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Gilmar Mendes: Mendonça comete ‘erro crasso’ em tratativa de delação de Vorcaro

23 de Junho de 2026, 10:29

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na segunda-feira, 22, que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master. A declaração, dada em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso do Banco Master.

Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados. “Então, aqui já há algo de erro crasso. Se está participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado”, disse.

A fala ocorre dias depois de Gilmar protagonizar um embate público com Mendonça no julgamento de medidas cautelares envolvendo a manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro.

Na ocasião, Mendonça disse ter recusado uma proposta de “delação seletiva” no caso Master. Segundo o relator, um advogado do ex-controlador do banco o procurou para tratar de uma colaboração com recortes, mas ele afirmou não aceitar esse tipo de negociação.

Sem afirmar diretamente que o ministro conduz mal o processo, o decano também disse que Mendonça tem uma “tarefa difícil”, mas defendeu que a investigação siga uma “métrica” para evitar a repetição de erros do passado, em referência à Operação Lava Jato.

Ao justificar a comparação, Gilmar apontou uma sequência de episódios que, segundo ele, acende um alerta sobre a condução do caso, como vazamentos, divulgação de conversas privadas, prisões de familiares de investigados e a morte de um dos alvos da apuração: Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”.

“São elementos que levam a, pelo menos, uma preocupação e similitudes com o que ocorreu anteriormente”, afirmou o ministro.

Código de ética e exposição do STF

Gilmar voltou a criticar, durante a entrevista, o momento escolhido pelo presidente do STF, Edson Fachin, para propor a discussão sobre a criação de um código de ética para ministros da Corte. Para o decano, o tema deveria ser tratado por uma comissão interna do tribunal e precedido de maior articulação entre os integrantes do Supremo.

Segundo Gilmar, Fachin deveria ter buscado maior articulação com os colegas antes de pautar o tema. “Aguardemos, não sejamos tão pressurosos. Eu falei isso para o Fachin, na época”, afirmou.

O ministro disse ainda que o presidente do STF tem a obrigação de “conduzir o tribunal” e avaliar o momento adequado para adotar medidas dessa natureza. “Eu acho que o presidente tem a obrigação de conduzir o tribunal, de perceber qual é o momento de tomar as medidas”, afirmou.

O decano negou que sua resistência ao código de ética tenha caráter pessoal contra Fachin, mas afirmou que o Supremo estava sob ataque quando o tema foi colocado em discussão. ” Somos amigos”, disse.

Para Gilmar, a proposta expôs o tribunal em um momento de vulnerabilidade pública, marcado por questionamentos sobre a atuação de ministros.

Transparência de agendas

Gilmar também foi questionado sobre a transparência das agendas de ministros do STF, a participação em eventos patrocinados e a divulgação de rendimentos obtidos fora do tribunal.

Em resposta, o decano afirmou que sua agenda é pública e disse não ver problema na divulgação de valores recebidos por magistrados em palestras, eventos e outras atividades.

Críticas a Kassio Nunes Marques em decisão sobre pesquisa

O ministro criticou ainda a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel sobre a disputa presidencial de 2026. O levantamento foi questionado pelo PL sob o argumento de que o questionário induzia respostas contra Flávio Bolsonaro ao associar o senador a Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master.

“Eu acho que um caso como esse vai parar no Supremo Tribunal Federal. Se se mantiver essa jurisprudência Kassio Nunes Marques, certamente não é uma jurisprudência que irá se manter”, disse Gilmar.

A análise da decisão pelo plenário do TSE foi interrompida após pedido de vista da ministra Estela Aranha, e a suspensão da pesquisa permanece válida até nova deliberação da Corte.

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Quando acaba a fase de grupos da Copa do Mundo?

23 de Junho de 2026, 10:28

Faltam poucos dias para o fim da primeira etapa da Copa do Mundo de 2026. A fase de grupos se encerra em 27 de junho, e a definição dos 32 classificados para o mata-mata deve sair logo na sequência das últimas rodadas, que se acumulam nos próximos dias em diferentes sedes do torneio.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/quando-acaba-a-fase-de-grupos-da-copa-do-mundo/

Gilmar Mendes diz que Mendonça comete ‘erro crasso’ em tratativa sobre delação de Vorcaro

23 de Junho de 2026, 10:28

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou na segunda-feira (22) que há uma “impropriedade” e um “erro crasso” no relato feito pelo ministro André Mendonça de que foi procurado por um advogado de Daniel Vorcaro com uma proposta de “delação seletiva” no caso que investiga o Banco Master. A declaração, dada em entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura, ocorreu após Gilmar ser questionado sobre a atuação de Mendonça na relatoria do caso.

Gilmar argumentou que o acordo de colaboração premiada deve ser firmado entre o Ministério Público ou a Polícia Federal e o investigado, acompanhado por seus advogados. “Então, aqui já há algo de erro crasso. Se está participando de conversas ou se está expulsando advogados do processo, isso tem algo de errado”, disse.

A fala ocorre dias depois de Gilmar protagonizar um embate público com Mendonça no julgamento de medidas cautelares envolvendo a manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro.

Na ocasião, Mendonça disse ter recusado uma proposta de “delação seletiva” no caso Master. Segundo o relator, um advogado do ex-controlador do banco o procurou para tratar de uma colaboração com recortes, mas ele afirmou não aceitar esse tipo de negociação.

Sem afirmar diretamente que o ministro conduz mal o processo, o decano também disse que Mendonça tem uma “tarefa difícil”, mas defendeu que a investigação siga uma “métrica” para evitar a repetição de erros do passado, em referência à Operação Lava Jato.

Ao justificar a comparação, Gilmar apontou uma sequência de episódios que, segundo ele, acende um alerta sobre a condução do caso, como vazamentos, divulgação de conversas privadas, prisões de familiares de investigados e a morte de um dos alvos da apuração: Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”.

“São elementos que levam a, pelo menos, uma preocupação e similitudes com o que ocorreu anteriormente”, afirmou o ministro.

Código de ética e exposição do STF

Gilmar voltou a criticar, durante a entrevista, o momento escolhido pelo presidente do STF, Edson Fachin, para propor a discussão sobre a criação de um código de ética para ministros da Corte. Para o decano, o tema deveria ser tratado por uma comissão interna do tribunal e precedido de maior articulação entre os integrantes do Supremo.

Segundo Gilmar, Fachin deveria ter buscado maior articulação com os colegas antes de pautar o tema. “Aguardemos, não sejamos tão pressurosos. Eu falei isso para o Fachin, na época”, afirmou.

O ministro disse ainda que o presidente do STF tem a obrigação de “conduzir o tribunal” e avaliar o momento adequado para adotar medidas dessa natureza. “Eu acho que o presidente tem a obrigação de conduzir o tribunal, de perceber qual é o momento de tomar as medidas”, afirmou.

O decano negou que sua resistência ao código de ética tenha caráter pessoal contra Fachin, mas afirmou que o Supremo estava sob ataque quando o tema foi colocado em discussão. “Somos amigos”, disse.

Para Gilmar, a proposta expôs o tribunal em um momento de vulnerabilidade pública, marcado por questionamentos sobre a atuação de ministros.

Transparência de agendas

Gilmar também foi questionado sobre a transparência das agendas de ministros do STF, a participação em eventos patrocinados e a divulgação de rendimentos obtidos fora do tribunal.

Em resposta, o decano afirmou que sua agenda é pública e disse não ver problema na divulgação de valores recebidos por magistrados em palestras, eventos e outras atividades.

Críticas a Kassio Nunes Marques em decisão sobre pesquisa

O ministro criticou ainda a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que suspendeu a divulgação de uma pesquisa da AtlasIntel sobre a disputa presidencial de 2026. O levantamento foi questionado pelo PL sob o argumento de que o questionário induzia respostas contra Flávio Bolsonaro ao associar o senador a Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master.

“Eu acho que um caso como esse vai parar no Supremo Tribunal Federal. Se se mantiver essa jurisprudência Kassio Nunes Marques, certamente não é uma jurisprudência que irá se manter”, disse Gilmar.

A análise da decisão pelo plenário do TSE foi interrompida após pedido de vista da ministra Estela Aranha, e a suspensão da pesquisa permanece válida até nova deliberação da Corte.

Análise Técnica do Ouro: Tendência de Baixa Inalterada, Recupera

23 de Junho de 2026, 10:26

Análise Técnica do Ouro: Tendência de Baixa Inalterada, Recupera

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

Análise Técnica do Ouro: Tendência de Baixa Inalterada, Recuperações Apresentam Oportunidades de Venda a Descoberto!

【Revisão do Mercado de Ontem】 Ontem, o ouro abriu em torno de 4150. Embora tenha subido brevemente para 4220, fechou com uma pequena vela de alta com uma longa sombra superior, claramente uma fraca recuperação técnica após uma condição de sobrevenda, e não uma reversão de tendência. 💡 O preço mantém-se firmemente dentro de um canal de baixa. A recuperação foi fraca e não conseguiu atingir nenhum nível de resistência importante, mantendo intacta a tendência de baixa geral. O movimento de alta de ontem foi meramente uma "correcção durante a tendência de baixa".

Esta manhã, o preço abriu em torno dos 4192, mas o ímpeto de alta não teve continuidade e o preço rapidamente recuou, atingindo um mínimo de 4090 e rompendo o mínimo anterior de 4130 — um nível que antes era suporte de curto prazo, mas que agora se tornou uma clara resistência. 📉 A ação do preço continua com um padrão oscilatório fraco, com os ursos a dominarem claramente o mercado.

【Análise da Estrutura do Gráfico de 4 Horas】 No gráfico de 4 horas, o padrão de velas apresenta uma típica escada descendente – as mínimas continuam a cair e as máximas diminuem gradualmente, formando uma oscilação em caixa com tendência de baixa.

Resistência a curto prazo: 4130-4150 (O antigo suporte transformou-se em resistência, com supressão significativa)

Suporte de curto prazo: 4100 (Apenas para referência intradiária, força limitada)

Zona de suporte chave: 4030-4050 (Esta é a última linha de defesa para os touros a médio prazo)

As Bandas de Bollinger continuam a alargar-se para baixo, com o preço a seguir de perto a banda inferior, indicando uma fraqueza significativa. 📊 Sistema de Médias Móveis em Diferentes Períodos Gráficos 📊 O sistema de médias móveis em diferentes períodos gráficos ainda não formou uma ressonância de alta. Mesmo que haja alguma necessidade de correção em prazos mais curtos, esta só poderá desencadear uma recuperação muito fraca, sem alterar a tendência geral de baixa.

Pessoalmente, acredito firmemente que o mercado atual não apresenta as condições necessárias para uma reversão. Cada recuperação é uma "oportunidade" para posições curtas. 💪💪

Até que haja um aumento significativo do volume e uma longa vela de alta, ou um desenvolvimento fundamental positivo repentino, qualquer recuperação deve ser vista como uma oportunidade para vender a descoberto, e não como um motivo para comprar ou vender.

【Sugestões de Negociação de Hoje】

✅ Continue a recente estratégia de short selling sob pressão. As estratégias específicas de short selling são as seguintes:

1️⃣ Venda ouro cerca de 4130-4150, com stop-loss acima de 4170. Target: 4090; se romper abaixo desse nível, mantenha a posição para um alvo adicional de 4050-4030.

2️⃣ Posição Comprada Defensiva (Posição Ligeira, Curto Prazo): Se o preço recuar para o intervalo 4030-4050, considere uma posição longa de curto prazo com stop-loss nos 4000 e um target em torno dos 4100. Se romper, mantenha-se fora do mercado.

⚠️⚠️ Nota: As posições curtas devem ser a estratégia principal, tendo como estratégia secundária as posições longas. Mantenha uma distinção clara entre posições primárias e secundárias e nunca negoceie contra a tendência.

Acompanhamento da Posição de Ontem

As posições curtas estabelecidas ontem em 4200-4205 ainda estão a ser mantidas. Mova o stop-loss para o nível de 4150 para proteção e aguarde pacientemente a materialização da área alvo de 4040-4000. 🏹

O mercado cria sempre oportunidades dentro das flutuações e, uma vez formada uma tendência, esta não termina facilmente.

Neste momento, a tendência de baixa é clara, os sinais são inequívocos. O que precisa não é de hesitação, mas sim de uma ação decisiva. 🔥

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Tumulto em torcida da Copa deixa 1 morto e 8 feridos na Jordânia, diz agência

23 de Junho de 2026, 10:25

 Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas após um tumulto durante uma concentração lotada de torcedores no centro de Amã para assistir à partida da Jordânia contra a Argélia pela Copa do Mundo na madrugada desta terça-feira (23), informou a Agência de Notícias da Jordânia, citando a Diretoria de Segurança Pública (PSD) do país.

O incidente ocorreu na Praça Hashemita, onde um grande número de torcedores havia se reunido na capital para assistir à derrota da Jordânia por 2 x 1 para a Argélia, segundo a Agência de Notícias da Jordânia.

Equipes de emergência transportaram nove feridos para o hospital depois que um forte congestionamento e o movimento da multidão no local levaram ao tumulto. Um dos feridos faleceu posteriormente, enquanto os demais sofreram ferimentos leves a moderados, informou a agência.

Especialistas estavam investigando para determinar a causa exata da morte, acrescentou a agência.

Grandes multidões de espectadores se reuniram por toda a capital para acompanhar a partida, com a Jordânia disputando sua primeira Copa do Mundo.

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O Brexit virou arrependimento — mas não há volta fácil para o Reino Unido

23 de Junho de 2026, 10:24

Dez anos após o referendo que decidiu a saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit passou a ser visto por uma maioria de britânicos como um erro histórico.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/o-brexit-virou-arrependimento-mas-nao-ha-volta-facil-para-o-reino-unido/

Compass tem potencial para subir 50%, diz XP ao iniciar cobertura recomendando compra

23 de Junho de 2026, 10:23

A XP Investimentos iniciou a cobertura da Compass (PASS3), que controla Comgás, Sulgás, Necta e Compagas, ativos premium de distribuição nas regiões mais desenvolvidas do país, com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, o que implica em um potencial de valorização de 50% frente a cotação de fechamento de segunda-feira de R$ 24,47.

O movimento segue uma sequência recente de relatórios otimistas sobre a companhia. Na semana passada, Itaú BBA, Bradesco BBI, BTG Pactual e JPMorgan também iniciaram cobertura do papel com recomendação de compra, reforçando a visão positiva do mercado após a estreia da empresa na Bolsa.

Em relatório, assinado pelos analistas Raul Cavendish, head de Utilities, Regis Cardoso, head de Óleo, Gás e Petroquímicos, e Bruno Vidal, analista de Utilities, a XP destaca que a tese de investimento da companhia é dividida em dois pilares.

O primeiro é a “âncora de valor”, sustentada por um portfólio premium de distribuição de gás natural em regiões economicamente mais desenvolvidas do Brasil, com geração de caixa previsível e espaço para crescimento estrutural, dado o baixo nível de penetração da infraestrutura de gás no país.

O segundo pilar é o “vento a favor”, ligado à plataforma Edge de comercialização de gás, que adiciona opcionalidade de crescimento com retornos marginais elevados e baixo потребimento de capital. O destaque também é o terminal de regaseificação de GNL (TRSP), em São Paulo, que reforça a posição estratégica da companhia na cadeia de suprimento.

Segundo a XP, o negócio combina fluxos de caixa de longo prazo com crescimento real acima do custo de capital, além de uma geração incremental relevante via Edge, com alto retorno sobre o capital investido. Esse conjunto sustenta a visão positiva da corretora.

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Rede D’Or (RDOR3), Raízen (RAIZ4), 3Tentos (TTEN3) e outros destaques desta terça (23)

23 de Junho de 2026, 10:23

O processo de aquisição da Raízen (RAIZ4), a aprovação de JCP da Rede D’Or (RDOR3) e os novos investimentos da 3tentos (TTEN3) são alguns dos destaques corporativos desta terça-feira (23).

Confira o Radar do Mercado:

Raízen (RAIZ4): IG4 busca assumir controle da companhia até março de 2027

A gestora de private equity IG4 busca finalizar uma potencial aquisição do controle da produtora de açúcar e etanol Raízen (RAIZ4) até o final de março de 2027, condicionada à aprovação dos credores a sua oferta de compra, disseram executivos da IG4 em entrevista à Reuters.

A IG4, que recentemente se tornou co-controladora da petroquímica Braskem (BRKM5), juntamente com a Petrobras, agora quer adquirir o controle da Raízen, que há pouco tempo fechou um acordo de reestruturação de dívida de R$ 65 bilhões com credores locais e internacionais, a maior recuperação extrajudicial da história do país.

Rede D’Or (RDOR3) aprova R$ 400 milhões em JCP

A Rede D’Or (RDOR3) aprovou a distribuição de R$ 400 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto corresponde a R$ 0,18320141504 por ação ordinária da companhia.

Segundo a empresa, a aprovação ocorreu em reunião do conselho de administração e ainda será submetida à ratificação da assembleia geral ordinária que analisará as contas do exercício de 2026. O montante será imputado aos dividendos obrigatórios referentes ao exercício social deste ano.

Terão direito ao provento os investidores com posição acionária na companhia ao final do pregão de 25 de junho de 2026. A partir de 26 de junho, as ações da Rede D’Or passarão a ser negociadas na condição “ex-JCP”.

O pagamento está previsto para 8 de julho de 2026.

3Tentos (TTEN3) abre lojas e promete nova indústria de etanol de milho

Em seu Investor Day, a 3tentos (TTEN3) anunciou um pacote de investimentos que inclui a abertura de novas lojas em importantes regiões agrícolas do país e o avanço de projetos industriais no interior do Pará, entre eles uma nova planta de etanol de milho.

Segundo comunicado enviado ao mercado, a companhia inaugurou oito lojas nos estados de Goiás, Pará, Tocantins e Minas Gerais. As novas unidades fazem parte da estratégia de expansão da empresa em fronteiras agrícolas consideradas estratégicas para o crescimento do agronegócio brasileiro.

Em Rio Verde (GO), um dos principais polos do agronegócio nacional, a nova operação terá potencial para atender cerca de 1,6 milhão de hectares, com foco nas culturas de soja, milho e sorgo.

MRV (MRVE3) vende empreendimentos no Texas por US$ 139 milhões e reduz dívida

A MRV&Co (MRVE3) anunciou a venda dos empreendimentos legados Ten Oaks e Rayzor Ranch, localizados no Texas, Estados Unidos, por US$ 139 milhões (R$ 716 milhões). A liquidação da operação está prevista para julho de 2026 e conta com um depósito não recuperável de US$ 12 milhões como garantia.

Segundo a companhia, a transação reduz o endividamento líquido consolidado da MRV&CO em US$ 87 milhões (R$ 448 milhões), o equivalente a uma queda de 7,5%. Além disso, haverá redução de US$ 46 milhões (R$ 237 milhões) em participações de minoritários.

Espaçolaser (ESPA3) anuncia oferta secundária do Fundo Magnólia

A Espaçolaser (ESPA3) protocolou pedido de registro de oferta pública secundária de ações, que terá como vendedor o Fundo Magnólia e pode movimentar até R$ 37,2 milhões.

A operação prevê uma oferta de até 6.106.557 ações ordinárias e a precificação dos papéis será fixada após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento.

Considerando o preço de fechamento das ações da empresa em 19 de junho, de R$ 6,10, citado no fato relevante, a oferta pode movimentar entre R$ 10,6 milhões, considerando a quantidade mínima de ações, e R$ 37,2 milhões, considerando a totalidade das ações.

Uber vai começar a excluir dezenas de carros das categorias Black e Comfort

A Uber mudou as regras do jogo para os motoristas de aplicativo e vai ser mais seletiva em relação aos carros autorizados a atender as categorias Comfort e Black.

A nova lista de veículos aceitos nessas categorias passará a valer a partir de 11 de janeiro de 2027.

De acordo com a Uber, a intenção é “aprimorar a experiência do usuário” nas categorias em questão.

As categorias Comfort e Black propõem uma viagem mais confortável, de acordo com as preferências do cliente. Ao mesmo tempo, elas tendem a gerar maior retorno monetário por corrida, comparadas ao Uber X, por exemplo.

Heineken anuncia brasileiro Rafael Oliveira como CEO global

A Heineken, segunda maior cervejaria do mundo, anunciou o brasileiro Rafael Oliveira como novo presidente-executivo global da empresa. Com início previsto em 1º de outubro, Oliveira assume a vaga aberta após a renúncia de Dolf van den Brink do cargo em janeiro deste ano, devido a vendas em queda e investidores insatisfeitos.

Para assumir a vaga na cervejaria holandesa, Rafael Oliveira deixa o cargo de CEO da JDE Peet’s, maior empresa do mundo exclusivamente dedicada a café e chá, onde atuava como presidente-executivo global desde 2024.

Segundo comunicado divulgado pela Heineken, o conselho de supervisão indicará “Rafa Oliveira” para liderar a companhia por um período de quatro anos, em decisão que será tomada durante uma Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas a ser realizada em 5 de agosto.

A disparada da Farm Rio: de um stand numa feira cultural a uma marca avaliada em até R$ 5,5 bi

Tudo começou com um stand na Babilônia Feira Hype, um evento cultural oficial do Rio de Janeiro, no ano de 1997. Foi lá que a contadora Kátia Barros e seu amigo Marcello Bastos começaram a compartilhar suas criações no mercado de moda independente, focadas em estampas vibrantes e na estética da vida carioca. Nascia, assim, a Farm Rio.

Hoje, a marca conta com mais de 100 lojas no Brasil e presença em cidades como Nova York, Los Angeles, Paris e Londres.

Nos últimos dias, a marca entrou no radar do mercado com um potencial de avaliação de R$ 5,5 bilhões, nos cálculos de analistas do JP Morgan, em meio a uma potencial venda que pode destravar um valor expressivo para a Azzas 2154 (AZZA3), atual detentora da marca.

*Com informações da Reuters

*Com supervisão de Juliana Américo

We spent a week at an all-inclusive resort to celebrate our anniversary — with our daughter and my mother-in-law

23 de Junho de 2026, 10:21
Cher, her husband, young daughter, and mother-in-law pose at a scenic point on a resort.
We brought our daughter and my mother-in-law on our anniversary trip.

Cher Checchio

  • My husband and I celebrated our fifth anniversary and my 40th birthday with a trip to Cancún.
  • However, we didn't feel comfortable leaving our 4-year-old daughter at home, so we took her with us.
  • We also brought my mother-in-law along to help us keep an eye on her, and we had an amazing time.

As the sun rose over the Caribbean Sea, I stepped out of my beachfront suite and settled into a lounge chair beside my private plunge pool, listening to the waves crash.

I snuggled up in my complimentary bathrobe and enjoyed my mandatory morning fuel — a coffee from the in-room Nespresso machine — taking in the calm of the first day of a weeklong vacation celebrating my 40th birthday and fifth wedding anniversary.

The views were serene. The atmosphere was peaceful. The company — to some — was unexpected. Next to me, wrapped in a similar bathrobe, sat my mother-in-law.

My husband and I wanted to take a trip to celebrate our anniversary, but didn't want to leave our daughter behind

The living room area of a hotel suite.
The suite was spacious enough for all of us.

Cher Checchio

Since having my 4-year-old daughter, traveling has taken a backseat to motherhood. In my 20s, I traveled as often as possible, from the gumless streets of Singapore to the iconic safaris of South Africa.

These days, my husband and I travel less often or choose to visit new countries with our toddler in tow. Although we're always glad to create these memories with her, we knew we wanted something different to celebrate my 40th birthday and our fifth anniversary.

Some people might have chosen to leave their kid at home so they could celebrate with a lavish party or intimate dinner for two. However, we didn't feel comfortable being away from our preschooler for a week in another country.

So, we brought her along and invited my mother-in-law with us to help keep an eye on our daughter and make sure we got some alone time.

The four of us headed on an all-inclusive vacation in Cancún, where we stayed in a two-bedroom enclave suite, complete with three beds, two bathrooms, and 1,570 square feet of shared, yet separate space.

Having that much room kept us from feeling crammed and confined, and with a living room in between the bedrooms, privacy was never an issue.

The arrangement granted us a nice mix of private and family time

Cher's husband, daughter, and mother-in-law play in a plunge pool.
My daughter had a great time playing with her Nana.

Cher Checchio

We chose to stay at the Hilton Cancún Mar Caribe because it advertises itself as a family hotel. My husband and I spent days wading around the splash pool, rooftop pool, or plunge pool with our daughter.

We took advantage of the resort's dedicated kids areas and activities, including Beach Bunch — the kids' club complete with a playground, indoor playroom, and crafts. And at night, we attended the live shows.

Some days, we ate together at the family-friendly buffet, but on certain occasions, my husband and I dined "date-night-style" while our daughter and my mother-in-law had their own dinner or playdates back in the suite.

A plate of pasta topped with a lobster tail.
My husband and I got to enjoy some time alone together.

Cher Checchio

It was a great opportunity for them to enjoy quality time together while my husband and I celebrated our milestone anniversary.

My husband and I also relaxed together at the spa, delighting in a refreshing hydrotherapy session that included a sauna, steam room, cold plunge, hot tub, and sensory pool.

And even though my mother-in-law took care of our daughter and brought her to the kids' club, we made sure she had her own time alone at the spa as well.

Overall, we all had a great time together

During this trip, the old saying, "two's company, three's a crowd," came to mind.

And yes, there were times when it felt like we were staying at my husband's childhood home with his mother (or our daughter) occupying the space between us. Plus, some moments meant just for us became a group affair.

But then, we'd all look at the view of the beach while eating our in-room dining — that none of us had to prepare, on beds that none of us had to make, in rooms that none of us had to clean — and that feeling would dissipate.

Having my mother-in-law and kid on this trip was certainly unconventional, nontraditional, and maybe even downright weird to some. However, it granted us the opportunity to travel with some peace of mind.

Read the original article on Business Insider

US forces started running sea-drone rescue drills years before the downing of an Apache forced them to do it for real

23 de Junho de 2026, 10:20
US military naval drones in the Gulf of Aqaba.
US forces have practiced in recent years how to rescue soldiers with sea drones before a real mission earlier this month.

US Central Command

  • US forces started practicing conducting at-sea rescue missions with naval drones several years ago.
  • These rehearsals were put to use earlier this month after Iran downed a US Apache helicopter.
  • A US military official called the first-of-its-kind rescue mission a "significant step forward."

US forces began practicing using sea drones for water rescue missions years before an uncrewed vessel saved two soldiers after their Apache helicopter was shot down in the Middle East this month.

"You can rehearse medevac scenarios during exercises," a US military official told Business Insider, but to successfully execute that capability in a real emergency situation, "there's something to be said about that."

The official spoke on the condition of anonymity to share insight into the unusual early June rescue mission, during which a US Navy sea drone picked up two American crew members after Iran shot down their AH-64 Apache off the coast of Oman.

The rescue mission — an operational first for the US military — involved an uncrewed surface vessel, or USV, operated by Task Force 59, a Navy unit focused on integrating drones and artificial intelligence into naval operations in the Middle East.

When the Navy launched Task Force 59 in 2021, one of its goals was to test emerging technologies — particularly USVs, with which the US had less experience compared to some other drones — "to see how they could be optimized" for everyday naval operations, the military official said.

To do that, the US military worked closely with USV manufacturers during exercises with partners in the Middle East. One such drill, held a few years ago in the Gulf of Aqaba, south of Israel, tested the concept of using naval drones for medical evacuation. The simulation involved transporting a "patient" from a ship to the shore for follow-up treatment and care.

A US Army AH-64 Apache helicopter.
Iran shot down a US Army Apache earlier this month, triggering a daring rescue mission.

US Army

The military official said "the concept of using drones to support personnel transport — and, in particular, support medical evacuations — is something that was thought about very early on as these systems were integrated into regional operations by the US."

A 'significant step forward'

President Donald Trump said on June 9 that Iran had shot down an Apache helicopter while it was patrolling over the Strait of Hormuz. The US military said the two American crew members were rescued off the coast of Oman within roughly two hours.

The US knew the Apache crew's location and had established contact with the soldiers while looking for an opportunity to rescue them using assets from across the military, the official said.

Among the assets available were tactical aircraft and a Corsair USV, a 24-foot-long surface drone made by Texas-based Saronic Technologies. The official said this vessel, while just one platform in a broader effort, played an "integral role" in the search-and-rescue mission.

When the vessel arrived, the Apache crew members were able to hoist themselves into the USV, which had the capability and proximity to move the crew from one location on the water to another — a necessary switch because of "operational circumstances," the official said, declining to elaborate.

US Navy drones off the coast of Israel.
The Navy stood up Task Force 59 to integrate drones and artificial intelligence into maritime operations.

US Central Command

Once they were moved to the second location, the soldiers could then be "feasibly" lifted by helicopter to be transferred ashore for additional treatment, the official added.

The maritime rescue mission comes amid a broader push by Washington and its allies to integrate drones into naval operations. Ukraine's use of USVs against the Russian Navy in the Black Sea has given these efforts greater urgency.

Beyond the Middle East, where US forces have primarily used uncrewed surface vessels for intelligence, surveillance, and reconnaissance missions, the Navy has also been expanding its naval drone training and operations in Europe in recent years.

The military official said the Apache rescue is a "clear demonstration" of the value of integrating USVs into everyday naval operations and marks a "significant step forward" for the US in expanding its surface drone mission portfolio.

While the Apache rescue mission was out of the ordinary, casualty evacuations using drones aren't a new concept. Ukraine regularly uses uncrewed ground robots, or UGVs, to rescue wounded soldiers from the battlefield.

Warfare is becoming increasingly autonomous, and there are indications that missions like these could become more common as time goes on. Western militaries are taking note. Last December, for instance, NATO hosted an event in London to source industry solutions for battlefield treatment and evacuation in drone-saturated environments.

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Com um ano, Starian projeta R$ 750 mi em receita e mantém estratégia de M&As

23 de Junho de 2026, 10:20

A Starian, desenvolvedora de ecossistemas verticais SaaS, completou seu primeiro ano de operação em junho, com uma expectativa de superar R$ 750 milhões em receita líquida e projetando um crescimento orgânico de 30% na comparação com o encerramento de 2025. Parte desse crescimento deve vir das compras: a empresa busca comprar R$ 100 milhões em receita recorrente no próximo semestre.

“Estamos fazendo compra de companhias satélites, pequenas, e trabalhando para trazer ativos parrudos. É um momento oportuno de mercado: é difícil crescer em SaaS verticalizado no Brasil e há muitas empresas com 20 ou 30 anos, super nichadas, que podem ter dificuldades de se adaptar à IA”, afirma Alex Anton, Chief Strategy Officer da Starian.

Nesta cadeira, Anton é responsável por olhar para o mercado e entender o que está acontecendo no mundo de softwares e olhar para dentro para buscar novas frentes de negócios, além de fazer as integrações das adquiridas, como aconteceu com a Contato Seguro, comprada em dezembro do ano passado.

Com 1.500 profissionais, a empresa vive um momento emblemático. “Estamos em uma corrida. Até o ano passado, nosso foco estava no crescimento inorgânico e orgânico. Agora, nosso ‘core’ está em risco com a proliferação da IA. Mas estamos em um movimento de crescimento e ‘servitização’: transformando o nosso software em serviço”, afirma Anton.

Um dos desafios para a empresa continuar crescendo está na precificação: hoje, softwares são vendidos por assento. Em companhias mais arrojadas, contudo, já existe um modelo híbrido, onde se cobra por entrega de valor. “Esses modelos colocam um nível de pressão. É um mundo super dinâmico”, afirma.

A empresa tem um núcleo centralizado de pesquisa e desenvolvimento (P&D) e aposta na evolução tecnológica como um processo contínuo de incorporação de inovação aos workflows críticos dos clientes, em vez rupturas isoladas.

Crescimento vertical

A Starian opera, hoje, em quatro verticais: indústria da construção, inteligência legal, eficiência operacional e governança e compliance. O plano é abrir novas frentes já no próximo ano, com a estratégia de aquisição que deve se tornar ainda mais agressiva.

“Gostamos muito das verticais que já conversam com nossos sistemas, como ERP para empresas de material de construção civil ou gestão imobiliária, por exemplo. Mas também olhamos para setores novos como o agro, que tem espaço para adoção de tecnologia, além do varejo alimentar que é anti-cíclico”, afirma.

Leia mais: Com bolso cheio e aquisição, Starian, spinoff da Softplan, abre nova frente

A empresa

Embora tenha pouco tempo de vida, a Starian já nasceu gigante: de uma cisão da Sofplan, empresa de softwares de Santa Catarina. Na separação, a ‘empresa-mãe’ ficou com os clientes do setor público enquanto a nova companhia tem 100% de clientes do setor privado.

“A Starian já nasceu com escala, liderança em suas verticais e um portfólio robusto de soluções críticas para seus clientes”, afirma Ionan Fernandes, CEO da Starian. Em dois meses de operação, a empresa levantou R$ 640 milhões da General Atlantic para fortalecer a estrutura de capital e acelerar sua expansão.

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Older Americans debate AI's risks and rewards as retirement nears

23 de Junho de 2026, 10:15
Kymm Dracup

Chloe Ellingson for BI

Learn AI so I can eventually go away.

That's the mindset for many Gen Xers and Baby Boomers who are learning AI to hang onto their jobs long enough to retire. BI's Amanda Hoover spoke to elder Americans about how they're getting a crash course in AI as they race toward retirement.

While younger Americans worry about their job prospects for the next few decades, older Americans are on much shorter timelines. Many just need to work for a little bit longer before calling it quits.

They're also uniquely positioned for the AI boom in the short term. Years of workplace experience mean they are a treasure trove of knowledge that could benefit the AI tools that need training.

And unlike their younger colleagues, they're less inclined to worry about automating themselves out of a job. After all, they want to be out of a job in a few years if they can afford it.

Not everyone's so enthusiastic about adopting AI. Amanda spoke to a 47-year-old working in legal sales who has moral qualms about the tech's environmental footprint. But she's also realistic about trying to future-proof herself until she can retire in a few years.

"Most people in corporate are just trying to make it to a point where they are fine financially," she said. "You just don't know when your ticket is punched."

Kymm Dracup knows what it feels like to get her ticket punched.

She was unemployed for 22 months before nabbing a temporary consulting job a few months ago. But with no guarantees of future full-time work, she's on edge. She outlined her challenges to BI's Tess Martinelli as part of a new BI series, Still in the Game, about older Americans still looking for work.

At 56 years old, she says being older has impacted her confidence when searching for jobs. She also thinks her age is affecting her job search, although she acknowledges that it's difficult to prove.

She was evicted from her home and moved in with her daughter, joining the many Americans who have opted for a multigenerational household to address financial pressures.

Dracup's story shows why so many older Americans feel they can't afford to fall behind on AI. Longer lifespans, vanishing pensions, and rising healthcare costs mean retirement has gotten more expensive, and the margin for error is thin.

