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Berkshire Hathaway anuncia primeira aquisição desde saída de Warren Buffett como CEO

31 de Maio de 2026, 21:40

A Berkshire Hathaway anunciou neste domingo a aquisição da construtora Taylor Morrison Home em um acordo avaliado em US$ 6,8 bilhões, reforçando sua aposta no mercado imobiliário norte-americano após um período prolongado de retração.

A empresa sediada em Omaha, Nebraska, pagará US$ 72,50 por ação em dinheiro, segundo comunicado oficial. A oferta representa um prêmio de 24% em relação ao preço de fechamento da construtora em 29 de maio e avalia a companhia em cerca de US$ 8,5 bilhões, incluindo dívidas.

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Este é um dos primeiros grandes movimentos estratégicos sob a liderança de Greg Abel, sucessor de Warren Buffett, que assumiu como CEO no início de 2026. O fechamento da transação está previsto para o segundo semestre de 2026. Apesar do valor expressivo, o negócio é considerado modesto para os padrões da Berkshire, que atualmente possui um caixa próximo de US$ 400 bilhões.

“A Berkshire está adquirindo uma construtora nacional de primeira linha, liderada por uma equipe excepcional e reconhecida pela experiência do cliente”, afirmou Abel. “Com o tempo, esperamos unificar nossas operações de construção em um único modelo, permitindo que mais americanos realizem o sonho da casa própria.”

O acordo sinaliza que a Berkshire aposta em uma recuperação da demanda habitacional nos EUA, mesmo diante de taxas de hipoteca elevadas e desafios de acessibilidade que pressionaram o setor nos últimos anos.
“Eles estão apostando que o ciclo imobiliário vai virar e que há uma demanda reprimida”, disse Bill Stone, CIO da Glenview Trust e acionista da Berkshire, à CNBC.

Leia também: Caixa elevado indica postura defensiva de Berkshire Hathaway no mercado global

A aquisição amplia ainda mais a presença da Berkshire no setor de habitação. O conglomerado já controla a gigante de casas pré-fabricadas Clayton Homes, diversas empresas de produtos de construção e a Berkshire Hathaway HomeServices, uma das maiores redes de franquias de corretagem imobiliária residencial dos EUA.

O último grande negócio da Berkshire havia sido em outubro de 2025, quando fechou a compra da OxyChem, braço químico da Occidental Petroleum, em um acordo de US$ 9,7 bilhões em dinheiro.

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Entrelinhas de Mercado: iFood já opera como empresa de inteligência artificial, diz CEO

26 de Maio de 2026, 23:05

O iFood já está mais próximo de ser uma empresa de inteligência artificial do que apenas uma empresa de tecnologia, afirmou Diego Barreto, CEO do iFood, no Entrelinhas de Mercado, programa do Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC apresentado por Junior Borneli.

Segundo Barreto, a definição de uma empresa deve considerar qual é a alavanca que orienta suas decisões, sua operação e sua geração de valor. No caso do iFood, afirmou, essa alavanca é a inteligência artificial.

“Eu diria que a gente está mais hoje para ser já uma IA company do que uma tech company”, disse.

O executivo afirmou que mais de 50% dos funcionários do iFood atuam em tecnologia e dados. Segundo ele, todas as áreas da companhia têm estruturas próprias de tech e data, incluindo marketing, branding e pessoas.

Barreto disse que a empresa tem hoje mais de 150 modelos proprietários de inteligência artificial. Para ele, esses sistemas são centrais para a operação.

“Se eu desligar os modelos, a empresa não funciona. A empresa para de uma hora para outra”, afirmou.

Leia também: iFood anuncia R$ 17 bilhões em investimentos no Brasil até março de 2026

Modelos próprios e crédito para restaurantes

Barreto citou o antifraude do iFood como exemplo de modelo interno. Segundo ele, a solução é própria e supera benchmarks do mercado brasileiro.

O CEO também destacou a fintech da companhia, o iFood Pago. Ele afirmou que a área já desembolsa R$ 100 milhões em crédito, principalmente para pequenos comerciantes que normalmente têm dificuldade de acesso a financiamento no mercado tradicional.

“Ela tem hoje uma carteira que desembolsa R$ 100 milhões de crédito. R$ 100 milhões por um perfil que no Brasil pouquíssima gente dá dinheiro, que é o pequeno comerciante”, disse.

Segundo Barreto, o prazo médio da carteira é de 18 meses, e a inadimplência é de 7%.

O executivo afirmou que o diferencial do iFood está nos dados operacionais da plataforma. Segundo ele, o modelo de crédito da empresa não se baseia principalmente em receita ou lucro, mas em informações como cancelamentos, faturamento, turnos de funcionamento, comportamento de preços e correlação com inflação.

