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Nathan Fielder unveiled the trailer for 'You Can See Everything.' Here's what to know about the Elizabeth Holmes doc.

23 de Setembro de 2026, 16:33
A still from Nathan Fielder's documentary about Elizabeth Holmes, "You Can See Everything."
Nathan Fielder and Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."

A24

  • "You Can See Everything" is a new documentary about Theranos founder Elizabeth Holmes.
  • Holmes invited a camera crew to document her life in the weeks leading up to her 2023 imprisonment.
  • The movie is led by co-director Nathan Fielder, who lived with Holmes and her family during filming.

The first official trailer for Nathan Fielder and Lance Oppenheim's genre-bending Elizabeth Holmes documentary "You Can See Everything" has arrived, and it promises an intimate look at one of Silicon Valley's most notorious felons.

The documentary follows Holmes, the once-celebrated founder of Theranos, a now-defunct blood-testing startup, who was accused of building the company on false promises and nonexistent technology. While Holmes has admitted that she made mistakes, she denied any criminal wrongdoing. Following a lengthy trial, Holmes was found guilty in 2022 on four counts of fraud and conspiracy.

As we see in the documentary's trailer, which adopts the tone of a mind-bending mystery-thriller, Holmes has continued to maintain her innocence. But Fielder and Oppenheim are clearly skeptical.

Fielder serves as a kind of host, interviewer, and narrator as he moves in with Holmes and her family in the weeks before she reported to prison to serve an 11-year-sentence in May 2023.

In the trailer, Fielder bluntly asks Holmes how she ended up as a convicted felon if she did nothing wrong. She replies, "I wish I knew, you know? I don't know. I don't feel like I understand that."

Later, she tells Fielder, "I don't have anything to hide."

Here's everything to know about "You Can See Everything."

The documentary was filmed in secret

Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."
Elizabeth Holmes in "You Can See Everything."

A24

Holmes reported to federal prison on May 30, 2023, to begin serving her 11-year sentence. (Her prison time has since been shortened by roughly two years.)

"You Can See Everything" was kept under wraps for over three years until it had its surprise premiere at the Telluride Film Festival in early September. A short teaser arrived online that same day.

Critics who attended the screening have described "You Can See Everything" as disarming, surreal, and fascinating. Holmes and her partner, Billy Evans, are depicted as "willing, if wildly offbeat subjects," according to Deadline's Pete Hammond.

Kyle Buchanan, the former awards columnist at The New York Times, said that Evans comes across as a "wild narcissist" and the "unlikely star of this film."

The 'You Can See Everything' trailer offers more insight into Holmes and Evans' dynamic

Billy Evans, Elizabeth Holmes, and Nathan Fielder in "You Can See Everything."
Billy Evans, Elizabeth Holmes, and Nathan Fielder in "You Can See Everything."

A24

Holmes and Evans welcomed a baby boy named William in 2021 while Holmes was awaiting trial for her charges. The birth of their second child was revealed in a 2023 court filing, as Holmes' legal team sought to delay her incarceration.

In one scene, Evans tells Fielder that he fell in love with Holmes almost immediately, during their first conversation.

Fielder pushes back, asking when Evans learned the truth about Theranos and whether he's concerned about Holmes' track record.

"Weren't you worried that she was, sort of, scamming you?" Fielder asks.

"100%, but what did she have to gain from me?" Evans replies.

"Well, isn't your family rich?" Fielder counters.

Evans is the heir to Evans Hotels, a hospitality company founded by his grandparents that runs three luxury hotels in San Diego. He currently works as a biotech executive at the blood testing startup Haemanthus, according to his LinkedIn.

"I think that there's, like, a lot of different levels of wealth," Evans tells Fielder in the trailer. In another clip, Evans says that he doesn't believe Holmes has ever lied to him.

Holmes and her ex-boyfriend and co-defendant, Sunny Balwani, were ordered to pay $452 million in restitution to victims of their Theranos fraud in 2023 in addition to their prison sentences.

"You Can See Everything" arrives in theaters on October 16.

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Quantos brasileiros usam o TikTok? Número coloca Brasil próximo ao topo do ranking mundial

23 de Setembro de 2026, 16:33

RESUMO | O TikTok reúne entre 91 milhões e 134 milhões de usuários no Brasil, a depender da métrica, e o país ocupa o terceiro lugar no ranking mundial da rede, atrás de Indonésia e Estados Unidos. Entenda por que as contagens divergem, quem usa o app, qual o peso dele nas compras e o que um criador brasileiro precisa para receber dinheiro da plataforma.

Leia mais em: https://exame.com/tecnologia/quantos-brasileiros-usam-o-tiktok-numero-coloca-brasil-proximo-ao-topo-do-ranking-mundial/

Empresas do Simples estão na reta final de escolha da reforma tributária — e o mercado pode punir

23 de Setembro de 2026, 16:31

Empresas do Simples Nacional terão até 30 de setembro para escolher como vão recolher IBS e CBS a partir de 2027. A decisão entre permanecer no modelo tradicional ou adotar o Simples híbrido pode afetar a capacidade de gerar créditos tributários, a relação com clientes e fornecedores e a gestão financeira das pequenas e médias empresas.

Leia mais em: https://exame.com/economia/empresas-do-simples-estao-na-reta-final-de-escolha-da-reforma-tributaria-e-o-mercado-pode-punir/

Quem é Enzo Monteiro? Atacante boliviano está de volta ao Santos

23 de Setembro de 2026, 16:28

RESUMO | O atacante boliviano Enzo Monteiro rescindiu antecipadamente seu contrato de empréstimo com o Chungbuk Cheongju, da Coreia do Sul, e está de volta ao Santos, com quem tem vínculo válido até o final de 2027.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/quem-e-enzo-monteiro-atacante-boliviano-esta-de-volta-ao-santos/

O que o CEO da Petland viu na economia prateada

23 de Setembro de 2026, 16:20
economia prateada

Doze anos após trazer para o Brasil a rede americana de pet shops Petland, e consolidar-se como a terceira maior companhia do setor, o empresário Rodrigo Albuquerque enxergou uma oportunidade de entrada em outro negócio promissor: a economia prateada. Em paralelo ao universo de varejo e prestação de serviços voltados a animais de estimação, ele […]

O post O que o CEO da Petland viu na economia prateada apareceu primeiro em NeoFeed.

STF iguala licença-maternidade de mães biológicas e adotantes; entenda o que muda

23 de Setembro de 2026, 16:20

RESUMO | O STF decidiu, por unanimidade, equiparar as regras de licença-maternidade para mães biológicas e adotantes. A licença passa a ser de 120 dias, prorrogáveis por mais 60, sem distinção entre os tipos de maternidade. A decisão vale a partir desta quarta-feira, 23, inclusive para licenças que já estejam em curso.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/stf-iguala-licenca-maternidade-de-maes-biologicas-e-adotantes-entenda-o-que-muda/

AtlasIntel: Flávio Bolsonaro lidera no Rio Grande do Sul com vantagem de 5,4 pontos

23 de Setembro de 2026, 16:15

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RS) lidera a corrida para a Presidência da República entre o eleitorado do Rio Grande do Sul, segundo a nova rodada da pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quarta-feira, 23. No primeiro turno estimulado, o candidato marca 41,6% das intenções de voto.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/atlasintel-flavio-bolsonaro-lidera-no-rio-grande-do-sul-com-vantagem-de-54-pontos/

Cratera de 390 milhões de anos é descoberta por acaso em mapa de satélite

23 de Setembro de 2026, 16:02

Uma busca por um lugar para acampar levou à identificação de uma cratera de impacto de 390 milhões de anos no Canadá. A descoberta começou quando um astrônomo amador percebeu uma formação circular incomum em imagens de satélite de uma região remota de Quebec.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/cratera-de-390-milhoes-de-anos-e-descoberta-por-acaso-em-mapa-de-satelite/

'Grandes ideias morrem no excesso de aprovação': o dilema das marcas na era da comunidade

23 de Setembro de 2026, 16:02

Durante anos, marcas buscaram ampliar audiência, acumular seguidores e disputar espaço no fluxo infinito das redes sociais. Mas, para líderes reunidos no Semana Caldeira, em Porto Alegre, o desafio atual é outro: construir relações mais profundas com grupos que compartilham interesses, valores e comportamentos.

Leia mais em: https://exame.com/negocios/grandes-ideias-morrem-no-excesso-de-aprovacao-o-dilema-das-marcas-na-era-da-comunidade/

De 'time da América' ao mais rico do mundo: conheça o Dallas Cowboys, que vai jogar no Rio

23 de Setembro de 2026, 15:59

RESUMO | O Dallas Cowboys é uma das franquias mais tradicionais, populares e valiosas da National Football League (NFL), com uma história marcada por dinastias vitoriosas, recordes de público e uma legião de torcedores ao redor do planeta.

Leia mais em: https://exame.com/esporte/de-time-da-america-ao-mais-rico-do-mundo-conheca-o-dallas-cowboys-que-vai-jogar-no-rio/

Escrever para lembrar: com a Montblanc, Saint Paul convida alumnis a trocarem a tela pela caneta

23 de Setembro de 2026, 15:55

Na noite de 21 de setembro, um grupo de alumnis da Saint Paul Escola de Negócios deixou o celular de lado por duas horas. No lugar dele, papel e caneta.

Leia mais em: https://exame.com/carreira/escrever-para-lembrar-com-a-montblanc-saint-paul-convida-alumnis-a-trocarem-a-tela-pela-caneta/

I used Muse, Instinct, and Grok Bot to plan my European vacation. Meta's AI agent was my favorite.

23 de Setembro de 2026, 15:54
Jay Eskenazi, who used Meta's Muse to help plan is European trip, is pictured.
Jay Eskenazi is traveling through France and Spain with the help of Meta's Muse.

Jay Eskenazi

  • Jay Eskenazi planned the itinerary for his trip to Europe with Claude and the Grok Bot.
  • Once he landed, Eskenazi said he realized Meta's Muse was the most helpful for travel planning.
  • "These are the things that a very seasoned travel agent from 30 years ago would've done for you," he said.

This as-told-to essay is based on a conversation with Jay Eskenazi. He lives in Los Angeles and worked in user experience for 19 years. It's been edited for length and clarity.

I'm in Paris, and I'm going to Barcelona tomorrow. The trip is three weeks.

I came here for the first time last year, and it was my first long trip by myself. Last year, planning it was very stressful, and I did a ton of research.

This year was the same thing, where I had these very long notes. At this point, everyone knows that you can go to any AI tool and say: "Hey, I'm going to City X, give me an itinerary for seven days."

I had this epiphany a few weeks ago, where I realized I had all these note files, bulleted stuff, and coffee shops to go to.

If someone gave you a list of five coffee shops and they were in five different cities, as someone who's not familiar with the terrain, you wouldn't necessarily know how to structure that in the course of the day. Which coffee shop goes with which museum?

So, instead of doing an itinerary, I was like: "Here's my notes. Put them together in an organized way for me. Structure them in a logical sequence."

I hadn't used Claude in a while, so I tried that a little. I use Grok a lot, and I just upgraded because I wanted to play with the Grok Bot. So, I made this really fancy itinerary. I kept iterating it. It did a really good job. Then I got here and was like, "It's not as good."

I'm naturally curious, so I tried out Muse. I think I must've gotten Muse two days before I left.

I was looking at this itinerary a couple of days ago and was like, "I don't like what it says tomorrow." So I opened Muse and asked for an afternoon itinerary. It spat out all of this stuff. I was like: "Oh! There's some new stuff in here."

These are really common scenarios. Maybe there are five museums you want to go to. It takes a lot of work: this museum's closed on Tuesday, this one's closed on Monday, and this one's free next Friday. The AI tools can structure that in a way that you would do if you had a thousand hours.

It's a small thing, but when you apply that to a thousand decision points, it does a really nice job of putting those things together.

Jay Eskenazi's Muse AI agent is pictured.
Jay Eskenazi said that Muse does what a "very seasoned travel agent from 30 years ago would've done for you."

Jay Eskenazi

If you're like: "Hey, I want to go get coffee, then I need something to do before I get lunch, then I want to go to the museum this afternoon." Most of the other AI tools will just give you the list. Then you're like, how do I get from place to place to place?

Muse would actually put it on a map with dots. I clicked a button, and it put it in Google Maps. I had this experience this weekend. None of the other tools did that.

I'm going to Barcelona tomorrow, and I'll get there in the evening. One of the reasons I picked it was because there's an annual festival. I timed it so I can be there for the core of the activities. But the main activities weren't published, even last week, because they're on some website in Spanish that didn't have the fully fleshed-out program.

In the hourlong Uber to Versailles, I was like, "What's the structure for Thursday?" It's able to pull that. It's got: this opens in the morning, this is free, this is mid-day, this is in the evening.

I don't know if ChatGPT would have it. Maybe it would, but it doesn't seem to output it in the same way. Also, I gave it access to my email, so it knows I'm leaving tomorrow. It has an idea tab that said, "I can map the opening night before you get there." It's proactive.

Jay Eskenazi's Muse agent is pictured.
Muse proactively offered to plan Jay Eskenazi's first night in Barcelona.

Jay Eskenazi

The other thing: I was indecisive about my plans over the last couple of days. What Muse was doing was checking the times to see what ticket availability looked like. It's doing this proactive thing for you, where it tracks it, because options are shrinking.

As a non-developer, I set up OpenClaw in February. That took a lot of time. I had a developer friend help me for hours. Then I had all these AWS bills I didn't understand. I'm asking it to give me a recipe; I don't know how many tokens that's going to cost. I ended up having to shut it down.

Muse is like OpenClaw for normies. If you're not a tech person, these things are useful because they do what an assistant would. Anyone could set this up.

It comes back to when I worked at Expedia. These are the things that a very seasoned travel agent from 30 years ago would've done for you. That would be a very expensive vacation for that level of service.

I also just got access to Instinct yesterday, because I was on the waitlist. I'm very curious, but you can't see exactly what it's doing. It had good ideas and gave me an itinerary, but it had to put them in a Google Doc. I was also confused because I don't remember what I told it, and it made personalized recommendations. I was like: "Wait, how did it know this?"

Muse just seems easier. It's very fast, and it feels more responsive.

Read the original article on Business Insider

The 16 industries that have made America's richest people, from tech to trucking

23 de Setembro de 2026, 15:52
The composite portrait shows Elon Musk, Rupert Murdoch, and Diane Hendricks in formal attire at separate events.
Elon Musk, Rupert Murdoch, and Diane Hendricks are the richest people in America in their respective industries.

Johannes Neudecker/picture alliance via Getty Images; Emma McIntyre/WireImage; PATRICK T. FALLON/AFP via Getty Images

  • Finance and tech have minted the most billionaires in the US.
  • However, less obvious industries have also led to some of the US's biggest fortunes.
  • The common denominator of massive wealth is being a founder (or, of course, an heir).

Finance and technology usually spring to mind when thinking of the world's most lucrative industries.

And that's for good reason. They have been the source of wealth for nearly half of America's 400 richest people, as ranked and categorized by Forbes.

However, billion-dollar fortunes have been made in other sectors, too, ranging from trucking to pest control.

Business Insider has compiled data from the 2026 Forbes 400 list, which is an estimated snapshot of the 400 richest people in America as of September 4.

Forbes estimated each member's net worth using a variety of sources, including interviews, asset valuations, and deductions for debt, charitable contributions, and fund donations.

The following ranking is based on the 16 industries into which Forbes categorized each individual. Business Insider calculated how many individuals went into each category to find which industries have minted the most of America's richest people. It also compiled the richest person within each industry.

Some of the members featured an "& family" tag, which means wealth held by a founder or heir's immediate family. The totals, therefore, count Forbes entries, not necessarily individual people.

Here are the industries that featured the most on the Forbes 400 list, from most to least prevalent.

1. Finance & investments — 108 members
Warren Buffett, Chairman and CEO of Berkshire Hathaway, makes his way to a morning session at the Allen & Company Sun Valley Conference on July 13, 2023 in Sun Valley, Idaho.

Kevin Dietsch/Getty Images

Richest: Warren Buffett — $144 billion

The finance and investments industry has been the biggest maker of fortunes. Most of the wealthiest individuals in this category are founders of hedge funds, mortgage lenders, VC, and investment firms.

Some are heirs to founders, such as the grandchildren of Fidelity founder Edward Johnson II.

2. Technology — 91 members
Elon Musk in China.
Elon Musk will retain tons of control over the new public company.

Johannes Neudecker/picture alliance via Getty Images

Richest: Elon Musk — $908 billion

Technology has been a massive maker of fortunes; the nine richest in this category are wealthier than Warren Buffett.

Many are founders of big-name tech companies, as well as software and computer hardware firms. The AI boom has brought several newcomers to the list, including OpenAI cofounder and president Greg Brockman.

3. Food & beverage — 35 members
Three attendees in formal evening wear pose on a ballroom dance floor during a gala.

Aurora Rose/Patrick McMullan via Getty Images

Richest: (Tie) Jacqueline and John Mars — $50.3 billion

From Chick-fil-A to Tito's Vodka, there are plenty of household-name brands in this category.

Others made their fortunes in the non-consumer parts of the food and beverage industry. These include J. Christopher Reyes and Jude Reyes, who cochair the food and beverage distribution firm Reyes Holdings, or Harry Stine, who made his fortune licensing soybean and corn genetics.

4. Fashion & retail — 26 members
White-haired person wearing glasses and a blazer stands on a football field with a Denver Broncos lapel pin.

Ethan Miller/Getty Images

Richest: Rob Walton & family — $132 billion

Like food and beverage, household names dominate the fashion & retail category. Walmart alone is listed as the source of wealth of eight people in this industry.

Other sources of retail wealth are less obvious. Jimmy and Bill Haslam's fortunes largely derive from the truck stop chain Pilot Flying J, which their father founded.

5. Energy — 23 members
Five formally dressed people stand smiling in a bright hallway beside a teal wall.
Lyndal Stephens Greth

Angela Piazza/The Dallas Morning News via Getty Images

Richest: Lyndal Stephens Greth & family — $30 billion

Oil tycoons and their families make up the bulk of this list. And it's not just those with stakes or roles in companies involved in production, but also pipelines and refineries.

6. Real estate — 18 members
Stephen Ross stands before a TIME100 Sports backdrop with Target, Toyota and J.P.Morgan logos.
Stephen Ross

Taylor Hill/WireImage

Richest: Stephen Ross — $21.5 billion

America's wealthiest real-estate magnates built their fortunes through all kinds of properties. Jeff Greene, for example, made billions investing in credit default swaps tied to subprime mortgage-backed securities before the financial crisis.

With an estimated net worth of $7 billion and much of his wealth tied to real estate, President Donald Trump is also included in this category.

7. Media & entertainment — 17 members
Rupert Murdoch poses in formalwear with another attendee before a Breakthrough Prize backdrop.
Rupert Murdoch and his wife, Elena Zhukova.

Emma McIntyre/WireImage

Richest: Rupert Murdoch & family — $25 billion

Legacy media, such as cable and satellite television, continue to dominate this category. However, some billionaires built their fortunes through other kinds of media, including Gabe Newell, who cofounded video game developer Valve.

Movies have minted others, such as award-winning director Steven Spielberg and "Star Wars" creator George Lucas.

8. Sports — 16 members
Los Angeles Rams owner E. Stanley Kroenke looks on during the game between the Los Angeles Rams and the Philadelphia Eagles on September 21, 2025 at Lincoln Financial Field in Philadelphia, PA.

Andy Lewis/Icon Sportswire via Getty Images

Richest: Stanley Kroenke — $27.6 billion

For many people in the sports category, team ownership is more of a second act, rather than the original source of their wealth.

For example, before they bought teams, Arthur Blank cofounded Home Depot, Stephen Bisciotti made his fortune in talent management, and Arturo Moreno made his money from billboard advertising.

There are some exceptions, such as Michael Jordan, whose basketball career was the origin of his wealth.

9. Healthcare — 15 members
Person wearing a name badge stands outdoors at a blurred gathering with other attendees in the background.
Thomas F. Frist III, son of HCA Healthcare cofounder Thomas F. Frist Jr. and a major shareholder in the company.

Bloomberg/Getty Images

Richest: Thomas Frist, Jr. & family — $33.6 billion

Aside from the category's richest entry, Thomas Frist Jr. and family, whose wealth comes from hospitals, most of the others made or inherited their fortunes in pharmaceuticals, medical devices, and medical equipment.

One, Patrick Soon-Shiong, developed the chemotherapy drug Abraxane.

10. Manufacturing — 15 members
Steven Rales in a checked blazer and blue tie poses against a peach event backdrop.
Steven Rales

Amy Sussman/WireImage

Richest: Steven Rales — $8.7 billion

Manufacturing spans a variety of industries, from packaging materials to defense.

Some big fortunes come from everyday products you might not expect. Cleaning products alone account for four people on the list, all of whom are heirs to SC Johnson, whose products include Windex and Glade.

11. Service — 11 members
Micky Arison in a suit stands at a podium on a stage with a Miami Heat logo behind him.
Micky Arison

Jesse D. Garrabrant/NBAE via Getty Images

Richest: Micky Arison & family — $11.5 billion

Aircraft leasing, cruises, and self-storage are just some examples of services that have turned people into billionaires.

Lucrative service companies aren't necessarily the most glamorous. Gary Rollins, for example, is executive chairman emeritus of pest control firm Rollins, which was founded by his father.

12. Automotive — 8 members
Crowded NYSE trading floor with traders and screens showing Cloudera stock information under large NYSE signage.
Ernest Garcia III (left), cofounder and CEO of Carvana, and his father, Ernest Garcia II, the biggest shareholder.

NYSE

Richest: Ernest Garcia, II — $24.3 billion

In the US, automotive fortunes are less about manufacturing cars and more about selling, servicing, and moving them.

Forbes 400 member Dan Friedkin, for example, owns Gulf States Toyota, while Shahid Khan owns auto parts supplier Flex-N-Gate.

13. Diversified — 8 members
Three attendees pose together in front of a PFC Playing for Change Foundation step-and-repeat backdrop.
Julia Koch (right), and two of her children, Mary Julia Koch and David Koch Jr.

Jared Siskin/Patrick McMullan via Getty Images

Richest: Julia Koch & family — $84.6 billion

Diversified means fortunes that don't neatly come from one industry. Members of the Koch family, which has stakes in the conglomerate Koch, dominate this segment.

14. Logistics — 4 members
Brad Jacobs smiles while speaking at a podium microphone during an event.
Brad Jacobs, CEO and chair of distributor and installer of building products, QXO, Inc

Bloomberg/Getty Images

Richest: Brad Jacobs — $13.3 billion

The businesses that move products through the supply chain are among the most essential to day-to-day life, and can be worth billions.

For example, Johnelle Hunt, who cofounded transportation and logistics firm J.B. Hunt Transport Services, is worth $6.6 billion.

15. Construction & engineering — 3 members
Speaker with an American flag lapel pin addresses a microphone at a blue-lit podium.
Diane Hendricks is the owner and chair of ABC Supply.

PATRICK T. FALLON/AFP via Getty Images

Richest: Diane Hendricks — $23.6 billion

All three members of the Forbes 400 in the construction and engineering industry are self-made billionaires.

Diane Hendricks cofounded building-supply distributor ABC Supply with her late husband, Ken Hendricks. Mike Hollingshead founded concrete maker Smyrna Ready Mix, while Robert Clark founded construction firm Clayco.

16. Gambling & casinos — 2 members
Miriam Adelson, in red attire, addresses the microphones at a podium displaying the Sands logo against a large-screen backdrop.
Miriam Adelson and her family own over half of the casino firm Las Vegas Sands.

Bloomberg/Getty Images

Richest: Miriam Adelson & family — $33.5 billion

With just two members categorized in the Forbes 400, gambling and casinos are the smallest category.

Miriam Adelson's late husband, Sheldon Adelson, was the founder of casino company Las Vegas Sands, while Jon Yarbrough founded casino producer Video Gaming Technologies.

Phil Ruffin, who Forbes categorized as diversified, made his wealth from a mix of casinos and real estate.

Read the original article on Business Insider

AtlasIntel: Zucco tem 41,6% e Juliana Brizola, 36,1%, no 1º turno no Rio Grande do Sul

23 de Setembro de 2026, 15:47

A corrida pelo governo do Rio Grande do Sul está acirrada, segundo a pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta quarta-feira, 23. Em um cenário de primeiro turno, o deputado federal Luciano Zucco (PL) lidera com 41,6% das intenções de voto, seguido pela ex-deputada estadual Juliana Brizola (PDT), que marca 36,1%.

Leia mais em: https://exame.com/brasil/atlasintel-zucco-tem-416-e-juliana-brizola-361-no-1o-turno-no-rio-grande-do-sul/

Essas são as profissões em IA com vagas sobrando e salários em alta

23 de Setembro de 2026, 15:26

O mercado corporativo vive um momento de transição acelerada na contratação de profissionais de tecnologia. A busca por automação e análise avançada de dados criou um cenário com alta demanda por talentos e escassez de candidatos qualificados.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/essas-sao-as-profissoes-em-ia-com-vagas-sobrando-e-salarios-em-alta/

ChatGPT de voz virou assistente? IA ganha funções de agente para agir no seu lugar

23 de Setembro de 2026, 15:23

A empresa de inteligência artificial OpenAI liberou nesta quarta-feira, 23, as capacidades de agente do ChatGPT no modo de voz, na web e no celular, para todos os usuários. O recurso permite executar por comandos falados tarefas como criar documentos, pesquisar na internet e preparar rascunhos de e-mail, com funções que variam conforme o plano.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/chatgpt-de-voz-ganha-superpoderes-de-agente-para-executar-tarefas-a-pedido-do-usuario/

57% dos americanos defendem cooperação e diálogo com a China, aponta pesquisa

23 de Setembro de 2026, 15:21

O apoio dos americanos à cooperação e ao diálogo com a China chegou a 57%, mantendo uma tendência de crescimento observada desde 2024. O resultado faz parte de uma pesquisa do Chicago Council on Global Affairs divulgada em 21 de setembro.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/57-dos-americanos-defendem-cooperacao-e-dialogo-com-a-china-aponta-pesquisa/

Setembro Amarelo: Interesse pelo CVV cresce mais de 31.000% na internet no Brasil

23 de Setembro de 2026, 15:18

Durante o Setembro Amarelo, a empresa de tecnologia para publicidade de performance Taboola identificou aumento de 31.037% no interesse por CVV na Open Web nos últimos 45 dias, com 203 mil pageviews. O levantamento também apontou alta nas buscas por saúde mental, psicoterapia, apoio psicológico e redes de acolhimento, além de maior atenção a CAPS e riscos psicossociais.

Leia mais em: https://exame.com/ciencia/setembro-amarelo-interesse-pelo-cvv-cresce-mais-de-31-000-na-internet-no-brasil/

Brasil leva 71 competidores à maior competição de educação profissional do mundo em Xangai

23 de Setembro de 2026, 15:17

Anos de preparação e rotinas de treinamento que chegam a 12 horas por dia levaram 71 brasileiros a Xangai para disputar a WorldSkills 2026, considerada a maior competição internacional de educação profissional do mundo. O torneio reúne jovens de diferentes países em provas práticas de 64 ocupações, entre elas revestimento cerâmico, tecnologia da moda e confeitaria.

Leia mais em: https://exame.com/carreira/brasil-leva-71-competidores-a-maior-competicao-de-educacao-profissional-do-mundo-em-xangai/

ChatGPT Plus ou Claude Pro: qual inteligência artificial escolher para o trabalho

23 de Setembro de 2026, 15:16

A escolha de ferramentas corporativas de inteligência artificial tornou-se parte da rotina de gestores e equipes de alta performance. No segmento de assinaturas individuais e corporativas de entrada, o ChatGPT Plus, desenvolvido pela OpenAI, e o Claude Pro, criado pela Anthropic, representam as duas principais opções do mercado global.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/chatgpt-plus-ou-claude-pro-qual-inteligencia-artificial-escolher-para-o-trabalho/

'Stuart Não Consegue Salvar o Universo': veja quando estreia o episódio final no streaming

23 de Setembro de 2026, 15:13

RESUMO | O décimo e último episódio da primeira temporada de “Stuart Não Consegue Salvar o Universo” estreia nesta semana na HBO Max. No desfecho, Stuart e o grupo retornam à Comic Center para enfrentar o caos multiversal e tomar decisões que definirão o futuro dos personagens. 

Leia mais em: https://exame.com/pop/final-de-stuart-nao-consegue-salvar-o-universo-veja-data-e-horario-de-estreia-no-streaming/

Conselheira precisa entender de IA? O novo repertório exigido nos boards

23 de Setembro de 2026, 15:12

RESUMO | Dois terços dos conselheiros ouvidos pela Deloitte dizem que seus boards têm conhecimento limitado ou nulo em inteligência artificial. Nas empresas da Fortune 100, a menção a experiência em IA no perfil dos conselheiros subiu de 26% para 44% em um ano, segundo a EY. Para executivas que buscam o primeiro assento, dominar governança de IA pode ser o diferencial em um mercado de conselhos mais disputado. 

Leia mais em: https://exame.com/carreira/conselheira-precisa-entender-de-ia-o-novo-repertorio-exigido-nos-boards/

China tem 24 milhões de pontos de recarga para veículos elétricos, quase 40% a mais que em 2025

23 de Setembro de 2026, 15:09

A China chegou a 24,223 milhões de pontos de recarga para veículos elétricos no fim de agosto de 2026, aumento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados foram divulgados pela Agência Nacional de Energia da China em 23 de setembro.

Leia mais em: https://exame.com/tecnologia/china-tem-24-milhoes-de-pontos-de-recarga-para-veiculos-eletricos-quase-40-a-mais-que-em-2025/

Para 85% das empresas, capacitação em inteligência artificial é prioridade executiva

23 de Setembro de 2026, 15:07

A exigência por habilidades tecnológicas no ecossistema corporativo atingiu um patamar inédito. Dados do relatório Future of Jobs Report, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, indicam que 85% das empresas globais identificam o aprendizado de novas tecnologias como vetor central da transformação operacional até 2030.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/para-85-das-empresas-capacitacao-em-inteligencia-artificial-e-prioridade-executiva/

O primeiro chatbot do mundo tem 60 anos — e assustou seu criador

23 de Setembro de 2026, 15:01

Muito antes do ChatGPT, uma secretária do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT, sentou-se diante de um terminal e começou a conversar com um programa de computador. Ela tinha acompanhado, por meses, o chefe escrever aquele código e sabia exatamente o que ele era. Ainda assim, depois de trocar algumas frases com a máquina, virou-se para ele e pediu: "Você se importaria de sair da sala, por favor?"

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/o-primeiro-chatbot-do-mundo-tem-60-anos-e-assustou-seu-criador/

Aliança indígena de proteção à Amazônia vence prêmio internacional de 1 milhão de euros

23 de Setembro de 2026, 15:00

Quatro povos indígenas amazônicos uniram forças para além das fronteiras de seus países para barrar garimpo ilegal, travar a exploração petrolífera e proteger mais de dois milhões de hectares de floresta tropical.

Leia mais em: https://exame.com/esg/alianca-indigena-de-protecao-a-amazonia-vence-premio-internacional-de-1-milhao-de-euros/

Como o treinamento sob medida está mudando a forma como empresas preparam líderes para a era da IA

23 de Setembro de 2026, 14:56

RESUMO | As empresas brasileiras estão com pressa de adotar inteligência artificial, mas a governança não acompanha: 95% planejam usar agentes de IA em até dois anos, e só 27% têm modelos maduros para isso, segundo a Deloitte. A resposta de parte do mercado está no treinamento sob medida, o In Company, em que uma escola desenha um programa exclusivo para a empresa. Na Saint Paul In Company, as trilhas de IA mudam conforme o cargo: o analista aprende a ganhar produtividade, e a alta liderança discute estratégia, riscos e reputação.

Leia mais em: https://exame.com/carreira/como-o-treinamento-sob-medida-esta-mudando-a-forma-como-empresas-preparam-lideres-para-a-era-da-ia/

Conheça o Jev, a inteligência artificial sem chat criada para automatizar decisões

23 de Setembro de 2026, 14:45

Uma nova abordagem no campo da inteligência artificial ganhou destaque no setor de tecnologia com o lançamento do Jev, modelo desenvolvido pela startup TypeSafe AI. Diferente dos assistentes conversacionais tradicionais, a ferramenta não gera textos nem responde a comandos em linguagem natural. Seu foco principal é analisar dados corporativos e entregar respostas estruturadas para outros softwares.

Leia mais em: https://exame.com/inteligencia-artificial/conheca-o-jev-a-inteligencia-artificial-sem-chat-criada-para-automatizar-decisoes/

Karoline Leavitt says being a working mom was 'the hardest thing I’ve ever had to do in my life'

23 de Setembro de 2026, 14:25
Karoline Leavitt and her husband Nicholas Riccio posed for photos with their two children on Leavitt's final day as White House press secretary.
Karoline Leavitt and her husband Nicholas Riccio posed for photos with their two children on Leavitt's final day as White House press secretary.

Matt Kaminsky/ZUMA Press Wire via Reuters Connect

  • Karoline Leavitt discussed leaving her White House role in an appearance on Sean Hannity's podcast.
  • She called being a working mom "the hardest thing I’ve ever had to do in my life."
  • Leavitt has two children with her husband, 60-year-old real-estate developer Nicholas Riccio.

For Karoline Leavitt, the hardest part of serving as President Donald Trump's press secretary wasn't facing reporters — it was leaving her young children at home.

Leavitt was the youngest-ever White House press secretary before announcing her departure in August. In a podcast episode of "Hang Out with Sean Hannity" released Tuesday, she spoke about her decision to step back from her role in the Trump administration to focus on her family.

"Being a working mom was the hardest thing I've ever had to do in my life," she said.

Leavitt, 28, shares two children with her husband, 60-year-old real-estate developer Nicholas Riccio.

