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Received today — 19 de Maio de 2026Negócios

Santa Catarina decreta alerta climático por causa do El Niño

18 de Maio de 2026, 23:01

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, assinou nesta segunda-feira (18) decreto que estabelece estado de alerta climático por 180 dias. A medida é preventiva e procura fortalecer ações de prevenções, principalmente em caso de chuvas e alagamentos, por causa do El Niño.

Segundo a agência de notícias do governo estadual, haverá investimento em monitoramento, capacitação e modernização de barragens, mas a medida não se trata de um decreto de situação de emergência ou de estado de calamidade pública.

“O objetivo é permitir a mobilização antecipada dos órgãos estaduais para ações de prevenção, monitoramento e resposta rápida diante de possíveis eventos extremos”, informa.

O decreto estabelece critérios objetivos para que municípios atingidos possam declarar situação de emergência, como índices elevados de chuva (precipitação superior a 80 milímetros em 24 horas), desabrigamento de famílias, interrupção de serviços essenciais, deslizamentos e alertas de nível laranja ou vermelho emitidos pela Defesa Civil estadual.

“O decreto ainda prevê mobilização de servidores estaduais para apoio às ações da Defesa Civil e autoriza o uso de recursos do Fundo Estadual de Proteção e Defesa Civil (Fundec) para custear medidas preventivas e operacionais”, explicou o governo.

O decreto tem vigência até novembro, mas pode ser prorrogado.

O estado já sofreu grandes enchentes nos anos de 1983 e 2023 provocadas pelo El Niño.

El Niño

Os estudos mais recentes, tanto nacionais quanto do National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA) – órgão do governo dos Estados Unidos que observa condições climáticas, indicam probabilidade acima de 80% de ocorrência do El Niño já em julho.

A situação no começo de maio era de neutralidade (temperatura das águas dentro do esperado para a região tropical do Pacífico), com aquecimento de mais de meio grau a partir de julho.

O fenômeno caracteriza-se pela alteração de temperatura das águas do Oceano Pacífico.

A previsão atual é de que o El Niño tenha maior intensidade entre dezembro de 2026 e janeiro de 2027, segundo a agência norte-americana e uma das referências no estudo do El Niño e do La Niña.

Na quinta-feira passada (14), o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) divulgou documento com análises atualizadas sobre a possível formação do fenômeno climático e seus impactos no território gaúcho. O texto aponta para a “possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo de 2026, com maior probabilidade de atuação durante a primavera deste ano e o verão de 2027”.

Conforme os especialistas, os cenários atuais “sugerem tendência de chuvas acima da média em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, além de temperaturas superiores ao padrão climatológico em determinados períodos”.

O boletim da última sexta-feira, do NOAA, indica um risco aumentado de mais de dois graus de variação entre novembro de 2026 e fevereiro de 2027, o que levou a um alerta para a costa oeste dos Estados Unidos, que se prepara para temporais mais intensos e inundações.

Segundo o órgão, a elevação da temperatura média dos oceanos, o aumento de sua altura e a força do El Niño coincidem e podem levar à maior incidência de desastres naturais.

Institutos ligados ao Ministério da Agricultura e da Ciência, Tecnologia e Inovação têm alertado para risco de chuvas no Sul e de maior dificuldade na produção de alimentos, com instabilidade para culturas alimentares, como arroz, feijão e milho.

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Vorcaro deixa cela especial e será transferido para cela comum após dois meses preso na PF

18 de Maio de 2026, 21:12

O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, deixou a sala especial que ocupava na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e foi transferido para uma cela comum da unidade. A alteração ocorreu nesta segunda-feira e também incluiu novas restrições para visitas de advogados.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/vorcaro-deixa-cela-especial-e-sera-transferido-para-cela-comum-apos-dois-meses-preso-na-pf/

Uso de inteligência artificial cresce no setor de saúde, com foco em tarefas administrativa

18 de Maio de 2026, 21:07

O uso de inteligência artificial (IA) avança no setor de saúde no Brasil, e sua aplicação prática ainda está concentrada em demandas operacionais. De acordo com os dados da pesquisa da TIC Saúde, que está na sua 12ª edição, divulgada pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil e conduzida pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), 18% dos estabelecimentos de saúde do País já utilizam algum recurso de inteligência artificial.

Leia mais em: https://exame.com/esferabrasil/uso-de-inteligencia-artificial-cresce-no-setor-de-saude-com-foco-em-tarefas-administrativa/

Lula faz acompanhamento médico em hospital de SP e 'evolução satisfatória', diz boletim

18 de Maio de 2026, 20:28

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esteve, nesta segunda-feira, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para realizar acompanhamento médico relacionado a procedimentos feitos em abril.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/lula-faz-acompanhamento-medico-em-hospital-de-sp-e-evolucao-satisfatoria-diz-boletim/

Escala 6x1: texto deve prever 2 folgas semanais obrigatórias ainda em 2026

18 de Maio de 2026, 20:12

O texto da comissão especial da Câmara que discute o fim da escala 6x1 no país deve prever duas regras distintas de transição, com a chegada, ainda neste ano, à escala 5x2 — no mínimo dois dias de folga obrigatórios por semana. A proposta do relator, o deputado Leo Prates (Republicanos-BA), deverá ser oficialmente apresentada na quarta-feira, 20, e votada pela comissão no dia seguinte.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/escala-6x1-texto-deve-prever-2-folgas-semanais-obrigatorias-ainda-em-2026/

Zema chama Vorcaro de “banqueiro bandido” e diz não se arrepender de críticas a Flávio Bolsonaro

18 de Maio de 2026, 20:00

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo), disse nesta segunda-feira, 18, em Florianópolis, que não se arrepende das críticas feitas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela relação com Daniel Vorcaro, CEO do Banco Master.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/zema-diz-nao-se-arrepender-de-criticas-a-relacao-de-flavio-bolsonaro-e-vorcaro/

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Ibovespa recua aos 180 mil pontos com IPCA e queda da Petrobras (PETR4); dólar fecha a R$ 4,89

12 de Maio de 2026, 17:27

O Ibovespa (IBOV) encerrou a terça-feira (12) em queda, pela segunda sessão consecutiva, após os dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos

Os investidores acompanharam ainda o recuo da Petrobras após o balanço do primeiro trimestre de 2026 e a continuidade na escalada de tensões entre Irã e EUA.

Hoje, o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações em baixa de 0,86%, aos 180.342,33 pontos.

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 4,8954, com ligeira alta de 0,08%.

Por aqui, o mercado acompanhou os dados da inflação de abril, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que foi a maior para o mês desde 2022.

O IPCA registrou alta de 0,67%, o que representa desaceleração após avanço de 0,88% em março. O resultado veio em linha com a mediana da pesquisa Projeções Broadcast.

No acumulado em 12 meses, a inflação acelerou de 4,14% em março para 4,39% em abril, ficando próximo do teto da meta inflacionária de 4,5% do Banco Central (BC).

Na avaliação da economista Claudia Moreno, do C6 Bank, as medidas do governo – como subsídios e redução de impostos – devem mitigar parte dos efeitos da alta do petróleo sobre a inflação brasileira no curto prazo. Ainda assim, ela afirma que combustíveis e alimentos já podem estar sendo impactados pelo conflito no Oriente Médio.

Além disso, “o mercado de trabalho aquecido junto com a perspectiva de desvalorização do real deve fazer com que os preços voltem a acelerar no segundo semestre”, diz Moreno. A projeção do C6 para o IPCA  de 2026 é de 4,8%, acima do intervalo de tolerância da meta, de 4,5%.

Altas e quedas do Ibovespa

No sentido contrário da véspera, a Petrobras (PETR3;PETR4) recuou após o balanço do primeiro trimestre e os dividendos virem abaixo do esperado pelo mercado, contrariando a alta do petróleo. PETR4 tombou 1,62% (R$ 45,68), enquanto PETR3 caiu 0,85% (R$ 50,38).

Segundo o time do Itaú BBA, liderado por Monique Martins Greco, o avanço do Brent ao longo de março “não foi totalmente refletido no trimestre”, já que existe uma defasagem entre o embarque do petróleo e o reconhecimento da receita na transferência de propriedade das cargas exportadas.

“Embora a frustração possa gerar pressão de curto prazo, a combinação de preços mais altos do petróleo e a realização das exportações em trânsito deve reverter esse efeito temporário, preparando um segundo trimestre mais forte”, escreveram os analistas.

Por outro lado, Vale (VALE3) conseguiu se recuperar no fim do pregão e subiu 0,37% (R$ 83,76), destoando da queda de 0,98% do minério de ferro, cotado a 812,5 yuans (US$ 119,57) a tonelada na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China. O avanço ocorreu após a mineradora divulgar suas projeções para 2026 e 2027.

Para o Safra, os números são positivos uma vez que o aumento na sensbilidade do fluxo de caixa livre das Soluções de Minério de Ferro não estava no cenário base do banco.

Adicionalmente, o banco avalia que isso ajuda a aliviar as preocupações do mercado em relação à perda de rentabilidade decorrente dos custos de caixa e do frete desde o início do conflito, algo que aparentemente pressionou as ações após o balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26).

A ponta negativa do índice foi encabeçada pela Natura (NATU3), que recuou 5,62%, a R$ 9,91, após o resultado do 1T26 ser considerado fraco pelos analistas do mercado.

Já a ponta positiva foi liderada pela Braskem (BRKM5), que disparou 29,02%, a R$ 11,87, depois de o JP Morgan realizar dupla elevação do papel. A recomendação passou de neutro para compra e o banco também subiu o preço-alvo de R$ 10,50 para R$ 15, com potencial de valorização de 63% ante o fechamento anterior (11).

Segundo o JP, a elevação do papel reflete a melhora nos fundamentos de mercado, oferta mais restrita e fortalecimento da governança após a reestruturação.

Exterior

Os índices de Wall Street fecharam sem direção única com a inflação pressionada, alta dos preços do petróleo e queda das ações de tecnologia.

No front econômico, o índice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) dos EUA aumentou 0,6% em abril, depois de ter subido 0,9% em março, informou o Escritório de Estatísticas do Trabalho do Departamento do Trabalho nesta terça-feira. Economistas consultados pela Reuters previam alta de 0,6%, com as estimativas variando de 0,4% a 0,9%.

Mas nos 12 meses até abril, os preços ao consumidor avançaram 3,8%. Esse foi o maior aumento anual desde maio de 2023 e seguiu-se à alta de 3,3% em março, o que reforçou ainda mais as expectativas de que o Federal Reserve deve deixar a taxa de juros dos Estados Unidos inalterada por algum tempo.

Diante da recente escalada de tensões no Oriente Médio, o parlamentar iraniano Ebrahim Rezaei disse nesta terça-feira que o país pode enriquecer urânio a até 90% de pureza, um nível considerado grau de armamento, se o Irã for atacado novamente.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: +0,11%, aos 49.760,56 pontos;
  • S&P 500: -0,16%, aos 7.400,97 pontos;
  • Nasdaq: -0,71%, aos 26.088,203 pontos.

Na Europa, os índices fecharam em forte queda com a tensão geopolítica e crise política no Reino Unido. O índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou as negociações com recuo de 1,01%, aos 606,63 pontos.

Na Ásia, os principais índices encerram majoritariamente negativos. O índice de Nikkei, do Japão, encerrou com avanço de 0,52%, 62.742,57 pontos. Já o índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,22%, aos 26.347,91 pontos.

Brasil é excluído da lista da União Europeia para venda de carnes para o bloco

12 de Maio de 2026, 17:17

O Brasil não consta da lista de países autorizados a fornecer produtos de origem animal à União Europeia, o que representa um risco comercial para o maior exportador mundial de carne bovina.

A União Europeia publicou na terça-feira (12) uma versão atualizada da lista de países que cumprem suas normas contra o uso excessivo de antimicrobianos em animais destinados à produção de alimentos. O Brasil não foi incluído.

A lista destina-se atualmente a fins informativos e não tem efeitos legais. No entanto, será “formalmente adotada” nos próximos dias, afirmou a Comissão Europeia em comunicado em seu site, acrescentando que as regras sobre importações entrarão em vigor a partir de 3 de setembro.

“De acordo com as normas da UE, o uso de antimicrobianos em animais de criação para fins de crescimento ou produção não é permitido, nem os animais podem ser tratados com antimicrobianos reservados para infecções humanas”, afirmou a Comissão Europeia.

O Ministério da Agricultura do Brasil e a Comissão Europeia não responderam de imediato ao pedido de comentários.

A União Europeia e o Brasil são importantes parceiros comerciais. No entanto, as exportações de carne bovina para o bloco representaram apenas 4% do total das exportações brasileiras de carne bovina no primeiro trimestre de 2026, segundo dados do Ministério da Agricultura.

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Alívio externo e queda dos juros impulsionam Ibovespa; bancos e metais lideram ganhos

30 de Abril de 2026, 15:13

No exterior, os mercados operam em tom mais construtivo nesta quinta-feira (30), favorecidos pela acomodação dos preços do petróleo, que recuam ao redor de 3%, após a recente escalada e pela ausência de novos catalisadores que elevem as tensões geopolíticas.

