia o “Fator R”, pois os pagamentos são considerados serviços prestados por terceiros e entram apenas como despesa operacional da empresa, não gasto com folha.
  • Freelancer pessoa física: Neste caso, além de não contar para o “Fator R”, o escritório ainda é obrigado a recolher 20% de INSS patronal sobre o valor pago ao profissional.

A diferença de custo em um exemplo

Nada melhor que um exemplo para entender o impacto real do “Fator R”. Imagine um escritório de arquitetura ou engenharia com faturamento mensal de R$ 50 mil (R$ 600 mil ano) , com custo fixo de R$ 14 mil por mês com equipe.

No primeiro cenário, o escritório só contrata PJs para executar os projetos – ou seja, os R$ 14 mil mensais entram como despesas operacionais e não compõem a folha de pagamento. Como o “Fator R” não alcança 28%, o escritório se mantém no Anexo V.

Com isso, a empresa cairia na alíquota de 19,5% do Simples. Descontando deduções possíveis, seu gasto com impostos seria de R$ 8.925 por mês.

No segundo cenário, o escritório contrata funcionários no regime CLT e gasta os mesmos R$ 14 mil por mês com a folha de salários. Nesse caso, o “Fator R” atingiria exatamente 28% e a empresa poderia migrar para o Anexo III, com tributação menor. A alíquota do Simples seria de 13,5% e o gasto com impostos, depois de deduções, cairia para R$ 5.280 por mês.

A diferença entre fazer 100% das contratações no regime PJ e 100% no regime CLT geraria, nesse caso, uma economia de R$ 3.645 por mês no imposto do Simples. “Portanto, antes de fechar uma contratação, o cálculo na ponta do lápis deve envolver não só o RH mas também o planejamento tributário”, diz Milton Fontes, sócio do Peixoto & Cury Advogados.

Um ponto de atenção

A comparação ajuda a entender o contexto tributário, mas exige cautela. Os mesmos R$ 14 mil mensais permitem montar estruturas diferentes dependendo do modelo de contratação. E, embora a comparação tributária favoreça o regime CLT, esse modelo e o PJ não são equivalentes em custos, disponibilidade da equipe, flexibilidade operacional e risco jurídico.

No regime CLT, o valor total engloba o salário do profissional mas também encargos como FGTS, férias, 13º salário, INSS patronal e outros custos trabalhistas. O valor líquido recebido pelo funcionário é bem menor do que o desembolso total da empresa.

Já na contratação por PJ, os R$ 14 mil chegariam de forma muito mais direta ao prestador de serviço – e, por isso, talvez fosse possível contratar dois no lugar de um, por exemplo. Em compensação, a dinâmica da relação também muda: o escritório não pode exigir a subordinação típica de um vínculo de emprego, como controle de horário, exclusividade ou dedicação contínua.

Como melhorar o “Fator R” sem inchar a equipe?

Essa dinâmica tributária não é exclusividade de escritórios de arquitetura ou engenharia. Ela se aplica a muitas outras atividades sujeitas ao “Fator R” e descritas na resolução do Simples. Confira a lista completa aqui.

Segundo Fontes, para melhorar o “Fator R” e garantir o enquadramento em uma alíquota mais baixa, sem necessariamente inchar a equipe de funcionários, uma estratégia legítima é aumentar o pró-labore dos sócios, pois esse valor também entra na folha de pagamento.

Mas Fontes alerta que é preciso fazer contas: deve-se calcular o peso da contribuição ao INSS e do Imposto de Renda sobre o novo valor do pró-labore para garantir que o gasto com esses tributos na pessoa física seja menor do que a economia gerada no imposto da empresa.

O cenário que costuma fazer mais sentido, equilibrando imposto, margem e risco jurídico, segundo Fontes, é a adoção de um modelo híbrido. “O escritório deve manter a contratação CLT e o pró-labore suficientes para garantir o Fator R acima de 28%, utilizando profissionais PJ apenas para projetos específicos e parcerias técnicas genuínas”, afirma.

No Descomplica PJ, cobertura do InvestNews voltada para esclarecer dúvidas de empreendedores, você tem informação rápida e objetiva para tomar decisões com mais segurança e evitar erros que podem custar caro. Se é dono ou dona de empresa e tem dúvidas sobre tributação, envie sua pergunta para redacao@investnews.com.br.

O ex-jogador da NBA que transformou uma ilha do Caribe em resort de luxo

10 de Maio de 2026, 15:04

Para Reggie Bullock, que jogou em sete times da NBA ao longo de 11 temporadas, o que começou como uma busca no YouTube por recomendação de um ex-companheiro de equipe, Dennis Smith Jr., acabou concretizando o conceito de riqueza geracional que ele tanto almejava.

Longe das quadras de basquete e sem um plano de negócios, o ex-jogador mostrou que a segunda fase da carreira de um atleta não precisa ser definida em um estúdio de televisão ou em um escritório de uma franquia. Pode, sim, ser construída em uma ilha em forma de coração no Caribe, a 8.000 km das quadras do Texas, onde disputou sua última temporada com o Houston Rockets em 2024.

Bullock, que acumulou pouco mais de US$ 53 milhões em salários ao longo de sua carreira, é hoje o fundador do Bullock Island, um resort privado de cerca de 22,2 mil metros quadrados, localizado a oito quilômetros da costa de Placencia, no distrito de Stann Creek, no sudeste de Belize.

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O atleta de 35 anos comprou o terreno em 2022 por US$ 2,2 milhões para construir a casa dos seus sonhos, “mas acabei me envolvendo no setor de turismo e transformei isso em um negócio”, contou Bullock em uma entrevista ao canal do YouTube de Will Mitchell, que aborda oportunidades imobiliárias em Belize.

“Uma das minhas principais preocupações era a questão da riqueza geracional. Era um projeto que senti que precisava abordar, e que nunca havia sido feito antes. Mas eu estava pronto para o desafio”, disse o atleta, nascido em Baltimore, em 1991.

Essa visão exigiu uma injeção de capital no valor de US$ 10 milhões, destinada a superar os desafios logísticos de construir no meio do mar do Caribe.

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Luxo, natureza e cultura

O resultado é um complexo cuja peça central é uma mansão de 370 metros quadrados com um cinema escondido atrás de uma biblioteca, complementada por onze unidades de hospedagem distribuídas entre vilas e chalés à beira-mar, além de um restaurante, um spa e uma quadra de basquete.

Além de uma experiência de isolamento e exclusividade, o resort conta a história íntima de seu próprio fundador. A propriedade tem o atrativo de estar localizada em uma ilha em forma de coração, o que, para Bullock, não foi mera coincidência, mas um sinal. Os seus filhos gêmeos, nascidos em novembro de 2020, chamam-se Heart e Soul.

A mansão principal foi projetada como uma homenagem à sua avó – a mulher que o criou – e tem o nome dela gravado em uma das portas. Até mesmo a placa de madeira que dá as boas-vindas aos hóspedes quando chegam de barco presta homenagem às suas duas irmãs, Mia e Kiosha, tragicamente assassinadas em Baltimore em 2014 e 2019.

Essa conexão pessoal busca se destacar no competitivo mercado caribenho. A Bullock Island opera com base em um modelo de contratação e abastecimento local na península de Placencia, oferecendo uma experiência belizenha autêntica no único país da América Central onde o inglês é a língua oficial.

Os hóspedes também podem explorar a barreira de corais de Belize, que faz parte do Sistema de Recifes Mesoamericano, o segundo maior do mundo, depois da Grande Barreira de Corais da Austrália.

A aposta se soma a uma tendência de valorização do mercado liderada por figuras de destaque. Belize já havia testemunhado um movimento semelhante na década de 1990, quando o cineasta norte-americano Francis Ford Coppola adquiriu e reformou propriedades na mesma região de Placencia, como o Turtle Inn e a reserva particular Coral Caye, para seu portfólio de hotéis de luxo.

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O resort de Reggie Bullock possui uma mansão de 370 metros quadrados com um cinema e 11 unidades de hospedagem.

GOLD: Armadilha do FOMC ou Confirmação de Tendência Baixista?

29 de Abril de 2026, 09:23

GOLD: Armadilha do FOMC ou Confirmação de Tendência Baixista?

Gold OANDA:XAUUSD

Olá Traders,

O ouro encontra-se num ponto crítico neste momento. Após falhar em sustentar o momentum acima da zona dos 4,86x, começamos a ver sinais claros de fraqueza na estrutura bullish. A grande questão é: trata-se apenas de uma correção ou do início de uma nova fase baixista?

Vamos analisar.

1. Estrutura de Mercado – Mudança Baixista Confirmada 🐻

Nos timeframes H4 e D1, o cenário mudou claramente:

CHoCH (Change of Character): Após a fase de distribuição na zona dos 4,86x, o preço mostrou uma mudança clara de comportamento — primeiro sinal de alerta para os compradores.
BOS (Break of Structure): A formação de mínimos mais baixos confirma o controlo por parte dos vendedores.
Volume Profile: Existe um High Volume Node (HVN) relevante entre 4,78x – 4,80x. O preço a negociar abaixo da área de valor indica aceitação em níveis mais baixos — sinal claro de dominância bearish.

2. Zona-Chave – Fair Value Gap (FVG) 🎯

A principal zona de interesse está em 4,65x – 4,68x:

Desequilíbrio: Representa uma ineficiência de preço ainda não preenchida.
Confluência: Alinha-se com uma estrutura anterior (BOS → resistência).
Cenário: Espera-se um pullback até esta zona, uma varredura de liquidez e continuação da queda.

É aqui que o smart money normalmente volta a posicionar-se.

3. Catalisadores Macro – FOMC & Geopolítica 🏛️⚓

A análise técnica aponta para vendas, mas os fundamentais serão o gatilho:

FOMC & Powell: Um discurso mais hawkish sobre inflação pode fortalecer o dólar e pressionar ainda mais o ouro.
Tensões Geopolíticas: A situação no Estreito de Ormuz mantém o petróleo em alta. Embora a inflação possa favorecer o ouro, a força atual do USD está a dominar.

4. Plano de Trading – Setup com Alto RR 📝

Não prevemos — reagimos:

Zona de Venda: 4,65x – 4,68x
(Aguardar confirmação em timeframes baixos – CHoCH em M5–M15)
Stop Loss: 4,70x
Take Profit 1: 4,51x
Take Profit 2: 4,46x
Risco/Retorno: ~1:3.5+
⚠️ Dicas Importantes
Sem FOMO: Se o preço cair sem tocar na zona, mantenha a disciplina. Não persiga o mercado.
Caça à Liquidez: Esteja atento a “stop hunts” antes e durante a volatilidade do FOMC.

Conclusão:
Estamos perante uma armadilha clássica do FOMC ou o início de um novo movimento baixista rumo aos 4,46x?

Qual é a sua opinião?

Comente “BOOST” se esta análise lhe foi útil — e siga para atualizações em tempo real.

#Gold #XAUUSD #SMC #ICT #Trading #FOMC #AnáliseTécnica #PriceAction

Would you like a zombie app? Friendster and Vine are back from the dead.

30 de Abril de 2026, 15:20
Divine and Friendster apps

DiVine; Friendster; Rebecca Zisser/Business Insider

  • Two internet relics are rising from the dead this week: Friendster and Vine.
  • DiVine, backed by Jack Dorsey, launched a decentralized version of the short-form video app, Vine.
  • Friendster, an early social network, is back with a new founder and a different experience.

It's time to welcome back two social networks we once loved: Friendster and Vine.

After shutting down in the 2010s, the two social media platforms are rising from the dead this week.

Both of the apps, however, are Frankenstein versions of their predecessors. Neither is being resurrected by its original founders, and the app design and experiences differ from the original platforms.

Nostalgia for a simpler internet, especially for those who remember the early days with rose-colored glasses, is partially fueling this resurgence.

Evan Henshaw-Plath — who goes by Rabble — is the early Twitter employee behind the Vine reboot, DiVine.

He said that "people look back" at the era of social media before everything got so darn big. People not only miss the features and feel of these old apps, but also that time period.

"It's very telling that in the beginning of the year, people were looking back to 2016," he said, referring to a social media trend of people romanticizing that year.

Vine officially shut down in 2017 after being acquired by Twitter in 2012, paving the way for the rise of TikTok and other short-form feeds.

Its remake, DiVine, revived hundreds of thousands of old Vine videos from digital archives. Users can post new Vine-style six-second videos. The content must be filmed directly within the app, and DiVine has a firm anti-AI-slop stance. The project is also decentralized and built on Nostr, an open-source protocol not owned by a single company.

DiVine is funded by And Other Stuff, a nonprofit that received a $10 million grant from Jack Dorsey.

Divine app
DiVine's interface.

Screenshot/Google Play/Divine

Meanwhile, Friendster, a social network that predated Myspace and Facebook, was rebuilt by startup founder Mike Carson as a no-frills mobile social app for your real-life friends. For example, users can only add new friends by tapping their iPhones in person. (So far, I have a grand total of one friend: Business Insider's Katie Notopoulos, who told me she was an OG Friendster fan.)

Carson told Business Insider that he paid about $30,000 for the Friendster domain and trademark.

After being overtaken by the rise of Myspace and then later Facebook, Friendster rebranded as a gaming company in 2011. By 2015, it shut down its website.

The new app — which doesn't resemble the former version much other than its shared name — quickly jumped to No. 12 in Apple's App Store social networking category on Thursday.

Unlike DiVine, the new Friendster doesn't have access to any of the prior version's data or content.

Friendster app
Friendster 2.0 is a mobile app rather than a website.

Screenshot/Apple App Store/Friendster

What's old is new again on the internet

I'm not old enough to be on the original Friendster, but I remember the Vine days well. I'm also not alone in feeling nostalgic for the earlier days of the internet (or particularly, the 2010s).

Carson wrote in a Medium post this week that while today's social networks "foster a lot of negativity," he remembers the original days of Friendster as "a positive and enjoyable experience."

DiVine and Friendster aren't the only internet relics that have been resurrected recently.

Last year, Digg, once a rival to Reddit, was revived by its original cofounder, Kevin Rose, and Alexis Ohanian (a cofounder of Reddit). In March, however, the company said it was downsizing its team and rethinking its strategy.

Building any new social platform is an uphill battle, even if you have a recognizable name from a previous era.

People are loyal to the platforms they've already dug their heels into, and getting them to migrate can be challenging, Digg's CEO Justin Mezzell wrote in a letter shared to the platform's website.

Friendster and DiVine could face similar challenges.

What's abundantly clear is that there's an appetite among founders to build alternative social platforms — especially those that strike a nostalgic chord. Newer startups, like Perfectly Imperfect or Cosmos, are leveraging nostalgia to build platforms that feel reminiscent of Tumblr.

The big question: Can they actually build a community?

Tech founders can build new spaces, or reimagine old ones, but getting users to stay, return, and create a culture is what gives an app life (or breathes life back into one).

"It is not the software, it is not the founder, it is not the team," Henshaw-Plath said. "It is the community of users that makes these things work."

Read the original article on Business Insider

Golden domes, historic statues, and nods to state flags: Photos show what the capitol looks like in every state

Connecticut State Capitol in Hartford.
The Connecticut state capitol.

Faina Gurevich/Shutterstock

  • Every US state has a capitol that houses its state legislature.
  • Many state capitols are domed buildings similar to the US Capitol, but others are more unique.
  • Maryland's State House is the oldest capitol in continuous legislative use in the US.

A state's capitol can tell you a lot about its history.

State capitols house each state's legislative branch of government, executive offices, and other administrative and ceremonial spaces. While their function may be the same across all 50 states, their architectural designs vary.

Many state capitols feature references to their locations, like the Kansas State Capitol is topped by Ad Astra, a statue representing a Kansa (Kaw) warrior, while the New Hampshire State House, built largely from locally quarried granite, nods to the state's "Granite State" identity.

Some buildings date back to the founding of the United States. Maryland's State House in Annapolis, completed in 1779, is the oldest one in continuous use as a legislative center.

Every capitol has a unique look and distinct origin. Here's what the capitol looks like in every state.

Montgomery, Alabama
alabama capitol building
UNITED STATES - MARCH 15: Capitol building, Montgomery, Alabama

Carol M. Highsmith/Buyenlarge/Getty Images

Alabama's capitol served as the first capital of the Confederacy, and there's a brass star on one of the porticos marking the spot where Jefferson Davis was sworn in as its president, according to the Alabama Historical Commission.

The building that stands today was constructed in 1851, after a fire burned down the original building in 1849, according to the Alabama Historical Commission.

One of the more famous parts of the capitol grounds is the Avenue of Flags. It has the flag of every state, plus a native rock from each state at the base of its flag. It was dedicated in 1968, according to Exploring Montgomery.

Juneau, Alaska
Alaska's capitol in Juneau.
Alaska's capitol in Juneau.

Leamus/iStock/Getty Images Plus

The Alaska State Capitol, completed in 1931, doesn't look much different from any other office building in Juneau, save for the marble columns. According to Alaska's official website, it is one of the few state capitols that do not feature a dome.

As The New York Times reported in 1981, neither the building nor the location was popular with locals — both were chosen because of cost concerns shaping both construction and relocations. Voters approved a measure in the 1970s to move the capitol, but the effort ultimately failed.

As recently as 2022, Alaskan senators sponsored a bill to move the capital, this time to Willow, reported Alaska Public Media, but for now, Juneau remains the Last Frontier's capital city.

Phoenix, Arizona
arizona capitol building
PHOENIX ARIZONA, Replica of Liberty Bell in front of Arizona State Capitol Building at sunrise.

Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Arizona's capitol was dedicated in 1901. It stopped being the home of the legislative branches of government in 1960, and by 1978, all government officials had been moved to other buildings nearby in an area called the Capitol Complex.

The original building was then officially converted into a museum open to the public.

Little Rock, Arkansas
arkansas capitol building
Arkansas State Capitol building front entrance in Little Rock.

Don & Melinda Crawford/Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Arkansas' capitol took 16 years to complete. Construction lasted from 1899 to 1915, and the building was originally designed by architect George R. Mann, with later revisions by Cass Gilbert, according to the Encyclopedia of Arkansas.

This building replaced the State House, which is now the Old State House Museum, according to Arkansas Heritage.

Sacramento, California
california capitol building
SACRAMENTO, CA - OCTOBER 9: The California state Capitol building is shown October 9, 2003 in downtown Sacramento, California. Actor Arnold Schwarzenegger won in his bid to replace California Gov. Gray Davis, who was recalled in a special election October 7.

David Paul Morris/Getty Images

The building was constructed between 1860 and 1874, and designed by Reuben S. Clark. It has been listed as a California Historical Landmark since 1974, according to the Historic State Capitol Commission.

Its design was based on the US Capitol in Washington, DC, among other well-known American buildings, according to the State of California Capitol Museum.

The California State Capitol is located inside the 40-acre Capitol Park, which contains trees from around the world, a World Peace Rose Garden, and the Civil War Memorial Grove.

Denver, Colorado
Colorado's capitol in Denver.
Colorado's capitol in Denver.

4nadia/Getty Images/iStock

The Colorado Capitol, which was completed in 1901, was also designed to look like the US Capitol, but with a Colorado twist: The dome is covered in real gold leaf donated by gold miners to reference the Colorado Gold Rush from 1858 to 1861, according to the Colorado General Assembly.

Hartford, Connecticut
connecticut capitol building
Connecticut State Capitol. The building houses the Connecticut General Assembly; the upper house, the State Senate, and lower house, the House of Representatives, as well as the offices of the Governor and Lieutenant Governor.

Rolf Schulten/ullstein bild/Getty Images

The current Connecticut State Capitol is actually the third capitol the state has had since the American Revolution. This one, designed by Richard M. Upjohn, opened in 1879, according to Connecticut's official state website.

The golden dome is surrounded by six pairs of statues representing agriculture, commerce, education and law, force and war, science and justice, and music, according to the State Capitol Preservation & Restoration Commission.

Dover, Delaware
delaware capitol building
The Legislative Hall in Dover, Delaware, USA, circa 1960.

Harvey Meston/Archive Photos/Getty Images

The Delaware Legislative Hall was dedicated in 1933 and replaced the Old State House, which is opposite the Hall on the capitol mall. It was designed in the Colonial Revival style by E. William Martin, according to Delaware's official state website.

Washington, DC
us capitol building
WASHINGTON - JUNE 5: The U.S. Capitol is shown June 5, 2003 in Washington, DC. Both houses of the U.S. Congress, the U.S. Senate and the U.S. House of Representatives meet in the Capitol.

Stefan Zaklin/Getty Images

The United States Capitol is located on Capitol Hill in DC. It was in construction for decades, partially destroyed in 1814, and then finally finished in 1829, according to Architect of the Capitol. The famous, gigantic dome was later added during an expansive addition in 1855, designed by Thomas U. Walter.

Atop the dome sits the "Statue of Freedom," a 19-foot statue of a woman wearing a battle helmet, holding a sheathed sword in one hand, and a laurel wreath and shield in the other. She's been there since 1863, according to Architect of the Capitol.

Tallahassee, Florida
florida capitol building
TALLAHASSEE, FL - NOVEMBER 10: A view of the Florida State Capitol building on November 10, 2018 in Tallahassee, Florida. Three close midtern election races for governor, senator, and agriculture commissioner are expected to be recounted in Florida.

Mark Wallheiser/Getty Images

The current capitol, also called the New Capitol, is located directly in front of the original — together, they form the Capitol Complex. The New Capitol was built in 1977 by architect Edward Durell Stone and the firm of Reynolds, Smith, and Hills, according to the Florida Capitol website.

The website reports the building was designed in an "international style to reflect a modern Florida," and includes a 22-story central tower.

The Old Capitol still stands, and it was restored to its original 1902 glory in the '80s. Currently, the building is the Florida Historic Capitol Museum.

Atlanta, Georgia
georgia state capitol
Sunlight gleams on the golden dome of the Georgia State Capitol building in Atlanta, Georgia.

Kevin Fleming/Corbis/VCG/Getty Images

Georgia's capitol was finished in 1889 and designed by Willoughby J. Edbrooke and Franklin P. Burnham, according to the city of Atlanta's website. It sits on the site of the former Atlanta City Hall/Fulton County Courthouse, which was there from 1854 to 1994.

According to the city, it's one of 43 National Historic Landmarks in the state.

Honolulu, Hawaii
hawaii capitol building
Hawaii State Capitol. The Capitol building houses the Hawaii State Legislature (Senate and House of Representatives) and the offices of the Governor and Lieutenant Governo

Rolf Schulten/ullstein bild/Getty Images

At the dedication of the Hawaiian capitol in 1969, then-Governor John A. Burns explained the design of the building, the Honolulu Star Advertiser reported.

"In this great State Capitol there are no doors at the grand entrances which open toward the mountains and toward the sea," he said. "There is no roof or dome to separate its vast inner court from the heavens and from the same eternal stars which guided the first voyagers to the primeval beauty of these shores."

The building is also surrounded by a reflecting pool meant to symbolize the Pacific Ocean, which surrounds the chain of 137 recognized islands that make up Hawaii, according to the State of Hawaii.

Boise, Idaho
idaho state capitol building
The Idaho State Capitol building in Boise home of the government of the state of Idaho

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Idaho's capitol was designed by architects J.E. Tourtellotte and Charles Hummel, and was constructed between 1905 and 1920. According to Idaho's Capitol Commission, it's the only capitol in the US that is heated by geothermal water. It comes from a spring 3,000 feet underground.

Springfield, Illinois
illinois state capitol
SPRINGFIELD, IL - APRIL 9: The Illinois State Capitol building stands among empty streets in Springfield, Illinois on April 9, 2020

Daniel Acker for The Washington Post/Getty Images

According to a pamphlet by the Illinois Secretary of State's office, the current capitol (the state's sixth) was completed in 1888, 20 years after crews broke ground. At the time of its construction, the limestone dome was illuminated by 144 gas jets. However, the carbon emitted by those jets eventually turned the dome black.

It took 100 years, but it was finally cleaned in 1986.

Indianapolis, Indiana
indiana capitol building
State capitol building in downtown Indianapolis Indiana on a sunny spring morning, Indianapolis is the capital city of Indiana and is located in the center of the state with the capitol building located downtown.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

According to the Indiana Department of Administration, Indiana's capitol was completed in 1888, and is home to all executive offices, the Indiana State Senate, the Indiana House of Representatives, and the Indiana State Supreme Court, among others. It was constructed with Indiana limestone.

Des Moines, Iowa
iowa capitol building
UNITED STATES - AUGUST 28: Capitol building, Des Moines, Iowa

Carol M. Highsmith/Buyenlarge/Getty Images

The large golden dome is 23 carats, and the entire building is 275 feet tall, according to a visitor's guide. It's been re-gilded four times since its construction in 1886.

Overall, Iowa's capitol has a total of five domes, making it the only capitol in the US with five.

Topeka, Kansas
kansas capitol building
State Capitol of Kansas, Topeka

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Kansas' capitol dome is topped with a statue called "Ad astra" (Latin for "to the stars"), which is part of the state's motto, "ad astra per aspera" ("to the stars through difficulties"), according to the Kansas Historical Society.

The statue itself is a bronze depiction of a warrior from the Kansa tribe (also known as the Kaw Nation or Kanza), who call Kansas home and gave the state its name.

The entire building took 37 years to construct, also according to the Kansas Historical Society, from 1866 to 1903. 

Frankfort, Kentucky
kentucky capitol building
FRANKFORT, KY - APRIL 2: Thousands of public school teachers and their supporters protest against a pension reform bill at the Kentucky State Capitol April 2, 2018 in Frankfort, Kentucky. The teachers are calling for higher wages and are demanding that Kentucky Gov. Matt Bevin veto a bill that overhauls their pension plan.

Bill Pugliano/Getty Images

Kentucky's capitol was designed by Frank Mills Andrews, according to Kentucky's official state website. There are also statues lining the front portico that represent Kentucky, the central figure, with Progress, History, Plenty, Law, Art, and Labor as her "attendants," according to the state website.

The current building is the fourth capitol in the state, and it was completed in 1910.

Baton Rouge, Louisiana
louisiana capitol building
The capitol of Louisiana, seat of government, is a building of 34 floors and 135 meters high, which makes it the highest capitol of the United States. It is also the highest building of Louisiana. Its style is connected with that of the old New York skyscrapers. This new capitol was built between 1930 and 1932.

David LEFRANC/Gamma-Rapho/Getty Images

The Louisiana Capitol is just one of nine capitols in the US that doesn't feature a dome — and at 450 feet tall (or 34 floors), it's also the tallest capitol in the country, according to Louisiana's House of Representatives.

It was dedicated in 1932, without the person who had spearheaded the effort to build it, Senator Huey P. Long, a controversial figure in Louisiana's history, as reported by Encyclopedia Britannica.

Augusta, Maine
maine capitol buildings
Staff photo by Joe Phelan -- For slide show about the Statehouse in Augusta.

Joe Phelan/Portland Press Herald/Getty Images

The capital of Maine was originally Portland when the state broke away from Massachusetts in 1820. But when Mainers asked for a more centrally located capital city, Augusta was chosen in 1827, according to the Maine State Legislature. The building was completed by 1832.