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Ibovespa recua 1% após ata do Copom e de olho no exterior; 5 coisas para saber antes de investir hoje (23)

23 de Junho de 2026, 10:12

Após retomar os 170 mil pontos na véspera, o Ibovespa (IBOV) inicia o pregão em forte baixa após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e as incertezas nos mercados globais com a queda das ações de tecnologia.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em queda de 1,06%, aos 168.560,56 pontos.



O dólar à vista opera em alta ante o real, seguindo o desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda avançava a R$ 5,1715 (+0,57%). Já o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, operava com ganho de 0,27% aos 101.292 pontos.

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (23)

1 – Ata do Copom

O Banco Central publicou a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.), de 14,50% para 14,25% ao ano. Após leituras diferentes do mercado em relação ao comunicado da semana passada, o documento de hoje vem para detalhar a condução da política monetária.

Na ata, o comitê destaca que o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio e as consequências nas condições financeiras globais.

Além disso, a autarquisa segue cautelosa em relação à volatilidade de preços de ativos e commodities.

O comitê afirmou que o cenário atual é marcado por riscos elevados e assimétricos para a inflação, especialmente em função dos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de energia e das expectativas inflacionárias ainda desancoradas.

A autoridade monetária reiterou ainda que a magnitude dos próximos movimentos dependerá da evolução do cenário econômico e dos riscos para a inflação. “A magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário”, afirmou o comitê.

2 – Dívidas rurais

Os integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) devem se reunir hoje com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir a tramitação do projeto sobre a renegociação de dívidas rurais, segundo a CNN.

A reunião visa acelerar a análise do projeto na Câmara antes do anúncio do Plano Safra de 2026/2027. A medida, no entanto, pode aumentar o risco fiscal, com incremento de gastos pelo governo federal.

3 – Panda bonds

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, viaja à China para participar do Fórum Brasil-China sobre Finanças Verdes e visitar a Wind Information, companhia chinesa de dados financeiros e software.

Na quinta-feira (25), Durian se reúne com o presidente do Banco Popular da China (PBoC), Pan Gongsheng, para negociar o avanço na emissão dos “panda bonds”. A iniciativa visa atrair mais investidores asiáticos para o Brasil.

4 – Temores com IA

Desde a segunda-feira (22), os mercados globais apresentam queda nos setores de tecnologia, movimento que ganhou força durante a madrugada com a queda de ações ligadas a chipes de memória na Ásia.

Nos Estados Unidos, o movimento foi puxado pelo recuo de big techs, como Alphabet, com a saída de um cientista sênior ganhador do Nobel para a startup Anthropic. O movimento trouxe incertezas quanto aos papéis ligados à inteligência artificial (IA).

5 – Guerra no Oriente Médio

O governo do Irã negou nesta terça-feira que tenha concordado com uma visita da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a instalações nucleares atingidas por bombardeios dos Estados Unidos, contradizendo declarações do vice-presidente americano, JD Vance, e do presidente norte-americano, Donald Trump, após a rodada de negociações entre os dois países realizada na Suíça.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, afirmou que “nenhuma visita foi agendada” para inspeção dos locais atacados. Na véspera, Vance havia dito que as conversas resultaram em um acordo para que inspetores da AIEA tivessem acesso às instalações nucleares iranianas.

De acordo com a agência de notícias estatal Fars, Ghalibaf também afirmou que Irã e EUA concordaram em estabelecer mecanismos de cooperação para a navegação em Ormuz, incluindo uma linha telefônica direta e um centro de contato para esclarecer incidentes e evitar mal-entendidos envolvendo

Um número limitado de embarcações está sendo autorizado a passar pelo Estreito de Ormuz diariamente, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, informou uma fonte militar iraniana à Fars nesta terça-feira.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do Brent, referência para o mercado internacional, para setembro caíam 0,32%, a US$ 77,27 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para agosto tinham recuo de 0,35%, a US$ 73,60 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, no mesmo horário.

*Com informações de Reuters

Trump diz ter recebido ligação de De la Espriella após eleição na Colômbia

23 de Junho de 2026, 10:11

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na noite desta segunda-feira, 22, que o candidato da direita apontado como vencedor das eleições presidenciais da Colômbia na apuração preliminar, Abelardo de la Espriella, ligou para agradecer o líder americano pelo endosso nas eleições.

“As relações com a Colômbia vão melhorar bastante”, disse Trump a jornalistas na Casa Branca, ao ser questionado sobre o resultado do pleito colombiano.

Mais cedo, Trump escreveu na Truth Social que foi uma grande honra apoiar o candidato colombiano, e disse que espera “trabalhar em conjunto para construir uma relação sólida” entre os dois países.

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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai com peso do exterior e ata do Copom

23 de Junho de 2026, 10:11

Ibovespa hoje

  • Ibovespa cai aos 168,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros operam mistos.
  • BC diz que trajetórias da Selic mais próximas às previstas pelo mercado são mais adequadas.
  • Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo.
  • Irã nega inspeção nuclear da AIEA e anuncia ‘linha telefônica direta’ sobre Ormuz.

Confira as últimas dos mercados

update 10h28

SpaceX caminha para nova queda e valor de mercado deve ficar abaixo de US$ 2 tri

As perdas ocorrem no momento em que a empresa se prepara para vender títulos de grau de investimento pela primeira vez.
update 10h23

Siderúrgicas começam dia em queda; USIM5 cai 3,95%, CSNA3 perde 2,43%, GGBR4 perde 2,37% e GOAU4 cai 1,36%

update 10h21

Vale (VALE3) amplia baixa para menos 2,25%, a R$ 79,09

update 10h21

Ibovespa cai com exterior negativo

O Ibovespa opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (23), aos 168,7 mil pontos, acompanhando o movimento global de aversão a risco nesta manhã, com a continuidade da venda de ações de tecnologia liderando as perdas em Nova York, enquanto investidores locais digerem a ata da última reunião do Banco Central. Recuam as ações de VALE3, grandes bancos, varejistas e PETR4. O dólar comercial sobe a R$ 5,17 e os juros futuros operam mistos. O Banco Central avalia serem mais adequadas, no momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às apontadas pelo mercado no boletim Focus, questionário pré-Copom e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos ativos financeiros e agregados macroeconômicos, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Copom. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recua 0,32%, S&P Futuro cai 1,52% e Nasdaq Futuro tem baixa de 2,56%. (Felipe Alves)

update 10h18

Setor de papel e celulose recua nesta manhã: KLBN11, -0,30%; SUZB3, -0,81%

update 10h14

Principais varejistas começam sessão de forma mista: AUAU3, -0,94%; AZZA3, +0,31%; LREN3, -0,42%; MGLU3, -1,07%; VIVA3, -0,57%

update 10h13

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1690 e venda a R$ 5,1696

update 10h12

Petro juniores iniciam dia no vermelho: PRIO3, -0,69%; RECV3, -0,59%; BRAV3, -0,80%

update 10h11

Braskem (BRKM5) começa com baixa de 1,88%, a R$ 7,29

update 10h11

Hapvida (HAPV3) começa sessão com menos 1,32%, a R$ 10,46

update 10h10

Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 desce 2,29% e MBRF3 sobe 0,07%

update 10h09

Grandes bancos em baixa nesta abertura: BBAS3, -0,87%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -1,22%; SANB11, -1,15%

update 10h08

B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,43%, a R$ 14,49

update 10h08

Vale (VALE3) inicia sessão com queda de 2,19%, a R$ 79,14

update 10h07

Ibovespa sai dos leilões com queda de 1,06%, aos 168.558,70 pontos

update 10h07

Acia Energia (AXIA3) começa com perdas de 1,37%, a R$ 52,18

update 10h06

Embraer (EMBJ3) começa dia com queda de 1,09%, a R$ 77,49

update 10h05

Supermercadistas começam com baixas: ASAI3 desce 1,04% e PCAR3 cai 0,98%

update 10h05

Petrobras começa dia com baixas: PETR3 tem menos 0,39% e PETR4 perde 0,26%

update 10h02

Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 170.361,15 pontos

update 10h01

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,04%, aos 2.150,51 pontos

update 9h58

Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo

Comitê reconheceu explicitamente que o seu balanço de riscos para a inflação passou a ter uma “assimetria altista”.

update 9h56

Ibovespa futuro recua 1,12%, aos 171.590 pontos

update 9h51

Heineken nomeia Rafael Oliveira como CEO com missão de impulsionar as vendas

A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira, marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa nomeia alguém de fora para o cargo de liderança, em um momento em que as empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar as vendas por meio de mudanças na liderança. Oliveira é CEO da JDE Peet’s, fabricante holandesa de café e chá, desde 2024. Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa, acrescentando que espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030. “Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken. As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado em geral e atingindo seu nível mais alto desde março. (Reuters)

update 9h45

Datafolha: 36% acreditam que economia brasileira vai melhorar nos próximos meses

Parcela que espera melhora nos próximos meses subiu de 30% para 36%.

update 9h40

Compass (PASS3): XP inicia cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70

A XP iniciou a cobertura da Compass (PASS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, consolidando a empresa como mais uma potencializadora de crescimento de longo prazo. A tese de investimento é dupla: a empresa possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões mais desenvolvidas economicamente do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante; e a Edge (plataforma de comercialização de gás) oferece à empresa uma considerável possibilidade de crescimento com retornos marginais muito atrativos. O negócio de gás natural proporciona fluxos de caixa de longo prazo que crescem em termos reais com retornos marginais acima do custo de capital. Este portfólio robusto, aliado a um posicionamento estratégico que torna a empresa uma consolidadora natural do setor, cria uma narrativa de investimento atraente que, combinada com a TIR real atrativa de 13,0%.

update 9h39

Israel atacou crianças de Gaza, o que resultou em genocídio, diz inquérito da ONU

As autoridades e forças de segurança israelenses atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra em Gaza, além de crimes de guerra na Cisjordânia ocupada, afirmou nesta terça-feira uma comissão de inquérito independente da ONU. O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 30% das vítimas fatais na guerra de Gaza eram crianças, segundo o relatório. Um relatório anterior da comissão, divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas. A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeitou o que chamou de “segundo relatório difamatório e tendencioso” da Comissão. (Reuters)

update 9h38

Eduardo Bolsonaro intensifica articulação nos EUA durante impasse sobre tarifas

Ex-deputado participou de jantar em Washington com parlamentares republicanos e relatou conversas sobre política brasileira, STF e governo Lula.

update 9h34

HMOBI diz que Mubadala Capital está analisando seu investimento na companhia que controla o MetrôRio 

A HMOBI comunicou nesta terça-feira que o acionista controlador Mubadala Capital informou que tem conduzido análises, com a assessoria do Banco Santander, relacionadas ao seu investimento na companhia. O Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Mubadala Capital IAV detém 51,52% na HMOBI, que, por sua vez, é a controladora do MetrôRio. A Mubadala Capital, conforme o fato relevante da HMOBI, informou que as análises ora conduzidas possuem caráter preliminar e exploratório para avaliação de mercado e de alternativas que podem envolver ou não uma eventual transferência de controle da companhia. “Não há, contudo, qualquer definição a respeito de uma efetiva transação”, acrescentou.

update 9h31

Secretário-geral da ONU pede que empresas de IA sejam transparentes sobre custos ambientais

O secretário-geral da ONU pediu nesta terça-feira que as principais empresas de inteligência artificial divulgassem publicamente o custo ambiental total de seus data centers e usassem energia renovável, ao lançar uma iniciativa que pede transparência ao setor. O rápido desenvolvimento de centros de dados em todo o mundo para impulsionar a revolução da IA tem atraído o escrutínio de grupos ambientalistas devido ao alto consumo de energia e água por esses empreendimentos e à falta de transparência. “Até 2030, eles poderão consumir mais energia do que todos os países, com exceção de cinco — e água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano inteiro”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso durante a Semana de Ação Climática de Londres. (Reuters)

update 9h27

BCE obtém apoio parlamentar para euro digital

O Banco Central Europeu obteve, nesta terça-feira, um importante apoio parlamentar para o lançamento do euro digital, um meio de pagamento eletrônico que visa tornar a zona do euro menos dependente dos cartões de crédito dos Estados Unidos em um momento de desgaste das relações transatlânticas. O euro digital, essencialmente uma carteira eletrônica garantida pelo banco central, mas comercializada por bancos ou fintechs, permitirá que todos os residentes da zona do euro realizem pagamentos online e pessoalmente. Em desenvolvimento há seis anos, o dinheiro digital do BCE tornou-se uma questão mais urgente desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, impondo tarifas até mesmo a parceiros comerciais consolidados, como a União Europeia, e gerando temores de que os EUA possam, algum dia, usar seu domínio sobre redes de pagamento como Visa e Mastercard como arma. A aprovação do projeto de regulamentação pela comissão de economia do Parlamento Europeu ocorre após três anos de disputas entre o BCE e os bancos, que têm se mostrado preocupados com a saída de depósitos e a perda de receitas e buscaram limitar o escopo do projeto. (Reuters)

update 9h24

Ata do Copom: BC cortou a Selic, mas não cortou as preocupações com a inflação, diz especialista

Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o mercado procurava uma sinalização clara sobre o início de um ciclo de flexibilização monetária. “Encontrou algo diferente: um corte acompanhado de um discurso que continua carregado de cautela. A principal mensagem do documento não está na redução dos juros. Está no diagnóstico. O Copom reconhece que a inflação segue pressionada, que as expectativas continuam desancoradas e que os riscos permanecem assimétricos para cima. Em outras palavras, o Banco Central cortou a taxa, mas não cortou suas preocupações”. Segundo ela, a ata também reforçou um tema que tem aparecido de forma recorrente nas comunicações da autoridade monetária: a questão fiscal. “O documento volta a mencionar que o enfraquecimento da disciplina das contas públicas, a expansão do crédito direcionado e as dúvidas sobre a trajetória da dívida podem elevar o juro estrutural da economia”, sublinha. “O investidor amanhece, portanto, diante de uma mensagem clara. Os juros começaram a cair, mas o Banco Central ainda não está confortável com a trajetória da inflação nem com o comportamento das expectativas. O mercado não procura apenas novos cortes da Selic. Procura sinais de que inflação, credibilidade e contas públicas voltarão a caminhar na mesma direção. E essa resposta continua em aberto”.

update 9h21

Por que as ações de tecnologia estão despencando pelo mundo nesta terça-feira?

A valorização das ações de tecnologia nos EUA perdeu força neste mês, com investidores preocupados com uma possível supervalorização dos preços.

update 9h18

EUA: variação semanal de empregos privados ADP fica positiva em 30,75 mil, acima dos 25,50 mil da semana anterior

update 9h13

Trump destaca fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e queda nos preços

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 19 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira e destacou a queda nos preços do petróleo em uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira.

update 9h10

DIs: juros futuros avançam por toda a curva

Valor (%)Variação (pp)
DI1F2714,2550,281
DI1F2814,7600,545
DI1F2914,8500,644
DI1F3114,8000,783
DI1F3214,7750,784
DI1F3314,7150,719
DI1F3514,6150,689
update 9h10

DXY: índice dólar avança 0,30%, aos 101,33 pontos

update 9h06

México: atividade econômica em abril sobe 2,30% em relação a abril de 2025, acima do 1,90% esperado

Em março, na comparação com março de 2025, a expansão foi de 1,40%.

update 9h05

Dólar comercial abre em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,175 na venda

update 9h04

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,62%, aos 172.420 pontos

update 9h04

Ibovespa futuro abre em baixa de 1,00%, cotado aos 171.790 pontos

update 9h04

México: atividade econômica em abril sobe 1,20% em relação a março, acima do 0,40% de março

update 9h03

Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,62%, cotado a 5.186,00

update 9h02

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,59%, aos 323.980,00

update 9h02

México: vendas no varejo em abril sobem 4,4% em relação a abril de 2025, acima do dos 2,9% positivos de março

update 9h01

México: vendas no varejo em abril sobem 0,8%, acima do 0,1% positivo de março

update 9h01

Dólar futuro abre em alta de 0,67%, cotado aos 5.187,50 pontos

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto

update 8h48

CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 63%

29/0716/09
4,00%-4,25%18,6%
3,75%-4,00%36,3%50,3%
3,75%-3,50%63,7%31,1%

 

update 8h47

Receita abre consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda: como consultar

O pagamento da restituição será feito no dia 30 de junho na conta ou na chave Pix do tipo CPF do contribuinte contemplado.

update 8h45

Trump insiste que Irã concordou com inspeções nucleares

O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que o Irã concordou em permitir inspeções nucleares por um longo período no futuro, apesar das declarações do Irã de que não o fez. Trump também afirmou, em uma postagem nas redes sociais, que os Estados Unidos manterão navios no Estreito de Ormuz, caso seja necessário restabelecer o bloqueio aos portos iranianos.

update 8h43

Ministra das Finanças do Japão conversa com Bessent sobre mercados financeiros

A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que realizou uma reunião online com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, no dia anterior para discutir os mercados financeiros globais, em meio a crescentes preocupações com as fortes oscilações cambiais. “Discutimos a situação em torno dos mercados financeiros globais, incluindo questões relacionadas aos desdobramentos no Estreito de Ormuz e o possível impacto desses fatores”, disse Katayama a repórteres. Questionada se a intervenção cambial foi explicitamente abordada, Katayama evitou confirmar. No entanto, ela ressaltou que o Japão e os Estados Unidos compartilham um entendimento mútuo firme de que medidas decisivas serão tomadas, se necessário. “Isso permanece totalmente inalterado”, disse ela. “Tendo como pano de fundo as diversas mudanças no ambiente econômico global, tivemos discussões construtivas, e sinto que nossos pontos de vista estão muito alinhados.”

update 8h40

Kospi: bolsa da Coreia do Sul desaba 10% e tem circuit breaker com queda de techs

As gigantes de chips Samsung Electronics e SK Hynix caíram mais de 12%.

update 8h35

Kazimir diz que próximos passos do BCE dependerão de dados, mas direção é clara

Os danos causados pelo conflito no Oriente Médio não podem ser sanados da noite para o dia e o Banco Central Europeu ainda tem trabalho a fazer, afirmou na terça-feira Peter Kazimir, membro do BCE. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia aumentassem as expectativas de inflação no longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais uma alta ainda este ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. “Acho que a direção está clara e acho que ainda temos trabalho a fazer”, disse ele em uma coletiva de imprensa do banco central da Eslováquia. “Criamos uma posição muito boa com a decisão de aumento das taxas em junho para podermos reagir quando for necessário.” Questionado sobre os desdobramentos nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, ele disse que, em princípio, nada mudou para ele. Kazimir disse que será importante acompanhar os próximos dados, incluindo os de inflação de junho, e estar atento a quaisquer sinais de efeitos secundários que não constem nos dados no momento, mas que possam ser percebidos. (Reuters)

update 8h34

Inflação na zona do euro pode permanecer alta mesmo com acordo de paz, afirma economista-chefe do BCE

A inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) por algum tempo, mesmo que a paz no Oriente Médio se mantenha, mas esse choque ainda assim exige apenas uma resposta moderada da política monetária, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do BCE, Philip Lane. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia impulsionassem as expectativas de inflação de longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais um aumento até o final do ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. Em discurso aos parlamentares europeus em Bruxelas, Lane disse que a inflação pode permanecer bem acima da meta até o primeiro semestre de 2027, depois de ter ultrapassado os 3% no mês passado. “Embora os recentes avanços rumo a uma resolução do conflito no Oriente Médio sejam bem-vindos, a incerteza continua elevada e há riscos contínuos de que a inflação permaneça acima de nossa meta de médio prazo de 2% por um bom tempo”, disse Lane.

update 8h33

Investidores de infraestrutura devem ampliar aportes na Colômbia após eleição

Levantamento do GRI Institute com líderes do setor mostra que a maioria planeja expandir investimentos no país, enquanto parte aguardava a definição eleitoral antes de novos aportes.

update 8h32

EUA suspendem sanções contra Irã; Trump adverte Teerã de que precisa cumprir acordo

Os Estados Unidos suspenderam as sanções contra o Irã por 60 dias a partir de segunda-feira, após as primeiras negociações no âmbito de um acordo de paz em fase inicial, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “fará o que for preciso” caso o Irã não cumpra sua parte no acordo. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que as negociações com autoridades iranianas na Suíça estabeleceram uma boa base para um acordo de paz definitivo, mas o Irã negou ter iniciado discussões sobre seu programa nuclear ou concordado em convidar inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a retornarem ao país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as autoridades iranianas não haviam se reunido com o chefe da AIEA, Rafael Grossi, na Suíça, e não tinham planos de permitir que a agência nuclear da ONU inspecionasse as instalações nucleares danificadas do Irã. Os dois lados, buscando dar continuidade ao acordo provisório assinado na semana passada após mais de três meses de guerra, chegaram a um acordo sobre um roteiro para um pacto permanente dentro de 60 dias nas negociações realizadas no resort de montanha suíço de Buergenstock, informaram os mediadores Paquistão e Catar.

update 8h28

Vance diz que negociações criaram “boa base” para acordo definitivo com o Irã

O acordo provisório para encerrar os combates no Irã, assinado na semana passada, estabelece um prazo de 60 dias para negociações sobre temas centrais.

update 8h25

Axia Energia aprova 9ª emissão de debêntures no montante de R$800 mi

update 8h23

PF faz operação e bloqueia até R$ 670 milhões ligados ao banco de Edir Macedo

Investigação aponta manipulação de balanços para ocultar a situação financeira do banco e apura operações consideradas irregulares em benefício da controladora.

update 8h20

Barris de petróleo oscilam e minério de ferro salta 2%

Os preços do petróleo operam mistos, à medida que os investidores demonstraram um otimismo cauteloso em relação ao fim do conflito no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelas perspectivas de aumento das remessas dos principais fornecedores no período que antecede o final do segundo trimestre e pela queda sazonal na demanda por aço.

  • Petróleo WTI, -0,01%, a US$ 73,84 o barril
  • Petróleo Brent, -0,04%, a US$ 77,87 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,33%, a 811,50 iuanes (US$ 118,14)
update 8h18

Bolsas da Ásia encerram dia em queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas liderando as perdas da região. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics caíram mais de 4% cada, evidenciando a dependência do mercado em relação ao setor de inteligência artificial, que impulsionou grande parte da alta deste ano.

  • Shanghai SE (China), -1,37%
  • Nikkei (Japão): -3,55%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%
  • Nifty 50 (Índia): -0,87%
  • ASX 200 (Austrália): -0,33%
update 8h16

Bolsas da Europa operam em baixa

As ações europeias caem na abertura do pregão desta terça, acompanhando uma onda de vendas global centrada em ações de tecnologia. As ações de tecnologia europeias caíram 2,7% no início do pregão, com as ações regionais de semicondutores registrando algumas das maiores quedas na região.

  • STOXX 600: -0,88%
  • DAX (Alemanha): -1,09%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,75%
  • CAC 40 (França): -1,18%
  • FTSE MIB (Itália): -1,07%
update 8h13

EUA: índices futuros têm forte queda com onda de venda de ações de tecnologia

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (23), pressionados por uma onda de vendas de ações de tecnologia, liderada por uma retração nas ações de fabricantes de chips que estiveram na vanguarda de uma alta sem precedentes impulsionada pela inteligência artificial. A pressão sobre o setor ocorre após as perdas registradas na sessão anterior pelas gigantes de tecnologia dos EUA, diante de questionamentos sobre a capacidade de empresas de hiperescala, como a Alphabet, de justificar os elevados investimentos em IA. No mercado corporativo, as ações da SpaceX recuaram ao menor nível desde sua estreia nas negociações secundárias, após a companhia iniciar uma oferta de títulos com grau de investimento. No cenário geopolítico, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã. Apesar de relatos apontarem avanços nas conversas, a incerteza sobre os desdobramentos do diálogo continua sustentando a cautela nos mercados globais.

  • Dow Jones Futuro: -0,49%
  • S&P 500 Futuro: -1,38%
  • Nasdaq Futuro: -2,73%
update 8h10

Ata/BC: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta

Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

update 8h08

Ata/BC: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê julgou como mais adequadas, nesse momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às presentes na Focus, QPC e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e agregados macroeconômicos

Segundo o BC, essas trajetórias contemplavam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e retomada do ciclo de calibração. Nesse caso, as flutuações de produto se mostraram menores, com a inflação convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028.

update 8h06

Ata/BC: o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica

update 8h06

Ata/BC: o Comitê avaliou que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista

update 8h05

Ata/BC: Para além dos efeitos dos conflitos, mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada

update 8h04

Ata/BC: Desde a reunião anterior ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028

O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.

update 8h04

Ata/BC: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia

O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.

update 8h02

Ata/BC: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano

O BC destaca que, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.

update 8h01

Ata/BC: O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio

update 8h00

Abertura de mercados

Investidores nacionais devem focar nesta terça-feira a ata da última reunião do Banco Central em busca de esclarecimentos sobre a comunicação da autoridade monetária. O BC divulga o documento às 8h depois de ter cortado a Selic na semana passada em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, adotando um discurso “dovish” em seu comunicado, o que gerou forte reação negativa dos investidores. A leitura foi de que o BC preparou o terreno para novo corte de 25 pontos em agosto, ainda que as expectativas de inflação estejam piorando. Parte do mercado espera que o Copom corrija sua comunicação na ata. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril (LCOc1) pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam sessão de forma mista

Investidores em Wall Street voltaram do feriadão sem demonstrar muita animação. Começaram se assustando com as tensões entre EUA e Irã voltando a aumentar no final de semana, quando os iranianos avisaram que fecharam novamente o Estreito de Oermuz, por conta de novos ataques de Israel ao Líbano. Mas as coisas acalmaram quando, no próprio domingo, surgiram imagens dos governos os EUA e do Irã trocando apertos de mão e sorrisos, em encontro na Europa. Os preços do petróleo recuaram com alguma amplitude. Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, acredita que diversos catalisadores podem impactar o mercado no futuro, citando a implementação de forças-tarefa no Federal Reserve e os impactos na cadeia de suprimentos decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz, mas que o cenário permanece positivo. “Ainda acreditamos que haverá uma mudança abrupta nas condições de mercado ainda este ano, algo muito semelhante a um mercado em baixa, mas não queremos afirmar que o mercado atingiu o topo”, disse à CNBC. “Acho que as condições ainda são favoráveis ​​para as ações”. O problema maior foram as ações de tecnologia, que caíram em sua maioria e puxaram o Nasdaq  o S&P 500 para baixo.

Dia (%)Pontos
Dow Jones+0,2951.712,53
S&P 500-0,377.473,04
Nasdaq-1,3326.166,60
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,46%

O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real, após a baixa da sexta-feira (19). O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,17%, aos 101,03 pontos.

  • Venda: R$ 5,141
  • Compra: R$ 5,141
  • Mínima: R$ 5,123
  • Máxima: R$ 5,160
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,21%, aos 170.370,38 pontos

  • Máxima: 170.749,76
  • Mínima: 168.326,26
  • Diferença para a abertura: +2.036,77 pontos
  • Volume: R$ 23,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (22): +1,21%
  • Semana: +1,21%
  • Junho: -1,91%
  • 2T26: -7,91%
  • 2026: +6,70%

Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.

Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.

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My husband and I moved from the US to Barbados with 6 kids. They're more independent and chat easily with strangers.

23 de Junho de 2026, 10:11
A family of eight in Barbados.
Lisa Desai with her husband, Ebrahim, and their six children.

Courtesy of Lisa Desai

  • Lisa Desai moved her family of eight from Florida to Barbados.
  • The mom said the kids have more freedom and independence living on the island.
  • There are some cons, she added, but they are far outweighed by the pros.

This story is based on an interview with Lisa Desai, 46, founder and CEO of a facility management corporation that operates remotely in her adopted country, Barbados. It has been edited for length and clarity.

Our twins were approaching 14 when my husband, Ebrahim, 59, and I decided to move them and our four younger kids from Hutchinson Island North, Florida, to Barbados.

We were looking for an adventure before they hit 16 and took on responsibilities like getting a driver's license.

Ebrahim and I could run our facility management corporation, The Harmil Group, remotely, and we wanted a drastic change of scene.

We considered Thailand but were put off by the time difference, as we operate in Canada and the US and would be juggling separate schedules.

Greece and Italy seemed like slightly better options, but moving there involved a lot of bureaucracy.

Someone suggested Barbados

Then someone suggested to us, "Hey, why don't you try Barbados?" There was a $3,000 "welcome stamp" program for people who didn't work for a Barbados company and could show they had a certain amount of money in the bank.

A family of eight sitting on a flight of steps.
Desai and her family craved adventure outside the US.

Courtesy of Lisa Desai

It made perfect sense to us because it had super-reliable WiFi and an international airport from which you could fly directly to world cities like New York City and London.

We rented out our homes in Ottawa and Florida and arrived in Barbados on April 19, 2025. It was one of the best decisions of our lives.

I've homeschooled all six kids — now between 5 and 15 — since 2019, and there's a great homeschooling community here. We usually start at 7 a.m. and finish at 1 p.m.

Islanders are polite and friendly

Then we'll do something fun like go to the beach, go sailing, and play golf or tennis. The children are very independent, and we give them freedom to be themselves. Life in Barbados is the adventure we craved.

I don't think they'll fully appreciate it until they're adults, but the exposure to a new culture is very helpful.

Bajans are very friendly, polite, and open-minded. The kids are happy to chat with strangers and don't shy away from them.

A man and woman standing in front of the ocean.
Desai and her husband on their adopted island.

Courtesy of Lisa Desai

Another advantage is the great healthcare system. It's inexpensive, and you get same-day or next-day service.

As for cons, the food can be expensive, and Amazon deliveries take between one and three weeks. If you want to buy something like a rashguard, you might visit five stores before finding the right size.

Transportation is a bit scary for me because it's the other side of the road, and the highways need maintenance. Infrastructure is in progress.

Everyone drives like they're in little go-karts. But you learn to go with the flow. You also need to adapt to island time, when a visit by a plumber arranged for 9 a.m. means sometime that day.

The kids' childhood is unusual

We visited Canada, where Ebrahim and I were raised, in the fall of last year, and it was nice to get some North American vibes. The kids spoke to their friends and family and came away thinking their childhood wasn't the norm.

We still have wanderlust, and our next journey may take us to Europe, but we'll always treasure our stay in Barbados.

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US presidents' approval ratings when they left office, ranked

U.S. President Donald Trump attends a press conference during the G7 Leaders' Summit on June 17, 2026 in Evian-les-Bains, France.
President Donald Trump has faced some of the lowest approval ratings among modern presidents, mirroring Joe Biden's polling results while he was in office.

Anna Moneymaker/Getty Images

  • Polls in June estimated Trump's approval rating at between 30% and 37%.
  • Gallup tracked presidential approval ratings for nearly 90 years until earlier this year.
  • Bill Clinton had the highest approval ratings when he left the Oval Office.

For nearly 90 years, the Gallup presidential approval polls measured Americans' public opinion on the president's job performance, but now, they're a thing of the past.

In February, Gallup, the analytics and polling company that pioneered presidential approval ratings, confirmed they were ending the practice, which, since the 1930s, had asked Americans: "Do you approve or disapprove of the way [the current president] is handling his job as president?"

The company cited a "shift in corporate strategy" as the driving force behind the decision, The New York Times reported. Instead, Gallup will "focus more on issues and policy polling."

In Gallup's most recent poll, conducted in early December 2025, 36% of respondents said they approved of Trump's performance, down from 47% in early 2025 after he took office for the second time.

In the poll, 59% of respondents said they disapproved of his handling of the presidency, slightly down from 60% in late November 2025.

While the Gallup polls may no longer be conducted, other polling firms continue to release approval-rating polls.

The American Research Group, a New Hampshire-based pollster, asked the exact same question as Gallup and found that 30% of respondents approved of Trump's job performance in mid-June, while 66% disapproved. It also found that 70% of respondents disapproved of the president's handling of the economy, a defining issue during the 2024 election.

A larger poll conducted by the Associated Press and NORC Center for Public Affairs Research in mid-June put his approval rating at 37%, while 62% disapproved.

During his first term, Trump was the first president since Gallup began tracking presidential approval in the 1930s to never have a job approval rating above 50%.

The American Presidency Project at the University of California, Santa Barbara, compiled the final Gallup ratings for each presidential term over the past 70 years — from Harry Truman to Joe Biden — and indicated how popular each leader was when they left the Oval Office.

See how the last 13 US presidents ranked in their end-of-term polling, from the lowest to the highest final approval ratings.

Richard Nixon
Richard Nixon

AP Images

Final approval rating: 24%

While Richard Nixon won the 1972 election in a historic landslide, the end of his presidency was tainted by the Watergate scandal that led him to resign on August 9, 1974, when facing the threat of impeachment and removal.

Surveyed between August 2 and 5, 1974, after the House Judiciary Committee had passed articles of impeachment against the president, but before Nixon resigned, 66% of respondents to the Gallup poll said they disapproved of Nixon's presidency — the highest disapproval rate of any president on the list.

Harry S. Truman
harry truman

Bettmann/Getty Images

Final approval rating: 32%

Assuming the presidency after Franklin D. Roosevelt's death, Harry Truman served two terms that covered the aftermath of World War II and the beginning of the Cold War, including the Korean War, which was widely unpopular and contributed to his low approval rating by the end of his second term in 1953.

When asked December 11 to 16, 1952, 56% of poll respondents said they disapproved of his handling of the presidency during his term.

Jimmy Carter
Jimmy Carter sits in the Oval Office during his presidency
More than half of the poll respondents in December 1980 said they disapproved of Carter's presidency.

Original Caption

Final approval rating: 34%

Jimmy Carter had high approval ratings — and a disapproval rating in the single digits — during the early days of his term, but his handling of international affairs, such as the Iran hostage crisis in 1979, along with a struggling economy, ultimately made him widely unpopular by the end of his term.

He lost the 1980 presidential election to Ronald Reagan and faced a disapproval rating of 55% in polling conducted December 5 to 8, when he was readying to leave the White House.

George W. Bush
george w bush

Getty

Final approval rating: 34%

Despite uniting the nation in the wake of the 9/11 attacks, George W. Bush saw his public approval fade during his second term. His approval rating spiked after the 2001 terrorist attacks, the beginning of the Iraq War in 2003, and the capture of Saddam Hussein.

After his reelection, his popularity began to decline as the Iraq War extended. His handling of Hurricane Katrina in 2005 and the onset of the 2008 financial crisis also contributed to his low approval ratings.

From January 9 to 11, 2009, as Bush prepared to hand over the presidency to Barack Obama, 61% of poll respondents said they disapproved of his handling of the presidency during his second term.

Donald Trump
Donald Trump addresses reporters from the Oval Office during his second term.
Trump's disapproval rating at the end of his first term came second only to Richard Nixon's before he resigned.

