Essa ideia mostra a minha opinião sobre o ativo, é um estudo para debate e não deve ser usado como entrada. Só opere quando o seu trade system der o sinal.
No gráfico de 5 minutos do SILVER, 1º o preço chegou no alvo da alta anterior ou iniciou nova barra diária, 2º rompeu a linha branca -2 da projeção que usa os números da sequência de Fibonacci, 3º poderá retrair e 4º o alvo é na linha vermelha -4.
Ponto de retorno "absoluto", topos e fundos engolfados são anulados, sendo eles pra esquerda ou para direita do candle de engolfo.
O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, afirmou nesta quinta-feira, 13, que pretende recorrer a operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) para combater o crime organizado. Segundo ele, a atuação federal será discutida com os governadores e não ocorrerá de maneira unilateral.
Zema foi questionado em coletiva de imprensa sobre como pretende preservar a autonomia dos Estados diante da previsão, em seu plano de governo, de intervenções federais na área da segurança pública. O candidato respondeu que as duas propostas são conciliáveis e defendeu uma atuação integrada entre União, Estados e municípios.
“Quero fazer uso da GLO. União e Estado se complementam na questão da segurança pública. Nada será feito unilateralmente, com o governo federal determinando. Vai ser um esforço conjunto, discutido com os governadores”, declarou.
O presidenciável citou ações recentes realizadas no Rio de Janeiro como exemplo da viabilidade dessa cooperação. Na avaliação de Zema, a participação das administrações municipais e de suas forças de segurança também poderá tornar mais efetivo o enfrentamento às organizações criminosas.
O plano de governo do candidato, batizado de “Plano Implacável”, prevê o emprego das Forças Armadas e de órgãos federais para retomar territórios controlados por facções. Zema também defende classificar facções e milícias como organizações terroristas e já afirmou que uma eventual intervenção no Rio de Janeiro precisaria ser prolongada, com duração de dez a 20 anos.
Zema participou do 13º Fórum Caminhos da Liberdade, organizado pelo Instituto de Formação de Líderes (IFL), na capital paulista. Os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) também participaram do evento. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) foram convidados, mas não compareceram.
A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB) registrou sua candidatura ao Senado Federal por São Paulo junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quinta-feira, 13. Ao órgão, a ex-ministra declarou ter R$10,6 milhões.
Uma junção de terras rurais em Alvorada do Sul (MS) é responsável por grande parte dessa soma, tendo o valor de R$ 8,9 milhões. O resto do montante se divide entre terrenos urbanos, apartamentos e uma casa.
No ano de 2022, quando Tebet concorreu à Presidência da República, a ex-ministra declarou ter R$ 2,3 milhões. As fazendas em Alvorada do Sul não constam no registro do TSE.
Na pesquisa Ideia/ACSP divulgada na segunda-feira, 10, a candidata figurava no topo de intenções de voto ao Senado, com 26,8%. Ela faz parte da coligação “Federação Brasil da Esperança”, encabeçada pelo presidente Lula.
A ex-ministra iniciou a carreira política em 2002, quando foi eleita deputada estadual de Mato Grosso do Sul. Em 2004, foi eleita prefeita de Três Lagoas, sendo reeleita em 2008. Em 2010, foi eleita vice-governadora de Mato Grosso do Sul, na chapa de André Puccinelli. Em 2014, foi eleita senadora pelo Estado, cargo que exerceu até 2023.
O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, afirmou nesta quinta-feira, 13, que, caso eleito, pretende criar uma reserva de bitcoin no Brasil e transformar a cidade do Rio de Janeiro em uma cidade “cripto friendly”. As declarações foram feitas durante o evento Blockchain.Rio, realizado na região central do Rio de Janeiro.
Santos afirmou ainda que o Brasil tem potencial para se tornar um grande centro da economia cripto mundial e defendeu que o setor não seja regulado. “O Brasil está pegando o caminho arcaico, com concentração de poder regulatório, e não ouvindo a comunidade que gerou o setor”, disse e acrescentou que “não ouvir o sistema é não entender a potencialidade de não ter IOF em cima do setor cripto.”
Além do Rio de Janeiro, Santos afirmou que existe a possibilidade de outra cidade do Nordeste receber o mesmo status de “cripto friendly”, mas disse que ainda não definiu qual município seria escolhido. “Gostaria que fosse uma cidade do Nordeste, mas ainda não tenho certeza do nome.”
Segundo o candidato, a criação de regiões mais amigáveis ao universo cripto teria, entre outros objetivos, evitar a saída de profissionais qualificados do Brasil e estimular a vinda de empreendedores do setor digital para o País.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, propõe reformar o Poder Judiciário para reduzir o poder individual de ministros e juízes, criar um modelo prisional inspirado no de El Salvador de Nayib Bukele e classificar facções criminosas como organizações narcoterroristas.
As propostas constam no plano de governo do candidato, ao qual o Estadão teve acesso e que será divulgado nesta quinta-feira, 13. O documento, uma obrigação legal para ser apresentada por candidatos a cargos no Executivo, é separado em nove eixos, voltados aos temas da segurança pública, combate à violência contra a mulher, tecnologia no serviço público, sistema tributário, ensino, empreendedorismo, infraestrutura e desenvolvimento, Poder Judiciário e administração pública.
Poder Judiciário
Um dos principais focos das medidas é o Supremo Tribunal Federal (STF). O PL quer o fim das competências criminais originárias do STF, para permitir que parlamentares sejam julgados por instâncias, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs).
Propõe revisar o escopo das ADPFs (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) e quarentena de um ano para que ministros de Estado possam ser indicados ao STF.
Também propõe limitar o poder das decisões monocráticas do Supremo, privilegiando decisões colegiadas, “para que a caneta de um só ministro não se sobreponha ao trabalho de todo o Congresso”.
Outras propostas são a de barrar parentes de até terceiro grau e seu respectivo escritório de advocacia de atuar no tribunal do respectivo magistrado e a de ampliar a participação da sociedade civil no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).
Flávio quer uma reforma política, e defende a sua proposta de emenda à Constituição (PEC), já protocolada no Senado, que acaba com a reeleição ao cargo de presidente da República.
Segurança pública
O programa prevê declarar facções criminosas como organizações narcoterroristas, reduzir a maioridade penal para até 14 anos (em caso de crimes graves) e para 16 nos demais casos e criar um Sistema Nacional de Fronteira, com militares pesadamente armados ao longo dos 16 mil quilômetros de fronteiras.
Inspirado em Nayib Bukele, ditador de El Salvador, Flávio quer construir cinco novos presídios de segurança máxima no modelo adotado no país caribenho. Junto das atuais cinco prisões da administração federal, eles formarão o Complexo Federal de Segurança Máxima, apelidado de TREVA pela campanha. Prevê também criar 500 mil vagas no sistema prisional em quatro anos.
O PL quer usar militares para ocupar e monitorar, de forma permanente, os portos e aeroportos brasileiros, transferir os auxílios sociais das famílias dos detentos para as famílias das vítimas, acabar com a progressão de regime de quem comete crimes hediondos e quadruplicar a pena inicial de quem furta ou revende celular roubado.
Consta no documento a castração química para estupradores e a instalação de tornozeleira eletrônica em agressores de mulheres com medidas protetivas.
Políticas para as mulheres
Propostas voltadas ao eleitorado feminino têm um espaço de destaque no documento, que teve a contribuição da economista Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Federal no governo Bolsonaro.
A campanha prevê a criação da Central da Mulher, voltada a vítimas de violência de gênero: um espaço físico para oferecer acolhimento, orientação jurídica e apoio psicológico, saúde preventiva, qualificação e cadastramento, oferta de vagas de emprego, orientação para abertura de negócios e outros benefícios. A ideia é que os serviços prestados nesses espaços estejam
The Elon Musk bust is now one of the few monuments dedicated to the CEO that will be placed near SpaceX's Starbase complex.
Gabriel V. Cardenas/Bloomberg via Getty Images
Starbase is an incorporated Texas city and the site of SpaceX's large launch complex.
Fans and critics of Elon Musk have shared plans to erect monuments dedicated to the CEO.
One statue — a bust of Musk — has already been placed near Starbase and was vandalized last year.
Lovers and haters are erecting monuments for their favorite tech billionaire, Elon Musk.
Just north of the US-Mexico Border, near Brownsville, Texas, sits Starbase, SpaceX's massive rocket launch and development site. In 2025, the surrounding area became incorporated as the City of Starbase, with a population of more than 500 residents, though thousands of people work at the complex.
Recently, Starbase has turned into a locusof monuments tied to Musk and the achievements — or excesses, depending on your point of view — of his companies.
A French foundry group, Atelier Missor, shared photos on X last week, showing its progress in erecting a statue near the complex.
In a few days, Prometheus will stand 50 ft tall, holding high the torch of the West.
The group wrote that the monument depicts Prometheus, a Greek mythological figure, holding a torch, and is supposed to stand 50 feet tall. Prometheus is famously known as the titan who stole fire from Zeus and gave it to humanity.
Last year, Atelier Missor wrote on X that it wished to offer "a colossal titanium statue of Prometheus to Starbase," adding that "SpaceX makes humanity dream." The group has also publicly reached out to Musk about its plans.
It's unclear whether the CEO ever responded to the post directly or whether Atelier Missor contacted him privately. Musk has interacted with Atelier Missor's X posts before, giving the group props for some of its concepts.
Atelier Missor did not respond to a request for comment.
One unlikely group is also leading the charge for another Musk monument, but for entirely different reasons.
Cards Against Humanity, the makers of the raunchy, fill-in-the-blank card game, made a public call-to-action on Thursday to raise money for a monument intended to "f—k with Elon Musk."
A spokesperson for Cards Against Humanity told Business Insider that SpaceX's activities at Starbase had damaged the parcel of land the company purchased in 2017 to slow down the first Trump administration's plan to build a wall on the US-Mexico border.
Cards Against Humanity said the parcel of land it owns near Starbase, Texas, had previously been littered with SpaceX equipment.
Cards Against Humanity
The spokesperson added that it has been working to restore the area, but those plans are also complicated by new housing for SpaceX employees.
The land dispute went through the courts in 2024, when the game company sued SpaceX over the property and reached a confidential settlement the following year. Cards Against Humanity said at the time that SpaceX later removed its equipment from the property.
"When we first purchased this land, it was a beautiful lot surrounded by nothing but a peaceful river and open fields," the spokesperson wrote. "Now, it's surrounded by a 'town' called 'Starbase' — corporate hellscape littered with broken rockets and ugly mansions for Musk's s—t-eating executives."
The company organized the "Official Elon Musk is a Sad Little B—h with No Friends Monument Design Committee" and is collecting $10 from contributors to the initiative.
The spokesperson said over 12,000 members have signed up as of Thursday evening, and the company raised about $150,000.
When asked what Musk represents to Cards Against Humanity, the spokesperson said, "the kind of humanity we're actually against."
A SpaceX spokesperson did not respond to a request for comment.
Another monument was put up near Starbase two years ago, commissioned by a crypto outfit that launched a memecoin called ElonRWA.
The cofounder of ElonRWA, who has only been identified online as Louis XXII, told Artnews at the time that the statue was meant to resemble a poorly-drawn version of the SpaceX CEO that had gone viral on the internet.
"We wanted to bring this meme into the real world," Louis XXII told Artnews. "How could we have an impact on the real world? We are a bunch of guys on computers active on X, but we wanted to touch more people."
A bust of Elon Musk commissioned by ElonRWA was defaced last year.
Sergio Flores/AFP via Getty Images
In April 2025, the statue was defaced with large gashes around the right cheek and chin, ABC News reported. The vandalism occurred around the time of nationwide protests against Trump and Musk, when the CEO helped lead DOGE's efforts to cut federal spending.