A agenda macroeconômica americana também esteve no radar: o índice de preços ao consumidor (PCE) de março mostrou aceleração da inflação cheia, puxada por combustíveis, enquanto o núcleo perdeu fôlego na margem, permanecendo dentro do esperado.

Já o PIB dos EUA cresceu a uma taxa anualizada de 2% no primeiro trimestre, abaixo das projeções, mas sinalizando uma economia ainda resiliente, sustentada por investimentos e consumo de serviços.

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Esse conjunto de fatores contribui para um ambiente de juros estáveis no curto prazo e limita movimentos mais bruscos nos Treasuries, títulos do Tesouro americano, e no dólar, permitindo avanço das bolsas globais.

No Brasil, o ambiente externo mais benigno se soma ao recuo das taxas de juros futuros, mesmo após o tom mais cauteloso adotado pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A leitura de que o ciclo de flexibilização monetária segue aberto — ainda que dependente da evolução do cenário internacional — sustenta o desempenho dos ativos locais.

Por volta das 15h, o Ibovespa avançava 1,39%, aos 187.318 pontos, impulsionado por ações de bancos e empresas ligadas a commodities metálicas. No câmbio, o dólar operava praticamente estável frente ao real (-0,02%), cotado a R$ 4,98, refletindo forças técnicas associadas à Ptax e o suporte do diferencial de juros doméstico.

Entre as ações que compõem o Ibovespa, o movimento positivo é majoritário, com destaque para o setor financeiro, beneficiado tanto pelo ajuste de carteiras de fim de mês quanto pelo alívio observado nos juros futuros. Na ponta oposta, a Suzano (SUZB3) registra desempenho inferior após a divulgação de um resultado trimestral mais fraco, pressionado pelo desempenho da celulose.

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Já empresas de mineração e siderurgia ensaiam recuperação após as perdas recentes, acompanhando a melhora dos preços internacionais. Movimentos pontuais em petroquímicas e companhias industriais refletem fatores corporativos específicos e revisões de expectativas sobre gestão e resultados.

Cármen Lúcia propõe criar ‘brigadas eleitorais’ para candidatas mulheres nas eleições

27 de Abril de 2026, 21:08
Cármen Lúcia STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), propôs, já para as eleições de 2026, a criação de brigadas eleitorais para segurança de candidatas mulheres. A declaração ocorreu durante aula magna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) na última sexta-feira, 24, com o tema “Violência contra a mulher: desafios contemporâneos e caminhos para o enfrentamento”.

Na ocasião, a ministra afirmou que a iniciativa seria direcionada a situações de risco iminente, funcionando como um mecanismo de resposta rápida para prevenir episódios de violência durante a campanha e o pleito.

“Que nós criemos também brigadas eleitorais para as candidatas mulheres, porque, se a gente não criar, vamos ter cada vez mais violência sendo praticada”, declarou a ministra.

Ela explicou que a proposta funcionaria de forma semelhante à Patrulha Maria da Penha, serviço especializado da Polícia Militar ou da Guarda Municipal que fiscaliza o cumprimento de medidas protetivas de urgência para mulheres vítimas de violência doméstica. O programa realiza visitas periódicas, oferece atendimento humanizado e atua na prevenção e na redução da reincidência de agressões.

“Estou propondo até pela minha experiência como presidente das eleições de 2024, que a gente comece criando, como temos a brigada Maria da Penha, que são brigadas que são chamadas quando a mulher esteja passando por uma situação de violência e acione imediatamente para evitar o pior desfecho”, afirmou.

Cármen Lúcia esteve na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) durante as eleições municipais de 2024. Ela antecipou para o dia 14 deste mês sua saída do cargo, que será assumido pelo ministro Nunes Marques.

“A eleição (de 2024) deu certo. Os eleitores foram votar, não fizeram o que tinham que votar e à noite eu dei o resultado, acabou a conversa. Nós queremos a paz democrática, a paz que é o equilíbrio no movimento com respeito a todos os direitos”, disse ainda a ministra.

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Quina hoje, concurso 7011: Confira o resultado sorteado nesta segunda (27)

27 de Abril de 2026, 21:08
Quina

As dezenas do concurso número 7011 da Quina foram sorteadas na noite desta segunda-feira (27), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 55 – 31 – 24 – 45 – 09.

O prêmio estimado para este concurso era de R$ 2.072.395,69.

Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.

A Quina possui seis sorteios semanais, de segunda a sábado, sempre às 21h (horário de Brasília).

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal, em todo o país, ou pela internet.

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Lotofácil hoje, concurso 3671: Confira o resultado sorteado nesta segunda (27)

27 de Abril de 2026, 21:06
Lotofácil

As 15 dezenas do concurso número 3671 da Lotofácil foram sorteadas na noite desta segunda-feira (27), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 15 – 09 – 17 – 06 – 10 – 03 – 18 – 04 – 13 – 12 – 05 – 21 – 01 – 07 – 16.

O prêmio estimado deste concurso era de R$ 2 milhões.

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) nas lotéricas credenciadas da Caixa, em todo o país, ou pela internet.

Para apostar na Lotofácil é preciso marcar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no bilhete. O apostador fatura se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O valor de um jogo simples custa a partir de R$ 3,00, e os sorteios ocorrem de segunda a sábado.

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ANP propõe que leilões de petróleo e gás sejam realizados na B3 a partir de 2027

27 de Abril de 2026, 20:45
Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) (Foto: Saulo Cruz/MME)

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia transferir para B3 os leilões da Oferta Permanente a partir de 2027. A ideia é focar em questões mais estratégicas das licitações – como a busca de novas áreas para oferta -, e deixar para a B3 a parte operacional da venda.

“O coração das nossas licitações continuará sendo conduzido pela ANP. E à B3 caberá dar a infraestrutura necessária à agência e às empresas licitantes”, explicou a diretora da ANP, Symone Araújo, na abertura do workshop “Novo Modelo de Licitação de E&P da ANP: Parceria com a B3”, realizado nesta segunda-feira, 27.

Estiveram presentes ao evento empresas que participam de rodadas de licitações de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural (E&P) da agência. O objetivo foi apresentar a proposta de novo modelo para as licitações, em parceria com a bolsa de valores, a B3, e ouvir sugestões e dúvidas do mercado.

Segundo Araújo, desta maneira a agência poderia se dedicar ao seu core business, que é enxergar as oportunidades, entender quais blocos devem ser colocados e em qual momento, assim como decidir se vai configurar a licitação mais para terra, mais regionalizada, mais para novas fronteiras ou mais para gás, por exemplo. “Nosso maior interesse é tornar nossas bem-sucedidas rodadas de licitações cada vez melhores”, acrescentou a diretora.

Para aplicar as alterações propostas, será necessário alterar os editais da Oferta Permanente, que passarão pelas etapas de consulta e audiência públicas, informou a ANP.

Entre as principais mudanças, destacou a agência, está o fato de toda a documentação ser entregue digitalmente, eliminando entregas em papel, como ocorre hoje. Além disso, os leilões poderão ocorrer tanto na sede da B3 quanto totalmente online.

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Pesquisa revela que 98% das empresas têm dificuldade para contratar profissionais em tecnologia

27 de Abril de 2026, 20:33

Pesquisa realizada pela Ford, em parceria com o Datafolha, revela que 98% das médias e grandes empresas brasileiras enfrentam dificuldades para contratar talentos em tecnologia. 

Leia mais em: https://exame.com/esferabrasil/pesquisa-revela-que-98-das-empresas-tem-dificuldade-para-contratar-profissionais-em-tecnologia/

Novo Desenrola vai exigir descontos de até 90% nas dívidas, diz ministro

27 de Abril de 2026, 18:33

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, confirmou nesta segunda-feira que a segunda edição do Desenrola, programa que o governo federal vai anunciar nesta semana, voltado a reduzir o endividamento da população, vai permitir que os trabalhadores usem parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar dívidas.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/novo-desenrola-vai-exigir-descontos-de-ate-90-nas-dividas-diz-ministro/

Filhos e viúva de Erasmo Carlos brigam por herança deixada pelo cantor

25 de Abril de 2026, 11:23

A briga pela herança deixada por Erasmo Carlos, que morreu em 2022, ganhou um novo capítulo. Isso porque os filhos do cantor, Leonardo e Gil Esteves, tiveram um pedido de reintegração de posse de um imóvel localizado em São Conrado, no Rio de Janeiro, concedido, além de terem acionado judicialmente a viúva de Erasmo, Fernanda Esteves, cobrando diárias de aluguel de um carro que estava com ela.

Segundo informações da revista Veja, o imbróglio teria começado por uma suposta rixa dos filhos de Erasmo com Fernanda. A fonte da publicação afirma que o carro em questão foi dado para a viúva, mas estava registrado no nome da produtora responsável pela carreira de Erasmo, que tem Leonardo como um dos sócios.

Dessa forma, Leonardo teria pedido o carro de volta após a morte do pai, além dos filhos terem se apropriado dos direitos de imagem e autorais do cantor, apesar do casamento de Erasmo ter sido em comunhão parcial de bens.

Fernanda alega que teve de deixar o apartamento onde morava com Erasmo justamente por não estar recebendo nada do espólio. O representante do espólio é Leonardo, que se recusou a custear o apartamento enquanto a viúva estivesse morando lá.

A briga judicial corre em segredo de Justiça. Representantes tanto de Fernanda Esteves, quanto dos filhos de Erasmo não se pronunciaram à Veja.

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Brasil volta a produzir navio de guerra após 46 anos com a Fragata Tamandaré

25 de Abril de 2026, 11:12

Após quase cinco décadas sem produzir um navio de guerra desse porte, a Marinha do Brasil incorporou nesta sexta-feira, 24, a Fragata Tamandaré (F200), considerada a mais moderna embarcação militar da América Latina.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/brasil-volta-a-produzir-navio-de-guerra-apos-46-anos-com-a-fragata-tamandare/

Crise na direita: entenda a briga de Nikolas Ferreira com a família Bolsonaro

25 de Abril de 2026, 10:33

A relação entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e a família do ex-presidente Jair Bolsonaro atravessa um período de tensão pública, com episódios recentes que ampliaram um racha entre aliados da direita.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/crise-na-direita-entenda-a-briga-de-nikolas-ferreira-com-a-familia-bolsonaro/

Yoko Ono perde ação contra rapper brasileiro L7nnon na Justiça; entenda o caso

25 de Abril de 2026, 09:34

A 2ª Turma do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) rejeitou um pedido de Yoko Ono, viúva de John Lennon, contra o rapper L7nnon, que envolvia o nome artístico do brasileiro.

O artista, que tem como nome de batismo Lennon dos Santos Barbosa Frassetti, poderá continuar usando “L7nnon” como sua marca.

De acordo com Yoko Ono, ele poderia ter sido confundido com o cantor icônico dos Beatles John Lennon, e, dessa forma, ela entrou com um pedido no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) contra o registro do nome artístico do cantor.

O caso avançou para o âmbito judicial. Segundo informações do G1, a defesa de L7nnon alegou que ele possuía uma identidade visual própria. Além disso, foi reforçado que o nome de batismo do brasileiro foi inspirado em um personagem da novela “Top Model”, de 1990.

O tribunal entendeu que a grafia do nome e a “distância temporal e cultural” entre os artistas justificou a rejeição do pedido de Yoko Ono. “A distância temporal e cultural entre as propostas artísticas reduz a possibilidade de associação com o espólio de John Lennon”, diz trecho do acórdão.

Yoko Ono ainda poderá recorrer.

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NFL no Rio: Baltimore Ravens será o rival do Dallas Cowboys no Maracanã

24 de Abril de 2026, 21:16

A NFL confirmou nesta sexta-feira (24) o confronto que será realizado no Brasil na temporada de 2026. O duelo entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens está previsto para acontecer em 27 de setembro, às 17h25 (horário de Brasília), no Rio de Janeiro, com o Maracanã como palco da partida.

A escolha das equipes coloca frente a frente uma das marcas mais valiosas do esporte mundial e um time altamente competitivo nos últimos anos.

Os Cowboys são considerados a franquia mais valiosa do planeta, enquanto os Ravens chegam com protagonismo esportivo, liderados pelo quarterback Lamar Jackson, eleito duas vezes o jogador mais valioso (MVP) da NFL.

Jogo inédito no Rio

A edição de 2026 será a primeira da NFL no Rio de Janeiro. Nos anos anteriores, os jogos realizados no Brasil aconteceram em São Paulo, na Neo Química Arena (antiga Arena Corinthians). Em 2024, o confronto foi entre Philadelphia Eagles e Green Bay Packers. Em 2025, Los Angeles Chargers e Kansas City Chiefs protagonizaram a partida.

A mudança de cidade amplia a estratégia da liga de consolidar o mercado brasileiro como destino recorrente para jogos internacionais. A escolha do Maracanã também indica uma aposta em estádios de maior capacidade para atender à demanda crescente por ingressos.

