Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.
Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.
Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.
A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.
Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular
1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado
Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Entre no modo Street View e toque no widget com data
Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.
Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps
Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC
1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço
Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View
Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas
Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado
Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?
Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.
Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.
De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?
Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.
O Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre. A relógio inteligente se destaca pela tela grande, bateria de longa duração, versatilidade e custo-benefício. E o desconto é de impressionantes 63% em relação ao preço original de R$ 599.
Redmi Watch 5 Active tem tela de 2″ e bateria para 18 dias
Redmi Watch 5 Active está disponível nas cores preto e prata (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O relógio inteligente da Xioami tem tela de 2 polegadas, maior que a de concorrentes como o Galaxy Fit 3, que tem uma tela de 1,6 polegadas. Com resolução de 320 x 385 pixels, o Redmi Watch 5 Active oferece uma visualização confortável dos dados de saúde e exercícios exibidos, além de acesso confortável às funcionalidades aliadas ao celular.
Outro destaque é a bateria de 470 mAh, que promete até 18 dias de autonomia, segundo a fabricante. Ainda de acordo com a Xiaomi, a bateria é recarregada em após 120 minutos conectada à tomada. Apesar da recarga não ser tão veloz, a autonomia prolongada chama bastante a atenção pela praticidade.
A conectividade também é bastante prática, já que o relógio não é só compatível com celulares da mesma fabricante. O Redmi Watch 5 Active se conecta tanto com sistemas operacionais Android quanto iOS, permitindo o acesso aos dados em qualquer smartphone ou tablet através do aplicativo.
Redmi Watch 5 Active Hyperos (imagem: Divulgação/Xiaomi)
Dentre os sensores disponíveis, estão medidores de frequência cardíaca, qualidade do sono, estresse e ciclo menstrual. Ainda é possível monitorar mais de 140 modalidades esportivas, fazendo do wearable um grande aliado para um estilo de vida fitness.
Ainda é possível realizar comandos de voz para assistente virtual Alexa e utilizar a lanterna do relógio. Contudo, vale atentar-se que o dispositivo não conta com recursos mais avançados importantes como GPS e conectividade LTE. Porém, é de se esperar que hajam perdas pelo preço reduzido que é cobrado pelo dispositivo.
Lembrando que o Redmi Watch 5 Active está saindo por apenas R$ 222 no Pix no Mercado Livre em promoção. E que a oferta representa um desconto de 41% sobre o preço original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.
Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.
O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.
Por que a OpenAI pode processar a Apple?
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.
Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.
À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.
O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.
Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.
Novos rivais no iOS 27
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)
Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.
O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.
WhatsApp Plus está sendo liberado gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp Plus está sendo liberado para usuários de iOS, oferecendo recursos extras mediante assinatura.
A assinatura custa 2,49 euros mensais na Europa e inclui recursos como figurinhas premium e opções de cores.
O aplicativo básico continua gratuito.
O WhatsApp Plus está sendo liberado para um número limitado de usuários do iOS, o sistema do iPhone. O pacote, que custa 2,49 euros mensais na Europa (R$ 14,50, em conversão direta), inclui recursos extras como stickers premium, limite mais alto de conversas fixadas e configurações adicionais para listas.
Alguns usuários receberam uma semana de teste grátis (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Vale dizer que o WhatsApp Plus não é obrigatório. Quem não estiver interessado nos recursos extras poderá continuar usando o app gratuitamente.
Quais são os diferenciais do WhatsApp Plus?
A assinatura dá direito a seis recursos adicionais:
Pacotes de figurinhas premium.
Temas para a interface do aplicativo, com 18 opções.
Ícones coloridos, com 14 opções
Até 20 conversas fixas no topo da lista.
Opções de tema, toque de notificação e toque de chamada para cada lista de conversas.
Ringtones extras, com 10 opções.
Listas ficam mais completas com o pacote (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Quanto o WhatsApp Plus custa?
Por enquanto, não houve um anúncio oficial sobre os preços. Tudo que sabemos é o que apareceu em outros mercados.
Europa: 2,49 euros (aproximadamente R$ 14,50, em conversão direta).
Paquistão: 229 rúpias paquistanesas (R$ 4).
México: 29 pesos mexicanos (R$ 8,30).
Isso indica que a Meta não adotou um preço único e o converteu para outras moedas. Em vez disso, a empresa está adaptando os valores para os diferentes mercados.
Segundo o WABetaInfo, o WhatsApp Plus oferece um período de testes, que pode ser de uma semana ou um mês, dependendo do usuário. O pacote é renovado mensalmente e pode ser cancelado até 24 horas antes do próximo ciclo de faturamento. A assinatura é feita pela App Store.
Integração com a Siri vai permitir que o iPhone leia rótulos, ingressos e contatos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iOS 27 terá um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera
A ferramenta transformará o celular em um leitor inteligente, permitindo que o usuário escaneie tabelas nutricionais, cartões de visita e panfletos.
O lançamento do iOS 27 está previsto para setembro deste ano e também deve trazer um aplicativo Fotos redesenhado com ferramentas de IA e uma interface de chatbot reformulada.
O iOS 27 deve trazer um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera, transformando o celular em uma espécie de leitor inteligente do mundo real. A novidade estaria prevista para a Worldwide Developers Conference (WWDC) no dia 8 de junho.
As informações foram reveladas nesta quarta-feira (29/04) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a reportagem, a fabricante identificou que a atual execução da Inteligência Visual sofre com graves problemas de descoberta. Hoje, o recurso exige que o usuário pressione e segure o botão de Controle da Câmera — atalho físico introduzido na linha iPhone 16 —, um gesto que grande parte do público desconhece ou simplesmente não utiliza.
Para solucionar essa barreira, a Apple deve colocar a IA em evidência na própria interface do sistema. Ao abrir o aplicativo Câmera no iOS 27, o usuário encontraria a opção “Siri” posicionada no menu inferior, exatamente ao lado dos modos tradicionais de Foto, Vídeo, Retrato e Panorama.
Ao selecionar essa aba, o botão branco padrão do obturador seria substituído por um ícone luminoso inspirado na Apple Intelligence, indicando visualmente que a lente do aparelho está pronta para analisar o ambiente, e não apenas para registrar uma fotografia na galeria.
O que o novo Modo Siri poderá fazer?
Novidade visa reduzir a dependência de plataformas de terceiros, como o ChatGPT (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Entre as novidades, o Modo Siri permitiria escanear tabelas nutricionais de embalagens para registrar calorias e macronutrientes no aplicativo Saúde, além de ler cartões de visita e panfletos para salvar novos contatos na agenda. A ferramenta também funcionaria como uma ponte para o aplicativo Wallet, conseguindo digitalizar ingressos físicos e cartões de fidelidade, eliminando a necessidade de digitação manual.
A principal mudança com a chegada desse modo seria a expansão das capacidades de processamento local do iPhone, reduzindo a dependência do sistema em relação a serviços de terceiros. Conforme análise inicial da Macworld, o ecossistema dependeria muito menos de plataformas como o ChatGPT para entregar respostas rápidas e extrair informações visuais úteis para o usuário.
Apesar desse movimento em prol do ecossistema próprio, as funções legadas de Inteligência Visual continuariam disponíveis. A câmera do iOS 27 ainda conseguiria identificar rapidamente raças de cães, espécies de plantas e adicionar eventos ao Calendário a partir da leitura de pôsteres.
Se o usuário desejar, os atalhos para enviar uma imagem ao ChatGPT ou realizar uma busca reversa no Google permaneceriam acessíveis, mas a ação de pressionar e segurar passaria a invocar essa nova interface da Siri dentro do app.
Preparando o terreno para novos vestíveis
A reformulação seria apenas a ponta do iceberg de uma estratégia mais ampla. A Bloomberg aponta que o aperfeiçoamento da Inteligência Visual é um requisito essencial para o lançamento dos próximos wearables (dispositivos vestíveis) da marca.
A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de novos AirPods equipados com sensores visuais, óculos inteligentes e até um suposto dispositivo de IA em formato de pingente. Todos esses produtos dependeriam diretamente de uma Siri capaz de “enxergar” e analisar o ambiente ao redor do usuário em tempo real.
Além desse novo modo de câmera, o iOS 27 deve trazer um pacote robusto de atualizações. Espera-se um aplicativo Fotos totalmente redesenhado, contando com ferramentas generativas de IA para ampliar, reenquadrar e aprimorar imagens de forma automática.
O sistema também entregaria uma interface de chatbot reformulada e um aplicativo próprio e independente para a assistente de voz. O lançamento público da versão final do sistema está previsto para setembro deste ano.
Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.
O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.
A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.
A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.
Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.
O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?
Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.
No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.
A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.
No iPhone (e iPad):
A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.
Abra o aplicativo “Ajustes“.
Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.
Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.
Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.
Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Em aparelhos Android:
O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).
Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.
Procure pelo “YouTube” e toque nele.
Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.
Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.
Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Aplicativo do Outlook para iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Outlook para iOS e Android está instável para muitos usuários, com relatos de pedidos constantes de senha ao acessar o aplicativo;
Microsoft reconheceu que alguns serviços do Microsoft 365, especialmente o Outlook, estão instáveis;
companhia está investigando o problema, mas não deu prazo para a solução.
Usa o Outlook para iOS ou Android e, nas últimas horas, se deparou com mensagens de erro no aplicativo? Saiba que não é só com você. Nesta segunda-feira (27/04), a Microsoft reconheceu que alguns serviços atrelados à plataforma Microsoft 365, especialmente o Outlook.com, estão instáveis.
A falha não parece afetar todos os usuários. De todo modo, as queixas a respeito são numerosas em plataformas online, a exemplo dos registros deste tópico no Reddit.
De acordo com os relatos, os usuários prejudicados abrem o Outlook em um iPhone, mas se deparam com uma mensagem pedindo para a senha ser inserida, mesmo nos casos em que já havia login prévio no aplicativo.
Quando o login é feito, alguns usuários até conseguem acessar a caixa de entrada por alguns instantes, mas logo se deparam com o pedido de digitação de senha novamente. Se a autenticação for feita outra vez, o ciclo do problema se repete.
Também há queixas relacionadas ao Outlook para Android, embora em frequência menor em relação aos problemas relatados por usuários do iPhone.
Tela de senha do Outlook para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O que está causando a falha no Outlook?
A Microsoft ainda não deu detalhes sobre o problema, mas, via X, revelou que duas falhas distintas aparentam estar causando instabilidades na plataforma do Outlook:
Descobrimos que alguns usuários podem estar enfrentando falhas intermitentes de login, incluindo erros de “muitas solicitações”, ou desconexões inesperadas.
(…) Após revisar ainda mais a telemetria do serviço, identificamos um aumento inesperado nas taxas de erro que afeta dois cenários de erro separados. Suspeitamos que isso possa estar contribuindo para a criação de impacto, e estamos realizando uma análise adicional para confirmar isso.
O que fazer se eu tiver sido afetado pelo problema?
A Microsoft já está trabalhando em uma correção, mas não deu prazo para o problema ser solucionado. Para quem está tendo problemas, uma dica temporária consiste em tentar o acesso à versão web do Outlook (via navegador). Para alguns usuários, essa opção está funcionando normalmente.
Já usar outro cliente de e-mail como alternativa pode não surtir efeito. Isso porque também há relatos de problemas no Outlook com apps de terceiros.
Assistente da Apple deve ganhar IA do Google ainda neste ano (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O chefe do Google Cloud, Thomas Kurian, confirmou que a nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026.
Segundo o executivo, a IA do Google servirá de base para “futuras funcionalidades” da Apple Intelligence.
Rumores indicam um custo de US$ 1 bilhão por ano aos cofres da Apple, que deve integrar parte de sua infraestrutura aos data centers do Google.
A nova Siri com Gemini deve chegar ainda em 2026, segundo o chefe do Google Cloud, Thomas Kurian. Ele falou sobre a iniciativa nesta quarta-feira (22/04), durante a conferência Google Cloud Next 2026, em Las Vegas.
De acordo com o portal MacRumors, o executivo confirmou que os modelos da empresa servirão de base para “futuras funcionalidades da Apple Intelligence, incluindo uma Siri mais personalizada que será lançada ainda este ano”.
A IA do Google será o o motor da nova assistente virtual da Apple, repaginada para receber funções baseadas em inteligência artificial. A confirmação reforça o compromisso da dona do iPhone de lançar os novos recursos após uma série de ajustes no cronograma. Segundo rumores, o acordo deve custar à gigante de Cupertino cerca de US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões) por ano.
Longo histórico de adiamentos
WWDC 2024 marcou o anúncio da Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O caminho para a chegada da Siri inteligente tem sido marcado por adiamentos internos. A Apple adiou a estreia da nova versão da assistente, pela primeira vez, em março de 2025. Na época, ela prometia o lançamento no ano seguinte, e reiterou ao longo do ano que a atualização seria entregue em algum momento de 2026.
A dificuldade para que a tecnologia finalmente veja a luz do dia já balançou cargos dentro da companhia. Os atrasos minaram a confiança do ex-CEO, Tim Cook, no então chefe de IA da companhia, John Giannandrea, que deixou a Apple neste ano.
O que esperar da nova Siri?
A grande mudança deve ocorrer na capacidade da assistente de manter diálogos contínuos e contextuais, de forma mais próxima à experiência oferecida por chatbots. O novo sistema deve permitir a interação mais profunda com apps nativos do ecossistema da Apple, como Mail, Música, Fotos e até o ambiente de desenvolvimento Xcode.
Entre as funcionalidades previstas estão análise e resumo de documentos enviados pelo usuário, edição de imagens por comandos de voz — como recortes e ajustes de cor — e localização e cruzamento de informações entre diferentes fontes.
Como a integração vai funcionar?
Integração entre Gemini e Apple Intelligence deve usar infraestrutura do Google (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A implementação envolverá uma integração profunda entre as infraestruturas das duas empresas. Por isso, de acordo com o MacRumors, a Apple solicitou que o Google investigasse a configuração de servidores dedicados dentro de seus centros de dados para lidar com o aumento massivo de tráfego esperado.
Ainda não há definição pública se os novos recursos rodarão sob o sistema de Computação em Nuvem Privada da Apple ou se utilizarão integralmente a infraestrutura do Google.
Além do aprimoramento por voz, informações de bastidores revelam que a Siri pode estrear como um aplicativo de chatbot independente no iPhone. Segundo a Bloomberg, a Apple já realiza testes com esse formato para oferecer uma experiência similar à de concorrentes como ChatGPT e o próprio Gemini.
O primeiro contato público com as novidades deve acontecer na Worldwide Developers Conference (WWDC). O evento está previsto para 8 de junho de 2026, data em que a Apple pode apresentar o iOS 27.
iPhone ficou inacessível sem o caractere especial (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Apple trabalha em correção de mudança no teclado do iOS que impediu um usuário de digitar a senha de desbloqueio do iPhone.
O caso envolve o estudante Connor Byrne, que usou uma senha alfanumérica com o caractere caron (ˇ), removido do teclado tcheco na atualização do iOS 26.
Byrne disse, em entrevista, que pretende trocar o iPhone por um Android.
A Apple está trabalhando em uma correção para a mudança no teclado que impediu um usuário de digitar sua senha e, com isso, poder usar seu iPhone.
As informações foram obtidas pelo site The Register e são um desdobramento do caso do estudante Connor Byrne, que teve repercussão durante a semana. O conserto deve vir em uma futura atualização do iOS, mas ainda não se sabe como isso se dará na prática.
O que aconteceu com a senha do iPhone?
PIN é a forma mais simples de senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Byrne usava uma senha alfanumérica (com letras, números e caracteres especiais) para desbloquear seu iPhone. Essa é uma opção menos conhecida de usuários do iOS, que geralmente preferem PINs (senhas numéricas) de quatro ou seis dígitos. As senhas alfanuméricas são mais seguras.
O estudante foi além e incluiu um caractere especial pouco comum na sua combinação: o caron ou háček, que é uma espécie de acento circunflexo invertido (ˇ).
O caron é usado em línguas bálticas e eslavas. Ele estava presente no teclado tcheco do iOS, mas foi removido na atualização para o iOS 26. Ainda é possível digitar letras com o sinal (“ě”, por exemplo), mas não o acento sozinho.
No Reddit, outras pessoas relataram problemas semelhantes: um usuário disse que não conseguiu mais digitar sua senha em um iPad depois do iPadOS 15, problema que só teria uma correção no iPadOS 17. O tablet, porém, não tinha suporte à atualização.
Estudante vai trocar iPhone por Android
Em entrevista ao Register, Byrne disse ter sentimentos contraditórios sobre a informação: estava impressionado por um conserto estar a caminho nove dias após o relato, mas também estava incrédulo que a mudança havia sido aprovada.
O estudante também revelou que, mesmo com o reparo, vai trocar de aparelho e comprar um com Android, em busca de câmeras melhores.
Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Google liberou a criptografia de ponta a ponta no aplicativo do Gmail para Android e iPhone. O recurso usa Criptografia do Lado do Cliente e impede o acesso do Google ao conteúdo das mensagens.
O recurso vale para contas corporativas e instituições de ensino. O acesso exige Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard, mais os complementos Assured Controls ou Assured Controls Plus.
O administrador de TI ativa a função no servidor. No app do Gmail, o usuário toca em novo e-mail, depois no ícone de cadeado e na opção “Criptografia adicional”. O recurso já está disponível no Brasil.
O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.
Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.
Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.
A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.
Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?
Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.
Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.
A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.
Como ativar a criptografia adicional no Gmail?
A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:
Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;
Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;
No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.
Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)
A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.
O recurso já está disponível no Brasil?
A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.
The Playerbase levará jogador para escanear corpo em estúdio em Los Angeles (imagem: divulgação)Resumo
Sony lançou o programa The Playerbase, que selecionará um fã para ter a aparência digitalizada nos jogos do PlayStation Studios.
O programa começará com o jogo Gran Turismo 7, e o vencedor viajará para Los Angeles, onde fará o escaneamento visual.
A empresa criará com o participante um logotipo, uma pintura de veículo e conteúdos permanentes para o modo Showcase.
A Sony anunciou nesta terça-feira (07/04) o “The Playerbase”, programa que permitirá a fãs terem a aparência digitalizada para aparecer em jogos do PlayStation Studios. A iniciativa estreia com Gran Turismo 7 e, segundo a empresa, deve se expandir para outros títulos dos estúdios no futuro.
A campanha vai selecionar jogadores para terem a aparência capturada e transformada em personagens dentro dos jogos. Segundo a Sony, a ideia é aproximar a comunidade da marca, que já superou seus 30 anos, e criar novas formas de participação dentro do ecossistema PlayStation.
Como funciona?
Nesta primeira fase, um fã será escolhido para aparecer no jogo como retrato de personagem, de forma similar à apresentação de outros personagens ao longo do título. A participação terá duração limitada dentro do game, no mesmo formato usado para apresentar NPCs ao longo da experiência.
Além da presença visual, o selecionado terá envolvimento direto na criação de conteúdo para o jogo. Isso inclui:
Um logotipo personalizado (“Fantasy Logo”);
Uma pintura exclusiva para um veículo;
Conteúdos que serão adicionados permanentemente ao modo “Showcase”.
The Playerbase pretende levar imagem da pessoa para dentro do jogo (imagem: divulgação)
Para isso, o vencedor viajará para um estúdio de artes visuais em Los Angeles, onde passará pelo dia de escaneamento e trabalhará com designers da Sony na criação dos itens. Apesar da proposta ambiciosa, o escopo inicial do projeto é bastante restrito.
Apenas um jogador será incluído nesta fase, e de forma relativamente simples, sem integração direta na jogabilidade.
O próprio formato levanta dúvidas sobre o impacto real da iniciativa. O portal Engadget observa que Gran Turismo 7 não é um jogo com muitos personagens em cena, o que torna incerto o uso prático de um escaneamento completo do participante. A Sony também não especifica como essas informações poderão ser utilizadas no futuro.
Como se inscrever
As inscrições estão abertas pelo site oficial. Para participar, é necessário fazer login com uma conta da PlayStation Network e responder perguntas sobre a relação do candidato com a marca.
A seleção ocorrerá em etapas: primeiro, a Sony analisará os formulários enviados; depois, um grupo de finalistas será chamado para entrevistas individuais por vídeo. O programa está disponível para jogadores em mercados selecionados nas Américas, Europa, Ásia, África do Sul e Austrália.
Pesquisadores da USP e da UFMG publicaram um trabalho científico que propõe a mudança taxonômica do recém-descoberto “universo de vírus gigantes”, intitulado Gigavírus. O autor principal do trabalho é Luiz-Eduardo Del-Bem e pode ser lido na íntegra clicando aqui.
De acordo com a pesquisa, o grupo de vírus Asfarviridae não deveria ser classificado em uma única família viral, mas em diferentes grupos com várias famílias diferentes. Ou seja, para o estudo, essa remodelação é importante porque corrigiria preceitos incorretos da taxonomia e auxiliaria na análise da evolução viral.
Gigavírus: entenda o conceito do ‘vírus gigante’
Os vírus gigantes, ou Gigavírus, são uma novidade da virologia descoberta no começo do século XXI. A diferença primordial destes micróbios para os tradicionais é que os Gigavírus são conhecidos por seu tamanho avassalador.
Os gigavírus são novidades na virologia e impressionam por seu tamanho. Imagem: Wikimedia Commons/ ViralZone, SIB Swiss Institute of Bioinformatics
Isso porque, enquanto o coronavírus tem 120 nanômetros de tamanho e apresenta 11 genes, um Gigavírus pode ter 2.600 nanômetros e 867 genes (grande parte ainda um mistério para ciência)
Thiago Mendonça-Santos, outro autor do artigo, explica que muitas vezes esses Gigavírus são confundidos com bactérias devido ao seu tamanho anormal para os parâmetros da virologia.
Apesar dos avanços, “ainda não se sabe exatamente o que eles são nem quais funções biológicas são capazes de realizar”, afirma Del Bem ao Jornal da USP. O pesquisador ainda informa que, diferente do que diz a literatura, o grupo Asfarviridae tem, pelo menos, cinco famílias virais diferentes dentro do que outrora se pensava ser apenas uma.
A metodologia utilizada para a pesquisa
(Imagem: Lightspring/Shutterstock)
Geralmente, os vírus possuem hospedeiros muito próximos. No caso dos vírus Asfarviridae, os infectados variavam de amebas a porcos, o que levou a equipe a questionar se não haveria mais famílias virais ali do que se tinha notícia: essa amplitude de hospedeiros era um indicativo da diversidade dentro da família.
Utilizando métodos comparativos comuns em estudos de plantas e organismos multicelulares, mas pouco usados em virologia, os pesquisadores analisaram a diversidade genética desse grupo de vírus. Foram identificados 2.483 grupos diferentes de genes entre os vírus analisados, porém, apenas 37 estavam presentes em todos. Além disso, quase 40% dos genes apareceram em apenas um único vírus. Esses resultados indicam que há uma enorme diversidade genética dentro desse grupo.
A família Asfarviridae se mantém, mas reduzida. Quatro outras famílias surgem. Imagem: Divulgação Científica/reprodução do artigo.
No universo da virologia, existe uma instituição que classifica esses seres e sua taxonomia: o Comitê Internacional de Taxonomia de Vírus (ICTV). Sua função é encaixar os vírus em espécies, famílias, gêneros e outras classificações taxonômicas, mesmo com os vírus não sendo considerados seres vivos.
Ao final da pesquisa, a diversidade ampla encontrada entre os vírus pelos cientistas evidenciou uma necessidade: desmembrar a família Asfarviridae.
Com isso, os pesquisadores propuseram uma nova classificação. A família Asfarviridae se mantém, mas apenas com 3 espécies, e quatro novas famílias surgem: Faustoviridae, com quatro espécies; Kaumoebaviridae, com duas; Pacmanviridae, com duas; e Abaloneviridae, com um gênero descrito, mas ainda sem espécies identificadas.