Doug Mills-Pool/Getty Images

Final approval rating: 34%

Donald Trump's first presidency was divisive from the start, as he entered the White House with an approval rating below 50%. He's the first president in modern history to never exceed 50% approval on the Gallup polls during his entire presidency.

While his approval ratings dwindled over the course of his four years in office, his handling of the COVID-19 pandemic in particular came under scrutiny ahead of his loss in the 2020 election.

His lowest approval rating in office came during his final Gallup poll, conducted January 4 to 15, 2021.

Most of that polling period took place immediately after the Capitol insurrection on January 6, and Trump faced a disapproval rating of 62%, the second-worst only after Richard Nixon's at the time he left office.

Joe Biden
Joe Biden adresses the nation from the White House's Oval Office during his presidency.
Biden's approval rating was 40% by the time he left the White House.

Mandel Ngan - Pool/Getty Images

Final approval rating: 40%

While Joe Biden saw approval ratings above 50% during his first six months in office, rising inflation, illegal immigration, and the wars in Ukraine and Gaza contributed to a decline in his approval ratings.

His lowest-ranking Gallup poll, in which 36% of respondents said they approved of his handling of the role, came in July 2024, a month after his debate performance against Trump shifted focus toward his age and fitness for office.

As he left office, in polls collected January 2 to 16, 2025, Biden received a disapproval rating of 54%.

Lyndon B. Johnson
lyndon baines johnson lbj
Lyndon Baines Johnson, President of the United States, at his desk in the White House in Washington on August 26, 1966.

AP Photo

Final approval rating: 49%

After assuming the presidency because of John F. Kennedy's assassination, Lyndon B. Johnson won the 1964 election in a historic landslide, but he faced decreasing approval ratings over his handling of the Vietnam War.

Low approval ratings, along with a divided party, led Johnson to withdraw from the 1968 presidential race.

At the time of his withdrawal, only 36% of poll respondents said they approved of his handling of the presidency.

By the time he left the office, however, his approval rating had risen to 49%. In polling conducted January 1 to 6, 1969, 37% of respondents said they disapproved of his handling of the role, and 14% said they had no opinion, one of the higher percentages among the listed presidents.

Gerald Ford
gerald ford

AP Photo

Final approval rating: 53%

Assuming the presidency upon Nixon's resignation, Gerald Ford served as US president from August 1974 until January 1977, after losing the election to Jimmy Carter.

During his presidency, Ford faced mixed reviews, with his approval dropping after he pardoned Nixon and introduced conditional amnesty for draft dodgers in September 1974.

Polled December 10 to 13, 1976, after he had lost the reelection to Jimmy Carter, 32% of respondents said they disapproved of Ford's handling of the presidency, and 15% said they had no opinion on it, the highest percentage of the listed presidents.

George H. W. Bush
George H.W. Bush
President George H.W. Bush addresses the nation on February 27, 1991 from the White House Oval Office.

AP

Final approval rating: 56%

Though the elder Bush lost his reelection bid in the 1992 presidential election against Bill Clinton, the public opinion of him was generally positive by the end of his term.

In the weeks before his 1992 nomination as the Republican presidential candidate, however, George H. W. Bush had only a 29% approval rating, the lowest of his presidency. A recession and a reversal of his tax policy contributed to his drop in popularity.

In polling conducted January 8 to 11, 1993, 37% of respondents said they disapproved of his handling of the presidency, while 56% said they approved.

Barack Obama
President Barack Obama adresses the nation from the Oval Office in the WHite House during his Presidency
At his lowest polling, Obama had a 37% approval rate, which rose to 59% by the time he left the Oval Office.

Brendan Smialowski-Pool/Getty Images

Final approval rating: 59%

Since the beginning of his presidency in 2009, Barack Obama had a high approval rating for a modern-day president; he averaged nearly 47% approval over eight years.

At his lowest point, in polling conducted September 8 to 11, 2011, 37% of poll respondents said they approved of his presidency, a decline most likely influenced by the president's healthcare policies and his handling of the 2008 economic crisis and the subsequent rise in unemployment rates.

In polls conducted January 17 to 19, 2017, when Obama was leaving office, 37% of respondents said they disapproved of his handling of the role, with 59% saying they approved.

Dwight D. Eisenhower
dwight eisenhower

Fox Photos/Getty Images

Final approval rating: 59%

After winning the 1952 election in a landslide, Dwight D. Eisenhower saw high approval ratings throughout his presidency, never dropping below the disapproval rating.

Holding office during the critical Cold War years, Eisenhower saw his approval remain positive through the end of his second term, with only 28% of respondents polled December 8 to 13, 1960, saying they disapproved of his handling of the presidency, the lowest among the presidents listed.

Ronald Reagan
President Roand Reagan addressing the nation from the White House during his presidency.
Reagan enjoyed high approval ratings during his presidency, leading to the election of George H. W. Bush as his successor.

Arnie Sachs/CNP/Getty Images

Final approval rating: 63%

Ronald Reagan's strong leadership toward ending the Cold War and implementing his economic policies contributed to consistently positive ratings during his presidency and the subsequent election of his vice president, George H. W. Bush, as his successor to the presidency.

By the time he left office, 29% of respondents in a Gallup poll conducted December 27 to 29, 1988, said they disapproved of his handling of the presidency.

Bill Clinton
President Clinton In The Oval Office After His Television Address To The Nation On Nato Bombing Of Serb Forces In Kosovo, March 24, 1999 In Washington Dc.

Pool/Getty Images

Final approval rating: 66%

After winning the 1992 elections against the incumbent George H. W. Bush, Bill Clinton saw high approval ratings throughout his presidency, though he faced mixed opinions at times during his first term because of his domestic agenda, including tax policy and social issues.

Despite being impeached in 1998 by the House of Representatives over his testimony describing the nature of his relationship with Monica Lewinsky, Clinton continued to see positive approval ratings throughout his second term.

By the time he left the White House, he had an approval rating of 66%, the highest of all the presidents on this list.

In the poll conducted January 10 to 14, 2001, only 29% of respondents said they disapproved of his handling of the presidency.

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Silvia Abravanel entra na política e lança pré-candidatura a deputada federal

23 de Junho de 2026, 10:06
Silvia Abravanel

A apresentadora Silvia Abravanel oficializou nesta segunda-feira (22) sua entrada na política ao lançar a pré-candidatura a deputada federal por São Paulo nas eleições de 2026. Filiada ao PSD, partido comandado por Gilberto Kassab, ela buscará uma vaga na Câmara dos Deputados no próximo pleito.

Durante o evento de lançamento, Silvia apresentou as principais pautas que pretende defender caso seja eleita. Entre elas estão políticas voltadas para pessoas com deficiência, apoio a famílias afetadas por doenças raras e iniciativas ligadas à proteção animal.

A decisão marca a estreia eleitoral de uma das herdeiras de Silvio Santos, fundador do SBT e um dos maiores nomes da televisão brasileira. Morto em 2024, aos 93 anos, o empresário deixou seis filhas, entre elas Silvia, que construiu carreira como apresentadora da emissora da família.

O lançamento ocorre em meio às movimentações do PSD para as eleições de 2026. O partido trabalha para ampliar sua bancada no Congresso e terá o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como pré-candidato à Presidência da República.

Nos últimos dias, Caiado classificou Silvia como um “nome forte” para concorrer como vice em sua eventual chapa na corrida pelo Palácio do Planalto. 

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Swing trade: BB Investimentos recomenda a compra de Bradesco (BBDC4) nesta terça (23)

23 de Junho de 2026, 10:04

Nesta terça-feira (23), o BB Investimentos recomenda a compra de Bradesco (BBDC4). O relatório de análise técnica aponta a “expectativa da captura de possível movimento de alta rastreado pelo algoritmo”.

A orientação é que a compra aconteça na abertura do mercado, com preço limite de até 1% acima do preço de abertura.

Confira as posições em andamento:

EmpresaTickerDataPreço de compra*Preço atualRetorno (%)Ainda vale entrar?IBOV no períodoDif. para IBOV
Lojas RennerLREN301/06/202615,2014,29-6,0%Sim-2,0%-4,0%
WegWEGE319/06/202645,9445,16-1,7%Sim1,2%-2,9%

*Sob supervisão de Renan Sousa.

Por que a Índia não deve mais exportar açúcar por vários anos

23 de Junho de 2026, 10:00

MUMBAI, 22 Jun (Reuters) – A Índia, que já foi o segundo maior exportador mundial de ⁠açúcar, deverá ter um excedente reduzido para exportação por pelo menos mais três safras, já que as condições climáticas ⁠do El Niño ameaçam a produção de cana e o aumento da demanda por etanol restringe a oferta.

Essas duas pressões devem manter milhões de toneladas de ‌açúcar fora do mercado mundial, reduzindo a oferta para importadores na Ásia, África e Oriente Médio e sustentando os preços de referência em Londres e Nova York.

Uma ausência prolongada da Índia dos mercados de exportação retiraria um importante fornecedor, à medida que os riscos climáticos e as políticas de biocombustíveis remodelam os fluxos globais do comércio de açúcar.

Entrevistas com ‌mais de uma dúzia de executivos do comércio e da indústria, fontes governamentais e agricultores mostram que a menor disponibilidade de cana e a crescente demanda por etanol deixarão pouco para exportação por vários anos, levando os corretores de empresas globais a alertar as sedes sobre a redução das oportunidades na Índia, segundo fontes do setor.

GOVERNO DEVE RESTRINGIR AS EXPORTAÇÕES

O açúcar é um tema politicamente sensível na Índia, maior consumidor mundial, onde doces são muito populares e muitas famílias de baixa renda dependem dele como fonte barata de calorias.

‘A oferta já está escassa na Índia, e agora o El Niño está se tornando um grande risco’, disse Rahil Shaikh, diretor-gerente da MEIR Commodities India, uma corretora com sede em Mumbai.

‘Se as chuvas ficarem aquém ⁠das previsões, ‌o plantio de cana será prejudicado e isso manterá a Índia fora do mercado de exportação de açúcar por pelo menos três anos, enquanto o Brasil e a Tailândia também podem ⁠ter suas safras afetadas pelo El Niño.’

O Brasil, principal exportador, também está destinando mais cana para a produção de etanol. A Tailândia, outro grande exportador, também pode ter sua produção afetada pelas chuvas reduzidas pelo El Niño.

A Índia exportou, em média, 6,8 milhões de toneladas métricas de açúcar por ano nas cinco safras até 2022-23 — cerca de 10% dos embarques globais. Este ano, após exportar cerca de 800 mil toneladas, a Índia suspendeu os embarques até 30 de setembro, o fim da safra.

As usinas precisam de aprovação do governo para exportar açúcar, e Nova Délhi provavelmente suspenderá as autorizações de exportação a cada safra, em vez de anunciar uma proibição plurianual, ​afirmaram fontes do governo e do setor com conhecimento do assunto.

No mês passado, um ministro de alto escalão do governo do primeiro-ministro Narendra Modi instruiu as usinas a priorizarem a disponibilidade no mercado interno e a não pressionarem por exportações, disseram as fontes sob condição de anonimato, uma vez que as discussões eram confidenciais.

O Departamento de ​Alimentação, Abastecimento Civil e Assuntos do Consumidor da Índia não respondeu a um pedido de comentário sobre as perspectivas para as exportações ou suas restrições sobre exportações.

EL NIÑO PREJUDICA AS PERSPECTIVAS PARA A CANA

As condições do El Niño devem enfraquecer as chuvas de monção na Índia este ano, levando-as ao nível mais baixo em 11 anos.

Chuvas abaixo da média, aliadas a uma precipitação em junho mais de 40% abaixo da média, levaram os agricultores a adiar o plantio.

‘Eu tinha planejado plantar variedades de cana de ciclo longo em junho, mas como todo mundo está falando sobre chuvas mais fracas, decidi adiar esse plano’, disse Sambhaji Patil, que decidiu cultivar soja em 2 acres (0,8 hectares) no distrito de Sangli, no estado ‌de Maharashtra, no oeste do país.

O proprietário de um viveiro, Suraj Chavan, disse que a demanda por mudas de cana ​caiu drasticamente nas últimas semanas.

É provável que os agricultores mudem para culturas que exijam menos água, o que poderia reduzir a área plantada com cana e a disponibilidade do produto na safra de 2027-28, disse Prakash Naiknavare, diretor-geral da Federação Nacional de Fábricas Cooperativas de Açúcar.

As autoridades locais começaram a promover culturas alternativas, como soja, feijão-guandu e outras variedades de leguminosas, na maioria das regiões produtoras de açúcar, e restringiram o abastecimento ⁠de água para irrigação.

A Índia deveria produzir 30,95 milhões de toneladas de açúcar ​nesta safra, mas a produção agora está estimada ​em 27,9 milhões de toneladas, abaixo do consumo anual de cerca de 28,5 milhões de toneladas, segundo estimativas do setor.

Como resultado, os estoques nas usinas no início da safra, em 1º de outubro, provavelmente cairão para cerca ⁠de 3,5 milhões de toneladas, o nível mais baixo em mais de três décadas, disse Shaikh, ​da MEIR.

Ao mesmo tempo, a Índia está promovendo uma maior mistura de etanol à gasolina e uma adoção mais ampla de veículos flex-fuel para reduzir a dependência do caro petróleo importado.

A demanda por etanol poderia mais que dobrar, passando dos atuais 12 bilhões a 13 bilhões de litros para cerca de 30 bilhões de litros (8 bilhões de galões) até 2039-40, à medida que o aumento da mistura de ​etanol na gasolina e a adoção de veículos flex-fuel ganham ritmo, sugerem as estimativas do setor.

‘A trajetória da demanda por etanol é incrivelmente forte’, disse Samir Somaiya, presidente e diretor-geral da Godavari Biorefineries. ‘A próxima fase da evolução da demanda será impulsionada pelo lançamento comercial de veículos flex-fuel.’

A Maruti Suzuki, maior ​montadora indiana, lançou este mês o primeiro veículo flex-fuel do ⁠país, enquanto a Hero MotoCorp lançou uma motocicleta flex-fuel.

A Índia eliminou este mês o imposto sobre a produção de gasolina misturada com níveis mais altos de etanol e lançou combustível com até 85% de etanol para apoiar a adoção ⁠de veículos flex-fuel.

As futuras políticas governamentais provavelmente darão prioridade à produção de etanol em detrimento das exportações de açúcar, afirmou B.B. Thombare, diretor-geral da Natural Sugar, no estado de Maharashtra.

A Índia poderia eventualmente ser forçada a importar açúcar se as perturbações climáticas relacionadas ao El Niño reduzissem drasticamente a área de cultivo de cana e a produção, disseram fontes do governo e autoridades do setor, com os comerciantes alertando que a oferta poderia ficar ainda mais restrita na safra de 2027-28.

‘Devido a um El Niño severo e à crescente demanda por etanol, não só as exportações da Índia seriam praticamente eliminadas, como também as importações para a Índia nos próximos anos poderiam se tornar necessárias”, disse Mohan Narang, diretor da K.S. Commodities, uma corretora de commodities em Nova Délhi.

(Reportagem de Rajendra ​Jadhav)

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Vale a pena reinvestir dividendos? Veja efeito com Petrobras, Vale, BB e Taesa

23 de Junho de 2026, 10:00

Quem investe em ações pagadoras de dividendos e embolsa os proventos sem reaplicá-los pode estar deixando uma parcela expressiva do retorno na mesa. Um estudo elaborado pela XP mostra que a decisão de reinvestir cada valor recebido na compra de mais ações faz a diferença no acúmulo de patrimônio, e pode significar uma multiplicação até quatro vezes maior do capital ao longo de uma década.

Os analistas Raphael Figueredo e Bruna Sene simularam um investimento de R$ 10 mil em quatro grandes ações da Bolsa brasileira em janeiro de 2016 e acompanhou os resultados até abril de 2026 em dois cenários: com e sem reinvestimento dos proventos.

O caso mais extremo é o da Petrobras (PETR4). No cenário sem reinvestimento, os R$ 10 mil iniciais se transformaram em R$ 68,9 mil, uma alta de 590% explicada pela valorização do preço da ação. Já quem reinvestiu sistematicamente os proventos ao longo do período terminou com R$ 272,9 mil, uma alta de 2.629% sobre o capital inicial e retorno anual de 37,8%.

A Petrobras realizou 32 pagamentos de proventos no período, que somaram R$ 133,7 mil em dividendos recebidos sobre o investimento inicial de R$ 10 mil. O reinvestimento transformou as 1.456 ações iniciais em 5.760 papéis ao final do período, sem nenhum aporte adicional. O yield on cost calculado foi de 1.337%, o que significa que a renda gerada pela ação ao longo do tempo pagou 13,4 vezes o valor originalmente investido.

A simulação com Vale (VALE3) mostra que o impacto do reinvestimento não depende de alta frequência de pagamentos. A mineradora realizou 22 distribuições ao longo do período, contra mais de 30 da Petrobras, mas distribuiu R$ 54,2 mil em proventos sobre o capital inicial de R$ 10 mil. Com reinvestimento, a quantidade de ações em carteira passou de 788 para 1.591 papéis, e o patrimônio final chegou a R$ 136,0 mil, o dobro dos R$ 67,4 mil obtidos no cenário sem reaplicação.

No Banco do Brasil (BBAS3), a maior frequência de pagamentos, com 76 distribuições ao longo de 10 anos, compensou uma valorização de preço mais contida, de 216% no período. Ao reinvestir todos os proventos, o patrimônio passou de R$ 31,6 mil para R$ 60,5 mil. Para os autores do estudo, o caso do BB mostra que “o efeito do reinvestimento não depende apenas de fortes altas na cotação, mas também da constância na geração de renda.”

Já a Taesa (TAEE11), com valorização de preço de cerca de 170% no período, teve 43 pagamentos de proventos e a quantidade de papéis em carteira saltou de 619 para 1.716 unidades. O investidor que reinvestiu terminou com um patrimônio 2,8 vezes maior do que quem apenas recebeu os dividendos sem reaplicá-los.

AçãoValorização da açãoPatrimônio com
reinvestimento
Retorno anual com
reinvestimento
PETR4R$ 68,9 mil (+590%)R$ 272,9 mil (+2.629%)37,8% a.a.
VALE3R$ 67,4 mil (+574%)R$ 136,0 mil (+1.260%)28,8% a.a.
TAEE11R$ 27,0 mil (+170%)R$ 74,8 mil (+648%)21,6% a.a.
BBAS3R$ 31,6 mil (+216%)R$ 60,5 mil (+505%)19,1% a.a.
Fonte: Economatica. Capital inicial de R$ 10 mil em cada ação. Período de 04/01/2016 a 27/04/2026. Reinvestimento ao preço de fechamento da data-ex proventos. Não considera impostos nem custos de corretagem

“A maioria dos investidores acompanha apenas o preço da ação. O reinvestimento atua na quantidade de ações. E é nessa segunda variável, ignorada por muitos, que mora boa parte do retorno de longo prazo”, escrevem Figueredo e Sene em relatório publicado na segunda-feira (22).

Cada provento reinvestido compra novas ações, que passam a gerar mais dividendos no período seguinte, criando uma base de investimento crescente ao longo do tempo. Os autores do estudo chamam esse processo de “efeito bola de neve aplicado à renda variável.”

Todos os cenários superam com folga o CDI no período, que transformaria os mesmos R$ 10 mil em cerca de R$ 25,5 mil. Já a correção pelo IPCA acumulado de 67,9% colocaria o montante em R$ 16,8 mil.

Para Figueredo e Sene, reinvestir proventos é “provavelmente a decisão de carteira com a melhor relação entre retorno e esforço disponível ao investidor de longo prazo”, já que “não exige acertar timing de mercado, não depende de teses complexas nem de novos aportes constantes.”

Os especialistas, no entanto, alertam que a estratégia não corrige uma tese de investimento ruim, e recomendam aplicar o reinvestimento em empresas com fundamentos sólidos, geração recorrente de caixa e política consistente de distribuição de dividendos, avaliando sempre o desempenho pelo retorno total e não apenas pela variação de preço na tela: “Dividendos não são apenas renda para ‘sacar’. Eles fazem parte central do retorno do investimento e, quando reinvestidos de forma disciplinada, tornam se um dos principais motores de crescimento no longo prazo”.

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É hoje: ferramenta que pode buscar até R$ 1 milhão será apresentada às 19h; participe do evento

23 de Junho de 2026, 10:00

Nesta terça-feira, dia 23 de junho, a Empiricus Research vai liberar os acessos à inteligência artificial de investimentos criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Diferentemente de ferramentas que apresentam soluções a partir de prompts dos usuários, esse modelo opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas.

Mas os acessos serão limitados, por isso, confira como receber o seu.

Veja como essa nova IA busca as melhores oportunidade no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as melhores oportunidades em tempo real. Dessa forma, a ferramenta identifica os ativos mais potencialmente promissores e executa as operações automaticamente.

O modelo foi desenvolvido por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, profissional do mercado de ativos digitais há seis anos, com um MBA em ciências de dados pela USP.

Unindo automação, análise e estratégia, o objetivo da ferramenta é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil.

Como a IA lida atua com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado durante um evento online e gratuito para investidores interessados em testar a ferramenta.

Novos acessos serão liberados durante evento gratuito; veja como participar

Nesta terça, 23 de junho, a partir das 19h, será realizado um evento online e gratuito para apresentar mais detalhes sobre o funcionamento da inteligência artificial e explicar como ela pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de em média R$ 3,5 mil.

Durante a apresentação, Valter Rebelo deve mostrar como a ferramenta funciona na prática, quais critérios que a IA usa para selecionar ativos digitais e executar.

Será liberado um novo lote de acessos para investidores interessados em testar a tecnologia, porém, de forma limitada e distribuídos por ordem de chegada.

Por isso, se você ficou interessado em saber mais sobre a ferramenta, clique no link abaixo para participar do evento:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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Pagou mais imposto do que devia no Simples Nacional? Veja como recuperar o dinheiro

23 de Junho de 2026, 10:00

A guia do Simples Nacional estava marcada para sair no débito automático da conta da empresa. Só que, por descuido, você pagou de novo, na mão. Pagou duas vezes o mesmo imposto. Quem nunca?

Ou então você errou no Fator R – a conta que compara quanto a empresa gasta com salários e quanto ela fatura; quanto mais pesa a folha, menor pode ser sua alíquota. Errou a conta aí, pagou mais imposto do que precisava.

São situações assim que fazem uma empresa do Simples pagar mais imposto do que devia. Se você, empreendedor, nunca caiu em nenhuma dessas pegadinhas, está com sorte. Mas, se caiu, fica a boa notícia: dá para reaver esse dinheiro.

São dois os caminhos. Um é a restituição: a Receita devolve o dinheiro direto na conta da empresa. O outro é a compensação: o que você pagou a mais vira um crédito para abater impostos no futuro. Vamos ver aqui como funciona o processo todo.

Como saber se a empresa pagou imposto a mais

Fique esperto, porque a Receita não avisa. Não existe notificação de que rolou um pagamento a mais ou coisa que o valha. Quem tem de descobrir é você.

O jeito, aí, é comparar duas coisas. De um lado, a contabilidade da empresa, que mostra quanto de imposto você deveria pagar. Do outro, o extrato de pagamentos, que mostra quanto você pagou de fato. Quando os números não batem, ou quando aparece pagamento repetido no mesmo mês, fica evidente a existência de um crédito.

Para ver os pagamentos, você entra no e-CAC, o portal oficial da Receita. O acesso é com certificado digital ou com a conta GOV.br do sócio que responde pelo CNPJ no Fisco. Lá dentro, na parte de “Pagamentos e Parcelamentos”, aparecem todas as guias já pagas e as que estão em aberto.

Com isso na mão, dá para cruzar o que a empresa deveria ter pago, com base no faturamento, com o que as guias mostram que ela pagou de fato — e ver se sobrou valor para restituir ou compensar. 

Mas tem um detalhe. Se a empresa tiver alguma pendência, ou seja, se estiver devendo alguma coisa, a Receita não solta a restituição assim, na lata. Ela propõe usar esse crédito para quitar o que você deve. O aviso chega por uma mensagem na caixa postal do próprio e-CAC. Se você concordar — ou se ficar quieto por 15 dias —, o sistema faz a conta. Só se sobrar algum troco depois disso é que você pode pedir o dinheiro de volta.

Uma observação: é realmente importante monitorar a caixa de mensagens do e-CAC. O Descomplica PJ já bateu nessa tecla nesta reportagem.

Como saber se a minha empresa tem débitos em aberto

A consulta também é pelo e-CAC ou pela conta GOV.br do sócio responsável. Você vai em “Certidões e Situação Fiscal” e clica em “Consulta Pendências – Situação Fiscal”. O sistema abre uma tela nova, com cada pendência destrinchada.

Olhar pagamentos e pendências é coisa para fazer sempre, não de vez em quando. No fechamento do mês, o contador pega as diferenças. Quem não tem contador acompanhando corre o risco de deixar crédito – ou dívida – esquecido por anos.

O passo a passo para recuperar o dinheiro

Antes de entrar no “como”, você precisa saber “qual” pagamento indevido dá para reaver. 

A primeira regra é de prazo. Você só pode pedir de volta o que pagou a mais nos últimos cinco anos, contando da data do pagamento. Mas tem uma pegadinha: também não dá para pedir aquilo que você pagou a mais nos últimos quatro meses.

“Esses valores ficam bloqueados pelo sistema. Ou seja, em junho de 2026, você só pode solicitar a restituição de pagamentos indevidos que tiver feito de fevereiro de 2026 para trás”, explica Charles Gularte, sócio-diretor de contabilidade e relações institucionais da Contabilizei.

Também tem os casos em que a devolução é mais complexa. Se o pagamento a mais caiu num período em que a empresa foi tirada do Simples por conta de alguma irregularidade – estouro do teto de faturamento, por exemplo. Ou se o DAS foi pago já dentro da Dívida Ativa da União. Nessas situações, não tem jeito digital: você precisa procurar o atendimento da Receita.

Fora isso, o processo é todo online, pelo e-CAC. Você entra no perfil da empresa e vai até a área do Simples Nacional. É dali que saem tanto a compensação quanto a restituição.

Enfim. Para pedir a restituição, e receber o dinheiro na conta, escolha “Pedido Eletrônico de Restituição” na área do Simples dentro do e-CAC. Informe o mês e o ano do pagamento errado, e o sistema já aponta a diferença disponível, imposto por imposto. Daí é seguir em frente confirmando os dados. E anote o número do processo que vai aparecer.

Falta um passo prático: cadastrar a chave PIX da empresa. A Receita só deposita restituição por PIX de CNPJ. Sem conta PJ com essa chave, o dinheiro não cai.

Depois de enviar, a aprovação costuma ser automática. Mas o pedido pode ficar retido na malha, para uma análise mais atenta. Você acompanha o status pelo próprio e-CAC, em “Consultar Pedidos de Restituição”.

Você também pode usar o que pagou a mais como crédito para abater imposto futuro. Para fazer isso, selecione a opção “Compensação” e diga o mês em que o crédito surgiu. O sistema mostra o que você pagou e o que era devido em cada imposto. A diferença para mais é o seu crédito. Aí é só escolher qual dívida em aberto você vai quitar com ele.

Um ponto de atenção. Só dá para compensar imposto com o mesmo imposto: PIS com PIS, ICMS com ICMS, ISS com ISS. Se você tem crédito de um e dívida de outro, não rola compensar — e a restituição vira a única saída. 

Quando já existe dívida em aberto, a compensação é na hora. Já a restituição pode demorar até 60 dias para pingar na conta, a partir da aprovação do pedido.

Os pagamentos saem em lotes, no dia 20 de cada mês. E o valor não fica parado: é corrigido pela Selic, acumulada da data em que você pagou até o dia em que recebeu de volta – menos mal.

Quarenta pessoas morrem afogadas na França em meio a onda de calor que assola Europa

23 de Junho de 2026, 09:58
Pessoas se refrescam na Fonte do Trocadéro, ao lado da Torre Eiffel, em Paris, em meio a uma onda de calor que atinge grande parte da França, 22 de junho de 2026.

PARIS/MADRI, 23 Jun (Reuters) – Quarenta pessoas se afogaram na França nos ⁠últimos dias enquanto tentavam se refrescar para escapar do calor recorde, afirmou o primeiro-ministro nesta terça-feira, ‌conforme uma onda de calor assola grande parte da Europa.

O Reino Unido, a Itália, a Suíça e a Espanha também enfrentam calor extremo, com temperaturas recordes em algumas regiões prejudicando o funcionamento das escolas e das ‌redes de transporte.

A Europa está se aquecendo a um ritmo mais de duas vezes superior à média global, segundo a Organização Meteorológica Mundial, tornando cada vez mais prováveis esses episódios prolongados de calor.

ALERTA DE CALOR EM TODA A FRANÇA

Grande parte da França está sob alerta severo de calor e deve registrar temperaturas em torno de 40 graus Celsius nesta terça-feira, informou a Meteo France, com previsão de temperaturas de até 43 °C em algumas regiões do oeste do ⁠país.

O ‌país acaba de registrar sua tarde e noite mais quentes desde o início dos registros, em 1947. Cinquenta e ⁠quatro departamentos estão sob alerta vermelho, o que, segundo os meteorologistas, é algo sem precedentes.

Por toda a França, as pessoas têm pulado em canais e rios para se refrescar. A ministra do Esporte da França, Marina Ferrari, disse compreender a necessidade de escapar do calor, mas alertou contra nadar em áreas não autorizadas ou perigosas.

Falando antes de uma reunião de emergência sobre a onda de calor, o primeiro-ministro francês, ​Sébastien Lecornu, disse: “Um triste flagelo no que diz respeito a afogamentos, já que os números mais recentes que acabamos de receber mostram 40 mortes desde 18 de junho, a maioria delas de jovens.”

Na segunda-feira, ​as equipes de socorro não conseguiram reanimar duas crianças, de 2 e 4 anos, que foram encontradas inconscientes pela mãe no carro da família, em frente à casa, informou um promotor em Carpentras, no sudeste da França.

ATIVIDADE EMPRESARIAL DESACELERA

Em Paris, passageiros enfrentam condições de calor sufocante após noites sem dormir em apartamentos mal equipados para o calor. Alguns trens foram cancelados, inclusive entre Paris e Bruxelas.

Líderes empresariais afirmaram que a economia também estava sendo ‌afetada.

“A França está funcionando em ritmo lento. As empresas, na medida do ​possível, estão implementando recomendações para proteger seus funcionários”, disse o presidente da MEDEF, Patrick Martin, à BFM TV.

A onda de calor na Europa é causada por um padrão climático conhecido como “bloqueio ômega”, pois assume a forma da letra grega, com uma massa de ar quente ⁠no meio e ar mais frio em ​ambos os lados, fazendo com ​que as temperaturas subam dia após dia.

As ondas de calor e as tempestades estão se intensificando devido às mudanças climáticas, elevando ainda mais as ⁠temperaturas e causando mais chuvas.

A Meteo France afirmou que as ​condições atuais são comparáveis à onda de calor de agosto de 2003, que durou 16 dias e resultou em cerca de 80 mil mortes a mais em toda a Europa, segundo a UE. Não se sabe ao certo quanto tempo durará o ​episódio atual.

Na Itália, o Ministério da Saúde emitiu o alerta de nível mais alto para 15 cidades, e as autoridades tomaram medidas para restringir as atividades em alguns setores. Esperam-se tempestades ​ainda nesta terça-feira sobre os Alpes ⁠e os Apeninos, trazendo chuvas fortes, rajadas de vento e granizo.

O Reino Unido também está sob o domínio do calor, com o Met Office ⁠prevendo temperaturas de até 37 °C no sul da Inglaterra nesta terça-feira — potencialmente um novo recorde para junho — antes de subirem ainda mais na quarta e na quinta-feira.

Em Londres, tempestades noturnas — parte do mesmo padrão climático instável– causaram mais transtornos, inclusive no Aeroporto de Heathrow.

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PF mira Banco Digimais em operação com bloqueio de R$ 670 milhões

23 de Junho de 2026, 09:53

A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira, 23, a Operação Miragem para apurar suspeitas de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional no âmbito da gestão de uma instituição financeira, com foco no Banco Digimais. A ação ocorre em São Paulo e mobiliza mais de 50 policiais federais.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/pf-mira-banco-digimais-em-operacao-com-bloqueio-de-r-670-milhoes/

Juliana Brizola lidera ao governo e Flávio Bolsonaro a presidente da República no Rio Grande do Sul, aponta RealTime Big Data

23 de Junho de 2026, 09:51

Com força na capital e na Região Metropolitana de Porto Alegre, Juliana Brizola (PDT) lidera a pesquisa RealTime Big Data para o governo do Rio Grande do Sul divulgada nesta terça-feira (23), com 37% das intenções de voto no primeiro turno. O deputado federal Luciano Zucco (PL) aparece com 32%, seguido pelo vice-governador Gabriel Souza (MDB), com 17%, e Marcelo Maranata (PSDB), com 3%. Brancos e nulos somaram 5% e outros 5% não souberam ou não responderam.

Nos principais cenários de segundo turno, a advogada e ex-deputada estadual tem empate técnico com Zucco, com 44% a 41%, e vence Souza por 47% a 35%. A neta de Leonel Brizola bate Maranata por 49% a 27% em um eventual segundo turno entre ambos. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais.

Nos recortes da pesquisa por regiões do Estado, Juliana Brizola lidera na Região Metropolitana de Porto Alegre, que inclui a capital e 23 municípios e responde por 43% do eleitorado do Estado. A pré-candidata do PDT tem 43%, Zucco tem 25%, Souza tem 19% e Maranata, 5%.

Na Região Noroeste, que representa 18% do eleitorado, Zucco tem 39% e Juliana Brizola tem 30%, Souza tem 16% e Maranata, 2%. Na região Nordeste, com 10% do eleitorado, o deputado federal mantém vantagem, com 40% contra 31% de Juliana Brizola, 19% do vice-governador e 2% de Maranata.

No Sudeste gaúcho, que representa 8% do colégio eleitoral, a ex-vereadora volta a ter vantagem numérica com 35% a 33% sobre Zucco, com 20% de Gabriel de Souza e 1% Maranata.

No Sudoeste, o cenário também é de equilíbrio, com 36% a 34% para Zucco sobre Juliana Brizola, na região Centro Ocidental o deputado tem 39% a 33% contra a ex-deputada estadual e na Centro Oriental Zucco tem 42% a 30%. Nessas três regiões, Souza varia de 16% a 18% e Maranata entre 1% e 2%.

Zucco tem a maior rejeição, com 40%, seguido por Juliana, com 38%, Souza com 23% e Maranata com 16%. O vice-governador e a ex-deputada estadual têm um potencial de voto de 49%, a soma eleitores declarando que votariam neles com certeza e dos que possivelmente poderiam escolhê-los. A chamada “votabilidade” de Zucco é de 42% e a de Maranata é de 27%.

