Visualização de leitura
Como os Agentes de IA Assumirão Suas Compras, Sua Agenda e Suas Viagens
Primeiros passos com agentes de IA
Os agentes de IA representam o próximo passo além das ferramentas tradicionais de IA generativa. Ao contrário dos chatbots que respondem a comandos, os agentes podem executar fluxos de trabalho de várias etapas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Eles podem monitorar entradas, tomar decisões com base em regras ou objetivos, interagir com ferramentas de terceiros e atualizar sistemas conforme as condições mudam.1. Compras e gestão do estoque doméstico por IA
Fazer compras semanais no supermercado, controlar o estoque de itens essenciais e gerenciar entregas envolvem rotinas que muitas vezes podem ser automatizadas. Ter assistentes de IA verificando preços constantemente, aproveitando ofertas do supermercado e reabastecendo a despensa pode economizar tempo e dinheiro que seriam melhor investidos em outras atividades. Ferramentas e plataformas- Plataformas de automação residencial: Apple Home , Samsung SmartThings ou, para uma solução de código aberto com foco na privacidade, considere o Home Assistant.
- Listas de compras inteligentes: Bring!, Lembretes da Apple , Lista de Compras da Alexa.
- Agentes de navegador: Zapier Agents , ChatGPT Atlas , Opera Neon.
2. Gerenciando sua agenda pessoal
Os agentes são por vezes descritos como assistentes de IA e, tal como um assistente, podem gerir agendas, coordenar compromissos e manter o controlo das tarefas diárias. A IA agêntica é uma boa opção neste contexto, pois consegue conectar informações de múltiplas aplicações e fontes de mensagens, priorizar, planear e manter tudo atualizado. Ferramentas e plataformas- Agentes de navegador: ChatGPT Atlas , Agentes Zapier.
- Aplicativos de calendário com tecnologia de IA: Reclaim AI , Toki AI Calendar.
3. Planejamento e organização de viagens
Planejar uma viagem pode envolver navegar por uma infinidade de opções e oportunidades em busca do melhor custo-benefício e do itinerário ideal. Os agentes podem eliminar grande parte do trabalho árduo, pesquisando e comparando opções de forma autônoma, preenchendo formulários e até mesmo fazendo reservas.Ferramentas e plataformas
Todos esses navegadores com agentes são potencialmente adequados para essa tarefa devido à sua capacidade de abrir várias abas e comparar diferentes sites de operadores e aplicativos de reservas:- Agentes de navegador: ChatGPT Atlas , Perplexity Comet , Manus.
Fluxo de trabalho
As informações necessárias para que os agentes concluam essas tarefas incluem seus planos de viagem gerais, como quando pretende viajar, para onde deseja ir e seu orçamento. Você também pode fornecer preferências, como avaliações de hotéis, se precisa de voos diretos ou bairros ou atrações específicas que deseja visitar. Para permitir que os agentes façam reservas de forma autônoma, eles também precisarão de acesso a informações financeiras e dados pessoais, como números de passaporte. As tarefas incluem pesquisar voos, hotéis e opções de transporte local, analisar preços, tempos de viagem e conexão, e políticas de cancelamento, e identificar as melhores opções com base nos seus critérios. Os agentes irão preencher formulários para concluir reservas, selecionar assentos e quartos e agendar confirmações, idealmente com medidas de segurança para garantir que consultem você para obter permissão antes de tomar qualquer decisão final e gastar dinheiro. O resultado deve ser um itinerário de viagem completo, incluindo horários de voos e acomodações, além de detalhes das reservas, inserido automaticamente em seu calendário, com lembretes configurados para fornecer atualizações constantes sobre quaisquer fatores que possam afetar seus planos.Qual o próximo passo?