The State House's dome is topped with a female figure of Wisdom, which was designed by sculptor W. Clark Noble of Gardiner, a town 6 miles from Augusta.

Annapolis, Maryland
maryland capitol building
Maryland State House, state capitol building, Annapolis, Maryland, exterior view.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Maryland's State House is the oldest capitol in continuous legislative use in the US, built in 1779, according to its official website. It's also the only state capitol to have once served as the US capitol when the Continental Congress met there from 1783 to 1784, according to the website.

Boston, Massachusetts
massachusetts state house
The Old State House for the Commonwealth of Massachusetts, State Capitol Building, Boston, Mass.

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

The Massachusetts State House, built in 1789, originally had a wooden dome, but Paul Revere's own company was responsible for covering it in copper in 1802, CBS News reported.

And the land it was built on? It used to be owned by none other than John Hancock, who was Massachusetts' first elected governor.

Lansing, Michigan
michigan state capitol
August 1970. Lansing, Michigan. Exterior view of the Michigan State Capitol building in Lansing.

Bettman/Getty Images

The floors of Michigan's capitol, which was dedicated in 1879, are made of limestone and have visible fossils in them, as you can see on the capitol's official website.

St. Paul, Minnesota
minnesota capitol building
ST. PAUL, MN - OCTOBER 15: Minnesota State Capitol Building in St. Paul, Minnesota on October 15, 2018.

Raymond Boyd/Getty Images

According to Explore Minnesota, the state's capitol is the second-largest self-supporting marble dome in the world, only behind St. Peter's Basilica in Rome.

Architect Cass Gilbert insisted on using Georgia marble for the dome, according to the Minnesota Historical Society. Some were critical of using out-of-state materials, so as a compromise, the contractor leased the quarry in Georgia and imported the rough marble so Minnesotans could do the work in-state.

It took nine years, but was completed in 1905.

Jackson, Mississippi
mississippi capitol building
Protesters (L) gather outside the Mississippi State Capitol building during the state legislature's historic vote to change the Mississippi flag in Jackson, Mississippi on June 28, 2020. - Lawmakers in Mississippi voted on June 28 to remove the Confederate battle standard from the state flag, after nationwide protests drew renewed attention to symbols of the United States' racist past.

RORY DOYLE/AFP/Getty Images

Designed by architect Theodore Link and constructed between 1901 and 1903, Mississippi's state capitol was built on the site of an old state penitentiary, according to the state capitol's official website. The building spans 171,000 square feet and features 4,750 original electric light fixtures, as well as an 8-foot statue of an eagle on the top of its dome.

Jefferson City, Missouri
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8/31/1970- Jefferson City, MO- ORIGINAL CAPTION READS: Exterior views of the Missouri State Capitol building, include the surrounding trees and lawn.

Bettman/Getty Images

Missouri's state capitol was completed in 1917, according to its official website. Ceres, the goddess of grain, sits at the top of its dome.

In addition to Missouri's state legislature, the 500,000-square-foot building houses the Missouri State Museum with exhibits about the state's history and natural resources.

Helena, Montana
montana state capitol
Montana State Capitol building Helena Montana

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

The main building of Montana's state capitol was completed in 1902, and its two wings were added in 1911 and 1912, according to the Montana Historical Society. Inside, the building features works of art such as the mural "Lewis and Clark Meeting Indians at Ross' Hole," painted by Charles M. Russell in 1912.

Lincoln, Nebraska
nebraska capitol building
tate capitol building in Lincoln Nebraska on a sunny spring day and emphasizing the building’s tall central tower and dome, Lincoln, the capital city of Nebraska, is located in the southeastern part of the state along Interstate-80. The state legislature in Nebraska is the only unicameral legislature among all of the states.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

Nebraska's state capitol was designed by architect Bertram Grosvenor Goodhue and completed in 1932, according to its official website. The 400-foot tower is topped with a 19-foot bronze statue called "The Sower."

It is the only state legislature to be unicameral, meaning it only has one chamber.

Carson City, Nevada
nevada state capitol
State Capitol of Nevada, Carson City

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

Nevada's state capitol was built from 1870 to 1871 out of sandstone sourced from a quarry belonging to Abe Curry, the founder of Carson City, according to Travel Nevada. It features a silver-colored dome, a nod to Nevada's nickname as "the silver state."

Concord, New Hampshire
new hampshire capitol
State Capitol of New Hampshire, Concord

Joe Sohm/Visions of America/Universal Images Group/Getty Images

The New Hampshire State House was constructed between 1816 and 1819 with locally sourced granite from Rattlesnake Hill in Concord, according to the New Hampshire Division of Historical Resources.

In 1818, a wooden sculpture of an eagle painted with gold was installed on top of the capitol dome. It was replaced with a copper replica in 1957, but the original sculpture can be viewed on display inside the capitol, according to EverGreene, the architecture firm that restored the State House's gold-plated dome.

Trenton, New Jersey
new jersey capitol building
TRENTON, NJ - JUNE 24: New Jersey State Capitol Building, New Jersey Flags Fly at Half Staff in Honor of Actor James Gandolfini on June 24, 2013 in Trenton, New Jersey.Gandolfini passed away on June 19, 2013 at the age of 51 while on vacation in Rome, Italy.

Bobby Bank/WireImage/Getty Images

After Maryland, New Jersey State House is the second-oldest capitol still in use, completed in 1792, according to the state of New Jersey's official website. Much of the original building, designed by architect Jonathan Doane, was destroyed in a fire in 1885.

Architect Lewis Broome restored the capitol and added a cast-iron dome plated with copper and gold and featuring the Latin phrase "Fiat Justitia Ruat Coelum," meaning  "There must be justice even though the heavens fall."

Santa Fe, New Mexico
new mexico capitol building
SANTA FE, NM - FEBRUARY 10, 2012: The New Mexico State Capitol in Santa Fe, known as the Roundhouse, is the only round capitol building in the U.S.

Robert Alexander/Archive Photos/Getty Images

New Mexico's capitol, known as the Roundhouse, is the only round capitol in the US, according to Santa Fe's official tourist website. Architect Willard C. Kruger modeled the design after the Zia sun symbol, which he also incorporated into the capitol rotunda skylight. The symbol is also part of New Mexico's state flag.

Albany, New York
new york state capitol building
ALBANY, NEW YORK, UNITED STATES - 2018/10/09: New York State Capitol Building.

John Greim/LightRocket/Getty Images

When New York's state capitol in Albany was finally finished after 32 years in 1899, it was at a cost of $25 million, making it one of the most expensive government projects in the US. In 2013, The New York Times reported the figure was equivalent to more than half a billion dollars today.

Inside the granite building, visitors can find 25 murals by William deLeftwich Dodge in the Governor's Reception Room.

Raleigh, North Carolina
The capitol building in Raleigh, North Carolina
Law enforcement stand guard outside of the state capitol building in downtown Raleigh, North Carolina, on January 17, 2021, during a nationwide protest called by anti-government and far-right groups supporting US President Donald Trump and his claim of electoral fraud in the November 3 presidential election. - The FBI warned authorities in all 50 states to prepare for armed protests at state capitals in the days leading up to the January 20 presidential inauguration of President-elect Joe Biden.

LOGAN CYRUS/AFP via Getty Images

Completed in 1840, North Carolina's 3-story capitol includes a copper dome, according to the National Park Service.

Bismarck, North Dakota
north dakota capitol building
Photo taken August 18, 2013 shows the state Capitol building of North Dakota at Bismarck

KAREN BLEIER/AFP/Getty Images

North Dakota's state capitol is the tallest building in the state at 241 feet and 8 inches tall, according to the official government website. The Art-Deco structure is nicknamed the "Skyscraper on the Prairie," according to the Society of Architecture Historians.

Columbus, Ohio
ohio capitol building
Aerial of Capitol Building, Downtown Columbus, Ohio, USA

Jumping Rocks/Universal Images Group/Getty Images

Construction of the Ohio Statehouse took over 20 years, from 1839 to 1861, according to its official website. Much of the work was done by prisoners at Ohio Penitentiary, some of whom left graffiti on the walls that was uncovered during restoration work, the website says. Built in the Greek-Revival architecture style out of Columbus limestone, the Statehouse is a designated National Historic Landmark.

Oklahoma City, Oklahoma
oklahoma capitol building
The Oklahoma State Capitol building was built in 1917. The beautiful dome was added in recent years. When the state erected the building it lacked the funding to build the planned dome, and therefore it went without for decades. Oklahoma City has been the state capital since 1910; Guthrie was the capital of Oklahoma from 1890 to 1910.

Jordan McAlister/Getty Images

Built in 1917, the dome on Oklahoma's capitol was added more recently, in 2002, according to the Oklahoma Historical Society — it was left out of the original construction due to costs. The grounds of Oklahoma's capitol also had active oil rigs until 1986. The building was added to the National Register of Historic Places in 1976.

Salem, Oregon
Oregon's state capitol building in Salem.
Oregon's state capitol building in Salem.

Education Images/Universal Images Group via Getty Images

Oregon's Art Deco capitol is made of white Vermont marble with a gold statue of an "Oregon Pioneer" atop the dome, according to the capitol's official website. In-person guided tours are paused due to construction.

Harrisburg, Pennsylvania
pennsylvania capitol building
HARRISBURG, PENNSYLVANIA, UNITED STATES - 2015/10/06: Pennsylvania State capitol building

John Greim/LightRocket/Getty Images

Pennsylvania's capitol, designed by architect Joseph Huston, cost $13 million to build when it was completed in 1906, which would be over $403 million today, according to the Bureau of Labor Statistics.

The building's 272-foot dome is decorated with green glazed terra cotta tile, according to the capitol's official website.

Providence, Rhode Island
rhode island capitol building
Rhode Island, Providence, State House, State Capitol.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

The Rhode Island State House, built between 1895 and 1904, features the fourth-largest freestanding marble dome in the world, according to the Rhode Island Restoration Committee's official website. It has been listed on the National Register of Historic Places since 1970.

Columbia, South Carolina
south carolina capitol building
An exterior view of the South Carolina State House, Columbia - construction work first began in 1851 and was completed in 1907, it was designated a national historic landmark in 1976 for its significance in the post-civil war reconstruction era.

Epics/Getty Images

The construction of the South Carolina State House began in 1854, but halted due to the Civil War. The building still features cannonball marks from when the Union army captured Columbia in 1865, according to Discover South Carolina. The State House was finally completed in 1903, and it was designated as a National Historic Landmark in 1976, according to the South Carolina Department of Archives and History.

A portrait of state senator Clementa Pinckney, who was killed in the 2015 shooting at Charleston's Mother Emanuel AME Church, hangs in the Senate Gallery.

Pierre, South Dakota
south dakota
State capitol building in downtown Pierre in central South Dakota, The state capital city of South Dakota is Pierre in the center of the state on the shores of the Missouri River with the capitol building located downtown in this small city of about 14,000 people.

Education Images/Universal Images Group/Getty Images

South Dakota's state capitol was constructed between 1905 and 1910, not long after South Dakota became a US state in 1889, according to the South Dakota Bureau of Administration. An annex was added in 1932. The Neoclassical building features scagliola plaster columns, war memorials, and stained-glass windows, according to Travel South Dakota.

Nashville, Tennessee
tennessee capitol building
NASHVILLE - MAY 25: Tennessee State Capitol Building, as photographed from The Rivers Of Tennessee Fountain grounds at Bicentennial Capitol Mall State Park in Nashville, Tennessee on May 25, 2016. (

Raymond Boyd/Getty Images

The Tennessee State Capitol opened in 1859. The architect, William Strickland, died during its construction in 1854 and was buried on the capitol grounds along with President James K. Polk and first lady Sarah Childress Polk, according to the Tennessee State Museum.

Austin, Texas
texas capitol building
The Texas State Capitol building in Austin, Texas

James Leynse/Corbis/Getty Images

Completed in 1888, the Texas State Capitol dome is topped with a statue of Libertas, the goddess of liberty, according to the official website for the Texas House of Representatives. It stands 14 feet taller than the US Capitol.

Salt Lake City, Utah
utah capitol building
The Utah State Capitol building in Salt Lake City.

Universal Images Group/Getty Images

Utah's State Capitol was designed by architect Richard K.A. Kletting and was completed in 1916, according to its official website. The rotunda features bronze and marble statues of Native American leaders, LDS pioneers, and US presidents such as Abraham Lincoln, according to its website.

Montpelier, Vermont
vermont capitol building
Vermont capitol building in Montpelier.

MyLoupe/Universal Images Group/Getty Images

The Vermont State House, designed in the Greek Revival architecture style, dates back to 1857, according to the National Park Service. A statue of Ceres, the goddess of agriculture, adorns the top of the dome.

Richmond, Virginia
virginia capitol building
RICHMOND, VIRGINIA - JANUARY 20: Thousands of gun rights advocates attend a rally organized by The Virginia Citizens Defense League on Capitol Square at the State Capitol building January 20, 2020 in Richmond, Virginia. During elections last year, Virginia Governor Ralph Northam promised to enact sweeping gun control laws in 2020, including limiting handgun purchase to one per month, banning military-style weapons and silencers, allowing localities to ban guns in public spaces and enacting a 'red flag' law so authorities can temporarily seize weapons from someone deemed a threat. While event organizers have asked supporters to show up un-armed, militias and other extremist groups from across the country plan to attend the rally and show their support for gun rights.

Chip Somodevilla/Getty Images

Thomas Jefferson designed Virginia's state capitol to look like the ancient Roman temple of Maison Carée, according to the Virginia General Assembly's official website. The building also features a bronze statue of Jefferson, who is depicted holding the capitol's architectural blueprints.

Olympia, Washington
washington state capitol
Washington State Capitol Legislative Building and blooming cherry trees in Olympia, Washington.

Greg Vaughn /VW PICS/Universal Images Group via Getty Images

The Washington State Legislative Building features the tallest freestanding masonry dome in North America at 287 feet, according to the Washington State Department of Enterprise Services. Designed by Walter Wilder and Harry White, it was completed in 1928.

Charleston, West Virginia
west virginia capitol building
CHARLESTON, WV -JUNE 26: The State Capitol building in Charleston is actually taller than the U.S. Capitol in Washington, D.C. -Charleston is the destination for the traveler who enjoys food, music, nature and rural culture in a mid-size city.

Michael S. Williamson/The Washington Post/Getty Images

West Virginia's capitol, designed by Cass Gilbert, took eight years and almost $10 million to construct before its completion in 1932, according to its official website. The dome stands at 293 feet tall — 5 feet higher than the US Capitol in Washington, DC.

Madison, Wisconsin
wisconsin state capitol
MADISON, WI - MARCH 12: Thousands of demonstrators protest outside the Wisconsin State Capitol March 12, 2011 in Madison, Wisconsin. Organizers were expecting 200 thousand participants to attend the rally to voice their opposition to Governor Scott Walker's budget repair bill which essentially eliminated collective bargaining rights for state workers.

Scott Olson/Getty Images

Wisconsin's state capitol features the only granite dome in the US, according to Travel Wisconsin. On top of the dome, a gilded bronze statue by Daniel Chester French is aptly named "Wisconsin."

Cheyenne, Wyoming
wyoming state capitol building
386423 02: The Wyoming State Capitol building is seen March 6, 2001 in Cheyenne, Wy. Wyoming lawmakers passed the Insurance Coverage for Diabetes Act which requires health policies to cover diabetes supplies, equipment and education.

Michael Smith/Newsmakers/Getty Images

Wyoming's state capitol, constructed between 1886 and 1890, was built in the Renaissance Revival architecture style, according to the Wyoming Department of Administration and Information. It is one of 20 state capitols designated as a National Historic Landmark, according to the National Park Service.

Read the original article on Business Insider

Why is Melania Trump going after Kimmel on X? The numbers make it clear.

27 de Abril de 2026, 15:36
Melania and Donald Trump at the White House Correspondents' dinner, April 2026
Melania Trump went after Jimmy Kimmel using Truth Social, the platform her husband owns. But she made sure to post on Elon Musk's X, too.

Kevin Mazur/Getty Images for OP

  • Donald Trump owns his own social media company.
  • But Truth Social isn't where to go if you want a lot of people to see you attack Jimmy Kimmel.
  • So Melania Trump made sure her demand that ABC do something about Kimmel appeared on Elon Musk's X, too.

Melania Trump says ABC should "take a stand" over Jimmy Kimmel, because she doesn't like a joke the talk show host made last week.

First things first: The first lady calling on a media company to do something about its employee because she doesn't like what that employee said is a bad thing. It's an attempt to use the power of the White House to silence speech that the White House doesn't like.

And it's just as worrisome as it was last September, when Brendan Carr, Trump's pick to head the Federal Communications Commission, told ABC owner Disney to "take action, frankly, on Kimmel" because Kimmel had made a joke about Trump supporters and Charlie Kirk. Disney suspended Kimmel for a few days and then reinstated him after public outcry.

There is a difference between Carr's demand and Melania Trump's demand on Monday, since Carr is a regulator with direct oversight over parts of Disney's business, and Melania Trump doesn't have any formal power over … anything. But she's still using the power of the White House to try to control speech, and that should alarm anyone with any common sense. (I've asked her office for comment.)

Let's see how new Disney CEO Josh D'Amaro responds to this one.

Much less important, but still interesting to me: The first lady's choice of platform to make her demand/threat. Melania Trump used Elon Musk's X, the site formally known as Twitter, to post her thoughts on Monday, using both her official First Lady of the United States account and her own personal account.

Kimmel’s hateful and violent rhetoric is intended to divide our country. His monologue about my family isn’t comedy- his words are corrosive and deepens the political sickness within America.

People like Kimmel shouldn’t have the opportunity to enter our homes each evening to…

— First Lady Melania Trump (@FLOTUS) April 27, 2026

Trump also posted the same statement on Truth Social, the social media site owned by her husband. But that one seemed obligatory. Not in the way it's literally obligatory for Donald Trump to post at least some of his thoughts on his own social platform before he puts them anywhere else. But in the way you're supposed to tell your significant other you think they make the best pasta, when what you really crave is Olive Garden.

The numbers make it clear why Melania Trump chose to use X to make a splash: Her post on that platform has 230,000 likes, and that number is skyrocketing. Her Truth Social post has 6,500 likes and is traveling at a much more leisurely pace.

All of which is a reminder that while Truth Social is the Trump-owned Twitter alternative Donald Trump uses, it remains a minor-at-best platform. One that won't tell you how many users it has, and one that managed to lose more than $700 million on revenue of $3.7 million in 2025.

None of that is news, nor does it seem to matter to Trump, who still owns a company worth nearly $3 billion, even after a stock plunge and the departure of its CEO — perhaps because the company's current plan is to merge with a nuclear fusion company.

It also doesn't matter where Donald Trump truths or posts or spouts off — he's the president of the United States, so just about anything he says that's noteworthy gets instantly transmitted through the global media ecosystem. Like what happened on Monday afternoon, where he piggybacked on his wife's post and explicitly called on Disney and ABC to fire Kimmel.

But for the rest of us — including the first lady of the United States — where you post a message matters. Which is why she's using the one that helped her husband get into the White House in the first place.

Read the original article on Business Insider

4 Tesla owners react to their FSD dreams getting crushed: 'It feels like a bait and switch'

27 de Abril de 2026, 12:00
Tesla Model 3
As far back as 2016, Tesla said all its vehicles have hardware capable of supporting unsupervised Full Self-Driving.

Bloomberg/Getty Images

  • Bought a Tesla before 2023? Bad news: your car won't be able to drive itself.
  • Elon Musk said last week that vehicles with previous-gen tech can't support full autonomy.
  • Longtime Tesla owners told Business Insider they felt let down by the company's announcement.

For years, Tesla sold its EVs with the promise of an autonomous future. Now, some owners face being left behind.

On Tesla's earnings call last Wednesday, Elon Musk said that Tesla vehicles shipped before 2023 — which are equipped with a previous-gen Hardware 3 computer — would not be able to achieve fully unsupervised Full Self-Driving (FSD).

"I wish it were otherwise, but Hardware 3 simply does not have the capability to achieve unsupervised FSD," said Musk.

The billionaire said that Tesla would offer Hardware 3 owners the choice of a "discounted trade-in" or a physical replacement of their car's computer and cameras at "micro factories" in major cities.

The announcement is a major blow for longtime Tesla owners, who paid thousands of dollars and have been waiting for years under the impression that their vehicles have the tech necessary to achieve fully autonomous driving.

As far back as 2016, Tesla stated in marketing materials that all its vehicles had the necessary hardware for "full self-driving capability at a safety level substantially greater than that of a human driver."

Elon Musk holding a microphone in front of a Tesla.
Elon Musk is known for his ambitious predictions about self-driving cars, some of which haven't panned out.

Christian Marquardt/Getty Images

In a 2019 tweet, Musk said that all Tesla vehicles produced since 2016 had the right hardware for FSD or were "trivially upgradeable."

"It feels like a bait and switch at this point," Andrew Apperley, who bought a used 2018 Model 3 with FSD for $53,000 in 2023, told Business Insider.

"They kind of shot themselves in the foot by saying that this is going to come, and then it never does," Apperley said, adding that he felt like Hardware 3 customers would find it hard to trust Tesla and Musk's promises in the future after waiting in vain for unsupervised FSD.

Tesla did not respond to a request for comment from Business Insider.

Autonomy angst

Rick Flashman, who paid $10,000 for FSD when he bought his Model 3 in 2022, told Business Insider that, despite receiving increasingly generous trade-in offers from Tesla, he was not interested in swapping out his EV for a vehicle with up-to-date hardware.

"My car's in great shape. It's got 73,000 miles, it's driving perfectly, so I have no reason to upgrade it," Flashman said.

The Florida resident said that FSD was one of the main reasons he bought a Tesla, adding that he uses it for "over 90%" of his driving.

Hardware 3 vehicles in the US run a more limited version of FSD, with Tesla planning to release a "lite" variant of FSD version 14 for older vehicles in June.

Despite his car's limited capabilities, Flashman said he was well satisfied with the tech and is happy to wait for the overhaul Musk promised on Wednesday.

"It might take another year, but I'm one of the ones who's just waiting it out," he said.

"I wish it were sooner, obviously. But I don't feel like I was ripped off," Flashman added.

Rick Flashman
Rick Flashman with his Tesla Model 3.

Rick Flashman

Matt Simmons, a Tesla owner who bought his Model 3 Performance in 2019, told Business Insider he added FSD for an extra $6,000 because he was curious about the hype. Seven years later, he says he rarely uses the feature.

"It kind of sucks, if I'm being honest," said Simmons, who said he doesn't use FSD on highway trips because of issues with the software's speed control.

Simmons said that he was not surprised by Musk's comments, pointing to the Tesla CEO's track record of making ambitious predictions for self-driving cars have often failed to fully pan out.

"We realize we're being strung along at this point," Simmons said.

The Pittsburgh resident described his Tesla as "long paid for" and said he had no intention of trading it in for a more advanced model.

"That would mean I'd have to buy another Tesla," said Simmons, who said he was hoping that rival EV maker Rivian would offer a similar deal for disenfranchised FSD owners.

Backlash goes global

Some Hardware 3 owners are done waiting for the software they paid thousands of dollars for years ago.

Tesla is already facing several lawsuits in the US from owners who say they were misled by the company's FSD marketing, and the backlash is starting to go global.

Earlier this month, Tesla finally received the green light to launch FSD in the Netherlands, marking the tech's debut in Europe after a yearlong campaign to woo regulators.

However, the rollout in the Netherlands excluded Hardware 3 owners, prompting Mischa Sigtermans, an executive at Amsterdam-based Ryde Ventures, to start a website to gather European Tesla owners for potential legal action.

Mischa Sigtermans Tesla
Mischa Sigtermans with his Tesla Model 3.

Mischa Sigtermans

Nearly 4,000 verified Tesla owners have now signed up to Sigtermans' website.

The Model 3 owner, who paid 6,400 euros ($7,530) for FSD in 2019, told Business Insider that Musk's comments confirmed many owners' worst fears, and said that the proposed solution of a discounted trade-in would simply make owners "pay for the same broken promise twice."

"Musk said out loud what many of us have been saying for months, if not years," said Sigtermans. "The admission is there, the solution isn't."

Read the original article on Business Insider

Jain Global to return billions to investors in a surprise deal with Millennium

Composite image of Jain Global's Bobby Jain and Millennium's Izzy Englander

Patrick McMullan via Getty Images

  • Jain Global is pivoting to manage money exclusively for Millennium, its founder's former employer.
  • Jain Global will return about $6 billion to investors.
  • The deal gives Jain Global access to Millennium's resources to accelerate its growth.

In a surprise move, one of the largest hedge fund launches in recent memory is returning money to its investors and striking a deal to invest exclusively for industry titan Millennium Management.

Nearly two years after launching with $5.3 billion in commitments from high-profile investors, including the sovereign wealth funds Abu Dhabi Investment Authority and GIC, Bobby Jain's multistrategy firm, Jain Global, is making a major pivot. The firm will now only manage money for a single client — Jain's former employer, Millennium — according to an internal memo seen by Business Insider and sources with direct knowledge of the deal.

Jain Global, which has six offices and over 400 employees — half of whom are investment professionals — will retain its independence while gaining access to Millennium's platform and resources in a deal that's expected to close in the coming months, according to the memo.

"Under the proposed agreement, Millennium will have exclusive access to the full investment capacity of Jain Global's multi-strategy business," the memo from president and chief operating officer Ajay Nagpal reads. "Jain Global will remain an independent firm, retaining its own investment processes, operating model and talent base."

The deal, which was first reported by Bloomberg, is expected to close in the third quarter, one of the sources said. Representatives for Millennium and Jain declined to comment.

A buzzy hedge fund launch hit by big costs

Jain Global launched in 2024 with enormous ambitions, creating a multistrategy giant from scratch. It manages $6 billion across seven business lines and trades a sweeping array of strategies and asset classes. It has struggled to deliver returns for investors almost from the get-go, under the weight of hefty startup costs.

Jain Global has gained $1.3 billion in gross revenue since inception, according to an investor familiar with the figures. But investors, including bank wealth management platforms and university endowments like UTIMCO, have seen only a fraction of that amount.

Jain gained just 0.5% in six months of trading in 2024. In 2025, its first full year of trading, it produced a net return of 3.7%, trailing its peers as pass-through expenses ate into gross returns in the mid-teens, Business Insider first reported. Multistrat peers delivered double-digit gains each of the last two years on average, according to a benchmark from industry research firm PivotalPath.

Singapore's sovereign wealth fund GIC requested to redeem $250 million earlier this year.

Why its swapping investors for Millennium

Part of the deal rationale is accelerating Jain's growth while helping mitigate some of its costs, unlocking what both parties believe is a promising investment foundation. Jain plans to hire 15 additional portfolio managers by year's end, a person familiar with the matter said.

"The way we have structured our business, our processes, our risk — it all rhymes with Millennium's. That makes this as smooth a transition as possible," Jain, who was co-CIO of Millennium from 2016 to 2022, told staff on an internal call Monday, according to a person familiar with the matter.