A large pink sticker resembling a bandage was later placed on the cheek.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) definiu que ações de saques do FGTS relacionadas ao fim ou à suspensão do contrato de trabalho devem ser julgadas pela Justiça do Trabalho. As demais hipóteses passam a ser de competência da Justiça comum estadual ou federal, conforme o caso.
A mudança, decidida no julgamento do Tema 32, altera a jurisprudência consolidada no próprio TST. Até então, prevalecia o entendimento de que a Justiça do Trabalho julgava praticamente todas essas ações. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendia o contrário. A discordância gerava insegurança jurídica.
O relator, ministro Cláudio Brandão, apontou dois grandes grupos de situações. O primeiro reúne os casos diretamente ligados ao contrato de trabalho, que inclui dispensa sem justa causa, rescisão indireta, acordo entre empregado e empregador ou encerramento das atividades da empresa.
Como nesses casos a motivação do saque decorre de questões trabalhistas, é a Justiça do Trabalho que determina a liberação dos valores.
O segundo grupo abrange hipóteses que independem do contrato: doença grave, aposentadoria, morte do trabalhador, financiamento habitacional e calamidade pública. Nesses casos, o juiz precisa apenas verificar se o trabalhador cumpre os requisitos da lei. Como não envolvem questões trabalhistas, a competência passa a ser da Justiça comum.
O que não muda
Na prática, porém, o trabalhador não precisa ir à Justiça para sacar o FGTS. A via normal continua sendo o pedido administrativo na Caixa Econômica Federal.
— Todo levantamento de Fundo de Garantia pode ser pedido na via administrativa. Depois que se tem uma negativa, você vai para a Justiça — explica a advogada Larissa Escuder, especialista em Direito do Trabalho.
A decisão não cria nem elimina situações em que o saque é permitido.
— Isso não muda e nem cria situações em que você pode levantar FGTS. A medida só regulamentou quem vai julgar, se você precisar entrar com ação — afirma Larissa.
FGTS em atraso no país
Os problemas com depósitos que levam trabalhadores à Justiça não são raros. Dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), obtidos por meio do Fala BR, da Controladoria Geral da União (CGU), mostram que 1.581.302 empregadores estavam em débito aberto com o FGTS, somando 11.396.151 vínculos de trabalho afetados e R$ 12,65 bilhões devidos em junho deste ano.
O levantamento não contabiliza o atraso por pessoas afetadas, mas, sim, por vínculos de trabalho. Quem tem mais de um contrato com depósitos pendentes, por exemplo, é contado mais de uma vez. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ressalta que o levantamento não inclui empregadores domésticos, MEIs e segurados especiais.
Entre os estados com os maiores valores de atraso, São Paulo lidera com R$ 3,7 bilhões devidos a 402.077 empregadores, com 3,34 milhões de vínculos afetados. Em segundo lugar, aparece o Rio de Janeiro, com R$ 1,31 bilhão em valores não depositados, distribuídos entre 110.780 empregadores e 983.222 vínculos atingidos. Na sequência vêm Minas Gerais (R$ 1 bilhão), Paraná (R$ 797,4 milhões) e Rio Grande do Sul (R$ 731,7 milhões).
É justamente nesse cenário que a decisão do TST tem efeito prático. Quando o trabalhador chega à Caixa e descobre que o saldo não está lá, o caminho é a Justiça do Trabalho, seja para cobrar os depósitos ou para pedir a rescisão indireta com base no atraso e, com ela, liberar o saque.
Rescisão indireta
Quando o trabalhador entende que a empresa deu justo motivo para o fim do contrato é possível fazer a rescisão indireta, o que popularmente se chama de “demitir a empresa”. Nesse caso, o acesso ao FGTS não é automático.
— Só se o pedido for aceito na Justiça. Se for recusado, é considerado pedido de demissão, e aí a pessoa não levanta o Fundo de Garantia — explica a advogada.
O trabalhador discute a irregularidade, pede a rescisão indireta com base nela e, se o pedido for julgado procedente, saca os valores.
Processos em andamento
Por representar mudança de jurisprudência consolidada, o TST estabeleceu uma regra de transição. Os processos em que já havia sentença de mérito até a publicação do acórdão permanecem na Justiça do Trabalho até o fim do processo e da execução. Nos demais casos — inclusive nas ações já em andamento que ainda não tenham sentença —, vale a nova orientação.
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, propôs, em seu plano de governo, mudanças nas regras de funcionamento do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo o fim da competência criminal da Corte para parlamentares. Pela proposta, deputados e senadores poderiam ser julgados em instâncias inferiores, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e os Tribunais Regionais Federais (TRFs).
A sugestão vem após uma série de críticas de Flávio ao STF. O candidato afirma que pretende “devolver o Supremo ao seu papel de Corte Constitucional” e restabelecer o equilíbrio entre os Poderes.
Atualmente, deputados e senadores são julgados pelo STF em determinadas ações penais relacionadas ao exercício do mandato e às funções parlamentares.
Quarentena para ministros de Estado
Flávio também propõe estabelecer uma quarentena de um ano para ministros de Estado antes de que possam ser indicados ao STF. Caso entre em vigor, a medida impediria a repetição de casos como os dos ministros da Corte Alexandre de Moraes e Flávio Dino, que foram indicados ao STF quando ocupavam ministérios. Flávio tem feito críticas aos dois.
A proposta é apresentada no mesmo pacote que inclui restrições às decisões monocráticas de ministros do Supremo. O plano defende que decisões individuais sejam limitadas e que seja dada preferência a decisões colegiadas. A ideia, segundo o documento, é evitar que “a caneta de um só ministro” se sobreponha ao trabalho do Congresso.
O programa também propõe revisar o escopo das Arguições de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPFs) e dos legitimados para apresentar ADPFs, Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) e Ações Declaratórias de Constitucionalidade (ADCs).
Outra medida prevista é o impedimento de parentes de até terceiro grau de magistrados, assim como dos respectivos escritórios, de atuar no tribunal do familiar.
O candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, propôs, em seu plano de governo, retomar o Programa Casa Verde e Amarela, com a meta de financiar 2,5 milhões de residências e oferecer “a menor taxa de juros possível” para a compra da casa própria. O programa foi usado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como substituto ao Minha Casa, Minha Vida, atrelado às gestões petistas.
“Vamos retomar o Casa Verde e Amarela, com meta de 2,5 milhões de residências e a menor taxa de juros possível no financiamento”, diz o documento.
A proposta para habitação é apresentada no eixo “Brasil que Prospera”, que trata de medidas voltadas à autonomia financeira e à formação de patrimônio. O documento afirma que “ter a casa própria é o maior sonho da família brasileira” e promete combinar financiamento habitacional com regularização fundiária, urbanização de áreas degradadas e parcerias público-privadas.
O plano também prevê a regularização de imóveis urbanos e a preferência para que escrituras sejam colocadas em nome das mulheres.
Estado digital e identidade única
Flávio promete digitalizar 100% dos serviços públicos federais que possam ser oferecidos pela internet. A proposta prevê uma identidade digital única integrada ao Gov.br e a eliminação da exigência de documentos que já estejam em poder do Estado.
“Se o governo já tem a informação, não vai pedir de novo”, afirma o plano. A ideia é utilizar inteligência artificial para identificar os serviços e benefícios aos quais cada cidadão tem direito.
O documento também prevê a ampliação da digitalização do Sistema Único de Saúde (SUS) e a criação de um prontuário eletrônico único, vinculado ao CPF e integrado ao Gov.br, com informações de consultas, exames, vacinas e prescrições.
‘Revogaço’ regulatório
Na agenda econômica, o plano promete um “amplo revogaço regulatório” para eliminar normas consideradas obsoletas e simplificar procedimentos para empresas. A medida é apresentada como uma continuação da agenda do governo Bolsonaro.
A proposta prevê revisar exigências e licenças e ampliar para Estados e municípios medidas de simplificação para abertura e manutenção de empresas.
Programas sociais serão mantidos, diz plano
Apesar do discurso de redução da dependência do Estado, o programa afirma que os benefícios sociais existentes serão preservados. A promessa é manter os programas com mudanças na gestão, combate a fraudes e correção de distorções.
A proposta, porém, busca associar os benefícios a uma trajetória de qualificação e diz que beneficiários teriam prioridade em programas de primeiro emprego. O plano também promete retorno imediato ao benefício após o seguro-desemprego, desde que as condições de elegibilidade sejam mantidas.
Programas sociais e apostas
Flávio promete proibir o uso de recursos provenientes de programas sociais em apostas. “Dinheiro destinado a pôr comida na mesa não pode escoar para a casa de apostas”, afirma o documento.
Educação
Na educação, o plano adota uma das bandeiras mais associadas ao bolsonarismo: a defesa de uma escola “livre de doutrinação político-partidária”. O documento diz ainda que “escola é lugar de aprender a pensar, não de aprender o que pensar”.
A proposta também prevê a ampliação das escolas cívico-militares.
Acusado de tentar uma interferência nas eleições presidenciais do Brasil pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva, o Departamento de Estado dos Estados Unidos negou que tenha como objetivo interferir na disputa e indicou que vai respeitar o resultado das urnas, desde que o País promova uma disputa “livre e justa”.
A declaração foi dada por autoridades do governo Donald Trump, com a condição de que não fosse identificada, em resposta a questionamentos de veículos de imprensa brasileiros sobre as recentes rusgas políticas com o País.
Segundo a autoridade do Departamento de Estado, haverá respeito à escolha feita pelos brasileiros por meio “de eleições livres e justas no Brasil”. Essa autoridade lembrou que os EUA já manteve relações com “governos de ambos os lados do espectro no Brasil” e que esses relacionamentos foram “muito bem-sucedidos.”
Para integrantes do governo Lula, porém, a administração trumpista planejava justamente reunir elementos no País a fim de contestar a transparência e a segurança do sistema de urnas eletrônicas. Dois diplomatas tiveram visto negado pelo Itamaraty.
Na semana passada, o Palácio do Planalto reagiu dizendo que o cancelamento do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Viotti, era uma atitude de viés ideológico.
“Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”, afirmou a Presidência da República, em nota.
Em eventos públicos, o presidente brasileiro acusou o secretário de Estado, Marco Rubio, figura política de histórico hostil ao petista e próximo do bolsonarismo, de “odiar o Brasil” e a América Latina. Lula chamou o chefe da diplomacia trumpista, filho de cubanos exilados, de “latino-americano frustrado”.
E disse que se beneficiaria caso os EUA enviassem uma autoridade para subir no palanque do senador Flávio Bolsonaro (PL), principal rival na disputa pela Presidência. Flávio voltou a levantar dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro, sem que nenhuma fraude jamais tenha sido comprovada.
Depois, Lula afirmou que pretendia voltar a conversar por telefone com Trump, uma chamada que não ocorreu ainda.
Nesta quarta-feira, dia 12, o ex-ministro Celso Amorim, chefe da Assessoria Especial do Palácio do Planalto, afirmou que os EUA miravam contra a soberania brasileira, com o vídeo do Departamento de Estado que propaga o “domínio americano” nas Américas, uma alusão à Doutrina Monroe.
O conselheiro petista também afirmou que a relação vive uma “escalada de hostilidades” e que a administração Trump atua com “opacidade total” em relação ao Brasil.
Os Estados Unidos receberam vários alertas de Israel ao longo do último ano de que o Irã pretendia assassinar o presidente Donald Trump, inclusive antes de uma manobra secreta envolvendo o Air Force One na Turquia — informações que as autoridades de inteligência norte-americanas não conseguiram verificar de forma independente, segundo uma autoridade atual dos EUA e duas ex-autoridades.