Esses exemplos devem ajudá-lo a entender o tipo de tarefas para as quais os agentes podem ser úteis na organização e no gerenciamento de nossas vidas cotidianas. Existem centenas mais, e à medida que a IA ativa se torna mais sofisticada, podemos esperar que ferramentas e plataformas dedicadas a tarefas e atividades mais específicas se tornem disponíveis. Por ora, porém, é importante lembrar que os agentes de IA estão em um estágio inicial de desenvolvimento e não há garantia de que acertarão em tudo. Na verdade, é quase certo que não acertarão. Mas as ferramentas e os casos de uso abordados aqui oferecem pistas sobre como essa tecnologia provavelmente se encaixará em nossas vidas no futuro. Lembre-se apenas de ter extrema cautela com o que você compartilha com eles e com o quanto da sua vida você lhes dá controle. Para as empresas, a principal lição não é correr atrás da autonomia total, mas começar agora a desenvolver o conhecimento sobre agentes, estruturas de governança e controles com intervenção humana. As organizações que tratarem os agentes como colegas digitais experimentais hoje estarão em melhor posição para implantá-los de forma responsável em todas as funções essenciais do negócio amanhã.Google Enfrenta Investigação Antitruste da UE sobre AI Overviews e YouTube
Google Promove Agenda Global para Educar Trabalhadores e Parlamentares sobre IA
Meta Destinará até US$ 65 Bilhões para Impulsionar Metas de IA em 2025, Diz Zuckerberg
Nvidia Acerta Compra da Run:ai por US$ 700 Milhões após Impasses Regulatórios
Entenda Quem São e para Que Servem os Agentes Autônomos na IA
Características dos Agentes Autônomos
Autonomia Podem operar sem supervisão humana direta, tomando decisões baseadas em dados e algoritmos predefinidos. Adaptabilidade Ajustam suas ações com base em mudanças no ambiente ou nas tarefas que precisam realizar. Interatividade Interagem com outros sistemas, usuários ou agentes para coletar informações e executar tarefas complexas. Aprendizado Contínuo Melhoram seu desempenho ao longo do tempo, aprendendo com experiências passadas e feedback.Exemplos de Agentes Autônomos
Assistentes Virtuais Assistentes como Siri, Alexa e Google Assistant são exemplos de agentes autônomos que ajudam os usuários em tarefas diárias, como definir lembretes, responder perguntas e controlar dispositivos domésticos inteligentes1. Veículos Autônomos Carros autônomos, como os desenvolvidos pela Tesla e Waymo, utilizam agentes autônomos para navegar, tomar decisões de direção e evitar obstáculos sem intervenção humana2. Robôs Industriais Na manufatura, robôs autônomos são usados para montar produtos, realizar inspeções de qualidade e otimizar processos de produção, aumentando a eficiência e reduzindo erros humanos3. Agentes de Negociação Em mercados financeiros, agentes autônomos podem realizar negociações de ações e outros ativos, analisando dados de mercado em tempo real para tomar decisões de compra e venda4. Sistemas de Diagnóstico Médico Agentes autônomos são usados em sistemas de saúde para analisar dados de pacientes, sugerir diagnósticos e recomendar tratamentos, auxiliando médicos na tomada de decisões clínicasVeja Como Desativar a Meta IA do Seu Whatsapp
Aqui está um passo a passo para ajudar você a desativar a Meta IA no WhatsApp.
#1 Excluir a Conversa com a Meta AI A maneira mais simples de reduzir a presença da Meta AI é excluir a conversa com o assistente virtual. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e, em seguida, toque no ícone da lixeira. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e selecione a opção “Apagar”. #2 Arquivar a Conversa Se você preferir não excluir a conversa, pode arquivá-la para que ela não apareça na sua lista de chats. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e toque na seta para baixo para arquivá-la. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e toque em “Arquivar”. #3 Ocultar o Botão da Meta AI Abra o WhatsApp e vá para as configurações. Selecione “Conversas”. Desative a opção “Mostrar botão Meta AI”. #4 Não Interagir com a Meta AI Simplesmente ignore o assistente virtual. A Meta AI não interfere nas suas conversas pessoais e as mensagens trocadas com o assistente são geradas pela inteligência artificial em resposta ao que você envia. #5 Contestar o Uso de Dados Para aqueles preocupados com a privacidade, a Meta oferece a opção de contestar o uso de seus dados pela Meta AI. Você pode enviar um formulário com o número de telefone associado à sua conta no WhatsApp para garantir que suas mensagens não sejam utilizadas para o desenvolvimento ou aprimoramento dos modelos de IA.Como e por que a agroindústria precisa investir em IA
-
Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
Mitigando o medo
Se líderes empresariais do agro adiarem a implementação da IA, estarão se arriscando a perder terreno exponencialmente nos próximos anos, ao ponto de prejudicarem suas marcas ou perderem relevância, enquanto transformações na indústria não param de acontecer. Leia também:- Inteligência artificial vai afetar 40% dos empregos em todo o mundo, diz FMI