"For Jain Global, this partnership unlocks the full platform advantages of Millennium, including our infrastructure, resources and stable longer-term capital structure," the Millennium memo says. "We collectively believe this partnership will materially accelerate Jain Global's growth while reinforcing the attributes which have contributed to its early success."

Millennium, one of the world's largest hedge funds at $84 billion in assets under management, has in recent becomes one of the most significant backers of external hedge fund talent, seeding experienced investors with capital, often through separately managed accounts.

A deal with the size and structure proposed with Jain is more rare, echoing its arrangement with WorldQuant, Igor Tulchinsky's systematic spin-out.

Jain was down 2.7% this year through March, but had clawed back in April to a 0.6% gain, Business Insider has learned. A Jain spokesman declined to comment on company performance.

Read the original article on Business Insider

[XAU/USD] A zona de 4.670 pode segurar a pressão de queda?

27 de Abril de 2026, 06:30

[XAU/USD] A zona de 4.670 pode segurar a pressão de queda?

Gold OANDA:XAUUSD

Visão do mercado:

O ouro (XAU/USD) está atualmente em um estado “duplo”. Por um lado, as tensões geopolíticas no Estreito de Ormuz e no Líbano aumentam a demanda por ativos de refúgio. Por outro lado, o mercado está extremamente cauteloso antes da reunião do FOMC amanhã. Estamos vendo apenas um pullback dentro de uma tendência de baixa ou o início de uma reversão?

1. Estrutura de mercado & narrativa (Perspectiva SMC)

Estrutura de mercado:
A tendência mudou de alta para baixa após a forte queda no dia 18. Um CHoCH (Change of Character) foi confirmado, e o preço agora se move dentro de uma estrutura de Lower High – Lower Low (LH–LL).

Narrativa Smart Money:
O movimento até ~4.880 parece um clássico liquidity grab, capturando liquidez para atrair compradores e prendê-los, seguido por uma fase de distribuição e depois markdown. A Fair Value Gap (FVG) entre 4.680–4.710 é agora uma zona crítica.

2. Níveis importantes (Zonas de interesse)

Supply / Resistência (zona de venda): 4.720 – 4.735
Possível Order Block (OB) com forte rejeição e alto volume.
Liquidez premium (alvo de alta): 4.780 – 4.790
Área onde provavelmente estão os stop-loss dos vendedores.
Demand / Suporte (zona decisiva): 4.670 – 4.680
Confluência de FVG e fundo anterior — zona chave para compradores.

3. Cenários de trading

Cenário principal (alta probabilidade):
O preço varre a liquidez em 4.680 → forma uma pequena reversão de estrutura → mira a liquidez em 4.780 – 4.790.

Cenário alternativo (continuação de queda):
Rompimento forte abaixo de 4.670 com deslocamento claro (velas grandes). Nesse caso, priorizar “Sell the rip” com alvo em 4.640 – 4.620.

⚠️ Nota:
Evite colocar ordens limit diretamente nas zonas. Aguarde confirmação no M15/M5 (liquidity sweep + CHoCH + entrada em FVG) para otimizar a relação risco/retorno (R:R ≥ 1:3).

Aviso:
Esta é uma análise pessoal, não uma recomendação de investimento. O mercado é volátil—gerencie seu risco com disciplina.

Você está pensando em comprar em 4.670 ou prefere esperar para vender em 4.780? Deixe sua opinião nos comentários 👇

#XAUUSD #Gold #SMC #TradingView #FOMC #MarketStructure #SmartMoneyConcepts

No maior empregador privado do país, o fim da escala 6×1 entrou no radar. E não é má notícia

27 de Abril de 2026, 06:00

O Grupo GPS cresceu oferecendo uma solução que se tornou cada vez mais atraente para grandes empresas brasileiras: assumir a gestão de atividades como limpeza, segurança e alimentação e, não menos importante, encargos trabalhistas e processos que a relação de emprego costuma deixar pelo caminho. Tornou-se assim o maior empregador privado do Brasil.

Com origem em Salvador, a empresa pouco conhecida do público mas com presença nacional por meio dos cerca de 5 mil clientes corporativos começou a ganhar corpo nas mãos de Carlos Nascimento Pedreira e José Caetano de Lacerda, ex-executivos da Odebrecht, e se especializou em atender e carregar nas contas o que outras preferem terceirizar.

A reforma trabalhista de 2017, que ampliou o escopo legal da terceirização no Brasil, deu combustível ao modelo. Hoje, o GPS conta com mais de 185 mil funcionários, faturamento líquido de R$ 17,3 bilhões e operações que vão das plataformas da Petrobras em alto-mar à limpeza e à segurança da B3, que opera a principal bolsa de valores do Brasil. É o maior grupo em terceirização do país.

Agora, uma nova mudança trabalhista entra no radar da companhia: o fim da escala 6×1, que permite uma jornada com seis dias seguidos de trabalho antes de uma folga.

A Câmara dos Deputados criou uma comissão especial para debater o mérito das propostas de lei que acabam com a escala, e o governo Lula enviou ao Congresso um projeto de lei com urgência constitucional para fixar a jornada em 40 horas semanais, em vez das 44 horas atuais.

A Confederação Nacional da Indústria estima que o teto pode elevar a folha das empresas brasileiras em 50%, de R$ 178,2 bilhões para R$ 267,2 bilhões por ano, com peso maior sobre setores intensivos de mão de obra e de margem de lucro estreita.

Os segmentos com maior dependência do regime 6×1 estão no varejo: supermercados, redes de farmácias e shoppings, que operam com turnos rotativos e horários estendidos.

Projeções de entidades de classe à parte, o maior empregador privado do país tem uma experiência de muitos anos de operações e de gestão financeira sobre como empresas de diferentes setores reagem ao aumento do custo do trabalho e do impacto de diferentes escalas.

E já dimensiona o potencial impacto. Segundo o vice-presidente de operações do GPS, Gustavo Otto, perto de 9 mil colaboradores — cerca de 5% do total — trabalham na escala 6×1, concentrados em limpeza de aeroportos e estações ferroviárias.

A receita direta do varejo, por sua vez, representa cerca de 6% do faturamento. São clientes que devem passar por uma revisão mais intensa de sua estrutura de pessoal com o fim da escala 6×1 — o que pode influenciar o volume e o formato dos serviços terceirizados que contratam.

Para analistas do BTG Pactual que acompanham o GPS, a mudança deve ser encarada menos como disrupção estrutural e mais como um evento extraordinário de renegociação, pois os contratos já contêm cláusulas que permitem repasse automático de custos em caso de mudança nas leis.

É o mesmo mecanismo que a empresa usa todo ano para repassar os reajustes das convenções coletivas, conta a diretora de Relações com Investidores do GPS, Marita Bernhoeft, em entrevista ao InvestNews. Quando a periculosidade foi incluída nos contratos de vigilância, por exemplo, o custo subiu cerca de 30%. E o GPS conseguiu repassar aos clientes.

O principal risco de curto prazo, segundo os analistas, não é compressão de margem, mas ajuste de escopo: ao receber uma fatura mais alta, clientes podem decidir reduzir a frequência do serviço ou o número de funcionários alocados.

Há um segundo risco menos discutido no mercado: a escassez de mão de obra.

Se clientes corporativos precisarem contratar mais trabalhadores para compensar a redução de jornada — mantendo o mesmo nível de serviço com equipes maiores —, o mercado pode enfrentar um aumento súbito de demanda por perfis operacionais em um curto intervalo de tempo.

Escassez de mão de obra já é um risco monitorado no setor, especialmente em funções de baixa qualificação. Uma redução estrutural na jornada por funcionário pode intensificar esse quadro, elevar os custos de contratação e dificultar a mobilização de novos contratos.

Marita Bernhoeft, diretora de relações com investidores do grupo GPS
Marita Bernhoeft, diretora de Relações com Investidores do grupo GPS (Foto: Divulgação)

Uma das respostas possíveis é automação. Diante de mão de obra mais cara e menos disponível, tanto clientes quanto prestadores tendem a acelerar investimentos em equipamentos mais eficientes, sistemas digitais de gestão de equipes e ferramentas de supervisão com suporte tecnológico.

Para operadores com escala e capacidade de investimento, como o GPS, isso representa uma vantagem relativa sobre concorrentes menores e menos capitalizados.

Ferramentas de IA têm sido usadas em treinamento e para avaliação de um quadro que cresceu em cinco anos de 50 mil para os citados mais de 185 mil funcionários.

Outro exemplo e caso de uso nessa frente é o uso de IA para fazer a gestão de riscos de passivo trabalhista.

A empresa recebe cerca de 1.200 novas ações trabalhistas por mês. E desenvolveu um sistema que cruza os dados de cada novo processo com o histórico do colaborador e aciona um modelo de linguagem que resume o caso, sugere defesa e analisa os pleitos à luz da convenção coletiva.

O foco é reduzir o estoque de ações em fase de execução — as mais caras têm ticket médio até dez vezes maior que acordos em estágios iniciais. Em 2025, o estoque caiu de 2.200 para 1.200 casos.

Compensação em produtividade

A administração do grupo também acredita que a mudança nas regras trabalhistas pode até surtir efeito positivo em termos de produtividade.

Em razão do desgaste físico causado, a escala 6×1 gera índices altos de absenteísmo (ausências, atrasos etc.) e de rotatividade, além de falhas no cumprimento de níveis de serviço, o que resulta em glosas – descontos aplicados pelo cliente quando as metas não são atingidas.

Essas observações foram feitas em recente teleconferência de resultados do grupo.

O racional nesse caso é que uma escala mais equilibrada tende a melhorar a qualidade da entrega — e, na margem, a rentabilidade desses contratos.

Dados do Caged (cadastro do governo sobre o emprego formal no país) compilados pela Fecomercio reforçam a tese sobre a rotatividade elevada de mão de obra no setor de serviços. Hoje, um funcionário fica 6,8 meses a menos no mesmo emprego do que há cinco anos.

Os analistas do BTG também enxergam a potencial mudança regulatória como um fator estrutural que pode estimular ainda mais a terceirização. Isso porque a maior complexidade trabalhista e os custos de conformidade com a lei mais altos tendem justamente a levar mais empresas a delegar a gestão de mão de obra — e os riscos envolvidos — para grupos especializados.

Consolidação como estratégia

O Grupo GPS surgiu em 1962, em Salvador, como Predial Higienização. Nos anos 1990, Carlos Nascimento Pedreira, um executivo da Odebrecht, assumiu a gestão e convidou o colega José Caetano de Lacerda como sócio. A dupla expandiu o negócio para segurança privada e outras capitais.

Hoje, a base de acionistas inclui Marcelo Hampshire, fundador da Ecopolo (uma das primeiras aquisições do grupo, em 2003); o CEO, Luis Martinez; e as gestoras Sharp, Squadra e Valora. No total, os acionistas mais relevantes detêm 52,36%. O restante está em negociação no mercado.

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O diferencial não é o serviço em si, que acaba sendo padronizado, mas o modelo de gestão, segundo investidores ouvidos pelo InvestNews.

O GPS opera o que chama de “empresariamento”: cada gerente de contrato tem autonomia e é responsabilizado pelo resultado de sua operação. “Ajuda no engajamento”, diz Bernhoeft.

A capacidade de replicar a gestão tornou possível ao GPS se tornar um “comprador em série”. Já são 56 aquisições, a maioria após o IPO na B3 em abril de 2021.

Apesar de tantas aquisições, o mercado de terceirização ainda é muito pulverizado no Brasil.

O GPS estima que sua fatia de mercado passou de 5%. Os cinco maiores players somam perto de 10%. Mais de 100 mil empresas dividem os 90% restantes — regionais, familiares, sem sistemas. É um cenário ideal para a tese de consolidação em um mercado que movimenta R$ 328 bilhões por ano.

As mudanças provocadas pelo fim da escala 6×1, caso ela seja de fato aprovada no Congresso, tendem a acelerar esse processo de consolidação, segundo especialistas no setor.

chart visualization

O maior negócio do GPS se deu em 2024: a aquisição da GRSA, com R$ 3,3 bilhões em receita bruta e 24 mil funcionários. O negócio demandou o ano de 2025 para integração e readequação das métricas de endividamento. Agora, com isso endereçado, o GPS decidiu retomar as compras.

A meta para 2026 é adquirir empresas que tragam de R$ 1,5 bilhão a R$ 2,5 bilhões em receita bruta — distribuída em várias de pequeno e médio porte. Há dez alvos em fase final de negociação, com receita combinada de R$ 2 bilhões, concentrados em limpeza e segurança.

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Some startups are tokenmaxxing. Others tell us it's a 'stupid' trend that will die out.

Hassan Ismail, Brennan Lupyrypa, and Kavitta Ghai are pictured.
Startups take different strategies with token spending, from hard budgets to minimum quotas.

Hassan Ismail; Brennan Lupyrypa; Kavitta Ghai

  • Tokenmaxxing is all the rage in Big Tech. For startups, the trend is opening up debate.
  • Some founders told Business Insider that they spent big on tokens; others used capped subscription plans.
  • One founder called tokenmaxxing "extremely stupid." Another said: "You've got to spend money to make money."

Kavitta Ghai wants her startup's engineers to spend more tokens.

The 29-year-old cofounder of Nectir started setting minimum quotas for Claude Code use. First it was at least $100 in tokens a week, then $200. Now, the expectation is that her engineers each spend a couple thousand in AI tokens a month.

The strategy has been successful, Ghai said. Some of Nectir's senior engineers were previously skeptical of AI coding tools; now, they call it their "army of coders," she said.

But she doesn't think Nectir is "tokenmaxxing," the buzzword du jour for techies racing to spend as much as they can. "We don't really play into the Silicon Valley trends," Ghai said. "We live in our own world, and we're competing against ourselves."

Across Big Tech, engineers are racing to spend as many tokens as possible. A token is a measure of AI compute. The more tokens burned, the more the engineer employs AI tools. Employees at Meta reportedly competed on a token leaderboard before it was taken down.

What of the little guy? Startups are an edge case: relatively tiny teams that want to be on the cutting edge of tech but might not have the same money to spend. Some startup leaders told Business Insider that big token bills helped them succeed. Others scoffed at the idea, preferring to stick to the lower-cost subscriptions.

The startups spending big on tokens

Aron Solberg doesn't want the competition of a token leaderboard — but he does want the mindset behind it.

The 44-year-old cofounder of Risotto sees token spending as a "force multiplier" for a small team. The company uses OpenAI and Anthropic's models, and said it spends $4,000-5,000 per month on tokens. Six months ago, Risotto says he spent one-tenth of that sum.

"It's trending up a lot," Solberg said.

"There's an old adage that rings true," he said, whether it was for hiring new employees or spending liberally on tokens: "You've got to spend money to make money."

Risotto cofounder Aron Solberg is pictured.
Aron Solberg called AI coding a "force multiplier."

Risotto

Quang Hoang is similarly spending big. He wrote in an email that his startup, Vybe, has an "unlimited credit policy" and was thinking about minimum quotas.

Investors are also incentivizing spending — and might foot the bill.

Hoang tells founders he invests in to allocate "at least their salary amount to tokens." (Nvidia CEO Jensen Huang made headlines last month for saying he would be "deeply alarmed" if one of his $500,000 engineers did not consume at least $250,000 of tokens.)

Accelerators like Y Combinator offer free token credits to their participants. "At YC, we let our engineers let it rip," CEO Garry Tan wrote on X. Those credits help some founders to spend big. These founders aren't tokenmaxxers, but do believe that there are productivity benefits.

Traverse cofounder Lance Yan believed in Tan's message: "We usually just let it rip." The 19-year-old said he uses the best models with the maximum effort, not worrying about the costs. Between his Claude Max subscription and the credits that offered by YC, he can spend big without hitting a limit.

He's not a fan of rationing tokens. "That's stupid," he said. "You're just harming your own startup."

26-year-old Boris Skurikhin said that the YC credits helped his startup Docket get off the ground. He's mostly run through them now, except for the models he uses less frequently.

Skurikhin said he noticed a 10x increase in productivity in his own work when he used the tools. "It is expensive to build with tokens," he said, but "not as expensive as having another engineer."

Many of these startups are in the AI game, after all. Nectir's Ghai said that token spending instilled "AI literacy" — something that's especially important, given their product.

"The team itself needs to be the best versed at it first, before we try to go sell it to anyone else," she said.

Docket cofounder Boris Skurikhin is pictured.
Boris Skurikhin credited Y Combinator's free tokens for his productivity gains.

Boris Skurikhin

The startups saying no to tokenmaxxing

Rishabh Sambare wishes he could spend more on tokens.

The 23-year-old cofounder of Gale prefers to build with Zed, an AI IDE similar to Cursor, but can't stomach the company's usage-based pricing. The subscription deals from OpenAI and Anthropic are so deeply subsidized that he uses them instead.

"It sucks, because I hate their products," he said, calling Zed "more polished and less buggy between releases."

Sambare is Gale's only engineer, though the company often has 2-3 interns. He hasn't hit a rate limit, but one of his interns has. They got him a second subscription, he said; it was still far cheaper.

These subscriptions — sending $100 to $200 to Anthropic for its "Max" tiers or $100 to OpenAI for its "Pro" plan in exchange for a stable of discounted tokens — were popular among the founders I spoke to. Hassan Ismail, the 24-year-old founder of Argos Research, said the Claude Max subscription was a "no-brainer," and that all five team members have a $200 a month subscription.

Others were more philosophically opposed to the trend. Weave's Brennan Lupyrypa didn't mince his words: "It's extremely stupid for any company to be tokenmaxxing."

Weave is still spending big on tokens because it doesn't want to "kneecap" its engineers, its 25-year-old founding engineer said. The company set up a notification for when an engineer hit $500 in token spending a month; Lupyrypa said most hit it within two weeks.

But Weave doesn't incentivize the spending itself, which Lupyrypa said was the wrong proxy. He predicted the downfall of tokenmaxxing within the next three months. "CFOs won't be happy," he said.

Still, some tokenmaxxers hold strong. I asked Risotto's Solberg about these token-hesitant founders. He said that they likely hadn't found their product-market fit yet.

"It makes complete sense to spend a lot of money on tokens, because you know that the growth is coming soon after," Solberg said. "If you're a venture-backed business, that's what you signed up for."

Read the original article on Business Insider

XAUUSD | Distribuição e Setup de Venda em 4,791

26 de Abril de 2026, 05:53

XAUUSD | Distribuição e Setup de Venda em 4,791

Gold OANDA:XAUUSD

1. Perspectiva Macroeconômica

O mercado de ouro está atualmente preso entre duas forças opostas:

Lado Altista (impulsionado por notícias):
O otimismo em relação a uma possível paz no Oriente Médio (por meio de esforços diplomáticos no Paquistão) levou a uma queda de 3,50% no petróleo WTI. Isso reduz as preocupações com a inflação e apoia uma recuperação moderada do ouro no curto prazo.

Lado Baixista (dados reais):
O índice de confiança do consumidor da Universidade de Michigan caiu para o nível mais baixo desde 1978 (49,8), enquanto as expectativas de inflação de longo prazo continuam subindo. Isso indica um enfraquecimento da economia dos EUA e pode forçar o Fed a manter as taxas de juros elevadas até 2026.

👉 Conclusão Macro:
O atual movimento de alta no ouro parece ser uma reação de curto prazo a notícias geopolíticas. Se as negociações não resultarem em avanços concretos (como já ocorreu anteriormente), isso pode se tornar o “isco” perfeito, atraindo compradores enquanto o Smart Money distribui posições em níveis mais altos.

2. Confluência Técnica (Abordagem SMC)

Combinamos a incerteza macro com a estrutura de mercado no H3 para identificar uma possível zona de reversão:

Zona 4,791 – Onde “notícias encontram liquidez”
Nesse nível, traders de varejo, influenciados por notícias positivas, podem interpretar o movimento como continuação de um breakout.

Lógica SMC:

Distribuição:
Uma sequência de topos descendentes indica que os vendedores estão gradualmente assumindo o controle.
Inducement (indução):
A consolidação em torno de 4,726 cria expectativas altistas. O Smart Money pode empurrar o preço até 4,791 para:
Capturar liquidez do lado comprador (ativar stop loss de vendedores)
Executar grandes ordens de venda
Fase de Markdown (objetivo):
Após a coleta de liquidez, o mercado provavelmente entrará em uma forte tendência de queda em direção a 4,600 – 4,590

3. Plano de Trading

Disciplina é fundamental.

Zona de Interesse (POI): 4,791 (zona premium ideal)
Condições de Entrada:
O preço atinge 4,791 e realiza um liquidity sweep
Aguardar confirmação em timeframes menores (M5/M15):
CHoCH baixista (Change of Character)
Ou forte deslocamento bearish
Entrada:
Apenas após confirmação
Stop Loss (SL):
Acima do topo do sweep (~4,810 – 4,820)
Take Profit (TP):
TP1: 4,633
TP2: 4,598

4. Resumo de Confluência

Fator Macro: Expectativas de paz criam uma armadilha “Buy the News”
Estrutura H3: Topos descendentes → viés baixista
Rendimento US10Y: Leve queda enfraquece o USD temporariamente → empurra o ouro para uma zona ideal de venda
Estratégia: Vender na rejeição de preço em 4,791
⚠️ Aviso de Risco

Se o preço romper e fechar fortemente acima de 4,820 sem sinais de rejeição, este cenário baixista será invalidado.

Nesse caso, o mercado confirma um breakout real, e o viés deve mudar para altista.

Qual é a sua opinião?
Os dados do PIB e a decisão de juros do Fed na próxima semana serão o catalisador para um sweep de liquidez antes de uma queda?

Compartilhe sua visão — vamos analisar juntos.

#XAUUSD #Ouro #SMC #ICT #Forex #TradingView #AnaliseTecnica #SmartMoney

The 5 best Nicholas Sparks books — and 5 you can skip

25 de Abril de 2026, 10:37
Nicholas Sparks
Nicholas Sparks has written 24 novels.

Rosdiana Ciaravolo/Getty Images

  • Nicholas Sparks is, without a doubt, the king of romance novels.
  • Sparks has released 24 books, and 11 have been adapted into movies.
  • "The Notebook," "Dear John," and "A Walk To Remember" are among his best.

Any romance reader knows Nicholas Sparks isn't just an author — he's practically a genre of his own: the kind that promises sweeping love stories, emotional gut-punches, and at least one moment that will have you staring at the page in disbelief.

The American writer has spent decades dominating bestseller lists with stories that blend heartfelt devotion with inevitable heartbreak.

From "The Notebook" to "A Walk to Remember," his books have become cultural staples, many of which have made the jump from page to screen with massive success.

But are they all unforgettable masterpieces? Not exactly.

Here are five of the best Nicholas Sparks novels and five you can skip. First: his must-read books.

5. 'The Longest Ride'
"The Longest Ride" book cover by Nicholas Sparks.
"The Longest Ride."

Grand Central Publishing

A Nicholas Sparks must-read is "The Longest Ride," which follows two interconnected love stories: Ira Levinson, an elderly man reflecting on his lifelong love for his late wife, Ruth, and Sophia Danko, a college student who falls for Luke Collins, a professional bull rider. As Sophia and Luke navigate their own relationship and the obstacles in their path, Ira's memories unfold alongside theirs, revealing parallels between the two couples.

The New York Times bestseller, released in 2013, deftly weaves these two love stories together, creating a feeling that is deeply personal. The contrast between Ira and Ruth's enduring, decadeslong relationship and Sophia and Luke's more immediate, uncertain romance adds emotional depth and complexity.

The book shows how love can evolve over time through loss and amid difficult choices. There's also something moving about how art, memory, and sacrifice tie everything together, giving the novel a more reflective, lasting impact.

If you love the book as I do, the movie — released in 2015 and starring Clint Eastwood and Britt Robertson — is equally good.

"The Longest Ride" had a modest box-office performance, grossing about $63 million worldwide against a $34 million budget, making it a mild financial success but not a major hit, according to Box Office Mojo.

Plus, who doesn't want to stare at Scott Eastwood in a cowboy hat?

4. 'The Last Song'
Liam Hemsworth and Miley Cyrus on the book cover for "The Last Song."
"The Last Song."

Grand Central Publishing

"The Last Song" is another Nicholas Sparks classic that balances romance with a deeper, more emotional story about family, forgiveness, and growing up.

The New York Times bestseller, released in 2009, follows Ronnie Miller, a rebellious teenager sent to spend the summer with her estranged father in a small beach town. Initially resistant, Ronnie slowly begins to reconnect with him through their shared love of music while also forming a relationship with a local boy, Will. As the summer unfolds, secrets are revealed, and relationships deepen, leading Ronnie to confront difficult truths about love, family, and loss.

Ronnie's journey feels especially real — she's not instantly likable, but watching her slowly open up, reconnect with her father, and find love makes the story more meaningful. It's not just about the relationship; it's about healing and second chances, giving it a different kind of emotional weight than a typical romance. The mix of love, music, and loss made it a story that really stayed with me.

The movie, released in 2010, stands out because it brings the story's emotion to life, with Miley Cyrus and Liam Hemsworth. Their on-screen chemistry feels genuine, especially given their real-life relationship that followed (but eventually ended).

"The Last Song" was a box-office success, earning about $89 million worldwide against a $20 million budget, driven largely by strong domestic performance, per Box Office Mojo data.

3. 'Dear John'
"Dear John" book cover by Nicholas Sparks
"Dear John."

Grand Central Publishing

"Dear John" is another of my favorites by Sparks because it captures that specific kind of love that feels intense, real, and a little bit out of reach. The New York Times bestseller was released in 2006.

The story follows John Tyree, a soldier on leave, who falls in love with Savannah Curtis, a college student, during a brief summer together. As John returns to the Army, the two maintain their relationship through letters, navigating the challenges of distance and changing life circumstances.

Over time, their love is tested by duty, personal growth, and unexpected choices, turning their story into a bittersweet exploration of what it means to love someone even when life pulls you in different directions.

This feels like a realistic story: John and Savannah's relationship is affected by distance, timing, and real-life responsibilities.

There's something especially emotional about the way their connection unfolds through letters, giving their love story a sense of intimacy and longing. It's not a perfect or easy romance, and that's part of why it resonates — it shows how love can be powerful even when it doesn't work out the way you hope.

The "Dear John" movie keeps the book's emotional heart, while making the romance feel more like Channing Tatum and Amanda Seyfried brought the characters to life. Seeing their story play out in the 2010 film adds another layer to the longing and heartbreak, making the film hit just as hard as the novel.

The "Dear John" movie earned about $115 million worldwide against a $25 million budget, per Box Office Mojo, driven by a strong opening weekend despite mixed reviews.

2. 'A Walk To Remember'
"A Walk to Remember" by Nicholas Sparks.
"A Walk to Remember."

Grand Central Publishing

"A Walk to Remember" is another Sparks staple, released in 1999. It tells a simple, heartfelt story that somehow hits incredibly hard.

The New York Times bestseller follows Landon Carter, a popular but aimless high school senior, whose life takes an unexpected turn when he's forced to participate in a school play and ends up spending time with Jamie Sullivan, the quiet, deeply religious daughter of the town's minister.