A pesquisa mostra que essa divisão taxonômica correta é essencial para o estudo desses seres no ambiente e em hospedeiros.
“A cada novo genoma, aparecem genes completamente inéditos. Isso mostra que estamos lidando com um grupo cuja diversidade ainda é imensa”, afirma o professor. Essa coleção de genes, chamada de pangenoma, é crescente e ainda existem muitas espécies a serem descobertas. Para Del Bem, é um sinal claro: “Ainda não vimos tudo que esses vírus têm a oferecer”.
Recurso será oferecido para usuários da versão para iPhone ao longo das próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp para iOS agora sugere figurinhas ao digitar emojis, mas a liberação do recurso é gradual.
O recurso não relaciona emojis com stickers criados por usuários, apenas com pacotes oficiais.
A função de sugestão de figurinhas foi mencionada na versão 26.8.75 do aplicativo e está em desenvolvimento desde 2021.
Uma nova atualização no WhatsApp para iOS adicionou o recurso de sugestão de figurinhas. Com ela, ao digitar um emoji, o próprio aplicativo mostra stickers que combinam com aquela expressão. O recurso, porém, tem algumas limitações.
O site WABetaInfo notou a mudança na versão 26.8.75 do aplicativo — a informação está presente até no changelog da versão, disponível na App Store. Apesar disso, a Meta está liberando gradualmente o recurso, então pode demorar algumas semanas até que todos tenham acesso.
Como funcionam as sugestões de figurinhas?
Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Ao digitar uma palavra ou frase, o teclado do celular pode sugerir um emoji que combine com aquele conteúdo — para “doido”, aparecem duas carinhas de língua de fora e outra rindo; para “triste”, aparecem três semblantes cabisbaixos.
O novo recurso do WhatsApp é baseado nessa função. Ao escolher um emoji, o aplicativo mostra, no lado direito do espaço para digitar a mensagem, uma figurinha animada. Tocando nela, aparecem sugestões de stickers que combinam com aquele sentimento.
Esse recurso parece estar sendo preparado há bastante tempo. Em 2021, já noticiávamos o desenvolvimento de uma ferramenta do tipo, ainda que um pouco diferente, sem precisar passar pelos emojis para chegar às figurinhas. Três anos depois, a funcionalidade já era mais próxima do que vemos agora, no lançamento oficial.
Você não verá todas as figurinhas
Como dissemos, o recurso de sugestões tem uma limitação: ele não é capaz de relacionar emojis à maioria dos stickers criados pelos próprios usuários. Se você tem um pacote do seu cachorro com várias expressões, por exemplo, ele não aparecerá na lista.
Provavelmente, o que acontece nos bastidores é um “cadastro” dos emojis relacionados a cada figurinha dos pacotes oficiais. Quando você mesmo cria um sticker usando a ferramenta do próprio app, não tem como adicionar essa informação em nenhum lugar — aí, o jeito é procurar manualmente mesmo.
Versões antigas do iOS são alvo de hackers (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
O Google analisou o exploit kit Coruna, que usa 23 vulnerabilidades do iOS para invadir iPhones sem instalação de aplicativos.
O kit teria circulado entre diferentes atores ao longo de 2025, incluindo espionagem estatal e grupos criminosos.
O malware foca em roubo financeiro, especialmente de carteiras de criptomoedas e chaves de recuperação.
Quem usa iPhone com uma versão antiga do iOS pode estar vulnerável a um exploit kit que passou pelas mãos do governo dos Estados Unidos, espiões russos e golpistas chineses ao longo de 2025. As informações sobre o kit, chamado Coruna, foram reveladas pelo Grupo de Inteligência contra Ameaças do Google (GTIG) nesta semana.
Segundo a apuração, o Coruna foi detectado inicialmente em fevereiro de 2025, operado por um cliente de uma empresa de vigilância não identificada. A mesma estrutura apareceu em campanhas do UNC6353, grupo suspeito de espionagem russa, que mirou sites e usuários da Ucrânia.
O ciclo de vazamentos culminou no final do ano, quando o pacote completo do malware foi utilizado em massa pelo UNC6691, um grupo hacker chinês.
Para os pesquisadores do grupo, o cenário indica o fortalecimento de um mercado paralelo de exploits “de segunda mão”, em que ferramentas digitais altamente destrutivas vazam dos alvos originais e passam a ser reaproveitadas por cibercriminosos comuns.
Como o ataque funciona?
Coruna foi identificado em 2025 (imagem: reprodução/Google)
O Coruna combina 23 vulnerabilidades do iOS em cinco cadeias de exploração, funcionando sem que a vítima precise instalar nada. De acordo com o Google, iPhones rodando o iOS 13 até o 17.2.1 são vulneráveis.
A cadeia começa com uma exploração do motor de navegação do Safari (WebKit) para executar o código remotamente no dispositivo. Em seguida, contorna proteções de memória do sistema e avança até obter acesso ao kernel do iPhone.
Segundo o GTIG, na campanha do grupo chinês, por exemplo, as iscas eram páginas falsas de corretores de finanças e jogos de azar. Uma vez dentro do dispositivo, o sistema carregava um payload focado exclusivamente em roubo financeiro, batizado de PlasmaLoader.
Implantada, a invasão atua contra as finanças da vítima, buscando chaves de segurança de contas e sequências BIP39, usadas na recuperação de carteiras de criptomoedas. O malware roubava informações de carteiras de ao menos 18 aplicativos, incluindo MetaMask, Trust Wallet, Phantom e Exodus.
Site usado de isca indica uso do iPhone (imagem: reprodução/Google)
Ligação com o governo dos EUA
De acordo com a empresa de segurança iVerify, que realizou engenharia reversa, o kit pode ter nascido como um framework do governo dos Estados Unidos. Segundo ela, o código apresenta semelhanças estruturais com armas cibernéticas do país e contém uma extensa documentação escrita em inglês nativo.
Para completar, a revista Wired reportou que o Coruna utiliza módulos de invasão vistos anteriormente na “Operação Triangulation”. Em 2023, a Kaspersky afirmou que o governo dos EUA tentou espionar os iPhones de seus funcionários usando justamente essa campanha. O Google, no entanto, não confirmou a origem do kit.
Como se proteger?
O Coruna não é eficaz contra a versão mais recente do iOS. Por isso, a recomendação é que usuários de iPhone atualizem o sistema operacional. Quem não puder atualizar e quiser se proteger, deve ativar o Modo de Isolamento, disponível na seção “Privacidade e Segurança”, nos Ajustes. O kit também não afeta dispositivos em modo de navegação privada.
O Google afirmou ter adicionado todos os sites e domínios identificados ao Safe Browsing para impedir que usuários os acessem pelo Chrome e outros navegadores compatíveis.
Visual tradicional dá lugar a um design mais minimalista (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google Maps está atualizando seu ícone para um design inspirado no Gemini, em gradiente multicolorido.
O novo ícone começa a aparecer nas versões 26.09.06.873668274 para Android e 26.09.5 para iOS.
Além da novidade estética, o Google integrou mais recursos de inteligência artificial do Gemini no Maps.
O Google reformulou o design do ícone do Google Maps nos aplicativos para Android e iOS. A mudança, que está sendo aplicada de forma gradual, substitui as tradicionais divisões diagonais em quatro cores por um efeito gradiente.
Segundo o 9to5Google, o objetivo da companhia é padronizar a identidade visual da sua plataforma de navegação com o restante do ecossistema da big tech.
Quando a atualização chega?
Embora o formato clássico de alfinete de mapa tenha sido mantido para preservar a identidade histórica do serviço, a geometria do logotipo passou por um processo de modernização. O anel superior do ícone está visivelmente mais estreito, enquanto o círculo branco na parte interna foi ampliado.
À esquerda, o ícone clássico; à direita, o novo design com gradiente (imagem: reprodução/9to5Google)
A alteração visual não chega ao mesmo tempo para todos. No ecossistema Android, o novo ícone começa a ser implementado a partir da versão 26.09.06.873668274 do Google Maps. Enquanto isso, para os proprietários de iPhone, o visual atualizado está presente na versão 26.09.5 liberada para o iOS.
A reformulação estética acompanha uma mudança funcional no aplicativo. Nos últimos meses, o Google Maps tem recebido mais recursos de inteligência artificial do Gemini. Uma delas é a adoção de uma experiência de navegação conversacional nativa, que substitui o antigo Google Assistente.
Essa ferramenta agora permite interações mais fluidas por comandos de voz durante os trajetos, otimizando as consultas sobre condições de trânsito em tempo real, por exemplo.
Além das melhorias na navegação, a empresa integrou o motor do Gemini diretamente ao Google Lens dentro da interface do Maps. Essa junção facilita a identificação precisa de pontos de referência utilizando apenas a câmera do celular.
O aplicativo também passou a exibir o recurso “Saiba antes de ir” nos anúncios de rotas, entregando um panorama mais completo sobre os destinos antes mesmo do usuário ligar o carro ou iniciar a sua viagem.
Confira códigos de Free Fire para resgatar em março de 2026 (Imagem: Divulgação/Garena)
Free Fire é um jogo gratuito de battle royale disponível para Android e iOS. Lançado em 2017 pela Garena, o game figura como um dos títulos mais populares das plataformas móveis.
No jogo, os players podem resgatar códigos Free Fire (também conhecidos como codiguin FF), que são códigos alfanuméricos (geralmente de 12 a 16 caracteres) que garantem recompensas como skins, pacotes, emotes, entre outros itens.
O resgate do codiguin Free Fire é feito na página oficial de resgate de recompensas do jogo, administrado pela Garena. Contudo, o código precisa estar ativo para que você consiga usá-lo.
A seguir, confira a lista de códigos de Free Fire para resgatar em março e saiba como usá-los.
A maioria dos códigos de Free Fire expira rápido e só pode ser resgatada uma vez — quem pegar, pegou. Caso não consiga resgatar algum dos códigos abaixo, pode ser que ele já não está mais válido ou que já foi usado por outro jogador.
Codiguin do Free Fire para resgatar em março de 2026
Confira abaixo códigos do FF para resgate em março. Certifique-se de copiar o código sem espaços ou outros caracteres para evitar problemas na hora do resgate.
Vale destacar que contas de convidados não podem resgatar códigos. Além disso, há códigos que são restritos apenas a determinados países ou localizações.
WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens (imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp está testando recurso de agendamento de mensagens na versão 26.7.10.72 para iOS no TestFlight;
Recurso permite agendar o envio de mensagens em data e horário específicos, com opção de cancelar ou reagendar;
Nova função deverá estar disponível para conversas individuais e em grupo, com possibilidade de lançamento para iOS e Android.
É provável que você já tenha passado por alguma situação que te fez pensar: “puxa, seria bom se o WhatsApp pudesse deixar eu agendar o envio desta mensagem”. Pois saiba que esse recurso foi encontrado recentemente em uma versão de teste do app do serviço.
Para ser exato, a opção de agendamento de mensagens foi encontrada pelo WABetaInfo na versão 26.7.10.72 do WhatsApp para iOS no programa de testes TestFlight, da Apple.
Embora a nova função ainda não esteja disponível para os participantes do programa, o veículo conseguiu registrar uma captura de tela que mostra um recurso de nome Scheduled Messages (“Mensagens Agendadas”, em tradução livre) no menu que aparece quando você toca em uma foto de perfil.
O recurso permitirá que o usuário crie uma mensagem para um contato, mas faça o seu envio em data e horário específicos. Com isso, a mensagem ficará em uma espécie de fila de espera até o momento do disparo.
Na área Scheduled Messages, o usuário poderá consultar qualquer mensagem programada e, se for o caso, cancelar o seu envio ou fazer um reagendamento. No caso de cancelamento, o destinatário não receberá nenhuma notificação indicando que uma mensagem agendada direcionada a ele foi apagada, pois o seu conteúdo é excluído antes da entrega.
A expectativa é a de que o recurso funcione tanto com conversas individuais quanto com chats em grupo.
Função de agendamento de mensagens no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Quando o agendamento de mensagens chegará oficialmente ao WhatsApp?
Talvez nem a própria Meta saiba ainda. O agendamento é um recurso que está em fase de desenvolvimento, por isso, só deverá ser lançado depois que passar pela etapa de testes com usuários selecionados, o que pode levar algum tempo.
É torcer para que não demore e para que o recurso seja realmente lançado, afinal, há várias utilidades possíveis aí, como facilitar a comunicação com uma pessoa que está em fuso horário diferente.
E, sim: embora o recurso tenha aparecido na versão para iPhone do WhatsApp, a opção de agendamento também deverá ser lançada no aplicativo para Android, mesmo que isso ocorra em momentos diferentes.
O WhatsApp está desenvolvendo uma opção para ocultar spoilers em mensagens de texto, disponível nas versões beta para Android e iOS.
O recurso permite que o usuário formate trechos de texto como spoilers, que só são revelados quando o leitor toca na tela.
A funcionalidade está presente no código do aplicativo, mas ainda não foi liberada para participantes do programa de testes.
A Meta está desenvolvendo uma opção de spoiler para a formatação de texto do WhatsApp. Com ela, o usuário poderá “censurar” trechos de suas mensagens, que só serão revelados se o leitor tocar na tela.
A novidade foi encontrada nas versões beta dos aplicativos para Android e iOS. Segundo o WABetaInfo, site especializado em novidades do mensageiro, o recurso está presente no código, mas ainda não foi liberado para os participantes do programa de testes.
Como o WhatsApp vai ocultar spoilers?
Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)
De acordo com a publicação, o aplicativo beta para iOS tem uma opção oculta que permite formatar texto como spoiler. Então, além das opções de colocar, por exemplo, itálico ou negrito, você pode selecionar um trecho da mensagem para que ele fique censurado.
Do outro lado, quem recebe a mensagem vê, inicialmente, apenas um bloco cobrindo as letras. A pessoa precisa tocar na “bolha” da mensagem para revelar a parte do texto que está escondida. A ideia é que ninguém leia uma informação acidentalmente.
O uso mais óbvio é poder comentar sobre um filme ou uma série em um grupo sem estragar a experiência de quem ainda não viu. Em fóruns, esse tipo de formatação também virou uma forma de humor, podendo indicar um comentário mais ácido, que não deveria ser feito em público.
Outra possibilidade é usar esse tipo de recurso para esconder imagens que podem ser sensíveis ou perturbadoras. Assim, nenhum participante da conversa bate o olho em alguma coisa que vai lhe fazer mal.
Porém, até agora, o recurso em desenvolvimento pelo WhatsApp só funciona em texto, não em imagens. Uma gambiarra possível em situações assim é mandar o conteúdo como foto de visualização única, que também só aparece quando o usuário toca na mensagem, e avisar que o conteúdo pode ser desagradável.
Promessa de Siri mais “esperta” está mais de um ano atrasada (imagem: reprodução/Apple)Resumo
A Siri com IA generativa pode ser adiada para o iOS 27, previsto para setembro de 2026, devido a problemas nos testes.
A Apple usará modelos de IA da família Gemini, do Google, pagando US$ 1 bilhão por ano, para melhorar a Siri.
A assistente enfrenta atrasos desde o anúncio na WWDC 2024, devido a uma taxa de erros considerada inaceitável pela própria empresa.
A Siri com recursos de inteligência artificial generativa pode ficar para o segundo semestre de 2026, chegando somente no lançamento do iOS 27. Antes, a expectativa era de que ela estaria disponível em março ou abril, no iOS 26.4.
As informações são do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a publicação, a Apple encontrou dificuldades ao testar a nova versão da assistente, precisando de mais tempo para corrigir os problemas.
O adiamento para o iOS 27, em setembro de 2026, é o pior cenário. Existe ainda a possibilidade de a Siri turbinada chegar em maio de 2026, em uma atualização do iOS posterior ao 26.4.
O que sabemos sobre a nova Siri?
Nova Siri vai usar Gemini, do Google, como base (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A parceria terá duração de vários anos, e o Gemini servirá de base para os Foundation Models da Apple. Segundo informações de bastidores, a Apple vai pagar US$ 1 bilhão por ano ao Google, e o Gemini ficará responsável por “quebrar” prompts complexos enviados pelo usuário à Siri.
Siri já passa de um ano de atraso
A Siri mais potente foi anunciada na WWDC 2024, realizada em junho daquele ano, como parte do pacote da Apple Intelligence.
Enquanto outros recursos da IA da empresa foram liberados nos meses seguintes, a assistente ainda não recebeu sua grande atualização — tudo o que chegou foi uma integração com o ChatGPT.
iOS 26.3 chega com novidade na transferência de dados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O iOS 26.3 introduz uma ferramenta nativa para migrar dados do iPhone para Android.
A atualização permite encaminhar notificações do iPhone para dispositivos de terceiros.
O update também inclui melhorias na privacidade de localização para modelos com modems C1 e C1X (a partir do iPhone 16e).
A Apple liberou para todos os usuários a versão final do iOS 26.3 nesta quarta-feira (11/02). A atualização foca em pequenos ajustes, mas traz uma nova ferramenta nativa e simplificada para migrar dados do iPhone para um celular Android.
A novidade havia aparecido no Android e na versão beta disponibilizada para desenvolvedores em dezembro do ano passado e agora faz a estreia oficial. O objetivo é tornar a troca de plataforma menos complicada, dispensando o uso de cabos e softwares de terceiros.
Download do iOS 26.3 pesa 12,38 GB (imagem: Bruno Andrade e Felipe Faustino/Tecnoblog)
Novo método de transferência
Até então, Google e Apple mantinham ferramentas que facilitavam trazer dados de dispositivos do sistema operacional rival, como o Mudar para Android e o Migrar para o iOS. A experiência, no entanto, sempre foi criticada por usuários dos dois ecossistemas, com transferências incompletas e lentidão no processo.
O novo recurso mantém a ideia da transferência via conexão sem fio (Wi-Fi ou Bluetooth) para mover o conteúdo de um aparelho para o outro. A ferramenta, segundo um aviso que aparece ao usá-la, consegue transferir fotos, mensagens, notas, aplicativos gratuitos equivalentes e o número de telefone.
No entanto, outros dados, como os de saúde, dispositivos emparelhados via Bluetooth e itens protegidos (como notas bloqueadas), não são transferidos.
Como transferir dados do iOS para o Android?
Opção de transferir para o Android já está disponível (imagem: Bruno Andrade e Felipe Faustino/Tecnoblog)
Para iniciar o processo, é necessário que os dois aparelhos estejam próximos. O sistema gera um código QR no Android, que deve ser escaneado pelo iPhone para estabelecer a conexão.
No iOS, o caminho é simples:
Acesse Ajustes;
Toque em Geral;
Selecione Transferir ou Redefinir o iPhone;
Escolha a nova opção Transferir para Android.
Mais novidades
Além da ponte para o Android, a atualização traz mudanças focadas em personalização e privacidade. Uma delas é o Encaminhamento de Notificações. O recurso, projetado para atender à Lei de Mercados Digitais (DMA) da União Europeia, permite que notificações recebidas no iPhone sejam encaminhadas para dispositivos de terceiros (como relógios que não sejam o Apple Watch).
Outros destaques incluem:
Privacidade de localização: usuários de iPhones equipados com os modems C1 e C1X (introduzidos a partir do iPhone 16e) ganharam um recurso para ofuscar dados precisos de localização junto às operadoras.
Papéis de parede: a Apple separou as categorias de imagem de fundo “Tempo” e “Astronomia”, oferecendo novas opções de design para a tela de bloqueio baseada no clima.
Apple e Google comprometeram-se a flexibilizar suas lojas de apps no Reino Unido, após investigação sobre domínio no mercado de software móvel.
As mudanças devem incluir critérios justos para revisão de apps e proibição de uso de dados confidenciais de terceiros para vantagem competitiva.
O regulador britânico irá monitorar métricas como tempo de revisão de apps, e sanções financeiras são previstas em caso de descumprimento.
Apple e Google firmaram compromissos formais para flexibilizar as operações da App Store e da Play Store no Reino Unido, segundo comunicado da Autoridade de Concorrência e Mercados (CMA) divulgado hoje (10/02). O acordo é um desdobramento de uma investigação sobre o domínio das gigantes na distribuição de softwares móveis em solo britânico.
A movimentação representa um dos primeiros testes do novo regime de fiscalização de mercados digitais da Grã-Bretanha. Em outubro do ano passado, a CMA classificou oficialmente as duas empresas como detentoras de “status estratégico de mercado”.
O objetivo é melhorar os processos de aprovação de aplicativos e garantir que desenvolvedores independentes tenham condições de competir de forma mais justa contra os serviços nativos das donas das plataformas.
Na prática, o regulador reconhece que, como o ecossistema móvel britânico é operado quase integralmente por iOS ou Android, não existe alternativa viável para que criadores de apps alcancem o público sem se submeter às regras — e taxas — impostas por Apple ou Google.
O que pode mudar?
A principal mudança é a obrigação de utilizar critérios “justos e objetivos” para a revisão e classificação de aplicativos. Durante anos, desenvolvedores relataram que as lojas funcionavam com processos de aprovação lentos e, em certos casos, utilizados para beneficiar produtos das próprias big techs.
Com o novo compromisso, Apple e Google também estão proibidas de explorar dados confidenciais coletados durante a auditoria de apps de terceiros para obter vantagem competitiva em seus próprios serviços concorrentes. Isso impede, por exemplo, que uma plataforma utilize métricas de um app rival para aprimorar uma ferramenta nativa antes mesmo de o concorrente ser aprovado na loja.
No caso específico da Apple, as exigências são mais enérgicas. A fabricante do iPhone concordou em estabelecer caminhos para que desenvolvedores solicitem acesso a recursos de nível de sistema no iOS e iPadOS. A CMA acredita que isso permitirá que empresas de setores como pagamentos móveis, carteiras de identidade digital e ferramentas de tradução concorram em pé de igualdade com as soluções nativas da Maçã.
Para garantir que as promessas não fiquem apenas no papel, o regulador — que é o equivalente ao nosso Cade — adotará um sistema de monitoramento robusto. As empresas deverão reportar métricas como:
Tempo médio de revisão de aplicativos;
Proporção de apps rejeitados e o volume de apelações;
Número de solicitações de interoperabilidade técnica atendidas.
Regulador britânico quer abrir “cadeado” dos ecossistemas móveis (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Google afirma que plataforma já é aberta
A intervenção não é motivada apenas por questões técnicas, mas pelo enorme peso econômico do setor. O Reino Unido possui, atualmente, a maior economia de aplicativos da Europa: em 2025, o setor de desenvolvimento móvel no país foi avaliado em 28 bilhões de libras esterlinas (quase R$ 200 bilhões).
Isso representa cerca de 1,5% do PIB nacional, sustentando mais de 400 mil empregos diretos. Garantir um ambiente competitivo é visto como essencial para o crescimento de setores estratégicos, como o de fintechs e jogos eletrônicos.
Em um comunicado, também divulgado hoje, o Google argumenta que o Android já é uma plataforma “aberta” por permitir lojas de terceiros. A empresa destaca que sua loja oficial já gerou 9,9 bilhões de libras esterlinas em receita para desenvolvedores britânicos.
Caso a Apple ou o Google falhem na aplicação das mudanças, o órgão regulador poderá avançar para a imposição de sanções financeiras pesadas.
As propostas seguem em fase de consulta pública até o dia 3 de março de 2026. Se aprovadas sem alterações, as novas regras passarão a valer oficialmente em 1º de abril de 2026. Até o momento, a Apple tem evitado comentários sobre como será essa “abertura” de seus sistemas.
Telegram afirma ser a maior atualização de interface do app já feita no Android (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Telegram lançou uma grande atualização de interface, com foco em mudanças no Android.
Agora há uma maior padronização visual, com o app para Android adotando um estilo visual Liquid Glass, similar ao iPhone.
A atualização também introduziu ferramentas de gestão de comunidades e a “Fabricação de Presentes” para monetização.