Os alertas, repassados às agências de inteligência dos EUA e, em alguns casos, transmitidos diretamente por autoridades israelenses a funcionários seniores da Casa Branca, incluíam possíveis planos para atirar em Trump por meio de um atirador de elite ou recrutar alguém para atacá-lo com uma faca em um grande evento público, disseram as fontes. As informações começaram na véspera da guerra de 12 dias em junho de 2025 e se intensificaram antes da decisão dos EUA de entrar em guerra contra o Irã em fevereiro, disseram as fontes.
O alerta mais detalhado ocorreu antes da cúpula da Otan em Ancara, em julho, disseram a autoridade norte-americana e a outra pessoa a par do assunto. Autoridades israelenses informaram a Casa Branca sobre dados de inteligência que indicavam que o Irã poderia tentar matar Trump, possivelmente com um míssil lançado do ombro, enquanto ele viajava no Air Force One para a cúpula, afirmaram as autoridades.
A comunidade de inteligência dos EUA há muito avalia que o Irã deseja retaliar pela morte do comandante militar iraniano Qassem Soleimani, ordenada por Trump em 2020. No entanto, a Agência Central de Inteligência não conseguiu corroborar algumas das ameaças específicas contra a vida de Trump compartilhadas pela inteligência israelense desde o início do ano passado, afirmaram as autoridades.
No caso do episódio da Otan, uma autoridade turca afirmou que as agências de inteligência do país também não tinham nenhuma evidência para corroborar a alegação israelense sobre a ameaça à vida de Trump, uma avaliação que o país anfitrião compartilhou com os norte-americanos.
Apesar da falta de verificação, autoridades da Casa Branca e do Serviço Secreto tomaram medidas para mitigar as ameaças por uma questão de extrema cautela, incluindo uma operação extraordinária de disfarce durante a viagem à Turquia que envolveu a transferência de Trump do Air Force One para outra aeronave em seu voo de volta do país.
Esse episódio ressalta como a inteligência israelense está influenciando a tomada de decisões do governo Trump em relação ao Irã em um momento de tensões intensificadas com Teerã — e de divergências mais amplas entre as avaliações das agências de inteligência dos EUA e de Israel sobre a ameaça iraniana em geral.
No início deste ano, as agências de inteligência norte-americanas avaliaram que o Irã não estava desenvolvendo ativamente uma arma nuclear, mesmo com Israel argumentando que Teerã representava uma ameaça urgente. Apesar dos relatórios da comunidade de inteligência dos EUA, Trump seguiu adiante com os ataques no Irã em fevereiro. Trump também levou em consideração informações compartilhadas por Israel de que Teerã havia tentado assassiná-lo antes de lançar a campanha militar, conforme noticiado anteriormente pela Reuters.
Um porta-voz da embaixada israelense contestou que Israel estivesse usando suas informações de inteligência para influenciar a política dos EUA em relação ao Irã.
“As mesmas pessoas que afirmam que Israel está tentando influenciar a política dos EUA por meio do suposto compartilhamento de informações de inteligência não hesitariam em acusar Israel de ocultar informações críticas se isso beneficiasse seus próprios interesses”, disse o porta-voz.
A Casa Branca e a CIA se recusaram a comentar.
O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, se recusou a discutir questões específicas de inteligência, mas afirmou que a agência continua focada na segurança de Trump em meio às recentes tentativas de assassinato e ao aumento das ameaças contra o presidente.
“O Serviço Secreto dos EUA analisa continuamente uma ampla gama de informações para orientar nossas operações de proteção em tempo real e em todos os locais que protegemos”, disse ele.
(Reportagem de Erin Banco, em Washington; reportagem adicional de Humeyra Pamuk)
As ações do Nubank (NU) subiram nas negociações após o fechamento do mercado, depois que o banco digital divulgou resultados trimestrais melhores do que o esperado, impulsionados por uma maior rentabilidade e pelo crescimento de seu negócio de crédito.
O relatório mostrou que o grupo continua transformando sua expansão comercial em maiores lucros, ao mesmo tempo em que aprofunda seu relacionamento com os clientes atuais. A empresa também destacou avanços no México, onde lançou oficialmente seu banco neste mês e atingiu 16 milhões de clientes em julho.
As ações subiam 8,40% nas negociações após o fechamento do mercado.
Os resultados são divulgados em um momento em que os investidores acompanham de perto a capacidade do Nubank de ampliar sua carteira sem prejudicar significativamente a qualidade do crédito.
A evolução da inadimplência apresentou sinais contraditórios, embora a rentabilidade tenha atingido novas máximas.
O lucro líquido foi de US$ 1,061 bilhão no segundo trimestre, um valor superado pela primeira vez pelo Nubank em um período de três meses, após um aumento de 67% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Além disso, o resultado superou os US$ 949,6 milhões esperados pelos analistas. Em comparação com o primeiro trimestre, o lucro cresceu 17%.
A receita contábil atingiu US$ 5,513 bilhões, superando os US$ 5,375 bilhões previstos pelo consenso da Bloomberg. O valor registrou um aumento de cerca de 50% em relação ao mesmo período do ano anterior.
“Atualmente, estamos gerando mais de US$ 1 bilhão em lucro líquido trimestral”, afirmou David Vélez, fundador e CEO global do Nubank, no comunicado de resultados.
Vélez também destacou a expansão internacional da empresa. “No início deste mês, lançamos nosso banco no México, tornando-nos o maior banco digital do país, com 16 milhões de clientes”, afirmou.
A rentabilidade também melhorou. O retorno sobre o patrimônio líquido, ou ROE, fechou o trimestre em 33%, contra 29% no primeiro trimestre e 28% registrados um ano antes.
Base de clientes
O crescimento foi acompanhado por um aumento na atividade dos clientes. O Nubank conquistou cerca de quatro milhões de usuários durante o trimestre e encerrou junho com cerca de 139 milhões em todo o mundo, um aumento de 13% em relação ao ano anterior.
O Brasil continua sendo o principal mercado da empresa, com quase 118 milhões de clientes. No entanto, o Nubank acelerou sua expansão internacional, especialmente no México, onde atingiu 15,8 milhões de usuários no final do trimestre e chegou a 16 milhões em julho.
“No início deste mês, lançamos nosso banco no México, tornando-nos o maior banco digital do país, com 16 milhões de clientes”, afirmou Vélez.
A empresa acredita que se tornar um banco de grande porte no México lhe permitirá ampliar sua oferta para além do crédito. O Nubank já atinge 16,5% da população adulta mexicana e destacou que seus clientes no país estão gerando receita mais rapidamente do que os brasileiros em uma fase comparável de expansão.
Na Colômbia, o Nubank ultrapassou os 5 milhões de clientes e encerrou o trimestre com US$ 3,3 bilhões em depósitos. O mercado mantém um ritmo constante de captação de usuários, segundo a empresa.
A carteira total de cartões e empréstimos aumentou 37% em relação ao ano anterior, atingindo US$ 39 bilhões. Os depósitos, outro elemento importante para financiar essa expansão, cresceram 18% e atingiram US$ 45,3 bilhões.
Qualidade do crédito
A qualidade do crédito apresentou sinais contraditórios. A inadimplência entre 15 e 90 dias caiu para 4,8%, ante 5% no trimestre anterior, enquanto os empréstimos com atrasos superiores a 90 dias aumentaram para 6,9%, ante 6,5%.
O Nubank atribuiu grande parte desse aumento a fatores sazonais. Ao mesmo tempo, o custo do crédito diminuiu 9% em relação ao primeiro trimestre, apesar de a empresa continuar se expandindo deliberadamente para segmentos de crédito de maior risco e potencial de retorno.
A inteligência artificial também ocupa um espaço cada vez maior na estratégia do banco. O Nubank informou que seu modelo NuFormer já participa de decisões relacionadas a crédito, atendimento ao cliente e crescimento, utilizando mais de uma década de dados transacionais.
Segundo a empresa, agentes de inteligência artificial já gerenciam mais de 60% das conversas de atendimento ao cliente no Brasil, com um desempenho que o Nubank considera igual ou superior ao de um ser humano.
A reação positiva das ações refletiu o foco dos investidores no crescimento dos lucros, na melhoria da rentabilidade e no avanço do negócio de crédito, enquanto o Nubank tenta transferir para o México parte do modelo que impulsionou sua expansão no Brasil.
Investidores acompanham a capacidade do Nubank de ampliar sua carteira sem prejudicar significativamente a qualidade do crédito. (Foto: Jonne Roriz/Bloomberg)
O prêmio estimado para este concurso era de R$ 4.648.865,00.
Para tentar a sorte na Quina, o apostador pode marcar de 5 a 15 números dentre os 80 disponíveis no bilhete. Ganham prêmios os acertadores de 2, 3, 4 ou 5 números.
Não existindo aposta premiada, em concurso regular, na 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª faixa(s), o(s) valor(es) acumula(m) para o concurso seguinte, na 1ª faixa de premiação.
Tesla is planning a 124-stall Supercharger hub in San Francisco at 75 Waterloo Street.
Marcin Golba/NurPhoto via Getty Images
Tesla is planning a 124-stall Supercharger hub in SF, marking a major urban charging expansion.
A charging hub of such scale is rare in a major city due to land costs.
The plan also includes a 416-square-foot "micro-amenity" building with vending machines.
Tesla is making a major bet on demand from urban EV owners by planning an unusually large charging hub in San Francisco.
Plans filed with the city show that Tesla is planning for 124 V4 Supercharger stalls at 75 Waterloo Street, a triangular vehicle storage lot near the intersection of Alemany Boulevard and Bayshore Boulevard, alongside Highway 101.
The proposed station would be among Tesla's largest globally, and a rare project of that scale inside a major city. By comparison, Tesla's planned V4 Supercharger at 25 Mason Street, near Market Street in the city, would have 35 stalls. That permit application was submitted on May 18.
Tesla's 124-stall Supercharger hub plan, as seen in the company's permit application to the city of San Francisco.
Official Tesla Filings
Tesla's biggest charging hubs are typically built along heavily traveled interstate corridors, where land is cheaper and demand surges during road-trip season.The hub sits at the crucial location where the 101 meets Interstate 280, which leads to the Peninsula, Silicon Valley, and San Francisco International Airport. It's also not far from Bernal Heights and the Bayview, which have significant residential populations.
Some of Tesla's largest charging locations include a 200-stall station in Yeehaw Junction, Florida, and a 164-stall station in Kern County, California. While the latter became fully operational in November 2025, the largest hub in Florida has yet to open.
Based on maps submitted to the city, the 124 stalls would use a conventional parking configuration rather than the pull-through stalls Tesla has introduced at some newer locations.
The plans include a roughly 416-square-foot "micro-amenity" building.
Official Tesla Filings
The plans indicate the station would operate around the clock and include a roughly 416-square-foot "micro-amenity" building. Sketches show that the building contains two gender-neutral, accessible restrooms with diaper-changing stations, water fountains, and vending machines, as well as space for storage, cleaning equipment, and the site's security and IT systems. The vending area would offer coffee, hot drinks, and snacks.
The plans do not appear to include solar canopies or Tesla Megapack batteries, features used at some of the company's other large charging hubs. Solar canopies are typically used to lower peak-demand costs and keep chargers operating during some outages.
The latest version of the application was submitted on July 29, but the project still needs to go through the city's permitting process. No construction or opening date has been announced.
Pela primeira vez, cientistas conseguiram criar e registrar imagens de um "arco-íris sonoro" completo, um fenômeno que separa ondas sonoras de forma semelhante ao que acontece com a luz ao formar um arco-íris. A descoberta representa um avanço na manipulação de vibrações e pode contribuir para o desenvolvimento de dispositivos acústicos mais precisos, sensores e tecnologias de processamento de informações.
Um homem com melanoma avançado entrou em remissão completa após passar por uma cirurgia cardíaca para tratar um problema na válvula aórtica. Meses depois, porém, desenvolveu uma alergia grave a picadas de abelha, apesar de nunca ter apresentado esse tipo de reação anteriormente.