- 10 números surpreendentes sobre IA que todos deveriam conhecer
- Forbes IA 50: as empresas mais promissoras do mundo em inteligência artificial
IA e automação não podem representar um grande esforço
Alguns executivos hesitam em usar IA porque acreditam que a sua implementação significará um esforço excessivo, implicando todos os aspectos do negócio. Eles podem até estar preocupados, mas ainda se ancoram nos processos tradicionais. A mudança, para esse público, parece assustadora. No entanto, isso não precisa ser o caso. Incorporar soluções em diferentes áreas de uma organização pode, pelo contrário, gerar mais benefícios do que atrasos no curto prazo. Ou seja, as mudanças não necessariamente devem ser radicais; e tampouco implementadas de ponta a ponta, em todos os elos produtivos. Trilhar esse caminho, no entanto, é um primeiro passo necessário. Não é preciso reimaginar todas as facetas do negócio, mas é recomendável em uma ou mais áreas, indo ao cerne do motivo pelo qual se deseja trazer a IA. A implementação não deve ser um objetivo em si. Por exemplo, é possível simplificar um processo central, como o sourcing (identificação, análise e negociação de bens e serviços), para reduzir intermináveis trocas de e-mails com fornecedores, liberar parte da equipe e eliminar o tédio. Ou, ainda, substituir métodos laboratoriais no desenvolvimento de alimentos e bebidas, colocando os produtos no mercado com mais agilidade. Isto é, ao identificar uma ou mais áreas de foco principais e seus objetivos, os líderes da agroindústria podem, então, implementar soluções em suas organizações de uma maneira mais gerenciável.Soluções não precisam ser desde o início
Por vários motivos, bons negócios da agroindústria já internalizaram esses esforços. Às vezes, optam por criar soluções do zero. Mas as vantagens, nesse caso, costumam ser frequentemente superestimadas, especialmente quando se tratam de tecnologias emergentes. Então, os líderes devem levar em consideração a quantidade significativa de tempo e dinheiro investidos. O fator tempo é essencial, pois contratar uma equipe e depois mapear e construir um sistema de IA personalizado é um processo capaz de desacelerar os negócios. Existem soluções em escala para o setor. Empresas podem se escorar nelas e navegar estrategicamente em sua implementação. O melhor conselho é que tenham bem definidos os objetivos do negócio e mantenham isso em mente. Só depois invistam nos recursos necessários para atingir essas metas, gerar ROI (retorno sobre investimentos, na sigla em inglês) e, em última análise, prepará-las para o futuro. *Gary Iles, colaborador da Forbes EUA e membro do Forbes Council, grupo de líderes empresariais, é vice-presidente de marketing e negócios da TraceGains, database de alimentos com sede em Colorado, EUA. Iles também é consultor de mercadoScale AI é avaliada em US$ 14 bi em rodada apoiada por Nvidia e Amazon
A Scale AI anunciou nesta terça-feira que levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de financiamento liderada pela empresa de capital de risco Accel, com a participação de Nvidia, Amazon e Meta, avaliando a startup de dados de inteligência artificial em quase US$ 14 bilhões.
As principais empresas de tecnologia estão correndo para incorporar a IA em seus produtos e serviços. As startups que atendem ao aumento da demanda por chips de IA e aprendizado de máquina têm sido um ponto positivo em um mercado de financiamento privado que, de outra forma, seria moderado.
Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
Fundada em 2016, a Scale AI fornece grandes quantidades de dados rotulados com precisão, o que é fundamental para o treinamento de ferramentas sofisticadas como o ChatGPT da OpenAI. A empresa também ajuda sua clientela - incluindo Microsoft, Morgan Stanley, OpenAI e Cohere, a criarem e refinarem conjuntos de dados. A rodada de financiamento da empresa sediada em São Francisco é a mais recente de uma série de transações na área de IA. As startups de IA levantaram US$ 19,15 bilhões em financiamento de capital de risco no primeiro trimestre, em comparação com US$ 16,36 bilhões no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da PitchBook. A Scale AI disse que usará o capital para desenvolver recursos de dados com seus clientes corporativos e o Departamento de Defesa dos EUA e a Casa Branca. O governo dos EUA vem formando parcerias com empresas focadas em IA e lançou várias iniciativas para inovação na área. Outros investidores de alto nível que participaram da última rodada de financiamento da Scale incluíram Coatue, Tiger Global Management, Intel Capital e AMD Ventures. Em 2021, a startup levantou US$ 325 milhões em uma rodada de financiamento que supostamente a avaliou em cerca de US$ 7,3 bilhões.OpenAI apresenta modelo de IA que transforma texto em vídeo
-
Siga o canal da Forbes e de Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