Presidente

A corrida presidencial no Rio Grande do Sul tem empate técnico entre senador Flávio Bolsonaro (PL), com 42%, e presidente e pré-candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com 39% das intenções de voto no primeiro turno. Renan Santos (Missão) aparece com 5%, seguido por Ronaldo Caiado (PSD), com 3%, Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC), e Aécio Neves (PSDB) aparecem com 2% das intenções. Augusto Cury (Avante) tem 1% e outros candidatos somaram também 1%. Brancos e nulos foram 2% e outros 1% não souberam ou não responderam.

No segundo turno no Rio Grande do Sul, Flávio Bolsonaro tem 51% a 42% contra Lula. Ambos lideram também a rejeição, com 51% para o atual presidente e 46% para o senador.

Foram realizadas 1.600 entrevistas, no período de sábado (20) a esta segunda-feira (22), a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. As pesquisas estão registradas sob o protocolo-RS 07063/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

É o fim das ondas de calor? Anvisa aprova medicamento não hormonal inédito para menopausa

23 de Junho de 2026, 09:49

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira (22) um novo tratamento para os sintomas da menopausa que não utiliza hormônios.

A agência aprovou a chegada do fezolinetanto ao país através do Veoza, medicamento desenvolvido pela Astellas Farma.

O tratamento acontece por meio do consumo diário de um comprimido e é voltado para mulheres que não podem ou preferem não recorrer a terapia com reposição hormonal.

Como funciona o tratamento da menopausa sem hormônio?

As ondas de calor e os suores noturnos são dois dos grandes sintomas que o fezolinetanto busca tratar.

A substância bloqueia o receptor específico no qual a neurocinina B se encaixa nos neurônios. Sem a conexão, o hipotálamo regula a temperatura corpórea de maneira mais estável.

Ao invés de repor o estrogênio, hormônio usado nos demais tratamentos, o remédio ajuda a equilibrar o controle de temperatura do cérebro. Assim, a intercorrência e a intensidade dos sintomas são reduzidos.

A importância do remédio vai além do tratamento dos sintomas da menopausa. Quando as ondas de calor e os suores noturnos não são tratados, há o aumento do risco cardiovascular e de doenças neurodegenerativas, como a demência.

O fezolinetanto funciona?

A aprovação da Anvisa acontece após os resultados de três ensaios clínicos de Fase 3. Os testes incluíram mais de 3 mil pessoas na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá.

Segundo os dados, o fezolinetanto mostrou eficácia e segurança de curto e longo prazos. Além disso, o tratamento mostrou melhora na frequência e na intensidade dos sintomas.

Os resultados foram percebidos no primeiro dia de uso do remédio.

Ainda não foi divulgada uma data de lançamento no mercado brasileiro nem o preço recomendado do medicamento. Isso ainda será definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Tendência de Baixa Reativada e Alvo na Região dos 50.485

23 de Junho de 2026, 09:42

Tendência de Baixa Reativada e Alvo na Região dos 50.485

Silver Futures COMEX_DL:SI1!

Trago hoje um estudo técnico nos Futuros de Prata (1D), onde identificamos uma pressão vendedora dominante e uma configuração de Short (Venda) com uma excelente relação de risco x retorno.

Após perder o fôlego nas resistências majoritárias deixadas no início do ano, o ativo engatou uma sequência de topos e fundos descendentes, confirmando a fraqueza dos compradores:

Perda de Suportes Dinâmicos: O preço cruzou abaixo da média curta (SMA 21) e acabou de romper uma importante linha de tendência/média longa (linha roxa), acelerando o movimento de correção.

Pivô de Baixa no Diário: A perda recente das estruturas de fundos anteriores abre espaço para uma busca por zonas de liquidez bem mais abaixo.

Gerenciamento de Risco Alinhado: A ferramenta de risco/ganho projeta uma operação de venda na perda da região atual, buscando as próximas grandes zonas de suporte institucional.

Pontos Técnicos do Estudo:

Preço de Entrada (Região): 62.075

Stop Loss (Invalidação): 71.760 (acima do último topo do repique)

Take Profit (Alvo Primário): 50.485 (alinhado com a forte zona de suporte horizontal anterior entre 49.945 e 47.830)

O viés para a Prata segue vendedor no médio prazo enquanto o ativo negociar abaixo das médias principais.

💡 Este estudo possui caráter exclusivamente educacional e ilustrativo. Não constitui recomendação de compra ou venda de ativos.

🟢 Se você curtiu a análise, deixe seu gostei e comente: acredita que a Prata segura nos 50k ou vai buscar patamares ainda menores? Siga o perfil para não perder as atualizações!

Day trade: Compre Copasa (CSMG3) e venda Brava Energia (BRAV3) para ganhar até 1,48% hoje (23), segundo a Ágora

23 de Junho de 2026, 09:42

A Copasa (CSMG3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta terça-feira (23).

As ações da empresa fecharam a sessão da última segunda-feira (22) cotadas a R$ 59,32. O potencial de ganho é de 1,48% e o stop sugerido é de R$ 59,03.

Compra
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
BTG PactualBPAC1152,3453,091,43%51,96-0,73%
CopasaCSMG359,4660,341,48%59,03-0,72%
NaturaNATU37,697,801,43%7,64-0,65%

a Brava Energia (BRAV3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,44%. O stop sugerido é em R$ 18,85.

Venda
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
Brava EnergiaBRAV318,7118,441,44%18,85-0,75%
Caixa SeguridadeCXSE319,3919,111,44%19,53-0,72%
São MartinhoSMTO314,5614,351,44%14,67-0,76%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

*Sob supervisão de Juliana Américo

Dólar dispara no exterior e se reaproxima de R$ 5,20 com juros nos EUA

23 de Junho de 2026, 09:42

O dólar comercial sobe 0,59%, a R$ 5,17, na manhã desta terça-feira, 23, acompanhando o fortalecimento global da moeda estadunidense. Nos mercados internacionais, o índice DXY, que mede o dólar contra uma cesta de moedas como o euro e o iene, subiu ao maior patamar desde maio de 2025, atingindo 101,25 pontos.

Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/dolar-dispara-no-exterior-e-se-reaproxima-de-r-520-com-juros-nos-eua/

Google usa IA para recriar o 'gol mais bonito de Pelé que ninguém viu'

23 de Junho de 2026, 09:30

CANNES - O gol que Pelé considerava o mais bonito de sua carreira nunca foi registrado pelas câmeras. Conhecido como "o gol da Rua Javari", o lance aconteceu durante uma partida entre Santos e Juventus, em agosto de 1959, no estádio do clube da Mooca, que fica na Rua Javari, em São Paulo. Mas, além das pessoas que estavam no local, ninguém viu o lance completo, já que não houve transmissão ou gravação na época.

Leia mais em: https://exame.com/marketing/google-usa-ia-para-recriar-o-gol-mais-bonito-de-pele-que-ninguem-viu/

Retorno de títulos IPCA+ se aproxima de 9%: oportunidade ou sinal de alerta?

23 de Junho de 2026, 09:29

O Tesouro Nacional cancelou nesta segunda-feira, 22, uma oferta de NTN-Bs, os títulos públicos federal atrelados à inflação, em meio a um forte estresse no mercado de juros. A decisão ocorre justamente quando o Tesouro IPCA+ 2032 passou a pagar cerca de IPCA + 8,45% ao ano, um dos maiores retornos reais já registrados na história recente do Tesouro Direto. Para investidores, porém, o momento cria um dilema: aproveitar uma remuneração considerada excepcional ou redobrar a cautela diante dos riscos que levaram as taxas a esses patamares.

Leia mais em: https://exame.com/invest/onde-investir/retorno-de-titulos-ipca-se-aproxima-de-9-oportunidade-ou-sinal-de-alerta/

Análise Técnica Detalhada do Ouro: Prémio de Porto Seguro Desvan

23 de Junho de 2026, 09:28

Análise Técnica Detalhada do Ouro: Prémio de Porto Seguro Desvan

Gold / U.S. Dollar FOREXCOM:XAUUSD

Análise Técnica Detalhada do Ouro: Prémio de Porto Seguro Desvanece, Tendência de Baixa Continua

Análise de Mercado: Preços do Ouro Encontram Forte Pressão de Venda
Na terça-feira (23 de junho), durante a sessão asiática, o ouro à vista sofreu uma queda acentuada. Os preços do ouro enfraqueceram continuamente após a abertura, atingindo um mínimo de 4.103 dólares por onça, uma queda de mais de 80 dólares no dia, com o declínio a atingir 1,8%, apagando completamente os ganhos do dia anterior. Neste momento, os preços do ouro estão a ser negociados temporariamente a cerca de 4.110 dólares por onça, mostrando um momentum geral extremamente fraco e exibindo características típicas de baixa, com a característica de "fácil queda e difícil recuperação".

No mercado cambial, o Índice do Dólar Americano (DXY) manteve-se numa faixa estreita, sendo negociado em torno dos 101,00. Anteriormente, o Índice do Dólar norte-americano tinha-se mantido forte durante vários dias consecutivos de negociação, atingindo 101,13 a 19 de junho, um novo máximo em quase 13 meses. Os elevados rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA proporcionaram um sólido suporte ao dólar, continuando a pressionar o ouro, um activo que não rende juros.

Análise dos Principais Fatores Impulsionadores

1. Pressão Contínua da Postura Agressiva da Fed
Na semana passada, a Reserva Federal anunciou que iria manter a taxa de juro dos fundos federais entre 3,50% e 3,75%, em linha com as expectativas do mercado. No entanto, as últimas previsões económicas e o tom das declarações do presidente da Fed durante a reunião de política monetária superaram significativamente as expectativas do mercado. Os decisores políticos continuam altamente vigilantes em relação às tendências da inflação e não descartaram a possibilidade de um maior aperto da política monetária. O mercado de futuros de taxas de juro mostra que os investidores já precificaram amplamente a expectativa de um aumento de 25 pontos base na taxa de juro por parte da Fed na reunião de Setembro, com alguns fundos a apostarem mesmo numa possível acção já no próximo mês. O ambiente prolongado de taxas de juro elevadas tornou-se o principal factor macroeconómico que pressiona os preços do ouro.

2.º Alívio das tensões no Médio Oriente e redução do prémio de porto seguro
Geopoliticamente, os EUA e o Irão chegaram a um acordo de cessar-fogo temporário de 60 dias, os EUA levantaram as sanções petrolíferas contra o Irão e o risco de navegação através do Estreito de Ormuz foi significativamente reduzido. Como resultado, os preços do crude caíram mais de 3% e as preocupações com a inflação global foram parcialmente aliviadas. Embora isto tenha proporcionado um breve alívio para os preços do ouro, o impacto mais crucial foi o declínio significativo do prémio de porto seguro que o ouro possuía anteriormente, dificultando a manutenção de um suporte de compra sustentado por parte dos investidores optimistas.

3.º Liquidez em deterioração: O sentimento institucional é pessimista, com o Goldman Sachs a reduzir o seu preço-alvo do ouro para o final de 2026 em 500 dólares, de 5.400 dólares para 4.900 dólares. Os ETFs globais de ouro registaram saídas líquidas durante quase um mês, ultrapassando os 2,2 mil milhões de dólares; os ETFs domésticos de ouro encolheram quase 37 mil milhões de yuans em comparação com o primeiro trimestre. Entretanto, desde Junho, vários bancos, incluindo o Banco da China, o Banco Guangfa e o Banco Huaxia, têm reforçado os controlos de risco nas negociações de metais preciosos, elevando as margens para contratos de ouro com opção de compra e venda para 120% a 140%. Alguns bancos planeiam suspender os serviços de negociação de metais preciosos para particulares até ao final do mês, suprimindo ainda mais os fundos especulativos.

4.º Os fatores de suporte de longo prazo mantêm-se: A lógica de longo prazo das compras contínuas de ouro pelos bancos centrais globais permanece inalterada. Os bancos centrais de todo o mundo mantêm compras líquidas de ouro, e o Banco Popular da China também aumentou as suas reservas durante vários meses consecutivos, proporcionando algum apoio mínimo aos preços do ouro. Contudo, no curto prazo, este factor é insuficiente para contrabalançar as pressões duplas dos aspectos macroeconómicos e financeiros.

Análise Técnica do Ouro (Aprofundada)
Gráfico Diário: Estrutura de Baixa Permanece Intacta, Médias Móveis Continuam a Exercer Pressão

Do ponto de vista do gráfico diário, embora o fecho de ontem tenha sido positivo, o preço não conseguiu quebrar a resistência das médias móveis a 5 e 10 dias (atualmente a rondar os 4.195 dólares/oz e os 4.210 dólares/oz, respetivamente), mantendo tecnicamente um padrão de baixa claro. A tendência de queda do sistema de médias móveis indica que o ouro está atualmente a ter dificuldades em ganhar impulso de alta efetivo, e o risco de uma maior queda no curto prazo é significativo.

Níveis de Suporte Chave:

Primeiro Suporte: 4.100 dólares/oz (Nível psicológico)

Segundo Suporte: 4.080 dólares/oz (Mínima anterior)

Terceiro Suporte: 4.050-4.000 dólares/oz (Zona de suporte combinada formada pela margem inferior da gama de preços do gráfico diário e pela linha de tendência)

Caso o nível dos 4.100 dólares seja quebrado, os preços do ouro poderão cair ainda mais para os 4.050 dólares ou mesmo para o nível psicológico dos 4.000 dólares. Esta área será a última linha de defesa para os compradores no gráfico diário.

Níveis de Resistência Chave:

Primeira Resistência: 4.140-4.150 dólares/oz (Zona de negociação densa de curto prazo)

Segunda Resistência: 4.170-4.185 dólares/oz (Resistência da média móvel de 4 horas)

Forte Resistência: 4.195-4.210 dólares/oz (Área das médias móveis a 5 e 10 dias)

Gráfico de 1 hora: Padrão extremamente fraco, com força de recuperação limitada. Observando o gráfico de velas de 1 hora, a ação do preço após a abertura de hoje apresentou uma retração contínua, exibindo um ritmo descendente escalonado de "queda lenta – aceleração – queda lenta adicional", sem quase nenhuma recuperação significativa observada durante a sessão. A queda simultânea do ouro, da prata e do petróleo agravou ainda mais o sentimento de baixa. Atualmente, os preços do ouro caíram para cerca de 4.100 dólares, com as médias móveis de curto prazo a apresentarem uma divergência de baixa, e o indicador MACD a continuar a expandir-se abaixo da linha zero, indicando que o ímpeto de baixa de curto prazo ainda não se dissipou completamente.

Análise da Faixa de Negociação de Curto Prazo:

Resistência de curto prazo: 4.140-4.150 dólares/oz (zona de defesa em baixa)

Objectivo de curto prazo: 4.050 dólares/oz, com um objectivo adicional de 4.000 dólares/oz

Recomendação de Estratégia de Negociação: Considerando múltiplos sinais dos aspectos macroeconómicos, de capital e técnicos, a tendência principal de curto prazo para o ouro continua de baixa. Antes que a política da Fed se torne mais clara (especialmente antes da divulgação dos dados do núcleo do PCE na manhã de quinta-feira), o padrão de maior probabilidade de queda do que de alta nos preços do ouro dificilmente mudará fundamentalmente. A principal estratégia de negociação continua a ser vender em altas, monitorizando gradualmente o teste dos principais níveis de suporte.

Estratégia Específica de Referência:

Considere as oportunidades de short selling quando os preços do ouro recuarem para cerca de 4.130 dólares/oz, com um stop-loss acima dos 4.170 dólares/oz. Os objetivos são de 4.090 dólares/oz e, se o preço descer abaixo deste valor, mantenha a posição e aponte para os 4.040 dólares/oz.

⚠️ Aviso de Risco: Vários membros votantes da Reserva Federal farão discursos esta noite, e os dados da inflação PCE (Personal Consumer Price Index) dos EUA serão divulgados na quinta-feira de manhã. Estes acontecimentos podem desencadear uma reavaliação das expectativas das taxas de juro, causando potencialmente uma volatilidade significativa nos preços do ouro. Todas as operações devem seguir rigorosamente as ordens de stop-loss, controlar o tamanho da posição e nunca manter posições perdedoras.

Conclusão: A tendência de baixa de curto prazo no mercado do ouro é clara, mas o risco de volatilidade antes da divulgação de dados importantes não deve ser ignorado. A essência do trading reside em dominar o timing e executar a gestão de risco. Se não tem a certeza sobre o ritmo atual do mercado ou deseja receber pontos de entrada e saída mais oportunos e estratégias intradiárias, continue a acompanhar a nossa página inicial para análises de mercado diárias e aprofundadas e estratégias práticas.

Acompanhe a nossa página inicial para se manter informado. Análises diárias de mercado, atualizações de estratégias em tempo real e orientação personalizada para a negociação ao vivo estão ao seu alcance. As oportunidades de mercado são fugazes; vamos procurar a segurança no meio da volatilidade e avançar com firmeza e uma gestão de risco sólida.

Economista-chefe do BCE diz que inflação pode ficar acima da meta de 2% até 2027

23 de Junho de 2026, 09:26

O economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, disse nesta terça-feira (23) que a inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta oficial de 2% por um período prolongado, mesmo que se consolide uma trégua no Oriente Médio.

No último dia 11, o BCE elevou as taxas de juros em 25 pontos-base – o primeiro aumento desde 2023 – em uma decisão considerada “preventiva”, para evitar que a alta dos preços de energia contaminasse as expectativas de inflação no longo prazo.

Em discurso a parlamentares europeus em Bruxelas, Lane afirmou que a inflação pode seguir bem acima da meta até a primeira metade de 2027, após ter ultrapassado 3% no mês passado.

“Embora o progresso recente em direção a uma resolução do conflito no Oriente Médio seja bem-vindo, a incerteza permanece elevada e há riscos contínuos de a inflação ficar acima da nossa meta de 2% no médio prazo por um período considerável”, disse ele.

Lane acrescentou que a inflação elevada e a energia cara devem pesar sobre a atividade econômica, mas avaliou que o impacto tende a ser limitado, diante de um mercado de trabalho ainda sólido, de investimentos robustos em inteligência artificial e de gastos públicos com defesa e infraestrutura.

Mini índice (WINQ26) tenta reação após sequência de quedas; mini dólar (WDON26) segue em consolidação, aponta BTG

23 de Junho de 2026, 09:26

O mini índice futuro (WINQ26) interrompeu a sequência recente de perdas e fechou o último pregão com alta de 1,07%, em um movimento que pode sinalizar uma recuperação técnica de curto prazo, segundo relatório divulgado pelo BTG Pactual nesta terça-feira (23).

De acordo com a análise, o contrato conseguiu romper as médias móveis de 21 e 200 períodos no gráfico de 60 minutos, posicionadas em 172.655 e 172.808, respectivamente. O movimento ocorreu após o teste da região de mínimas próxima de 169.300.

Apesar da recuperação, a leitura dos tempos gráficos mais amplos permanece cautelosa. O BTG classifica a tendência de longo e médio prazo como de baixa, enquanto o curto prazo passou a indicar alta. O IFR (Índice de Força Relativa) segue em território neutro, sugerindo espaço para movimentos em ambas as direções.

Segundo os analistas, a sustentação do índice acima da média de 200 períodos pode abrir espaço para uma correção mais consistente em direção à região de 176.000 pontos.

O contrato encerrou o pregão aos 173.490 pontos, após oscilar entre mínima de 170.210 e máxima de 173.890. O volume negociado alcançou 16,1 milhões de contratos.

Resistências estão na região de 176 mil pontos

No cenário traçado pelo banco, as principais resistências para o mini índice aparecem em 174.355, 175.225, 176.090 e 176.960 pontos.

Do lado inferior, os suportes mais relevantes estão em 172.625, 171.755, 170.890 e 170.020 pontos.

Mini dólar mantém consolidação perto de 5.154

Já o mini dólar futuro (WDON26) fechou o pregão com leve queda de 0,22%, mantendo o comportamento lateral observado nas últimas sessões. Segundo o BTG, o contrato continua operando próximo da média móvel de 21 períodos, localizada em 5.154,00, que funciona como referência técnica imediata para o mercado.

O banco destaca que a região de 5.111,50 permanece como principal suporte do movimento atual, enquanto a resistência mais importante está próxima de 5.200,00.

Assim como no mini índice, o IFR permanece neutro, sem indicar excesso de compra ou venda.

A leitura de tendência mostra um cenário misto: baixa no longo prazo e alta nos horizontes de médio e curto prazo. Para os analistas, um rompimento consistente acima de 5.200,00 poderia abrir espaço para uma aceleração do movimento em direção a 5.250,00.

O contrato encerrou o dia em 5.154 pontos, após atingir máxima de 5.171,50 e mínima de 5.134,50. O volume negociado foi de 1,85 milhão de contratos.

Mercado monitora faixa de 5.200

Pelos níveis técnicos monitorados pelo BTG, as resistências do mini dólar estão em 5.180,00, 5.205,50, 5.231,50 e 5.257,00.

Já os suportes aparecem em 5.128,00, 5.102,50, 5.076,50 e 5.051,00. A permanência acima da região de 5.111,50 é vista como fator importante para preservar o viés positivo observado nos prazos mais curtos.

Elon Musk has broken the rich list

23 de Junho de 2026, 09:16
Elon Musk's net worth exceeds $1 trillion.
Elon Musk's net worth exceeds $1 trillion.

Matt Rourke/AP

  • Elon Musk is too rich for the rich list.
  • The Tesla and SpaceX CEO, worth $1.1 trillion, is wealthier than the next four richest people combined.
  • Musk lost more than Warren Buffett's entire net worth on Monday.

Elon Musk is now so wealthy that he's making a mockery of the rich list.

The Tesla and SpaceX CEO was worth $1.08 trillion as of Monday's market close, per the Bloomberg Billionaires Index. The next-richest person in the world, Alphabet cofounder Larry Page, was less than a third as wealthy with a net worth of $299 billion.

In fact, Musk is richer than the next four people in the billionaire rankings: Page, his cofounder Sergey Brin, Amazon founder Jeff Bezos, and Oracle cofounder Larry Ellison, who were together worth $1.06 trillion as of Monday's close.

The sheer scale of Musk's fortune means shifts in others' fortunes now pale in comparison. For example, Page, Brin, and Bezos each lost more than $10 billion in Monday's tech rout.

Those losses look paltry compared to Musk's $152 billion wealth decline on the same day, fueled by a 16% plunge in SpaceX's stock just days after its blockbuster IPO.

Put differently, Musk lost in one day a sum that exceeds Warren Buffett's entire fortune. The 95-year-old investor and Berkshire Hathaway chairman ranked 10th on Bloomberg's list with a $146 billion net worth at Monday's close.

Given Musk has a $700 billion-plus lead over anyone else, he simply looks out of place on a mere billionaires list. He's started a trillionaire club with only one member.

The wealth gap between Musk and his rich-list peers has only grown truly stark in the past few months. In fact, Ellison briefly leapfrogged him in September to become the world's richest person despite being worth less than $400 billion.

The key reason for Musk's net worth skyrocketing has been SpaceX's soaring valuation, which has boosted his fortune by $456 billion in less than six months, per Bloomberg's list.

That wealth gain has catapulted Musk into a league of his own and given him a seemingly insurmountable lead over the rest of the billionaire pack.

The yawning divide reflects Musk's large stakes in two companies valued at over $1 trillion: Tesla and SpaceX. It's hard to see anyone catching up to him, barring a massive crash in either company's stock price, given nobody else has two horses of that size in the wealth race.

Read the original article on Business Insider

Governo Lula vai enviar à Câmara projeto que aumenta teto de receita para MEIs

23 de Junho de 2026, 09:12

O governo Lula deverá enviar ao Congresso até quarta-feira, 24, um projeto de lei sobre a ampliação do teto de faturamento dos microempreendedores individuais, os chamados MEIs. O texto do governo, que tem sido negociado com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), será enviado por Motta à comissão especial que discute o tema na Casa.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/governo-lula-vai-enviar-a-camara-projeto-que-aumenta-teto-de-receita-para-meis/

How Lauren Sánchez Bezos' style has evolved, from daring looks to designer outfits

23 de Junho de 2026, 09:12
Lauren Sanchez and Jeff Bezos attend the 2023 Vanity Fair Oscars party.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend the 2023 Vanity Fair Oscars party.

John Shearer/Getty Images

  • Lauren Sánchez Bezos is a former news anchor, the wife of Jeff Bezos, and a rising fashion figure.
  • Though her style has always had a daring edge, it's notably evolved over the years.
  • She's become a fan of vibrant colors, designer pieces, and statement gowns.

News anchor, helicopter pilot, actor, and mother can all describe Lauren Sánchez Bezos. You could also call her a rising fashion star.

The 56-year-old New Mexico native has been wearing bold looks on red carpets since the start of her career. Recently, though, especially while making her relationship with Jeff Bezos public, her style has leveled up.

Here's a look at her fashion evolution, from simple outfits accessorized with Hermès bags to see-through pieces at White House events.

Lauren Sánchez Bezos kept her outfits simple at the start of her career.
Lauren Sanchez attends the 2002 Environmental Media Awards.
Lauren Sanchez attends the 2002 Environmental Media Awards.

Jean-Paul Aussenard/Getty Images

She regularly wore trendy two-piece outfits in the early 2000s and an assortment of minidresses — like the brown knit piece she sported at the 2002 Environmental Media Awards.

Sánchez Bezos also had a signature pair of shoes at that point in her career: PVC sandals with light-brown soles and thin, see-through heels.

But she wasn't afraid to experiment with daring styles.
Lauren Sánchez attends the 2004 Shalom Foundation Gala.
Lauren Sánchez attends the 2004 Shalom Foundation Gala.

Stephen Shugerman/Stringer/Getty Images

At the 2004 Shalom Foundation Gala, Sánchez Bezos donned a deep-gray gown that hugged her body at the bodice and reached the floor with its long skirt.

It was also practically strapless, with only a single spaghetti-thin strap across one shoulder. The piece connected to more strings across its open back, which held the dress up and created a daring detail.

Sánchez Bezos completed the outfit with crystal earrings and a silver statement watch.

Her accessories were always chic, even in the early 2000s.
Lauren Sanchez attends the 2008 High Flying fundraiser.
Lauren Sanchez attends the 2008 High Flying fundraiser.

Valerie Macon/Getty Images

While attending a High Flying fundraiser in 2008, Sánchez Bezos opted for trendy styles at the time: a high-neck, short-sleeve blouse tucked into a black-and-white circle skirt, knee-high boots over semi-sheer tights, and a leather belt.

But her purse was timeless. She carried a solid black Hermès Birkin bag with what appeared to be palladium hardware.

She started to look like a Hollywood star around 2010.
Lauren Sanchez attends the 2010 Vanity Fair Oscars party.
Lauren Sanchez attends the 2010 Vanity Fair Oscars party.

George Pimentel/Getty Images

She attended Vanity Fair's Oscars after-party that year in a shimmering gown that was fit for an award winner.

The dress was sleeveless, form-fitting, and covered from top to bottom in silver sparkles. It also had a tan lining that gave the dress a nude illusion and a deep V-neckline.

She began introducing vibrant colors to her wardrobe around the same time.
Lauren Sanchez attends the 2012 Vanity Fair Oscars party.
Lauren Sanchez attends the 2012 Vanity Fair Oscars party.

Alberto E. Rodriguez/Getty Images

At the 2012 Vanity Fair Oscars after-party, Sánchez Bezos sported a strapless, understated gown. It had a fitted bodice, a straight skirt, and solid fabric.

But its bright red shade stood out on the carpet, making for a memorable look. The color has become one of Sánchez Bezos' go-to shades in recent years.

She completed the look with platform sandals and diamond jewelry.

For her first red-carpet appearance with Jeff Bezos, Sánchez Bezos showed up in style.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend a 2020 Amazon Prime Video event.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend a 2020 Amazon Prime Video event.

Prodip Guha/Getty Images

She wore a black-and-red dress that was as daring as it was glamorous. It featured long sleeves made from dotted mesh, a plunging neckline that reached her navel, and a thigh-high slit that showed her platform sandals.

The piece also had a geometric print crafted from sequins that shimmered in the light.

And even when they began coordinating their outfits, Sánchez Bezos' daring aesthetic still stood out.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend the 2023 Vanity Fair Oscars party.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend the 2023 Vanity Fair Oscars party.

John Shearer/Getty Images

The couple attended the 2023 Vanity Fair Oscars after-party in matching black outfits. While Bezos sported a classic suit, Sánchez Bezos wore a bold Elie Saab gown.

The dress had a corseted bodice with off-the-shoulder sleeves, black sparkles arranged in stripes, and a see-through skirt that revealed her legs.

In recent years, color has remained a staple of Sánchez Bezos' outfits.
Lauren Sánchez attends the 2023 Kering Caring for Women dinner.
Lauren Sánchez attends the 2023 Kering Caring for Women dinner.

Gotham/Getty Images

At the 2023 Kering Caring for Women dinner, for example, Sánchez Bezos sported a neon-yellow gown from Dolce & Gabbana.

The halter dress hugged her body, reached the floor, and didn't need any accessories. It sparkled entirely on its own.

So have see-through dresses, even while visiting the White House.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend a 2024 state dinner at the White House.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend a 2024 state dinner at the White House.

Tasos Katopodis/Stringer/Getty Images

Sánchez Bezos and Bezos attended a 2024 state dinner hosted by Joe Biden in honor of then-Japanese Prime Minister Fumio Kishida.

Though the couple's presence was notable on its own, Sánchez Bezos' outfit caught even more attention.

She wore an off-the-shoulder gown crafted from red satin and lace. Its corseted bodice was semi-sheer with a low neckline, and its skirt was tightly wrapped around her legs.

Sánchez Bezos wore it with gold-leaf sandals and diamond earrings.

Sánchez Bezos had a high-profile fashion moment at the 2024 Met Gala.
Lauren Sánchez attends the 2024 Met Gala
Lauren Sánchez attends the 2024 Met Gala.

Jamie McCarthy/Getty Images

She stunned in an Oscar de la Renta gown. It featured a strapless black bodice with a sweetheart neckline and a full skirt decorated with reflective pieces shaped like roses.

It was even rumored that Anna Wintour had a hand in the outfit choice.

She then took on the style of a businesswoman to promote her children's book.
Lauren Sanchez attends the 2024 Forbes Power Women's Summit.
Lauren Sanchez attends the 2024 Forbes Power Women's Summit.

Taylor Hill/WireImage/Getty Images

At the Forbes Power Women's Summit in September 2024, Sánchez Bezos talked about the start of her career, writing her first children's book, and being engaged to Bezos.

For the occasion, she sported an all-white outfit with long trousers, a blazer that revealed her lace bralette, and platform heels.

Recycling outfits has become a regular practice for the former journalist.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend Donald Trump's inauguration.
Lauren Sánchez and Jeff Bezos attend Donald Trump's inauguration.

Brendan Smialowski/Kenny Holston/Getty Images

After wearing her McQueen suit to the Forbes panel in September and a New York Times book event in December, she donned it again at Donald Trump's inauguration.

This time around, however, she paired it with another daring piece: a Schiaparelli coat made from brushed wool, mohair, and gold-brass buttons designed to look like nipples.

The Italian piece retailed for 8,700 euros, or about $9,982.

She entered her bridal era in March 2025.
Lauren Sánchez Bezos and Jeff Bezos at the 2025 Vanity Fair Oscars party.
Lauren Sánchez Bezos and Jeff Bezos at the 2025 Vanity Fair Oscars party.

Neilson Barnard/Getty Images

While the Amazon founder wore a black suit with a white undershirt, a matching bow tie, and a diamond brooch, Sánchez Bezos donned a strapless white Oscar de la Renta ball gown.

It had a feather fringe, a mermaid silhouette, and was accessorized with an emerald necklace.

The couple married a few months later in June 2025.

Her style has taken an elegant turn in 2026.
Lauren Sánchez Bezos at the 2026 Met Gala.
Lauren Sánchez Bezos at the 2026 Met Gala.

Dimitrios Kambouris/Getty Images

For the 2026 Met Gala, Sánchez Bezos wore a Schiaparelli gown crafted from navy blue satin.

It had a V-shaped neckline, a short train, and crystal straps — one of which hung off her shoulder.

The dress, inspired by the 1884 painting "Madame X," doubled as a hidden message to those who have criticized her daring fashion choices.

Still, Sánchez Bezos hasn't abandoned her core style.
Lauren Sánchez Bezos in Paris, France.

FJLON3/Mega/Getty Images

In June, the author was photographed wearing an outfit that blended casual and high-end styles.

She wore a blue knit dress lined with silver shimmering mesh at the hem and neckline.

To complement the latter details, she added a metallic clutch, diamond earrings, and tan Louboutin heels.

Read the original article on Business Insider

OranjeBTC (OBTC3) eleva caixa de bitcoin (BTC) em meio a queda de preços com compra de US$ 1,15 milhão

23 de Junho de 2026, 09:12

A OranjeBTC (OBTC3) informou ao mercado na última segunda-feira (22) a aquisição de 18 unidades debitcoin (BTC) por aproximadamente US$ 1,15 milhão.

Com isso, a maior Bitcoin Treasury da América Latina detém 3.822 bitcoins em tesouraria, em um montante avaliado em aproximadamente US$ 239 milhões, nas cotações atuais.

“Nesta semana, mantivemos nossa disciplina de alocação de capital focada na expansão contínua das nossas reservas. Em um ambiente de preço relativamente estável para o Bitcoin, adicionamos 18 Bitcoin à nossa tesouraria, utilizando o saldo em caixa proveniente dos empréstimos-ponte já realizados referentes à nossa 3ª emissão de debêntures”, diz o comunicado da empresa.



Como resultado, o BTC Yield Bruto semanal avançou 0,47%, elevando o BTC Yield Bruto do trimestre para 10,49% e o BTC Yield Bruto de 2026 para 10,70%.

Vale lembrar que o Bitcoin Yield é o aumento da quantidade de BTC atribuída a cada ação da empresa ao longo do tempo.

Do mesmo modo, a empresa não fez nenhuma recompra de ações no mesmo intervalo analisado, que vai da segunda-feira da semana passada, dia 15, até o último domingo (21).

Resumo e Análise Diária do Ouro

23 de Junho de 2026, 08:59

Resumo e Análise Diária do Ouro

GOLD (US$/OZ) TVC:GOLD

Análise de Mercado e Resultados da Operação
A movimentação do preço do ouro hoje comprova perfeitamente aalta precisão da nossa perspectiva baixista e das zonas de preço definidas ontem. Anteriormente, demarcamos a zona de resistência crucial de 4200–4220 como a principal área de entrada para posições vendidas. Essa faixa funciona como uma forte zona de oferta, que rejeitou repetidamente tentativas de alta em sessões anteriores.