As their relationship grows, Landon begins to see the world and himself differently through Jamie's kindness, faith, and unwavering sense of purpose.

What starts as an unlikely connection develops into a profound love story, ultimately revealing deeper truths about compassion, sacrifice, and the lasting impact one person can have on another.

It doesn't rely on grand twists — it's the emotional buildup and inevitability of the ending that really stayed with me. It's one of those books that feels tender and honest, and it lingers long after you finish.

Not only is the book one to remember, but so is the film, which was released in 2002.

Mandy Moore and Shane West bring Jamie and Landon to life in a way that highlights their growth and chemistry, making their relationship feel authentic. These roles couldn't have been cast better.

According to Box Office Mojo, "A Walk to Remember" earned about $47.5 million worldwide against a $11.8 million budget.

If you haven't read the book or seen the movie, I'd highly recommend it. Don't forget the tissues.

1. 'The Notebook'
Book cover of Nicholas Sparks' "The Notebook."
"The Notebook."

Grand Central Publishing

"The Notebook" is, hands down, my favorite Nicholas Sparks book. Who doesn't love Noah and Allie's love story?

"The Notebook" was released in 1996. The two young lovers from very different backgrounds fall deeply in love one summer in North Carolina. When life pulls them apart, years pass, and they build separate lives, but their connection never fully fades.

The New York Times bestseller is framed by an older Noah reading their story to Allie in a nursing home, a level of devotion hard to top, turning the novel into something not just about falling in love, but about choosing it again and again.

The love between Noah and Allie feels both idealized and grounded, spanning years, obstacles, and, ultimately, memory loss, making it more powerful than a typical love story. I really admired Noah's strength and patience.

The movie adaptation of "The Notebook" is one of those rare cases where the film is just as good as the book.

It captures the same sweeping romance and emotional depth, while adding a layer of intensity through Ryan Gosling and Rachel McAdams' unforgettable chemistry.

Iconic moments like the rain-soaked reunion bring the story to life in a way that feels just as powerful as it does on the page.

The movie, which earned about $118 million worldwide against a $29 million budget, doesn't just complement the novel — it stands right alongside it.

Here's the first book you can skip: 'Nights in Rodanthe.'
"Nights in Rodanthe" book cover by Nicolas Sparks.
"Nights in Rodanthe."

Grand Central Publishing

In my opinion, "Nights in Rodanthe" is worth skipping because it feels less emotionally developed than Sparks's stronger novels.

I know some Sparks fans love this one, but "Nights in Rodanthe" didn't fully hold my attention. The New York Times bestseller felt a bit thin, with a romance that unfolds too quickly to feel deeply immersive or memorable.

The book "Nights in Rodanthe " was published in 2002, and a film adaptation was released in 2008, starring Richard Gere and Diane Lane.

Adrienne and Paul's relationship never quite reaches the emotional depth of Sparks' more layered love stories, which made it harder for me to fully invest in their connection. While the novel includes his signature themes of longing and heartbreak, I think it ultimately lacks the lasting impact that defines his best work.

'Dreamland'
"Dreamland" book cover by Nicholas Sparks.
"Dreamland."

Random House

"Dreamland," one of Sparks' more recent novels and a New York Times bestseller released in 2022, follows two intertwining storylines — a man navigating a complicated relationship and a single father trying to protect his young son — as it explores themes of love, risk, and second chances.

To me, "Dreamland" felt more scattered than cohesive, juggling multiple storylines without fully developing any of them. While it touches on heavier themes, the emotional payoff didn't land as well for me as in Sparks' best novels, which made it hard for me to stay invested.

Compared to his more focused, deeply romantic stories, this one feels less memorable and a bit uneven overall.

'The Wish'
"The Wish" book cover by Nicholas Sparks.
"The Wish."

Grand Central Publishing

"The Wish," which came out in 2021, follows Maggie Dawes, a successful photographer, as she reflects on a life-changing teenage romance and the choices that shaped her future, moving between her past and present to explore love, loss, and second chances.

Yes, the New York Times bestseller has the elements of romance and reflection you'd expect, but the story can feel predictable, and the emotional moments didn't hit me as hard as in his stronger novels.

In my opinion, compared to his best work, it lacks that lasting impact that really stays with you.

'Counting Miracles'
"Counting Miracles" book cover by Nicholas Sparks.
"Counting Miracles."

Random House

The next Nicholas Sparks book I'd skip is one of his newer books that came out in 2024, "Counting Miracles."

The New York Times bestseller follows a group of characters whose lives intersect as they grapple with love, loss, and the idea of fate, ultimately exploring how small, unexpected moments can shape a life.

I felt like "Counting Miracles" tried a little too hard to be emotional, without the depth that makes Sparks' best books stand out. Rather than being moving and uplifting, the story and characters felt pretty predictable, which made it harder for me to stay interested or really connect with it.

It just wasn't my favorite, to be honest.

'The Return'
"The Return" book cover by Nicholas Sparks.
"The Return."

Grand Central Publishing

My final skip goes to "The Return," released in 2020. The book follows Trevor Benson, a wounded Army doctor who returns home to North Carolina after his grandfather's death.

While adjusting to a quieter life, he becomes involved with a local sheriff's deputy, Natalie, and forms an unexpected bond with a young girl named Callie, who may hold answers about his grandfather's past. As Trevor navigates love and unanswered questions, the story explores themes of healing, trust, and second chances.

The New York Times bestseller feels less emotionally gripping and more predictable than Nicholas Sparks' strongest novels. While it has all the familiar elements — romance, mystery, and personal growth — it doesn't quite come together in a way that feels fresh or especially memorable, which made it hard for me to stay fully invested.

Ultimately, this story didn't give me the chills like "The Notebook" or "A Walk To Remember" did.

Read the original article on Business Insider

What we know about the secret White House bunker — and the 'massive' military complex beneath Trump's new ballroom

24 de Abril de 2026, 12:52
The Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.
Inside the Presidential Emergency Operations Center.

The White House/Getty Images

  • The Presidential Emergency Operations Center was first built for FDR during World War II in 1942.
  • The PEOC served as a command center in the aftermath of September 11.
  • Trump confirmed the construction of a new military complex beneath the planned White House ballroom.

When people see the White House for the first time in person, they often remark that it looks small from the outside.

Matt Costello, chief education officer and director of the David M. Rubenstein National Center for White House History, told Business Insider that appearances can be deceiving.

"There's a lot more to the White House than meets the eye," he said. "It has six floors, about 55,000 square feet. There are two sub-basements underneath the house that were part of the Truman renovation. And then, of course, you've got the Presidential Emergency Operations Center. So there's a bigger apparatus, so to speak, for the president and their safety and security than you might expect when you first see it."

The existence of a secure facility beneath the White House, known as the Presidential Emergency Operations Center, the PEOC, or simply the "White House bunker," is something of an open secret, inspiring portrayals in film and TV such as "White House Down" and "24." However, details about its protective and operational capabilities remain classified.

The PEOC has undergone various expansions and transformations through different White House renovations, including the ongoing construction of President Donald Trump's new ballroom where the East Wing once stood.

"I would imagine, like many White House spaces, it's evolved and changed, and it's been updated to have the most advanced telecommunication systems, secure lines, everything that a president or vice president or first family or Cabinet members might need in the event of some kind of national catastrophe or emergency," Costello said. "It is considered the safest place to go on the White House grounds."

Here's what we do know about the PEOC.

The first iteration of the Presidential Emergency Operations Center was built in 1942 to protect President Franklin D. Roosevelt during World War II.
FDR during World War II.
From the Oval Office of the White House, US President Franklin D. Roosevelt speaks to the world on February 23, 1942, over one of the most elaborate radio hookups ever prepared for a "fireside chat." In the speech, he warns that the United States, scorning a "turtle policy" of "not sticking our necks out, will carry the war to the enemy." Here, the President is shown as he points to a map to emphasize a point.

Bettmann Archive/Getty Images

After the attack on Pearl Harbor in 1941, a temporary bomb shelter was built in the Treasury Department in 1941.

When Roosevelt expanded the East Wing and added a second story in 1942, a new presidential bomb shelter was built beneath it. It featured a bedroom and bathroom, as well as ventilation masks, food, and communications equipment, all fortified behind concrete walls.

"The best time to construct something underground is when you're building something above ground, especially when it comes to the White House," Costello said.

During these White House renovations, Roosevelt also converted a cloakroom in the East Wing into a movie theater.

The bunker was expanded as part of President Harry Truman's extensive White House renovations from 1948 to 1952.
The White House during the Truman renovation.
Several men pose amid partially demolished walls, rubble and steel girders in the lower corridor of the White House, photographed during President Truman's White House Reconstruction, Washington, District of Columbia, February 14, 1950.

Smith Collection/Gado/Getty Images

The four-year, $5.7 million renovation was required to reinforce the entire White House structure, which had begun to sag into the ground. The Trumans temporarily moved to Blair House as workers hollowed out the White House.

"When they do the Truman renovation, where they essentially gut the inside of the house and then rebuild it from the inside out with concrete and steel, they really are fortifying the White House to serve as a bomb shelter," Costello said.

As the world entered the age of nuclear weapons, the PEOC was also expanded and updated during this renovation.

"As there are these wider changes around the world, they impact how presidential security is revisited, reassessed, and then adapted as needed," Costello said.

The PEOC largely remained a theoretical precaution until the terrorist attacks of September 11, 2001.
Vice President Dick Cheney and senior staff responded to the September 11 terrorist attacks in the Presidential Emergency Operations Center.
Vice President Dick Cheney and senior staff responded to the September 11 terrorist attacks in the Presidential Emergency Operations Center.

National Archives

When the first plane hit, Cheney turned on the news in his office at the White House. After the second plane hit, his lead Secret Service agent burst in to escort him to the PEOC, Cheney said in an interview with the American Enterprise Institute in 2011.

Cheney said the Secret Service agent "put one hand on the back of my belt, one hand on my shoulder," and "literally propelled me out of my office."

Cheney was joined in the PEOC by staff members, including National Security Advisor Condoleezza Rice, Transportation Secretary Norman Mineta, and Presidential Counselor Karen Hughes. He advised President George W. Bush, who was in Florida at the time, not to return to Washington, DC, marking the first time in US history that the continuity of government operations plan was implemented.

The PEOC served as a command center in the aftermath of the attacks.
Vice President Dick Cheney with senior staff in the Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.
Vice President Dick Cheney with senior staff in the Presidential Emergency Operations Center on September 11, 2001.

National Archives

Rare photos of the PEOC on September 11 were released by the National Archives in 2014 as part of a Freedom of Information Act request, offering a glimpse inside the top-secret space.

"As far as I'm aware of, I think those are the only publicly released ones, and they were publicly released because they were forced to be released," Costello said of the images.

The photos showed a conference room with phones, video call capabilities, television screens playing news reports, world clocks, and a map of the United States.

Former first lady Laura Bush wrote about her time in the PEOC on September 11 in her White House memoir, "Spoken from the Heart."
George W. Bush and Laura Bush in the White House bunker.
President George W. Bush and Mrs. Laura Bush talk with Vice President Dick Cheney and National Security Adviser Condoleezza Rice Tuesday, September 11, 2001, in the President's Emergency Operations Center. Photo by Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

"I was hustled inside and downstairs through a pair of big steel doors that closed behind me with a loud hiss, forming an airtight seal," she wrote in "Spoken from the Heart" of her experience on September 11.

"I was now in one of the unfinished subterranean hallways underneath the White House, heading for the PEOC, the Presidential Emergency Operations Center, built for President Franklin Roosevelt during World War II. We walked along old tile floors with pipes hanging from the ceiling and all kinds of mechanical equipment."

Upon returning to Washington, DC, on September 11, President George W. Bush was brought to the PEOC.
President George W. Bush in the White House bunker.
After addressing the nation Tuesday, Sept. 11, 2001, President George W. Bush meets with his National Security Council in the Presidential Emergency Operations Center of the White House. Photo by

Eric Draper, Courtesy of the George W. Bush Presidential Library/Getty Images

Laura Bush wrote in her memoir that George W. Bush arrived at the PEOC at 7:10 p.m. on September 11.

When the Secret Service suggested that she and her husband spend the night in the secure bunker, Laura Bush wrote that they declined because the foldout bed "looked like it had been installed when FDR was president."

In 2020, President Donald Trump was reportedly rushed to the bunker as demonstrators protested the killing of George Floyd outside the White House.
Police outside the White House.
Police officers hold a perimeter near the White House as demonstrators gather to protest the killing of George Floyd on June 1, 2020 in Washington, DC. - Police fired tear gas outside the White House late Sunday as anti-racism protestors again took to the streets to voice fury at police brutality, and major US cities were put under curfew to suppress rioting.With the Trump administration branding instigators of six nights of rioting as domestic terrorists, there were more confrontations between protestors and police and fresh outbreaks of looting. Local US leaders appealed to citizens to give constructive outlet to their rage over the death of an unarmed black man in Minneapolis, while night-time curfews were imposed in cities including Washington, Los Angeles and Houston. (Photo by Olivier DOULIERY / AFP) (Photo by OLIVIER DOULIERY/AFP via Getty Images)

OLIVIER DOULIERY/AFP via Getty Images

It was widely reported that Trump was taken to the PEOC as a precaution when protesters breached temporary fences outside the White House. Trump told Fox News Radio that he had visited the bunker to inspect it, not to take shelter there.

"I was there for a tiny, short little period of time," Trump said. "They said it would be a good time to go down and take a look because maybe sometime you're going to need it."

When Trump returned to the White House in 2025, he demolished the East Wing and began building a new ballroom, leaving the future of the PEOC below uncertain.
Donald Trump holds a rendering of the new White House ballroom.
WASHINGTON, DC - OCTOBER 22, 2025: U.S. President Donald Trump speaks holding a photos of the new ballroom during a meeting with NATO Secretary General Mark Rutte in the Oval Office of the White House in Washington, DC on October 22, 2025.

Salwan Georges/The Washington Post via Getty Images

The White House announced that the new ballroom would measure 90,000 square feet, seat around 1,000 people, and serve as a "much-needed and exquisite addition." Trump and other "patriot donors" will fund the $400 million project, the White House said.

Trump confirmed that a "massive" new military complex was under construction beneath the ballroom after the National Trust for Historic Preservation filed a lawsuit to halt the project.
White House ballroom renovations.
WASHINGTON, DC - APRIL 17: Construction cranes are seen, from the Washington Monument, on the site of the former East Wing of the White House on April 17, 2026 in Washington, DC. A federal judge released a revised order on Thursday blocking the Trump administration from above-ground construction work on the proposed White House ballroom. The ruling does make an allowance for above-ground construction in order to cover and protect national security facilities. (Photo by Anna Moneymaker/Getty Images)

Anna Moneymaker/Getty Images

The National Trust for Historic Preservation's lawsuit alleged that Trump had no legal authority to demolish the East Wing and replace it with a ballroom.

In March, a federal judge's ruling halted above-ground construction until Congress approves the project, but allowed work related to "the safety and security of the White House" to continue.

Trump then confirmed what the lawsuit had alluded to: a new and improved PEOC was in the works.

"The military is building a big complex under the ballroom, which has come out recently because of a stupid lawsuit that was filed," he told reporters on board Air Force One on March 29.

He added that the ballroom would essentially function as a "shed" for the secure facility below.

"We have bio defense all over," he told reporters on March 31. "We have secure telecommunications and communications all over. We have bomb shelters that we're building. We have a hospital and very major medical facilities that we're building. We have all of these things, so that's called: I'm allowed to continue building as necessary."

A federal appeals court allowed construction to continue temporarily while it reviews the case more closely, with a formal hearing scheduled for June 5.

Read the original article on Business Insider

Inside Miami's billionaire rush: Every major company and CEO that has recently relocated — and who might be next

Split image of Howard Schultz, Jeff Bezos, and Mark Zuckerberg
Starbucks' former CEO Howard Schultz, and Jeff Bezos have recently relocated to Miami, while figures like Mark Zuckerberg have recently purchased property in the city.

Pier Marco Tacca/Getty Images/Alexander Tamargo/Getty Images for America Business Forum/Jeff Bottari/Zuffa LLC

  • Tax proposals in California and New York are pushing billionaires to Florida.
  • Aside from the tax benefits, lifestyle perks are also fueling the trend.
  • Mark Zuckerberg, Larry Page, and Sergey Brin have all recently purchased homes in the city.

Move aside, Wall Street and Silicon Valley: Miami is vying to be the new epicenter of US business, tech, and wealth.

The city has long been seen as a gateway to Latin America and the Caribbean, but recent developments in its business landscape are helping turn it into a larger American business hub.

Finance firms, tech companies, and consumer brands have expanded their presence in the city, from opening new offices to relocating headquarters.

And their executives have joined the wave.

Ken Griffin recorded Miami-Dade County's first-ever nine-figure home sale after Citadel announced its relocation in 2022; Jeff Bezos spent $147 million on two Indian Creek homes after leaving Seattle for Miami; and Palantir CEO Alex Karp quietly bought a $46 million mansion on the Venetian Islands ahead of the company's headquarters shift to Aventura.

This comes as states like New York and California are considering or proposing policies aimed at increasing the taxation of the ultrawealthy. This includes California's proposed Billionaire Tax Act, which would impose a one-time 5% tax on the net worth of California residents and certain trusts worth at least $1 billion, and New York's pied-à-terre tax bill, which would impose an added tax on certain non-primary New York City homes, including second homes owned by people whose primary residence is elsewhere.

But beyond the tax benefits, the ultrawealthy are flocking to Miami for the lifestyle.

"You can't beat the lifestyle," Manny Varas, a luxury homebuilder who works with billionaire clients in South Florida, told Business Insider.

Varas, who has built and renovated homes for the likes of Jennifer Lopez, Lil Wayne, and the Bezos family, said that the city's "pro-work and creative environment," as well as its culinary, hospitality, arts, and events scene, are among the biggest drivers of billionaires' decisions to move to Miami over other tax-friendly states.

Some of these leaders have officially announced they or their companies will be moving to the Sunshine State, while others have quietly snapped up property in the city in recent months, signaling a potential expansion of their presence there. While some have cited business interests, others have publicly shared factors such as family proximity and Miami's culture.

Here are some of the most notable people and companies that have recently relocated or bought up property in Miami.

Ken Griffin
Ken Griffin, chief executive officer and founder of Citadel Advisors LLC, during the America Business Forum in Miami, Florida, US, on Wednesday, Nov. 5, 2025.

Bloomberg/Getty Images

Leading Miami's billionaire migration is Ken Griffin. In June 2022, Citadel and Citadel Securities announced they would move their global headquarters from Chicago to Miami.

In April 2022, an entity tied to Citadel paid a then-record $363 million for a waterfront Brickell office development site.

Citadel now lists Miami as its global headquarters, and its new Brickell location is expected to have 1.2 million square feet of office space, according to its plans.

Meanwhile, Griffin purchased the $107 million, 4-acre Adrienne Arsht Estate in Coconut Grove in 2022, setting a Miami-Dade record at the time and becoming the first nine-figure home sale in the county's history.

While Citadel's permanent Brickell tower is still in development, Griffin has been one of the biggest figures betting on Miami as the next center of US commerce.

The company told Business Insider that the city was home to about 400 Citadel-affiliated employees, including some senior executives.

Jeff Bezos
Blue Origin CEO Jeff Bezos speaks onstage ahead of US Defense Secretary Pete Hegseth at Blue Origin in Cape Canaveral, Florida, on February 2, 2026.

Miguel J. Rodriguez Carrillo / AFP via Getty Images

In 2023, the Amazon founder announced via an Instagram post that he was leaving Seattle for Miami

That fall, Bezos bought neighboring mansions in Miami's Indian Creek Island for $79 million and $68 million, in what was one of the highest-profile moves in Miami's billionaire era.

Bezos cited Blue Origin's operations in Cape Canaveral, Florida, and his parents' relocation back to the city as reasons for his return to Miami, where he attended high school.

Peter Thiel
APRIL 7: Peter Thiel, co-founder of PayPal, Palantir Technologies, and Founders Fund, holds hundred dollar bills as he speaks during the Bitcoin 2022 Conference at Miami Beach Convention Center on April 7, 2022 in Miami, Florida. The worlds largest bitcoin conference runs from April 6-9, expecting over 30,000 people in

Marco Bello/Getty Images

On December 31, 2025, Thiel Capital — Peter Thiel's private investment firm — announced that it had opened a Wynwood office, saying the space would complement its Los Angeles operations.

The firm also said Thiel has maintained a personal residence in Miami since 2020, when he purchased an $18 million mansion in Miami's Venetian Islands.

In 2024, Thiel moved his voter registration to Florida, further formalizing his move to the state.

Michael Ferro
Michael Ferro, chairman and chief executive officer of Merrick Ventures LLC, speaks at the annual Milken Institute Global Conference in Beverly Hills, California, U.S., on Monday, May 2, 2016

Bloomberg/Getty Images

In March 2025, Michael Ferro Jr., chairman of the private equity firm Merrick Ventures, bought a 2.5-acre estate on Star Island for $120 million, setting what was then a record for a home sale in Miami-Dade County.

He also moved Merrick Ventures to Florida. The investment firm Ferro, founded in 2007 and previously based in Chicago, is now described on its website as a Florida-based private equity company focused on technology.

FC Barcelona
Ronald Araujo of FC Barcelona lifts the Spanish Super Cup following their side's victory in the Spanish Super Cup Final between FC Barcelona and Real Madrid at King Abdullah Sports City Hall Stadium on January 11, 2026 in Jeddah, Saudi Arabia.

Yasser Bakhsh/Getty Images

Along with Miami's influx of billionaires, the city has also become the American capital of soccer, with international figures like Lionel Messi and David Beckham investing in the sport's presence there.

In April 2025, FC Barcelona announced it would relocate its North American division's commercial offices from New York to Miami's One Biscayne Tower after receiving an incentive grant from the Miami Downtown Development Authority, an autonomous city agency focused on economic and business development.

Galderma
Cetaphil products skincare brand

Alex Tai/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Galderma, the parent company behind brands like Cetaphil and Differin, announced in June 2025 that it would establish its new US headquarters in Miami's Brickell neighborhood. The company said it expects roughly 150 employees to be based there by 2028.

The skincare company cited the concentration of med spas and dermatology clinics in the Miami metro area, the rapid growth of aesthetic procedures in the region, and the size of the Miami Health District as drivers behind the move.

Playboy
Ben Kohn, chief executive officer of Playboy Enterprises Inc., sits for a photograph during the grand opening of the Playboy Club in New York, U.S., on Wednesday, Sept. 12, 2018.

Bloomberg/Getty Images

In August 2025, Playboy announced it would relocate its global headquarters from Los Angeles to Miami Beach. At the same time, it announced plans for a new Playboy Club in Miami Beach and new content studios in the city.

The company hopes to open its offices by September 2026.

"Miami Beach is among the most dynamic and culturally influential cities in the country, making it the ideal home for Playboy's next chapter," Ben Kohn, CEO of Playboy Inc., said in the statement.

MSC Cruises
The Panamanian-flagged cruise ship MSC Fantasia remains moored in the port of Montevideo on February 7, 2026.

Ivanna INFANTOZZI / AFP via Getty Images

In January, MSC Group's cruise division opened its new North American headquarters in downtown Miami.

The 130,000-square-foot office, located near PortMiami, is a roughly $100 million investment that will house more than 400 employees across MSC entities under one roof, MSC said in its announcement.

Palantir
CEO of Palantir Technologies Alex Karp speaks during the World Economic Forum (WEF) annual meeting in Davos on January 20, 2026.

Fabrice COFFRINI / AFP via Getty Images

In February, Palantir announced it had moved its headquarters to Miami.

Regulatory filings placed the company's principal executive office at 19505 Biscayne Boulevard in Aventura, about 17 miles north of downtown Miami.

The address, which is also home to an Industrious coworking space, is located across from the sprawling Aventura Mall and sits above a Sweetgreen, a Starbucks, and a Lego store.

Months before, CEO Alex Karp quietly bought a $46 million mansion in Miami's Venetian Islands.

Howard Schultz
Former Starbucks CEO Howard Schultz testifies before the Senate Health, Education, Labor, and Pensions Committee in the Dirksen Senate Office Building on Capitol Hill on March 29, 2023 in Washington, DC.

Anna Moneymaker/Getty Images

In March, former Starbucks CEO Howard Schultz said in a LinkedIn post that he and his wife were leaving Seattle for Florida after more than four decades in the city. He wrote that they had moved to Miami for their "next adventure together."

The announcement followed Schultz's purchase of a $44 million penthouse at the Four Seasons Private Residences, a waterfront residential tower in Surfside.

The executive, who had long-established ties in Seattle — the city where the coffee chain was founded — is one of the newest neighbors in Miami's high-profile circles.

Mark Zuckerberg
Meta CEO Mark Zuckerberg walks through the U.S. Capitol following a meeting with Senate Majority Leader John Thune (R-SD) in Washington, DC on March 26, 2026.

Nathan Posner/Anadolu via Getty Images

While the social media tycoon has not formally announced a relocation to Miami, Mark Zuckerberg made Miami history in March when he and his wife, Priscilla Chan, purchased a $170 million property on the appropriately nicknamed "Billionaire's Bunker," Indian Creek Island — the most expensive home sale in Miami-Dade County's history.

The still-under-construction property spans about 2 acres on the exclusive island, where Zuckerberg will be neighbors with Jeff Bezos, Ivanka Trump, and other notable figures.

Google's Larry Page and Sergey Brin
Larry Page (L) and Sergey Brin (R), the co-founders of Google, at a press event where Google and T-Mobile announced the first Android powered cellphone, the T-Mobile G1.

James Leynse/Corbis via Getty Images

Google co-founders Larry Page and Sergey Brin have both made major moves into South Florida's luxury real-estate market in recent months.

Page, who has long been based in Palo Alto, California, spent roughly $173.4 million on two Coconut Grove properties — including a 4.5-acre waterfront compound on Biscayne Bay — in December and January.

In March, Brin, who has also been a longtime California resident based in the Bay Area, purchased the former Allison Island home of LVMH CEO Michael Burke for $51 million.

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Por que as ações da Intel estão se aproximando dos níveis da era da bolha pontocom

24 de Abril de 2026, 08:48

As ações da Intel estão a caminho de atingir seu maior nível histórico, impulsionadas por uma projeção de receitas que superou amplamente as expectativas de Wall Street e reforçou a confiança no processo de recuperação da fabricante de chips.

A companhia informou que espera faturar entre US$ 13,8 bilhões e US$ 14,8 bilhões no trimestre encerrado em junho. O número ficou bem acima da estimativa média de analistas, de cerca de US$ 13 bilhões, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Com o anúncio, os papéis da empresa chegaram a subir até 31% no pré-mercado na sexta-feira, abrindo caminho para superar o pico registrado há cerca de 26 anos, durante a era da bolha pontocom. As ações já acumulavam alta de 81% no ano antes da divulgação do balanço.

Reestruturação

O otimismo do mercado reflete a percepção de que o CEO Lip-Bu Tan está avançando em seu plano de reestruturação, focado em reposicionar a Intel para se beneficiar da crescente demanda por infraestrutura de inteligência artificial.