O Telegram lançou ontem (09/02) uma grande atualização que reformula a experiência de uso do app em dispositivos móveis. Segundo a plataforma, esse é o maior update de interface já feito no Android, mas o pacote também traz melhorias pontuais para os iPhones e iPads.
O movimento busca unificar a identidade visual do mensageiro em diferentes sistemas, com a versão para Android adotando o design Liquid Glass do iOS. Além das mudanças visuais, o update traz novidades para presentes virtuais e novas regras para a sucessão de administradores em grupos e canais.
A nova versão já está sendo distribuída para todos os usuários.
Maior atualização no Android
A versão para Android recebeu o que a equipe de desenvolvimento classifica como a “maior atualização de interface da história” do aplicativo. A mudança mais evidente é a substituição do antigo menu lateral por uma nova barra de navegação inferior com quatro abas fixas — Conversas, Contatos, Configurações e Perfil. A novidade permite alternar entre as funções principais com apenas um toque.
Segundo a empresa, o código da interface foi totalmente reconstruído para maximizar a eficiência. O aplicativo agora adota de forma integral a estética Liquid Glass, estilo visual com transparências e efeitos de desfoque que antes eram predominantes na versão para iOS.
Nova barra inferior centraliza navegação no Android (imagem: reprodução/Telegram)
Para reduzir o impacto dessas animações no hardware, o Telegram incluiu controles de efeitos nas configurações de Economia de Energia, permitindo que o usuário limite as transições visuais para preservar a bateria.
Embora o Android tenha recebido mais mudanças, o iOS não passou despercebido. A atualização refinou o visualizador de mídias e os painéis de pré-visualização de stickers. Já os usuários de iPad ganharam suporte ao atalho Command + Enter em teclados físicos.
Gestão de comunidades
Além da estética, a atualização soluciona um problema em comunidades: a sucessão de comando. Caso o proprietário de um grupo abandone o chat sem nomear um sucessor, a titularidade será transferida automaticamente para um dos administradores ativos após o período de uma semana.
O sistema também permite que a transferência de propriedade seja feita de forma manual e instantânea, garantindo a continuidade da gestão sem a necessidade de o antigo dono sair da conversa.
Grupos agora terão sucessão automática de administradores (imagem: reprodução/Telegram)
No campo da monetização, o mensageiro introduziu a “Fabricação de Presentes”. O sistema permite que usuários combinem até quatro presentes colecionáveis que seguem uma escala de raridade que vai do Incomum ao Lendário. Esses ativos podem ser negociados no marketplace de presentes da plataforma.
A API de Bots também melhorou e agora permite aos desenvolvedores personalizar a estética dos botões com cores e emojis para tornar a navegação em sistemas automatizados mais intuitiva.
Telegram em queda no Brasil
Apesar das novidades, o Telegram enfrenta um cenário de retração no país. Segundo a pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box, a penetração do app nos smartphones brasileiros caiu de 63% para 57% em um intervalo de doze meses. O auge da plataforma foi em 2023, quando atingiu 65% dos aparelhos.
Em comparação, o WhatsApp detém quase 99% de presença nos dispositivos e possui mais de 169 milhões de usuários ativos, segundo a agência TheZarc. Enquanto o rival foca em comunicação cotidiana e transações comerciais, o Telegram atrai usuários por sua capacidade de suportar grupos de até 200 mil membros e pela robustez de sua API de bots.
Globalmente, no entanto, o mensageiro superou a marca de 1 bilhão de usuários ativos mensais em 2025, impulsionado por mercados na Ásia e no Leste Europeu.
Stremio foi removido da App Store, mas tenta retorno (imagem: divulgação)Resumo
O Stremio lançou um aplicativo completo para iOS, disponível via sideloading, permitindo streaming de torrents sem add-ons.
O aplicativo não está na App Store devido às regras da Apple contra pirataria, exigindo instalação direta com um arquivo IPA.
O Stremio Lite foi removido da App Store em janeiro de 2026, provavelmente por políticas contra pirataria, mas uma nova versão está aguardando aprovação.
O serviço de streaming de torrents Stremio lançou um app completo para iPhones e iPads. No entanto (e como era de se esperar), ele não está disponível na App Store da Apple. O software precisa ser baixado e instalado diretamente no dispositivo, processo também conhecido como sideloading.
Antes disso, o Stremio chegou a oferecer, na loja oficial da Apple, um aplicativo Lite para iPhones e iPads. Para seguir as normas da Apple contra pirataria, ele vinha sem o servidor de torrents. Por isso, precisava de add-ons para funcionar como a versão padrão do app.
Como é o novo Stremio para iOS?
A nova versão tem mais recursos que a Lite anteriormente disponível na App Store. Ela se equipara ao Stremio para Android, podendo fazer streaming de torrents sem componentes adicionais.
Por outro lado, o login com Apple ID e o Handoff (para continuar tarefas em outros dispositivos) estão desativados, já que não podem ser usados em apps instalados via sideloading.
Apple removeu Stremio Lite da loja de apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Stremio está disponível para download em um arquivo IPA, como são chamados os pacotes de aplicativos do iOS. Instalar um arquivo desses, porém, não é uma tarefa tão simples.
Ao contrário do Android, do Google, que aceita instalação direta de arquivos baixados, o sistema da Apple é bastante fechado para esse tipo de procedimento. Basicamente, para fazer isso, é necessário usar um computador e programas adicionais. Ter uma conta de desenvolvedor (que custa US$ 99 anuais) também ajuda.
Vale dizer que, tanto no Android quanto no iOS, o sideloading é um processo mais perigoso que a instalação pela loja oficial. Apps baixados diretamente não passam pelos mesmos processos de revisão das plataformas das grandes empresas, o que representa um risco maior de segurança.
O que aconteceu com o Stremio Lite?
O Stremio Lite foi removido da loja em meados de janeiro de 2026. Apesar de não haver uma explicação oficial, a resposta é bastante óbvia: políticas contra pirataria. Por mais que não viesse com o recurso de download de torrents, a Apple pode ter considerado que essa era a finalidade do app, o que violaria suas regras.
De acordo com o texto publicado no blog do projeto, uma nova versão Lite do app foi enviada e está aguardando resposta.
Dispositivo Pavl-off detecta movimento e libera apps após treino (imagem: reprodução/Kickstarter)Resumo
O Pavl-off bloqueia redes sociais até que o usuário complete exercícios físicos. Funciona apenas com iOS e não cobra mensalidade.
O dispositivo se conecta ao iPhone via Bluetooth, detecta movimento e libera aplicativos quando a meta de exercício é atingida. A bateria dura um mês e recarrega via USB-C.
O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A campanha no Kickstarter arrecadou US$ 1.400, superando a meta inicial de US$ 100.
Um novo sensor de movimentos vem dando o que falar no Kickstarter por basicamente obrigar o usuário a fazer exercícios antes de liberar o uso das redes sociais. Chamado de Pavl-off, ele foi criado pelo engenheiro Bar Smith, utiliza ímãs para se prender aos halteres e se conecta ao iPhone via Bluetooth.
O projeto já arrecadou US$ 1.400 (cerca de R$ 7.290) com 29 apoiadores, superando a modesta meta inicial de US$ 100 (R$ 520). A campanha termina em 13 de fevereiro, com entrega estimada para abril de 2026. Cada unidade custa US$ 35 (R$ 182) e pode ser enviada para qualquer país.
Como o dispositivo funciona?
Após instalar o aplicativo na App Store, o usuário escolhe quais redes sociais quer bloquear e define por quanto tempo precisa se exercitar. O sensor detecta o movimento durante o treino e destrava os apps quando a meta é cumprida. À meia-noite, os aplicativos são bloqueados novamente até que o exercício do dia seguinte seja realizado.
O dispositivo não tem botões e se conecta automaticamente ao iPhone quando o usuário começa a se movimentar. A bateria recarregável dura aproximadamente um mês e usa cabo USB-C para recarregar. Smith desenvolveu o produto inicialmente para uso próprio.
Limitações e certificações
O Pavl-off funciona apenas com iOS. Smith explica que bloquear aplicativos exige integração profunda com o sistema operacional, algo que ele conseguiu implementar somente na plataforma da Apple até agora. Não há menção a planos para uma versão de Android.
O sensor utiliza módulo ESP32 com certificações FCC, CE e IC. A bateria de 500 mAh segue os padrões UN38.3 e permite envio internacional sem taxas extras, pois se enquadra na categoria Section II (UN3481) de transporte.
Ao contrário do que outras marcas de bem-estar têm feito, não há qualquer mensalidade. A fabricação será feita por impressão 3D em pequenas quantidades ou moldagem por injeção se houver demanda maior.
Criado por um engenheiro de Seattle, o dispositivo Pavl-off utiliza ímãs e conexão Bluetooth para condicionar o uso do celular à prática de atividades físicas.
O sensor Pavl-off entre halteres de 8 lb em um tapete de exercícios. Dispositivo detecta movimento e libera apps após treino. (Imagem: Kickstarter/Reprodução)
Itaú está entre os maiores bancos do Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú lançou o Pix por aproximação no app para Android, permitindo pagamentos via NFC sem escanear QR Codes, com limite de R$ 500 por transação.
O Pix por aproximação permite parcelamento de compras e segue padrões de segurança com autenticação e criptografia.
Somente o app do Itaú para Android está recebendo a função, que não tem previsão de chegada aos iPhones.
O Itaú agora oferece o Pix por aproximação no aplicativo para Android. A função permite pagamentos presenciais sem a necessidade de escanear QR Code e usa a tecnologia NFC do celular.
Com a novidade, o cliente precisa apenas abrir o super app do Itaú, escolher o Pix e aproximar o celular da maquininha compatível para realizar o pagamento. A transação é confirmada com a senha.
O banco informou ao Tecnoblog que, até o momento, não há previsão de lançamento de recurso semelhante no iPhone.
Como funciona o Pix por aproximação do Itaú?
O pagamento é feito diretamente pelo aplicativo do banco, sem depender de carteiras digitais externas. O Pix por aproximação utiliza a infraestrutura padrão do Pix, com liquidação imediata e rastreabilidade, conforme as regras definidas pelo Banco Central. Cada transação tem limite máximo de R$ 500, e o valor diário pode ser ajustado pelo próprio cliente no app.
Além do pagamento à vista, o Itaú passou a permitir o parcelamento de compras feitas via Pix por aproximação nas maquininhas compatíveis, algo que diferencia a solução de outras experiências baseadas apenas na transferência instantânea tradicional.
O banco afirma que o recurso foi desenvolvido com múltiplas camadas de proteção, incluindo autenticação no dispositivo e criptografia dos dados durante a operação. As autorizações seguem os mesmos padrões de segurança já adotados no app.
Pix por aproximação x QR Code
Pix por aproximação está disponível nas maquininhas do Itaú (imagem: divulgação)
A adoção do Pix por aproximação não elimina outras formas de pagamento já disponíveis. Segundo o Itaú, a ideia é oferecer alternativas para diferentes perfis de usuários.
Quem prefere máxima rapidez pode continuar usando carteiras digitais que permitem pagar sem abrir aplicativos bancários. Já quem busca mais controle sobre a operação pode optar pelo Pix por NFC dentro do app.
Em nota, o diretor de pagamentos para pessoa física do Itaú Unibanco, Mario Miguel, afirmou que a “segurança está no centro de todas as nossas iniciativas”. Desde 2024, o Itaú vinha testando o Pix por aproximação em suas próprias maquininhas, as chamadas “laranjinhas”, operadas pela Rede.
E o iPhone?
A função não tem previsão de disponibilidade nos iPhones. E o caso não se limita ao Itaú: a Apple enfrenta um inquérito no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no qual se alega que a empresa age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos.
iPhone 16e usa modem C1, da própria Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iOS 26.3 terá um recurso que limita o acesso das operadoras à localização precisa, disponível apenas para iPhone 16e, iPhone Air e iPad Pro M5.
Somente as operadoras Telekom, EE, BT, Boost Mobile, AIS e True suportam a nova configuração.
O recurso não afeta a experiência de uso ou a qualidade do sinal e mantém a precisão dos dados de localização para serviços de emergência.
O iOS 26.3 contará com um recurso de segurança para limitar o acesso das operadoras à localização precisa do dispositivo. Com essa nova opção ativada, as empresas não serão capazes de determinar um endereço exato, por exemplo.
O recurso, porém, estará disponível apenas para aparelhos com modems C1x ou C1. Essa é uma lista curtíssima, que inclui apenas o iPhone 16e, o iPhone Air e também o iPad Pro M5. A linha iPhone 17, mais recente, ainda usa chips de comunicação da Qualcomm.
iPhone Air terá acesso à opção de privacidade (imagem: divulgação)
Além disso, apenas algumas operadoras oferecem suporte a essa configuração: a alemã Telekom, as britânicas EE e BT, a americana Boost Mobile e as tailandesas AIS e True.
O iOS 26.3 ainda não tem data de lançamento prevista.
Como a opção de limitar a localização funciona?
As informações constam em um documento de suporte da Apple. Nele, a Apple explica que as operadoras conseguem determinar a localização de um celular com base nas torres de telefonia a que ele se conecta.
Quando a nova opção é ativada, algumas informações deixam de ser disponibilizadas nas redes móveis. “Como resultado, [as operadoras] podem ser capazes apenas de determinar uma localização menos precisa — por exemplo, o bairro onde seu aparelho está, em vez de uma localização mais precisa, como a rua”, diz a página.
A empresa também explica que o recurso não impacta a experiência de uso ou a qualidade do sinal. Além disso, os dados de localização compartilhados durante ligações para serviços de emergência continuam sendo precisos.
E como ficam os apps?
Vale explicar que a o acesso das operadoras e o acesso dos apps à localização são duas coisas diferentes.
A localização acessada por operadoras, como explicamos, depende das torres de telefonia. Já a localização acessada por apps usa os serviços de localização do aparelho, que funcionam com base em GPS e também usam Wi-Fi, Bluetooth e outros sinais para determinar onde o usuário está.
Na prática, isso significa que uma pessoa com esse novo recurso do iOS ativado vai poder continuar usando o Waze ou o Mapas normalmente, por exemplo.
iPhone 5s foi lançado em 2013 (foto: Kārlis Dambrāns/Flickr)Resumo
Apple lançou novas atualizações que estendem certificados de segurança para celulares como o iPhone 5s e iPhone 6.
As atualizações não adicionam novos recursos ou alteram interfaces, mas garantem o funcionamento de serviços como iMessage e FaceTime.
iPad Air, iPad mini 2, iPad mini 3 e iPod touch (6ª geração) também receberam atualizações de segurança.
Após anos, a Apple segue mantendo alguns de seus aparelhos mais antigos vivos, ao menos para funções básicas. Nessa segunda-feira (26/01), a empresa liberou uma nova atualização para o iOS 12, que ainda roda em aparelhos como o iPhone 5s e o iPhone 6.
De acordo com o portal MacRumors, o iOS 12.5.8 não adiciona novos recursos nem altera a interface dos aparelhos. O objetivo da atualização é renovar certificados de segurança necessários para a continuidade do funcionamento de serviços básicos do sistema.
Outras séries antigas que receberam a renovação foram os iPhones 6s e iPhone 7, que puderam atualizar para o iOS 15. No mesmo dia, a Apple disponibilizou a versão 15.8.6 para os aparelhos que pararam nessa versão do software e a 16.7.13, para o iOS 16.
O que muda?
iPhones antigos recebem atualização do iOS (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)
A Apple explica que esses certificados são usados em processos como comunicação via iMessage, chamadas no FaceTime e ativação inicial do dispositivo. Com a extensão, esses recursos devem seguir operando normalmente por mais alguns anos.
O iPhone 5s, lançado em setembro de 2013, e o iPhone 6, de setembro de 2014, voltam a receber uma atualização de software 13 e 12 anos após o lançamento, respectivamente. Antes disso, ambos haviam recebido uma última atualização em janeiro de 2023, também voltada a correções de segurança.
Os novos patches de segurança, vale reforçar, não trazem de volta a disponibilidade de apps que já encerraram o ciclo para os aparelhos que pararam, especialmente, no iOS 12. Aplicativos como o WhatsApp, Instagram e YouTube exigem versões mais recentes do sistema para funcionar nativamente.
Modelos compatíveis
As atualizações estão disponíveis para um conjunto de dispositivos que ficaram limitados aos sistemas anteriores. Entre os dispositivos com iOS 12, 15 e 16 que receberam os patches, estão as linhas:
iPhone 5s
iPhone 6
iPhone 6s
iPhone 7
iPhone SE
iPhone 8
iPhone X
Da mesma forma, as respectivas versões do iPadOS também foram atualizadas. Entre os dispositivos beneficiados estão o iPad Air, iPad mini 2, iPad mini 3 e iPod touch (6ª geração).
Esses aparelhos não recebem novas versões do sistema há vários anos, mas continuam sendo mantidos com correções pontuais pela Apple.
GymRats está disponível para smartphones Android ou iOS (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
GymRats é um aplicativo para estimular a prática de exercícios físicos, por meio de registros de treinos e desafios baseados em pontuação. A plataforma está disponível para dispositivos móveis Android ou iOS.
O app usa check-ins e dados do treino para comprovar que as atividades físicas foram realizadas. A partir dessas informações, os usuários ganham pontuações e competem entre si nos grupos.
Check-ins por selfie ou vídeo e sistemas de pontuações flexíveis são alguns dos principais recursos do GymRats. O aplicativo conta ainda com ferramentas de interação social e integração com outros dispositivos.
A seguir, entenda melhor o que é o GymRats, saiba como o app fitness funciona, e veja prós e contras da plataforma.
O GymRats é um aplicativo móvel de Android e iOS voltado para praticantes de exercícios físicos, que registra treinos, permite conexões com outros usuários e estimula atividades como musculação, corrida, entre outras modalidades.
O que significa GymRats?
O nome “GymRats” significa “ratos de academia”, em tradução livre. E no caso, “ratos de academia” refere-se a pessoas que se dedicam e frequentam regularmente a academia, o que vai de encontro com o propósito da plataforma.
Para que serve o GymRats?
O GymRats tem a função de estimular o comprometimento dos usuários com as práticas físicas, a partir de registros de treinos (chamados de “check-ins”) que comprovam as atividades e desafios saudáveis entre usuários da plataforma. O próprio CEO da empresa, Mack Hasz, descreve o serviço como um “motivador social fitness e de saúde”.
Além disso, o aplicativo também serve como uma rede social em que usuários conseguem fazer novas conexões e interagir uns com os outros, a partir de posts, comentários ou chats de grupo.
Como funciona o GymRats
Primeiramente, é importante entender que o GymRats é um aplicativo móvel para Android e iOS, sem versões para navegadores. Para acessar a plataforma, você deve fazer um cadastro com seu e-mail ou usar uma Conta Google.
Depois de fazer o cadastro, você terá a opção de criar um grupo, entrar em um grupo a partir de um link de convite ou procurar por clubes ou desafios na aba “Rat Pack”. Mas independentemente da opção escolhida, a ideia é a mesma: conectar-se com outros usuários para iniciar uma competição saudável, baseada em pontos, para registrar exercícios físicos.
Desafios são competições com data de início e término, recomendáveis para estabelecer metas específicas. Já clubes são comunidades fitness contínuas e de baixa manutenção, cujas classificações são automaticamente rastreadas de forma semanal, mensal e anual.
Administradores do desafio ou clube vão estipular os prazos e sistemas de pontuação, que são as diretrizes para o ranqueamento.
Há diferentes desafios e clubes voltados para atividades físicas específicas ou gerais (Imagem: Divulgação/GymRats)
Após entrar ou criar um grupo, você poderá fazer check-ins das suas atividades físicas. Além de uma foto ou print para comprovar seu treino, será possível registrar dados como hora e local, tipo de atividade, e métricas como duração, distância calorias e passos. O registro então será contabilizado para o ranking do grupo, e poderá ficar marcado no seu perfil (caso queira).
Todas as pontuações são calculadas às 5h da manhã (horário de Brasília), e a pessoa com o maior número de pontos ficará no topo do grupo. Se houver empate para o primeiro lugar, o grupo do GymRats vai exibir um dos líderes de maneira aleatória.
O sistema de pontuação do GymRats ranqueia os membros do grupo de acordo com os pontos feitos no período (Imagem: Divulgação/GymRats)
Paralelamente ao desafio, a aba “Chat” dos grupos serve para interação de membros, permitindo troca de mensagens, fotos e menções.
Quais são os modos de pontuação do GymRats?
Os sistemas de pontuação do GymRats podem se basear em dias de treino, números de check-ins, rastreamento de métricas ou rankings personalizados:
Dias ativos: pontuação com base nos dias com ao menos um check-in de treino.
Pontos de hustle (hustle points): sistema de pontuação usado para criar uma contagem personalizada de diferentes tipos de exercícios, como corrida, caminhada, musculação, entre outros.
Contagem de check-in: score baseado no maior número de registros de treino no período, permitindo mais de um registro por dia.
Duração: pontuação com base no tempo de duração dos exercícios físicos.
Distância: ranking que leva em conta a maior distância percorrida nos treinos.
Passos: sistema de pontuação baseado na contagem de passos dados.
Calorias: score que ranqueia as calorias queimadas durante as atividades.
Vale destacar que desafios e clubes podem ter diferentes tipos de sistemas de pontuação, dependendo da modalidade escolhida pelos administradores dos grupos.
O GymRats é gratuito?
Sim. O GymRats possui uma versão gratuita com algumas limitações de uso, como participação em até dois grupos simultaneamente, exibição de anúncios, e menos opções durante a criação de grupos.
Recursos gratuitos do GymRats (Imagem: Reprodução/GymRats)
Contudo, o app também oferece a versão Pro mediante assinatura, que oferece experiência sem anúncios, criação e participação de grupos de maneira ilimitada, acesso ao Rat Pack e personalização de temas.
Recursos do GymRats Pro (Imagem: Reprodução/GymRats)
Quais são os principais recursos do GymRats?
Dentre os principais recursos do GymRats, estão check-ins de treinos, grupos de competição, formas de interação social e até integração com outros aparelhos. São eles:
Registro de treinos: o GymRats utiliza check-ins como forma de registrar e comprovar suas atividades físicas, que também ficam registrados em seu perfil para alcançar metas pessoais.
Desafios e clubes: os desafios e clubes estimulam competições saudáveis entre usuários da plataforma, incluindo alcance global (via Rat Pack com uma assinatura Pro).
Competições em equipe: além de competições individuais, é possível fazer competições em equipe para engajar mais pessoas.
Sistema de pontuação flexível: os sistemas de pontuação flexíveis permitem que praticantes de diferentes atividades ou níveis compitam em um mesmo grupo.
Interações sociais: você pode compartilhar textos e fotos nos chats de grupos, o que promove interação e novas conexões entre membros.
Integração com outros dispositivos: o GymRats pode se integrar a smartwatches e outros aparelhos, coletando dados de treinos de apps como Samsung Health, Garmin e Mi Fitness.
Quais são os benefícios do GymRats?
As vantagens do GymRats são principalmente ligadas ao propósito do app e funcionalidades de uso, incluindo:
Promoção de saúde e bem-estar: o principal objetivo do GymRats é estimular a prática de exercícios físicos, em prol de melhorar a saúde dos usuários.
Tem versão gratuita: não é preciso pagar para usar o aplicativo, já que ele tem versão gratuita de uso.
Aplicativo fácil de usar: o app é intuitivo e simples, e usuários conseguem registrar seus treinos em poucos passos.
Possui integração com dispositivos: o GymRats pode integrar-se a apps como Samsung Health e Strava, o que permite puxar dados de treino de outros dispositivos (como relógios inteligentes).
Permite novas conexões: o app também funciona como uma rede social, oferecendo opções de interação entre usuários, e permitindo a criação de novas conexões.
Quais são as desvantagens do GymRats?