She told Hannity that her struggle to balance work and motherhood began shortly after her first child was born in July 2024. Leavitt watched on live TV as Trump survived an assassination attempt in Butler, Pennsylvania, the same day she brought her son, Niko, home from the hospital. She returned to work as the Trump campaign's national press secretary just days after giving birth.

"As a three-day postpartum woman, that was very traumatic, and I had a choice to make," Leavitt said. "I had producers calling, 'Can you come on TV and talk about this?' And I felt as though I owed it to the president to do that."

Her appointment as White House press secretary didn't make her work-life balance any easier, Leavitt said.

'I don't know if I can do this anymore'

Karoline Leavitt in the White House press briefing room.
Karoline Leavitt in the White House press briefing room.

Alex Wong/Getty Images

Leavitt told Hannity that the long hours her job required took a toll on her 2-year-old son.

"I would leave for the White House very early in the morning, and he would cling to my leg as I would walk out the door, and we would have to hide him sometimes so that I wouldn't have to break his heart again," she said. "And sometimes I would drive to the White House in silence, like, 'I don't know if I can do this anymore.'"

After giving birth to her daughter, Viviana, in May, Leavitt said she realized it was time to make a change.

"The president deserves someone in that job who can give it their all 24/7," she said. "And after having two kids, I just realized I couldn't."

Trump "couldn't have been kinder" about her decision to leave the White House, Leavitt said.

"It was the hardest decision I've ever had to make because I loved my job and I love the president and our team and I believe so much in what he's doing," Leavitt said. "But, as he jokes, I do love my kids more, and you know, I realize they need me home right now, especially during these young years."

Read the original article on Business Insider

I took a 5-hour Amtrak ride with just a backpack and carry-on. There are 5 things I'm glad I packed and 3 I wish I had.

23 de Setembro de 2026, 14:01
A backpack and suitcase on an Amtrak train track.
I brought some of my favorite things on my long Amtrak train ride.

Amanda Shammas

  • I packed lots of essentials for my five-hour Amtrak ride, but I didn't think of everything I needed.
  • My Kindle, tripod, and headphones came in handy for keeping me entertained on my journey.
  • However, I wish I had brought more comfort items such as a travel pillow, blanket, or even slippers.

When I hauled a heavy suitcase into the overhead on my Amtrak train car, I thought I had everything I'd need for my trip.

Three jackets, two pairs of boots, and a scarf to match every sweater — I was ready for anything. However, I quickly realized I wasn't nearly as prepared for the five-hour ride itself.

My trip from New Jersey to Boston on the Northeast Regional line gave me just enough time to settle in, stretch out, and enjoy a little downtime. Soon, I learned that what I had — and didn't — made all the difference in how much I enjoyed my trip.

Here are five items I'm glad I brought, and three I wish I'd packed.

My ticket didn't include complimentary snacks, so I was glad I'd brought my own.
Snacks laid out on an Amtrak seat's tray table.

Amanda Shammas

Due to the length of my ride, I knew I'd be hungry at some point.

My basic ticket didn't come with complimentary snacks from Amtrak, but I didn't mind much since I had brought plenty of food from home.

I stopped at a bagel shop before boarding, packed a homemade latte, and had more than enough snacks to keep me satisfied throughout the ride.

There was a café car about halfway through the train that I could've bought a few bites at, but I was happy to save the money anyway.

Headphones came in handy for listening to music and streaming TV.
Amanda wearing wired headphones on an Amtrak ride.

Amanda Shammas

Though the lull of the train can be soothing in itself, I was happy to have packed my headphones so I could listen to music during the ride.

These also came in handy when I wanted to catch up on TV shows without bothering anyone around me.

The only packing mistake I made was bringing wired headphones instead of wireless ones, because I couldn't charge my device and listen at the same time.

My hot spot came in handy when the train's WiFi didn't work super well.
Amtrak's WiFi login on a phone.

Amanda Shammas

Though Amtrak offers complimentary WiFi on routes like this one, I didn't find it reliable for everything.

It worked fine for sending texts or scrolling through social media, but it wasn't as reliable when I wanted to stream TV on my laptop. To stream better, I switched to my phone's hot spot.

I brought my tripod for capturing content, but it was useful for creating extra space at my seat.
A tripod on an Amtrak tray table.

Amanda Shammas

I had originally packed my tripod to capture travel content, and it was helpful as I snapped photos and filmed videos.

I also found it surprisingly useful for creating extra space at my seat.

My tray table wasn't very big, so setting up my tripod on the floor with my phone to stream a show gave me room to keep my laptop on the table instead.

It's worth noting that I didn't have anyone sitting next to me, so I had plenty of floor space to work with. Overall, it made for a nice setup.

My Kindle comes with me almost everywhere I go.
A hand holding a Kindle on an Amtrak ride.

Amanda Shammas

Luckily, I didn't struggle to keep myself entertained since I had packed my Kindle. I'm a book lover, so five hours of uninterrupted reading time was right up my alley.

I prefer using an e-reader over a physical book when traveling because it's lightweight and doesn't take up much space in my bag.

Plus, for early morning or late-night rides with my Kindle, I don't have to rely on the train's reading light, which might disturb other passengers.

However, I found myself wishing I had packed motion-sickness medication.
Amanda taking a selfie in an Amtrak bathroom.

Amanda Shammas

I thought I packed pretty well for the trip, but toward the end of the ride, I started feeling nauseous. I've never had motion sickness on a train before, but I've also never been on one for this long.

So, when I started feeling dizzy in the last hour, I was caught off guard. I couldn't look at my phone screen anymore, so I leaned back and closed my eyes.

It really made me wish I had brought some motion-sickness medication along for the ride.

Having a travel pillow or blanket would've made my trip more comfortable.
Amanda reclining on an Amtrak seat.

Amanda Shammas

My seat ended up being comfier than I thought, with a decent recline and footrests.

Looking back, though, I really wish I had packed some comfortable travel items, such as a neck pillow or blanket. This ride was early in the morning, and my return trip was late at night, so they would've come in handy.

Next time, I'll definitely bring a few more things to make the ride cozier and allow me to close my eyes for a bit.

Similarly, slippers would've been helpful for walking throughout the train car.
A few of down the aisle on Amtrak.

Amanda Shammas

Another comfort item I didn't think about until I was on the train was slippers.

I like taking my shoes off during long trips, especially on airplanes, but for some reason, I felt hesitant to do so on the train.

I wish I had brought a pair of light slippers to wear during the ride and for those trips back and forth to the bathroom. It would've been another way to add to the overall comfort of a long Amtrak ride.

This story was originally published on December 3, 2025, and most recently updated on September 23, 2026.

Read the original article on Business Insider

OpenAI wants you to 'blurt out your thoughts' to your phone

23 de Setembro de 2026, 14:00
Greg Brockman
In July, OpenAI's president, Greg Brockman, revealed an AI audio model that can listen and speak simultaneously.

Bloomberg/Getty Images

  • OpenAI boosts ChatGPT's voice mode on mobile as the competition over personal agents heats up.
  • The new release connects OpenAI's voice model to its agentic text models, which can handle tasks.
  • OpenAI has yet to release a direct competitor to viral AI assistants like Instinct and Meta's Muse.

OpenAI is pushing further into the hotly contested market for personal agents — this time with voice.

The company is adding its most advanced voice system to ChatGPT's website and mobile app on Wednesday. OpenAI's release allows users to speak to delegate single and recurring tasks that require multiple steps, a browser, and disparate apps. The company has been rolling out launches ahead of its big OpenAI DevDay event next week.

OpenAI's product lead for ChatGPT voice, Atty Eleti, gave a demo to Business Insider. Only speaking with the app, he had the tool analyze his DoorDash spending, pay $5 to book a pickleball court, and reorganize his calendar.

"In the future, we really imagine people using voice as the primary modality to interact with AI," Eleti said, "and that's kind of our North Star that we're working towards."

Personal AI assistants like Instinct and Meta's Muse are having a moment in Silicon Valley as the industry peddles apps tailored to handle cumbersome internet tasks. OpenAI has many of these capabilities in ChatGPT, though it hasn't yet released a narrower offshoot. This voice tool is a play for the AI-assistant buzz.

In the short term, the improvements make it easier for people to delegate work to ChatGPT by speaking while they're on the go. In the long run, they'll serve OpenAI's hardware ambitions: Bloomberg has reported that the company is building a smart speaker for release in 2027.

Wednesday's release connects OpenAI's voice model, GPT-Live, to AI models that can perform tasks on computers or in browsers, a focus the company maintained before the personal AI agent craze. GPT-Live, which can listen and respond simultaneously, was already turned on for ChatGPT's basic conversational mode and connected to agentic models on the desktop app.

Voice mode, as Eleti sees it, has three main benefits. Speaking is quick and natural — "you can blurt out your thoughts," he said. You can do it with your hands off a device. And it can help you with vocal tasks, like learning a language or practicing a speech. Eleti and his colleagues use it while commuting and on walks, he said.

Eleti said more than 150 million people already use ChatGPT's dictation and voice mode tools. Still, the team faces an uphill battle. Though smart speakers have shown some staying power, offices are still organized around desktop computers.

Plus, though it's quicker to speak than type, it's also quicker to read than to listen. Eleti said his team considered this dynamic when deciding how ChatGPT would respond to audio prompts.

"We don't think of this as just pure voice in and voice out," Eteli said. "It's about voice in and then the right output back. Sometimes it's text, sometimes it's voice, sometimes it's a mix."

Have a tip? Contact this reporter via email at scouncil@businessinsider.com, or over text, Signal, Telegram, or WhatsApp at 415-757-8198. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

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Rural Americans are getting more and more fed up with data centers

23 de Setembro de 2026, 13:49
Demonstrators rally during a protest calling for a city wide data center moratorium outside City Hall in Philadelphia, Pennsylvania, US, on Monday, Sept. 14, 2026.
Rural Americans are antagonistic toward new data centers near them, according to a new Pew Research poll.

Bloomberg/Getty Images

  • A growing share of Americans living in rural areas aren't happy with data centers.
  • Most data centers are built in rural areas.
  • Data centers are facing a public reckoning amid bipartisan pushback.

Americans living in rural areas are increasingly souring on data centers.

In a new poll by the Pew Research Center, which surveyed people in August, half of rural Americans said data centers "are mostly bad for the environment" — a figure substantially higher than in January, when it sat at 32%.

46% of those respondents also said that data centers would drive up home energy costs, up from 32% in January. 45% said they negatively impact the quality of life for those living nearby, while 28% said so in January.

While displeasure with data centers increased among Americans across the board, according to Pew, higher levels of antagonism among rural voters are striking because most data centers are built in rural areas.

The data center buildout, which proponents say is integral for the US to keep pace with China in the AI race, has been suffering a PR crisis as a bipartisan coalition of lawmakers moves to impose limits on data center construction.

Texas Gov. Greg Abbot, who was formerly bullish about building data centers in his state, recently backed away from that optimism. His administration has halted some 1,800 AI data center projects in the state.

All across the country, Americans are rallying to fight against AI data centers, which can cost billions to build and span hundreds of acres. Many are concerned about how the sprawling facilities will affect the environment, utility prices, water resources, and noise levels. Some just don't like AI.

For AI companies like OpenAI, Anthropic, Meta, Google, and others, the issue is existential. Without AI data centers, they can't power the products they sell. Sam Altman has recently suggested that new data centers could be built far from where people lived, such as the desert.

Proponents of data centers have said the buildout brings jobs to rural areas. Venture capitalist Gavin Baker recently said that data centers are "probably the best thing that has ever happened to working-class Americans."

Tech bros haven't been able to agree on exactly why Americans aren't taking to the data center buildout. Some have postulated that a Chinese-orchestrated psy-op is behind the distrust, while others said tech leaders haven't sold the product well.

President Donald Trump, for his part, called the data center buildout "the golden goose," and warned against falling behind China.

"The only reason that communities throughout the U.S.A. should not want Data Centers is if they want to end up being backwards and poor," Trump said in August in a Truth Social post.

In the Pew poll, very few Americans — about 4% — said data centers are "good" for the environment, energy costs, and quality of life.

"Americans have grown more negative toward the possible environmental and economic effects of data centers since the beginning of the year," Pew said in a release. "And a majority say they'd be uncomfortable if a new data center started operating in their area."

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Disney+ is raising prices for the 6th straight year — and Hulu is going up too

23 de Setembro de 2026, 13:27
D+ Hulu price hike
Disney has increased the cost of Disney+ and Hulu under CEO Josh D'Amaro.

Illustration by Jaque Silva/NurPhoto via Getty Images; Jeremy Moeller/GC Images; Aurore Marechal/Getty Images

  • Disney is raising the prices for Disney+ and Hulu.
  • The ad-free Hulu-Disney+ bundle now costs $21.99 a month.
  • Media giants have been consistently hiking streaming prices.

Disney+ is getting more expensive for the sixth year in a row.

The cost of the ad-free Disney+ and Hulu plans will imminently increase to $21.49 a month, up from $18.99 a month, a company spokesperson confirmed to Business Insider. Bloomberg first reported the pricing change.

Disney is hiking the ad-free bundle of Disney+ and Hulu to $21.99 a month, up from $19.99, the spokesperson said.

Disney is raising the cost of its stand-alone, ad-supported Disney+ and Hulu plans to $12.49 a month. The price of the ad-supported Hulu-Disney+ bundle is staying flat at $12.99.

Streaming services have consistently received price hikes as media giants strive to satisfy Wall Street. However, companies like Disney and Netflix have hiked prices for ad-supported plans more gradually, reasoning that they can generate more incremental revenue from those subscribers and give customers a lower-cost alternative.

Peacock hiked prices in August and now charges $19.99 a month for its ad-free plan, up from $16.99, while its ad-supported version costs $12.99 a month instead of $10.99.

Netflix raised prices in March, asking subscribers to pay $2 more a month for its standard ad-free plan ($19.99) and the premium 4K plan ($26.99). The cost of Netflix's ad-supported plan rose by $1 a month to $8.99. That plan is tied for the cheapest among major streamers with Paramount+ and the stand-alone ads version of Prime Video.

Apple TV increased its cost to $14.99 a month in August, up from $12.99. The tech giant doesn't offer an ad-supported tier.

Consumers have increasingly turned to free services like YouTube, Tubi, and The Roku Channel as streaming prices have risen in recent years.

Several Hollywood giants, including Disney and Paramount Skydance, are exploring adding free tiers to their streamers.

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I always thought I was unattractive. Seeing a photo from 49 years ago changed how I view myself.

23 de Setembro de 2026, 13:17
Side-by-side portraits show a smiling person outside a big building and a person in a blue dress and white hat holding a bouquet indoors.
The author recently saw a picture of herself from almost 50 years ago, and it changed how she viewed herself.

Courtesy of Amy Abbott

  • An old friend shared a picture of me as a bridesmaid nearly half a century ago.
  • I was shocked and uncertain that it was me.
  • As a younger person, and especially in my teens, I had no self-confidence. In the photo, I saw a beautiful young girl.

Earlier this summer, an old high school friend and her husband, whom I hadn't seen for 40 years, stopped by on their way from northern Indiana to their home in Atlanta. I was a bridesmaid in their wedding 49 years ago.

During our visit, my friend shared a picture of me at 20, in a light-blue gown, proceeding into their wedding ceremony at our hometown's United Methodist Church. A lightning strike could not have affected me more than seeing that old picture.

Growing up, I always compared myself to others

I met my friend and her younger sister while we worked at the local drive-in, a staple of 1970s Indiana. As carhops, we wore silver coin changers and placed yellow metal trays filled with burgers and glass mugs of root beer on customers' front car windows. Both girls were fit, pretty, blonde cheerleaders.

I had been slightly overweight since my early teens, and working at the drive-in with its free ice cream didn't help. My jet-black hair didn't seem to match my pale ivory skin, which burned in the sun after just a few minutes of exposure. And I was sensitive about my nose, the dreaded "McVay" nose, the famous proboscis of my dad's family.

the author in an old photograph
The author compared herself to others throughout her youth.

Courtesy of Amy Abbott

I didn't measure up to what I saw on the pages of "Seventeen" magazine, the arbiter of all things good. My dear mother, God rest her soul, was six inches shorter than I, and a size six. Like most of her friends, she wore only foundation, a hint of rouge, and bright-red lipstick. She dressed like Jackie Kennedy.

And with no sisters, I had no clue about mascara, the trendy blue eyeshadow, or any fashion sense. My hair was very black and thick, and full of waves and five cowlicks. Mom took me to the woman who did her weekly Wash-n-Set for perms with varying results. I often looked like a brunette Mamie Eisenhower. Before plus sizes, I was relegated to the awfulness of Alfred Dunner and other women's clothing, making me look like an older woman.

an old photograph of a family with a smiling young girl in the middle
The author, seen here with her family as a young girl, says she never felt attractive.

Courtesy of Amy Abbott

I made friends and met my wonderful husband, but still felt unattractive

In college, I found people who shared my interests on the college yearbook staff, and we are still friends. I married one of the editors, a handsome man with eyes bluer than Sinatra's. We've been married for 42 years, and we have a son, smart and good-looking like his father.

Yet this feeling of unattractiveness stayed with me most of my life. Even on my wedding day, I was intimidated by my bridesmaids' looks, even in a hideous-then-fashionable peach taffeta dress with "Seinfeld's" puffy sleeves. White was not a good color for me, and I didn't have the agency in 1984 to strike out and do something different.

the author wearing a blue bridesmaid dress and white hat walking down the aisle at her friend's wedding
Seeing herself as a bridesmaid 49 years ago changed the author's perspective.

Courtesy of Amy Abbott

Twenty years ago, when my father digitized 500 Ektachrome slides covering the sixties and early seventies, I saw that I was indeed a cute little kid. That was progress.

Now I'm 69, and I have the requisite facial wrinkles my peers shared, but like Nora Ephron said in a book, "I Feel Bad About My Neck." After hiding from the sun after my beach baby oil days as a teen, my wrinkles aren't horrible. But my neck resembles Mr. Gobbler as he struts during his reprieve at the White House every Thanksgiving.

But I've been blessed with white hair, like both my grandmothers and my mother. I quit coloring my hair when I retired from full-time work nine years ago, and I love my hair. I feel like I earned this color.

That picture made me think about how I look at myself

After a lifetime of struggling, my self-loathing has given way to an appreciation for a long, good life filled with love and many friends, rather than missing the Junior Prom.

When my high school friend visited, I saw the picture for the first time in many years. And I was floored.

the author wearing black glasses and smiling
The author says she was floored by what she saw in an old photo.

Courtesy of Amy Abbott

Who is this young woman? She's very pretty. She isn't smiling, but she looks nice, even lovely, in the 1970s-style dress and hat.

How I wish I could shake away all the bad feelings she had about herself and tell her, and every other young woman who feels as I did, that life is more than how you look in high school, where the harshest judgments come from people who may look similar. Almost everyone has something like the "McVay nose" in their family, and not everyone can be a magazine cover. Real beauty comes from the inside; it took me decades and a vintage snapshot to appreciate this truth.

Read the original article on Business Insider

A family of 5 left Brooklyn to travel in an $18,000 RV full time. See inside their custom space.

Five people and a dog pose with raised arms outside a large travel trailer on a patterned outdoor rug.
The O'Phalen family bought an RV in 2021.

Kate O'Phalen

  • In 2020, Kate and Daniel O'Phalen left New York City with their kids to live nomadically for a year.
  • They loved it so much that they decided to buy an RV and live on the road full time.
  • They drove all the way to Alaska, visited 11 Canadian provinces, and spent six months in Mexico.

Like many at that time, the O'Phalen family was at a crossroads in 2020.

Kate and Daniel were living in Brooklyn with their two kids and had a third on the way. Kate was in grad school, and Daniel had a demanding job. It was the bustling life that many people dream of when they think of moving to New York.

Then, the pandemic hit, and suddenly, everyone's in-person commitment vanished. The O'Phalens made it work in their apartment for a few months, but their lives weren't as fulfilling as they once were.

"Everyone was kind of cooped up and miserable," Kate, 40, told Business Insider.

Their lease was up in June 2020, so the O'Phalens decided to rent an Airbnb in Maine for the summer.

They couldn't have anticipated their decision would lead them to leave New York for good and embrace RV living, even if it comes with the occasional expensive challenge that can cost thousands of dollars to solve.

The O'Phalens were ready for a change of pace.
Five hikers with backpacks stand by the Isle Royale National Park harbor map and National Park Service sign.

Kate O'Phalen

Kate, who is her kids' homeschool teacher and a content creator, told Business Insider that she and her family were eager to spend time outdoors after months in their apartment.

They put their belongings in storage and planned to return to New York for the school year, hoping the summer would offer some respite.

However, after three months of hiking, beach days, and a slower pace of life, the O'Phalens didn't want to go back.

They decided to keep traveling for another year.
Group of visitors sits on a granite overlook facing Half Dome in Yosemite under a clear blue sky.

Kate O'Phalen

Since Daniel's job as a recruiter for a global marketing agency remained remote, there was no reason they couldn't keep traveling.

"We decided to do a loop around the country for a year, and we did it in Airbnbs," Kate said. "We did monthly Airbnbs combined with a few short hotel stays."

They spent much of that year on the West Coast, visiting every National Park they could, before looping back to the East Coast. They had a blast.

In fact, the O'Phalens had so much fun that they wanted to find a way to make the nomadic lifestyle work more permanently.

They decided to buy an RV that they could live in full time.
White pickup truck towing a large travel trailer on a road through green wilderness with distant mountains.

Kate O'Phalen

The O'Phalens knew they loved traveling, but an RV would be a big change for them. They had never towed a vehicle or driven a truck.

"We had only recently even bought a car, living in New York," Kate said. "We didn't even have a car for 10 years."

Still, in 2021, they bought a truck and spent $18,000 on a used RV that Kate renovated. The family rented an Airbnb in Alabama, where Kate has family, while she worked on it for six months.

"It was what I like to call granny hunting cabin chic when we purchased it," she said. "It was sort of camo floral all over the place and brown everywhere, but it had good bones."

Kate didn't have much experience with home renovations aside from painting, but she was excited for the challenge.

The RV needed some TLC.
A person flies a colorful butterfly kite beside a camper trailer in a sunny grassy field.

Kate O'Phalen

Kate and Daniel were most drawn to the RV's layout. The door opens into a living space with a couch, a kitchen, and a loft. A primary bedroom sits at one end, and a "toy hauler" room is at the tail end. The bathroom is inside the primary bedroom.

Kate didn't take down any walls during the reno, but she did gut pretty much everything else, both because of the decor style and the shape it was in.

"The layout was really good, but it was absolutely hideous. And it had not been used a whole lot recently, so it was absolutely filthy," she recalled. "So, we started by just demoing a lot of it."

Everything they ripped out, they took to the dump and had it weighed, making sure they knew how much weight they could add to the RV without affecting its function.

Kate focused on making the living space feel airy.
Renovated camper interior with a sofa, floral wallpaper, kitchenette, wall-mounted TV, and loft sleeping area.

Kate O'Phalen

Kate didn't want to sacrifice coziness in the 400-square-foot RV, so she focused on making the small space beautiful and functional.

She splurged on their flooring, choosing a dark, durable vinyl that would withstand her active kids.

There is also a wall in the living room covered in floral wallpaper. It cost about $200, but Kate loves the pop of color it adds to the space.

She offset the cost by using the couch from her family's apartment in Brooklyn as their main seating area.

"When we lived for a year in Airbnbs, there were only two things I really missed," Kate said. "One was my sectional, and two was a good vacuum. So now we have both."

Surprisingly, the kitchen needed the least work.
Compact kitchen interior with sage green cabinets, black stove, microwave, sink, refrigerator, woven baskets, and wood flooring.

Kate O'Phalen

Kate said she didn't have to demo much of the kitchen because the cabinets and appliances were in good shape.

She painted the cabinets a soft green and added brass hardware to give them a more luxurious look. The kitchen also has a fold-up counter extension, giving the O'Phalens more space to prep food, and she uses baskets for additional storage above the cabinets.

"I feel like the paint in our renovation really did a lot of heavy lifting," Kate said, adding that she thinks the kitchen is one of the most beautiful spaces in her home.

You can also see Kate's eldest child's bedroom, a loft that sits above the room, from the kitchen. It's covered by a curtain during the day and accessible by a ladder.

The bedroom has to be able to transform on travel days.
Cozy bedroom interior with pink bedding, decorative pillows, beaded ceiling light, curtains, and a small window.

Kate O'Phalen

The primary bedroom has a queen-size bed, a dresser, and a closet.

However, the bed sits on a slide-out that must be pulled in when the O'Phalens are driving so it fits in a highway lane. Because of that, some pieces of the bedroom have to be taken off the walls when they drive.

"In an RV…your house goes through an earthquake every time you move," O'Phalen said. "Everything has to be really secured, or it has to come down."

They use the bed to store larger items that need to come down on travel days, such as large mirrors or other art pieces.

The O'Phalens also have a washing machine in their bedroom, so they don't have to stop at laundromats on the road.

The RV's sole bathroom is in the primary bedroom.
Compact renovated interior shows a glass shower beside a bed and an orange-paneled bathroom corner.

Kate O'Phalen

The shower and toilet sit separately in the RV, with the toilet in a private room on one side of the bedroom entrance and the shower on the other.

The orange paint and artwork make the bathroom cozy, and Kate said she ended up completely redoing the shower.

"It was the hardest part of the renovation, and I discovered exactly why plumbers make good money," she said. "I sat on the floor of the Home Depot for so long trying to figure out what fittings I needed that an employee came over and brought me a cushion."

She's happy with how the shower turned out, though, with its skylight and tile walls.

The kid's bedroom was originally a storage space.
Compact interior with an open rear doorway, oval tasseled rug, curtains, shelf bins, and greenery outside.

Kate O'Phalen

"Our RV is called a toy hauler, which means it's designed to haul side by sides or motorcycles or big kid toys, essentially," Kate said.

They don't need to haul those kinds of items, but they did need additional bedroom space for their two younger children.

Kate installed lofted queen beds in the space, which can be raised during the day to create extra living space for the family.

The back wall of the room also opens completely, allowing them to enjoy indoor-outdoor living when the weather is nice.

The O'Phalens spent about $7,000 refurbishing the RV.
Five people and a dog pose with raised arms outside a large travel trailer on a patterned outdoor rug.

Kate O'Phalen

Kate did her best to keep the RV renovation costs low, saying the aesthetic upgrades cost only about $5,000.

In addition, they had to make some safety upgrades, including $1,000 for new tires. They also spent around $600 on their washer-dryer.

A lot of the decor was budget finds, like a dresser they found on the side of the road, which Kate altered to fit the RV. She made a DIY version of a light fixture; it would have cost $400 online, but she made it for $30.

Kate also said her kids helped paint and make the space feel like home, so they felt invested in the RV too.

They hit the road in early 2022 and haven't looked back.
White pickup truck towing a fifth-wheel RV parked in a red rock desert landscape under a blue sky.

Kate O'Phalen

When the RV was finally done, the O'Phalens were excited to start traveling in early 2022. Kate said she and Daniel weren't worried about living nomadically, since they had already done so for a year in Airbnbs. It was the idea of driving a truck and an RV that intimidated them because of their lack of experience.

"The first time we hitched up the truck and trailer, it took us two hours because we could not figure out why it wouldn't hitch up," Kate said. "We're city people. There was so much to learn about things that seem obvious to people who have grown up outdoors."

Overall, though, Kate said her family adjusted to RV life pretty quickly.

"We had gotten really flexible and resilient," she said. "It felt like home immediately. And every time we've talked about moving out of it, my kids are really upset. They don't want to move out of it."

The O'Phalens have traveled all over North America in their RV.
Five hikers pose on rocks beside a turquoise pool below a wide forested waterfall.

Kate O'Phalen

The O'Phalens typically travel every two to three weeks, staying at campgrounds or on public land. They have traveled all over the US, including Alaska; seen 53 of the 66 National Parks in the US; visited 11 provinces in Canada; and spent six months in Mexico this past winter.

Kate said living on the road was initially a little lonely until they formed friendships with other people who live the RV life.

"We have a traveling community that we have caravanned with for years now," she said. "We have friends that are like my kids' cousins at this point."

She also said she's been surprised by how much her kids get out of RV life, particularly through hands-on learning experiences. For instance, her eldest daughter is an aspiring veterinarian, and she has been able to spend time with a variety of animals thanks to their lifestyle.

"She just got to do the veterinary camp at UC Davis this summer, and we have been to vet camp on a farm in North Carolina," Kate said. "We went to the monarch butterfly migration in Mexico. We went to a jaguar sanctuary for her birthday in Oaxaca. We released baby sea turtles on the beach."

"We just have had such incredible, deep lifelong learning experiences because of the way that we live," Kate said. "It's hard to give that up."

It's also brought their whole family closer.
Five people hold hands on travertine mineral pools overlooking a broad mountain valley under a blue sky.

Kate O'Phalen

Kate and Daniel were both always involved parents, but traveling together has only brought them closer. Daniel, in particular, said being home with his kids has made a huge difference for him.

"I went from seeing my kids only an hour or two a day to never missing a moment, and I'm very grateful to this lifestyle and the time that I've been given with them," he told Business Insider.

"He knows his children in such a deep way now," Kate agreed, saying the time her family gets to spend together is something they never take for granted.

RV life also saves the O'Phalen family money.
Illuminated travel trailer sits under a vivid purple and green aurora-filled night sky.

Kate O'Phalen

Kate said that she knows people who live very affordably on the road and people who spend a lot of money on vehicle payments or luxury resort stays on RV life.

Her family falls more in the middle. They live mostly off of Daniel's income, with Kate providing some additional income through her content creation. They have a Thousand Trails subscription, which costs them a little under $1,000 a year for nationwide campground access.

"When my husband was laid off a couple of years ago, it really helped us weather that," Kate said of their lifestyle. "We said multiple times, 'My gosh, if we were living in New York, this would be so stressful right now.' And we were able to just really dial back our spending and make it through that."

Still, RV living isn't always easy. It can be expensive.
A person in a long black dress stands on an ornate marble staircase inside a grand historic interior.

Kate O'Phalen

Kate told Business Insider that they have had plenty of problems with their vehicles, from their truck's heater pump hose popping off in Yosemite to a tire falling off in Mexico.

Plus, when those issues come up, they're not just managing their truck; they also have to handle their home and family.

"It's not just like my road trip has gone wrong, but it's like, where do I park my house while I figure out how to fix the vehicle that tows my house?" Kate said. "And do I have enough groceries and water? And are the police going to knock on my door and say, 'You can't park here?' There's just so much of that. That's the hard part."

Those issues often cost thousands of dollars, making them even more stressful. For now, those expenses are worth it for the O'Phalens, particularly since their daily living costs are so low, but they are still stressful.

Kate also said the "logistics" of RV life can be tough, particularly because she is raising young children.

For instance, when they first started living in an RV, her youngest child was an infant, and it was difficult to find doctors while traveling to keep up with the baby's vaccination schedule. They find solutions, but living on the road can make day-to-day life more complicated.

Because of their lifestyle, they were able to save enough money to buy land.
A camper trailer and white pickup sit on a desert road below sunlit snowy mountains and pink clouds.

Kate O'Phalen

In 2026, the O'Phalens used some of the money they had saved to buy an acre of land outside Bend, Oregon. They don't plan to stop traveling anytime soon, though.

"We really have done a lot of the United States at this point," she said. "And the cultural experience in Mexico was so amazing that we'd like to do more of that."

They hope to slowly build a house that can serve as their home base, then embrace international travel.

"My vision is that at some point the RV stays here for good and we do more international flying for maybe three to six months at a time," she said. "I have a dream that at some point we build out a sprinter van and ship it either to Europe or to South America."

Kate said RV life has been "magical" for her family.
Person stands against a vivid blue wall beside a tall green barred window and stone base.

Kate O'Phalen

Kate said her family's nomadic lifestyle has completely changed their family forever.

"It is magical in a way that almost defies description," Kate said of their life on the road. "It is extremely transformative. I would say we've become outdoorsy and really conservation-minded in a way that we never were."

Kate said she knows RV life can be challenging and that it's not for everyone, though she hopes sharing her experience can show people it's more accessible than they think.

"I would encourage anyone who is on the fence to try it out because I really do think even if you do go back to the same life that you were living before, you will go back with such an interesting perspective, and you'll be changed," she said.

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Why I gave up on getting an H-1B visa

In September 2025, President Trump set in motion a change that would throw the H-1B visa application process into disarray. His proposed $100,000 fee on new H-1B petitions changed the immigration landscape for employers, employees, and visa hopefuls alike.

Indian national Shreya Mishra Reddy graduated from Duke University in 2022 with a master's in engineering management. She had set her sights on working and living in the US. But after learning that potential employers would have to pay a $100,000 fee to hire her, she pivoted.

Since last September, Business Insider has been interviewing people who have borne the brunt of the chaos, including those who have applied for visas and are debating whether to stay in the US. Others have opted to tap out of the system altogether.

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ARTIGO: Quem decide qual agente pode pagar

23 de Setembro de 2026, 12:22

No dia 8 de setembro, a Meta lançou o Muse, um assistente que executa tarefas no lugar da pessoa: responde e-mail, marca compromisso, reserva viagem e compra. A pessoa diz o que quer e o agente faz. Por enquanto, só funciona nos Estados Unidos, e em poucos dias chegou ao topo dos aplicativos gratuitos mais […]

O post ARTIGO: Quem decide qual agente pode pagar apareceu primeiro em NeoFeed.

The CEO of a $55 billion conglomerate explains why the Japanese concept of 'kosoryoku' is so important in the AI age

23 de Setembro de 2026, 12:22
A suited executive stands with hands clasped in a modern glass-walled office.
Sumitomo Corporation CEO Shingo Ueno says AI can analyze the past, but humans should still envision the future.

Bloomberg/Getty Images

  • Sumitomo CEO Shingo Ueno believes 'kosoryoku' is a key skill in business.
  • The term translates as 'the ability to envision futures that do not yet exist'.
  • Ueno says AI can be a helpful research tool, but cannot yet conceptualize the future well.