Nvidia lançará chip de IA voltado para a China no 2º tri
Siga o canal da Forbes e de Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
O chip H20 é o mais poderoso dos três chips voltados para a China que a Nvidia desenvolveu para atender às restrições anunciadas em outubro. O dispositivo foi originalmente programado para ser lançado em novembro passado, mas esse plano foi adiado, com fontes dizendo à Reuters na época que o atraso foi devido a problemas que os fabricantes de servidores estavam tendo na integração do chip. Uma das pessoas disse que o volume inicial de produção será limitado, e que a Nvidia deverá atender principalmente aos pedidos dos principais clientes. A Nvidia não comentou o assunto. A Reuters informou anteriormente, citando fontes, que as empresas chinesas estão relutantes em comprar o H20 e estão testando alternativas domésticas. Isso se deve ao medo de que os EUA possam novamente aumentar as restrições. No ano passado, o líder do mercado chinês de busca na internet, Baidu, encomendou chips de IA da Huawei Technologies em uma mudança em relação à Nvidia, informou a Reuters.Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram
Além do H20, a Nvidia planeja dois outros chips que cumprem as novas restrições - o L20 e o L2. A fabricante de chips ainda não anunciou a venda de nenhum dos três. A Nvidia está apostando nos chips para ajudar a preservar sua participação de mercado da China. A posição é ameaçada depois que as restrições de exportação dos EUA a impediram as vendas de produtos no país, incluindo os chips avançados A800 e H800 AI. Os próprios A800 e H800 foram apresentados como alternativas para os clientes chineses em novembro de 2022. A alternativa foi apresentada cerca de um mês depois que os EUA restringiram pela primeira vez as exportações de microprocessadores e equipamentos avançados para a China. O H20, o L20 e o L2 incluem a maioria dos recursos mais recentes da Nvidia para o trabalho de IA. Mas com poder de computação reduzido para cumprir as novas regras de Washington, de acordo com a análise da SemiAnalysis das especificações dos chips.Direitos autorais pode ameaçar a indústria de IA em 2024
Se 2023 foi o ano em que a inteligência artificial mudou tudo, 2024 poderá ser lembrado como o ano em que a legislação de direitos autorais dos Estados Unidos mudou em relação à IA.
-
Siga o canal da Forbes e de Forbes Money no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
O que vem a seguir?
Um processo em andamento envolvendo a Thomson Reuters - controladora da Reuters News - pode ser um dos primeiros grandes indicadores para questões relacionadas a direitos autorais de IA. A empresa acusou a Ross Intelligence em 2020 de copiar ilegalmente milhares de "headnotes" de sua plataforma de pesquisa jurídica Westlaw. O portal resume decisões judiciais e foi usado para treinar um mecanismo de busca jurídica baseado em IA. Um juiz federal decidiu em setembro que o caso em Delaware tem de ir a julgamento para determinar se a Ross violou a lei. O processo pode estabelecer um precedente importante sobre uso justo e outras questões para a litigação de direitos autorais de IA. Um júri pode começar a ouvir o caso já em agosto.Google avança para próxima geração da IA com Gemini Pro
- "Gemini Pro API": a chave de programação gratuita, exclusiva e de fácil acesso disponível no Google AI Studio
- "Image 2 Text": a ferramenta de leitura e conversão de imagens, vídeos e produtos digitais em diferentes conteúdos de texto
- "Duet AI for Security Operations": o assistente virtual do Google agora conta com um sistema unificado de segurança de forma mais eficaz
Gemini Pro API no AI Studio ou Vertex AI
Desenvolvedores interessados em experimentar o Gemini Pro podem utilizar a nova API por meio do AI Studio, uma ferramenta gratuita do Google WorkSpace. Para níveis mais avançados, programadores e empresas podem facilmente transferir seu código do AI Studio para o Vertex AI, obtendo recursos adicionais de personalização e funcionalidades do Google Cloud.-
Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida
Image 2 Text
O Vertex AI, a interface mais avançada de programação do Google, melhorou a ferramenta de conversão de imagem para texto. Agora, além de transformar fotos em anúncios, legendas e até mesmo propagandas complexas, será possível gerar logos, emblemas, marcas e abstrações.Leia também:
- Meta está coletando nossas fotos do Facebook e Instagram para criar imagens de IA
- Conheça Ashley, primeira ferramenta de IA a fazer campanha política
- Ação da Alphabet dispara com chegada de modelo de IA Gemini
Duet AI Security Operations
O Duet AI, ferramenta de assistência para desenvolvedores do Google, já está disponível com códigos e chats alimentados por IA. Então, além de ajudar os usuários a construir aplicativos dentro de seu editor de código, os desenvolvedores podem contar com a segurança de operações e um suporte integrado em relação à privacidade, segurança e compliance.Afinal, o que é o Google AI Studio?