Investimentos estratégicos realizados no ano passado ajudaram a reforçar o balanço da companhia, enquanto a gestão agora busca melhorar eficiência operacional e capacidade produtiva.

“Todos estão começando a direcionar pedidos para a Intel, e acho que estamos nos estágios iniciais disso”, disse Thomas Hayes, presidente da Great Hill Capital e investidor da empresa, à Bloomberg TV. “Passamos de um cenário de desânimo para euforia em um curto período de tempo.”

O avanço também reflete o impacto do crescimento da demanda por chips de data centers voltados a aplicações de IA. Segundo a empresa, há forte procura pelos processadores Xeon, usados em servidores, que voltaram ao centro da estratégia da Intel em meio à corrida global por infraestrutura de inteligência artificial.

Em entrevista, Tan afirmou que a empresa teve um “resultado sólido” e que a demanda por processadores segue acelerando. No entanto, ele destacou que a Intel ainda enfrenta limitações de capacidade produtiva.

“Há uma demanda enorme. Estamos trabalhando muito para entregar, mas ainda estamos aquém porque a demanda continua crescendo”, afirmou.

A companhia também afirmou que está lidando com a escassez de chips de memória que afeta a indústria de PCs e servidores, o que tem pressionado a produção global de dispositivos.

Outro ponto de destaque foi o reforço do balanço financeiro por meio de investimentos externos. A Intel chegou a recomprar participação em uma fábrica na Irlanda que havia sido vendida anteriormente para levantar capital, movimento visto pelo mercado como sinal de confiança na retomada.

No campo estratégico, a empresa também ganhou atenção após declarações do CEO da Tesla, Elon Musk, indicando que poderá utilizar tecnologia da Intel em um projeto de fabricação de chips próprio.

Em termos financeiros, a Intel projeta lucro ajustado de cerca de 20 centavos por ação no segundo trimestre, acima da estimativa de 9 centavos do mercado. No primeiro trimestre, a receita subiu 7%, para US$ 13,6 bilhões, também acima das projeções.

Apesar da melhora recente, a empresa ainda enfrenta desafios para recuperar sua antiga posição dominante no setor de semicondutores, especialmente na corrida por chips de inteligência artificial, hoje liderada pela Nvidia.

“Hoje a Intel é uma empresa fundamentalmente diferente”, disse Tan. “A conversa deixou de ser sobre sobrevivência e passou a ser sobre a velocidade com que conseguimos ampliar capacidade e atender à demanda.”

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Lógica Central de Alta

23 de Abril de 2026, 22:50

Lógica Central de Alta

Gold OANDA:XAUUSD

# Lógica Central de Alta
📊 1. Tecnicamente sobrevendido, recuperação iminente (Fator Técnico de Alta Mais Forte)
Os preços do ouro despencaram US$ 181 (3,7%) em relação à sua máxima de US$ 4.889, com uma queda em um único dia superior a 3% em 21 de abril. O RSI diário/de 4 horas caiu para o nível crítico de sobrevenda de 30, e o RSI de 1 hora está profundamente sobrevendido em 28. Padrões históricos confirmam que, após uma queda em um único dia superior a 3%, há 88% de probabilidade de recuperação em 48 horas, com uma faixa de recuperação de US$ 40 a US$ 60; uma cruz dourada do RSI abaixo de 30 indica uma probabilidade de 92% de recuperação. Atualmente, o preço em US$ 4.708 está nos estágios finais de formação de fundo sobrevendido, e o nível de US$ 4.700 foi testado três vezes sem rompimento, com forte pressão compradora. Uma recuperação técnica é iminente, com 4750 como a primeira meta de recuperação.

🏦 2. Compras de Bancos Centrais Oferecem Forte Suporte; Níveis de 4700 Representam um "Poço de Ouro" (Suporte Principal de Médio Prazo)
95% dos bancos centrais globais planejam aumentar suas reservas de ouro até 2026. China, Índia e Turquia têm comprado contra a tendência, aumentando suas compras à medida que os preços caem. A faixa de 4650-4700 representa a linha de custo de médio a longo prazo para bancos centrais e instituições globais. Se o preço romper abaixo de 4700, fundos de compra passiva e de busca por barganhas entrarão em massa, formando um forte suporte de compra. Dados históricos mostram que, desde 2025, toda vez que o preço do ouro tocou a faixa de 4650-4700, houve uma recuperação de US$ 50-80. Atualmente, 4708 está próximo da linha de custo, com potencial de queda extremamente limitado, tornando uma formação de fundo e uma recuperação altamente prováveis.

📈 3. Expectativas de dados econômicos fracos nos EUA podem aumentar as expectativas de corte de juros (catalisador macroeconômico positivo)
O consenso do mercado é que o PIB dos EUA no primeiro trimestre desacelerará significativamente para +1,0% (valor anterior de +2,5%) e os pedidos iniciais de seguro-desemprego subirão para 215.000 (emprego enfraquecido). Se os dados atenderem ou ficarem aquém das expectativas, isso fortalecerá diretamente as expectativas de uma recessão econômica nos EUA, forçará um ressurgimento das expectativas de um corte de juros do Fed, fará com que o dólar e os títulos do Tesouro dos EUA subam e depois caiam e reduzirá as taxas de juros reais — todos fatores positivos para uma recuperação do ouro. Historicamente, quando o crescimento do PIB desacelera em mais de 1 ponto percentual, a probabilidade de uma recuperação do ouro é de 85%, com uma magnitude de US$ 30 a US$ 50. Dada a fraqueza esperada nesses dados, a probabilidade de ser um fator positivo para o ouro é alta.

Ibovespa rumo aos 200k pontos

12 de Abril de 2026, 18:38

Terça-feira, faremos mais uma atualização mensal comentando nossa posicionamento macro, renda fixa e ações. Eu, Diogo Carneiro, head de produtos e Max Bohm, head de ações no nosso canal Nomos no Youtube. Entre no link e ative o sininho.

O real vive momento favorável.

O dólar abaixo de R$ 5,10, os R$ 50 bilhões de fluxo estrangeiro acumulados na B3 em 2026 e o Brasil como maior destino de capital externo entre os emergentes.

O pano de fundo é a combinação de dois fatores que raramente aparecem juntos. De um lado, o dólar enfraquece por ruídos institucionais nos EUA: dúvidas sobre a independência do Fed, volatilidade política, fiscal estressado e um presidente que explicitamente prefere o câmbio mais fraco.

De outro, o Brasil reúne um perfil difícil de encontrar em outros emergentes: superávit comercial, intensivo em commodities, exportadores de petróleo, juros reais entre os mais altos do mundo e distância segura dos focos de conflito geopolítico.

A guerra não foi um percalço no fluxo estrangeiro. Em março ainda registramos fluxo positivo, ainda que em menor intensidade. Com o cessar-fogo, a lógica que vinha sendo construída vai ganhar impulso. Os analistas internacionais voltaram a olhar para o Brasil. O resultado aparece no câmbio antes da bolsa, justamente porque a exposição ao petróleo no Ibovespa amortece o rali relativo dos índices de renda variável.

Há, porém, um elemento que separa a apreciação atual daquela de 2022. Naquela vez, o real subia porque as commodities subiam com a invasão da Ucrânia. Agora, o movimento é diferente. O dólar que cede ante emergentes em geral, e o real que lidera dentro desse grupo pela soma do fluxo positivo com a desvalorização acumulada desde a pandemia.

Nossos modelos de fair value apontam para algo entre R$ 4,50 e R$ 5,00, intervalo que o câmbio começa a explorar pela primeira vez em anos. O argumento de desvalorização encontrou catalisadores suficientes.


Agenda da semana (13 a 17 de abril)

O Ibovespa encerrou a semana em alta de 4,9% em reais e 7,8% em dólares, fechando aos 197.325 pontos, renovando máximas históricas e se aproximando da marca de 200.000 pontos.

A semana traz dados relevantes de atividade na China: PIB do 1º trimestre, produção industrial, vendas varejistas e desemprego de março. Na Europa, saem o CPI da Zona do Euro (março) e o PIB do Reino Unido (fevereiro). Nos EUA, destaque para o PPI de março e o relatório mensal da IEA.

No Brasil, o foco recai sobre indicadores de atividade. As vendas varejistas devem subir pelo segundo mês seguido (+1,0% no varejo ampliado), sustentadas pelo mercado de trabalho aquecido e maior concessão de crédito. Serviços devem crescer 0,5%. O IBC Br deve avançar 0,3%.

Gostando da leitura? Increva-se


Rentabilidade das principais classes


De olho nos gráficos

Ibovespa [IBOV]

O Ibovespa mantém trajetória de alta e renovou máximas históricas ao longo da semana, operando próximo dos 197 mil pontos e se aproximando do patamar de 200 mil pontos. Segundo Filipe Borges, analista técnico da NMS Research, o movimento ainda pode se estender. “Vejo espaço para o índice buscar entre 205 mil e 210 mil pontos”, afirma. Ele pondera, no entanto, que a região dos 200 mil pontos pode funcionar como resistência de curto prazo. “Esse nível tem um peso mais psicológico do que técnico, com investidores aguardando para realizar lucros”, diz. O suporte mais relevante, de acordo com o analista, está em 180,6 mil pontos.

Azzas [AZZA3]

As ações da Azzas intensificaram o movimento de queda e registraram recuo de cerca de 10% na sessão, com rompimento de mínimas recentes. Borges aponta que o ativo segue pressionado no curto prazo. “O próximo alvo está em R$ 19,26, mas o movimento principal pode levar o papel para a faixa entre R$ 16,60 e R$ 14”, afirma. Para o analista, o cenário ainda não indica reversão. “Não vejo ponto de compra no momento. Para quem está vendido, a recomendação é manter a posição diante da probabilidade de novas quedas”, acrescenta.

Itaú [ITUB4]

O Itaú Unibanco segue em tendência de alta após o alívio recente no cenário externo, sustentando-se próximo das máximas em torno de R$ 46,35. Borges projeta continuidade do movimento. “O próximo alvo está em R$ 49,15, com suporte relevante abaixo de R$ 42,13”, afirma. Ele destaca que o setor bancário pode se beneficiar de medidas em discussão pelo governo. “A liberação do FGTS para quitação de dívidas tende a reduzir a inadimplência, o que melhora os resultados dos bancos e favorece a valorização das ações”, diz.

Casas Bahia [BHIA3]

Já os papéis da Casas Bahia apresentam sinais de fraqueza, com formação de topos descendentes e perda de força compradora. Segundo Borges, o ativo pode entrar em um ciclo mais acentuado de queda. “Os compradores não conseguem mais sustentar o preço, e o fluxo vem diminuindo”, afirma. Ele alerta para o rompimento de suporte em R$ 2,65. “Abaixo desse nível, o papel pode buscar entre R$ 1,80 e R$ 1,20”, diz. O analista recomenda cautela aos investidores. “Para quem está posicionado, faz sentido avaliar a saída e migrar para ativos com melhor tendência no curto prazo”, conclui.

Relatórios da semana

O TradeNews separa pra você os relatórios mais interessantes que nossa equipe viu nesta semana:


MÍDIAS DA SEMANA

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Na CVC, acordo de acionistas redesenha governança e concentra poder na família Paulus

10 de Abril de 2026, 20:36

A CVC, uma das maiores empresas de viagens do país, entrou em uma nova fase de reorganização societária. A empresa informou nesta sexta-feira (10) que a GJP, fundo ligado a Gustavo Paulus, filho do fundador Guilherme Paulus, e a gestora Apex/Carbyne firmaram um acordo de acionistas para coordenar votos, indicações ao conselho e negociação de ações.

O movimento ainda depende do aval dos demais investidores. Em assembleia geral extraordinária (AGE), eles terão de aprovar a dispensa da obrigação de oferta pública (OPA) prevista no estatuto.

No mesmo fato relevante ao mercado, a CVC informou a renúncia de Tiago Ring ao cargo de conselheiro. Segundo a companhia, ele permanecerá no posto até a posse de um sucessor. Ring é gestor da Absolute Investimentos e estava no conselho desde maio de 2024.

Diante do novo acordo e da saída de Ring, o conselho aprovou a convocação da AGE para deliberar sobre a dispensa da OPA e a eleição de um novo membro para o colegiado.

Arranjo societário

O acordo foi celebrado entre dois grupos que já figuravam entre os principais acionistas da empresa.

A GJP detinha, na data da assinatura, 106,8 milhões de ações, o equivalente a cerca de 20,3% do capital. O bloco formado por Apex/Carbyne somava 79,97 milhões de papéis, ou aproximadamente 15,2%. Juntos, passam a representar cerca de 35,5% da CVC.

Esse segundo bloco representa a Apex Partners, empresa com mais de R$ 17 bilhões em ativos e que atua com a tese de ecossistema regional de investimentos. Fundada por Fernando Cinelli em Vitória, no Espírito Santo, a Apex montou posição na CVC ao longo do último ano, em particular, por meio de sua vertical de PIPE (Private Equity in Public Investment).

Na prática, o desenho concede à GJP a liderança política do arranjo. O fundo ligado a Paulus pode enviar orientação de voto ao Apex/Carbyne antes de assembleias e reuniões do conselho. Se essa orientação for emitida, o outro lado se compromete a votar na mesma direção.

O Apex/Carbyne, por sua vez, preserva poder de veto em temas sensíveis: saída do Novo Mercado, segmento de governança mais elevada da B3, redução do pagamento de dividendo obrigatório, alterações relevantes no estatuto, dissolução da companhia, pedido de recuperação judicial ou falência e redução do conselho para menos de cinco membros.

O acordo também organiza a divisão de cadeiras. Se os dois lados conseguirem eleger entre dois e seis conselheiros, o Apex/Carbyne indicará um nome e a GJP ficará com os demais. Acima de seis, o Apex/Carbyne poderá indicar dois. Atualmente, o conselho da CVC é composto por cinco conselheiros.

A reorganização ocorre em um momento em que a base acionária também começa a mudar.

A Absolute, que começou a figurar entre os acionistas relevantes em setembro de 2023 e depois ampliou sua posição, reduziu a participação para menos de 5% em março. A gestora mantinha 9,8% do capital até 26 de janeiro, segundo formulário de referência.

Considerando a data de anúncio de participação relevante até agora, o papel acumula desvalorização de 26%.

A saída de Ring, ligado à gestora, acontece nesse contexto. A redução da posição da Absolute esvazia o peso de um investidor que havia ganhado importância na estrutura de capital da CVC ao longo dos últimos dois anos — e sua perda de relevância coincide com a articulação formal dos dois maiores blocos.

A Opportunity, com cerca de 7,8%, segue como acionista relevante, mas isoladamente passa a ter menos influência diante de um bloco organizado.

A fotografia muda: sai uma configuração com vários acionistas fortes, porém dispersos, e entra outra em que uma aliança formal tende a concentrar mais poder nas principais decisões da companhia.

Pano de fundo

Na leitura de uma fonte ouvida pelo InvestNews, a redução da fatia da Absolute também reflete um momento mais complexo para a operação da CVC.

A avaliação é que o primeiro trimestre deve trazer números mais fracos — quadro que pode se estender ao segundo trimestre. Entre os fatores de pressão estão os efeitos da Guerra do Irã sobre o petróleo, com impacto nos custos do setor aéreo e potencial reflexo sobre a demanda por viagens.

Para o restante do ano, a leitura de mercado embute cautela com o efeito da Copa do Mundo sobre o interesse por turismo e com o calendário de feriados prolongados, que tende a favorecer deslocamentos de carro — perfil menos aderente ao negócio tradicional da CVC, mais associado a pacotes, viagens aéreas e turismo estruturado.

A reorganização societária ocorre poucos meses depois de uma mudança importante no comando. Em janeiro, a CVC antecipou a sucessão de Fabio Godinho, com a posse de Fabio Mader como novo CEO.

Segundo o InvestNews apurou, a troca já vinha sendo estudada, e o nome de Mader era bem recebido pelo próprio Godinho — é um executivo próximo da família Paulus que havia retornado à companhia como CEO em 2023, quando a família voltou ao quadro de acionistas.

Embora a companhia tenha melhorado seus indicadores nos últimos anos, a avaliação entre pessoas próximas ao comando da empresa era a de que era preciso acelerar na execução. De 2023 para 2025, a margem Ebitda passou de 14,9% para 31,9%.

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#201- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 148x52 Loss

7 de Abril de 2026, 15:24

#201- Últimas Pernas e Pivôs| VIX 5M| Gain 148x52 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do VIX, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.

Wall Street is gushing over Citrini's 'Analyst #3' and his wild report from the Strait of Hormuz

7 de Abril de 2026, 11:34
Ships travel through the Persian Gulf near the Strait of Hormuz as the ongoing conflict with the US, Israel, and Iran disrupts trade in the region.
The war in Iran has disrupted transit through the Strait of Hormuz a critical path for global trade.

Stringer/Reuters

  • Citrini Research's "Analyst 3" is the toast of Wall Street over a wild report from the Strait of Hormuz.
  • Market watchers praised the analyst's bravery after Citrini said it had sent him to the strait.
  • They shared memes and compared him to everyone from James Bond and Ethan Hunt to Johnny English.

Finance types can't stop talking about Citrini Research's "Analyst #3" and what the firm says was a wild trip to the Strait of Hormuz.

Wall Street's denizens and market watchers across the globe rushed to X to commend the intrepid analyst with memes, GIFs, and kudos-filled posts.

It’s insane not only how wild the story is, but how well it’s written.If Citrini’s team ever stopped writing investment memos, they could create novels that would put Tom Clancy or Jack Reacher to shame.One of the few research newsletters I subscribe to, and worth every… https://t.co/ovIdOW1p01

— Adam Cochran (adamscochran.eth) (@adamscochran) April 5, 2026

Citrini's field report said that its analyst, who it says is fluent in four languages, traveled to the shipping channel at the heart of the US-Iran conflict with "a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn."

I feel like I fell in love with @citrini Analyst #3 without even knowing him. 😂“Armed with a fluency in four languages including Arabic, a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn”…. who is this man? 😍 pic.twitter.com/dK8rYNlDBE

— Liz Bazurto🛡|| lalatina.eth (@lizabazurto) April 6, 2026

Analyst #3 wrote that he snuck recording equipment into Oman, faced questioning from border officials, intelligence agents, and the coast guard, and swam in the Strait of Hormuz with a cigar in his mouth and Iranian drones flying overhead.

Citrini included a disclaimer in its research note, saying that some names and details had been changed to "protect the safety of anonymous sources" and that quotes were based on the analyst's memory of conversations he had in Arabic.

The firm described this as "the best we could do from an accuracy standpoint," noting that the analyst's phone, which contained notes and photos from the trip, was held by authorities in Oman.

The analyst reported that there were significantly more vessels passing through the strait than tracking platforms show, and said the situation was closer to a "toll road" than a "blockade," with Iran demanding that every vessel secure its approval to pass through safely.

Citrini analyst #3 when an oil tanker blows up in hormuz pic.twitter.com/fqWZs2JXuv

— Hooman (@hoomansv) April 4, 2026

Citrini Research rose to prominence for betting against Silicon Valley Bank before the lender collapsed in early 2023 and helped trigger a regional-banking crisis. It also rattled markets this February when it warned AI could crash the stock market and spark a recession.

Roughly 20% of global oil and gas flows travel through the Strait of Hormuz, making it a key shipping channel for world energy markets and a major contributor to economic growth.

But traffic has plummeted since the breakout of the war between Iran and the US and Israel, as captains fear being struck by an Iranian drone, blasted by an underwater mine, or hit by a missile launched from the coast or a passing speedboat.

The disruptions have lit a fire under energy prices, stoking renewed fears of inflation and recession. Analyst #3's audacious decision to visit the contested waterway in the middle of a full-blown war has clearly impressed finance professionals, who've compared him to James Bond, Mission: Impossible's Ethan Hunt, and even the bumbling Johnny English.

Citrini analyst #3 pic.twitter.com/f7gaL2Njhy

— Rob (@RobStonks1) April 7, 2026

Michael Burry, the investor of "The Big Short" fame, hailed Citrini's on-the-ground coverage on his Substack, describing it as "remarkable stuff."

Read the original article on Business Insider

#200- Últimas Pernas e Pivôs| TSLA 5M| Gain 147x51 Loss II

7 de Abril de 2026, 11:12

#200- Últimas Pernas e Pivôs| TSLA 5M| Gain 147x51 Loss II

Tesla, Inc. BATS:TSLA

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da TSLA, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.

#199- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 147x51 Loss

7 de Abril de 2026, 11:00

#199- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 147x51 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do DXY, rompeu o topo de um pivô de alta indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do fundo mais baixo, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps abaixo do fundo mais baixo, inclusive com rompimento (do fundo mais baixo) que não supere um pavio mais baixo anterior.

#198- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 146x51 Loss

7 de Abril de 2026, 09:00

#198- Últimas Pernas e Pivôs| DXY 5M| Gain 146x51 Loss

Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos da DXY, rompeu o fundo de um pivô de baixa indicando a busca do(s) alvo(s) da projeção da sequência de Fibonacci, poderá acontecer uma retração antes que chegue ao primeiro alvo, isso poderá gerar um trade com retorno/risco mais favorável.
O stop só ocorrerá no rompimento do topo mais alto, caso deixe somente pavio e não rompimento, o stop não será acionado. Ainda poderá ocorrer traps acima do topo projetado, inclusive com rompimento (do topo projetado) que não supere um pavio anterior.

OURO (XAUUSD): VARREDURA DE LIQUIDEZ EM $4.735?

7 de Abril de 2026, 06:11

OURO (XAUUSD): VARREDURA DE LIQUIDEZ EM $4.735?

Gold OANDA:XAUUSD

XAUUSD está entrando na zona de "Alta Probabilidade". Os sinais do fluxo de dinheiro inteligente estão gradualmente se revelando após a reversão do pico de $4.800.

🌎 1. CONTEXTO BÁSICO: USD EM ASCENSÃO

Pressão inflacionária: As tensões no Golfo aumentam o preço do petróleo, forçando o Fed a manter taxas de juros altas (Higher for Longer).

Dados econômicos: NFP e PPI fortes estão fortalecendo o dólar, criando uma grande barreira para a recuperação do ouro.

📊 2. ANÁLISE TÉCNICA: ESTRUTURA DE QUEDA DOMINANTE

Estrutura de Mercado: Após quebrar a estrutura (BOS) em um grande intervalo, o preço está em um movimento de retração técnica para a zona Premium.

Zona de Oferta ($4.735 – $4.740): Esta é a área de convergência de FVG (Desequilíbrio) e nível QTE. Espera-se que o mercado crie uma varredura de liquidez aqui antes de continuar a tendência de queda.

Liquidez: A liquidez do lado da compra está concentrada logo acima de $4.735, tornando isso uma armadilha perfeita para compradores entusiasmados.

🚀 CENÁRIO DE NEGOCIAÇÃO (PLANO DE TRADING)

🔴 ESTRATÉGIA PRINCIPAL: ESPERAR PARA VENDER

Zona de Entrada: $4.730 – $4.740 (Priorizar reação na zona OTE).

Confirmação: Aguardar CHoCH no intervalo M15 ou um forte sinal de rejeição de vela para otimizar o risco/recompensa.

Take Profit: $4.645 | $4.600 | $4.550.

Stop Loss: $4.765.

🟢 PLANO SECUNDÁRIO: COMPRA

Apenas ativar se o preço fechar a vela de confirmação acima de $4.750 (Invalidando a estrutura de queda). Alvo: $4.800.

⚠️ CONSELHO: Não tente "prever" o mercado. Seja paciente e espere a varredura de liquidez ser concluída. Um trader profissional só entra em operação com uma confirmação clara do PA!

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#Ouro #XAUUSD #SMC #Forex #PlanoDeTrading #ConceitosDeDinheiroInteligente #AnáliseTécnica

Mixue, a chinesa com mais lojas que o McDonald’s, chega ao Brasil com seus sorvetes e chás gelados

7 de Abril de 2026, 06:00

A Mixue, rede chinesa que construiu um império vendendo sorvetes, limonadas, bubble teas e chás gelados a preços baixos, inaugura no sábado, 11 de abril, sua primeira loja no Brasil. 

A estreia será no Shopping Cidade São Paulo, na Avenida Paulista, e marca a chegada à América do Sul de uma companhia que, em menos de uma década, deixou de ser um fenômeno doméstico para se tornar a maior rede de fast food do mundo, à frente do McDonald’s. São 60 mil lojas (contra 45 mil da americana), ainda que 90% delas estejam na China.

A empresa anunciou o plano em 2025, durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China. Ela disse que prevê um investimento de R$ 3,2 bilhões no Brasil, com a abertura de 2 mil unidades nos próximos anos e uso do país como base para sua operação latino-americana. 

A partir de 2027, a ideia também é comprar café e frutas tropicais brasileiras para abastecer lojas da rede mundo afora.

A escolha do Shopping Cidade São Paulo para a estreia não foi por acaso. Segundo apurou o InvestNews, a conversa com a SYN, administradora do empreendimento, começou em 2025 e avançou rapidamente.

O shopping vem se consolidando como uma espécie de vitrine para grupos asiáticos em sua entrada no Brasil. Foi ali que a Huawei montou sua primeira pop-up store no país para vender celulares e smartwatches, e o espaço também recebeu ações da plataforma chinesa de delivery Keeta e da rede social Kwai.

A ofensiva não deve parar na Paulista. O InvestNews apurou que a Mixue já fechou novos pontos com outros grupos de administração de shopping centers no Brasil, que devem ser anunciados em breve. A rede também conversa com a SYN sobre futuras unidades em outros ativos do grupo, que é dono dos shoppings Grand Plaza e Tietê Plaza, além do Metropolitano Barra, no Rio.

A marca ainda é pouco conhecida no Ocidente, mas chega com credenciais difíceis de ignorar. Desde o IPO em Hong Kong, em março de 2025, a rede avançou para Estados Unidos e México e chega agora à América do Sul pela porta de São Paulo. A companhia levantou US$ 444 milhões em sua oferta pública inicial.

Estreia com ambição

A Mixue cresceu apostando em uma lógica quase oposta à de muitas cadeias globais de bebidas: menos experiência premium, mais consumo de massa. Em vez de vender sofisticação, construiu um negócio baseado em preço acessível, lojas enxutas, cardápio simples e giro alto.

Na China, uma casquinha barata e bebidas adoçadas ajudaram a transformar a marca em nome popular entre estudantes, jovens e consumidores de cidades menores. E isso ajudou a criar a força da marca que tem seus jingles que tocam nas lojas e um mascote de boneco de neve para chamar de seu.

A proposta de preços ajuda a explicar a aposta da rede no Brasil. A Mixue deve disputar menos espaço com cafeterias premium e mais com o consumo por impulso em shopping centers e redes de fast-food. 

Suas bebidas adocicadas e sorvetes devem ficar em uma faixa próxima de R$ 7, enquanto sobremesas devem concorrer com itens como o sundae do McDonald’s, que custa perto de R$ 10. É uma estratégia coerente com o modelo que transformou a companhia em potência na Ásia: preços acessíveis, cardápio enxuto e giro alto.