A little-known Japanese term about imagining the future helps explain both the role — and the limits — of AI in the workplace, according to the CEO of one of the country's largest conglomerates.

Speaking to Business Insider in early September, Shingo Ueno, the head of Sumitomo Corporation, a Japanese multi-industry powerhouse with a market capitalization of around $55 billion, said that AI is a powerful research tool but lacks a crucial human capability: kosoryoku.

Pronounced koh-soh-ryoh-koo, the Japanese term essentially means the power to conceptualize or formulate a vision for the future that has not yet been imagined, something Ueno says AI does not currently have.

"Generative AI is helping me a lot to improve my efficiency. I'm fully utilizing it," Ueno said.

One of its biggest advantages is its ability to retrieve information quickly. "If I want to find information about something the company did before, I might have previously spent a day searching for that experience. Now, the answer comes immediately," he said.

That speed helps Ueno, who has spent over 40 years working for Sumitomo Corporation, follow his preferred management style: resolving issues quickly instead of allowing them to linger.

"My method is to make decisions on the spot," he said. "I try to avoid the back-and-forth — having the same issue come back the next day."

Still, Ueno has found that AI cannot make every decision for him. "I once tried to make a decision using AI, and I just got rubbish answers," he said. "It wasn't usable at all."

The problem, he said, is that AI depends on information from the past. It can identify patterns and suggest possible directions, but it is less capable when it comes to envisioning a future that does not yet exist.

"AI analyzes past data to show us a direction. But it is still based on the past," Ueno said. "It can't create the future. It can't really show the vision."

Developing kosoryoku does not require employees to come up with revolutionary ideas from scratch, he said.

"We don't need to be inventors. We don't need to come up with something completely new," Ueno said. "We can start with something that already exists, improve it, and make it our own."

Separately, Ueno said taking time away from work is important because it allows him to rest and return with new ideas.

"At the weekend, I basically spend my time without thinking about work," he said. "That is extremely important, just resting my head. Then, when I go back to work, I can come up with new ideas."

AI may help executives understand the past in seconds. Ueno's message is that humans must still decide what the future should look like.

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What new US Merchant Marine Academy plebes go through on day one

23 de Setembro de 2026, 12:20

We got an inside look at what it's like on the first day for new plebes at the US Merchant Marine Academy in Kings Point, New York.

287 plebe candidates arrived on campus for the beginning of "indoctrination," a 16-day period full of intense mental and physical tests.

During our visit, we saw plebe candidates getting their heads shaved, learning proper movements and responses, and enduring an event known as "the Grinder," where their instructional cadre commands and corrects them with loud intensity.

After an emotional farewell to their families, the plebe candidates take their first steps toward becoming licensed officers in the US Merchant Marine.

Most graduates go on to work as licensed officers aboard commercial and government ships, either navigating and managing the vessel or operating its engines and machinery. But during wartime, these civilian mariners can become a critical part of the military supply chain, operating ships that carry weapons, vehicles, fuel, ammunition, and other supplies to US forces overseas.

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I never had any desire to visit the Midwest — until a fall trip to Door County changed my entire outlook on travel

23 de Setembro de 2026, 12:09
Author Hayley Hutson walking in Peninsula State Park
I had an amazing time visiting Door County, Wisconsin, in the fall, and it changed my perspective on travel.

Hayley Hutson

  • I never had a desire to see the Midwest until I saw photos of Door County, Wisconsin, in the fall.
  • On my trip to Door County, I found amazing fall foliage, exciting traditions, and friendly locals.
  • I'm now open to visiting more places around the world rather than just the big-name tourist spots.

I love traveling up and down the East Coast, and I have always wanted to see the Pacific Northwest — but I can't say I ever dreamed of visiting the states that fill out the center of the United States.

However, I changed my mind the second I saw photos of Door County, Wisconsin, during autumn. I was awestruck by images of lush trees that seemed to go on forever in the most vibrant hues of red, yellow, green, and orange.

Growing up in Virginia, I was no stranger to fall foliage — but I had never seen anything quite like this. I felt an immediate pull to the area, and within a few weeks, my flight was booked for a trip in late October.

Door County looked like a place right out of a Hallmark movie

View of orange and yellow foliage from above at Peninsula State Park observation tower parking lot
The fall foliage in Door County was breathtaking to me.

Hayley Hutson

On my first day in Door County, I woke up to views of Lake Michigan from my balcony at The Water Street Inn, a circa 1896 hotel that looked like it was right out of a Hallmark movie.

I kicked off the day with a ride aboard the Door County Trolley to get a closer look at the leaves I had been dreaming of for weeks. It's one thing to see that kind of beauty in a picture, but seeing it in person was surreal.

It had rained that morning, so the wet streets reflected the colors of the maple trees towering over them, with brightly colored leaves covering many of the roads in blankets of orange and gold.

Door County Trolley
I took the Door County Trolley to see the foliage.

Hayley Hutson

In the days that followed, I spent my time strolling through diverse nature preserves and parks, such as Whitefish Dunes State Park and The Ridges Sanctuary.

I climbed to the top of the Cana Island Lighthouse, which is over 150 years old and towers just beside Lake Michigan.

Scenic Cana Island Lighthouse, Door County, Wisconsin,
I was able to climb to the top of Cana Island Lighthouse during my trip.

JamesBrey/Getty Images

I explored the picturesque downtown areas of Fish Creek and Egg Harbor, and took part in Door County's most time-honored tradition: the fish boil.

What began as an efficient way to feed hungry fishermen a century ago has turned into an incredible way to bring the town together on a regular basis for an unpretentious, delicious meal by the fire.

Watching people cook in giant steel pots, talking to new people, and sharing bites of things like whitefish, potatoes, and corn with others was a special experience that made me feel like part of the community.

The Midwestern peninsula had much more than quaint towns and mesmerizing scenery

Aerial of Peninsula State Park
Door County has some of the most beautiful fall foliage I've ever seen.

Hayley Hutson

During my time in Door County, I discovered more than just once-in-a-lifetime fall foliage, charming towns, and epic waterfronts.

I found there was a deep sense of pride among the people who lived here. I met locals who were eager to tell me they'd lived on the peninsula for their entire lives. Some had left for college or moved away as adults to see what else was out there, but came back when they didn't find a place more special than the one they grew up in.

The locals who have painstakingly preserved the area's heritage while adding to its story are the ones who've made Door County flourish, and their love is evident in every square mile from Sturgeon Bay to Fish Creek.

This trip really taught me that although there's nothing wrong with visiting top tourist destinations, the United States is teeming with beautiful towns I've not yet heard of, and that many of them are worth exploring, too.

Now, I plan trips with a more open mind because I know that no matter where I go, whether it's Bucharest or the Midwest, I will find something wonderful worth experiencing.

This story was originally published on August 20, 2024, and most recently updated on September 23, 2026.

Read the original article on Business Insider

We tried the same McDonald's meal in the US and the UK. They were the same price, but one was a better value.

23 de Setembro de 2026, 12:08
mcdonalds chicken sandwich in us vs uk
We tried similar McDonald's meals in New York City and London to see how they compare.

Erin McDowell/Business Insider; Roya Shahidi/Business Insider

  • We compared similar McDonald's meals in New York City and London.
  • The meals cost exactly the same, but there were some key differences.
  • The US meal had a more flavorful sandwich and a bigger drink.

McDonald's may be a globally recognized brand, but ordering the same meal on opposite sides of the Atlantic can feel like a completely different experience.

We tried similar McDonald's meals in New York City and London — including spicy chicken sandwiches, fries, an apple pie, and a fruity drink — to see whether there were differences in taste and value between the two.

Our New York-based reporter, Erin McDowell, found that the spicy chicken sandwich had a more distinctly Southern flavor profile, from the spicy mayo to the thick buttered bun and crunchy pickle slices.

Our London-based reporter, Roya Shahidi, thought the UK's version of the spicy chicken could have done with some crunchy pickles like in the US, but the chicken was moist and crispy.

We compared portion sizes, value, and, of course, taste to see how each meal compared in the US and the UK.

Our New York-based reporter visited her local McDonald's in Brooklyn.
McDonald's restaurant exterior with large sign, golden arches, and promotional window posters along a city sidewalk.

Erin McDowell/Business Insider

The restaurant was advertising the chain's new chicken tenders on its modern-looking exterior.

This is one of roughly 13,600 McDonald's locations in the US, according to the company. That's far more than its number of restaurants in the UK, where it has around 1,500 locations.

During our visits, the New York location also felt more modern and pared back, while the London restaurant featured brighter colors and more playful design details.

Just inside the front doors, an ad promoted a new energy drink refresher … alongside a reminder that the restaurant is monitored by the NYPD.
McCafé digital ad for Red Bull Dragonberry drinks stands beside an NYPD surveillance sign inside a restaurant.

Erin McDowell/Business Insider

That kind of highly visible security message felt distinctly New York.

There was one security officer outside the McDonald's in London, though there were no big security messages like in the New York restaurant.

The restaurant was pretty quiet for the midday lunch rush.
McDonald's restaurant interior with self-order kiosks, seating, counter area, and a yellow wet floor caution sign.

Erin McDowell/Business Insider

Inside, the restaurant had self-order kiosks, a counter for pickup orders, and plenty of seating for customers eating in or taking food to go.

Erin ordered a spicy chicken sandwich meal with a dessert. She also tried the new strawberry watermelon refresher.
McDonald's paper takeout bag and red lidded drink sit on a restaurant table near stools.

Erin McDowell/Business Insider

The meal came in McDonald's signature brown paper bag and included a spicy chicken sandwich, medium fries, an apple pie, and a medium-sized fruity pink drink.

It cost $15.18, excluding tax.

The strawberry watermelon refresher is made with strawberry and watermelon flavoring, lemonade, and ice.
McDonald’s drink cup with red frozen beverage sits beside a branded paper bag on a restaurant counter.

Erin McDowell/Business Insider

It was also topped with pieces of freeze-dried strawberry. Erin enjoyed the balance of sweet watermelon, tart strawberry flavoring, and lemonade, but the dried fruit pieces made the drink awkward to sip — she kept getting chunks in her mouth.

Still, it was a refreshing, summery beverage she'd order again, ideally without the strawberry topping.

Next up was the spicy McCrispy chicken sandwich.
Hand holding a spicy chicken sandwich on McDonald's packaging with fries on a counter in the background.

Erin McDowell/Business Insider

The sandwich is one of McDonald's biggest attempts to compete in the fast-food chicken wars.

First launched nationwide in February 2021, the sandwich has become a staple on McDonald's menu and can even compete with fast-food classics like Chick-fil-A's famous chicken sandwich.

It featured a thick, crunchy fried chicken filet topped with spicy mayo and pickles on a soft potato roll.
An open fried chicken sandwich with pickles and sauce sits on branded paper beside fries in a red carton.

Erin McDowell/Business Insider

It looked far more substantial than the more basic chicken sandwiches often associated with McDonald's, like the McChicken.

Erin was also impressed by the size of the chicken filet, which was about the same size as her palm.

The chicken filet was moist, while the crispy breading held its own, despite the generous serving of sauce slathered on the bun.
Hand holding a partially eaten spicy chicken sandwich over a wrapper, with fries and napkins on a countertop.

Erin McDowell/Business Insider

It stayed crispy beneath the toppings and delivered a savory, black-peppery flavor that gave each bite a little extra kick, on top of the creamy, spicy sauce that left a slight lingering heat.

No McDonald's meal is complete without fries.
McDonald’s french fries in a red carton sit on brown napkins on a light countertop.

Erin McDowell/Business Insider

The fries were thin, salty, and hot — the familiar classic that remains one of the chain's most consistent menu items. The US order came with a generously filled carton that was large enough to share, though Erin had no trouble working her way through most of it.

The fries were delicious dipped in ranch — an American staple.
Two french fries are dipped into a white creamy sauce packet on a speckled countertop.

Erin McDowell/Business Insider

The tangy, creamy dipping sauce gave the salty fries an extra punch of flavor and made for an especially satisfying final bite.

Erin also tried one of McDonald's baked desserts.
A hand holds a McCafé PIE pastry partly pulled from a purple sleeve on a light countertop.

Erin McDowell/Business Insider

The hand pie had a flaky, golden-brown exterior and came in a sleek purple sleeve. It cost $1.99, excluding tax.

The apple pie's golden crust was decently crispy, with a light crunch that held up well around the warm filling.
Hand holding a bitten pastry in a McDonald's box on a table with fries and a red drink nearby.

Erin McDowell/Business Insider

Inside, the soft apples were sweet and caramelized, giving the dessert a cozy, almost homemade flavor that made it a satisfying end to the meal.

Erin did think the pastry could have been a bit less doughy and a bit more flaky to better resemble a real apple pie.

Our London-based reporter visited her local McDonald's in Islington.
McDonald's restaurant frontage with outdoor seating, bicycles, and road markings under a partly cloudy sky.

Roya Shahidi/Business Insider

This McDonald's had lots of emoji faces on its windows to advertise McHappy Day, a charity fundraiser for Ronald McDonald House UK on September 26.

It was the first day of the World Menu Heist in the UK and Ireland.
Illuminated McDonald’s menu boards advertise World Menu Fest items, Big Arch burgers, McCrispy sandwiches, drinks, and wraps.

Roya Shahidi/Business Insider

Roya went to McDonald's on September 22, which was the first day of the World Menu Heist.

These are popular McDonald's items from around the world, made into limited-edition items in the UK and Ireland.

At lunchtime, the restaurant was busy at the self-service kiosks, but there were plenty of seats available.
Customers sit at tables inside a McDonald's restaurant with modern seating, large windows, and street views outside.
Lunchtime at McDonald's.

Roya Shahidi/Business Insider

Inside, you can order at the counter or at the self-service kiosks. A lot of people pick up their orders after placing them on the McDonald's app.

Roya ordered a medium Spicy McCrispy meal, which came with fries and a drink. She tried the Guava Sprite Zero from the World Heist Menu.
McDonald's fries, a sandwich box, a pink soft drink, and a receipt sit on a black tray in a restaurant.

Roya Shahidi/Business Insider

Roya opted for the "eat in" option, so the meal came on a tray. Adding a paper bag at this McDonald's would have cost an extra 13 cents.

The meal cost £11.38 ($15.18) including tax.

The Guava Sprite Zero from McDonald's India is Sprite Zero with guava-flavored syrup and ice.
Pink iced drink in a clear McDonald's cup with a straw on a restaurant table.
The Guava X Sprite Zero is a limited edition item in the UK and Ireland.

Roya Shahidi/Business Insider

The drinks we ordered weren't a direct match: Erin ordered McDonald's strawberry watermelon refresher in New York, which was not on the UK menu when we checked, while Roya tried the UK-only guava Sprite Zero.

This drink was part of the World Heist Menu. Roya found it refreshing and liked the extra tang that the guava-flavored syrup added to the Sprite.

There were also some differences in the portion sizes and sugar content between our two drinks.

A medium soda at McDonald's is much bigger in the US, where it holds 21 fluid ounces, compared with 13.5 fluid ounces in the UK.

McDonald's UK still sells some sugary drinks, but its soft-drink menu leans more heavily on zero-sugar options, including Sprite Zero. That reflects the UK's Soft Drinks Industry Levy, introduced in 2018 to encourage manufacturers to cut sugar from beverages; drinks with more than 5 grams of sugar per 100 milliliters are subject to the tax.

The Spicy McCrispy chicken burger was up next.
Hand holds a fried chicken sandwich with sesame bun over a fast-food tray with ketchup and napkins.

Roya Shahidi/Business Insider

In the US, the McCrispy is marketed as a sandwich, whereas in the UK, it's more commonly referred to as a burger.

The McCrispy was launched in 2022 after the discontinuation of the very popular Chicken Legend. The spicy version launched this year.

It consisted of a crispy chicken breast filet, shredded iceberg lettuce, and spicy mayo.
A hand lifts a sesame bun on a fried chicken sandwich with lettuce in a fast food box.

Roya Shahidi/Business Insider

Roya thought the chicken filet was substantial — much bigger than the beef burgers typically sold at McDonald's.

Different from the US potato roll, the bread is a sourdough-style bun topped with sesame seeds.

McDonald's varies its recipes and menus across countries to comply with local regulations and cater to customer tastes. For example, Canadian McDonald's has a maple-and-cheddar chicken burger, another item that featured on the World Heist Menu.

The chicken was juicy and had a thick layer of spicy batter, which stayed crispy — though the burger felt quite dry overall.
Bitten fried chicken sandwich held over a fast-food tray with fries, ketchup, and an open box.

Roya Shahidi/Business Insider

The filet itself was moist, with a crispy, crunchy batter that Roya thought had a satisfying kick of heat. This was different from the US version, which has a lighter, less-crunchy breading without any heat — all the spicy flavor comes from the sauce.

She thought there could have been more spicy mayo and pickles, like in the US, to add a bit more texture. The lettuce, while adding a nice freshness, didn't do much for the dryness.

The McDonald's fries were hot but could have been crispier.
McDonald's fries in a red carton sit on a tray beside a chicken sandwich, receipt, and drink.

Roya Shahidi/Business Insider

While the London-based reporter always enjoys McDonald's fries, she thought they could have been crispier this time — they were a little floppy.

Roya, who prefers her food saltier, added a salt sachet to the fries. Nonetheless, they came out hot and were a satisfying companion to the burger.

McDonald's UK says it has reduced the fat, salt, sugar, and calories in its menu since 2020, which may contribute to the milder flavor compared with the US fries.

American McDonald's fries also have beef flavoring added to them to replicate the old-school taste of frying in beef tallow.

Roya used the ketchup dispenser in the restaurant for her dip.
Two french fries dip into a small cup of ketchup on a black plastic tray.

Roya Shahidi/Business Insider

Ketchup and barbecue sauce are usually available from dispensers in most McDonald's in the UK. Roya opted for ketchup, which added a lip-smacking tang to the fries.

Ranch is not as popular or well-known in the UK, but McDonald's UK did have it as a limited-edition dip this summer.

With no lattice crust, the apple pie in the UK looks and tastes different from that in the US.
Hand holds a McDonald's Apple Pie in green packaging over a black fast food tray with a drink nearby.

Roya Shahidi/Business Insider

The apple pie in this London McDonald's costs £2.29 ($3.05), including tax.

Roya's UK apple pie was fried and sealed like a hand pie, unlike the lattice-topped baked pie sold in the US. The UK version closely resembled how McDonald's in the US used to make its apple pies before it switched to a baked, not fried, version in 1992.

The US version got another update in 2018, when the latticed crust was introduced, and the chain switched to a sliced apple filling with cinnamon.

The apple pie is deep-fried, making it extra crispy.
Bitten apple pie protrudes from a green Apple Pie sleeve beside a white paper bag on a tray.

Roya Shahidi/Business Insider

Because the apple pie is deep-fried, it makes for a very crunchy outside, which complements well with the warm, soft, and sweet filling.

The fried batter does make it feel a little heavier for a midday dessert, but it's worth it for the crunch.

Overall, our experiences were more different than we expected.
mcdonalds chicken sandwich in us vs uk

Erin McDowell/Business Insider; Roya Shahidi/Business Insider

From the design of the restaurant to the actual menu, there were some key differences between the two locations. Even similar items differed in terms of ingredients and size.

We were surprised that our meals were the exact same price, and the chicken sandwiches were pretty similar in portion size. However, the sodas were very different in size, with the US medium drink being much larger, and the UK apple pie looked more like a fried strudel than a lattice pie.

The chicken sandwich in the US also had more sauce and a saltier flavor, which Roya thought the UK version lacked.

From the restaurant design to the last bite of pie, our cross-Atlantic McDonald's taste test proved that "the same" order can mean something very different depending on where you are.

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I'm an interior designer. Here are 8 items from West Elm I'd put in my own home right now.

23 de Setembro de 2026, 11:57
Carmen stands in front of a West Elm store.
As an interior designer, I think there are lots of items worth buying for fall at West Elm.

Carmen Javier

  • I'm an interior designer who loves shopping at West Elm for myself and my clients.
  • When I took a trip to the store, I fell in love with the kitchenware and throw-pillow covers.
  • A cozy duvet, an ottoman, and a wool rug also caught my eye.

As an interior designer, the fall season always has me excited to refresh my own home.

Fall is a time when I naturally crave feeling more grounded and comfortable at home, gravitating toward deeper colors, cozy textures, and warm lighting. It's also the season of gathering, so it's a great time to add a few special pieces to my hosting collection.

I recently went to West Elm — one of my go-to stores to shop for home accents for myself and my clients — to see if anything caught my eye.

Here are eight pieces from West Elm I'd add to my home right now.

The Marble Kitchen collection is both stylish and functional.
A selection of wooden utensils and marble kitchen tools.

Carmen Javier

I am a strong believer in elevating everyday objects, particularly in the kitchen.

West Elm's Marble Kitchen collection is crafted from rich "brown-forest marble," meaning each piece has one-of-a-kind veining.

The collection consists of functional items like a mortar and pestle, a paper-towel holder, and a utensil holder — pieces that can be kept on countertops to add beauty, texture, and elegance to your everyday life.

West Elm's throw-pillow covers are a great way to introduce new patterns and textures.
A selection of brown pillows in different shades and textures.

Carmen Javier

One of the easiest ways to create a grounded, cozy feeling in any home is by layering textiles in deeper tones and richer fabrics. That's why I love West Elm's selection of throw-pillow covers.

For example, the chenille jacquard treescape pillow cover has the most beautiful nature-inspired pattern that feels perfectly suited to the season. The corded bias velvet one adds subtle texture and dimension from the channeled pattern in a variety of fall colors.

I love the brand's Rhea pendant lights.
Three pendant lights in a linen texture hang from the ceiling.

Carmen Javier

Upgrading your lighting is a great way to add warmth and ambiance to a room for fall. After all, this is the time of year when we naturally rely more on indoor light fixtures as natural light becomes scarce.

West Elm's Rhea pendant lights feel effortless yet striking. I love how the larger scale makes a statement, but the linen material keeps it feeling delicate.

The collection consists of three different sizes and shapes. Although each pendant is beautiful on its own, I especially love the idea of pairing all three together to give the feeling of an art installation.

The Nadia wood tray looks like a great way to keep things organized in a stylish way.
A hand holding a dark-wood tray.

Carmen Javier

I love a piece that's both practical and stylish, and the Nadia carved-wood tray is just that.

I'm also a minimalist at heart, so I appreciate the clean lines mixed with the carved-wood detailing. It's simple, but feels special.

This cozy duvet cover is perfect for fall.
Two striped duvet covers on a shelf.

Carmen Javier

During my trip to the store, I instantly fell in love with the Piece & Ward striped duvet cover.

The brown stripes are a classic pattern, and the cotton-and-linen blend gives a cozy, lived-in feel for fall.

Ottomans are my secret weapon for hosting.
A small brown ottoman.

Carmen Javier

I truly believe every home needs at least one ottoman, which can do double duty as a footstool and extra seating for guests.

I was drawn to the Thalia ottoman for its curved, sculptural silhouette and round wood legs.

I think the Pierce & Ward two-tone wood console is worth the investment.
A wooden console with two drawers.

Carmen Javier

In my opinion, the Pierce & Ward two-tone wood console looks and feels like an heirloom piece.

It combines solid materials and a timeless silhouette, but the inset panels add a cool, unexpected texture change.

When investing in quality pieces like this, I like to ensure they have enough versatility to use for years to come. In this case, it can function as a bedroom dresser, an entry console, a dining cabinet, or even a media unit.

The Lumini performance wool rug feels like a cozy sweater.
A couch and coffee table on a large area rug.

Carmen Javier

When it comes to rugs, I tend to prefer lighter tones. However, light colors can still feel warm and cozy.

The ribbed texture of the Lumini performance wool rug reminds me of my favorite wool sweater. Still, it's durable and easy to clean. I also like that it comes in a variety of sizes and colors.

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We've lived between a sailboat and a campervan for 10 years. The freedom is real, but so are the trade-offs.

23 de Setembro de 2026, 11:39
Man and woman smiling on sailboat
Spending the past decade splitting our time between a campervan and a sailboat has helped me create a six-figure business and build a nest egg, but it has drawbacks.

Kristin Hanes

  • Years ago, I gave up paying traditional rent and began living between a campervan and a sailboat.
  • I've been able to take risks and build a six-figure business, save money, and travel.
  • Lately, though, I've been craving a true home base as I miss stability, basic comforts, and more.

I was hiking with my boyfriend, Tom, in the redwoods north of San Francisco in 2015 when he made the craziest suggestion: "Why don't we camp up here on Mount Tam? Give up rent?"

At first, I thought he was joking. Move out of my cute Zen cottage in the Mill Valley redwoods? No way! But he continued to talk excitedly from the fern-lined trail ahead of me. "Imagine how much you would save! At least $20,000 per year!"

Most people would never dream of giving up rent to get financially ahead, but Tom was different. He was a creative thinker, an adventurer (who's sailed from the Chesapeake Bay to San Francisco), and a Minnesota-born outdoorsman.

To him, camping sounded fun, a way to save money in one of the most expensive metropolises in the world. Giving up secure housing was just another adventure to him, while to me, it was a massively big deal.

Long story short: I ended up moving into a tent with him, then a Toyota Prius, then a sailboat.

After that came a Chevy Astro van and a Sprinter van. I paid off my debt, built my first nest-egg, and created an online business that earns six figures a year and powers our nomadic lifestyle.

It's now been 10 years since I last paid traditional rent. We split our time between a Sprinter van in the United States during the summer and a sailboat in Mexico during the winter.

Although some people think my life is a permanent vacation, to me it is just life — and it has its ups and downs.

Living in a van and on a sailboat has given me freedom with my life and finances

Person on boat in blue waters
In the winter, we spend time living on a sailboat.

Kristin Hanes

I am so thankful to be living the nomadic lifestyle by choice rather than necessity. I know there are so many people who have fallen on hard times and find living in a car the only way they can get by.

Living in a vehicle was a decision I made intentionally, and there's relief in knowing that if I want out of this lifestyle, I can go rent an apartment.

Woman in sand with camper van behind her
Living out of a van has allowed us to see so much of the US.

Kristin Hanes

Living below my means this way has allowed me to take risks in my business, save hundreds of thousands of dollars for retirement, and feel financial freedom that mortgage payments would never have allowed.

Beyond that, this lifestyle has been good for my mind. When I'm living in my van or on the sailboat, I thoroughly enjoy being immersed in nature. Whether it's turquoise-clear anchorages in the Sea of Cortez or the forested mountains of Mount Hood, I am living within the natural world.

Most people are disconnected from this, living their lives among concrete and steel. Nature soothes and brings peace to my being.

Man and woman smiling with goggles on
We love spending time outdoors.

Kristin Hanes

Freedom is huge when living this way. I don't have an alarm clock, a commute, or a garage full of stuff begging to be sorted. I love that we have the flexibility to spend weeks with family and that we are able to chase the sun.

Adventures on land and on the water bring a sense of novelty to my life. I think it's easy to fall into a rut when living the same way every day. This is how years fly by, days and months mesh together into a singular blob.

When you travel constantly, the years don't feel like they are flying by; they are filled with memories, punctuation marks, and stories. This type of change prevents me from getting bored.

My nomadic lifestyle isn't without its challenges and drawbacks

Van with rug next to it, view of mountains behind
Living out of a van isn't always glamorous.

Kristin Hanes

I have heard this phrase many times from strangers and friends alike: "Living the dream!" or "You're so lucky!" And while I feel very thankful for this lifestyle, there are also some downsides.

I often feel unrooted or outside societal norms, which can make it difficult to relate to "normal" people. I miss the daily connections found in a more consistent lifestyle, such as dinners with friends, weekly ballroom-dance classes, family barbecues, and that local coffee shop where the barista knows my name.

Woman standing on sailboat with pinkish skies behind
At times, I wish I had more stability in my life.

Kristin Hanes

There are days after a long hike or mountain bike ride that all I want is to take a steaming bath, have a comfortable couch to relax on, and a kitchen with hot running water. I do without modern amenities that feel like luxuries to me, and I really miss them sometimes.

Not knowing where I'm headed next brings an amount of uncertainty.

Woman posing with camper van
A nomadic lifestyle comes with a certain level of uncertainty.

Kristin Hanes

On the boat, especially, we can be stuck for days as we wait for a weather system to roll through. With the campervan, we often have no idea where we are sleeping next, and I'll be searching for spots on my phone while Tom drives.

One reason I like living at the boatyard for months at a time is that it creates a sense of stability and certainty for me.

This living situation may not last forever, but I'm grateful for it

Man and woman smiling near palm trees
So far, we've been having an incredible journey.

Kristin Hanes

It's hard to believe that I've been living without a traditional home for 10 years.

After all this time, I realize I am craving a home base more and more.

Athough I don't want to give up van life and sailboat living, I think having a home base or an apartment rental for a few months a year would satisfy my need for luxurious amenities and space to spread out.

I could spend six months on a sailboat in the South Pacific, a few months renting an apartment in Europe or the US, and a few months traveling in my van. That trifecta sounds like perfection for me.

Living tiny has taught me how to live with less, live below my means, and save up a big nest egg that makes me feel comfortable about the future, and for that, I'm forever thankful.

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I thought, 'What's more valuable than the family dog?' That question became a company with nearly $100M in sales.

23 de Setembro de 2026, 10:43
Ken Ehrman with dogs
Ken Ehrman created the Halo collar.

Courtesy of Ken Ehrman

  • Ken Ehrman created a GPS dog fence after his niece's dog was killed.
  • He uses the product daily with his own dog, Reese's.
  • He holds more than 40 patents, but says this one has been the most impactful.

This as-told-to essay is based on a conversation with Ken Ehrman, co-founder and CEO of Halo Collar. It has been edited for length and clarity.

Back in 2017, my niece's dog, Ruby, escaped from their yard and was hit by a car. My niece was only 11, and this was her first experience with death. She had just rescued Ruby the year before, and the dog had become a huge part of the family. We were all hysterical.

I used the same sort of invisible dog fence that had failed Ruby, and I worried about my own dog, Reese's. One day, a lightbulb went off for me.

My brother and I had already built a company that used GPS tracking to monitor high-value assets for companies: items like forklifts for Walmart, and rental cars for Avis. I knew the capabilities of GPS, and I thought, what more high-value asset is there than the family dog?

The idea had been right there in front of me, but I didn't see it until tragedy struck.

My patent attorney asked me to invest right away

I immediately called my patent attorney. He did some research and shared that I was likely to get a patent on the device. He also told me he wanted to invest.

That stopped me in my tracks. My brother and I hold more than 40 patents. We'd worked with this attorney a lot, but he'd never asked about investing in one of our products.

When I pointed that out to him, he explained he also used an invisible fence for his dog. He could immediately see the benefit of replacing that with a GPS collar. He thought my idea was an incredible product with a huge opportunity.

I built a team with my brother and Cesar Millan

My second call was to my brother, Michael. I knew I wanted him on the team. I'm a pretty smart guy, but I pale in comparison to Michael. Our skills are like peanut butter and chocolate: when you put those together, it's a great combination.

I had moved on from the previous company I founded, but Michael was still working there. He was hesitant to leave the security of a salary. So, I turned my attention to the other person I knew I needed to get on board: Cesar Millan.

I knew from my previous experience that I needed a subject matter expert, and Cesar is the best dog trainer in the world. But he's a very hard man to get hold of. It seemed next to impossible, but through enough networking, I was finally able to reach his team and demonstrate the product. Once Cesar was on board, Michael was too.

I use the product all the time with my dog

We officially started the company in 2018, and spent about two years on research and development. I thought creating the product would be a cake walk, but it wasn't. It's challenging to design a GPS product that is indoors 90% of the time and can withstand rough-and-tumble use by dogs.

My dog, Reese's, was an integral part of the team. She was the tester for all our iterations. One major investor wanted to see the collar in action, on my dog, at his house. Reese's came through, and he invested.

My earlier inventions weren't products that I used. That's different with Halo, because I use it every day to protect Reese's. I'm intimately familiar with the user experience, and because of that, I spend a portion of each day engineering the product, in addition to my role as CEO.

We're on track to exceed projected revenue

Having the collar and the ability to set a "fence" anywhere has made it easier to travel with Reese's. We can now easily bring her on vacation to my mother's or my in-laws', which we couldn't do before.

Last year, Halo Collar did more than $99.7 million in sales. This year, we're on track to exceed our projected revenue. That's unusual for a tech company, and something I've never experienced as a CEO.

As an entrepreneur, my biggest goal has always been to solve a problem. Dogs are man's best friends, and we have a responsibility to keep them safe. It's way too common for pets to get lost or hit by cars. If I can help prevent other pet owners from experiencing the heartbreak my niece went through, I'll consider that a success.

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McDonald's is turning to protein and beverages as it puts billions toward improving its restaurants

23 de Setembro de 2026, 10:37
Large yellow McDonald's golden arches sign stands in front of a McDonald's restaurant and parking lot.
McDonald's unveiled McDonald's Next, a plan to improve its results, on Wednesday.

Gene J. Puskar/AP

  • McDonald's is planning to spend billions to lure customers back.
  • The chain's McDonald's Next plan calls for changes from employee training to store tech.
  • McDonald's is facing stiff competition from rivals and increasingly value-sensitive customers.

McDonald's is spending big to bring customers back to its restaurants.

The fast-food chain plans to devote $8.5 billion over the next 10 years to improvements in its restaurants through investments and rent relief for franchisees, it said on Wednesday. The plan, called McDonald's Next, includes adding more technology to stores, new training for employees, and increasing the burger chain's market share of chicken menu items and beverages.

The goal is "to be the first choice for more customers, more often - while making our restaurants stronger and easier to run," McDonald's CEO Chris Kempczinski said.

"We are confident that executing across the key components of NEXT will unlock stronger restaurant economics, generate attractive returns for the Company, our franchisees and shareholders, and increase capacity to keep investing in growth," Kempczinski said.

The plan comes as McDonald's faces challenges both within the company and from rivals.