O petróleo bruto caiu para cerca de US$ 81 por barril na quinta-feira, à medida que os investidores parecem estar levando mais em conta as perspectivas de enfraquecimento da demanda do que as preocupações com a oferta causadas pelo fechamento do Estreito de Ormuz
A Agência Internacional de Energia (AIE) reduziu suas projeções para a demanda global de petróleo, alertando que o Estreito de Ormuz e os preços elevados estão pesando cada vez mais sobre o consumo:
“Prevê-se que a demanda mundial de petróleo diminua em 1,6 mb/d em 2026, 510 kb/d a mais do que nossa estimativa no relatório do mês passado”,
Os altos preços dos combustíveis podem, eventualmente, reduzir o consumo. Se a demanda cair enquanto ainda houver oferta suficiente disponível, isso pode exercer pressão de baixa sobre os preços do petróleo.
No entanto, os riscos de oferta não desapareceram. A AIE alertou que os “riscos de oferta continuam substanciais” e que “as reservas de segurança anteriormente disponíveis estão se esgotando rapidamente”.
O pequeno país insular de Nauru, no Pacífico Sul, passou a adotar oficialmente o nome República de Naoero, em uma mudança que busca resgatar a denominação tradicional utilizada na língua local. A alteração também marca uma tentativa de reforçar a identidade nacional e se afastar de uma nomenclatura consolidada durante o período colonial.
O alvoroço em torno da inteligência artificial (IA) tem sido alimentado pelo enorme potencial que essa tecnologia tem de escancarar novas portas e transformar empresas e negócios, de todos os setores. O que também vale – e já está se mostrando verdade – para um segmento, em particular: o cibercrime. “Os crimes de roubo de […]
Nova Iorque (Estados Unidos)*- O retorno de Ted Lasso à Apple TV trouxe novos fãs aos serviços da maçã. É o que mostra o novo levantamento da Nielsen sobre a série: nos Estados Unidos, só o primeiro episódio da quarta temporada teve 296,6 milhões de minutos assistidos em apenas 48 horas.
O governo brasileiro deu início nesta quinta-feira (13) ao processo de análise de possíveis medidas de reciprocidade em resposta às tarifas impostas pelosEstados Unidos, de acordo com um comunicado da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).
A iniciativa está fundamentada na Lei da Reciprocidade Econômica (Lei nº 15.122/2025), que autoriza o país a adotar contramedidas diante de ações unilaterais consideradas prejudiciais aos interesses nacionais.
Segundo comunicado, a Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) encaminhou o pedido de enquadramento aos membros do Comitê-Executivo de Gestão do órgão, dando início à tramitação prevista no Decreto nº 12.551/2025.
O movimento é mais um capítulo do acirramento dos ânimos entre o presidente da República brasileira, Luiz Inácio Lula da Silva, e o seu equivalente norte-americano, Donald Trump.
Como parte do processo, o Ministério das Relações Exteriores notificou oficialmente o governo dos Estados Unidos sobre a abertura da análise e solicitou a realização de consultas diplomáticas.
O objetivo dessas negociações é buscar soluções que possam mitigar ou eliminar os efeitos das tarifas americanas e evitar a adoção de contramedidas previstas na legislação brasileira.
A Cosan formalizou uma carta de intenções para a venda da totalidade de sua participação no Terminal Porto São Luís (TUP São Luís), pelo preço indicativo de R$ 300 milhões.
Segundo a holding de Rubens Ometto, em fato relevante ao mercado na noite de quinta-feira (13), a proposta prevê um período de exclusividade para a negociação e celebração dos documentos definitivos.
Além do valor principal, a Cosan pode receber um valor correspondente ao earn-out — mecanismo de pagamento adicional vinculado a resultados futuros — referente a potenciais novos berços de atracação de navios implantados ou a serem implantados no TUP São Luís até 2035, além do berço principal, no valor indicativo de R$ 50 milhões para cada um.
Os valores serão corrigidos pela variação acumulada do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) desde a aceitação da proposta até as respectivas datas de pagamento.
A conclusão da transação está sujeita a condições precedentes usuais para esse tipo de operação, bem como à negociação dos documentos definitivos. O comunicado foi assinado por Rafael Bergman, vice-presidente financeiro e de relações com investidores da companhia.
A Cosan, acionista de empresas como Raízen, Compass e Moove, tem avançado com um plano de venda de ativos para reduzir a sua dívida, que estava em R$ 11,47 bilhões ao fim de março (dado mais recente disponível).
O objetivo foi passar mais visibilidade aos interessados sobre os números da companhia após a divulgação dos resultados do segundo trimestre.
As propostas definitivas, antes previstas para o início do mês, deverão ser recebidas após o feriado de 7 de setembro, com Cofco e Bunge entre os principais interessados na aquisição.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
O Banco do Brasil (BBAS3) registrou alta no lucro líquido ajustado no segundo trimestre de 2026, mas o resultado divulgado nesta quarta-feira (12) não foi suficiente para sustentar as ações. No pregão desta quinta-feira (13), os papéis encerraram em queda de 3,68%, cotados a R$ 18,30 na B3. A reação negativa refletiu a deterioração da qualidade do crédito, com forte aumento da inadimplência no cartão, e a avaliação de analistas de que a expansão dos lucros não se traduziu em uma melhora equivalente na qualidade dos resultados.
O principal ponto de preocupação do balanço do 2T26 foi a inadimplência acima de 90 dias no cartão de crédito, que saltou de 7,12% no ano anterior para 14,58%. A formação de novos créditos inadimplentes (NPL creation) no segmento avançou de R$ 5,66 bilhões para R$ 11,84 bilhões, enquanto o indicador de atrasos na carteira geral de pessoa física atingiu 8,41%.
Para João Tonello, analista CNPI da Nomos, o movimento tem características mais idiossincráticas do que sistêmicas e sugere falhas específicas no processo de concessão de crédito do próprio banco.
O comportamento do BB chama atenção justamente por não encontrar paralelo no restante do sistema financeiro: excluindo a carteira do Banco do Brasil, a inadimplência média dos cartões dos demais bancos recuou de 9,3% no primeiro trimestre para 9,1% no segundo. A divergência reforça a hipótese de um problema concentrado na gestão de risco do estatal, e não de um colapso generalizado na capacidade de pagamento do consumidor brasileiro.
Lucro cresce, mas qualidade do resultado entra no radar
O lucro líquido ajustado avançou 3,3% em relação ao mesmo período de 2025 e 13,9% na comparação trimestral, somando R$ 3,9 bilhões no trimestre, com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em 8,3%.
Apesar da expansão, relatórios divulgados após a teleconferência por Itaú BBA, Safra, BTG Pactual e JPMorgan chamaram atenção para o aumento do custo de crédito, a compressão do patrimônio tangível e a fragilidade na composição do resultado. O ponto central para o mercado passa a ser quanto do lucro atual é sustentável e até que ponto o ritmo de provisionamento continuará limitando a rentabilidade nos próximos trimestres.
Gestão aposta em desaceleração das provisões
A administração do banco, por sua vez, adotou um tom mais construtivo. Em interação com analistas na tarde desta quinta-feira, o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias, afirmou que o pico do custo de crédito da safra recente de cartões já foi atingido e projetou uma desaceleração no volume de provisões ao longo do segundo semestre de 2026.
A expectativa da gestão também considera a repactuação e renegociação de dívidas no agronegócio, segmento cuja inadimplência alcançou 6,27%. O mercado, contudo, aguarda os próximos trimestres para checar se a melhora projetada pela diretoria compensará a pressão observada na pessoa física.
Valuation e Dividendos: Onde fica o investidor?
Apesar da queda, o movimento recente reacende o debate sobre o desconto das ações. Negociado a cerca de 0,6x Preço/Valor Patrimonial (P/VP) e com um P/L projetado na casa de 4,2x para 2026, ambos segundo estimativas compiladas em relatório do BTG Pactual, o Banco do Brasil segue negociado com um desconto relevante em relação aos seus pares privados, como o Itaú (ITUB4), que roda próximo de 1,4x P/VP.
Por outro lado, o avanço da inadimplência e o ROE comprimido a 8,3% colocam em xeque a capacidade de distribuição de proventos. Embora o banco mantenha um payout histórico atrativo — com o consenso de mercado apontando para um dividend yield acima de 9% ao ano, a necessidade de reter capital para reforçar o balanço contra perdas no crédito pode limitar anúncios extraordinários de proventos nos próximos trimestres.
O que observar a seguir
Diante do diagnóstico, Tonello avalia que a tese de investimento no Banco do Brasil exige maior cautela e disciplina de alocação, reduzindo o peso tático na carteira até que haja sinais claros de estabilização da carteira de cartões.
Para o investidor, os pontos centrais de monitoramento para o 3T26 (com divulgação prevista para novembro) serão:
O ritmo do NPL creation no cartão de crédito, confirmando se o pico de atrasos projetado pela gestão de fato ocorreu no 2T26;
A evolução da inadimplência rural, após os efeitos das renegociações safra 2025/2026;
Eventuais revisões formais de guidance para o custo de crédito total do ano.
Até lá, a ação deve seguir pressionada pela volatilidade e pelo dilema entre um valuation convidativo e uma visibilidade ainda turva para a rentabilidade de curto prazo.
Obrigada por ler o TradeNews! Inscreva-se para receber mais conteúdos como esse.
Mais de um mês depois de subir ao altar com Taylor Swift, Travis Kelce finalmente falou sobre o casamento. O jogador dos Kansas City Chiefs resumiu a experiência como “a melhor noite da minha vida” e revelou que a celebração foi marcada por muita festa.
O ativo encontra-se em uma clara zona de compressão de volatilidade dentro de um triângulo simétrico no gráfico diário, testando uma região de decisão importante.
Preço está defendendo um forte suporte horizontal, formando fundos cada vez mais altos (LTA). Há também um padrão de fundo arredondado local, sugerindo absorção da pressão vendedora (inverse head and shoulders).
RSI acompanha a estrutura de alta, traçando fundos ascendentes e indicando acúmulo de força compradora.
Cenário altista se confirmará com o rompimento da LTB (linha de resistência descendente) acompanhado de forte volume financeiro.
A tese de alta perde a validade se o preço romper para baixo a LTA verde e fechar abaixo do suporte horizontal branco.
Aproximando-se do ápice. Aguardando o rompimento para confirmação de direção.
Os cinemas brasileiros recebem novos lançamentos nesta quinta-feira, 13, com opções para diferentes públicos e gêneros. A programação da semana reúne produções de aventura, ficção científica, terror e comédia, além de uma nova história nacional.
O governo brasileiro iniciou a análise para adotar a Lei da Reciprocidade Econômica contra os EUA, numa resposta às tarifas impostas por Washington com base na Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quinta-feira, 13, o Projeto de Lei 3083/26, que muda as regras para quem acumula milhas e pontos de fidelidade. A proposta agora segue para o Senado.
O split payment, mecanismo pelo qual o valor do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) devido em uma operação será separado automaticamente no momento do pagamento, não estará pronto em janeiro de 2027.
A cobrança efetiva da CBS nessa data continua prevista, assim como a manutenção do IBS em alíquota de teste, mas o recolhimento automático imediato na hora da venda não ocorrerá no primeiro dia do ano. O seu funcionamento foi tema de reportagem explicativa do Descomplica PJ.
“O split payment é uma das ferramentas mais complexas de ser implementada. Não começará em janeiro”, afirmou Pricilla Santana, secretária da Fazenda do Rio Grande do Sul e segunda vice-presidente do Comitê Gestor do IBS (CGIBS), em entrevista após reunião do colegiado em São Paulo nesta quarta-feira (12).