A realização de jogos fora dos Estados Unidos faz parte do plano da NFL de ampliar sua base global de fãs e receitas. O Brasil entrou nesse circuito recentemente e já aparece como mercado prioritário, com sucessivas edições confirmadas.

“Investidora oficial”

Como acontece desde o primeiro jogo da NFL no Brasil, a XP será patrocinadora do duelo no Maracanã. A companhia mantém uma relação próxima com a liga desde 2023, quando fechou parceria exclusiva com a NFL no mercado financeiro brasileiro e se tornou a principal patrocinadora do NFL São Paulo Game.

O jogo realizado em 6 de setembro de 2024, na Neo Química Arena, marcou a estreia de uma partida de temporada regular da liga no país, movimentou cerca de R$ 340 milhões e ajudou a aproximar a NFL de uma base estimada em mais de 35 milhões de fãs no Brasil.

Além dos jogos, a empresa também patrocina o NFL in Brasa, evento realizado na ARCA, em São Paulo, com shows, ativações de futebol americano — como desafios de field goal, quarterback e flag football — e transmissão oficial do Super Bowl, reunindo milhares de torcedores em experiências pensadas para o público brasileiro.

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Lotofácil hoje, concurso 3669: Confira o resultado sorteado nesta sexta (24)

24 de Abril de 2026, 21:07
Lotofácil

As 15 dezenas do concurso número 3669 da Lotofácil foram sorteadas na noite desta sexta-feira (24), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 09 – 08 – 16 – 11 – 10 – 24 – 04 – 22 – 02 – 17 – 12 – 15 – 05 – 23 – 03.

O prêmio estimado deste concurso era de R$ 2 milhões.

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) nas lotéricas credenciadas da Caixa, em todo o país, ou pela internet.

Para apostar na Lotofácil é preciso marcar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no bilhete. O apostador fatura se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

O valor de um jogo simples custa a partir de R$ 3,00, e os sorteios ocorrem de segunda a sábado.

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Quina hoje, concurso 7009: Confira o resultado sorteado nesta sexta (24)

24 de Abril de 2026, 21:02
Quina

As dezenas do concurso número 7009 da Quina foram sorteadas na noite desta sexta-feira (24), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 20 – 03 – 26 – 42 – 23

O prêmio estimado para este concurso era de R$ 614.541,85.

Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.

A Quina possui seis sorteios semanais, de segunda a sábado, sempre às 21h (horário de Brasília).

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal, em todo o país, ou pela internet.

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Norma que obriga Uber e iFood a mostrar valor pago a motoristas entra em vigor

24 de Abril de 2026, 20:33

Passou a valer nesta quinta-feira, 23, a portaria do Ministério da Justiça e Segurança Pública que obriga as plataformas de delivery e transporte individual a mostrarem ao consumidor final quanto do valor pago pelo usuário é distribuído aos entregadores e motoristas. As principais plataformas, como Uber e iFood, já cumprem a medida.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/norma-que-obriga-uber-e-ifood-a-mostrar-valor-pago-a-motoristas-entra-em-vigor/

Aneel anuncia bandeira amarela em maio, 1º mês com o adicional na conta de luz no ano

24 de Abril de 2026, 18:48

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou, nesta sexta-feira, 24, bandeira tarifária amarela para o mês de maio, com cobrança de taxa adicional na conta de luz, pela primeira vez neste ano. Desde janeiro, estava em vigor a bandeira tarifária verde.

Conforme o órgão, a decisão de acionar a bandeira amarela se relaciona ao volume de chuva abaixo da média nos reservatórios. Em consequência, os consumidores de energia elétrica terão custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Como o Estadão/Broadcast mostrou, a possibilidade de El Niño no segundo semestre deste ano, com seu efeito no aumento das temperaturas e redução das chuvas no Norte e Nordeste do País, reforça essa perspectiva de bandeiras tarifárias mais caras ao longo do ano.

Como é definida a bandeira tarifária

Além do risco hidrológico (GSF), gatilho para o acionamento das bandeiras mais caras, outro fator de peso é o aumento do Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) – valor calculado para a energia a ser produzida em determinado período.

Criado em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias indica aos consumidores os custos da geração de energia no País e visa atenuar os impactos nos orçamentos das distribuidoras de energia.

Antes, o custo da energia em momentos de mais dificuldades para geração era repassado às tarifas apenas no reajuste anual de cada empresa, com incidência de juros. No modelo atual, os recursos são cobrados e transferidos às distribuidoras mensalmente por meio da “conta Bandeiras”.

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Ana Paula Renault, vencedora do BBB26, embolsa o maior prêmio da história do reality graças a uma campanha de marketing

22 de Abril de 2026, 12:08

Ana Paula Renault, campeã do BBB 26, levará para casa R$ 5,7 milhões, maior prêmio da história do reality da Globo. Na última edição, o montante era R$ 2,7 milhões.

Essa valorização não se deu do dia para a noite — e nem pela inflação no Brasil, que apesar de subir, não dobrou nos últimos 365 dias.

Na realidade, o aumento no valor do prêmio foi devido a uma campanha de marketing do Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre.

‘Tudo em DobBBro’ para Ana Paula

Inicialmente, o prêmio seria o mesmo de 2025. No entanto, logo na estreia do BBB 26, foi anunciado que o valor seria o dobro do ano anterior, ou seja, R$ 5,4 milhões.

A diferença para o valor final, R$ 5,7 milhões, é resultado de uma outra campanha de marketing da mesma instituição. Ele foi possível graças aos rendimentos gerados no Cofrinho Mercado Pago ao longo dos 100 dias de programa.

Pela maior parte do reality, o dinheiro rendia em 120% do CDI. Entre 3 de março e 3 de abril, o prêmio estava rendendo em 140% do CDI. No final, o montante incorporado foi de R$ 268.712,17.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Multiplan aumenta participação nas vendas após revitalizar e ampliar shoppings

7 de Abril de 2026, 17:39
Multiplan

A Multiplan tem ganhado participação nas vendas totais do setor de shoppings no Brasil. A companhia divulgou nesta terça-feira – durante reunião pública com investidores e analistas – que sua fatia de mercado evoluiu de 8,5% em 2019 para 12,9% em 2025.

“O ganho de market share é reflexo do fortalecimento do nosso portfólio, de uma gestão ativa do mix e da busca do consumidor por ativos de maior qualidade”, afirmou o presidente da Multiplan, Eduardo Peres.

Segundo a empresa, há uma mudança no comportamento dos consumidores e dos lojistas, que vêm priorizado os shoppings dominantes. Esse movimento, chamado pelo jargão de ‘flight to quality’ (migração para ativos de maior qualidade), reflete a preferência por empreendimentos de maior porte, em localizações centrais e um mix diversificado de lojas e serviços.

O movimento se intensificou desde a eclosão da pandemia. De 2020 (ano em que o comércio foi fechado) a 2025 (plena normalidade das operações), as vendas do setor como um todo tiveram um crescimento nominal de 56% (passando de R$ 128,8 bilhões para R$ 200,9 bilhões). Por sua vez, as vendas dos lojistas da rede da Multiplan avançaram 151% (de R$ 10,3 bilhões para R$ 25,9 bilhões)

“A companhia se descolou. Ela cresceu em vendas mais fortemente, muito acima da média do setor”, complementou o vice-presidente financeiro e de relações com investidores, Armando D’Almeida.

Durante a apresentação pública, a Multiplan reiterou a estratégia de priorizar a melhoria dos shoppings do grupo por meio de investimento na revitalização dos empreendimentos – troca de acabamento, paisagismo, climatização, mobiliário, sistemas de elétrica e hidráulica etc – e ampliação da sua área comercial. Nos últimos anos, foram aportados cerca de R$ 3,0 bilhões nessas iniciativas.

Esse investimento têm gerado um retorno concreto para a empresa, apontou o vice-Presidente de Operações da Multiplan, Marcelo Martins. Durante a apresentação, ele deu exemplo do retorno obtido com uma leva recente de revitalizações que abrangeu os shoppings New York City Center, Barra Shopping, Park Barigui, Diamond Mall e Pátio Savassi.

Juntos, eles receberam investimentos de R$ 248,6 milhões entre 2023 e 2025 para revitalizações diversas. Como resposta, o aluguel obtido nesses empreendimentos aumentou R$ 23,8 milhões (sem contar inflação) no último ano, o que representou um yield real do aluguel de 9,6%. “Além de termos espaço mais atrativos e modernos para os consumidores, tivemos crescimento de vendas e da receita de aluguel”, destacou Martins.

Crescimento no longo prazo

Peres voltou a dizer que uma aceleração no volume de investimentos depende de maior clareza sobre os rumos do País após as eleições. Segundo ele, é preciso haver um equilíbrio nas contas públicas e redução dos juros básicos da economia.

“Precisamos entender se quem vai assumir vai ter responsabilidade com corte de despesas”, disse Peres. Se não houver uma melhora do cenário, Peres citou que um eventual incremento na remuneração aos acionistas (payout) é uma opção que poderia ser considerada.

Na sua visão, quem acelerar os investimentos agora pode até mesmo ter dificuldades caso o Brasil atravesse um período de corte de despesas públicas, o que pode gerar eventuais impactos nos níveis de consumo.

O vice-presidente financeiro e de relações com investidores, Armando D’Almeida, defendeu a visão de que o Brasil ainda tem potencial para ganhar novos shoppings. Ele citou que o País tem apenas 3,2 shoppings a cada um milhão de habitantes – essa média é apenas a décima entre os países da América Latina, ficando muito atrás do topo da lista, que tem Colômbia (5,1), México (7,6) e Porto Rico (20,6). “O Brasil ainda tem uma baixa penetração de shopping”, declarou.

A empresa também abriu o potencial de crescimento do seu conjunto de empreendimentos imobiliários ao longo do tempo, envolvendo shoppings, escritórios e terrenos. Ao todo, há espaço para 157,3 mil m² de expansões; 864 mil m² de projetos multiuso; e 1,48 milhão de m² de área computável.

Próximos projetos

Neste momento, a Multiplan tem mais três shoppings com obras de expansão já sendo executadas e com as entregas das novas áreas programadas para 2026. São eles: BH Shopping (primeiro semestre), Barra Shopping e Park Shopping Brasília (ambos no segundo semestre). Juntos, eles terão mais 13 mil m², o equivalente a cerca de 70 novas lojas.

Além disso, a companhia estuda o lançamento dos projetos de expansão de mais três shoppings: São Caetano, Jundiaí e BH, totalizando mais 30 mil m².

Na parte de incorporação imobiliária, a Multiplan prepara o lançamento, em junho, do residencial Lake Baikal, condomínio com duas torres e um valor geral de vendas (VGV) de R$ 400 milhões. O residencial faz parte do bairro privativo chamado Golden Lake, em Porto Alegre.

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Fim da escala 6x1 deve ser votada até o fim de maio, diz Motta

7 de Abril de 2026, 17:36

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que o governo não deve enviar com urgência constitucional o projeto sobre o fim da escala 6x1, mantendo a tramitação da proposta já em análise na Casa.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/fim-da-escala-6x1-deve-ser-votada-ate-o-fim-de-maio-diz-motta/

Ibovespa ganha fôlego na reta final do pregão e fecha em leve alta; dólar sobe a R$ 5,15

7 de Abril de 2026, 17:23

O Ibovespa (IBOV) ganhou fôlego nos últimos minutos do pregão com expectativa de avanço nas negociações de última hora para um cessar-fogo no Oriente Médio.

Nesta terça-feira (7), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com leve alta de 0,05%, aos 188.258,91 pontos, na máxima intradia.

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,1550, com alta de 0,16%.

Por aqui, os investidores dividiram as atenções com cenário eleitoral, novas medidas do governo para conter os preços dos combustíveis e dados econômicos.

Entre os dados, a balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 6,405 bilhões em março, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O resultado de março ficou abaixo da mediana das estimativas do mercado financeiro apontada na pesquisa Projeções Broadcast, de superávit comercial de US$ 7,55 bilhões, após saldo positivo de US$ 4,208 bilhões em fevereiro.

Na avaliação de Luiza Pinese, economista da XP, os efeitos do choque do petróleo decorrente do conflito no Oriente Médio devem se tornar mais evidentes nos próximos meses.

O MDIC também revisou as estimativas para 2026 e prevê saldo positivo de US$ 72,1 bilhões, próximo ao piso da projeção anterior, divulgada em janeiro.

Altas e quedas do Ibovespa

Entre as ações negociadas no Ibovespa, a Suzano (SUZB3) despencou 6,39% (R$ 46,43), pressionada pela revisão do Bank of America (BofA). O banco rebaixou a recomendação das ações de compra para neutra.

Além disso, a equipe de analistas cortou o preço-alvo para o fim de 2026 de R$ 82 para R$ 57.

SUZB3 também foi a ação mais negociada da B3 com 56,585 mil negócios e giro financeiro de R$ 2,122 bilhões.

A ponta negativa foi liderada por MRV (MVRE3), com queda de 9,45% (R$ 7,19), em reação à prévia operacional do primeiro trimestre deste ano (1T26).