The burger chain reported slowing comparable sales growth in its most recent quarter, pointing to trouble it faced in rolling out a new value menu featuring items priced at $3 or less.

It's also been trying to win back customers who used to head to the Golden Arches for a cheap, quick meal but who are now going to other restaurants, like Burger King and Chili's.

McDonald's executives described several menu changes, including more McNugget and Quarter Pounder options and higher-quality coffee. The chain also wants to grow sales of beverages, which customers often purchase after lunch and pair with a burger or fries, said Jill McDonald, McDonald's global chief restaurant officer.

The chain is also considering options such as grilled chicken and egg bites to offer diners healthy protein choices.

In the US, McDonald's is still deciding on the best strategy for its value menu pricing, Kempczinski said. "That is really the key to going after that low-income consumer," he said.

McDonald's Next will make restaurants more efficient with AI and other operational improvements, the company said. Those types of changes will improve cash flow per restaurant by about $100,000 annually, it said.

McDonald's plan also includes an effort "to elevate the customer experience through great food and great hospitality," which the company calls Make It Golden.

In addition to maintaining its share of the burger market, the plan also calls for McDonald's to increase its share of the beverage and chicken market by 1.5 percentage points each by 2030.

Do you have a story idea about McDonald's? Contact this reporter at abitter@businessinsider.com or via encrypted messaging app Signal at 808-854-4501. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

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I spent 2 nights at an all-inclusive resort. My biggest regret was going alone.

23 de Setembro de 2026, 10:32
Person wearing glasses sits in a wooden rocking chair on a covered porch with green railing at Mohonk Mountain House
Business Insider's reporter traveled solo to Mohonk Mountain House, an all-inclusive resort in New York.

Joey Hadden/Business Insider

  • I didn't think twice about booking a solo stay at an all-inclusive resort, but I should have.
  • Even though I travel alone most of the time, my stay would have been more fun with a companion.
  • From the dining room to archery class, I was vacationing among families and groups.

When my arrow went straight into the woods while trying archery for the first time, it should have been hilarious. If I'd had family or friends around, they would have teased me for ages and probably come up with some funny nickname, like Joey "The Arm" Hadden.

But as a lone wolf surrounded by groups of vacationers, it was just awkward.

This was in July, when I spent two nights at the all-inclusive Mohonk Mountain House in New Paltz, New York. With a starting rate of $1,400 a night for double occupancy (though Business Insider received a media rate), my booking included meals and access to most of the hotel's activities.

Hooded visitor with a camera stands by a wooden fence overlooking a lake and castle-like resort, Mohonk Mountain House
The author at Mohonk Mountain House.

Joey Hadden/Business Insider

Overall, I had a blast at Mohonk Mountain House. The dramatic natural landscape, historic architecture, and abundance of activities blew me away. Still, I'd never been to an all-inclusive resort alone before, even though I'm an avid solo traveler, and I left wishing I'd brought someone to share the experience with.

I was surrounded by families

Mohonk Mountain House has been ranked among the top all-inclusive resorts for families in the US, and it was easy for me to see why. The property was filled with activities geared toward them, including sports, outdoor movies, and more.

Tennis courts and a clubhouse sit among trees in warm late-day sunlight.
Sporting facilities at Mohonk Mountain House.

Joey Hadden/Business Insider

From meals in the dining room to activities like hiking and archery, I appeared to be the only person vacationing at Mohonk Mountain House alone.

This felt isolating, but it's not always the case. A representative of Mohonk Mountain House told Business Insider that the resort often hosts solo travelers, adding that I may not have seen any because summer is the most popular time for families.

The property offers activities that can be enjoyed alone or used as a way to connect with others. For solo travelers looking to socialize, the resort recommends joining group sporting matches, fitness classes, and walking tours. Those seeking solitude can take garden strolls, meditate by the lake, and enjoy spa treatments.

Person wearing a hooded jacket and earbuds stands on a wooded path surrounded by green forest.
The author takes a solo hike at Mohonk Mountain House.

Joey Hadden/Business Insider

I would have felt more comfortable socializing during meals, playing sports, and participating in group activities if I'd seen other solo travelers around. Instead, every time I left my room, I was surrounded by families and couples, which made me feel lonelier than I typically do on a solo trip.

I would have loved to reserve a tennis court with a partner or watch a PG-rated movie in the courtyard with my nephews. On my own, I steered clear of both.

Split view of a rain-gear selfie outdoors and a warmly lit restaurant dining room with wooden chairs.
The author did archery and ate meals alone.

Joey Hadden/Business Insider

I never left the property

The solo trips I've enjoyed most are the ones where I'm on the move. I thrive on my own when I'm taking trains, exploring cities, and hopping from hotel to hotel. There's something about constantly changing my environment that keeps me from thinking about the fact that I'm alone.

All-inclusive resorts, however, are typically designed to be destinations in themselves, and Mohonk Mountain House was no exception. I gave myself over to the experience by spending my entire stay on the property, and as a result, I spent a lot of time dwelling on how much more fun I'd be having with someone else.

Now don't get me wrong here — I enjoyed my all-inclusive vacation, and I can see why others would enjoy staying at Mohonk Mountain House alone. My favorite part was a solo hike to the top of a cliff with a stellar view of the resort. At the same time, I know the trip would have been more fulfilling for me with a companion. So next time, I'll bring one.

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Ministério Público questiona estrutura da recuperação da Braskem e pede bloqueio de US$ 800 milhões

23 de Setembro de 2026, 08:37
braskem

A recuperação extrajudicial da Braskem para renegociar R$ 56,5 bilhões em dívidas financeiras ganhou duas novas frentes de pressão. Além de questionar a forma como a companhia contabilizou o apoio dos credores, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) recomendou à Justiça a suspensão de novos aportes, desembolsos e garantias relacionados à reestruturação da Braskem […]

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Paraguai, Chile, Uruguai e Peru têm, mas o Brasil não. Por que o grau de investimento saiu da agenda?

23 de Setembro de 2026, 07:58
brasil grau de investimento

O Brasil carrega uma dívida bruta equivalente a 81,9% do Produto Interno Bruto (PIB), acumula uma conta de juros de 8,48% do PIB em 12 meses e chegou a oferecer nos títulos públicos uma remuneração de IPCA mais 7% ou 8%. Ainda assim, recuperar o grau de investimento praticamente desapareceu da agenda econômica do País. […]

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O aceno do presidente do Senado para destravar projetos de infraestrutura após as eleições

22 de Setembro de 2026, 19:39
concessão_rodoviária_CNN

Brasília – O projeto de lei que institui um novo marco legal para as concessões e Parcerias Público-Privadas (PPP) em infraestrutura no País – rodovias, ferrovias, portos e hidrovias – ganhou um aceno positivo em Brasília, após quase um ano e meio parado no Senado. Nos últimos dias, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) […]

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Um estádio, três bancos: o que explica o interesse de BTG Pactual, Nubank e Itaú pela arena do Palmeiras

22 de Setembro de 2026, 18:20

A arena do Palmeiras conseguiu um feito, no mínimo, curioso, quando não raro: reuniu no mesmo gramado a participação de três grandes bancos brasileiros: Nubank, BTG Pactual e Itaú. Há casos ao redor do mundo em que uma instituição financeira assume os naming rights do estádio, como o próprio Nubank, que dá nome ao Nu Stadium, […]

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EXCLUSIVO: Leilão de Saneamento em Rondônia fica sem propostas (e não é um caso isolado)

22 de Setembro de 2026, 16:24
cordas-cifrao saneamento básico

O leilão de saneamento de Rondônia chegou ao fim do prazo para a entrega dos documentos nesta terça-feira, 22 de setembro, sem receber propostas, segundo fontes ouvidas pelo NeoFeed. A disputa, prevista para a próxima terça-feira, 29 de setembro, se soma a um ano de baixa competição nas concessões do setor. O projeto tem valor […]

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China “carrega” contêineres como trunfo geopolítico e redesenha mapa do comércio global

22 de Setembro de 2026, 15:48

Sem alarde, a participação da China nas exportações globais de produtos via contêineres atingiu um marco histórico: 40% do total mundial na média móvel dos últimos três meses. O salto de 2,5 pontos percentuais em apenas nove meses, porém, não passou despercebido pela União Europeia, que na terça-feira, 22 de setembro, por intermédio de Jens […]

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Santander avança em OPA voluntária no Brasil e divulga laudo de avaliação

22 de Setembro de 2026, 15:41

Dois meses depois de o Santander lançar uma oferta pública de aquisição (OPA) voluntária de permuta para adquirir a fatia de cerca de 10% que ainda não detêm em sua operação brasileira, o banco espanhol deu mais detalhes sobre o andamento desse processo, recheado de trâmites. Os novos capítulos incluem uma série de pedidos protocolados. […]

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J&F, dos Batista, se prepara para virar companhia aberta e ampliar acesso ao mercado de dívida

18 de Setembro de 2026, 19:23

A J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, está se preparando para se tornar oficialmente uma companhia aberta no Brasil, em um movimento que pode ampliar seu acesso ao mercado brasileiro de dívida, apurou o InvestNews.

O grupo pediu à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) registro na categoria B, que permite a negociação de títulos de dívida, como debêntures e notas comerciais, mas não de ações da companhia. O pedido foi protocolado na última segunda-feira (14) e está em análise pela autarquia.

A iniciativa ocorre depois de a J&F captar US$ 400 milhões no exterior com a emissão de bonds, em abril deste ano. O movimento acompanha uma reorganização em curso que vem transformando a antiga holding de investimentos em um conglomerado industrial com gestão financeira centralizada.

O grupo reúne negócios como Âmbar Energia, Eldorado Brasil Celulose, LHG Mining e Flora, de higiene e cosméticos, além da participação no controle da JBS.

A companhia de alimentos, listada hoje na Bolsa de Nova York, ficou fora do plano de incorporações e mantém estrutura societária e governança próprias.

Categoria B

A J&F já emite dívida no Brasil como companhia fechada. Em dezembro de 2024, por exemplo, captou R$ 1 bilhão em debêntures em uma oferta destinada exclusivamente a investidores profissionais.

O registro na categoria B pode ampliar o público das futuras captações, ao mesmo tempo que submete a empresa às exigências de divulgação de informações de uma companhia aberta.

Além de permitir a negociação de títulos de dívida, o registro, se aprovado, sujeitará a J&F às obrigações de divulgação de informações previstas pela CVM.

Entre elas estão demonstrações financeiras, informações trimestrais e o formulário de referência, documento que detalha os negócios, os riscos e a estrutura da companhia.

O acesso ao mercado de capitais é um dos objetivos declarados da reorganização anunciada pela J&F S.A. em fevereiro.

Na ocasião, a companhia apresentou a mudança de nome – antes se chamava J&F Investimentos – e um plano para incorporar negócios integralmente controlados e integrar sua gestão financeira.

O que muda?

A mudança vai além do nome. A J&F está incorporando empresas que antes controlava por meio de participações acionárias.

A Âmbar, por exemplo, passou a ser a unidade de energia da própria J&F: mantém uma equipe para tocar o negócio, mas seu presidente responde ao CEO do conglomerado.

O dinheiro também passa a ser administrado de forma conjunta. A J&F centraliza a captação de recursos e sua distribuição entre os negócios incorporados, avaliando as necessidades de cada operação.

Ao reunir diferentes fontes de receita e garantias de empresas do grupo, a J&F pode conseguir juros menores do que cada negócio obteria ao captar recursos por conta própria.

O processo também incluiu mudanças na governança, com um conselho de administração de sete integrantes, quatro deles independentes, e um conselho fiscal formado por três membros independentes.

Novos caminhos dos Batista

A reorganização também ajuda a entender a divisão dos investimentos dos Batista entre a J&F e a Globe Investimentos, o family office de Wesley e Joesley.

A entrada dos investidores que compraram os bonds reforçou o foco da J&F em negócios maduros e geradores de caixa. Outras apostas dos controladores passaram a ficar sob o guarda-chuva da Globe.

Foi por esse veículo que os irmãos fecharam o acordo para comprar a fabricante de equipamentos militares Avibras, aprovada recentemente pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

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Preocupação com ‘excessos’ em data centers cresce e alguns títulos já são enquadrados como junk bonds

18 de Setembro de 2026, 18:33

A CleanSpark captou cerca de US$ 2,28 bilhões por meio de sua primeira emissão de títulos conhecidos no mercado como junk bonds, de alto risco e que precisam pagar mais juros para atrair investidores, para financiar data centers para inteligência artificial vinculados à Meta Platforms.

A precificação dos títulos com vencimento em cinco anos indicou um rendimento de cerca de 8,25%, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Isso representa perto de 2 pontos percentuais a mais do que a média da dívida emitida por empresas com classificação BB acompanhada pela Bloomberg, à medida que os investidores têm exigido prêmios mais altos em financiamentos para novos data centers.

investidores têm exigido prêmios mais altos para financiamentos de data centers em meio ao aumento dessas ofertas e à crescente preocupação com gastos excessivos de capital, elevando os custos de financiamento da expansão da infraestrutura de inteligência artificial.

Financiamentos semelhantes, respaldados por locatários com grau de investimento, foram vendidos a rendimentos inferiores a 6% no início deste ano.

Investidores apresentaram pedidos equivalentes, aproximadamente, a quatro vezes o tamanho total da emissão lançada na quinta-feira (17), disseram as pessoas, sob condição de anonimato, pois não estão autorizadas a falar publicamente.

A captação ajudará a financiar a construção de um data center em Sandersville, no estado americano da Geórgia, segundo um documento regulatório. O Morgan Stanley lidera a emissão, disse outra pessoa.

A instalação foi totalmente alugada pela Anviran, subsidiária da Meta, por meio de um contrato de US$ 6,6 bilhões com duração de 20 anos, de acordo com uma apresentação da CleanSpark.

Data centers: fluxo de receitas

A previsão é que o data center comece a operar no quarto trimestre de 2027, e a Meta garantirá o pagamento do aluguel e das despesas operacionais, informou a empresa.

Trata-se da primeira emissão de junk bonds vinculada a data centers da Meta, segundo dados compilados pela Bloomberg.

O compromisso da Meta com a CleanSpark oferece à empresa tomadora, classificada como de grau especulativo, um fluxo de receita previsível para sustentar o financiamento de um projeto caro.

Desenvolvedores de data centers venderam cerca de US$ 39 bilhões em títulos classificados como high yield – de alto rendimento e risco elevado – até agora neste ano, a maioria respaldada por contratos de locação de longo prazo com empresas de computação em nuvem em hyperscalers, incluindo Oracle e Amazon, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A CleanSpark e o Morgan Stanley não responderam imediatamente aos pedidos de comentário. A Meta se recusou a comentar.

Sediada em Las Vegas, a CleanSpark está entre o número crescente de empresas abertas de mineração de bitcoin que estão se tornando operadoras de data centers para dar suporte a aplicações de inteligência artificial. A companhia tem valor de mercado de aproximadamente US$ 3,29 bilhões.

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Dá para votar sem título de eleitor? Veja o que precisa levar no dia da votação

18 de Setembro de 2026, 18:04

Na contagem regressiva para as eleições 2026, faltam cerca de duas semanas para o primeiro turno, que acontece em 4 de outubro. Com a data se aproximando, uma dúvida recorrente volta à tona: o eleitor pode votar sem título de papel?

Sim. O título de eleitor em papel não é necessário para votar. O eleitor pode apresentar um documento oficial com foto ou usar o e-Título, desde que esteja com a situação eleitoral regular.

O que apresentar para votar sem título

Na seção eleitoral, basta um documento oficial com foto para a identificação. A lista de opções aceitas é ampla:

  • Carteira de identidade (RG) ou identidade social
  • Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
  • Passaporte
  • Carteira de Trabalho
  • Certificado de reservista
  • Carteira de categoria profissional reconhecida por lei

Esses documentos valem até mesmo vencidos, desde que a foto ainda permita reconhecer o eleitor.

Versões digitais também são aceitas, com uma exceção: a Carteira de Trabalho Digital não serve como identificação na seção eleitoral, porque não traz foto validada por órgão oficial de registro, embora a versão física sirva.

Já as certidões de nascimento e de casamento nunca são aceitas como prova de identidade, essas ficam de fora em qualquer hipótese.

E quem já tem e-Título?

Entre os documentos digitais aceitos, o e-Título é o mais completo. Lançado em 2017, o aplicativo está disponível gratuitamente para iOS e Android, tanto para quem tem título regular quanto para quem está com o documento suspenso, e traz recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual, baixa visão ou daltonismo.

A versão digital do título pode substituir qualquer outro documento na hora de votar, mas só quando exibe a foto do eleitor. E essa foto depende do cadastramento biométrico: sem ele, o perfil no aplicativo fica sem imagem vinculada e não vale como identificação sozinho. Nesse caso, é preciso apresentar um segundo documento.

Mas quem ainda não cadastrou a biometria só vai poder solicitá-la quando o atendimento da Justiça Eleitoral for retomado. O serviço fechou em 6 de maio e só reabre em 3 de novembro. Isso, no entanto, não impede de votar normalmente com qualquer um dos documentos da lista acima.

Mais importante é estar em dia com a Justiça Eleitoral

Documento digital ou impresso em mãos, a preocupação mais relevante para o eleitor é saber se o cadastro eleitoral está regular. O TSE oferece um serviço gratuito para essa consulta, acessível pelo Autoatendimento Eleitoral no site do TSE ou pelo aplicativo e-Título.

No menu “Consultas”, a opção é “Situação do título”: basta informar nome completo e data de nascimento, CPF ou o número do título, e o sistema mostra em segundos se a inscrição está regular, cancelada ou suspensa.

O prazo para regularizar a situação também já se encerrou. Até a reabertura do cadastro, a consulta online ajuda a evitar surpresas no dia do pleito.

O que significa cada status

RegularTítulo válido, eleitor apto a votar. Permite transferência ou revisão de dados, mas só para as eleições de 2028, já que o cadastro está fechadoNão precisa de ação, mas vale checar se há multas em aberto
CanceladoTítulo sem validade, eleitor impedido de votar. Causas comuns: três ausências consecutivas sem justificativa, perda de direitos políticos, inscrições múltiplas ou fraude apurada pela Justiça EleitoralQuitar multas e solicitar revisão, só possível após a reabertura do atendimento, em 3 de novembro
SuspensoImpede o voto temporariamente. Causas: condenação criminal definitiva, improbidade administrativa transitada em julgado ou serviço militar obrigatórioApresentar documento que comprove o fim da causa, também possível a partir de 3 de novembro

Vale um esclarecimento sobre o status regular: ele não significa ausência de débitos. Multas por faltar às urnas ou aos trabalhos eleitorais podem existir e precisam ser consultadas separadamente, também pelo Autoatendimento Eleitoral ou pelo e-Título.

O pagamento pode ser feito por Pix, cartão de crédito ou boleto bancário, esse último chamado de GRU (Guia de Recolhimento da União), o documento oficial usado para quitar taxas e multas junto à Justiça Eleitoral e outros órgãos públicos.

Desaceleração da economia ameaça reeleição de Milei na Argentina

18 de Setembro de 2026, 17:50

A um ano da tentativa de reeleição do presidente argentino Javier Milei, a recuperação econômica que sustentou a popularidade do governo está perdendo força.

O Produto Interno Bruto encolheu 0,6% no segundo trimestre ante os três meses anteriores, a primeira contração em dois anos e um revés para um governo que conta com uma aceleração do crescimento antes da eleição de outubro de 2027.

Os argentinos elegeram o libertário que vinha de fora da política tradicional em 2023 na esperança de que a austeridade e mercados mais livres pudessem conter a inflação e estabilizar uma economia marcada por crises recorrentes.

A “terapia de choque” de Milei conseguiu reduzir fortemente o ritmo de alta dos preços, mas pesquisas mostram que os eleitores estão cada vez mais preocupados com a fraqueza do mercado de trabalho.

A atividade cresceu 2% em relação ao ano anterior, sustentada pelo forte avanço das exportações de energia e produtos agrícolas, enquanto as importações recuaram. Em uma publicação no X, o ministro da Economia, Luis Caputo, destacou que 13 dos 16 setores cresceram no primeiro semestre do ano.

Ainda assim, os dados mais recentes do PIB “estão longe de ser convincentes o suficiente para dissipar as preocupações políticas — a principal variável que pesa sobre os mercados argentinos”, afirmou Jimena Zuniga, economista para a Argentina da Bloomberg Economics.

Investidores em títulos soberanos do país temem que o enfraquecimento do apoio ao programa de Milei aumente as chances de reversão das reformas fiscais e de mercado após a eleição de 2027.

Adversários de esquerda de Milei tentam transformar o aumento do desemprego e a fragilidade da renda das famílias nos temas centrais da eleição de outubro de 2027.

Perspectiva desoladora

Fernando Marull, sócio da consultoria FM&A, vê a possibilidade de uma segunda contração consecutiva no terceiro trimestre, o que colocaria tecnicamente a Argentina em recessão.

Mesmo que a economia escape de uma recessão, a perspectiva para as famílias continua sombria, afirmou Carlos Melconian, diretor da MacroView SA.

“Independentemente de haver ou não dois trimestres negativos, vai ser extremamente apertado”, afirmou Melconian. “Os componentes que as pessoas realmente sentem já estão sendo duramente atingidos.”

A inflação anual desacelerou para 34% no mês passado, ante mais de 200% quando Milei assumiu o cargo. Uma pesquisa da AtlasIntel realizada no mês passado mostrou que corrupção e desemprego superaram a inflação entre as principais preocupações dos eleitores.

Milei, no entanto, continua concentrado em consolidar a vitória sobre a inflação, que pretende levar para menos de 1% ao mês.

Peso forte

Isso o levou a apoiar uma política de peso forte, ela esteja pesando sobre o crescimento. A moeda enfraqueceu apenas 3,7% em relação ao dólar no acumulado do ano até agosto, enquanto os preços ao consumidor subiram 21%.

Essa valorização em termos reais foi reforçada nas últimas semanas pela intervenção oficial nos mercados de títulos e futuros, enquanto permanecem em vigor controles cambiais para empresas.

Os adversários de Milei têm concentrado cada vez mais atenção nesse ponto. Em um evento no início deste mês, o nome mais claramente colocado na disputa, o governador da província de Buenos Aires, Axel Kicillof, classificou a abordagem do governo como uma “política criminosa e suicida de desindustrialização do país”.

Parlamentares da oposição também levaram o argumento ao Congresso e recentemente conseguiram convocar uma sessão sobre o aumento do endividamento das famílias e da inadimplência em empréstimos, embora nenhuma das propostas de alívio tenha avançado até agora.

Milei apresenta uma narrativa diferente e aponta para o forte crescimento da agricultura, energia e mineração como evidência de uma economia que deixou para trás a pior fase.

Ao mesmo tempo, varejo, construção e indústria, que empregam muito mais pessoas, estão cortando postos de trabalho, enquanto a inadimplência no crédito ao consumidor dispara.

O consumo encolheu 2,4% no segundo trimestre, com o baixo crescimento dos salários e o crédito restrito pressionando as finanças das famílias.

Esses setores em dificuldades respondem por cerca de metade do emprego assalariado privado formal da Argentina, enquanto as indústrias que impulsionam exportações e investimentos representam apenas cerca de um quinto.

No total, o emprego assalariado privado formal diminuiu em cerca de 246.300 postos desde pouco antes de Milei assumir o cargo, enquanto o número de empresas caiu em mais de 30 mil.

Índice de aprovação

Esse cenário deixa Milei vulnerável na corrida eleitoral. A aprovação do presidente estava em 38% na pesquisa mais recente da AtlasIntel, enquanto 58% desaprovavam sua gestão e 70% classificavam o mercado de trabalho como ruim.

Nesta semana, o governo reduziu a projeção de crescimento para 2026 de 5% para 3%, enquanto economistas consultados pelo banco central esperam algo mais próximo de 2%.

Osvaldo Giordano, presidente do instituto econômico IERAL, da Fundación Mediterránea, espera que a economia evite uma recessão, com a atividade praticamente estável neste trimestre. Mas a distância entre o crescimento modesto e o que os argentinos esperam após anos de turbulência econômica representa um risco para Milei, afirmou.

“A tolerância de uma sociedade não é a mesma quando há apenas um ano ruim”, afirmou Giordano. “Aqui, é uma sucessão de anos muito ruins. Por isso, a paciência é menor.”

BTG fecha acordo com WTorre e passa a controlar a operação do Nubank Parque

18 de Setembro de 2026, 16:56

O banco BTG Pactual anunciou nesta sexta-feira (18) que passará a controlar a operação do Nubank Parque, estádio do Palmeiras, após fechar um acordo para se tornar acionista majoritário da sociedade hoje comandada pela construtora WTorre. 

O negócio é a etapa mais recente de uma movimentação iniciada em 2024, quando a Enforce, gestora de créditos do grupo BTG, comprou do Banco do Brasil cerca de R$ 650 milhões em dívidas da construtora relacionadas ao financiamento da arena.

A operação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de outras condições previstas no acordo. O valor da transação e o tamanho das participações de BTG e WTorre não foram divulgados.

A WTorre permanecerá como acionista relevante e continuará participando das principais decisões estratégicas da empresa, segundo comunicado da Vinci Compass, que atuou como assessora financeira exclusiva da WTorre. O BTG, porém, terá a participação majoritária e ficará à frente da operação comercial do estádio.

A dívida comprada pelo banco em 2024 tinha a operação da arena entre as garantias. A aquisição do crédito abriu caminho para a aproximação entre BTG e WTorre, que vinham negociando havia meses a entrada do banco liderado por André Esteves na sociedade.

As partes não informaram se o crédito será utilizado no pagamento da participação nem detalharam a estrutura financeira do acordo.

A mudança de controle não altera, a princípio, a relação com o Palmeiras. O clube mantém com a WTorre um contrato de direito de superfície que permite a exploração comercial da arena até 2044. Os percentuais das receitas destinados ao Palmeiras e os contratos já firmados com patrocinadores e promotores de eventos continuarão válidos.

A expectativa também é a de manutenção da equipe responsável pela arena, comandada pelo executivo Marcelo Frazão. Segundo a coluna do PVC, no UOL, o BTG pretende ampliar os investimentos em tecnologia para melhorar a experiência de torcedores e frequentadores de shows.

Novo nome

A troca de controle acontece poucos meses depois de outra mudança importante na arena. Em abril, o Nubank comprou os direitos de nome do estádio, que havia sido chamado de Allianz Parque durante cerca de 12 anos. Após uma votação pública, a arena passou a se chamar Nubank Parque, com a nova identidade visual implantada em julho.

O contrato de naming rights também permanece inalterado com a entrada do BTG. O banco já acompanhava esse processo enquanto negociava com a WTorre a aquisição do controle da operação.

Inaugurado em novembro de 2014, o Nubank Parque se consolidou como o principal palco de grandes shows de São Paulo em volume de ingressos vendidos. Em 2025, a arena recebeu 33 apresentações, que reuniram 1,1 milhão de pessoas, segundo a WTorre. 

Em um levantamento da revista especializada Pollstar que considera o período entre dezembro de 2024 e novembro de 2025, o então Allianz Parque liderou a demanda de arenas esportivas na América do Sul, com 988 mil ingressos comercializados e uma bilheteria de US$ 61 milhões – mais de três vezes o público registrado pelo MorumBis, outro grande estádio da capital paulista. 

Desde a inauguração, o Nubank Parque já recebeu mais de 17,7 milhões de pessoas em 2,3 mil eventos, divididos quase igualmente entre partidas de futebol e espetáculos.

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Eleições 2026: quais países usam urna eletrônica como o Brasil?

18 de Setembro de 2026, 15:54

O Brasil não é o único país a usar um sistema de votação com urna eletrônica. Nas Eleições 2026, o modelo brasileiro volta a aparecer dentro de uma família maior de tecnologias eleitorais adotadas em diferentes partes do mundo.

A comparação, porém, depende do tipo de tecnologia usado em cada país. Alguns sistemas se aproximam da urna eletrônica brasileira, enquanto outros usam componentes eletrônicos apenas em parte do processo.

Essa diferença é importante porque nem todo país com votação eletrônica usa uma urna equivalente à brasileira.

Como funciona a urna eletrônica no Brasil?

O Brasil usa uma máquina de registro eletrônico direto do voto. Isso significa que o eleitor digita os números dos candidatos, confirma as escolhas e o voto nasce como registro digital dentro da urna eletrônica.

A urna eletrônica começou a ser usada no Brasil em 1996 e passou a atender todo o eleitorado com o modelo de votação em 2000.

No modelo brasileiro:

  • O eleitor vota presencialmente;
  • A escolha é registrada no Registro Digital do Voto;
  • O voto não é associado à identidade do eleitor;
  • A própria urna apura os votos da seção;
  • Antes da votação, a urna emite a zerésima;
  • Após a votação, emite o Boletim de Urna.

A urna eletrônica brasileira não usa internet durante o voto e permanece isolada de redes no momento da votação. A transmissão eletrônica ocorre depois, quando a seção já foi encerrada e os arquivos de resultado foram gerados.

LEIA MAIS: Urna eleitoral: entenda como é feito o teste de integridade a cada votação

Quais países têm sistema mais parecido com a urna eletrônica do Brasil?

Os sistemas mais parecidos com o brasileiro são aqueles em que o eleitor comparece presencialmente e registra o voto em uma máquina dedicada, sem que o voto nasça em uma cédula de papel.

Na classificação internacional, esse tipo de tecnologia de registro eletrônico direto (DRE, na sigla em inglês). O termo se refere a máquinas que registram o voto diretamente em meio eletrônico.

  • O Butão é um dos casos mais próximos do Brasil. O país usa máquinas eletrônicas presenciais nas seções. No primeiro turno da eleição para a Assembleia Nacional de 2023/24, foram depositados 195.719 votos presenciais em máquinas eletrônicas, distribuídas em 809 seções.
  • Bangladesh também usou máquinas eletrônicas no passado. A tecnologia costuma ser chamada de máquina eletrônica de votação (EVM, na sigla em inglês). Para uma comparação atual, porém, há uma diferença relevante: o país retirou a tecnologia da eleição parlamentar de 2026 e voltou às cédulas de papel.

Quais países usam urna eletrônica com papel individual?

Índia e Venezuela também podem ser comparadas ao Brasil porque usam máquinas eletrônicas presenciais no ato de votar. A diferença está no papel.

Nesses países, o voto é registrado eletronicamente, mas o sistema também gera uma trilha física individual, conhecida como auditoria em papel verificável pelo eleitor (VVPAT, na sigla em inglês).

  • Na Índia, o eleitor aperta o botão correspondente ao candidato. O equipamento imprime uma papeleta com número, nome e símbolo. O papel fica visível por alguns segundos e depois cai em um compartimento lacrado.
  • Na Venezuela, o eleitor seleciona os candidatos na tela, o voto é registrado eletronicamente e uma papeleta é impressa. O eleitor confere o papel e o deposita em uma urna física separada.

Quais países usam máquina com cédula física?

Há um segundo grupo em que a tecnologia aparece dentro da cabine de votação, mas a cédula de papel faz parte do procedimento.

  • Na Bélgica, o eleitor vota em uma tela, confirma as escolhas e a máquina imprime uma cédula com texto legível e código de barras. Depois, o eleitor escaneia o código e deposita o papel em urna física.
  • No Paraguai, o eleitor recebe uma cédula, insere o papel na máquina, escolhe os candidatos pela tela, confere a informação em um leitor verificador e deposita a cédula em urna física.
  • Na Bulgária, onde há máquinas disponíveis, o eleitor pode escolher entre papel e votação por máquina. Ao usar a máquina, o equipamento imprime uma cédula em papel especial.
  • Na República Democrática do Congo, o eleitor escolhe os candidatos em tela sensível ao toque, e a máquina imprime a escolha no verso da cédula, que depois é depositada.

Quais países usam papel com contagem eletrônica?

Em outro grupo, o voto nasce no papel. A tecnologia aparece depois, para ler, contar ou transmitir os resultados.

Nesses casos, a tecnologia eleitoral atua principalmente sobre a cédula já preenchida pelo eleitor. A comparação com o Brasil passa menos pela urna eletrônica usada na cabine e mais pela automação de etapas do processo eleitoral.

  • Nas Filipinas, o eleitor preenche uma cédula física e a insere em uma máquina de contagem automatizada. O equipamento escaneia o papel, interpreta as marcações e contabiliza os votos.
  • Iraque, Quirguistão e Mongólia também usam modelos em que o eleitor marca uma cédula de papel, e a tecnologia faz a leitura ou a contagem.
  • Nos Estados Unidos, não existe um único sistema nacional. A administração eleitoral é descentralizada e envolve mais de 10 mil jurisdições. Em 2024, havia uso combinado de dispositivos de marcação de cédulas, scanners, contagem manual e sistemas de registro eletrônico direto (DRE, na sigla em inglês) em parte das localidades.

Quais países usam voto pela internet?

Voto pela internet é outra categoria presente no mundo. Nesse modelo, a rede participa do próprio ato de votar. Esse grupo amplia o sentido de votação eletrônica, mas se afasta do modelo brasileiro.

  • Na Estônia, o eleitor pode votar remotamente pela internet desde 2005. O voto é feito em computador pessoal, com autenticação, criptografia, assinatura digital e envio ao servidor eleitoral.
  • Omã permite voto por smartphone pelo aplicativo Intakhib.
  • A Suíça mantém projetos controlados de voto pela internet para parcelas específicas do eleitorado.
  • França, Armênia, El Salvador, Rússia, Panamá e Filipinas possuem ou tiveram modalidades remotas voltadas a grupos ou territórios específicos, como eleitores no exterior.

O que pode ser comparado com a urna eletrônica brasileira?