O Google AI Studio é uma ferramenta gratuita que permite desenvolvedores, programadores e entusiastas a criarem rapidamente comandos, códigos, aplicativos, entre outros produtos digitais com uma chave de API. Para entrar no Google AI Studio basta ter uma conta do Google e aproveitar a cota gratuita, que permite 60 solicitações por minuto. Quando estiver pronto, o usuário pode clicar em "obter código" para transferir seu trabalho para o local de escolha. A primeira versão do Google Gemini Pro está disponível em mais de 180 países e 38 idiomas, incluindo o Brasil. Em comunicado à imprensa, o Google anunciou o lançamento do Gemini Ultra, o modelo mais amplo e capaz de IA da Big Tech, para o início de 2024.ZF promete câmera com supervisão e AI em veículos autônomos para 2025
-
Siga a Forbes no WhatsApp e receba as principais notícias sobre negócios, carreira, tecnologia e estilo de vida.
- Estudo revela que motoristas não se sentem à vontade com autônomos
- O que esperar do novo carro de baixo custo da Tesla?
- Cinco caminhos para as montadoras elevarem as vendas de elétricos
ZF ProAI será produzido em larga escala em 2024
Após o lançamento do ZF ProAI em 2021, a ZF recebeu os primeiros pedidos do supercomputador nos segmentos de carros de passeio e veículos comerciais e iniciará a produção em larga escala a partir do próximo ano. O componente atende desde aplicações ADAS de nível 2 até o nível 5 e pode realizar 1.500 trilhões de operações por segundo (TOPS). Em comparação, essa velocidade é cerca de 42 vezes maior que a do novo iPhone15 Pro. De acordo com Whydell, “o ZF ProAI cobre uma ampla gama de possíveis campos de aplicação para praticamente todos os tipos de veículos e é adequado para todas as fases da condução automatizada ou autônoma”. O computador fornece percepção de 360 graus baseada em GPU – Unidade de Processamento Gráfico – de todos os dados de sensores disponíveis, incluindo câmera, radar e LiDAR. A ZF ainda produz uma linha completa de chassis e atuadores de segurança que podem ser usados para ajudar os motoristas a melhorar sua segurança. Esses componentes incluem sistemas de direção dianteira e traseira, sistemas de freio e controle da dinâmica veicular em condução normal e em situações de emergência. Uma das tecnologias mais recentes é o Steer-by-wire (direção por fios), projetado para atender às demandas de diversas montadoras. A nova tecnologia da ZF é um pré-requisito importante para a automação avançada de carros de passeio e pode também ser aplicada à automação de veículos comerciais. A tecnologia transmite os comandos do motorista ao sistema de direção inteiramente por meio de sinais elétricos, eliminando a ligação mecânica entre o volante e o eixo dianteiro. De acordo com Whydell, espera-se que a tecnologia by-wire (por fios) desempenhe um papel cada vez mais importante em todos os aspectos do controle de movimento do veículo – longitudinal e transversal. “Os veículos se tornarão mais automatizados, conectados e eletrificados em todo o mundo, e a ZF está trabalhando para reduzir os esforços de desenvolvimento das montadoras com tecnologia de ponta”.ChatGPT-4: versão da IA trará novas possibilidades para vídeos e imagens
Como é a nova roda da Audi desenvolvida por inteligência artificial?