Já a ponta positiva foi encabeçada por Braskem (BRKM5), que encerrou o pregão com alta de 7,26% (R$ 9,01), em recuperação das perdas da véspera. Ontem (6), os papéis caíram mais de 7%.

Exterior

Os índices de Wall Street tiveram mais um dia de perdas com novo ultimato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Pela manhã, o chefe da Casa Branca disse que “toda a civilização morrerá hoje à noite” se um acordo com o Irã não for firmado, em publicação na rede social Truth. O prazo final de negociações imposto por Trump se encerra ainda hoje, às 21h (horário de Brasília).

No final da tarde, o Pasquistão pediu para Trump estender o prazo de tratativas por duas semanas. Em resposta, a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavit, disse ao Axios que Trump informado da proposta e uma “resposta será dada.”

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,18%, aos 46.584,46 pontos;
  • S&P 500: +0,08%, aos 6.616,85 pontos;
  • Nasdaq: +0,10%, aos 22.017,84 pontos.

LEIA MAIS EM: Wall Street fecha sem direção única com expectativa de um cessar-fogo no Oriente Médio

Na Europa, os principais índices também encerraram em queda com incertezas sobre o conflito no Oriente Médio na retomada do feriado prolongado. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com baixa de 1,01%, aos 590,59 pontos.

Na Ásia, os índices tiveram uma sessão mista no primeiro dia de negociações da semana. O índice Nikkei, do Japão, ficou praticamente estável com alta de 0,03%, aos 52.429,56 pontos.

Roubini: Brasil pode sofrer mais com riscos internos do que com guerra no Oriente Médio

7 de Abril de 2026, 17:15

Em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e aos temores de um novo choque global de energia, o economista Nouriel Roubini fez um alerta que desloca o foco do investidor brasileiro: o principal risco para o país pode não estar no cenário externo, mas dentro de casa.

Segundo Roubini, embora o conflito envolvendo o Irã tenha potencial para gerar inflação global e desaceleração econômica, os efeitos sobre o Brasil tendem a ser mais moderados quando comparados a outras regiões. Ainda assim, isso não significa imunidade.

“O que acontece dentro do Brasil pode ter mais impacto do que a própria guerra”, afirmou durante evento do Bradesco BBI, o 12º Brazil Investment Forum, realizado em São Paulo.

A fala vem em um contexto de análise mais ampla sobre os efeitos do choque energético global. Com a possibilidade de interrupções no fornecimento de petróleo no Golfo Pérsico, o economista vê um cenário típico de pressão inflacionária combinada com perda de crescimento, uma dinâmica que remete, ainda que com diferenças, aos episódios de estagflação do passado.

Ganhos externos, dores internas

No caso brasileiro, há um fator de amortecimento importante, já que o país é exportador líquido de energia. Em um cenário de petróleo mais caro, isso tende a favorecer a balança comercial e gerar ganhos de termos de troca.

No entanto, Roubini pondera que o encarecimento da energia se espalha por toda a economia, pressionando custos de produção e reduzindo o poder de compra das famílias. O resultado é um ambiente de inflação mais alta combinado com crescimento mais fraco, ainda que em menor intensidade do que em economias mais dependentes de importação de energia, como as asiáticas.

Em outras palavras, mesmo que o Brasil esteja entre os “beneficiados” pelo choque, há um custo macroeconômico inevitável.

O verdadeiro ponto de atenção

É nesse contexto que o economista desloca o debate para dentro do país. Para ele, os desdobramentos da política doméstica, especialmente em um ano eleitoral, tendem a ser mais determinantes para o rumo da economia brasileira do que o próprio conflito internacional.

“Seja Lula ou o filho do Bolsonaro, isso trará implicações para as políticas fiscais, para a forma como o país vai estruturar reformas e para o crescimento econômico”, explica.

Roubini destaca que o Brasil entra em um período sensível, com eleições presidenciais no horizonte e incertezas sobre a condução da política fiscal, reformas estruturais e estratégias de crescimento.

Embora reconheça a importância institucional do Banco Central independente, ele alerta para um risco conhecido em economias emergentes, a chamada dominância fiscal. Nesse cenário, pressões sobre as contas públicas podem acabar influenciando a política monetária, elevando o risco de inflação persistente ao longo do tempo.

“Pode haver uma situação em que, no futuro, haja uma dominância fiscal, em que o déficit fica tão alto que a tentação para monetizá-lo [com política monetária] cresce”, diz o economista.

A combinação de incerteza política com fragilidade fiscal, portanto, pode amplificar os efeitos de qualquer choque externo, ou até superá-los.

A leitura de Roubini sugere uma inversão na forma de analisar riscos. Em vez de concentrar a atenção apenas na geopolítica global, investidores deveriam olhar com mais cuidado para o ambiente doméstico.

Isso porque, mesmo em um cenário de guerra prolongada e petróleo elevado, o Brasil parte de uma posição relativamente mais confortável do ponto de vista energético. Já os riscos internos, ligados à política econômica e à credibilidade fiscal, permanecem como variáveis abertas.

6 ações da Anvisa contra a venda irregular de canetas emagrecedoras

7 de Abril de 2026, 16:58

A Polícia Federal em parceria com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deflagraram, nesta terça-feira, 7, a Operação Heavy Pen para reprimir a cadeia irregular da distribuição das canetas emagrecedoras. Junto com a ação, a Anvisa lançou um pacote de medidas para garantir a segurança dos pacientes que utilizam as canetas. 

Leia mais em: https://exame.com/brasil/6-acoes-da-anvisa-contra-a-venda-irregular-de-canetas-emagrecedoras/

Como os ETFs podem ajudar a investir no exterior em um cenário de juros altos e tensão

2 de Abril de 2026, 18:25
marfcelo

 Em um cenário global atravessado por juros ainda elevados e novas tensões geopolíticas, como equilibrar riscos e fazer a escolha certa de investimentos no exterior? Na avaliação de Marcelo Carramaschi, gestor de offshore da Monte Bravo, a construção de portfólio precisa considerar diferentes cenários. “O investidor precisa entender como os ativos se comportam em […]

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Justiça do Rio invalida sessão que elegeu Douglas Ruas como novo presidente da Alerj

26 de Março de 2026, 19:30

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) anulou na noite desta quinta-feira, 26, a sessão que elegeu o deputado Douglas Ruas (PL) como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). A posse da liderança da Casa colocaria o político na linha de sucessória para o governo do Rio. 

Leia mais em: https://exame.com/brasil/tjrj-invalida-sessao-que-elegeu-douglas-ruas-como-novo-presidente-da-alerj/

Natália Resende: “Com planejamento e diálogo, conseguimos fazer o impossível virar possível”

26 de Março de 2026, 19:25

À frente da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística de São Paulo (Semil), Natália Resende define sua trajetória em uma palavra: resiliência. Engenheira de formação, com passagens também por áreas como Direito e Contabilidade, construiu uma carreira marcada pelo aprofundamento técnico e pela capacidade de transitar entre diferentes campos do conhecimento — especialmente na agenda de recursos hídricos, que considera central para o presente e o futuro.

Leia mais em: https://exame.com/esferabrasil/natalia-resende-com-planejamento-e-dialogo-conseguimos-fazer-o-impossivel-virar-possivel/

STF derruba decisão de Mendonça sobre prorrogação da CPI do INSS

26 de Março de 2026, 18:00

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira, 26, invalidar a decisão do ministro André Mendonça, que autorizava a prorrogação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). O placar final foi de 8 votos a 2 contra a prorrogação.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/stf-forma-maioria-contra-decisao-de-mendonca-sobre-prorrogacao-da-cpi-do-inss/

Lula anuncia fábrica de trens em SP e critica ausência de Tarcísio: 'Lamento profundamente'

25 de Março de 2026, 20:37

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) cumpriu agenda oficial nesta quarta-feira, 25, em cidades do interior de São Paulo, com compromissos em Gavião Peixoto, Araraquara e São Carlos. A programação incluiu anúncio de investimentos industriais e participação em eventos ligados ao setor aeroespacial e ferroviário.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/em-sp-lula-anuncia-fabrica-de-trens-e-critica-ausencia-de-tarcisio-lamento-profundamente/

Senado aprova novo Plano Nacional de Educação, com metas de alfabetização e estratégias até 2035

25 de Março de 2026, 20:08

O Senado aprovou, nesta quarta-feira, o novo Plano Nacional de Educação (PNE), que define metas e estratégias para o ensino no Brasil no período de 2025 a 2035. A proposta foi incluída na pauta do plenário de forma não prevista e, após aprovação, segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/senado-aprova-novo-plano-nacional-de-educacao-com-metas-de-alfabetizacao-e-estrategias-ate-2035/

Senado aprova inclusão da violência contra filhos na Lei Maria da Penha e cria crime de vicaricídio

25 de Março de 2026, 19:55

O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, a inclusão da violência vicária na Lei Maria da Penha e a criação do crime de “vicaricídio” no Código Penal. O projeto já havia passado pela Câmara dos Deputados, sofreu apenas ajustes do texto e segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Leia mais em: https://exame.com/brasil/senado-aprova-inclusao-da-violencia-contra-filhos-na-lei-maria-da-penha-e-cria-crime-de-vicaricidio/

STF aprova limite de penduricalhos a 35% do salário de ministros da Corte

25 de Março de 2026, 19:37

O Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu nesta quarta-feira, 25, os parâmetros para o pagamento de verbas indenizatórias, conhecidas como "penduricalhos", destinadas a juízes e integrantes do Ministério Público.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/stf-aprova-limite-de-penduricalhos-a-35-do-salario-de-ministros-da-corte/

STJ retomará julgamento que pode levar à cassação e inelegibilidade do governador do Acre

25 de Março de 2026, 19:07

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai retomar em 15 de abril o julgamento da ação penal na qual o governador do Acre, Gladson Cameli (PP), é acusado de corrupção e organização criminosa. Caso seja condenado pelo conjunto dos ministros, ele pode perder o cargo e se tornar inelegível.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/stj-retomara-julgamento-que-pode-levar-a-cassacao-e-inelegibilidade-do-governador-do-acre/

Kassab anuncia saída do governo Tarcísio para se dedicar às articulações das eleições 2026

25 de Março de 2026, 17:46

O presidente do PSD, Gilberto Kassab, anunciou nesta quarta-feira, 25, que deixará o cargo de secretário de Governo e Relações Institucionais da gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo, para focar nas articulações políticas com vistas às eleições de 2026.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/kassab-anuncia-saida-do-governo-tarcisio-para-se-dedicar-as-articulacoes-das-eleicoes-2026/

Ministros do STF propõem limitar penduricalhos a 35% do teto constitucional

25 de Março de 2026, 17:33

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), apresentou na tarde desta quarta-feira, 25, uma proposta de regra de transição que limita verbas indenizatórias a 35% do teto constitucional, atualmente em R$ 46,3 mil mensais. A medida condiciona o pagamento à previsão em lei.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/ministros-do-stf-propoem-limitar-penduricalhos-35-do-teto-constitucional/

Brasileiros confiam mais em chefes do que na mídia, ONGs e governo

25 de Março de 2026, 17:24

A pesquisa Edelman, divulgada nesta quarta-feira, 25, mostrou que os brasileiros confiam mais em empregadores e em empresas do que em outras instituições, como Organizações Não Governamentais (ONGs), a mídia e o governo.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/brasileiros-confiam-mais-em-chefes-do-que-na-midia-ongs-e-governo/

Nada de visitas, celulares e redes sociais: as regras para a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro

24 de Março de 2026, 15:54

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a prisão domiciliar humanitária ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre pena de 27 anos e três meses na unidade conhecida como Papudinha. A condenação está relacionada à tentativa de golpe de Estado.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/nada-de-visitas-celulares-e-redes-sociais-as-regras-para-a-prisao-domiciliar-de-jair-bolsonaro/

Moraes autoriza prisão domiciliar temporária a Jair Bolsonaro

24 de Março de 2026, 15:08

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou nesta terça-feira, 24, que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpra prisão domiciliar temporária, com validade de 90 dias.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/moraes-autoriza-prisao-domiciliar-temporaria-a-jair-bolsonaro/

Agenda: Ata do Copom e prévia da inflação podem redefinir apostas para a Selic; confira os indicadores desta semana

22 de Março de 2026, 12:00

A semana deve funcionar como um teste direto para o cenário traçado pelo Banco Central após o corte da taxa Selic, com a agenda doméstica concentrando os principais gatilhos para o mercado.

O destaque absoluto fica para a quinta-feira (26), quando serão divulgados o IPCA-15 e o Relatório Trimestral de Inflação (RTI). A prévia da inflação é vista como o principal termômetro da semana e pode reforçar (ou colocar em dúvida) a continuidade do ciclo de cortes de juros. Já o RTI deve trazer mais detalhes sobre as projeções e o balanço de riscos da autoridade monetária.

Antes disso, na terça-feira (24), a ata do Copom ajuda a calibrar as expectativas ao detalhar o racional da decisão recente e sinalizar os próximos passos da política monetária.

