A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena.
Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos
Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.
Como fazer aposta da Mega Sena?
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
A Caixa Econômica Federal comemora os 30 anos da Mega Sena com um sorteio especial (concurso 3010) em 24 de maio de 2026, com prêmio estimado de R$ 150 milhões. O concurso da Mega Sena 30 anos é especial: não acumula, seguindo a regra da Mega da Virada, sendo pago aos acertadores de 5 ou 4 números se ninguém acertar a sena.
Como vai ser o sorteio da Mega Sena 30 Anos
Data do Sorteio: 24 de maio de 2026 (domingo).
Valor do Prêmio: Estimado em R$ 150 milhões.
Regra de Acumulação: O prêmio não acumula. Se não houver ganhadores com 6 números, o valor é dividido entre os acertadores da quina (5 números) e assim por diante.
Início das Apostas: Liberadas a partir de 26 de abril de 2026.
Mudança no Calendário: Após o concurso de 16 de maio (3009), as apostas serão exclusivas para o concurso especial de 30 anos.
Como fazer aposta da Mega Sena?
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028. O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros. Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
O feriado de 1º de maio em São Bernardo do Campo contará com tarifa zero nos ônibus municipais durante todo o dia. A gratuidade, válida para as linhas operadas pela BR7 Mobilidade, visa facilitar o deslocamento da população para as atividades comemorativas e políticas na região. Receba as informações sobre as comemorações do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora na TVT News.
O principal ponto de concentração será o Paço Municipal, que recebe a tradicional Festa do Dia do Trabalhador e Trabalhadora, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC em conjunto com outras 23 entidades sindicais da região.
A estrutura para o evento já está montada no Paço Municipal para recepcionar o público a partir das 9h. Na edição de 2025, a mobilização reuniu mais de 70 mil pessoas, número que serve de base para o planejamento da segurança e organização deste ano.
Como chegar no evento do Dia do Trabalhador e da Trabalhadora
Acesso pela linha 10-Tuquesa
Para quem virá da capital, é possível acessar a linha 10-Duquesa que conecta o ABC Paulista pela estação Palmeiras Barra Funda (Linha Vermelha), Luz (Linha Azul/Amarela), Brás (Linha Vermelha) ou Tamanduateí (Linha Verde).
A estação mais próxima ao evento é de Santo André (Celso Daniel). De lá, é possível pegar os ônibus EMTU 287, 286, 238, 196 ou 285. Para esses ônibus o passe-livre não conta. O transporte gratuito será válido apenas para os ônibus municipais.
Linha 10-Turquesa para chegar ao ABCDesça na estação Celso Daniel Santo André e pegue o ônibus para o Paço Municipal no terminal
Pautas sindicais e luta por direitos
Sob o tema “Nossa luta transforma vidas”, o ato deste ano une 24 sindicatos do ABC Paulista em torno de reivindicações estruturais para a classe trabalhadora. As entidades priorizam o debate sobre a redução da jornada de trabalho sem redução salarial e a defesa do fim da escala 6×1. Outro ponto central da mobilização é a demanda pela isenção de Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).
Além das questões econômicas diretas, o movimento sindical incluiu pautas sociais urgentes no manifesto do 1º de maio. Estão entre as bandeiras do evento o combate ao feminicídio e a garantia de igualdade salarial entre homens e mulheres. Wellington Messias Damasceno, diretor administrador dos Metalúrgicos do ABC, afirma que as pautas buscam mais dignidade e a construção de um país mais justo, com direitos garantidos para todos.
Programação cultural e atrações confirmadas
A Festa do Dia do Trabalhador mescla as manifestações políticas com uma extensa agenda cultural ao longo de todo o feriado. O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC confirmou nomes de destaque no cenário nacional para compor o festival de música no Paço Municipal. Entre as principais atrações estão:
Glória Groove;
MC IG;
Filho do Piseiro.
O evento também contará com apresentações de diversos grupos e artistas locais, abrangendo gêneros como samba e piseiro. Estão confirmados o Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro, Grupo SP5, Grupo Razão, Hyaguinho Vaqueiro, Don Ernesto, Samba de Luz e Samba e Amigos.
Solidariedade e acesso ao evento
O acesso à Festa do Dia do Trabalhador será realizado por meio de entrada solidária. A organização solicita que o público contribua com 2 kg de alimentos não perecíveis. Os mantimentos arrecadados serão destinados a ações sociais desenvolvidas na região do ABC.
A prefeitura de São Bernardo do Campo reiterou que a tarifa zero nos coletivos é uma medida para garantir que o trabalhador e a trabalhadora possam participar das atividades culturais e políticas sem o ônus do transporte. A operação gratuita abrange todas as linhas municipais, garantindo a mobilidade urbana desde as primeiras horas da manhã do feriado.
SERVIÇO
Data: 1º de maio Horário: a partir das 9h Local: Paço Municipal de São Bernardo do Campo Entrada: 2 kg de alimentos não perecíveis
O Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, no 1° de maio, será comemorado com um grande show no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Entre os principais artistas do show de 1° de maio estão Gloria Groove, MC IG e Filho do Piseiro. Leia mais sobre o show de 1° de maio com a TVT News.
Gloria Groove e MC IG comandam show do 1º de Maio no ABC em megaevento com pauta pelo fim da escala 6×1
Artistas como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba da Praça, Alex Rocha, o Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro estarão presentes no tradicional show do 1° de maio no ABC.
Confir as principais atrações dos shows no próximo dia 1º de maio (sexta-feira), a partir das 9h, no Paço Municipal de São Bernardo do Campo.
Show de Gloria Groove gratuito em SBC no 1° de maio
Nascido Daniel Garcia, a multiartista paulistana Gloria Groove teve contato com a arte desde muito cedo, destacando-se inicialmente como cantora mirim e dubladora profissional. A partir de 2016, sua persona drag queen ganhou vida e quebrou paradigmas na indústria fonográfica nacional.
Misturando pop, R&B, rap e funk com uma potência e técnica vocal irretocáveis, a “Lady Leste” superou barreiras e tornou-se uma das vozes mais respeitadas, ouvidas e influentes da música brasileira moderna.
Gloria Groove acumula uma vasta lista de megahits que marcaram o país nos últimos anos, como “A Queda”, “Vermelho”, “Bumbum de Ouro”, “Coisa Boa” e a recente febre das rodas de pagode do projeto Serenata da GG, “Nosso Primeiro Beijo”.
Gloria Groove faz show em SBC com ingressos solidário no dia 1° de maio. Foto: Redes Sociais
Show do MC IG gratuito em SBC no 1° de maio
Guilherme Sérgio Ramos de Souza, amplamente conhecido como MC IG, é cria da Vila Medeiros, Zona Norte de São Paulo. Iniciou sua caminhada no funk em 2015 e, degrau por degrau, firmou-se como um dos maiores pilares da vertente paulista do gênero. C
om rimas que narram as vivências, a superação e o dia a dia da juventude de periferia, IG virou um verdadeiro fenômeno nas plataformas de áudio, ditando o ritmo da cena urbana nacional e figurando constantemente no topo dos rankings da Billboard Brasil.
Com bilhões de reproduções acumuladas, MC IG é a voz por trás de sucessos avassaladores como “3 Dias Virados”, “Faz Completo, Chefe” e do projeto cypher “Let’s Go 4” — que passou meses no topo do Spotify Brasil em 2023.
Show gratutito do Filho do Piseiro em SBC
Representando o ritmo contagiante que dominou o Brasil, o cantor amazonense Filho do Piseiro é a mais nova sensação viral da internet. Ele começou do zero: para realizar o sonho da música, chegou a tocar violão e cantar de improviso no frigorífico onde trabalhava.
Com muito carisma, autenticidade e letras bem-humoradas, ele conquistou o público, acumulando rapidamente milhões de reproduções em seus perfis e ganhando até elogios de grandes personalidades, como a cantora Juliette.
O artista faz sucesso com músicas que grudam na cabeça instantaneamente, com destaque para a febre “Raparigas” e o hit “Meu Pai Paga Minha Faculdade”.
Fim da escala 6×1 é uma das principais lutas do 1° de maio
O tradicional Dia do Trabalhador e da Trabalhadora reafirma a força da mobilização popular e da unidade do movimento sindical.
Com o tema “Nossa luta transforma vidas”, o ato também será orientado por bandeiras centrais e urgentes para os brasileiros:
“Essas bandeiras traduzem necessidades urgentes de quem vive do trabalho. São pautas que apontam para mais dignidade, menos desigualdade e um país mais justo, com direitos garantidos. Por isso, é fundamental fazer do 1º de Maio uma grande festa popular: um momento de união, consciência e valorização da luta coletiva da classe trabalhadora”, afirma Wellington Messias Damasceno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.
Fim da escala 6×1 é uma das principais pautas da classe trabalhadora. Foto: Dino Santos
Além das fundamentais falas políticas, a programação cultural promete agitar São Bernardo com muita diversidade. Entre as atrações confirmadas para levantar o público, estão grandes nomes da música atual que dialogam com diferentes públicos e vertentes populares.
Cultura e solidariedade de mãos dadas
O show do 1° de maio reforça o caráter profundamente solidário e de apoio às comunidades da região. O acesso à festa será por meio do ingresso solidário, mediante a doação de 2 quilos de alimentos não perecíveis, direcionados a instituições parceiras.
Além dos três gigantes nacionais, o evento enaltecerá artistas regionais e muito pagode com os talentos de Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba da Praça, Alex Rocha, o Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.
Serviço
EVENTO DO 1º DE MAIO NO ABC
Local: Paço Municipal – Praça Samuel Sabatini, Centro, São Bernardo do Campo – SP.
A febre do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 está para começar. E para facilitar a venda em todos os cantos do país, a rede lotérica da Caixa também fará vendas de álbum e figurinhas. Leia em TVT News.
Onde comprar álbum e figurinhas da Copa do Mundo: lotéricas da Caixa farão vendas
O maior torneio de futebol do mundo começa em 11 de junho de 2026, mas os amantes do esporte já podem viver a magia do mundial por meio das figurinhas colecionáveis da Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2026.
Neste ano, as unidades lotéricas da Caixa passam a integrar oficialmente a venda do álbum e das figurinhas da Copa, reforçando sua presença no cotidiano dos brasileiros e conectando colecionadores de todas as regiões do país. A partir de quinta-feira (30), o álbum e as figurinhas estarão disponíveis para compra nas lotéricas cadastradas como ponto de venda oficial, conforme a disponibilidade de estoque.
Cada pacote com 7 figurinhas custa R$ 7 e o álbum avulso R$ 24,90. Para completar todo o álbum são necessárias 980 figurinhas, sendo 68 dessas especiais em papel metalizado.
Atenção, criançada
Em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o atendimento e a comercialização do álbum e das figurinhas nas lotéricas são restritos a maiores de 18 anos, vedada a venda direta a crianças e adolescentes neste canal.
Capilaridade da Caixa para álbum e figurinhas da Copa chegarem a todas e todos
Com cerca de 13 mil unidades, as lotéricas são a maior rede de atendimento física da CAIXA e levam conveniência e atendimento próximo a mais de 95% dos municípios brasileiros.
Lotérias cadastradas podeão vender figurinhas da Copa do Mundo. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil
Quanto custa o álbum da Copa do Mundo
Os preços de lançamento definidos para os álbuns variam conforme o acabamento escolhido pelo torcedor:
Capa brochura: R$ 24,90
Capa dura: R$ 75,90
Capa dura ouro ou prata: R$ 79,90
Qual o valor das figurinhas da Copa do Mundo
O custo das figurinhas também requer planejamento financeiro. Cada envelope chega às bancas pelo valor de R$ 7,00 e contém 7 figurinhas,
Versões do álbum de figurinhas da Copa do Mundo
Para quem deseja iniciar a jornada, as opções de álbuns atendem a diferentes perfis de colecionadores:
Brochura (tradicional): R$ 24,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo cartão – Foto: Divulgação/Panini
Capa Dura: R$ 74,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura – Foto: Divulgação/Panini
Capa Dura Especial (Prateado ou Dourado): R$ 79,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura especial – Foto: Divulgação/Panini
Box Luva Premium Taça: R$ 359,90 (exclusivo para o site da Panini)
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo box – Foto: Divulgação/Panini
Quanto vou gastar para completar o álbum da Copa do Mundo?
Perfil de colecionador
Pacotes necessários
Custo por pacote
Gasto com figurinhas
Solitário
~1.463
R$ 7,00
R$ 10.241,00
Social com muita sorte (poucas repetidas)
~300
R$ 7,00
R$ 2.100,00
Social (trocas)
~400
R$ 7,00
R$ 2.800,00
Quanto deve custar para preencher o álbum da Copa do Mundo
Na teoria, completar o álbum parece simples: são 980 figurinhas, distribuídas em pacotes com 7 unidades, vendidos a R$ 7,00. Em um cenário ideal, sem repetições, seriam necessários 140 pacotes — o que daria R$ 980,00 em figurinhas.
Mas a prática é bem diferente.
Panni já abriu a pré-venda do álbum da Copa. Reprodução: Panini
O Cálculo Matemático da “Sorte”
À medida que o álbum começa a ser preenchido, a chance de tirar figurinhas repetidas cresce rapidamente. No início, quase todas as figurinhas são novas. Porém, depois de metade do álbum completo, a probabilidade de repetição aumenta de forma significativa. Nos estágios finais, é comum abrir um pacote inteiro sem conseguir sequer uma figurinha inédita.
Esse fenômeno acontece porque o número de figurinhas que ainda faltam diminui, enquanto o universo total (as 980 possíveis) permanece o mesmo. Em termos simples: quanto mais completo o álbum, mais difícil encontrar o que falta.
Com 48 seleções, o número de figurinhas aumentou consideravelmente. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Na prática, isso significa que o custo real costuma ser bem maior do que o cálculo inicial. Estimativas entre colecionadores indicam que, sem trocas, o gasto pode facilmente dobrar — chegando ou até ultrapassando R$ 2.000 ao longo do tempo, dependendo da sorte.
Somando o valor do álbum, o investimento total pode ficar em:
Mais de R$ 2.024,90 (com álbum brochura)
Mais de R$ 2.075,90 (com álbum capa dura)
Mais de R$ 2.079,90 (com álbum capa especial)
Como gastar menos para completar o álbum da Copa do Mundo?
O “Combo” de Lançamento: Geralmente, as editoras lançam kits com o álbum de capa dura e uma caixa de 80 a 100 pacotes com desconto. Este é o melhor ponto de partida.
Trocas 1:1: Ao trocar uma figurinha repetida por uma que você não tem, você economiza o valor unitário do cromo (R$ 1,00 cada).
Compra de figurinha avulsa: No final da Copa, a própria editora costuma vender as figurinhas faltantes. O preço unitário é maior que no pacote, mas é muito mais barato do que tentar a sorte em envelopes aleatórios.
Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum da Copa do Mundo. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum
Para quem deseja economizar e agilizar a conclusão da coleção, a interação social é a ferramenta mais eficaz. O hábito de trocar as figurinhas repetidas em praças, shoppings e escolas reduz a dependência da sorte ao abrir novos pacotes.
Pontos de encontro: Tradicionalmente, bancas de jornais tornam-se “hubs” de negociação nos finais de semana.
Redes Sociais: Grupos de aplicativos de mensagens facilitam a localização daquela figurinha específica que falta para fechar uma seleção difícil.
Economia Direta: A troca um-por-um evita que o torcedor gaste dinheiro com figurinhas que ele já possui, tornando o processo mais acessível e dinâmico.
Dica do Editor: Fique atento às figurinhas “brilhantes” ou cromadas. Elas costumam ser mais raras e você pode tentar negociar um valor de troca maior nos pontos de encontro.
Atualmente, praças, shoppings, escolas e grupos dedicados em aplicativos de mensagens tornam-se os principais polos de negociação. Essa rede colaborativa não apenas agiliza o preenchimento dos espaços vazios, mas protege o orçamento do torcedor e transforma a montagem álbum em um grande evento coletivo.
GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.
Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram
As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.
A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.
O que é notícia neste 27 de abril de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
Operário morre em montagem de show de Shakira no Rio
Polícia investiga falha de segurança após acidente em Copacabana
Show de Shakira segue confirmado apesar de morte na montagem
Dono do Banco Master negocia delação premiada nesta semana
Esquema de fraude pode atingir políticos e empresários
Anvisa proíbe xaropes com clobutinol por risco cardíaco
Kassab descarta aliança com PT e declara apoio a Tarcísio
Trump não deve apoiar Flávio Bolsonaro, diz aliado
Gilmar Mendes pede investigação de Zema após sátira
Ataque a bomba na Colômbia deixa ao menos 20 mortos
Frente fria derruba temperaturas e traz risco de geada no Sul
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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Psychological prohibitions against endangering civilian reactors and other infrastructure are becoming dangerously thin
Four decades after a failed experiment in Soviet Ukraine led to a world-shaking radiation disaster and made Chernobyl infamous, the psychological safeguards protecting nuclear facilities from military action are weaker than ever.
In March and April of 2026, bombs landed near the Busher Nuclear Power Plant (NPP) in Iran. Russia’s Zaporozye NPP was deliberately firebombed by Ukrainian troops in 2024, as part of Kiev’s attempts to prevent Moscow from operating the contested facility. The Chernobyl wreck itself was targeted by a mystery projectile on the eve of a key international security event in 2025.
Nuclear weapons are so destructive that only an existential crisis should warrant their deployment. The taboo against nukes has been tested on several occasions since the technology’s iconic status was established by the US bombing of Imperial Japan, – including off the coast of Cuba in 1962, in the Middle East in 1954 and again in 1973. Each time, nerves held.
Nuclear facilities, particularly power plants with their large hot reactors and on-site storage of spent fuel, borrow some of that aura to become almost untouchable, as radiation fallout is strongly associated with both the weapons and technological disasters.
How to bomb a nuclear reactor
Attacking Iran’s Bushehr nuclear power plant risks “another Chernobyl,” a senior official in Tehran warned, after airstrikes killed 10 people, including a German engineer involved in the project on the Persian Gulf coast. The year was 1987, and the attacker was Saddam Hussein – no longer a ‘good guy’ in the eyes of the Western public, but still fighting the ‘bad guys’.
Tehran’s invocation of the then-recent Soviet nuclear catastrophe was an exaggeration. The Bushehr facility was still under construction when Iraqis targeted it six times, beginning in 1984. An attempt to deter Baghdad by reportedly bringing in a small amount of nuclear fuel didn’t work.
In 1980, at the beginning of the Iran-Iraq War, Tehran bombed the under-construction Osiraq nuclear reactor at the Tuwaitha research center near Baghdad. The Israelis struck the French-provided project a year later. So did the Americans during the 1991 Gulf War – allegedly weeks before it would finally go online.
In 2007, Israel bombed a suspected nuclear reactor in Syria. Years later, the International Atomic Energy Association (IAEA), the UN’s nuclear watchdog, confirmed that suspicions were correct and the clandestine facility was still being built when it was obliterated.
The pattern of preemptive attacks was upheld by non-state actors. Rodney Wilkinson, a South African fencing champion and anti-apartheid activist, carried out the bombing of the Koeberg Nuclear Power Station just before it went online in 1982, taking care to ensure that there would be zero casualties and no radiation leaks.
Turning Back the Clock to: 1982. Rodney Wilkinson planted four bombs at the Koeberg nuclear power plant north of Capetown, South Africa. #WorldHistorypic.twitter.com/UtrU6rD7Ym
In major conflicts between India and Pakistan, both nuclear-armed powers, there were no military strikes on nuclear facilities. In short, the conventional wisdom has long been: you don’t risk another Chernobyl.
Ukraine throws rules out of the window
Like many other norms, respect for the IAEA’s seven pillars of nuclear safety seriously eroded during the Ukraine conflict. Russian forces took over the Zaporozhye NPP on March 3, 2022 during a lighting offensive. The site has since become the focus of a PR war built around a string of attacks in the plant’s vicinity.
Ukraine’s story about the military action has morphed over the years. First it claimed Russia kept heavy weapons at the nuclear site, making it a legitimate target. Then Russia was accused of conducting false flag operations to discredit Ukraine. After the IAEA dispatched an observer mission in September 2022, Kiev claimed Moscow was thwarting inspector rotations – though provocations stopped in 2025, after the international agency decided against travelling through territory controlled by Kiev.
Arguably the most serious incident took place in August 2024, when incendiary drones caused a major fire at one of the Zaporozye plant’s cooling towers. Kiev claimed it was Russian self-sabotage, which just happened to virtually coincide with the launch of a Ukrainian incursion into Russia’s Kursk Region.
Ascribing logic-defying economic masochism to Moscow is a trope of pro-Kiev messaging. The 2022 blasts that destroyed the Nord Stream gas pipelines were initially framed in the media as Russia putting pressure on Germany by blowing up its own infrastructure. Now the only mystery remaining about that attack is whether Ukraine carried it out alone, with assistance from some NATO nations – such as Poland or the US – or simply created a distraction so that the West could claim plausible deniability.
Chernobyl propaganda dud
An even more emblematic example of brinkmanship serving Ukrainian interests came in February 2025, when Kiev accused Russia of flying a single kamikaze drone into the shelter covering the Chernobyl plant’s contaminated site.
The incident took place on the eve of the Munich Security Conference. But in Germany, US Vice President J.D. Vance stole the spotlight that Ukrainian leader Vladimir Zelensky was undoubtedly hoping to get. Vance shocked the audience with his speech roasting perceived Western European degradation and casting doubt on America’s protection of NATO allies.
Consequently, the Chernobyl incident caused barely a ripple in media coverage and left an ugly tear in the New Safe Confinement – the shelter constructed in the 2010s with mostly foreign funding.
US and Israel tear down the window, the wall, the building
In a field where Zelensky merely played fast and loose, US President Donald Trump and Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu swung like a wrecking ball.
In 2024, the two leaders teamed up to strike Iranian uranium enrichment facilities, claiming the 12-day bombing campaign ended Tehran’s nuclear weapons program. This year, Iran was somehow supposedly again weeks away from building the bomb and had to be attacked again.
As the 40th anniversary of the Chernobyl disaster approaches, the world has yet to learn how much economic damage the Iran War will cause it. But it has already dealt a blow to nuclear non-proliferation.
The 1970 Non-Proliferation Treaty (NPT) guarantees signatories the right to, and support for, the peaceful use of nuclear technology in exchange for accepting the IAEA’s controls to prevent weaponization. Israel, India, Pakistan, and North Korea all rejected the deal in order to acquire nuclear weapons, secretly or openly.
Washington declares that there is no NPT deal for Iran, period. The religious prohibition of nuclear weapons by Israel-assassinated Iranian Supreme Leader Ali Khamenei, now seems like a fig leaf.
Trump’s threat to annihilate all Iranian power plants unless it concedes defeat – potentially including Bushehr, now fully operational – may never materialize. A commando raid deep into Iran to capture “nuclear dust” – Iran’s stockpile of highly enriched uranium that it has no intention to give up – remains in question either.
But what is beyond doubt is that the risk of a major radiological incident is at the moment higher than ever. That’s the inevitable cost of nuclear brinkmanship.
Nitrous oxide can cause severe injury, paralysis and even death. So why is it easier to get for teenagers than energy drinks or cigarettes?
Welcome to America’s next public health crisis, which is being underwritten by big business and ignored by the US government.
Nitrous oxide (N₂O) has been around since the end of the 18th century and is used in a variety of products, including whipped cream canisters and car engines, to give them an extra power boost. It is also popularly known as ‘laughing gas,’ which dentists administer to their patients for pain relief. In the 19th century, laughing gas parties were popular among the middle and upper classes.
Late 20th century drug culture rediscovered nitrous oxide, in the form of ‘whippets’ (from whipped-cream chargers) and laughing gas balloons. However, only lately has nitrous oxide, marketed under the name of ‘Galaxy Gas,’ exploded in popularity among today’s youth in search of a cheap buzz.
Although ostensibly marketed as a culinary product, Galaxy Gas is sold in colorful bottles with alluring flavors, such as Mango Smoothie, Strawberry Cream and Vanilla Cupcake.
Meanwhile, the product (Galaxy Gas is just one of dozens of brands selling nitrous oxide) has been popularized on social media, where influencers on TikTok, Instagram and YouTube have led millions of teens astray in search of a quick and affordable jolt of euphoria.
Various brands of nitrous oxide canisters can easily be bought online from major marketplaces including Walmart, Amazon and eBay. Though most companies require purchasers to be over 18 to order them, they’ve still found their way into the hands of many teens (Following reports of abuse, Galaxy Gas has paused direct sales from their website and is facing regulatory action due to health risks).
Across the US, more than 25 million people over the age of 12 may have tried inhalants, according to a survey from the Substance Abuse and Mental Health Services Administration. And data shows adolescents from 12-17 more commonly use whippets than those who are 18 and older.
Galaxy Gas attempts to skirt the law by stating on its canisters that “it is illegal to purposely inhale our product,” which of course has the effect of making the young and impressionable do exactly what they are told not to do. Despite the warning labels, the inhalation of Galaxy Gas is becoming an epidemic in the US and beyond, with an increasing number of victims every year.
In February 2023, Ellen Mercer, 24, died in a British hospital two weeks after she was left bedbound by burning her legs with a nitrous oxide canister. According to the coroner’s report, Mercer’s death was caused by her substance abuse and a blood clot. The young woman, clearly addicted to the inhalant, was said to have inhaled two to three “big bottles” of the gas per day.
Meg Caldwell is another individual who lost her life due to her addiction to Galaxy Gas. Caldwell began inhaling the gas during the pandemic. With everyone locked down and little to do, it seemed that a few harmless hits of nitrous oxide wouldn’t hurt. According to the young woman’s family, her addiction quickly spiraled out of control and wrecked her life. She died at the age of 23 of an overdose in a parking lot outside of a smoke shop where she purchased the gas. The Caldwell family has filed a lawsuit against Galaxy Gas and several other companies, alleging that they marketed the substance for recreational use while disguising it as a culinary product.
One reason the inhalation of Galaxy Gas has become so dangerous is people are inhaling the gas directly from the nozzle of the bottle.
“In medical use, nitrous oxide is given in conjunction with a pretty high flow of oxygen,” says Dr. Bryan Baskin, Co-Director of Operations of the Cleveland Clinic’s Emergency Services. “That helps to keep people safe from some of the dangerous effects of the gas. People using it recreationally aren’t taking those precautions. They’re just getting straight shots of it, which can be harmful, particularly with repeated use.”
The nitrous oxide that enters your body starves the brain of oxygen, creating a dizzy, heady feeling that can last anywhere from a few seconds to five minutes. The user takes a hit, enjoys the feeling, and then wants more of the same, leading to abuse of the product. Chasing the high again and again deprives the brain and other organs of the oxygen they need for normal bodily function. At the very least, users may lose consciousness while inhaling the gas, thereby sustaining physical injuries like concussions. But there are other worse side effects.
As mentioned, most people choose to inhale the gas directly from the canister, which is incredibly dangerous due to simple physics. Galaxy Gas and other such products seal the nitrous oxide in the canisters as a liquid, which, when released, comes out at extremely low temperatures. So low in fact that it can actually give the user frostbite on the mouth and throat. It can also freeze the lungs.
Long-term users of nitrous oxide report major nerve problems, impaired memory, loss of concentration and loss of coordination. The brain and spinal column could become inflamed, leading to cases of full-blown paralysis.
So what is the US government doing about the problem? Sadly, almost nothing. The level of regulation of nitrous oxide in the US is shockingly bad. There’s no official FDA certification; there’s no mandatory purity tests to ensure no contaminants of even more harmful substances; there are no size limits on the canisters; there are no import controls for cheaper, less regulated variants from other countries like China; there’s no guaranteed standardization of manufacturing or the content inside of these bottles. There literally could be anything inside, like heavy metal residue or hydrocarbons. In other words, a sticker saying it’s safe doesn’t make it safe. The same way that putting a ‘do not inhale’ warning on a canister won’t stop people from doing it.
Even the bottles themselves are dangerous. Keep in mind, these are pressurized metal canisters, weighing up to two or more kilos. Effectively pipe bombs that people can get a buzz from. Due to the pressure inside of the canisters, manufacturing defects, heat or poor handling can result in explosive decompression. A loosely fitting valve or a poorly fitted seal on the canister could mean the difference between life and death.
Perhaps worst of all is how the product, with its playful packaging, is targeted at a younger audience that is less able to differentiate between what is healthy for them and what is potentially fatal.
It’s time for the US government to get involved and crack down on the peddlers of this dangerous product before it kills anyone else.
O policial penal Luciano de Lima Fagundes Pinheiro, conhecido como Bonitão, foi preso nesta sexta-feira (24) nos Estados Unidos. Ele estava foragido da Operação Anomalia e era procurado desde março. Com informações do g1.
A prisão foi feita por agentes da DEA, agência antidrogas do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, após troca de informações com a Polícia Federal no Rio de Janeiro. Luciano deve passar por audiência de custódia na Justiça americana, que vai avaliar medidas como a deportação para o Brasil.
Bonitão estava incluído na Difusão Vermelha da Interpol. Ele é suspeito de atuar para tentar atrasar a extradição de Gerel Lusiano Palm, traficante internacional de drogas preso no Rio em 2021.
A Operação Anomalia foi deflagrada no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II. A investigação mira um núcleo suspeito de negociar vantagens indevidas e vender influência para favorecer interesses de Gerel Palm, condenado por homicídio na Holanda e investigado pela DEA por tráfico internacional.
Luciano é servidor da Secretaria de Administração Penitenciária do Rio, mas já esteve cedido a outros órgãos estaduais e federais. No início da década de 2010, atuou como segurança de jogadores de futebol, principalmente atletas brasileiros que jogavam na Rússia.
Em 2014, ele foi preso na Maré, apontado como informante do traficante Marcelo das Dores, o Menor P. Segundo a investigação da época, ele seria elo entre Menor P e Antonio Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha. Luciano foi condenado, cumpriu pena e obteve reabilitação criminal na Justiça.
O policial penal também foi alvo de investigação da Seap em 2021, após uma apuração sobre visitas ao empresário Glaidson Acácio, o “Faraó dos Bitcoins”, em período de quarentena no presídio. À época, ele negou ter visitado Glaidson.
Depois, Luciano foi nomeado na Assembleia Legislativa do Rio e também esteve cedido ao gabinete do deputado Dr. Luizinho (PP), em Brasília, até fevereiro de 2025. Na primeira fase da Operação Anomalia, em 9 de março, foram expedidos quatro mandados de prisão pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
O que é notícia neste 24 de abril de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
Enviado de Donald Trump provoca crise ao atacar mulheres brasileiras em TV italiana
Supremo Tribunal Federal mantém prisão de ex-presidente do BRB por propina milionária
Professor desaparecido há 5 anos é encontrado em rodovia e reencontra a mãe
Luiz Inácio Lula da Silva passa por procedimentos médicos em São Paulo
Instituto Nacional do Seguro Social antecipa pagamento do 13º para milhões de brasileiros
Brasil expulsa funcionário dos EUA após tensão diplomática
Sociedade Esportiva Palmeiras vence, mas lesão de Vitor Roque preocupa
Polícia resgata mulher mantida em cárcere privado no Rio
Marcelo D2 anuncia show gratuito no Rio Pinheiros
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
Veja também: as notícias mais lidas da TVT News
Veja quais são as notícias mais lidas do último mês na TVT News
O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) prorrogaram o prazo para o pedido de isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026. Inicialmente, os estudantes interessados deveriam solicitar o benefício até esta sexta-feira (24), mas agora o prazo segue aberto até o dia 30 deste mês. Saiba mais na TVT News.