O GymRats também tem limitações de uso. Dentre as principais desvantagens da plataforma, estão:
Limitações da versão gratuita: o uso gratuito do app tem exibição de anúncios, além de limitações de participações em grupos ao mesmo tempo e algumas funções; certos recursos só estão disponíveis na versão Pro, que é paga.
Não tem versão para navegador: o GymRats é um aplicativo que só pode ser acessado por dispositivos móveis (Android ou iOS), sem opção de acesso via navegador.
Pode estimular competitividade excessiva: por mais que apresente um sistema de gamificação saudável, o funcionamento baseado em pontuação pode motivar competitividade excessiva pelos usuários.
Quais apps são concorrentes do GymRats?
Assim como o GymRats, existem outras aplicações de health technology para smartphones que promovem atividades físicas em formato gamificado de competições saudáveis, a exemplo de Strava, Stridekick Activity Challenges, Challenges – Compete, Get Fit e Nike Run Club.
Importante mencionar que algumas dessas aplicações focam em atividades específicas (como corrida ou pedalada), apesar de terem funcionamento similar ao do GymRats.
Maior reformulação da história da Siri pode chegar em 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple pode transformar a Siri em um chatbot de IA, com lançamento previsto já no iOS 27 deste ano.
Segundo o jornalista Mark Gurman, a interface atual será substituída por um sistema de conversação contínua, similar ao ChatGPT.
A nova Siri integrará recursos como análise de documentos, geração e edição de imagens, e gerenciamento de dados pessoais.
Já é sabido que a Apple planeja uma reformulação completa na estrutura e funcionamento da Siri. Agora, novas informações indicam qual será o caminho: a assistente virtual pode virar um chatbot de inteligência artificial e estrear no iOS 27.
Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a atual interface da assistente será substituída por um sistema capaz de manter conversas contínuas, processar textos e executar tarefas complexas.
Internamente, a mudança seria tratada pelo codinome “Campos”, com a possibilidade de apresentação na feira WWDC deste ano, prevista para junho.
Por que a Apple decidiu mudar a Siri agora?
A transformação da Siri em um chatbot seria uma resposta ao cenário competitivo agressivo e à percepção de que a Apple ficou para trás na corrida da IA generativa.
A Siri com recursos aprimorados por IA foi anunciada na WWDC de 2024, mas ainda não foi lançada. A diretoria da Apple ficou insatisfeita com a qualidade da assistente desenvolvida em casa e adiou o lançamento do recurso.
Siri “turbinada” com IA foi anunciada em 2024, mas ainda não chegou (imagem: reprodução/Apple)
Vale notar que a novidade chegará em fases. Embora uma atualização da Siri esteja agendada para a primavera do hemisfério norte (entre março e junho) no iOS 26, ela deve manter a interface atual.
Segundo Gurman, a reformulação completa ficará reservada para a grande atualização de setembro, com o iOS 27 e macOS 27.
Integração total com o sistema
O grande trunfo do projeto Campos seria a profundidade da integração com o sistema operacional e os dados do usuário, algo que aplicativos de terceiros não conseguem replicar devido às restrições do iOS. A nova Siri deve ter permissão para navegar e interagir diretamente com aplicativos nativos.
Segundo a reportagem, entre as novas capacidades da assistente, destacam-se:
Analisar e resumir arquivos: usuários poderão fazer upload de documentos para análise;
Gerar e editar imagens: criação de conteúdo visual e edições em fotos, como recortes e alterações de cor, via comando de voz;
Gerenciar dados pessoais: localizar arquivos, eventos de agenda, e-mails antigos e mensagens de texto com base em descrições ou contexto.
Nova Siri terá acesso a dados de e-mail, agenda e mais (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Gurman detalha que a Siri será integrada aos principais apps da empresa, como Mail, Música, Podcasts, TV e até o Xcode. Um exemplo prático citado por ele descreve um cenário em que o usuário pede à Siri, dentro do aplicativo de e-mail, para redigir uma mensagem para um amigo utilizando informações cruzadas da agenda pessoal.
Essa capacidade de utilizar dados pessoais para concluir tarefas seria a aposta da Apple para tentar diferenciar seu produto. O acesso ao serviço deve permanecer o mesmo: com o comando de voz “Siri” ou pressionando o botão lateral do iPhone e iPad.
Interface clássica da assistente pode ser trocada por um sistema de conversação contínua similar ao ChatGPT, segundo Mark Gurman. Anúncio oficial pode ocorrer em junho.
Saiba como funciona a Siri, assistente virtual disponível em dispositivos da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Siri deverá ficar mais "esperta" a partir de 2025 (imagem: reprodução/Apple)
Apple Intelligence chega ao Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros de grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa o compartilhamento de histórico de conversas em grupos com novos membros.
A funcionalidade foi encontrada no beta para iOS e virá desativada por padrão, visando controle sobre o que é compartilhado.
Mensagens compartilhadas continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.
O WhatsApp começou a testar um recurso que permite compartilhar o histórico recente de mensagens com novos integrantes de grupos. A funcionalidade foi encontrada na versão para iPhone através do programa beta TestFlight.
A função quer resolver aquele problema de ter que explicar a novos usuários o que já foi comentado anteriormente em um grupo. De acordo com o site especializado WABetaInfo, o aplicativo vai exigir uma autorização para compartilhamento.
O recurso já havia sido identificado anteriormente em testes no Android e, com essa etapa no iOS, o WhatsApp começa a alinhar o funcionamento entre as duas plataformas móveis.
Como vai funcionar o compartilhamento do histórico?
WhatsApp testa envio de histórico de conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A função permite enviar até 100 mensagens recentes, desde que tenham sido trocadas nos últimos 14 dias antes da entrada do novo membro. Para verificar se a opção está disponível, o usuário precisará adicionar alguém ao grupo e acessar a tela de informações da conversa. Ao selecionar “Adicionar participante”, pode surgir, ao final do processo, a opção de compartilhar mensagens recentes.
Caso apareça, o usuário escolhe se deseja enviar o histórico e quantas mensagens serão compartilhadas, podendo optar por um número menor que o limite máximo. A ideia é dar mais controle sobre o que será repassado, evitando o envio automático de todo o conteúdo recente.
As mensagens compartilhadas aparecem destacadas visualmente para o novo integrante. Para os demais participantes, o WhatsApp também sinaliza que o histórico foi enviado, indicando quem realizou o compartilhamento.
O pessoal do WABetaInfo também menciona que o recurso estará desativado por padrão. A decisão de compartilhar ou não o histórico cabe exclusivamente ao usuário que está adicionando o novo participante.
As mensagens compartilhadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizando as chaves de segurança armazenadas no dispositivo da pessoa que adicionou o novo membro.
Quando chega para todos?
Por enquanto, o recurso está restrito a parte dos testadores da versão beta no iOS.
Ainda não há uma data confirmada para o lançamento, mas usuários com acesso ao teste já conseguem compartilhar mensagens até mesmo com pessoas que ainda não receberam a funcionalidade em suas contas.
Threads é uma rede social da Meta, dona do Instagram (imagem: divulgação e Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Threads registrou 141,5 milhões de acessos diários via Android e iOS no começo de 2026, superando o X, com 125 milhões.
X lidera em acessos via navegador com 145,4 milhões de visitas diárias, comparado a 8,5 milhões do Threads.
Crescimento é impulsionado pelas outras redes da Meta e por novas funcionalidades, enquanto o X enfrenta crise de imagem.
O Threads ultrapassou o X/Twitter em número de usuários ativos diários em smartphones, segundo dados da empresa de inteligência de mercado Similarweb. Em 7 de janeiro de 2026, o aplicativo registrou 141,5 milhões de acessos via Android e iOS, contra 125 milhões da concorrente.
A medição considera exclusivamente o uso em aplicativos móveis para Android e iOS. No acesso via navegador, o X continua muito à frente do Threads: são 145,4 milhões de visitas diárias à rede de Elon Musk, um abismo de diferença para os 8,5 milhões registrados pela plataforma da Meta no desktop.
Threads supera X em quantidade de usuários ativos por dia (imagem: reprodução/Similarweb)
Lançado em julho de 2023 como rede de texto, o Threads surgiu como uma alternativa “aberta e amigável” em um momento de turbulência no então Twitter, logo após a aquisição da empresa por Elon Musk.
Segundo a análise do relatório, a ascensão do Threads tem base na estratégia multiplataforma da Meta. A empresa, para os analistas, tem utilizado a força dos outros produtos (Facebook e Instagram) para promover a rede de textos, além de ter acelerado o lançamento de recursos que faltavam na estreia.
Funcionalidades como mensagens diretas, filtros de conteúdo, comunidades baseadas em interesses e até testes recentes com jogos na plataforma estariam ajudando a reter o público.
Em dados oficiais divulgados em outubro de 2025, a própria Meta afirmava já ter superado a marca de 150 milhões de usuários ativos diários e 400 milhões mensais, sugerindo que o engajamento na plataforma pode ser maior do que o rastreamento dos relatórios.
X enfrenta crise de imagem
O X, por outro lado, tem sido alvo de investigações no mundo todo, incluindo o Brasil, após a IA Grok ter gerado imagens com teor pornográfico a partir de fotos de usuários, especialmente mulheres, publicadas na plataforma.
Segundo o TechCruch, o relatório aponta que o Bluesky, concorrente menor e descentralizado, também registrou um aumento no número de instalações nos últimos dias, surfando na onda de insatisfação. Ainda assim, vale ressaltar que o X mantém sua liderança nos Estados Unidos.
Conta para a gente nos comentários: qual tem sido a sua rede social principal no dia a dia, Threads ou X?
Microsoft Lens no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft Lens para Android e iPhone será totalmente descontinuado em março de 2026;
Companhia não forneceu explicações públicas sobre a decisão, mas sugere uso do aplicativo OneDrive como alternativa;
App do OneDrive tem recurso de digitalização integrado, permitindo capturar e salvar documentos.
O Microsoft Lens para Android e iPhone vai mesmo ser descontinuado. A ferramenta, que permite digitalizar rapidamente documentos capturados com a câmera do celular, teve seu processo de encerramento iniciado no último dia 9. O fim propriamente dito está marcado para março de 2026.
A ferramenta foi mantida após esse prazo, alimentando a esperança de uma mudança de planos. Mas tratava-se apenas de um adiamento e, consequentemente, de um reajuste de cronograma. Ficou assim, de acordo com esta página de suporte:
9 de janeiro de 2026: o processo de descontinuação do Microsoft Lens tem início;
9 de fevereiro de 2026: fim do suporte ao Microsoft Lens; remoção do aplicativo na App Store e na Google Play Store;
9 de março de 2026: o app do Microsoft Lens não digitalizará mais imagens, apenas dará acesso às digitalizações realizadas antes dessa data.
Por que o Microsoft Lens está sendo descontinuado?
Lançado em 2015 sob o nome Office Lens, o Microsoft Lens tem notas altas nas lojas de aplicativos. Apesar disso, a ferramenta não é, exatamente, popular. Talvez essa constatação tenha pesado para a Microsoft decidir pelo fim do aplicativo.
O “talvez” deve-se ao fato de a companhia não ter dado explicações públicas sobre a decisão. Mas pelo menos a Microsoft sugeriu uma alternativa: o aplicativo do OneDrive, que tem um recurso de digitalização integrado. Eis o passo a passo para o seu uso:
abra o aplicativo do OneDrive em seu celular (Android ou iPhone);
toque no botão ”+” no canto inferior do app;
escolha “Digitalizar foto” e capture a imagem do documento com a câmera do aparelho;
Se o resultado agradar, salve o arquivo para finalizar.
Duolingo liberou o recurso “Explique minha resposta” gratuitamente para todos os usuários de iPhone e Android.
Antes exclusiva do Duolingo Max, a ferramenta utiliza APIs do ChatGPT, da OpenAI, para fornecer explicações detalhadas sobre respostas corretas ou incorretas.
Segundo a empresa, a mudança visa oferecer feedback personalizado em tempo real e tornar o aplicativo mais acessível e motivador.
O Duolingo anunciou hoje (12/01) uma mudança na estratégia de produto. Agora, o recurso “Explique minha resposta”, ferramenta baseada em inteligência artificial que detalha por que uma alternativa está correta ou incorreta, está disponível para todos os usuários gratuitamente.
Até então, a funcionalidade estava restrita ao Duolingo Max, plano pago mais completo da plataforma. A atualização já começou a chegar para usuários de iPhone e Android, com a proposta de oferecer feedback mais detalhado e imediato, auxiliando a compreensão de erros e acertos ao longo das lições.
A empresa informou ao Tecnoblog que a funcionalidade não terá limite de uso. De acordo com o Duolingo, os APIs utilizados são do ChatGPT, da OpenAI.
Como funciona o recurso?
Na prática, o recurso permite que o usuário toque em um botão após responder a uma questão para receber uma explicação gerada por IA. O sistema analisa a resposta dada e apresenta um comentário contextualizado, apontando regras gramaticais, escolhas de vocabulário ou estruturas que justificam o resultado.
Segundo o Duolingo, “o recurso dá aos alunos explicações claras sobre por que suas respostas estavam certas ou erradas”. Ao tornar a ferramenta gratuita, a empresa afirma que todos os usuários passam a ter acesso a feedback personalizado em tempo real.
Recurso de IA do Duolingo agora está disponível para todos (imagem: divulgação/Duolingo)
A companhia também destaca que a mudança busca tornar o aplicativo mais estimulante e motivador, especialmente para quem utiliza apenas a versão gratuita e, até agora, tinha acesso mais limitado a explicações detalhadas.
Em setembro, o Duolingo anunciou uma integração com o LinkedIn, permitindo que o usuário vincule sua conta do app de ensino ao perfil da rede profissional para exibir a pontuação nos idiomas.
Novos recursos não foram suficientes para impulsionar o iOS 26 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Dados da StatCounter mostram que apenas 16% dos iPhones ativos utilizam o iOS 26, lançado em setembro de 2025.
Os motivos podem estar ligados ao redesenho visual Liquid Glass, que gerou recepção mista, contribuindo para a resistência à atualização.
A Apple também manteve atualizações de segurança para o iOS 18, permitindo que usuários adiem a migração sem riscos de vulnerabilidade.
Donos de iPhone estão com uma resistência incomum à instalação do iOS 26, a versão mais recente do sistema da Apple. Segundo dados atuais da StatCounter, que analisa estatísticas de mercado, a taxa de adoção está bem abaixo dos padrões históricos da fabricante.
Enquanto versões anteriores costumavam ultrapassar a marca de 50% de instalação nos primeiros meses, a atual ficou longe do mesmo padrão: apenas 16% dos usuários ativos possuem alguma versão do novo sistema (26, 26.1 ou 26.2). Dessa parcela, o iOS 26.1 detém a maior fatia até aqui, com 10,57%. Em contraste, em janeiro de 2025, o iOS 18 já operava em 63% dos aparelhos compatíveis.
Quebra de padrão histórico
Os dados, mesmo que não sejam oficiais da Apple, evidenciam uma mudança de comportamento. O ecossistema da Apple sempre foi reconhecido pela rapidez nas atualizações, já que a empresa disponibiliza o software simultaneamente para todos os modelos suportados globalmente, ao contrário do cenário de fragmentação observado no Android.
A disparidade sugere que o interesse do consumidor em novas funcionalidades foi substituído por uma postura de cautela. Os portais especializados Cult of Mac e TechRadar indicam que, pela primeira vez em anos, a percepção de estabilidade do iOS 18 parece superar o apelo para experimentar as novidades da versão 26.
Por que os usuários estão evitando o iOS 26?
Mudanças visuais introduzidas no iOS 26 dividiram o público (imagem: divulgação/Apple)
O conceito alterou elementos de navegação e a iconografia clássica do iPhone, gerando uma recepção mista. Muitos usuários ainda preferem a interface anterior e evitam a atualização para não lidar com uma nova curva de aprendizado.
Além do aspecto visual, a própria estratégia da Apple contribuiu para a baixa adesão. Diferente de ciclos passados, em que a permanência em sistemas antigos poderia expor o dispositivo a vulnerabilidades críticas, a companhia manteve o fornecimento de atualizações de segurança para o iOS 18 ao longo de 2025. Essa política permitiu adiar a migração por mais tempo sem correr riscos imediatos de segurança.
Há também um debate sobre a relevância das novas funcionalidades. O iOS 26 trouxe o aplicativo nativo Apple Games, melhorias em inteligência artificial e o Modo de Energia Adaptável. No entanto, esses recursos podem não ter sido suficientes para motivar o update.
A expectativa é que a base de usuários do iOS 26 cresça gradualmente à medida que novos dispositivos, já equipados com o sistema de fábrica, entrem no mercado. Contudo, o cenário atual parece um sinal de que o consumidor prioriza continuidade e confiabilidade, com menor tolerância a mudanças estéticas radicais.
Saiba como configurar uma resposta automática de férias no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
A mensagem automática de férias do Gmail pode ser configurada nas configurações do serviço de e-mail do Google pelo celular ou PC. Ao ativar o recurso “Resposta automática de férias”, o usuário define o período em que estará ausente e qual mensagem será enviada aos remetentes que entrarem em contato.
A seguir, veja o passo a passo para colocar aviso de férias no Gmail pelo celular ou PC.
Abra o navegador e acesse gmail.com e, se necessário, faça login na sua conta do Google ou vinculada ao serviço de e-mail. Depois, clique no ícone de engrenagem no canto superior direito e, em seguida, na opção “Mostrar todas as configurações”.
Acessando as configurações do Gmail pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Marque a opção “Resposta automática de férias ativada”
Desça a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias”. Em seguida, marque a opção “Resposta automática de férias ativada” para iniciar a configuração.
Ativando a ferramenta “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Defina o período para o envio da resposta automática
Clique na caixa ao lado da opção “Primeiro dia” para escolher a data inicial de envio. Em seguida, marque a opção “Último dia” para definir a data final para o envio de mensagens automáticas.
Definindo o período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Escolha o título do e-mail de resposta automática
No campo “Assunto”, escreva o título do e-mail que os remetentes receberão quando entrarem em contato.
Escrevendo o título do e-mail com a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Escreva a mensagem da resposta automática
Use a caixa de texto na seção “Mensagem” para escrever o conteúdo da resposta automática durante o período de férias.
Escrevendo o conteúdo da resposta automática do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Selecione os remetentes que receberão a mensagem automática
Marque a opção “Enviar respostas apenas às pessoas que estão nos meus Contatos” ou “Enviar uma resposta somente para as pessoas em [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberam a resposta automática.
Selecionando os remetentes que vão receber a resposta automática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Salve as alterações da resposta automática do Gmail
Após configurar a resposta automática do Gmail, clique em “Salvar alterações”.
Salvando as alterações da resposta automática no Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como colocar aviso de férias no Gmail pelo celular
1. Acesse o menu do app Gmail
Abra o aplicativo do Gmail no seu celular e toque no botão de três riscos no canto superior esquerdo da tela para abrir um menu de opções.
Importante: este guia foi feito no Android, mas serve para usuários do Gmail no iPhone.
Acessando o menu do Gmail pelo celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Abra as configurações do app
Desça o menu de opções até o final e toque em “Configurações” para avançar.
Abrindo as configurações do Gmail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione o e-mail que irá ativar a resposta automática do Gmail
No menu “Configurações”, toque em cima do e-mail que você deseja configurar a resposta automática no Gmail.
Selecionando o e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Toque em “Resposta automática de férias”
Role a tela até encontrar a opção “Resposta automática de férias” e toque em cima dela para iniciar a configuração.
Acessando a opção “Respostas automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Ative a opção de “Resposta automática de férias”
Toque na chave de seleção ao lado de “Resposta automática de férias”, no canto superior direito da tela, para ativar o recurso.
Ativando o recurso de “Resposta automática de férias” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Defina a data para o envio do e-mail de mensagem de férias
Toque em cima da opção “Primeiro dia”, selecione a data de início do período de férias e toque em “OK” para confirmar. Em seguida, repita o processo ao tocar na opção “Último dia” para indicar o encerramento do período ausente.
Definindo as datas do período de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Dê um título para o e-mail de aviso de férias
Toque no campo “Assunto” e escreva o título para a mensagem de férias no e-mail.
Criando o título do e-mail de aviso de férias (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Escreva a mensagem do e-mail
Use o campo “Mensagem” para escrever o conteúdo do e-mail que será enviado para os remetentes que entrarem em contato durante o período de férias.
Escrevendo a mensagem automática para do e-mail que será enviado ao remetente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
9. Selecione quem receberá as mensagens automáticas
Marque a opção “Envie somente para meus contatos” ou “Enviar somente para [nome da empresa]” para aplicar um filtro dos remetentes que receberão a resposta automática.
Marcando os remetentes que receberão a mensagem automática em caso de contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
10. Finalize a configuração da resposta automática do Gmail
Toque em “Concluído”, no canto superior direito, após configurar a resposta automática do Gmail para finalizar.
Finalizando a configuração da mensagem automática do Gmal no Celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como funcionam as mensagens automáticas do Gmail?
As mensagens automáticas do Gmail funcionam conforme o período configurado na conta do Google, iniciando às 00:00 da data inicial e encerrando às 23:59 do dia de término (retorno das férias). O sistema detecta o fuso horário local para garantir que o envio ocorra precisamente durante a ausência programada.
Em geral, cada remetente recebe o aviso apenas uma vez, a menos que envie um novo e-mail após quatro dias ou a pessoa que está ausente altere o conteúdo da mensagem. O filtro inteligente também impede disparos para e-mails classificados como spam ou mensagens de listas de transmissão.
Quantas respostas automáticas posso configurar no Gmail?
O Gmail permite apenas uma configuração ativa de mensagem para o recurso de “Resposta Automática de Férias” em um período pré-determinado. Caso precise de múltiplas respostas distintas para diferentes remetentes ou assuntos, a sugestão é usar as ferramentas de Modelos (Templates) e Filtros do próprio serviço de e-mail.
É possível editar as respostas automáticas no Gmail?
Sim, acesse as configurações do Gmail e visite novamente a opção “Resposta automática de férias”. Lá, você pode reescrever o texto, alterar o assunto ou redefinir as datas em que estará ausente.
Após realizar as alterações, verifique se o botão de ativação da ferramenta está marcado corretamente. Então, desça até o final da página e clique em “Salvar alterações” no PC ou tocar no botão “Concluído” no canto superior direito do celular para concluir.
Tem como desativar as respostas automáticas no Gmail?
Sim, acesse as configurações gerais do Gmail no computador ou celular e desative a opção “Resposta automática de férias”. Após a alteração, a ferramenta interrompe o envio imediato de e-mails pré-programados, permitindo que você retome o gerenciamento das mensagens recebidas.
Atualização espalhará publicidade pelos resultados de pesquisa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple vai aumentar a exibição de anúncios na App Store a partir de 2026.
A publicidade será distribuída ao longo da rolagem da página, sem controle dos anunciantes sobre a posição dos anúncios.
O sistema Apple Ads usará um algoritmo para determinar a posição dos anúncios com base na relevância e no valor pago pelos anunciantes.
A Apple comunicou que vai aumentar a exibição de propagandas dentro da App Store. Na página de suporte, a empresa afirma que a mudança começa a valer em 2026.
A fabricante do iPhone justifica a alteração citando o alto engajamento das pesquisas, consideradas a principal porta de entrada para downloads na plataforma e algo atraente para os anunciantes.
Segundo a Apple, quase 65% dos downloads ocorrem após uma pesquisa, razão pela qual vai introduzir “anúncios adicionais em todas as consultas de pesquisa”.
O que vai mudar?
Com a nova política, a publicidade deve ser pulverizada. Mais anúncios serão inseridos na rolagem da página, intercalados com os resultados de uma busca. Atualmente, a loja de aplicativos do iPhone limita a publicidade a um único local nobre: o topo da lista de resultados.
A nova dinâmica retira do anunciante o controle sobre a posição da propaganda. Segundo a documentação da Apple, os desenvolvedores não poderão selecionar ou dar lances exclusivos para aparecer no topo ou no meio da lista.