Segundo Santana, a implementação exige mais tempo tanto do lado do governo quanto das próprias instituições financeiras. “O nosso sistema financeiro, que tem sido um parceiro incomensurável nesse desafio, também pediu mais tempo”, afirmou.
O adiamento não significa que o mecanismo foi abandonado. A expectativa é que ele passe a operar depois de janeiro, numa primeira fase facultativa e restrita a operações entre empresas. É o mesmo desenho que já era esperado para a etapa inicial do split payment antes do atraso.
RAD: a alternativa prevista para o início do ano
Enquanto o split payment não está disponível, o Recolhimento pelo Adquirente (RAD) passa a ser a opção com que as empresas podem contar já no início do ano que vem.
Previsto na lei que regulamentou a criação do IBS e da CBS, o mecanismo funciona como alternativa para quando o instrumento de pagamento usado não permite a segregação automática do imposto, como em pagamentos em dinheiro, cheque ou outras formas fora do sistema financeiro integrado à Plataforma Pública.
Nesse formato, é o comprador quem assume o recolhimento do tributo da operação, em vez do fornecedor. O crédito tributário correspondente é habilitado automaticamente, e o vendedor recebe o valor da venda com a parcela do imposto já descontada.
Assim como estava previsto para o split payment em sua fase inicial, o RAD também terá caráter opcional neste momento. As duas modalidades foram criadas para dar flexibilidade às empresas durante o período de transição da reforma tributária.
Para quem faz planejamento financeiro, vale já entender a diferença entre as duas modalidades: cada uma altera de forma diferente o momento em que o valor do tributo deixa de ficar disponível no caixa da operação.
Em janeiro, porém, só o RAD estará no ar. A comparação prática com o split payment só vale quando ele, de fato, entrar em operação.
O que muda mesmo com o adiamento
O atraso do split payment não afeta o restante do cronograma da reforma.
A cobrança efetiva da CBS começa normalmente em 1º de janeiro de 2027, substituindo PIS e Cofins em alíquota cheia. O IBS, por sua vez, segue em alíquota de teste até 2028, com a substituição gradual do ICMS e do ISS ocorrendo entre 2029 e 2032, até a cobrança integral a partir de 2033.
Desde 3 de agosto, os documentos fiscais eletrônicos de empresas do regime regular precisam trazer os campos de IBS e CBS, com a alíquota-teste de 1% (0,9% de CBS e 0,1% de IBS). Por enquanto, esse destaque tem caráter só informativo, sem recolhimento efetivo. A fase serve para testar sistemas antes da cobrança real começar.
Para não esquecer
O split payment não vai operar em janeiro de 2027;
sua implementação passa a acontecer aos poucos, em um momento ainda sem data marcada;
o RAD entra como opção viável já a partir de janeiro de 2027, restrito a operações entre empresas nesse primeiro momento;
a cobrança efetiva da CBS começa normalmente em janeiro de 2027, mesmo sem o split payment pronto;
o IBS segue em alíquota de teste até 2028;
a obrigação de destacar IBS e CBS nas notas fiscais, vigente desde 3 de agosto, continua tendo caráter só informativo enquanto durar o período de testes;
empresas do regime regular devem continuar ajustando seus sistemas fiscais para lidar corretamente com os novos campos das notas eletrônicas;
contadores precisam ficar atentos às próximas normas técnicas do CGIBS e da Receita Federal, que devem detalhar o novo cronograma do split payment.
Anunciado oficialmente em maio de 2025, o retorno de Ángel Di María ao Rosario Central completou um ano. O atacante oficializou o regresso em julho daquele ano, logo após encerrar a sua participação no Mundial de Clubes pelo Benfica, consolidando uma volta mítica ao clube que o revelou após 18 temporadas no futebol europeu.
O Grupo Petz Cobasi(AUAU3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior.
Sem ajustes, o lucro líquido alcançou R$ 100,4 milhões, avanço anual de 43,5%. O resultado foi favorecido pelo reconhecimento de R$ 52,9 milhões em créditos tributários referentes a exercícios anteriores.
Já o Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado somou R$ 186,7 milhões, alta de 11% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada avançou 0,3 ponto porcentual (p.p.), para 10,6%, refletindo o crescimento das vendas e a diluição das despesas operacionais.
A receita líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,7 bilhão, aumento de 7,9%. Já a receita bruta totalizou R$ 2,108 bilhões, avanço de 7,8%, impulsionada principalmente pelo aumento dos volumes.
“Em um cenário de inflação interna acumulada próxima de 1% a 2% e ausência de reajustes de preços pela indústria, esse resultado representa crescimento real”, afirmou o presidente do grupo, Paulo Nassar.
O resultado financeiro foi positivo em R$ 1,2 milhão, ante receita financeira líquida de R$ 1,5 milhão um ano antes. Segundo a companhia, o desempenho refletiu sua posição de caixa líquido.
Outras linhas do Petz Cobasi (AUAU3)
As vendas mesmas lojas cresceram 7,1% no trimestre. Na Petz, o indicador avançou 7,4%, enquanto na Cobasi aumentou 6,6%.
O canal digital registrou vendas de R$ 855,6 milhões, alta anual de 9,2%, e passou a representar 40,6% da receita bruta, crescimento de 0,5 p.p. ante o segundo trimestre de 2025. No canal físico, as vendas aumentaram 7,4%, para R$ 1,2 bilhão.
A receita bruta de serviços avançou 29%, para R$ 47,6 milhões. Enquanto isso, a participação das marcas próprias alcançou 14,4% das vendas da Petz e 9,5% das vendas da Cobasi, altas de 1,5 p.p. e 3,1 p.p., respectivamente.
O grupo encerrou junho com caixa líquido de R$ 286,1 milhões, aumento de 80,5% em relação ao fim do primeiro trimestre, mesmo após o pagamento de R$ 26 milhões em dividendos.
Os investimentos totalizaram R$ 34 milhões, queda anual de 31,5%, diante do menor ritmo de abertura de lojas e da redução dos aportes em reformas, manutenção e logística.
A empresa destaca no release que as comparações com 2025 consideram números pro forma gerenciais e não auditados, que simulam Petz e Cobasi como uma única operação.
A JHSF encerrou o segundo trimestre com receita bruta de R$ 985 milhões, alta de 81% na comparação anual, no melhor segundo trimestre de sua história. O Ebitda ajustado — lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização — mais que dobrou, para R$ 502 milhões, enquanto o lucro líquido avançou 81%, para R$ 444 milhões.
Em 2024, a JHSF havia estabelecido a meta de fazer com que dois terços da geração de resultado viessem dos negócios de renda recorrente. O prazo para essa transformação era de cinco anos. “A companhia atingiu em dois anos o que a gente esperava que aconteceria em cinco anos”, diz Augusto Martins, CEO da JHSF, […]
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) prometeu, em seu programa de governo protocolado junto à Justiça Eleitoral nesta quinta-feira, 13, proibir que recursos de programas sociais do governo federal sejam usados em casas de apostas. A medida, porém, já está em vigor no país nos casos de beneficiários do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
O Nubank registrou lucro líquido de US$ 1,06 bilhão no 2° trimestre de 2026, o primeiro resultado trimestral acima da marca de US$ 1 bilhão na história da instituição financeira. O lucro líquido representa alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025 e de 17% na comparação com os primeiros três meses deste ano. No acumulado do primeiro semestre, o lucro líquido chegou a US$ 1,93 bilhão, avanço de 61,8% em um ano.
O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, apresentou, nesta quinta-feira (13) seu plano de governo com a promessa de acelerar o crescimento econômico, reduzir o custo de vida e promover um choque de gestão nas contas públicas. Batizado de “Para o Brasil Vencer o Atraso”, o programa prevê crescimento sustentado de 4% ao ano na próxima década, redução gradual do custo do trabalho, revisão de impostos e investimentos de R$ 900 bilhões em infraestrutura ao longo de quatro anos.
Com 76 páginas, o plano prevê o corte de ao menos uma dezena de ministérios, redução de cargos e salários e reavaliar a reforma tributária para corrigir eventuais distorções e reduzir o valor do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), criado pela Reforma Tributária e que deve entrar em operação em 2027, sem informar detalhes sobre como as medidas serão adotadas.
Entre outros pontos, na política externa o foco será no comércio bilateral e “sem alinhamentos ideológicos” e o programa Casa Verde Amarela, que substituiu o Minha Casa, Minha Vida no governo de Jair Bolsonaro, será retomado
O programa organiza as propostas em nove eixos, com destaque para o “Brasil Mais Barato”, “Brasil que Prospera”, “Brasil que Cresce” e “Brasil que Não Volta Atrás”. A estratégia econômica é baseada no equilíbrio das contas públicas, na redução da burocracia, estímulo ao investimento privado e aumento da competitividade de setores como agropecuária, indústria e serviços.
“O compromisso de Flávio Bolsonaro é fazer um governo moderno e eficiente capaz de levar o Brasil à posição de sétima economia mundial”, informa o documento protocolado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O candidato também diz estar preparado para “resgatar o país” e critica o que classifica como aumento do custo de vida e perda do poder de compra das famílias.
Dobrar o ritmo de crescimento
No capítulo econômico, o plano estabelece como principal objetivo elevar o ritmo de expansão da economia. Segundo o documento, o país cresceu, em média, cerca de 2% ao ano nas últimas duas décadas, desempenho considerado insuficiente em relação ao restante do mundo. A proposta é alcançar crescimento sustentado de 4% ao ano ao longo dos próximos dez anos.
Para atingir essa meta, Flávio propõe priorizar investimentos privados, ampliar a segurança jurídica e criar regras mais previsíveis para empresas. A estratégia também prevê fortalecer a competitividade do agronegócio, da indústria e do setor de serviços.
Um dos principais compromissos é a aplicação de R$ 900 bilhões em quatro anos em infraestrutura, com recursos destinados a rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. O programa também prevê a criação de “Corredores Logísticos Inteligentes” e a retomada de obras hídricas no Nordeste.
Na área de energia, o plano prevê expansão do refino de petróleo e gás, fortalecimento dos biocombustíveis e redução dos encargos e subsídios que compõem a tarifa de eletricidade. A tarifa social para famílias de baixa renda seria preservada.
O eixo “Brasil Mais Barato” prevê revisão de impostos, redução do Imposto sobre Valor Agregado (IVA) projetado pela Reforma Tributária e desoneração de combustíveis e energia elétrica.
O candidato também propõe racionalizar encargos e subsídios do setor elétrico para diminuir o valor das contas de luz. No caso dos alimentos, a estratégia inclui investimentos em logística e armazenamento para reduzir custos de transporte e perdas na produção agrícola, além da expansão do Seguro Rural.
No entanto, o plano associa a redução dos juros e da inflação à reorganização das contas públicas e ao equilíbrio da dívida nacional. A proposta inclui ainda ações de educação financeira para famílias por meio da Caixa Econômica Federal.
“Tesouraço”
Na área fiscal, Flávio promete umchoque de gestão, batizado no plano de “Tesouraço”. A proposta prevê a extinção de pelo menos dez ministérios, corte de cargos comissionados e o fim dos chamados supersalários no serviço público. O objetivo declarado é equilibrar as contas públicas, conter a inflação e criar condições para a redução dos juros.
O programa também prevê reavaliar a reforma tributária para corrigir eventuais distorções, reduzir o valor do IVA e desonerar exportações e investimentos. Outra frente é o fortalecimento do pacto federativo, com maior autonomia orçamentária para Estados e municípios e maior agilidade na transferência de recursos.
A proposta fiscal também inclui medidas contra fraudes na Previdência, com o objetivo de impedir descontos indevidos em aposentadorias e pensões, além da digitalização da gestão para eliminar as filas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Custo trabalhista e o ‘negociado sobre o legislado‘
O plano de Flávio também aposta na redução do custo da contratação formal. Segundo o documento, o custo total de um trabalhador para o empregador pode chegar a quase duas vezes o valor de seu salário. A proposta é reduzir esse custo gradualmente, sem retirar direitos trabalhistas.