A solicitação deve ser feita na Página do Participante do Enem, por meio do login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
A gratuidade na taxa de inscrição do Enem é prevista nos seguintes casos:
matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que tenham renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio;
pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);
A isenção não é automática, portanto os candidatos que se encaixam em um desses requisitos devem solicitar a dispensa do pagamento.
O participante que obteve a isenção do pagamento da taxa no Enem de 2025, mas não compareceu às provas nos dois dias de aplicação, deve justificar a ausência caso queira solicitar o benefício novamente em 2026.
Entre os documentos previstos no edital para justificar a falta, estão o boletim de ocorrência policial para casos de assaltos ou acidente de trânsito; atestado médico; certidão de óbito de familiares, dentre outros. Confira as especificações para o envio no edital.
A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.
Resultado
Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Inep em 8 de maio.
Os solicitantes com pedidos de isenção negados poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.
Ainda não foi divulgado o início do período de inscrição para as provas.
O Enem
O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.
The US president has reposted a podcaster’s message describing immigrants from the two countries as gangsters with laptops
US President Donald Trump has shared a letter deriding India and China as “hellholes.”
Trump reposted the letter from former radio host Michael Savage’s podcast Savage Nation on Truth Social on Wednesday.
The post was a criticism of the US birthright citizenship laws, which referred to India, China and other countries as “hellholes” while fiercely advocating changes to American policy regarding nationality.
“A baby here becomes an instant citizen, and then they bring the entire family in from China or India or some other hellhole on the planet,” the letter said.
It charged that these immigrants have done more damage to “this nation than all the mafia families put together.”
It added, “In my un-humble opinion. Gangsters with laptops. They’ve robbed us, blind, treated us like second-class citizens, let the turd world triumph, stepped on our flag, et cetera.”
The letter also said that “white men need not apply” for jobs, and alleged unsubstantiated bias in internal hiring mechanisms, claiming they are “run by Indians and Chinese.”
Trump had signed an executive order on January 20, 2025, seeking to limit birthright citizenship for certain children born in the US, prompting lawsuits that remain pending.
The order directs federal agencies to deny citizenship to children born on US soil if neither parent is an American citizen or a lawful permanent resident.
The controversial repost by Trump comes a day after he falsely claimed in an interview with CNBC that “no country in the world” offers birthright citizenship other than the US.
Canada and most Latin American nations provide birthright citizenship.
The US president recently courted controversy after posting and later deleting an AI‑generated image of himself depicted as Jesus on Truth Social, triggering a worldwide backlash.
Earlier this month, he threatened to destroy Iranian civilization overnight in response to the blockade of the Strait of Hormuz, but later backed down.
The victim attempted to rescue a man from a group of conscription officers in Odessa, according to reports
A Ukrainian press gang in the city of Odessa used pepper spray on a woman as she desperately attempted to prevent the forced mobilization of a man, according to eyewitness video circulating on social media.
The footage, shared on Wednesday, depicts at least eight draft officers struggling with an unwilling conscript while the woman attempts to intervene. At one point, the officers pull her away and apparently pepper-spray her, leaving her sitting on the ground and screaming: “My eyes!”
The man is eventually escorted to an unmarked minibus, as bystanders suggest rinsing the woman’s eyes with milk to alleviate the burning sensation.
Amid mounting losses in the conflict with Russia and a shortage of willing recruits, Ukrainian draft enforcement squads have increasingly turned to coercion to fill the ranks. The practice, colloquially known as “busification,” involves military-age men being snatched off the streets, from workplaces, and from residential areas, then taken to recruitment centers against their will, often triggering clashes with relatives, neighbors, and passersby.
In Odessa alone, multiple videos depicting Territorial Recruitment Center officers resorting to heavy-handed tactics against civilians have been making the rounds on social media in recent days.
In one case, draft enforcers shoved a woman to the ground and pepper-sprayed bystanders as they detained a man.
In another incident, a press gang pepper-sprayed the occupants of a car after the male driver refused to get out and called a lawyer instead.
Earlier this month, two draft enforcers were stabbed during a document check in the central Ukrainian city of Vinnitsa. In a separate incident in Lviv, a conscription officer was fatally stabbed in the neck.
Vladimir Zelensky’s chief of staff, Kirill Budanov, recently acknowledged that the forced mobilization campaign has created serious rifts in Ukrainian society. According to Vadim Ivchenko, a member of parliament’s national security committee, only around 8-10% of new personnel entering the armed forces are willing recruits.
Moscow has accused Kiev of seeking to fight “to the last Ukrainian” at the behest of Western powers waging a proxy war against Russia. Russian Defense Minister Andrey Belousov previously estimated that Ukraine had lost nearly 500,000 servicemen killed or seriously wounded in 2025 alone.
O prazo para os interessados solicitarem a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 termina nesta sexta-feira. A data limite também se aplica para aqueles candidatos que precisam justificar a ausência na edição do ano passado para participar gratuitamente desta edição. Saiba os detalhes na TVT News.
A solicitação deve ser feita pela Página do Participante do Enem com o login único da plataforma de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.
O Inep prevê a gratuidade na inscrição do exame para os seguintes casos:
· matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
· estudantes de todo o ensino médio em escola pública ou bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda igual ou inferior a um salário-mínimo e meio;
· pessoas de baixa renda com registro ativo no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
· beneficiários do programa Pé-de-Meia, do Ministério da Educação (MEC);
As pessoas que se enquadram nestes perfis devem solicitar a dispensa do pagamento da taxa, pois a isenção não é automática.
O Inep destaca que o participante que integra uma família inscrita no CadÚnico precisa estar com a situação cadastral regular para solicitar a isenção da inscrição no Enem. A falta de atualização no CadÚnico pode levar ao indeferimento do pedido para fazer as provas de graça.
O participante que teve a isenção de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2025, não compareceu às provas nos dois dias de aplicação em novembro do ano passado e queira solicitar novamente isenção da taxa de inscrição em 2026 deve justificar sua ausência.
Os documentos de comprovação devem conter todas as especificações do edital e serem legíveis para análise, sob pena de serem considerados inválidos. Entre eles: boletim de ocorrência policial, para casos de assaltos ou acidente de trânsito; certidão de casamento ou declaração de união estável, se ocorrida nove dias antes do primeiro dia de aplicação das provas.
O Inep exige documentos somente nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB. Não serão aceitos documentos autodeclaratórios ou emitidos por pais ou responsáveis dos participantes.
A justificativa da ausência no Enem 2025 também deve ser feita pela Página do Participante.
Resultado
Os resultados das solicitações de isenção da taxa de inscrição serão divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 8 de maio.
Os solicitantes com pedidos de isenção negados pela autarquia poderão entrar com recurso administrativo entre 11 a 15 de maio. Os resultados definitivos dos recursos serão conhecidos em 22 de maio.
Já o período de inscrição para as provas ainda será definido e divulgado pelo Ministério da Educação. Quem teve a isenção de pagamento da taxa aprovada também precisa fazer a inscrição para as provas.
O Enem
O Enem é a principal prova para entrada no ensino superior brasileiro, por meio de iniciativas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu); o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
Ainda, desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão do ensino médio para os candidatos que têm 18 anos completos e alcançam a pontuação mínima em cada área do conhecimento das provas e na redação.
Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições de ensino superior de Portugal que têm convênio com o Inep para aceitarem as notas do exame.
O que é notícia em 22 de abril de 2026 no Jornal TVT News Primeira Edição
Brasil convoca diplomata dos EUA após expulsão de delegado da PF
Governo avalia reciprocidade e pode expulsar agentes americanos
Irã apreende navios no Estreito de Ormuz e eleva tensão global
Teerã chama ação dos EUA de “pirataria” e mantém pressão no Golfo
Trump prorroga cessar-fogo, mas negociações seguem travadas
CCJ retoma debate sobre fim da escala 6×1 com transição até 2031
Porta-aviões nuclear dos EUA chega ao Rio para exercícios militares
Crise econômica agrava fome e filas por comida na Argentina
Kicillof lidera corrida presidencial de 2027, aponta pesquisa
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem dois telejornais diários: o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
Nesta terça, a TV Globo exibiu a última edição do BBB 2026, coroando, enfim, Ana Paula Renault como a vencedora tão esperada do programa. Durante os dias de confinamento, a mineira defendeu uma série de pautas do campo progressista como o fim da escala 6×1, as cotas raciais como reparação histórica e o programa do governo Lula Minha Casa Minha Vida levando o debate para dentro do reality. Leia em TVT News.
Mesmo evitando abordar candidatos ou partidos por causa das regras do programa, Ana Paula conseguiu mobilizar a disucssão política com temas importantes em conversas com aliados e adversários. Nas suas redes sociais, antes de entrar na casa, a mineira se manifestava com frequência políticamente, expressando ser contrária ao governo Bolsonaro e alinhada a pautas de esquerda.
Um evento em específico ganhou repercussão na internet. Em 2023, Ana Paula gravou um vídeo discutindo com o deputado federal Nikolas Ferreira, que sentava ao seu lado durante voo comercial. Nikolas, naquele mês, havia discursado de peruca no dia internacional da mulher alegando “lugar de fala”. Ana Paula chegou até mesmo a compartilhar um baixo-assinado online pedindo sua cassação por transfobia e falta de decoro parlamentar.
Ontem, em Belo Horizonte, durante a transmissão da TV Globo, vimos que fãs carregavam cartazes com seu nome, mas também havia bandeira vermelha com o nome de Lula.
Os primeiros adversários de Ana Paula no jogo foram pessoas que a perseguiram dentro da casa por conta do seu posicionamento político, como Matheus e Brigido. Matheus, que teve fala racista sobre Tia Milena ter patroa dentro do programa, manifestou seu incômodo sobre a veterana e suas pautas políticas em vários momentos do programa. Em um deles, chegou a reclamar sobre a defesa da escala 5×2.
“E aí isso que me irritou muito (…). Teve um momento que eu tava conversando com ela e eu tava falando sobred a Milena, que eu tenho boa parte da minha família de empregada doméstica, e em vez dela estar normal na conversa ela ficava falando de política: ‘por isso que sou a favor da 5×2, por isso que tem que acabar a 6×1′“, disse Matheus em conversa com a veterana Sol Veiga.
Matheus achou ruim porque Ana Paula defendeu o fim da escala 6X1. Ele é bancário e certamente trabalha 5X2 e 30h semanais. É muito egoísmo e falta de consciência de classe. #bbb26pic.twitter.com/basvZCYawJ
Veja momentos em que Ana Paula defendeu fim da escala 6×1
A primeira vez que o tema da escala 6×1 no programa foi ainda em janeiro, em uma conversa na beira da piscina com Cowboy, Babu e Tia Milena. Babu estava conversando sobre a abolição da escravidão que ajudou o movimento republicano ganhar força e proclamar a República, já que a monarquia havia perdido credibilidade entre a elite escravocrata. Ana Paula pegou o gancho para falar sobre outras reformas na história do Brasil que a elite empresarial disse que quebraria a economia do país, como o direito à férias, décimo terceiro e agora o fim da jornada 6×1.
Ana Paula e Babu demonstrando conhecimento histórico e consciência de classe:
"Eles diziam que o fim da escravidão iria quebrar o país, assim como falavam que o 13º salário iria quebrar o país, que as férias iriam quebrar o país e que, agora, o fim da escala 6×1 vai quebrar o… pic.twitter.com/aKu8qRN4DT
Em outro momento marcante, Ana Paula e Tia Milena compartilhavam um dos castigos do monstro mais difíceis dessa edição. O desafio era ficar em pé apertando um botão que mantinha uma luz acesa. A luz, no entanto, deveria ficar o tempo todo acesa até que a produção anunciasse o fim do desafio. As duas deveriam revezar durante o castigo, mas ele durou mais de 12 horas.
A situação despertou um debate sobre direitos trabalhistas e jornadas abusivas de trabalho. Milena, que trabalha como recreadora infantil e emprega doméstica, disse que o governo poderia dar dois dias para descanso. Então Ana Paula a lembrou que tem um projeto para ser votado, que é a PEC do fim da Escala 6X1 que, inclusive, será votada nesta quarta (22) na Câmara.
“Tem um projeto sobre isso, da escala“, disse Ana Paula
“Você acha que esses vagabundos vão votar, vão nada. Eles gostam de ter funcionário 24 horas lambendo o rabo deles“, disse Milena
“Por isso que a gente tem que fazer passeata, ir para as ruas e pressionar. Tia Milena, antigamente não tinha férias, não tinha décimo terceiro e toda vez que iam sancionar algum direito para os trabalhadores falava que o Brasil ia quebrar“, disse Ana Paula
Ana Paula defendeu o fim da escala 6×1 pela 4ª vez no BBB. Milena, que votou Bolsonaro em 22, concordou.
No Datafolha, 53% dos eleitores de Bolsonaro querem o fim da escala 6×1.
A agenda trabalhista é uma das principais formas de levar o povo para a esquerda! pic.twitter.com/LXEXBf663o
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados realiza hoje às 14h uma audiência para debater a PEC (Proposta de emenda à Constituição) pelo fim da escala 6×1, que tramita no congresso desde 2025. Esse modelo de jornada em que o trabalhador tem apenas um dia de folga vem sendo amplamente criticado e debatido. Leia em TVT News.
Motta diz que fim da escala 6×1 será debatida por meio de PEC
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse nesta terça-feira (7) que o governo não vai mais encaminhar um projeto de lei com urgência para tratar do fim da escala de trabalho 6X1. Segundo ele, o debate ocorrerá por meio de uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que, atualmente, está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.
“O governo não mais enviará, segundo o líder do governo [deputado José Guimarães], o projeto de lei com urgência, pactuando assim o entendimento já feito e determinado por essa presidência de que nos iremos analisar a matéria por Projeto de Emenda à Constituição”, disse Motta após reunião de líderes na residência oficial.
Atualmente, a Constituição estabelece que a carga de trabalho será de até oito horas diárias e até 44 horas semanais. A CCJ analisa os textos das PECs apresentadas pela deputada Érika Hilton (PSOL-SP) e pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). A expectativa é que o colegiado análise a admissibilidade da matéria na próxima semana.
Mudança terá impacto imediato na qualidade de vida dos trabalhadores. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
O primeiro acaba com a escala 6×1, de seis dias de trabalho e um de descanso e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais. O texto ainda faculta a compensação de horas e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. Pela proposta, a nova jornada entra em vigor 360 dias após a data da sua publicação.
O segundo projeto também reduz a jornada de trabalho para 36 horas semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, nos mesmos termos da proposta anterior. A matéria, entretanto, prevê que a nova jornada entre em vigor 10 anos após a data de sua publicação.
Acompanhe o debate sobre o fim da escala 6×1 na CCJ da Câmara
Desde a semana passada, havia uma expectativa de envio de projeto de lei elaborado pelo governo Lula sobre o tema que, caso fosse enviado, teria que ser votado com urgência, mas esse texto não foi ainda recebido. O que se discute agora é a PEC que já estava em debate sobre a jornada.
A comissão da Câmara realizará o debate com representantes de confederações do setor produtivo da indústria, agronegócio, comércio e transportes, já que no mês passado foram escutados representantes de sindicatos e o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, que é favorável ao fim da escala 6×1.
“Jornadas longas contribuem para o desgaste físico e mental, causam mais acidentes e aumentam o absenteísmo. Nós precisamos de gente na rua, curtindo mais cultura, música e educação. Não precisamos dessa insanidade de trabalhar todos os sábados, domingos e feriados”, afirmou o Ministro em uma audiência pública em março.
A CCJ analisa duas principais propostas sobre o tema:
Apresentada pela deputada do Erika Hilton (Psol-SP) e outros parlamentares, a primeira é a PEC 8/2025, que propõe uma jornada 4×3, isto é, 4 dias trabalhados e 3 dias de desncaso, com limite de 36 horas semanais.
De autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), a PEC 221 também reduz de 44 para 36 horas a jornada semanal, mas ao longo de dez anos.
Qual a diferença entre as duas propostas?
A PEC 8 é a proposta que, de fato, pretende acabar com a escala 6×1 e implementar a 4×3. Já a PEC 221 aposta numa redução da jornada ao longo dos anos, sem extinguir com a escala de seis dias de trabalho.
Em fevereiro de 2026, a proposta de Erika Hilton foi anexada à de Reginaldo Lopes, que é o texto base.
Brasília-DF – 18/03 /2026 Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Erika Hilton apresentou um dos projetos de emenda sobre a escala 6×1 que será discutido hoje. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. da Esh Capital, Vladimir Timerman.
Projeto com urgência constitucional sobre escala 6×1 ainda deve ser enviado pelo governo
Ministros do governo Lula, como Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais, havia indicado sobre o envio de PL com urgência.
Além disso, já fazia semanas que outros ministros como Guilherme Boulos e Sidônio Palmeira orientavam que Lula enviasse o texto, que deve ser encaminhado nesta semana.
Já tramitam na Casa outros projetos sobre o assunto, mas uma nova matéria com urgência constitucional transformaria o debate.
Entenda o que mudaria com a PL
Até então a discussão sobre a escala 6X1 se estendia lentamente na Câmara.
Como de praxe, uma PEC exige a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que é o que ocorrerá nesta terça, além de uma comissão especial antes de ser analisada em plenário.
Por outro lado, caso Lula encamine o projeto de lei com urgência, parlamentares são obrigados a votarem o texto em até 45 dias.
Esse novo caminho tomado pelo governo Lula também garante ao presidente o veredito final sobre a nova regra trabalhista, permitindo que o presidente vete ou não trechos aprovados pelos deputados.
E se o prazo não for respeitado… Quais são as consequências?
Caso a Câmara ou Senado não cumprirem o prazo fixado, a pauta de votações da Casa fica travada.
Como seria o texto enviado pelo governo?
Mesmo que o texto ainda não esteja fechado, a previsão é que o governo defenderá alguns pontos:
O lado oculto da Lua: Trump ameaça tomar Irã nesta noite; internautas se encantam com fotografias da missão Artemis II
Desde o começo da missão Artemis II, a Nasa vem divulgando fotografias de “turismo” do espaço que estão circulando pelas redes sociais. Como forma de propaganda da missão, as imagens servem para receber apoio do público. No site da agência, a viagem é transmitida ao vivo 24 horas seguidas. As atualizações sempre em tom de exaltação.
Em suas redes sociais, Donald Trump, Nasa e a Casa Branca compartilharam como colaboradores a “primeira imagem” registrada do lado oculto da lua:
A fotografia desse ângulo foi divulgada como a primeira já realizada em tom de exaltação e de conquista, mas não é bem assim como eles contam.
Desde o programa Apollo, nas décadas de 1960 e 1970, exploradores robóticos já mapearam o lado oculto da Lua.
Em 2023, a Índia enviou a sonda Chandrayaan-3 e capturou imagens detalhadas da mesma região. Por olhos humanos, a Nasa pode ter feito o primeiro registro do lado oculto da Lua, mas está longe de ser um feito verdadeiramente inédito.
Foto do lado oculto da Lua feita em 2023 por uma câmera da sonda Chandrayaan-3, da Índia – Foto: Divulgação
O lado oculto da Lua: “Uma civilização inteira morrerá nesta noite”, declarou Trump nesta segunda
A tensão da guerra com o Irã atingiu o ápice nesta terça-feira (7), prazo final de um ultimato de 48 horas imposto pelos Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Em uma postagem que gerou alarme internacional por seu caráter extremado, Trump afirmou em sua rede social que “uma civilização inteira morrerá nesta noite”, sinalizando um descarte das vias diplomáticas tradicionais em favor de uma retórica de aniquilação.
A astronauta Christina Koch observa a Terra a partir da nave Orion na Missão Artemis II (imagem feita com um iPhone 17 Pro Max) – NASA/ DivulgaçãoUma imagem feita no quarto dia da missão Artemis 2 mostra a bacia Orientale na borda direita do disco lunar na Missão Artemis II – NASA/DivulgaçãoLado oculto da lua capturada da Orion enquanto a Terra submerge além do horizonte lunar – NASA/Divulgação
Como as imagens são feitas
Esta é a primeira vez que câmeras digitais são levadas tão longe. Junto aos 4 astronautas estão 32 câmeras e dispositivos, 15 instalados na nave e 17 operados manualmente.
Conforme detalhado pela Nasa, a tripulação utiliza equipamentos fotográficos com cerca de uma década de mercado, a exemplo da Nikon D5, complementados por câmeras GoPro e smartphones. Para quem deseja conferir as especificações técnicas, o álbum da missão na plataforma Flickr detalha qual dispositivo foi o responsável por cada registro publicado.
Entenda: Nikon D5 lançada em 2016 vai ao espaço, fotógrafo explica:
Agora, a Artemis II entra em fase de regresso. Depois de completar a volta em torno da Lua, a espaçonave Orion acionou os motores rumo à Terra e deixará a órbita lunar nesta terça (7). O feito consolida o retorno dos voos tripulados ao espaço profundo, algo que não ocorria desde o fim do programa Apollo, em 1972.
Artemis II bate recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço
A missão Artemis II, da NASA, entrou para a história nesta segunda-feira (6) ao estabelecer um novo recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço. A bordo da cápsula Orion, quatro astronautas ultrapassaram a marca registrada pela missão Apollo 13, de 1970, e se tornaram os humanos que mais se afastaram da Terra. Leia em TVT News.
De acordo com dados divulgados pela agência espacial e confirmados por veículos internacionais, a tripulação atingiu cerca de 252 mil milhas (aproximadamente 406 mil quilômetros) de distância do planeta, superando o recorde anterior de 248 mil milhas. Esse marco foi alcançado durante o sobrevoo da face oculta da Lua, momento em que a nave também entrou em um período temporário de blackout de comunicações com a Terra.
Prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina às 21h nesta terça e mundo teme ataque nuclear
Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato.
25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada
Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente
Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem, até terça-feira à noite, por “segurança”
Irã ameaça privar os EUA e seus aliados de petróleo e gás “por anos”
EUA tentam conter rumores sobre eventual ataque nuclear ao Irã
Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera
Irã sofre novos ataques poucas horas antes do fim do ultimato de Trump
Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”
Com o prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina nesta terça, embaixador iraniano no Kwait diz aos países da região que é preciso evitar uma tragédia
Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita
Confira as principais atualizações sobre a guerra entre EUA e Israel contra o Irã
Mercado do petróleo aguarda com atenção ultimato de Trump ao Irã
Os preços do petróleo fecharam com resultados mistos nesta terça-feira (7), horas antes de expirar o ultimato do presidente americano, Donald Trump, ao Irã.
25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada
Trump tem saúde mental questionada por suas ameaças apocalípticas ao Irã. Donald Trump não é exatamente alheio a uma linguagem provocadora. No entanto, sua ameaça de aniquilar a civilização iraniana, juntamente com outros comentários intimidatórios recentes, levaram seus críticos a questionar a saúde mental do presidente e evocar a 25ª Emenda da Constituição dos EUA
Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato
O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que “uma civilização inteira morrerá” no Irã nesta terça-feira se o regime não aceitar os termos do ultimato.
Reprodução do post de Donad Trump ameaça acabar com uma civilização se Irã não acatar ultimato
Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente
Da AFP em Teerã, Irã
O Irã está preparado para todas as possibilidades no contexto da guerra com os Estados Unidos e Israel, afirmou o primeiro vice-presidente, Mohammad Reza Aref, após as ameaças do presidente americano, Donald Trump, de aniquilar uma “civilização inteira”.
“A segurança nacional e a sustentabilidade das infraestruturas são objeto de cálculos precisos. O governo finalizou em detalhe as medidas necessárias para todos os cenários. Nenhuma ameaça escapa à nossa preparação e aos nossos serviços de inteligência”, declarou Aref em uma mensagem no X.
Papa qualifica como ‘inaceitável’ ameaça de Trump contra todo o povo iraniano
O papa Leão XIV qualificou como “inaceitável”, nesta terça-feira (7), a ameaça do presidente americano, Donald Trump, de eliminar toda a civilização iraniana se Teerã não respeitar seu ultimato, esta noite, para reabrir o Estreito de Ormuz.
“Hoje (…) foi feita esta ameaça contra todo o povo do Irã, e isto é realmente inaceitável. Certamente, há questões de direito internacional, mas muito mais que isso, trata-se de uma questão moral”, disse o papa aos jornalistas, ao deixar sua residência de Castel Gandolfo, perto de Roma, rumo ao Vaticano.
Trump diz que iranianos são “animais” e por isso um ataque a usinas de eletricidade e pontes não pode ser chamado de crime de guerra
Nesta segunda (6), Trump demonstrou não estar preocupado em estar cometendo ou não crimes de guerra e, ao ser questionado sobre violar a Convenção de Genebra, o presidente dos Estados Unidos chamou os iranianos de animais.
Para Trump, o Irã deve ser tomado em único dia a partir de hoje.
Irã critica ameaça de Trump como “irresponsável” na ONU
O embaixador do Irã nas Nações Unidas criticou na terça-feira as ameaças extremas de Donald Trump contra seu país, após o presidente ter alertado que, se Teerã não aceitar…
Preços do petróleo disparam
Os preços do petróleo subiram na terça-feira após o novo ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.
O Estreito de Ormuz está localizado entre o sul do Irã e o norte dos Emirados Árabes Unidos e Omã e é a principal rota de exportação de petróleo dos países do Golfo. Imagem: Wikimedia Commons
Irã ameaça privar EUA e aliados de petróleo e gás “por anos”
A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o exército do Irã, ameaçou, nesta terça-feira, com ações contra infraestruturas que “privarão os Estados Unidos e seus aliados de petróleo e gás da região por anos”.
“Até agora, demonstramos grande contenção em um espírito de boa vizinhança, mas essas reservas agora estão suspensas”, alertou a IRGC em um comunicado transmitido pela televisão estatal. “Se o exército terrorista dos EUA cruzar as linhas vermelhas, nossa resposta se estenderá além da região”, acrescentaram.
Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera
Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera
Exército israelense lamenta danos causados a sinagoga no Irã por bombardeio
O exército israelense afirmou na terça-feira que lamenta os danos causados a uma sinagoga em Teerã por um bombardeio que, segundo alegou, tinha objetivos militares.
Novos ataques contra o Irã poucas horas antes do fim do ultimato de Trump
O Irã sofreu novos ataques nesta terça-feira (7), que deixaram 18 mortos, poucas horas antes do fim do ultimato anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaça destruir instalações civis do país se um acordo não for alcançado para a reabertura do Estreito de Ormuz.
Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”
O Irã alerta que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”.
A empresa italiana ENI descobre um importante campo de gás natural na costa do Egito
O Egito e a gigante italiana de energia ENI anunciaram na terça-feira uma descoberta “significativa” de gás natural na costa do país norte-africano.
Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem até terça-feira à noite por “segurança”
O exército israelense alertou os iranianos na manhã de terça-feira para que evitassem viagens de trem até as 17h30 GMT, em uma mensagem publicada na rede social X que prenuncia futuros ataques à rede ferroviária da República Islâmica.
“Prezados cidadãos, para sua segurança, pedimos que se abstenham de usar trens ou viajar de trem em todo o país a partir de agora até as 21h, horário do Irã”, escreveu o exército israelense em sua conta em língua persa. “Sua presença em trens e perto dos trilhos coloca suas vidas em risco”, acrescentou a mensagem.
Embaixador iraniano no Kuwait insta os países do Golfo a evitarem “tragédia” após ultimato de Trump
O embaixador do Irã no Kuwait, na terça-feira, instou os países do Golfo a encontrarem uma maneira de evitar uma “tragédia”, visto que o prazo estabelecido por Donald Trump para que Teerã aceite o acordo de cessa-fogo acaba hoje.
Esta imagem de satélite, divulgada pela 2026 Planet Labs PBC em 1º de março de 2026, mostra uma coluna de fumaça subindo em Dubai após um ataque com projéteis. (Foto: AFP) / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS
Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita
Ataques noturnos contra a Arábia Saudita atingiram um complexo petroquímico localizado em uma extensa zona industrial na cidade de Jubail, no leste do país, informou uma fonte no local à AFP nesta terça-feira, horas depois de instalações semelhantes terem sido bombardeadas no Irã.
“Um ataque causou um incêndio nas instalações da SABIC em Jubail. O som das explosões foi muito alto”, disse a fonte, referindo-se à Corporação Saudita de Indústrias Básicas (SABIC).
Jubail, no leste da Arábia Saudita, abriga um dos maiores centros industriais do mundo, produzindo aço, gasolina, produtos petroquímicos, óleos lubrificantes e fertilizantes químicos.
Ataques aéreos destroem sinagoga na capital do Irã, segundo a mídia local
Uma sinagoga em Teerã foi “completamente destruída” por ataques aéreos israelenses e americanos na madrugada de terça-feira, informou a agência de notícias Mehr.
Ataques no consulado israelense em Istambul
Um dos atacantes foi morto e dois ficaram feridos em um tiroteio ocorrido na terça-feira em frente ao consulado israelense em Istambul. Dois policiais também sofreram ferimentos leves.
O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 15.379/2026 que inclui a imunoterapia nos protocolos clínicos e nas diretrizes terapêuticas para o tratamento do câncer no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida, publicada nesta terça-feira, 7 de abril, no Diário Oficial da União (DOU), moderniza a Lei Orgânica da Saúde. Leia em TVT News.
A imunoterapia estimula o sistema de defesa do corpo a reconhecer e atacar células cancerígenas. A nova norma determina que o SUS passe a oferecer a imunoterapia sempre que o tratamento se mostrar superior ou mais seguro do que as opções tradicionais, como a quimioterapia e a radioterapia. A sanção também conta com a assinatura do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
A inclusão da técnica nos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas (PCDTs) representa um avanço na oferta de tratamentos mais modernos e eficazes no SUS e ampliam as possibilidades de cuidado para pacientes com câncer. Os PCDTs são documentos que orientam como as doenças devem ser diagnosticadas e tratadas no SUS. Eles indicam quais medicamentos e tratamentos devem ser usados, as doses recomendadas, como o paciente deve ser acompanhado e como avaliar se o tratamento está funcionando.
A imunoterapia é um tipo de tratamento contra o câncer que estimula o próprio sistema imunológico do paciente a identificar e combater as células cancerígenas. Com o uso de medicamentos específicos, o organismo passa a eliminar a doença de forma mais eficiente e com menos toxicidade. No entanto, mesmo com o avanço do método, o tratamento não apresenta eficácia para todos os pacientes.
No SUS, a imunoterapia já é oferecida em situações específicas, como em casos de melanoma cutâneo avançado, câncer de pulmão de não pequenas células e linfoma de Hodgkin clássico recidivado ou refratário, quando a doença retorna ou não responde aos tratamentos iniciais.