Tipo de sistemaComparação com o Brasil
Máquina presencial sem cédula individualMais próxima
Máquina presencial com trilha de auditoria em papel verificável pelo eleitorParcial: o voto nasce eletrônico, mas há papel individual
Máquina com cédula física no fluxoParcial: há tecnologia na cabine, mas o papel integra o voto
Papel com leitura eletrônicaLimitada: tecnologia atua na leitura ou na contagem
Voto pela internetOutra categoria

Volkswagen reduz previsão de lucro com crise na China

18 de Setembro de 2026, 13:29

A Volkswagen reduziu sua projeção de lucro, citando uma forte retração na China, custos de reestruturação e uma baixa contábil de € 6 bilhões (US$ 6,9 bilhões) relacionada à fabricante de carros esportivos Porsche. As ações da companhia registraram a maior queda em um ano.

A montadora alemã agora espera uma margem operacional de no máximo 1%, ante uma previsão anterior de pelo menos 4%, informou a empresa nesta sexta-feira (18). A Volkswagen disse que efeitos negativos de cerca de € 10 bilhões (US$ 11,6 bilhões) afetarão os resultados deste ano, a maior parte deles no terceiro trimestre.

Excluindo esses itens extraordinários, a companhia estima uma margem operacional de cerca de 4%.

As ações da Volkswagen chegaram a cair 7,5%, em um movimento que também atingiu outras montadoras, como BMW, Mercedes-Benz e Ford Motor.

O alerta amplia os desafios para o CEO Oliver Blume, que tenta reestruturar a maior montadora da Europa enquanto seus antigos motores de crescimento perdem força.

No início deste mês, a Volkswagen chegou a um acordo difícil com representantes dos trabalhadores que pode dobrar os cortes de empregos previstos para 100 mil postos no mundo. A administração também sofre pressão para reduzir o excesso de capacidade das fábricas e os custos na Alemanha.

A China se tornou um problema cada vez mais grave. O lucro no país, que por muito tempo foi o maior mercado da Volkswagen e uma importante fonte de resultados, despencou à medida que fabricantes locais conquistam participação de mercado e a economia chinesa permanece fraca.

A Porsche prepara uma apresentação a investidores e analistas para 7 de outubro, quando deve apresentar metas financeiras de médio prazo e atualizar sua estratégia. A Volkswagen afirmou que a baixa contábil ocorreu após uma revisão do planejamento de longo prazo e das premissas utilizadas na avaliação da Porsche, indicando que o ajuste está relacionado a esse processo.

Entre os outros fatores que levaram ao alerta de lucro desta sexta-feira, a Volkswagen afirmou que o crescimento mais rápido que o esperado das vendas de veículos elétricos na Europa está pressionando a rentabilidade, especialmente das marcas Volkswagen e Audi.

Os modelos elétricos geralmente têm margens menores que veículos equivalentes com motores a combustão. Com isso, a mudança mais rápida na composição das vendas reduz os ganhos, mesmo com o aumento da demanda por veículos elétricos.

A Volkswagen também espera custos relacionados à venda planejada da fábrica de Osnabrück, onde a produção de veículos deve terminar em 2027. A Volkswagen, o estado da Baixa Saxônia e a Aurelius Capital chegaram neste mês a um acordo potencial para transformar a fábrica em um polo de produção voltado aos setores de segurança e defesa, com a Rafael Advanced Defense Systems escolhida para um projeto inicial de sistemas de defesa aérea.

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Quem é Howie Buffett, o novo presidente do conselho da Berkshire Hathaway?

18 de Setembro de 2026, 11:37

Warren Buffett disse na sexta-feira que deixará o cargo de presidente do conselho da Berkshire Hathaway, nomeando seu filho de 71 anos, Howard Buffett, como novo presidente.

A escolha de Howard — que atende pelo apelido de Howie — há muito tempo faz parte do planejamento sucessório do conglomerado de US$ 1 trilhão que Warren Buffett controla desde 1965.

Quem é Howie Buffett? Veja cinco pontos que ajudam a entender:

A principal qualificação de Howie Buffett: ele é filho de Warren Buffett

Em uma entrevista para uma reportagem do Wall Street Journal de 2025, Warren Buffett foi direto ao explicar por que escolheu Howie Buffett:

“Ele está recebendo o cargo porque é meu filho”, disse.

Warren Buffett dedicou bastante atenção ao planejamento sucessório da Berkshire, afirmando: “Eu me importo mais com o futuro da Berkshire depois que eu morrer do que durante o período em que estiver vivo”. Segundo ele, a Berkshire é o tipo de empresa bem-sucedida “que leva muito tempo para construir e poderia ser desmantelada com muita facilidade se caísse nas mãos de pessoas que quisessem dividi-la”.

Em uma conferência com investidores realizada em 2013, em Omaha, Nebraska, o investidor Doug Kass — que apostava na queda das ações da Berkshire — questionou Warren Buffett sobre o plano.

“Howard nunca administrou um negócio diversificado, nem é especialista em gestão de riscos corporativos”, disse Kass. “Tirando o acaso de ter nascido na família, como Howard é a pessoa mais qualificada para assumir esse papel?”

Warren Buffett respondeu que o cargo era diferente da maneira como Kass o havia descrito.

“Ele não terá que pensar em administrar o negócio”, disse. “Terá apenas que pensar se o conselho — e ele próprio, como integrante do conselho — precisa trocar o CEO.”

Experiência profissional: agricultura, comissário de condado e xerife

Howie Buffett não tem o currículo tradicional de um presidente de conselho de um enorme conglomerado. Quando jovem, abandonou a faculdade, trabalhou na See’s, empresa de doces da Berkshire, e acabou se voltando para a agricultura — administrando uma fazenda que seu pai havia comprado. Ele disse que pagava aluguel a preço de mercado.

Também trabalhou no setor público. No fim dos anos 1980, foi eleito comissário do condado em Omaha e presidiu o conselho estadual de etanol. Mais tarde, em 2017 e 2018, foi xerife do condado de Macon, no centro de Illinois, cargo que assumiu depois de atuar como policial auxiliar.

Sua experiência no setor corporativo esteve concentrada principalmente na agricultura. Na década de 1990, foi vice-presidente e assistente do presidente da gigante agrícola Archer Daniels Midland. Depois, atuou como sócio e investidor da GSI Group, fabricante de equipamentos agrícolas.

Howie já tem experiência em conselhos de empresas

O novo presidente do conselho da Berkshire tem experiência em conselhos corporativos.

A partir da ADM, em 1991, Howie Buffett integrou os conselhos de várias empresas nos Estados Unidos — algumas delas com vínculos com a Berkshire Hathaway. A lista inclui a Coca-Cola, uma antiga participação da Berkshire; a engarrafadora Coca-Cola Enterprises; e a ConAgra Foods, fabricante de produtos como Slim Jim e ketchup Hunt’s, entre outras.

A experiência mais relevante: ele integra o conselho da Berkshire desde 1993.

Grande parte de seu trabalho é voltada para a filantropia

Há anos, Warren Buffett vem transferindo parte de suas ações da Berkshire para fundações de caridade administradas por seus filhos — incluindo Howie. Ele disse que toda a participação que ainda possui na Berkshire será transferida para as fundações de seus filhos até 2034.

A Howard G. Buffett Foundation concentra seu trabalho em segurança alimentar e agricultura. Depois da invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022, a fundação destinou mais de US$ 800 milhões para assistência alimentar aos ucranianos, operações de desminagem e investigações de crimes de guerra, entre outras iniciativas.

Não espere uma mudança na cidade-sede da Berkshire

Em uma entrevista ao Journal em 2025, Howie Buffett não revelou muito sobre sua visão para a Berkshire. Segundo ele, muita coisa na companhia não deve mudar.

Ele afirmou que pretende manter a tradição da Berkshire de realizar reuniões anuais nas quais os acionistas fazem perguntas à administração durante horas.

Em um ponto — a sede da Berkshire Hathaway —, porém, ele foi categórico: “Ela nunca sairá de Omaha, Nebraska”.

Eliot Brown: Eliot.Brown@wsj.com

Taxas do Tesouro Direto recuam e devolvem a alta provocada pelo Bolsa Família

18 de Setembro de 2026, 10:11

As taxas do Tesouro Direto recuam nesta sexta-feira (18) e devolvem boa parte da alta provocada na véspera pelo anúncio do reajuste do Bolsa Família. O movimento acompanha o alívio da curva de juros, depois que o mercado trocou o temor fiscal pelo chamado trade eleitoral no fim da quinta-feira (17).

Prefixados recuam até 0,15 ponto

O Tesouro Prefixado 2032 caiu de 14,34% para 14,19% ao ano, menor patamar da semana. O Prefixado com Juros Semestrais 2037 passou de 14,39% para 14,25% e o Prefixado 2029 saiu de 13,95% para 13,85%.

Com a taxa em queda, o preço sobe. O preço unitário do papel de 2032 voltou de R$ 494,83 para R$ 498,51 — quem comprou no susto de ontem já vê ganho na marcação a mercado. Na outra ponta, quem entra agora trava um retorno menor até o vencimento.

Tesouro IPCA+ 2032 volta a 7,58%, menor nível da semana

Nos títulos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ 2032 caiu de IPCA + 7,69% para IPCA + 7,58%, abaixo inclusive do patamar de quarta-feira, antes da decisão do Copom. O IPCA+ 2040 foi a IPCA + 7,27% e o IPCA+ 2050, a IPCA + 7,19%.

Mesmo com o recuo, o juro real segue acima de 7% ao ano em todos os vencimentos disponíveis.

Entre os pós-fixados, o Tesouro Selic 2031 rende Selic + 0,0736% e o Tesouro Reserva 2036 acompanha a Selic pura, agora em 13,75% ao ano, com aplicação mínima de R$ 1.

Trade eleitoral tira força do temor fiscal

A reação negativa ao reajuste de 15,04% no Bolsa Família, com impacto de R$ 5,8 bilhões neste ano e R$ 22 bilhões em 2027, perdeu fôlego ao longo da quinta. O Ibovespa virou e fechou em alta de 0,24%, aos 185.992 pontos, enquanto o dólar recuou 0,24%, a R$ 5,139.

A duas semanas das eleições, o mercado segue sensível a pesquisas e ao noticiário de Brasília. Para o investidor, é uma janela em que as taxas podem variar bastante de um dia para o outro — e o retorno travado depende do dia em que o título é comprado.

Veja as taxas do Tesouro Direto nesta sexta-feira (18)

TítuloRendimento anualInvest. mín.Preço unit.Vencimento
Tesouro Reserva 2036SelicR$ 1,00R$ 11,00588901/01/2036
Tesouro Selic 2031Selic + 0,0736%R$ 198,51R$ 19.851,5001/03/2031
Tesouro Prefixado 202913,85%R$ 7,46R$ 746,1101/01/2029
Tesouro Prefixado 203214,19%R$ 4,98R$ 498,5101/01/2032
Tesouro Prefixado com Juros Semestrais 203714,25%R$ 8,08R$ 808,1901/01/2037
Tesouro IPCA+ 2032IPCA + 7,58%R$ 30,83R$ 3.083,2915/08/2032
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2037IPCA + 7,48%R$ 43,52R$ 4.352,3115/05/2037
Tesouro IPCA+ 2040IPCA + 7,27%R$ 17,94R$ 1.794,1915/08/2040
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2045IPCA + 7,32%R$ 42,35R$ 4.235,0415/05/2045
Tesouro IPCA+ 2050IPCA + 7,19%R$ 9,09R$ 909,8215/08/2050
Tesouro IPCA+ com Juros Semestrais 2060IPCA + 7,19%R$ 40,85R$ 4.085,2615/08/2060
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2030IPCA + 7,36%R$ 20,12R$ 2.012,5815/12/2049
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2035IPCA + 7,27%R$ 14,33R$ 1.433,0715/12/2054
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2040IPCA + 7,17%R$ 10,30R$ 1.030,9515/12/2059
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2045IPCA + 7,11%R$ 7,41R$ 741,5615/12/2064
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2050IPCA + 7,04%R$ 5,37R$ 537,8615/12/2069
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2055IPCA + 7,00%R$ 3,88R$ 388,7215/12/2074
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2060IPCA + 6,99%R$ 2,78R$ 278,7615/12/2079
Tesouro RendA+ Aposentadoria Extra 2065IPCA + 6,99%R$ 1,99R$ 199,2515/12/2084
Tesouro Educa+ 2027IPCA + 7,38%R$ 39,11R$ 3.911,0715/12/2031
Tesouro Educa+ 2028IPCA + 7,48%R$ 36,31R$ 3.631,5815/12/2032
Tesouro Educa+ 2029IPCA + 7,52%R$ 33,74R$ 3.374,5415/12/2033
Tesouro Educa+ 2030IPCA + 7,55%R$ 31,34R$ 3.134,4315/12/2034
Tesouro Educa+ 2031IPCA + 7,56%R$ 29,13R$ 2.913,5015/12/2035
Tesouro Educa+ 2032IPCA + 7,56%R$ 27,09R$ 2.709,7415/12/2036
Tesouro Educa+ 2033IPCA + 7,53%R$ 25,26R$ 2.526,4515/12/2037
Tesouro Educa+ 2034IPCA + 7,50%R$ 23,57R$ 2.357,2815/12/2038
Tesouro Educa+ 2035IPCA + 7,45%R$ 22,04R$ 2.204,9415/12/2039
Tesouro Educa+ 2036IPCA + 7,39%R$ 20,66R$ 2.066,1115/12/2040
Tesouro Educa+ 2037IPCA + 7,35%R$ 19,33R$ 1.933,5815/12/2041
Tesouro Educa+ 2038IPCA + 7,31%R$ 18,10R$ 1.810,9315/12/2042
Tesouro Educa+ 2039IPCA + 7,28%R$ 16,94R$ 1.694,8615/12/2043
Tesouro Educa+ 2040IPCA + 7,27%R$ 15,82R$ 1.582,6515/12/2044
Tesouro Educa+ 2041IPCA + 7,26%R$ 14,78R$ 1.478,2615/12/2045
Tesouro Educa+ 2042IPCA + 7,26%R$ 13,78R$ 1.378,8415/12/2046
Tesouro Educa+ 2043IPCA + 7,25%R$ 12,88R$ 1.288,4415/12/2047
Tesouro Educa+ 2044IPCA + 7,24%R$ 12,04R$ 1.204,1915/12/2048

Fonte: Tesouro Nacional. Taxas de 18/09/2026.

CSN recebe ofertas de R$ 11 bi pela unidade de cimento: Votorantim, Huaxin e Polimix estão na disputa

18 de Setembro de 2026, 09:55

Os títulos de dívida da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) estão entre os que mais se valorizaram nos mercados emergentes desde a nomeação do novo CEO da companhia. Investidores avaliam que o programa de venda de ativos pode finalmente avançar e ajudar a siderúrgica a reduzir o alto endividamento.

Ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman foi anunciado como novo CEO da CSN em 2 de setembro. A mudança é vista por investidores e bancos credores como o início de uma nova fase para a companhia, que é comandada por Benjamin Steinbruch há duas décadas.

A escolha de um executivo de fora da família controladora foi interpretada como um sinal positivo, ao colocar à frente da empresa alguém com experiência para concluir negociações que se arrastam há anos.

“É uma mudança simbólica positiva”, disse Nicolas Giannone, analista da Balanz. Segundo ele, embora Steinbruch continue como presidente do conselho de administração, a chegada de Schvartsman “coloca um novo rosto em uma ‘nova’ CSN e reafirma a intenção da companhia de reduzir a alavancagem e simplificar os negócios”.

Os títulos da CSN acumulam retorno médio de cerca de 5% desde o anúncio, enquanto um índice mais amplo de dívida corporativa de mercados emergentes registra perda de 0,5% no período.

Venda da CSN Cimentos

A venda da unidade de cimento está em estágio mais avançado, e um acordo pode ser anunciado nas próximas semanas, segundo pessoas com conhecimento das negociações ouvidas pela Bloomberg sob condição de anonimato.

Huaxin, Votorantim e Polimix fizeram propostas vinculantes de cerca de R$ 11 bilhões cada, segundo as fontes. O valor está abaixo dos R$ 15 bilhões pretendidos pela CSN, mas a companhia pode aceitar uma oferta menor, disseram.

A unidade de cimento foi dada como garantia a bancos em um empréstimo de pelo menos US$ 1,2 bilhão concedido em março, segundo pessoas familiarizadas com o assunto haviam informado anteriormente.

A CSN também negocia a venda da Stahlwerk Thuringen (SWT), siderúrgica na Alemanha comprada pela companhia em 2012 por US$ 634 milhões, segundo as fontes.

A companhia também recebe ofertas por alguns ativos de infraestrutura e pode optar por vendê-los separadamente, em vez de negociar uma participação minoritária no negócio de infraestrutura como um todo, como pretendia inicialmente.

CSN Mineração

Acionistas da CSN Mineração avaliam aumentar suas participações na companhia, aproveitando os preços considerados baixos, por meio da compra de ações adicionais da holding controladora, segundo as fontes.

A Itochu Corporation é a segunda maior acionista da CSN Mineração, com participação de 10,85% adquirida em 2024 por R$ 4,42 bilhões. A Japão Brasil Minério de Ferro Participações Ltda. é a terceira maior acionista, com 9,35%, segundo a companhia. A Japão Brasil é uma subsidiária da Itochu.

A Votorantim não quis comentar. CSN, CSN Mineração, Embu S.A., a unidade brasileira da Huaxin e Polimix não responderam aos pedidos de comentário. A Itochu também não respondeu.

Mudança no comando

Steinbruch é considerado um negociador duro em processos de venda de ativos e costuma buscar condições mais favoráveis para a CSN. A última venda de controle de um negócio da companhia ocorreu em 2018, quando a empresa recebeu US$ 400 milhões pela operação siderúrgica americana CSN LLC.

Investidores avaliam que Schvartsman tem experiência para avançar com o programa de desinvestimentos da CSN. O executivo passou por algumas das maiores empresas brasileiras dos setores industrial e de recursos naturais, como Vale e Klabin.

Cesar Fernandez, sócio da Alpha Credit Advisors, disse que o novo CEO pode acelerar o programa de venda de ativos da CSN e interromper “uma trajetória de alavancagem que vem tomando o caminho errado há anos”.

A expectativa é que Schvartsman apresente resultados rapidamente. Mesmo após a alta recente, os títulos da CSN em dólar acumulam perda média de cerca de 11,2% em 2026.

No início do ano, investidores venderam os títulos da siderúrgica diante do temor de que a CSN pudesse enfrentar dificuldades financeiras em meio às taxas de juros de dois dígitos no Brasil.

A situação financeira da companhia continua pressionada. No último trimestre, a CSN registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 773 milhões (US$ 151,7 milhões), no décimo trimestre consecutivo de resultado negativo. O prejuízo foi seis vezes maior que o registrado um ano antes.

A CSN acumulou dívidas para financiar investimentos em suas diferentes unidades de negócios. Os juros elevados e a concorrência estrangeira, que pressionaram o crescimento, também afetaram o balanço da companhia.

A dívida líquida chegou a R$ 42,1 bilhões em 30 de junho, elevando a relação entre dívida líquida e Ebitda para 3,5 vezes.

A experiência de Schvartsman também pode ajudar nas negociações com credores, segundo Daniel Sasson, analista do Itaú BBA. Ele destacou, entre outros pontos, a aprovação do projeto Puma 1 na Klabin, que dobrou o Ebitda da companhia.

“O novo executivo tem um histórico forte e também passou por períodos de incerteza quando estava na Klabin e na Vale”, disse Manuel Mondia, gestor de portfólio da Aquila Asset Management. “A notícia sobre a mudança no comando fez os títulos se recuperarem das mínimas, e uma valorização adicional agora depende da execução dos planos da companhia.”

*Giovanna Bellotti Azevedo, Rachel Gamarski and Mariana Durão

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On contrata Mbappé para entrar no mercado de futebol e desafiar Nike e Adidas

18 de Setembro de 2026, 09:33

A On contratou o astro francês Kylian Mbappé como parceiro no desenvolvimento de produtos para futebol e como representante da marca, em um movimento ousado para desafiar o domínio de Nike e Adidas no esporte.

A empresa suíça equipará Mbappé, atacante de 27 anos que já é o maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com chuteiras desenvolvidas especialmente para ele, enquanto amplia o uso de sua tecnologia de fabricação de calçados LightSpray, segundo comunicado. Mbappé, principal estrela do Real Madrid, já foi patrocinado pela Nike.

As ações da On chegaram a subir 7,4% no pré-mercado nos Estados Unidos após a notícia. As ações da Nike recuavam 0,6%, enquanto as da Adidas tinham queda semelhante em Frankfurt.

A On também contratou Thierry Henry, ex-astro da seleção francesa e do Arsenal, da Premier League inglesa, como diretor de futebol. Os valores financeiros das parcerias não foram divulgados.

A empresa, que tem Roger Federer como investidor, cresceu rapidamente desde sua fundação, em 2010. Começou com calçados para corrida e depois expandiu para tênis, treinamento e esportes ao ar livre.

A On também busca aumentar sua receita com vestuário, tanto para esportes quanto para produtos de estilo de vida. A companhia realizará na terça-feira um evento com investidores, no qual deve apresentar metas financeiras para os próximos anos.

Embora o futebol seja há muito tempo o esporte mais popular do mundo, nos últimos anos ele também ganhou espaço como fonte de produtos ligados a estilo de vida e moda para concorrentes como Adidas, Nike e Puma. As marcas registraram aumento nas vendas neste verão com camisas de seleções e clubes patrocinados por elas na Copa do Mundo.

O futebol sofreu menos mudanças provocadas por marcas desafiantes nos últimos anos do que o mercado de corrida, no qual empresas como On e Hoka conquistaram participação de mercado com produtos inovadores. New Balance e Skechers também avançaram no futebol, sendo que a segunda patrocina o astro inglês Harry Kane, que também joga pelo Bayern de Munique.

A On pretende “repensar os produtos para atender às exigências do jogo e, ao mesmo tempo, levar uma nova energia à cultura que o cerca”, segundo o comunicado.

Mbappé trabalhará em estreita colaboração com a equipe da On para desenvolver e testar chuteiras e roupas esportivas, além de representar a marca fora dos campos, informou a empresa. Além de ser um dos principais talentos do futebol, Mbappé também conquistou fãs por seu estilo de moda e participou de campanhas da Dior.

“O que me atraiu na On foi a oportunidade de construir algo totalmente novo juntos, que ajudará a moldar o futebol de amanhã”, disse Mbappé no comunicado.

A On acredita que sua tecnologia LightSpray — na qual robôs aplicam a parte superior do calçado a partir de um filamento em questão de minutos — será uma vantagem no futebol. O objetivo é criar produtos “excepcionalmente leves, precisos e próximos do atleta como uma segunda pele”, segundo a empresa.

A On apresentou a tecnologia em 2024 e ampliou seu uso, passando de tênis de maratona de alto padrão para produtos voltados a um mercado mais amplo. A empresa inaugurou uma fábrica dedicada à LightSpray na Coreia do Sul no início deste ano e planeja iniciar em breve outra unidade no Vietnã. Futuros locais de produção poderão ser instalados nos Estados Unidos e na Europa, disse Caspar Coppetti, co-CEO da companhia, em entrevista em junho.

A primeira incursão da On no futebol ocorreu em dezembro, quando a empresa contratou a jovem estrela suíça Sydney Schertenleib, que joga no time feminino do Barcelona, para colaborar no desenvolvimento de produtos voltados a treinamento e estilo de vida. Agora, ela também representará a marca no futebol e ajudará a desenvolver produtos destinados ao futebol feminino.

Rússia liga tomada de ativos da Nestlé à ajuda europeia à Ucrânia

18 de Setembro de 2026, 09:12

O Kremlin relacionou a tomada de ativos na Rússia pertencentes à gigante suíça de alimentos Nestlé e à rede francesa de supermercados Auchan ao apoio militar europeu à Ucrânia.

“Estamos falando de empresas, empresas europeias de países hostis”, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a jornalistas na sexta-feira (18). “Um dos fatores levados em consideração ao tomar essa decisão foi que este é um país hostil e que este é um país hostil que atualmente está mais ativamente envolvido em ações militares contra nosso país.”

O presidente Vladimir Putin publicou um decreto na noite de quinta-feira (17) determinando que participações nos negócios da Nestlé e da Auchan na Rússia fossem colocadas sob administração temporária de uma empresa chamada AO L.E.V. Menedzhment.

É a maior tomada de ativos corporativos estrangeiros na Rússia desde pelo menos 2024. A medida ocorre em meio às tensões com a Europa, que impôs amplas sanções à Rússia e está enviando dezenas de bilhões de dólares em armas e ajuda financeira para apoiar a defesa da Ucrânia contra a invasão em larga escala ordenada por Putin em fevereiro de 2022.

A AO L.E.V. Menedzhment foi registrada em Moscou em 2024, com capital social de apenas 15 mil rublos (US$ 177) e um único funcionário, segundo dados do registro russo. A empresa tinha pouca exposição pública antes do decreto.

As ações da Nestlé caíram até 1,9% nas negociações iniciais de sexta-feira (18), atingindo o menor nível em três meses antes de reduzir parte da queda.

A medida do Kremlin evidencia o ambiente empresarial cada vez mais difícil enfrentado pelas empresas internacionais que permanecem na Rússia. Mais de mil empresas deixaram o país depois do início da guerra e da imposição de várias rodadas de sanções internacionais contra Moscou.

Ainda assim, grandes empresas como PepsiCo, Mondelez International e Raiffeisen Bank International continuam operando na Rússia sob restrições crescentes, embora tenham reduzido suas operações.

A Rússia aprovou uma lista de países que considera “hostis” pouco depois do início da invasão. Além de todos os países da União Europeia e dos Estados Unidos, vários outros países, incluindo a Suíça, estão na lista. Transações financeiras e comerciais envolvendo empresas desses países estão sujeitas a restrições adicionais e exigências regulatórias na Rússia.

A Nestlé afirmou em comunicado na sexta-feira (18) que tomou conhecimento do decreto de Putin e estava avaliando a situação e suas opções.

“A Nestlé está empenhada em tomar todas as medidas necessárias para proteger seus direitos e garantir a continuidade das operações comerciais no interesse de todas as partes interessadas, especialmente seus funcionários”, afirmou.

O governo suíço deve se pronunciar sobre o caso ainda nesta sexta-feira (18).

A Suíça adotou sanções semelhantes às da União Europeia contra a Rússia por causa da guerra na Ucrânia, rompendo com sua abordagem anterior de neutralidade. A medida deu origem a uma iniciativa para impor uma interpretação mais rígida da tradicional doutrina de neutralidade do país, e os eleitores decidirão sobre a proposta em 27 de setembro.

A Rússia se manifestou publicamente sobre a campanha a favor de uma neutralidade mais rígida. Se aprovada, a proposta impediria a Suíça de impor sanções a países em conflito sem respaldo da ONU, o que significaria que o país não poderia mais manter as atuais medidas contra a Rússia com base no mesmo fundamento.

A Auchan Retail Russia afirmou ter solicitado esclarecimentos sobre o decreto e que apresentaria uma resposta mais detalhada depois de receber as informações pertinentes, informou a empresa à agência estatal Tass.

A Rússia assumiu o controle de dezenas de ativos internacionais desde 2023, quando alterou a legislação para criar um mecanismo de administração temporária que permite ao Estado assumir o controle de participações pertencentes a empresas de países “hostis”.

Entre os casos estão as unidades locais da empresa finlandesa de serviços públicos Fortum, da fabricante francesa de iogurtes Danone e da cervejaria dinamarquesa Carlsberg.

As ordens de administração temporária muitas vezes foram seguidas pela transferência dos ativos para compradores russos aprovados pelas autoridades, muitos deles com ligações com o Kremlin. Danone e Carlsberg tiveram seus ativos brevemente devolvidos, mas depois foram obrigadas a vendê-los a empresas russas com grandes descontos.

Ativos estrangeiros sob controle russo

O Kremlin também tornou cada vez mais difícil para empresas estrangeiras deixarem a Rússia. Transações envolvendo investidores de países “hostis” exigem que os vendedores aceitem um desconto de pelo menos 60%, além de um imposto especial de saída.

Em agosto, Putin sancionou uma lei que permite aos tribunais russos impedir que investidores estrangeiros que deixaram o país depois da invasão da Ucrânia em 2022 recomprassem os ativos que haviam vendido. Ele afirmou repetidamente que será difícil voltar ao mercado russo.

Ainda assim, o decreto sobre a Nestlé e a Auchan, publicado na noite de quinta-feira (17), foi inesperado. O Kremlin não havia usado o mecanismo contra ativos de valor comparável desde pelo menos 2024, quando fábricas pertencentes à AB InBev Efes, uma joint venture entre a cervejaria belga AB InBev e a turca Anadolu Efes, foram colocadas sob administração temporária.

Nestlé na Rússia

A Nestlé opera na Rússia desde os anos 1990, mas reduziu seus negócios após 2022, suspendendo algumas marcas e interrompendo importações e exportações não essenciais, além de publicidade e investimentos de capital. A gigante suíça possui seis fábricas na Rússia, que empregam mais de 7 mil pessoas e onde continuou a produzir o que descreve como alimentos essenciais e de consumo cotidiano.

A Rússia responde por cerca de 2% das vendas globais da Nestlé, o equivalente a aproximadamente 2 bilhões de francos suíços (US$ 2,5 bilhões) por ano.

A perda do controle sobre os ativos russos poderia representar uma baixa contábil de cerca de 1 bilhão de francos suíços, segundo analistas liderados por David Hayes, do Jefferies.

A resposta da Nestlé à ordem de Putin tem sido “pouco comprometedora” até agora, embora os precedentes de Danone e Carlsberg não sejam animadores, disse Warren Ackerman, analista do Barclays.

“Interpretamos o decreto como um passo em direção a uma possível mudança de propriedade, embora o momento, o processo e a compensação sejam desconhecidos”, acrescentou.

A Auchan esteve entre a primeira onda de grandes empresas ocidentais de bens de consumo a expandir suas operações na Rússia, ao abrir sua primeira loja no país em 2002. A empresa construiu uma ampla rede de lojas e atualmente opera 230 supermercados e hipermercados em todo o país, segundo seu site.

No início deste ano, uma empresa pouco conhecida chamada KS Logistics pediu a Putin que colocasse as entidades locais da Nestlé sob administração temporária, informou o jornal Kommersant. Na época, a Nestlé disse ao veículo que não havia recebido nenhuma solicitação das autoridades russas e que seus escritórios e fábricas continuavam funcionando.

Não está claro se a KS Logistics tem alguma relação com a L.E.V. Menedzhment. Esta última nomeou Andrey Krayushkin como seu novo diretor-presidente apenas na semana passada, segundo dados do registro russo.

Krayushkin atuou até pelo menos 2020 como primeiro vice-chefe do departamento de migração do Ministério do Interior e tinha a patente de major-general, informou na quinta-feira (17) o veículo de oposição russo Novaya Gazeta Europe, citando bancos de dados que, segundo o veículo, estavam em sua posse. A Bloomberg não conseguiu verificar a informação de forma independente.

Warren Buffett deixa presidência do conselho da Berkshire: ‘o tempo sempre vence’

18 de Setembro de 2026, 09:00

O fundador da Berkshire Hathaway, Warren Buffett, está deixando o cargo de presidente do conselho de administração da companhia e será substituído pelo filho, Howard, no mais recente passo do processo de sucessão de um dos mais conhecidos conglomerados de investimentos do mundo.

O bilionário passará a ser presidente emérito da companhia, título honorário concedido a ex-presidentes, com efeito imediato, segundo comunicado divulgado nesta sexta-feira (18). Buffett continuará como membro do conselho de administração, enquanto seu filho, que integra o conselho da empresa desde 1993, assumirá a presidência.

“Warren teve um impacto sobre a Berkshire e seus acionistas sem paralelo na história dos negócios americanos”, disse Greg Abel, que substituiu Buffett no início deste ano como CEO da companhia. “A cultura que Warren construiu e os valores que defendeu continuarão no centro da Berkshire, e Howard será seu guardião.”

Aos 96 anos, Buffett deixa a presidência do conselho após mais de seis décadas à frente da companhia sediada em Omaha, Nebraska. A empresa era originalmente uma decadente fábrica têxtil e foi transformada pelo lendário investidor em um conglomerado avaliado em mais de US$ 1 trilhão.

Em uma carta aos acionistas, Buffett afirmou que decidiu deixar o cargo depois que Abel superou suas expectativas “altíssimas” como CEO. “Ele já vem tomando as decisões que importam há algum tempo, e eu não precisei pensar duas vezes sobre nenhuma delas”, escreveu Buffett. “Portanto, o momento é adequado para concluir a transição.”

Buffett disse que continuará no conselho e que Abel ficará responsável pela gestão da Berkshire, enquanto Howard terá como função preservar a cultura e os valores da companhia.

“Greg administra a empresa; Howard protegerá sua cultura e seus valores — ambos valem mais do que qualquer coisa em nosso balanço”, escreveu Buffett.

Filho de Buffett

Howard Buffett, de 71 anos, integra o conselho da Berkshire há 33 anos. Desde 1999, ele é presidente e CEO da Howard G. Buffett Foundation, organização filantrópica voltada à segurança alimentar global e à redução de conflitos.

Ele também integrou os conselhos de diversas empresas públicas e privadas, incluindo Agro Tech, Archer Daniels Midland, ConAgra Foods, Coca-Cola, Coca-Cola Enterprises, FirsTier Financial e Lindsay Corporation, tendo ocupado a presidência de alguns deles.

Howard Buffett, novo presidente do conselho da Berkshire (Chris J. Ratcliffe/Bloomberg)

O comunicado informou ainda que Susan Decker continuará como diretora independente líder do conselho da Berkshire.

Abel já começou a utilizar o enorme caixa da companhia, inclusive para recomprar ações. O preço das ações da Berkshire Hathaway permaneceu praticamente estável neste ano.

Em sua carta, Buffett também afirmou que continua confiante no futuro da companhia e pretende permanecer como acionista.

“A empresa está em excelentes mãos, e espero continuar sendo acionista ao lado de vocês”, escreveu.