“O meu modelo de crédito tem como maior componente questões operacionais”, afirmou.

iFood como canal de vendas

Barreto disse que o iFood se tornou um grande canal de vendas, especialmente para pequenos comerciantes. A plataforma tem 60 milhões de usuários, segundo o executivo.

Para ele, o principal valor do iFood está em permitir que pequenos negócios acessem demanda sem precisar investir em tecnologia própria, marketing ou canais digitais complexos.

“O iFood é um grande canal de vendas, uma grande ferramenta em especial para o pequeno comerciante”, afirmou.

O CEO citou o exemplo de uma padaria que vende pizza apenas fisicamente, mas pode criar uma operação digital separada dentro da plataforma e alcançar consumidores que não associariam aquele estabelecimento a uma pizzaria.

“Essa é a beleza. É um canhão de vendas com flexibilidade que permite as pessoas serem criativas”, disse.

Barreto afirmou que a companhia não pretende operar lojas físicas ou estoques próprios. Segundo ele, a estratégia do iFood é entrar na rotina das pessoas por meio da conveniência regionalizada.

“Eu não tenho a pretensão de ser a loja física, eu não tenho a pretensão de ter o meu estoque”, afirmou.

Leia também: iFood Pago quer alcançar a marca de R$ 2,4 bilhões em crédito para restaurantes em SP

Além da comida

O CEO disse que o food delivery foi o ponto de partida porque é a categoria de maior frequência de consumo. A partir dela, o iFood passou a conhecer melhor os hábitos dos usuários e avançou para áreas adjacentes.

Segundo Barreto, a empresa começou, em 2021, a desenvolver negócios em mercado, farmácia, bebidas e conveniência, além de pet shop.

O executivo afirmou que farmácia tem maior proximidade com a estrutura logística já existente do iFood, enquanto supermercado é mais complexo por exigir operação offline e gestão de estoque mais sofisticada.

A empresa também testa há cerca de um ano a categoria de shopping, com entrega de produtos vendidos em centros comerciais. Barreto disse que o objetivo não é competir diretamente com varejistas ou marketplaces, mas atender demandas de conveniência em prazo curto.

“Você precisa dela nos próximos 30 minutos. É aí que eu começo a entrar nessa história”, afirmou.

Marca, testes e cultura

Barreto afirmou que construir uma marca querida em um negócio como o do iFood é difícil porque a experiência do consumidor depende de partes que a empresa não controla diretamente, como restaurantes e entregadores.

“A marca não é só o que você parece ser, ela é o que você é também”, disse.

Segundo ele, a companhia atua em uma janela curta de conveniência. Se há atraso, erro no pedido ou problema na entrega, o iFood precisa resolver em minutos.

“Eu sou um business de conveniência. Não é que eu tenho um dia para resolver um eventual problema. Eu tenho 30 minutos de janela para resolver tudo”, afirmou.

O CEO disse que a cultura do iFood parte do princípio de sonhar grande e testar continuamente. Segundo ele, a empresa não estrutura inovação a partir de cronogramas rígidos, mas por experimentos rápidos.

Barreto citou a metodologia interna chamada de “jet ski”, usada para testar ideias em pequenos times antes de escalar.

“O que é o jet ski? É quando eu te obrigo a fazer, por exemplo, em uma ou duas semanas, pequenos times, com os ativos que estão aqui para você”, disse.

Para o executivo, a lógica de produto é diferente da lógica de projeto. Em vez de aprovar grandes planos e só depois colocá-los no mercado, a empresa testa hipóteses, aprende e escala apenas quando encontra sinais de tração.

“Você tem um problema, não sabe qual é a solução, abre 10, 20 hipóteses, testa, aprende, testa, aprende”, afirmou.

Leia também: EXCLUSIVO: Em Davos, iFood defende regras para plataformas e projeta novo ciclo de investimentos no Brasil

Entregadores e impacto social

Barreto afirmou que o iFood tem quase 400 mil entregadores e reconheceu a responsabilidade social da plataforma na geração de renda.

Segundo ele, a empresa identificou três perfis de entregadores: os que se dedicam de forma recorrente à atividade, os que usam a plataforma para complementar renda em momentos específicos e os que trabalham temporariamente enquanto buscam outra ocupação.

Para o primeiro grupo, disse Barreto, o foco é garantir ganho absoluto. Segundo ele, entregadores que se dedicam diariamente ao iFood recebem, líquidos das despesas com moto ou bicicleta, o equivalente a dois salários mínimos.

“Quem se dedica aqui dentro do iFood nessa primeira categoria por dia ganha, líquido da despesa da moto ou da bicicleta, dois salários mínimos”, afirmou.