A adoção do tratamento no SUS continuará condicionada à comprovação de benefícios em relação às alternativas disponíveis, como maior eficácia ou segurança, conforme regulamentação do Ministério da Saúde.
TRATAMENTO — No SUS, o tratamento do câncer é organizado com base em protocolos que orientam o uso de diferentes abordagens, como cirurgia, quimioterapia, radioterapia e outras terapias específicas. A definição desses protocolos, assim como a incorporação, exclusão ou atualização de medicamentos e procedimentos, é de responsabilidade do Ministério da Saúde, com apoio da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
NO BRASIL — De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil deve registrar cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028. O país ainda enfrenta desafios no enfrentamento da doença, como o diagnóstico tardio e as desigualdades regionais no acesso aos serviços de saúde.
Em regiões como Norte e Nordeste, há maior incidência de cânceres associados a dificuldades estruturais e menor acesso à prevenção, como o câncer de colo do útero, que pode ser evitado por vacinação. Já no Sul e Sudeste, predominam casos relacionados ao envelhecimento da população e a fatores de estilo de vida, como o câncer de mama.
The ongoing US-Israeli war on Iran could render large parts of the region uninhabitable
A war launched by the US and Israel with the stated aim of preventing a nuclear crisis could end up causing one.
With repeated strikes reported near the Russian-built Bushehr Nuclear Power Plant in Iran, discussions about the US potentially forcibly taking Iranian uranium reserves, and seemingly zero room for compromise, the likelihood of radioactive fallout across the Middle East is steadily increasing.
Strikes getting closer to Bushehr reactor
Since the US-Israeli war on Iran began on February 28, Tehran has reported four separate military strikes near its Bushehr Nuclear Power Plant on the Persian Gulf coast. The facility’s roughly-square territory spans some 500 meters across, with a single reactor unit located at its center.
In the most recent incident on April 4, one of the projectiles landed just 75 metres from the site’s perimeter, the International Atomic Energy Agency (IAEA) reported, citing satellite imagery analysis. In mid-March, the UN nuclear watchdog reported that an attack had destroyed a structure around 350 metres from the reactor.
Risking damage to Bushehr site ‘suicidal’
The plant was constructed by Russian specialists and still hosts a Russian team, although operator Rosatom has reduced staffing to a skeleton crew since hostilities began. The company stated that the March 17 strike marked the first time a weapon landed within the facility’s protected zone, hitting near a meteorological building.
On the first day of the conflict, Rosatom chief Aleksey Likhachev warned that an operational nuclear power plant “is not a practice target,” stressing that military activity near such installations is “unacceptable and suicidal.”
Russia’s Foreign Ministry also condemned the incidents near Bushehr, warning on April 6 that “the shadow of a radiological disaster more severe than Chernobyl now looms over the Persian Gulf” and surrounding areas.
Worst case scenario for Bushehr
Modern nuclear power plants are designed with multiple layers of protection to prevent the release of radioactive material. However, disasters such as Chernobyl in 1986 – caused by a catastrophic reactor failure during a botch experiment – and Fukushima in 2011 – triggered by a natural disaster – demonstrate that severe accidents remain possible and warrant abundance of caution.
The recent incidents near Bushehr serve as “a stark reminder: a strike could trigger a nuclear accident, with health impacts that would devastate generations,” World Health Organization head Tedros Ghebreyesus cautioned, echoing calls from the IAEA for deescalation.
I join the @iaeaorg in raising the alarm again over the safety of nuclear facilities in #Iran.
The latest incident involving the Bushehr nuclear power plant is a stark reminder: a strike could trigger a nuclear accident, with health impacts that would devastate generations.… https://t.co/mvFRC23EpT
— Tedros Adhanom Ghebreyesus (@DrTedros) April 5, 2026
A worst-case scenario involving a large-scale release of radioactive material from Bushehr could render not only parts of Iran but also neighboring states such as Qatar, Kuwait, and the UAE uninhabitable, even without direct fallout, according to Peter Kuznick, director of the Nuclear Studies Institute at American University.
“If Cesium-137 contaminates water supplies, it becomes extremely difficult to remove,” he explained to RT. Some regional countries get 100% of their drinking water from desalination systems that would likely be compromised, should Bushehr be seriously damaged. “This war is so reckless and out of control at this point that anything is possible,” he said.
As in Ukraine, so in Iran
Iranian Foreign Minister Abbas Araghchi has criticized what he described as a lack of Western condemnation over threats to Bushehr, compared to accusations of Russia related to the Zaporozhye Nuclear Power Plant.
The formerly Ukrainian facility, under Russian control since 2022, has faced repeated attacks or nearby incidents as Kiev continues to pursue its recapture. The IAEA maintains a monitoring mission at the site but does not assign blame for strikes, citing limitations of its mandate – a policy it also follows in Iran. Supporters of Kiev lay the blame squarely on Moscow.
Threats beyond Bushehr
The stated justification for the US-Israeli campaign is that Iran was allegedly close to acquiring nuclear weapons – despite the damage the two nations inflicted on its nuclear infrastructure last year.
The administration of US President Donald Trump argues that Iran has no right to a civilian nuclear program, a position that conflicts with the Nuclear Non-Proliferation Treaty (NPT).
Tehran has long denied any intention to develop nuclear weapons, citing religious prohibitions against weapons of mass destruction. However, the targeted assassination of Supreme Leader Ali Khamenei in the opening shot of the war may have shifted political calculations in Iran.
Ahmad Naderi, an influential MP, has urged Iran to follow North Korea’s example, arguing that “if we were also armed with nuclear weapons, Trump would not dare to threaten bombing.” The NPT’s core deal is that a signatory gets IAEA help in building up the nuclear industry in exchange for oversight preventing weaponization.
The US and Israel have ignored the international agency’s mandate to strike Iran’s Natanz enrichment site attacked on March 21. Meanwhile, attacks on industrial facilities have raised additional concerns. The Khuzestan Steel Production Factory, attacked in late March, uses radioactive isotopes for gauging, the IAEA warned, noting that no breach of sealed sources was detected.
Hunt for the uranium stockpile
The greatest contamination risk may stem from Iran’s stockpile of highly enriched uranium, believed to be stored in underground facilities in Isfahan and Natanz following the US-Israeli attacks last summer.
The IAEA estimated in June 2025 that Iran possessed over 440 kg of uranium hexafluoride enriched to 60%, while some assessments suggest the stockpile could be larger by as much as 100kg.
There has been speculation that a large-scale US military operation – officially described as a rescue mission for aircrew of an F-15E jet downed in Iran on April 3 – may have been linked to efforts to locate and secure the uranium. The mission involved around 150 aircraft, including transport planes that were stuck on the ground and destroyed to avoid capture, according to American officials.
Emerging evidence suggests that U.S. operations south of Isfahan (marked in red on the map) were unrelated to any pilot rescue mission.
Israel, widely believed to possess a nuclear arsenal, faces similar vulnerabilities. Following the attack on Natanz on March 21, Iran retaliated with strikes near Dimona and Arad, two towns close to the heavily fortified Shimon Peres Negev Nuclear Research Center.
“Our air defense system is among the best in the world, but it is not hermetic,” a senior Israeli air defense commander commented. “There are errors and malfunctions.”
The implied threat to the facility was later reinforced in an Iranian AI propaganda video depicting the country’s new leader considering a direct attack on the Iranian nuclear reactor.
First appearance of the new Iranian supreme leader Mojtaba Khamenei in an AI-generated video. The main message: the Nuclear Research Center in Dimona. pic.twitter.com/sXXtAwk6Uc
The US used the option in 1945 against Japan, a nation that refused to admit defeat at a moment when a Soviet ground attack was becoming increasingly possible. Mutually Assured Destruction (MAD) made the use of nukes a taboo during the Cold War.
Israeli officials and pro-war aid reportedly swayed Trump aides with a promise that his political legacy would be secured if he were to do what no president had done before him and launch a regime-change war against Tehran. “Trump has broken every custom, every norm, every tradition, every international law, most US laws,” Kuznick noted “The same psychology applies to the nuclear taboo.”
Likewise, Israel came close to using nuclear weapons during the 1973 Yom Kippur War but ultimately then-Prime Minister Golda Meir refrained after battlefield conditions shifted against Egyptian and Syrian forces.
What decisions Trump or Benjamin Netanyahu might take, should the latter’s 40-year dream of crushing Iran slip away, is becoming an increasingly concerning question.
Netenyhu - ""Teaming up with US allows Israel to do what I’ve been wishing to do for 40 years"' pic.twitter.com/8t3HXsg0ZZ
By moving from a ‘moral apology’ to criminal liability, the Lumumba family is forcing a global reckoning with the mechanics of regime change
The Council Chamber of the Brussels Court of First Instance last month made the historic decision, subject to appeal, to open a criminal trial against Étienne Davignon, a former Belgian diplomat, for his alleged role in the abduction and transfer of Patrice Lumumba.
This March 17 ruling delivers a blow to decades of Western legal immunity, challenging the long-standing practice of burying the 1961 assassination under the vague ‘moral responsibility’ of diplomatic apologies. The court must now decide if this will finally be prosecuted as a war crime. It is a live-wire legal precedent that connects the ‘Decapitation Doctrine’ – the strategic removal of a head of state to induce systemic national collapse.
This pattern stretches from the 1953 ousting of Mohammad Mossadegh in Iran and Jacobo Árbenz in Guatemala in 1954 to Lumumba’s Congo in 1961 – directly to the 2011 destruction of Libya, the kidnapping of the Venezuelan president, and the current open war to topple the Iranian regime. By framing these actions not as isolated incidents but as a calculated shortcut to engineer state failure, the Lumumba case threatens to dismantle the very architecture of modern external intervention.
In a statement, the European Centre for Constitutional and Human Rights (ECCHR), acting as legal counsel for the Lumumba family, described the ruling as one of “major legal significance.” This is because the court “went beyond the submissions of the Federal Prosecutor” by extending the scope of the trial to include the assassinations of Maurice Mpolo and Joseph Okito, Lumumba associates who were executed alongside him on January 17, 1961.
After six decades of impunity, Étienne Davignon, the last living alleged perpetrator. must finally answer for these war crimes.
At 93, Étienne Davignon stands as the last surviving link between that colonial execution and the modern Western establishment. A former diplomat in the Belgian Congo and a titan of the Bilderberg Group – an informal, off-the-record gathering of political and business leaders – and the EU, Davignon embodies the “colonial administrative mind”: a mindset that didn’t vanish with independence but was rebranded into the very international organizations which fail to protect sovereign nations today.
By shifting the legal threshold from a 2002 “moral apology” to the 2026 criminal trial (a judicial battle the family ignited in 2011), the Lumumbas are forcing a global reckoning with the mechanics of regime change.
This dismantling begins with the “decapitation doctrine.” The elimination of Patrice Lumumba was never an isolated act of colonial cruelty; it was the birth of a strategic blueprint. This doctrine operates on a simple, lethal premise: When a sovereign leader refuses to serve as a Western proxy, the intervention disintegrates the state’s institutional core. In 1961, the removal of Lumumba served to paralyze the Congo, ensuring its vast mineral wealth remained accessible to Belgian and American interests.
Exactly fifty years later, this same script was dusted off and deployed against Libya. The 2011 NATO intervention followed the Congolese model to the letter – justifying “regime change” under the guise of humanitarianism, only to leave behind a vacuum of governance and a shattered national identity. This is the recurring nightmare of the Global South: a cycle of manufactured crises where the “civilizing mission” of the 20th century has evolved into the “democratization” invasions of the 21st.
This trial, whose specific start date is yet to be set, represents a violent collision between two versions of history, the sanitized “moral apology” offered by Belgium in 2002, and the cold, criminal liability demanded in 2026. For a quarter-century, the Western establishment has hidden behind the veil of “institutional failure” and “unfortunate excesses,” treating the assassination of Lumumba as a tragic footnote of history.
However, Étienne Davignon cannot plead the passage of time as a defense against the charge of war crimes. By elevating this case from a diplomatic grievance to a criminal prosecution, the Lumumba family, through the Lumumba Foundation, is effectively putting the entire colonial era on the stand. They are arguing that the destruction of a nation’s leadership is not a political maneuver protected by sovereign immunity, but a foundational crime that continues to bear bitter fruit – from the streets of Kinshasa to militia-dominated Tripoli.
The legal battlefield in Brussels is no longer a debate over historical “regrets,” but a forensic dissection of command responsibility. At the heart of the 2026 trial lies a cache of declassified cables and administrative records that strip away the veneer of “local tribal conflict” that has long shielded Belgium. These documents suggest that the execution of Patrice Lumumba was not a meticulously choreographed operation directed from the highest levels of the Belgian colonial office.
As the court examines the role of a then-junior diplomat named Étienne Davignon, it is forced to confront the “Bureaucracy of Assassination.” This is the moment where the colonial administrative mind meets the criminal dock, challenging the long-held Western legal defense that high-ranking officials are immune to the blood shed by their strategic directives.
This is the shift that terrifies the architects of modern interventionism. By treating Lumumba’s death not as a closed domestic coup, but as a war crime, the case has, effectively, stripped away the expiration date on colonial accountability. If Étienne Davignon can be held criminally liable for a telex he sent in 1961, the implications are seismic. What does this mean for the French officials who choreographed the “dirty wars” in Algeria, or the NATO commanders who signed the directives that turned Tripoli into a playground for militias in 2011, or the Trump administration who orchestrated the kidnap of sitting president Nicolas Maduro?
The Brussels ruling is a direct threat to the “immunity of the directive.” It forces Belgium, as a former colonial power, to face its dark history and the deeds of its cruel colonial officials.
For decades, the Western establishment has relied on procedural dead ends to ensure that the mechanics of regime change remain a matter of historical debate rather than criminal liability. The ruling shatters the 65-year-old shield of “moral responsibility,” transforming a hollow diplomatic apology into a live prosecution. It is a test of whether modern international legal frameworks can ever truly hold their own architects accountable, or if the blueprints of state-dismantling, from the Congo to Libya, will remain legally untouchable.
This is the “Aussaresses Precedent” that continues to haunt the Global South. Much like the unrepentant French General Paul Aussaresses, who admitted to horrific torture and summary executions in Algeria only to boast that he “slept fine” afterward, the architects of colonial violence have long relied on a legal suit of armor. Aussaresses died in 2013 at the age of 95, shielded by amnesty laws that ensured he was only ever fined for “justifying” war crimes rather than being prosecuted for committing them.
The March 17 ruling in Brussels represents a definitive crack in this armor; it is a refusal to let Étienne Davignon follow the Aussaresses path into a comfortable, legally shielded grave. By securing this criminal referral, the Lumumba family is fighting to ensure that “doing one’s duty” is no longer a valid legal defense for the clinical destruction of a sovereign people.
The trial of Étienne Davignon is the first tremor of a continental tectonic shift. This was reinforced on March 25, 2026, when the UN General Assembly, led by a historic resolution from Ghana, formally designated the transatlantic slave trade as the “gravest crime against humanity,” a move that directly challenges the institutional architecture of Western states.
This global momentum aligns with the African Union’s transition from the 2025 ‘Year of Reparations’ to the 2026 adoption of the Algiers Declaration. As the AU moves toward the active implementation of this blueprint, the ‘immunity of the directive’ is collapsing. By designating November 30 as a continent-wide day to honor the martyrs of colonialism and moving to codify these historical atrocities into international law, Africa is signaling that the era of the ‘moral apology’ is over. The blueprints of state-dismantling, from the Congo to Libya, are no longer a matter of historical debate – they are now a matter of criminal accountability.
US officials have confirmed the loss of an F-15 jet, with a rescue and retrieval operation underway, according to Axios
The Iranian military has shot down a US F-35 fight jet over its territory, local media outlets, including Tasnim news agency, have claimed. US officials confirmed the loss of an F-15 jet and claimed that one pilot has been rescued.
Photos and videos purporting to show the jet’s crash site, including pictures of the debris and an ejected pilot seat have been released. The images show what appears to be a tail fin and other parts of the aircraft with an inscription saying: “US Air Forces in Europe.”
According to The Guardian, the jet could be a part of the US Air Force’s 494th Squadron, based at Royal Air Force base in Lakenheath, UK.
American news outlet Axios reported, citing sources, that the downed jet was an F-15 and not the latest generation F-35. According to CBS, one of the jet’s two crew members was rescued, with search efforts ongoing.
Another enemy F-35 hit and downed by our #indigenous defence systems.
— Consulate General of the I.R. Iran in Mumbai (@IRANinMumbai) April 3, 2026
Iranian media claimed that the US rescue effort failed. The operation involved at least two Black Hawk helicopters and a C-130 Hercules aircraft, Tasnim reported. At least one of the helicopters was reportedly damaged during the operation, with photos published on social media showing gray smoke coming from it.
According to Tasnim, the Iranian military likely captured the pilot, who ejected from the aircraft and landed in western Iran.
Who was looking for this? Turns out the ‘invisible’ seat wasn’t so invisible after all.
— Consulate General of the I.R. Iran in Mumbai (@IRANinMumbai) April 3, 2026
The US and Israel began a bombing campaign against Iran on February 28. Despite claims by US President Donald Trump that Tehran’s ability to strike back has been severely diminished, Iran has hit US bases throughout the Middle East.
Iran has claimed that it shot down at least two F-35 jets since the start of the war. The US military denied these claims. Satellite imagery, as well as drone and on-scene footage, suggests that the Iranian military hit several US radars in the region and destroyed a number of planes, including an E-3 Sentry AWACS command and control aircraft.
Volkswagen is planning to convert one of its factories to produce Iron Dome components
One of Germany’s biggest and most iconic car manufacturers, Volkswagen (VW) and one of Israel’s most well-known arms manufacturers, Rafael Advanced Defense Systems, part of the global Rafael Group, are planning to collaborate. If the project is realized, VW will convert one of its German factories in the historic city of Osnabrueck from making automobiles to producing components of Israel’s Iron Dome missile defense system.
These plunging profits are due to many factors: Chinese competition; Germany’s failure to keep up with cutting-edge technology, communication infrastructure, and business practices; American sabotage by tariff warfare and filching German companies via subsidies; and last but not least, the horrendous energy costs that the entire EU has inflicted on itself by going to war – by Ukrainian proxy and sanctions – against Russia.
The shift to making things for the military, meanwhile, is just a small part of Germany’s breathtakingly misguided response: Namely, a policy of going into massive public debt – under a so-called conservative – to finance a bizarre form of military Keynesianism that is based on illusions (no, Russia is not about to attack), produces self-reinforcing Russophobia (which makes a return to normality even harder), and won’t work as an economic boost, as even the usually government-aligned Spiegel has admitted.
In short, like a prism, the Osnabrueck plan bundles together many of Germany’s worst – and self-inflicted – problems, and the single silliest idea of how to tackle them.
Yet, there is obviously a whole other dimension to the VW-Rafael project that is even worse: The plan also encapsulates Germany’s complicity with Israel’s crimes, an obstinate policy that is deeply immoral, has twisted Germany’s domestic politics and discourse toward cynical racism, censorship, and authoritarian restrictions on free speech (as a UN report has confirmed), and, moreover, is stupidly shortsighted as well, since it alienates most of the world, and in particular, its rising part in the Global South.
This complicity does not make the VW-Rafael project unique. On the contrary, it is typical for decades of constantly expanding and intensifying collaboration between Israel’s military, technology, and industrial sectors and companies from all over the world, as recently outlined in UN special rapporteur’s Francesca Albanese’s report From Economy of Occupation to Economy of Genocide. Given the many crimes committed not only by the Israeli state, but also large numbers of individual Israelis as well as Israeli institutions and businesses, that in itself is a global scandal.
And yet there it is, so massive that its outlines will have to be sketched in just a few highlights.
Computers, clouds, and AI? IBM, Hewlett Packard, Amazon, Alphabet (Google), Microsoft – to name only a few – are deeply and profitably involved not merely in doing business with Israel but with the specific business of population control, surveillance, and incarceration. That is, to be precise, the very sharp end of Israel’s apartheid regime imposed on the Palestinians. Apartheid is, of course, a UN-recognized atrocity crime (not just a specific, criminal stage in South Africa’s history). And not only the infernal Palantir but Microsoft as well – with its Azure and Nimbus systems – has directly helped the Israeli military while it carries out genocide.
Demolishing Palestinian homes, roads, wells, public buildings, and all vital infrastructure, in short, the material basis of life? Caterpillar, Hyundai as well as Doosan, and Volvo have all been at Israel’s service, including in the massive, systematic devastation of Gaza that has been part of Israel’s genocide and ethnic cleansing campaign.
But then, Zionism doesn’t only destroy and displace. To be fair, it also builds – namely, illegal settlements on territories that are officially called ‘occupied’ but have in reality been de facto annexed by Israel in its ceaseless, aggressive drive for even more ‘Lebensraum’ in a ‘Greater Israel’ that has never even defined its borders.
And don’t let the Israeli Hasbara propaganda fool you: There is no room for debate here. In 2024, the International Court of Justice, the highest court of the UN, unambiguously confirmed that the Israeli post-1967 occupations, including that of East Jerusalem as well as the exploitation of these territories’ resources, and all settlements – really colonies – there are illegal because of “Israel’s violations, through its policies and practices, of the prohibition on the acquisition of territory by force and the right to self-determination of the Palestinian people.” Israel must not only leave, as the court also made explicit, but provide “full reparations” to the Palestinians.
Unfortunately, making Israel obey the law – or basic moral precepts everyone else recognizes as binding intuitively (Don’t target children with snipers, for instance, or Don’t torture toddlers) – has always been a challenge, not least because of Washington’s criminal support for Israel’s criminal regime. None of this means the law does not apply.
But those companies helping Israel build its settlements and exploit the illegally held territories – such as the German Heidelberg Materials AG with its subsidiary Hanson Israel, Construcciones Auxiliar de Ferrocarriles from Spain, real estate international Keller Williams RealtyLLC, and again, Caterpillar, Hyundai, and Volvo, are all also involved in a very serious crime.
Unfortunately, it would be easy to greatly extend this list of corporate collaboration and complicity with Israel. VW is not alone. Its new project for colluding with Israel is not even a first for the company. A decade ago, VW set up Cymotive Technologies with Israeli partners. And not just any partners, but spooks from the infamous Shin Bet intelligence service. Cymotive focuses on cybersecurity and cars. If you have heard of how extraordinarily proud Israel has been of its heinous weaponization of international supply chains to carry out its 2024 pager attacks in Lebanon – a form of terrorism, as a former CIA director rightly noted – that might give you food for thought while driving. And if you have the misfortune of being aware of one of Israel’s top spies – namely a former head of Mossad – openly bragging of having planted devices for pager-attack-style terrorism and spying all over the world, maybe you will prefer walking.
But then again, maybe there’s less need to worry, as it turns out that Israeli technology – including that produced by Rafael – is not all it is cracked up to be. Consider merely that, as even the Zionist-aligned New York Times has to admit, Israeli missile defenses have not been doing well since Iran has been striking back in earnest against Israeli and American aggression. It is hard to assess the full damage in Israel because its regime practices a censorship blackout, but we know it has been taking bad hits. And then there are those famous Merkava tanks good at smashing through Gaza’s civilians but now being decimated in their invasion of Lebanon, by brave and clearly well-trained but much less well-armed Hezbollah fighters. Guess what company makes the Merkava’s anti-missile defense system? Yes, that would be Rafael. It seems Volkswagen and its Berlin backers have lost not only whatever sense of ethics they have ever had but also quality.
There is something special about the VW-Rafael deal-in-the-making. Obviously, there is the ugly irony of one of Nazi Germany’s main arms makers shifting back to its old business model. Then, while many companies and countries cultivate ties with the genocidal apartheid state of Israel and neglect their legal obligations to stop its crimes, Germany adds the very peculiar hypocrisy of shielding its intense complicity with Israel by abusing the memory of Germany’s own genocide of Europe’s Jews, the Holocaust. It is hard to imagine a greater moral and intellectual perversion.
If Germany had to learn one lesson from its genocides – the Holocaust and that of the Herero and Nama as well – then it was: This crime must never be committed. By no one. Not by Nazis, not by Zionists, either. And it cannot be done to anyone, not to Jews, not to Palestinians – even by Jews. Finally, no one must ever side with the perpetrators. No perpetrators, including Jewish ones.
With 90% of imported cooking gas running through the Iran‑controlled chokepoint and only 15 days of storage, New Delhi is testing Baltic and Pacific routes
The liquefied petroleum gas (LPG) shortages that India faces as a result of the Middle East conflict have highlighted the need to strengthen the resilience of the nation’s most politically sensitive fuel.
Data from the Petroleum Planning and Analysis Cell (PPAC) shows that LPG consumption reached 31.32 million tonnes in 2024-25, while domestic production was 12.79 million tonnes. This means that close to 60% of demand was met by imports, most of which transit through the conflict‑hit Strait of Hormuz.
When flows through this corridor were disrupted, India’s LPG supply chain came under immediate strain. Arrivals fell sharply, March imports dropped to 1.19 million tonnes, a 46% decline, triggering spillovers into the domestic economy.
The government moved swiftly to prioritize household consumption while tightening supplies to industry, even as limited storage, barely 2-3 weeks of demand, narrowed the response window. New Delhi simultaneously invoked emergency measures to maximize refinery LPG output, with domestic production rising by roughly 40% in early March and scrambled for cargoes from alternative suppliers such as the US and Norway.
In this reshuffle, Russia, already India’s largest crude supplier, has emerged as a marginal LPG source. The key constraints, however, are limited volumes and complex logistics.
India’s structural LPG dependence
India’s LPG imports have risen steadily, from 14.81 million tonnes in 2019-20 to 20.67 million tonnes in 2024-25 following the expansion of clean‑cooking access and rising consumption. Over the same period, domestic production has remained broadly flat at around 12-13 million tonnes, even as consumption increased from 26.33 million tonnes to 31.32 million tonnes. As a result, imports have absorbed most of the incremental demand, pushing their share to around two‑thirds of total consumption.
Efforts to diversify supply were already underway before the crisis, most notably through India’s long‑term LPG supply agreement with the US, securing around 2-2.2 million tonnes annually from 2026. However, the current disruption shows that diversification remains partial and depends on freight costs and vessel availability.
The crisis has also exposed a weaker link in India’s LPG chain of limited storage capacity. PPAC’s latest LPG Profile Report puts total LPG tankage at about 1.2 million tonnes, equivalent to roughly 15 days of national demand. Bottling plants on average hold only around six days of stock, so even short‑lived disruptions leave policymakers with little room for maneuver and quickly amplify external shocks.
Russian routes: Ust‑Luga, Vladivostok, and the NSR
Reports suggest that India increasingly secures LPG cargoes from Russia and Japan as well as the US. Given that India consumes 2.6 million tonnes of LPG a month, around 80,000-90,000 tonnes a day, even several alternative cargoes, typically 40,000-60,000 tonnes each, cover only a few days of national demand. Initial Russian and Japanese supplies are therefore strategic hedges, not game‑changers.
But diversifying suppliers is not the same as diversifying routes. That is why Russia and longer‑range corridors such as the Northern Sea Route and the proposed Chennai-Vladivostok maritime corridor have entered the policy debate as they offer route diversity when the Middle East is on fire.
On Russia’s side, the main LPG export gateway is the Baltic port of Ust‑Luga, where the Sibur terminal handles liquefied gas. In 2024-25, industry reports indicated that LPG exports from Ust‑Luga roughly doubled year‑on‑year over January-May 2025 as European buyers retreated and exporters pivoted to Asia, and shipping intelligence noted at least two India‑bound cargoes totaling about 40,000 tonnes once flows resumed.
Indian strategists see two broad corridors for these volumes. A western route runs from the Baltic or Black Sea through the Mediterranean, Suez Canal and Red Sea into the Arabian Sea, bypassing Hormuz but adding exposure at Suez and Bab el‑Mandeb; deliveries to Kochi, Mangaluru, or Jamnagar would take around 40 days or more.
An eastern route departs from Russia’s Far East around Vladivostok, passes through the Sea of Japan, the East and South China seas, and the Strait of Malacca, and then across the Bay of Bengal to India’s east coast, reaching Haldia, Paradip, or Ennore in 12-24 days. This corridor concentrates risk in Malacca, crowded with container traffic and lying under Chinese naval shadow, but it fits India’s broader Indo‑Pacific calculus if eventually anchored in a formal Chennai-Vladivostok link.
Even with record traffic of about 38 million tonnes in 2024, total NSR cargo is still a fraction of the hundreds of millions of tonnes moving through the Suez Canal each year, which is why most analysts see it as a niche supplement rather than a realistic replacement for existing routes.
Yet both capitals are clearly intent on keeping the Vladivostok-Chennai Eastern Maritime Corridor on the table as an option, with Indian ministers describing it as operational and highlighting its early role in carrying crude and other bulk cargoes between Russia’s Far East and India’s east coast.
Security premium, signaling and political calculus
Russia’s role as a swing supplier is about redrawing risk, not replacing the Gulf. India imported around 20.67 million tonnes of LPG in 2024-25, implying an import requirement of 1.7-1.9 million tonnes per month and leaving overseas supplies to meet the bulk of domestic demand. Even under optimistic assumptions, Russia’s incremental export capacity can cover only a small share of this requirement, broadly comparable to the eventual scale of India’s long‑term LPG arrangement with the United States, so alternative suppliers can buffer shocks but not substitute the Gulf.
The value of Russian LPG therefore lies in geography and signaling rather than volume. Cargoes arriving via Ust‑Luga through Suez, or via Vladivostok and Malacca, are by definition non‑Hormuz flows, and even incremental non‑Gulf volumes shift India’s risk calculus when set against the growing share of crude now imported on routes that bypass Hormuz, as highlighted in recent shipping data and official statements on diversification. The question is whether New Delhi will pay a modest route premium for this security, just as it accepts extra miles to tap discounted Russian crude or continue to fall back on crisis‑time improvisation.
There is also a domestic political dimension. LPG is the flagship symbol of the government’s clean‑cooking drive, and a prolonged shortage would be far more electorally damaging than a technical disruption in refinery crude runs. This is why official communications during the crisis have stressed refinery output ramp‑ups and diversified sourcing, amplified by images of VLGCs discharging LPG at Indian ports, alongside repeated assurances that people’s fuel needs will be met.
For policymakers, the strategic choice is how much to invest in tanks at home versus miles at sea, whether to expand LPG storage or pay a premium for Russian and other non‑Hormuz cargoes, since Russia cannot replace the Gulf but, via routes from Ust‑Luga through Suez and from Vladivostok through Malacca, does give New Delhi a way to recast supply risk beyond West Asia.
For Moscow, stepping in as a dependable swing supplier, even at modest volumes, cements its image in India as a long‑term energy partner rather than a crisis‑time outlier.
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O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
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Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
Artigo da Presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Neiva Ribeiro, sobre o mito da bancarização. Leia o artigo em TVT News.
Por Neiva Ribeiro
Presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região
Nos últimos anos, as fintechs foram apresentadas como solução inovadora para ampliar o acesso da população ao sistema financeiro. Com discurso de inclusão, tecnologia e desburocratização, essas empresas prometeram levar serviços bancários a quem historicamente esteve à margem.