Cooperação entre humanos e Inteligência Artificial
Outro benefício do FelGAN é que o software atribui um valor matemático a cada projeto feito pela IA. Referidos pelos desenvolvedores como “DNA”, esses valores podem ser usados a qualquer momento para reproduzir designs. Mas isso não é tudo: os designers da Audi também podem alimentar o programa com seus próprios designs e fotos, adicionando-os à superfície experimental virtual. Isso é baseado em algoritmos especiais que determinam os valores de DNA apropriados para as imagens que os designers alimentam. Muitas vezes, os designers usam apenas elementos individuais das criações de FelGAN, refinando-os em um design geral harmonioso. Além do domínio das ferramentas do ofício, o olhar criativo e a experiência profissional desempenham um papel decisivo aqui. Por fim, os especialistas da Audi tornam o projeto virtual uma realidade, produzindo um protótipo da roda, seja em plástico ou alumínio, usando materiais de alta tecnologia. O FelGAN foi desenvolvido e implementado em colaboração totalmente interna dos departamentos de TI e design da Audi. A empresa está, assim, demonstrando sua expertise no setor de software, bem como no futuro campo da IA. Thomas Knispel, chefe de aprendizado de máquina e ciência de dados da Audi: “Na era moderna, os dados trazem imenso valor agregado para as empresas e seus funcionários. A Audi se comprometeu com o objetivo de se tornar uma empresa orientada por dados. Para isso, vamos usar IA em muitos departamentos. Portanto, nossa equipe de dados está sempre atenta a novas tecnologias.” No futuro, a tecnologia por trás do FelGAN pode ser expandida em uma plataforma abrangente de design de IA que também pode servir como fonte de inspiração para designers de outros departamentos da Audi. Além disso, um sistema de classificação de IA está sendo desenvolvido no qual cada aro gerado pelo FelGAN será avaliado em relação ao seu balanço de carbono. FelGAN é, portanto, um passo adiante da Audi para se tornar uma empresa digital e orientada por dados.Com Series B de U$220 milhões, Incode chega ao Brasil como unicórnio
A Incode, plataforma de verificação e autenticação de identidade baseada em Inteligência Artificial (IA), fundada pelo mexicano Ricardo Amper, levantou cerca de U$220 milhões em sua rodada de investimento de Series B, uma das maiores da América Latina. Com o movimento, a empresa atinge uma avaliação de U$ 1,25 bilhão e adquire status de unicórnio. O financiamento ocorre menos de sete meses após o aporte de U$25 milhões em uma rodada de Series A, em março de 2021.
A recente rodada foi liderada pela General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, dois investidores proeminentes, com financiamento adicional de instituições financeiras como: J.P. Morgan, Capital One Ventures e Coinbase. Também participaram do aporte a SVCI (Silicon Valley CISO Investments), um grupo de mais de 50 CISOs, líderes em tecnologia que estão unindo forças e fundos para impulsionar a próxima geração de inovação em cibersegurança, bem como os fundadores da dLocal, e investidores pré-existentes, como DN Capital, 3L Capital, Framework Ventures, Dila Capital, entre outros.
https://www.youtube.com/watch?v=UW5a95kM4ww16 negócios e indústrias que estão sendo revolucionados pela inteligência artificial
Sua empresa está preparada para o século digital?
- Confiança. É dito que a confiança se ganha com mil atos e se perde com apenas um. Eu não poderia estar mais de acordo com essa frase. Uma ação equivocada pode colocar em risco uma relação de muitos anos. E isso não se aplica só para a nossa vida pessoal, mas também para os negócios. A pandemia, por exemplo, trouxe novos riscos, ameaças e regulações, e com eles a necessidade de garantir relações de confiança para cada interação. A tecnologia pode ajudar a tratar desses temas de forma preditiva, com soluções que podem apoiar os negócios na geração de insights e a operar com mais segurança. Mas, se não temos confiança, não adianta ter a tecnologia.
- Talento. Como desenvolver novas capacidades, manter profissionais engajados e promover crescimento dentro da nova realidade – para pessoas, empresas e sociedade? É preciso olhar para o que cada um pode contribuir, quais as necessidades latentes e como podemos diminuir as barreiras para possibilitar que esse desenvolvimento aconteça. Ter um olhar amplo para os temas que nos impactam agora é o que fará a diferença no futuro: diversidade e inclusão, sustentabilidade empresarial, acesso à educação, democratização da tecnologia são meios para que talentos sejam colocados em ação e para que haja progresso com ganhos para todas as partes.
- Tecnologia. Por fim, volto a dizer que a tecnologia tem um papel fundamental para habilitar novas formas de operar, que por sua vez permitem às empresas inovar e criar novas conexões e caminhos mais seguros, confiáveis e com potencial de sucesso. Ter uma base digital sólida não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma prioridade e uma condição para existir. Estamos entrando em uma era em que a computação pode - e deve - acontecer em qualquer lugar, de data centers a nuvens públicas, até os limites da rede (edge).
IBM adquire Instana para desenvolver nuvem híbrida
Empresas devem gastar US$ 50 bilhões em inteligência artificial em 2020
Conheça a plataforma de IA que detecta falhas elétricas e incêndios florestais melhor e mais rápido do que humanos
WEG compra startup Mvisia, focada em IA e visão computacional
Entenda os novos caminhos abertos pela inteligência artificial em setores já estabelecidos
Microsoft vai investir US$ 1 bi na OpenAI
O futuro da análise de personalidade
Nexo Voice: por que a transformação digital deve chegar às mentes analógicas
#SXSW19: Conexão humana e propósito
Minha expectativa como iniciante no SXSW era sair letrada em inteligência artificial, realidade aumentada, realidade virtual, bots, robôs, codes. Era entender um pouco mais sobre como toda essa tecnologia vai impactar o meu trabalho. Para minha surpresa, o que mais me chamou atenção no festival foi o enfoque no fator humano.