O sistema do Apple Ads utilizará um algoritmo para determinar o melhor local de exibição com base na relevância do aplicativo para a consulta do usuário e no valor do lance oferecido. A empresa esclarece que nenhuma ação extra será necessária por parte dos anunciantes.
Novos espaços publicitários estarão disponíveis em 2026 (foto: André Fogaça/Tecnoblog)
Propaganda para ganhar mais dinheiro
A adoção de mais espaços publicitários no iOS já era prevista. Em outubro, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, relatou o plano da Apple. A ideia seria abrir novas frentes de receita via anúncios — movimento que ocorre de forma gradual há anos dentro da fabricante do iPhone.
Há não muito tempo, vale lembrar, a Apple foi duramente criticada após exibir propagandas para F1: O Filme, produção da própria Apple TV, no app Carteira (Wallet). Depois da polêmica, a empresa passou a oferecer uma opção para desativar esses anúncios.
Recurso tira dúvidas sobre o enredo (imagem: divulgação/Amazon)Resumo
O app do Kindle agora usa IA para responder dúvidas sobre livros, respeitando o progresso de leitura.
A ferramenta “Pergunte a este livro” opera como assistente virtual e analisa o conteúdo já lido para evitar spoilers.
Por enquanto, o recurso está disponível apenas em inglês nos EUA e no app para iPhone, com previsão de lançamento no Android e no Kindle em 2026.
A Amazon disponibilizou uma nova ferramenta no aplicativo do Kindle que usa IA para fornecer respostas instantâneas sobre enredo, personagens e temas das obras. O recurso “Pergunte a este livro” respeita o progresso de leitura do usuário e evita spoilers.
Por ora, o recurso está disponível apenas para livros em inglês nos Estados Unidos e restrito ao aplicativo para iPhone. A empresa afirma que pretende expandir a funcionalidade em 2026 para Android e para o Kindle, mas não informou quando o suporte a outros idiomas será lançado.
Como o sistema funciona?
A Amazon explica que o sistema opera como um assistente virtual acessível pelo menu da obra ou ao selecionar um trecho específico do texto. Ao acionar o recurso, o usuário é direcionado a uma interface de chatbot na qual pode digitar suas dúvidas ou escolher perguntas sugeridas pela IA, como mostra o exemplo abaixo.
Assistente quer refrescar a memória dos leitores sem dar spoilers (imagem: divulgação/Amazon)
A tecnologia analisa exclusivamente o conteúdo das páginas já consumidas pelo leitor. Segundo o comunicado, o objetivo é oferecer detalhes contextuais e relembrar fatos da trama sem comprometer as reviravoltas dos capítulos futuros.
Além do assistente no Kindle, a Amazon introduziu neste ano o recurso Recaps (ou resumos, em tradução livre). Anunciada em abril, a função também usa IA e é voltada para sagas literárias, funcionando como o “anteriormente em…” de séries de TV: o recurso recapitula eventos essenciais de volumes passados para situar o leitor antes de iniciar um novo livro.
Autores não podem impedir o uso da IA
A Amazon confirmou que a ferramenta é ativada por padrão e não oferece opção de exclusão para escritores ou editoras. Como lembra o Verge, é possível que a decisão gere atrito com o mercado editorial, que já debate o uso de obras protegidas por direitos autorais para o treinamento de modelos de linguagem (LLMs) sem o consentimento explícito.
Um porta-voz da Amazon declarou ao Publishers Lunch, site especializado no mercado editorial, que a medida procura assegurar uma “experiência de leitura consistente” em toda a plataforma. A dona do Kindle ressalta que as interações com o chatbot são privadas, não compartilháveis e exclusivas para quem comprou ou alugou o livro digital.
Vale mencionar que o lançamento ocorre logo após a Amazon ter removido resumos gerados por IA da plataforma de streaming Prime Video após a identificação de erros factuais e “alucinações” do sistema.
Plano inicial foca primeiro em iPhones e dispositivos Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O governo do Reino Unido pressiona Apple e Google para implementar filtros automáticos de nudez em iPhones e Androids.
A proposta visa impedir a exposição precoce de crianças à pornografia e proteger contra aliciamento online.
A medida, contudo, enfrenta resistência devido a preocupações com privacidade e eficácia técnica.
O governo do Reino Unido articula uma nova estratégia para incentivar Apple e Google a adotarem algoritmos de detecção de nudez no iOS e Android. A proposta é bloquear imagens explícitas por padrão, exigindo que os usuários comprovem a maioridade para acessar ou compartilhar esse tipo de conteúdo.
As informações foram divulgadas nesta segunda-feira (15/12) pelo Financial Times. De acordo com o jornal, o objetivo central é impedir que crianças e adolescentes sejam expostos à pornografia precocemente ou se tornem vítimas de aliciamento online por adultos.
A reportagem explica que as autoridades britânicas consideraram transformar esses controles em um requisito obrigatório para todos os aparelhos vendidos no país. A medida mira inicialmente smartphones, mas há planos para estendê-la também a computadores.
Como funcionaria a verificação e o bloqueio?
Ferramenta usaria IA e funcionaria localmente no aparelho (imagem: Robin Worrall/Unsplash)
A proposta sugere que os sistemas identifiquem, por meio de inteligência artificial, a presença de nudez em fotos e vídeos. Caso o conteúdo seja detectado, ele seria automaticamente ocultado. Para visualizar ou enviar tais arquivos, o usuário precisaria realizar uma verificação de idade.
Essa validação seria feita por dados biométricos ou envio de documentos de identidade oficiais. A medida criaria uma barreira digital na qual somente adultos verificados teriam a liberdade de desativar os filtros de conteúdo.
Além disso, a proposta inclui uma cláusula específica para criminosos sexuais condenados por crimes contra crianças: para este grupo, os bloqueadores de conteúdo ficariam permanentemente ativados, sem opção de desligamento.
A ministra da proteção à infância do Reino Unido, Jess Phillips, citou como exemplo positivo a tecnologia HarmBlock, desenvolvida pela empresa britânica SafeToNet e utilizada em dispositivos da HMD Global. Esse software detecta e bloqueia automaticamente imagens explícitas e seria o modelo para o que o governo espera ver implementado pelas gigantes do Vale do Silício.
Medida enfrenta resistência
Embora Apple e Google já ofereçam ferramentas de controle parental, o governo britânico avalia que as soluções atuais são insuficientes. A Apple possui o recurso Segurança de Comunicação, que alerta sobre nudez no iMessage, AirDrop e FaceTime, mas afirma que adolescentes podem ignorar o aviso e visualizar a imagem. O Google, por outro lado, já oferece o Family Link e avisos de conteúdo sensível.
A principal lacuna identificada é que os bloqueios atuais não se estendem a aplicativos de terceiros. Plataformas de mensagens populares, como WhatsApp e Telegram, muitas vezes operam fora do alcance das ferramentas nativas de controle parental. A nova proposta busca um bloqueio na “raiz” do sistema, que funcionaria independentemente do aplicativo utilizado.
A medida, contudo, enfrenta resistência. Grupos de defesa das liberdades civis e privacidade argumentam que a varredura de conteúdo nos dispositivos dos usuários pode criar precedentes perigosos para a vigilância em massa. Há também dúvidas sobre a eficácia técnica da verificação de idade. Muitos usuários podem tentar contornar as restrições utilizando redes privadas virtuais (VPNs) ou fotos falsas, por exemplo.
O movimento britânico segue uma tendência global de regulação, semelhante às políticas recentes da Austrália. No entanto, o Reino Unido optou por não seguir a proibição de uso de redes sociais para menores de 16 anos, preferindo focar na filtragem de conteúdo.
Justiça da Bahia determinou que empresa deve retirar anúncios sem custo extra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Justiça da Bahia condenou a Amazon a retirar anúncios do Prime Video e pagar R$ 3 mil por danos morais a um cliente, devido a prática considerada abusiva.
A decisão destacou que a mudança no serviço violou o Código de Defesa do Consumidor, ao introduzir anúncios e cobrar taxa extra sem aviso prévio adequado.
A juíza rejeitou a defesa da Amazon, afirmando que a inclusão de publicidade alterou a natureza do serviço, contrariando o contrato inicial.
A Amazon foi condenada pela Justiça da Bahia a suspender a exibição de anúncios que interrompem filmes e séries no Prime Video para um cliente de Salvador. A decisão, proferida pela juíza Dalia Zaro Queiroz, do Juizado Especial do Consumidor, determinou também que a empresa não cobre valor adicional para restabelecer o serviço sem propagandas.
Além disso, a gigante do varejo deverá pagar R$ 3 mil por danos morais, sob o entendimento de que a alteração do contrato violou o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
No entanto, para manter esse padrão, a empresa passou a exigir o pagamento de uma taxa extra de R$ 10 mensais. Para a Justiça, essa manobra forçou o cliente a pagar mais caro para ter acesso às mesmas condições que já haviam sido contratadas no momento da assinatura.
Prática foi considerada abusiva
Juíza determina fim da publicidade, sem cobrança extra, e indenização (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Um dos pilares da sentença foi o enquadramento da conduta da Amazon como “bait-and-switch” (isca e troca). Na decisão, a juíza detalhou que essa prática comercial desleal ocorre quando o fornecedor atrai o consumidor com uma oferta vantajosa — neste caso, um serviço de streaming com preço acessível e sem anúncios — para, mais tarde, alterar as regras do jogo.
Ao modificar o serviço, a Amazon teria frustrado a legítima expectativa criada pelo cliente. Para o tribunal, a estratégia mirou aumentar a receita da empresa às custas da lesão ao contrato inicial e da boa-fé do assinante.
A decisão também foi dura quanto à violação do dever de transparência. Ficou comprovado no processo que a comunicação sobre a mudança no serviço foi feita com apenas 48 horas de antecedência. Esse prazo foi considerado desrespeitoso, impedindo que o consumidor tivesse tempo hábil para decidir sobre a continuidade da assinatura.
O que diz a Amazon?
Empresa alegou que qualidade foi mantida, mas argumento foi rejeitado (imagem: Thibault Penin/Unsplash)
Em sua defesa, a Amazon sustentou que não houve modificação substancial na prestação do serviço. Ela argumentou que o catálogo de filmes, séries e a qualidade técnica da transmissão foram mantidos integralmente. Além disso, a companhia alegou que os Termos de Uso da plataforma preveem a possibilidade de atualizações e alterações nas condições do serviço, o que, em sua visão, legitimaria a inclusão dos anúncios.
A magistrada, contudo, rejeitou essa tese. Na sentença, foi reafirmado que cláusulas contratuais genéricas em contratos de adesão não se sobrepõem ao dever de informação clara e prévia determinado pelo CDC. A Justiça entendeu que a introdução de publicidade muda a natureza do produto entregue, descaracterizando o serviço originalmente vendido.
Diante da falha na prestação do serviço, a juíza declarou a abusividade da cobrança adicional. Além do pagamento da indenização, a sentença determina o cumprimento imediato da suspensão dos anúncios para o autor da ação, reforçando o entendimento de que plataformas digitais globais devem respeitar a legislação local de proteção ao consumidor.
Já em nota ao Tecnoblog, a Amazon disse que não comenta decisões judiciais e ressaltou que, diferentemente do que afirma a decisão, “comunicou seus clientes sobre a inserção de anúncios no Prime Video em fevereiro/2025 e as alterações entraram em vigor somente a partir de 2 de abril/2025”.
Novo método cria conexão direta e oficial entre Android e iPhone (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Google e a Apple estão desenvolvendo um método direto de migração de dados entre Android e iOS, sem necessidade de apps.
A funcionalidade deve ser integrada à configuração inicial dos dispositivos, usando autenticação dupla para garantir a integridade dos dados.
O recurso foi encontrado em versões de testes no Android Canary, mas a transferência deve exigir que o iPhone esteja atualizado com iOS 26.
Em um movimento raro de cooperação, Google e Apple se uniram para reformular o processo de transferência de dados entre o Android e iOS. Segundo o 9to5Google, um novo recurso deve padronizar e aprimorar a migração de dados entre as plataformas. A funcionalidade será integrada à configuração inicial dos dispositivos, dispensando a necessidade de instalar apps específicos.
Atualmente, a transição entre os ecossistemas depende de apps de terceiros ou das ferramentas proprietárias “Mudar para Android” (do Google) e “Migrar para iOS” (da Apple). No entanto, a experiência com esses softwares nem sempre é positiva. Relatos comuns indicam transferências incompletas, além da perda de dados. A lentidão do processo via conexão sem fio também é um gargalo que a novidade pode eliminar.
Embora as empresas mantenham sigilo sobre o projeto, evidências surgiram em uma versão Canary do Android — uma compilação de testes para desenvolvedores. Identificada como Android Canary 2512 (build ZP11.251121.010), a atualização começou a ser distribuída para smartphones da linha Google Pixel.
A ferramenta fica no menu de configurações do sistema. Ao acessar o caminho Configurações > [Nome e foto de perfil] > Todos os serviços > Emparelhar com iPhone ou iPad, os usuários agora devem encontrar uma nova opção para copiar dados (“Copy data”).
Recurso em testes no Android exige iOS 26 no iPhone (imagem: reprodução/Android Authority)
O mecanismo foi desenhado para operar como um “aperto de mão” digital entre os dois sistemas operacionais. Conforme a análise da versão de testes, o processo utiliza um sistema de autenticação dupla para garantir a integridade dos dados.
Quando o usuário seleciona a opção de restaurar dados ou copiar informações, o sistema solicita um ID e uma senha específica para estabelecer a conexão sem fio direta entre o aparelho antigo e o novo.
Um detalhe crucial é uma exigência de compatibilidade do lado da Apple. A página de configuração informa explicitamente que, para a transferência ser bem-sucedida, o iPhone de origem ou destino deve estar atualizado com, pelo menos, o iOS 26, lançado em setembro deste ano.
E a Samsung?
Uma questão que ainda fica em aberto diz respeito à integração da nova ferramenta com aparelhos de outros fabricantes. A Samsung, por exemplo, detém a maior participação no mercado global de smartphones Android e já utiliza o Smart Switch, solução proprietária consolidada.
Ainda não está claro se o novo protocolo unificado substituirá ferramentas de terceiros ou se a migração facilitada será, inicialmente, restrita a aparelhos mais próximos do “Android puro”.
iOS27 deve ser anunciado na WWDC 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O iOS 27 deve priorizar estabilidade e desempenho, reduzindo novos recursos para corrigir bugs e otimizar o sistema.
Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o sistema também deve preparar o caminho para futuros dispositivos, como os iPhones dobráveis.
A atualização pode incluir avanços em IA, como um assistente de saúde e um mecanismo de busca na web, além de melhorias no design Liquid Glass.
A Apple deve priorizar estabilidade e desempenho no iOS 27, segundo Mark Gurman, da Bloomberg. A atualização, prevista para 2026, reduziria temporariamente novos recursos para corrigir bugs e otimizar o sistema.
A estratégia seria comparável à do OS X Snow Leopard, de 2009, que buscou recuperar a confiança dos usuários após críticas recorrentes à qualidade do sistema. A futura grande atualização do iOS pode prepará-lo para futuros dispositivos, como os iPhones dobráveis.
A abordagem teria ganhado força após críticas sobre a qualidade do sistema da Apple nos últimos anos. Vários usuários relataram instabilidades em versões recentes do iOS e macOS, especialmente após a chegada do design Liquid Glass ano passado.
Segundo a Bloomberg, equipes internas já estão revisando códigos para eliminar bugs e reduzir “bloat” (softwares e sistemas desnecessários que acabam ocupando recursos da máquina).
Foco em desempenho após críticas
Siri pode ficar mais “esperta” (imagem: reprodução/Apple)
Se confirmado o rumor, essa seria a primeira vez, desde o iOS 12, de 2018, que a Apple priorizaria a otimização do sistema sobre novas funcionalidades. O plano da empresa parece incluir uma revisão de sistemas operacionais como iOS, macOS e visionOS para melhorar a experiência geral, numa abordagem que lembra o Snow Leopard, que pavimentou o caminho para avanços futuros no ecossistema Mac.
Ainda assim, a empresa não deve abandonar totalmente as inovações. A Bloomberg destaca que o iOS 27 pode trazer avanços em inteligência artificial. Dentre as novidades esperadas estão um assistente de saúde baseado em IA, possivelmente vinculado a uma assinatura Apple Health+, e um mecanismo de busca na web alimentado por algoritmos próprios, semelhante ao assistente Perplexity.
Esses recursos seguiriam atualizações recentes, como a reformulação da Siri no iOS 26.4, que deve utilizar uma versão personalizada do Google Gemini. O modelo, adaptado para o Private Cloud Compute da Apple, processaria dados localmente, evitando envio a servidores externos.
Outras apostas do iOS 27
Além da estabilidade, o iOS 27 pode trazer ajustes para empresas, como ferramentas de gerenciamento de dispositivos e funcionalidades específicas para mercados de países emergentes, como modos de economia de dados.
Além disso, mais correções no visual do Liquid Glass também estariam nos planos. O anúncio oficial da nova versão de sistema deve ocorrer na WWDC 2026.
Novo Recado está mais visível (imagem: divulgação)Resumo
O WhatsApp agora permite exibir avisos temporários abaixo da foto de perfil na tela de conversa.
Os usuários podem configurar mensagens como “Disponível para conversar” ou “Viajando”, com validade de um minuto a uma semana.
A atualização visa tornar os Recados mais visíveis, corrigindo a localização anterior, que era pouco acessada.
A Meta anunciou nesta quinta-feira (20/11) que o WhatsApp passará a contar com uma nova versão da ferramenta Recado. Com ela, os usuários poderão exibir avisos de forma temporária. Segundo a empresa, o recurso chegará a partir desta semana para todos os usuários no Android e no iOS.
“Pensado para aqueles dias em que você só tem um minuto livre, o Recado indica às pessoas por que você não pode conversar ou sobre o que você quer falar com apenas um emoji e uma frase curta”, diz o comunicado da Meta.
Usuário passa a ver aviso ao abrir a conversa (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Como colocar um Recado no seu WhatsApp?
Para definir um recado, vá até “Configurações” e toque em “O que você está fazendo?”, logo ao lado da foto de perfil. O app dá algumas opções, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Viajando”. Também é possível configurar manualmente um emoji e uma mensagem.
O usuário ainda escolhe a validade do aviso (de um minuto a uma semana) e a privacidade (para todos no WhatsApp, apenas contatos, apenas contatos com exceções ou ninguém).
Recado tem opções predefinidas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Recado já existia e está sendo atualizado
A empresa trata a novidade como um relançamento. Presente desde as primeiras versões do WhatsApp, o Recado era uma mensagem rápida que aparecia ao abrir o perfil do usuário.
Essa localização não ajudava muito, já que ficava meio escondida, em um lugar que pouca gente olha. Isso levava a algumas gambiarras, como colocar um aviso de férias na foto de perfil, por exemplo.
Nesta nova versão, a Meta tenta resolver justamente esse problema: o recurso ficará mais visível, aparecendo na janela de conversa, logo abaixo do avatar.
App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)Resumo
O aplicativo WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas.
O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.
Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.
Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.
Como transferir dados do Android para iPhone via app?
WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)
Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.
Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.
O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.
Como usar o WatsGo?
O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:
1. Faça o download do WatsGo na Play Store.
2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.
Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.
1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)
5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.
Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.
Como usar o Migrar para iOS?
Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:
Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.
Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.
No Android, abra o app Migrar para iOS.
Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.
Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.
A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.
Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.
Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.
Transferência manual de dados
Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.
É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.
Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.
Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.
Qual o melhor método?
Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.
Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.
Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.
WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).
Múltiplas contas ajudam quem tem números diferentes para conversas pessoais e de trabalho (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp Beta para iOS começou a receber suporte a múltiplas contas, recurso disponível no Android há mais de dois anos.
A função permite adicionar um segundo número no app, separando conversas pessoais e profissionais.
A novidade está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral.
O WhatsApp Beta para iOS começou a receber o suporte a múltiplas contas em um mesmo dispositivo. A novidade está sendo liberada gradualmente para participantes do programa de testes do app para iPhone. A ferramenta deverá ajudar quem quer ter números diferentes para separar conversas pessoais e profissionais, por exemplo.
Em junho de 2025, esse recurso tinha aparecido no código do aplicativo beta para iOS, mas não estava ativado. Ainda não há previsão de lançamento para o público geral, mas essa distribuição indica que a ferramenta está quase pronta.
Usuário poderá trocar contas por meio de atalho no botão de configurações (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Com a novidade, a Meta fica perto de equiparar essa versão ao app para Android, que conta com o recurso há mais de dois anos. Na ocasião, a empresa advertiu contra o uso de soluções que “clonavam” o aplicativo, permitindo ter duas instalações paralelas.
Como funciona o suporte a múltiplas contas no WhatsApp?
O funcionamento do recurso é praticamente idêntico ao encontrado no Android — inclusive, em ambas as plataformas, o limite é de duas contas por aparelho.
Na tela de configurações, haverá uma opção chamada “Lista de contas”, próxima ao perfil do usuário. Por lá, é possível adicionar um segundo cadastro ao app. Basicamente, existem três cenários para essa função:
Cadastrar um novo número no WhatsApp, gerando assim um novo perfil.
Mover uma conta já existente para aquele aparelho.
Usar o app como acesso secundário a uma conta atualmente em funcionamento em outro dispositivo.
Para alternar entre contas, a forma mais fácil é tocar e segurar o botão de configurações, que fica na barra inferior do aplicativo.
Como explica o WABetaInfo, cada conta tem suas próprias configurações, como notificações, sons, download automático, ajustes de privacidade e frequência de backup. Mesmo assim, o WhatsApp receberá notificações das duas contas, independentemente da que estiver ativa no momento.
Novidade chega exclusivamente para o japão com a atuualização do iOS 26.2 beta 3. (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Usuários de iPhone no Japão poderão substituir a Siri por outros assistentes de voz ao pressionar o botão lateral, a partir de dezembro.
Desenvolvedores devem incluir permissão especial no Xcode para integração, e a funcionalidade exige adaptações nos aplicativos.
Fora do Japão, Siri permanece como única opção no botão lateral do iPhone.
A Apple confirmou que os usuários de iPhone no Japão poderão substituir a Siri por outros assistentes de voz ao pressionar o botão lateral do dispositivo. A funcionalidade foi confirmada nesta segunda-feira (17) e exige adaptações nos aplicativos compatíveis.
O recurso permitirá atribuir apps de chat de voz ao botão lateral. Apesar de rumores iniciais ligarem a mudança a exigências regulatórias da União Europeia, a Apple definiu o Japão como único mercado elegível por enquanto.
Limitação geográfica
Análises do código do iOS 26.2 Beta 3 já apontavam para a funcionalidade antes mesmo da confirmação oficial. O 9to5Macidentificou referências a um novo sistema chamado SystemVoiceAssistant, responsável por permitir a substituição da Siri pelo botão lateral.
Strings de código como “Assign a voice-enabled app to the Side Button” e “%@ não está disponível para uso com o Botão Lateral em sua região” revelaram indícios de restrições geográficas desde as primeiras versões de teste.
Siri em uso em sobreposição a outras interfaces no iPhone (imagem: reprodução/Apple)
Requisitos para desenvolvedores
Desenvolvedores precisarão incluir uma permissão especial (com.apple.developer.side-button-access.allow) em seus projetos no Xcode para habilitar a integração. A Apple orienta que os aplicativos iniciem sessões de áudio imediatamente após a ativação do botão, utilizando ferramentas como o framework AVFoundation.
Em paralelo a essa novidade, a Apple deve pagar cerca de US$ 1 bilhão por ano ao Google para usar o Gemini em tarefas complexas da Siri, enquanto acelera o desenvolvimento de modelos próprios.
Com o lançamento previsto para dezembro, a atualização também trará melhorias no AirDrop e no app Medidor, conforme apontado por leaks. Enquanto isso, usuários fora do Japão seguem dependentes da Siri.