Mas, na prática, é preciso questionar: elas de fato promoveram a bancarização ou apenas ampliaram o alcance de serviços financeiros sem compromisso com inclusão real?
Bancarizar não é simplesmente abrir contas digitais ou oferecer cartões de crédito. Bancarização significa garantir acesso a crédito em condições justas, com taxas compatíveis com a renda da população, além de serviços que promovam estabilidade financeira e desenvolvimento econômico. Trata-se de inclusão.
Dados de 2024 do Banco Central indicam que o crédito no Sistema Financeiro Nacional segue fortemente concentrado nos grandes bancos, que respondem por 81% do total, percentual praticamente inalterado há mais de uma década. Em seguida, aparecem as cooperativas, com 7%, os bancos de desenvolvimento e as financeiras, com 5%, enquanto as fintechs, majoritariamente instituições de pagamento, ainda detêm participação bastante reduzida, de apenas 1%.
80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O que se observa, no entanto, é que muitas fintechs expandiram sua atuação justamente entre as camadas mais vulneráveis da população, oferecendo crédito fácil, porém com juros elevados. Esse modelo tem contribuído para o aumento do endividamento das famílias mais pobres, que encontram nessas plataformas uma das poucas alternativas disponíveis, mas acabam presas em ciclos de dívida.
Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) indicam que 80,2% das famílias brasileiras estão endividadas, sendo que 29,6% possuem dívidas em atraso e 12,6% não terão condições de quitá-las.
Esse quadro se agrava diante do elevado patamar das taxas de juros no país: com a taxa Selic em 14,75%, as operações de crédito para pessoa física apresentam custos bastante elevados, como no cheque especial (138,73% ao ano), no crédito pessoal (118,13%) e, de forma ainda mais crítica, no rotativo do cartão de crédito (424,49%). A promessa de democratização do crédito se transforma, assim, em mais um mecanismo de exploração financeira.
Em 2024, o movimento sindical bancário protocolou no Ministério da Fazenda uma proposta de regulamentação mais rígida para o setor de fintechs. Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil
O crescimento acelerado das fintechs no Brasil reforça essa contradição. Impulsionadas por investimentos robustos e por um ambiente regulatório mais flexível, essas empresas ampliaram sua base de clientes rapidamente.
No entanto, a proposta inicial — de criar uma rede mais acessível, com custos menores e juros reduzidos — não se concretizou na escala prometida. Em muitos casos, as taxas praticadas são tão altas quanto, ou até superiores, às dos bancos tradicionais.
A exclusão aumenta quando os bancos fecham agências e privilegiam setores de alta renda, para aumentar seus lucros. Um levantamento feito pelo Dieese mostra que tivemos a redução de 37% das agências em 10 anos, chegando a pouco mais de 14 mil unidades. São 8,5 mil agências a menos no país entre 2015 e 2025, Somente em 2025, 30 agências foram fechadas a cada semana.
Quase metade dos municípios não possuem agências bancárias. O fechamento de agências tem um impacto direto sobre a população, especialmente em cidades menores, afetando milhões de pessoas. Isso dificulta o acesso ao crédito, ao atendimento presencial e a serviços essenciais, sobretudo para idosos, população de baixa renda e pessoas com pouca familiaridade digital. O resultado é um processo de exclusão financeira e territorial.
Os bancos são uma concessão pública. Isso significa que os bancos têm responsabilidade social e obrigação de atender toda a população, não apenas os segmentos de alta renda. O fechamento de agências, a redução do atendimento presencial e a concentração de serviços voltados aos clientes mais rentáveis contrariam esse princípio e aprofundam desigualdades.
Se queremos, de fato, falar em bancarização, é preciso ir além da retórica da inovação. É necessário enfrentar o problema dos juros abusivos, proteger os consumidores mais vulneráveis e reafirmar o papel social das instituições financeiras. Caso contrário, continuaremos assistindo à expansão de um modelo que, sob o discurso da inclusão, reproduz e aprofunda desigualdades.
Sobre a autora
Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários
Neiva Ribeiro é a atual presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região. É formada em Letras pela Universidade Guarulhos, pós-graduada em Gestão Pública pela Fesp-SP, e em Gestão Universitária pela Unisal. É funcionária do Bradesco desde 1989. Ingressou na direção do Sindicato em 2000.
Foi diretora-geral da Faculdade 28 de Agosto de Ensino e Pesquisa, secretária de Formação e secretária-geral da entidade.
O desembargador José Reginaldo Costa. Foto: Reprodução
Na última terça (24), um julgamento no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) gerou repercussão após as declarações de desembargadores durante o caso de pensão alimentícia de uma mulher vítima de violência doméstica. Ela, que é moradora de Guanambi, no sudoeste do estado, viveu um relacionamento abusivo, sendo impedida de trabalhar por cerca de dez anos pelo ex-marido.
Atualmente, ela vive de favor e tenta retomar sua vida com um filho fruto da relação. Durante a sessão, o relator votou para fixar uma pensão provisória de um salário mínimo pelo período de 12 meses, mas houve divergência entre os magistrados.
“O único reparo que eu faço é o valor da pensão. Eu acho que o salário mínimo é muito pouco. Se o filho tem direito a três salários mínimos, ela também tem”, disse a magistrada. O desembargador Francisco Oliveira Bispo discordou e afirmou: “Depois da separação é vida nova, tem que lutar, tem que ir em frente”. Ele defendeu que o agressor já foi responsabilizado de outras maneiras.
Na sequência, José Reginaldo Costa, outro desembargador, afirmou que a pensão “estimularia a ociosidade” e pediu “cautela” para analisar o caso. “Daríamos o mesmo tratamento se fosse o inverso? O homem não tem perspectiva de gênero nesse ponto. Eu julgo de forma isenta”, afirmou.
“Talvez seja o salário do prefeito de Guanambi. No interior, se a gente procura uma diarista, não encontra. Ninguém quer mais trabalhar”, prosseguiu.
A discussão foi contestada por outros desembargadores, que disseram que é importante analisar o caso sob a perspectiva de gênero, considerando o histórico de violência enfrentado pela mulher. Eles também enfatizaram a necessidade de proteger a vítima, que vive em vulnerabilidade.
No fim, a câmara decidiu aumentar a pensão para três salários mínimos e retirar o prazo fixo, garantindo o pagamento até que a mulher conseguisse se reintegrar ao mercado de trabalho.
ONU declara tráfico de escravos o crime mais grave contra a humanidade
A Assembleia Geral da ONU adotou nesta quarta-feira uma resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”.
A votação final teve 123 Estados-membros a favor, três contra e 52 abstenções, incluindo Portugal.
Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações.
Extrema direita internacional: apenas Estados Unidos, Israel e Argentina votaram na ONU contra uma resolução, aprovada nesta quarta-feira (25), que declara que o tráfico de escravizados africanos foi o crime mais grave contra a humanidade.
No resultado, os restantes países lusófonos registraram votos favoráveis, sendo que Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste.
Vergonha da extrema-direita internacional: Israel, EUA e Argentina votaram contra a declaração. Vários países europeus, Austrália e Canadá se abstiveram. Imagem: Reprodução / ONU News
Escravização foi “ruptura profunda na história humana”
Pela decisão, os Estados-membros da organização devem considerar a apresentação de desculpas pelo tráfico de escravos e contribuir para um fundo de reparações para o fenômeno histórico ocorrido desde o Século XV.
O documento destaca ainda que o tráfico de africanos escravizados em larga escala marcou uma ruptura profunda na história humana, cujas consequências se estenderam por séculos e continentes.
A declaração ressalta a importância de se abordar as injustiças históricas que afetam os africanos e as pessoas de ascendência africana de uma maneira que sejam promovidos a justiça, os direitos humanos, a dignidade e a reparação.
Rumo à reparação das injustiças históricas
O documento também enfatiza “que as reivindicações por reparações representam um passo concreto rumo à reparação das injustiças históricas contra os africanos e as pessoas de ascendência africana”.
Nesse sentido, a resolução também solicita que de forma pronta e desimpedida seja feita a restituição de bens culturais, objetos de arte, monumentos, peças de museu, artefatos, manuscritos e documentos, e arquivos nacionais.
O documento enfatiza o valor espiritual, histórico, cultural ou de outra natureza para os países de origem, sem ônus, e insta ao fortalecimento da cooperação internacional em relação às reparações por quaisquer danos causados.
O texto defende que essa medida conduz à promoção da cultura nacional e ao pleno exercício dos direitos culturais pelas gerações presentes e futuras.
AGORA: Assembleia Geral da #ONU adota resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Resultado da votação: A favor – 123 Abstenções – 52 Contra 03 pic.twitter.com/s3Cq9blMPW
A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto.
Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravizados nas Américas é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil
No evento discursaram a presidente da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, que lembrou o trabalho escravo em campos de cana-de-açúcar nos Estados Unidos, plantações de café em colônias sob controle europeu nos atuais Brasil, Barbados e a Jamaica, e dezenas de lugares.
Além de famílias despedaçadas, frisou que enfrentar essas injustiças é um imperativo moral, enraizado em uma responsabilidade coletiva de confrontar os erros do passado e moldar um futuro mais justo.
Ela disse que é imperioso partilhar histórias, que demanda ação para desafiar discriminações há muito enraizadas, despertar a consciência e impulsionar a construção de sociedades mais justas e inclusivas.
A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto. Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste. Foto: ONU News
Vítimas do comércio transatlântico
E um imperativo que clama por uma autorreflexão franca até dolorosa e por responsabilização. Ela saudou a adoção da resolução por demonstrar que a ONU não se esquiva de conversas ou temas difíceis, mas enfrenta dilemas morais.
Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que o mundo que se anseia, enraizado na liberdade, na igualdade e na justiça, está ao alcance.
O anúncio de que 66% das crianças brasileiras foram alfabetizadas na idade correta, no ano passado, representa uma conquista importante, segundo avaliam especialistas de organizações não-governamentais (ONG) ligadas ao setor da educação. Para os estudiosos, o resultado também deve ser encarado como desafio. Saiba mais em TVT News.
Para o diretor de Políticas Públicas da ONG Todos Pela Educação, Gabriel Correa, o alcance e a superação da meta de alfabetização em 2025 são resultados importantes que precisam ser celebrados. Para ele, o resultado reflete uma trajetória consistente de avanço nos últimos três anos.
“Isso mostra que a priorização política da pauta e o fortalecimento da cooperação federativa, com União, estados e municípios atuando de forma coordenada, tem produzido efeitos concretos na aprendizagem das crianças.”
O vice-presidente de educação da Fundação Lemann, Felipe Proto, acredita que o resultado representa um marco para o país e se deve a um compromisso coletivo de cooperação entre União, estados e municípios.
Proto entende que o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada tem viabilizado resultados muito promissores para a educação brasileira.
“Iniciativas como o Selo Nacional Compromisso com a Alfabetização reforçam esse movimento ao reconhecer e incentivar redes que avançam com qualidade e equidade. Erradicar o analfabetismo no Brasil tem se tornado um sonho cada vez mais possível”, avalia.
Gabriel Correa, do Todos pela Educação, ressalta que a alfabetização adequada é a base para uma trajetória escolar de sucesso e que políticas públicas no setor não devem deixar nenhuma criança para trás.
“As crianças que no 2º ano do ensino fundamental ainda não sabem ler e escrever [34% no país] não conseguirão desenvolver os conhecimentos esperados nas séries seguintes. Elas não podem ser esquecidas”.
O pesquisador entende que é necessário um esforço intencional para alfabetizá-las mesmo com atraso. Ao passo que reconhece o número relevante, Gabriel Correa avalia que o resultado pode esconder “desigualdades relevantes entre estados e municípios, que só poderão ser compreendidas com a abertura detalhada dos dados nos próximos dias”.
Ele explica que 2025 foi o primeiro ano em que o grupo de crianças avaliado estava na pré-escola durante a pandemia. “Esse fator ajuda a explicar parte da melhora observada, ainda que não substitua o papel das políticas públicas que vêm sustentando esse avanço”.
Felipe Proto, da Fundação Lemann, acrescenta que o País deve manter o foco e acelerar o ritmo. “O Brasil pode alcançar uma das transformações mais estruturantes de sua história: garantir que todas as crianças estejam lendo e escrevendo até o final do 2º ano do Ensino Fundamental”.
O texto saiu em alto e bom som. “Araguatins (TO), 23 de março de 2026”. Começava assim a carta da menina Maria Angellyna Amorim, alfabetizada em 2025. A carta foi lida por Maria Angellyna para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e para o ministro da Educação, Camilo Santana, em evento nesta segunda (23), em Brasília. Saiba mais em TVT News.
No palco e ao microfone, a menina que hoje faz o terceiro ano do ensino fundamental dizia que um “mundo mágico” se abriu diante dela e de seus colegas.
“Agora conseguimos ler livros e escrever diferentes tipos de textos, como histórias, bilhetes e poemas”.
A menina estava orgulhosa porque a escola na qual estuda, São Vicente Ferrer, foi uma das 4.872 unidades de ensino que receberam a condecoração do selo nacional Compromisso com a Educação do governo federal.
“Quando lemos, sentimos que viajamos para outros mundos. As histórias nos fazem sonhar, imaginar e aprender coisas novas”, disse a garota, feliz em cada sílaba. Conforme foi anunciado por Lula e por Camilo Santana, o País tem agora 66% das crianças alfabetizadas em idade certa, tal como a menina de Araguatins.
No evento, a professora alfabetizadora Maria Alice Alves, da rede municipal de Domingos Mourão (PI), disse que entra em sala de aula carregando sonhos.
“Não apenas os meus, mas o de cada criança que senta diante de mim com um lápis na mão e um mundo inteiro por descobrir”, afirmou.
A docente afirmou que alfabetizar é muito mais do que ensinar a ler e a escrever. “É abrir caminhos, é construir sonhos, é criar possibilidades. A educação transforma vidas. E quando esse compromisso é assumido com seriedade, sentimos que estamos no rumo certo”.
Domingos Mourão tem mais de 80% de crianças alfabetizadas, uma meta que o Brasil tem para 2030.
Chão da escola
A secretária de educação básica do Ministério da Educação, Katia Schweickardt, faz coro ao que a menina falava. “É no chão da escola que o Brasil começa a mudar”.
Katia defende que a transformação educacional requer cooperação entre União, estados e municípios. “Nós não aceitamos mais um Brasil em que o lugar onde a criança nasce define se ela vai aprender ou não”, disse a secretária de educação básica.
From drone strikes to economic risks, regional leaders are choosing restraint over retaliation – revealing deeper fears of escalation and unreliable alliances
Speaking on Sunday at a site in Arad struck by an Iranian missile, where more than a hundred people were injured, Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu urged more countries to join the war effort.
“What more proof do you need that this regime that threatens the entire world has to be stopped? Israel and the United States are working together for the entire world. And it’s time to see the leaders of the rest of the countries join up.”
Yet, despite this call, the response from much of the region has been notably restrained. Even close partners appear reluctant to get involved, including Gulf states that have been feeling the war on their own skin.
According to research cited by Saudi broadcaster Al Arabiya, Iran has launched more than 4,900 missiles and drones toward Gulf countries, compared to roughly 850 aimed at Israel.
Iran has claimed it targeted only military infrastructure, as well as American and Israeli personnel stationed in these countries, but multiple videos circulating online show a different reality. Among the targets were residential buildings, airports, and hotels, resulting in several fatalities and multiple casualties.
Despite this, Gulf governments have opted against retaliation. Instead, they have embraced a defensive posture, one that reflects a broader strategic calculation about the risks of escalation.
Dr. Fahd Al Shelemy, a retired colonel in the Kuwaiti army, describes this approach as “positive air defense.” Gulf states, he explains, are intercepting missiles and drones while deliberately avoiding direct attacks on Iran.
The rationale is rooted in long-term concerns and the desire to avoid a war of attrition, in which both sides sustain prolonged damage without decisive victory.
“If you look at it, this is exactly what Iran is currently dragging us into, and this is something we are not interested in,” Al Shelemy told RT.
But the hesitation runs deeper than military strategy.
“Many people here say that this is an Israel–Iran war. It’s not our war, and as such we shouldn’t be involved,” he explains.
“And another point is that there is not enough trust in the American administration. At some point they might stop the war, then leave us facing an attrition war like the one between Iran and Iraq in 1980,” he added.
These concerns are not without precedent. Over the years, American alliances in the region have often shifted in response to changing interests. Egypt’s former president, Hosni Mubarak, was a long-standing ally of Washington until the Arab Spring of 2011, when he was ultimately urged to step down. Similarly, Kurdish forces in Syria, which played a key role in the fight against ISIS alongside the United States, later found themselves exposed after a US withdrawal.
For Gulf states, these examples reinforce the risks of relying too heavily on external guarantees. Entering the war could mean being left alone in a prolonged confrontation with Iran.
Al Shelemy believes the current approach has proven to be effective and “less damaging.”
“It resulted in fewer casualties and prevented a full scale war, especially given the fact that we have militias supporting Iran that are only less than 20 kilometers away from our cities.”
That proximity is a critical factor. Iranian-backed militias operating across the region present an immediate threat, one that could rapidly escalate if Gulf states were to take offensive action. The presence of Shiite Muslims in some Gulf states, such as Bahrain, Kuwait, and Saudi Arabia, could also contribute to instability given their ties, and at times loyalties, to Iran.
Dr. Salam Abdel Samed, a Dubai-based expert in international law, echoes Al Shelemy’s perspective, praising the UAE government for not getting involved in an open conflict with Iran.
“The Gulf states have never been aggressive or military. They have been a hub of economic stability and peace so involving themselves in a war would make zero sense,” he argued.
“This is why the approach which was chosen was to defend themselves effectively against any aggression. The leaders are wise enough not to embroil themselves in any unmeasured reactions.”
Economic considerations also weigh heavily. Gulf economies are deeply interconnected with global markets, and stability is central to their prosperity. War, by contrast, threatens infrastructure, trade, and investor confidence.
Relations beyond repair?
Nevertheless, Abdel Samed warns that once the conflict is over, relations with Iran will not be the same again.
“What Iran has done to the Gulf states shall never be forgotten. The Gulf Cooperation Council countries are entitled to file an indemnities case before the international courts, with the aim to recover the major damage that happened to them. The international law supports such claims indeed.”
The financial toll for the Gulf is already substantial. Apart from suffering immense infrastructure damage, the war in Iran has resulted in oil production disruptions causing losses of up to $1.2 billion in daily export revenue. The conflict has also led to the cancellation of 40,000 flights and major tourism losses estimated at $600 million per day.
A source within the Emirati establishment, speaking on condition of anonymity, agreed that relations with Iran have been fundamentally damaged.
“Their actions will not be unanswered. The response doesn’t have to be militarist. It can be done in other means but it will certainly be felt.”
Indeed, signs of such responses are already emerging. Qatar and Saudi Arabia have expelled several Iranian diplomats, while the UAE has reportedly closed Iranian hospitals and is considering freezing Iranian assets.
Abu Dhabi is not planning to stop at that. Anwar Gargash, an advisor to President Mohammed Bin Zayed, said in a tweet on X that Iran miscalculated the costs of its aggression against the Gulf states.
“Iran’s brutal aggression against the Arab Gulf states carries profound geopolitical repercussions, and it establishes the Iranian threat as a central axis in Gulf strategic thinking, while reinforcing the Gulf’s security particularity and its independence from traditional concepts of Arab security,” he wrote.
“For the missiles and drones and the aggressive Iranian rhetoric are Iranian. And the result is to bolster our national capabilities and the joint Gulf security, as well as to solidify our security partnerships with Washington,” he added.
Al Shelemy also believes that after the war, the Gulf will establish new rules of engagement with Iran, and the conduct of GCC towards Tehran will be shaped largely by the Islamic Republic’s behavior.
“After the war, Iran will be busy rebuilding itself for which they will need the Gulf states. The best strategy may be to keep Iran occupied, either through economic pressure, such as lowering oil prices, or through partnerships. It depends on Iran after the aftermath of the war.”
For now, the Gulf’s position remains clear: absorb the attacks, defend the homeland, but avoid being pulled into a broader war.
Even as missiles fall and pressure mounts, restraint, not retaliation, continues to define the region’s response.
The attack on Al Daein Teaching Hospital in Darfur has rendered the facility non-functional, the WHO has reported
A strike on a hospital in Sudan has left at least 64 people dead and 89 others injured, the World Health Organization (WHO) has said, calling for an end to the ongoing civil war in the African state.
The casualties included at least 13 children, as well as medical staff and patients at Al Daein Teaching Hospital in East Darfur, WHO Director-General Tedros Adhanom Ghebreyesus said in a post on X on Sunday.
The attack on Friday damaged key departments, including the pediatric, maternity and emergency units, and rendered the facility non-functional, Ghebreyesus said.
He said the WHO has documented 213 attacks on healthcare facilities, in which 2,036 people have been killed since the war erupted nearly three years ago.
“Enough blood has been spilled. Enough suffering has been inflicted. The time has come to de-escalate the conflict in Sudan and ensure the protection of civilians, health workers, and humanitarians,” Ghebreyesus said.
The fighting has displaced millions and created what aid organizations have described as one of the world’s largest humanitarian crises, with widespread shortages of medical care and essential services.
.@WHO has verified yet another attack on health care in #Sudan. This time, Al Deain Teaching Hospital in East Darfur’s capital, Al Deain, was struck, killing at least 64 people, including 13 children, two female nurses, one male doctor, and multiple patients.
Responsibility for the latest strike has remained disputed. The paramilitary Rapid Support Forces (RSF) has accused the Sudanese Armed Forces (SAF) of carrying out the attack.
The military dismissed the allegations in a statement on Saturday, saying its forces are committed to upholding international law and norms.
“Attacking service and healthcare facilities is a consistent approach and a daily practice carried out by this terrorist militia [RSF], which has committed massacres in El Fasher, as well as crimes against humanity, war crimes, and ethnic cleansing,” the SAF stated.
The army accused the paramilitary fighters of bombing hospitals in El-Obeid, Dilling, Kadugli, Um Rawaba, Rahad, and Al-Dabba, killing hundreds of patients and medical personnel, and of targeting water and electricity facilities in El-Obeid, Kosti, Khartoum, and Merowe.
Police are treating the arson attack as an anti-Semitic hate crime
Four ambulances operated by a Jewish volunteer organization in London were set on fire overnight in what authorities are investigating as a hate crime.
The incident took place in the Golders Green area of the Barnet borough at around 1:45 AM local time, officials said. CCTV footage reportedly shows at least three masked individuals setting fire to vehicles belonging to the local branch of Hatzola, a network of volunteer emergency medical services which works with Jewish communities.
The London Fire Brigade said that “multiple cylinders on the vehicles exploded,” causing windows in a nearby residential building to shatter. No injuries were reported. The Metropolitan Police said nearby homes were evacuated as a precaution and confirmed that the case “is being treated as an anti-Semitic hate crime.”
🚨 BREAKING: Major arson attack in Golders Green, London overnight has destroyed at least 4 ambulances belonging to Hatzola Northwest — a volunteer Jewish emergency medical service providing 24/7 life-saving care to the community.
Hatzola is an international network of independent emergency medical organizations founded in New York in the 1960s to support Orthodox Jewish communities. The group has operated in Golders Green since 1979, according to British media.
We are aware of loud explosions heard in the past hour. Emergency services are on scene following a deliberate incident involving #Hatzola ambulances being set alight. The explosions were caused by oxygen tanks not a bomb or explosive device.
— Shomrim (North West London) (@shomrimlondon) March 23, 2026
In a 2014 High Court case, Hatzola representatives highlighted rapid response times compared to public ambulance services, though the court ruled the group was not permitted to use the sirens and blue lights reserved for official emergency vehicles.
Anti-Semitic sentiments in many parts of the world have been fueled in recent years by Israel’s extensive military operation in Gaza and expanded security crackdowns in the West Bank, as well as its strikes on Lebanon and Syria, and, most recently, its joint bombing campaign with the US targeting Iran.
The worst recent anti-Semitic attack in Britain occurred in October 2025, at a synagogue in Higher Crumpsall, Manchester, during Yom Kippur. Two people were killed and several others injured before the perpetrator was shot dead by police.
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Levantamento mostra que Sudeste ainda concentra o maior número de redações com nota 1000, com 11.967 resultados e o Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas máximas ao longa história do Enem. Leia em TVT News.
Estudo mostra evolução do número de redações nota 1000 no Enem
O número de redações nota máxima (1000) no ENEM passou por uma transformação profunda. Depois do pico registrado em 2011, quando o país alcançou 2.619 notas 1000, o volume caiu 94,6 por cento nos anos seguintes, chegando a apenas 12 casos em 2024.
Um levantamento inédito da série histórica de 1998 a 2024 feito pela Adobe Acrobat mostra como mudanças de correção, novos formatos de prova e desigualdades regionais redesenharam a distribuição dos melhores desempenhos no país.
Número de redações com notas 1000 no Enem
Ano
Total de Notas 1000
1998
1475
1999
479
2000
251
2001
673
2002
1058
2003
1779
2004
1756
2005
1289
2006
541
2007
541
2008
707
2009
1378
2010
1042
2011
2619
2012
1170
2013
329
2014
159
2015
93
2016
66
2017
40
2018
49
2019
46
2020
28
2021
20
2022
32
2023
49
2024
12
Sudeste domina a série histórica, Nordeste desponta como segundo lugar com mais notas 1000 na redação
O Sudeste concentra 71% por cento de todas as notas 1000 entre 1998 e 2024, totalizando 11.967 resultados máximos. São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais somam 10.931 casos e permanecem como o eixo mais forte do país. O Nordeste aparece em segundo lugar, com 2.141 notas, seguido por Centro-Oeste, Sul e Norte.
O Sul e o Centro-Oeste vivem um movimento de interiorização. Cidades de médio porte no Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás e Mato Grosso passaram a ter maior presença entre os melhores resultados. Já o Norte apresenta a menor participação nacional, refletindo desafios estruturais de acesso e preparação. Pará e Amazonas concentram a maior parte das notas da região.
A análise ainda mostra que o mapa do ENEM está mudando. Fortaleza e Teresina ampliaram sua relevância e aparecem entre as cidades que mais evoluíram após 2013. Em algumas delas, o percentual de notas máximas pós-ruptura já representa mais de 10 por cento de todo o histórico local, um avanço expressivo em um período de alta dificuldade.
Os dados reforçam que, mesmo com regras mais rígidas, algumas regiões conseguiram se adaptar melhor ao novo formato. O cenário revela o surgimento de novos polos fora dos eixos tradicionais e indica mudanças no perfil dos municípios que lideram os melhores desempenhos no Brasil.
Enem: estudo identifica três movimentos decisivos para entender o número de redações com nota máxima
O segundo é a ruptura de 2013, quando regras mais rígidas tornaram a nota máxima muito mais difícil de alcançar. O terceiro é o surgimento de novas cidades que passaram a rivalizar com os grandes centros, especialmente no Nordeste, Sul e Centro-Oeste.
Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.
A série histórica revela um comportamento irregular desde a criação da prova. Em 1998, o exame registrou 1.475 notas máximas. O primeiro grande salto ocorreu em 2003, com 1.779 casos, reflexo de uma prova ainda mais simples e focada em interpretação.
Com o novo ENEM, a partir de 2009, o desempenho passou a oscilar até atingir o recorde absoluto de 2.619 notas em 2011. Em 2013, com a revisão das regras de correção, o total caiu para 329. A queda continuou até o mínimo recente de 20 redações perfeitas em 2021, no pós-pandemia.
Linha do tempo das notas de redação no Enem e as principais viradas
O aumento de 2003 está ligado ao formato antigo da prova. O recorde de 2011, por sua vez, coincidiu com a consolidação do ENEM como principal porta de entrada para o ensino superior. Em 2013, a adoção de critérios mais rígidos redefiniu o padrão de excelência do exame. A pandemia aprofundou a queda em 2021, afetando especialmente estudantes com menos acesso a ensino remoto de qualidade.
Candidata se prepara para a prova do primeiro dia do Enem. Fotos: Luis Fortes/MEC
Entre 1998 e 2007, o país acumulou 11.102 notas 1000, com média anual de 1.110. Na década seguinte, entre 2008 e 2017, a média caiu para 647 devido à complexidade crescente da prova. De 2018 a 2024, a média despencou para 34,9, o menor nível de toda a série histórica.
O auge de 2011 marcou um momento de equilíbrio regional. São Paulo liderou com 208 notas, seguido por Rio de Janeiro, Fortaleza, Belo Horizonte e Belém. O Nordeste teve desempenho expressivo, superando três regiões somadas.
A partir de 2013, o impacto das novas regras foi imediato. Em dez anos, o país registrou menos notas 1000 do que em 2011 sozinho. Cidades tradicionais perderam força, enquanto outras conseguiram reagir. Fortaleza, Teresina, Niterói, Juiz de Fora e Uberlândia se destacaram pela capacidade de manter desempenho acima da média. Já São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador registraram queda significativa mesmo mantendo tradição no exame.
O goleiro Hugo Souza, do Corinthians, foi convocado nesta sexta-feira (20) para a Seleção Brasileira de Futebol. A decisão partiu do técnico Carlo Ancelotti, que chamou o atleta para substituir Alisson Becker, cortado após sofrer uma lesão em partida contra o Galatasaray, pela Liga dos Campeões da UEFA. Leia em TVT News.
A convocação marca um momento importante na carreira de Hugo Souza, de 27 anos, que passa a integrar o grupo que disputará os amistosos da próxima Data Fifa. A equipe brasileira enfrentará as seleções da França e da Croácia, em jogos programados para as cidades de Boston e Orlando. Os confrontos são considerados os últimos testes antes da disputa da Copa do Mundo FIFA de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá.
Além de Hugo Souza, Ancelotti contará com Bento e Ederson como opções para o gol brasileiro. A disputa por posição se intensifica com a proximidade da convocação final para o Mundial, prevista para o dia 18 de maio, quando será definida a lista dos jogadores que representarão o país na competição.
A estreia do Brasil na Copa do Mundo está marcada para o dia 13 de junho, diante da seleção do Marrocos. Antes disso, a equipe ainda realizará amistosos preparatórios contra Panamá e Egito, em uma fase decisiva de ajustes táticos e definição do elenco.
A convocação de Hugo Souza ocorre em meio a uma lista ampla divulgada por Ancelotti, que reúne jogadores que atuam no futebol brasileiro e no exterior. Entre os nomes chamados estão atletas experientes e jovens promessas, compondo um grupo que busca equilíbrio entre renovação e consistência para a disputa do principal torneio do futebol mundial.
Na defesa, destacam-se jogadores como Marquinhos e Gabriel Magalhães, enquanto o meio-campo conta com a experiência de Casemiro. No ataque, nomes como Vinicius Junior e Raphinha reforçam o potencial ofensivo da equipe.
A presença de Hugo Souza entre os convocados amplia a concorrência no gol e representa uma oportunidade para o jogador do Corinthians se firmar no cenário internacional. Com desempenho em ascensão, o goleiro terá nos amistosos a chance de demonstrar sua capacidade e buscar um lugar definitivo na lista que disputará a Copa do Mundo de 2026.