O executivo também destacou iniciativas de educação. Segundo ele, o iFood é hoje o maior formador de ensino médio do Brasil pelo Encceja, programa voltado a pessoas que não concluíram essa etapa na idade regular.

“Todo ano a gente forma pelo menos 5 mil entregadores aqui dentro”, disse.

Barreto afirmou que 75% dos entregadores do iFood têm ensino médio completo. Entre os que concluem essa etapa com apoio da plataforma, quatro em cada dez vão para a faculdade, segundo ele.

Regulação e futuro do modelo

O CEO disse que a evolução do trabalho por aplicativo depende de um arcabouço legal mais claro. Segundo ele, a empresa vem conversando com o governo e com o Ministério do Trabalho sobre o tema.

“A grande evolução está em a gente ter um arcabouço legal”, afirmou.

Barreto disse que não há foco em internacionalização. Para ele, a estratégia exige escolhas e renúncias, e a expansão global cabe à Prosus, acionista do iFood.

“Estratégia é a arte de você definir opções e dizer não para o resto”, disse.

O executivo também afirmou que não vê o iFood como um super app nos moldes asiáticos. Para ele, a cultura do consumidor ocidental aponta mais para um modelo de integração entre diferentes aplicativos.

“O iFood será um multi-app”, afirmou.

Segundo Barreto, a primeira grande experiência dessa estratégia deve surgir ainda neste ano.

“Vou ter vários apps diferentes, alguns meus, outros não meus, que vão se integrar e criar esse ecossistema de multi-apps”, disse.

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Confira a cotação do dólar em 30 de abril

30 de Abril de 2026, 18:08

Confira do valor do dólar e outros indicadores da economia nesta super quinta-feira, 30 de abril, com a TVT News.

Dólar hoje


Confira a cotação do dólar hoje

Mercado financeiro em tempo real

Confira os números da economia brasileira

  • Índice Bovespa
  • Cotação do dólar
  • Preço do Petróleo Brent
  • Cotação do Euro

📊 Economia ao vivo

Confira a cotação do dolár e de outras moedas internacionais (euro e peso argentino)

Cotação atualizada do dólar, euro e peso argentino em comparação ao Real.

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O que interfere no valor do dólar?

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Cotação do dólar e indicadores econômicos com a TVT News. Foto: Agência Brasil

Os últimos desdobramentos do conflito no Oriente Médio estão afetando os mercados brasileiros

Dólar abaixo dos R$ 5,00

A última vez que a moeda norte-americana foi negociada abaixo dos R$ 5,00 foi há quase três anos, em 12 de abril de 2023, quando chegou a R$ 4,94.

A entrada de investimento estrangeiro, comprovada pela alta do Ibovespa, é apontada como uma das razões para a queda do dólar.

Analistas avaliam que o país se beneficia com a valorização de commodities, especialmente o petróleo, o que melhora a balança comercial e atrai investimentos para empresas do setor energético.

Outro fator que sustenta a queda do dólar é o diferencial de juros. Mesmo com expectativa de cortes, o Brasil ainda oferece taxas elevadas, o que continua atraindo capital estrangeiro.

As projeções indicam que a moeda pode seguir em queda, caso se mantenham fatores como o fluxo estrangeiro, a estabilidade internacional e o enfraquecimento global do dólar.

oxfam-estima-em-us-3-55-tri-riqueza-escondida-em-paraisos-fiscais-0-1-mais-rico-detem-aproximadamente-80-de-toda-a-riqueza-offshore-nao-tributada-foto-marcello-casal-jr-agencia-brasil-tvt-news-cotacao-do-dolar
Confira o valor do dólar hoje. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Qual a cotação do dólar hoje, 22 de abril?

22 de Abril de 2026, 08:24

Confira do valor do dólar e outros indicadores da economia nesta quarta-feira, 22 de abril, com a TVT News.

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Os últimos desdobramentos do conflito no Oriente Médio estão afetando os mercados brasileiros

Dólar abaixo dos R$ 5,00

A última vez que a moeda norte-americana foi negociada abaixo dos R$ 5,00 foi há quase três anos, em 12 de abril de 2023, quando chegou a R$ 4,94.

A entrada de investimento estrangeiro, comprovada pela alta do Ibovespa, é apontada como uma das razões para a queda do dólar.

Analistas avaliam que o país se beneficia com a valorização de commodities, especialmente o petróleo, o que melhora a balança comercial e atrai investimentos para empresas do setor energético.

Outro fator que sustenta a queda do dólar é o diferencial de juros. Mesmo com expectativa de cortes, o Brasil ainda oferece taxas elevadas, o que continua atraindo capital estrangeiro.