Hoje, o ouro subiu com exatidão até 4198, testando de forma impecável a nossa zona de resistência sem rompê-la de maneira sustentada. Assim que atingiu o nível alvo, ocorreu uma queda abrupta no preço. O ativo despencou de 4198 até uma mínima local de 4090. Todo o movimento baixista se concretizou exatamente conforme a nossa análise, gerando uma operação vendida limpa e de alta probabilidade de lucro.

Validação dos Níveis de Suporte Chave
Nossa estratégia de venda na resistência obteve sucesso total, e a nossa zona de suporte principal pré-definida de 4080–4100 também foi 100% validada pelo mercado. Após cair para 4090, dentro da nossa faixa de suporte, o ouro se estabilizou rapidamente e gerou um rebote técnico instantâneo. Isso confirma que a zona 4080–4100 possui uma forte demanda compradora de curto prazo e sinais de fundo confiáveis, demonstrando o nosso domínio preciso do ritmo intradiário do mercado.

Lógica Principal de Negociação
Toda a movimentação intradiária reproduz fielmente a nossa lógica analítica original. O ouro mantém uma tendência baixista consolidada e dominante, sustentada por declarações hawkish constantes dos membros do Fed e pela resiliência contínua dos dados de emprego e inflação dos Estados Unidos. As expectativas de corte de juros são constantemente adiadas, enquanto os rendimentos reais dos títulos americanos permanecem elevados, exercendo uma pressão baixista contínua sobre o preço do ouro.

Todos os movimentos de alta são apenas correções temporárias dentro da estrutura baixista geral. A nossa estratégia de vender rebotes técnicos nas resistências principais mais uma vez se mostrou a lógica mais confiável para o cenário atual do mercado.

Conclusão e Perspectivas de Mercado
A operação de hoje é um setup de excelência, com sintonia perfeita entre estrutura técnica e fundamentos macroeconômicos. O cenário macro baixista, aliado às múltiplas rejeições nas resistências, gerou um sinal de venda robusto. O preço atingiu exatamente a nossa zona de entrada, recuou até o suporte definido e ativou um rebote técnico padrão, completando um ciclo de negociação intradiário impecável.

Para as próximas sessões, manteremos rigorosamente a nossa estratégia principal: priorizar posições vendidas em rebotes técnicos nas resistências chave, aproveitando também oportunidades de recuperação de curto prazo nas principais zonas de suporte.

Níveis Validados (Previsão 100% Precisa)
Zona de Venda / Resistência: 4200–4220 (Rejeição precisa + queda baixista acentuada)
Suporte Principal: 4080–4100 (Formação exata de fundo + rebote técnico eficaz)

De franqueado a CEO: como ele fará esta empresa de produtos de limpeza chegar aos R$ 160 milhões

23 de Junho de 2026, 08:58

Depois de passar quatro anos como o principal franqueado de uma rede de produtos de limpeza, o empresário Cristiano Corrêa foi convidado para assumir o comando da Ecoville, empresa que ele representava.

Leia mais em: https://exame.com/negocios/de-franqueado-a-ceo-como-ele-fara-esta-empresa-de-produtos-de-limpeza-chegar-aos-r-160-milhoes/

IG4 diz que pode comprar toda a dívida da Raízen à vista para assumir o controle

23 de Junho de 2026, 08:52

A gestora de private equity IG4 Capital afirmou ter capital suficiente para comprar toda a dívida da Raízen à vista, se necessário, enquanto busca adquirir volume suficiente das obrigações da produtora de açúcar e etanol em dificuldades para acabar com uma participação acionária de 50,1%.

No início deste mês, a Raízen obteve aprovação dos credores para reestruturar cerca de 65 bilhões de reais (US$ 12,8 bilhões) em dívida, no maior processo de reestruturação extrajudicial da história do Brasil.

A companhia, controlada em conjunto pela Shell e pela Cosan, tem enfrentado dificuldades após uma série de apostas estratégicas malsucedidas, juros elevados e safras fracas. Pelo plano aprovado, a Raízen converterá 45% de sua dívida em cerca de 80% do capital.

“Não é um rumor de mercado, nossa proposta está na mesa, estamos negociando e podemos oferecer uma saída agora para quem quiser”, afirmou o sócio-fundador Paulo Mattos em entrevista.

A IG4 tem até março do próximo ano para comprar a dívida e respeitará o plano de reestruturação já aprovado, disse Mattos. A empresa não pretende adotar uma abordagem hostil em relação a credores ou acionistas, e todos os termos, incluindo preço, serão negociados. Ele acrescentou que os preços de aquisição provavelmente ficarão abaixo dos valores de mercado.

Equipe de reestruturação

Mattos disse que a IG4 quer assumir o controle da Raízen e instalar uma equipe de reestruturação, e não apenas oferecer serviços de consultoria ou estruturas de fundos aos credores. Segundo ele, a base de credores é muito fragmentada e conflituosa para que a reestruturação funcione sem um investidor líder.

A IG4 planeja colocar quaisquer ações obtidas por meio da compra de dívida em um fundo de investimento, dando aos credores a opção de receber dinheiro, cotas do fundo ou derivativos atrelados a uma venda futura, disse ele.

“As conversas estão mais avançadas com alguns bancos individualmente, e uma parte relevante deles quer ações do fundo, enquanto outros estão pedindo derivativos”, disse o CEO da IG4, Hélio Novaes. “Já estamos discutindo preço e volume com esses bancos”, afirmou.

A IG4 já manteve conversas informais com a FTI Consulting, que assessora bancos; com a Moelis & Co., que assessora detentores globais de títulos; e com a Journey Capital, que assessora detentores locais de títulos, segundo Novaes. A partir de quarta-feira, a empresa pretende se reunir individualmente com esses representantes para discutir detalhes, entender o que desejam e preparar uma proposta para cada um. As conversas estão apenas começando, e a IG4 ainda não sabe se conseguirá adquirir dívida suficiente para fechar um acordo.

“Parece que uma grande parte dos detentores locais e globais de títulos prefere receber em dinheiro”, disse Novaes.

Alguns credores demonstraram ceticismo e confusão em relação à oferta, em parte porque a IG4 já está conduzindo uma reestruturação complexa na petroquímica Braskem e porque não sabem exatamente quais serão os termos oferecidos.

Mattos afirmou que a IG4 é independente do Banco BTG Pactual, reagindo à confusão do mercado sobre a relação entre ambos. O BTG, assim como Bradesco e Santander, é um dos credores e investidores da IG4, mas não tem poder de decisão e não receberá tratamento especial, disse ele. “Somos um gestor de ativos completamente independente”, afirmou.

A Raízen tem 32 usinas, das quais 24 estão ativas, disse Novaes. “Teremos de fazer um estudo detalhado para ver quais devem receber investimentos e quais não”, afirmou, acrescentando que os níveis de produtividade da empresa estão bem abaixo dos concorrentes e poderiam ser melhorados para aumentar o valor.

A ideia também é negociar um plano com a Shell, que continuará sendo acionista relevante e aportará 3,5 bilhões de reais, disse ele. A Cosan não fará aporte e será fortemente diluída.

Pelo plano de reestruturação aprovado, a Raízen será dividida em duas: a produtora de açúcar e etanol e a distribuidora de combustíveis. Ainda não há definição sobre quanto da dívida será alocado para cada empresa ou quanto cada negócio valerá. A operação de distribuição será vendida, segundo o plano.

O valor de mercado da Raízen é atualmente de 4,35 bilhões de reais, o que significa que 80% da empresa valem 3,48 bilhões de reais. Esse seria o valor recebido pelos credores que detêm pouco mais de 29 bilhões de reais em dívida caso seus créditos já tivessem sido convertidos em ações e vendidos a preços de mercado.

*por Cristiane Lucchesi, repórter da Bloomberg.

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Casal quebrou três vezes e vendeu até a casa; hoje plataforma gerencia R$ 12 bi/ano

23 de Junho de 2026, 08:52

Em um mercado acostumado a medir sucesso por rodadas milionárias, valuations e fundos de venture capital, uma empresa criada em Curitiba seguiu o caminho oposto.

Leia mais em: https://exame.com/negocios/casal-quebrou-tres-vezes-e-vendeu-ate-a-casa-hoje-plataforma-gerencia-r-12-bi-ano/

Axia Energia aprova emissão de debêntures que pode chegar a R$ 1 bilhão

23 de Junho de 2026, 08:49

O conselho de administração da Axia Energia, antiga Eletrobras, aprovou nesta segunda-feira, 22, a 9ª emissão de debêntures da empresa, no montante de R$ 800 milhões.

Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/axia-energia-aprova-emissao-de-debentures-que-pode-chegar-a-r-1-bilhao/

Fifa altera uniforme do Brasil na última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo

23 de Junho de 2026, 08:41

A Fifa alterou o uniforme que será usado pelos goleiros da Seleção Brasileira na partida contra a Escócia, nesta quarta-feira, às 19h, de Brasília, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Inicialmente previsto na cor vermelha, o kit agora será verde para Alisson, Ederson e Weverton.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/fifa-altera-uniforme-do-brasil-na-ultima-rodada-da-fase-de-grupos-da-copa-do-mundo/

Ata do Copom: BC sinaliza necessidade de juros mais altos por mais tempo

23 de Junho de 2026, 08:37

O Banco Central reforçou na ata do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada nesta terça-feira, 23, que o ambiente de expectativas de inflação desancoradas exige manutenção de juros mais altos por maior tempo.

Leia mais em: https://exame.com/economia/ata-do-copom-bc-sinaliza-necessidade-de-juros-mais-altos-por-mais-tempo/

Flávio Bolsonaro se inscreve para discursar em audiência dos EUA sobre 'tarifaço'

23 de Junho de 2026, 08:37

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, se inscreveu na segunda-feira, 22, último dia do prazo, para discursar pessoalmente em uma audiência pública do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) sobre a proposta de aplicar uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/flavio-bolsonaro-se-inscreve-para-discursar-em-audiencia-dos-eua-sobre-tarifaco/

Após parcerias com big techs, Re.green estreia no setor de saúde com a Novo Nordisk

23 de Junho de 2026, 08:30

A startup brasileira de restauração ecológica Re.green anunciou durante a Semana do Clima de Londres, uma parceria de 20 anos com a farmacêutica Novo Nordisk para restaurar cerca de 500 hectares de áreas degradadas na Amazônia.

Leia mais em: https://exame.com/esg/apos-parcerias-com-big-techs-re-green-estreia-no-setor-de-saude-com-a-novo-nordisk/

A stranger offered to pay for the World Cup trip I promised my sons, but couldn't afford. I thought it was a scam.

23 de Junho de 2026, 08:27
The author with his twin sons at a World Cup Match in Seattle.
The author was able to take his twin sons to a World Cup match in Seattle because of the kindness and generosity of a complete stranger.

Courtesy of Ash Jurberg.

  • I promised my sons a trip to the World Cup. Sixteen years later, I couldn't afford to make it happen.
  • After I wrote about breaking that promise, a stranger offered to fly all three of us to the match.
  • I was so sure it was a scam that I reported it to the FBI.

For sixteen years, the same photo has been my Facebook cover. It's me and my twin boys, Charlie and Thomas, then 3, in matching Australia jerseys, taken before I flew to the 2010 World Cup. I crouched beside them shortly after my marriage ended and promised that when they were older, I'd take them to a World Cup of their own. They were too young to understand, but I meant it.

We talked about it for years, always aiming for 2026. But when I priced the trip, it stopped being a holiday and became a house payment. I sat them down, showed them the cost, and asked if they still wanted it. They said no and meant it. I was the one who couldn't let go of the dream.

So I wrote about it. Then, everything changed.

The author and his twin sons wearing soccer jerseys.
This picture of the author and his two sons has been his Facebook profile photo for the last 16 years.

Courtesy of Ash Jurberg.

A stranger sent me a message

A few days after the article ran, a man named Avi messaged me on LinkedIn. His profile had no photo and 21 followers, and I almost ignored it. He'd read the piece and asked if it was true. When I said it was, he offered to fly the three of us from Australia to Seattle to watch Australia play the US, and to cover the flights, accommodation, and tickets.

I thought there had to be a catch, so I searched his name. Google revealed him to be a business founder, which was enough to give me hope. I sent him photos of our passports.

My family told me I'd been scammed

Then the messages stopped, and my excitement turned into dread. I had sent copies of my children's passports to a random stranger. I pasted the messages into ChatGPT, which stated there was a 100% chance it was a scam. I called my bank, the passport office, and the police. I even emailed the FBI, who surely had better things to do.

My wife said what I already knew. Nobody would offer a free trip to a stranger. "You're stupid," she told me. I had to agree.

Even so, a small part of me thought there was a 1% chance it was real. For the next eight hours, I swung between the certainty I'd been played and the small hope I hadn't.

I couldn't believe my eyes

Avi messaged back. I told him I wanted to FaceTime, sure this would be the moment of truth. He called. Avi told me he was a father too and knew what my promise meant. He wanted to do something good with no strings attached.

Soon after, he messaged to say the airfares were booked. I typed in the confirmation number on the United website, expecting nothing. Three confirmed seats appeared on the screen, under my name and the boys'. It was past midnight, which made it my birthday. I just sat there staring at the screen.

In the morning, the match tickets were transferred to my FIFA account. When they hit my account, I told the boys we were flying to the US in two days. They reacted the way I had, certain it was too good to be true.

When it came time to pack, the only things they put in their bags were soccer jerseys. Even heading to the airport, I was unsure if this was still happening. It was only when the cabin doors closed that I let myself believe it. We were crossing the Pacific and back for four days, all for a single match.

In Seattle, my boys led the chants

We made every hour in Seattle about the tournament, because I wanted my sons to feel what I felt in South Africa in 2010. We visited fan sites and watched every match.

The author and his sons at Fan Fest for the 2026 World Cup.
The author said he and his sons soaked in all of the World Cup excitement while they were in Seattle.

Courtesy of Ash Jurberg.

On the morning of the game, we crammed into Victory Hall with thousands of other Australians. I had a beer in my hand at 7 a.m. because I'm an Aussie and it was a match day. Grown men in green and gold, belting out songs, drinking beer out of their shoes, drums banging. My boys had never seen anything like it.

From there, the streets turned into a moving crowd. Singing, chanting, people spilling toward the stadium in waves. Charlie was on crutches, weeks after knee surgery, refusing to slow down. His brother stayed beside him the whole way, leading the chants.

It usually takes an act of God to get a teenager to show that kind of joy in public. Both of mine were grinning the entire way. Walking into the stadium with my arms around both of them felt unreal. For a moment, the three of us just stood there. I thought about the photo from 2010, and how long I'd waited to take another one. Then we took it, the same three faces, same positions, and the same grins. Except I was now the shortest one.

The author and his twin sons at the 2026 World Cup.
The author and his twin sons recreated the photo they took 16 years ago when he promised them he would take them to a World Cup game one day.

Courtesy of Ash Jurberg.

I sent the photo to Avi, who replied: "I'm just so glad I had the balls to do it."

Seventy-two hours earlier, Avi was a stranger with no photo and 21 followers. A man I had never met had spent thousands of dollars so two teenagers he would never meet could be happy. I made a promise to two 3-year-olds who had no idea what I was saying. Sixteen years later, a stranger made it happen in three days.

Now I can change that Facebook photo.

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Heineken nomeia brasileiro Rafael Oliveira como primeiro CEO externo de sua história

23 de Junho de 2026, 08:26

A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo diretor-presidente (CEO), enquanto a cervejaria holandesa rompe com sua tradição ao contratar um executivo de fora da empresa para tentar reverter a queda na demanda.

Oliveira, de 51 anos, deixará o cargo de CEO da empresa de café JDE Peet’s NV para assumir a liderança da Heineken em 1º de outubro, segundo comunicado divulgado nesta terça-feira. Ele deixa a companhia após menos de dois anos no comando e em meio aos planos da Keurig Dr Pepper Inc., que concluiu a aquisição da JDE Peet’s em abril, de separar o negócio de café como uma empresa independente até o início de 2027.

As ações da Heineken chegaram a subir 3,2% em Amsterdã. Nos 12 meses encerrados no fechamento de segunda-feira, os papéis acumulavam queda de 5,4%.

A mudança na gestão da Heineken ocorre após a saída do ex-CEO Dolf van den Brink no fim de maio, depois de seis anos à frente da companhia e mais de 28 anos de carreira dentro da cervejaria. Controlada por uma família, a empresa nunca havia nomeado um executivo externo para o cargo de CEO. No entanto, enfrenta vendas fracas à medida que consumidores reduzem o consumo de álcool e apertam os gastos diante das restrições orçamentárias.

Em abril, a companhia informou queda no volume de cerveja vendido no primeiro trimestre, com recuo da demanda em mercados estratégicos da Europa e das Américas. A empresa ficou atrás de concorrentes como a Anheuser-Busch InBev e a Carlsberg na recuperação dos negócios após a desaceleração observada no período pós-pandemia.

Redução de custos

A Heineken está no meio de um programa de redução de custos que inclui o corte de cerca de 7% de sua força de trabalho global. A companhia já afirmou estar otimista em relação à demanda por cerveja em mercados emergentes, como Vietnã e África do Sul, onde populações jovens e o aumento da renda vêm impulsionando as vendas.

Antes da JDE Peet’s, Oliveira passou uma década na Kraft Heinz, chegando ao cargo de presidente dos mercados internacionais. Nessa função, supervisionou um portfólio superior a US$ 7 bilhões distribuído entre Europa, África, Ásia-Pacífico e América Latina.

Oliveira também trabalhou durante dez anos no Goldman Sachs, como diretor executivo da divisão de títulos no Reino Unido e da unidade de mercados emergentes em Hong Kong. Iniciou sua carreira no Brasil, atuando no Banco Icatu e no Banco BBA-Creditanstalt. Possui MBA pela University of Chicago.

Ele tem um histórico de “transformar estratégia em resultados financeiros mensuráveis”, escreveram os analistas Edward Mundy e Sebastian Hickman, da Jefferies, em relatório. Segundo eles, a nomeação deve reforçar uma cultura de alto desempenho na Heineken, com foco em simplificação, alocação mais eficiente de recursos e na implementação do plano da empresa para gerar até € 500 milhões em economias anuais de produtividade.

Separadamente, a Keurig Dr Pepper informou que iniciou a busca por um novo CEO para sua divisão de café. A presidente do conselho da companhia, Pamela Patsley, também presidente do comitê de nomeação e governança, liderará o processo de seleção.

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Drone operators aren't spared from the horrors of war, and they're top targets

23 de Junho de 2026, 08:26
A man crouches in a muddy trench holding a grey drone
Ukraine's drone pilots are hunted by Russia and at risk just like other soldiers.

Wolfgang Schwan/Anadolu via Getty Images

  • Ukraine's drone operators aren't necessarily more protected than other soldiers on the battlefield.
  • Saying "they are doing their job in much safer conditions is completely wrong," an official said.
  • They're top targets, and a soldier said pilots sometimes need to fight just like infantry.

Ukraine's drone operators aren't necessarily spared from the horrors of war because they pilot remote systems, a senior official said. Many are in the fighting, and they're often top targets for the enemy.

Taras Berezovets, head of the military cooperation department of Ukraine's Territorial Defense Forces, a part of Ukraine's armed forces, said that with drone operators, "they do just the same job" as other soldiers. "To say that they are doing their job in much safer conditions is completely wrong."

"We should never forget that drone operators are the primary targets for Russian units," he added, speaking at a recent drone summit in Latvia. "They are trying to kill them," he said, just as Ukraine is trying to do to Russian drone pilots.

"Drone operators are first of all soldiers, and they are subject to the same psychological problems and traumas" as any other soldier, Berezovets said, explaining that he would never consider operators differently.

Dmytro "Liber" Zhluktenko, a former drone operator who is now a lessons-learned analyst with Ukraine's 413th Unmanned Systems Regiment "RAID," told Business Insider that operators don't feel they are in any less danger because they have a remote-controlled weapon. "It's not like that," he said, rejecting the idea that the role is safer. "It's very dangerous."

A man in khaki gear carries a large black drone among some trees
Ukraine's drone operators may be able to stay a bit further back from the fight than some other soldiers, but Russia also hunts them.

Yevhen Titov/Global Images Ukraine via Getty Images

"In some of the cases, we have our drone operators engage in small arms combat like infantry," he said, "So it's basically infantry with the drones." It means getting close to a fight, as soldiers with other weapons do.

Drones are a crucial weapon for both Ukraine and Russia in this war, filling shortages of both weapons and manpower. Ukraine says that drones are now causing 90% of Russia's front-line losses as usage expands.

Drone operators are also force multipliers. One pilot can launch countless drones over a deployment to scout and gather intelligence on enemy movements and targets or to launch cheap attacks on soldiers and weapon systems, including expensive gear.

That makes them priority targets.

The operators that control Ukraine's spy and strike drones often have to get close to the front lines to preserve the connection with their drones and to work effectively with regular infantry. It means they have to move, hide, and survive just like other soldiers.

Soldiers and drone operators have told Business Insider that Russia treats drone pilots as high-value targets because of the damage they can do on the battlefield. They said Russian forces have intensified attacks with missiles, bombs, and other weapons to hunt those operators, while Western analysts have noted rising casualties among Ukraine's drone pilots.

One drone operator, who spoke to Business Insider on the condition of anonymity to discuss sensitive military issues, said "when the enemy spots a drone operator somewhere, it uses every single thing at its disposal — every type of weaponry" — to eliminate them. And Ukraine is targeting Russian pilots, too.

A man wearing a cap and holding a drone is sihouetted against the sun and a blue sky
Ukraine's drone operators are so powerful that Russia wants to take them out.

Dmytro Smolienko/ Ukrinform/Future Publishing via Getty Images

Ukraine is working to develop solutions to protect its drone operators by keeping them farther from the fighting to decrease the risk. For instance, there is new remote-control technology that allows interceptor drone pilots to control their drones from hundreds of miles away from the launch point. But many drone types still require operators staying much closer.

Zhluktenko said that Ukraine wants to have fewer people at risk on the battlefield, but that's not always possible.

Sometimes they move operators farther back for their safety, "even if it comes at the expense of our capabilities, because these are our people and we value them so much." He described it as "a very tough balance."

"We want to keep them extremely safe, but at the same time, there is some work to be done," he said.

Ukraine is heavily pushing autonomy so drones and robots can operate with less human control, keeping soldiers farther from the fight. It's part of a broader effort to move troops out of the most dangerous areas, including by scaling ground robots that could eventually handle front-line logistics.

Mykyta Rozhkov, chief business development officer at Ukrainian drone and weapons maker Frontline Robotics, told Business Insider that "the general trend is to get the pilots as far as possible" from the front line, with the absolute bare minimum of soldiers used in dangerous areas when drones and robots can't handle it alone.

But, for now, drone operators and other soldiers remain at risk.

"Russians are right now prioritizing hitting not the assault troops or soldiers;" instead, they are aiming at drone and ground robot operators, he said.

Two men in khaki gear and beanies in a small indoor location with a spool of cable, drone controllers, and water bottoles
Ukraine wants to be able to keep drone operators as far back from the fight and underground, where possible, to keep them safe.

Ukrinform/NurPhoto via Getty Images

Western militaries watching the war are also aware of how at-risk drone pilots can be. The US Army course designed to catch the force up on drone warfare is teaching soldiers what it feels like to be hunted.

Maj. Rachel Martin, the course director, previously told Business Insider that the instructors deliberately use drones against students to help them understand "what it's like to be hunted by another operator from an adversary force: what it sounds like, what it feels like, how often they need to displace in order to survive or not be observed."

That matters because "the minute you're observed, you need to move," she said. "What follows that is usually fires of some capacity," such as artillery.

She said that the goal is to simulate an enemy force actively searching for them and to test their reactions "so they get used to one being hunted by the enemy." The US is used to having control of the air in its conflicts, where anything in the air above them is likely friendly, but that may not be the case in future fights.

Berezovets said Western militaries should study Ukraine's experience, including how heavily Russia targets drone units and command centers. He said Ukraine has to keep moving them because "this war, especially in terms of the drone war, is like a cat-and-mouse game. The Russians are always searching for the locations of our drone units."

He said allies ought to consider building drone command centers "deeper underground," like Ukraine does when it can, even though it's expensive work. He said that "they should be as deep as possible."

Read the original article on Business Insider

Estreito de Ormuz registra maior fluxo de navios desde o início da guerra

23 de Junho de 2026, 08:21

O Estreito de Ormuz registrou a passagem de ao menos 35 navios cargueiros na segunda-feira, 23, o maior volume diário desde o início da guerra no Oriente Médio, no fim de fevereiro, segundo dados da plataforma Kpler.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/estreito-de-ormuz-registra-maior-fluxo-de-navios-desde-o-inicio-da-guerra/

Regiões Importantes para o WINQ26 – hoje, 23/06/2026

23 de Junho de 2026, 08:20

Regiões Importantes para o WINQ26 – hoje, 23/06/2026

Bovespa Index-Mini Futures (Aug 2026) BMFBOVESPA_DLY:WINQ2026

Planejamento e Organização
-Com base em métricas autorais estabeleço regiões para que sejam observadas em suas operações, de acordo com o seu operacional. Respeite sempre o seu operacional (o seu setup)!
-As regiões não são recomendações! Não façam compras ou vendas nas regiões apresentadas neste artigo. Elas servem como estudo de mercado para auxiliar o seu entendimento do momentum.
-Operações intraday (que iniciam e encerram no mesmo pregão) são de altíssimo risco e com bastante volatilidade. Além dos movimentos do ativo fique atento(a) as principais notícias durante o pregão.

REGIÕES IMPORTANTES:
Leia todo o conteúdo acima!
>Ponto CENTRAL |172.430|

-Zona Média SUPERIOR |175.805|
Região Superior: 176.850 até 174.760

-Zona Média INFERIOR |169.055|
Região Inferior: 170.100 até 168.010


Disclaimer
Planejar e executar uma operação no contrato de WIN requer atenção aos detalhes, uma estratégia bem definida e o comprometimento com o seu operacional. Os aspectos mencionados acima são elaborados com o intuito educacional e não são uma recomendação deste analista. Os estudos realizados neste artigo refletem, única e exclusivamente, as opiniões pessoais do analista. Reforço, turma, que não são recomendações de compra e(ou) venda de qualquer ativo. Este estudo foi feito pelo Analista de Valores Mobiliários - Pessoa Natural (Autônomo) – Netto Alves (CNPI-T 9820), nos termos da Resolução CVM no 20/2021 conforme previsto no art. 3o, inc. I. O conteúdo deste estudo não é garantia ou promessa de desempenho real, pois dados e retornos passados não são garantia de resultado futuro. Importante ressaltar que operar no mercado financeiro envolve riscos e não há nada que possa garantir rentabilidade.

Carole Crema mostra por que pequenas confeitarias lucram pouco

23 de Junho de 2026, 08:18

Nicole Hirata trocou a carreira no direito pela confeitaria. O negócio começou de forma artesanal, no fundo da casa da avó, inspiração para o nome da Lou Lou Pâtisserie. Poucos anos depois, a marca passou a fornecer croissants para cafeterias e padarias, abriu uma loja física na zona sul de São Paulo e alcançou produção diária de cerca de 500 unidades.

Leia mais em: https://exame.com/negocios/carole-crema-mostra-por-que-pequenas-confeitarias-lucram-pouco/

Investimento anjo no Brasil chega a R$ 919 milhões e cresce 4,2%

23 de Junho de 2026, 08:14

Os investimentos anjo no Brasil chegaram a R$ 919 milhões em 2025, um crescimento de 4,2% em relação ao ano anterior. É o que aponta a pesquisa “A Evolução do Investimento Anjo no Brasil”, realizada pela Anjos do Brasil, organização de referência no setor.

Leia mais em: https://exame.com/negocios/investimento-anjo-no-brasil-chega-a-r-919-milhoes-e-cresce-42/

Cometa 3I/ATLAS pode ser objeto mais antigo já visto no sistema solar

23 de Junho de 2026, 08:02

Um cometa vindo de fora do sistema solar pode ser também um dos objetos mais antigos já observados pela humanidade. O 3I/ATLAS, terceiro visitante interestelar identificado até hoje, teria se formado entre 10 bilhões e 12 bilhões de anos atrás, segundo uma nova análise de sua composição química.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/cometa-3i-atlas-pode-ser-objeto-mais-antigo-ja-visto-no-sistema-solar/

Ações de tecnologia despencam no mundo após temor de alta de juros nos EUA

23 de Junho de 2026, 08:02

A venda massiva de ações de tecnologia que começou em Wall Street na segunda-feira, 22, não ficou restrita aos Estados Unidos. Nesta terça-feira, 23, ela se espalhou pelos mercados globais, e a Coreia do Sul foi a que mais sentiu, com o índice Kospi encerrando o pregão com queda de quase 10%, seu pior desempenho desde março.

Leia mais em: https://exame.com/invest/mercados/acoes-de-tecnologia-despencam-no-mundo-apos-temor-de-alta-de-juros-nos-eua/

Anvisa aprova primeiro remédio não hormonal para sintomas da menopausa

23 de Junho de 2026, 07:58

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira, 22, uma terapia não hormonal para o tratamento de ondas de calor e suores noturnos associados à menopausa.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/anvisa-aprova-primeiro-remedio-nao-hormonal-para-sintomas-da-menopausa/

Oracle reduz quadro de funcionários em 21 mil pessoas em meio à adoção de IA

23 de Junho de 2026, 07:54

A força de trabalho total da Oracle encolheu 13%, cerca de 21 mil funcionários, no ano fiscal de 2026, à medida que a gigante de computação em nuvem continua a reestruturar o negócio — em parte impulsionada pela adoção de inteligência artificial (IA) em suas operações.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/oracle-reduz-quadro-de-funcionarios-em-21-mil-pessoas-em-meio-a-adocao-de-ia/

Tokenização já soma R$ 9 bilhões em captações no Brasil

23 de Junho de 2026, 07:50

Os emissores de tokens captaram cerca de R$ 9 bilhões no Brasil até agora, segundo dados da plataforma RWA Monitor, que acompanha o mercado local de tokenização.

Apenas entre os dias 8 e 14 de junho, as captações somaram R$ 24,74 milhões, uma queda de 13% em relação à semana anterior.

No total, o mercado brasileiro já acumula R$ 11,5 bilhões em emissões distribuídas em 3,8 bilhões de tokens.

As debêntures concentram a maior parte dos recursos captados, com R$ 3,4 bilhões, o equivalente a 37,9% do total.

Em seguida aparecem as Cédulas de Crédito Bancário (CCBs), que somam R$ 1,4 bilhão (15,3%), as notas comerciais, com R$ 1,2 bilhão (13,3%), e as Cédulas de Produto Rural (CPRs), também com cerca de R$ 1,2 bilhão (13,2%).

Duplicatas e contratos de recebíveis completam a lista dos principais instrumentos tokenizados, com participações de 6,9% e 5%, respectivamente.

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Prioridade da CVM

Vale lembrar que a tokenização é uma das prioridades do novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Otto Lobo, que tomou posse no início deste mês.

Na ocasião, ele afirmou que esse setor e a inteligência artificial estão reconfigurando a forma como ativos são emitidos, negociados e custodiados e que a autarquia “precisa regular dois mercados em paralelo (o tradicional e o tokenizado) sem parar nenhum dos dois”.

A CVM pretende iniciar até setembro deste ano a discussão pública dos pilares do marco regulatório para esse segmento.

Tokenização no mundo

Não é só no Brasil que a tokenização está ganhando força.

O mercado global de ativos do mundo real tokenizados (RWAs, na sigla em inglês) superou a marca de US$ 10 bilhões neste mês, segundo relatório da Binance Research.

A expectativa do braço de pesquisa da exchange é que esse mercado alcance US$ 6,78 trilhões nos próximos anos. Se a projeção se confirmar, o setor ficará 645 vezes maior do que é hoje.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 7h50.

Bitcoin (BTC):  -2,90%, US$ 62.176,74

Ethereum (ETH): -5,58%, US$ 1.648,63

BNB (BNB): -3,39%, US$ 571,03

XRP (XRP): -2,99%, US$ 1,10

Solana (SOL): -6,67%, US$ 68,68

Outros destaques do mercado cripto

OranjeBTC vai às compras. A OranjeBTC, maior tesouraria cripto do Brasil, resolveu reforçar o caixa. A empresa comunicou nesta semana a compra de mais 18 bitcoins por cerca de US$ 1,15 milhão, a um preço médio de US$ 64.121 por unidade. Com a nova aquisição, a firma passou a deter 3.822 BTCs, o que a coloca entre as maiores empresas de capital aberto com reservas de bitcoin no mundo, ocupando a 24ª posição no ranking global.

Cripto fora das eleições. O Ministério Público Federal (MPF) reforçou nesta semana que criptomoedas não podem ser usadas para financiar campanhas eleitorais no Brasil. Segundo o órgão, a proibição existe porque as doações eleitorais precisam ter origem identificada e ser facilmente fiscalizadas. Por isso, candidatos e partidos só podem receber recursos por meios que permitam rastrear o doador, como Pix e transferências bancárias vinculadas ao CPF.

Trump mira ameaça quântica. A computação quântica voltou ao radar do mercado. Nesta semana, o presidente dos EUA, Donald Trump, assinou duas ordens executivas para acelerar o desenvolvimento da tecnologia e, ao mesmo tempo, reforçar a proteção de sistemas digitais contra ataques quânticos. A preocupação não é à toa: especialistas alertam que computadores quânticos poderão, no futuro, quebrar métodos de criptografia usados por muitas blockchains.

Morning Call - 23/06/2026 - Nasdaq Cai Sob Pressão dos Juros

23 de Junho de 2026, 07:45

Morning Call - 23/06/2026 - Nasdaq Cai Sob Pressão dos Juros

NASDAQ 100 CFD (Sep 2026) ACTIVTRADES:USATECU2026

Agenda de Indicadores:
8:00 – BRA – Ata do Copom
9:15 – USA – Variação Semanal de Empregos Privados ADP
10:45 – USA – PMIs da S&P Global (Prévia) (Junho)
14:00 – USA – Leilão de T-Note de 2 anos
17:30 – USA – Estoques de Petróleo Bruto Semanal API


Brasil


Acompanhe o Pré-Market de NY: EWZ VALE PBR ITUB BBD BSBR

Ativos brasileiros negociados na ActivTrades BRA50 $ACTIVTRADES:MINDOLM2026


Ata do Copom

A ata da última reunião do Copom será divulgada às 8h e deverá fornecer detalhes adicionais sobre a decisão de reduzir a Selic em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, além de esclarecer como o Banco Central avalia os próximos passos da política monetária.

O principal foco dos investidores será entender por que o Comitê optou por manter aberta a possibilidade de novos cortes de juros, mesmo diante de um cenário que, à primeira vista, se tornou menos favorável para a inflação.