A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) sorteou nesta quinta-feira (19) os grupos da Copa Libertadores da América. O Flamengo, atual campeão da competição, ficou no Grupo A ao lado de Estudiantes (Argentina), Cusco (Peru) e Independiente Medellín (Colômbia). Leia em TVT News.
Outra equipe brasileira na competição é o Fluminense, que ficou no Grupo C, no qual medirá forças com Bolívar (Bolívia), Deportivo La Guaira (Venezuela) e Independiente Rivaldalvia (Argentina). No Grupo D o Cruzeiro está ao lado de Boca Juniors (Argentina), Universidad Católica (Chile) e Barcelona (Equador).
— CONMEBOL Libertadores (@LibertadoresBR) March 20, 2026
No Grupo E o Corinthians terá pela frente Peñarol (Uruguai), Santa Fe (Colômbia) e Platense (Argentina). Outra equipe paulista na Libertadores é o Palmeiras, que está no Grupo F com Cerro Porteño (Paraguai), Junior (Colômbia) e Sporting Cristal (Peru).
O último representante brasileiro na principal competição de clubes do continente é o Mirassol, que enfrentará no Grupo G a LDU (Equador), o Lanús (Argentina) e o Always Ready (Bolívia).
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Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
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New Delhi’s anti-terror agency has taken custody of seven people for allegedly training and supplying weapons to insurgents in Myanmar
Six Ukrainians and a US citizen were taken into custody by India’s anti-terror agency on Friday, March 13, for their alleged links with insurgents in Myanmar and subversive activities in India’s northeast region, bordering Myanmar, Nepal, Bhutan, China and Bangladesh.
On Monday, a special National Investigation Agency (NIA) court at Patiala House Courts in Delhi ordered their detention until March 27 under the Unlawful Activities (Prevention) Act (UAPA), which punishes conspiracy, advocacy, abetment, or facilitation of a terrorist act or any preparatory act, according to the ANI news agency.
#WATCH | Special NIA Court at Patiala House Court remanded 6 foreigners in 11 days of National Investigation Agency (NIA) custody. They were produced before the NIA court.
It is alleged that they came to India on a visa and then entered Mizoram, which is a protected area.… pic.twitter.com/s7bXItPLTx
The NIA probe, according to documents seen by RT India, focuses on the illegal entry of the individuals to the Indian state of Mizoram, where foreign nationals are required to obtain a special permit, as well as illegal crossing into Myanmar “with the intention of carrying out a pre-scheduled training for Myanmar-based Ethnic Armed Groups (EAGs).”
These insurgent groups are reportedly linked to rebel outfits in India’s northeast region, which has been marred by violence for decades, but particularly in recent years. For instance, the state of Manipur has been in the headlines since 2023 after deadly ethnic clashes killed hundreds and displaced thousands.
The NIA has also reportedly found evidence suggesting that multiple consignments of drones from Europe were delivered by the accused persons to individuals and groups in Mizoram. According to Indian Express, the NIA submitted before the court that the accused disclosed during interrogation that they were in “direct touch and abetted in their terrorist illegal activities by unknown terrorists carrying AK47 rifles.”
According to excerpts of the First Information Report (FIR) obtained by RT, the security agencies are also examining the phones of the detained “to unearth the conspiracy which was being hatched by accursed persons to use local ethnic groups of India to hamper national security of India.”
What do we know about the arrested foreigners?
While New Delhi is yet to issue any official statement on the arrests, documents obtained by RT reveal the names, nationalities, and locations of the arrested by the NIA. They have been identified as:
Matthew Aaron VanDyke (US citizen)
Petro Hurba (Ukrainian citizen)
Taras Slyviak (Ukrainian citizen)
Ivan Sukmanovskyi (Ukrainian citizen)
Marian Stefankiv (Ukrainian citizen)
Maksim Honcharuk (Ukrainian citizen)
Viktor Kaminskyi (Ukrainian citizen)
❗️RT INDIA EXCLUSIVE - NAMED: American & Ukrainian Nationals Arrested For Alleged 'Terror Training' In Myanmar
The American named, Matthew VanDyke, has appeared in at least two films - one about his activities in Libya, and another about his 'security' firm, Sons of Liberty… https://t.co/68tmeaRBtIpic.twitter.com/pf5v8mfK4z
Of the six Ukrainians in the custody of the anti-terror agency, three were detained at the Delhi airport. The other three were nabbed by NIA agents at the airport in the northern city of Lucknow.
The US citizen was detained at an airport in Kolkata, the West Bengal state that is a key gateway to North Indian states.
All of the arrests took place on March 13, between 8 pm and midnight IST. This indicates that the intelligence agencies were on the trail of the suspects after gathering significant inputs, likely from Interpol or with foreign assistance or the help of foreign intelligence agencies.
Who is American mercenary Matthew VanDyke?
The US national, Matthew VanDyke, seems to relish the social media limelight. While the NIA is looking into a larger conspiracy, his name stands out. Believed to be a former US soldier, VanDyke previously appeared on the frontlines of the Libyan and later the Syrian conflicts.
The US mercenary’s X handle claims he fought in Libya and Ukraine and has run covert operations with a Venezuelan rebel commander since 2019. It also proclaims “FREE IRAN,” while offering little in the way of details.
The political statements on his X page also reveal a streak of right-wing affiliation, though there is not much credible evidence on this count.
VanDyke’s descriptor on his YouTube channel has a dash of a mercenary streak, laced with a camouflaged sprinkling of democratic aura by proclaiming that he is “preparing for an independent mission to Iraq during which he’ll train Iraqis to fight back against the Islamic State.” He claims that he is the founder of Sons of Liberty International (SOLI), a security firm that advises, trains, and supplies vulnerable populations to defend themselves against terrorists. A video titled ‘The Freedom Fighter’ shows men in camouflage undergoing armed training.
Another video, titled ‘Point and Shoot’, claims it is the official trailer for an award-winning film about the Libyan Revolution.
In one X post, VanDyke mentions his “friend” Sarah Ashton-Cirillo, a US transgender woman and ex-head of the Ukrainian Territorial Defense’s English-language propaganda.
VanDyke’s self-proclaimed claim to fame is his participation in the Libyan civil war as a foreign mercenary in the uprising against the late Muammar Gaddafi. Filmmaker, armed combatant, and rebel fighter are his other “illustrious” self-proclaimed roles.
He has a bachelor’s degree in political science from the University of Maryland, Baltimore County, according to his Wikipedia page.
In 2004, he claims to have graduated from the Georgetown University School of Foreign Service with a master’s degree in security studies “with a Middle East concentration.”
Why is the NIA probe significant?
According to court documents, as cited by the media, the arrested Ukrainian national is part of larger group of 14 Ukrainians that had entered India on tourist visas on separate dates, and had flown to Guwahati, a capital of Assam state in India’s northeast, and a key hub in the region.
It is not immediately clear whether VanDyke is part of the group of Ukrainians or had any links with them. The NIA probe is likely to focus on those links, as well as pursue how the accused entered India and also restricted areas without the appropriate scrutiny.
Mizoram’s chief minister, Lalduhoma, alleged in 2025 that “thousands” of Western mercenaries linked to Kiev had crossed over to Myanmar via the state. “We have specific intelligence that the Ukraine war veterans travelled to Myanmar’s Chin State via Mizoram to train rebel outfits fighting the military junta,” Lalduhoma told the local assembly. He suggested that Mizoram was being used to cross into neighboring Myanmar to train militants and supply them with weapons after rules for obtaining special permissions to visit the state were relaxed in 2011 to boost tourism. The inflow of potential foreign mercenaries prompted the the Protected Area Permit to be reimposed in the state, local media reported.
The chief minister of the neighboring state of Manipur, N Biren Singh, in 2024 also suggested that authorities suspected the involvement of foreign mercenaries in the violence in the state, referring to combat forces linked to Myanmar. During that time, New Delhi announced it would be building a fence along the entire 1,643 kilometer (1,020-mile) long porous border with Myanmar.
How did Ukraine respond?
The Ukrainian Foreign Ministry lodged an official protest with New Delhi on Tuesday, demanding the immediate release of its citizens and access to them. The ministry claimed there were no “established facts proving the involvement of the said Ukrainian citizens in unlawful activities on the territory of India or Myanmar.”
It also accused Indian and Russian media of publishing “distorted interpretations of the available facts.” According to the statement, the Ukrainian diplomatic mission in Delhi did not receive any official notification from the Indian authorities regarding the detention of Ukrainian citizens and consular access to the detainees was not provided. Kiev also pointed out that certain restricted-access zones in India for foreign nationals, entry to which is possible only with special permits, are not properly marked, which creates a risk of unintentional violations.
Para se inscrever no Prouni, é necessário que o estudante tenha o ensino médio completo; tenha participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2025 e/ou em 2024; tenha obtido, no mínimo, 450 pontos na média das cinco provas do exame; e não tenha zerado a prova da redação do Enem.
Porvas do Enem 2025. Fotos: Angelo Miguel/MEC e Bruna Araújo/MEC.
Quando abrem as inscrições do Enem 2026?
As inscrições para o ENEM 2026 ainda não foram abertas oficialmente, mas a expectativa é que ocorram entre maio e junho de 2026, seguindo o histórico dos anos anteriores, enquanto as provas devem ser aplicadas em novembro de 2026.
Primeiro colocado em Medicina na USP pelo Enem é filho de doméstica e pedreiro
Wesley de Jesus, de 23 anos, foi aprovado em primeiro lugar em Medicina na Universidade de São Paulo (USP), campus de Ribeirão Preto, um dos cursos mais concorridos do país. Filho de uma trabalhadora doméstica desempregada e de um pedreiro, morador da periferia de Salvador, ele alcançou a vaga utilizando a nota do Enem pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), após cinco anos de preparação praticamente autodidata.
Morador de Cajazeiras, um dos maiores conjuntos habitacionais do Brasil, Wesley cresceu em uma casa inacabada, sem laje ou pintura, onde divide dois quartos com os pais e três irmãos. Nenhum integrante da família cursou o ensino superior. Ele será o primeiro a entrar na universidade.
Sem condições de pagar cursinho ou comprar materiais novos, o estudante construiu sua rotina com apostilas usadas recebidas por doação, conteúdos gratuitos da internet e videoaulas no YouTube. Como não tinha computador em casa, estudava pelo celular antigo e passava os três turnos na escola pública para usar a sala de informática e um notebook cedido pela direção.
A disciplina virou regra. Wesley acordava às 5h e estudava até as 23h, muitas vezes avançando pela madrugada. O esforço se refletiu no desempenho: ele gabaritou três das quatro áreas do Enem, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Natureza, e obteve pontuação suficiente para liderar a lista de aprovados em Medicina.
Enem: Inep emitie certificado de conclusão do ensino médio
O pedido deverá ser feito on-line, na Página do Participante, no portal do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), pelos candidatos com 18 anos ou mais que fizeram o Enem e atingiram a pontuação mínima exigida no edital para conquistar o certificado de conclusão do Ensino Médio.
Cerca de 100 mil estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) com o objetivo de obter a certificação do ensino médio podem pedir o certificado de conclusão do ensino médio.
Sisu, Prouni e Fies: qual a diferença?
por três programas coordenados pelo Ministério da Educação (MEC): o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (Prouni) e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Embora todos utilizem o desempenho no Enem como critério central, cada um tem objetivos, regras e públicos diferentes. Saber como funcionam é essencial para escolher o curso e o caminho mais adequado à realidade de cada candidato. Saiba os detalhes de cada um na TVT News.
Enem é a porta de entrada mais comum
A nota do Enem é o pilar dos três programas e é calculada pela Teoria de Resposta ao Item (TRI), que considera não apenas os acertos, mas também a dificuldade das questões e a coerência das respostas. Para participar, é obrigatório não ter zerado a redação e não ter feito o exame como “treineiro”.
A partir deste ano, o Sisu passou a aceitar a melhor nota obtida entre as edições de 2023, 2024 ou 2025;
Já o Prouni utiliza uma das duas últimas edições do Enem;
O Fies aceita notas de qualquer edição a partir de 2010, desde que a média seja de pelo menos 450 pontos e a redação tenha nota maior que zero.
Sisu: vaga gratuita em universidade pública
O Sisu é voltado para o preenchimento de vagas em instituições públicas, como universidades federais e institutos federais, sem cobrança de mensalidades. A seleção é feita exclusivamente pela nota do Enem, respeitando o número de vagas e a modalidade de concorrência.
Pelo sistema de cotas, ao menos 50% das vagas são reservadas a estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas, com recortes de renda, raça, etnia e para pessoas com deficiência. Outra característica é o incentivo à formação de professores: candidatos aprovados em cursos presenciais de licenciatura com média mínima de 650 pontos podem ter acesso ao programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que prevê auxílio financeiro mensal.
Prouni: bolsas em faculdades privadas
O Prouni oferece bolsas de estudo em instituições privadas, integrais (100%) ou parciais (50%). Para a bolsa integral, a renda familiar per capita deve ser de até 1,5 salário mínimo; para a parcial, de até 3 salários mínimos. O programa é destinado a estudantes sem diploma de nível superior, prioritariamente concluintes do ensino médio em escola pública ou bolsistas na rede privada.
Além das chamadas regulares, o Prouni conta com lista de espera para bolsas não ocupadas. Professores da rede pública também podem concorrer a bolsas em cursos de licenciatura e pedagogia, sem exigência de comprovação de renda.
Fies: financiamento para pagar após a formatura
Diferente do Sisu e do Prouni, o Fies não oferece vaga nem bolsa, mas financiamento estudantil. O estudante cursa uma faculdade privada e começa a pagar o valor financiado após a formatura, conforme sua renda.
O programa oferece taxa de juros zero para quem tem renda familiar per capita de até 3 salários mínimos. Em 2026, o Fies Social reserva 50% das vagas para candidatos inscritos no CadÚnico, com renda de até meio salário mínimo por pessoa, permitindo financiar até 100% da mensalidade.
O que é o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)
Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sisu, do Prouni e do Fies. Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes, como critério único ou complementar aos processos seletivos.
Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.
Momento em que autor de ataque é levado pela Polícia Militar. Foto: reprodução
Um adolescente de 14 anos é suspeito de invadir a Escola de Referência em Ensino Fundamental Cristiano Barbosa e Silva, em Barreiros, no Litoral Sul de Pernambuco, e atacar três colegas com uma faca. O caso ocorreu na manhã desta segunda (16), pouco após às 7h.
As vítimas, todas com 14 anos, foram atingidas enquanto tentavam se defender de um ataque a uma das colegas. O adolescente, que alegou sofrer bullying, foi contido por outros alunos, que conseguiram retirar a faca de suas mãos.
O ataque gerou pânico na escola e correria. O adolescente, com capuz na cabeça, foi levado pela Polícia Militar. A faca usada no ataque foi apreendida. As vítimas foram socorridas e encaminhadas ao Hospital Jailton Messias De Souza Albuquerque. Uma delas já recebeu alta, enquanto as outras duas permanecem internadas, mas sem gravidade.
A Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que o adolescente foi autuado por ato infracional análogo ao crime de tentativa de homicídio. Ele foi conduzido à delegacia acompanhado dos responsáveis legais e do Conselho Tutelar. A polícia reforçou o policiamento na escola e na delegacia local.
Adolescente de 14 anos esf4queia três colegas dentro de escola
— VGN – Jornalismo com Credibilidade (@VGNoticias) March 16, 2026
O caso segue em investigação para entender as motivações do ataque, com o adolescente sendo apresentado ao Ministério Público de Pernambuco para possíveis medidas de internação.
A governadora Raquel Lyra afirmou, através das redes sociais, que as vítimas estão fora de risco e que a situação está sob controle. A Secretaria Estadual de Educação não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
O conselheiro tutelar André Costa relatou que o adolescente confessou ter sofrido bullying, sendo chamado de “feio” e “medonho” pelos colegas. Costa afirmou que o jovem disse não se arrepender do ataque, embora ele acredite que, com o tempo, o adolescente possa refletir sobre o ocorrido.
O conselheiro também mencionou que, há cerca de dois meses, uma mãe havia procurado a direção da escola relatando o comportamento do estudante, mas nenhuma ação foi tomada na ocasião.
No sábado (14), o Governo do Estado reinaugurou a 24ª Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) em Rio Grande. A delegacia havia sido fechada para ceder espaço a uma Delegacia de Polícia de Proteção a Grupos Vulneráveis (DPPGV). A delegada Alexandra Carolina Perez Sosa foi nomeada a titular da unidade. A estrutura passa a reforçar o combate à violência doméstica e contra a mulher na região Sul em meio ao aumento alarmante da violência contra a mulher no Rio Grande do Sul.
Os pedidos de medida protetiva encaminhados ao Judiciário chegam na casa dos 70 mil. Além disso, apenas nos dois juizados de Porto Alegre para violência doméstica, há mais de 17 mil tramitações que podem levar a novas medidas protetivas expedidas pela Justiça.
Cerca de 31,5 mil mulheres sofreram ameaças em 2025, enquanto mais de 18 mil foram agredidas — um pouco abaixo da média de 19 mil vítimas de agressões por ano desde 2019.
Já em relação aos feminicídios, a SSP aponta que 643 mulheres foram mortas entre janeiro de 2019 e fevereiro de 2026. Em apenas dois meses de 2026, 20 mulheres perderam a vida, um aumento de 53% dos feminicídios em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registradas 13 mortes. E o começo de março já registrou a 21ª vítima.
Segundo o titular da Secretaria da Segurança Pública, Mario Ikeda, a medida fortalece a presença policial capacitada na região. “As novas delegacias são essenciais em suas especificidades. A Deam vai ampliar a segurança das mulheres e combater crimes relacionados à violência doméstica”, declarou. “Com essa estratégia, o governo qualifica o enfrentamento a esses crimes, ampliando a capacidade investigativa e a articulação regional da Polícia Civil”.
Para a diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher (Dipam), delegada Waleska Alvarenga, também presente no encontro, a Polícia Civil é a principal porta de entrada da vítima e, neste processo, uma delegacia especializada tem grande importância, pois os profissionais que nela irão atuar são muito capacitados para o atendimento, o acolhimento e o encaminhamento das vítimas.
“Ao fazer a denúncia, a mulher vai poder pedir medidas protetivas e acessar os demais direitos que lhe são garantidos por lei, a fim de romper o ciclo da violência. Por meio da Deam, é possível também articular de forma mais eficiente o fluxo entre os órgãos da rede de proteção às mulheres, estruturando de maneira mais efetiva as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica e contra a mulher”, revelou.
A violência contra a mulher pode ser denunciada em canais oficiais do Governo do Estado, da SSP ou da Polícia. São eles:
No mesmo dia, o secretário Mario Ikeda inaugurou 9ª Delegacia de Polícia Especializada na Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato (Decrab – Litoral Sul), no prédio da 2ª Delegacia de Polícia do município, no Parque Marinha. O comando será da delegada Paula Vieira Garcia, primeira mulher a liderar uma Decrab no RS.
Ligada à macrorregião que se estende de Pelotas ao Chuí, a nova Decrab vai atender produtores rurais de 16 municípios com uma população somada de quase 750 mil habitantes. Os municípios contemplados são:
Rio Grande
Arroio Grande
Chuí
Jaguarão
Santa Vitória do Palmar
São José do Norte
Pelotas
Arroio do Padre
Canguçu
Capão do Leão
Cerrito
Herval
Morro Redondo
Pedro Osório
Piratini
Turuçu
O atendimento, que era até então realizado pelo Núcleo de Combate ao Abigeato, passa a ser atribuição da Decrab, ampliando as possibilidades de investigação na região. A equipe local investigará crimes rurais, como abigeato, roubo e furto de insumos, entre outros. A delegacia terá um espaço para receber produtores rurais vítimas de crimes, a Sala Querência.
Beijing’s special envoy has been shuttling between Kabul and Islamabad to facilitate a ceasefire
Beijing is directly mediating a ceasefire between Pakistan and Afghanistan, neighboring countries that have been engaged in intense fighting since February, the Chinese Foreign Ministry has said.
Foreign Minister Wang Yi has had phone conversations with his Afghan and Pakistani counterparts during the past week, the ministry’s spokesperson Lin Jian said in an X post on Monday.
“The MFA Special Envoy on Afghan Affairs has been shuttling between Afghanistan and Pakistan,” Jian said, adding, “China’s embassies have been in close communication with both sides as well.”
Making it clear that China will continue to facilitate reconciliation and ease tensions between the neighboring countries, the spokesperson said, “China hopes Afghanistan and Pakistan will remain calm and exercise restraint, engage face to face ASAP, achieve a ceasefire at the earliest opportunity, and resolve differences and disputes through dialogue.”
To mediate between #Afghanistan and #Pakistan, FM Wang Yi has had phone conversations with his Afghan and Pakistani counterparts during the past week. The MFA Special Envoy on Afghan Affairs has been shuttling between Afghanistan and Pakistan. China’s embassies have been in close… pic.twitter.com/WCZ4WpgeL4
— CHINA MFA Spokesperson 中国外交部发言人 (@MFA_China) March 16, 2026
Pakistan and Afghanistan have been fighting for weeks after Islamabad declared an “open war” in February. Pakistan has struck military and other facilities deep inside its western neighbor, including the capital, Kabul.
The strain in ties between the estranged neighbors is also attributed to Kabul’s increasing engagement with Pakistan’s longtime rival, India.
Earlier this month, China sent a special envoy to Afghanistan, after a truce brokered by Qatar and Turkey last October collapsed.
Pakistan accuses Kabul of harboring fighters from Tehreek-e-Taliban Pakistan (TTP), allegations the Taliban denies. For China, the war represents not merely a security crisis but a direct challenge to its broader strategic vision for regional integration.
Islamabad has claimed that Afghan forces have suffered nearly 1,000 casualties in the latest cross-border escalation.
Grupo carnavalesco Pitombeiras, em Recife, onde se passa o filme indicado ao Oscar “O Agente Secreto” que concorre a quatro Oscars: melhor filme, melhor filme internacional, melhor ator e melhor elenco. (Foto de Diego Nigro / AFP)
O cinema brasileiro chega ao Oscar 2026 em um de seus momentos mais importantes. O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações, igualando o recorde nacional alcançado por Cidade de Deus.
O longa concorre nas seguintes categorias:
Melhor Filme
Melhor Filme Internacional
Melhor Ator, com Wagner Moura
Melhor Seleção de Elenco
A indicação de Moura é histórica: ele se tornou o primeiro brasileiro indicado ao prêmio de Melhor Ator. Na disputa, o ator enfrenta nomes de peso como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio e Michael B. Jordan.
Entre os dez concorrentes ao prêmio principal da Academia Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora da premiação, é também o longa de menor orçamento, um detalhe que torna sua trajetória ainda mais simbólica.
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
How the war on Iran shattered the loyalty of Trump’s supporters
The night of February 28-March 1, 2026, will be remembered by all those who followed the news in real time. At 1:15 AM EST, seated in the White House Situation Room, US President Donald Trump said,“Operation Epic Fury is approved. No aborts. Good luck.”
Those nine words signaled the launch of the largest US-Israeli military operation in decades. F-35 fighters, B-2 bombers, cruise missiles launched from ships in the Persian Gulf, and drones struck over 3,000 targets in Tehran, Natanz, Fordow, and other locations in Iran. The mission was to eradicate what remained of Iran’s nuclear program, dismantle the command structure of the Islamic Revolutionary Guard Corps (IRGC), and as Trump later confirmed in a video address from Mar-a-Lago, “eliminate imminent threats” to the US from the Iranian leadership.
However, within hours, the situation changed. Iranian state television announced that “Ayatollah Ali Khamenei has fallen a martyr due to the aggression of the Zionist and American enemy.” On March 2, CENTCOM reported the first casualties: six US service members were killed, four of whom were reservists from Iowa, young fathers and sons. As the US launched its strikes, polls painted a bleak picture: according to Reuters/Ipsos, only 27% of Americans supported the attacks, while YouGov showed a slightly higher 37% approval rating. A sense of déjà vu hung in the air – many remembered how America had once greeted the invasion of Iraq in 2003, and how, just a year later, the sight of flag-draped coffins became a sobering reality check.
The response of American society and the elites to was immediate and severe. From Oklahoma to Ohio, small-town streets were filled with makeshift memorials: US flags at half-staff and candles placed near photos of the fallen. The nation was shocked: 43% of Americans opposed the strikes, and 56% felt Trump was “too eager to use military force.” Democrats were nearly unanimous in their condemnation: 78% of those surveyed opposed Trump’s attack.
Among Republicans, support for Trump hovered around 76% in the most loyal circles, while among young MAGA supporters, it dropped below 40%. On March 2, Republican Representative Thomas Massie called for an immediate vote on a War Powers Resolution. To the disappointment of Trump’s critics, the House of Representatives ultimately voted on March 5 to continue the operation.
The media were also divided. PBS and ABC aired stories about the families of the fallen soldiers – relatives said that the servicemen died for a foreign country, not for the US. The hashtag #NotOurWar trended on social media. Even on Fox News, commentators loyal to Trump wondered, “How many more lives will it take?”
Voices of MAGA: From support to open rebellion
The protest of key figures within MAGA has been particularly striking. Tucker Carlson, a well-known supporter of isolationism, expressed outrage during an ABC News interview on March 1, declaring the attacks on Iran “Absolutely disgusting and evil.” In a podcast, he added,“This is not America’s war. This is Netanyahu’s war that’s being forced upon us… We promised America First, and instead got endless wars fought for the interests of others.”
In response, Trump said Carlson is no longer part of the MAGA movement. “Tucker has lost his way. I knew that a long time ago, and he’s not MAGA. MAGA is saving our country. MAGA is making our country great again. MAGA is America First, and Tucker is none of those things. And Tucker is really not smart enough to understand that,” Trump claimed. However, Carlson’s remarks quickly went viral and inspired numerous memes.
Marjorie Taylor Greene exploded with rage on February 28. “This is NOT freeing the Iranian people!!! This is murdering their children!!! WTF are you insane people doing??? AMERICA DOES NOT SUPPORT THIS!!!” On the Megyn Kelly Show, she said, “F**k this war. F**k foreign entanglements,” adding, “Trump, Vance, and Rubio sold us out.”
Megyn Kelly commented, “No one should have to die for a foreign country,” and “I don’t think those service members died for the United States. I think they died for Iran or Israel.”
Candace Owens mockingly renamed the operation “Operation Epstein Fury,”adding,“Goyim always die so the Khazarian mafia can expand their borders.”
Matt Walsh said,“With this Iran thing, I don’t see how the math works in our favor,” and “The messaging on this issue is, to put it mildly, confused.”
Nick Fuentes directly addressed Trump: “@realDonaldTrump NO WAR WITH IRAN. ISRAEL IS DRAGGING US TO WAR. AMERICA FIRST.”
Alex Jones warned of a “high probability that Iran will activate terrorist sleeper cells” and claimed, “Trump’s HUGE gamble accelerates the world’s trajectory towards a nuclear world war.”
Andrew Tate wondered, “Why would going into a war with Iran benefit anybody in America at all?”
All these people are pillars of the MAGA movement, and they feel betrayed. Yet Trump’s actions have drawn criticism not just from media personalities. On X, ordinary MAGA supporters wrote things like, “We voted for walls, not wars.” This is not just the discontent of a perpetually dissatisfied electorate; it signals a systemic break in loyalty, similar to what happened during the Iraq War in 2003.
US military against the conflict
Criticism from within American military circles has further deepened the societal divide. US military casualties, while not overwhelming, are steadily rising. Pentagon officials openly stated, “We expect to take additional losses.”
Retired Colonel Douglas Macgregor has described the current situation as a betrayal. “America First is dead as far as this administration is concerned, this is Israel First,” he said. “All of our bases have been destroyed… We are actually having to fall back on India and Indian ports.”
Marine Corps veteran Scott Ritter called the operation “Epic Failure,” highlighting strikes on civilian targets, including two schools. He noted, “Iran is resisting, and that’s really all it has to do.”
An open letter from 90 US veterans and organizations (written just two days before the attack and representing over half a million former service members) demanded adherence to the War Powers Resolution and urged against any regime change operations or ground invasions. The letter stated, “Pursuing peace through strength requires wisdom, not perpetual conflict.”
The possibility of ‘boots on the ground’, which Trump did not rule out in an interview with the New York Post, intensified military criticism. Political expert Sergey Sudakov highlighted the historical context of this statement. “We often hear the phrase ‘boots on the ground’. It is associated with the Vietnam War and the losses America suffered in it. Americans really fear this term. The current generation doesn’t remember the losses suffered during the Vietnam War. Young people are mostly unaware of it. But the older generation is really alarmed.”
The incident involving former Marine Brian McGinnis during Senate hearings on March 4-5 became a symbol of the growing reluctance of the US military to engage in this conflict. Green Party candidate and Marine veteran McGinnis abruptly interrupted the session, shouting, “No one wants to fight for Israel!” He was violently dragged out by the police and Senator Tim Shaheen, who helped the police. As a result, McGinnis had his arm broken and faced formal charges. Video footage of the confrontation quickly spread across major American and international media outlets – from CNN and the New York Times to Al Jazeera.
The event transcended mere protest and emerged as a powerful symbol of the deep divisions within the military and the Pentagon. Soldiers and veterans who vividly recall the heavy toll of the wars in Iraq and Afghanistan increasingly wonder: what’s the motive behind Trump’s new gamble?
Economic consequences for ordinary Americans
The economic repercussions were felt by everyday Americans almost immediately. According to Reuters, the national average price of gasoline surged by 11%, reaching $3.32 per gallon (with diesel at $4.33, up 15% in a week). Oil prices have already surpassed $90 per barrel.
“Just two days into the aggression against Iran, gas prices in the US spiked significantly. This will impact domestic gas and diesel fuel prices, especially since diesel is critical for military vehicles,” noted political scientist Leonid Savin.
Sudakov added, “Americans are used to paying 75-80 cents per liter for gas. If prices surge two or three times higher, with their love for large, gas-guzzling vehicles, they’ll start tightening their belts. Families living in the suburbs and commuting to the city could spend anywhere from $800 to $2,000 just on fuel. That leads to more problems. People will start putting their homes up for sale and reconsidering mortgages.”
While the current state of the American economy seems manageable, Sudakov predicts a catastrophic spike in prices within a week or two if the conflict with Iran drags on, particularly when June futures come into play. This is fueling discontent among Latino and Muslim communities in the US, who, according to Savin, “are not pleased with these actions,” as well as ordinary Americans struggling with rising costs.
Why did Trump decide to attack Iran?
Why did Trump make such a decision? According to Sudakov, “Foreign trade issues have had a negative impact on Trump’s political capital and credibility. Moreover, during his campaign, he repeatedly highlighted the importance of the Epstein files and how they implicate the Democrats. However, the release of the files also negatively impacted the image of the Republicans and Trump himself.” However, Savin notes that “the Epstein files had little actual impact on this situation, although the coincidence regarding the timing is noteworthy.”
Savin emphasizes the influence of the Zionist lobby (which Epstein might have been a part of) on Trump’s decision. “The Zionist lobby has undoubtedly exerted considerable pressure on Trump, even during his first term. His vice president was a so-called Christian Zionist, and Mike Pompeo identified as a Christian Zionist too... And then there is AIPAC and other organizations advocating for closer ties between the US and Israel… Trump is no exception in this regard. Such eccentric and extravagant ideas exert a considerable influence in the US.”