A semana começa com o Boletim Focus na segunda-feira (23), importante para medir eventuais mudanças nas projeções do mercado, enquanto a sexta-feira (27) traz a taxa de desemprego, indicador relevante para avaliar o ritmo da atividade econômica.

No exterior, a agenda também traz pontos relevantes, especialmente nos Estados Unidos. Os dados de atividade, como os PMIs de indústria e serviços, ajudam a medir o fôlego da economia, enquanto os números do mercado de trabalho seguem no radar por sua influência nas decisões do Federal Reserve.

Além disso, indicadores como a confiança do consumidor e as expectativas de inflação da Universidade de Michigan devem oferecer pistas sobre o comportamento das famílias e a ancoragem inflacionária. Discursos de dirigentes do Fed ao longo da semana também podem ajustar as apostas do mercado para os juros.

Na Europa, os PMIs e a inflação do Reino Unido ajudam a mapear o ritmo de atividade em meio a um cenário ainda frágil, enquanto falas de autoridades do Banco Central Europeu podem sinalizar os próximos passos da política monetária na região.

Mesmo assim, em um ambiente de incertezas globais, a dinâmica doméstica, especialmente a inflação, tende a seguir como principal vetor para os mercados locais.

Confira a agenda de indicadores entre 23 e 29 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (23)
    8h25 – Boletim Focus
  • Terça-feira (24)
    8h00 – Ata do Copom
  • Quarta-feira (25)
    8h00 – Confiança do Consumidor FGV
    14h30 – Fluxo Cambial Estrangeiro
  • Quinta-feira (26)
    8h00 – Relatório Trimestral de Inflação
    9h00 – IPCA-15
    9h00 – Reunião do CMN
  • Sexta-feira (27)
    8h30 – Investimento Estrangeiro Direto
    8h30 – Transações Correntes
    9h00 – Taxa de Desemprego

Estados Unidos

  • Segunda-feira (23)
    11h00 – Gastos com Construção
  • Terça-feira (24)
    9h15 – Relatório ADP
    10h45 – PMI Industrial
    10h45 – PMI de Serviços
    10h45 – PMI Composto
    19h30 – Discurso de Michael Barr (Fed)
  • Quinta-feira (26)
    9h30 – Pedidos iniciais de seguro-desemprego
    9h30 – Pedidos contínuos de seguro-desemprego
    17h30 – Balanço do Federal Reserve
    20h10 – Discurso de Michael Barr (Fed)
  • Sexta-feira (27)
    9h30 – Estoques do Varejo
    11h00 – Confiança do Consumidor
    11h00 – Expectativas de inflação
    12h30 – Discurso de Mary Daly (Fed)

Zona do Euro

  • Terça-feira (24)
    6h00 – PMI Industrial
    6h00 – PMI de Serviços
    6h00 – PMI Composto
  • Quarta-feira (25)
    5h45 – Discurso de Christine Lagarde (BCE)

Reino Unido

  • Terça-feira (24)
    6h30 – PMI de Serviços
    6h30 – PMI Composto
  • Quarta-feira (25)
    4h00 – CPI
    4h00 – PPI
  • Sexta-feira (27)
    4h00 – Vendas no Varejo
    4h00 – Núcleo de Varejo

Japão

  • Segunda-feira (23)
    8h00 – Relatório Mensal do BoJ
    20h30 – CPI
    21h30 – PMI de Serviços
  • Terça-feira (24)
    20h50 – Ata de Política Monetária
  • Quinta-feira (26)
    2h00 – CPI

Alexandre de Moraes manda prender contador por suspeita de violar sigilo fiscal

22 de Março de 2026, 10:06

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que o contador Washington Travassos de Azevedo é um dos responsáveis por um esquema de acesso a dados da Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física (DIRPF) de 1.819 contribuintes, entre eles autoridades e pessoas com foro privilegiado.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/alexandre-de-moraes-manda-prender-contador-por-suspeita-de-violar-sigilo-fiscal/

Ibovespa tomba 2% com Petrobras (PETR4) e Wall Street em meio à escalada das tensões no Irã; dólar sobe a R$ 5,31

20 de Março de 2026, 17:31

O Ibovespa (IBOV) derreteu 4 mil pontos durante a sessão e zerou os ganhos da semana com a escalada da aversão a risco global, em meio a novos desdobramentos do conflito no Oriente Médio.

Nesta sexta-feira (20), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 2,25%, aos 176.219,40 pontos. Na semana, o Ibovespa recuou 0,81%.

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3092, com alta de 1,79%. Apesar da forte valorização de hoje, o dólar acumulou queda de 0,13% ante o real na semana.

Por aqui, a cautela externa continuou a contaminar o mercado em dia de vencimento de opções. O risco de ingerência na Petrobras (PETR4) diante das medidas do governo para atenuar os efeitos da disparada do petróleo sobre os preços de energia também concentrou as atenções dos investidores.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a estatal poderá recomprar a Refinaria de Mataripe (antiga Refinaria Landulpho Alves – Rlam), na Bahia. “Vamos comprar de volta a refinaria na Bahia. Pode demorar um pouco, mas nós vamos”, disse Lula, ao lado da presidente da Petrobras, Magda Chambriard, durante evento na refinaria da Petrobras em Minas Gerais (Regap).

Altas e quedas do Ibovespa

Apenas cinco ações fecharam em alta no Ibovespa: Prio (PRIO3), Yduqs (YDUQ3), Rede D’Or (RDOR3), Vivara (VIVA3) e Cemig (CMIG4).

Em destaque, as ações da Cemig (CMIG4) figuraram como a única alta nas primeiras duas horas do pregão. Na máxima intradia, CMIG4 subiu 3,53% (R$ 12,62), em reação aos números do balanço do quarto trimestre (4T25) e anúncio da distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 658 milhões, com data “ex-direito” em 25 de março.  

Os papéis da elétrica fecharam com alta de 0,41%, a R$ 12,24.

Já a ponta negativa foi liderada por Braskem (BRKM5), que fechou em queda de 14,21%, a R$ 10,20. O movimento foi atribuído a uma realização de lucros recentes, com as mudanças do Regime Especial da Indústria Química (Reiq) já precificadas anteriormente. 

O benefício corresponde a créditos de PIS/Cofins, incidentes sobre as matérias-primas das indústrias química e petroquímica, passíveis de compensação com tributos federais.

Entre os pesos-pesados, Petrobras (PETR4;PETR3) caiu mais de 2%, em dia de alta nos preços do petróleo Brent no mercado internacional. O movimento de baixa foi acentuado após a publicação de uma Medida Provisória (MP) pelo governo federal que estabelece um subsídio ao diesel para mitigar os efeitos da alta das commodities no mercado global.

PETR4 fechou com queda de 2,37%, a R$ 45,67, sendo a ação mais negociada da B3. O papel teve 95,7 mil negócios e movimentou R$ 2,25 bilhões. PETR3 terminou o dia com baixa de 2,62%, a R$ 50,22.

Exterior 

Os índices de Wall Street encerraram a sessão em forte queda com as novas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o conflito no Irã.

No final da tarde, Trump, disse que “está no processo de resolver a situação no Irã”, mas sem mencionar uma perspectiva de cessar-fogo. “Não fazemos cessar-fogo quando estamos vencendo e o outro lado está destruído. […] Estamos muito adiantados no cronograma”, disse o presidente norte-americano.

Mais cedo, a CBS News informou que autoridades do Pentágono fizeram preparativos detalhados para a possível mobilização de forças terrestres dos Estados Unidos no Irã.

O mercado também manteve as apostas de manutenção dos juros pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano) até dezembro deste ano.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,96%, aos 45.577,47 pontos;
  • S&P 500: -1,51%, aos 6.506,48 pontos; 
  • Nasdaq: -2,01%, aos 21.647,61 pontos.

Na Europa, os principais índices também encerraram em tom negativo, com o temor de um choque inflacionário com a escalada dos preços do petróleo no radar. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com queda de 1,78%, aos 573,28 pontos.

Na Ásia, os índices fecharam em queda. O índice Nikkei, do Japão, não operou em razão de feriado local e o índice Hang Seng, de Hong Kong, teve recuo de 0,88%, aos 25.277,32 pontos. 

Por lá, o Banco da China (BPoC, na sigla em inglês) manteve os juros inalterados pela 10ª decisão consecutiva. A taxa primária de empréstimo de um ano (LPR) foi mantida em 3,0%, enquanto a LPR de cinco anos ficou inalterada em 3,5%.

Por que SP quer trocar nome da rua Peixoto Gomide para Sophia Gomide

20 de Março de 2026, 08:50

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em primeira votação, um projeto que propõe a mudança do nome da Rua Peixoto Gomide, na região da Avenida Paulista, para Rua Sophia Gomide. A medida busca impedir homenagens públicas a autores de feminicídio.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/por-que-sp-quer-trocar-nome-da-rua-peixoto-gomide-para-sophia-gomide/

Anvisa suspende venda de azeites da marca San Olivetto por irregularidades

16 de Março de 2026, 12:51

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu nesta segunda-feira, 16, a venda de azeites da marca San Olivetto. Os produtos comercializados deverão ser apreendidos.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/anvisa-suspende-venda-de-azeites-da-marca-san-olivetto-por-irregularidades/

Dino diz que aposentadoria compulsória de juiz é incostitucional

16 de Março de 2026, 12:46

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta segunda-feira, 16, que a penalidade de aposentadoria compulsória para juízes não encontra mais amparo na Constituição após a reforma previdenciária aprovada em 2019.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/dino-diz-que-aposentadoria-compulsoria-de-juiz-e-incostitucional/

Datafolha: 7 entre 10 brasileiros apoia acabar com a escala 6x1

15 de Março de 2026, 17:07

Pesquisa do instituto Datafolha divulgada na noite de sábado (14) mostra que 71% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso), proposta que atualmente tramita no Congresso Nacional. Outros 27% afirmam que esse regime deveria continuar e 3% não souberam responder ou preferiram não opinar.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/datafolha-7-entre-10-brasileiros-apoia-acabar-com-a-escala-6x1/

Suspeitos são presos com 95 cartões perto de show de Luan Santana em SP

15 de Março de 2026, 16:42

A Polícia Civil de São Paulo prendeu cinco homens suspeitos de participação em um esquema de receptação na região de Perdizes, zona oeste da capital paulista. A ação ocorreu na noite de sexta-feira (13), nas proximidades do estádio Allianz Parque, onde se realizava um show do cantor sertanejo Luan Santana.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/suspeitos-sao-presos-com-95-cartoes-perto-de-show-de-luan-santana-em-sp/

Jato sai da pista e colide contra barranco ao pousar em aeroporto de Jundiaí

15 de Março de 2026, 16:24

Um avião a jato saiu da pista após pousar no Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro, em Jundiaí, no interior de São Paulo, na manhã deste domingo (15). Ninguém ficou ferido.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/jato-sai-da-pista-e-colide-contra-barranco-ao-pousar-em-aeroporto-de-jundiai/

Litoral de São Paulo tem 22 ocorrências de afogamento em um único dia

15 de Março de 2026, 16:17

O Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar) registrou, no sábado (14), 22 ocorrências de afogamento em praias do litoral de São Paulo. Ao todo, 35 pessoas foram resgatadas pelos guarda-vidas.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/litoral-de-sao-paulo-tem-22-ocorrencias-de-afogamento-em-um-unico-dia/

Agenda: Decisões de juros esquentam mercados enquanto conflito no Oriente Médio segue no radar; confira os indicadores desta semana

15 de Março de 2026, 12:00

A semana de 15 a 20 de março promete ser movimentada para os mercados globais – não que eles já não estejam. No centro das atenções está a chamada Super Quarta, quando Brasil e Estados Unidos divulgam suas decisões de política monetária, em um momento de elevada incerteza no cenário internacional.

Por aqui, a expectativa gira em torno do início do ciclo de afrouxamento monetário. A Taxa Selic permanece em 15% ao ano desde junho de 2025, nível considerado bastante restritivo, e após a última reunião do Banco Central o mercado passou a projetar que os primeiros cortes poderiam começar já em março.

Assim, nesta quarta-feira (18), os investidores acompanham de perto a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O pano de fundo, no entanto, ganhou novos elementos de cautela: a escalada do conflito no Oriente Médio elevou os preços do petróleo e reacendeu dúvidas sobre possíveis pressões inflacionárias globais.

Além da decisão de juros, a agenda também traz dados relevantes. Na segunda-feira (16), será divulgado o IBC-Br de janeiro, considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), que pode oferecer pistas sobre o ritmo de crescimento da economia no início do ano. Já na terça-feira (17), o mercado acompanha o IGP-10 de março, indicador que ajuda a antecipar movimentos de preços na economia.

Nos Estados Unidos, a Super Quarta também concentra as atenções com a decisão de juros do Federal Reserve. Mais do que a manutenção ou não da taxa, investidores estarão atentos ao tom do comunicado e às sinalizações sobre os próximos passos da política monetária, em um cenário de inflação ainda resiliente e com novas pressões vindas do petróleo.

Na Ásia, o destaque fica para o Banco do Japão (BoJ), que também anuncia sua decisão de política monetária ao longo da semana. O mercado acompanha de perto qualquer indicação sobre o processo de normalização da política monetária no país, após anos de estímulos e juros extremamente baixos.