Na decisão da semana passada, o BC elevou suas projeções inflacionárias para o horizonte relevante de política monetária, ampliou o balanço de riscos e destacou fatores como a atividade econômica mais forte do que o esperado, a resiliência do mercado de trabalho e a continuidade da expansão do consumo doméstico.

Em condições normais, a combinação de crescimento robusto, expectativas de inflação desancoradas e projeções mais elevadas poderia justificar uma postura mais cautelosa ou até mesmo uma interrupção do ciclo de flexibilização monetária. No entanto, o Copom optou por preservar a flexibilidade.


Estados Unidos


Os futuros dos principais índices de Nova York — USA500 , USAIND , USATEC e USARUS — operam em forte queda nesta terça-feira, refletindo uma combinação de preocupações com juros mais altos nos Estados Unidos e questionamentos crescentes sobre o ritmo dos investimentos em inteligência artificial financiados por endividamento corporativo.

O movimento de aversão ao risco se espalha pelos mercados globais, pressionando ações na Europa e na Ásia, enquanto commodities como petróleo e metais preciosos também recuam.

O epicentro da correção continua sendo o setor de tecnologia. Após meses de valorização impulsionada pela inteligência artificial, traders passaram a rever as elevadas avaliações das empresas do segmento em um ambiente de custos de financiamento mais elevados.

No pré-mercado, as ações da Nvidia e da Alphabet recuam cerca de 3%, enquanto Intel, AMD e Marvell Technology registram perdas entre 5,5% e 7,5%. A SpaceX também amplia as quedas e perde 4,5%.

Segundo Ipek Ozkardeskaya, analista sênior do Swissquote Bank: "O mercado volta a questionar se o atual ritmo de investimentos em infraestrutura de IA é sustentável. O aumento do uso de dívida para financiar esses projetos reacende preocupações sobre retorno, rentabilidade e alocação eficiente de capital."

A pressão também atinge empresas ligadas à memória e armazenamento de dados. As ações da Micron recuam 8,6%, enquanto Sandisk e Western Digital caem 9,6% e 6,6%, respectivamente. O mercado aguarda com atenção os resultados trimestrais da Micron na quarta-feira, que poderão servir como importante termômetro para a demanda global por semicondutores voltados à inteligência artificial.

O receio de juros mais elevados também pesa sobre os segmentos mais sensíveis ao custo do crédito. Os contratos futuros do Russell 2000, índice composto por empresas de menor capitalização, recuam 1,7%.

Ao mesmo tempo, o índice VIX, conhecido como o "termômetro do medo" de Wall Street, sobe para 20,1 pontos, atingindo o maior nível em mais de uma semana.

As expectativas para a política monetária também se tornaram mais restritivas. Segundo a ferramenta FedWatch, os traders passaram a precificar aproximadamente 50 pontos-base adicionais de aperto monetário até o final do ano, refletindo a postura mais firme adotada pelo novo presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh.

No mercado de renda fixa, o rendimento dos Treasuries de dois anos recua para 4,19%, após ter alcançado na sessão anterior o maior nível desde fevereiro de 2025.

No cenário geopolítico, os Estados Unidos mantêm suspensas por 60 dias as sanções contra o Irã após a primeira rodada de negociações do acordo de paz. Apesar do avanço diplomático, o presidente Donald Trump afirmou que Washington está preparado para agir caso Teerã descumpra os termos estabelecidos.

Ao longo do dia, os traders acompanharão os indicadores de atividade econômica (PMIs) de junho e, principalmente, a divulgação do índice de preços PCE na sexta-feira — medida de inflação preferida do Federal Reserve. O consenso de mercado projeta uma inflação anual próxima de 4,1%, reforçando o desafio da autoridade monetária em conduzir a política de juros nos próximos meses.


Europa


Os principais índices acionários da Europa — EURO50 , GER40 , GERMID50 , ESP35 , UK100 , FRA40 , ITA40 e SWI20 — registram forte movimento de correção nesta terça-feira, pressionados pelo aumento das expectativas de novos apertos monetários nos Estados Unidos e pela crescente preocupação com o volume de investimentos em inteligência artificial financiados por endividamento corporativo.

O índice Euro Stoxx 50 EURO50 e o DAX GER40 , da Alemanha, recuam cerca de 1,1%, enquanto o FTSE 100 UK100 , do Reino Unido, apresenta perda mais moderada, próxima de 0,3%.

A aversão ao risco é liderada pelo setor de tecnologia, que cai mais de 3% e caminha para seu pior desempenho diário desde fevereiro. O movimento acompanha a forte realização observada em empresas globais ligadas à inteligência artificial, após os traders passarem a questionar a sustentabilidade dos elevados investimentos realizados pelo setor.

Entre os destaques negativos, as ações da Infineon e da STMicroelectronics recuam 5,7% e 7,5%, respectivamente. Já as fabricantes de equipamentos para semicondutores ASML e Aixtron acumulam perdas superiores a 5%.

O setor vinha sendo um dos principais responsáveis pela alta das bolsas europeias ao longo do trimestre. No entanto, o cenário de juros mais elevados reduz a atratividade de empresas dependentes de crescimento futuro e aumenta o custo de financiamento dos projetos de expansão relacionados à inteligência artificial.

Além disso, diversas companhias do setor recorreram recentemente ao mercado de dívida para financiar investimentos em capacidade produtiva, infraestrutura e desenvolvimento tecnológico, aumentando a sensibilidade das ações ao ambiente de crédito mais restritivo.

Segundo Kiran Ganesh, do UBS: "Se as empresas precisarem continuar captando recursos via dívida antes que esses investimentos gerem retornos consistentes, os investidores começarão a questionar não apenas a sustentabilidade do crescimento, mas também a qualidade dos lucros e o perfil financeiro dessas companhias."

O movimento de realização não se limita à tecnologia. As mineradoras europeias também sofrem forte pressão, com o setor recuando cerca de 4,5%, acompanhando a queda dos preços dos metais industriais e preciosos nos mercados internacionais.

Entre os destaques corporativos, as ações da Signify despencam mais de 15% após a companhia revisar suas metas estratégicas de longo prazo e projetar uma margem EBITDA ajustada próxima de 10% até 2029, abaixo das expectativas mais otimistas do mercado.

Na contramão, as ações da Heineken avançam 2,7% após a cervejaria anunciar Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo. Os traders receberam positivamente a mudança de liderança em um momento em que o setor enfrenta desaceleração do consumo e pressão sobre margens em diversos mercados globais.


Ásia/Pacífico


Ativos asiáticos negociados na ActivTrades: HKIND JP225 CHINAA50

Os mercados da Ásia-Pacífico registraram forte movimento de correção nesta terça-feira, com os traders reduzindo a exposição ao setor de semicondutores após meses de valorização acelerada impulsionada pelo entusiasmo em torno da inteligência artificial.

O principal destaque negativo ficou com a Coreia do Sul. O índice Kospi KOSPI despencou 10%, registrando sua maior queda em mais de três meses. As ações da Samsung Electronics e da SK Hynix recuaram mais de 12% cada, eliminando dezenas de bilhões de dólares em valor de mercado e levando ao acionamento dos mecanismos automáticos de interrupção das negociações por 20 minutos.

A forte concentração do mercado sul-coreano em empresas de semicondutores ampliou o movimento de realização. Atualmente, Samsung e SK Hynix representam mais da metade do valor de mercado do índice, fator que ajudou o Kospi a superar pela primeira vez o patamar histórico de 9.100 pontos na sessão anterior.

A correção reacendeu o debate sobre os riscos de excesso de valorização e o aumento da participação de traders de varejo utilizando alavancagem.

Segundo Alexander Redman, estrategista-chefe de ações da CLSA: "A volatilidade aumentou significativamente e movimentos dessa magnitude dificilmente acontecem sem uma forte participação do trader de varejo. O que preocupa é o uso crescente de margem e a popularização de produtos alavancados, que tendem a amplificar ainda mais os movimentos do mercado."

As preocupações ganharam força após declarações do presidente do órgão regulador do mercado sul-coreano, Lee Chan-jin, que afirmou que a aprovação recente de ETFs alavancados vinculados a ações individuais de semicondutores pode ter contribuído para o aumento da especulação e da volatilidade observada nas últimas semanas.

Os reguladores locais também vêm alertando para o crescimento acelerado das operações financiadas por dívida. O volume de crédito utilizado por traders para compra de ações atingiu níveis recordes em junho, elevando os riscos de movimentos mais bruscos em momentos de realização.

Apesar da forte queda desta terça-feira, o Kospi ainda acumula valorização próxima de 95% no ano, refletindo o enorme fluxo de capital direcionado às empresas ligadas à inteligência artificial. No mesmo período, o won sul-coreano registra desvalorização de cerca de 6,5% frente ao dólar.

O movimento de realização se espalhou por toda a região. No Japão, o Nikkei NI225 recuou 3,6%, pressionado principalmente pelas empresas de tecnologia e semicondutores. Em Taiwan, o índice TWSE 50 TW50 perdeu 1,1%.

Na China continental e em Hong Kong, os principais índices — Shanghai 000001 , Shenzhen 399001 , China A50 XIN9 e Hang Seng HSI — encerraram o dia com perdas entre 1,4% e 3,2%, acompanhando o movimento global de redução de risco.

Na Austrália, o ASX 200 XJO apresentou desempenho mais resiliente e recuou apenas 0,3%, com as perdas das mineradoras sendo parcialmente compensadas pela força do setor financeiro, que voltou a atrair fluxo defensivo em meio ao aumento da volatilidade global.

I'm a mom, but I don't like having other kids over. I prefer to meet in a neutral place for play dates.

23 de Junho de 2026, 07:41
Kids playing on the floor with toys.
The author feels overwhelmed whenever she has other people's kids over at her house.

Thanasis Zovoilis/Getty Images

  • I have my own child, but having other people's kids in my home has always been overstimulating.
  • When other children are in my home, I feel anxious and responsible for their safety.
  • As a neurodivergent family, having other kids over can feel overwhelming.

With all the ongoing rhetoric surrounding where kids do and don't belong, it feels a bit uncomfortable to admit that I don't like having other people's children in my home. Most kids are small, noisy chaos agents that leave a mess in their wake, mine included. And since I already have one wreaking havoc on my home regularly, adding more can feel overwhelming.

Prior to becoming a mom, I spent years working with children. While there were parts of it that I enjoyed, it was also overstimulating, and I was relieved to come home and have kid-free time. Beyond the noise and energy levels, it also felt like a huge responsibility to care for other people's children and look after their safety and well-being.

Having other children in my home makes me anxious

The toddler years, when I was worrying that my daughter might choke on a too-small toy or too-large grape, are now behind me. But when younger children come into my home, those worries crop up again. Especially because my daughter now has an extensive collection of Legos and other toys with tiny pieces that are annoying, but not potentially dangerous, most of the time.

It's unnerving going through her things to determine what needs to be hidden away. In the past, I've ended up having to leap across the room when something I missed ends up grasped in a toddler's fist. The responsibility for supervising the other kids always seems to be dumped on me as well, even when other parents are present. And since it is my home, I also feel responsible for making sure everyone stays safe and leaves uninjured.

For my neurodivergent family, home is our safe space

In a lot of ways, our house is my family's safe space. As a neurodivergent individual who also has an autistic child, we have our house set up for her sensory and other needs. On the rare occasions that we have other children over, there is a scramble to relocate all the items that aren't age-appropriate or could lead to chaos when used by multiple children, such as her trampoline or sensory toys. And my daughter is very attached to her belongings, so we also have to be careful to put away anything that could get broken and damaged.

Moving and returning items to their places can be exhausting for me and overwhelming for my daughter. So is trying to clean and tidy our home for children who seem to find everything — from eating the goldfish they find under the coffee table to using a bill from the doctor's office as a coloring page.

Clearing up my doom piles around the house often just results in them being relocated to my bedroom, where I can close the door. And then there's the cleanup afterward — when the sandbox ends up getting tracked all over the first floor, and there is a collection of rejected food under the dining room table.

It's all why I try to limit gatherings with kids at our house. While I don't mind going to other people's homes, the ideal situation for me is to meet at a neutral location, like a park or museum. That way, I don't feel responsible for supervising someone else's children, and no one has to worry about cleanup before or after.

Read the original article on Business Insider

Now we know how much Oracle shrank its staff in the past year — and how much it cost

23 de Junho de 2026, 07:40
Oracle logo
Oracle has been finding ways to cut costs as it builds out AI infrastructure.

NYSE

  • Oracle laid off staff in March. A new filing shows its global head count fell by 21,000 over the last year.
  • Costs associated with restructuring increased by $1.5 billion over the past year, up 391%.
  • Oracle has been ramping up data spending during the AI boom.

Oracle's head count has been shrinking as it made layoffs to cut costs — and now there's a number behind its reduction.

A filing published Monday showed that its global workforce declined by 21,000 between May 2025 and May 2026. The number includes both attrition and layoffs.

Oracle employed around 141,000 employees worldwide as of May 31, 2026, the filing said.

Compared with the numbers reported in its 2025 filing, the company shed 9,000 jobs in the US and 12,000 jobs internationally.

Restructuring and other expenses — which consist of costs for employee severance, contract termination, and other exit activity — increased by 391% from $374 million to about $1.8 billion over the last year, Oracle said in the filing.

Oracle did not respond to a request for comment.

In March, the company began laying off staff but did not confirm the scale of the cuts.

The notification email sent to the laid-off employees, which Business Insider exclusively obtained, said the decision to eliminate roles was made "after careful consideration of Oracle's current business needs" and was part of "broader organizational change."

According to LinkedIn posts from laid-off employees, the cuts affected staff across Oracle Health, Sales, Cloud, Customer Success, and NetSuite.

The reduction in head count comes as Oracle invests heavily in data center infrastructure while looking for ways to rein in costs. Oracle's stock is down about 15% over the last year.

In March, Oracle executives told investors not to worry about its significant data center spending because the company is "very, very good" at cost-cutting.

In January, Business Insider reported that the company was struggling to find financing for Stargate, its $500 billion data center initiative with OpenAI. In February, Oracle announced a $50 billion debt raise to help fund its infrastructure buildout.

Across the tech industry, major companies have been reducing their workforces. Many bosses have cited AI in their layoff notifications.

In January, Amazon said it would slash about 16,000 corporate roles, months after cutting 14,000 employees. Meta axed around 8,000 staffers in May, and Dell's recent 10-K filing showed that employee numbers have fallen by 36,000 over the last three years, a 27% decline in head count.

Read the original article on Business Insider

Copa do Mundo se torna 'ímã' para fraudes digitais no México e cenário é agravado por IA

23 de Junho de 2026, 07:37

Em plena Copa do Mundo no México, cresce a percepção de que o torneio atua como um “ímã” para fraudes digitais, com impacto direto na revenda de ingressos e em transações bancárias, cenário intensificado pelo avanço da inteligência artificial.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/copa-do-mundo-se-torna-ima-para-fraudes-digitais-no-mexico-e-cenario-e-agravado-por-ia/

Ouro recua após quebrar o suporte dos 4.100 dólares

23 de Junho de 2026, 07:02

Ouro recua após quebrar o suporte dos 4.100 dólares

Gold ACTIVTRADES:GOLD


Os preços do ouro caíram no início da negociação desta terça-feira, quebrando em baixa o nível de suporte dos 4.100 dólares. O metal precioso está sob pressão devido à força do dólar, em particular após a inclinação hawkish da Reserva Federal na semana passada. Outro fator de pressão para o ouro é a incerteza em torno das negociações entre os EUA e o Irão para pôr fim à guerra e restabelecer a normalidade do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz. Os investidores continuam relutantes em antecipar uma resolução total do conflito, receando novos agravamentos que possam desencadear novos picos nos preços da energia e uma subida da inflação. Neste contexto, o ouro poderá continuar sob pressão, uma vez que uma quebra sustentada abaixo dos 4.100 dólares poderá abrir caminho a novas quedas em direção aos 4.000 dólares, sobretudo se as conversações em curso na Suíça não convencerem os investidores de que existe uma perspetiva realista de, definitivamente, pôr fim ao conflito e restaurar a estabilidade no Golfo Pérsico.

Ricardo Evangelista – ActivTrades

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Previsões não são garantias. As taxas podem mudar. O risco político é imprevisível. As ações dos bancos centrais podem variar. As ferramentas das plataformas não garantem sucesso.

A visão da Eve sobre a desaceleração da demanda

23 de Junho de 2026, 07:00

Este é o Breakfast - o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!

Nos últimos anos, o veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL, na sigla em inglês) ganhou forte tração em meio ao movimento de descarbonização global. Mais recentemente, contudo, o quadro de demanda do produto, que também ficou conhecido como “carro voador”, mudou.

Na EVE (EVEX), uma das expoentes do segmento, hoje a companhia trabalha com uma projeção de demanda global de até 30 mil aeronaves em 20 anos, em 800 cidades do mundo, segundo o diretor de relações com investidores, Lucio Aldworth. Anteriormente, as estimativas do setor chegavam a superar 50 mil unidades para o período.

“À medida que conversamos com clientes, refinamos as nossas expectativas, porque percebemos como a demanda vai se acomodar”, disse o executivo em conversa com a Bloomberg Línea.

Inicialmente, a EVE, controlada pela Embraer (EMBJ3), tinha uma projeção de obter a certificação em 2026, mas esse prazo foi adiado para 2027 e, agora, está previsto para 2028.

⇒ Leia a reportagem: Eve, da Embraer, aposta em solidez do eVTOL mesmo com desaceleração da demanda

Protótipo do eVTOL da brasileira: expectativa de certificação em 2028. (Foto: Empresa/Divulgação)

No radar dos mercados

Uma onda de venda de ações se espalhou pelos mercados globais nesta terça-feira (23) à medida que investidores demonstravam nervosismo em relação às ações de tecnologia altamente valorizadas e avaliações de mercado infladas.

- IG4 mira dívida da Raízen. A empresa de private equity afirmou que dispõe de capital suficiente para comprar a dívida da Raízen enquanto busca adquirir uma parcela suficiente da produtora de açúcar e etanol em dificuldades para chegar a uma participação acionária de 50,1%.

- Tráfego ganha força em Ormuz. Um número cada vez maior de navios sinaliza abertamente sua intenção de atravessar o Estreito de Ormuz, o que indica uma confiança crescente entre armadores e comerciantes à medida que as tensões entre EUA e Irã diminuem.

- China adota medidas de austeridade. Pequim reduziu seu déficit fiscal acumulado pela primeira vez em mais de dois anos, dando continuidade às medidas de austeridade apesar da desaceleração do crescimento. O déficit combinado dos dois maiores orçamentos governamentais diminuiu 4,1% nos primeiros cinco meses em relação ao mesmo período do ano anterior.

→ Leia a matéria completa sobre o que guia os mercados hoje

🔘 As bolsas na segunda-feira (22/06): Dow Jones Industrials (+0,29%), S&P 500 (-0,37%), Nasdaq Composite (-1,32%), Stoxx 600 (+0,58%), Ibovespa (+1,21%)
LEIA + Siga a trilha dos mercados para conhecer as variáveis que orientaram os investidores →

🗓️ Agenda: Os eventos e indicadores em destaque hoje e na semana →

Destaques da Bloomberg Línea:

Bancos brasileiros buscam lições no México após EUA apontarem PCC e CV como terroristas

Novo presidente do Citi Brasil, André Cury quer aumentar em 50% o negócio de equities

Conselho da Vale resiste a mudança de presidente pedida pela Previ, segundo fontes

• Também é importante: Da ‘exuberância irracional’ à crise de 2008: o legado de Alan Greenspan à frente do Fed | Startup de RH Tako inicia expansão global com IA para recrutamento e mira os EUA

• Opinião Bloomberg: Da geopolítica ao clima: como a diversificação é a chave para a crise global de energia

• Para não ficar de fora: Brasil tem 6 universidades entre as 20 melhores da América Latina, segundo ranking

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Equipe Breakfast: Filipe Serrano (Managing Editor, Brasil), Daniel Buarque (Editor-assistente, Brasil) e Naiara Albuquerque (Editora-assistente, Brasil)

Claude Code creator says companies are right to focus on AI's ROI — but they still need to allow for experimentation

Boris Cherny talks at San Francisco's Code with Claude developer conference.
Anthropic's Boris Cherny says companies should make sure their employees can still experiment with AI

Anthropic

  • Anthropic's Boris Cherny says companies are right to focus on their ROI for AI.
  • At the same time, Cherny said employees at all levels and roles still need tokens to be able to experiment with AI.
  • Then, the Claude Code creator said, companies can start to control costs.

Claude Code creator Boris Cherny has a message for companies that are nervous about their AI token budgets.

"ROI is absolutely the right framing because you don't want to just think about cost because you kind of spend something on it and you get something back," Cherny said during a recent fireside chat at Scale AI.

Jesse Chen, Meta's director of product management who moderated the chat, asked the Anthropic employee directly about the recent concerns raised by Uber COO Andrew Macdonald about whether the rideshare giant's AI spending was leading to enough of a return to justify the rising cost of AI tokens.

Tokens are units of text that serve as a measurement for AI usage, such as the prompts processed by large language models, including those that power chatbots like Anthropic's Claude or its generative AI coding tool, Claude Code.

Cherny said it's right to be focused on ROI. It's also important, he said, not to overdo it in response to cost concerns.

"The way to do this is give people tokens and give them safety to experiment so they feel like they can try stuff and they're not going to get penalized for it," he said. "Once you find these internal use cases that kind of work, then you want to control the costs and you want to do that on the backend, not on the front end."

Otherwise, companies might miss out on the best ideas for deploying AI.

"Often, some of the most interesting ideas and the most innovative ways to improve processes and new product ideas are going to come from an accountant somewhere in the corner of the org or a marketing person that the CEO has never heard of," Cherny said.

Cherny emphasized that Anthropic offers several ways for its enterprise customers to control costs and set budgets, including per-seat cost controls.

Others in the AI space, including OpenAI CEO Sam Altman, are also increasingly discussing companies' concerns about the ROI of their AI investments.

As Cherny mentioned, AI firms like Anthropic are essentially token generators. That also means that they have an incentive to keep selling their models and generative AI tools, especially as they approach highly anticipated IPOs. The creator of Claude Code said that Anthropic is also paying attention to how its tokens are used.

"They're not free for us because every token we use is a token we do not give to a customer, so there's an opportunity cost," he said. "When I think about it, it actually maybe comes back to ROI."

Measuring that ROI is also changing, Cherny said, as the pace of AI model advancements continues to accelerate. He previously said that companies may have looked at the percentage of code written by AI. Cherny said that measurement is no longer as useful once more people let AI write 100% of their code, as he does.

"Then think about, how much is the code per engineer accelerating? And then the third thing to think about is like, what are the other bottlenecks that are getting in the way?" he said. "Because once you get it to this point where engineers are just writing a lot of code, the bottleneck is going to be like good ideas. So, how do you un-hobble that so that your company can generate ideas faster?

Read the original article on Business Insider

The AI boom is giving these execs more power — and headaches — than ever

Male and female tech experts programming on computers at startup office
CFOs are the gatekeepers of one of the biggest spending booms in decades.

Maskot/Getty Images

  • CFOs are taking charge of AI spending as companies pour billions into the technology.
  • Some are introducing AI budgets and new controls to keep costs from spiraling.
  • "The CFO is really becoming the face of the AI story," said a PwC advisor to finance chiefs.

At Match Group, every employee now has an AI budget.

The parent company of Tinder, Hinge, and other dating apps recently began giving department heads a set amount to spend on AI, which is then distributed across their teams. Employees can track their usage on a dashboard, and if they want to exceed their budget, they have to explain why. The company's most expensive AI models also aren't available by default and require a specific use case.

"If you don't set guardrails, there's no reason for an engineer to not go use the most expensive model," said Match Group CFO Steve Bailey. The average software engineer at the company spends roughly $600 a month on AI tokens, he said.

Match Group's system reflects a growing reality across corporate America: As companies spend billions on AI, CFOs are emerging as some of the most powerful executives in the AI era.

Finance chiefs are doing more than signing off on AI budgets. In many cases, they're the ones deciding who gets access to AI tools, how much employees can spend, which vendors make the cut, and whether AI investments are generating enough value to justify costs.

"The CFO is really becoming the face of the AI story," said Peter Pollini, a PwC advisor to finance chiefs in the financial-services sector.

A spending boom

The stakes are enormous. Match Group initially allocated $5 million for AI this year, but it's now on track to spend double that amount, Bailey said. The increase followed CEO Spencer Rascoff's May push to make the company more AI-native by expanding access to AI tools across the workforce. Initially, they were available mainly to engineers.

"Aside from maybe travel and entertainment, we've never had to budget for a cost that's this big at the employee level," Bailey said.

To help fund those investments, Bailey said Match Group plans to dramatically slow hiring while it assesses how AI could reshape its workforce.

Across corporate America, similar calculations are turning CFOs into the gatekeepers of one of the biggest spending booms in decades.

At Elevance Health, CFO Mark Kaye oversees a hidden way of keeping AI costs from spiraling. The insurance giant quietly routes employees' queries to different AI models based on the complexity of the request. That's because a single prompt can cost anywhere from a few pennies to more than a dollar, depending on how many tokens, or units of data, employees gobble up.

"We manage it on the back end," said Kaye, adding that he expects Elevance Health, the parent of Anthem Blue Cross Blue Shield, to invest $1 billion or more on AI this year.

Making AI pay off

Some CFOs are making tough decisions about how to fund AI expenses at large, such as by freezing annual salary raises and laying off workers. Others say AI is helping to pay for itself.

Kaye said AI automation at Elevance has reduced administrative work tied to medical-chart reviews by roughly 40%, giving staff more time to support customers.

"There are significant inefficiencies in the system that AI is allowing us to take out," he said.

Keeping a tight leash on AI spending isn't the only new hurdle for CFOs. They're also responsible for managing spending on a category that is evolving more rapidly than previous generations of enterprise software.

For the first time this year, Xero, a global small-business platform that offers accounting, payroll, and payments, added a line item to its budget for AI token spending per employee, said Claire Bramley, the CFO. The company also created a task force to review software purchases and identify AI products it can do without.

"Do we have more than one tool that serves the same purpose?" Bramley said. "As a CFO, you want to make sure that everybody's not going off and doing their own thing."

AI is also changing who CFOs spend time with. Bramley said finance, technology, and HR leaders at Xero now work together more frequently to evaluate software purchases, hiring plans, and how AI could affect future staffing needs.

"You could probably do it once a month before, and I think you have to do it weekly today," she said.

Additional headaches

CFOs are also facing new business problems arising from AI.

Netta Samroengraja, finance chief at healthcare platform Zocdoc, said her team has had to hustle to evaluate AI tool providers to solve problems that, ironically, were created by the technology. In recruiting, for instance, the technology suddenly enabled job seekers to flood the company with applications and create phony personas.

"It was pretty prevalent very quickly, and so we had to react quickly," Samroengraja said.

That wasn't the only surprise, as the economics of AI were shifting, too. Early on, Zocdoc raced to vet vendors, anticipating that prices designed to attract customers at the start of the AI boom would increase over time.

The company used that window to test multiple providers and compare their cost and effectiveness before settling on the tools that delivered the strongest business results, Samroengraja said, adding that Zocdoc has been willing to spend more on tools that produce measurable business outcomes rather than optimize for the lowest possible AI spend.

"If you see the ROI in it, you should keep investing in this," she said.

A crowded AI market is making those decisions even harder. New providers are constantly pitching tools that promise to boost productivity, cut costs, or replace existing software, forcing many CFOs to take a more active role in evaluating vendors, said Alex Sobol, cofounder of the Millennium Alliance, an invite-only community for C-suite executives in North America and Europe.

"It seems like every hour there's a new AI vendor," he said. "It's hard to know what's real and what's fake, and what's good and what's bad."

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Cadaver fat, boob jobs, and a pickup truck: Company accused of scheming to smuggle hot new filler to NY doctors

Photo collage featuring a map of New Jersey and New York, Syringes, and a nurse

Getty Images; Tyler Le/BI

  • New York health regulators say Tiger Medical smuggled alloClae into the state and lied about it.
  • A court filing includes photos of boxes piled in the driveway of a New Jersey nurse who regulators allege drove the product to NYC.
  • Tiger says only the FDA, not New York State, can regulate alloClae, and denied wrongdoing.

On a blustery December day, nine large white cardboard boxes sat stacked next to a garbage can in the driveway of a New Jersey nurse as a man packed them into the bed of a pickup truck.

Other than a manufacturer's label in the corner and a note that the contents were perishable and shouldn't be frozen, there was no indication they held thousands of dollars' worth of processed cadaver fat. Inside the boxes, state regulators allege, was alloClae, a hot new injectable filler derived from the fat of dead people and headed to high-end cosmetic surgeon practices in New York City.

Photos of the boxes were part of a recent court filing by New York State health officials, who have accused Tiger Medical Holdings, which manufactures and sells alloClae with its affiliates, of "smuggling" the product into New York.

Fedex images of shipments of alloClae
Boxes of alloClae were piled in the driveway of a New Jersey home before being brought to New York doctors, New York officials allege.

New York County Clerk

Tiger has said only the Food and Drug Administration has the authority to regulate alloClae, and that FDA rules don't require premarket approval. New York is one of a handful of states that issues permission to store and distribute human tissue, and it claims that Tiger violated those rules by bringing alloClae to market without waiting for approval.

Recent court filings reveal that the state obtained FedEx records, including photos, in an attempt to prove that Tiger organized a scheme to smuggle hundreds of boxes of the product — possibly over $1 million worth — into New York.

The dispute could affect the availability of a product that lets busy C-suiters get a boob job during a lunch break or a butt lift between meetings. Doctors have said the injectable is flying off the shelves, and some have continued to administer it during the state investigation.

Tiger co-CEO Oliver Burckhardt said in a filing on Wednesday that 60 doctors have contacted the company about the fat spat with New York — some worried about the case, but most wanting to buy more alloClae.

Tiger hasn't disputed shipping alloClae through New Jersey, though it has called the state's evidence "unreliable" and "self-serving," and said the allegation of "smuggling" is baseless and inflammatory.

It said the health department kept asking for more information without signaling concerns until last month, and that the company submitted testing data as recently as January to show that alloClae was safe.

Tiger's lawyer, Larry Wood Jr., did not address specific questions from Business Insider, referring a reporter to Tiger's court filings.

Building buzz for alloClae while dealing with regulators

AlloClae hit the market in 2024. It didn't take long for plastic surgeons on Manhattan's Tribeca and Upper East Side to realize the appeal. Their patients wanted a quick touch-up and were willing to pay for the convenience. In small quantities, the product can be injected for under $10,000; in other cases, it can cost up to $100,000 per procedure.

The product is a good fit for "the CEOs, COOs, CCOs that don't want to be away from the boardroom," Douglas Steinbrech, who practices in New York City, Beverly Hills, and Chicago, told Business Insider last year. "They have to go to a lot of meetings that just pop up, and they cannot control when they're going to happen. They can't just clear their schedule to recover for a surgery."

AlloClae was advertised on social media and websites: "Revolutionary," said one clinic. "Pure Gold. On Demand," said another.

In a video posted by a Texas plastic surgery practice, audio of Oprah gifting cars to a screaming audience was dubbed over a man in scrubs pretending to dole out alloClae boxes to employees who wriggled with excitement.

Tiger, which is privately held, said this month that alloClae is experiencing "rapid growth" and the company plans to build a 200-person sales force by the end of 2027 to sell alloClae and a similar product in development, dermaClae, to surgeons, med spas, and other buyers.

When Business Insider spoke to Tiger Aesthetics at the end of last year, the company said it was struggling to keep up with demand. Behind the scenes, it was grappling with more than a shortage.

The company was engaged in a back-and-forth with New York's health department. Between October 2024 and May 2025, the agency sent three letters saying that it could not grant Tiger permission to distribute alloClae in the state.

In July 2025, a health inspector visited two Tiger tissue facilities in Pennsylvania and asked why New York doctors were advertising alloClae. Monica Garcia, the COO of Tiger Aesthetic's parent company, said she was unaware of any shipments to the state and asked what the consequences would be if there were, according to a sworn statement from Joseph Giovannetti, the agency's top investigator.

Garcia, in a sworn statement, said the exchange took place at a Tiger affiliate where employees familiar with alloClae weren't present. She said the inspector didn't ask for follow-up information about alloClae distribution to New York, disputing one of Giovannetti's claims.

Giovannetti said the inspection prompted Tiger to stop shipping alloClae directly to New York and start going through New Jersey and Connecticut.

Despite the letters and inspection, Caroline Van Hove, the president of Tiger Medical Holdings affiliate Tiger Aesthetics, provided reassurances about alloClae to at least one New York plastic surgeon. "We can confirm that the New York Department of Health has not reached out to us in connection with our alloClae product," she wrote in an April 2026 letter seen by Business Insider.

Boxes of alloClae were piled up in a New Jersey driveway

Every week or two, starting no later than September 2025, a new set of white boxes would appear at the clapboard, shuttered home of Robert McGee, a nurse who lived on a cul-de-sac in the central New Jersey town of Tinton Falls, according to FedEx records and a state investigator's statement.

The boxes of alloClae would be stacked next to duffle bags and trash cans in McGee's driveway or on his front porch, according to delivery photos and Giovannetti.

Between September 2025 and April 2026, the company sent over 330 boxes of alloClae to McGee, who loaded them in his pickup, drove them the 50 miles into Manhattan, and dropped them off at more than three dozen plastic surgeons and med spas, Giovannetti said.

McGee did not respond to requests for comment.

In January 2026, the state said in a filing that an unidentified "whistleblower" told regulators what was happening. Three months later, health investigators made an "unannounced inspection" at the office of Dr. Adam Schaffner, a Manhattan plastic surgeon.

Schaffner's paper trail laid out a shift in Tiger's shipping processes. Invoices from July 2025 showed Tiger had sent alloClae directly to his Fifth Avenue office. But starting in August, the month after the inspection, the products were mailed to homes and offices in New Jersey and Connecticut, and employees or Ubers would courier them across state lines, the health department said.

Schaffner, who declined to comment, received at least $95,000 worth of alloClae initially shipped to addresses outside of New York, according to invoices filed in court records.

Some boxes went to the New York City office of plastic surgeon Matthew Schulman, the FedEx records show. In a YouTube video posted last fall, he gleefully unpacked 287.5 cubic centimeters of alloClae as the Pointer Sisters' "I'm So Excited" played in the background. Schulman's name, with McGee's home address, was visible on a shipping label.

If Schulman's boxes were typical — as a review of more than a dozen plastic surgeons' unboxing videos on Instagram suggests — a total of 15,840 cubic centimeters of alloClae could have been sent via McGee's home. The prices on 11 of Schaffner's invoices filed in court average $86.29 per cubic centimeter; at that price, more than $1.3 million worth of alloClae could have been shipped through McGee.