Both experts agree that Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu played a significant role in the situation. “Netanyahu’s long-held fixation that Iran is developing nuclear weapons has certainly been a driving force, as the justification for the invasion was the claim that Iran was close to acquiring nuclear capability, even though there’s no real basis for that assertion.”
Sudakov views Trump’s “Pyrrhic victory” in Venezuela as one of the motivations behind the current attack on Iran. “Trump was riding high after the operation in Venezuela. He thought that since it was so well planned, a similar approach could work in Iran.” He considered the negotiations the US was conducting with Iran at the same time as the military operation was being prepared, “more of a cover-up process, as has happened many times before.”
The decision to launch a military operation against Iran has undoubtedly intensified polarization in the US. People are taking to the streets with signs that once read ‘Make America Great Again’ – but now, ‘America’ has been crossed out and replaced with ‘Israel’. US Vice President J.D. Vance and other Trump supporters campaigned under the slogan“No More Wars!” which drew thunderous applause. Yet, it seems Vance has chosen to conveniently overlook his past declarations – and many have followed suit.
Within the Pentagon, there has always been significant opposition to major conflicts. As Savin points out, “Among American military personnel in the Pentagon, there has always been a strong opposition which stands against deploying US troops abroad and involving them in wars with no clear purpose… The US hasn’t yet fully recovered from the wars in Iraq and Afghanistan.”
The scenarios for how this situation might unfold are limited: they range from a protracted conflict and possible escalation to a quick ceasefire. “The third scenario is more optimistic, provided they quickly realize the necessity of negotiating a ceasefire… That would be reminiscent of the situation in 2025,” Savin says. However, Iran’s trust in the US has been irreparably damaged, and it’s unlikely it will fall for the same trap twice.
On March 8, Iran appointed a new supreme leader – Mojtaba Khamenei, son of the late Ayatollah Ali Khamenei. Trump reacted immediately and harshly, calling it “unacceptable” and stating, “There will be no deal with Iran except UNCONDITIONAL SURRENDER!” This suggests that hopes for a swift resolution to the conflict are unrealistic.
Operation Epic Fury quickly transformed from a declared triumph into an unpredictable situation that may have catastrophic repercussions for the US. The reactions of key MAGA figures, declining public support, military losses, and looming economic turmoil paint a grim picture: the US is plunging into a domestic political crisis, and promises such as ‘America First’ have been abandoned. Trump risks being remembered not as a peacemaker but as a president who dismantled the very movement that brought him to power. The midterm elections in 2026 may closely resemble those following the invasion of Iraq, offering little good news for Trump and his team. America is weary of endless wars. MAGA is frustrated with its leader’s inconsistency. The ‘time for choosing has come’ – and the choice rests with the American people.
The US, Hungary and Fiji are supporting West Jerusalem, while over a dozen others back South Africa’s lawsuit
Several more states have moved to take part in the Gaza genocide case at the UN’s top court, deepening international divisions over Israel’s military campaign in the Palestinian enclave, according to the International Court of Justice (ICJ).
The case, brought by South Africa in December 2023 amid a deteriorating humanitarian crisis in Gaza as a result of Israel’s offensive, accuses the Jewish state of breaching the 1948 UN Genocide Convention. Since then, more than a dozen countries have applied to join the proceedings.
In a statement on Friday, the ICJ said that Namibia, the US, Hungary and Fiji had each filed declarations of intervention on March 12 in the proceedings under Article 63, which allows states party to the Genocide Convention to set out their own interpretation of the treaty when it is in dispute. Iceland and the Netherlands lodged similar declarations a day earlier.
South Africa argues that Israel’s conduct in Gaza – including mass killing, widespread destruction and the creation of conditions of life which threaten the survival of Palestinians – amounts to genocide. Israel denies the accusation and insists its campaign is a legitimate act of self-defense against Hamas following the October 7 attack.
The US, Hungary and Fiji have submitted legal arguments backing Israel’s position and urging a strict reading of the Genocide Convention, warning that lowering the bar for proving genocidal intent could undermine international law. Washington characterized the lawsuit as legally flawed and urged the ICJ to reject the genocide allegation, arguing that the extremely high threshold for proving genocidal intent has not been met.
Namibia, Iceland and the Netherlands have joined more than a dozen countries that have aligned themselves with South Africa, calling for a broader interpretation of the Genocide Convention that takes into account Israel’s overall conduct, conditions in Gaza and the wider impact of the war.
The Gaza war was triggered by a Hamas raid into Israel on October 7, 2023, when militants killed around 1,200 people and took more than 250 hostage. West Jerusalem responded with a blockade, airstrikes and a ground operation in Gaza that has left over 72,000 Palestinians dead, according to the enclave’s health officials.
Despite a US-brokered ceasefire in October 2025, over 650 Palestinians have been killed and more than 1,740 injured since then, with Israel and Hamas accusing each other of routinely violating the agreement.
Como em final de Copa do Mundo, bares, cinemas e cineclubes em várias cidades do país estão organizando transmissões da premiação, bolões, quizzes e sessões especiais para acompanhar a 98ª edição da maior noite do cinema mundial neste domingo (15).
Se Hollywood trata o Oscar como uma sofisticada engrenagem de campanhas e estratégias de estúdio, no Brasil ele ganhou novos contornos. Há memes nas redes sociais, correntes de torcida e uma mobilização espontânea de cinéfilos que lembra muito o que aconteceu no ano passado com “Ainda Estou Aqui”, que recebeu o Oscar na categoria de melhor filme internacional.
Agora, o centro dessa expectativa é “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, que chega a 2026 com indicações de Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator para Wagner Moura.
Os números ajudam a explicar o entusiasmo. Mesmo competindo com superproduções de Hollywood, o filme brasileiro, segundo dados da FILME B, portal sobre o mercado de cinema no Brasil, lidera a bilheteria entre os indicados ao Oscar, com 2.464.071 ingressos vendidos e mais de R$ 50 milhões arrecadados.
Entre os dez concorrentes ao prêmio principal da Academia Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, organizadora da premiação, é também o longa de menor orçamento, um detalhe que torna sua trajetória ainda mais simbólica.
O cinema brasileiro chega ao Oscar 2026 em um de seus momentos mais importantes. O filme O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho, conquistou quatro indicações, igualando o recorde nacional alcançado por Cidade de Deus.
O longa concorre nas seguintes categorias:
Melhor Filme
Melhor Filme Internacional
Melhor Ator, com Wagner Moura
Melhor Seleção de Elenco
A indicação de Moura é histórica: ele se tornou o primeiro brasileiro indicado ao prêmio de Melhor Ator. Na disputa, o ator enfrenta nomes de peso como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio e Michael B. Jordan.
Além disso, o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso também recebeu uma indicação por seu trabalho no filme Sonhos de Trem.
Torcida nos bares e cinemas pelo Brasil no Oscar
Em várias cidades brasileiras, a premiação será acompanhada coletivamente, um fenômeno que vem crescendo nos últimos anos.
No Rio de Janeiro, o produtor e exibidor Cavi Borges, do Grupo Estação e da Cavideo, prepara novamente uma grande festa para a transmissão.
O evento começou há mais de duas décadas de forma quase improvisada:
“Eu faço essa transmissão ao vivo do Oscar há 25 anos. Começou lá na Cobal do Mytown, quando a Cavideo estava nascendo. Era uma reunião pequena, cinéfila mesmo.”
Nos últimos anos, porém, o evento ganhou proporções inesperadas.
“No ano passado, foi o ápice: quase duas mil pessoas. Cinco salas lotadas e um telão no saguão. Quando o Brasil ganhou o Oscar, o cinema tremeu. Foi histórico.”
Bolão do Oscar 2026
Para 2026, a expectativa é ainda maior. O evento terá bolão de apostas, quiz cinéfilo, concurso de sósias de Wagner Moura e transmissão simultânea em salas do Estação Net Rio e do Estação Net Botafogo.
Mais do que festa, Borges vê nisso um efeito direto do momento que o cinema brasileiro atravessa.
“Muita gente que não frequentava cinema de arte começou a aparecer. Pessoas que iam ao shopping ver blockbuster foram à Estação para ver Ainda Estou Aqui ou O Agente Secreto. E quando chegam lá descobrem um monte de outros filmes.”
Segundo ele, esse movimento ajuda a revelar algo curioso:
“O Brasil produz cerca de 300 filmes por ano, mas o grande público conhece quatro ou cinco. Quando as pessoas entram na sala de cinema por causa de um filme brasileiro que virou fenômeno, elas descobrem que existe muito mais.”
Confira a lista completa de indicações ao Oscar 2026
Melhor Filme
O Agente Secreto
Bugonia
F1
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores
Sonhos de Trem
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Melhor Direção
Chloe Zhao, por Hamnet
Joachim Trier, por Valor Sentimental
Josh Safdie, por Marty Supreme
Paul Thomas Anderson, por Uma Batalha Após a Outra
Ryan Coogler, por Pecadores
Melhor Ator
Wagner Moura, por O Agente Secreto
Timothy Chalamet, por Marty Supreme
Leonardo Di Caprio, por Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke, por Blue Moon
Michael B Jordan, por Pecadores
Melhor Atriz
Jessie Buckley, por Hamnet
Rose Byrne, por Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Renata Reinsve, por Valor Sentimental
Kate Hudson, por Song Sung Blue: Um sonho a dois
Emma Stone, por Bugonia
Ator Coadjuvante
Benicio Del Toro, por Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, por Frankenstein
Delroy Lindo, por Pecadores
Sean Penn, por Uma Batalha Após a Outra
Stellan Skarsgård, por Valor Sentimental
Atriz Coadjuvante
Elle Fanning, por Valor Sentimental
Inga Ibsdotter Lilleaas, por Valor Sentimental
Amy Madigan, por A Hora do Mal
Wunmi Mosaku, por Pecadores
Teyana Taylor, por Uma Batalha Após a Outra
Roteiro Original
Blue Moon
Foi Apenas Um Acidente
Marty Supreme
Valor Sentimental
Pecadores
Roteiro Adaptado
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Sonhos de Trem
Seleção de Elenco
O Agente Secreto
Hamnet
Marty Supreme
Pecadores
Uma Batalha Após a Outra
Melhor Animação
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop
A Pequena Amélie
Zootopia 2
Design de Produção
Frankenstein
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Melhor Fotografia
Frankenstein
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sonhos de Trem
Figurino
Avatar: Fogo e Cinzas
Hamnet
Frankenstein
Pecadores
Marty Supreme
Edição
F1
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Valor Sentimental
Maquiagem e Cabelo
Kokuho
Frankenstein
Pecadores
Coração de Lutador: The Smashing Machine
A Meia-Irmã Feia
Som
F1
Frankenstein
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirāt
Efeitos Visuais
Avatar: Fogo e Cinzas
F1
Jurassic World: Recomeço
O Ônibus Perdido
Pecadores
Trilha Sonora Original
Bugonia
Frankenstein
Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Canção Original
Dear Me, de Diane Warren: Relentless
Golden, de Guerreiras do K-Pop
I Lied to You, de Pecadores
Sweet Dreams of Joy, de Viva Verdi!
Train Dreams, de Sonhos de Trem
Melhor Documentário
The Alabama Solution
Come See Me In The Good Light
Mr Nobody Against Putin
Perfect Neighbour
Cutting Through Rocks
Melhor Filme Internacional
O Agente Secreto, do Brasil
Foi Apenas Um Acidente, da França
Valor Sentimental, da Noruega
Sirāt, da Espanha
A voz de Hind Rajab, da Tunísia
Curta-metragem de Animação
Butterfly
Forever Green
The Girl Who Cried Pearls
Retirement Plan
The Three Sisters
Curta-documentário
All The Empty Rooms
Armed Only With A Camera
Children No More
Perfectly A Strangeness
The Devil Is Busy
Curta-metragem com Atores
Butchers Stain
A Friend Of Dorothy
The Singers
Two People Exchanging Saliva
Jane Austen’s Period Drama
Elenco do filme O Agente Secreto, que já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores – Foto Paulo Pinto/Agência Brasil
O Agente Secreto concorre em 4 categorias no Oscar 2026
Dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, O Agente Secreto tornou-se um caso raro: um filme autoral que conseguiu dialogar com o público sem abrir mão de sua identidade estética.
O longa já ultrapassou 2,4 milhões de espectadores, tornando-se o filme mais visto no Brasil entre todos os indicados ao Oscar deste ano.
Nas redes sociais, Kleber tem demonstrado uma mistura de celebração e responsabilidade diante da mobilização nacional.
O diretor agradeceu recentemente a “energia incrível” do público brasileiro e destacou algo que considera essencial para o sucesso do filme: as políticas públicas de incentivo ao audiovisual. Para ele, o reconhecimento internacional também tem um significado cultural mais amplo.
O cineasta afirma que a presença do filme no Oscar representa uma forma de “soft power brasileiro” — a capacidade de o país projetar sua cultura e sua identidade no palco global. Ao mesmo tempo, Kleber reconhece a pressão e já comentou sentir “medo de decepcionar” diante da enorme expectativa criada no Brasil.
Entre todas as categorias, especialistas apontam uma em que o Brasil aparece particularmente forte. A nova categoria de Melhor Direção de Elenco, criada pela Academia em 2024 e inaugurada nesta edição do Oscar, pode marcar um momento histórico para o país.
O brasileiro Gabriel Domingues foi indicado pelo trabalho em O Agente Secreto, responsável pela seleção de mais de 60 atores, combinando nomes consagrados e novos
Mesmo com o entusiasmo brasileiro, a disputa continua aberta. Veículos especializados americanos apontam “Pecadores”, de Ryan Coogler, como possível grande vencedor da noite.
Publicações ligadas ao cinema independente foram mais generosas com o longa brasileiro. O site IndieWire, por exemplo, colocou O Agente Secreto no topo do ranking entre os indicados a Melhor Filme.
Entre os favoritos estão Timothée Chalamet, vencedor do Globo de Ouro, e Michael B. Jordan. Mas há também histórias que Hollywood adora: trajetórias longas esperando reconhecimento.
É impossível não lembrar, por exemplo, de Ethan Hawke — um dos atores mais respeitados de sua geração que, surpreendentemente, nunca levou uma estatueta.
Enquanto isso, o Brasil torce por Wagner Moura, que chega à corrida com enorme capital simbólico após sua vitória no Globo de Ouro.
Wagner Moura concorre na categoria de melhor ator – Foto Paulo Pinto/Agência Brasil
Se os prognósticos internacionais são cautelosos, no Brasil o sentimento é outro. Há algo que números e estatísticas não capturam: a mobilização afetiva em torno de um filme. Nunca tantos portais, canais de cinema, podcasts e perfis nas redes sociais acompanharam tão intensamente a temporada de premiações.
Talvez porque o cinema brasileiro esteja vivendo um momento raro: o de voltar a se ver no centro da conversa mundial.
Pesquisa do instituto Genial/Quaest indica que um eventual apoio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República pode ter um efeito contrário ao esperado. Segundo o levantamento divulgado nesta sexta-feira (13), a manifestação pública do líder norte-americano aumentaria a chance de voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para 32% dos entrevistados — percentual superior aos 28% que afirmam que o apoio de Trump ampliaria a probabilidade de votar no senador. Leia em TVT News.
A pesquisa foi realizada entre os dias 6 e 9 de março e ouviu presencialmente 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Os dados sugerem que a figura de Trump, um dos principais nomes da direita global e aliado político do bolsonarismo, polariza o eleitorado brasileiro e pode provocar reações distintas entre diferentes segmentos da população. Além dos 32% que dizem que o apoio do republicano aumentaria a disposição de votar em Lula e dos 28% que afirmam que isso favoreceria Flávio Bolsonaro, outros 19% apontam que o gesto estimularia o voto em um candidato de “terceira via”, fora da polarização entre os dois campos políticos. Já 14% afirmam que a manifestação não faria diferença em sua decisão de voto e 7% não souberam responder.
De acordo com o cientista político Felipe Nunes, diretor da Quaest, os resultados indicam que a associação direta com Trump pode ser mais prejudicial do que benéfica para a candidatura do senador. “Trump parece mais atrapalhar que ajudar a candidatura da oposição. Quando perguntados, 32% dos brasileiros afirmam que um apoio de Trump a Flávio faria com que aumentassem as chances de votar em Lula”, afirmou, em publicação no X (ex-Twitter).
Polarização entre bases políticas
A pesquisa também detalha como diferentes grupos do eleitorado reagiriam ao eventual endosso do presidente norte-americano.
Entre os eleitores que se declaram bolsonaristas, o efeito é fortemente positivo para o senador: 80% afirmam que o apoio de Trump aumentaria sua disposição de votar em Flávio Bolsonaro. Já entre os eleitores que se identificam com Lula, o movimento é inverso: 79% dizem que o gesto ampliaria a chance de votar no atual presidente.
Entre os eleitores independentes — grupo considerado decisivo em disputas presidenciais — o impacto tende a favorecer alternativas fora da polarização. Nesse segmento, 33% afirmam que o apoio do presidente norte-americano estimularia a busca por um candidato que não seja nem Lula nem Flávio.
Os resultados também variam conforme religião, gênero, renda e escolaridade. Entre evangélicos, 36% dizem que o apoio de Trump aumentaria as chances de votar no senador. Já entre católicos, 35% afirmam que o gesto fortaleceria a intenção de votar em Lula.
No recorte de gênero, o apoio de Trump beneficia mais o senador entre homens: 33% afirmam que isso elevaria as chances de voto em Flávio Bolsonaro. Entre as mulheres, porém, o efeito tende a favorecer Lula: 35% dizem que a manifestação aumentaria a disposição de votar no petista.
Em relação à renda, o potencial de voto em Flávio Bolsonaro impulsionado por Trump é maior entre quem ganha mais de cinco salários mínimos, grupo em que 33% dizem que aumentariam as chances de votar no senador. Já entre os brasileiros com renda de até dois salários mínimos, 37% afirmam que o apoio ao parlamentar ampliaria a chance de votar em Lula.
A reação também apresenta variações regionais. No Sul, 35% afirmam que o apoio de Trump aumentaria as chances de voto em Flávio Bolsonaro. No Nordeste, por outro lado, metade dos entrevistados (50%) diz que um eventual endosso do presidente norte-americano elevaria a probabilidade de votar em Lula.
Entre faixas etárias, o impacto pró-Flávio Bolsonaro aparece com mais força entre pessoas de 35 a 44 anos, grupo em que 33% afirmam que o apoio aumentaria as chances de votar no senador. Já entre jovens de 16 a 24 anos, o maior efeito seria o estímulo à terceira via: 25% afirmam que buscariam outro candidato. Entre idosos com 60 anos ou mais, 38% dizem que o apoio de Trump elevaria as chances de votar em Lula.
Rejeição aos Estados Unidos cresce
Além do impacto eleitoral, o levantamento aponta uma deterioração na imagem dos Estados Unidos entre os brasileiros. Atualmente, 48% dos entrevistados dizem ter opinião desfavorável sobre o país, enquanto 38% afirmam ter uma visão positiva.
A tendência representa uma mudança significativa em relação a outubro de 2023, quando 56% dos brasileiros declaravam ter imagem favorável dos EUA e apenas 25% tinham opinião negativa. Desde então, a percepção positiva vem caindo gradualmente.
O saldo de imagem — diferença entre avaliações positivas e negativas — também piorou. Em agosto de 2025, a diferença era de quatro pontos negativos. Agora, chegou a dez pontos negativos.
Segundo a Quaest, a deterioração ocorre em praticamente todos os segmentos da sociedade brasileira, incluindo diferentes regiões, faixas de renda e níveis de escolaridade.
O cenário se insere em um contexto internacional marcado por tensões geopolíticas e pela crescente polarização política global. Nos últimos meses, as ações do governo norte-americano em conflitos internacionais, incluindo a escalada militar contra o Irã, têm ampliado o debate sobre a influência da política externa dos EUA na opinião pública de países como o Brasil.
Nesse ambiente, a pesquisa sugere que a associação direta entre lideranças brasileiras e figuras centrais da política norte-americana pode produzir efeitos eleitorais complexos — e, em alguns casos, contrários aos esperados por seus aliados políticos.
O apresentador Ratinho se pronunciou após repercussão de comentários transfóbicos feitos sobre a deputada federal Erika Hilton durante seu programa no SBT. As ofensas ocorreram após ele comentar a eleição da parlamentar para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
Após a repercussão, o apresentador afirmou que suas falas fazem parte de crítica política e negou intenção de preconceito. “Defendo a população trans. Mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política não é preconceito. É jornalismo. E não vou ficar em silêncio.”
🚨VEJA: Ratinho se pronuncia após falas contra Érika Hilton:
“Eu defendo a população trans, mas defendo também o direito de questionar quem governa. Crítica política, gente, não é preconceito, é jornalismo. E eu não vou ficar em silêncio”.
Durante o programa, Ratinho questionou a escolha da deputada para o cargo e fez comentários sobre identidade de gênero. “Ela não é mulher, ela é trans. Eu não tenho nada contra trans, mas se tem outras mulheres, mulher mesmo… Mulher para ser mulher tem que ser mulher, gente. Eu até respeito, respeito todo mundo que tem comportamento diferente, está tudo certo. Agora, para ser mulher tem que ter útero, menstruar, tem que ficar chata três, quatro dias”, disse.
O apresentador também declarou que não concorda com a eleição da parlamentar para a comissão. “Eu sou contra. Eu acho que deveria deixar uma mulher. Mas quero dizer que não tenho nada contra a deputada, o deputado… A deputada Erika Hilton. Ela não me fez nada, ela só fala bem, mas não tenho nada contra ela. Acho que deveria ser uma mulher.”
Em outro momento, Ratinho questionou se uma mulher trans poderia representar pautas femininas. “Para quem não sabe, a deputada Erika Hilton é trans, mas será que ela entende dos problemas e desafios de uma pessoa que nasceu mulher? Não é fácil ser mulher. Imagine se uma mulher trans fosse defender as pautas relacionadas ao público masculino? Estaria certo? Também não. Está certo, vamos nos modernizar, ter inclusão, mas não precisa exagerar.”
DESSERVIÇO! Ratinho dispara contra Érika Hilton ao vivo, e diz que a Deputada NÃO É MULHER.
A deputada respondeu nas redes sociais e afirmou não se preocupar com as críticas. “Não estou nem um pouco preocupada se o esgoto da sociedade não gostou. A opinião de transfóbicos e imbecis é a última coisa que me importa. Hoje fiz história por mim, que tive minha adolescência e minha dignidade roubada pelo preconceito e discriminação.”
Ela também comentou a eleição para a presidência da comissão. “Podem espernear. Podem latir. Eu sou a presidenta da Comissão da Mulher? E foi a minha luta, a minha história e a minha garra que me trouxeram até aqui.”
O SBT divulgou nota afirmando que as declarações não representam a posição da emissora. “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa, que tratará do tema internamente a fim de que nossos valores sejam respeitados por todos os colaboradores.”
Erika Hilton informou que acionou o Ministério Público Federal para investigar o caso e pediu abertura de ação civil pública com pedido de indenização por danos morais coletivos. Segundo ela, as falas não atingem apenas pessoas trans. “Este ataque de Ratinho foi contra todas as mulheres trans e contra todas as mulheres cis que não menstruam mais ou nunca menstruaram.”
A deputada também afirmou que pretende levar o caso adiante. “Ratinho e o SBT pagarão por seus atos. Eles não pagarão a mim, mas a todas as mulheres vítimas de violência, trans e cis. Por fim, vale lembrar: eu sou e sempre serei uma mulher. Este apresentador é, e sempre será, um rato.”
Sim, estou processando o apresentador Ratinho.
Sei que, pela audiência irrisória de seu programa, que até onde sei não agrada nem suas chefes no SBT, lhe resta apelar à violência.
Porque o que o apresentador cometeu foi uma violência, um ataque, e não foi só contra mim.… pic.twitter.com/F9Suqaf3b8
Todos dizendo uma obviedade: que Flávio Bolsonaro não convence como bolsonarista moderado.
Surpreendeu, na GloboNews, uma bancada unânime, principalmente pela presença de Merval.
Merval pode estar dizendo que a Globo aposta em Ratinho Júnior, que será o candidato do PSD, segundo o próprio Merval.
Manchete do colunista Merval Pereira sobre Flávio Bolsonaro, no Globo. Foto: Reprodução
O jornalista chegou a dizer que o pai tentou e que Flávio também pode tentar um golpe.
A pauta da roda de conversa era provocativa para o padrão Globo: Flávio moderado? Fizeram a pergunta, assim formulada e fixada numa tarja na TV, para baterem no filho ungido.
A melhor intervenção foi a de Flávia, que se apresentou como carioca que nasceu e sempre morou no Rio e conhece o radicalismo de toda a família, inclusive o de Flávio.
(Esclareço que as posições categóricas de Flávia e Miriam não surpreendem. Só faltou as duas definirem Flávio como um farsante que até agora não apresentou nenhuma ideia.
Não há surpresa nenhuma na cena em que Ratinho ataca Erika Hilton no SBT. O mais constrangedor é a reação da plateia de mulheres que estão em torno do apresentador.
Elas riem quando a ratazana imita mulheres fazendo exame e aplaudem quando ele encerra o discurso dizendo que Erika não é mulher e que há um exagero na defesa da ‘inclusão’.
Aquelas mulheres da plateia podem ser consideradas pessoas alheias à agressão que estão ouvindo? Elas não têm condições de avaliar o ataque transfóbico e criminoso do ratão?
DESSERVIÇO! Ratinho dispara contra Érika Hilton ao vivo, e diz que a Deputada NÃO É MULHER.
É assim mesmo? Parte das esquerdas ainda acredita que um vasto contingente de brasileiros não tem discernimento para saber o que é certo e errado numa hora dessas?
A ignorância e a alienação são atenuantes para quem aplaude homens incitadores de ódio e discriminação?
A deputada Erika Hilton e o apresentador Ratinho. Foto: Reprodução
Com salário estimado em R$ 1,5 milhão por mês, o apresentador Ratinho pode ser demitido do SBT após declarações homofóbicas sobre a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A emissora divulgou nota pública afirmando que as falas do comunicador não representam os valores institucionais do canal e informou que o caso está sendo analisado internamente, sem descartar medidas drásticas.
A polêmica começou quando Ratinho comentou a eleição de Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. O apresentador afirmou: “Para ser mulher tem que ter útero” e também disse que a parlamentar “não é mulher, é trans”. As declarações provocaram críticas nas redes sociais e reação imediata da deputada.
Ratinho sobre Erika Hilton na Presidência da Comissão da Mulher na Câmara dos Deputados:
Diante do episódio, Erika anunciou que acionou o Ministério Público para que o caso seja investigado. Segundo a parlamentar, as declarações podem configurar crime e devem ser analisadas dentro do que prevê a legislação brasileira sobre discriminação e discurso de ódio.
Em nota oficial, o SBT declarou que repudia qualquer forma de preconceito e afirmou que as falas do apresentador estão sendo avaliadas pela direção. “O SBT repudia qualquer tipo de discriminação e preconceito, que são o oposto dos princípios e valores da empresa. As declarações do apresentador Ratinho, expressadas ao vivo ontem em seu programa, não representam a opinião da emissora e estão sendo analisadas pela direção da empresa”, diz o comunicado. Até o momento, não há confirmação sobre demissão, mas a situação aumentou a pressão sobre o apresentador dentro da emissora.
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
Presidente recebeu atletas medalhistas do Mundial de Ginástica Rítmica no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:
Preço do petróleo: Barril de Brent volta a superar US$ 100
O barril de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial de petróleo, voltou a superar a barreira dos 100 dólares, apesar da liberação, na véspera, de enormes reservas para evitar uma escassez mundial.
A Agência Internacional de Energia (AIE) anunciou uma liberação recorde de reservas estratégicas de petróleo para estabilizar os mercados.
Quantas pessoas poderia alimentar? Pentágono afirma que campanha contra o Irã custou US$ 11.300 milhões em uma semana
A primeira semana da guerra contra o Irã custou aos Estados Unidos mais de 11.300 milhões de dólares, segundo informações do Pentágono no Congresso
– Navio com bandeira das Ilhas Marshall atacado –
A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que atacou um navio com bandeira das Ilhas Marshall, que segundo Teerã pertenceria aos Estados Unidos, na parte norte do Golfo após “ignorar e não atender as advertências”.
– Israel anuncia ataques “em larga escala” no Irã –
O Exército israelense anunciou ataques “em larga escala” contra infraestruturas no Irã, no 13º dia da guerra desencadeada pela ofensiva de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica.
– Redução drástica da produção de petróleo –
Os países do Golfo reduziram a produção de petróleo em pelo menos 10 milhões de barris diários diante do bloqueio do Estreito de Ormuz pela guerra no Oriente Médio, o que representa “a maior perturbação” de fornecimento da história, informou a Agência Internacional de Energia (AIE).
“Reduções importantes da oferta” foram registradas, em particular, no Iraque, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos e na Arábia Saudita, todos alvo de ataques de represália do Irã.
Esta foto divulgada pela Marinha Real Tailandesa em 11 de março de 2026 mostra fumaça saindo do navio cargueiro tailandês ‘Mayuree Naree’ próximo ao Estreito de Ormuz após um ataque. Um navio cargueiro tailandês que navegava no Estreito de Ormuz foi atacado em 11 de março, informou a Marinha Tailandesa. (Foto: Divulgação / MARINHA REAL TAILANDESA / AFP) /
– Base militar italiana atacada no Iraque –
Um ataque contra uma base italiana no Curdistão iraquiano provocou danos, mas não deixou feridos, informaram as autoridades italianas.
O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, condenou o ataque e explicou que a base “fica dentro de um complexo que inclui bases de outros países, sobretudo dos Estados Unidos”, portanto não é possível saber ao certo quem era o alvo.
– Ataques de drones contra países do Golfo –
Vários drones iranianos atingiram o aeroporto internacional do Kuwait, provocando “danos materiais”, informaram as autoridades.
Também foi registrado um “incidente menor com drones” em um edifício em Dubai, depois que os aparelhos foram interceptados “com sucesso”, segundo o governo local.
– Um morto após ataque contra dois petroleiros –
Um ataque contra dois petroleiros a quase 50 quilômetros do Iraque matou pelo menos um integrante da tripulação, de nacionalidade indiana. Trinta e oito foram resgatados.
– Porta-contêineres atingido –
Um navio porta-contêineres foi atingido por um “projétil desconhecido” na costa dos Emirados Árabes Unidos, o que provocou um “pequeno incêndio” a bordo, informou a agência marítima britânica (UKMTO). Toda a tripulação está a salvo, indicou o capitão.
– Ataque contra depósitos de petróleo no Bahrein –
O Ministério do Interior do Bahrein pediu aos moradores de várias localidades que permaneçam em suas casas após um ataque, atribuído ao Irã, contra depósitos de combustíveis em Muharraq.