Ainda na região, a China divulga uma bateria de indicadores de atividade referentes a fevereiro, incluindo produção industrial, vendas no varejo, investimento em ativos fixos e taxa de desemprego. Os dados são importantes para avaliar o ritmo de recuperação da segunda maior economia do mundo e seus possíveis impactos sobre o comércio e a demanda global por commodities.

Na Europa, a agenda também reserva indicadores relevantes. Na zona do euro, serão divulgados dados como o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI), além de números de atividade, como a produção na construção civil e a balança comercial.

Já no Reino Unido, investidores seguem atentos aos sinais da economia e ao cenário inflacionário, que continuam influenciando as expectativas para a trajetória da política monetária do país.

Confira a agenda de indicadores entre 15 e 20 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (16)
    8h00 – IBC-Br – Atividade econômica (% m/m) – jan/26
    8h25 – Boletim Focus
  • Terça-feira (17)
    8h00 – IGP-10
  • Quarta-feira (18)
    18h30 – Decisão do Copom – Taxa Selic

Estados Unidos

  • Segunda-feira (16)
    10h15 – Produção Industrial
  • Quarta-feira (18)
    9h30 – Núcleo do PPI
    9h30 – Pedidos de Bens de Capitais
    15h00 – Decisão de juros do FOMC
  • Quinta-feira (19)
    11h00 – Vendas de Novas Casas
    11h00 – Concessões de Alvarás

Zona do Euro

  • Quarta-feira (18)
    7h00 – Núcleo do CPI
  • Quinta-feira (19)
    7h00 – Atividade na Construção Civil
    9h15 – Decisão de juros
  • Sexta-feira (20)
    7h00 – Conta Corrente
    7h00 – Balança Comercial

China 

  • Domingo (15)
    22h30 – Preços de Imóveis
    23h00 – Vendas no Varejo
    23h00 – Produção Industrial
    23h00 – Taxa de Desemprego
    23h00 – Investimento em Ativos Fixos
    23h00 – Coletiva de imprensa do Departamento Nacional de Estatísticas

Japão

  • Terça-feira (17)
    20h50 – Balança Comercial
  • Quarta-feira (18)
    23h30 – Declaração de Política Monetária do Banco do Japão
  • Quinta-feira (19)
    00h00 – Decisão de juros do Banco do Japão
    01h30 – Produção Industrial
    03h30 – Coletiva de imprensa do Banco do Japão
  • Sexta-feira (20)
    – Feriado: Equinócio da Primavera (mercados fechados)

Ibovespa cai com Petrobras (PETR4) e aversão a risco em Wall Street; dólar sobe a R$ 5,31 e atinge maior nível desde janeiro

13 de Março de 2026, 17:17

O Ibovespa (IBOV) acompanhou a piora do humor dos investidores no exterior e as mudanças nas precificações de corte nos juros nos Estados Unidos e no Brasil, em meio a disparada dos preços do petróleo.

Nesta sexta-feira (13), o principal índice da bolsa brasileira terminou as negociações com queda de 0,91%, aos 177.653,31 pontos. Na semana, o Ibovespa acumulou perda de 0,95%. 

Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3163, com alta de 1,41%, no maior patamar desde janeiro. Na semana, o dólar teve valorização de 1,38% sobre o real.

Por aqui, os investidores ainda repercutiram o pacote de medidas do governo para conter os preços dos combustíveis, anunciado no dia anterior. Hoje, a Petrobras (PETR4) anunciou um reajuste de 11,6% no preço do litro do diesel para as refinarias – o que, nas contas do BCG Liquidez, cancelou o efeito baixista das medidas do governo no IPCA.

Os mercado também ajustou as apostas sobre a trajetória da taxa de juros brasileira, em meio a escalada das tensões geopolícias e possíveis impactos nos preços de energia.

Tanto as Opções do Copom da B3 quanto a curva a termo precificam, majoritariamente, um corte de 0,25 ponto percentual na Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), de 15% para 14,75% ao ano, na próxima semana.

Antes da guerra no Irã, a aposta majoritária era de redução inicial de 0,50 ponto percentual.

As pesquisas eleitorais também continuaram no radar. Ainda na seara política, a Reuters noticiou que Fernando Haddad lançará a candidatura para o governo de São Paulo na próima quinta-feira (19).

Altas e quedas do Ibovespa

Em dia de forte aversão a risco, as ações cíclicas lideraram a ponta negativa do Ibovespa, com a abertura da curva de juros. Vivara (VIVA3) figurou enhtre as maiores perdas do pregão, acompanhada de Braskem (BRKM5),  CSN (CSNA3) ainda em reação aos balanços trimestrais e recentes notícias das companhias.

Em destaque, as ações da Petrobras (PETR4), um dos pesos-pesados do Ibovespa, também encerraram em tom negativo após o aumento nos preços do diesel. PETR3 fechou com queda de 0,10%, a R$ 49,60; PETR4 terminou o dia com perda de 0,53%, a R$ 44,76.

Apesar do reajuste, os analistas consideram que os preços praticados pela estatal seguem defasados na comparação a paridade de importação (PPI).

Segundo a Abicom, para alinhar totalmente os preços domésticos às referências internacionais, a Petrobras precisaria elevar o diesel em R$ 2,34 por litro, após mais de 300 dias sem reajustes. No caso da gasolina, a defasagem é de 43%, o que implicaria um aumento de R$ 1,10 por litro.

A expectativa, no entanto, é de que a estatal não repasse integralmente a volatilidade externa ao consumidor. Medidas anunciadas pelo governo nesta semana deram algum alívio à companhia, que já confirmou adesão ao programa de subvenção ao diesel.

Já a ponta positiva do Ibovespa foi liderada por BB Seguridade (BBSE3) e SLC Agrícola (SLCE3).

Exterior 

Os índices de Wall Street intensificaram as perdas na segunda parte do pregão, monitorando as tensões no Oriente Médio.

Os investidores também dividiram as atenções com novos dados de inflação nos Estados Unidos.

O índice de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), subiu 0,3% em janeiro, em linha com as expectativas. Na comparação anual, o índice apresentou um aumento de 2,8%, ligeiramente abaixo dos 2,9% previstos pelos economistas consultados pela Dow Jones. O dado é a principal referência de inflação para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano).

Com a escalada das tensões e dados de inflação em linha com o esperado, o mercado voltou a considerar setembro comoo mês mais provável para a retomada do ciclo de corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano). Perto do fechamento, a probabilidade de corte no sétimo mês do ano era de 54,2%, de acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group. Na véspera, os traders observaram chance de redução dos juros apenas em dezembro.

Para a decisão da próxima semana, a probabilidade de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano é de 99,1%.

Confira o fechamento dos índices:

  • Dow Jones: -0,26%, aos 46.558,47 pontos;
  • S&P 500: -0,61%, aos 6.632,19 pontos; 
  • Nasdaq: -0,93%, aos 22.105,35 pontos.

Na Europa, os principais índices também encerraram em tom negativo, ainda pressionados pelas incertezas geopolíticas. O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou as negociações com queda de 0,50%, aos 595,85 pontos.

Na Ásia, os índices tiveram mais uma sessão de perdas com os investidores incertos quanto à duração do fechamento do Estreito de Ormuz. O índice Nikkei, do Japão, caiu 1,16%, aos 53.819,61 pontos; enquanto o índice Hang Seng, de Hong Kong, recuou 0,98%, aos 25.465,60 pontos. 

Raízen (RAIZ4): Com dívidas de R$ 65 bi, quais os bancos mais expostos?

11 de Março de 2026, 16:25

A Raízen (RAIZ4) bateu o martelo e entrou com um pedido de recuperação extrajudicial, com dívidas que chegam a R$ 65 bilhões, após meses de negociação. Trata-se da maior operação do tipo no Brasil.

Protocolado no Tribunal de Justiça de São Paulo, o movimento busca três meses de fôlego para conseguir se reorganizar e avançar na negociação com credores.

Na lista, obtido pelo Estadão, os bancos dominam. Os maiores credores são instituições gringas, como Bank of New York Mellon, com R$ 18,78 bilhões, e o Grupo ad hoc de bondholders, com R$ 7,49 bi.

Especializada em emissão e distribuição em CRAs (títulos de dívida que financiam o agronegócio), a True Securitizadora vem em terceiro lugar, com R$ 6,43 bilhões.

Apesar disso, os bancões não estão imunes. Segundo a lista, o Bradesco (BBDC4) é o mais exposto, com R$ 2,08 bilhões. Em seguida, aparece o Santander (SANB11), com R$ 1,27 bi. O Itaú BBA possui dívidas de R$ 1,24 bi, enquanto o Banco do Brasil (BBAS3) possui exposição de R$ 1,03 bi.

Segundo um gestor que conversou com o Money Times, as dívidas podem ter algum impacto para os resultados. Porém, por se tratar de uma recuperação extrajudicial, e não judicial, quando não há acordo com os credores, os bancos terão tempo de alongar esses valores.

Veja a lista completa:

Credor Valor
Bank of New York Mellon R$ 18,78 bilhões
Grupo ad hoc de bondholders R$ 7,49 bilhões
True Securitizadora R$ 6,43 bilhões
Pentágono DTVM R$ 6,35 bilhões
BNP Paribas R$ 3,06 bilhões
Rabobank R$ 2,24 bilhões
Bradesco R$ 2,08 bilhões
SMBC R$ 1,95 bilhão
Scotiabank R$ 1,59 bilhão
Santander R$ 1,27 bilhão
Itaú BBA R$ 1,24 bilhão
MUFG R$ 1,18 bilhão
BBVA R$ 1,05 bilhão
Banco do Brasil R$ 1,03 bilhão
Santander Corretora R$ 978 milhões
Bank of America R$ 912 milhões
Opea Securitizadora R$ 906 milhões
US Bank National Association R$ 902 milhões
Bank of China R$ 795 milhões
JPMorgan R$ 789 milhões
BNP Paribas Brasil R$ 606 milhões
Morgan Stanley R$ 584 milhões
HSBC R$ 448 milhões
Citibank R$ 433 milhões
Bank of America Merrill Lynch R$ 389 milhões
Crédit Agricole CIB R$ 271 milhões
XP Comercializadora R$ 170 milhões
Itaú Unibanco (derivativos) R$ 38 milhões
Citibank N.A. R$ 33 milhões
Rabobank (derivativos) R$ 11 milhões

Fonte: Estadão

Como a Raízen chegou até aqui?

A Raízen viu seu endividamento se elevar com o movimento de aquisição de empresas e investimentos em novos projetos de energia que não entregaram o retorno esperado. Há ainda o fator juros elevados, que pesam nas despesas financeiras da Raízen.

A produtora global de açúcar e etanol investiu em negócios não relacionados ao seu ‘core‘, como o etanol de segunda geração e a rede de lojas de proximidade Oxxo, em parceria com a Femsa.

No entanto, a partir da safra 2024/2025, o cenário de secas, queimadas e excesso de chuva reduziram moagem, produtividade e qualidade da cana-de-açúcar.

A empresa também sofreu com a deterioração do perfil de crédito, após sucessivos rebaixamentos pelas agências S&P Global Ratings, Moody’s e Fitch Ratings, o que levou a elevação do custo de capital e redução da previsibilidade financeira.

A trajetória das ações da Raízen desde o IPO também chama atenção. No momento da abertura de capital, os papéis chegaram a ser negociados a R$ 7,40.

Desde então, o preço sofreu forte queda, atingindo níveis próximos de R$ 0,63.

Esse movimento reflete tanto o cenário adverso enfrentado pela empresa quanto as mudanças nas expectativas do mercado em relação ao seu desempenho futuro.

JHSF (JHSF3), Banco do Brasil (BBAS3) e mais 3 empresas pagam dividendos nesta semana; veja o calendário

8 de Março de 2026, 13:00

Cinco companhias da bolsa brasileira pagam dividendos juros sobre capital próprio (JCP) aos acionistas entre os dias 9 a 13 de março. 

Na segunda-feira (9), a JHSF realiza pagamento de dividendos de R$ 0,069 para a ação ordinária (JHSF3), com 27 de fevereiro como data de corte. 

A Camil também paga dividendos de R$ 0,073 para a ação ordinária (CAML3) no mesmo dia, com base nos acionistas de 2 de fevereiro de 2026.  

Na quarta-feira (11), o Banco do Brasil paga juros sobre capital próprio de R$ 0,070 para a ação ordinária (BBAS3), tendo 2 de março de 2026 como data de corte.

Já na sexta-feira (13), duas empresas fazem pagamentos.  

  • Inter&Co: dividendo de R$ 0,595 para a INBR32, com base na posição de 22 de fevereiro de 2026. 
  • Bradespar: dividendos de R$ 0,191 por ação ordinária (BRAP3) e de R$ 0,210 por preferencial (BRAP4), com base nos acionistas de 18 de dezembro de 2025. Também serão pagos JCP de R$ 0,614 para BRAP3 e de R$ 0,675 para BRAP4, considerando a mesma data de corte.