Para jovens em busca do primeiro emprego, o programa prevê um contrato com menor custo sobre a folha de pagamentos, como forma de estimular as empresas a contratar trabalhadores sem experiência. Para pessoas com mais de 50 anos desempregadas há mais de 12 meses, seria criado um contrato de trabalho com condições consideradas mais atrativas para os empregadores.
O programa também defende a prevalência do “negociado sobre o legislado”, permitindo que trabalhadores e empresas estabeleçam diretamente determinadas condições de trabalho dentro dos limites da legislação.
Para quem pretende empreender, a proposta “Minha Primeira Empresa” prevê menos burocracia para abertura e formalização de negócios, capacitação e orientação por meio do “Sistema S”. A Caixa Econômica Federal seria transformada, segundo o plano, em um “Banco da Prosperidade”, com uma esteira de crédito e serviços destinada a facilitar o acesso ao primeiro patrimônio e à autonomia financeira.
O plano prevê ainda o programa “Ganha-Ganha”, que pretende criar um histórico positivo para beneficiários que cumpram determinadas etapas de qualificação e autonomia financeira. Entre as ações consideradas estão concluir cursos, formalizar um negócio, conseguir emprego e manter as contas em dia. O histórico poderia facilitar o acesso a crédito, juros menores e cashback.
A lógica apresentada pelo programa é transformar políticas sociais em uma etapa de transição para o mercado de trabalho e a independência financeira. O plano afirma que os programas sociais serão preservados e aperfeiçoados, com a proteção social funcionando como ponto de partida para qualificação, emprego e crescimento.
Casa Verde e Amarelade volta
Na habitação, o candidato propõe retomar o programa Casa Verde e Amarela, como o Minha Casa, Minha Vida foi rebatizado durante o mandato do pai, Jair Bolsonaro, e depois descartado no atual governo que retomou o nome original. A meta é construir 2,5 milhões de residências e oferecer financiamento com a menor taxa de juros possível.
A modernização tecnológica é outro componente da agenda econômica. O plano propõe digitalizar 100% dos serviços públicos federais e criar uma identidade digital única integrada ao Gov.br. A inteligência artificial seria utilizada para integrar informações e reduzir a burocracia enfrentada pelos cidadãos e pelas empresas.
A proposta também prevê ampliar o acesso à internet em todo o país e tratá-la como infraestrutura, assim como rodovias e pontes. A avaliação apresentada pelo candidato é que a digitalização pode reduzir custos administrativos e tornar mais eficiente a prestação de serviços públicos.
Na saúde, o programa propõe um prontuário eletrônico único, compartilhado entre redes pública e privada, além da ampliação de serviços de telemedicina e telessaúde. Para reduzir filas, o plano prevê ainda a possibilidade de contratação da rede privada para realizar exames e procedimentos em horários ociosos.
Política externa sem alinhamentos ideológicos
Na política externa, o plano defende uma atuação considerada “pragmática e técnica”, com foco no comércio bilateral e sem alinhamentos ideológicos, apesar da proximidade de Flávio Bolsonaro e sua família com Donald Trump e os Estados Unidos. A intenção é ampliar oportunidades comerciais e fortalecer a inserção do Brasil no mercado internacional.
A MBRF espera iniciar uma trajetória de redução da alavancagem financeira no segundo semestre, após o indicador atingir 3,41 vezes a relação entre dívida líquida e Ebitda no segundo trimestre. Segundo o CFO da companhia, José Ignacio Scoceria, a manutenção do nível de alavancagem no trimestre, apesar da expansão do Ebitda, foi provocada principalmente pelo consumo de capital de giro.
“Temos, como companhia, condições para gradualmente ir trazendo a alavancagem para baixo”, afirmou Scoceria em conversa com jornalistas. Segundo ele, a MBRF consumiu cerca de R$ 1,2 bilhão em capital de giro no segundo trimestre, o que pressionou a geração de caixa e impediu uma redução do indicador.
A dívida líquida da MBRF encerrou junho em R$ 45 bilhões, alta de 2,4% em relação ao primeiro trimestre, enquanto a alavancagem passou de 3,37 vezes para 3,41 vezes no período. Estoques pressionam capital de giro O principal impacto sobre o capital de giro veio da dinâmica dos estoques, especialmente em razão do conflito no Oriente Médio.
O aumento do prazo para abastecimento da região exigiu que a companhia mantivesse volumes maiores de produtos em trânsito. Segundo Scoceria, a estratégia permitiu à MBRF abastecer a região e obter “uma rentabilidade muito boa”, mas teve impacto no ciclo de caixa da companhia.
O executivo também citou o aumento da produção do portfólio de comemorativos e ajustes nos prazos de pagamento a fornecedores como fatores que pressionaram o capital de giro no trimestre. Apesar disso, Scoceria considera que o movimento é pontual e sazonal e espera observar redução desse capital no segundo semestre. “Esse capital de giro vai retornar na segunda metade do ano”, afirmou.
A expectativa, portanto, é de que a recuperação do capital de giro permita à companhia retomar a trajetória de desalavancagem.
MBRF vê dívida sob controle
O CEO da MBRF, Miguel Gularte, afirmou que a companhia está confortável com o atual nível de endividamento diante das circunstâncias do negócio, mas reforçou que a redução da alavancagem continua entre as prioridades da gestão.
“Desalavancar a companhia faz parte da nossa disciplina e da forma que fazemos gestão da companhia”, disse. Segundo Gularte, a manutenção de estoques elevados no Oriente Médio é uma contingência necessária diante do aumento do prazo para abastecimento da região. Em contrapartida, a estratégia contribuiu para uma forte melhora da rentabilidade no mercado. “A rentabilidade no Oriente Médio [dobrou] do que o ano anterior”, afirmou o executivo.
O Grupo Petz Cobasi encerrou o segundo trimestre com receita bruta de R$ 2 bilhões, crescimento de 8,2% na comparação anual. O Ebitda ajustado — lucro antes antes de juros, impostos, depreciação e amortização — avançou 11%, para R$ 186 milhões, com expansão de 0,3 ponto percentual da margem, que chegou a 10,6%. O lucro líquido ajustado somou R$ 70 milhões, alta de 8,4%.
Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, não economiza quando o assunto é luxo. Um dos principais símbolos dessa ostentação é o Launchpad, superiate avaliado em cerca de US$ 300 milhões.
Nos últimos dias, porém, a embarcação ganhou destaque por um motivo diferente. Segundo relatos, o iate não teria respondido a um pedido de assistência de um barco que ficou sem combustível na costa do Alasca.
Embora haja controvérsias sobre a obrigação legal de prestar socorro naquele caso, uma coisa parece consenso: o Launchpad impressiona tanto pelo tamanho quanto pelas comodidades a bordo. Afinal, trata-se de uma embarcação de tirar o fôlego.
Detalhes do iate
O Launchpad foi projetado pelo escritório Espen Øino International, especializado no design de superiates, e construído pelo estaleiro holandês Feadship.
Seu primeiro proprietário foi o bilionário russo Vladimir Potanin. Em 2024, porém, a embarcação passou a pertencer a Zuckerberg.
Segundo a YachtCharterFleet, o iate tem quase 119 metros de comprimento e pode atingir velocidade máxima de 24 nós — o equivalente a cerca de 44 km/h, superando a de muitos navios de cruzeiro.
Contando com mais de dez quartos luxuosos e uma infinidade de lounges e áreas de jantar —além de piscina, heliponto, cinema, academia e até salão de beleza —, o Launchpad pode transportar até 26 hóspedes e 49 tripulantes.
O custo de operação do iate é estimado em US$ 30 milhões por ano. Uma conta que, ao que tudo indica, não inclui serviços de resgate marítimo.
A polêmica envolvendo o resgate
Por volta das 21h32 de 3 de agosto, a embarcação Hewescraft pediu auxílio à Guarda Costeira dos EUA pela primeira vez.
O alerta foi feito por meio de uma frequência de rádio que embarcações na região costumam monitorar, incluindo o Launchpad, que supostamente não teria respondido ao chamado.
Cerca de 25 minutos depois, a Guarda Costeira determinou que não havia perigo iminente, pois o barco estava apenas sem combustível, e emitiu um pedido de assistência.
O navio Wilderness Legacy respondeu ao chamado, rebocou o Hewescraft e ajudou no reabastecimento da embarcação. A situação foi resolvida sem nenhum dano à vida.
Wilderness Legacy, o barco que prestou assistência ao Hewescraft. Reprodução/www.cruisemapper.com
Zuckerberg e sua família não estavam no Launchpad quando a situação aconteceu. O porta-voz do bilionário não especificou o que o iate estava fazendo na época e nega a versão de que um pedido de ajuda teria sido ignorado.
“Como observou a Guarda Costeira, o barco não estava em perigo, e quando a tripulação revisou o contato da Guarda Costeira em um canal de rádio diferente daquele em que operavam, a assistência já estava em andamento “, disse o porta-voz de Zuckerberg, Brian Baker.
Nesse sentido, especialistas em direito marítimo também afirmam que ficar sem combustível, por si só, não configura uma emergência. Nesse cenário, o Launchpad não teria obrigação legal de prestar assistência.
A disputa pelo governo do Ceará tem Ciro Gomes (PSDB) à frente do governador Elmano de Freitas (PT), segundo pesquisa Datafolha divulgada pelo jornal O Povo nesta quinta-feira, 13.
O Nubank, alcançou pela primeira vez na história a marca de US$ 1 bilhão em lucro neste segundo trimestre, com a queda dos custos de crédito em relação aos três meses anteriores e um avanço de 37% da carteira de crédito.
O lucro líquido foi de US$ 1,06 bilhão, alta de 49% em relação ao mesmo período do ano anterior, excluindo variações cambiais, e ficou acima de todas as estimativas dos analistas consultados pela Bloomberg. Os custos de crédito chegaram a US$ 1,7 bilhão, ante US$ 1,1 bilhão um ano antes.
“Estamos bastante confiantes de que conseguiremos manter a margem financeira líquida ajustada ao risco em um patamar semelhante ao atual, em torno de 12%”, disse Rob Livingston, novo diretor financeiro da fintech, em entrevista antes da divulgação dos resultados.
O Nubank atravessa uma piora do ciclo de crédito no Brasil enquanto acelera a expansão em produtos centrais, como cartões de crédito e empréstimos pessoais.
A companhia sempre concede crédito como se a economia estivesse prestes a entrar em recessão, disse Livingston, e vem usando modelos baseados em inteligência artificial para avaliar melhor a capacidade de pagamento de cada cliente.
No primeiro trimestre, essa fórmula produziu resultados que decepcionaram os investidores, e as ações caíram 5,7% depois que os números mostraram provisões mais elevadas.
Também pesou sobre o sentimento dos investidores o fato de alguns investimentos da empresa ainda não terem dado retorno, como a aposta em inteligência artificial e a expansão internacional.
Autorizado a operar como banco no México em julho, o Nubank agora poderá lançar mais tipos de produtos na segunda maior economia da América Latina, o que deve acelerar seu crescimento no país, disse o CFO, embora o lucro avance de forma mais gradual.
As despesas operacionais do segundo trimestre foram de US$ 806,2 milhões, ante US$ 548,1 milhões um ano antes, segundo a empresa. O índice de eficiência, que mede quanto um banco gasta para gerar receita, melhorou 1,8 ponto percentual em relação ao ano anterior, para 19,5%, mas piorou na comparação com o trimestre anterior devido aos gastos com marketing e à expansão internacional.