– Riade neutraliza drone que se aproximava das embaixadas –
O Ministério da Defesa saudita anunciou que derrubou um drone que se aproximava de um bairro da capital, Riade, onde se encontram as embaixadas estrangeiras.
O Ministério da Defesa do Kuwait também informou que suas defesas aéreas interceptaram várias aeronaves não tripuladas, enquanto o Irã lançava ataques contra os países do Golfo ricos em petróleo.
– Sete mortos em ataque em Beirute –
O Líbano afirmou que um ataque israelense contra uma zona costeira do centro de Beirute deixou ao menos sete mortos na manhã de quinta-feira.
O Hezbollah anunciou que havia atacado uma base de inteligência militar israelense em Glilot, subúrbio de Tel Aviv, “com uma série de mísseis avançados”.
O Exército israelense afirmou que lançou “uma ampla onda de ataques contra infraestruturas terroristas do Hezbollah em todo o Líbano”.
– Um morto em ataque contra petroleiros no Iraque –
Um ataque contra petroleiros perto do Iraque matou um tripulante. Farhan Al Fartousi, da Companhia Geral de Portos do Iraque, declarou que um membro da tripulação de um petroleiro faleceu e 38 foram resgatados até o momento.
– EUA libera reservas estratégicas –
O governo dos Estados Unidos vai liberar progressivamente 172 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, como parte de um esforço conjunto dos países membros da Agência Internacional de Energia (AIE) para limitar as consequências econômicas da guerra no Oriente Médio.
O Governo do Brasil anunciou nesta quinta-feira, 12 de março, um pacote emergencial para proteger a população brasileira da alta internacional do petróleo e reduzir a pressão sobre o preço do diesel no país. O pacote inclui zeragem das alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, subvenção ao combustível, imposto regulatório sobre exportações de petróleo e novas regras para reforçar a fiscalização no mercado de combustíveis. Leia em TVT News.
“Eu estou com os meus ministros para anunciar medidas de proteção ao povo consumidor brasileiro. Medidas que vão fazer com que o governo brasileiro extinga a cobrança do PIS e do Cofins, que vão fazer com que a gente cobre imposto de exportação do petróleo para garantir subvenção para evitar o aumento do preço”, disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.
As ações buscam mitigar os impactos do cenário internacional marcado pela forte volatilidade de preço do petróleo, decorrente do conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e o Irã e das tensões no entorno do Estreito de Ormuz, corredor estratégico por onde passa cerca de um quinto do petróleo consumido no mundo.
Ao editar essas medidas, o Governo do Brasil atua para evitar que a população brasileira, os caminhoneiros e os setores produtivos arquem sozinhos com o custo de uma crise externa. A iniciativa também busca conter pressões inflacionárias, especialmente sobre alimentos, fretes e bens essenciais que dependem diretamente do transporte rodoviário.
Medidas anunciadas por Lula
IMPOSTO ZERADO — Lula assinou o Decreto nº 12.875/2026, que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o diesel, eliminando os únicos tributos federais cobrados sobre o combustível. O impacto estimado é de redução de R$ 0,32 por litro. “Estamos dizendo em alto e bom som que estamos fazendo um sacrifício enorme aqui, uma engenharia econômica, para evitar que os efeitos da irresponsabilidade das guerras cheguem ao povo brasileiro”, afirmou Lula.
SUBVENÇÃO — O presidente também assinou a Medida Provisória nº 1.340/2026, que prevê o pagamento de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores de diesel, que deverão repassar esse valor. Somadas, as medidas previstas no decreto e na MP têm o objetivo de gerar um alívio de R$ 0,64 por litro, para conter a pressão de custos ao longo da cadeia e criar condições para que esse efeito chegue à população nas bombas dos postos.
“Nós vamos fazer tudo o que for possível e, quem sabe, esperar até a boa vontade dos governadores dos estados, que podem reduzir um pouco o ICMS também no preço do combustível, naquilo que for possível cada estado fazer, para que a gente garanta que essa guerra não chegue ao bolso do motorista, ao bolso do caminhoneiro. Não chegando ao bolso do caminhoneiro, não vai chegar ao prato de feijão, da salada de alface, da cebola e a comida que o povo mais come”, registrou o Lula.
MEDIDAS TEMPORÁRIAS — O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, destacou que as medidas têm caráter emergencial e não interferem na política de preços da Petrobras. “Essas são medidas temporárias, que têm a ver com o estado de guerra que nós estamos vivendo, sem previsibilidade de solução de curtíssimo prazo. Todos estamos trabalhando no sentido de reivindicar a paz, reivindicar que os organismos internacionais atuem no sentido de buscar a paz”, disse o ministro.
Segundo Haddad, o objetivo é reduzir o impacto do cenário externo sobre a economia brasileira. “Com essas medidas, o fortalecimento da ANP, da fiscalização e com as medidas econômicas tomadas, nós vamos conseguir lograr êxito em, tanto quanto possível, não permitir que os efeitos da guerra afetem o dia a dia do brasileiro, o dia a dia da brasileira”, completou Haddad.
IMPOSTO DE EXPORTAÇÃO — A MP também prevê o Imposto de Exportação sobre o petróleo para aumentar o refino brasileiro e garantir o abastecimento interno. A renda excedente obtida em função do aumento de preço do petróleo no mercado internacional será compartilhada com a sociedade brasileira.
FISCALIZAÇÃO — A Medida Provisória amplia ainda instrumentos de atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para combater práticas lesivas ao consumidor, como o aumento abusivo de preços e a retenção especulativa de estoques com a finalidade de provocar escassez ou a venda do produto por valores mais altos.
TRANSPARÊNCIA — Outro decreto assinado pelo presidente determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara e visível ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em função da subvenção.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que as medidas adotadas pelo governo vão fortalecer o monitoramento e a fiscalização do mercado de combustíveis no país. “Vamos criar condições para aperfeiçoar o trabalho de monitoramento e de fiscalização dos órgãos de controle brasileiros, dar mais ferramentas e instrumentos para a ANP poder acompanhar, monitorar a prática de preços no Brasil, e também dar mais instrumentos para os órgãos de defesa do consumidor terem referências objetivas para que eles possam atuar”, destacou Rui Costa.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, ressaltou que as medidas também contribuem para enfrentar distorções na cadeia de distribuição e comercialização de combustíveis. “Um dos setores mais difíceis que temos enfrentado, em especial com a Fazenda e com a coordenação da Casa Civil, é combater a especulação de preço na cadeia dos combustíveis, que é tão fundamental na formação de preço final, em especial dos alimentos”, afirmou.
IMPACTO — O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias, destacou alguns pontos essenciais sobre as medidas anunciadas pelo governo. Ele explicou que o impacto da redução do preço do diesel fica ainda maior porque o Brasil usa a mistura B15, ou seja, 15% de biodiesel misturado ao diesel. “Isso faz com que o impacto dessas medidas de hoje seja ainda maior para a proteção do consumidor e do setor”, disse.
Ele também reforçou que o imposto sobre exportação tem caráter regulatório. “Há incidência desse imposto de exportação, que é de caráter meramente regulatório. Ele não tem caráter arrecadatório. É apenas para fomentar a produção nacional, que não é pouco, é muito, e segundo, garantir o abastecimento do mercado interno”, destacou o secretário-executivo.
O barril de West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.
Irã alerta que guerra poderá ser longa e ‘destruir’ a economia mundial
O Irã atacou, nesta quarta-feira (11), vários navios no Estreito de Ormuz, essencial para o transporte de petróleo, e assegurou que está preparado para uma guerra longa que “destruirá” a economia mundial.
Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu que o conflito terminará “em breve” e que “praticamente não resta nada para atacar no Irã”, cuja população está há 12 dias sob bombas.
Em Teerã, capital iraniana, os habitantes “estão se acostumando a viver apesar de tudo e a se adaptar, o melhor que podem, a esta situação”, disse um morador à AFP.
“Depositamos nossa fé em Deus. Por enquanto, há comida nas lojas”, afirmou com certa resignação Mahvash, residente de 70 anos.
A guerra iniciada em 28 de fevereiro com o ataque dos Estados Unidos e de Israel que matou o líder supremo iraniano mergulhou o Oriente Médio e o mercado petrolífero no caos.
O fechamento, na prática, do Estreito de Ormuz e os ataques iranianos às monarquias petrolíferas do Golfo dispararam o preço do petróleo, que se aproximou dos 120 dólares nesta semana, antes de recuar.
Em uma tentativa, por ora pouco bem-sucedida, de conter a alta dos preços, a Agência Internacional de Energia anunciou que seus países-membros liberariam 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, um recorde.
Mas o Irã também ameaçou os “centros econômicos e bancos” que considera vinculados aos interesses americanos e israelenses, o que levou o Citi e a consultoria Deloitte a evacuar seus escritórios em Dubai.
Os Estados Unidos e Israel “devem considerar a possibilidade de se verem envolvidos em uma guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial”, declarou Ali Fadavi, assessor do comandante-chefe da Guarda Revolucionária.
– EUA menciona possíveis ataques a portos civis iranianos –
O comando militar dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom) advertiu nesta quarta-feira (11) os civis iranianos para que se mantenham afastados dos portos do Estreito de Ormuz que, segundo Washington, são utilizados por Teerã para fins militares.
O Irã respondeu que, caso seus portos sejam atacados por Israel e pelos Estados Unidos, atingiria portos em países do Oriente Médio.
– Novo líder supremo ferido –
O embaixador iraniano em Londres declarou que Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo, foi ferido no ataque que matou seu pai.
“Ele também estava lá e foi ferido no bombardeio”, disse Alireza Salarian ao jornal britânico The Guardian. “Ouvi dizer que sofreu ferimentos nas pernas, mão e braço… Acredito que esteja no hospital”, enfatizou.
Enquanto isso, o filho do presidente da república islâmica, Youssef Pezeshkian, anunciou que o sucessor do aiatolá Ali Khamenei estava “são e salvo”.
– Liberação de 400 milhões de barris –
Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram por unanimidade liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas para o mercado, a maior liberação da história da instituição, anunciou a AIE.
– “Guerra de desgaste” –
A Guarda Revolucionária do Irã alertou para a possibilidade de uma “guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial”, disse um assessor do comandante-em-chefe do exército ideológico iraniano à televisão estatal.
– Suíça fecha sua embaixada no Irã –
A Suíça fechou temporariamente sua embaixada em Teerã, mas mantém uma “linha de comunicação” aberta entre Estados Unidos e Irã. Por décadas, a Suíça desempenhou um papel fundamental na manutenção de um contato diplomático entre Washington e Teerã.
– Hackers iranianos reivindicam ciberataque contra grupos americanos –
Um grupo de piratas informáticos ligado ao Irã reivindicou nesta quarta-feira dois ciberataques contra grupos americanos: o fornecedor de equipamentos médicos Stryker e a plataforma de pagamentos digitais Verifone.
Em uma conta no X associada a esse grupo chamado Handala Hack, os autores justificam o ataque pelos vínculos entre a Stryker e Israel, já que o grupo industrial adquiriu em 2019 uma empresa israelense.
– Macron não tem confirmação do deslocamento de minas em Ormuz –
O presidente da França, Emmanuel Macron, assegurou nesta quarta-feira que não tinha “confirmação, nem por parte de serviços aliados nem por parte de nossos próprios serviços” de inteligência sobre o uso de minas navais pelo Irã no Estreito de Ormuz.
O presidente afirmou que as capacidades militares do Irã “não foram reduzidas a zero” pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel.
– Número de mortos no Líbano sobe para 634 –
O Líbano anunciou nesta quarta-feira que o número de mortos em 10 dias de combates entre Israel e o Hezbollah no contexto da guerra no Oriente Médio chegou a 634, e que mais de 800 mil pessoas se registraram como deslocadas.
Em números atualizados, o ministro da Saúde, Rakan Nassereddine, detalhou em uma coletiva de imprensa que o número de mortos incluía 91 crianças, acrescentando que mais de 1.500 pessoas ficaram feridas.
– Diversas empresas ocidentais fecham escritórios –
O grupo financeiro americano Citi e a consultoria britânica Deloitte pediram a seus funcionários que evacuassem seus escritórios em Dubai depois que o Irã ameaçou atacar bancos ligados aos Estados Unidos e a Israel no Oriente Médio. Outra consultoria britânica, a PwC, anunciou o fechamento de seus escritórios em vários países do Golfo como medida de precaução.
– “Não há mais nada para atacar”
Donald Trump afirmou que “praticamente não há mais nada para atacar” no Irã e que o conflito terminará “em breve”, em entrevista por telefone ao site de notícias Axios. “Assim que eu quiser que isso pare, vai parar”, acrescentou o presidente americano.
– Ataques em países do Golfo –
Mas todas as atenções continuam voltadas para o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo bruto e do gás natural liquefeito (GNL) mundial.
O Irã anunciou ter atacado um porta-contêineres com bandeira da Libéria e um graneleiro tailandês que entraram no estreito “após ignorar os alertas das forças navais” da Guarda Revolucionária.
A marinha de Omã resgatou 20 tripulantes e outros três continuam desaparecidos. As imagens divulgadas pela marinha tailandesa mostram uma coluna de fumaça preta saindo do navio.
Analistas acreditam que o fechamento prolongado do estreito, por onde também circula um terço dos fertilizantes usados na produção mundial de alimentos, teria um efeito devastador na economia global, especialmente na Ásia e na Europa.
O presidente da França, Emmanuel Macron, instou os líderes do G7 a agir para restabelecer a navegação no estreito “o mais rápido possível”, enquanto a ONU pediu a todas as partes que permitam o trânsito de ajuda humanitária.
O Irã está ampliando as consequências econômicas da guerra para os aliados dos Estados Unidos no Golfo. Vários drones caíram perto do aeroporto de Dubai e outras embarcações atingiram tanques de combustível em um porto omanense.
O impacto econômico está pressionando Trump, criticado por seus rivais por ter iniciado uma guerra sem se preparar para as consequências.
No entanto, nesta quarta-feira ele disse que “assim que [ele] quiser que pare” a guerra, “vai parar”, e que quase não há mais o que atacar no Irã, em declarações ao site de notícias Axios.
Também afirmou aos jornalistas que “verão uma grande segurança” para os petroleiros no Estreito de Ormuz, mas não explicou como pretende garantir isso.
– Bola de fogo em Beirute –
Em Israel, o ministro da Defesa, Israel Katz, indicou que a operação “continuará sem qualquer limite de tempo, enquanto for necessário”.
O governo israelense afirma ter lançado uma nova “onda de ataques em grande escala” por todo o Irã e contra alvos do Hezbollah na capital libanesa, Beirute, transformada em outra frente da guerra.
Os ataques israelenses atingiram um prédio de apartamentos no centro da cidade, o segundo ataque ao coração da capital desde o início da guerra.
Quando o ataque aconteceu, “corri de quarto em quarto, tirei minha mulher e minha filha dos cômodos e as escondi atrás de um muro, depois veio o segundo ataque”, contou Fawzi Asmar, dono de uma padaria na rua onde ocorreu o bombardeio.
Os ataques de Israel e dos Estados Unidos acontecem semanas depois de as autoridades iranianas terem reprimido protestos em massa contra o governo.
“Todas as nossas forças também estão prontas, com o dedo no gatilho, preparadas para defender sua revolução”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, alertando contra qualquer tipo de dissidência, em declarações à emissora estatal IRIB.
Os Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra em 28 de fevereiro com um ataque que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Seu filho Mojtaba Khamenei foi nomeado seu sucessor, embora ainda não tenha aparecido em público e, segundo alguns meios, tenha ficado ferido no mesmo ataque em que seu pai morreu.
Porém, segundo escreveu no Telegram Yousef Pezeshkian, filho do presidente iraniano, Mojtaba Khamenei “está são e salvo”.
O Ministério da Saúde do Irã declarou em 8 de março que mais de 1.200 pessoas morreram nos ataques dos Estados Unidos e de Israel, e que mais de 10 mil civis ficaram feridos.
A AFP não pôde verificar os números de forma independente.
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Navios atacados em Ormuz
Pelo menos quatro navios foram atacados nesta quarta-feira na região do Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para o petróleo e o gás. A agência marítima britânica UKMTO registrou 14 incidentes contra embarcações na área desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.
Um navio cargueiro tailandês que navegava no Estreito de Ormuz foi atacado em 11 de março, e 20 tripulantes foram resgatados até o momento, informou a Marinha da Tailândia. (Foto: Divulgação / MARINHA REAL DA TAILANDESA / AFP)
O Exército do Irã considera navios israelenses, americanos e de seus aliados ‘alvos legítimos’ em Ormuz
O Exército do Irã afirmou nesta quarta-feira (11) que qualquer navio pertencente aos Estados Unidos, Israel ou a seus aliados que atravesse o estratégico Estreito de Ormuz é considerado um alvo legítimo de guerra.
– Advertência de Erdogan –
O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, pediu o fim da guerra no Oriente Médio “antes que devaste toda a região”.
Se o conflito persistir, “haverá mais perdas de vidas e bens, e o custo para a economia global aumentará ainda mais” acrescentou.
Em seu balanço mais recente, o governo libanês informa que 570 pessoas morreram nos bombardeios israelenses, incluindo 86 crianças.
O movimento pró-iraniano Hezbollah arrastou o país para a guerra regional em 2 de março ao lançar mísseis contra Israel.
– Novo líder iraniano “são e salvo” –
O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está “são e salvo”, apesar de ter sofrido ferimentos no ataque que matou seu pai e antecessor, o aiatolá Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva de Israel e dos Estados Unidos em 28 de fevereiro, afirmou o filho do presidente da República Islâmica, Yusef Pezeshkian.
Segundo o jornal The New York Times, que cita três fontes do governo iraniano, o novo líder, de 56 anos, teria ferimentos sobretudo nas pernas, mas está a salvo em um local de segurança máxima, embora com possibilidades de comunicação limitadas.
– Drones atingem o aeroporto de Dubai –
Drones caíram perto do aeroporto de Dubai e deixaram quatro feridos, mas o tráfego aéreo não foi interrompido, informou o governo da cidade dos Emirados Árabes Unidos.
– Ataque contra Beirute –
Um ataque israelense atingiu nesta quarta-feira o centro de Beirute pela segunda vez desde o início da guerra, informou a agência de notícias estatal libanesa.
Israel também voltou a bombardear os subúrbios do sul de Beirute, reduto do grupo pró-iraniano Hezbollah.
– Explosões em Doha –
Várias explosões foram ouvidas em Doha, capital do Catar, informaram jornalistas da AFP.
O Ministério do Interior catari anunciou um “nível elevado de ameaça à segurança” e recomendou que a população evite sair de casa e permaneça longe das janelas.
– Manifestantes “inimigos” –
Qualquer manifestante contrário às autoridades será tratado como “inimigo”, advertiu o chefe da polícia iraniana, Ahmad Reza Radan, dois meses após a violenta repressão de um movimento de protesto. Washington pediu aos iranianos que tomem o poder.
– Reservas estratégicas –
Os ministros da Energia do G7 afirmaram que estão “dispostos” a adotar “todas as medidas necessárias” em um contexto de forte instabilidade dos preços do petróleo.
A Agência Internacional de Energia (AIE) propôs recorrer às reservas estratégicas de petróleo, uma medida sem precedentes que será anunciada nesta quarta-feira para conter a disparada dos preços, segundo o Wall Street Journal.
– Irã reivindica ataques em larga escala –
O Irã executou a onda de ataques “mais violenta e contundente” desde o início da guerra, direcionada principalmente contra alvos americanos e israelenses, segundo a emissora estatal Irib.
A Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, afirmou que atacou a base americana de Arifjan, no Kuwait, informaram as agências de notícias iranianas Mehr e Fars.
– Projéteis contra Israel –
O Exército israelense anunciou a detecção de uma nova onda de mísseis lançados do Irã. Jornalistas da AFP ouviram sirenes de alerta antiaéreo em Jerusalém e o som de explosões à distância. A emissora israelense Channel 12 informou que várias pessoas ficaram feridas nas imediações de Tel Aviv.
– Arábia Saudita no alvo –
O Ministério da Defesa saudita informou a interceptação de sete mísseis balísticos, incluindo seis que tinham como alvo a base aérea ‘Prince Sultan’, perto de Riade, que abriga militares americanos.
O ministério também anunciou a neutralização de quase 15 drones, sete deles direcionados contra o gigantesco campo de petróleo de Shaybah, na fronteira com os Emirados Árabes Unidos.
– Jogadoras iranianas refugiadas na Austrália –
Uma das jogadoras da seleção de futebol iraniana que havia solicitado e obtido asilo na Austrália mudou de ideia, anunciaram as autoridades australianas nesta quarta-feira.
Pelo menos sete integrantes da seleção feminina do Irã receberam asilo na Austrália depois que se recusaram, no início de março, a cantar o hino nacional durante uma partida em Sydney contra a Coreia do Sul, pela Copa da Ásia.
– Embarcações iranianas de instalação de minas destruídas –
O Exército americano anunciou a destruição de 16 embarcações iranianas de instalação de minas “perto do Estreito de Ormuz”.
Trump ameaçou Teerã com grandes “consequências militares” caso minas sejam instaladas no estreito.
– Explosões em Teerã –
Jornalistas da AFP em Teerã ouviram novas detonações durante a madrugada de quarta‑feira.
As explosões foram ouvidas na zona norte e oeste da capital iraniana, já abalada por impactos nas primeiras horas do dia. O Exército israelense reivindicou uma nova onda de ataques contra a cidade.
O que é notícia neste 10 de março de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
Bolsonaro pede visita de assessor de Trump na prisão
Petróleo a US$ 119 pressiona preços de diesel, alimentos e passagens no Brasil
Mendonça proíbe gravação de conversas de Vorcaro com advogados em presídio federal
TSE retoma julgamento que pode cassar governador Cláudio Castro
Operação no Rio prende 14 suspeitos ligados ao tráfico e à contravenção
Justiça torna réus acusados de perseguir Maria da Penha
Frente fria derruba temperaturas no Sudeste e esfria São Paulo
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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O debate sobre o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem redução de salário ganhou força no Congresso Nacional e passou a mobilizar sindicatos e movimentos sociais em todo o país. Em entrevista ao Jornal TVT News Primeira Edição, o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal), Leandro Cândido Soares, defendeu a proposta como uma medida necessária para melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores e enfrentar o adoecimento provocado pelo excesso de trabalho. Leia em TVT News.
O fim da escala 6×1, que tramita como uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), começa a ser discutida no Congresso com a realização de audiências públicas. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou apoio à pauta, considerada estratégica para a agenda trabalhista. A expectativa é que a Câmara dos Deputados avance na análise do tema nos próximos meses.
Para Soares, a redução da jornada de trabalho é uma tendência internacional e responde a uma realidade cada vez mais visível no mundo do trabalho: o aumento dos problemas de saúde mental entre trabalhadores.
“Essa é uma pauta prioritária da classe trabalhadora. O próprio governo encampou essa ideia porque os dados mostram o adoecimento causado pelo excesso de trabalho. Hoje vemos muitos afastamentos por doenças mentais, muito estresse no ambiente de trabalho”, afirmou, sobre o fim da escala 6×1.
Segundo o dirigente do SMetal, o impacto da jornada excessiva é ainda maior entre as mulheres, que enfrentam dupla ou tripla jornada ao conciliar emprego, tarefas domésticas e cuidados familiares. Ele citou estudos que apontam que as mulheres trabalham, em média, até 21 horas a mais por semana quando se considera o trabalho não remunerado.
“Trabalhadores precisam produzir, mas também precisam de descanso”. diz Leandro. Foto: Reprodução
“Isso tem impactos significativos na saúde e na qualidade de vida. Os trabalhadores precisam produzir, gerar riqueza para o país, mas também precisam de descanso, de tempo com a família, de tempo para se qualificar”, destacou.
Para o líder do SMetal, o fim da escala 6×1 — em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um — é um passo fundamental nesse processo. Ele argumenta que jornadas menores podem, inclusive, aumentar a produtividade.
Soares citou o exemplo do setor metalúrgico em Sorocaba, onde negociações coletivas já reduziram a jornada em parte das empresas.
Escala 6×1 é improdutiva
“Na nossa base, cerca de 60% dos trabalhadores já têm jornadas abaixo de 42 horas semanais. E a produção aumenta. Quando o trabalhador descansa mais, volta ao trabalho com a mente mais tranquila e produz com mais qualidade e segurança”, afirmou.
O dirigente também lembrou que várias montadoras já operam com jornadas de 40 horas semanais e mantêm altos níveis de produção.
“Há 20 anos se produzia menos do que hoje, mesmo com jornadas menores. Isso mostra que é possível avançar. Em alguns lugares já se discute até modelos como escala 4×3 ou 4×2. Então esse debate não é nenhum absurdo”, disse.
Para ele, argumentos de que a redução da jornada poderia prejudicar a economia repetem discursos usados historicamente contra direitos trabalhistas.
“Foi assim quando se criou o 13º salário, foi assim em várias outras conquistas. Sempre dizem que vai quebrar a economia, mas acontece justamente o contrário: melhora a qualidade de vida e aumenta a produtividade.”
Além da discussão institucional no Congresso, Soares considera que a mobilização popular será decisiva para o avanço da proposta. Segundo ele, a pressão social foi fundamental em outras pautas recentes, como o debate sobre justiça tributária.
“Se não houver mobilização, as coisas não avançam. É no asfalto que mostramos o poder da classe trabalhadora”, afirmou.
Nesse contexto, sindicatos e movimentos sociais articulam uma mobilização nacional para o dia 20 de março, com o objetivo de pressionar parlamentares a apoiar a proposta.
“O recado das ruas será muito importante. Nós estamos organizando assembleias, dialogando com as categorias e preparando essa mobilização para mostrar a importância dessa pauta.”
Soares também afirmou que o debate sobre a jornada de trabalho deve ganhar centralidade no cenário político e eleitoral nos próximos anos. Para ele, a composição do Congresso terá impacto direto na possibilidade de aprovação de propostas que ampliem direitos trabalhistas.
“O que está em jogo é a defesa dos direitos dos trabalhadores e da própria democracia. Hoje temos um Congresso que muitas vezes não representa os interesses da classe trabalhadora”, disse.
Segundo o dirigente, a comparação entre políticas adotadas em diferentes períodos recentes da política brasileira pode influenciar o debate público e as escolhas eleitorais.
“É só olhar os dados e fazer comparações. O que está em disputa é justamente o modelo de país: um país que amplie direitos e reduza desigualdades ou um país que retire conquistas da classe trabalhadora.”
Para Soares, o avanço da proposta de redução da jornada de trabalho representa uma oportunidade histórica de atualizar a legislação trabalhista brasileira diante das transformações no mundo do trabalho.
“O trabalhador precisa de dignidade e qualidade de vida. Produzir é importante, mas viver também é”, concluiu.
Manifestação de esquerda em Florianópolis, em setembro de 2025 (crédito: CUT-SC)
Por Gerd Klotz*
Sim! Santa Catarina vive uma onda conservadora. Temos muitos prefeitos bolsonaristas e deputados estaduais retrógrados. Dos 16 deputados federais, apenas dois são progressistas. Os últimos dois governadores foram eleitos na onda da extrema direita.
Nem sempre foi assim. Num passado recente, as principais cidades do estado já foram governadas por progressistas, especialmente por políticos petistas.
Cidades como Chapecó, no oeste do estado, a industrializada Joinville, no norte, a carbonífera Criciúma, Brusque, cidade do “Velho da Havan”, a portuária Itajaí, a litorânea Itapema, a loira Blumenau, todas têm em comum o fato de já terem sido governadas por prefeitos petistas. Inclusive a capital Florianópolis foi governada por um comunista, Sérgio Grando, e Balneário Camboriú, atual enclave bolsonarista onde o filho 04 foi eleito vereador, foi duas vezes governada por prefeitos do PDT brizolista, o último (1993/96), Luís Castro, um brizolista histórico.
Se formos retroceder no tempo, na cidade de Blumenau, Leonel Brizola venceu a eleição presidencial de 1989 no primeiro turno, e, no segundo, Lula venceu Collor de Mello.
Foi em Balneário Camboriú que, nos idos de 1984, se realizou em pleno verão o segundo comício pela campanha das “Diretas Já”, com a presença de lideranças políticas como Ulysses Guimarães e Olívio Dutra, artistas como Fafá de Belém e Martinho da Vila, reunindo milhares de pessoas em frente à praia central.
Na primeira eleição de Lula, em 2002, o petista recebeu em Santa Catarina quase o dobro de votos de seu concorrente, José Serra (PSDB). Foi a “onda Lula”.
Depois veio o mensalão, que a jornalista Hildegard Angel apelidou apropriadamente de “mentirão”, e a sua equivocada teoria do “domínio do fato” do jurista alemão Claus Roxin (que, diga-se, à época em viagem ao Brasil, desautorizou o seu uso para condenar José Dirceu, o então ministro da Casa Civil de Lula), as “jornadas de julho” articuladas e manipuladas pela direita, certamente com apoio do submundo estadunidense (período em que Edward Snowden, ex-analista da CIA e da NSA, vazou documentos secretos revelando programas de vigilância em massa dos EUA), a espionagem à presidenta Dilma Rousseff, o sumiço do computador da Petrobras com dados sensíveis do nosso pré-sal, configurando o ensaio em solo brasileiro de uma tentativa de “primavera brasilis”, na esteira das primaveras árabes.
Na sequência, Aécio Neves (PSDB) questionou o resultado eleitoral e exigiu recontagem de votos da eleição de 2014 (Bolsonaro não foi o primeiro…). Após, em 2016, veio o golpe contra Dilma e o governo entreguista de Michel Temer (MDB), que preparou a chegada do bolsonarismo.
Daí em diante abriu-se a porta do inferno catarinense e a extrema direita nazifascista encontrou seu caldo de cultura ideal para se procriar, culminando com os acampamentos golpistas em frente aos espaços militares como o que aconteceu em Itajaí, onde durante 70 dias milhares de “patriotas” de toda região se reuniram o dia todo pregando o fim do estado democrático de direito, culminando com a tentativa de golpe no 8 de janeiro de 2023.
Na eleição de 2022, o então candidato a governador pelo PT, Décio Lima (ex-prefeito de Blumenau reeleito, deputado federal por três mandatos e atual presidente nacional do Sebrae), conquistou um feito inédito ao chegar ao segundo turno obtendo quase 30% dos votos, perdendo para o atual governador, Jorginho Mello (PL).
Já neste ano, as forças progressistas do estado devem lançar a governador Gelson Merísio, ex-deputado estadual e presidente da assembléia legislativa, que em 2018 venceu a votação de primeiro turno ao governo do estado, perdendo para Carlos Moisés, um desconhecido comandante dos bombeiros do estado, eleito na onda Bolsonaro daquele ano, no segundo turno.
Merísio, que, em 2022, coordenou a campanha do petista Décio Lima, agora articula uma Frente Ampla Democrática, com o aval do presidente Lula, com quem manteve diálogo recente. Atualmente filiado ao Solidariedade, poderá migrar para o PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin.
Fechando dobradinha com Merísio poderia compor a chapa de vice a ex- deputada federal Angela Albino ,ex- do PC do B, cuja filiação ao PDT se deu na última quinta, 5 de março.