Startup lança IA que recria pessoas falecidas e reacende debate sobre luto digital (imagem: X/@CalumWorthy)Resumo
A 2Wai lançou um app que cria avatares interativos de pessoas falecidas, gerando debates sobre ética e luto digital.
O app, disponível no iOS, atingiu 4,1 milhões de visualizações e gerou críticas sobre privacidade e impactos emocionais.
Críticos alertam para riscos de distorção de memórias e dependência emocional de avatares digitais.
Uma nova ferramenta de inteligência artificial bateu 4,1 milhões de visualizações e reacendeu discussões sobre os limites éticos da tecnologia. Criada pela startup americana 2Wai, ela permite que os usuários recriem digitalmente familiares já falecidos. O aplicativo é capaz de gerar avatares interativos que imitam voz, aparência e até “memórias” de pessoas mortas.
A proposta rapidamente viralizou após um dos cofundadores, Calum Worthy, divulgar um vídeo demonstrando o funcionamento da ferramenta. A repercussão, no entanto, veio acompanhada de críticas intensas — muitas delas relacionadas ao risco de substituir o processo real de luto por interações artificiais.
O vídeo promocional mostra uma mulher grávida conversando pelo celular com uma versão digital de sua mãe já falecida. Em seguida, a história avança dez meses, exibindo a “avó virtual” lendo uma história para o bebê. Mais tarde, o avatar conversa normalmente com o menino enquanto ele volta da escola.
A gravação termina com o jovem, agora adulto, anunciando à avó digital que ela se tornará bisavó. A peça publicitária encerra com a mensagem: “Com a 2Wai, três minutos podem durar para sempre”.
Worthy descreveu a plataforma como “um arquivo vivo da humanidade”: “E se os entes queridos que perdemos pudessem fazer parte do nosso futuro?”. O aplicativo, disponível para iPhone, permite criar os chamados HoloAvatars, que, segundo a empresa, “se parecem e falam como você, e até compartilham as mesmas memórias”. Uma versão para Android está prevista para chegar em breve.
IA que recria pessoas falecidas deve ganhar versão para Android em breve (imagem: X/@CalumWorthy)
Preocupações éticas
A proposta imediatamente gerou comparações com “Be Right Back”, episódio de Black Mirror que aborda uma situação semelhante. Nas redes sociais, muitos usuários classificaram o vídeo como “assustador”, “demoníaco” e algo que “deveria ser destruído”. O ponto mais sensível foi a representação de uma criança desenvolvendo vínculos profundos com uma recriação digital da avó.
Críticos alertam que a prática pode distorcer memórias, afetar o processo de aceitação da perda e criar dependência emocional de um avatar. Também surgiram questionamentos sobre uso comercial do luto, consentimento de pessoas falecidas e os impactos de recriações realistas das pessoas — especialmente com o avanço da robótica, que pode viabilizar versões físicas desses avatares.
Apesar da controvérsia, o vídeo já ultrapassou 4,1 milhões de visualizações no X. Enquanto alguns celebram a ideia de preservar histórias e vozes, muitos afirmam que a tecnologia ainda está perto demais de um enredo de ficção científica.
O Huawei Watch Fit 4 está saindo por R$ 799 em até 10x sem juros na Amazon. O relógio inteligente da marca chinesa com bateria de até 10 dias, lançado por R$ 1.499,99, teve uma queda de 47% no preço nesta oferta do Esquenta Black.
Huawei Watch Fit 4 tem ampla bateria e GPS integrado (imagem: Divulgação/Huawei)
Huawei Watch Fit 4 oferece design leve, sensores de saúde e GPS integrado
O Huawei Watch Fit 4 apresenta um design 3D compacto focado em conforto, com uma tela AMOLED sem bordas de 1,82 polegada e pesando somente 27 g. O modelo ainda conta com um botão com coroa giratória que auxilia na navegação pelos menus.
O relógio tem sensores de saúde que monitoram tanto o condicionamento físico quanto os exercícios praticados pelo usuário. Para mais, o Sistema de Posicionamento Sunflower detecta automaticamente as atividades físicas e o Health Insights dá dicas sobre estilos de vida mais saudáveis.
Huawei Watch Fit 4 ajuda a monitorar a saúde dos usuários (imagem: Divulgação/Huawei)
Para os aventureiros, o Huawei Watch Fit 4 (R$ 799 em até 10x sem juros) possui um GPS integrado para indicar caminhos e mapear trajetos durante as atividades ao ar livre. O modelo também traz um barômetro para obter dados de altitude, subida acumulada e pressão atmosférica durante escaladas ou trilhas.
Um dos destaques do smartwatch é a compatibilidade com o iOS e o Android, permitindo que o usuário se mantenha conectado e monitore seus dados de saúde pelo app Huawei Health+. O dispositivo com conexão Bluetooth 5.2 ainda possibilita ler mensagens e controlar o celular pareado.
Por fim, o Huawei Watch Fit 4 oferece uma bateria com autonomia de até 10 dias com uso regular dos recursos de saúde e exercícios. Segundo a marca, o carregamento do gadget vai de 0 a 100% em somente 75 minutos.
Quando é a Black Friday 2025?
A Black Friday 2025 será realizada no dia 28 de novembro, seguindo a tradição do feriado de Thanksgiving nos EUA (Dia de Ação de Graças). Contudo, as lojas brasileiras já estão antecipando promoções e cupons de desconto como o Esquenta Black e outras ações. Acompanhe nossa cobertura da Black Friday 2025 e receba todas as ofertas.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Consórcio de empresas chinesas desenvolveu novo firmware para computadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Um consórcio de gigantes chinesas, incluindo a Huawei, desenvolveu o UBIOS, novo padrão de firmware que substitui o UEFI.
O sistema promete aprimorar o suporte a chiplets, computação heterogênea e CPUs ARM, RISC-V e LoongArch.
O objetivo é criar um ecossistema tecnológico independente, mas os detalhes serão apresentados em novembro.
O Global Computing Consortium (GCC), consórcio de empresas chinesas liderado por gigantes como a Huawei, anunciou um novo padrão de firmware para computadores: o chamado UBIOS, ou Sistema Básico Unificado de Entrada-Saída.
Segundo o portal Fast Technology, o novo sistema foi reconstruído do zero, baseando-se na BIOS original, mas evitando deliberadamente o UEFI, que domina os computadores modernos.
A nova alternativa foi desenvolvida por 13 empresas chinesas, incluindo Huawei, Instituto de Padronização Eletrônica da China (CESI), Byosoft e Kunlun Tech. Este é o primeiro firmware padronizado e escalável do país.
O GCC deve apresentar mais detalhes sobre o UBIOS na Conferência Global de Computação na cidade de Shenzen, em novembro. Resta saber se a indústria adotará o novo padrão amplamente ou se ficará restrito, como aconteceu com o sistema LoongArch.
Por que um novo padrão?
Companhias chinesas apontam obsolescência no padrão UEFI (imagem: reprodução)
A iniciativa é parte de um esforço da China para o desenvolvimento de um ecossistema independente de tecnologias controladas pelos Estados Unidos, como o popular UEFI. Segundo o consórcio, a decisão de evitar o UEFI a partir do BIOS original foi técnica e estratégica. O grupo alega que o UEFI e sua implementação de referência (TianoCore EDK II, da Intel) tornaram-se complexos.
Nesse sentido, o UBIOS promete vantagens, como melhor suporte nativo a “chiplets” (design de chips como a recém-anunciada linha Panther Lake, da Intel) e computação heterogênea — por exemplo, placas-mãe com múltiplos processadores diferentes, algo que o UEFI tem dificuldade em gerenciar.
Além disso, o consórcio pensou o novo padrão para suportar melhor arquiteturas de CPU que não sejam a x86 (da Intel e AMD), como ARM, RISC-V e o LoongArch, sendo este último a principal de origem chinesa.
China busca independência tecnológica
Novo padrão é mais uma aposta chinesa em independência tecnológica (imagem: Thomas Classen/Flickr)
Para o computador funcionar, ele precisa de um software básico que “acorda” e identifica o hardware (processador, memória, armazenamento…) e o entrega ao sistema operacional (como o Windows ou o Linux). Esse software é chamado de firmware da placa-mãe.
Por décadas, usamos a BIOS (Basic Input/Output System, ou Sistema Básico de Entrada/Saída). No entanto, ela se tornou obsoleta e foi substituída pelo UEFI (Unified Extensible Firmware Interface), um padrão mais moderno e flexível.
O problema a ser resolvido, do ponto de vista do consórcio chinês, é que empresas americanas, como Intel e AMD, dominam amplamente o grupo de trabalho do UEFI.
ChatGPT Atlas é um navegador da OpenAI com integração ao ChatGPT, disponível para macOS inicialmente e baseado no Chromium;
Navegador oferece interação direta com recursos do ChatGPT, incluindo tarefas como resumir textos e gerar respostas a e-mails;
Assinantes do ChatGPT Plus, Pro ou Business têm acesso ao Modo Agente para tarefas complexas.
Os rumores sobre o lançamento de um navegador pela OpenAI começaram em 2024 e, finalmente, se tornaram realidade. O ChatGPT Atlas, como é chamado, se diferencia de opções tradicionais, como Google Chrome e Microsoft Edge, por ter recursos de inteligência artificial como base.
Tal como previam os burburinhos, o alicerce do ChatGPT Atlas é o Chromium, que também é a estrutura básica de navegadores como os já mencionados Chrome e Edge, bem como de opções como Opera, Brave e Vivaldi.
O que o ChatGPT Atlas tem de diferente?
Como o nome oficial deixa claro, o objetivo da OpenAI com o novo browser é tornar os recursos de IA generativa do ChatGPT mais próximos do usuário.
Quando você tiver uma pergunta ou uma tarefa a solicitar ao serviço, pode fazê-lo a partir do próprio navegador, digitando as instruções (prompts) na barra de endereços e clicando ou tocando no botão “Ask ChatGPT” (“Pergunte ao ChatGPT”), à direita.
Por padrão, o navegador exibe um campo de interação com o ChatGPT quando uma aba é aberta, a exemplo do que o Google faz com o Chrome. Ali, é possível dar instruções ao ChatGPT por texto ou voz, usando o microfone do dispositivo.
Tão ou mais interessante é a possibilidade de pedir que o ChatGPT realize tarefas envolvendo uma aba já aberta, como resumir o texto de uma página ou trazer mais detalhes sobre as informações que aparecem ali.
No desktop, os resultados aparecem em uma coluna à direita do navegador, que pode ser ativada ou ocultada a qualquer momento. O final dessa coluna tem um campo para que o usuário continue interagindo com o ChatGPT, se precisar.
O ChatGPT Atlas também é capaz de funcionar com pontos específicos de uma página. Por exemplo, se você estiver escrevendo uma mensagem no Gmail, pode usar o ChatGPT na janela de escrita para gerar um texto ou uma resposta criativa, por exemplo.
ChatGPT Atlas ajudando a redigir um e-mail (imagem: reprodução/OpenAI)
Outra funcionalidade interessante é o que a OpenAI chama de “Memórias do navegador”, que faz o ChatGPT lembrar de detalhes da navegação web anterior do usuário para oferecer informações mais precisas ou recuperar uma página acessada há algum tempo, entre outras possibilidades.
Em resumo: o novo browser faz toda a navegação ser integrada ao ChatGPT, esteja o usuário acessando uma página com conteúdo estático, esteja ele em um site com conteúdo dinâmico.
Embora o navegador seja gratuito, assinantes do ChatGPT Plus, Pro ou Business são os únicos que podem ativar o Modo Agente. Ainda em fase inicial, o recurso permite que o ChatGPT realize tarefas mais complexas, como montar um menu para um jantar ou adicionar itens a um carrinho de uma loja online com base em uma lista de compras.
Modo Agente do ChatGPT Atlas (imagem: reprodução/OpenAI)
É claro que recursos básicos para navegação web também estão lá, como suporte a múltiplas abas, área de favoritos, modo escuro e gerenciador de downloads. Dados como senhas, favoritos e histórico de navegação podem ser importados de outros browsers.
Disponibilidade do ChatGPT Atlas
Nesta fase de lançamento, o ChatGPT Atlas está disponível apenas para macOS, no site oficial. É de graça, vale relembrar.
A OpenAI promete lançar versões do navegador para Windows, iOS e Android em breve.
Navegador com IA não é novidade
A OpenAI não inaugurou a era dos navegadores com IA. Já há outras soluções do tipo disponíveis, a exemplo do Opera Neon. O browser conta com uma barra adicional na parte superior que abriga abas com conteúdo tratado com IA generativa.
Os resultados de IA do Opera Neon podem ser gerados por serviços como ChatGPT e Gemini. Também há uma função de nome Make, que cria páginas personalizadas, jogos e até web apps, com o resultando ficando armazenado nos servidores da Opera.
Browser da OpenAI é oficial e leva o poder do ChatGPT para a navegação do usuário. Novidade já está disponível para Mac. Versões para Windows, Android e iOS estão a caminho.
Primeira versão do Liquid Glass no iOS 26 antes do lançamento (foto: Thássius Veloso)Resumo
A Apple adicionou um controle de transparência para o Liquid Glass no iOS 26.1, iPadOS 26.1 e macOS Tahoe 26.1, permitindo escolher entre visual transparente e mais opaco.
O novo controle está disponível em “Ajustes” no iPhone e iPad e em “Ajustes do Sistema” no Mac.
A mudança veio após feedbacks de usuários que acharam a transparência excessiva, dificultando a leitura de notificações e identificação de botões.
A Apple implementou um novo controle de transparência para o Liquid Glass em seus sistemas operacionais. A opção aparece no quarto beta público do iOS 26.1, do iPadOS 26.1 e do macOS Tahoe 26.1.
Com a nova configuração, é possível escolher entre um visual quase totalmente transparente, que é o padrão do sistema, e outro mais opaco e com mais contraste. A seleção é aplicada por todo o sistema, incluindo aplicativos, notificações e tela de bloqueio.
No iPhone e no iPad, para acessar o novo controle, você deve ir a “Ajustes”, “Tela e Brilho” e “Liquid Glass”. Já no Mac, a configuração fica em “Ajustes do Sistema” e “Aparência”.
Ao TechCrunch, a Apple declarou ter recebido, antes mesmo do lançamento oficial, feedback de usuários que gostariam de um visual mais opaco para o Liquid Glass. Por isso, está testando o recurso na mais recente versão beta de seus sistemas.
Vale dizer que se trata ainda de uma versão de testes. A Apple ainda pode fazer alterações até o lançamento do iOS 26.1 para o público geral.
Liquid Glass dividiu opiniões
O Liquid Glass é uma das principais novidades da atual geração de sistemas operacionais da Apple, marcando o redesign mais profundo dos softwares da marca desde a migração para o flat design em 2013, com o iOS 7.
A nova linguagem visual tem itens translúcidos e imita o comportamento do vidro, distorcendo levemente as imagens de fundo. As animações também ficaram mais suaves. No entanto, muitos usuários apontaram que, com tanta transparência, fica difícil ler notificações ou identificar botões.
Mesmo a Apple parecia não estar totalmente satisfeita com o resultado: as várias versões beta do iOS 26 liberadas antes do lançamento oficial tiveram idas e vindas no visual, buscando agradar os críticos sem abrir mão dos princípios do novo design. Apesar disso, os sistemas foram lançados sem muitas opções para a interface.
Quem estivesse insatisfeito com o visual da nova interface da Apple poderia recorrer à opção “Reduzir Transparência”, que pode ser encontrada nos ajustes de acessibilidade. Com ela, todos os elementos do Liquid Glass passavam a ser exibidos com uma cor sólida no fundo. A nova configuração pode ser um meio-termo, melhorando a legibilidade sem abandonar a ideia original do design.
Siri deverá ficar mais “esperta” a partir de 2026 (imagem: reprodução/Apple)Resumo
A nova Siri da Apple está atrasada e deve ser lançada em março de 2026 com o iOS 26.4.
Problemas de desempenho estão levando à saída de engenheiros da divisão de IA da Apple.
A assistente não atingiu o padrão de qualidade esperado, segundo o executivo Craig Federighi.
Engenheiros de software da Apple estão preocupados com o desempenho da nova versão da Siri, segundo a Bloomberg. Ela deve estrear entre março e abril de 2026, com o lançamento do iOS 26.4, e trazer novas habilidades de inteligência artificial. As informações são do jornalista Mark Gurman, que acompanha os bastidores da fabricante do iPhone.
Gurman indica que os problemas com a IA estão levando à saída de nomes importantes dessa divisão da empresa. Por outro lado, isso não parece ser uma questão para os consumidores: números preliminares indicam que o iPhone 17 foi bem aceito entre o público, com bom desempenho comercial nos primeiros dias após o lançamento.
O que está acontecendo com a nova Siri?
Gurman não detalha quais são os problemas técnicos envolvendo a Siri. O site Macworld especula algumas possibilidades, como erros de compreensão ou dificuldades para processar o contexto dos comandos.
As informações sobre a preocupação dos usuários vêm logo depois de que a empresa ampliou o acesso à nova versão da assistente, ainda em desenvolvimento. Em setembro de 2025, surgiu a notícia de que a Apple criou um aplicativo separado para rodar a Siri, voltado apenas para testes internos, como forma de agilizar o processo.
Assistente não atingiu padrão de qualidade, diz executivo
A Siri repaginada foi anunciada na WWDC 2024, em junho daquele ano. A Apple prometeu que a assistente seria capaz de verificar o que está na tela, checar o contexto pessoal e controlar apps. Com isso, seria possível, por exemplo, pedir informações sobre o voo de uma pessoa e quais eram os planos para o almoço — a assistente seria capaz de acessar o Mail e o Mensagens para executar a tarefa.
O planejamento inicial era colocar essa Siri no iOS 18.4, lançado em março de 2025, mas a Apple desistiu de incluir esses recursos no update — o que rendeu até mesmo uma acusação por propaganda enganosa na Justiça dos Estados Unidos. Segundo o executivo Craig Federighi, houve um problema de qualidade: a assistente não se mostrou confiável o suficiente para os padrões da marca.
Apple cancela Clips, app de edição de vídeo do iOS (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Silenciosamente, Apple encerrou suporte e removeu aplicativo Clips da App Store;
Lançado em 2017, aplicativo permitia criar clipes com efeitos visuais;
Baixa popularidade do Clips pode explicar decisão da Apple.
Sem fazer alarde, a Apple descontinuou o Clips, uma das ferramentas nativas do iOS. O aplicativo foi lançado em 2017 para permitir que o usuário criasse clipes combinando vídeos curtos e imagens para serem compartilhados em redes sociais, por exemplo. O problema é que pouca gente usava ou conhecia o Clips.
Em uma página de ajuda, a Apple explica que o Clips não está mais sendo atualizado e que, desde sexta-feira (10/10), não está disponível para download a novos usuários. De fato, a ferramenta não pode mais ser baixada a partir da App Store.
Contudo, quem ainda tem o aplicativo instalado no iOS 26 ou no iPadOS 26, ou em versões anteriores desses sistemas operacionais, ainda pode usá-lo.
Na mesma página de ajuda, a Apple orienta os usuários do Clips a salvar os vídeos feitos com a ferramenta na biblioteca de imagens do iPhone ou iPad (aplicativos Fotos) para que nenhum conteúdo seja perdido, orientação válida para o caso de o app ser removido em alguma atualização do iOS ou iPadOS.
Clips para iOS (imagem: reprodução/Apple)
Por que o Clips foi descontinuado?
A Apple não explica o que a fez descontinuar o Clips. Mas é de se presumir que a baixa popularidade da ferramenta seja o motivo.
O Clips é uma ferramenta de uso fácil, e que permite a aplicação de efeitos, textos adesivos e músicas para tornar o clipe gerado mais interessante ou divertido.
Porém, recursos parecidos podem ser encontrados nos aplicativos das próprias redes sociais, como Instagram e TikTok, ou em apps ligados a esses serviços, como CapCut e Instagram Edits. Isso pode explicar a baixa adesão ao Clips.
Já havia sinais de que o destino do aplicativo seria esse. Desde que foi lançado, o Clips foi atualizado várias vezes para incorporar novas funcionalidades, vindo até a ter suporte a recursos como Animojis e Memojis. Mas, nos últimos anos, o app só vinha recebendo correções para bugs, essencialmente.
Perfis podem ter até temas diferentes (imagem: divulgação)Resumo
O Firefox introduziu perfis independentes para separar histórico, favoritos e configurações, mas eles ainda não estão disponíveis em Android e iOS.
Cada perfil pode ter suas próprias extensões, temas, senhas e logins, permitindo separar navegação pessoal de trabalho ou estudos.
A sincronização entre dispositivos é limitada a um perfil por conta Firefox Sync, exigindo uma segunda conta para sincronizar múltiplos perfis.
O Firefox ganhará uma nova ferramenta de perfis, capaz de separar extensões, temas, senhas, logins ativos, configurações e histórico. Assim, dá para dividir a navegação pessoal das ferramentas de trabalho ou estudos, por exemplo. O recurso começará a ser liberado no dia 14 de outubro.
Google Chrome, Microsoft Edge e Apple Safari são alguns concorrentes que já contavam com ferramentas do tipo. Na prática, é como se você tivesse dois (ou mais) navegadores diferentes de um só.
A Mozilla anunciou a chegada do novo gerenciador de perfis pela primeira vez em maio de 2025, inicialmente para um número limitado de usuários. De acordo com dados do StatCounter referentes a setembro de 2025, o Firefox tem 1,39% do mercado de browsers para desktop no Brasil e 4,45% no mundo todo.
Como funcionam os perfis?
Eu uso o Firefox e tenho dois perfis. No perfil de trabalho, deixo as abas verticais ativadas, coloco os sites que acesso com mais frequência na barra de favoritos e conto com extensões mais úteis para meu trabalho, como um corretor ortográfico e o gerenciador de senhas da empresa.
Já no perfil pessoal, o navegador está praticamente com as configurações de fábrica, com abas no topo, sem barra de favoritos e com menos extensões.
Outra vantagem é não precisar ficar trocando de conta logada, até porque nem todo site permite isso. O Gmail, por exemplo, dá a opção de deixar vários logins conectados, mas o ChatGPT não tem essa opção. Com perfis separados, eu não preciso me preocupar com isso.
Abas contêiner não mudam, mas sincronização fica mais complexa
O Firefox já contava com um recurso chamado abas contêiner. Essa ferramenta permite manter algumas informações separadas, como cookies e logins. Ela não muda: cada perfil terá seus próprios contêineres, sem que eles se misturem.
A sincronização entre dispositivos, por outro lado, vai ficar um pouco diferente. Não será possível sincronizar mais de um perfil em um mesmo dispositivo usando a mesma conta Firefox Sync. Se você já tiver um perfil conectado, a recomendação é criar uma segunda conta, caso queira compartilhar aquelas informações com outros aparelhos.
Além disso, os perfis não estão disponíveis para Android e iOS. Portanto, mesmo que você use dois perfis diferentes no desktop, só poderá sincronizar um deles com o celular ou o tablet.
Da saúde e da manufatura até o varejo, quase todos os setores foram impactados pela IA (inteligência artificial). Talvez a maioria dos consumidores pense que as empresas usam essa tecnologia principalmente para o marketing direcionado (e algumas realmente o fazem). No entanto, muitas outras áreas também estão sendo afetadas pela IA, uma vez que ela está ajudando companhias em todo o mundo a proteger funcionários e clientes, manter seu estoque e desenvolver novos produtos e serviços, entre outras funcionalidades.Mas como a IA está trabalhando nos bastidores para ajudar empresas e, assim, apoiar os clientes e consumidores que elas atendem?Siga todas as novidades do Forbes Tech no TelegramVeja, na galeria a seguir, 16 áreas da indústria que estão sendo aprimoradas pela inteligência artificial, segundo membros da Forbes Technology Council:
A IBM anunciou que está adquirindo a Instana, uma startup de gerenciamento de desempenho de aplicativos. A operação enfatiza a transição da Big Blue de softwares e serviços para uma empresa focada no gerenciamento de soluções de nuvem, concentrando-se em nuvem híbrida, big data e recursos de IA.