Buffett assumiu o comando da Berkshire em 1965 e, desde então, transformou a antiga fabricante têxtil em um conglomerado com negócios em seguros e resseguros, energia, ferrovias, indústria, serviços e varejo.

“Ser seu presidente foi o privilégio de uma vida, e nunca dei como garantida a confiança de vocês”, escreveu Buffett. “O tempo sempre vence. Mas foi generoso comigo.”

Por que tantas exchanges de criptomoedas estão fechando no Brasil?

18 de Setembro de 2026, 08:21

A fintech argentina cripto Lemon, que chegou ao Brasil em março de 2022, anunciou nesta semana que vai fechar as portas no país. E ela não foi a única.

Nos últimos meses, várias exchanges internacionais ou brasileiras decidiram encerrar as atividades por aqui ou reduzir as operações para o varejo.

São elas: Bitnuvem, NovaDAX, Digitra.com, Coinext, Bitso e Crypto.com (esta última vai encerrar sua conta em reais para investidores brasileiros).

Motivos? Algumas não citaram o porquê, mas outras foram bem claras: regulação do Banco Central.

Regulação dura

As empresas que já atuavam com criptomoedas no Brasil têm até 30 de outubro para pedir autorização ao Banco Central. A exigência faz parte da nova regulação do setor, publicada no ano passado e que entrou em vigor neste ano.

Depois desse dia, quem não tiver iniciado o processo ficará impedido de continuar operando normalmente por meio das instituições reguladas pelo BC.

Nem toda empresa, no entanto, tem cacife para continuar trabalhando em terras brasileiras. Uma das principais críticas tem sido as exigências de capital, que podem variar de R$ 10,8 milhões a R$ 37,2 milhões.

No começo deste mês, José Artur Ribeiro, CEO da Coinext, escreveu nas redes sociais que a nova realidade regulatória passou a exigir uma estrutura de capital e operação diferente daquela sobre a qual a corretora foi construída, há 10 anos.

“Nos últimos meses, buscamos intensamente alternativas para a continuidade do negócio. Infelizmente, nenhuma delas se mostrou viável dentro do tempo que tínhamos. E chega um momento na vida de uma empresa em que tão importante quanto saber começar é saber terminar”, escreveu.

Já a argentina Lemon disse em comunicado a clientes que a empresa tomou essa “difícil decisão porque a nova regulamentação, que acaba de entrar em vigor, estabelece regras e exigências que não favorecem o desenvolvimento de produtos do nosso setor”.

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Mais segurança jurídica

A visão dos reguladores e de parte dos players do setor é que as novas regras trazem mais segurança jurídica para as empresas e para os investidores.

“Para muitos players de mercado, você só consegue se relacionar se tiver um regulador bem definido”, disse Nagel Paulino, chefe de divisão do Banco Central, no Digital Assets Conference (DAC), evento cripto que aconteceu em São Paulo nesta semana.

Reinaldo Rabelo, CEO do Mercado Bitcoin Portugal, comparou o processo brasileiro ao MiCA (regulação cripto europeia), que fez novas exigências de resiliência operacional e cibersegurança, e falou que “o mercado cripto (local) recomeça dia 31 de outubro”.

Mercado concentrado

Para associações cripto e outros especialistas, porém, essas regras tiram da jogada as startups cripto, que deram início ao ecossistema nacional e hoje não têm condições de seguir regras, que são equivalentes às de outros setores financeiros.

Em levantamento publicado na semana passada, o Valor Investe mostrou que há entre 150 e 200 empresas cripto no Brasil. Desse total, apenas entre 20 e 25 conseguiriam se manter por aqui com as novas regras. Ou seja, algo entre 10% e 17% do mercado

Regina Pedroso, diretora executiva da Associação Brasileira de Tokenização e Ativos Digitais (ABToken), disse na Febraban Tech 2026, em agosto, que muitas empresas cripto no Brasil dormiram startups e acordaram bancos por causa da regulação.

Já Julia Rosin, presidente da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto), vem alertando há algum tempo que novas regras aumentam a complexidade e os custos de adaptação das empresas de cripto, com potencial de acelerar a concentração do mercado.

E aqui vai um detalhe: instituições financeiras que já têm licença bancária do Banco Central podem prestar determinados serviços de ativos virtuais sem precisar criar uma nova estrutura específica para isso.

Veja as cotações das principais criptomoedas às 8h

Bitcoin (BTC):  +2,21%, US$ 78.083,25

Ethereum (ETH): +2,67%, US$ 2.499,11

BNB (BNB): +3,74%, US$ 749,60

XRP (XRP): +1,81%, US$ 1,31

Solana (SOL): +5,56%, US$ 105,55

Outros destaques do mercado cripto

A blockchain da stablecoin da B3. A stablecoin da B3, anunciada no fim do ano passado, já escolheu sua casa (ou melhor, sua blockchain). Será a Polygon, rede da criptomoeda POL. A proposta da nova cripto, vale lembrar, não é ser voltada ao varejo, como USDT, USDC e outras. A ideia é que seja um ativo digital para a liquidação de operações tokenizadas.

Empresas pisam no freio nas compras de bitcoin. As empresas de capital aberto reduziram o ritmo de compras de bitcoin. Segundo dados da Glassnode citados pelo CoinDesk, foram adquiridos cerca de 5.900 BTC nos últimos três meses, bem abaixo do ritmo observado no mesmo período de 2025. A Strategy, maior tesouraria cripto do mercado, respondeu pela maior parte das compras recentes, incluindo uma aquisição de 4.603 BTC no fim de agosto.

SEC abre caminho para ações tokenizadas. A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) criou uma isenção temporária que permite a plataformas específicas negociar ações tokenizadas de empresas listadas nas bolsas americanas diretamente na blockchain. A medida vale por até cinco anos. Ações tokenizadas são versões digitais de ações tradicionais de empresas.

Cola eleitoral 2026: como fazer, o que pode levar e o que fica proibido na cabine

18 de Setembro de 2026, 08:18

Nas eleições 2026, o eleitor brasileiro tem que escolher deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores, governador e presidente, cada um com uma quantidade diferente de números, e depois de digitar precisa conferir o nome na tela antes de confirmar.

Votar em seis cargos de uma única vez, sem poder conferir os números na cabine de votação, pode gerar dúvidas. Um recurso, não só permitido como incentivado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é o uso de uma cola eleitoral, um papel com as escolhas anotadas, organizado na ordem exata da votação.  

Como fazer a cola eleitoral

O próprio TSE disponibiliza um modelo pronto para impressão, com espaço para preencher as informações de cada candidato na sequência da urna. Escrever o nome ao lado do número funciona como uma conferência extra, útil para quem tem pressa na hora de digitar e prefere não depender só da memória. 

O site da Justiça Eleitoral tem também um simulador de votação, que permite treinar antes do primeiro turno, que acontece em 4 de outubro, e do segundo, previsto para 25 de do mesmo mês. Os concorrentes que aparecem no simulador são fictícios, mas a ferramenta reproduz as mesmas etapas do processo eleitoral.  

A ordem de votação na urna

Para quem preferir fazer a cola eleitoral em casa, mesmo à mão, vale seguir a ordem em que os candidatos aparecem na tela e anotar os números nessa sequência.

CargoDígitos
Deputado federal4
Deputado estadual ou distrital5
Senador (1ª vaga)3
Senador (2ª vaga)3
Governador2
Presidente2

O que é proibido na cabine

A cola eleitoral só pode existir em papel. Celular está proibido dentro da cabine de votação, mesmo desligado, e precisa ser entregue ao mesário antes de entrar, não apenas guardado no bolso. A mesma restrição vale para câmeras fotográficas, filmadoras e qualquer equipamento de radiocomunicação capaz de comprometer o sigilo do voto.

A regra estabelecida para as eleições busca garantir que a escolha seja secreta e impedir que o voto seja registrado, transmitido ou divulgado. A medida também ajuda a evitar práticas como a compra de votos, em que a pessoa é obrigada a apresentar uma espécie de prova da opção escolhida.

Quem se recusa a responder se está com celular, ou a entregá-lo, fica impedido de votar, e os mesários podem acionar a polícia para registrar o ocorrido.

Documentos e identificação

Além da cola eleitoral, é bom já decidir qual documento de identificação levar no dia 4 de outubro. Para se identificar na seção eleitoral, basta o eleitor apresentar um documento oficial com foto: RG, CNH, passaporte ou carteira de categoria profissional, por exemplo.

O título de papel ficou para trás, não é mais exigido, e mesmo um documento vencido continua servindo, desde que a foto ainda permita reconhecer o eleitor.

Duas exceções para não esquecer: certidões de nascimento e de casamento nunca são aceitas como identificação. Além disso, a Carteira de Trabalho Digital, apesar de ser documento oficial com foto, também fica de fora dessa lista aceita pela Justiça Eleitoral.

e-título

Quem prefere levar só o celular pode contar com o e-Título, que substitui qualquer um desses documentos, mas ele só é aceito quando mostra a foto na tela.

Vale a pena baixar e atualizar o aplicativo com antecedência, porque o download fica suspenso no dia da eleição, e quem deixa para a última hora corre o risco de chegar à seção sem essa opção disponível. 

Resumo rápido das eleições 2026 

1º turno4 de outubro (domingo)
2º turno25 de outubro (domingo), se houver
Horário de votação8h às 17h, horário de Brasília
Documento necessárioOriginal com foto (físico ou digital) ou e-Título com foto
O que não pode levarCelular, câmera ou qualquer equipamento eletrônico na cabine

Depois do secador de cabelo de US$ 399, Dyson tem nova invenção: uma escova de dentes com IA de US$ 499

18 de Setembro de 2026, 06:08

O inventor James Dyson tem uma vinícola, um título de cavaleiro, uma mansão no interior da Inglaterra e um patrimônio líquido estimado em mais de US$ 15 bilhões. Ele também sente uma certa apreensão quando precisa ir ao dentista.

“Embora eu use fio dental religiosamente, ela sempre pega a picareta e começa a arrancar pedaços de placa endurecida”, disse ele, em uma chamada de vídeo a partir de seu superiate, o Nahlin. “Tenho que passar pela picareta toda vez que vou ao higienista, e ainda levo bronca.”

O cidadão comum apenas sorri e suporta o raspador de metal passando pelos dentes. Mas Dyson, de 79 anos, passou seis anos desenvolvendo uma escova de dentes equipada com inteligência artificial que promete usar fio dental ao mesmo tempo em que escova os dentes.

A escova de dentes Dyson CameraJet, apresentada no começo de setembro, é a primeira incursão da empresa no segmento de cuidados bucais. A Dyson é conhecida por explorar o poder do ar, seja em aspiradores de pó, secadores de cabelo que custam US$ 399 ou purificadores.

Desta vez, Dyson e sua equipe de engenheiros tiveram de trabalhar com líquidos. Eles desenvolveram um mecanismo de bombeamento e um reservatório que funciona sem depender da gravidade, independentemente do ângulo em que a escova é segurada, para controlar o fluxo.

A cabeça da escova tem uma minúscula câmera que analisa 28 imagens por segundo em tempo real para identificar os espaços entre os dentes, acionando um jato cônico de enxaguante bucal que passa entre eles como fio dental.

Dyson não trabalhava com água desde que ajudou a projetar o Rotork Sea Truck, uma embarcação de alta velocidade, quando era estudante no Royal College of Art, em Londres. “Isso é algo completamente novo. Mas por que não?”, disse.

Disponível nas cores rosa e azul, a escova de dentes chegará à Sephora, à Best Buy e à Amazon em setembro, e à Costco mais para o fim do outono no hemisfério norte.

A Dyson pretende convencer os consumidores a trocar suas escovas de dentes tradicionais e o fio dental por uma máquina de US$ 499 – além de um creme dental especial da Dyson que não produz espuma.

O mercado global de cuidados bucais é grande, saturado, dominado por um punhado de empresas e deve crescer em ritmo moderado.

“Eu não fazia ideia do tamanho do mercado e não tenho ideia de quantas unidades vamos vender”, disse ele. “Nós realmente não estruturamos as coisas com base em um plano de negócios.”

A atitude pouco preocupada de Dyson em relação às projeções de receita tem raízes em sua independência.

Seu pai morreu antes de ele completar 10 anos, e sua mãe enfrentou dificuldades financeiras para criar a família.

Ele deixou sua cidade natal, Norfolk, na Inglaterra, para estudar mobiliário e design de interiores no Royal College of Art e começou a carreira projetando produtos para outras empresas. Um de seus primeiros sucessos foi o Ballbarrow, um carrinho de mão que tinha uma bola no lugar da roda.

Quando se casou, teve filhos e ficou obcecado, no início dos 30 anos, em melhorar a sucção dos aspiradores de pó, Dyson já estava cansado de ter um chefe.

Receita bilionária

Ele conseguiu um empréstimo bancário e se endividou ao passar por mais de 5 mil protótipos em sua busca para aperfeiçoar seu sistema ciclônico sem saco coletor, que se tornou sua marca registrada.

Seu mentor, o designer Jeremy Fry, investiu inicialmente no negócio. Mais tarde, Dyson comprou a participação de 49% de Fry por £ 45 mil e, desde então, mantém 100% do controle da empresa.

No ano passado, a empresa gerou cerca de US$ 8,3 bilhões em receita.

Dyson construiu um amplo campus de aço e vidro instalado nos arredores de Malmesbury, a cerca de duas horas de carro a oeste de Londres. Ele proibiu ternos e gravatas no ambiente de trabalho desde os anos 1990.

Em 2019, menos de três anos depois da aprovação do Brexit, que ele apoiou, Dyson anunciou que transferiria sua sede para Cingapura. Críticos o chamaram de hipócrita; Dyson disse que a empresa havia crescido além da capacidade do campus de Malmesbury e manteve sua convicção de que a Ásia era o futuro da manufatura.

Ele evitou as estratégias sofisticadas de vendas das grandes agências de publicidade. Ao longo dos anos, apareceu nos comerciais da Dyson como o único porta-voz da empresa, adotando o tom de um professor de física que dá uma aula.

Também ficou conhecido por admitir publicamente seus fracassos. Entre eles estão um carro elétrico, anunciado em 2017 e abandonado por falta de viabilidade comercial em 2019, e uma máquina de lavar, que chegou ao mercado no início dos anos 2000, mas acabou sendo cara demais para fabricar, consertar e vender.

“Às vezes, as circunstâncias mudam e, às vezes, cometemos erros”, disse ele. “Você encerra quando não há mais esperança.”

A Dyson CameraJet será anunciada em outdoors, comerciais de televisão em serviços de streaming e publicações e vídeos nas redes sociais. O argumento de venda é que se trata simplesmente de uma escova de dentes que também passa fio dental.

“Se descobrirmos que não é uma boa ideia comercial, como aconteceu com o carro, vamos interromper o projeto”, disse Dyson. “Mas o conselho de administração não é todo demitido porque fizemos alguma coisa boba.”

Escreva para Katie Deighton em katie.deighton@wsj.com.

Por que o setor de materiais de construção está obcecado por sucessão

18 de Setembro de 2026, 06:00

Poucos setores são tão pulverizados quanto o varejo brasileiro de materiais de construção. Em 2025, as 160.627 lojas do segmento faturaram R$ 238,9 bilhões, e quase sete em cada dez tinham no máximo quatro funcionários.

A líder do setor no Brasil, a rede francesa Leroy Merlin, fatura cerca de 4% desse total. A fotografia é a de uma multidão de empresas de tamanhos muito variados e, em geral, bastante dependentes de seus donos. São eles que escolhem fornecedores, decidem para quem vender fiado, controlam o estoque e tomam as decisões finais, sejam elas quais forem.

A Atlas vende para esses donos. Fabricante gaúcha de pincéis, rolos e acessórios para pintura há 60 anos, a empresa pertence à InBetta, holding controlada pela família Bettanin, com 3.600 funcionários e cerca de 5.500 itens no portfólio.

Em setembro, a Atlas levou mais de 600 empresários e executivos para um encontro comercial no Panamá e abriu a programação falando de liderança.

“Saia da operação, desenhe a máquina”, estampava um dos slides da primeira apresentação, focada no beabá da gestão profissionalizada e da formação de sucessores. Outro completava o recado: “A experiência do dono inicia a jornada. A capacidade da organização sustenta o crescimento”.

Pelo salão circulavam fundadores, filhos e netos de empresas diferentes, muitas delas na terceira ou quarta geração, e não era raro ver duas gerações da mesma família na mesma mesa.

Praticamente todo o negócio da Atlas e da InBetta no Brasil depende de empresas familiares. “99%”, respondeu ao InvestNews o diretor-geral da Atlas, Márcio Atz. “No Brasil é isso.”

O grupo atende cerca de 55 mil clientes diretos. Todos os anos, entre 300 e 400 deles somem da carteira por fechamento ou falta de pagamento. Quando a empresa procura entender o que aconteceu, as histórias costumam variar pouco.

“Geralmente é um negócio que vinha bem, o dono não conseguiu montar um arranjo de sucessão, seja familiar, seja por fusão, seja por nada, e a empresa morre”, diz Atz. Cada baixa dessas custa dinheiro no curto prazo e leva junto um ponto de distribuição. “Perpetuando o seu, a gente acaba sofrendo menos”, resume o executivo.

Entre o fim dos anos 1960 e o começo dos 80, o Brasil viu surgir uma leva enorme de varejistas e atacadistas, e esses fundadores chegaram juntos à mesma idade.

“Os donos, os fundadores, estão aí com 60, 70 anos”, conta Atz. “Alguns tiveram sucesso em preparar familiares pra sucessão, outros de uma forma ou de outra se associaram. E muitos deixaram o trem passar. Às vezes tem lá 40 lojas, 50 lojas, 400 funcionários, e o cara não sabe o que fazer. O filho não quer saber, mora na Austrália.”

Duanne Brumkhorst está nos dois lados dessa conta. Aos 37 anos, ela pertence à quarta geração da família que controla a Tambasa, atacadista mineira que fatura cerca de R$ 7 bilhões por ano.

A capilaridade é o modelo de negócios: a empresa compra de 348 fabricantes – inclusive da Atlas – e revende a lojistas de 5.306 dos 5.570 municípios brasileiros, uma cobertura de 95% que se vale até de um centro de distribuição fluvial para abastecer populações ribeirinhas.

Duanne é bisneta de Miguel Bartolomeu, fundador da Tambasa. Em 1915, ele trabalhava como sapateiro e percorria vilarejos para consertar botas. Como precisava voltar à cidade para comprar tecido e couro, começou a receber encomendas dos moradores: uma foice, um martelo, produtos que não chegavam àquelas localidades.

O comércio itinerante deu origem à primeira loja da família, aberta em Ponte Nova, em Minas Gerais, em 1949.

Mais de um século depois, a Tambasa permanece sob controle dos descendentes de Miguel. Isso não significa, porém, que cada integrante da família tenha lugar garantido na companhia.

Quando decidiu entrar, Duanne passou 18 meses circulando por logística, vendas e compras, carregou caminhões, acompanhou entregas de madrugada e foi avaliada por profissionais externos à família. O processo não é formalidade para justificar a contratação de um herdeiro: “já teve gente da família que não conseguiu entrar”, diz.

A regra procura separar três papéis que costumam se confundir nas empresas familiares: o de herdeiro, o de sócio e o de funcionário. Hoje, os quatro diretores da Tambasa pertencem à terceira geração e começam a passar o bastão para 11 integrantes da quarta, entre eles Duanne.

Em um dos ramos da família, há nove irmãos, mas apenas um trabalha na companhia. Todos podem ter participação no patrimônio, mas não há cargo executivo para cada filho, neto ou bisneto dos fundadores.

Relacionamento na construção

No varejo de construção, materiais pesados e volumosos encarecem o transporte, e as urgências da obra favorecem a loja mais próxima: quando falta cimento, argamassa ou uma conexão hidráulica no meio do serviço, o balcão do bairro vale mais do que o catálogo de uma grande rede.

Há também o crédito baseado em relações pessoais, com o comerciante que conhece o cliente, o pedreiro e o ritmo de pagamento da vizinhança. Em muitos casos, a família é dona do imóvel onde a loja funciona. Negócio, patrimônio e sobrenome acabam reunidos na mesma estrutura.

Atacadistas como a Tambasa acrescentam a escala que falta ao pequeno lojista. Reúnem produtos de centenas de fabricantes no mesmo carregamento e transformam milhares de pedidos pequenos em grandes volumes de compra.

A indústria chega a municípios nos quais não manteria operação própria; a loja independente acessa marcas que não conseguiria comprar diretamente. É um arranjo eficiente, e vulnerável quando as decisões e as relações comerciais estão concentradas no fundador.

O Projeto Sucessores, que a Atlas mantém desde 2019, é a tentativa de agir antes que o problema chegue ao balcão. Em edições recentes, a empresa levou cerca de 100 herdeiros de grandes redes de atacado e varejo para uma formação em Punta del Este, com curadoria acadêmica do ISE Business School.

Lição aprendida em casa

A InBetta passou pelo mesmo tipo de arrumação em casa. Entre 2008 e 2010, o fundador César Bettanin conduziu uma reorganização de governança, deixou a presidência para o filho, Eduardo, e foi para o conselho. Três integrantes da terceira geração cumprem hoje rodízio por áreas e projetos, e o grupo prepara a entrada de dois a três conselheiros independentes.

“A gente tem hoje poucos membros da família dentro da organização”, diz Sérgio Sampaio, vice-presidente de Operações do grupo, que descreve o desenho como um “blend de executivos familiares com executivos de mercado”.

“A gente não pode depositar os nossos sonhos no outro”, diz Duanne, para quem a preparação precisa incluir a possibilidade de que nenhum filho queira o negócio.

Atz descreve os caminhos que aparecem quando isso acontece, da fusão à promoção de um gerente de confiança a sócio minoritário. “Tem alguns fundadores que dizem: não, eu vou ficar velho, eu preciso fabricar um sócio para depois eu ser sócio dele.”

Ao oferecer formação em gestão, governança e sucessão, a Atlas se aproxima de quem poderá decidir quais produtos comprar e quais fornecedores manter. A ordem da programação no Panamá seguiu a mesma prioridade.

O encontro começou com liderança, descentralização e profissionalização; depois vieram gestão de pessoas, transformação digital e separação entre empresa, família e patrimônio. As apresentações das marcas e as rodadas comerciais ficaram para o dia seguinte.

Antes de vender pincéis e rolos, a Atlas quis discutir como fazer com que continuem existindo empresas capazes de comprá-los.

Muitas famílias só começam a tratar da sucessão depois de uma morte, uma briga ou um afastamento, comenta Duanne. Nesse momento, precisam resolver ao mesmo tempo o conflito, a divisão do patrimônio e o futuro da operação. Um processo que deveria levar anos passa a ser conduzido às pressas.

“O CPF passa, o CNPJ fica”, resume a herdeira. Num setor apoiado em milhares de pequenos negócios, ajudar um cliente a atravessar a troca de geração também é uma forma de preservar vendas.

*O repórter viajou a convite da Atlas.

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Assaí compra 18 postos de combustíveis como parte de estratégia para diversificar receitas

17 de Setembro de 2026, 22:02

O Assaí anunciou nesta quinta-feira (17) a compra de 18 postos de combustíveis instalados em lojas da rede no Estado de São Paulo.

A operação, fechada com o Centro de Conveniências Millennium, faz parte da estratégia do grupo de criar novas fontes de receita a partir da estrutura que já possui.

O valor total pode chegar a R$ 80 milhões. Desse montante, R$ 40 milhões serão pagos como sinal após a aprovação prévia do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade); R$ 35 milhões ficam condicionados à conclusão da aquisição de cada uma das sociedades; e até R$ 5 milhões serão pagos como earn-out, conforme o cumprimento de metas estabelecidas.

O Assaí só poderá assumir cada operação a partir de 31 de julho de 2027, desde que sejam cumpridas as condições previstas no contrato.

Os 18 postos formarão a plataforma inicial de uma nova frente de negócios. Estudos internos apontam potencial para a formação gradual de uma rede com mais de 100 postos em lojas do Assaí, incluindo as unidades adquiridas.

A expansão dependerá de análises individuais de viabilidade e retorno, disponibilidade de áreas, licenças e aprovações corporativas.

Em publicação nas redes sociais, o CEO do Assaí, Belmiro Gomes, afirmou que a empresa pretende aproveitar o fluxo já existente em suas lojas para ampliar a jornada do consumidor e elevar a produtividade dos ativos.

“Escala, fluxo, infraestrutura e localização já estão lá. O que fazemos agora é gerar mais valor a partir de uma estrutura que já existe”, escreveu.

O grupo informa que recebe mais de 40 milhões de clientes por mês e estima um fluxo de aproximadamente 20 milhões de veículos em suas lojas no mesmo período. A ideia é usar estacionamentos, localização e circulação de consumidores para oferecer serviços adicionais e diluir custos fixos.

O Assaí também afirmou que está avançando no projeto de eletropostos, que deverá chegar a mais lojas nos próximos meses.

Concorrente já atua no segmento

A entrada do Assaí no negócio de combustíveis ocorre em uma frente que já é explorada pelo Atacadão, principal concorrente da companhia no atacarejo e bandeira do Grupo Carrefour Brasil.

O Carrefour informa operar 103 postos de combustíveis, praticamente todos instalados nas áreas de estacionamento de hipermercados Carrefour e lojas Atacadão. Segundo a companhia, esses serviços ajudam a reforçar a atratividade das unidades, a fidelizar clientes e a sustentar a imagem de preços competitivos.

O Grupo Carrefour Brasil é o líder do Ranking ABRAS 2026, que reúne as maiores empresas do varejo alimentar brasileiro, à frente do próprio Assaí e do Grupo Mateus.

Diversificação

O Assaí tem falado publicamente sobre a estratégia de diversificação das fontes de receita. O grupo de atacarejo lançou uma nova marca própria de alimentos e produtos de limpeza que leva o seu nome.

Em julho, inaugurou sua primeira farmácia. O plano é levar o formato a até 250 das mais de 300 lojas do grupo no país. Neste ano, a companhia deve terminar com 25 farmácias, todas em São Paulo.

Farmácias do Assaí (Foto: Divulgação)

A empresa também está desenvolvendo uma operação de serviços financeiros que depende de autorização do Banco Central para ser lançada.

Na avaliação do time de analistas do BTG Pactual, essas iniciativas ganham importância em um momento de menor ritmo de abertura de lojas.

O Assaí reduziu a previsão para cinco inaugurações em 2026, ante uma média histórica de cerca de 15 por ano, enquanto prioriza a redução do endividamento em um ambiente de juros elevados.

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Eleições 2026: Lula e Flávio seguem empatados no primeiro e no segundo turnos, mostra Datafolha

17 de Setembro de 2026, 20:04

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) seguem em empate técnico nas intenções de voto para o primeiro e o segundo turnos das eleições presidenciais de 2026, segundo nova pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quinta-feira (17).

No primeiro turno, Lula tem 39% das intenções de voto, contra 36% de Flávio. No levantamento anterior, divulgado no dia 11, o presidente já registrava 39%, enquanto o senador somava 35%. A oscilação de Flávio, de 35% para 36%, fica dentro da margem de erro da pesquisa, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Datafolha ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios entre terça-feira (15) e hoje (17), período marcado pelo agravamento da crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) a partir do caso do Banco Master e de Daniel Vorcaro, que segue no centro do debate político desde o início do mês.

Eleições 2026: como estão os demais candidatos

Na primeira rodada, atrás dos líderes aparecem Augusto Cury (Avante), com 6%, Ronaldo Caiado (PSD), com 4%, Renan Santos (Missão), com 3%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Samara (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO) marcam 1% cada. Votos brancos ou nulos somam 6%, e os indecisos são 3%.

O patamar de Cury confirma a acomodação observada desde a semana passada: depois de saltar de 2% para 8% em agosto, o escritor perdeu força e voltou a oscilar na casa de um dígito, sem repetir o crescimento acelerado do início da campanha.

Segundo turno segue estável há três semanas

No cenário de segundo turno, Lula tem 46%, e Flávio, 44% – ou seja, os mesmos percentuais registrados há uma semana e também há duas, o que confere empate técnico dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou para menos.

A repetição do resultado em três levantamentos consecutivos indica que, apesar da sucessão de novas crises políticas nas últimas semanas, o quadro eleitoral para a disputa direta entre os dois nomes segue estacionado.

O primeiro turno das eleições será realizado no dia 4 de outubro. Já o segundo está previsto para o dia 25 do mesmo mês.

Na recuperação extrajudicial do GPA, Casas Bahia vira pedra no caminho

17 de Setembro de 2026, 19:58

Em meio à onda de recuperações judiciais e extrajudiciais enfrentadas por empresas brasileiras, há o caso de duas companhias em reestruturação que brigam entre si – ora como credora, ora como devedora. É o que ocorre com o GPA, dono do Pão de Açúcar, e a Casas Bahia.

A Casas Bahia contesta na Justiça o plano de recuperação extrajudicial do GPA, que enfrenta resistência para ser homologado. No centro da disputa está um crédito de R$ 231,7 milhões que a varejista de eletrodomésticos e linha branca diz ter a receber do grupo supermercadista.

Segundo pessoas a par do processo, o valor corresponde a passivos trabalhistas que estavam no CNPJ da Casas Bahia, mas teriam origem em obrigações do GPA. A discussão fazia parte do escopo de três arbitragens entre as empresas.

A Casas Bahia levou à Justiça uma série de questionamentos sobre o plano. Entre eles estão a falta de detalhamento sobre o total das dívidas submetidas à recuperação e a consequente dificuldade de verificar se os credores responsáveis pela aprovação representavam, de fato, 57,49% dos créditos.

A empresa também contesta a exclusão de R$ 392 milhões em dívidas, feita pelo GPA de forma genérica – segundo alegação -, e de outros R$ 115 milhões relacionados a processos judiciais classificados como incertos ou ilíquidos.

O plano foi apresentado para reestruturar uma dívida de aproximadamente R$ 4,5 bilhões. O GPA reuniu no mesmo grupo credores financeiros e não financeiros, como bancos, fundos de investimento, debenturistas, titulares de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Cédulas de Crédito Bancário (CCBs), além de empresas que aguardam decisões judiciais.

Para a Casas Bahia, essa mistura compromete a validade da votação. Caso o plano não seja rejeitado, a companhia pede que os créditos sejam reclassificados e que credores financeiros e não financeiros sejam separados.

Ministério Público questiona

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) também se manifestou anteriormente contra a homologação do plano.

O órgão apontou falta de homogeneidade entre os participantes do grupo de credores e questionou a possibilidade de uma maioria formada por credores com perfis econômicos tão diferentes legitimar o acordo.

Segundo fontes próximas ao GPA, o MP também levantou questionamentos sobre a concentração de poder de instituições financeiras e sobre a relação entre o grupo supermercadista e o Itaú.

A juíza Larissa Gaspar, da 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, entendeu que os questionamentos não eram suficientes, naquele momento, para impedir a homologação.

A Justiça determinou que os credores apresentassem razões concretas para os pedidos de impugnação.

A Casas Bahia se manifestou dentro do prazo e reiterou sua posição contrária ao plano. Pessoas próximas ao caso afirmam, porém, que a empresa mantém desde o início uma posição condicional: contestaria a proposta, mas aceitaria a alternativa de pagamento prevista no plano caso sua impugnação não prevalecesse.

O que a Casas Bahia receberia

O term sheet apresentado pelo GPA prevê a emissão de até R$ 2,63 bilhões em novas debêntures para os credores que escolherem a opção A. Os títulos seriam quirografários, ou seja, sem garantia real ou fidejussória, e divididos em duas séries.

A primeira, de até R$ 1,5 bilhão, teria remuneração equivalente à taxa DI mais 2,5% ao ano. Os juros começariam a ser pagos em março de 2027, e o principal seria amortizado entre 2028 e 2031.

A segunda série, de até R$ 1,13 bilhão, também teria remuneração de DI mais 2,5% ao ano, mas poderia ser convertida em ações do GPA. A conversão ocorreria em quatro janelas, entre 2027 e 2031, com desconto de 20% sobre a média ponderada da cotação das ações nos 90 pregões anteriores.

O crédito da Casas Bahia seria substituído por títulos de dívida de longo prazo e, em parte, poderia se transformar em participação acionária no GPA.

O plano também prevê amortização extraordinária da primeira série com recursos obtidos pelo GPA na venda de ações de um fundo de investimento imobiliário.

O Sindicato dos Comerciários de São Paulo pediu que a Justiça dê prioridade à homologação. Em manifestação protocolada em 15 de setembro, a entidade afirmou que o GPA emprega aproximadamente 35 mil trabalhadores e que a indefinição prejudica a retenção de profissionais e o planejamento das relações de trabalho.

O sindicato disse não querer interferir nas controvérsias jurídicas, mas defendeu que a homologação traria previsibilidade para empregados, fornecedores e parceiros comerciais.

GPA também é credor da Casas Bahia

A relação de credor e devedor entre as empresas funciona também no sentido inverso. O próprio GPA aparece como credor na recuperação judicial da Casas Bahia, cujo pedido foi apresentado em 17 de agosto e ainda foi apenas parcialmente aceito pela Justiça.

Na lista de credores da varejista, o grupo supermercadista aparece com um crédito de aproximadamente R$ 700 milhões relacionado a PIS e Cofins.
Segundo fontes a par das negociações, o GPA também move uma arbitragem contra a Casas Bahia relacionada à tentativa da varejista de vender esse recebível a terceiros.

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Braskem: credores rejeitam plano de dívida e cobram aporte da Petrobras

17 de Setembro de 2026, 19:42

Bondholders internacionais (investidores que compram títulos de dívida de empresas) da Braskem resistem à proposta de reestruturação apresentada pela petroquímica e aumentam a pressão sobre a Petrobras para aportar capital novo no negócio, segundo pessoas a par do assunto.

As tensões nas negociações para reformular uma dívida de US$ 11 bilhões se intensificaram depois que os controladores da Braskem, a Petrobras e a IG4 Capital, suavizaram o texto sobre um aporte de capital, disseram as fontes, que pediram anonimato por discutir informações não públicas.