O motor da expansão

A companhia já mostrou capacidade de escalar rápido em outros mercados, como Vietnã, Indonésia e Austrália.

A história da Mixue começou em 1997, quando Zhang Hongchao abriu em Zhengzhou, na província chinesa de Henan, uma pequena loja chamada Coldsnap Shaved Ice, embrião do grupo. O nome Mixue, ou Mi Xue Bing Cheng, foi formalizado em 1999. 

Ao longo dos anos, a empresa foi sofisticando: montou fábricas, desenvolveu uma logística própria de fornecimento, abriu a primeira loja internacional no Vietnã em 2018 e criou também a Lucky Cup, marca de café do grupo.

Mixue: rede chinesa de sobremesas inaugura no Brasil (Foto: Bloomberg)
Mixue: rede chinesa de sobremesas inaugura no Brasil (Foto: Bloomberg)

A companhia funciona na prática como uma grande plataforma de abastecimento para franqueados. Mais de 99% das lojas eram franqueadas em setembro de 2024. E a maior parte da receita vinha da venda de insumos e equipamentos para a rede, não de taxas de franquia .

É esse desenho que ajuda a explicar como ela ganhou escala tão rapidamente. A empresa diz operar uma cadeia de suprimentos verticalizada, com rede global de compras em 38 países, cinco bases de produção na China e 27 armazéns próprios, além de sistema dedicado de logística.

Escalada por franquias

Esse deve ser também o caminho no Brasil, mas não de imediato. A operação começa, por enquanto, com lojas próprias. A lógica é usar as primeiras unidades como vitrine e laboratório, ajustando cardápio, preço, operação e aceitação da marca antes de acelerar uma expansão mais ampla.

@investnewsbr

Conheça a Mixue, a maior rede (em número de lojas) de fast food do mundo! #Mixue #empresas #china

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Mais à frente, a franquia tende a virar o principal motor de crescimento local, se a empresa quiser aproximar a ambição de 2 mil unidades de algo factível. Foi esse modelo que sustentou a escalada global da companhia, afinal.

Segundo o prospecto do IPO, o investimento inicial e a taxa de franquia da Mixue ficam abaixo da média da indústria chinesa, o que ajudou a atrair operadores para a rede .

Os desafios no Brasil

A rede entra em um mercado com concorrência forte em várias frentes: cafeterias, sorveterias, operações de sobremesa, fast-food e quiosques de shopping. Também desembarca em um país com cultura de café muito forte e com consumidor sensível a preço, mas já acostumado a marcas locais consolidadas.

Há ainda a questão operacional. Enquanto não montar uma rede local de produção de insumos, a Mixue tende a depender, ao menos em parte, de ítens importados, o que gera exposição ao câmbio e pode pressionar exatamente o principal pilar do modelo: preço baixo. A empresa já sinalizou a intenção de desenvolver uma base produtiva no Brasil, mas sem cronograma definido.

Seleções campeãs do mundo: todos os vencedores da Copa até 2022

26 de Março de 2026, 18:08

Você sabia que apenas oito países já venceram a Copa em 22 edições desde que ela foi criada? As seleções de futebol masculino campeãs do mundo representam somente dois continentes. O time vencedor da Copa no Catar, a Argentina, que derrotou a França nos pênaltis na final, pertence a um desses continentes.

A seguir, confira quem foram os vencedores da Copa até o momento e quais deles tiveram a oportunidade de ganhar mais de uma vez, como o Brasil. Se você ama futebol, é hora de refrescar a memória!


Confira:

Quais são as seleções campeãs do mundo?

Em países em que o futebol é um esporte popular, participar do torneio vira questão de honra. Nesse quesito, o Brasil fez a lição de casa, porque, além de estar entre os campeões da Copa do Mundo, é o único país que participou de todas as edições

As seleções campeãs do mundo são:

  • Uruguai 
  • Itália
  • Alemanha 
  • Brasil 
  • Inglaterra
  • Argentina 
  • França 
  • Espanha

Confira, agora, qual foi o placar das partidas que definiram os vencedores da Copa e algumas curiosidades:

1930

O Uruguai sediou a primeira Copa do  Mundo e as 18 partidas foram feitas somente na capital Montevidéu. O time uruguaio foi à final contra a Argentina e venceu os vizinhos por 4 a 2. No dia seguinte, foi feriado no país para celebrar a conquista do título no primeiro campeonato. 

1934 

A Itália sediou a segunda Copa do Mundo e também se tornou campeã em casa, vencendo a antiga Tchecoslováquia (atual República Tcheca e Eslováquia) na prorrogação por 2 a 1. Os jogos foram transmitidos ao vivo pelo rádio para 12 países. 

O campeão Uruguai não disputou a Copa em retaliação à Itália, por ter se recusado a viajar e participar da primeira edição.

1938

A Itália se tornou bicampeã ao vencer a Hungria por 4 a 2. O Brasil foi o terceiro colocado. Pela primeira vez, um país asiático participou da Copa: as Índias Orientais Holandesas (Indonésia).

1950

Depois de um intervalo com as copas de 1942 e 1946 canceladas por causa da Segunda Guerra Mundial, a retomada foi no Brasil.

Jogando em casa, a equipe brasileira conseguiu chegar até a final, que foi disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro, considerado o maior estádio do mundo na época. No entanto, o Uruguai conseguiu virar o jogo e se tornou bicampeão por 2 a 1.

1954

A Copa de 1954 marca o retorno da Alemanha, dessa vez como Alemanha Ocidental, à Copa desde o final da Segunda Guerra. Mesmo não sendo a favorita, os alemães venceram a Hungria de virada, por 3 a 2, marcando o gol da vitória já no fim da partida.

1958

A Copa de 1958 tinha uma dupla invencível de atacantes: Pelé e Garrincha, que levaram o Brasil à final, que venceu a anfitriã dos jogos, a Suécia, por 5 a 2. O Brasil foi o primeiro país a conquistar o título em um continente diferente

1962

Mais uma vez na final, o Brasil venceu a Tchecoslováquia por 3 a 1 na Copa no Chile. Garrincha estava suspenso da partida por conta de um cartão vermelho na semifinal. Mas até o presidente do Chile, Jorge Alessandri, solicitou que o atacante brilhasse na final e o pedido foi aceito.

1966

A Inglaterra venceu a Alemanha Ocidental por 4 a 2 na prorrogação. A Rainha Elizabeth II estava no estádio em Wembley e presenciou o país conquistar seu primeiro e único título até o momento.

1970

O Brasil se tornou tricampeão, vencendo a Itália por 4 a 1. O time brasileiro se consagrou no futebol mundial com jogadores como Pelé, Rivelino, Tostão e Carlos Alberto.

1974

A Alemanha Ocidental venceu a Holanda em casa por 2 a 1. A Copa foi marcada pela atuação marcante do jogador holandês Johan Cruyff e do alemão Franz Beckenbauer. 

1978

Em sua segunda final consecutiva, a Holanda perdeu novamente, desta vez para a dona da casa, a Argentina. Passaram-se 48 anos desde a primeira Copa do Mundo até que os argentinos levassem o título por 3 a 1.

1982

Depois de  uma semifinal disputada nos pênaltis entre Alemanha Ocidental e França, a seleção alemã venceu, mas não conquistou a taça Jules Rimet. A Itália venceu os alemães por 3 a 1 e se igualou ao Brasil com o tricampeonato na Copa da Espanha.

1986

A Copa do México foi do argentino Diego Maradona, que estava no auge de sua carreira e contribuiu para vencer a Alemanha Ocidental. A Argentina conquistou o título pela segunda vez.

1990

Alemanha e Argentina se enfrentaram novamente em uma final, mas dessa vez os alemães levaram a melhor por 1 a 0. O gol decisivo foi de um pênalti faltando menos de cinco minutos para terminar a partida.

1994

A final clássica entre Brasil e Itália, decidida nos pênaltis. O chute para fora do gol do italiano Roberto Baggio entregou o título ao Brasil, que conquistou o primeiro tetracampeonato entre os vencedores da Copa.

1998

Depois de um tetra, a expectativa sobre a seleção brasileira caiu por terra. Apesar do Brasil chegar à final com a França, a vitória foi de 3 a 0 para os franceses.

2002

Realizada pela primeira vez na Ásia e em dois países ao mesmo tempo, a Copa da Coreia do Sul e do Japão marcou também a vitória do Brasil pela quinta vez. A seleção brasileira venceu a Alemanha por 2 a 0.

2006

Com semifinais e uma final composta apenas de países europeus, a Itália venceu a França nos pênaltis e se consagrou tetracampeã. 

2010

Pela primeira vez a ser realizada no continente africano, a Copa na África do Sul também teve um estreante entre as seleções campeãs do mundo. A Espanha, que até então nunca havia passado das quartas de final, venceu a Holanda por 1 a 0 na prorrogação.

2014

Na segunda Copa do Mundo no Brasil, a final ficou entre a Alemanha e a Argentina. A partida foi decidida só na prorrogação, que deu vitória aos alemães por 1 a 0, sendo a primeira seleção europeia a ganhar o torneio no continente americano. 

2018

A França conquistou o bicampeonato na final contra a Croácia, vencendo por 4 a 2. O francês Kylian Mbappe foi o segundo jogador mais novo a disputar uma final, com 19 anos. 

O mais novo, até o momento, continua a ser o brasileiro Pelé, que jogou a final de 1958, na Suécia, com apenas 17 anos.

2022

A Argentina levou o tricampeonato na Copa do Catar, encerrando um jejum de 36 anos sem título, ao derrotar a França nos pênaltis. A partida encerrou em 3 a 3, na prorrogação.

Países que mais venceram a Copa do Mundo

Entre as oito seleções campeãs do mundo, somente seis conquistaram o título mais de uma vez. O Brasil é o único pentacampeão até o momento, enquanto Alemanha e Itália somam quatro vitórias cada.

O ranking dos países vencedores da Copa são:

  • Brasil: 5 vitórias
  • Itália: 4 vitórias
  • Alemanha: 4 vitórias
  • Argentina: 3 vitórias
  • Uruguai: 2 vitórias
  • França: 2 vitórias
  • Inglaterra: 1 vitória
  • Espanha: 1 vitória

A Alemanha participou das Copas de 1934 e 1938 como uma única seleção. Depois da Segunda Guerra, o país voltou a disputar o torneio somente em 1954, porém como Alemanha Odicental

A Federação Internacional do Futebol (FIFA), que é o órgão responsável pela realização da Copa, atribuiu as vitórias da antiga Alemanha Ocidental à atual seleção alemã. 

De todos os campeões da Copa do Mundo, somente a Itália não vai disputar o torneio no Catar este ano. Esta será a segunda edição que a seleção italiana não se classifica para o campeonato.

Países que nunca participaram da Copa do Mundo

A FIFA reconhece mais de 200 nações que podem ou não disputar o torneio. Cabe a cada uma escolher se candidatar para participar das eliminatórias e tentar se classificar para o torneio principal.

Alguns dos países que mais tentaram participar, mas nunca conseguiram são Luxemburgo, Curaçao, Zâmbia, Malta, Síria e Venezuela. Todos eles já se inscreveram em mais de dez edições do torneio.

The most famous band of all time from every state

Steven Tyler of Aerosmith.
Steven Tyler of Aerosmith.

Lisa Lake/Getty Images

  • Cities like New York, Los Angeles, and Detroit have long served as major hubs for iconic bands.
  • Still, every state boasts at least one band it can call its own.
  • OneRepublic famously hails from Colorado, and Alabama is from, you guessed it, Alabama.

Great music isn't just found in a few iconic cities — it thrums through every corner of the United States. Each state has produced many bands that helped define its sound and leave a lasting mark on music history.

To figure out the most famous band from every state, Business Insider weighed reputation, record sales, and awards. Crucially, each act was judged in the context of its own era because today's chart-toppers don't necessarily eclipse the legends of decades past.

We focused exclusively on groups — no solo acts — but took a flexible approach to what counts as a "band," including any musical act made up of more than one person. While we primarily looked at where each band was formed, we also considered where their music took off and the hometowns that shaped them.

So, which band puts your state on the map? Let's find out.

Emmie Martin and Christi Danner contributed to a previous version of this article.

ALABAMA: Alabama
Alabama band

Frazer Harrison/ Getty Images

One of the most successful bands of all time, Alabama has sold over 56 million records, per the The Recording Industry Association of America (RIAA), and has scored 43 No. 1 hits. It also has 11 multi-platinum albums and two Grammys. The band, which formed in Fort Payne, Alabama, sold more records during the '80s than any other band. Not only is their success impressive by any measure, but they also did a lot to make country music popular in the mainstream.

Jeff Cook, a founding member, lead guitarist, and fiddler for the band, died at 73 in 2022, at his Florida home, leaving behind a legacy as a key architect of the group's signature sound.

ALASKA: Portugal. The Man
Portugal The Man

Michael Loccisano/Getty Images

Alaska was far away from the rock 'n roll scene that defined the late 1960s and continued into the '70s in the continental United States, and rarely have any bands found success beyond the state's borders. That is, until Portugal. The Man exploded into the alt/indie rock scene.

Since releasing its debut album "Waiter: You Vultures!" in 2006, the band from Wasilla, Alaska, has become an indie-rock phenom, hitting major stops on the festival circuit and collaborating with artists including "Weird Al" Yankovic, Tom Morello, and Danger Mouse.

The band's biggest claim to fame is its 2017 hit single "Feel It Still," which dominated the airwaves and earned the group its first and only Grammy Award for best pop duo/group performance.

ARIZONA: Alice Cooper
Alice Cooper (band)

Stephen Lovekin/Getty Images

The first of the many shock-rock bands of the '70s, Alice Cooper kept fans entranced with their gender-bending outfits and dark onstage theatrics — concert-goers could expect performances to include stunts like Cooper's faux-beheading via guillotine.

But it's the music that kept fans coming back for more, and their riff-heavy brand of hard rock produced a string of hits, including "School's Out" and "Be My Lover." Alice Cooper was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2011.

ARKANSAS: Evanescence
Evanescence Amy Lee

Simon Fergusson/Getty Images

Despite the goth-metal style that now defines Evanescence, they got their start as a Christian rock band after forming in Little Rock, Arkansas. In fact, their 2003 debut album, "Fallen," which produced hits "Bring Me to Life" and "My Immortal" and won the band two Grammys, was released during their religious days, reaching No. 1 on Billboard's Top Contemporary Christian chart.

However, following a profanity-laden article in Entertainment Weekly in which band founders Amy Lee and Ben Moody renounced their affiliation with Christian music, polarizing many Christian fans, Evanescence turned toward a more secular fan base.

The band has released a total of five studio albums, with a sixth in the works, and they announced a worldwide tour that will start in summer 2026.

CALIFORNIA: The Grateful Dead
Grateful Dead

Ed Perlstein/Getty Images

During the '60s and '70s, the Laurel Canyon scene in Los Angeles was home to some of the rock world's biggest hits, including Joni Mitchell, Frank Zappa, The Eagles, and The Byrds. Then you had the Bay Area, the epicenter of the counterculture movement, which spawned the careers of Janis Joplin and Jefferson Starship.

But no one was quite as popular as the Grateful Dead.

In addition to some of the best songwriting in rock history, the band's free-flowing jams, Jerry Garcia's epic guitar solos, and the cosmic drum duets from Bill Kreutzmann and Mickey Hart earned the Dead one of the most devout fanbases of all time: the Deadheads. Unlike other bands on this list, The Dead didn't win stacks of awards or sell a record-breaking number of albums. For Jerry and the band, it was all about the live experience; there was just this spiritual energy of seeing the Dead live that no other band has matched since.

Other major bands from California include The Eagles, Van Halen, Red Hot Chili Peppers, Go-Go's, Green Day, No Doubt, and Maroon 5.

COLORADO: OneRepublic
OneRepublic

Mark Davis/Getty Images

In 2015, OneRepublic's third album, "Native," reached 1 million in sales, Billboard reported, following the example of their 2007 debut, "Dreaming Out Loud," which also hit 1 million. In 2024, they released their sixth studio album, "Artificial Paradise."

They were nominated for a Grammy for best pop performance by a duo or group with vocals for their single "Apologize," with Timbaland, in 2009.

The band, which formed in Colorado Springs, is best recognized for singles "Stop and Stare," "Good Life," and "Counting Stars," all of which became Top 40 hits.

CONNECTICUT: The Carpenters
The Carpenters

NBC/Getty Images

Brother and sister team Richard and Karen Carpenter, who were born in New Haven, endeared themselves to the world throughout the 1970s with classic hits like "Top of the World" and "Rainy Days and Mondays."

The pair went on to win three Grammys and host their own variety show on NBC for a short period.

Though Karen died in 1983, her legacy lives on through a previously unreleased solo album released in 1996.

DELAWARE: George Thorogood and the Destroyers
George Thorogood and the Destroyers

Paul Kane/ Getty Images

Though often looked down on by blues purists, George Thorogood and the Destroyers' catchy blues-pop sound earned them widespread popularity and five gold albums throughout the '80s, including 1982's "Bad to the Bone." And they can thank their home state for launching their career — the band's first gig together was a show at the University of Delaware in 1973.

The band will be inducted into the Musicians Hall of Fame & Museum in Nashville as part of the 2026 class.

FLORIDA: Tom Petty and the Heartbreakers
tom petty

Samir Hussein/Getty Images

Tom Petty and the Heartbreakers' career spanned almost 40 years and included classic hits like "American Girl," "Refugee," and "Don't Do Me Like That." Their third album, "Damn the Torpedoes," went platinum and cemented the Gainesville band as bona-fide rock stars.

Petty, who died in 2017, was also known for taking a stand against the music industry, most notably by declaring bankruptcy to get out of a contract in 1979 and later threatening to withhold his new album until the label lowered its price, per History.com.

Other famous bands from Florida include Lynyrd Skynyrd, NSYNC, and the Backstreet Boys.

GEORGIA: R.E.M.
REM

Ebet Roberts/Getty Images

Hailing from Athens, Georgia, R.E.M. was founded in 1980 after drummer Bill Berry, guitarist Peter Buck, bassist Mike Mills, and lead vocalist Michael Stipe all met as students at the University of Georgia.

Between 1982 and 2012, when the band amicably broke up, R.E.M. released 15 albums, six of which went platinum; many others reached gold. The band has won three Grammys from 13 nominations and has released countless songs that have broken into the Billboard Top 10 and Top 40, including "Losing My Religion" and "The One I Love."

Thanks to Buck's iconic 12-string arpeggios, Stipe's cerebral lyrics, and efficient yet catchy rhythms from Berry and Mills, R.E.M. is celebrated as a pioneering alternative rock band that paved the way for '90s grunge and post-punk icons, including Nirvana, Pearl Jam, and The Smashing Pumpkins.

HAWAII: Pepper
Band Pepper 2010

Joey Foley/FilmMagic/Getty Images

Pepper might be from Hawaii, but don't expect any classic island tunes from the alt-rock trio. The band combines elements of pop, reggae, and punk for a raw yet lively sound.

Pepper released its first full-length album, "Give'n It," in 2000, but found mainstream success with 2002's "Kona Town" and its breakout hit "Give It Up."

IDAHO: Built to Spill
Built To Spill

Frazer Harrison/Getty Images

Built to Spill formed in Boise in 1992 and first gained critical attention with 1994's "There's Nothing Wrong with Love."

After signing with Warner Brothers in 1995, they released "Perfect from Now On," which diverged from the band's signature short, poppy sound. But the band continued to plug away, and, despite a rotating cast of members and a short hiatus, they're still making music.

In 2022, they released their ninth album, "When the Wind Forgets Your Name."

ILLINOIS: Earth, Wind & Fire
Earth Wind and Fire

Gary Gershoff/Getty Images

Earth, Wind & Fire is one of the most popular and critically acclaimed bands of the '70s. The band's breakthrough album, "That's the Way of the World," released in 1975, introduced the hit single "Shining Star" and was followed by a stream of five consecutive multiplatinum albums. Earth, Wind & Fire has also taken home six Grammys out of an impressive 17 nominations, and the band was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2000.

Earth, Wind & Fire has lost several key members over the years — including founder Maurice White, drummer Fred White, saxophonist Andrew Woolfolk, and guitarist Sheldon Reynolds — but the band continues to perform and tour, carrying on its legacy with longtime members, such as Philip Bailey, Ralph Johnson, and Verdine White, and other long-serving bandmates.

Other famous bands from Illinois include Chicago, The Smashing Pumpkins, Cheap Trick, REO Speedwagon, and Styx.

INDIANA: Jackson 5
Jackson 5

Gary Merrin/Fotos International/Getty Images

Composed of five brothers — Jackie, Jermaine, Marlon, Tito, and Michael — the Jackson 5, from Gary, Indiana, made music history in 1970 as the first recording artist whose first four Motown singles all became No. 1 hits.

The brothers immediately rose to stardom and sold out 20,000-seat venues within the year, performing hits like "ABC," "I Want You Back," and "I'll Be There."

IOWA: Slipknot
Slipknot

Lisa Maree Williams/Getty Images

One of the most prominent nu-metal bands of the '90s, Slipknot was known as much for its image as its music. The band, which is from Des Moines, performed in matching black jumpsuits and horror-themed Halloween masks and used numbers as stage names.

Their self-titled debut album went platinum in 2000, making them the first band on their label, Roadrunner Records, to do so. The band's annual festival, Knotfest, has turned into the world's most popular hard rock and metal festival.

KANSAS: Kansas
Kansas rock band

Paul Natkin/Getty Images

Best known for hits "Carry on Wayward Son" and "Dust in the Wind," Kansas formed in Topeka in 1973. Throughout their 40-year career, the rock legends have sold over 23 million records, per RIAA, and produced 12 gold albums and five multi-platinum albums.

A fun fact: "Dust in the Wind" has been played on the radio more than 3 million times.

KENTUCKY: My Morning Jacket
My Morning Jacket

Paul Morigi/Getty Images

My Morning Jacket formed in Louisville in 1998 and released their alt-country debut album, "The Tennessee Fire," the following year.

Their 2005 album "Z" marked a major turning point in the band's history: "Z" laid the foundation for the dreamy jams off "Evil Urges" and the two "Waterfall" albums and paved the way for My Morning Jacket to become one of the most successful contemporary rock bands.

The Jacket is also known for its legendary live performances and made history in 2008 after delivering a nearly four-hour show at Bonnaroo.

LOUISIANA: The Neville Brothers
The Neville Brothers

Kevin Winter/Getty Images

The Neville Brothers are an R&B group famously known for embracing their hometown of New Orleans. They won a Grammy in 1989 for best pop instrumental performance and have closed out the New Orleans Jazz and Heritage Festival for years.

Though their last record together was released in 2004, the brothers reunited for a farewell show in NOLA in 2015, USA Today reported. Charles Neville died in 2018, and Art Neville died the following year.

MAINE: Rustic Overtones
Rustic Overtones band.
Rustic Overtones.

Jack Milton/Portland Press Herald via Getty Images

All Portland natives, the Rustic Overtones formed over 30 years ago and released their third full-length — but first commercially successful — album, "Rooms by the Hour," in 1998.

Its 2007 album "Light At The End" was the fastest-selling local album in the state of Maine's history, the Portland Press Herald reported at the time. Perhaps Rustic Overtones' biggest claim to fame is being the first band ever broadcast live on XM Satellite Radio.

The band has a unique style of indie rock pulling from blends of soul music, punk, and jazz. Rustic Overtones has worked with an array of artists over the years, including Imogen Heap and Funkmaster Flex.

In more recent years, The Ghost of Paul Revere, a Portland-based folk trio, has risen to prominence in the state, with its song "Ballad of the 20th Maine" becoming the state's official ballad in 2019.

MARYLAND: Good Charlotte
Good Charlotte

Matt Jelonek/Getty Images

Good Charlotte is a pop-punk band from Maryland that rose to prominence in the early 2000s with their catchy hooks and angst-driven lyrics.

Formed by brothers Joel and Benji Madden, the group broke through with their 2002 album, "The Young and the Hopeless," which featured major hits such as "Lifestyles of the Rich & Famous," "The Anthem," and "Girls & Boys." The RIAA certified it as quadruple platinum in 2025.

The band's awards over the years have included an MTV Video Music Award and Teen Choice Awards, indicating their mainstream success.

Other Maryland bands include The Orioles and All Time Low.

MASSACHUSETTS: Boston
Boston band

Michael Ochs Archives/Getty Images

Aerosmith might be known as the "bad boys from Boston," but since they actually got their start in New Hampshire, arena-rock band Boston is the most famous band formed in Massachusetts.

The group released their eponymous debut album in 1976, which sold more than half a million copies in just a week, jumping straight to the top of the charts and spawning several hits, including "More Than a Feeling" and "Peace of Mind." The album was so successful that Boston became the first band in history to play its debut concert at Madison Square Garden in New York.

Tommy DeCarlo, Boston's lead vocalist who rose from devoted fan to frontman after Brad Delp's death, died at 60 on March 9, following a brief battle with brain cancer.

MICHIGAN: The Temptations
The Tempations

NBC/Getty Images

One of the most successful Black vocal groups of all time, the Temptations, originally known as the Elgins, formed in Detroit in 1961 when two groups merged — Otis Williams and the Distants and the Primes.

Now considered a classic example of Motown's signature sound, the group rose to prominence with hits like "My Girl" and "Since I Lost My Baby," produced under the inimitable Smokey Robinson. Taking a nod from Sly and the Family Stone, the group released the 1968 psychedelic soul hit single "Cloud 9," which won the group and Motown their first Grammy Award.

During its heyday with Motown in the 1960s and '70s, The Temptations produced 37 Top 40 hits, 15 Top 10 hits, and four No. 1 hits. And that was only on the pop charts; the group dominated the R&B charts with 15 No. 1 singles and 17 No. 1 albums.

Several members of The Temptations' classic lineup have died over the years, including David Ruffin, Eddie Kendricks, Paul Williams, Melvin Franklin, and Dennis Edwards.

MINNESOTA: Prince and the Revolution
Prince in concert

Kristian Dowling/Getty Images

Though Prince and the Revolution had achieved considerable success beforehand, it was the 1984 film release of "Purple Rain" — and Prince's accompanying soundtrack — that launched the group into superstardom. The "Purple Rain" album sold over 13 million copies, spent 24 weeks at the top of the charts, and produced hits "When Doves Cry," "Purple Rain," and "Take Me with U."

Prince was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame in 2004, his first year of eligibility. He died in 2016, aged 57, at his Paisley Park estate in Minnesota.

MISSISSIPPI: 3 Doors Down
3 Doors Down

Frank Micelotta/Getty Images

Three Doors Down, from Escatawpa, Mississippi, hit it big in the early 2000s with radio-friendly singles "Here Without You," "Kryptonite," and "When I'm Gone."

The post-grunge band saw three albums go multi-platinum, including 2000's "The Better Life," which has gone platinum seven times and became one of the best-selling albums of the year, per Billboard.