O Nubank afirmou que o indicador deve ficar próximo de 20% no ano, refletindo as políticas de retorno ao escritório iniciadas no começo de julho e sua expansão nos Estados Unidos.
A empresa havia dito anteriormente que essa expansão reduziria o índice de eficiência em menos de 100 pontos-base neste ano e no próximo.
Desde o início deste ano de 2026, se você recebe dividendos acima de R$ 50 mil por mês de sua empresa, está na mira do Leão: precisa pagar Imposto de Renda de 10% sobre esses valores.
Mas, pelo jeito, muita gente não estava sabendo bem como fazer isso acontecer – e o Fisco decidiu “botar os pingos nos is”.
A Receita Federal publicou, na última semana, uma espécie de manual de orientações sobre como empresas devem prestar contas sobre os dividendos que pagam aos sócios.
Quer dizer, embora o IR seja cobrado da pessoa física que recebe os ganhos, ele é retido na fonte. Isso significa que é a sua empresa – caso pague dividendos – que precisa fazer o cálculo, registrar e recolher o tributo.
Com um detalhe: o interesse da Receita é garantir que dividendos acima de R$ 50 mil por mês efetivamente paguem imposto. Mas a obrigação de prestar as informações ao Fisco existe mesmo quando não há IR a recolher – ou seja, quando o lucro distribuído fica abaixo do teto mensal.
Para começo de conversa: não mudou nada na obrigação de pagar IR quando os dividendos recebidos ultrapassam o teto mensal.
O que está rolando agora é só um detalhamento do “como fazer “. “É a operacionalização técnica da regra”, diz Jean Lucas Paiva Athayde Coelho, sócio da Consult Seven.
Isso inclui desde o registro dos dividendos isentos e tributáveis no EFD-Reinf (sistema usado para prestar informações sobre retenções de tributos federais) e o envio das informações ao DCTFWeb (que consolida os impostos federais que as empresas têm a pagar e os créditos que podem receber) até o tratamento de distribuições fracionadas no mesmo mês.
Na prática, será uma nova rotina que você, como empresário – e seu contador, é claro -, precisará incorporar.
E o ponto mais importante é que você, como empresário, deve registrar a quantia integral de dividendos distribuída ao sócio, inclusive quando o valor não demandar retenção de IR, como reforça Charles Gularte, sócio-diretor da Contabilizei.
O limite de R$ 50 mil é analisado por beneficiário e considera a soma dos pagamentos feitos ao mesmo sócio no mês. Imagine que sua empresa faça três distribuições a você como sócio:
R$ 20 mil no dia 5;
R$ 20 mil no dia 15;
R$ 20 mil no dia 25.
Não adianta olhar cada pagamento isoladamente. Juntos, eles somam R$ 60 mil no mês, acima do limite – e, por isso, vai existir um imposto a recolher. Segundo os especialistas ouvidos pelo Descomplica PJ, sua empresa precisa informar à Receita sempre o valor total.
Com um detalhe: quando os dividendos ultrapassam o teto mensal, a distribuição inteira é tributada em 10%, e não apenas o valor que excede o limite, frisa Gularte. No exemplo, portanto, a alíquota seria aplicada sobre R$ 60 mil (e não R$ 10 mil).
Essa informação também permite à Receita cruzar os dados enviados pela empresa com as informações do Imposto de Renda da pessoa física.
Passo a passo
Resumidamente, o fluxo que as empresas precisam seguir para ficar em dia com a Receita Federal é assim:
A EFD-Reinf informa que houve um pagamento de dividendos;
A DCTFWeb recebe a informação e formaliza que existe um débito;
Se houver imposto a recolher, a empresa emite o DARF e faz o pagamento.
O primeiro passo é informar os valores que sua empresa pagou aos sócios na EFD-Reinf. Lá, a distribuição de lucros deve ser informada por meio do evento R-4010. Pense nisso como o registro em que a empresa informa à Receita Federal que fez um determinado pagamento a uma pessoa física – no caso, ao sócio. Ali dentro, será preciso:
Identificar o sócio, pelo CPF;
Informar a natureza do rendimento, usando o código 12001, de lucros e dividendos;
Registrar a data do pagamento;
Preencher o campo vlrRendBruto, com o valor total dos dividendos pagos ao sócio no mês;
Preencher o campo vlrRendTrib, com o valor tributável, quando o valor total dos dividendos superar R$ 50 mil no mês;
Preencher o campo vlrIR, com o valor do Imposto de Renda (10% sobre o valor tributável) quando houver retenção;
Transmitir o fechamento da EFD-Reinf usando o evento R-4099.
Voltando ao exemplo da reportagem, em que você, como sócio, recebe três pagamentos de dividendos de R$ 20 mil em um mesmo mês, os campos da EFD-Reinf deveriam ser preenchidos assim, segundo Coelho:
vlrRendBruto: R$ 60 mil (valor total dos dividendos pagos ao sócio no mês);
vlrRendTrib: R$ 60 mil (pois o valor total dos dividendos superou R$ 50 mil no mês e o valor tributável é a soma deles);
vlrIR: R$ 6 mil (valor do Imposto de Renda, de 10% sobre o valor tributável).
E depois?
Depois que a empresa transmite a EFD-Reinf, os valores apurados são encaminhados automaticamente para a DCTFWeb. É nessa etapa que a empresa “confessa” o débito fiscal – ou seja, reconhece que tem um imposto a pagar.
Você, como empresário, deve conferir se os valores chegaram corretamente à DCTFWeb antes de transmitir a declaração. É importante checar os códigos de receita que estiverem informados, porque eles mudam de acordo com o perfil do sócio que recebeu o pagamento de dividendos. São dois códigos:
1841-01, se o pagamento foi para um sócio residente no Brasil;
1841-02, se o pagamento foi para um sócio residente fora do país.
Daí, é só a empresa fazer o pagamento por meio de um DARF, o “boleto” dos impostos federais. Ele pode ser emitido pelo próprio sistema DCTFWeb ou pelo Sicalc.
Para sócios residentes no Brasil, a regra é quitar o DARF até o dia 20 do mês seguinte ao pagamento dos dividendos. Se o sócio mora fora, o IR precisa ser recolhido no mesmo dia da remessa dos dividendos ao exterior.
A Yduqs (YDUQ3) encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido ajustado de R$ 14 milhões, queda de 54,2% em relação ao mesmo período de 2025. Sem ajustes, a empresa teve prejuízo de R$ 15 milhão no período.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da companhia somou R$ 400,2 milhões no 2T26, alta de 1,6% na base anual. A margem Ebitda ajustada passou de 28,6% para 28,7%.
Os números ficaram abaixo das estimativas de analistas, que esperavam, em média, lucro líquido de R$29 milhões e Ebitda de R$408 milhões, segundo dados da LSEG.
A receita líquida ficou em R$ 1,392 bilhão, avanço de1% frente aos R$ 1,378 bilhão registrados no mesmo período do ano passado. Com ajustes, excluindo o efeito da queda na receita DIS, a receita somou R$ 1,415 bilhão, aumento de 2,6% na mesma base comparativa.
Segundo a companhia, o desempenho foi sustentado pelo Idomed e pelo Ibmec, cujas receitas cresceram 7,4% e 12,5%, respectivamente. Já Estácio & Wyden teve queda de 2,2%, com avanço de 38,2% na receita do ensino semipresencial compensado por recuos de 1,2% no presencial e de 15,2% no digital.
A dívida líquida, excluindo o efeito do IFRS 16, ficou em R$ 2,908 bilhões no período, queda de 1,9% ante os R$ 2,964 bilhões registrados um ano antes.
A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida ex-IFRS 16 e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, caiu de 1,66x no 2T25 para 1,55x no 2T26.
Base de alunos
A base consolidada de alunos da Yduqs ficou em 1,419 milhão no 2T26, queda de 0,9% em relação aos 1,432 milhões de alunos registrados no 2T25.
A composição, porém, mostra uma mudança importante no perfil da base.
No ensino presencial, considerando Estácio & Wyden, Idomed e Ibmec, a base total avançou 19,1%, de 319,1 mil para 380 mil alunos. Na graduação, a base presencial tradicional recuou 3,6%, de 211,8 mil para 204 mil; enquanto o formato semipresencial saltou 66,6%, de 99,2 mil para 165,3 mil alunos. Já o
No ensino à distância, a base de alunos caiu 6,9%, de 1,092 milhão para 1,016 milhão de alunos. A graduação foi a principal responsável pelo recuo, com queda de 18,3%, de 542,1 mil para 443 mil alunos.
A companhia atribui a redução às restrições do novo marco regulatório, que impede a captação de novos alunos em EAD em cursos de Engenharia, Saúde e Licenciaturas, além da migração de estudantes para o formato semipresencial.
Um possível ataque quântico é a maior ameaça existencial que a rede do Bitcoin enfrenta. A criptografia da maior das criptomoedas é notadamente vulnerável a uma quebra por parte de um computador com esse tipo de tecnologia.
Em meio às preocupações em relação à qualidade dos ativos, diante do cenário de juros em alta, o Nubank fechou o segundo trimestre de 2026 com resultado recorde na linha de lucro e no retorno sobre o patrimônio líquido (ROE), ao mesmo tempo em que registrou forte expansão em sua margem financeira líquida ajustada ao […]
A Tyson Foods vai fechar mais unidades de processamento de carne bovina nos Estados Unidos, em mais um movimento de reestruturação da indústria frigorífica americana diante da prolongada escassez de gado no país. A pressão também atinge concorrentes como as brasileiras JBS e MBRF, dona da National Beef nos EUA.
A companhia vai encerrar as operações da planta de Joslin, em Illinois, e de uma unidade de cortes e embalagens de carne bovina em Utah. Já a fábrica de Pasco, no estado de Washington, será colocada à venda. A produção das unidades afetadas será absorvida por outras plantas da Tyson.
Em comunicado, a empresa afirmou que as mudanças buscam tornar sua operação mais competitiva diante do que classificou como uma das mais severas escassezes de gado já enfrentadas pelos Estados Unidos.
A Tyson já vinha reduzindo capacidade, mas as medidas fizeram pouco para compensar as fortes perdas operacionais, em um momento em que os frigoríficos continuam pagando preços elevados pela oferta restrita de animais.
Na semana passada, a empresa reduziu sua projeção de lucro anual e passou a prever perdas operacionais ajustadas maiores no negócio de carne bovina.
Com as mudanças, a Tyson pretende concentrar sua operação de bovinos em três plantas, localizadas em Nebraska, Kansas e Texas. A unidade de Amarillo, no Texas, que havia passado a operar em apenas um turno, voltará a ter dois “à medida que houver disponibilidade de gado”, segundo a companhia.
No início deste ano, a Tyson já havia fechado outra planta de carne bovina em Nebraska.
Crise do gado
Os cortes ocorrem enquanto o rebanho bovino dos Estados Unidos permanece próximo do menor nível em cerca de cinco décadas. A escassez eleva o preço pago pelos frigoríficos pelo gado e comprime as margens das empresas.
O levantamento mais recente do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), referente a 1º de julho, mostrou que pecuaristas estão retendo parte dos animais para recompor seus rebanhos. Ainda assim, uma recuperação significativa da oferta deve levar tempo.
Segundo a Tyson, os dados do USDA continuam mostrando retenção limitada de novilhas, um sinal de que as restrições de oferta devem persistir e exigir novas medidas das empresas.
A pressão não se restringe à Tyson. A JBS informou recentemente que converteria uma planta de carne bovina fechada na Pensilvânia para a produção de itens de maior valor agregado.
Wesley Batista Filho, que assumirá o comando da JBS em 2027, afirmou nesta semana que a operação de carne bovina da companhia nos EUA ainda não havia sentido os benefícios das medidas de reestruturação. A Cargill também já fechou uma unidade em Milwaukee.