À medida que as empresas começaram a usar sistemas distribuídos mais complexos, por meio de nuvens públicas, privadas e locais, a aquisição da IBM fornece aos clientes uma maneira de gerenciar ambientes híbridos e multi-nuvem. "Nosso público se depara com um cenário complexo de tecnologia, cheio de aplicativos e dados que são executados em uma variedade de ambientes de nuvem híbrida", diz Rob Thomas, vice-presidente sênior de nuvem e plataforma de dados da companhia. "A aquisição da Instana é mais um passo importante que estamos dando para fornecer às empresas o portfólio mais completo de soluções automatizadas de IA e ajudar a prevenir incidentes de TI que podem custar muito caro em receita perdida e reputação."
LEIA MAIS: IBM lança computação em nuvem para operadoras de telefonia
Com sede em Chicago e centro de desenvolvimento na Alemanha, a Instana foi fundada em 2015 por Mirko Novakovic, Pete Abrams, Fabian Lange e Pavlo Baron. "Com a responsabilidade adicional de garantir a qualidade de construção e execução do software que desenvolvem, as equipes de DevOps precisam de uma nova geração de monitoramento de desempenho de aplicativos e recursos de observação para ter sucesso", diz o cofundador e CEO Novakovic. Para ele, "os produtos da Instana combinados com a automação com base em IA da IBM, em ambientes de nuvem híbrida, darão aos clientes uma visão completa do desempenho de seus aplicativos para otimizar as operações".
A empresa levantou US$ 57 milhões ao longo de sua trajetória, sendo US$ 30 milhões na rodada mais recente, uma Série C em 2018.
Os gastos corporativos com sistemas de inteligência artificial devem ultrapassar US$ 50 bilhões neste ano. No entanto, a grande maioria das empresas pode não ter muito retorno imediato sobre esse investimento recorde.
Em uma pesquisa com mais de 3.000 gerentes de empresas sobre seus gastos com IA, apenas 10% relataram benefícios financeiros significativos de seu investimento até agora, constatou o novo relatório do “MIT Sloan Management Review”, revista digital de tecnologia e negócios, e do Boston Consulting Group, empresa de consultoria corporativa.
LEIA MAIS: Nestlé reforça estratégia de digitalização com centro de inovação e tecnologia
Os ganhos com a tecnologia não acompanharam o aumento da adoção do investimento, diz Shervin Khodabandeh, que liderou o estudo e é codiretor de negócios em IA do Boston Consulting Group na América do Norte. “Estamos vendo mais atividades, o que também significa mais investimento em tecnologia e ciência de dados”, diz Khodabandeh. “Mas a linha de impacto ainda não mudou realmente.”
Os resultados devem ser preocupantes para as empresas que continuam a despejar dinheiro em projetos de IA em um ritmo vertiginoso, procurando usar as ferramentas alternativas para tudo, desde gerenciamento de contratos até fornecer energia a assistentes domésticos e carros autônomos. Mais de US$ 50 bilhões devem ser investidos em sistemas de IA globalmente neste ano, de acordo com o IDC, empresa de consultoria de mercado, acima dos US$ 37,5 bilhões em 2019. Em 2024, o investimento deve chegar a US$ 110 bilhões, prevê a entidade.
Apesar dos bilhões investidos, projetos de IA fracassados são crescentes. A IBM desviou a prioridade de sua tecnologia Watson, sistema de computador de solução de questões, após atrair o desprezo por empreendimentos como um projeto de oncologia de US$ 62 milhões que fez sugestões imprecisas sobre tratamentos de câncer. A Amazon teve de parar com uma ferramenta de recrutamento de IA depois que ela mostrou preconceitos misóginos. E empresas menores descobriram que construir tecnologia é mais difícil do que parece, já que assistentes virtuais supostamente equipados com IA e agendadores de reuniões acabam dependendo de humanos reais nos bastidores.
As empresas estão lutando para entregar projetos de IA e ter mais resultados, diz Khodabandeh, porque elas gastam demais em tecnologia e cientistas de dados, sem implementar mudanças nos processos de negócios que poderiam se beneficiar da IA —uma conclusão que ecoa um relatório da “Harvard Business Review” publicado em junho.
Tome a Uber como exemplo. No mês passado, os engenheiros da empresa de caronas concluíram que seus carros autônomos não conseguiam dirigir mais de 800 metros até encontrarem um problema. A inteligência artificial do programa ainda "luta com rotinas e manobras simples", de acordo com um relatório na “The Information”. Parte do motivo da falha, de acordo com um memorando interno, são ideias concorrentes sobre como implementar a tecnologia.
LEIA MAIS: Honda deixará a F1 para se concentrar em tecnologia de emissão zero
Mas, com a promessa da IA de economia e melhorias em grande escala para os negócios, as empresas não vão parar de investir em tecnologia tão cedo. Os pesquisadores do BCG e do MIT descobriram que 57% das empresas disseram ter implantado seus próprios projetos de IA, em relação a 44% das empresas em 2018.
Para que esses projetos dêem frutos, Khodabandeh diz que mais usuários de IA precisarão repensar como a tecnologia está integrada em seus negócios. “Claramente há muito exagero”, diz ele. “E parte desse exagero aparece nos dados.”
A startup Buzz Solutions, da StartX, de Stanford (Califórnia), acaba de lançar sua solução de IA para ajudar as companhias elétricas a detectar, de maneira mais rápida, linhas de energia e falhas na rede elétrica para que os reparos possam ser feitos antes do início dos incêndios.
A plataforma exclusiva utiliza inteligência artificial e tecnologia de visão mecânica para analisar milhões de imagens de linhas de alta tensão e torres de drones, helicópteros e aeronaves para encontrar falhas perigosas, além de vegetação exagerada, dentro e ao redor da infraestrutura da rede para ajudar as concessionárias a identificar áreas problemáticas e repará-las antes que um incêndio comece.
LEIA MAIS: Forbes promove primeiro webinar sobre Saúde Mental nas empresas. Participe
O sistema pode fazer a análise pela metade do custo e a um tempo menor em comparação aos humanos, em um período de horas a dias, não meses a anos.
O Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia determinou que as linhas de transmissão da PG&E foram as culpadas pelo enorme incêndio de Kincade em Sonoma, na Califórnia, no ano passado. Problemas de linhas de alta tensão e equipamentos vêm sendo a causa dos incêndios florestais mais recentes, e a temporada de incêndios florestais começou novamente. Detectar falhas nos equipamentos da rede elétrica de maneira rápida, à medida que o clima fica mais quente e com mais ventos, pode ajudar as companhias a salvar vidas e economizar bilhões de dólares.
A Buzz Solutions já possui pilotos sendo treinados nas principais empresas de serviços públicos do país.
Atualmente, as empresas de energia revisam o status das linhas de energia todos os anos, colaborando com outras organizações para capturar milhões de imagens de linhas de energia, torres e vegetação circundante com o auxílio de drones, helicópteros e aeronaves.
O processamento das imagens leva de seis a oito meses e envolve técnicos e engenheiros que mapeiam manualmente todos os dados juntos, procurando por culpados e falhas, sinalizando-os para uma inspeção pessoal.
No entanto, durante o processo, as linhas podem ser interrompidas, causando incêndios florestais e forçando o desligamento ou causando impactos maiores.
CONFIRA: Forbes elege as empresas mais promissoras em inteligência artificial
Por outro lado, a IA da Buzz Solutions e a tecnologia de visão mecânica revisam as imagens de inspeção capturadas por tais ferramentas variadas que são armazenadas na nuvem. A IA analisa as imagens através de seus algoritmos proprietários para detectar falhas em todos os principais componentes das linhas de transmissão e distribuição.
O algoritmo também procura áreas onde a vegetação pode estar invadindo o equipamento e apresentando risco de incêndio. Essa análise é feita em horas ou dias, pela metade do custo do processo tradicional. As companhias podem tomar medidas para avaliar as imagens sinalizadas e reparar ou substituir o equipamento antes que causem incêndio.
“É definitivamente hora de avançar usando a IA para reduzir a ameaça de incêndio. Acreditamos que a indústria de serviços elétricos está pronta para utilizar uma abordagem melhor para manter seus equipamentos em boas condições de funcionamento e pessoas e propriedades seguras”, disse Kaitlyn Albertoli, cofundadora e CEO da Buzz Solutions.
A Buzz Solutions também fornece modelos e análise preventivas a partir de dados históricos, dados de ativos e falhas e dados meteorológicos para determinar com antecedência onde falhas e áreas de alto risco provavelmente ocorrerão no futuro.
“Nossa visão é usar tecnologia inovadora para proteger nossa infraestrutura elétrica e meio ambiente hoje e ajudar a prever onde os problemas surgirão no futuro. Isso é ainda mais importante uma vez que somos seriamente afetados pelas mudanças climáticas”, acrescentou Vikhyat Chaudhry, cofundador e CTO, COO da Buzz Solutions.
De acordo com autoridades da região, o verdadeiro custo dos incêndios florestais nos Estados Unidos é mais complicado e envolve mais dinheiro do que se poderia pensar. Existem custos diretos de combate ao fogo e perdas diretas a partir do fogo, fumaça e água, além de custos de reabilitação, custos indiretos e alguns custos adicionais incomuns.
VEJA TAMBÉM: Insitro arrecada US$ 143 milhões para unir biologia e inteligência artificial
Os custos com incêndios são quantificados com mais facilidade quando há impactos imediatos e diretos. A categoria inclui gastos federais, estaduais e locais. Esses custos, por sua vez, podem ser divididos em gastos com aviação, motores, equipes de combate a incêndios e agentes pessoais.
Além dos gastos de eliminação do incêndio, outras despesas diretas incluem perdas de propriedades privadas (seguradas e não seguradas), danos às linhas de serviços elétricos, danos às instalações de lazer, perda de recursos da madeira e ajuda aos moradores que tiveram que deixar a área. A maioria desses custos acontecem durante ou imediatamente após o incêndio.
Os custos imediatos de reabilitação de emergência são realizados nos dias, semanas e meses após o incêndio e são claramente relacionados ao próprio incêndio.
Os gastos de reabilitação a longo prazo são mais difíceis de quantificar. As bacias hidrográficas danificadas podem levar muitos anos para se recuperar e exigir atividades de restauração significativas. Inundações após o incêndio podem causar danos adicionais à paisagem já prejudicada, e os impactos subsequentes podem incluir um aumento de espécies invasoras e forte erosão do solo.
Os custos indiretos de incêndios florestais incluem taxas tributárias perdidas, como impostos sobre vendas e municípios, além de impostos comerciais e perdas de propriedades que se acumulam ao longo do tempo. Por exemplo, propriedades que escapam aos danos causados pelo fogo ainda podem sofrer desvalorização à medida que a área se recupera. Tais custos indiretos, às vezes, são rotulados como custos de impacto.
Gastos adicionais, às vezes chamados de custos especiais, abrangem discussões como o valor de uma vida humana. Enquanto a EPA coloca o valor de uma vida humana em US$ 7 milhões, o setor de saúde paga uma média de US$ 316 mil ao longo de uma vida média, considerado por eles como um valor médio de uma vida humana na América.
VEJA: Por que o programa de inteligência artificial GPT-3 é incrível, mas superestimado
A perda de vidas humanas, problemas contínuos de saúde para jovens e idosos com sistemas respiratório ou imunológico fracos e cuidados de saúde mental se enquadram nessa categoria, mas raramente são quantificados. A extensa perda de beleza estética e cênica, a existência da vida da natureza e outras também são difíceis de quantificar.
A síntese de estudos de caso revela uma quantidade de custos totais de incêndios florestais entre 2 e 30 vezes maiores que os custos de supressão relatados.
Portanto, o enorme incêndio Kincade, que queimou 78 mil acres e causou a evacuação de 200 mil pessoas, custou US$ 725 milhões, provavelmente custará muitos bilhões de dólares quando tudo tiver realmente acabado.
Essa é uma área em que a tecnologia realmente faz a diferença, e a nova solução de IA é uma parte importante disso.
A WEG fechou acordo para a aquisição do controle da startup Mvisia, especializada em soluções de inteligência artificial aplicada à visão computacional para a indústria, segundo comunicado ao mercado hoje (23).
Com o fechamento da operação, que não teve valor divulgado, a WEG passa a ter 51% do capital social da Mvisia, com possibilidade, prevista em contrato, de aumentar sua participação nos negócios futuramente.
VEJA TAMBÉM: Inscreva-se no Canal Forbes Pitch, no Telegram, e fique por dentro de tudo sobre empreendedorismo
"A aquisição faz parte da estratégia da companhia de incluir novos recursos à WEG Digital Solutions e à plataforma IoT WEGnology, lançada recentemente com o objetivo de atender as demandas da Indústria 4.0", afirmou a companhia.
Trata-se da terceira aquisição da WEG desde que a companhia anunciou, em junho de 2019, a criação de uma nova estrutura de negócios digitais.
A Mvisia foi fundada em 2012 no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da Universidade de São Paulo (USP). (Com Reuters)
Não há dúvidas de que a inteligência artificial (ou a sigla AI, do inglês “artificial intelligence”) tem papel decisivo em diversas indústrias, e que algoritmos criam a base de qualquer negócio e o DNA de qualquer empresa. Sabedoria convencional, que não é baseada em nenhuma pesquisa, vê o crescimento da AI como algo que provocará mudanças radicais e disruptivas em indústrias já estabelecidas nos próximos dez anos.
Além disso, nunca houve melhor momento para investir em AI do que agora. Investimentos focados na tecnologia cresceram 1800% em apenas seis anos. O motivo desses números é, em parte, o fato de que empresas esperam que a AI permita que elas entrem em novos setores ou que permaneçam competitivas em suas indústrias.
LEIA MAIS: Para 63% dos executivos, inteligência artificial aumenta receita das empresas
Estrategistas acreditam que essa não será uma surpresa para CXOs (do inglês Chief Experience Officer ou diretor de experiências) e grandes tomadores de decisão, uma vez que o crescimento da adoção da AI e a proliferação da automação inteligente e intuitiva de algoritmos estimulam a criação de novas indústrias e negócios. No geral, eles criam novas oportunidades para monetização de negócios. No entanto, algumas questões surgem aos CXOs: como essas novas indústrias e negócios serão criados com a AI? Quais as mudanças estratégicas que os líderes podem fazer para monetizar essas oportunidades?
A criação de novas indústrias e segmentos depende de avanços dramáticos em AI, que a levarão do descobrimento à aplicação comercial a uma nova indústria. Novos segmentos que giram em torno de AI estão sendo desenvolvidos, mas estão longe de concluídos. Um olhar superficial da nova era de negócios inclui micro-segmentos, compras online hiper-personalizadas, companhias de carona movidas a GPS, canais de streaming baseados em recomendações, companhias de EdTech (educação e tecnologia) com aprendizado adaptável e trabalhos novos e controversos de AI. Mesmo assim, muito mais pode ser feito na área.
A adoção da AI traz à tona a tentativa de adaptação a algoritmos e como eles afetam o comportamento do consumidor e dos empregados. Os algoritmos vêm para ficar, e com eles, organizações precisam atualizar suas estratégias tecnológicas e suas metodologias para refletir como o mundo evolui. Essa necessidade vem se tornando cada vez mais uma obrigação.
Por outro lado, empresas tradicionais estão invertendo seus investimentos, processos e sistemas para se alinharem às mudanças do mercado. Com o foco no comportamento do consumidor, a AI está de fato trazendo aos negócios uma abordagem mais humana.
Atualmente, a inteligência artificial foca mais em aplicações comerciais que optimizem a eficiência de indústrias já existentes e menos em algoritmos patenteados que poderiam levar a novas indústrias. Essa eficiência acelera a consolidação e convergência de setores, mas não leva a criação de indústrias.
No entanto, o uso mais potente da inteligência artificial pode ser, a longo prazo, a descoberta e busca por soluções de novos problemas, mais complexos e que são a base de novas indústrias. Algumas empresas já perceberam a importância deste plano a longo prazo e usam seus investimentos em AI para isso. Ainda assim, poucas presenciam a inteligência artificial criando novos segmentos ou negócios. Os verdadeiros vencedores são aqueles na economia dos algoritmos são aqueles que alinham suas estratégias e criam sua inteligência artificial do zero, mantendo seus algoritmos fortes e redefinindo segmentos de negócios, monetizando novas oportunidades.
A inteligência artificial tem um potencial enorme de impulsionar a criação de novas indústrias e a disrupção das já existentes. O mapa para os líderes interessados nela não é fácil de seguir, mas traz grandes recompensas. Mudança exige muito esforço, mas a perseverança de um estrategista que usa AI é o mais importante traço, que cria um senso de urgência em face a novas possibilidades.
A Microsoft informou hoje (22) que está investindo US$ 1 bilhão na OpenAI e que as duas empresas formaram uma parceria para desenvolvimento de tecnologias de inteligência artificial por meio do serviço de computação em nuvem Azure, da gigante do software.
LEIA MAIS: Microsoft tem resultado trimestral acima do esperado
A OpenAI foi fundada em 2015 como uma entidade não lucrativa e com US$ 1 bilhão em financiamento dos investidores do Vale do Silício Sam Altman, Peter Thiel e Reid Hoffman, cocriador da rede social LinkedIn. O grupo depois criou uma entidade voltada ao lucro para poder receber investimentos externos.
Desde sua fundação, a OpenAI utilizou pesquisadores de inteligência artificial para avançar no campo, como ensinar uma mão robótica a executar tarefas humanas por meio de utilização apenas de software, o que reduz o custo e o tempo para se treinar robôs.
O grupo também está focado em segurança e nas implicações da tecnologia de inteligência artificial, pesquisando como os computadores podem gerar reportagens realistas com pouco mais que sugestões de manchetes e alertando pesquisadores a considerar como seus trabalhos e algoritmos podem ser usados com implicações negativas antes das descobertas serem publicadas.
A OpenAI afirmou que o investimento da Microsoft vai ajudar o grupo a pesquisar "inteligência artificial geral", ou AGI, na sigla em inglês. A tecnologia AGI é o santo Graal do campo e significa que um sistema de computação pode dominar um assunto tão bem ou melhor que humanos, e também dominar mais campos do conhecimento que um humano.
"Acreditamos que é crucial que a AGI seja desenvolvida de maneira segura e que os benefícios econômicos disso sejam amplamente distribuídos", disse Altman.
As duas partes não responderam perguntas da Reuters sobre os termos do acordo. Quando a OpenAI criou a estrutura com fins lucrativos em março, afirmou que os investidores que colocarem dinheiro na nova entidade terão seus retornos limitados e que a missão da parte não lucrativa da entidade teria precedência sobre a área voltada ao lucro.
VEJA TAMBÉM: Microsoft e AT&T fazem parceria de mais de US$ 2 bi
As duas empresas também negaram dizer se o investimento da Microsoft será feito em dinheiro ou se vai envolver créditos para utilização do serviço de computação em nuvem Azure.
Serviços de computação em nuvem são uma grande fonte de custo para a OpenAI, que gastou US$ 7,9 milhões na atividade no ano fiscal de 2017, ou cerca de um quarto de suas despesas naquele ano, segundo dados da Receita Federal dos Estados Unidos.
Quando tecnologias emergentes são aplicadas apenas para automatização de tarefas e/ou procedimentos, não se trata de uma transformação digital plena, mas, sim, de uma modernização de processos. Porém, a transformação digital vai bem além disso. Acontece a partir do momento em que o "mindset" do usuário, do gestor e de todos aqueles que compõem o corpo da empresa estão voltados para fora do padrão de mundo habitual.
Pensar fora da caixa é o desafio e, para que seja cultivado, é preciso um exercício diário feito sem medo. O medo reduz a capacidade criativa das pessoas no ambiente profissional e faz com que as soluções sejam cada vez mais voltadas para a automação, em vez da quebra de paradigmas.
Essa transformação pode ser menos sacrificante quando começa mais cedo, ainda nas instituições de ensino. O primeiro passo para ingressar com sucesso no universo digital é durante o período escolar e, para que isso aconteça, os modelos de educação também precisam se transformar.
Escolas com modelos de educação invertida, onde o professor não é mais o centro do saber, mas aquele que orienta o aluno na descoberta de novos caminhos e formas de cultura. A nova cara da grade curricular também é uma aliada na hora do aprendizado. Matérias como empreendedorismo, lógica, robótica e linguagem de programação já fazem parte de algumas escolas. Conceitos, esses, que já são realidade em algumas instituições.
Esses espaços de alunos colherão os frutos muito em breve, já que neste formato eles adquirem amplo conhecimento voltado para o universo digital. Estamos falando de formadores de opiniões que sempre questionarão por que fazer algo antes de simplesmente dizer o que deve ser feito.
Para os adultos, fomentar o compartilhamento do saber é uma cultura que pode ser implantada e trazer muitos frutos. Assim como no novo modelo educacional, os gestores precisam entender que não são os donos do conhecimento, mas aqueles que, dada sua experiência e perfil estratégico, estimulam o senso de transformação e criatividade em seus colaboradores. Que tal realizar reuniões multidisciplinares, onde equipes apresentem suas dores, para que, juntas, busquem uma solução? Esse pode ser um caminho que, mesmo tardio, proporciona uma safra de profissionais pensantes.
Para que a transformação digital aconteça, o erro é algo comum. É assim que surge boa parte das brilhantes e verdadeiras soluções de transformação, já que é neste tipo de situação que mentes analógicas são desafiadas a pensar diferente. E, a partir deste novo modelo de pensamento, gera-se um processo criativo dentro das empresas.
Isso faz com que as soluções propostas não sejam apenas para automatizar a execução de processos. A partir de insights coletivos, podem ser criadas soluções transformadoras e que se adequem ao modelo de negócio, que evoluam com as mudanças econômicas e gerem resultados. Tudo é possível graças à correta aplicação do conhecimento influenciado pela combinação entre criatividade, tecnologia e informação.
Será inaugurado hoje (26), na Unesp, o Instituto Avançado para Inteligência Artificial (AI2). O centro, sem sede própria, lançado por alguns dos pesquisadores das principais universidades do país, visa expandir os interesses entre a academia e o setor privado para pesquisa de impacto sobre o assunto. O workshop, que será realizado no Núcleo de Computação Científica (NCC) da Unesp, no câmpus da Barra Funda, em São Paulo, reunirá pesquisadores que atuam em inteligência artificial, e abrirá espaço para que potenciais parceiros do setor empresarial possam apresentar oportunidades de colaboração com o grupo.
LEIA MAIS: Trump ordena promoção de inteligência artificial
Segundo o instituto, a ideia é providenciar uma estrutura organizacional eficiente, porém simples, para dar autonomia aos pesquisadores na relação com as empresas. A iniciativa privada terá o AI2 como ponto de referência para especialistas em inteligência artificial, aprendizado de máquina e big data, entre outras coisas.
O objetivo é estimular e facilitar o desenvolvimento de projetos inovadores que utilizam os avanços da tecnologia digital para promover ações de impacto socioeconômico. As produções deverão atender tanto o interesse privado quanto do meio acadêmico, procurando beneficiar a sociedade e influenciar a criação de políticas públicas para o desenvolvimento da área.
A rede de espaços de coworking do instituto é conectada por um sistema de videoconferência para proporcionar a interação entre os pesquisadores e os desenvolvedores atuantes nas diferentes áreas.
O AI2 não tem fins lucrativos e promete prezar pela transparência, inclusão e transversalidade de suas ações.