Pela proposta mais recente da Braskem, apresentada no fim de agosto, os credores forneceriam cerca de US$ 2 bilhões em recursos novos, segundo parte das fontes ouvidas.

Cerca de US$ 1,25 bilhão seria usado para recomprar dívida existente por até 50% do valor de face, enquanto os US$ 750 milhões restantes iriam para capital de giro.

Credores da Braskem querem compromisso vinculante

Os termos representam uma mudança em relação às discussões iniciais, que não previam deságio da dívida.

Os credores também exigem compromisso vinculante (que representa obrigação legal) dos acionistas, e parte deles deixou claro que não há acordo sem aporte de capital.

A Petrobras se envolveu cada vez mais nas negociações. Embora queira evitar que a Braskem entre com pedido de recuperação judicial, a estatal até agora resistiu a oferecer o tipo de compromisso vinculante de capital exigido pelos credores.

Os dois lados seguem tão distantes que parte dos credores cogita não apresentar contraproposta alguma. A possibilidade de um pedido de recuperação judicial voltou a ganhar espaço nas discussões diante da distância entre as partes.

Braskem e IG4 não comentaram. A Petrobras não respondeu de imediato a pedido de posicionamento.

O Valor Econômico havia noticiado na quarta-feira (16) que a Braskem apresentou uma proposta aos credores, sem detalhar os termos.

Reestruturação após atrasos de pagamentos

Maior produtora de petroquímicos da América Latina, a Braskem enfrenta anos de turbulência, com o caixa reduzido após o desastre ambiental em uma de suas minas de sal e um longo período de preços deprimidos no setor petroquímico.

Sucessivas tentativas fracassadas da Novonor (ex-Odebrecht), conglomerado empresarial em graves dificuldades financeiras, de vender sua participação de controle agravaram a situação.

A petroquímica pediu proteção emergencial contra credores em junho, ganhando tempo para reunir apoio suficiente à renegociação extrajudicial.

Em agosto, tornou-se a mais recente empresa brasileira a ser forçada a reestruturar dívidas após atrasar pagamentos.

Cerca de US$ 7 bilhões do total incluído na renegociação são devidos a detentores de títulos, segundo pessoas a par do assunto na época.

O plano inicial apresentado pela Braskem previa a entrada de capital novo após o chamado “Período de Alívio”, intervalo em que a empresa buscaria recuperar as operações e equacionar as necessidades de capital e liquidez, mostram documentos. Isso poderia ocorrer por meio de uma oferta pública de ações sem direito a voto, segundo pessoas ouvidas à época.

Agora, parte dos credores não considera uma oferta subsequente suficiente.

As partes têm até 9 de outubro para fechar um term sheet, prazo especialmente sensível por cair entre o primeiro e o segundo turno das eleições e por poder definir se as negociações continuam ou se a empresa se aproxima de um processo de recuperação judicial, tema delicado com a Petrobras como acionista estatal.

A empresa tem até o fim de novembro para apresentar um plano final com apoio de mais da metade dos credores e evitar o pedido de recuperação judicial.

Os rendimentos dos títulos da Braskem em dólar com vencimento em 2030 subiram para cerca de 26%, patamar típico de dívida em situação de estresse.

Escolas de elite cobram mensalidades de até R$ 15,7 mil e atraem de famílias ricas a investidores

17 de Setembro de 2026, 19:30

Em pouco mais de uma semana, na segunda quinzena de agosto, duas escolas tradicionais e de alta renda da cidade de São Paulo mudaram de mãos.

A FCM Holding pagou R$ 60 milhões pela Stance Dual, instituição bilíngue localizada na Bela Vista. Já o grupo SEB Education, da família de Chaim Zaher, anunciou a compra da PlayPen, escola bilíngue no Cidade Jardim. Foi uma quinzena agitada, mas não dá para chamá-la de totalmente atípica. 

Ao menos 25 instituições de alto padrão mudaram de mãos ou receberam novos sócios desde 2022, segundo levantamento do InvestNews. Fundos, famílias empresárias e redes internacionais passaram a disputar um conjunto pequeno de marcas construídas ao longo de décadas.

O que os investidores enxergam nesse mercado são mensalidades que chegam a R$ 15,7 mil, famílias que podem permanecer de 12 a 15 anos na mesma instituição e um ativo que dinheiro sozinho não constrói rapidamente: tradição e reputação. 

O produto de R$ 15,7 mil por mês

Um levantamento da Forbes do fim de 2025 sobre as escolas mais caras do país mostra que, entre as dez primeiras colocadas, as mensalidades variam entre R$ 5.466 a R$ 15.700,92.

A Forbes calcula que a vida escolar de um aluno nessas instituições pode custar mais de R$ 2,5 milhões. Há ainda cobranças adicionais como taxas de matrícula, depósitos iniciais ou contribuições para fundos.

As três mais caras do ranking são a Concept, unidade de São Paulo, com mensalidade no ensino médio de R$ 15.700,92; a Graded, com mensalidades de até R$ 15.214 também no ensino médio, e a Avenues, com mensalidades de R$ 14.954,16 nos últimos anos. 

Além dos preços, a proposta pedagógica dessas escolas também varia.

Há colégios brasileiros bilíngues; escolas internacionais, que combinam currículos estrangeiros com as exigências nacionais; e instituições com modelos próprios, baseados em projetos ou resolução de problemas, por exemplo.

O ponto em comum é a promessa de mobilidade de vida: além do diploma brasileiro, o aluno pode obter certificações internacionais, domínio de outros idiomas e preparação para universidades no exterior. 

A escolha passa também por quem estará do outro lado da carteira.

Paulo Presse, coordenador de estudos de mercado da consultoria Hoper Educação, afirma que, no topo desse mercado, as famílias avaliam com quem os filhos vão conviver e quais redes de relacionamento podem surgir. 

As escolas à venda

Muitas das escolas adquiridas nos últimos anos são instituições criadas a partir dos anos 1960.

Nessa época, educadores investiram na construção de escolas laicas e humanistas. Muitas dessas escolas mantiveram os fundadores no comando e chegaram ao momento da sucessão ainda dependentes da geração que as criou.

Ao mesmo tempo, a operação passou a exigir mais capital para tecnologia, sistemas de gestão, infraestrutura e formação de professores.

Os compradores encontraram um mercado grande e pulverizado.

Segundo estimativa da Hoper, a educação básica privada faturou R$ 112 bilhões em 2025, e o maior grupo detinha pouco mais de 2,5% do setor.

No segmento premium, o valor por aluno é maior e a relação pode durar praticamente toda a vida escolar. “A família normalmente não sai com facilidade. A taxa de evasão é muito baixa”, diz Presse. 

O consultor estima que uma escola aberta do zero e expandida gradualmente da educação infantil ao ensino médio pode levar quase 15 anos para completar e amadurecer a operação.

Ao adquirir uma instituição pronta, o grupo recebe de uma vez professores, currículo, instalações, alunos e a confiança das famílias. É por isso que os compradores geralmente mantêm o nome e o projeto pedagógico das escolas compradas.

Quem disputa esse mercado 

Entre os grupos brasileiros mais ativos na aquisição de escolas premium está o SEB Education, do empresário Chaim Zaher.

Ele controla a Concept de São Paulo, líder da lista da Forbes, e marcas como Maple Bear, Pueri Domus, Carolina Patricio e Sphere. E é também acionista relevante da Yduqs, um dos maiores grupos de ensino no país, com atuação de destaque na educação superior.

A aquisição da PlayPen, que ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica, o Cade, acrescenta ao portfólio uma marca fundada em 1981.

Três redes globais com sede no Reino Unido também avançaram no Brasil.

A Inspired tem 13 escolas no país, entre elas, unidades da Escola Eleva e de Os Batutinhas.

A International Schools Partnership tem doze instituições de ensino no país como o Progresso Bilíngue e a Escola Internacional de Alphaville. Já a Nord Anglia tem em seu portfólio Avenues, British College e uma sociedade na Móbile. 

Esses nomes mostram como as escolas premium viraram uma classe global de ativos. Juntas, essas três companhias administram mais de 330 escolas pelo mundo.

O capital financia aquisições, novos campi e sistemas compartilhados. Finanças, tecnologia, compras e formação de professores ganham escala. Já os alunos podem receber acesso a programas internacionais que uma escola isolada teria dificuldade de bancar.

O risco é a padronização enfraquecer justamente a identidade local que tornou a marca valiosa.

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Cade decide aprofundar análise da compra da Medley pela EMS

17 de Setembro de 2026, 19:20

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu nesta quinta-feira (17) aprofundar a análise da compra da farmacêutica Medley pela EMS, apurou o InvestNews.

A Superintendência-Geral da autarquia declarou a operação “complexa” e determinou novas diligências para avaliar os efeitos do negócio sobre a concorrência.

As principais preocupações estão nas vendas em farmácias de medicamentos que estimulam a ovulação, usados em tratamentos de infertilidade, e de uma classe de remédios contra enxaqueca.

Nesses segmentos, o órgão ainda não se convenceu de que os concorrentes da dupla seriam capazes de conter eventuais aumentos de preços após a aquisição.

Na categoria que reúne os estimulantes da ovulação, a participação combinada das empresas ficaria entre 90% e 100% das unidades vendidas, segundo dados de 2025 apresentados na nota técnica.

Entre os produtos desse segmento está o Clomid, da Medley. A concentração apontada pelo Cade se refere a essa categoria específica, não ao conjunto dos tratamentos para infertilidade.

Já na classe dos remédios contra a enxaqueca, que inclui a naratriptana, a fatia conjunta seria de 50% a 60% em volume. Os percentuais se referem a essas categorias específicas, não ao mercado total de medicamentos para fertilidade ou enxaqueca.

O Cade reconheceu que o setor de genéricos reúne muitos fabricantes, capacidade produtiva instalada e consumidores pouco fiéis às marcas. Mas avaliou que não há evidências suficientes de que novos concorrentes entrariam com rapidez e escala capazes de conter eventual poder de mercado. 

Por isso, quer aprofundar a análise da competição entre os laboratórios já presentes nesses segmentos.

Copo meio cheio

A preocupação, porém, não se estende a toda a aquisição. O negócio envolve 253 medicamentos, em sua maioria genéricos, examinados em 120 mercados. Em 70 deles, o Cade identificou baixa sobreposição entre as empresas ou pouco efeito da compra sobre a concentração.

Mesmo entre os mercados mais concentrados, a superintendência considerou que a presença de concorrentes importantes seria suficiente para preservar a disputa, com exceção dos segmentos dos remédios já citados.

A compra da Medley pela EMS foi anunciada em março, em uma operação avaliada em cerca de US$ 600 milhões, aproximadamente R$ 3,2 bilhões à época. O grupo da família Sanchez venceu uma disputa que atraiu Aché, Hypera, Biolab e a indiana Sun Pharma. A aquisição de 100% da Medley será feita pela Novamed, uma subsidiária da EMS.

Para a EMS, o negócio amplia ainda mais sua presença em genéricos, uma especialidade da casa. Para a francesa Sanofi, a venda faz parte da estratégia de concentrar investimentos em medicamentos inovadores e vacinas, conforme o anúncio conjunto.

A expectativa inicial é de que o negócio pudesse ser aprovado ainda este mês. Contudo, as novas diligências tornam essa expectativa menos provável, embora a decisão não descarte uma conclusão ainda neste mês.

O Cade abriu prazo de 15 dias após a publicação do despacho para apresentação de informações, incluindo eventuais propostas para enfrentar os riscos concorrenciais e demonstrações de benefícios ao consumidor. Não houve exigência de venda de ativos nem decisão de veto.

O prazo máximo da análise também não foi prorrogado: permanece em 22 de janeiro de 2027. A superintendência pode pedir uma extensão posteriormente, mas afirmou que isso não é necessário por enquanto.

Ibovespa, juros e dólar vivem sessão volátil com reajuste do Bolsa Família, mas encerram o dia com ganho

17 de Setembro de 2026, 18:27

A quinta-feira (17) foi um dia de montanha-russa no mercado brasileiro. A sessão começou em clima positivo, com queda de juros, baixa do dólar e alta da bolsa, como reflexo do corte de juros pelo Banco Central na véspera.

Mas, antes mesmo de a manhã terminar, o quadro mudou completamente. O anúncio de um reajuste surpresa de 15% no valor do Bolsa Família, que pode significar um custo extra de R$ 22 bilhões para o orçamento de 2027, azedou o humor dos investidores.

Em um momento no qual a proximidade das eleições amplia os questionamentos do mercado sobre o aumento de gastos públicos, que impulsiona cada vez mais o endividamento do governo, o temor criado pelo anúncio de um aumento de 15% do benefício ganhou muito mais amplitude.

Como resultado, os juros futuros passaram a subir – o Tesouro Direto chegou a entrar em “circuit breaker“, ou seja, uma pausa forçada quando a volatilidade dispara –, o dólar voltou ao território positivo ante o real e o Ibovespa inverteu o rumo de alta.

Ibovespa se recupera

O baque, porém, foi sendo assimilado ao longo da tarde, principalmente, diante do cenário exterior positivo.

No fim do dia, o Ibovespa voltou ao território positivo e terminou em alta de 0,24% aos 185.992 pontos.

O dólar passou a cair e terminou o dia em queda de 0,24% a R$ 5,1386.

No Tesouro Direto, títulos como o IPCA+ 2040 e o Prefixado 2032 tiveram elevações significativas de taxas no início da tarde, mas terminaram no mesmo patamar da quarta-feira (16).

O Tesouro IPCA+ 2040 encerrou estável taxa de 7,31%, a mesma do dia anterior. O Tesouro Prefixado 2032 teve uma ligeira alta para 14,26%, ante 14,24% um dia antes.

Lá fora, os mercados internacionais reagiram à queda dos preços do petróleo e ao leve recuo das taxas dos títulos federais americanos.

O barril do Brent, a referência internacional, recuou 1,71% para US$ 104,02. Os juros do título de 10 anos dos EUA fecharam abaixo da marca de 5% a 4,934% ao ano.

As bolsas de Nova York subiram nesta quinta-feira, impulsionadas pelas ações de tecnologia. O S&P 500 avançou 1,14% e o Nasdaq teve ganho de 1,69%.

No pano de fundo, a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) tomada na quarta-feira (16) de subir os juros em 0,25 ponto e sinalizar mais uma alta pela frente passou a ser avaliada pelo lado do copo meio cheio.

A elevação das taxas ajudou a tirar qualquer dúvida sobre a credibilidade do Fed. Além disso, a decisão foi tomada em um momento visto como favorável em termos de crescimento e perspectivas.

A própria avaliação do Fed indicou uma visão de que a economia americana está mais forte que o esperado e em um cenário de pleno emprego.

Uma ação de controle de preços, nesse caso, foi vista como relativamente benéfica. Isso porque, além de aliviar a pressão inflacionária, pode tirar parte do prêmio no mercado de juros relacionado à desconfiança sobre um BC mais vulnerável a ingerências políticas.

Fundo reorganiza sua fatia nos bilionários royalties do Porto Sudeste

17 de Setembro de 2026, 18:17

O Porto Sudeste, terminal que pertenceu ao grupo de Eike Batista e hoje é controlado por Mubadala e Trafigura, passará por uma mudança na forma como seus royalties são repassados a uma parcela dos investidores, apurou o InvestNews.

A mudança envolve o Planck, fundo de investimento que comprou, no leilão de ativos da falida MMX, ações do Porto Sudeste e direitos a receber royalties. Agora, esses direitos serão trocados por cotas de um fundo que já concentra a maior parte desses pagamentos.

Na operação lançada nesta quinta-feira (17), o Planck entregará esses direitos ao Porto Sudeste Royalties. Em troca, receberá o equivalente a R$ 193,8 milhões em cotas e passará a receber sua parcela dos royalties por meio desse fundo.

Apesar da complexidade técnica por trás da operação, o que está em jogo é uma fatia de um fluxo bilionário de pagamentos projetados para os próximos anos.

Segundo o laudo contratado pelo Planck para embasar a operação, o Porto Sudeste poderá distribuir o equivalente a R$ 8,3 bilhões em royalties entre o segundo semestre deste ano e o fim de 2028, considerando o câmbio utilizado na avaliação.

A parcela do Planck corresponde a 0,968% desses pagamentos – aproximadamente R$ 80 milhões no período, caso as projeções se concretizem. Para alcançar essa cifra, porém, os royalties terão de crescer bastante. 

Em 2025, o Porto Sudeste desembolsou R$ 67,7 milhões em royalties. Esse valor, porém, representa apenas uma parte dos pagamentos calculados conforme a movimentação de cargas. 

Como os repasses dependem do caixa disponível depois das despesas e das obrigações com credores, o terminal encerrou o ano com R$ 9 bilhões em royalties acumulados ainda não pagos, segundo seu balanço mais recente.

A avaliação pressupõe, portanto, uma forte aceleração dos pagamentos. Além do desempenho da operação portuária, o cenário projetado considera captações de dívida e recebimento de valores atrasados da mineradora MMI.

Porto de Eike

Localizado em Itaguaí, no Rio de Janeiro, o Porto Sudeste foi concebido para escoar o minério de ferro da MMX, do grupo de Eike Batista. Em 2025, movimentou 27,8 milhões de toneladas do produto, seu recorde anual, segundo a companhia.

O terminal atende mineradoras como a da Usiminas e a Morro do Ipê, também controlada por Mubadala e Trafigura. Além do minério, opera com petróleo e derivados.

Os direitos a royalties que estão sendo reorganizados na operação desta semana remontam à época da MMX, quando a mineradora criou um compromisso de remunerar investidores conforme o volume de cargas movimentadas pelo terminal.

Com a crise do grupo de Eike, Mubadala e Trafigura assumiram o controle do porto em 2014. Sob novo controle, o terminal passou a responder pelo pagamento dos royalties, e os direitos de recebê-los foram reunidos, em sua maior parte, no fundo Porto Sudeste Royalties.

Uma parcela desses direitos, porém, permaneceu com a MMX e acabou entre os bens levados a leilão após a falência da mineradora. Em março, o Planck arrematou, sem concorrentes, um pacote que incluía esses direitos e uma pequena participação acionária no terminal.

O custo total foi de R$ 66,3 milhões. Agora, apenas os direitos aos royalties estão avaliados em R$ 193,8 milhões para a troca por cotas, quase três vezes o custo de todo o pacote adquirido no leilão.

A reorganização ocorre enquanto Mubadala e Trafigura negociam a venda do porto. No mês passado, a Bloomberg noticiou propostas perto de US$ 3,5 bilhões, apresentadas por um consórcio formado pela gestora GIP, da BlackRock, Vale e Gerdau, e pela gestora I Squared Capital. 

Em princípio, a venda do terminal não muda o funcionamento do fundo nem seus direitos aos royalties: são operações separadas.

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Pequena indústria que fatura milhões: veja a diferença de custo do Simples normal para o regime híbrido

17 de Setembro de 2026, 16:28

Continuar no Simples Nacional ou migrar para o regime híbrido? A decisão mais importante que a reforma tributária exigiu dos pequenos negócios tem prazo: o dia 30 deste mês. Mas o que mais tem por aí é empreendedor sem entender o impacto das duas opções na prática.

Para ajudar as pequenas empresas na reta final dessa escolha, o Descomplica PJ botou a mão na massa. Publicamos, a partir de hoje, uma série de reportagens simulando casos concretos para mostrar quanto custa cada regime para empresas com portes, clientes e fornecedores diferentes.

Quem fica no Simples “puro” continua concentrando todos os impostos na guia única, o DAS. No regime híbrido, a empresa passa a recolher o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) separadamente, pagando os demais tributos na DAS.

A complexidade da operação aumenta, assim como as alíquotas dos impostos – mas a empresa poderá gerar créditos de IBS e CBS para os clientes e aproveitar, ela mesma, os créditos dos insumos usados na produção. Para saber o que pesa mais, tem de fazer conta.

Simulamos os cenários com auxílio da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), que lançou em agosto uma ferramenta para estimar o impacto dos novos impostos – a CBS e o IBS – no preço final de um produto.

Vamos começar com uma pequena indústria – como um fabricante de acessórios e calçados de couro – com faturamento anual de R$ 2 milhões. A simulação parte de um produto hipotético com custo de R$ 100 para mostrar como o preço final se comportaria no Simples puro e no chamado Simples híbrido (explicamos nesta reportagem).

Ah, a estimativa de preço final vale para 2027, quando apenas a CBS será cobrada integralmente: como a alíquota ainda não foi definida pelo governo, os cálculos consideraram a referência de 9,21%. No ano que vem, o IBS ainda estará em fase de teste, com alíquota simbólica de 0,1%.

Pequena indústria, R$ 2 milhões por ano

Para um produto com preço de custo de R$ 100, o preço final de venda no regime híbrido seria cerca de 5% mais caro do que no Simples tradicional. Mas o custo efetivo para o cliente – se ele também for uma empresa (B2B) – seria aproximadamente 2% menor.

Só que esse é apenas o fim da simulação: se você não entender como ela foi feita, vai ficar com a história incompleta e pode chegar a conclusões que não valem para seu próprio negócio.

Além do faturamento (R$ 2 milhões por ano) e da atividade (fabricação de acessórios e calçados de couro, enquadrada no Anexo II do Simples), o cálculo também leva em conta os custos da empresa. Se ela compra muitos insumos que podem gerar créditos de CBS, a situação é uma. Se não, o resultado muda bastante.

Nesta simulação, consideramos que as despesas da empresa tributadas pela CBS correspondem a 40% da sua receita. Para você ter uma ideia, podem entrar aí matéria-prima, mercadorias para revenda, embalagens, aluguel, contas de gás, água, energia e telecom, frete, armazenagem, licenças de softwares, serviços terceirizados, equipamentos, combustíveis…

O que não entra nunca: folha de pagamento e encargos sociais. Essas despesas não têm (nem terão) recolhimento de CBS, por isso não geram crédito.

Também entra no cálculo o perfil da cadeia de fornecedores da empresa. Se eles estão no Simples tradicional, não geram quase nada de crédito. Se forem do regime geral – Lucro Presumido, Real ou Simples híbrido –, geram crédito integral. A simulação considerou 50% dos fornecedores no Simples tradicional e 50% no regime geral.

A pergunta-chave: quem são os clientes?

Quando a maior parte dos clientes de uma empresa são consumidores finais, o Simples híbrido não vale a pena, pois pessoas físicas não podem aproveitar os créditos tributários. A migração só encareceria os impostos, sem gerar um benefício de fato.

O jogo é diferente quando as vendas são principalmente para outras empresas. Como pode usar os créditos, o preço final da venda não é o único número que importa para esse tipo de cliente; também conta o volume de impostos que ele consegue recuperar.

Por isso, na simulação, consideramos que todos os clientes da pequena indústria são empresas do regime geral (Lucro Presumido, Real ou Simples híbrido). E o resultado final é este:

table visualization

No Simples híbrido, a empresa receberia créditos de R$ 2,26 dos fornecedores, considerando os R$ 100 de preço de custo. Depois desse crédito, o preço base da operação cairia para R$ 97,74.

A CBS devida nessa venda ficaria em R$ 9 e esse também seria o valor do crédito que seu cliente poderia recuperar.

No Simples puro, a empresa não recuperaria créditos dos seus fornecedores e a CBS devida na venda seria de apenas R$ 1,46. É só isso o que seu cliente poderia recuperar.

O preço final de venda chegaria a R$ 106,74 no Simples híbrido – o que é cerca de 5% mais do que o resultado de R$ 101,46 para o Simples puro. Porém, como a empresa geraria R$ 9 de crédito, o custo líquido para o cliente seria de R$ 97,74, como citado acima. É uma diferença de 2,3% para o custo final de R$ 100 do Simples puro.

É importante lembrar que a simulação considera a situação real das empresas em 2027, quando apenas a CBS estará em vigor. Conforme o calendário da reforma tributária avançar, o IBS também vai entrar na conta – e aí tanto os impostos pagos quanto os créditos gerados para os clientes vão aumentar.

Tem como melhorar?

Um aspecto que pode mudar a conta é o mix de fornecedores. No cenário inicial, a simulação considerou 50% de fornecedores do Simples tradicional e 50% do regime geral. Se a empresa tiver mais fornecedores do regime geral, que geram crédito integral, conseguiria recuperar mais impostos e, com isso, reduzir o preço final de venda.

Suponha que a pequena indústria da nossa simulação tenha 100% dos fornecedores no regime geral. A hipótese é que, ao optar pelo Simples híbrido, a empresa revisaria sua cadeia de fornecedores e substituiria os que permanecerem no Simples puro.

Nesse caso, os créditos que a empresa conseguiria recuperar aumentariam de R$ 2,26 para R$ 3,68. Com mais crédito na entrada, a base da operação cairia para R$ 96,32, reduzindo também o valor da CBS e dos créditos oferecidos ao seu cliente. Conclusão: o preço de venda cairia para R$ 105,19, e o custo líquido do cliente, para R$ 96,32.

Mudar ou não mudar?

Na letra fria, a simulação sugere que o Simples híbrido traz vantagens no custo final para o cliente – que diminui, por causa da possibilidade de recuperar créditos tributários.

Na prática, nossa pequena indústria precisaria negociar com seus clientes para demonstrar esse benefício. Afinal, o preço de venda vai aumentar: se o cliente não estiver interessado nos créditos, vai preferir outra empresa que cobre menos.

Por outro lado, especialistas acreditam que os grandes clientes B2B vão valorizar fornecedores que gerem mais créditos; e podem, inclusive, acabar demandando deles a migração para o regime híbrido.

Cada caso precisa ser analisado individualmente, a e a simulação pode dar ferramentas para o empreendedor usar nesse processo.

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Putin coloca ativos da Nestlé sob controle temporário na Rússia

17 de Setembro de 2026, 14:55

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, determinou que participações em empresas locais pertencentes à suíça Nestlé sejam transferidas para administração temporária.

Putin também determinou a transferência dos ativos da Auchan, rede francesa de supermercados, na Rússia, segundo um decreto presidencial publicado nesta quinta-feira no portal oficial de legislação do país.

A Rússia utiliza o mecanismo de administração temporária desde 2023 para assumir o controle de ativos pertencentes a empresas de países que considera “hostis”.

As autoridades russas já haviam colocado sob administração temporária ativos de empresas estrangeiras, incluindo a Danone e a Carlsberg. Algumas dessas operações foram posteriormente transferidas para proprietários russos.

Um ETF avançou mais de 3.600% neste ano com a guerra no Irã. E em dólar

17 de Setembro de 2026, 13:42

As perspectivas de ganhos com o avanço do uso da IA continuam a dominar as conversas no mundo da renda variável. E não é para menos: algumas ações, como as das fabricantes de chips e memórias Marvell, Micron e Western Digital (WD), sobem três dígitos neste ano — mais de 200% no caso das duas primeiras e cerca de 125% para a WD.

Mas, apesar da persistente exuberância dos retornos dos papéis de companhias ligadas à inteligência artificial, os verdadeiros campeões da renda variável internacional até aqui em 2026 são ETFs.

Os resultados de alguns fundos passivos que seguem índices ilustram a versatilidade desses veículos como forma de o investidor montar posições – e sair delas rapidamente, se for o caso – em setores que ganham destaque diante de eventos específicos ou inesperados.

Esse tipo de movimento para aproveitar oportunidades pontuais é conhecida no mercado como alocação tática.

A Guerra do Irã, que teve início em fevereiro e, portanto, já se aproxima dos sete meses de duração, se tornou um desses catalisadores. Isso se aplica especialmente a ETFs ligados a fretes marítimos ou ao petróleo.

O Breakwave Tanker Shipping (BWET), negociado na bolsa de Nova York, que segue um índice especializado em fretes de navios petroleiros, alcança uma valorização de mais de 3.600% no ano até setembro. Mais especificamente 3.691%.

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Desde a eclosão da guerra no Oriente Médio, as cotas do fundo subiram mais de 1.000%, saindo de US$ 63 para US$ 710.

Significa que quem colocou US$ 1 mil no ETF no início de janeiro hoje tem na carteira um saldo de US$ 36 mil. Se tivesse feito a aplicação logo que o conflito começou, os mil dólares teriam virado US$ 10 mil.

ETFs também podem ser táticos

O BWET, que foca especificamente no transporte de petróleo, é o caso mais vistoso de ativos que ganharam valor com a guerra.

Outros fundos de índice de fretes marítimos também apresentam resultados que chamam a atenção.

O ETF SonicShares Global Shipping (BOAT) sobe 72% em 2026. Mas, diferentemente do BWET, o BOAT acompanha ações de empresas abertas globais envolvidas no transporte marítimo em geral.

Já o Breakwave Dry Bulk Shipping (BDRY) acumula alta de 82% no ano até setembro. O índice do BDRY foca em contratos futuros de frete de carga a granel seca, como minério de ferro, carvão e grãos agrícolas.

Há ainda os ETFs ligados ao setor de petróleo e gás, com relação mais evidente com as repercussões do conflito no Oriente Médio.

O fundo United States Oil Fund (USO), por exemplo, está atrelado a um índice que segue o preço do barril americanoWTI. O ETF tem um ganho de 136% neste ano.

O United States Brent Oil Fund (BNO) segue a referência internacional, o barril do tipo Brent. Em 2026, a alta alcança 126%.

Retorno passado não garante ganhos futuros

É sempre preciso ressaltar, no entanto, que os rendimentos que estamos olhando pelo retrovisor já aconteceram. E, embora elevados, não significam que o movimento vai continuar.

No caso do frete marítimo do petróleo, após sete meses de fechamento do Estreito de Ormuz, provavelmente esse custo já atingiu o pico.

O risco do ativo, portanto, vem da possibilidade de uma normalização dos preços no mercado de transporte. Nesse caso, o valor da cota pode convergir para o preço de antes da guerra, ou seja, devolver boa parte do ganho já obtido até agora.

O petróleo também vive situação parecida.

Os preços do barril atingiram a máxima logo após a guerra perto de US$ 130 o barril. No momento atual, a cotação do Brent se situa na casa de US$ 107, ou seja, relativamente perto do topo dos últimos meses.

No caso do frete marítimo em geral, no entanto, há novos complicadores.

Além do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam até antes da guerra um quinto do petróleo global, outras rotas marítimas enfrentam problemas.

Nas últimas semanas, os rebeldes Houtis, do Iemên, tomaram o controle de vários portos na região do Mar Vermelho. Essa região, por sua vez, representa um acesso estratégico para o Canal de Suez, no Egito, e pode criar novo desafio para o comércio marítimo.

O Canal do Panamá é outro gargalo. A passagem que liga os oceanos Atlântico e Pacífico enfrenta uma seca histórica. Com isso, a rota tem limitado a quantidade de navios que passam por lá, além de elevar os preços de pedágio.

Conta global oferece acesso

Os ETFs citados não contam com programas de BDRs na B3. Isso significa que o aplicador local não consegue investir por meio de recibos que representam cotas desses fundos diretamente na bolsa brasileira, em reais.

Mas a boa notícia é plataformas de investimentos plugadas a contas globais oferecidas no mercado brasileiro trazem acesso a esses ETFs.

Avenue, Nomad, BTG Pactual, Inter e XP oferecem possibilidade de o investidor local aplicar nesses veículos diretamente no mercado americano, em dólar.

O caminho é simples: basta abrir uma conta internacional em moeda forte, que pode ser feito totalmente on-line.

Via app, você converte reais em dólar ou outra divisa com alguns cliques. A partir daí, o aplicador tem acesso a produtos na moeda americana, como fundos, renda fixa, ações, ETFs, corporate bonds (títulos privados) e títulos do Tesouro dos EUA.

Antes de investir é preciso converter os reais em dólar. O melhor é fazer o câmbio diretamente na conta-investimento em lugar de depositar na conta-corrente. O IOF é menor e cai de 3,5% para 1,1%.

Uma vez que os recursos estejam na conta-investimento, é só escolher o produto e transferir o dinheiro.

Existe uma vantagem em usar o ecossistema digital de uma instituição, porque as contas ficam conectadas.

Quando você resgatar, o valor vai ser depositado na versão de investimentos. Mas o dinheiro pode ser transferido a qualquer momento para a conta de pagamentos, sem cobrança de taxa.

Em toda conversão cambial, os bancos cobram um spread, ou seja, uma taxa extra para remunerar os serviços prestados. No caso do dólar, o spread é cobrado, em geral, sobre a cotação comercial.

Esse pedágio varia de casa para casa – de 0,8% a 2% para cada operação. Por exemplo, se a moeda americana tem sido negociada a R$ 5,15, a conversão de seus reais seria feita ao câmbio de R$ 5,19, no caso de um spread de 0,8%. No topo dessa faixa, o custo subiria para R$ 5,25.

Como existe ainda o IOF, a cotação efetiva subiria para R$ 5,25, no caso do spread de 0,8%.

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Após reajuste ‘surpresa’ do Bolsa Família, Ibovespa reverte alta, e dólar e juros passam a subir

17 de Setembro de 2026, 11:43

A volatilidade eleitoral segue a toda nesta quinta-feira (17). A bolsa abriu a sessão em alta e o dólar em queda, como reflexo da visão mais positiva sobre a continuidade do ciclo de queda de juros após o BC ter cortado a Selic ontem e deixado a porta aberta para novas reduções.

Mas o alívio durou pouco. Mais precisamente um par de horas. Até o anúncio do governo de que pretende subir em 15% os benefícios do Bolsa Família.

A preocupação com o desequilíbrio fiscal, com gastos crescente que elevam o endividamento público, têm mantido os prêmios pedidos pelos investidores para financiar o governo em patamares historicamente elevados.

As taxas no Tesouro Direto, que tinha iniciado a manhã em queda no embalo do Copom, passaram a subir. A plataforma acionou o ” circuit breaker” por volta de 11h.

O circuit breaker é uma paralisação temporária nas negociações quando os juros passam a oscilar de maneira atípica.