Obviamente, a tecnologia está regendo o mundo, transformando e impactando rapidamente diversas áreas, como mostrou Lining Yao, Ph.D em Ciência da Computação pelo MIT Media Lab, com seu revolucionário estudo “Morphing Matter”. Sua pesquisa utiliza temperaturas extremas, pH e pressão do ar para alterar o estado de uma matéria. E o que isso tem a ver com comunicação? Tudo. Há 1 ano, Yao desenvolve uma parceria com a marca Barilla que promete ir muito além de um design de produto. O resultado do trabalho terá um grande impacto em toda cadeia, desde embalagem até o transporte.
Enfim, depois de 45 minutos de “ciência pura”, Lining terminou a apresentação com uma foto dos 15 cientistas da MIT que estão trabalhando incansavelmente para tornar realidade algo que só era possível em “Os Jetsons”. Foi lindo vê-la dividindo a luz do palco com seu time.
E o que esperar do grande mestre do xadrez Garry Kasparov? Muita frieza, certo? Não foi o que eu vi em Austin. O ex-campeão mundial cravou: “Quando homem e máquina trabalham juntos, o mais importante não é a capacidade de um ou outro, mas a interação entre os dois. O poder da colaboração”.
Do xadrez para música. Mesmo em campos tão distintos, Ad-Rock, um do legendários músicos do Beastie Boys, compartilhou da opinião de Kasparov. Para ele, não se trata de uma banda sobre três pessoas e um som inovador para sua época. “É sobre a cidade de Nova York, amigos, músicas e filmes a que assistimos [... ] é sobre colaboração”. Michael D. encerrou dizendo: “O sucesso foi uma consequência, nós só queríamos nos divertir e falar o que sentíamos, e é assim até hoje”. "Be true to yourself and you’ll never fall", trecho da música “Pass the Mic”.
Fora do Centro de Convenções, mais uma prova da importância do tal fator humano. Pelas ruas de Austin, um pôster do festival de música anunciava: “It’s not a competition. It’s a collaboration”. Um pouco antes, Priscilla Chan, médica, educadora e esposa de Mark Zuckerberg, falava em sua palestra: “A tecnologia só poderá resolver grandes problemas se conseguirmos reunir as pessoas. É preciso de colaboração radical”.
Na realidade virtual, me deparei com uma experiência na qual você se relacionava com sobreviventes da Segunda Guerra Mundial. “Em uma era de bots, nós acreditamos em humanos", constatou o autor do livro “The Happiness Equation”, Neil Pasricha.
Era mais real do que virtual.
Seguimos nesse tema que me faz sorrir. A psicoterapeuta Esther Perel concluiu no seu painel: “Os relacionamentos são fundamentais para o sucesso de pessoas e empresas”. Compartilhar de um mesmo propósito impacta positivamente na vida das pessoas e no sucesso do negócio. Parece óbvio, mas sabemos que isso não é realidade nos ambientes de trabalho, onde as estratégias de curto prazo focadas apenas no resultado financeiro (e na competição) ainda dominam o ambiente corporativo.
Bruce Mau, designer e educador, foi um capítulo à parte. “Designing for the Five Senses” me transformou como pessoa, além de me dar mais razões para continuar sendo uma profissional inconformada. Ele disse: “O tempo é muito mais valioso que o dinheiro. É muito mais precioso. Planejar o nosso tempo é a coisa mais importante a se fazer. Nós vivenciamos o tempo através dos sentidos”. Daí, ele discorreu poeticamente sobre a importância de prestarmos atenção aos sentidos para termos uma vida plena.
Enfim, essa catarse me deu a convicção do porquê as interfaces de voz, gestos e reconhecimento facial ganharão força nos próximos anos. A inquietação é sobre como somar a isso o olfato e o tato como parte da estratégia de comunicação das marcas.
Ready Player One “feelings”.
A experiência que tive em Austin me trouxe uma deliciosa lembrança familiar: Em 1988, minha mãe, então funcionária pública, resolveu ajudar meu pai na sua modesta loja de móveis. A primeira medida enquanto consultora autoproclamada, foi comprar uma impressora colorida, rara na época, e pedir ajuda dos filhos para criar cartões de aniversário personalizados usando o avançado Pagemaker. Esses cartões eram assinados por todos os membros da família e, me lembro como fosse hoje, me revoltava em ter de passar metade dos sábados assinando cartões para “desconhecidos”.