Siga FORBES Brasil nas redes sociais:
Forbes no Facebook: http://fb.com/forbesbrasil
Forbes no Twitter: http://twitter.com/forbesbr
Forbes no Instagram: http://instagram.com/forbesbr
A inteligência artificial (IA) tem muitas contribuições a dar ao mundo. Algumas cervejarias, por exemplo, já estão usando IA para melhorar a própria produção. Seria isso algo brilhante ou inacreditável? Ainda é cedo para dizer, mas é certo que o uso de dados na tomada de decisão dos fabricantes, e no fabrico de cervejas artesanais, faz com que a bebida produzida pela IA instigue a curiosidade de muitos.
LEIA MAIS: Blockchain chega à mesa de jantarA cerveja produzida pela IA
A inteligência artificial oferece um ótimo suporte à produção. Depois de falar como as cervejarias multinacionais usaram os dados para tomar decisões publicitárias, Hew Leith e Rob McInerney, fundadores da IntelligentX, cervejaria que faz uso de IA, resolveram usar a tecnologia para melhorar o próprio produto. A IntelligentX se diferencia pelo fato de ter criado a primeira cerveja com algoritmos do mundo.
A empresa criou quatro rótulos: Black AI, Golden AI, Pale Al e Amber AI. O endereço online da marca é impresso na embalagem, para que os consumidores deem um feedback via Facebook Messenger e digam o que acharam da cerveja. Ao responder a uma série de dez perguntas, mais de 80% das pessoas que entraram em contato com a empresa forneceram a ela mais de 10 mil informações para um valioso banco de dados.
Esses dados são processados por um algoritmo IA e, em seguida, a cervejaria decide se deve ou não atender aos pedidos. A ideia de Leith e McInerney não é substituir um mestre cervejeiro, mas, por meio da IA, obter insights para aprimorar a produção. Uma vez que a empresa é capaz de atender aos pedidos, pode ser possível encomendar uma cerveja com base nos gostos pessoais do cliente, criando assim bebidas personalizadas.
Projeto de impressão digital da Carlsberg
A Carlsberg, uma cervejaria de Copenhagen, iniciou um projeto milionário de impressão digital da bebida em parceria com a Microsoft, a Universidade de Aarhus e a Universidade Técnica da Dinamarca. A cada dia, eles criam cerca de mil amostras diferentes de cerveja, num esforço que, esperam, mude a forma como a bebida é produzida. O projeto emprega sensores que podem determinar a impressão digital do sabor de cada amostra, além de analisar leveduras diferentes. Os dados são coletados por um sistema de IA para utilização no futuro. O sistema não apenas permite que os produtos cheguem ao mercado com mais rapidez, mas também garante uma melhor qualidade.
A India Pale Ale perfeita
Uma cervejaria da Virgínia usa o aprendizado de máquina para desenvolver a India Pale Ale (IPA) perfeita. A Champion Brewing se associou à Metis Machine, uma empresa de IA, em uma espécie de estímulo para fabricar uma nova IPA ML (sigla para machine learning, ou aprendizado de máquina). O primeiro passo foi inserir informações sobre as dez IPAs mais vendidos dos Estados Unidos, assim como os dados sobre as dez marcas mais comercializadas. Com base em tudo, o algoritmo determina a melhor receita.
SAIBA TAMBÉM: Programa de TV mais visto do mundo será exibido em IA
Esses dados também foram utilizados em um outro processo de fabricação de cerveja por meio da IA, um experimento que combinou receitas de Brewdog e classificações da Untappd -- rede social de troca de experiência sobre cervejas -- para dar início a uma rede de cervejas artificiais. A rede seria então empregada na avaliação de novas receitas, e para determinar quais eram mais propensas a obter altas classificações. Tal experimento concluiu que a IA poderia ser uma aliada poderosa para a criatividade de um cervejeiro ou para otimizar rótulos já existentes, mas que não substituiria o trabalho humano.
Barman robô
A espuma da cerveja pode não atender às expectativas da maioria das pessoas. Para determinar o que faz uma espuma perfeita, uma equipe de pesquisa australiana criou o RoboBeer, um robô que pode derramar a cerveja com precisão suficiente para criar uma espuma mais consistente. Os pesquisadores fizeram um vídeo da máquina derramando a bebida e rastrearam o tamanho da bolha, a cor da cerveja e outras características. Em seguida, mostraram o vídeo para os participantes do projeto e pediram um feedback sobre a qualidade da bebida. Os pesquisadores também gravaram suas reações enquanto observavam o robô.
Uma máquina de IA analisou os dados biométricos dos participantes da pesquisa enquanto assistiam ao vídeo. Esses dados foram alimentados em uma rede neural para saber o que os participantes pensavam sobre a cerveja, antes mesmo de provar ou preencher o formulário. A rede foi capaz de prever com precisão de 80% se a altura da espuma de uma cerveja atendia ao gosto do público. A equipe também descobriu que poderia prever, com 90% de precisão, a receptividade da cerveja fornecida, usando apenas os dados do robô.
A desigualdade de gênero, de raça e de etnia no segmento da tecnologia impacta não só a cultura, como também os lucros das empresas. Em 2017, a McKinsey descobriu que as 25 melhores empresas em diversidade de gênero nas equipes executivas possuíam 21% mais probabilidade de obter lucros acima da média.
LEIA MAIS: Melhores empregadores para diversidade na América
Contudo, apenas 26% das mulheres que possuem formação nas áreas de ciências, tecnologia, engenharia ou matemática acabam trabalhando no mercado após a graduação, diferente dos homens, que representam 40%, segundo reportagem da revista norte-americana “Wiired”. As mulheres contratadas para trabalhar na área também acabam saindo dela mais cedo do que os homens. Com isso, foi descoberto que apenas 53% das mulheres do ramo tecnológico acreditam ter o mesmo acesso a cargos de liderança que os homens, e 46% dizem receber menos que seus pares do sexo masculino.
Conversei com Lori Wright, gerente geral da Microsoft Teams e Skype, a fim de conhecer sua carreira e obter alguns conselhos sobre a questão de gênero no mundo da tecnologia. Leia, a seguir, os melhores momentos a entrevista:
FORBES: Como a sua carreira na Microsoft se consolidou?Lori Wright: Entrei na Microsoft depois de 20 anos trabalhando na indústria da tecnologia. Durante essas duas décadas, tive vários cargos, abrangendo praticamente todas as áreas, do marketing a vendas. Comecei na Microsoft depois de ter sido diretora de marketing de uma startup em crescimento.
FORBES: Quais são suas responsabilidades como gerente geral da Microsoft?LW: Sou responsável pelo lado comercial dos aplicativos de colaboração do Office 365. Isso inclui produtos muito famosos, como o Outlook e o SharePoint, e algumas tecnologias mais recentes, como o Microsoft Teams and Stream. Além disso, a minha função também exige que eu lidere as equipes de marketing dos produtos.
FORBES: Como você acha que podemos incentivar mais mulheres a trabalhar com tecnologia e obter cargos mais altos?LW: Acredito que as mulheres só vão trabalhar e permanecer na área de tecnologia quando se sentirem bem-vindas e tiverem mais voz. Elas precisam enxergar a tecnologia como um lugar de pertencimento. E a tecnologia precisa trabalhar duro para ajudar as mulheres a fazer parte do mercado, caso contrário, as empresas começarão a oferecer produtos que representam apenas metade da população, a masculina.
Meu conselho para que as mulheres cheguem aos cargos de liderança é encontrar um defensor ferrenho dentro da empresa, assim como um fora dela. Estes podem ser trabalhos exigentes, que fazem com que a mulher precise de uma “defesa extra” para que prospere. Ter pessoas que a defendam internamente e a coloquem para cima nos dias ruis é muito importante.
FORBES: Quais são as características mais importantes para obter sucesso em sua função?LW: A empatia para com o cliente e o trabalho em equipe são as duas primeiras coisas que me vêm à mente. Empatia porque você deve ser capaz de entender as necessidades e desejos de seus clientes, a fim de fornecer os produtos certos e garantir a satisfação.
Trabalho em equipe já que a companhia para a qual atuo é gigante. Para que eu seja bem-sucedida no meu papel é preciso trabalhar com milhares de pessoas, de maneira que possa cumprir minhas principais responsabilidades. Mas, trabalhando bem, ganho elogios de milhares de pessoas que querem obter os mesmos objetivos que eu.
SAIBA TAMBÉM: Executiva da Sanofi no Canadá combina ciência e diversidadeFORBES: Como foi e qual é a maior lição que você aprendeu no trabalho?LW: Resiliência. No começo da carreira, eu ficava brava quando alguém não concordava com uma ideia minha, ou se as coisas não saíssem sempre do meu jeito. Depois de um tempo, aprendi que o negócio, às vezes, pode ser confuso, e que é importante ficar confortável com a bagunça na qual as coisas acontecem. Nem tudo ocorre da forma que esperamos, e as pessoas nem sempre concordam conosco. O que importa é a maneira como você lida com os contratempos. No meu caso, o sono e as perspectivas ajudaram bastante.
FORBES: O que você queria de ter conhecimento no começo da sua carreira?LW: Eu gostaria de ter conhecido meu valor e de ter tido mais confiança em mim mesma. Tenho a sorte de ter pessoas que reconhecem o meu valor mesmo quando estou para baixo. Elas me dão uma força quando me encontro fora da minha zona de conforto. É por isso que encorajo as pessoas a encontrarem a "líder de torcida" de seus respectivos trabalhos, alguém que consiga apoiar e ajude nos momentos mais inesperados.
FORBES: Qual é o melhor conselho que você já recebeu?LW: Seja você mesmo, sempre - isso significa saber o que é importante para você e aprender a priorizar essas coisas.
FORBES: Poderia dar um conselho para outras jovens profissionais?LW: Sonhe alto. Gaste seu tempo com sabedoria. Conheça o máximo de pessoas possível: uma rede forte pode abrir portas que você nem sabe que existem. Construa uma vida que você ama e seja uma pessoa de quem se orgulha, mas não se esqueça de ajudar os demais durante a sua jornada.
Ao percorrer os corredores do futurista hotel FlyZoo, da gigante chinesa de comércio eletrônico Alibaba, robôs de cerca de um metro de altura entregam comida e toalhas aos hóspedes.
LEIA MAIS: Hotel robótico demite metade de seus robôs
As máquinas são parte de um conjunto de ferramentas que o Alibaba diz que reduzirá drasticamente o custo trabalhista do hotel e eliminará a necessidade de hóspedes interagirem com outras pessoas.
Aberto oficialmente ao público no mês passado, o hotel de 290 quartos é uma incubadora de tecnologia que a empresa quer vender para a indústria hoteleira e uma oportunidade de mostrar a força do grupo em inteligência artificial. O hotel também é um experimento para testar os níveis de conforto das pessoas com transações comerciais não mediadas por seres humanos. "Trata-se de eficiência e consistência de serviço. Os robôs não são perturbados pelo humor dos humanos. Algumas vezes, nós dizemos que não estamos bem, mas o sistema e o robô sempre estarão bem", diz Andy Wang, presidente-executivo do Alibaba Future Hotel Management.
Dentro do hotel, paredes brancas e com iluminação suave lembram o interior das naves espaciais de Hollywood. Hóspedes fazem check-in em totens que identificam seus rostos, bem como passaportes e outras formas de identidade. Cidadãos da China podem usar seus celulares para fazer check-in antecipado.
Elevadores identificam os rostos dos hóspedes novamente para verificar qual andar eles podem acessar e as portas dos quartos são abertas depois de nova checagem da face do usuário. "É muito rápido e seguro...Posso estar no meu quarto em um minuto", disse Tracy Li, uma das hóspedes.
Em outros quartos, a tecnologia de comando de voz do Alibaba é usada para alterar a temperatura do ambiente, fechar cortinas, ajustar a iluminação e pedir serviço de quarto.
VEJA TAMBÉM: Alibaba compra startup alemã de análise de dados
No restaurante do hotel, robôs entregam os pratos que os hóspedes pedem por meio do aplicativo do FlyZoo, enquanto em um bar separado um grande braço robô é capaz de preparar mais de 20 tipos diferentes de coquetéis. Câmeras de reconhecimento facial fazem a cobrança automaticamente na conta do hóspede.
Na hora do checkout, os visitantes têm que pressionar um botão no aplicativo que tranca o quarto e a conta é automaticamente debitada na carteira online do cliente no Alibaba. Depois disso, segundo Wang, os dados de reconhecimento facial do hóspedes são imediatamente apagados.
O FlyZoo foi erguido em Hangzhou, a 170 quilômetros ao sudoeste de Xangai e próximo da sede da gigante de comércio eletrônico. Os quartos custam a partir de 1.390 iuans (US$ 205 dólares) por noite.
É fato que a inovação é uma necessidade fundamental para qualquer negócio e isso só tem sido percebido de maneira mais intensa, devido aos avanços tecnológicos que aconteceram principalmente nos últimos 10 anos, os quais colocou novas empresas no topo e tirou de lá algumas das maiores que já vimos existir.
LEIA MAIS: Inteligência Artificial será usada em tratamento para o câncer
Observar tudo o que acontece dentro e fora do seu mercado é fundamental para entender os desafios do cenário de inovação no mundo dos negócios, que ocorre cada vez mais rápido. Pelo menos, mais rápido do que a maioria consegue perceber.
Para acompanhar tudo isso e aumentar ao máximo a possibilidade de sucesso, é preciso uma cultura orientada para os dados. O poder trazido pela inteligência artificial (IA) na análise de dados é, de fato, transformador e muitas vezes pode causar um certo ceticismo até que seja percebido tudo o que estava oculto, mas bem diante dos olhos. Os dados passam a adotar um papel estratégico e central na transformação de negócios, ao desbloquear uma riqueza de informações em torno de todas as áreas da empresa.
Além disso, as pessoas também precisam entender a riqueza que existe ao analisar dados corretos. Uma das maiores empresas de aviação do mundo, ao analisar os dados do chão de fábrica para entender melhor como a mecânica funcionava, percebeu que os mecânicos gastavam ¼ do seu tempo para identificar peças, planos e ferramentas antes de iniciar o trabalho e que existia centenas de milhões de dólares em estoque sem qualquer demanda de curto prazo. Essa não é uma jornada confortável, pois passa por uma mudança cultural muito grande. Afinal, é difícil as pessoas perceberem que um processo utilizado há anos já não entrega mais a eficiência necessária para a empresa se manter competitiva.
Esse processo de retroalimentação e aprendizado para a obtenção de resultados cada vez mais assertivos é contínuo. Até hoje nunca ouvi ninguém dizer: “Não preciso de mais informações, isso não vai me ajudar”. Se usar dados ruins, o seu modelo de aprendizado de máquina produzirá resultados ruins, porém, se a implementação de um algoritmo de aprendizado de máquina for bem-sucedida, utilizando os dados corretos, você alcançará resultados exponenciais.
A IDC aponta que o mercado mundial de Big Data deve alcançar US$ 187 bilhões em 2019. Isso não deve surpreender ninguém que trabalha com dados. Mas, do outro lado, temos um dos maiores problemas enfrentados pelas empresas: a IBM estima que o prejuízo das grandes organizações por utilizarem dados de baixa qualidade seja de 3 TRILHÕES de dólares. Essa soma é derivada de erros de grande escala e de soluções alternativas utilizadas pelos outputs errados.
VEJA TAMBÉM: Por que clientes e profissionais de marketing precisam da inteligência artificial humana
Diante deste cenário, vale a máxima de que, com relação a dados, tamanho, ou melhor, volume não é documento. A qualidade dos dados é premissa básica para uma implementação de sucesso e transformação do negócio. A negligência e falta de atenção a isso pode causar um efeito dominó e gerar um falso positivo que culminará em erros sucessivos, perda de tempo e prejuízos que na maioria das vezes é fatal para qualquer empresa.
Diego Figueredo, é fundador da Nexo, player de inteligência artificial que já desenvolveu soluções para clientes como Volkswagen e Brastemp (Whirlpool), entre outros, além de agências como Ogilvy, Jüssi, Bullet e Act10n.
Apesar de a tarefa de tomar decisões ser um dos principais papéis de um líder, o assunto é, muitas vezes, negligenciado em meio às inúmeras conversas sobre os atributos e missões da liderança. É discutível que a enorme quantidade de informação disponível para o executivo moderno tenha tornado o ato de tomar uma decisão mais difícil do que fácil. No entanto, isso não deve continuar a ser um obstáculo. Nesse sentido, há uma visão crescente de que a inteligência artificial poderia ter um efeito benigno, apesar de ser amplamente vista como o fim de toda uma gama de empregos.
VEJA TAMBÉM: Como utilizar a inteligência artificial para apoiar o trabalho humano
Como já publicado pela FORBES, um novo livro - “Prediction Machines” (algo como “Máquinas de Previsão”, em tradução livre), de Ajay Agrawal, Joshua Gans e Avi Goldfarb, da Universidade de Toronto - sugere que o poder da IA reside na sua capacidade de reduzir o custo da previsão, dando aos profissionais maior certeza - uma mercadoria inestimável em um momento em que há um consenso geral de que a volatilidade e a incerteza estão entre as forças dominantes no atual clima de negócios. De fato, o potencial desta tecnologia para desvendar os segredos nas quantidades cada vez maiores de dados que estão sendo coletados pode ajudar a transformar uma parte específica e importante do negócio - previsão e planejamento.
Na vanguarda dessa revolução está a Anaplan, fundada em 2006 por Michael Gould, no celeiro de uma propriedade em Yorkshire. O fundador estava convencido de que havia uma maneira melhor de fornecer às empresas as ferramentas de previsão de que precisava. Usando a nuvem para permitir que as unidades de negócios colaborassem de forma mais eficaz, a Anaplan reuniu rapidamente uma lista de clientes renomados, como a Coca-Cola, a seguradora RSA e o braço farmacêutico da Johnson & Johnson.
Estas companhias contaram suas histórias em uma conferência - que parecia mais uma manifestação religiosa do que um evento de negócios convencional - realizada em Londres no início deste verão europeu. O executivo-chefe Frank Calderoni deu o tom dizendo: "O planejamento, da forma como conhecemos, está morto". Ao salientar que empresas de todos os setores estavam sendo prejudicadas por novos participantes, que em geral eram muito mais ágeis do que as atuais, acrescentou: “O grande ponto quando se fala em disrupção é a necessidade de uma tomada urgente de decisões.” Ao reconhecer que ainda há uma lacuna entre o planejamento e a tomada de decisão, Calderoni falou com confiança em levar essa diferença a zero.
Dado o valor deste objetivo, não é de surpreender que, apesar de todo o seu sucesso frente a empresas de software muito mais conhecidas, a Anaplan não seja a única. A consultoria Accenture, por exemplo, recebeu recentemente uma patente norte-americana para sua plataforma ZBx, que usa IA e aprendizado de máquina para categorizar rapidamente transações financeiras e, assim, analisar gastos instantaneamente. David Axson, diretor-gerente da Accenture Strategy e especialista de longa data no papel das finanças nos negócios, vê os avanços na tecnologia e o crescimento do ZBx, como a criação de um "momento mais estimulante para atuar em finanças". Entrevistado no início deste mês, ele disse: "É a libertação do profissional da tirania das planilhas".
E AINDA: Inteligência artificial: previsões para 2018
Mas não é apenas o caso de colocar uma mola no caminho dos especialistas e planejadores financeiros, que podem passar mais da metade do seu tempo dedicados a reunir informações para estudar e avaliar as implicações de diferentes cenários. As empresas já estabelecidas que estão sob ameaça de novos players, de repente, têm a chance de se transformar, simplesmente porque têm muito mais dados sobre as diferentes partes de seus negócios para analisar e, então, agir. Como diz Naomi Hudson, colega de Axson na Accenture Strategy, “melhorias incrementais não são mais suficientes” e pouquíssimas empresas não tentaram mudar seus padrões e, muitas vezes, suas cadeias de suprimentos de uma forma ou de outra.
Graças ao big data e à capacidade crescente da inteligência artificial de peneirar as pistas que permitem a profissionais qualificados fornecer insights que, por sua vez, podem levar a decisões melhores e mais rápidas, a Holy Grail, fabricante de produtos pessoais, deixou de ser capaz de fechar os livros apenas quando o período de negociação terminasse para ter acesso instantâneo a contas de gerenciamento que dizem muito sobre a saúde da empresa. Isso significa que ela tem tempo hábil para que o profissional tome decisões de efeito - o que Avi Goldfarb e seus colegas autores de “Prediction Machines” chamam de julgamento.
Na opinião de Axson, da Accenture, o valor do tempo extra é semelhante ao da luz no painel do carro avisando que o combustível está acabando. Se a luz acender quando ainda há combustível para 100 quilômetros, é muito mais útil do que se ela surgir quando houver apenas o suficiente para 10, diz ele.
Lançamento ocorre após negociações com órgão de privacidade do Reino Unido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Meta confirmou que irá lançar um novo modelo de assinatura paga no Reino Unido para usuários do Facebook e Instagram com 18 anos ou mais. A grande vantagem é a experiência sem anúncios nas plataformas, uma vitória para a big tech que chega após muita discussão com o órgão de fiscalização de privacidade do país, o Information Commissioner’s Office (ICO).
Apesar da mudança, a empresa afirma que a opção de continuar utilizando os serviços gratuitamente, com a exibição de anúncios personalizados, permanecerá disponível para todos.
Quanto vai custar a assinatura da Meta?
A Meta começará a notificar os usuários britânicos sobre a nova opção de assinatura nas próximas semanas. Os interessados terão algumas opções para se inscrever nos planos sem anúncios. Para acesso via navegador, o custo será menor: 2,99 libras (aproximadamente R$ 21) por mês para cada rede social. Para os aplicativos móveis, seja no iPhone ou Android, o valor será de 3,99 libras mensais (quase R$ 30 na cotação atual).
A companhia atribuiu o preço mais elevado nos aplicativos às taxas de comissão cobradas pela Apple e pelo Google em suas lojas.
Reino Unido será laboratório para testar novo modelo de monetização da Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Caminho diferente da União Europeia
O lançamento ocorre em um momento conturbado para a Meta, que busca conciliar seu modelo de negócios baseado em publicidade com as exigências de privacidade na Europa. Em 2023, a empresa chegou a lançar um modelo de assinatura semelhante nos países do bloco. No entanto, a medida foi alvo de críticas por parte de reguladores e defensores da privacidade, que argumentaram que o custo não oferecia aos usuários uma “escolha verdadeiramente livre”.
Em abril, a Meta foi multada em 200 milhões de euros (cerca de R$ 1,2 bilhão) após os reguladores concluírem que o sistema ainda violava regras antitruste. Apesar de a companhia de Zuckerberg ter ajustado o serviço para se alinhar às exigências, em julho, a Comissão Europeia solicitou novas alterações, sinalizando que a empresa poderia enfrentar multas diárias se as modificações fossem consideradas insuficientes.
Iniciativa no Reino Unido contrasta com batalhas regulatórias e multas que a empresa enfrenta na UE (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)
O lançamento no Reino Unido, com aprovação de um regulador local, posiciona o país como um ambiente regulatório potencialmente mais favorável para as grandes empresas de tecnologia que exploram modelos de negócios alternativos.
Em comunicado, a big tech destacou a cooperação com o ICO e contrastou o resultado com as dificuldades encontradas na UE. “Essa abordagem e esse resultado diferenciam o Reino Unido da UE, onde temos mantido discussões semelhantes com os reguladores”, afirmou a empresa. O órgão britânico, por sua vez, manifestou apoio à iniciativa.
Um porta-voz do ICO declarou que a entidade “acolheu” o novo modelo de assinatura. “Isso afasta a Meta de direcionar anúncios aos usuários como parte dos termos e condições padrão para uso de seus serviços do Facebook e Instagram, o que deixamos claro que não está de acordo com a lei do Reino Unido”.
Vale destacar que a introdução do modelo de assinatura está, por enquanto, restrita ao Reino Unido. Ainda não há nenhuma previsão de lançamento ou expansão do serviço para outros mercados globais, como o Brasil.