 

Empresa Ticker Tipo de provento Valor bruto por ação (R$) Data do pagamento Data de corte
JHSF Participações JHSF Dividendo R$ 0,069 09/03/26 27/02/26
Camil Alimentos CAML3 Dividendo R$ 0,073 09/03/26 02/02/26
Banco do Brasil BBAS3 JCP R$ 0,070 11/03/26 02/03/26
Inter&Co INBR32 Dividendo R$ 0,595 13/03/26 22/02/26
Bradespar BRAP3 JCP R$ 0,614 13/03/26 18/12/25
Bradespar BRAP4 JCP R$ 0,675 13/03/26 18/12/25
Bradespar BRAP3 Dividendo R$ 0,191 13/03/26 18/12/25
Bradespar BRAP4 Dividendo R$ 0,210 13/03/26 18/12/25

*Datas e valores sujeitos a eventuais alterações das empresas 

Agenda: Inflação no Brasil e nos EUA concentra atenções antes de decisões de juros; confira agenda da semana

8 de Março de 2026, 12:00

Antes da Super Quarta marcada para o dia 18 de março – dia que reunirá as decisões de juros dos Estados Unidos e do Brasil – os investidores irão receber os dados de inflação em ambos os países, o que ajudará a calibrar as exceptivas para as decisões que serão tomadas em meio um conflito geopolítico que assombra os mercados.

Por aqui, o dado de inflação, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), será disponibilizado na quinta-feira (12), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número será olhado com cautela, uma vez que o IPCA-15 de fevereiro, que é a prévia da inflação, veio acima do esperado.

Na semana ainda será divulgado o Boletim Focus, na segunda-feira (9), vendas no varejo na quarta-feira (11), acompanhado do crescimento do setor de serviços, na sexta-feira (13).

Já nos Estados Unidos, o Índice de Preços de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), medida de inflação preferida do Fed, sai apenas na sexta-feira (13), acompanhado do Relatório JOLTS. Além disso, no início da semana o mercado acompanha a variação semanal de empregos ADP na terça-feira (10) e a balança comercial na quinta-feira (12).

Na Zona do Euro, o foco fica com a reunião do Eurogrupo na segunda-feira (9), e na Inglaterra, na sexta-feira (13), o Produto Interno Bruto (PIB).

Do lado Oriental do globo, Japão também divulga o PIB, na segunda. China compartilha com os investidores no domingo (8) o IPC e o Índice de Preços ao Produtor (PPI), já a terça-feira (10) é dia de balança comercial.

Confira a agenda de indicadores entre 9 a 14 de março (horário de Brasília):

Brasil

  • Segunda-feira (9)
    8h25 – Boletim Focus
  • Quarta-feira (11)
    9h00 – Vendas no Varejo
    14h30 – Fluxo Cambial Estrangeiro
  • Quinta-feira (12)
    9h00 – IPCA
  • Sexta-feira (13)
    9h00 – Crescimento do Setor de Serviços

Estados Unidos

  • Terça-feira (10)
    9h15 – Variação semanal de empregos ADP
    11h00 – Vendas de Casas Usadas
    17h30 – Estoques de Petróleo Bruto – API
  • Quarta-feira (11)
    9h30 – IPC
    9h30 – Discurso de Bowman, membro do FOMC
    11h30 – Estoques de Petróleo Bruto
    15h00 – Balanço Orçamentário Federal
  • Quinta-feira (12)
    9h30 – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego
    9h30 – Balança Comercial
    9h30 – Construção de Novas Casas
    12h00 – Discurso de Bowman, membro do FOMC
    17h30 – Balanço Patrimonial do Federal Reserve
  • Sexta-feira (13)
    9h30 – Índice de preços PCE
    9h30 – Pedidos de Bens Duráveis
    11h00 – Relatório JOLTS

Zona do Euro

  • Segunda-feira (9)
    7h00 – Encontro do Eurogrupo
  • Sexta-feira (13)
    7h00 – Produção Industrial

Inglaterra

  • Segunda-feira (9)
    21h01 – Vendas no Varejo do BRC
  • Quinta-feira (12)
    6h30 – Discurso de Andrew Bailey, presidente do Banco da Inglaterra
  • Sexta-feira (13)
    4h00 – PIB
    4h00 – Produção Industrial
    4h00 – Balança Comercial

Japão

  • Domingo (8)
    20h50 – Transações Correntes
  • Segunda-feira (9)
    20h30 – Gastos Domésticos (mensal)
    20h50 – PIB

China

  • Domingo (8)
    22h30 – IPC
    22h30 – Índice de Preços ao Produtor (PPI)
  • Terça-feira (10)
    0h00 – Balança Comercial
  • Sábado (14)
    6h00 – Novos Empréstimos

Balanços do 4º tri mostram mais surpresas positivas que negativas na bolsa – pelo menos até agora

7 de Março de 2026, 17:12

A temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 das empresas brasileiras listadas em bolsa tem apresentado um desempenho melhor do que o esperado, ao menos até agora. Entre as companhias que já divulgaram resultados, os lucros superaram as estimativas de analistas com mais frequência do que ficaram abaixo das projeções, indicando um início de temporada relativamente positivo para o mercado.

Até o momento, 65 empresas já divulgaram seus resultados. Na próxima semana, 39 publicarão seus números, entre grandes e pequenas companhias.

Entre as que já divulgaram os dados, 32,3% superaram as estimativas de lucro, enquanto 26,2% ficaram abaixo do esperado. A maior parte (41,5%) ficou em linha com as expectativas. O levantamento é do Itaú BBA, que estabelece um índice de “beat/miss” de 1,2 vez.

O indicador compara quantas empresas superaram as estimativas de analistas (“beat”) com quantas ficaram abaixo delas (“miss”). Quando o índice fica acima de 1, significa que as surpresas positivas predominam.

Bancos e setores ligados à economia doméstica lideram resultados

Os dados setoriais mostram um desempenho relativamente forte em alguns segmentos da economia. Entre os bancos, por exemplo, cerca de 22% das instituições superaram as estimativas de lucro, enquanto a maior parte ficou próxima das projeções.

Banco do Brasil e Itaú, por exemplo, divulgaram lucros expressivos no período, reforçando o desempenho sólido do setor. E algumas instituições tiveram reação mais cautelosa do mercado, mesmo com números fortes, como foi o caso do Santander.

Empresas ligadas ao consumo mostraram resultados mais heterogêneos. Os dados indicam que cerca de um terço das empresas superou as estimativas, enquanto uma parcela semelhante ficou dentro das projeções.

Entre os destaques positivos aparece o Mercado Livre, que registrou crescimento relevante de receita, enquanto companhias como Assaí enfrentaram reação mais negativa do mercado após a divulgação dos números.

Outros nomes do setor, como Raia Drogasil, Lojas Renner e Iguatemi, divulgaram resultados mais próximos das expectativas dos analistas, refletindo um ambiente de consumo ainda desigual.

Nos setores ligados à indústria e commodities, os resultados apareceram em grande parte alinhados às previsões do mercado.

Empresas como Vale, Usiminas e Gerdau reportaram números próximos das expectativas em indicadores operacionais, enquanto companhias de capital industrial, como WEG, também apresentaram resultados dentro do intervalo projetado pelos analistas.

Esse comportamento reflete um ambiente mais estável nesses setores, em que as projeções já incorporavam fatores como preços de commodities e ritmo da atividade global.

Receita e lucro operacional superam projeções

Além do lucro líquido, outros indicadores operacionais mostram desempenho relativamente forte. Quando analisados os resultados de Ebitda – métrica que mede o lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização –, cerca de 20,4% das empresas superaram as estimativas, enquanto 27,4% ficaram abaixo delas.

No caso das receitas, os números foram mais favoráveis: mais de 80% das empresas reportaram faturamento dentro ou acima das projeções, indicando que muitas companhias conseguiram manter crescimento ou estabilidade nas vendas.

Esses indicadores ajudam investidores a entender não apenas o lucro final, mas também a evolução da atividade operacional das empresas.

Entre os resultados já divulgados, a reação dos analistas também tem sido predominantemente positiva. Aproximadamente 46% das empresas receberam avaliação positiva após a divulgação dos resultados, enquanto cerca de 37% tiveram reação neutra e 17%, negativa.

Esse tipo de análise acompanha como os analistas revisam suas avaliações após os balanços, indicando se os números divulgados reforçam ou enfraquecem as perspectivas das companhias.

Sentimento do mercado perde força no final da temporada

Apesar do início relativamente positivo da temporada, o sentimento agregado do mercado apresentou leve deterioração no final do período analisado.

Um indicador que mede a percepção dos participantes de mercado nas conferências de resultados das empresas, por meio da análise de comentários de executivos e analistas, recuou para uma nota 7,3 no quarto trimestre de 2025, abaixo da nota 8 registrada entre o segundo e terceiro trimestres.

Esse indicador mede o grau de otimismo ou cautela nas discussões entre empresas e investidores. Quanto mais alto o índice, mais positivo tende a ser o tom das expectativas.

Mesmo com essa queda recente, o nível atual ainda permanece acima dos mínimos registrados em 2024, sugerindo que o ambiente corporativo segue relativamente estável.

As conferências de resultados também indicam algumas tendências estratégicas entre as empresas. Segundo a análise das apresentações e chamadas com investidores, executivos têm enfatizado temas como eficiência operacional, digitalização e disciplina na alocação de capital.

Outro ponto recorrente é a preocupação com controle de custos e geração de caixa, especialmente em setores mais expostos ao ciclo econômico ou a preços de commodities.

Balanços do 4º tri mostram mais surpresas positivas que negativas na bolsa – pelo menos até agora

7 de Março de 2026, 17:12

A temporada de balanços do quarto trimestre de 2025 das empresas brasileiras listadas em bolsa tem apresentado um desempenho melhor do que o esperado, ao menos até agora. Entre as companhias que já divulgaram resultados, os lucros superaram as estimativas de analistas com mais frequência do que ficaram abaixo das projeções, indicando um início de temporada relativamente positivo para o mercado.

Até o momento, 65 empresas já divulgaram seus resultados. Na próxima semana, 39 publicarão seus números, entre grandes e pequenas companhias.

Entre as que já divulgaram os dados, 32,3% superaram as estimativas de lucro, enquanto 26,2% ficaram abaixo do esperado. A maior parte (41,5%) ficou em linha com as expectativas. O levantamento é do Itaú BBA, que estabelece um índice de “beat/miss” de 1,2 vez.

O indicador compara quantas empresas superaram as estimativas de analistas (“beat”) com quantas ficaram abaixo delas (“miss”). Quando o índice fica acima de 1, significa que as surpresas positivas predominam.

Bancos e setores ligados à economia doméstica lideram resultados

Os dados setoriais mostram um desempenho relativamente forte em alguns segmentos da economia. Entre os bancos, por exemplo, cerca de 22% das instituições superaram as estimativas de lucro, enquanto a maior parte ficou próxima das projeções.

Banco do Brasil e Itaú, por exemplo, divulgaram lucros expressivos no período, reforçando o desempenho sólido do setor. E algumas instituições tiveram reação mais cautelosa do mercado, mesmo com números fortes, como foi o caso do Santander.

Empresas ligadas ao consumo mostraram resultados mais heterogêneos. Os dados indicam que cerca de um terço das empresas superou as estimativas, enquanto uma parcela semelhante ficou dentro das projeções.

Entre os destaques positivos aparece o Mercado Livre, que registrou crescimento relevante de receita, enquanto companhias como Assaí enfrentaram reação mais negativa do mercado após a divulgação dos números.

Outros nomes do setor, como Raia Drogasil, Lojas Renner e Iguatemi, divulgaram resultados mais próximos das expectativas dos analistas, refletindo um ambiente de consumo ainda desigual.

Nos setores ligados à indústria e commodities, os resultados apareceram em grande parte alinhados às previsões do mercado.

Empresas como Vale, Usiminas e Gerdau reportaram números próximos das expectativas em indicadores operacionais, enquanto companhias de capital industrial, como WEG, também apresentaram resultados dentro do intervalo projetado pelos analistas.

Esse comportamento reflete um ambiente mais estável nesses setores, em que as projeções já incorporavam fatores como preços de commodities e ritmo da atividade global.

Receita e lucro operacional superam projeções

Além do lucro líquido, outros indicadores operacionais mostram desempenho relativamente forte. Quando analisados os resultados de Ebitda – métrica que mede o lucro operacional antes de juros, impostos, depreciação e amortização –, cerca de 20,4% das empresas superaram as estimativas, enquanto 27,4% ficaram abaixo delas.

No caso das receitas, os números foram mais favoráveis: mais de 80% das empresas reportaram faturamento dentro ou acima das projeções, indicando que muitas companhias conseguiram manter crescimento ou estabilidade nas vendas.

Esses indicadores ajudam investidores a entender não apenas o lucro final, mas também a evolução da atividade operacional das empresas.

Entre os resultados já divulgados, a reação dos analistas também tem sido predominantemente positiva. Aproximadamente 46% das empresas receberam avaliação positiva após a divulgação dos resultados, enquanto cerca de 37% tiveram reação neutra e 17%, negativa.