MISSOURI: Ike and Tina Turner
Ike and Tina Turner

David Redfern/Getty Images

Ike and Tina Turner were a wildly successful duo for nearly 20 years, topping R&B and pop charts, touring with the Rolling Stones, and winning a Grammy for their song "Proud Mary." In 1976, Tina left what she described as an abusive relationship with Ike and went on to build her own successful solo career.

Tina Turner was inducted into the Rock & Roll Hall of Fame as a solo artist in 2021. She died in 2023, at age 83. Ike Turner died in 2007.

MONTANA: Silkworm
Silkworm

Hargrove House Productions/YouTube

The nearly 20-year career of Silkworm, who formed in Missoula, was cut short in 2005 when their drummer, Michael Dahlquist, was killed in a car accident.

In February 2013, filmmaker Seth Pomeroy released "Couldn't You Wait?" a documentary that tells Silkworm's story from their start as childhood friends to their final days together.

The remaining band members went on to form a new band called Bottomless Pit.

NEBRASKA: Bright Eyes
BrightEyes

Mike Lawrie/ Getty Images

Bright Eyes is the main creative vehicle for Omaha-born Conor Oberst. The band has had some notable success on the charts: In 2005 its album "I'm Wide Awake, It's Morning" peaked at No. 10 on the Billboard 200 and its 2007 album "Cassadaga" peaked at No. 4. A

After a nine-year hiatus, the band released a new album, "Down In the Weeds, Where the World Once Was," in 2020. In 2024, it released "Five Dice, All Threes."

NEVADA: Imagine Dragons
ImagineDragons

Ethan Miller/ Getty Images

In 2015, Imagine Dragons earned its first No. 1 album on the Billboard 200 chart with "Smoke + Mirrors."

The Las Vegas band entered the spotlight with their Grammy Award-winning single "Radioactive," from their 2012 debut album. The song held the record for the longest time on the Hot 100 — 87 weeks, or almost two years — until The Weeknd's "Blinding Lights" overtook it in 2021.

Other famous bands from Nevada include The Killers and Panic! At The Disco.

NEW HAMPSHIRE: Aerosmith
aerosmith

Kevin Winter/ Getty Images

Aerosmith is one of the most recognizable '70s rock bands and one of the biggest comeback stories in rock history. Aerosmith was flying high and on its way to rock royalty after the release of "Toys in the Attic" and "Rocks" in 1975 and 1976, respectively.

But the band's struggle with drug and alcohol abuse took its toll, leading guitarists Joe Perry and Brad Whitford to temporarily leave the band. Aerosmith seemed to be on the brink of no return until Run-D.M.C. released a cover of "Walk This Way" and catapulted the band back to the mainstream.

Though they're billed as the "bad boys from Boston," many people don't know that Aerosmith formed in New Hampshire before making it big. Lead singer Steven Tyler and Perry spent summers together as children, and the band played at small venues and high school proms throughout the state before making a name for themselves nationally.

NEW JERSEY: Bruce Springsteen and the E Street Band
BruceSpringsteen

Mark Metcalfe/ Getty Images

Bruce Springsteen himself inducted the E Street Band into the Rock & Roll Hall of Fame in 2014, in celebration of the 40 years they spent working together. One of America's most beloved musicians, Springsteen — also known as "The Boss" — is most famous for the work he did with the E Street Band, whom he met in Asbury Park.

Springsteen has released multiple albums that have gone platinum — including his first, 1972's "Greetings from Asbury Park, N.J." — and achieved global fame after the release of the 1975 album "Born to Run." He got his own biopic in 2025, "Springsteen: Deliver Me from Nowhere."

Other famous bands from New Jersey include Bon Jovi, Frankie Valli and The Four Seasons, My Chemical Romance, and The Jonas Brothers, who were recently inducted into the New Jersey Hall of Fame.

NEW MEXICO: The Shins
The Shins

Scott Gries/ Getty Images

Frontman James Mercer started The Shins as a side project in 1996 in Albuquerque, but it quickly evolved to be the state's most notable rock band.

After the soundtrack of the 2004 film "Garden State" included the songs "Caring Is Creepy" and "New Slang," the Shins began earning a significantly larger audience. The band's next album after the movie, 2007's "Wincing the Night Away" peaked at No. 2 on the Billboard 200, cementing The Shins as the Southwest's indie darlings.

Other famous bands from New Mexico include The Fireballs and Xit.

NEW YORK: The Ramones
Ramones

Keystone/Getty Images

There are plenty of famous bands from New York — The Beastie Boys, The Velvet Underground, and KISS, to name a few — but few have the influence and reputation of The Ramones, who have innumerable hits, including "Blitzkrieg Bop," "I Wanna Be Sedated," and "Sheena Is a Punk Rocker."

There's even a street in Manhattan named Joey Ramone Place, after the lead singer who died of cancer in 2001.

NORTH CAROLINA: The Charlie Daniels Band
CharlieDanielsBand

Larry Busacca/ Getty Images

Wilmington's The Charlie Daniels Band, with its rotating cast of musicians, has been an icon of country music since the 1970s.

Their eclectic blend of Southern rock and hardcore country has earned them numerous awards and recognitions, including a Grammy Award.

The band's most famous contribution to the annals of rock and country music is without a doubt "The Devil Went Down to Georgia," which features one of the best fiddle solos ever performed.

NORTH DAKOTA: Bobby Vee & The Strangers
Bobby Vee

Keystone/Getty Images

Bobby Vee and The Strangers, originally called The Shadows, first performed publicly on "The Day the Music Died" — the group filled in for Buddy Holly, Ritchie Valens, and the Big Bopper at a gig in Moorhead, Minnesota, after the three famous musicians were killed in a plane crash in 1959.

The then-15-year-old Vee would go on to earn two gold albums, 38 songs in the Billboard Top 100, six gold singles, and 14 Top 40 hits.

OHIO: Twenty One Pilots
Twenty One Pilots.
Twenty One Pilots

Kevin Winter/Getty Images for iHeartRadio

Twenty One Pilots, from Columbus, Ohio, is made up of Tyler Joseph and Josh Dun. They are known for fusing alternative rock, hip-hop, and electronic elements.

They broke into the mainstream with the 2015 album Blurryface, which produced major hits like "Stressed Out," "Ride," and "Heathens." The band has earned significant recognition, including a Grammy Award for best pop duo/group performance in 2017 for "Stressed Out," as well as multiple Billboard Music Awards and American Music Awards.

Other famous bands from Ohio include the Isley Brothers and The Black Keys.

OKLAHOMA: The Flaming Lips
The Flaming Lips

Mark Metcalfe/Getty Images

The Flaming Lips, formed in Norman, Oklahoma, in 1983, have only had one hit single in the US, "She Don't Use Jelly," released in 1993.

However, they have earned three Grammy Awards, multiple hit singles in the UK and Europe, and a large indie following.

The band is known for its energetic live performances that feature mesmerizing light shows and wacky stage props like giant robots and laser hands.

OREGON: The Decemberists
The Decemberists

Rob Ball/Getty Images

No band embodies the woodsy vibe of Portland, Oregon, better than The Decemberists. Since forming in 2001, the band has earned a Grammy nomination and performed at Barack Obama's 2008 presidential campaign stop in Portland.

The Decemberists' sonic architecture — founded on strong lyric writing and a diverse range of folk textures — and whimsical live performances, which usually feature a historical reenactment of sorts, have helped the band become darlings of folk-pop music.

Frontman Colin Meloy and co. scored their biggest success to date with the 2011 studio album "The King Is Dead," which reached No. 1 on the Billboard 200.

PENNSYLVANIA: Hall & Oates
Hall and Oates

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Duo Daryl Hall and John Oates formed Hall & Oates in the early '70s and released their debut album, "Abandoned Luncheonette," in 1973.

Hailing from Philadelphia, the pair garnered national attention throughout the '70s and '80s with hits such as "Maneater" and "Sara Smile."

The band won three American Music Awards in the early '80s. More recently, both members released solo albums amid a now-resolved but lengthy legal battle.

RHODE ISLAND: Talking Heads
Talking Heads

Chris Walter/Getty Images

Best known for their hits "Psycho Killer," "Life During Wartime," and "Once in a Lifetime," Talking Heads were successful with audiences and professional critics.

Though they rose to fame in New York, the three founding members, David Byrne, Chris Frantz, and Tina Weymouth, began practicing together at the Rhode Island School of Design before becoming Talking Heads.

The band added their fourth member, guitarist Jerry Harrison, shortly before releasing their first single, "Love Goes to Building on Fire"/"New Feeling," in 1976.

SOUTH CAROLINA: Hootie and the Blowfish
HootieAndTheBlowfish

Reed Saxon/ AP

Darius Rucker, Mark Bryan, Dean Felber, and Jim Sonefeld formed Hootie & The Blowfish after meeting in the late 1980s at the University of South Carolina in Columbia. Over the next 10 years, they attracted a following throughout the East Coast before releasing their 1994 debut album, "Cracked Rear View," which sold over 16 million copies in the US.

SOUTH DAKOTA: The Spill Canvas
TheSpillCanvas

Jeff Fusco/ Getty Images

Formed in Sioux Falls in 2002, the pop-punk quartet The Spill Canvas has toured with big-name acts including Motion City Soundtrack, Plain White T's, and OneRepublic.

After a nearly two-year hiatus, The Spill Canvas funded their 2012 comeback album, "Gestalt," with the help of fans on Kickstarter.

TENNESSEE: Johnny Cash and the Tennessee Three
Johnny Cash

Michael Ochs Archives/Getty Images

The Tennessee Three began as the Tennessee Two, with Luther Perkins and Marshall Grant backing Johnny Cash, and expanded to the Tennessee Three with the addition of drummer W.S. Holland in 1958.

During the 1980s, the band's lineup changed and expanded, and they were called The Great Eighties Eight. Though Johnny Cash participated in various group and solo ventures throughout his long career, with the Tennessee Three, he achieved mega-hits such as "I Walk the Line" and "Folsom Prison Blues."

The band played with Cash through 1999. After the singer's death, the group reformed and released the tribute album "The Sound Must Go On." They've toured the globe playing to Cash fans and in 2012, released the album "All Over Again." Cash won a myriad of awards for his music, most of which feature the Tennessee Three as the backing band.

Other famous bands from Tennessee include Kings of Leon, Paramore, Little Big Town, The Band Perry, and Lady A.

TEXAS: ZZ Top
ZZTop

Frazer Harrison/ Getty Images

Hailing from Houston, ZZ Top was one of the biggest rock acts of the '80s, with huge hits such as "Legs," "Sharp Dressed Man," and "Gimme All Your Lovin'."

In 2004, the bearded, sunglasses-wearing duo, Billy Gibbons and Dusty Hill, and their drummer, Frank Beard, were inducted into the Rock & Roll Hall of Fame.

UTAH: The Osmonds
Osmonds

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The four older siblings from the Mormon musical group from Salt Lake City made their big debut on the "Andy Williams Show" in 1962, with the others joining later.

Some of the Osmond siblings, most notably Donny, Marie, and Jimmy, dabbled in solo careers, yet continued to collaborate with the group. The Osmonds have reportedly sold more than 100 million albums worldwide.

VERMONT: Phish
Phish

Michael Loccisano/ Getty Images

Jam band Phish has a cult following that rivals that of the Grateful Dead. The original members — Jon Fishman, Trey Anastasio, and Jeff Holdsworth (who left the band in 1986) — met at the University of Vermont and were later joined by bassist Mike Gordon and keyboardist Page McConnell. The band was officially formed in 1983.

In 1997, the band hosted The Great Went, a music festival in Limestone, Maine, which drew a crowd of 62,000 and was the top-grossing concert of that summer.

VIRGINIA: Dave Matthews Band
DaveMatthewsBand

Matt Roberts/ Getty Images

The Charlottesville-based Dave Matthews Band quickly grew a strong fan base after releasing their live debut album in 1991. "Remember Two Things," their 1993 independently released live album, debuted at No. 1 on the college charts and was later certified platinum.

Today, Dave Matthews Band has sold over 30 million records worldwide and became the first band to have six consecutive studio albums that debuted at No. 1 on Billboard, Billboard reported.

WASHINGTON: Nirvana
Nirvana

Raffaella Cavalieri/Getty Images

Nirvana rocketed to fame with their single "Smells Like Teen Spirit" off the 1991 album "Nevermind," which brought grunge-rock to the mainstream.

The band officially formed a few years earlier, in 1987, when guitarist and vocalist Kurt Cobain and bassist Krist Novoselic began performing at local parties in the Seattle region.

In 1990, Dave Grohl joined Nirvana as the drummer. The band's tragic end came in 1994 with Kurt Cobain's suicide, though their music continued to inspire and impact the grunge movement.

Other famous bands from Washington include Pearl Jam and the Foo Fighters.

WASHINGTON, DC: Minor Threat
Ian MacKaye

Steve Eichner/Getty Images

Minor Threat's song "Straight Edge" pioneered (and named) the drug- and alcohol-free lifestyle — one that goes against the wasted-punk-rocker stereotype. The band formed among a wave of punk bands in Washington, DC, and though Minor Threat's career lasted only three years, its influence can still be found in punk music to this day.

After the band's dissolution, frontman Ian MacKaye played with numerous groups before forming Fugazi in 1987.

WEST VIRGINIA: Asleep at the Wheel
Asleep at the Wheel

Jim Bennett/Getty Images

Asleep at the Wheel got their start in Paw Paw, West Virginia, in 1970, when they opened for Alice Cooper and Hot Tuna.

Since then, they have continued to dominate American country and Western music, winning eight Grammy Awards and a Lifetime Achievement in Performance, not to mention a few chart-topping songs along the way. They continue to tour.

WISCONSIN: Violent Femmes
ViolentFemmes

Marty Lederhandler/ AP

When the Violent Femmes released its critically acclaimed eponymous debut album in 1983, the band was nothing more than an underground sensation — in fact, it took eight years for the album to go platinum, Pitchfork reported. But over the years, the band has evolved into one of the most important and popular post-punk groups, as proven not only by its music but also by the fact that the Femmes' acoustic style inspired the MTV show "Unplugged."

In 2015, the Femmes released their first album in 15 years, "We Can Do Anything" — though the critical reception was not too warm — and followed it up with 2019's "Hotel Last Resort."

WYOMING: Teenage Bottlerocket
Teenage Bottlerocket

Taylor Hill/Getty Images

Teenage Bottlerocket released their debut album, "Another Way," in 2002 on Laramie's communal label, One Legged Pup.

The twin Carlisle brothers behind the group — Ray on bass and vocals, and Brandon on drums — cycled through various guitarists before finding Kody Templeman.

The band has become a pop-punk mainstay over the years, playing major events like Warped Tour, and is known for its iconic skull-and-rocket logo.

Editor's note: A version of this story was first published in 2022 and was most recently updated in March 2026.

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Sony and Honda scrapped their next EV before launch. You can still drive it on PlayStation.

25 de Março de 2026, 14:48
The interior of the Afeela, the tech-heavy car that was part of the joint venture with Honda and Sony.
Honda and Sony canceled two Afeela products before they reached production.

Andrej Sokolow/picture alliance via Getty Images

  • Honda and Sony axed the Afeela, a tech-heavy electric sedan that was slated for sale in 2026.
  • The decision leaves Sony Honda Mobility, their joint venture company, in limbo.
  • Analysts say they aren't surprised by the cancellation — but were surprised by how late it came.

The Afeela is dead.

The car — a PlayStation-linked EV developed through Honda's joint venture with Sony — had been positioned as a tech-forward flagship, featuring multiple screens (including on the hood), autonomous driving capabilities, and even a spot to hold a PS5 controller.

Plans to build the $90,000 electric sedan and a future SUV sibling were scrapped on Wednesday.

It's the latest shift in Honda's approach to building EVs in America. Earlier this month, the automaker said it would take a $15.7 billion write-down while canceling several coming EVs, including the Honda 0 Saloon, Honda 0 SUV, and Acura RSX. Honda had already exited a separate EV partnership with General Motors in 2023 and discontinued the Acura ZDX last year.

The decisions leave Honda with one EV in the US market: the Prologue.

Afeela's cancellation stands apart.

A Sony Honda Mobility Afeela on stage at the Consumer Electronics Show in 2026.
SHM showcased the Afeela at CES this year.

Bloomberg/Getty Images

Honda and Sony formed an entirely separate company, Sony Honda Mobility, to develop the car. SHM told Business Insider on Wednesday it's continuing "to discuss the path forward with its parent companies on the future of SHM."

The model's cancellation didn't shock industry analysts.

"This aligns with Honda rethinking its EV plans, especially in the US market," Seth Goldstein, a senior equity strategist and EV industry specialist at Morningstar, told Business Insider.

He said Honda is likely shifting toward a more hybrid-heavy lineup while reassessing how to build profitable EVs without relying on government incentives.

While the cancellation itself wasn't surprising, the timing was.

Sony Honda Mobility recently showcased Afeela at CES, heavily promoted it on social media, and added the vehicle to the PlayStation car racing game Gran Turismo 7 in a 2025 update. Moderators for the r/GranTurismo7 subreddit confirmed to Business Insider that the car is still available to drive in the game.

SHM had said it expected to launch the physical car in California by the end of the year.

شيفروليه تكشف عن سيارتين اختباريتين من كورفيت بقوة هائلة تصل إلى 2000 حصان، ويمكنك تجربتهما الآن داخل لعبة Gran Turismo 7 مع التحديث المجاني 1.62
التحديث لا يقتصر على ذلك فقط، بل يضيف أيضًا:
•سيارة AFEELA 1 المتطورة تقنيًا، موديل 2026.
•رينو أفانتايم النادرة، موديل 2002#GT7 pic.twitter.com/MGrXqQq30T

— GTWorld🇸🇦 (@granturismoSA) August 27, 2025

Pulling the plug on a vehicle so close to launch is "definitely not the industry norm," Adam Bernard, a former director of competitive intelligence at General Motors, told Business Insider.

"A last-minute pull is very unusual," he said.

More broadly, Honda's shift highlights a growing divide in how automakers are approaching the US EV market.

Toyota — long seen as a laggard in fully electric vehicles — has recently accelerated its EV plans, underscoring how differently the longtime rivals are navigating the transition.

Goldstein said Toyota's experience with hybrid systems and battery development may make it easier to adapt its lineup, while Honda now faces a more fundamental reset.

The Afeela's customizable "Media Bar" on its hood. It shows a blue screen with white lettering saying "Happy Birthday Carol!"
The Afeela had a bevy of screens, including on the hood. The front-facing "Media Bar" could be customized with messages.

Stephen Brashear/Getty Images

Still, analysts don't see this as the end of Honda's EV ambitions altogether.

"My guess is that they may revisit their plans and perhaps produce something lower in cost toward the end of the decade," Sam Abuelsamid, an auto industry analyst at Telemetry, told Business Insider.

He added that while Afeela was slated for production in Ohio, Honda is likely to repurpose that capacity for other vehicles rather than leave it idle.

What remains unclear is where Sony Honda Mobility fits into Honda's next phase. A Honda spokesperson said the company had "no insight into the announcement," referring questions to the joint venture.

"This decision follows discussions between our parent companies, after taking into account the significant impact of Honda's EV strategy change," SHM told Business Insider.

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Setor de vinhos se mobiliza contra discurso de que qualquer consumo de álcool é nocivo

25 de Março de 2026, 11:57

A indústria brasileira do vinho decidiu reagir de forma mais organizada à pressão crescente contra o consumo de álcool em todo o mundo, em um momento em que autoridades de saúde e mudanças de comportamento do consumidor colocam sob escrutínio até mesmo o uso moderado da bebida.

Esse movimento ganha uma vitrine neste mês, em São Paulo, com a realização do Simpósio Internacional Vinho, Saúde e Estilo de Vida, que reunirá médicos e pesquisadores brasileiros e estrangeiros para discutir a relação entre consumo moderado de vinho, saúde e bem-estar.

A programação inclui palestras de cardiologistas e especialistas em nutrição e metabolismo, com foco em evidências científicas associadas ao vinho, especialmente o tinto.

A reação ocorre após a mudança de posicionamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), que em janeiro de 2023 afirmou que, no caso do álcool, “não há quantidade segura que não afete a saúde”.

A entidade sustenta que os riscos começam a partir do primeiro consumo e que o impacto do álcool sobre doenças e mortalidade é amplamente documentado.

“A gente tem como ponto principal a conscientização e a educação para trazer evidências científicas à luz desses holofotes que estão demonizando o vinho”, disse Célia Pinotti Carbonari, sócia-proprietária da Vinícola Villa Santa Maria e uma das idealizadoras do evento em entrevista à Bloomberg Línea.

Leia também: Nem zero, nem excesso: vinícola gaúcha aposta em álcool reduzido para novo público

Carbonari rejeitou a ideia de que o movimento se aproxime do negacionismo científico e afirmou que o setor não nega os efeitos negativos do consumo excessivo de álcool. “O consumo exagerado do álcool realmente não é saudável em nenhuma etapa da vida, e ninguém está defendendo esse tipo de coisa”, disse.

Por trás do movimento está uma tentativa do setor de dissociar o vinho do debate mais amplo sobre os malefícios do álcool, entretanto. A organizadora explicou que o vinho não pode ser reduzido a esse enquadramento. “O vinho não é só álcool. Ele tem álcool, mas é muito mais do que isso”, disse.

No setor, a abordagem a favor do consumo zero passou a ser vista como excessivamente generalizante, ao tratar todas as bebidas alcoólicas de forma equivalente. Produtores e entidades passaram a defender que o vinho tem características próprias, tanto do ponto de vista de composição quanto de consumo.

Uma das vozes mais conhecidas dessa reação internacional é a da médica e viticultora Laura Catena, diretora da vinícola argentina Catena Zapata, que passou a defender o consumo moderado de vinho dentro de um estilo de vida saudável, em contraposição à ideia de risco zero. Ela tem publicado artigos e dado entrevistas em que critica a posição da OMS.

Leia também: Geração Z rejeita o álcool e põe em risco tradição em 1.500 cervejarias da Alemanha

O conceito de consumo moderado é central nessa argumentação. Segundo Carbonari, os parâmetros que serão discutidos no simpósio indicam um limite de 13 gramas de álcool por dia para mulheres e 26 gramas para homens.

Em termos práticos, isso equivale a cerca de 100 ml diários de vinho para mulheres e 200 ml para homens, considerando uma bebida com teor alcoólico em torno de 13%, média de muitos vinhos.

A programação do evento inclui discussões sobre os efeitos metabólicos do vinho tinto, diferenças entre tipos de bebidas alcoólicas e o papel do consumo moderado dentro de padrões alimentares como a dieta mediterrânea, frequentemente associada a benefícios cardiovasculares.

A tese defendida por produtores e representantes da cadeia vitivinícola do Brasil é a de que o vinho não deve ser visto apenas como bebida alcoólica, mas como um produto agroalimentar, ligado à alimentação, à cultura e ao convívio social.

É assim que muitos países da Europa e mesmo da América do Sul enquadram legalmente a bebida, o que gera benefícios econômicos e fiscais aos produtores.

“A gente busca a reclassificação do vinho. O vinho precisa ser considerado um produto agroalimentar”, disse Carbonari.

Segundo ela, essa classificação permitiria considerar não apenas o produto final, mas toda a cadeia envolvida, incluindo produção agrícola, turismo e desenvolvimento regional. O argumento é que a vitivinicultura tem efeitos econômicos mais amplos, especialmente em regiões produtoras.

“Não estamos questionando a ciência, mas queremos mostrar que as coisas não devem ser vistas de forma tão radical quanto têm sido”, disse Carbonari.

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Queda do consumo de álcool e preocupação com a saúde desafiam a indústria de bebidas

© David Paul Morris

Por trás do movimento está uma tentativa do setor de dissociar o vinho do debate mais amplo sobre os malefícios do álcool (Foto: David Paul Morris/Bloomberg)

Ex-executivo da XP vai captar R$ 100 milhões para comprar rede de academias Skyfit

23 de Março de 2026, 20:09

O empresário Caio Murad Peres, ex-head de distribuição da XP, está estruturando a compra da rede de academias Skyfit, apurou o InvestNews. A transação será feita por meio da SFH Holding, veículo liderado por Peres, que lançou uma emissão de R$ 100 milhões para financiar a aquisição, que foi assinada no início de janeiro.

Os recursos da operação, destinada a investidores profissionais – aqueles com mais de R$ 10 milhões aplicados – serão usados integralmente para a compra de 100% da Skyfit Franchising, empresa dos fundadores da rede, os empresários Bruno Belluci Berardo e Ewerton Carvalho Oliveira Silva.

A SFH é uma empresa pré-operacional, criada para absorver o novo ativo. A aquisição da Skyfit será feita de forma alavancada, em uma estrutura na qual a própria rede de academias servirá como garantia. 

Cerca de 55% das quotas da empresa foram dadas em alienação fiduciária aos futuros credores, além de outros ativos e garantias pessoais dos sócios envolvidos. O Itaú BBA coordena a oferta.

Atualmente, Peres é sócio da startup de locação de veículos Turbi e do time de e-sports Furia. Além do empresário, outro sócio no projeto de compra da Skyfit é o gestor Paulo Maranesi, da KYR Capital

O InvestNews tentou contato com Peres e a Skyfit, mas não obteve retorno.

A Skyfit

Fundada durante a pandemia, a Skyfit cresceu apoiada em um modelo de academias de baixo custo e expansão via franquias, com foco em preços acessíveis e menor investimento inicial para franqueados. 

A empresa, ao lado de redes como Panobianco, Selfit e Bluefit, busca disputar espaço com a líder Smart Fit no segmento low cost, como já mostrou o InvestNews.

A primeira unidade da Skyfit foi inaugurada em 2020, no interior de São Paulo, e a rede chegou a dezenas de unidades em operação e mais de uma centena comercializadas nos primeiros anos.

A rede também ganhou projeção ao associar sua imagem a celebridades. O cantor Lucas Lucco participou da estratégia inicial como sócio e garoto-propaganda, enquanto atualmente a comunicação da rede está vinculada ao apresentador Rodrigo Faro.

Mais recentemente, a companhia passou a apostar em localizações de alto fluxo, como aeroportos. Uma unidade está em implantação no Terminal 2 do Aeroporto de Guarulhos, com operação 24 horas e integração a plataformas corporativas de bem-estar, como Wellhub e TotalPass.

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2 pilots killed, LaGuardia Airport closed after Air Canada plane collides with vehicle

An Air Canada Express CRJ-900 sits on the runway after colliding with a Port Authority fire truck at LaGuardia Airport in New York, on March 23, 2026. Air Canada Express flight AC8646 originated from Montreal and collided with the fire truck during landing.
An Air Canada plane crashed with a ground vehicle while taxiing in LaGuardia airport.

ANGELA WEISS / AFP via Getty Images

  • Two pilots were killed after an Air Canada plane collided with a ground vehicle at LaGuardia Airport.
  • Photos from the scene showed the plane on the ground, at an angle, its nose severely damaged.
  • The airport will remain closed until at least 2 p.m. ET as federal investigators examine the incident.

An Air Canada aircraft collided with a ground vehicle at New York's LaGuardia Airport late Sunday, killing two pilots and forcing the airport to shut down as investigators examine the crash.