As projeções indicam que a moeda pode seguir em queda, caso se mantenham fatores como o fluxo estrangeiro, a estabilidade internacional e o enfraquecimento global do dólar.

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Confira o valor do dólar hoje. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Governo Trump suspende sanções contra petróleo iraniano por 30 dias para tentar conter preços

21 de Março de 2026, 20:03
Donald Trump, presidente dos EUA. Foto: reprodução

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (20) uma isenção de sanções por 30 dias para a compra de petróleo do Irã no mar. A medida, divulgada pelo secretário do Tesouro, Scott Bessent, busca aliviar a pressão no fornecimento global de energia em meio à guerra envolvendo EUA, Israel e Irã.

Segundo o Departamento do Tesouro, a licença permite a comercialização de petróleo bruto iraniano e derivados embarcados entre 20 de março e 19 de abril. Esta é a terceira flexibilização de sanções em cerca de duas semanas, após medidas semelhantes envolvendo também o petróleo russo.

Barris de petróleo para exportação. Foto: reprodução

De acordo com Bessent, a liberação deve colocar cerca de 140 milhões de barris no mercado internacional, ampliando a oferta e reduzindo pressões nos preços. “Ao desbloquear temporariamente esse suprimento existente para o mundo, os Estados Unidos […] ajudam a aliviar as pressões temporárias sobre o suprimento”, afirmou.

O secretário destacou ainda o caráter estratégico da decisão. “Em essência, estaremos usando os barris iranianos contra Teerã para manter o preço baixo enquanto continuamos a operação Fúria Épica”, disse.

A brasileira mais jovem do mundo a se tornar bilionária

10 de Março de 2026, 15:49
A empresaria bilionária Luana Lopes Lara. Foto: Divulgação

Luana Lopes Lara, de 29 anos, é a cofundadora e diretora de operações da startup Kalshi, que se especializa em contratos de eventos. Ela acaba de se tornar a bilionária mais jovem do mundo a conquistar sua fortuna sem herança. A notícia foi divulgada pela revista Forbes, que reconheceu ela como uma das figuras mais notáveis do mercado financeiro global.

A empresa que a jovem fundou em 2018 com seu sócio, Tarek Mansour, funciona de maneira única. Ela permite que investidores compitam no mercado com base nas probabilidades de eventos futuros, como a inflação dos Estados Unidos ou o risco de um governo entrar em colapso.

Antes de fundar a Kalshi, Luana teve uma trajetória de vida multifacetada. Nascida em Belo Horizonte (MG), ela se destacou desde cedo no Brasil, conquistando medalhas em competições acadêmicas como a Olimpíada Brasileira de Astronomia e a Olimpíada Catarinense de Matemática.

Sua paixão pela dança também a levou à Escola de Teatro Bolshoi, em Joinville (SC), onde ela treinou ballet e se apresentou profissionalmente por nove meses na Áustria, antes de seguir para os Estados Unidos para estudar Ciência da Computação no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Foi no MIT que ela conheceu Tarek Mansour, seu futuro sócio. Ambos ingressaram no mercado financeiro durante a faculdade e trabalharam em gigantes como Goldman Sachs e Bridgewater Associates. Nesse ambiente, eles perceberam que muitos dos investimentos eram baseados em previsões sobre o futuro, mas não existia uma maneira simples e direta para negociar com base nessas previsões.

Luana Lopes Lara ao lado do sócio Tarek Mansour. Foto: Divulgação

A solução surgiu com a criação da Kalshi, uma plataforma de negociação de contratos baseada na probabilidade de eventos futuros. A ideia era simples: permitir que as pessoas comprassem e vendessem contratos com base nos resultados de eventos, como a taxa de desemprego nos EUA ou o resultado de uma eleição.

A proposta inovadora conquistou grande apoio no mercado, e a empresa obteve um financiamento de US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões) em uma rodada de investimentos no final de 2025, elevando seu valor de mercado de US$ 2 bilhões (R$ 10,7 bilhões) para US$ 11 bilhões (R$ 58,8 bilhões).

Esse aumento de avaliação resultou em um grande aumento na fortuna dos cofundadores. Tanto Luana quanto Mansour possuem aproximadamente 12% das ações da empresa, o que fez com que o patrimônio de cada um superasse a marca de US$ 1 bilhão.

Com isso ela se tornou a bilionária “self-made” mais jovem do planeta, superando até mesmo Lucy Guo, fundadora da Scale AI. Em 2020, a Kalshi obteve aprovação regulatória da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities (CFTC), tornando-se a primeira bolsa de futuros nos EUA totalmente regulamentada para contratos de eventos.

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