Schulman did not respond to requests for comment.

Tiger has asked that the state's allegations be struck from the court record because, among other things, they argue, the health department could be cherry-picking from its investigative file to benefit their case.

Some New York surgeons are still using alloClae

Doctors who received alloClae say they ordered the product from Tiger and didn't know the route it took.

"He had no idea that this was a challenge, or how stuff was showing up, or any of that," said Ken Sterling, an attorney for Dr. Jason Emer. Sterling said Emer has not been contacted by medical authorities.

Samira Shamoon, a publicist for Dr. Darren Smith, said in an email that "when Dr. Smith was using AlloClae, he purchased it directly from the company and had no knowledge of irregularities." Smith is no longer offering the product, she said.

ME Plastic Surgery, which has locations on Manhattan's Fifth Avenue and in Queens, recently updated a blog post to say that it is not offering alloClae.

Several New York doctors said in early June that they're still using alloClae. Tiger has said it's suspending distribution to New York, but the product can still be "legally sold." In the meantime, doctors in the state continue to promote it.

Emer posted an Instagram video on June 12 showing himself injecting alloClae into a patient's buttocks.

"Don't be left behind," the caption reads, along with a peach emoji. The geotag: New York City.

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Real estate investors using rentals for cash flow are switching to more passive strategies to make money while they sleep

23 de Junho de 2026, 06:30
real estate passive income
Some experienced real estate investors are using rentals as a launching pad, and then pivoting to more passive strategies.

HAKINMHAN/Getty Images

  • Buying rental properties is a popular way to get into real estate investing, but it's not passive.
  • Experienced real estate investors are shifting from rentals to more passive strategies.
  • Two popular, more hands-off strategies are real estate syndications and private money lending.

A popular way to get started in real estate investing is by buying a rental property. After finding and closing on a deal, investors place a tenant and ideally collect more in rent than they owe each month on the mortgage and expenses. Whatever is left over is cash flow.

It can be a lucrative income stream, but real estate investors are upfront about one caveat: It's not passive. Owning rentals means dealing with tenant turnover, maintenance requests, vacancies, repairs, and, in some cases, evictions.

That's why some experienced investors are using rentals as a launching pad. Once they've built capital and experience, they're shifting to more passive strategies that allow them to keep exposure to real estate without taking on the day-to-day responsibilities of being a landlord.

Two such strategies have come up repeatedly in Business Insider's conversations with financially independent investors: real estate syndications and private money lending.

Real estate syndications

A syndication allows investors to put money into a larger real-estate deal — such as an apartment complex, student-housing development, or boutique hotel — without personally buying or operating the property. A sponsor or operator manages the deal, while investors typically receive cash-flow distributions and, if the property is eventually sold for a profit, a share of the proceeds.

Cody Berman, who started with a house hack and later bought rentals that generated enough cash flow for him to live on, said much of his real-estate exposure today comes through syndications.

"My return on effort in my main business, my digital-products business, is a lot higher than my return on effort in real estate," he said. "I still want the real-estate exposure, but I don't want to go out there and just buy a 20-unit apartment building myself and then have to get it tenanted and figure out how to set up all the maintenance stuff."

cody berman
Cody Berman has shifted from buying rental properties to investing in syndications.

Courtesy of Cody Berman

In a syndication, Berman said, he might invest in a 100-unit apartment complex in another part of the country — a property he has never seen in person — because he trusts the operator running the deal.

"I will invest a chunk of money with them for some set period of time, usually somewhere from three to seven years," he said. "I'll make money every quarter on cash-flow distributions based on the rent the property is generating. And then if there is a sale event, which is usually the goal of a syndicator, then I'll get all my money back and some more in the form of a check."

He described it as "owning rental properties without actually having to own rental properties."

There are trade-offs. Investors in syndications generally do not have the same control or upside as the general partner running the deal. Their money is also typically locked up for years.

Choosing the right operator is crucial, added Berman, who relies on referrals, interviews, and research.

"Pretty much everyone that I've ever invested with has been through a word-of-mouth referral plus an interview, talking to the person, doing my research."

Private money lending

Another strategy experienced investors use to keep real estate in their portfolio without owning additional property is private money lending. Instead of buying or renovating properties themselves, they lend money to other investors who need capital for deals.

To get started in private lending, you need capital and, ideally, a presence within your local real estate community. Real estate is a relationships business, and typically, the broader your network, the more opportunities you'll encounter.

Carl and Mindy Jensen, who grew their net worth to more than $5 million and retired early, have tried a variety of investment strategies, including live-in flipping. They said that private lending is one of their favorite strategies.

"The private lending generates such a nice return that it's difficult to be like, 'No, we don't want to have the easy money. Let's go do another live-in flip,'" said Mindy. "But we're also in a much different financial position now than we were when we started live-in flipping, and I think that's important to note: You could still make money live-in flipping, and if you have more time than money, it can be a really great way to turn your home into an investment."

Josh and Ali Lupo, another financially independent couple, started lending to other real-estate investors in 2025, and it's resulted in double-digit returns.

"There are some industry standards," Josh said. "In the private money lending world, 10 to 12% interest is very common. That's the baseline."

The lender generally determines the terms of the loan, he added, and the rate can vary depending on the deal's length.

Private lending is not risk-free. One of the main risks is that the borrower fails to repay the loan, which makes vetting both the borrower and the deal essential. That due diligence takes time, but once the Lupos have completed their research and decided to fund a deal, the process itself is relatively hands-off, said Josh.

"It takes us 30 minutes driving to the bank, wiring the funds, and then the investor that is borrowing the money sends us updates, and that's the extent of it."

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A top Silicon Valley law firm wants startup founders to stop asking chatbots to do legal work and use this instead

23 de Junho de 2026, 06:30
A building with the Cooley logo displayed.
Law firms are figuring out how to stay relevant as more legal work becomes software-enabled.

Cooley

  • Cooley is joining a sudden rush of law firms creating their own AI technology, with help from Legora.
  • Cooley Go Lab is an online portal built to help startups with routine contract review and drafting.
  • The portal will be available exclusively to founders in Y Combinator's summer cohort to start.

Law firms know more clients are asking chatbots for advice before ever calling a lawyer. So legal giant Cooley is building technology that it hopes founders will use instead.

Cooley plans to give select startups access to Cooley Go Lab, an online portal where founders can upload files and ask questions about their documents, Matt Bartus, global cochair of Cooley's emerging companies and venture capital practice, told Business Insider.

To build it, Cooley teamed up with Legora, a fast-growing legal technology startup that sells to law firms and corporate legal departments. Last year, Legora entered a new line of business with what it calls "portals" — white-labeled workspaces where law firms and their clients can work together on legal matters.

Cooley Go Lab is aimed at catching a common startup problem early, Bartus said. Founders often handle routine contracts themselves to avoid outside counsel's hourly rates. That can leave startups with a trail of messy agreements that their first in-house lawyer has to unwind later.

Legora founder Max Junestrand knows the problem well. When he started the company at age 23, he said he used an early version of ChatGPT to rewrite contracts. Junestrand, a software engineer, not a lawyer, said he let some early contracts include an unlimited liability clause — a provision that can leave a company exposed to damages far beyond the value of the deal.

"When our general counsel started, she freaked out," he said.

Cooley is now trying to give the next crop of founders a way to use artificial intelligence to move faster, but with a law firm's guardrails around it.

Cooley Go Lab will have a limited rollout to start. It will be available first to startups in Y Combinator's summer cohort.

Legora's CEO leans against a wall with arms folded over his chest.
Max Junestrand.

Legora

Much has changed for startups since Legora's turn in the famed startup accelerator. Teams can write code and release technology faster with coding agents. They are signing customers and growing revenue earlier, and the hottest companies seem to be raising funding nonstop. But moving faster also means legal work that once came later in a startup's life is being pulled closer to the beginning.

At Y Combinator, partner Gustaf Alströmer is seeing that shift play out in real time. In the last batch, a record 14 startups reached $1 million in annual recurring revenue — the amount of revenue a company expects to collect over a year. Alströmer said giving founders access to tools like Cooley Go Lab could help them keep that pace without creating contract-slop.

The portal includes features that review documents like nondisclosure and contractor agreements and flag issues for founders to consider. The tool also draws on Cooley Go, the firm's central hub of standard startup forms, templates, and guidance.

If you can't beat 'em, join 'em

Law firms like Cooley are facing a new reality. The better the frontier models get at legal work, the more founders and in-house lawyers may decide they can handle situations themselves rather than send them to outside counsel. Anthropic is trying to make that easier with new tools built for contract review and drafting.

Law firms are now figuring out how to stay relevant as more legal work becomes software-enabled. Some are building their own tech. Kirkland & Ellis has tapped Palantir to help it build tools to manage parts of the firm's private funds practice, while Freshfields is working with Anthropic on software that could eventually be sold to other law firms. Harvey, a leader in legal technology, says it's getting into training custom models for law firms.

Taken together, the moves point to a new attitude spreading across Big Law: If clients are going to use artificial intelligence anyway, law firms want to shape how they use it.

Bartus doesn't seem especially concerned about losing business to in-house legal departments. Cooley has been on a hot streak. Profits rose 6.7% to $922 million last fiscal year. The firm also scored a fair use win for Meta in a copyright case involving its model Llama last year, and it advised Jony Ive's hardware startup Io in a $6.5 billion sale to OpenAI.

Bartus is confident that companies will continue to depend on law firms for the important work. Cooley Go Lab, he said, is meant to help founders handle routine legal work more cleanly, not replace lawyers.

Cooley says the tool is not protected by attorney-client privilege, so founders will need to be careful about what they upload because those materials could be turned over in litigation.

"If you want actual legal advice," he said, "you need to talk to a lawyer."

Read the original article on Business Insider

The executive behind M&M's says this is marketing's most overlooked skill

Rankin Carroll speaking to Lara O'Reilly
Rankin Carroll speaking to Lara O'Reilly for Business Insider's CMO Insider Podcast

Business Insider/Charlie Floyd

  • Rankin Carroll emphasizes the enduring value of entertainment in marketing strategies today.
  • Mars shifts focus to personalized, engaging content to better connect with consumers.
  • Snickers' UEFA Euro 2024 campaign showcases Mars' innovative approach to consumer engagement.

After more than two decades at Mars, overseeing iconic brands like M&M's, Skittles, and Twix, the company's chief brand officer, Rankin Carroll, says one of the biggest mistakes marketers make today is forgetting a simple idea: entertainment still matters.

As marketers race to embrace AI, data, personalization, influencers, and new measurement tools, Carroll told Business Insider in an interview for its "CMO Insider" podcast that the industry sometimes loses sight of what consumers are actually looking for.

"I think what's critical to cut through is it's still a game of compelling stories," Carroll said. "People are still looking for content that captures their attention."

Carroll's comments come as Mars undergoes a major transformation in how it markets its brands, shifting toward more personalized advertising powered by data and technology.

Yet Carroll says all of those tools matter only if they help brands create entertainment that consumers actually want to spend time with.

Consumers don't want brands talking at them

Carroll says one of the biggest changes in marketing is the growing expectation that consumers participate in brand experiences rather than simply receive messages.

"We can get caught up in the data, we can get caught up in all the technology side of this, but at the end of the day, it's compelling stories well told in engaging ways that they can participate in," he said.

For Carroll, that is where entertainment comes in. Instead of interrupting consumers with ads, Mars increasingly wants to give them experiences they choose to engage with.

That philosophy has shaped several recent Mars campaigns.

Carroll pointed to a Snickers activation built around the UEFA Euro 2024 soccer tournament.

The campaign partnered with Meta and WhatsApp to let consumers send personalized messages to friends using an AI-powered José Mourinho character. Users entered prompts about mistakes their friends had made, and the system generated custom responses in Mourinho's voice.

Rather than simply promoting Snickers, Mars built the campaign to tap into behavior that it already understood about soccer fandom.

"We know the behavior around the Euros around football is banter," Carroll said. "You want to banter with your mates."

The result was an entertaining experience that consumers could actively participate in and share. "It just exploded," Carroll said.

Mars says personalization works best when it's entertaining

Carroll believes personalization has become an expectation, particularly among younger consumers.

"What we know is that consumers now, especially younger consumers, expect personalization from brands," he said.

But he does not view personalization as simply delivering more targeted advertisements. Instead, Mars is trying to build experiences that allow consumers to participate in the creation of content itself.

The Snickers campaign was one example. Another was the "Twix Harmonizer," a tool that allowed users to send voice notes to friends that would soften bad news through AI-generated audio.

Again, Carroll says the appeal was not the technology itself but rather giving people something entertaining to do.

"You cut through by creating an experience that they can actually participate in," he said.

Why Mars thinks many marketers are overcomplicating things

Carroll says that digital platforms have made it harder for brands to break through. Social media feeds are crowded, algorithms constantly change, and consumers have more content choices than ever.

Still, he says marketers sometimes focus too heavily on data, technology, and optimization while overlooking the importance of creating something people genuinely enjoy.

"I think that's the word that we've slightly forgotten about. Entertainment," Carroll said.

That thinking also influences how Mars approaches culture.

Whether it's Skittles creating unusual campaigns, Snickers building interactive experiences, or M&M's responding to controversy through humor, Carroll says brands need to find ways to participate in culture without losing their identities.

"We can bring something to you," he says of consumers.

For Carroll, that remains the foundation of effective marketing regardless of how technology evolves.

"At the end of the day," he said, "it's compelling stories well told in engaging ways that they can participate in."

Read the original article on Business Insider

I'm 56 and struggling to find a job. I think employers can sense my desperation, but I wish they knew how capable I am.

23 de Junho de 2026, 06:17
Kymm Dracup
Kymm Dracup

Chloe Ellingson for BI

This as-told-to essay is based on a conversation with Kymm Dracup, a 56-year-old based in Toronto. It's been edited for length and clarity.

My daughter says, "Don't worry, Mom, you'll get a job. I've seen your résumé, you're great." I don't think my daughter realizes the effect that my age, 56, has on my confidence and finding work.

I was unemployed for 22 months before landing a temporary consulting job a few months ago. There's no guarantee for a transition to full-time work, and I'm really scared about my future.

I've been rejected countless times, and I recently got evicted from my home. Unfortunately, I think my confidence took a hit, and my desperation for a job is coming through in my interviews.

I never learned why I lost my last job

I was the head of the management team for a group travel company for three years. In 2024, my job was terminated.

I asked for a reason, but I was never given one. In Ontario, you don't legally need to give a reason, so that was it.

It was very tough on my confidence to get let go. I still don't know the reason, but my best guess is that they were bringing in younger people with fresh eyes and innovations to replace me.

It's difficult to prove that age is hindering my job search

Kymm Dracup
Dracup believes she was terminated from her job to make way for younger employees.

Chloe Ellingson for BI

After losing my job, I started applying wherever I could, mostly for travel jobs, and later, any sales job. I received rejection after rejection.

I've been stood up for interviews, received automated rejections, and even had recruiters find excuses to end calls after seeing my face on camera.

Have you ever felt your age was a factor in a job rejection? Scroll down to the comments and share your experience.

It feels obvious to me that age is a factor in why I can't find a job, but the tricky thing is that there's no real way to prove that any of these rejections are due to my age. It hurts, and I don't feel as though recruiters see my value.

Applying to jobs felt different 5 years ago

When I was on the job market five years ago, I don't think AI was being used to sort through résumés.

Additionally, I've never interviewed online before now, and quite frankly, it's a bit intimidating. Therefore, I may not come across as confident, as there is an insecurity factor lending to the video.

I know how to sell myself in person, but I find it difficult, especially at my age, to do so over Zoom. You can be vibrant, brilliant, and all these things, but it's tricky because my generation is so geared to meeting people face to face. That is where we shine.

There are also only so few jobs available. I applied for an entry-level receptionist role for a yoga studio, and they stood me up for my interview. So many people are looking for jobs, and I think older people might not be the first to get hired.

Kymm Dracup
Dracup said she's been stood up for interviews and automatically rejected.

Chloe Ellingson for BI

I think my desperation for a job is making it harder to get one

As a single woman in my 50s, I don't have a partner to financially support me during this time. I feel desperate to find a job, and though I don't want it to come across that way to hiring managers, I think they can feel it.

When I get another rejection, the self-doubt that I'm worthless, too old, and that nobody will hire me comes back up, and the desperation intensifies. It's a vicious cycle. I try to tell myself, "Kymm, pull up your socks. Let's go. Go on to the next interview," but in the back of my mind, the doubt is still there.

Sometimes I'm joining an interview after not leaving the house or speaking to people for days. When I get an interview, I can't just snap my fingers and get out of that dark place.

Kymm Dracup
Job rejections have led to self-doubt and desperation.

Chloe Ellingson for BI

I got evicted from my home and moved in with my daughter

My daughter has offered to let me stay in her home since I now have an income. I'm helping her pay bills while I figure it out.

I think it's very difficult for her to have a parent who is all of a sudden in need. I raised her as a single mom. I was strong, and now I just crumpled to the ground.

I've been in a really dark place, and I know that's not easy for her. What is helping me through this time is turning to God. I have to believe in something.

Kymm Dracup
Dracup remains hopeful that something better will come along.

Chloe Ellingson for BI

I wish I had been more prepared for unemployment in my 50s

Most people coming out of university these days are learning AI and are up to date with modern technology. When you bring in someone my age, it's different because the technology we had in school was pretty archaic.

I had no idea how difficult it would be to navigate the job market. I wish I were more prepared for all of the "no"s because it can be really hard on your self-esteem.

I wish that life experience were viewed as a more valuable asset in the workplace. It's been very hard to get out of that dark mindset when I keep receiving rejections. My advice is to find a way to believe in something better for yourself.

Sometimes belief is all you have, so you've got to hold onto it.

Are you navigating a career change in your 50s? Contact this reporter at tmartinelli@businessinsider.com to share your story.

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The great AI fork: China pushes for AI commons at Summer Davos

23 de Junho de 2026, 06:16

Editor's note: Lin G. is a CGTN economic commentator. The views expressed in this article are the author's own and do not necessarily reflect those of CGTN.

Floral decorations adorn the main venue of the Summer Davos Forum, Dalian International Conference Center, Liaoning Province, China, June 22, 2026. /VCG

As the World Economic Forum's 17th Annual Meeting of the New Champions — better known as Summer Davos — gets underway in China's Dalian, a fundamental choice confronts global leaders: one that will determine whether artificial intelligence becomes humanity's great equalizer or its most formidable divider.

The timing could not be more urgent. Artificial intelligence is reshaping industries and societies at exponential velocity. Yet paradoxically, our global technology landscape grows more fractured. Inside the United States alone, rival AI giants compete fiercely, each fortifying proprietary fortresses with closed-source models and exclusive data pipelines. Extend this logic globally, and the nightmare scenario writes itself: a world carved into incompatible technological silos, where developing economies are permanently consigned to digital dependency, forced to rent intelligence from the few gatekeepers who built the walls.

Against this backdrop, the 2026 Summer Davos Forum held in China has embraced "Innovating at Scale" as its defining theme. And the question hovering over every panel, every corridor conversation, every multilateral meeting among leaders and professionals from nearly 100 countries, is this: Can we scale innovation without surrendering equity or excluding the majority?

There is, in fact, a path forward — but it demands we confront the most uncomfortable question that technology leaders prefer to avoid: Who captures the dividends of AI, and to whom should they flow?

Participants photograph a robot at the 137th China Import and Export Fair, Guangdong Province, China, April 15, 2025. /VCG

Two philosophies, two futures

Let us be clear-eyed about the alternatives. The closed-source trajectory championed by dominant American AI firms is, from a narrow capital-return perspective, eminently rational. Proprietary models generate scarcity. Scarcity commands premium pricing. Premium pricing maximizes shareholder value. The logic is impeccable—if one accepts that technology exists primarily to enrich its creators.

China has largely chosen a different route. Not out of altruistic naivety, but from a strategic conviction that artificial intelligence, given its transformative potential, functions less like conventional software and more like a public utility — a foundational layer upon which entire economies and societies will be built.

The Chinese approach centers on open-source ecosystems: foundational models, core architectures, and development frameworks made freely available to any nation, institution, or individual willing to contribute. It enables an agricultural researcher in Africa to fine-tune a model for local crop conditions, a community health worker in Southeast Asia to adapt diagnostic tools for rural clinics, and an educator in South America to build language-appropriate learning assistants — all without seeking permission from any corporate headquarters.

Critics will object that this approach naively ignores competitive realities, that it surrenders first-mover advantage to adversaries who will happily exploit openness while building their own defenses. But this objection fundamentally misunderstands the nature of the goods in question. Artificial intelligence is not a zero-sum game where my gain requires your loss. Its value compounds with participation; a model trained on diverse global data, refined by distributed expertise, and deployed across varied contexts becomes more robust, more adaptable, and ultimately more valuable for everyone.

This is what scalable innovation truly means: not scaling a single company's market share, but scaling participation itself.

Consider the alternative scenario. If every major economy embraced closed, proprietary development, artificial intelligence would rapidly devolve into a patchwork of incompatible kingdoms. Developing nations, lacking both capital and the installed engineering base to compete, would find themselves locked into vendor relationships that extract perpetual rents while offering limited sovereignty over their own digital futures.

A man shakes hands with a humanoid robot from Unitree Robotics during the Global Developer Conference, organized by the Shanghai AI Industry Association, in Shanghai, China, February 21, 2025. /VCG

Capability without limits, values that bind

Here, a distinction must be drawn with clarity: We should never allow human capability to constrain the upper bounds of AI performance. But human values must constitute the boundaries within which AI operates.

We can pursue maximum technical achievement while simultaneously insisting that the fruits of that achievement be distributed with justice. This is precisely where the divergence between closed-source capitalism and open-source commons becomes most evident.

Yet even the most generous open-source architecture, left to its own devices, will not automatically produce equitable outcomes. The governance superstructure must evolve in parallel.

Who decides what constitutes acceptable AI use? How do we prevent data colonialism—the extraction of valuable local knowledge without fair return? How do we ensure that the Global South participates not merely as consumers of AI products but as co-creators of AI infrastructure? These are not questions that code alone can answer. They require multilateral dialogue, shared rule-making, and global mechanisms that give developing economies genuine agency.

The Summer Davos Forum in Dalian, convening representatives from over 90 countries and regions, represents precisely the kind of platform where such conversations can advance. There is no shortage of technical capability among Chinese AI enterprises and institutions; what distinguishes their posture is an openness to partnership that transcends mere commercial calculation. The message from Dalian is unmistakable: Come, collaborate, co-build. This commons has room for all.

A humanoid robot hand and an AI chip. /VCG

The moment of choice

We stand at a fork in the technological road. One path leads toward fragmentation, rent-seeking, and the replication of global inequality in digital form. The other path—scalable, open, governed by human values while pushing technical boundaries—leads toward a future where AI serves as humanity's common inheritance.

China's open-source commitment is not a concession; it is an investment in a future where innovation scales not by erecting walls, but by tearing them down.

The code is open. The invitation stands.

Elon Musk told Trump he was freaking out over the US's chip vulnerability in Taiwan: new book

23 de Junho de 2026, 06:14
Tesla CEO Elon Musk listens as US President Donald Trump speaks to reporters in the Oval Office of the White House.
Musk was a close advisor to President Trump in the first few months of 2025.

Kevin Dietsch/Getty Images

  • Elon Musk sounded the alarm about Taiwan's vulnerability to a Chinese invasion, per a new book.
  • He told Trump and tech CEOs that the US was "headed for disaster" in the event of a Chinese invasion.
  • Musk was in a meeting where the CEOs discussed the possibility of bringing chipmaking to US shores.

Elon Musk expressed grave concern about Taiwan's dominance in the chip market — and the possibility of a Chinese invasion — in a tech CEO meeting at the White House last year, according to a book published on Tuesday about President Donald Trump's second term.

The book, "Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump," by The New York Times' Maggie Haberman and Jonathan Swan, reported that the SpaceX owner had met with Trump and the CEOs of firms such as Dell, Qualcomm, and Intel on March 10, 2025.

Haberman and Swan wrote that Musk told the gathering in the Roosevelt Room that he was "shitting bricks about our vulnerability to China."

But Musk had grown increasingly alarmed in recent years, especially over the threat of a Chinese invasion of Taiwan, which would jeopardize the supply of high-end chips that Musk's companies depended on.

And now, with these CEOs as his audience, Musk was frantically sounding the alarm about the fact that an island country roughly the size of Maryland, floating eighty-one miles off mainland China, produced around 70 percent of all the semiconductors on earth and 90 percent of the most advanced chips. He was lecturing a gathering more familiar with this problem than perhaps any other group of people in the world. But Musk kept banging away.

"If we don't start building chips outside the zone of confrontation," he said, "we are headed for disaster." He reiterated the point: "Somebody's got to build the damn fabs [fabrication plants] outside the battle zone!"

According to the book, Trump said China's leader, Xi Jinping, had given assurances that Beijing would not launch an invasion of Taiwan while the former sat in the White House.

But Haberman and Swan reported that Trump added a caveat: "Could be lying. Taiwan is the apple of Xi's eye, just like Ukraine was for Putin."

The group of CEOs, alongside Trump and Commerce Secretary Howard Lutnick, then discussed how the US might claw back some of the world's semiconductor supply chain and shift factories from Asia to American soil.

"The United States will only have thirty percent of TSMC's capacity in 2029. If China invades Taiwan, the entire economy crashes," Musk said, per the book.

In May, Musk and other American tech CEOs, including Nvidia's Jensen Huang and Apple's Tim Cook, accompanied Trump on an official visit to China.

Musk was widely regarded as a figure who could help stabilize Beijing and Washington's economic ties.

Tesla operates a major factory, Gigafactory 3, in Shanghai that employs roughly 20,000 workers. The American automaker enjoys the rare arrangement of wholly owning the factory without needing a joint venture with a Chinese firm.

The White House and Musk did not immediately respond to requests for comment sent outside regular business hours by Business Insider.

"Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump" is available for purchase on Amazon.

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Satya Nadella, da Microsoft: Não podemos deixar que os gigantes da IA ‘engulam’ a economia

23 de Junho de 2026, 06:12

Satya Nadella ajudou a impulsionar o boom da IA. Agora, ele tem uma mensagem dura para as empresas que lideram essa corrida.

O CEO da Microsoft está se juntando a um esforço crescente para enfrentar os gigantes da inteligência artificial OpenAI e Anthropic, descrevendo em entrevista sua visão para a próxima fase do boom da IA — que envolve modelos mais baratos, mais controle para usuários e uma estratégia política capaz de conquistar a confiança do público.

Nadella fez uma crítica contundente sobre como a corrida pela supremacia em IA tomou forma, com um pequeno grupo de empresas capturando o valor de uma tecnologia transformadora, enquanto fazem previsões alarmistas sobre riscos de segurança e perda de empregos, insistindo que precisam de recursos massivos para expansão ilimitada.

“Você não pode dizer: ‘todos os empregos de colarinho branco vão desaparecer e isso pode até ser uma arma, e vamos usar todo o poder para construir data centers’”, disse Nadella ao The Wall Street Journal. Segundo ele, o público não toleraria apenas algumas empresas e modelos “fazendo todo o aprendizado do mundo”.

Embora não tenha citado diretamente OpenAI, Anthropic ou o Google da Alphabet — as três empresas que desenvolvem os modelos proprietários mais avançados — ele deixou claro que a Microsoft quer direcionar a corrida da IA para longe de um futuro dominado pelos criadores dos modelos de fronteira.

Em poucas semanas, a Microsoft lançou uma série de modelos de baixo custo para reduzir os preços para clientes pressionados pelo aumento das contas de IA. A empresa também lançou o Copilot Cowork, um “agente” autônomo de IA que permite aos usuários escolher diferentes modelos — incluindo opções mais baratas — para tarefas de longa duração.

A Microsoft estuda hospedar uma versão da DeepSeek, uma fornecedora chinesa de IA de baixo custo que OpenAI e Anthropic acusam de “destilar” (ou copiar) seus modelos mais avançados. Essa medida poderia aumentar significativamente o uso do modelo chinês, potencialmente em detrimento da OpenAI e da Anthropic, que enfrentam a perspectiva de uma guerra prolongada de preços.

A movimentação é significativa para Nadella, que há muito tempo atua como uma espécie de estadista na corrida trilionária da IA, agora se alinhando a um esforço para deslocar a competição do desenvolvimento de modelos cada vez mais avançados.

OpenAI

A Microsoft é uma das parceiras mais antigas da OpenAI e já investiu bilhões na empresa. Após anos de tensões, as duas companhias firmaram recentemente um acordo que permitiu à OpenAI ampliar suas parcerias com outras big techs. A Microsoft também fechou um acordo multibilionário com a Anthropic no ano passado.

Nadella afirmou que há espaço para todas as empresas prosperarem e que surgirão novas companhias de grande sucesso. Um porta-voz da Microsoft disse que a empresa continuará fortalecendo parcerias com OpenAI e Anthropic e que a visão de Nadella não é um jogo de soma zero.

O CEO da Anthropic, Dario Amodei, tem feito alertas frequentes sobre possíveis perdas de empregos causadas pela IA, incluindo a previsão de que metade dos empregos de entrada pode desaparecer até 2029. O CEO da OpenAI, Sam Altman, também já projetou impactos relevantes no emprego, embora recentemente tenha dito estar “satisfeito” por ter errado algumas previsões.

A OpenAI publicou propostas de políticas para tentar mitigar os impactos da IA. Ambos os líderes também alertam para riscos de segurança, e a Anthropic se envolveu em atritos com a Casa Branca sobre possíveis ameaças de novos modelos avançados.

A Microsoft ficou atrás de seus concorrentes no desenvolvimento de modelos próprios. Na segunda metade de 2025, assinantes do Copilot passaram a preferir alternativas como o Gemini, do Google, segundo a consultoria Recon Analytics.

Sem um modelo de fronteira competitivo, a Microsoft decidiu usar seu poder financeiro para entrar na disputa de transformar modelos em commodities.

Nadella apresentou sua visão em um artigo publicado em 14 de junho, no qual descreve como serão as empresas “AI-first”.

O novo modelo de implantação de IA será mais democratizado, com benefícios amplamente distribuídos e menor dependência de poucos modelos dominantes, afirmou na entrevista.

Ele criticou executivos que tratam a IA apenas como ferramenta de redução de custos via demissões. “Não, e se a gente pensar em reorganizar os empregos?”, disse. Para ele, as empresas precisam combinar “capital de tokens” (capacidade de IA) e capital humano.

Nadella descreveu a IA como um motor de conhecimento que ajuda empresas a usar melhor seus funcionários e seus dados, combinando modelos com diferentes preços e capacidades. Esses modelos seriam “todos subindo a mesma montanha dentro de uma máquina que você controla”.

Na visão dele, o caráter das empresas será definido pelo “conhecimento tácito” que carregam — humano e artificial. No futuro, empresas serão sistemas de aprendizado contínuo de inteligência humana e IA. Proteger propriedade intelectual será essencial para evitar a comoditização.

Corrigir os problemas da corrida da IA exigirá mais do que narrativa, disse ele.

“Não basta narrativa, porque neste ponto precisamos agir”, afirmou Nadella. “Agora temos de fazer o trabalho duro de conquistar a permissão da sociedade.”

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Are you a consultant? Tell us how much you're spending on AI these days.

A consultant in an orange blazer uses a laptop while holding a clipboard at a desk.
Many companies, and the consulting firms advising them, are reevaluating how much the spend on AI.

Getty Images; BI

  • The age of freewheeling AI spending may be coming to an end.
  • Consulting firms are rethinking how much they, and their clients, spend on AI.
  • Tell us how spending at your consulting firm has changed.

Companies are learning that there's such a thing as spending too much on AI.

As the cost of AI tools grows, executives are recalibrating. Amazon recently removed its employee-made leaderboard for tracking AI token usage because it encouraged excessive spending. Walmart, which developed a vibe-coding tool for employees, recently set limits on the use of tokens. Uber COO Andrew MacDonald said it's hard to justify the money his company is spending on AI.

Cisco Chief Product Officer Jeetu Patel also pushed back on the cost of tokens. He said at an event recently that the price is "far higher than the actual value these tokens are generating at scale."

For the consulting industry, the rise of AI was a near-existential threat. At first glance, chatbots can do a lot of the work of consultants, particularly those early in their careers. Most firms moved quickly to attract clients who needed help integrating the technology into their own companies. And they quickly adopted it themselves.

KPMG, for example, has built a dashboard to track how often employees in its US advisory division use AI tools, part of a broader effort to move from basic adoption to more sophisticated use. McKinsey plans to go further. CEO Bob Sternfels said in January that the firm uses roughly 25,000 AI agents alongside its 40,000 human employees, and hopes one or more agents will eventually support every employee.

The surge in spending, however, has raised a question: Are companies investing in AI strategically or simply spending to avoid being left behind? It's something consulting firms are working to answer for both their clients and themselves.

Tell us how AI spending has changed at your consulting firm:

For now, the answer appears to be: keep spending, but more strategically.

In a recent report on corporate AI investment, Boston Consulting Group found that companies expect to more than double their AI spending in 2026, from roughly 0.8% of revenue to about 1.7%. For large enterprises, that shift represents billions of dollars flowing into AI strategies that remain, in many cases, experimental and difficult to measure.

Russell Fradin, CEO and cofounder of Larridin, a platform that helps companies — including major consulting firms — measure the returns on AI usage, said the spending trend will continue.

"We haven't seen anyone talking about spending less in AI next year," Fradin told Business Insider. "They're just talking about instrumenting to understand where it goes."

Companies, Fradin said, are coming to the consensus that they "can't 10x spend every year forever."

Read the original article on Business Insider

XAUUSD – Continuação Baixista Abaixo de uma Resistência Chave

23 de Junho de 2026, 06:07

XAUUSD – Continuação Baixista Abaixo de uma Resistência Chave

Gold OANDA:XAUUSD

O ouro permanece sob pressão baixista no gráfico de 4 horas após uma forte rejeição na zona de resistência de 4382. Após a tentativa fracassada de sustentar preços mais elevados, os vendedores retomaram o controle do mercado, impulsionando o preço para baixo e formando uma sequência de topos e fundos descendentes.

Recentemente, o preço testou a área de resistência em 4222, mas não conseguiu romper acima desse nível, reforçando essa zona como uma barreira importante para os compradores. A rejeição subsequente sugere que o momentum baixista continua predominante enquanto o preço permanecer abaixo da resistência.

No curto prazo, o XAUUSD está consolidando em torno de 4097 após a última queda. Uma continuação abaixo da faixa atual pode expor a próxima zona de suporte relevante próxima de 4025. Por outro lado, uma recuperação acima de 4222 seria necessária para enfraquecer a atual estrutura baixista e sinalizar uma possível mudança de momentum.