Após a retomada das negociações, as taxas subiram significativamente. O Tesouro Prefixado 2032, por exemplo, saiu de 14,24% na abertura para 14,34%. Em reais, houve um recuo de 0,40% nessas poucas horas.

O Tesouro IPCA+ 2050, por sua vez, saiu de inflação mais 7,24% para 7,26%. Isso significa que o saldo de reais de quem tem esse título encolheu 0,33%.

Os juros futuros também passaram a subir. O contrato de DI futuro com vencimento em janeiro de 2031 passou de 14,11% para 14,19% por volta de 11h20.

O dólar amanheceu em queda. Após o anúncio do Bolsa Família, a moeda americana virou para uma alta de 0,21%, cotada a R$ 5,16.

O Ibovespa que tinha iniciado o dia em alta, reverteu o rumo e passou a recuar 0,82% a 184.026 pontos. O principal índice da bolsa, no entanto, teve força para voltar ao território positivo, conforme os investidores passaram a colocar em perspectiva impacto fiscal da medida.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reafirmou no fim da manhã que o novo desembolso “cabe dentro do orçamento”.

O próprio ciclo de cortes de juros do BC pode ajudar indiretamente o governo ao reduzir o custo de captação.

Bolsa Família aumenta em R$ 91

Com o reajuste, o valor mínimo do programa sobe para R$ 691 dos atuais R$ 600.

O próprio governo explicou que o benefício médio subirá cerca de R$ 100 para R$ 777.

Com isso, o impacto fiscal da decisão será de R$ 5,8 bilhões em 2026, mas vai custar aos cofres públicos mais R$ 22 bilhões ao longo de 2027.

O aumento do benefício ocorre em um momento de reação do candidato de oposição. Uma nova pesquisa eleitoral publicada nesta quinta-feira (17) mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o rival Flávio Bolsonaro empatados no segundo turno, com 47% dos votos.

O levantamento foi feito pela AtlasIntel para a Bloomberg News.

Volvo lançará 13 modelos em maior ofensiva da história para recuperar crescimento

17 de Setembro de 2026, 11:23

A Volvo Car está lançando sua maior ofensiva de produtos da história, com 13 novos modelos até o fim da década, em uma tentativa de dobrar sua participação no mercado de veículos elétricos e híbridos plug-in.

A fabricante sueca lançará sete novos carros para os mercados ocidentais e seis para a China, incluindo modelos totalmente elétricos e uma nova geração de híbridos, informou a empresa nesta quinta-feira (17), antes de uma atualização de estratégia para investidores em Estocolmo. A meta é dobrar sua fatia das vendas globais de veículos elétricos e híbridos, atualmente em cerca de 1,7%.

“Nosso showroom terá uma aparência muito diferente em 2030”, disse o CEO Håkan Samuelsson. As ações chegaram a subir 4,2% em Estocolmo, reduzindo a queda acumulada desde o início do ano.

Samuelsson tenta recuperar o crescimento da Volvo após um período difícil e está adaptando a estratégia da empresa à transição para veículos totalmente elétricos, que ocorre em um ritmo mais lento do que o esperado.

A montadora está dando um papel maior aos híbridos, ao mesmo tempo em que adota uma abordagem mais regional para sua linha de produtos e aprofunda a cooperação com a controladora chinesa Zhejiang Geely Holding Group.

A Volvo afirmou que a ofensiva de produtos pretende ajudar a atingir a meta de longo prazo de elevar a margem operacional para mais de 8%. A empresa não informou um prazo para alcançar esse nível de rentabilidade.

A Volvo vendeu pouco mais de 710 mil veículos no ano passado, cerca de 1% da participação do mercado mundial, segundo dados da S&P Global Mobility. Em comparação, a Volkswagen, maior montadora da Europa, respondeu por cerca de 10% das vendas de carros de passeio no mesmo período.

A Volvo trabalhará com a Geely em plataformas compartilhadas, uma estrutura tecnológica dedicada à China e uma cadeia de peças e fornecedores compartilhada, enquanto as duas empresas desenvolvem novos carros eletrificados para o mercado chinês. A Volvo também afirmou que os investimentos em tecnologia e manufatura cairão em relação aos níveis atuais.

Na terça-feira, a Volvo anunciou que lançará na Europa e nos Estados Unidos versões híbridas de longo alcance dos populares XC60 e XC90, apostando na continuidade da demanda por carros que combinam motores a combustão com baterias maiores ao longo da próxima década.

Na China, a Volvo já testou essa estratégia. O XC70 híbrido plug-in de autonomia estendida, lançado no ano passado, tornou-se o modelo mais vendido da marca no país. O carro ajudou a amenizar uma queda mais ampla no maior mercado automotivo do mundo.

A Volvo abandonou em 2024 a meta de vender apenas carros totalmente elétricos a partir de 2030, depois que a transição se mostrou mais lenta do que o esperado. A empresa ainda pretende se tornar totalmente elétrica no futuro, mas não estabeleceu mais um prazo.

A reformulação ocorre antes de uma nova mudança na liderança. Samuelsson, que voltou ao cargo de CEO em abril de 2025 para um mandato de dois anos, deve deixar a posição na próxima primavera. O conselho da Volvo ainda não anunciou seu sucessor.

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Banco Inter, ação complicada e perfeitinha

16 de Setembro de 2026, 10:56

Complicada e Perfeitinha

Recomendação e Análise

Pense em uma tese de investimento:

  • Crescimento médio de 40% no lucro nos últimos 3 anos;

  • Índice de eficiência, que mede as despesas operacionais em relação às receitas operacionais, melhorando 8 pontos percentuais;

  • Rentabilidade saindo de 9,7% no início de 2024 para 16,2% no último trimestre (2T26);

  • Base de clientes que está dobrando em 4 anos;

Acharia bom? Ficaria empolgado em investir nessa tese? Pois é, esses são os números operacionais e financeiros do Banco Inter (INBR32) nos últimos anos.

Porém, a ação não vem respondendo a essa evolução. Nos últimos 12 meses, a ação se desvalorizou 40% no mesmo período em que o Ibovespa se valorizou 30%. Diante de fundamentos sólidos, essa diferença me soa exagerada.

Uma razão para essa performance negativa poderia ser o receio do mercado sobre uma deterioração na inadimplência do banco. Esse ponto, de fato, mostrou uma piora nos últimos dois trimestres, no entanto não foi algo específico do Inter.

A maioria dos bancos divulgou índices de inadimplência mais altos desde o início do ano, resultado de um alto grau de endividamento das famílias combinado com taxas de juros em patamares elevados. Em suma, o ambiente macro se deteriorou e a prestação ficou apertada para os brasileiros.

Carteira exclusiva encomendada pela NMS Research, casa de análises homologada pela XP Investimentos. Análise Fundamentalista Setembro/2026


Quer acessar relatórios como esse? Acesse a Nomos+


Análise de Precificação

Quando há uma queda dessa magnitude na ação, sempre procuro analisar a precificação atual: qual o lucro projetado para 12 meses sendo conservador nas análises? Há alguma assimetria favorável na tese? A ação não ficou exageradamente barata?

Hoje, Inter possui valor de mercado de R$ 12,6 bilhões e, segundo projeções de analistas, deve entregar um lucro líquido de R$ 1,7 bilhão (já fez R$ 865 milhões no 1 semestre) em 2026.

Calculando o múltiplo Preço/Lucro, bastante utilizado para definir se um ativo está barato ou não, temos R$ 12,6 bi / R$ 1,7 bi, que resulta em P/L de 7,4x. Esse múltiplo é bem menor que o de Nubank, por exemplo, que negocia a 16,0x, e está abaixo dos múltiplos de Itaú (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11).

Quando analisamos o indicador PEG Ratio que ajusta o Preço/Lucro pelo crescimento anual esperado do lucro, temos um Inter bastante atrativo. Com o seu lucro crescendo 30% anualmente, o PEG Ratio de Inter está em 0,24x (abaixo de 1,0x, o ativo está subvalorizado), o que significa que a ação está bem descontada.

Portanto, no preço atual (abaixo de R$ 30), temos uma ação barata, que mostra forte crescimento anual no lucro e expansão relevante de ROE (rentabilidade).

O risco de Inter é a inadimplência se elevar nos próximos trimestres a ponto do ROE estagnar e o crescimento do lucro desacelerar, algo que considero de baixa probabilidade diante da capacidade de gestão do banco.

Carteira exclusiva encomendada pela NMS Research, casa de análises homologada pela XP Investimentos. Análise Fundamentalista Setembro/2026

Próximo das mínimas de 1 ano, entendo que o Inter hoje possui alta margem de segurança e se a ação voltar para níveis de R$ 40,00 onde se encontrava 6 meses atrás, já estamos falando de um upside superior a 40%.

Assim, reforço a minha convicção na tese de investimento e reitero o bom ponto de entrada na ação para quem tem um horizonte de longo prazo.

Mudanças à Frente

Inter tem um objetivo muito claro: ser cada vez mais reconhecido no mercado americano.

O banco entende que há espaço para crescimento das suas operações nos EUA, por isso expandiu suas ações de marketing e suas operações bancárias no território americano, visando ampliar a sua base de clientes.

Um dos movimentos em linha com esse objetivo é aumentar a liquidez da sua ação na Nasdaq (INTR). Para isso, vem promovendo ações para que os investidores troquem a BDR (INBR32) pelas ações americanas.

Carteira exclusiva encomendada pela NMS Research, casa de análises homologada pela XP Investimentos. Análise Fundamentalista Setembro/2026

Recentemente, a empresa anunciou o fim do programa de BDRs Nível II, com o encerramento das negociações previsto para 16 de outubro. Dado que a sua principal operação se concentra no Brasil, o banco não pode simplesmente não ter um ativo negociando na B3.

Logo, será criada a INBR34, que será uma BDR não patrocinada, o que significa que o Inter terá menos envolvimento com o ativo, contratando um banco depositário para gerir as BDRs, assim como não precisará divulgar demonstrações financeiras em português, nem ter registro na CVM. Algo similar com o que hoje acontece com Mercado Livre (MELI34) e BDRs de ações americanas como Apple, Microsoft, Nvidia, Meta, entre outras.

Desta forma, o detentor de INBR32 terá que escolher uma das 3 opções abaixo:

Carteira exclusiva encomendada pela NMS Research, casa de análises homologada pela XP Investimentos. Análise Fundamentalista Setembro/2026

Como não sabemos como será a liquidez da nova BDR (INBR34), que entendo que teria incialmente menos negócios que a INBR32, a minha sugestão é para troca da INBR32 pela ação nos EUA (INTR), caso o investidor tenha conta em corretora no exterior.

Para investidores que não possuem conta lá fora ou desejam manter seu investimento aqui no Brasil, recomendo optar pela troca por INBR34.

Em ambas as opções, o importante é se manter posicionado na tese de investimento do Inter pelas razões apresentadas na primeira parte do relatório.

Alterações Práticas nas Carteiras Max

Como estamos dando preferência pela troca de INBR32 pela ação no exterior (INTR), essa semana adicionamos o ativo na Carteira Estratégia Global com peso de 5%.

Na Carteira Max Ações, onde INBR32 está presente, decidimos retirar o ativo nos próximos dias, a fim de avaliar a liquidez da nova BDR (INBR34) nos próximos meses. Eventualmente, se o ativo se mostrar líquido, atraindo fluxo, poderemos voltar a incluí-lo na carteira.

Reitero que a tese de investimento continua bastante atrativa, sinalizando um ótimo ponto de entrada nesse momento diante do valuation atrativo e da queda de 40% somente esse ano.

Abraços,
Max Bohm, CNPI

Brasil cortará juros na contramão do mundo

13 de Setembro de 2026, 09:09

Saiu o Estratégia Nomos - Setembro

Perspectivas da Semana

A semana começa com decisões previsíveis, mas pode terminar com mudanças importantes nas expectativas para juros, inflação e atividade no Brasil e nos Estados Unidos.

Brasil primeiro. O Copom vai cortar 25 pontos, levando a Selic a 13,75%. Isso ninguém discute, razão pela qual essa não é a notícia da semana. O mercado precifica mais cortes no quarto trimestre, mas alguns poucos analistas apontam para uma pausa em 13,75% até 2027. Se essa minoria acertar, há uma boa aposta contrarian aí, sobre o erro do consenso quanto ao tamanho do ciclo.

Os dados divulgados na semana reforçaram a desaceleração. Os serviços ficaram estagnados em julho, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços). O IPCA de agosto veio comportado, impactado por fatores temporários, como a tarifa de energia e os alimentos, enquanto o núcleo desacelerou para 4,1% na média móvel trimestral. O câmbio continuou se apreciando. Tudo isso sustenta a leitura dovish agora, mas setembro e o quarto trimestre podem ser mais duros, com o El Niño pressionando os preços domésticos, o petróleo mais caro e os juros globais em alta.

Na política, o que deve dominar é Flávio Bolsonaro empatando ou liderando Lula em simulações de segundo turno, com a aprovação do presidente caindo mais forte. Junte a isso o caos institucional no STF faltando poucas semanas para o primeiro turno em 4 de outubro.

Nos EUA, o destaque da semana é o Fed. O CPI veio firme o bastante para tornar mais provável uma alta de 25 pontos em setembro, e a leitura agora é de duas altas neste ano, uma em setembro e outra em dezembro, contrariando a projeção recente de pausa. Warsh, em Jackson Hole, colocou o combate à inflação como foco predominante, e isso sustenta a mudança de opinião. O mercado estava posicionado para um corte e vai se deparar com um Fed voltando a apertar.

Fora a decisão do Fed, será divulgado os dados de varejo de agosto, com consenso de alta de 0,9% no mês. Reforça a ideia de consumidor americano resiliente mesmo com juros mais altos no horizonte.

Petróleo também vai ser destaque porque subiu cerca de 25 dólares por barril desde o início de agosto, com ataques Iranianos contra navios americanos e dos houthis a oleoduto saudita. O diesel já bate recorde nos EUA.

É a habitação americana que segue sendo a vítima do aperto monetário. Vendas de imóveis usados caíram pelo terceiro mês seguido, hipotecas em torno de 6,8% e estoque disponível subindo.

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Dia de Sorte: confira o resultado do concurso 1301 sorteado nesta sexta-feira (18)

18 de Setembro de 2026, 21:22

As dezenas do concurso 1231 do Dia de Sorte foram sorteadas nesta sexta-feira (18), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 15 – 08 – 02 – 14 – 26 – 07 – 24.

Mês da Sorte: 08 – Agosto

O prêmio estimado para este concurso era de R$ 300.000,00.

Os sorteios do Dia de Sorte acontecem às segundas, terças, quartas, quintas e sextas-feiras, a partir das 21h; e domingos, a partir das 11h. As apostas podem ser feitas até as 20h do dia do sorteio, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa ou pelos canais digitais da instituição.

No Dia de Sorte, o apostador escolhe entre 7 e 15 números dentre os 31 disponíveis e também seleciona um Mês da Sorte. A aposta mínima, com sete números, custa R$ 2,50.

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Lotomania: confira o resultado do concurso 2977 sorteado nesta sexta-feira (18)

18 de Setembro de 2026, 21:14
Lotomania

Os números do concurso 2977 da Lotomania foram sorteados nesta sexta-feira (18), em São Paulo.

As dezenas sorteadas foram:

09 – 54 – 44 – 98 – 01 – 37 – 63 – 18 – 38 – 96 – 21 – 15 – 05 – 87 – 46 – 47 – 41 – 30 – 42 – 12

O prêmio estimado para este concurso era de R$ 2.634.729,56

Na Lotomania, o apostador escolhe 50 números entre 100 disponíveis (de 00 a 99). Também é possível optar pela Surpresinha, quando os números são escolhidos pelo sistema.

A aposta mínima custa R$ 3,00. Ganham prêmio os acertadores de 20, 19, 18, 17, 16, 15 ou nenhum número, conforme as regras da modalidade.

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Quina hoje, concurso 7121: confira o resultado sorteado nesta sexta-feira (18)

18 de Setembro de 2026, 21:10
Quina

As dezenas do concurso número 7121 da Quina foram sorteadas na noite desta sexta-feira (18).

Os números sorteados foram: 22 – 47 – 60 – 23 – 64.

O prêmio deste concurso era de R$ 545.819,36

Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.

Segundo a Caixa Econômica, ninguém acertou os números necessários e o prêmio concurso número 7116 acumulou.

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Lotofácil hoje: confira o resultado do concurso 3783 sorteado nesta sexta-feira (18)

18 de Setembro de 2026, 21:06

As 15 dezenas do concurso número 3783 da Lotofácil foram sorteadas na noite desta sexta-feira (18), em São Paulo.

Os números sorteados foram: 24 – 22 – 05 – 25 – 04 – 19 – 16 – 01 – 14 – 03 – 15 – 12 – 17 – 06 – 23

O prêmio estimado para este concurso era de R$ R$ 2.000.000,00.

Para apostar na Lotofácil é preciso marcar entre 15 e 20 números, dentre os 25 disponíveis no bilhete. O apostador fatura se acertar 11, 12, 13, 14 ou 15 números.

Um jogo simples custa R$ 3,50, e os sorteios ocorrem de segunda a sábado.

Leia mais: Caixa distribui lucro do FGTS: quem tem direito, como consultar saldo, quanto receber

As apostas, geralmente, podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) nas lotéricas credenciadas da Caixa, em todo o país, ou pela internet.

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Estatal de correios italiana torna-se controladora indireta da TIM Brasil (TIMS3)

18 de Setembro de 2026, 19:50

A TIM (TIMS3) anunciou nesta sexta-feira que a empresa estatal de correios da Itália Poste Italiane tornou-se controladora indireta do grupo brasileiro de telecomunicações como resultado de uma oferta pelas ações da Telecom Italia.

A Poste Italiane, que já tinha 20% de participação na Telecom Italia, controladora direta da TIM, assegurou na semana passada, fatia de 66,6% na companhia, em uma oferta pelas ações avaliada em cerca de 13 bilhões de euros.

“Em decorrência dessa aquisição originária de controle por meio de oferta pública, a Poste Italiane tornou-se a acionista controladora da TI (Telecom Italia) e, consequentemente, a acionista controladora indireta da TIM Brasil”, afirmou a companhia brasileira em fato relevante.

TOTVS (TOTS3) aprova pagamento de JCP; veja valores

18 de Setembro de 2026, 19:46

A TOTVS (TOTS3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 0,15 por ação, conforme decisão do Conselho de Administração em reunião realizada nesta quinta-feira (18).

O montante bruto total do provento será de aproximadamente R$ 85 milhões. Segundo a companhia, os JCP serão imputados aos dividendos obrigatórios referentes ao exercício.

Terão direito ao pagamento os acionistas que estiverem posicionados em ações da TOTVS em 23 de setembro de 2026. A partir de 24 de setembro, os papéis passarão a ser negociados “ex-JCP”, ou seja, sem direito ao provento.

O pagamento está previsto para 8 de outubro de 2026, sem incidência de correção monetária ou remuneração.

O valor do JCP estará sujeito à retenção de Imposto de Renda na Fonte (IRRF), conforme a legislação aplicável. Acionistas isentos ou imunes deverão enviar a documentação que comprove essa condição à companhia até 5 de outubro para não sofrerem a retenção.

O crédito será realizado em conta corrente e domicílio bancário cadastrados junto ao Banco Itaú Unibanco. Acionistas com cadastro incompleto ou desatualizado deverão regularizar as informações para receber o provento.

Juros futuros recuam de olho no quadro eleitoral

18 de Setembro de 2026, 19:39

A curva de juros futuros encerrou o dia com redução dos prêmios em todos os vencimentos, após estresse inicial com o anúncio do reajuste de 15% no Bolsa Família, o que aumentou as preocupações fiscais do mercado.

Agentes não viram um gatilho específico para a acomodação da curva a termo, que entrou no campo negativo no início da tarde, mas veem relação do movimento com a precificação do mercado de que a oposição pode sair vencedora das eleições. Também contribuiu um ingresso de fluxo aplicado em todos os vértices da curva, com mais força na ponta longa, segundo uma fonte.

Encerrados os negócios, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 marcou estabilidade frente ao ajuste da véspera, em 13,555%.

O DI para janeiro de 2029 cedeu levemente, a 13,840%, vindo de 13,845% no ajuste.

O DI para janeiro de 2031 teve baixa de 14,061% a 14,020%.

O que mexeu com os DIs hoje?

Divulgada na quinta à noite, a pesquisa Datafolha – que mostrou empate técnico entre o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com o petista numericamente à frente — não fez preço pela manhã: os números foram lidos como “mais do mesmo”, sem grande impulso da oposição.

Os ativos costumam reagir positivamente quando Flávio melhora nas pesquisas porque, para parte do mercado, um governo de direita estaria mais inclinado a entregar um ajuste fiscal.

Mesmo com a Datafolha “neutra” e sem rumores sobre novas enquetes, agentes avaliam que foi o quadro político que permitiu o alívio nas taxas no restante da sessão, dado que os investidores têm precificado que Flávio pode ser eleito.

Para o estrategista-chefe da Sincra, Gustavo Cruz, o movimento que faria mais sentido na semana, assim como nesta sexta, seria de deslocamento para cima da curva, uma vez que ficou claro que os EUA vão subir juros ao menos mais uma vez.

“Deveríamos ter visto uma reação mais forte da curva no Brasil, mas o quadro eleitoral e os acontecimentos no STF embaralharam um pouco o cenário, assim como o aumento do Bolsa Família”, disse.

No período da tarde da quinta, o MPTCU pediu a suspensão do reajuste de 15% do benefício, anunciado pelo governo federal. Na solicitação, o órgão aponta que a medida pode ter desrespeitado a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), ao não indicar a fonte de custeio, tampouco estimativas de impacto financeiro, além de ser incompatível com as leis orçamentárias. “Isso também pode ter ajudado um pouco a curva”, acrescenta Cruz.

Segundo um estrategista de uma grande casa, que falou sob anonimato, no período da tarde ocorreu um fluxo aplicado – ou seja, que aposta na queda das taxas — distribuído ao longo de todos os vencimentos da curva, com mais força no de janeiro de 2031, o que também ajudou na perda de fôlego dos juros.

Para Iván Riveros, estrategista de câmbio e juros para mercados da América Latina do Citi, os DIs podem continuar se descolando da postura mais conservadora do Fed, conforme já observado ao longo de setembro. “Nas próximas semanas, os ativos locais devem continuar sendo guiados principalmente por desdobramentos políticos, já que a divergência nos arcabouços fiscal e econômico dos candidatos moldará as expectativas do mercado para 2027”, afirmou.

O que mexeu com os Treasuries?

Nos EUA, os títulos soberanos continuaram se ajustando no período da tarde após a elevação de 0,25 ponto porcentual nos juros pelo Fed na quarta-feira, assim como a projeções de nova alta até o fim do ano. Nesta sexta, o aumento promovido pelo Banco do Japão (BoJ, em inglês) no juro básico do país, para 1,25% — maior nível em três décadas — e perspectivas de aperto adicional também pressionaram as curvas globais.

Às 18h04, a taxa da T-note de dois anos avançava de 4,683% a 4,743%, enquanto a da T-note de dez anos subia de 4,937% para 4,993%.

Milho e soja caem em Chicago por realização de lucros

18 de Setembro de 2026, 19:33

Os contratos futuros do milho e soja dos EUA caíram nesta sexta-feira, à medida que os operadores realizavam lucros após as recentes máximas em vários anos, os preços do petróleo recuavam e a colheita avançava no Meio-Oeste, apesar das chuvas esporádicas, segundo analistas.

A atenção voltava-se para a reunião da próxima semana entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, na qual as compras chinesas de soja e outros produtos agrícolas dos EUA estarão entre os temas comerciais em destaque.

O trigo recuou devido a vendas técnicas e às esperanças persistentes de uma distensão na zona de exportação do Mar Negro.

O contrato de soja na bolsa de Chicago fechou em queda de 16,25 centavos, ou 1,2%, a US$13,035 por bushel.

O contrato de milho encerrou em queda de 3 centavos, ou 0,6%, a US$5,275 por bushel, após atingir a mínima de uma semana em US$5,255.

O contrato de trigo fechou em queda de 12,75 centavos, ou 1,8%, a US$7,1425 por bushel.

Trump diz que vai proibir acesso a veículos de comunicação à Casa Branca

18 de Setembro de 2026, 19:32

WASHINGTON, 18 Set (Reuters) – O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira que está banindo três grandes veículos de comunicação – CNN, MS NOW e Politico – da Casa Branca, em sua mais recente medida para reprimir a imprensa independente.

É quase certo que a medida enfrentará contestação judicial, já que especialistas em liberdade de expressão afirmaram que ela entra em conflito com as garantias da Primeira Emenda da Constituição dos EUA relativas à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa.

Trump acusou os veículos de divulgar “FAKE NEWS” em uma postagem nas redes sociais e disse que eles “não deveriam poder escrever ou divulgar constantemente FICÇÃO e MENTIRAS ao cobrir o presidente dos Estados Unidos”. Trump acrescentou: “Outros veículos de mídia que divulgam notícias falsas serão os próximos”.

Representantes dos três veículos de comunicação foram vistos trabalhando na Casa Branca na tarde desta sexta-feira, após a postagem de Trump.

Em comentários posteriores a repórteres no Salão Oval, Trump disse que não houve nenhum incidente específico que motivasse a proibição, acrescentando: “Na verdade, são apenas matérias acumuladas ao longo dos últimos anos”.

Trump acrescentou: “Não preciso deixá-los entrar na minha casa, na casa do povo.”

A extensão da proibição anunciada por Trump não ficou clara imediatamente, e a legalidade de qualquer medida poderia depender de seu alcance.

Os tribunais têm concedido aos presidentes ampla discricionariedade sobre o acesso seletivo a eventos como reuniões no Salão Oval e pequenos grupos de imprensa, enquanto exclusões mais amplas das instalações de imprensa da Casa Branca geralmente disponíveis ou das credenciais poderiam enfrentar contestações mais fortes com base na Primeira Emenda e nas proteções constitucionais ao devido processo legal.

A medida de Trump ocorreu semanas antes das eleições de meio de mandato de 3 de novembro, nas quais os pares republicanos de Trump defendem maiorias estreitas no Congresso. Pesquisas Reuters/Ipsos mostram que a opinião pública está se voltando contra os republicanos, conforme os índices de aprovação do próprio Trump estão próximos de mínimos históricos em meio à guerra contra o Irã — profundamente impopular — que ele iniciou e que fez os preços da energia dispararem.

Décadas de tradição

O governo Trump abalou décadas de tradição nas relações entre a Casa Branca e a imprensa, restringindo o acesso que muitas das principais organizações de notícias tinham ao presidente, ao mesmo tempo em que aumentou a presença de novos veículos de mídia considerados mais favoráveis ao governo.

A CNN, em comunicado, afirmou que apoia seus jornalistas que cobrem a Casa Branca. A equipe da CNN permaneceu na Casa Branca trabalhando como se fosse uma tarde normal de sexta-feira, disse o repórter da CNN Brian Stelter ao vivo.

“Temos o direito, garantido pela Constituição dos Estados Unidos, de fazer essa cobertura sem impedimentos ou interferências do governo”, afirmou a CNN em comunicado. “Caso a proibição ameaçada pelo presidente Trump venha a ocorrer, seria um ataque ilegal a esse direito fundamental e protegido pela Constituição.”

O MS NOW e o Politico não responderam imediatamente aos pedidos de comentário.

“É difícil imaginar uma violação mais flagrante da Primeira Emenda do que Trump proibir veículos de comunicação de entrar na Casa do Povo por criticarem o governo”, disse Seth Stern, chefe do grupo ativista Freedom of the Press Foundation, em um comunicado.

Jameel Jaffer, diretor-executivo do Knight First Amendment Institute da Universidade de Columbia, disse que a Primeira Emenda proíbe o presidente de punir jornalistas por não gostar de sua cobertura.

“Se o presidente Trump pretende expulsar esses veículos de comunicação do grupo de imprensa da Casa Branca, sua ação é duplamente inconstitucional, pois o grupo de imprensa é um ‘fórum público’ nos termos da Primeira Emenda, o que significa que o presidente não pode excluir jornalistas dele com base em seus pontos de vista”, disse Jaffer em um comunicado.

História dos tabloides

Trump ganhou fama como um incorporador imobiliário de Nova York, hábil em fazer com que os jornais sensacionalistas da cidade cobrissem sua vida social, e passou a construir sua imagem como personalidade de reality shows antes de se lançar seriamente na política.

Desde sua campanha vitoriosa em 2016, Trump tem criticado regularmente a imprensa, intensificando suas reclamações durante seu segundo mandato. Ele tem instado repetidamente as emissoras a retirarem do ar programas de comédia ou noticiários dos quais não gosta ou que tenham feito piadas ou críticas a ele ou ao seu governo, pedindo à Comissão Federal de Comunicações que retire as licenças das emissoras indesejadas.

Trump entrou com várias ações judiciais contra a imprensa, incluindo o Wall Street Journal, o New York Times, a BBC e o Des Moines Register. Essas ações podem ter um efeito inibidor. Seus processos por difamação contra a ABC e a CBS foram resolvidos por US$15 milhões e US$16 milhões, respectivamente.

Em 2019, a credencial da Casa Branca de Brian Karem, correspondente da revista Playboy, foi suspensa depois que ele trocou insultos com Sebastian Gorka, então assessor do presidente, no Jardim das Rosas da Casa Branca. Posteriormente, um juiz ordenou que a Casa Branca restabelecesse a credencial de Karem.

Desde que voltou à Presidência em janeiro de 2025, Trump tem hostilizado abertamente os repórteres, especialmente os das redes de televisão norte-americanas.

No ano passado, ele também baniu a Associated Press do grupo habitual de repórteres que cobrem seus deslocamentos porque a agência de notícias não adotou o nome preferido por Trump para o Golfo do México, que Trump instruiu os funcionários do Poder Executivo a chamarem de Golfo da América.

O deputado Frank Pallone, líder democrata na Comissão de Energia e Comércio da Câmara dos Deputados, classificou a ação de Trump como censura.

“Se Trump acha que banir veículos de comunicação da Casa Branca fará com que sua Presidência pareça menos um fracasso, ele está delirando”, disse Pallone.

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Totvs (TOTS3) pagará R$ 85 milhões em juros sobre capital próprio

18 de Setembro de 2026, 19:23
Totvs

A Totvs (TOTS3) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 85 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2026 e que serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício. O valor bruto corresponde a R$ 0,15 por ação da Companhia

Segundo a companhia, terão direito ao pagamento todos os acionistas titulares de Ações na data base de 23 de setembro de 2026. Além disso, as negociações de ações, a partir do dia 24 de setembro de 2026, serão realizadas ex-JCP.

Os JCP serão pagos aos acionistas beneficiários no dia 8 de outubro de 2026, sem incidência de correção monetária ou remuneração, mediante crédito em conta corrente e domicílio bancário fornecidos ao Banco Itaú Unibanco.

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Porto Seguro (PSSA3) pagará R$ 333,4 milhões em juros sobre capital próprio

18 de Setembro de 2026, 19:11

A Porto Seguro (PSSA3) informou que seu Conselho de Administração aprovou a distribuição de R$ 333,4 milhões em juros sobre capital próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2026 e que serão imputados ao dividendo obrigatório do exercício. O valor preliminar corresponde a R$ 0,52065720703 bruto e R$ 0,42996563103 líquido por ação.

O pagamento será realizado até o dia 30 de abril de 2027. De acordo com a Porto Seguro, a data ainda será definida pela administração e deliberada na Assembleia Geral Ordinária de 2027.

Segundo a companhia, terão direito ao pagamento os acionistas inscritos nos registros da Companhia no fechamento de 23 de setembro de 2026. Na mesma data, será definida a posição acionária e o crédito correspondente será efetuado contabilmente em valores líquidos.

De acordo com o comunicado, o valor por ação é estimado e poderá variar até a data de posição acionária a depender das movimentações no âmbito do programa de recompra de ações da Companhia.

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Boa Safra (SOJA3) reelege CEO e renova diretoria por dois anos

18 de Setembro de 2026, 19:08

O conselho de administração da Boa Safra (SOJA3) aprovou a reeleição de Marino Stefani Colpo como diretor-presidente da companhia para um novo mandato de dois anos. A decisão foi tomada por unanimidade em reunião realizada em 16 de setembro.

A empresa também renovou, pelo mesmo período, os mandatos dos demais integrantes da diretoria. Felipe Pereira Marques permanece como diretor financeiro e de relações com investidores, enquanto Glaube de Sousa Caldas segue à frente da diretoria de produção.

Humberto Pimenta Martins Filho foi reconduzido ao cargo de diretor comercial. Já Patrícia Regina Baceti permanece responsável pelas diretorias de administração e controle e de tecnologia e inovação.

Os mandatos são contados a partir da data da reunião. Segundo a ata, a posse dos executivos ocorrerá mediante a assinatura dos respectivos termos.

Fleury (FLRY3) antecipa pagamento de R$ 217,8 milhões em JCP; veja a nova data

18 de Setembro de 2026, 19:06

O Fleury (FLRY3) antecipou para 28 de setembro o pagamento de R$ 217,8 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP), informou a companhia nesta sexta-feira (18). Anteriormente, os proventos seriam pagos em 2 de outubro.

A distribuição, aprovada em 6 de agosto, corresponde ao valor bruto de R$ 0,40073265756 por ação, desconsideradas as ações em tesouraria.

Terão direito ao recebimento os acionistas com posição na companhia no fechamento do pregão de 11 de agosto de 2026. As ações são negociadas na condição de “ex-JCP” desde 12 de agosto.

Segundo o comunicado, os valores estarão sujeitos à retenção de Imposto de Renda na fonte à alíquota de 17,5%, ressalvados os acionistas comprovadamente isentos ou imunes e aqueles sujeitos a alíquotas diferentes previstas na legislação.

As demais condições da distribuição permanecem inalteradas. O valor líquido dos JCP será imputado aos dividendos referentes ao exercício de 2026.

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