The Air Canada Express flight, a CRJ-900 operated by Jazz Aviation — a Canadian regional carrier that runs shorthaul flights on behalf of Air Canada — struck a Port Authority rescue and firefighting vehicle on the airfield shortly after landing, authorities said.

New York Port Authority Executive Director Kathryn Garcia told reporters early Monday morning that two pilots on board the aircraft were confirmed dead. New York Port Authority told Business Insider another 41 people were transported to the hospital, including 39 flight passengers and two officers.

Garcia said the fire truck involved in the collision was responding to a separate United Airlines aircraft that had reported an odor issue. Two officers in the truck were taken to hospital and are in stable condition with no life-threatening injuries, she added.

The airport will remain closed until at least 2 p.m. ET Monday to allow the National Transportation Safety Board to investigate, Garcia said, adding that federal investigators are already on-site.

Jazz Aviation said in a statement on its website that the plane was carrying 72 passengers and four crew members. The statement did not provide information about the number of injuries or deaths.

Air Canada has set up a helpline for friends and family of passengers on flight AC8646.

We have set up a phone line for friends and family of passengers on Air Canada Express flight #AC8646 on Mar. 22,2026; they can call 1-800-961-7099 for assistance.

— Air Canada (@AirCanada) March 23, 2026

The flight left Montreal around 10:35 p.m. E.T., and touched down at LaGuardia at 11:37 p.m., per data from flight tracking website Flightradar24.

"The airport is currently closed to facilitate the response and allow for a thorough investigation," the Port Authority spokesperson said in the statement.

Per Flightradar24, 271 flights at LaGuardia were canceled on Monday.

An Air Canada Jet sits on the runway at LaGuardia Airport, Monday, March 23, 2026, after colliding with a Port Authority vehicle in New York.
An Air Canada plane crashed at LaGuardia airport on Sunday.

AP Photo/Ryan Murphy

An air traffic control recording from LiveATC.net appeared to capture the moments before the collision. In the recording, a controller urgently instructs the vehicle to stop. A few minutes later, the controller announces there was an incident on the airfield.

The Federal Aviation Administration issued a ground stop notice for all planes at LaGuardia Airport, per a notice by the agency.

A New York City Fire Department spokesperson told Business Insider that the department had responded to a call at 11:38 p.m., about an incident involving a plane and a vehicle on the runway.

LaGuardia is one of the three major commercial airports serving New York. It said in an X post earlier on Sunday that "weather conditions have caused LGA Airport flight disruptions," and advised passengers to "check with your airline to determine the status of your flight."

LaGuardia served over 30 million passengers in 2025, per the Port Authority.

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Preço da carne não para de subir. Para McDonald’s e Burger King, é hora de apostar em promoções

23 de Março de 2026, 06:00

Os lucros das maiores redes de hambúrguer dos Estados Unidos estão sob pressão — e, ainda assim, elas seguem apostando em descontos.

As marcas de fast-food vêm enfrentando o aumento acelerado no custo da carne bovina, que subiu 48% nos últimos 12 meses no atacado para o tipo de carne moída mais comum no setor, segundo dados federais.

Ainda assim, quando os americanos comem fora, mais consumidores estão optando por itens com promoções do que em qualquer momento dos últimos 50 anos, de acordo com a consultoria Circana.

A combinação de mais descontos com custos mais altos ameaça pressionar ainda mais as margens. No ano passado, a lucratividade média por restaurante do Burger King nos EUA caiu cerca de 10%. A Jack in the Box afirmou no mês passado que o custo da carne e vendas mais fracas reduziram os ganhos dos franqueados.

“Os dias de gastar mais de US$ 15 em uma refeição de hambúrguer ficaram para trás para nós, quando há opções melhores”, disse Josh Fulps, de 28 anos, que trabalha com gestão de patrimônio em Vancouver, Washington. Ele afirmou que, quando vai ao fast-food, busca religiosamente descontos no aplicativo do McDonald’s ou opta por combos promocionais como o Biggie Bag da Wendy’s.

Os preços da carne devem permanecer elevados, já que pecuaristas reduziram seus rebanhos ao menor nível em 75 anos e não têm pressa para expandi-los.

O movimento de queda no fluxo de clientes começou em 2024, levando McDonald’s, Taco Bell, Burger King e outras empresas a intensificarem as promoções. No ano passado, as redes de hambúrguer nos EUA lançaram cerca de 3.000 promoções — quase o triplo de 2019, segundo a Technomic.

Neste ano, as ofertas avançam ainda mais. O McDonald’s deve lançar no próximo mês um novo menu de US$ 3 ou menos, com itens como McDouble, batatas fritas ou hash browns, segundo pessoas familiarizadas com o plano. Essa será a quarta atualização nacional de ofertas de valor da rede em cerca de 21 meses.

“Vamos fazer o que for preciso para atender os consumidores de uma forma que também seja lucrativa para o nosso negócio”, disse o diretor financeiro do McDonald’s, Ian Borden, em entrevista em fevereiro.

As redes de fast-food registraram margem média de lucro de 4% no ano passado, pressionadas pela alta de custos, especialmente de mão de obra, segundo a National Restaurant Association. Em 2016, essa margem era estimada em 6,6%.

Segundo Jim Lewis, franqueado do McDonald’s por 32 anos até 2019, a rede deve conseguir lidar com o cenário graças ao alto volume de vendas, mas a guerra de descontos deve agravar os desafios de lucratividade para outras redes.

“O vencedor está indo bem, mas a categoria de hambúrgueres está sob pressão”, afirmou.

O Burger King mantém suas ofertas atuais de valor — US$ 5 por dois itens ou US$ 7 por três — como forma de dar flexibilidade entre hambúrgueres, acompanhamentos e sobremesas. A empresa diz estar confiante nos resultados dessas estratégias.

Outras iniciativas, como campanhas de marketing, reformas de lojas e melhorias operacionais, também têm ajudado a sustentar a rentabilidade dos franqueados em um ambiente desafiador.

Na Jack in the Box, o diretor de clientes e digital, Ryan Ostrom, afirmou que a marca tem lançado ofertas no momento certo, “não apenas quando os concorrentes fazem o mesmo”. Wendy’s e Jack in the Box disseram que seguem comprometidas em proteger a rentabilidade dos franqueados com investimentos em tecnologia e eficiência.

No mercado financeiro, as ações do McDonald’s subiram 0,9% no último ano, enquanto os papéis da controladora do Burger King, Restaurant Brands International, avançaram cerca de 9%. Já a Shake Shack caiu 1,8%, a Wendy’s recuou 53,8% e a Jack in the Box despencou 64,4%.

Para Greg Creed, ex-CEO da Yum! Brands (dona de KFC e Taco Bell), os descontos só funcionam se atraírem mais clientes sem comprometer a saúde financeira dos operadores.

“O futuro da marca depende do sucesso financeiro dos franqueados, não da saúde financeira da franqueadora”, disse.

As promoções ajudaram a conter a queda no movimento, embora os consumidores mais pressionados ainda não tenham retornado totalmente, segundo a Revenue Management Solutions. O tráfego melhorou ao longo de 2025, e as visitas em dezembro superaram o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Technomic.

As redes de hambúrguer ainda lideram o fast-food nos EUA, com o dobro das vendas das cadeias de frango, mas segmentos como frango, café e comida mexicana crescem mais rápido.

Desde 2019, o número de restaurantes de hambúrguer no país caiu cerca de 6%, segundo a Datassential. Wendy’s e Jack in the Box estão fechando centenas de unidades.

Executivos do setor afirmam que, mesmo com preços mais baixos, promoções como “leve um, pague outro” e combos de US$ 5 ainda podem gerar lucro para as empresas e seus franqueados.

Jim Lewis lembra que ajudou a impulsionar o menu de US$ 1 no McDonald’s nos anos 2000, quando as vendas estavam fracas. A estratégia aumentou o fluxo de clientes — e também os lucros.

“Você pode tolerar muita dor se conseguir aumentar as vendas”, disse.

@investnewsbr

Dilemas na Copa do Mundo, provocação no fast food e mais no Giro InvestNews de sexta, com conteúdo exclusivo do The Wall Street Journal. #notícias #WSJ

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Soccer legend Abby Wambach said colon cancer screening at 35 likely saved her life

22 de Março de 2026, 10:57
Abby Wambach #20 of United States of America drives the ball against China at the Mercedes-Benz Superdome on December 16, 2015 in New Orleans, Louisiana
US soccer icon Abby Wambach, shown here in a 2015 game, said she never expected to need colon cancer screening as a young, healthy athlete.

Chris Graythen/Getty Images

  • Olympic gold medalist and soccer star Abby Wambach said a colonoscopy at 35 likely saved her life.
  • The test found polyps that, with her family history of cancer, put her at high risk.
  • Colon cancer is now the leading cause of cancer-related deaths under 50. Early screening is crucial.

At the height of her soccer career, Abby Wambach felt invincible.

A FIFA world champion, two-time winner of the Olympic gold with the US women's national team, and a record-setting goal scorer, she was at the top of her game and racking up awards.

"I was fit. I was capable. I was one of the best in the world, and I had medals to prove it," Wambach told Business Insider.

But when Wambach was 35, her mother was diagnosed with colon cancer. Considered at risk because of her family history, Wambach underwent a colonoscopy. The procedure found she had polyps, abnormal growths in the colon that can become cancerous.

At the time, the recommended age for colon cancer screening was 50. While not all polyps become tumors, 15 years could have been more than enough time for Wambach to develop cancer, potentially at a stage too late for treatment.

"If I didn't get that screening and waited, that absolutely could have killed me," she said.

Now, as colon cancer has become the No. 1 cause of cancer-related deaths in Americans under 50, Wambach is urging others to get screened.

She and her fellow Olympian, soccer champ, and podcast co-host Julie Foudy are raising awareness by partnering with Cologuard, a non-invasive, at-home stool test for adults 45 and older at average risk.

"It's one of the most preventable forms of cancer if you get screened," Foudy said. "Even if you feel fine, you have to get screened. It doesn't take that long."

Colon cancer cases are rising in young people

Wambach said colon cancer can affect anyone. As a pro soccer star, she was used to being in tune with her body to perform at an elite level. She never expected to have an abnormal colonoscopy, and she almost couldn't believe the results.

"When the doctor came and told me when I'm coming back from anesthesia, I was like, 'This can't be true,'" Wambach said. "It doesn't matter who you are; this can happen to anyone."

Early detection of colon cancer is key because the disease is highly treatable in the initial stages.

Symptoms of colon cancer often occur only in later stages, when the disease has spread elsewhere in the body, and the odds of survival are significantly lower.

"If you are feeling symptoms from colorectal cancer, it is too late," Wambach said.

That means it's crucial to understand potential risk factors, such as family history. Wambach said her mom's diagnosis was a turning point for the whole family to get screened.

"I just remember vividly the process that she went through, how scary it was, and how important it was for all of us to learn this," she said.

Colon cancer screening should start at age 45 for most people, according to the American Cancer Society. That's five years earlier than previously recommended, due to the growing number of early-onset cancer cases.

However, anyone with colon cancer risk factors, such as a genetic history or symptoms such as rectal bleeding, should get screened earlier.

cologuard classic
Foudy and Wambach at the Cologuard Classic by Exact Sciences, a tournament to raise awareness of colorectal cancer screening and featuring patients and survivors.

Courtesy of Exact Sciences

A colonoscopy is the gold standard for colon cancer testing. Still, simple at-home stool tests like Cologuard are available for people 45 and older who are at average risk. Stool tests need to be done more frequently — every three years — and abnormal results require a follow-up colonoscopy.

Foudy, 55, has used the test herself. She said it's conveniently done in about 10 minutes at home and should be standard practice, but many women her age aren't up to date on screenings.

"I'm around active, healthy women all the time. I had a friend the other day who said, 'I've never gotten screened,'" she said. "What are you doing? This is too easy. Go get it."

Read the original article on Business Insider

TSA agents who often live paycheck to paycheck haven't been paid in 5 weeks. Here's how much they usually make.

21 de Março de 2026, 05:01
TSA agents.
TSA agents have been working without pay for over a month. Many live paycheck to paycheck, with average annual pay between $60,000 and $75,000.

Mark Felix / AFP via Getty Images

  • TSA agents at US airports are working without pay amid a partial government shutdown.
  • Their salaries start around $40,000 annually and increase with time and experience.
  • Top-level TSA leaders and workers living in expensive cities can earn six figures.

For five weeks, the people screening passengers and bags at US airports have been working without pay as the government shutdown — the second in four months — stretches on.

It's hitting a workforce that often lives paycheck to paycheck on middle-class salaries and is turning to food banks and community donations to get by.

More than 300 Transportation Security Administration officers (TSOs) have left the agency since mid-February, compounding staffing shortages that have created hourslong lines at airports like Orlando, Houston Hobby, and Philadelphia.

"We know these are not highly paid jobs, and we know that from the last government shutdown that it's difficult for TSA agents to work on a sustained basis without getting any income," Henry Harteveldt, a travel analyst and the president of Atmosphere Research Group, told Business Insider. "The need to find supplementary jobs that will provide some type of income is completely understandable."

These screening officers receive modest pay but collectively have ensured that the US air travel system remains one of the world's safest and busiest in the quarter century since the 9/11 plane hijackings.

Most of the roughly 50,000 agents who interact with passengers daily start around $40,000 annually. They average "anywhere from $60,000 to $75,000" as they gain experience, a Department of Homeland Security spokesperson told Business Insider.

TSOs living in more expensive cities, including Chicago, Houston, and San Francisco, receive a locality-based pay boost that can put them into at least the high five figures before any bonus opportunities.

Beyond frontline officers, senior officials — like regional directors who oversee multiple airports and managers at TSA headquarters who typically don't screen bags — can make six figures.

However, all of that pay is now on hold until Congress reaches a deal to fund DHS, whose funding lapsed on February 14 amid an impasse over the Trump Administration's immigration crackdown. TSOs received their first $0 paycheck in mid-March.

Passengers wait in a long line in a parking garage at William P. Hobby Airport in Houston.
HOUSTON, TEXAS - MARCH 8: Airline passengers wait in long lines to get through the TSA security screening at William P. Hobby Airport in Houston, Sunday, March 8, 2026. The line stretched from the security checkpoint into the lower level baggage claim area to the lower level parking garage.

Brett Coomer/Houston Chronicle via Getty Images

How TSO pay works

According to TSA Careers — a non-government website that the agency directed Business Insider to for information — TSO pay is organized into pay bands D through L, roughly corresponding to the federal government's GS-5 to GS-15 scale for civil servants.

Each band is divided into 10 "steps" that reflect time in service and incremental pay increases, with employees able to reach Step 10 within their given grade in about 3 years. TSOs are promoted to higher pay bands based on seniority and performance and can earn more by working overtime, nights, and Sundays.

At the bottom, brand-new TSOs, classified as Band D (roughly GS-5 equivalent) at Step 1, earn about $35,000 a year before locality or bonus pay, per the table. Most US cities receive an additional 16.8% locality adjustment in 2026, putting the lowest earners at an annual salary of around $40,000.

That works out to roughly $19 per hour for a standard 40-hour workweek — two and a half times the federal minimum wage of $7.25 and greater than any state minimum wage.

According to the global statistics website World Population Review, $40,000 still falls below the cost of living for a single adult with no children in most states; median wages for full-time workers in the US are about $63,000 a year, per Bureau of Labor Statistics data.

Climbing the pay ladder — and living in more expensive cities — leads to higher wages for security screeners. At the top of the D band, for example, a Step 10 TSO in an airport with standard locality pay would earn about $52,300 annually, or about $25 per hour.

The table below shows the full range of what TSOs make across pay bands and steps before locality adjustments.

TSOs in about 50 higher-cost-of-living cities receive additional locality pay, with the largest being in San Francisco, where agents earn 46.3% on top of their base salary.

That would put a Band D Step 1 TSO new hire at about $50,500 a year in the Bay Area, after locality pay but before any extra income. Their Band D base salary caps out at about $65,600; Band E caps out at about $81,000.

A handful of other locations — including Seattle, Boston, Houston, Chicago, New York City, Los Angeles, San Diego, Hartford, Connecticut, Washington, DC, and Alaska — receive locality boosts of at least 30%.

For example, TSOs at the top of the E band in DC, with a 33.9% locality, make about $74,000 annually. New York TSOs with a 38% locality in the same band earn between roughly $59,000 and $76,500.

TSA agents can earn more by working overtime, nights, and Sundays.
TSA agents can earn more by working overtime, nights, and Sundays.

ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP

TSOs earn more by climbing the leadership ladder

Experienced TSOs with years on the job and strong performance can advance into higher pay bands associated with management, analytical, and supervisory positions.

For example, moving into the F band — which includes roles like Lead TSO or Security Training Instructor — would place that agent in a salary range of roughly $61,000 to $79,000.

Program analysts, who work behind the scenes to optimize TSA efficiency through strategic planning and coordination, can fall into the G band. In a standard locality, they make between roughly $74,000 and $96,000. Cities like Houston or Hartford would push into the six figures.

The highest earners include top TSA leadership, like Federal Security Directors (FSDs), who oversee operations at their assigned airports and can earn about $162,600 in base pay at the top of the K and L bands.

Locality pay puts this even higher. A Step 1 FSD in San Francisco would make about $183,000 a year, rising to roughly $238,000 at Step 10, per the table. In Los Angeles, the base salary would range from about $170,000 to $222,000.

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Unilever tem oferta da McCormick, de tempero, por divisão de alimentos; negócio pode valer US$ 33 bi

20 de Março de 2026, 11:11

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a McCormick & Company, em um movimento que pode representar a maior reestruturação da fabricante da maionese Hellmann’s desde sua fundação, há quase um século.

A multinacional anglo-holandesa afirmou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da empresa de temperos sediada em Maryland, mas ressaltou que não há garantia de que o acordo será fechado. A unidade de alimentos tem valor potencial de até € 29 bilhões (US$ 33 bilhões), segundo a Bloomberg Intelligence.

Se concretizada, a operação será a maior da história da McCormick & Company, cuja capitalização de mercado, de US$ 14,5 bilhões, é apenas uma fração dos cerca de £ 101 bilhões (US$ 135 bilhões) da Unilever. Ainda não há detalhes sobre o financiamento, mas a transação pode ser estruturada como um “Reverse Morris Trust”, modelo de fusão com vantagens fiscais.

A venda marcaria a saída da Unilever da competição direta com gigantes de alimentos como Kraft Heinz, Nestlé e PepsiCo. Ao mesmo tempo, transformaria a empresa em um grupo focado em produtos de higiene, beleza e cuidados pessoais, em linha com concorrentes como L’Oréal, Beiersdorf e Estée Lauder.

A Bloomberg já havia informado nesta semana que a companhia avalia separar total ou parcialmente sua divisão de alimentos. As negociações avançam com a meta de um possível acordo até o fim do mês, segundo fontes.

As ações da Unilever chegaram a subir até 1,9%, antes de reduzir os ganhos. No acumulado dos últimos 12 meses até quinta-feira, os papéis ainda registram queda de cerca de 6%.

O CEO Fernando Fernandez, há cerca de um ano no cargo, já deixou claro que alimentos não são mais o foco principal. Segundo ele, beleza, cuidados pessoais e bem-estar serão os motores de crescimento da companhia.

O setor de alimentos enfrenta uma transformação prolongada, com consumidores — especialmente nos EUA — reduzindo gastos diante da inflação e incertezas geopolíticas. Supermercados também vêm ganhando espaço com marcas próprias mais competitivas, enquanto tendências como dietas mais saudáveis e o uso de medicamentos para perda de peso reduzem o consumo de produtos processados.

Essas mudanças tornam o segmento menos atrativo para multinacionais como a Unilever, em comparação com categorias como beleza e cuidados pessoais, onde os consumidores estão mais dispostos a gastar.

Fernandez já indicou que pretende elevar para dois terços a participação de marcas como Dove, Liquid IV e Dermalogica na receita total, ante cerca de metade atualmente.

Analistas do Bernstein avaliam que a estratégia de diversificação, comum nos anos 1990 e 2000, perdeu força. “Os benefícios de escala entre categorias já não compensam a complexidade”, escreveram.

Nos últimos anos, a Unilever vem simplificando seu portfólio. A empresa vendeu sua divisão global de chás, a área de spreads (incluindo a marca I Can’t Believe It’s Not Butter!), além de negócios como a Graze e a The Vegetarian Butcher.

Em 2025, a companhia também separou sua divisão de sorvetes na Magnum Ice Cream Co., mantendo cerca de 20% de participação, e planeja vender entre €1 bilhão e €1,5 bilhão adicionais em marcas menores de alimentos.

Apesar disso, a empresa não deve vender sua divisão de alimentos “altamente atrativa” por um preço baixo. O portfólio inclui marcas fortes como a Hellmann’s — líder nos EUA e no Brasil — e os cubos de caldo Knorr, segunda marca mais vendida da companhia, atrás apenas da Dove.

Para a McCormick & Company, a operação também representaria um grande teste. Fundada em 1889, a empresa começou vendendo root beer e se tornou uma das maiores fabricantes de temperos do mundo, conhecida por produtos como Old Bay.

Nos últimos anos, a companhia expandiu sua atuação para além de especiarias, com aquisições em mercados como Reino Unido e Polônia, além de produtos como molhos e maioneses saborizadas, populares entre consumidores mais jovens.

O maior movimento nesse segmento ocorreu em 2017, quando a McCormick & Company comprou a divisão de alimentos da Reckitt Benckiser por US$ 4,2 bilhões, incorporando marcas como French’s e Frank’s RedHot.

Ainda assim, analistas alertam que a integração de um negócio do porte da Unilever não será simples, dada a diferença de escala e o nível atual de endividamento da compradora.

Especialistas também apontam que, embora a venda possa destravar valor para os acionistas no longo prazo, o processo pode gerar distrações para a gestão no curto prazo, especialmente diante de outros desafios enfrentados pela empresa.

@investnewsbr

A aguardada nova camisa da seleção brasileira chegou e causou muito burburinho. Com uma marca mais associada ao basquete e preço lá no em cima, abriu inclusive brecha para a concorrência, que agora corre atrás de uma alternativa para vestir a torcida. futebol seleção #nike

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Unilever tem oferta da McCormick, de tempero, por divisão de alimentos; negócio pode valer US$ 33 bi

20 de Março de 2026, 11:11

A Unilever está em negociações para vender sua divisão de alimentos para a McCormick & Company, em um movimento que pode representar a maior reestruturação da fabricante da maionese Hellmann’s desde sua fundação, há quase um século.

A multinacional anglo-holandesa afirmou nesta sexta-feira (20) que recebeu uma proposta da empresa de temperos sediada em Maryland, mas ressaltou que não há garantia de que o acordo será fechado. A unidade de alimentos tem valor potencial de até € 29 bilhões (US$ 33 bilhões), segundo a Bloomberg Intelligence.

Se concretizada, a operação será a maior da história da McCormick & Company, cuja capitalização de mercado, de US$ 14,5 bilhões, é apenas uma fração dos cerca de £ 101 bilhões (US$ 135 bilhões) da Unilever. Ainda não há detalhes sobre o financiamento, mas a transação pode ser estruturada como um “Reverse Morris Trust”, modelo de fusão com vantagens fiscais.

A venda marcaria a saída da Unilever da competição direta com gigantes de alimentos como Kraft Heinz, Nestlé e PepsiCo. Ao mesmo tempo, transformaria a empresa em um grupo focado em produtos de higiene, beleza e cuidados pessoais, em linha com concorrentes como L’Oréal, Beiersdorf e Estée Lauder.

A Bloomberg já havia informado nesta semana que a companhia avalia separar total ou parcialmente sua divisão de alimentos. As negociações avançam com a meta de um possível acordo até o fim do mês, segundo fontes.

As ações da Unilever chegaram a subir até 1,9%, antes de reduzir os ganhos. No acumulado dos últimos 12 meses até quinta-feira, os papéis ainda registram queda de cerca de 6%.

O CEO Fernando Fernandez, há cerca de um ano no cargo, já deixou claro que alimentos não são mais o foco principal. Segundo ele, beleza, cuidados pessoais e bem-estar serão os motores de crescimento da companhia.

O setor de alimentos enfrenta uma transformação prolongada, com consumidores — especialmente nos EUA — reduzindo gastos diante da inflação e incertezas geopolíticas. Supermercados também vêm ganhando espaço com marcas próprias mais competitivas, enquanto tendências como dietas mais saudáveis e o uso de medicamentos para perda de peso reduzem o consumo de produtos processados.

Essas mudanças tornam o segmento menos atrativo para multinacionais como a Unilever, em comparação com categorias como beleza e cuidados pessoais, onde os consumidores estão mais dispostos a gastar.

Fernandez já indicou que pretende elevar para dois terços a participação de marcas como Dove, Liquid IV e Dermalogica na receita total, ante cerca de metade atualmente.

Analistas do Bernstein avaliam que a estratégia de diversificação, comum nos anos 1990 e 2000, perdeu força. “Os benefícios de escala entre categorias já não compensam a complexidade”, escreveram.

Nos últimos anos, a Unilever vem simplificando seu portfólio. A empresa vendeu sua divisão global de chás, a área de spreads (incluindo a marca I Can’t Believe It’s Not Butter!), além de negócios como a Graze e a The Vegetarian Butcher.

Em 2025, a companhia também separou sua divisão de sorvetes na Magnum Ice Cream Co., mantendo cerca de 20% de participação, e planeja vender entre €1 bilhão e €1,5 bilhão adicionais em marcas menores de alimentos.

Apesar disso, a empresa não deve vender sua divisão de alimentos “altamente atrativa” por um preço baixo. O portfólio inclui marcas fortes como a Hellmann’s — líder nos EUA e no Brasil — e os cubos de caldo Knorr, segunda marca mais vendida da companhia, atrás apenas da Dove.

Para a McCormick & Company, a operação também representaria um grande teste. Fundada em 1889, a empresa começou vendendo root beer e se tornou uma das maiores fabricantes de temperos do mundo, conhecida por produtos como Old Bay.

Nos últimos anos, a companhia expandiu sua atuação para além de especiarias, com aquisições em mercados como Reino Unido e Polônia, além de produtos como molhos e maioneses saborizadas, populares entre consumidores mais jovens.

O maior movimento nesse segmento ocorreu em 2017, quando a McCormick & Company comprou a divisão de alimentos da Reckitt Benckiser por US$ 4,2 bilhões, incorporando marcas como French’s e Frank’s RedHot.

Ainda assim, analistas alertam que a integração de um negócio do porte da Unilever não será simples, dada a diferença de escala e o nível atual de endividamento da compradora.

Especialistas também apontam que, embora a venda possa destravar valor para os acionistas no longo prazo, o processo pode gerar distrações para a gestão no curto prazo, especialmente diante de outros desafios enfrentados pela empresa.

@investnewsbr

A aguardada nova camisa da seleção brasileira chegou e causou muito burburinho. Com uma marca mais associada ao basquete e preço lá no em cima, abriu inclusive brecha para a concorrência, que agora corre atrás de uma alternativa para vestir a torcida. futebol seleção #nike

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