Adivinhem, esses tais desconhecidos valorizaram o fato de nos importarmos com a data e, como consequência, as vendas duplicaram em menos de 6 meses. Esses clientes iam até a loja para agradecer o carinho, dizendo que nem os familiares haviam se lembrado da data, e acabavam fazendo novas compras e assumindo novas prestações que honravam religiosamente.
No final, o SXSW veio para validar a crença que minha mãe cultivava desde a década de 80: tudo gira em torno das pessoas e suas histórias.
Siga FORBES Brasil nas redes sociais:
Forbes no Facebook: http://fb.com/forbesbrasil
Forbes no Twitter: http://twitter.com/forbesbr
Forbes no Instagram: http://instagram.com/forbesbr
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores. São Paulo ganha Instituto Avançado para Inteligência Artificial
Como usar a inteligência artificial para fazer cerveja
Como é possível acabar com o gap de gênero na tecnologia
Por que o futuro das compras de uísque pode estar na IA
Em hotel do Alibaba, robôs entregam toalhas e drinques
Primeiro hotel robótico do mundo demite metade de seus robôs
Destaques de IA na Consumer Electronics Show
Por que os dados de inteligência artificial podem levá-lo para o caminho errado
É fato que a inovação é uma necessidade fundamental para qualquer negócio e isso só tem sido percebido de maneira mais intensa, devido aos avanços tecnológicos que aconteceram principalmente nos últimos 10 anos, os quais colocou novas empresas no topo e tirou de lá algumas das maiores que já vimos existir.
LEIA MAIS: Inteligência Artificial será usada em tratamento para o câncer
Observar tudo o que acontece dentro e fora do seu mercado é fundamental para entender os desafios do cenário de inovação no mundo dos negócios, que ocorre cada vez mais rápido. Pelo menos, mais rápido do que a maioria consegue perceber.
Para acompanhar tudo isso e aumentar ao máximo a possibilidade de sucesso, é preciso uma cultura orientada para os dados. O poder trazido pela inteligência artificial (IA) na análise de dados é, de fato, transformador e muitas vezes pode causar um certo ceticismo até que seja percebido tudo o que estava oculto, mas bem diante dos olhos. Os dados passam a adotar um papel estratégico e central na transformação de negócios, ao desbloquear uma riqueza de informações em torno de todas as áreas da empresa.
Além disso, as pessoas também precisam entender a riqueza que existe ao analisar dados corretos. Uma das maiores empresas de aviação do mundo, ao analisar os dados do chão de fábrica para entender melhor como a mecânica funcionava, percebeu que os mecânicos gastavam ¼ do seu tempo para identificar peças, planos e ferramentas antes de iniciar o trabalho e que existia centenas de milhões de dólares em estoque sem qualquer demanda de curto prazo. Essa não é uma jornada confortável, pois passa por uma mudança cultural muito grande. Afinal, é difícil as pessoas perceberem que um processo utilizado há anos já não entrega mais a eficiência necessária para a empresa se manter competitiva.
Esse processo de retroalimentação e aprendizado para a obtenção de resultados cada vez mais assertivos é contínuo. Até hoje nunca ouvi ninguém dizer: “Não preciso de mais informações, isso não vai me ajudar”. Se usar dados ruins, o seu modelo de aprendizado de máquina produzirá resultados ruins, porém, se a implementação de um algoritmo de aprendizado de máquina for bem-sucedida, utilizando os dados corretos, você alcançará resultados exponenciais.
A IDC aponta que o mercado mundial de Big Data deve alcançar US$ 187 bilhões em 2019. Isso não deve surpreender ninguém que trabalha com dados. Mas, do outro lado, temos um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas: a IBM estima que o prejuízo das grandes organizações por utilizarem dados de baixa qualidade seja de 3 TRILHÕES de dólares. Essa soma é derivada de erros de grande escala e de soluções alternativas utilizadas pelos outputs errados.
VEJA TAMBÉM: Por que clientes e profissionais de marketing precisam da inteligência artificial humana
Diante deste cenário, vale a máxima de que, com relação a dados, tamanho, ou melhor, volume não é documento. A qualidade dos dados é premissa básica para uma implementação de sucesso e transformação do negócio. A negligência e falta de atenção a isso pode causar um efeito dominó e gerar um falso positivo que culminará em erros sucessivos, perda de tempo e prejuízos que na maioria das vezes é fatal para qualquer empresa.