Outros nomes são lembrados para compor a vice desta frente, incluindo o ex-governador Raimundo Colombo (que, especula-se também, poderá se filiar ao MDB e concorrer ao governo do estado visando provocar um segundo turno com o atual governador). E até Luci Choinaki (PT), primeira deputada estadual eleita pelo PT, em 1986, e que depois teve três mandatos na câmara federal.
Nesta frente, uma das vagas ao senado seria de Décio Lima, que conta com a divisão do campo da extrema direita, que apresentará as candidaturas do PL da deputada federal Carol de Toni (líder nas pesquisas), do carioca Carlos Bolsonaro, o Carluxo, cuja candidatura foi imposta pelo pai ao governador Jorginho Mello, e enfrenta resistências do empresariado do estado e até internamente de setores do próprio PL, como a deputada estadual Ana Campagnolo. A outra vaga por esta frente poderá ser ocupada pelo ex-prefeito de Florianópolis e ex-senador, Dario Berger, que se filiará ao PDT, ou ainda pelo vereador da capital Florianópolis, Afrânio Bopré, do Psol.
O governador que queria formalizar aliança com o PP de Esperidião Amin, teve que largar o aliado ao relento das intempéries políticas estaduais, sacrificando tempo de TV e rádio na propaganda eleitoral e abrindo mão de uma importante força política partidária catarinense, o mesmo acontecendo com o MDB, que sonhava com a vaga de vice e foi preterido pelo prefeito de Joinville, Adriano Silva, do Novo. Este último movimento foi iniciativa do próprio governador, de olho nos eleitores e na popularidade do prefeito da cidade que é o maior colégio eleitoral do estado.
Com a divisão da extrema direita que conta ainda com a oposição do atual prefeito de Chapecó, o também bolsonarista João Rodrigues, do PSD, o quadro eleitoral deste ano assume contornos controversos, que apesar da descrença de muitos que consideram fato consumado a reeleição do atual governador, sinaliza rachaduras na edificação da aliança governista e ressentimentos por parte do PP e MDB, partidos com grande capilaridade nas cidades médias e pequenas do estado com muitos prefeitos e vereadores, que podem mais à frente alterar o humor do eleitor catarinense.
As recentes manifestações de pregação por anistia a Bolsonaro têm diminuído a cada edição nas cidades do estado. A propaganda eleitoral vai explicitar a diferença das ações do governo do agora prisioneiro Bolsonaro e do atual governo Lula, com obras e investimentos públicos em todo estado.
Sim! Já tivemos amor em Santa Catarina e poderemos voltar a ter este ano, após a abertura das urnas da eleição de outubro. O amor, ainda que sútil diante das pesquisas atuais, pode estar no ar…
Gerd Klotz (arquivo pessoal)
* Gerd Klotz é bacharel em direito, ex-presidente municipal do PT de Itajaí (SC) e atual assessor especial da superintendência do Porto de Itajaí.
O prêmio da Mega Sena está acumulado em R$ 49 milhões.
Números sorteados da Mega Sena 2981
Resultado Mega Sena 2981: 15 – 22 – 27 – 32 – 50 – 58
Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.981
Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 07 de março e quanto cada uma irá receber.
6 acertos (sena)
Não houve ganhadores e o prêmio está estimado em R$ 60.000.000,00
5 acertos (quina)
41 apostas ganhadoras, R$ 61.085,40
4 acertos (quadra)
2.992 apostas ganhadoras, R$ 1.379,77
Como fazer aposta na Mega Sena?
Na Mega-Sena, você pode apostar de 6 a 20 números, entre os 60 disponíveis no volante. Ganha quem acertar 4, 5 ou 6 dezenas.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília) do dia do sorteio, nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
Para apostar pela internet, é preciso fazer um cadastro, ser maior de idade (18 anos ou mais) e preencher o número do cartão de crédito.
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
Presidente recebeu atletas medalhistas do Mundial de Ginástica Rítmica no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
Após a declaração do presidente americano, o barril de Brent, referência internacional de petróleo, que já havia registrado um forte aumento no início da sessão, ultrapassou os 90 dólares (R$ 472, na cotação atual) pela primeira vez desde abril de 2024.
Até as 14h30 GMT (11h30 em Brasília), o Brent subiu 6,15% para 90,66 dólares (R$ 475,43). Seu equivalente americano, o barril de West Texas Intermediate, registrou alta de 9,09% a 88,37 dólares (R$ 463,42).
Desde o início do conflito, várias infraestruturas energéticas sofreram ataques e o bloqueio do estreito de Ormuz, por onde transita cerca de 20% da produção mundial de petróleo, está causando problemas de abastecimento nos mercados globais.
“A cada dia em que o estreito de Ormuz permanece fechado, o mercado petrolífero fica mais tenso”, explicou à AFP Giovanni Staunovo, analista do UBS.
Dado que a capacidade de armazenamento dos países do Golfo é limitada, “se a situação não for resolvida rapidamente, em breve veremos uma racionalização da produção de petróleo e uma nova redução da atividade das refinarias, especialmente na Ásia e no Oriente Médio”, advertiu Homayoun Falakshahi, analista da Kpler.
A cada dia em que o estreito de Ormuz permanece fechado, o mercado petrolífero fica mais tenso. Foto: Eugen Brazhnikov/Unsplash License
A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos podem contornar parcialmente o estreito, mas “mesmo com estas opções de desvio, cerca de 8,7 milhões de barris por dia” continuam bloqueados, afirma Falakshahi.
Devido a estas perturbações, que podem se prolongar, “os compradores buscam garantir barris de substituição”, o que amplia o aumento dos preços, detalhou Staunovo.
Para prevenir uma possível escassez, a China também pediu às suas principais refinarias que suspendessem as exportações de gasóleo e gasolina, segundo a agência Bloomberg.
O governo dos Estados Unidos autorizou na quinta-feira, por um mês, o fornecimento de petróleo russo sancionado à Índia, já que o conflito no Oriente Médio afeta diretamente o abastecimento de Nova Délhi.
Os produtos refinados “como o diesel e o querosene” registraram “um aumento de preços muito maior” que o petróleo até o momento, assinalou Arne Lohmann Rasmussen, analista da Global Risk Management.
O que é notícia em 5 de março de 2026 no Jornal TVT News Primeira Edição
Guerra no Oriente Médio chega ao 6º dia com novos ataques entre Israel e Irã
Bombardeios em Teerã e sirenes em Tel Aviv ampliam tensão regional
Conflito se espalha: explosões no Golfo e drones iranianos no Azerbaijão
Líbano tem 300 mil deslocados após intensificação dos ataques
Reino Unido recusa apoio militar direto e contraria Trump
Mensagens de Vorcaro indicam proximidade com Ciro Nogueira
Agenda de Vorcaro cita 18 parlamentares bolsonaristas
Sicário ligado a Vorcaro tenta suicídio na prisão e está em estado grave
Câmara aprova PEC da Segurança Pública com recursos das bets
Senado aprova acordo entre Mercosul e União Europeia
Operação investiga corrupção na Polícia Civil de São Paulo
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem dois telejornais diários: o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
O que é notícia neste 4 de março de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
Vorcaro é preso por liderar esquema de espionagem com dados da PF e do FBI
Justiça afasta cúpula do Banco Central após operação contra o Banco Master
PF aponta plano de Vorcaro para simular assalto e agredir jornalista Lauro Jardim
Submarino dos EUA afunda navio iraniano no Índico e deixa ao menos 80 mortos
Israel ameaça assassinar próximo líder supremo do Irã
José Dumont é preso por estupro de vulnerável no Rio
Último foragido de estupro coletivo se entrega; quatro jovens viram réus
Flávio Dino afasta prefeito e vice de Macapá por desvio de R$ 69 milhões
Governo lança teleatendimento para viciados em apostas
MEC premia 100 mil professores com vouchers de R$ 3 mil
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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Donald Trump, presidente dos EUA, e Pedro Sanchez, primeiro-ministro da Espanha. Foto: reprodução
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, afirmou nesta quarta-feira (4) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está “brincando de roleta russa” com o destino de milhões de pessoas ao ampliar a guerra contra o Irã. A declaração ocorreu em pronunciamento televisionado após o líder estadunidense ameaçar cortar relações comerciais com a Espanha devido à posição do país diante do conflito no Oriente Médio.
A tensão entre os dois aliados da Otan aumentou depois que o governo espanhol proibiu aeronaves militares dos Estados Unidos de utilizarem bases aéreas e navais no sul da Espanha para lançar ataques contra o Irã. A decisão foi tomada após Sánchez classificar os bombardeios conduzidos por Estados Unidos e Israel como imprudentes e ilegais.
Em seu discurso, o premiê espanhol criticou diretamente a estratégia militar adotada por Washington. “É assim que começam as grandes catástrofes da humanidade. Você não pode brincar de roleta russa com o destino de milhões”, disse Sánchez a Trump.
“Ingenuo es creer que practicar un seguidismo ciego y servil es una forma de liderar”🤔
“No vamos a ser cómplices de algo que es malo para el mundo, contrario a nuestros valores e intereses por miedo a las represalias de uno”🌍🇪🇸
🗣Pedro Sánchez, claro mensaje a Trump.#LaHora4Mpic.twitter.com/qgEyoMYA0L
Ele também reforçou que o a Espanha não pretende apoiar a ofensiva contra o Irã apenas por receio de retaliações políticas ou econômicas. “A posição do governo espanhol pode ser resumida em quatro palavras: ‘Não à guerra’ (no a la guerra, em seu idioma). Não vamos ser cúmplices de algo que é ruim para o mundo nem contrário aos nossos valores e interesses simplesmente para evitar represálias de alguém”, afirmou.
La posición del Gobierno de España ante esta coyuntura es clara y consistente. La misma que hemos mantenido en Ucrania y Gaza.
No a la quiebra de un derecho internacional que nos protege a todos, especialmente a la población civil.
Sánchez argumentou que experiências passadas, como a Guerra do Iraque, demonstram os riscos de intervenções militares desse tipo. Segundo ele, conflitos desse porte costumam provocar efeitos colaterais graves, como o crescimento do terrorismo jihadista e o aumento dos preços da energia, além de gerar instabilidade internacional prolongada.
A Comissão Europeia saiu em defesa da Espanha e declarou que está “pronta” para proteger os interesses da União Europeia diante das ameaças comerciais feitas por Washington.
As declarações de Sánchez ocorreram após Donald Trump anunciar, na terça-feira (3), que pretende cortar todas as relações comerciais com a Espanha. O presidente norte-estadunidense criticou a decisão espanhola de impedir o uso de suas bases militares no ataque ao Irã.
“A Espanha tem sido terrível. Na verdade, eu disse ao Scott [Bessnet, secretário do Tesouro] para cortar todas as relações com a Espanha. A Espanha chegou a dizer que não podemos usar as bases deles. E tudo bem. Podemos usar a base deles se quisermos. Podemos simplesmente entrar voando e usá-la. Ninguém vai nos dizer que não podemos usá-la”, declarou Trump durante entrevista na Casa Branca.
Na mesma ocasião, o presidente dos Estados Unidos comentou os bombardeios recentes contra o Irã, incluindo um ataque ao prédio da Assembleia dos Peritos, órgão responsável por escolher o líder supremo do país.
“Tudo foi destruído no Irã. Estamos muito bem. Hoje houve outro ataque à nova liderança. O pior cenário é que alguém tão ruim quanto o anterior assuma o poder. Gostaríamos de ver alguém lá que seja melhor”, disse.
Trump também acusou o governo iraniano de atacar civis durante a escalada militar. “O Irã está atacando países que não têm nada a ver com o que está acontecendo. Está atingindo apenas instalações civis”, afirmou.
A escalada de tensões também provocou reações de autoridades iranianas. Um general da Guarda Revolucionária advertiu que novos bombardeios poderão desencadear ataques a infraestruturas econômicas em toda a região.
“Dizemos ao inimigo que, se decidir atacar nossos principais centros, nós atacaremos todos os centros econômicos da região”, afirmou o general Ebrahim Jabari.
Ele também citou impactos no mercado de energia e no comércio global. “Fechamos o estreito de Ormuz. Atualmente, o preço do petróleo passa dos 80 dólares e em breve atingirá os 200 dólares”, acrescentou, segundo a agência de notícias Isna.
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Resultado Mega Sena 2979 : 18 – 27 – 37 – 43 – 47 – 53
Quais apostas foram premiadas na Mega-Sena Concurso 2.979
Logo após o sorteio, a Caixa confirma as apostas ganhadoras do concurso realizado em 03 de março e quanto cada uma irá receber.
6 acertos (sena)
1 aposta ganhadora, R$ 158.039.482,14
5 acertos (quina)
128 apostas ganhadoras, R$ 38.728,95
4 acertos (quadra)
7.902 apostas ganhadoras, R$ 1.034,09
Como fazer aposta na Mega Sena?
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O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e as Loterias Caixa anunciaram a renovação do contrato de patrocínio ao esporte paralímpico nacional para o ciclo dos Jogos de Los Angeles 2028.
O acordo assinado no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, tem valor total de R$ 160 milhões (R$ 40 milhões por ano) – o maior já firmado até hoje – R$ 125 milhões a mais do que o anterior, de 2023, que teve vigência até o final de 2024.
Ginasta Bárbara Domingos. Caixa e Loterias Caixa são patrocinadores da Ginástica brasileira. Foto: Ricardo Bufolin/CBG
Em 1962, a União tornou a Caixa responsável por gerir, explorar e comercializar os jogos lotéricos. Desde então, cabe à Caixa repassar ao Governo Federal parte da arrecadação com as apostas para os beneficiários legais.
Presidente recebeu atletas medalhistas do Mundial de Ginástica Rítmica no Palácio do Planalto. Foto: Ricardo Stuckert/PR
O Repasse Social é a atividade fim das Loterias Caixa. Os valores são redistribuídos para investimento no país em áreas como Saúde, Educação, Segurança, Esportes, entre outros.
Além de alimentar os sonhos de milhões de apostadores, as Loterias Caixa constituem uma importante fonte de recursos para fomentar o desenvolvimento social do Brasil. Quase metade do total arrecadado com os jogos, incluindo o percentual destinado a título de Imposto de Renda, é repassado para investimento nas áreas prioritárias.
O que é notícia neste 3 de março de 2026 no Jornal TVT News Segunda Edição
Israel bombardeia sede em Qom ligada à escolha do líder supremo no Irã; governo iraniano não se pronuncia
Suspeitos de estupro coletivo contra adolescente se entregam à polícia no Rio
Tribunal Superior Eleitoral proíbe uso de IA às vésperas da votação e endurece regras para plataformas
Lindbergh Farias aciona o TSE contra Flávio Bolsonaro por suposta propaganda antecipada
Nikolas Ferreira usou jato ligado a ex-CEO do Banco Master em agenda para pedir votos a Jair Bolsonaro
Alexandre de Moraes nega liberdade a Jair Bolsonaro; relatório aponta rotina monitorada e 140 atendimentos médicos
PIB do Brasil cresce 2,3% em 2025 e se aproxima de R$ 13 trilhões, com agro na liderança
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
“O jornal TVT News Segunda Edição comenta o que foi notícia no dia, traz serviços de utilidade pública, entrevistas com analistas da política, da cultura e da economia e repercute os fatos que estão em alta nas redes sociais”, conta o apresentador Don Ernesto.
O jornal TVT News Segunda Edição pode ser acompanhado na TV aberta digital, canal 44.1 na capital paulista e grande São Paulo, pelo YouTube da TVT: https://www.youtube.com/@redetvt com cortes nas redes sociais da TVT News (Instagram, Tik Tok, Kawai, Facebook e Linkedin).
“Esta é a segunda estreia da TVT News no mês de abril. Com os dois telejornais, pela manhã e pela tarde, a TVT está ainda mais próxima do público e dos principais acontecimentos do Brasil e do mundo”, conta o presidente da TVT, Maurício Junior.
Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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A TVT transmite neste fim de semana dois confrontos decisivos da 9ª e última rodada da primeira fase do Campeonato Baiano 2026, em parceria com a TVE Bahia. As partidas colocam em campo quatro equipes tradicionais do futebol estadual e encerram a etapa classificatória da competição, com cenários distintos para cada clube. Leia em TVT News.
No sábado (21), o já rebaixado Atlético de Alagoinhas enfrenta o classificado Esporte Clube Bahia, às 20h, no Estádio de Pituaçu, em Salvador. A transmissão começa às 19h30. Inicialmente previsto para outro horário, o duelo sofreu alteração na tabela e marca o retorno do Bahia a Pituaçu após três anos sem atuar no estádio.
A partida opõe equipes em situações opostas na tabela. O Atlético de Alagoinhas entra em campo já matematicamente rebaixado para a Série B do estadual e cumpre tabela na rodada final. Ainda assim, o clube busca encerrar sua participação com dignidade diante de um dos principais times do estado. Do outro lado, o Bahia já assegurou vaga na fase semifinal e utiliza o confronto para ajustar a equipe e manter o ritmo competitivo antes do mata-mata.
O retorno a Pituaçu também adiciona simbolismo ao jogo. O estádio, que já foi palco de momentos importantes do futebol baiano, volta a receber uma partida do Bahia em contexto oficial, reforçando sua relevância na infraestrutura esportiva da capital.
No domingo (22), às 16h, é a vez do Esporte Clube Vitória entrar em campo diante do Galícia Esporte Clube, no Estádio Manoel Barradas, conhecido como Barradão, em Salvador. A transmissão terá início às 15h30.
O Vitória chega à última rodada intensificando os treinamentos e buscando consolidar sua posição na tabela. A comissão técnica tem aproveitado a semana para ajustar o sistema tático e aprimorar a preparação física do elenco, ciente da importância do confronto para a definição dos classificados. Já o Galícia encara o duelo como oportunidade de fechar sua campanha na primeira fase com desempenho consistente diante de um dos favoritos ao título.
As duas partidas terão exibição da TVT em São Paulo, pelo canal 44.1, ampliando o alcance do Campeonato Baiano para o público paulista. Também será possível acompanhar os jogos ao vivo pelo YouTube da TVE Bahia, garantindo acesso nacional à rodada decisiva.
A cobertura reforça a parceria entre a TVT e a TVE Bahia na valorização do futebol regional e na difusão das competições estaduais para além das fronteiras locais. Ao transmitir os confrontos da rodada final, as emissoras contribuem para dar visibilidade aos clubes baianos e ampliar o debate esportivo, aproximando torcedores de diferentes regiões do país.
Com cenários definidos para alguns e indefinidos para outros, a 9ª rodada promete emoções distintas em Salvador. Entre despedidas, preparação para o mata-mata e busca por afirmação, o fim de semana marca o encerramento da primeira fase do Campeonato Baiano com transmissão ao vivo para todo o Brasil.
TVT News Segunda Edição: serviços nas telas da TVT
O jornal TVT News Segunda Edição é comandado por Don Ernesto, apresentador do programa de entrevistas da TVT, Conversa sem Curva. Além das notícias da tarde, o telejornal trará o cotidiano das cidades e comentaristas.
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Jornal TVT News: manhã e tarde com os trabalhadores
TVT News tem, a partir de agora, dois telejornais, o jornal TVT News Primeira Edição, das 10h30 às 13h e o Jornal TVT News Segunda Edição, das 16h às 18h. Os dois noticiários fazem parte das transformações de programação e na linguagem que começaram em agosto de 2024 quando o site TVT News foi lançado.
“Nossa estratégia de unificar a redação e diversificar conteúdos vem se mostrando acertada. Agora nossos esforços estão concentrados em aumentar a audiência e estrear novos produtos”, explica o Diretor de Conteúdo da TVT News, Ricardo Negrão.
Talita Galli e Don Ernesto, apresentadores dos novos telejornais da TVT News: o dia todo com os trabalhadores. Foto: Vitória Machado/TVT News
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No Dia Mundial da Justiça Social, em 20 de fevereiro, indicadores oficiais reforçam que o Brasil avançou em 2025 em temas centrais da justiça socioeconômica, como distribuição de renda mais equitativa, mercado de trabalho mais dinâmico e fortalecimento do poder de compra dos trabalhadores. Dados de pesquisas oficiais do governo federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, apesar dos desafios estruturais, o país registrou conquistas importantes que impactam diretamente a vida de milhões de brasileiros. Leia em TVT News.
Os dados oficiais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) indicam que, em 2024 — base dos números compilados em 2025 — o rendimento mensal real domiciliar per capita chegou a R$ 2.020, o maior nível da série histórica iniciada em 2012, com crescimento real de 4,7% em relação a 2023. Ao mesmo tempo, a **massa de rendimento domiciliar total atingiu **R$ 438,3 bilhões, também recorde da série, com alta de 5,4% sobre o ano anterior.
Esses números refletem um ponto crucial da justiça social: a queda da desigualdade de renda. O índice de Gini, que varia de 0 (igualdade perfeita) a 1 (desigualdade total), ficou em 0,506 em 2024 — o menor desde 2012, sinalizando que a renda passou a se distribuir de forma mais equilibrada entre diferentes faixas da população.
No mercado de trabalho, os resultados também foram expressivos em 2025. A taxa de desemprego caiu para cerca de 5,1% no trimestre encerrado em dezembro de 2025, o menor nível da série histórica, segundo os dados mais recentes da PNAD Contínua. Paralelamente, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores situou-se em aproximadamente R$ 3.560, o que representa uma alta real de 5,7% em comparação a 2024. Esses números indicam não apenas mais vagas, mas também melhora nos salários e na qualidade dos vínculos de trabalho.
Salário mínimo e Justiça Social
Parte desse desempenho está diretamente associada às políticas de valorização do salário mínimo implementadas pelo governo. Em **2025, o salário mínimo nacional foi fixado em R$ 1.518,00, com ganho real acima da inflação, beneficiando milhões de trabalhadores formais e segurados de programas sociais.
O avanço continua em 2026, com o salário mínimo reajustado para R$ 1.621,00, conforme publicação oficial do governo federal. Esse aumento de 6,8% em relação ao piso anterior entrou em vigor em 1º de janeiro de 2026 e incorpora correção pela inflação (INPC) e um ganho real, seguindo a política de valorização do poder de compra do trabalhador.
Esse piso salarial, além de ser uma referência no mercado de trabalho, impacta diretamente os benefícios previdenciários e assistenciais, como aposentadorias e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que também seguem o valor do salário mínimo.
Outras medidas adotadas em 2025 reforçam a agenda de justiça social ao ampliar o poder aquisitivo das famílias brasileiras. Uma das mais significativas foi a sanção de lei que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), elevando-a para rendimentos de até R$ 5.000 por mês, com impacto direto sobre a renda disponível de milhões de trabalhadores e contribuintes de baixa e média renda a partir de 2026.
A combinação desses elementos — ganhos reais de renda, menor desemprego histórico, valorização do salário mínimo e redução da desigualdade de renda — vem produzindo mudanças concretas no cotidiano das famílias brasileiras. Estudos oficiais sugerem que essa melhora tende a se refletir em redução da pobreza, maior consumo das famílias e fortalecimento de pequenos negócios, especialmente nas regiões e segmentos historicamente mais vulneráveis.
No Dia Mundial da Justiça Social, os números oficiais de 2025 e as projeções para 2026 mostram que o Brasil tem conseguido alinhar crescimento econômico com inclusão social, reduzindo disparidades e ampliando oportunidades. Esse conjunto de políticas reafirma a importância de estratégias públicas que articulam proteção social, emprego e renda, pilares essenciais para promover uma sociedade mais justa e equitativa.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Foto: Divulgação
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta terça-feira (10) que o caso envolvendo o Banco Master teve origem em gestões anteriores do Banco Central, mas passou a ser efetivamente enfrentado na atual administração. Segundo ele, o avanço das investigações só foi possível graças à atuação integrada entre instituições e ao envio formal de informações à Polícia Federal.
A declaração foi dada durante entrevista coletiva sobre o balanço das gestões da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Rodrigues destacou que a apuração ganhou força a partir da cooperação entre os órgãos e da decisão da atual direção do Banco Central de levar os dados às autoridades policiais.
“E isso foi possível graças a essa integração, essa parceria, essa cooperação, graças à coragem também do presidente [Gabriel Galípolo], de enfrentar um problema que já vinha de outras gestões”, afirmou. Segundo o diretor-geral, Galípolo teve “a coragem, a capacidade de levar à frente” o caso, conforme determina a lei.
Rodrigues acrescentou que a autonomia institucional foi determinante para o andamento das apurações. “Essa autonomia que o Banco Central teve para fazer isso também tivemos nós na Polícia Federal para avançar”, disse, ao parafrasear o presidente do BC.
Como revelou a Folha, na data da liquidação do Banco Master, em novembro de 2025, a instituição mantinha apenas R$ 22,9 milhões em depósitos no Banco Central. O valor representava menos de 1% dos R$ 2,537 bilhões exigidos pelo regulador ao conglomerado controlado por Daniel Vorcaro.
Relatos enviados pelo Banco Central ao Tribunal de Contas da União indicam que a situação se deteriorou ao longo de 2025, com descumprimentos recorrentes dos depósitos compulsórios desde novembro de 2024. Segundo apuração do Estadão, o então presidente do BC, Roberto Campos Neto, teria conhecimento do cenário, mas não interveio.
Rodrigues afirmou ainda que o inquérito principal sobre o caso Master está em fase final. “Estamos caminhando para um relatório final, dando encaminhamento a todos os achados, sem descartar nenhuma hipótese”, declarou.
Na segunda-feira (9), o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou ser grato por conduzir o caso durante o governo de Lula. “Agradeço a Deus por passar por isso sob o presidente Lula”, disse, ao defender a autonomia do BC e da Polícia Federal.
Em janeiro, Lula afirmou que o pobre no Brasil é sacrificado “enquanto um cidadão do Banco Master deu um golpe de mais de R$ 40 bilhões”. Galípolo também agradeceu o apoio do ministro Fernando Haddad e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, além da atuação da Polícia Federal.
Por fim, o presidente do Banco Central defendeu a decisão de liquidar o banco diante do risco sistêmico causado pelo volume de vencimentos de CDBs e pela incapacidade da instituição de cumprir exigências regulatórias.
Pedido de vista feito pelo deputado Renildo Calheiros (PCdoB-PE) interrompeu a análise do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia pelo Congresso Nacional nesta terça-feira (10). Leia em TVT News.
Com o pedido, a reunião da Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) foi suspensa e deve ser retomada no dia 24 de fevereiro, para votação do relatório lido pelo presidente do colegiado, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP).
No relatório, Chinaglia destacou que o acordo cria uma ampla área de livre comércio entre os blocos, com redução gradual de tarifas e preservação de setores considerados sensíveis, além de prever salvaguardas e mecanismos de solução de controvérsias.
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e vice-presidente da Representação, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), destacou os impactos econômicos do acordo e o caminho da proposta no Congresso.
Segundo ele, a expectativa é concluir a votação do relatório logo após o retorno do carnaval e, em seguida, enviar o texto ao Plenário da Câmara dos Deputados e, posteriormente, ao Senado.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta terça-feira (10) que pretende incluir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6×1 — regime em que o trabalhador cumpre seis dias trabalhados e apenas um de descanso — na pauta de votações ainda nos próximos meses, com expectativa de votação em plenário até maio de 2026. Leia em TVT News.
A declaração reforça a movimentação recente do Legislativo para destravar uma das principais pautas trabalhistas em tramitação no Congresso Nacional. Na segunda-feira (9), Motta encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara uma versão unificada da PEC que trata do fim da escala, consolidando duas propostas originárias de parlamentares de diferentes espectros políticos — a PEC 8/25, de iniciativa da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), e a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG).
Em suas redes sociais, Motta destacou a abertura de um “debate amplo” sobre o tema, que tem gerado intensas discussões entre trabalhadores, empregadores e representantes sindicais. “Vamos ouvir todos os setores com equilíbrio e responsabilidade para entregar a melhor lei para os brasileiros”, escreveu o presidente da Câmara, enfatizando a importância de amadurecer a proposta antes da votação.
Participei, agora pela manhã, do evento CEO Conference, organizado pelo @BTGPactual. Na ocasião, reforcei as prioridades da Câmara dos Deputados para 2026. A PEC da redução da jornada de trabalho 6×1 é uma destas agendas.
A tramitação via Proposta de Emenda Constitucional é, ao…
Com o envio à CCJ, a PEC do fim da escala 6×1 entra na fase de análise de admissibilidade constitucional — etapa em que os deputados da comissão verificam se a proposta atende aos requisitos formais e pode seguir para os demais trâmites legislativos. Caso a CCJ a aprove, o texto ainda precisa passar por uma comissão especial, onde ocorrerá o debate mais detalhado e possíveis ajustes, antes de ir a votação em dois turnos no Plenário da Câmara. Só depois disso a proposta segue para apreciação no Senado.
Motta afirmou, em declarações à imprensa, que a previsão de votação no plenário até maio é um marco temporal desejado pelo Legislativo para apresentar uma posição do Parlamento sobre o tema antes de comprometer a agenda legislativa do segundo semestre e o calendário eleitoral. “Temos a consciência de que, com o avanço tecnológico e com tudo que temos hoje como ferramenta de trabalho, a discussão sobre redução de jornada se tornou inadiável”, declarou o presidente da Câmara ao comentar o cronograma.
“Vamos ouvir todos os setores e entregar a melhor lei para os brasileiros”, disse Motta. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
A pauta do fim da escala 6×1 ganhou relevância no início de 2026 também após o envio da mensagem presidencial ao Congresso Nacional, na qual o governo federal sinalizou a prioridade de avançar na redução da jornada de trabalho sem redução de salários — uma bandeira defendida pela base aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A medida tem sido defendida como uma resposta às demandas por qualidade de vida e condições de trabalho mais dignas, especialmente por organizações sindicais e movimentos sociais, que vêm organizado campanhas públicas e mobilizações nas redes sociais em favor da PEC. Por outro lado, representantes do setor empresarial e de alguns sindicatos patronais alertam para potenciais impactos econômicos e operacionais, principalmente para pequenos e médios negócios que operam com escalas de trabalho contínuas.
A tramitação de uma PEC exige maioria qualificada (três quintos dos votos) em dois turnos nas duas casas do Congresso, um patamar mais elevado que o de projetos de lei ordinários, o que torna o consenso político um elemento crucial para o êxito da proposta. Além disso, diversas versões da proposta e propostas alternativas, incluindo modelos que preveem transição mais gradual ou flexibilização por setor econômico, seguem em debate entre parlamentares e especialistas em direito do trabalho.
Críticos da tramitação observam que, apesar da movimentação recente, a agenda legislativa é extensa e há desafios logísticos e políticos para garantir o cumprimento da meta de votação em maio — uma pressão que se soma à necessidade de articulação entre lideranças partidárias para assegurar os votos suficientes nas etapas seguintes.
Enquanto a CCJ não fixa data para análise da admissibilidade, a proposta segue como um dos temas centrais no início do ano legislativo no Congresso. A expectativa oficial é de que o debate seja ampliado nas próximas semanas, com audiências públicas, consultas setoriais e manifestações de entidades representativas, num processo que visa construir um texto final que contemple diferentes interesses sem comprometer direitos fundamentais dos trabalhadores.