Esse tipo de análise acompanha como os analistas revisam suas avaliações após os balanços, indicando se os números divulgados reforçam ou enfraquecem as perspectivas das companhias.

Sentimento do mercado perde força no final da temporada

Apesar do início relativamente positivo da temporada, o sentimento agregado do mercado apresentou leve deterioração no final do período analisado.

Um indicador que mede a percepção dos participantes de mercado nas conferências de resultados das empresas, por meio da análise de comentários de executivos e analistas, recuou para uma nota 7,3 no quarto trimestre de 2025, abaixo da nota 8 registrada entre o segundo e terceiro trimestres.

Esse indicador mede o grau de otimismo ou cautela nas discussões entre empresas e investidores. Quanto mais alto o índice, mais positivo tende a ser o tom das expectativas.

Mesmo com essa queda recente, o nível atual ainda permanece acima dos mínimos registrados em 2024, sugerindo que o ambiente corporativo segue relativamente estável.

As conferências de resultados também indicam algumas tendências estratégicas entre as empresas. Segundo a análise das apresentações e chamadas com investidores, executivos têm enfatizado temas como eficiência operacional, digitalização e disciplina na alocação de capital.

Outro ponto recorrente é a preocupação com controle de custos e geração de caixa, especialmente em setores mais expostos ao ciclo econômico ou a preços de commodities.

Orizon, de tratamento de resíduos, compra concorrente por R$ 3 bilhões. Entenda o negócio

17 de Dezembro de 2025, 14:13
Homem sorridente com braços cruzados contra fundo abstrato com tubos e cores roxas e brancas.
Milton Pilão, CEO da Orizon

A Orizon, uma das maiores operadoras de aterros sanitários do país, adquiriu uma concorrente, a Holding Vital, num negócio que envolveu R$ 3 bilhões, anunciado nesta quarta.

A companhia gere 17 aterros em 12 Estados, e é responsável pelo tratamento de 11% do lixo coletado no Brasil (ou 20% daquilo que é destinado a aterros). São 8,8 milhões de toneladas. A Vital, da família Queiroz Galvão, trata 4,6 milhões de toneladas – 12 aterros em 9 Estados.

O negócio foi via emissão de ações. Assim: hoje a Orizon é dividida em 96 milhões de papéis, que lhe conferem um valor de mercado de aproximadamente R$ 7 bilhões. Para a fusão com a Vital, vão emitir 42 milhões de novas ações – o equivalente a R$ 3 bilhões –, e reorganizar a estrutura societária.

Pelo novo arranjo, a família Queiroz Galvão fica 30% de participação. Outros 30% permanecem com os controladores atuais da Orizon. E os 40% restantes ficam no free float, os papéis em circulação no mercado.

Com a aquisição, a Orizon pretende dobrar seu lucro operacional (Ebitda), para R$ 1 bilhão. E passa a tratar 16% dos resíduos gerados no país.

O café brasileiro está mudando de sabor. Veja o motivo

29 de Novembro de 2025, 08:45

Nos próximos anos, o café do Brasil talvez comece a ter um sabor um pouco diferente.

O Brasil é o maior produtor mundial de café arábica, uma variedade de grão de sabor mais suave. Mas, à medida que as mudanças climáticas tornam mais difícil cultivar esse tipo de café, alguns produtores estão investindo no robusta, que gera um grão mais amargo, porém capaz de suportar temperaturas mais altas e mais resistente a doenças.

As regiões tradicionais de cultivo de café no Brasil, que produzem principalmente arábica, vêm sendo afetadas por secas mais intensas e frequentes e por temperaturas mais altas. O arábica continua sendo a principal exportação de café do país, mas a produção de robusta agora cresce em ritmo mais acelerado: 81% nos últimos 10 anos, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que acompanha a produção global de café.

Para o Brasil, o robusta oferece a oportunidade de continuar sendo o maior fornecedor de café do mundo no futuro, mesmo com o agravamento dos efeitos da mudança climática, diz Fernando Maximiliano, gerente de Inteligência de Mercado de Café da StoneX, empresa de serviços financeiros.

“Não foi necessariamente a demanda que resultou no crescimento da produção de robusta”, afirma. “Na realidade, problemas climáticos e perdas no arábica foram os principais fatores que contribuíram para estimular o aumento do robusta.”

Nos últimos três anos, a produção de café arábica no Brasil cresceu a uma taxa anual de cerca de 2% a 2,5%, enquanto a produção de robusta avançou cerca de 4,8% ao ano. Na safra deste ano, o robusta registrou alta de quase 22%, uma colheita recorde, segundo a StoneX. Isso significa que a produção de robusta se destaca pela capacidade de lidar melhor com condições climáticas mais adversas e também pela rentabilidade, dizem analistas.

Em áreas mais quentes do Brasil onde o arábica não consegue crescer, produtores de café estão encontrando formas de cultivar robusta e mitigar o impacto das temperaturas mais altas. Plantar os cafeeiros sob a sombra de árvores nativas e outras espécies é uma dessas técnicas.

“Assim ele continua produtivo, fica um pouco mais úmido, não degrada tão facilmente”, explica Jonatas Machado, diretor comercial da Café Apuí, produtora de café robusta em sistema agroflorestal na região amazônica.

Um grão diferente

O Vietnã é o maior produtor mundial de robusta, mas o Brasil está se aproximando e pode ultrapassar o país do Sudeste Asiático graças a uma cadeia de suprimentos bem estruturada, segundo analistas do Rabobank, banco especializado em agronegócio.

O robusta tem concentração maior de cafeína e um sabor mais intenso que o arábica. Mas as gerações mais jovens prestam menos atenção ao tipo de café que consomem ou ao ponto de torra, e tendem a preferir opções personalizadas, com adição de leites, cremes e xaropes, que mascaram o sabor dos grãos.

“Eles não ligam tanto para a origem, para as notas de degustação”, diz Matthew Barry, gerente global de insights para alimentos, cozinha e refeições da consultoria de mercado Euromonitor International.

Se os preços do café continuarem subindo, os consumidores podem também migrar para o robusta, que custa menos.

Grande pilha de grãos de café torrado escuro, preenchendo toda a imagem. Detalhe da textura irregular e tons variados.
Foto: Jonne Roriz/Bloomberg

Na Europa, a diferença de preços entre o robusta e o arábica provavelmente será ainda maior nos próximos anos. Uma nova lei exigirá que commodities importadas tenham certificação de que não vêm de áreas recentemente desmatadas ou degradadas, embora a data de entrada em vigor ainda não esteja clara. O café solúvel, em sua maioria feito com robusta, ficará fora dessas regras. Essa exceção pode aumentar a demanda por produtos à base de robusta, segundo o Rabobank.

A União Europeia é a maior consumidora de café solúvel, respondendo por quase 50% da receita global desse mercado, de acordo com a consultoria Grand View Research.

Embora o robusta tenda a ser mais barato que o arábica, seus preços vêm atingindo máximas históricas.

Esses preços mais altos, somados ao fato de que alguns cultivares de robusta são quase duas vezes mais produtivos que as variedades de arábica, convenceram um número crescente de produtores brasileiros a investir no plantio de robusta, afirma Alexsandro Teixeira, pesquisador de café da Embrapa.

Produtores de robusta também vêm melhorando a qualidade de seus grãos. Isso tornou a variedade mais atraente para os consumidores e ajudou a impulsionar os preços, diz ele.

Por Renata Carlos Daou

Embraer calcula impacto de US$ 80 milhões com tarifas dos EUA e alerta para risco de cancelamentos

26 de Outubro de 2025, 08:15

A Embraer alertou que pode enfrentar cancelamentos e atrasos de pedidos caso sejam mantidas as tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros.

“Por enquanto, não temos nenhum problema de cancelamento, mas, no médio prazo, isso pode acontecer”, afirmou o presidente-executivo Francisco Gomes Neto em entrevista à Bloomberg Television neste domingo, durante a cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean), na Malásia, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com Donald Trump.

Segundo Gomes Neto, a continuidade das tarifas seria ruim também para a indústria americana. “Se produzirmos menos aviões, compraremos menos equipamentos dos Estados Unidos. É por isso que o fim das tarifas é importante.” O executivo estimou que a medida poderia aumentar em até US$ 2 milhões o custo de cada aeronave.

A fabricante calcula um impacto tarifário de cerca de US$ 80 milhões neste ano, valor equivalente ao lucro líquido do segundo trimestre. A empresa chegou a ter parte de seus produtos e peças isentos das sobretaxas impostas por Washington, mas ainda sente os efeitos das barreiras comerciais.

Gomes Neto disse também que a companhia mantém uma carteira de pedidos de US$ 31 bilhões, o maior nível em nove anos.

Neste domingo, os presidentes Lula e Donald Trump conversaram por 45 minutos. Lula pediu a suspensão das tarifas durante o processo de negociação, enquanto o presidente norte-americano afirmou acreditar que os dois países poderão chegar a “bons acordos” em breve.

Para a Embraer, o resultado dessas conversas pode ser decisivo. As tarifas elevam o custo dos aviões brasileiros e afetam planos de investimento, como os US$ 500 milhões previstos para uma nova linha de montagem nos Estados Unidos, que criaria cerca de 2,5 mil empregos caso o cargueiro militar KC-390 seja escolhido pelo governo americano. Outros US$ 500 milhões estão destinados à expansão das fábricas no Brasil nos próximos cinco anos.

Apesar das incertezas, Gomes Neto afirmou que a empresa mantém forte crescimento nos lucros e segue “com um plano robusto para o próximo ano”.

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Em Kuala Lumpur, Lula e Trump testam terreno para uma trégua comercial

25 de Outubro de 2025, 09:30

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (25), em Kuala Lumpur, que espera se reunir com Donald Trump durante a viagem do norte-americano à Ásia e que busca uma solução para o impasse comercial entre os dois países.

“Espero realmente que o encontro aconteça”, disse Lula a jornalistas na capital da Malásia, antes da chegada de Trump. “Vim aqui com a intenção de que possamos encontrar uma solução.”

“Tudo depende da conversa”, acrescentou. “Não há exigências dele, nem minhas, até agora. Vamos colocar os temas na mesa e tentar encontrar uma saída.”

O presidente brasileiro tenta convencer Trump a suspender as tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos do Brasil, além das sanções aplicadas a ministros do Supremo Tribunal Federal, autoridades e familiares.

Trump, por sua vez, disse que espera se reunir com Lula durante sua viagem e que está aberto a reduzir as tarifas aplicadas sobre o Brasil. “Nas circunstâncias certas, claro”, afirmou o presidente americano a repórteres na sexta-feira (24), a bordo do Air Force One.

O governo brasileiro tem trabalhado para organizar o encontro às margens da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), que acontece neste fim de semana na Malásia.

Segundo a Folha de S.Paulo, negociadores dos dois países vêm mantendo conversas informais sobre um possível acordo que siga o modelo adotado por China e México — com suspensão temporária das tarifas enquanto se negociam novos termos comerciais.

A reportagem também informa que os Estados Unidos pretendem colocar em pauta o acesso ao mercado brasileiro de etanol e a regulação das big techs, enquanto o Brasil busca garantir a reversão de sanções contra autoridades nacionais.

Lula in a suit pointing his finger
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante entrevista no Palácio da Alvorada. Foto: Ricardo Stuckert/PR

Trump disse acreditar que os dois líderes já têm uma reunião programada durante o evento. Lula deixou sua agenda livre no fim da tarde de domingo para um possível encontro. A agenda de Trump também prevê um intervalo sem compromissos oficiais no mesmo período.

“Estou muito interessado em ter essa reunião”, disse Lula a repórteres na sexta-feira, na Indonésia, antes de embarcar para a Malásia. “Estou totalmente preparado para defender os interesses do Brasil e mostrar que as tarifas impostas ao país foram um erro.”

Brasil e China se unem para criar fundo de investimento de US$ 1 bilhão

3 de Outubro de 2025, 10:59

O BNDES e o Banco de Exportação e Importação da China (CEXIM) concordaram em criar um fundo de US$ 1 bilhão que investirá em setores como transição energética, infraestrutura, mineração, agricultura e inteligência artificial.

O banco brasileiro fornecerá US$ 400 milhões e o CEXIM, US$ 600 milhões, de acordo com comunicado. O novo fundo, que começará a operar em 2026, investirá em títulos de dívida e participações acionárias no Brasil.

O BNDES e a CEXIM já assinaram um termo de compromisso e uma declaração de intenções para cooperar na estruturação do fundo.

Primeiro fundo bilateral dos bancos

Segundo o diretor de Planejamento do BNDES, Nelson Barbosa, a iniciativa é o primeiro fundo bilateral entre uma instituição brasileira e uma chinesa, operando principalmente por meio de investimentos em reais.

“Esta parceria entre as duas instituições fortalecerá o relacionamento comercial e econômico entre Brasil e China”, disse ele durante a cerimônia de anúncio do fundo, que aconteceu no Rio de Janeiro.

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