Níveis-Chave
🔹 Resistência 1: 4222
🔹 Resistência 2: 4383
🔹 Suporte: 4025

Cenário de Mercado

• O viés baixista permanece válido enquanto o preço estiver abaixo de 4222.
• Um movimento em direção a 4025 poderá se desenvolver se os vendedores mantiverem o controle.
• Um rompimento acima de 4222 poderá abrir espaço para uma recuperação mais ampla em direção a níveis de resistência superiores.

Esta análise baseia-se exclusivamente na ação atual dos preços e na estrutura do mercado. Os mercados são dinâmicos, portanto os traders devem aguardar confirmações adicionais antes de tomar decisões de negociação.

Eve, da Embraer, aposta em solidez do eVTOL mesmo com desaceleração da demanda

23 de Junho de 2026, 06:00

Nos últimos anos, o veículo elétrico de pouso e decolagem vertical (eVTOL, na sigla em inglês) ganhou forte tração em meio ao movimento de descarbonização global. Mais recentemente, contudo, o quadro de demanda do produto, que também ficou conhecido como “carro voador”, mudou.

Na EVE (EVEX), uma das expoentes do segmento, hoje a companhia trabalha com uma projeção de demanda global de até 30 mil aeronaves em 20 anos, em 800 cidades do mundo, segundo o diretor de relações com investidores, Lucio Aldworth. Anteriormente, as estimativas do setor chegavam a superar 50 mil unidades para o período.

“À medida que conversamos com clientes, refinamos as nossas expectativas, porque percebemos como a demanda vai se acomodar”, disse o executivo em conversa com a Bloomberg Línea no evento Equity Conference, do Citi Brasil, promovido na semana passada em São Paulo.

Para poder operar comercialmente, qualquer aeronave nova do mercado precisa de uma certificação, pelo órgão regulador, demonstrando que o veículo atende aos padrões de segurança e desempenho vigentes. Qualquer atraso pode impactar diretamente a viabilidade financeira e competitiva da empresa em questão.

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Inicialmente, a EVE, controlada pela Embraer (EMBJ3), tinha uma projeção de obter a certificação em 2026, mas esse prazo foi adiado para 2027 e, agora, está previsto para 2028.

“Quanto mais evoluímos no processo de certificação e design, mais aprendemos sobre o que falta para chegarmos aonde é necessário. Naturalmente, o produto veio evoluindo, portanto houve readequação para acomodar requisitos e novas descobertas que fizemos ao longo do processo”, destacou.

Leia também: ‘Os carros elétricos são um caminho sem volta’, diz CEO da Porsche no Brasil

Aldworth observou que aeronaves totalmente novas não são lançadas há décadas na aviação civil. “Agora, estamos lançando algo completamente novo, é um desafio. Mas vamos aprender fazendo.”

Segundo a última apresentação a investidores da companhia, a Eve possui 27 clientes em nove países, com uma carteira aproximada de cerca de 2.700 pré-pedidos.

Por enquanto, o protótipo do eVTOL da brasileira só realizou voo não tripulado.

Uma vez certificado, a produção do veículo será em Taubaté, no interior de São Paulo, e a capacidade estimada inicial é de 60 unidades por ano na fase 1, podendo atingir 480 na fase 4.

Absorção no mercado

Aldworth relata que cerca de 40% dos pedidos da Eve são de companhias aéreas (segmento de “asa fixa”); quase 30% são de operadores do ramo de helicópteros e, em torno de 20%, de empresas de leasing de aeronaves.

“As empresas de helicópteros devem ser as primeiras a adotar [o eVTOL], porque elas já têm as rotas. Basicamente, seria tirar um e colocar o outro no lugar, fazendo os mesmos trajetos. É o mais natural.” Ele acredita que a próxima fase de adoção deve acontecer no segmento de asa fixa.

Segundo o diretor de vendas da Líder Aviação, Anderson Markiewicz, a migração do helicóptero para o eVTOL será natural.

“Em um primeiro momento, o helicóptero terá um melhor desempenho [de mercado] pelo seu alcance. Mas o custo operacional da hora de voo do eVTOL será mais barato do que o convencional a combustão, que tem um custo muito alto de manutenção”, disse em painel promovido pelo Citi.

A Líder firmou uma parceria com a norte-americana Beta Technologies para representar exclusivamente no Brasil as suas aeronaves elétricas. O acordo prevê compra e opções de compra.

“Certamente vamos capturar um mercado que, hoje, não é atendido pelos helicópteros. Mas não vai ser um transporte de massa”, avalia Markiewicz sobre o eVTOL.

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Iguá prioriza concessões atuais e vê oportunidade para dobrar receitas, diz CEO

Protótipo do eVTOL da brasileira: expectativa de certificação em 2028. (Foto: Empresa/Divulgação)

Move Brasil põe montadoras numa corrida de R$ 30 bilhões pelos motoristas de aplicativo

23 de Junho de 2026, 06:00

O Move Brasil, programa federal para conceder até R$ 30 bilhões para taxistas e motoristas de aplicativo financiarem carros novos, começou na última sexta (19). E é vantajoso para montadoras com estoques altos nos pátios e portos – já que oferece uma chance de desova imediata.

O grosso desse estoque é de carros importados: 329 mil. Segundo a Anfavea, esse volume equivale a cerca de 150 dias de vendas dos modelos trazidos de fora. Três quartos aí vieram da China (240 mil).

O estoque total, incluindo os carros fabricados no país, chegou a 498 mil autoveículos em maio, 55 mil a mais que em abril. Enquanto os nacionais recuaram de 173 mil para 169 mil unidades, os importados saltaram de 270 mil para 329 mil.

O programa oferece juros inferiores aos de mercado, prazo de até seis anos e a possibilidade de financiar integralmente carros de até R$ 150 mil. Ele foi criado para renovar a frota usada no transporte de passageiros, mas também abre uma nova fonte de demanda para montadoras e concessionárias – e num momento em que as fabricantes chinesas tentam reduzir estoques formados antes das próximas altas do imposto de importação, marcadas para 1º de julho.

Esse estoque não foi montado por causa do Move Brasil. As importações já vinham acelerando: de janeiro a maio, foram emplacados 108,4 mil veículos vindos da China, 86,6% a mais que no mesmo período de 2025. O conjunto dos importados, para comparar, cresceu 17,4%.

O Dolphin no centro da disputa

O BYD Dolphin ajuda a mostrar como essas forças se encontram. O elétrico e seu irmão menor, o Dolphin Mini, estão na lista de modelos financiáveis, custam menos que o teto de R$ 150 mil e atraem profissionais que rodam muitos quilômetros, para os quais o gasto com energia pesa na decisão.

A intensidade de uso ajuda a explicar esse interesse. Um motorista de aplicativo pode rodar 6,5 mil quilômetros em um único mês. Numa simulação com a gasolina a R$ 6,50 e um carro que faça 10 km/l, isso dá R$ 4 mil em combustível.

Num 100% elétrico, o gasto com energia não chega a R$ 1 mil por mês. Ou seja: economia mensal de R$ 3 mil.

Em maio, o Dolphin Mini liderou novamente os emplacamentos no varejo brasileiro, com 6.478 unidades – é o carro mais vendido do país em 2026 nessa categoria. O terceiro colocado foi outro 100% elétrico, o concorrente chinês Geely EX2, recém chegado, com 4.250 e o Dolphin ficou em quarto, com 4.163.

Segundo a BYD, o Dolphin GS acumula mais de 51 mil unidades desde o lançamento, enquanto o Dolphin Mini supera 86 mil.

A montadora informou nesta segunda-feira (22) ter alcançado 300 mil veículos vendidos no Brasil. Foram necessários 34 meses para chegar aos primeiros 100 mil, mais 11 meses para atingir 200 mil e apenas seis meses para vender os 100 mil seguintes. Entre janeiro e maio de 2026, a empresa emplacou 77.447 veículos, quase o dobro de um ano antes, e chegou a 10,11% das vendas de automóveis em maio.

Parte dessa expansão ainda é abastecida por carros prontos importados da China – caso do Dolphin. Outra parte vem de conjuntos semimontados, conhecidos como SKD e CKD, que recebem acabamento em Camaçari, na Bahia – caso do Dolphin Mini. É esse modelo de transição que está no centro de uma disputa entre a BYD e as fabricantes já instaladas no país.

A disputa tributária ocorre em duas frentes. Os eletrificados importados prontos terão a alíquota elevada a 35% em julho. Para os kits SKD e CKD, o cronograma prevê a chegada aos 35% em janeiro de 2027. A BYD tenta reabrir por seis meses cotas de importação com alíquota zero para esses kits, benefício que vigorou até janeiro deste ano.

A BYD argumenta que uma transição mais longa ajudaria a preservar preços enquanto amplia a produção em Camaçari. Anfavea, Sindipeças e outras fabricantes defendem a recomposição das tarifas como forma de estimular mais etapas produtivas e compras de fornecedores brasileiros.

Nesta terça-feira (23), a disputa chega ao Gecex, comitê da Câmara de Comércio Exterior responsável por decidir mudanças tarifárias. À Folha, a Anfavea ameaçou judicializar a questão caso o governo renove o benefício que favorece a BYD.

A Anfavea também separa essa disputa do Move Brasil para carros leves: segundo apurou o InvestNews, a associação não participou da criação da linha para taxistas e aplicativos. A entidade esteve no desenho do braço destinado a caminhões e ônibus, segmentos em retração.

Nos primeiros cinco meses do ano, os emplacamentos de caminhões caíram 15,1% e os de ônibus, 16,3%; a produção de caminhões recuou 16,7%. Os automóveis seguiram em outra direção: as vendas cresceram 21,5%, para 874,2 mil unidades, e a produção avançou 9,9%. Em maio, elétricos e híbridos respondiam por 19,5% dos emplacamentos de veículos leves.

A linha para motoristas acrescenta, portanto, crédito favorecido a um mercado que já vinha crescendo.

Como funciona o Move Brasil

Podem solicitar o financiamento motoristas de aplicativo com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e um mínimo de 100 viagens na mesma plataforma, além de taxistas e cooperativas. O carro precisa ser zero-quilômetro, custar até R$ 150 mil e constar da lista do Ministério do Desenvolvimento, que inclui modelos flex, híbridos e elétricos.

Pelas regras atuais, os financiamentos precisam ser contratados até 15 de setembro de 2026, prazo ligado à vigência da medida provisória que criou a linha. O programa pode ser encerrado antes caso os recursos disponíveis se esgotem.

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As montadoras precisam estar habilitadas no Mover, oferecer assistência técnica e conceder desconto mínimo de 5% sobre o preço sugerido. A regra não exige que cada unidade tenha sido produzida no Brasil, o que permite financiar carros importados ou semimontados.

O crédito pode cobrir até 100% do veículo, com pagamento em até 72 meses (seis anos) e carência de seis meses. A taxa final é limitada a 12,6% ao ano – contra 27% da média dos financiamentos normais.

Os R$ 30 bilhões são o teto da linha, não uma previsão de desembolso. Um cálculo do Itaú BBA indica que o montante seria suficiente para financiar cerca de 250 mil carros, próximo das 264,7 mil unidades leves emplacadas no país em maio.

A diferença entre o potencial e o resultado será definida pelos bancos. O BNDES administra os recursos, mas as instituições credenciadas continuam responsáveis por analisar renda, dívidas, histórico de pagamento e garantias. O motorista pode cumprir os requisitos do governo e ter o crédito recusado.

Quem mais entra nessa conta

O programa pode alterar o mercado de locação. O JP Morgan calcula que o serviço de aluguel para motoristas de aplicativo da Localiza, o Zarp, represente 7% da frota total da companhia. Parte desses clientes pode comparar a mensalidade do aluguel com a prestação subsidiada do Move Brasil e acabar optando pela compra do próprio veículo.

Na compra, o motorista forma patrimônio, mas assume seguro, manutenção, impostos, pneus e desvalorização. No aluguel, parte desses custos fica concentrada na mensalidade e o carro pode ser devolvido ou substituído.

O prazo de até seis anos também expõe o motorista às mudanças nas regras das plataformas. A Uber atualizará em janeiro de 2027 os modelos aceitos nas categorias Comfort e Black, que pagam corridas mais caras. O Dolphin, por exemplo, só poderá ser cadastrado na Black até o fim de 2026 e permanecerá elegível só até dezembro de 2027. Argo, Polo e Peugeot 208 deixarão a Comfort, independentemente do ano de fabricação. Isso significa que um carro comprado com a expectativa de operar numa categoria mais rentável pode perder essa condição antes do fim do financiamento.

Os primeiros resultados mostrarão quantos profissionais foram aprovados pelos bancos, quais modelos concentraram a procura e quanto dos R$ 30 bilhões foi contratado. A divisão entre veículos nacionais, importados e semimontados indicará também quanto da nova demanda chegou à produção local.

Em nota ao InvestNews, a BYD defendeu o Move Brasil como “como uma importante iniciativa para apoiar profissionais que utilizam o automóvel como ferramenta de trabalho e que buscam renovar seus veículos com mais tecnologia, economia e sustentabilidade.”

Confira os modelos habilitados no Move Brasil:

MontadoraMarcaModelo
BYDBYDDolphin
BYDBYDDolphin Mini
General MotorsChevroletMontana
General MotorsChevroletOnix
General MotorsChevroletOnix Plus
General MotorsChevroletSonic
General MotorsChevroletSpark EUV
General MotorsChevroletSpin
General MotorsChevroletTracker
GWMGWMOra 03
HondaHondaCity Hatchback
HondaHondaCity Sedan
HondaHondaHR-V
HondaHondaWR-V
HyundaiHyundaiCreta
HyundaiHyundaiHB20
HyundaiHyundaiHB20S
NissanNissanKait
NissanNissanKicks
NissanNissanVersa
RenaultGeelyEX2
RenaultRenaultDuster
RenaultRenaultKardian
RenaultRenaultKwid
StellantisCitroënAircross
StellantisCitroënBasalt
StellantisCitroënC3
StellantisFiatArgo
StellantisFiatCronos
StellantisFiatFastback
StellantisFiatMobi
StellantisFiatPulse
StellantisJeepCompass
StellantisJeepRenegade
StellantisPeugeot208
StellantisPeugeot2008
ToyotaToyotaYaris Cross
VolkswagenVolkswagenNivus
VolkswagenVolkswagenPolo
VolkswagenVolkswagenSaveiro
VolkswagenVolkswagenT-Cross
VolkswagenVolkswagenTera
VolkswagenVolkswagenVirtus

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Por Que a QS Disparou se a História Nunca Foi Sobre Carros?

23 de Junho de 2026, 05:59

Por Que a QS Disparou se a História Nunca Foi Sobre Carros?

A QuantumScape (QS) assinou recentemente um acordo de pesquisa conjunta plurianual com a Honda para aprimorar a fabricação de baterias de estado sólido. O anúncio impulsionou as ações em 16,5% em uma única sessão, coroando um ganho de 87,4% ao longo de doze meses. A Honda se junta ao principal parceiro de escala da QS, a unidade de baterias da Volkswagen, PowerCo, que está trabalhando para comercializar a célula QSE-5 da empresa. No início de 2026, a QS inaugurou sua instalação piloto automatizada Eagle Line, o modelo de fabricação para a produção de gigawatts-hora. A empresa agora mantém relacionamentos com quatro das dez maiores montadoras do mundo.

A tese mais profunda é geopolítica. A China refina mais de 75% dos materiais globais de íons de lítio e controla mais de 90% do grafite esférico, o material do ânodo nas células convencionais. A QS contorna esse gargalo inteiramente com uma arquitetura livre de ânodo que reveste metal de lítio puro in situ e requer zero grafite. O núcleo técnico é um separador de cerâmica sólida produzido através do novo processo Cobra, que oferece uma melhoria de 25 vezes na velocidade do tratamento térmico. A célula QSE-5 carrega de 10% a 80% em 12,2 minutos e funcionou ao vivo em uma motocicleta de corrida Ducati no IAA Mobility em setembro de 2025.

Crucialmente, a QS busca um modelo de licenciamento leve em capital em vez de construir suas próprias fábricas. A PowerCo pode fabricar até 80 GWh anualmente sob uma licença não exclusiva que inclui pré-pagamentos de royalties e entradas baseadas em marcos. A empresa relatou US$ 904,7 milhões em liquidez total no primeiro trimestre de 2026. Seu CEO então pivotou em direção aos operadores de data centers de IA, um mercado de alto valor que absorve preços premium de baterias e produziu o primeiro faturamento de clientes da QS de US$ 11 milhões.

Essa mudança reformula a alta. O mercado recompensou a QS não por vender baterias de carros, mas por um caminho de receita de curto prazo por meio da infraestrutura de IA, além de um fosso defensivo de mais de 300 patentes que já bloqueiam rivais como Toyota e Samsung. A questão em aberto é o risco de execução: a expansão dos servidores pode sobrecarregar os recursos ou atrasar os longos ciclos de validação automotiva que continuam sendo o maior prêmio da empresa.

SPX500 H4: Vendedores Defendem a Zona de Resistência

23 de Junho de 2026, 01:11

SPX500 H4: Vendedores Defendem a Zona de Resistência

S&P 500 Index Cash FX:SPX500

O SPX500 no gráfico H4 está a mostrar sinais claros de desaceleração após uma forte recuperação a partir da zona de Liquidity Sweep em torno de 7,260. Após essa captura de liquidez, o preço subiu, mas agora entrou na Resistance Zone na área de 7,540 – 7,580, onde a pressão de venda já havia aparecido anteriormente. Ao mesmo tempo, o preço não consegue manter o forte ímpeto de alta do período anterior, indicando que a força compradora está a enfraquecer à medida que se aproxima da resistência.

Em termos de estrutura técnica, o gráfico ainda mantém o cenário de recuperação a partir da Demand Zone de 7,360 – 7,400, mas o movimento de alta atual parece mais um retest na zona de oferta do que a continuação de uma tendência de alta sustentável. A rejeição do preço perto da Previous High (máxima anterior) e a subsequente inversão na Resistance Zone mostram que os vendedores ainda estão a defender muito bem as posições mais altas. Se a pressão de venda persistir, o SPX500 poderá recuar para testar novamente a zona de procura inferior.

Entry Focus (Foco de Entrada):
Prioridade para SELL se o preço continuar a ser rejeitado na zona de 7,540 – 7,580. O alvo mais próximo é a zona de 7,360 – 7,400.

Invalidation (Invalidação):
O cenário de queda perderá a validade se o preço fechar uma vela de H4 claramente acima da zona de 7,580. Nesse caso, os compradores poderão expandir o movimento de alta novamente.

Este artigo serve apenas como referência. Opere sempre de forma autónoma com base na sua própria análise.

Vamos construir juntos uma comunidade de trading forte!

Análise do Ouro – 23 de junho

22 de Junho de 2026, 23:02

Análise do Ouro – 23 de junho

Gold CAPITALCOM:XAUUSD

No gráfico diário, o preço do ouro está, no geral, em consolidação baixa após uma queda. Todas as médias móveis estão inclinadas para baixo, a tendência principal segue fraca. A atual alta é apenas uma leve correção após a baixa; o mercado ainda não reverteu o movimento para alta consistente.
O nível de 4220 é a linha divisória crucial no gráfico diário. Somente se o preço se consolidar firmemente acima desse valor, o espaço para recuperação se ampliará. Caso contrário, após cada alta, o preço voltará a sofrer pressão baixista.

A resistência superior de curto prazo fica entre 4200 e 4220, e mais acima temos a resistência em 4250.No lado da baixa, o suporte de curto prazo está na zona 4160-4170, enquanto o suporte forte está em 4140-4120. Se essa faixa for rompida de forma efetiva, a tendência baixista seguirá.

AZZA3: oportunidade?

22 de Junho de 2026, 22:16

AZZA3: oportunidade?

Azzas 2154 SA BMFBOVESPA_DLY:AZZA3

📊 AZZA3: oportunidade?

Após uma forte correção nos últimos anos, AZZA3 volta a chamar atenção ao negociar próxima de uma importante região de suporte e desconto.
🔹 Cotação atual: R$ 18,85 🔹 Região de Discount ativa 🔹 RSI mostrando recuperação após sobrevenda 🔹 Movimento recente sugere perda de força da pressão vendedora

No gráfico semanal, o ativo permanece em tendência de baixa, mas começa a apresentar sinais de estabilização. O ponto que chama atenção é a relação risco-retorno: a região atual oferece um risco relativamente limitado diante de um potencial de recuperação significativo.
O desafio continua sendo a confirmação da reversão. Enquanto o papel não romper resistências importantes e a linha de tendência de baixa, a operação permanece especulativa.

📈 Uma retomada da faixa dos R$ 37–40 representaria valorização superior a 100% sobre os níveis atuais.

Por enquanto, o mercado parece estar em um momento decisivo: continuação da tendência de baixa ou construção de um fundo relevante para os próximos meses.

OPORTUNIDADE EM OBSERVAÇÃO: BPAC11

22 de Junho de 2026, 21:46

OPORTUNIDADE EM OBSERVAÇÃO: BPAC11

🚨 OPORTUNIDADE EM OBSERVAÇÃO: BPAC11

BPAC11 está negociando próximo da sua região de desconto, após uma correção de aproximadamente 27% em relação ao topo recente.

📊 O que chama atenção:✅ Empresa de alta qualidade.✅ Correção expressiva.✅ RSI mostrando reação após sobrevenda.✅ Região de suporte importante entre R$ 49 e R$ 52.✅

⚠️ Atenção: a tendência principal ainda não virou para alta. O ativo continua em processo de recuperação e ainda não confirmou uma reversão completa.

Minha leitura:Não é uma compra por euforia. É uma compra baseada em assimetria.

Risco:📉 Perda da região de suporte atual.

Potencial:📈 Retorno próximo de 27% até a região dos R$ 66.

Lembre-se: não é recomendação de compra. É apenas uma análise de risco x retorno de uma empresa de qualidade negociando próxima de uma zona de desconto.

Oracle admite que IA substituiu funcionários e cortou 21 mil empregos em um ano

22 de Junho de 2026, 20:11

A Oracle reduziu seu quadro global em 21 mil funcionários nos últimos 12 meses, em uma magnitude maior do que havia sido reportado anteriormente, e admitiu em documento regulatório que a adoção de inteligência artificial eliminou parte dessas funções.

“A adoção e implementação de tecnologias de IA em nossas operações resultou, e pode continuar a resultar, em reduções da nossa força de trabalho”, afirmou a companhia em filing anual ao regulador americano divulgado nesta segunda-feira (22). 

É uma das primeiras vezes que uma gigante de tecnologia faz admissão tão direta a investidores sobre a substituição de empregos por IA. O quadro global encolheu de 162 mil para 141 mil funcionários no encerramento do ano fiscal em 31 de maio, queda de 13% em 12 meses.

Os cortes geraram cerca de US$ 1,8 bilhão em custos de reestruturação, contra US$ 374 milhões no exercício anterior. Dos 141 mil funcionários atuais, 49 mil estão nos Estados Unidos e 92 mil em outros países.

A escala foi tamanha que o quadro hoje é menor do que era antes da aquisição da Cerner, especialista em prontuários eletrônicos médicos, comprada em 2022 por US$ 28 bilhões. A compra havia adicionado milhares de funcionários, muitos concentrados próximo à sede da Cerner, na região de Kansas City.

Corrida pela IA

A Oracle está sob pressão financeira justamente por causa do investimento bilionário em data centers de IA para clientes como a OpenAI. A companhia tem assinado contratos massivos no segmento, incluindo recentemente um com a Meta, em uma corrida por capacidade computacional que vem moldando os balanços das gigantes de tecnologia.

Para sustentar o capex em infraestrutura de IA, a Oracle cortou custos em outras pontas. E uma das pontas é o próprio quadro de funcionários, em parte substituído pela tecnologia que a companhia ajuda a hospedar. Segundo estimativas do TD Cowen reportadas em março, os cortes podem liberar entre US$ 8 bilhões e US$ 10 bilhões em fluxo de caixa anual.

A história começou a se desenhar publicamente em 5 de março, quando a Bloomberg reportou que a Oracle planejava demissões em milhares de cargos em várias divisões, com algumas voltadas especificamente a funções que a companhia considera substituíveis por IA. 

Em 31 de março, funcionários da Oracle nos Estados Unidos, Índia, Canadá e México receberam e-mails de demissão pela manhã, sem aviso prévio dos gestores diretos.

A Oracle se junta a uma onda crescente de cortes na indústria de tecnologia. Segundo o site Layoffs.fyi, 196 empresas do setor demitiram mais de 119,8 mil pessoas em 2026 até agora. 

A Oracle não respondeu aos pedidos de comentário.

©2026 Bloomberg L.P.

MRV vende dois complexos no Texas por US$ 139 milhões e reduz dívida de subsidiária

22 de Junho de 2026, 19:52

A MRV anunciou nesta segunda-feira (22) a venda de dois empreendimentos da subsidiária americana Resia. Os complexos Ten Oaks e Rayzor Ranch, ambos no Texas, foram negociados por US$ 139 milhões (R$ 716 milhões). A liquidação está prevista para julho e há um depósito não recuperável de US$ 12 milhões garantindo o negócio.

Os dois ativos estavam registrados no balanço por US$ 188 milhões e saíram por menos. A operação embute uma perda contábil de 26% sobre o valor patrimonial. O Ten Oaks foi o pior caso: avaliado em US$ 122 milhões, vendido por US$ 86 milhões, perda de 30%, com ocupação de apenas 73%. O Rayzor Ranch, com 93% de ocupação, saiu com 20% de desconto.

A MRV atribui a perda ao cenário de juros altos nos Estados Unidos e ao fato de os projetos não estarem estabilizados, com aluguéis e ocupação abaixo do potencial. Em troca, diz antecipar os benefícios da desalavancagem. A transação reduz em 7,5% a dívida líquida consolidada, ou US$ 87 milhões, e corta US$ 46 milhões em minority interest – a participação de não controladores nos projetos.

Em março, a Resia havia vendido o complexo Tributary, na Geórgia, por US$ 73 milhões, um ativo descrito como totalmente estabilizado e de ocupação madura. Foi a maior operação individual do plano de desinvestimento.

Como mostrou o InvestNews, no ano passado a Resia teve prejuízo de US$ 243 milhões e acumulou US$ 695 milhões em dívida. Mercados como Dallas, Houston e Atlanta enfrentaram excesso de oferta, que comprimiu aluguéis e atrasou a estabilização dos projetos.

Com a venda de hoje, a MRV chegou a US$ 380 milhões em ativos vendidos desde o anúncio do plano de reestruturação, em dezembro de 2024. A meta é chegar a US$ 800 milhões em desinvestimentos até o final deste ano.

Em concessão histórica, EUA permitem que Irã venda petróleo em dólar

22 de Junho de 2026, 19:16

O governo dos Estados Unidos suspendeu temporariamente as sanções que impediam o Irã de vender petróleo em dólar, em um movimento que reverte uma das peças centrais da estratégia americana de pressão sobre o regime iraniano nas últimas décadas.

Isso significa que, pela primeira vez em quase 40 anos, refinarias americanas terão a opção legal de comprar petróleo bruto do Irã. A decisão veio acompanhada do anúncio, pelo vice-presidente JD Vance, de que o Irã teria concordado em receber de volta os inspetores nucleares da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

O Departamento do Tesouro americano emitiu nesta segunda-feira (22) um waiver com validade de 60 dias, autorizando a venda de petróleo iraniano em dólar enquanto avançam as negociações para reabrir o Estreito de Ormuz, lidar com o programa nuclear iraniano e discutir alívios adicionais de sanções.

A liberação se aplica a transações em dólar, incluindo para compradores americanos. Por anos, o Irã foi obrigado a usar uma rede oculta de petroleiros sob sanções para vender seu petróleo, majoritariamente para refinarias chinesas. 

Agora, bancos iranianos podem receber pagamentos diretamente do exterior, o que permite ao regime repatriar suas receitas de petróleo com mais facilidade. A medida vai além do waiver temporário emitido pelo Tesouro em março, que permitiu ao Irã vender o petróleo já embarcado mas mantinha as restrições sobre transações em dólar.

O alívio histórico

A liberação representa “uma ruptura fundamental com a arquitetura de sanções ao Irã construída pelo Congresso ao longo das últimas duas décadas”, segundo Miad Maleki, ex-funcionário sênior do Tesouro americano que hoje trabalha na Foundation for Defense of Democracies. 

O waiver também isenta entidades iranianas, incluindo o Banco Central do país, das sanções voltadas a atividades de terrorismo, não apenas das relacionadas ao programa nuclear.

As relações entre Estados Unidos e Irã estão tensionadas desde a crise dos reféns de 1979, quando 52 cidadãos americanos foram mantidos reféns na embaixada dos EUA em Teerã. Em 1995, o presidente Bill Clinton determinou o embargo total ao petróleo iraniano. 

Os volumes que tinham chegado a 850 mil barris por dia em 1977 caíram a zero poucos meses depois da ascensão do aiatolá Ruhollah Khomeini ao poder. Chevron e Marathon Petroleum estavam entre as últimas refinarias americanas a importarem petróleo iraniano, em 1991.

Operadores europeus já procuraram comprar petróleo iraniano após o anúncio, segundo Hamid Hosseini, porta-voz da União de Exportadores de Petróleo de Teerã. Mas, segundo Hosseini, nenhuma empresa americana entrou em contato até agora.

Normalização

A trégua interina alcançada na semana passada inclui a reabertura do Estreito de Ormuz, ponto crítico por onde flui até 20% do petróleo mundial. 

O tráfego marítimo na região aparentou acelerar ao longo do fim de semana, contrariando o anúncio iraniano de que teria fechado o estreito novamente. Mesmo assim, o número de navios passando diariamente ainda é fração do nível pré-guerra.

Em maio, o governo americano impôs um bloqueio aos portos iranianos, asfixiando a economia do regime, dependente das exportações. Com o acordo, o bloqueio foi retirado, e a venda de petróleo foi autorizada.

Em meio a juros de 14,25%, maior fundo imobiliário do País quer captar até R$ 1,25 bilhão

22 de Junho de 2026, 19:05
fundo imobiliário taxação

O maior fundo imobiliário de recebíveis do País acaba de dar mais um passo bilionário. O Maxi Renda teve sua 12ª emissão de cotas aprovada, em uma operação que pode movimentar até R$ 1,25 bilhão – a captação inicial é de R$ 1 bilhão, com lote adicional de 25%. A decisão ocorre em um momento […]

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Para alimentar a Microsoft na corrida da IA, Chevron entra na geração de energia

22 de Junho de 2026, 17:52

A Chevron assinou um contrato de 20 anos para fornecer eletricidade à Microsoft, em um movimento que marca a entrada definitiva da petroleira americana no mercado de geração de energia, em resposta à demanda explosiva por capacidade computacional dos gigantes de inteligência artificial.

O contrato prevê o fornecimento de energia para o Project Kilby, um campus de data center que a Microsoft planeja construir perto da cidade de Pecos, no Oeste do Texas.

A planta deve começar a gerar energia em 2028 e atingir 2,67 gigawatts ao longo do tempo, o suficiente para abastecer mais de 530 mil residências. O custo do projeto não foi divulgado, mas a TD Securities estima o investimento em cerca de US$ 9 bilhões.

A operação é desenvolvida em conjunto com a Engine No. 1, gestora americana de investimentos focada em transição energética, que tem a opção de adquirir 50% do projeto via sua subsidiária Joulent. Sete turbinas a gás da GE Vernova vão alimentar a planta. A decisão final de investimento será tomada ainda este ano.

“Este é um diferencial competitivo para nós”, disse Jeff Gustavson, presidente da divisão de novas energias da Chevron, em entrevista ao Financial Times. “De todos os projetos de data center anunciados nos Estados Unidos, quase nenhum atingiu o marco que alcançamos hoje, nem em escala ampla, nem dentro do nosso grupo de pares.”

Disputa com a Exxon

A Chevron disputa com a rival ExxonMobil a entrada no mercado de geração de energia off-grid (fora da rede pública), aproveitando a abundante produção de gás natural na Bacia do Permiano, no Oeste do Texas, principal região produtora de petróleo dos Estados Unidos. 

A NextEra Energy, distribuidora elétrica baseada na Flórida, anunciou no ano passado parceria com a ExxonMobil para desenvolver usinas térmicas a gás voltadas a seus clientes, entre eles o Google.

A aposta da Chevron se posiciona em meio à corrida bilionária dos gigantes de tecnologia, como Microsoft, Amazon e Alphabet, para ampliar a capacidade de seus data centers. 

A Microsoft, segundo a Bloomberg, pretende dobrar sua infraestrutura de data center nos próximos dois anos para acompanhar a expansão em IA, em um momento em que recua de seu compromisso de operar com 100% de energia renovável até 2030.

O excesso de gás

O modelo de negócio da Chevron se apoia em uma anomalia do mercado americano: há tanto gás natural no Permiano que falta capacidade de escoamento por gasodutos. 

O gás é subproduto da produção de petróleo, e em meses recentes o Waha Hub, principal referência de preço do gás da região, registrou cotações negativas, sinal de que produtores chegam a pagar para retirar o excedente do sistema.

“Esta é uma das marcas do projeto: trazer demanda para a bacia e evitar que esse cenário se repita”, afirmou Gustavson ao FT. A planta deve operar isolada da rede pública, sem afetar as tarifas locais. 

“Os consumidores estão preocupados com o crescimento da demanda elétrica e já sentem o efeito disso. Projetamos especificamente esta operação, nessa parte do país, para evitar qualquer um desses problemas.”

Arun Jayaram, analista do JPMorgan Chase, escreveu em relatório que a operação dá à Chevron “um fluxo de caixa não correlacionado à commodity subjacente, oferecendo diversificação valiosa”. É justamente esse o ângulo estratégico: criar uma fonte de receita previsível, de 20 anos, que não dependa das oscilações do preço do petróleo.

Capital da IA

O Texas hoje concentra 33 gigawatts em projetos de data center planejados, a maior fatia do país, segundo a BloombergNEF, à frente até da Virgínia (que ainda lidera em obras em execução). 

Os Estados Unidos devem dobrar sua capacidade total de data centers para 77 gigawatts até 2030, projeção que vem pressionando a rede elétrica e elevando o custo de energia para consumidores residenciais, com reação política crescente em diversos estados.

Para Gustavson, o projeto inicial não terá energia renovável, mas a Chevron estuda incorporar geração solar no futuro. “Haverá outros desenvolvimentos nesta área e em outras partes do país, e uma coisa que vamos continuar olhando é se conseguimos encaixar algumas dessas tecnologias de baixo carbono nessas operações”, disse ao FT.

“Liderança na era da IA será determinada por quem entrega energia e capacidade computacional de forma mais rápida, mais confiável e ao menor custo”, afirmou Chris James, fundador da Engine No. 1, em comunicado.

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