A MBRF enfrenta um cenário semelhante por meio da National Beef, sua subsidiária de carne bovina nos Estados Unidos. A operação também vem sendo pressionada pela menor disponibilidade de gado, que limita os volumes de abate e eleva o custo da matéria-prima.
Uma possível fonte de alívio para o setor é a retomada das importações de animais do México. O USDA anunciou um plano para reabrir gradualmente o comércio de gado vivo, interrompido por mais de um ano para impedir a disseminação da mosca-da-bicheira (New World screwworm).
Os embarques devem ser retomados no fim de agosto, inicialmente por um ponto de entrada no Arizona. No longo prazo, a entrada de mais animais pode ajudar a reduzir parte da pressão sobre os frigoríficos americanos.
O Méliuz (CASH3) informou ao mercado na noite desta quinta-feira (13) que recebeu um comunicado do BTG Pactualsobre o aumento de sua participação acionária na companhia.
Segundo o documento, o banco e suas subsidiárias passaram a deter aproximadamente 10,96 milhões de ações ordinárias do Méliuz, o equivalente a cerca de 10,51% do capital social da empresa.
De acordo com o portal de relações com os investidores, o BTG possuía uma participação acionária de 6.987.120 ações, o equivalente a 6,707% do capital acionário da empresa, antes da nova aquisição.
O movimento acontece uma semana após a publicação dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26).
A empresa reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 22,4 milhões, revertendo o lucro de R$ 7,6 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. Os números foram pressionados por um impacto contábil negativo de R$ 32,1 milhões relacionado à carteira de bitcoin (BTC) da companhia.
Desconsiderando esse efeito, o lucro líquido ajustado somou R$ 9,7 milhões, o que representa uma alta de 14% na comparação anual. Junto com o release de resultados, o Méliuz também anunciou a criação de um novo programa de recompra de ações de até 8,1 milhões de papéis, equivalente a 10% do free float da companhia.
Outros dados do Méliuz (CASH3)
No comunicado, o BTG destacou que a participação adquirida tem como objetivo apenas a realização de operações financeiras.
O banco também afirmou que não pretende alterar a estrutura de controle ou a administração da companhia, nem busca atingir qualquer percentual específico de participação acionária.
Além da posição acionária, a instituição financeira informou possuir instrumentos derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações da companhia.
Esses contratos conferem ao banco uma exposição vendida de aproximadamente 8,48 milhões de ações, correspondente a cerca de 8,14% do total de papéis emitidos pelo Méliuz.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, apresentou nesta quinta-feira, 13, seu plano de governo, nomeado "Para o Brasil Vencer o Atraso". O documento, com 76 páginas, organiza as propostas em nove frentes que vão de segurança pública à reforma do Estado, passando por emprego, educação e equilíbrio fiscal.
A MBRF (MBRF3) registrou lucro líquido de R$ 69 milhões no segundo trimestre de 2026, queda de 19% em relação ao mesmo período do ano passado.
A companhia vendeu 1,969 milhão de toneladas no trimestre, alta de 1,5% em relação ao segundo trimestre de 2025. Desse total, 1,253 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado interno, queda de 3,1% na comparação anual, enquanto 716 mil toneladas foram vendidas no mercado externo, avanço de 10,8%.
A receita no mercado doméstico somou R$ 28,010 bilhões, crescimento de 0,4%. Já a receita proveniente das vendas externas alcançou R$ 12,711 bilhões, alta de 16,5% ante o segundo trimestre do ano passado.
Resultado financeiro
No resultado consolidado, a MBRF registrou resultado financeiro líquido negativo de R$ 1,776 bilhão no segundo trimestre, uma piora de 23% em relação ao resultado negativo de R$ 1,443 bilhão registrado um ano antes. Segundo a companhia, a deterioração ocorreu principalmente em função do aumento das despesas com juros.
A dívida líquida consolidada encerrou junho em R$ 45 bilhões, alta de 2,4% ante o trimestre anterior e de 19,7% na comparação anual. Com isso, a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado dos últimos 12 meses, passou de 3,37 vezes no primeiro trimestre para 3,41 vezes no segundo trimestre. Um ano antes, o indicador estava em 2,74 vezes.
Caixa e capital de giro
A geração operacional de caixa da MBRF somou R$ 2,168 bilhões no segundo trimestre, enquanto os investimentos alcançaram R$ 1,411 bilhão. O consumo de caixa no período foi de R$ 864 milhões.
Segundo a empresa, a pressão sobre o capital de giro ocorreu principalmente pelo aumento dos estoques e dos ativos biológicos, pela ocupação dos confinamentos na operação de bovinos da América do Sul, pelo início da formação de estoques para a campanha de produtos comemorativos e por ajustes nos prazos médios de pagamento a fornecedores.
Expectativas para o segundo semestre
Para o segundo semestre, o CFO da MBRF, José Ignacio Scoceria, afirmou que a companhia pretende concentrar esforços na melhoria dos indicadores de capital de giro.
“No 2º semestre, estamos concentrando nossos esforços em uma melhora dos indicadores de capital de giro com foco nas rubricas de estoques e fornecedores, com o objetivo de impulsionar a geração de caixa da companhia”, disse o executivo.G.
O Banco do Brasil (BBAS3) trabalha com um cenário de melhora nas provisões da carteira de crédito do agronegócio nos próximos meses, apoiada principalmente pelo programa de reestruturação de dívidas do setor rural lançado pelo governo federal no mês passado, mas dúvidas sobre o cumprimento das previsões do banco para o ano pressionaram as ações para mínimas em um ano.
“Nós esperamos uma melhora relevante na PDD do agro em virtude da MP 1.376”, afirmou o vice-presidente de controles internos e gestão de riscos da instituição financeira, Felipe Prince, em teleconferência com analistas para comentar o resultado do banco no segundo trimestre, divulgado na véspera.
“Temos à disposição dos nossos clientes um instrumento para promover essa renegociação. Nós trabalharemos muito fortemente na melhoria das condições do cliente como um todo e isso traz impacto também no relacionamento pessoa física com os produtores rurais”, afirmou.
No segundo trimestre, a inadimplência acima de 90 dias do agro avançou para 6,27%, de 3,16% um ano antes e 6,22% nos três meses imediatamente anteriores. Na pessoa física, atingiu 8,41%, de 5,59% um ano antes e 6,82% nos primeiros três meses de 2026.
A presidente-executiva do BB, Tarciana Medeiros, afirmou na teleconferência que o portfólio de crédito potencial do banco para enquadramento na MP 1.376 é de até R$100 bilhões.
De acordo com o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do BB, Gilson Bittencourt, o foco inicial será principalmente o produtor inadimplente. Dados do Banco do Brasil divulgados na apresentação mostravam R$36,7 bilhões em operações inadimplentes.
“Esse vai ser o foco central da nossa atuação, seguido por aqueles que estão com operações prorrogadas com taxas livres, que se enquadram dentro do percentual de perdas e dos limites de crédito. Então esse é o público central que a gente vai buscar… trabalharmos com algo de até em torno de R$30 bilhões”, afirmou, ressaltando que tal montante já tem um efeito bastante significativo em relação às operações inadimplentes do banco.
Bittencourt também citou uma expectativa de redução da inadimplência da carteira agro em razão das mudanças nas regras de concessão de empréstimo, que ficaram mais rigorosas. Ele apontou que ainda há um percentual grande de créditos contratados no formato anterior, mas que está aumentando a quantidade de financiamentos que estão vencendo que já foram contratados com a nova matriz de resiliência.
“Em agosto já estamos 35% e esse número vai chegar a 57% até dezembro”, afirmou. “A expectativa é que com a nova matriz a gente já tenha uma redução da inadimplência.”
O Banco do Brasil também afirmou que está preocupado e acompanhando de perto o efeito El Niño, trabalhando para minimizar o máximo possível os impactos nos financiamentos do banco.
Bittencourt, contudo, citou que, no geral, na produção de grãos em anos anteriores, o efeito de El Niño não é tão significativo quando se olha o país como um todo. “Mas quando se olha algumas culturas e algumas regiões, o problema existe e tende a ser grave, o que exige de nós uma ação muito cuidadosa na concessão do crédito, no acompanhamento e na discussão técnica com esses produtores”, pontuou em coletiva de imprensa também nesta quinta-feira.
Guidance
O BB reiterou o guidance para o ano divulgado mais cedo no ano, que inclui um lucro líquido ajustado de R$18 bilhões a R$22 bilhões, bem como custo de crédito de R$65 bilhões a R$70 bilhões, entre outras métricas, o que fez alguns analistas questionarem se tal resultado, principalmente a linha do custo do crédito, será alcançado, uma vez que no primeiro semestre já registrou R$37,3 bilhões.
De acordo com os executivos, o tema foi debatido e prevaleceu a crença na capacidade do banco de entregar os números. Mais uma vez, a MP 1.376 foi citada como “importantíssima” para o BB poder reestruturar as dívidas dos agricultores que estão com seus fluxos de caixa apertados.
Eles observaram que no segundo trimestre houve um efeito de “risco moral”, com o agricultor em compasso de espera, aguardando as discussões que estavam acontecendo envolvendo um projeto de lei de reestruturação.
“Essas discussões se estenderam e o governo achou por bem então emitir essa medida provisória. Estão só aguardando finalizações específicas, então acreditamos que teremos basicamente um pedaço de agosto e setembro para acelerar”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira, Geovanne Tobias.
O entendimento no BB foi de que se a instituição financeira executar tão bem quanto executou as operações ligadas à MP 1.314, que estabeleceu regras especiais para produtores rurais liquidarem e amortizarem operações de custeio, investimento e CPR, não seria necessário fazer um ajuste na previsão sobre o custo de crédito agora.
Tobias, contudo, reconheceu que o desempenho está apontando muito mais para a ponta de baixa do guidance para o lucro, com provisão encostando nos R$70 bilhões.
“Vamos trabalhar para não ter que fazer esse ajuste de guidance. Esperem provisão ali na ponta alta e para o lucro na ponta baixa”, afirmou. Tanto Tobias quanto Medeiros reconheceram a chance de um “pequeno desvio” na estimativa do custo do crédito.
BBAS3: Reações no mercado
Em relatório a clientes, o analista Gustavo Schroden, do Citi, afirmou que, embora a administração do BB tenha reiterado confiança no cumprimento de seu guidance, continua acreditando que o guidance mantido apresenta risco de não ser atingido.
“Nós já estamos em meados do terceiro trimestre e as renegociações relacionadas à MP 1.376 ainda não foram iniciadas, o que sugere que quaisquer potenciais efeitos positivos deverão se materializar apenas no quarto trimestre. Dessa forma, mantemos nossa estimativa de lucro líquido recorrente de R$17,5 bilhões para 2026”, afirmou em relatório a clientes após a teleconferência.
Na bolsa paulista, as ações do BB renovaram as mínimas no começo da tarde, sendo negociadas com declínio de 3,89%, a R$18,26, por volta de 14h10, enquanto o Ibovespa cedia 0,23%. No pior momento, os papéis foram cotados a R$18,21, renovando mínima intradia desde o início de agosto do ano passado.
Pessoa física
Executivos do BB também buscaram amenizar preocupações com a piora na inadimplência na pessoa física, que no segundo trimestre foi pressionada principalmente pela linha de cartão de crédito.
Além de um efeito de contaminação da carteira agro, os executivos citaram como componente negativo a adoção de nova sistemática de parcelamento automático da fatura do cartão de crédito. Ao longo do primeiro trimestre, o banco percebeu que os clientes começaram a fazer esse parcelamento automático, o que foi percebido como um risco, um alerta principalmente nas classes D e E.
“Imediatamente, travamos essa linha”, afirmou Tobias, explicando que, agora, para fazer o parcelamento, o cliente precisa pagar a entrada. “Foi um efeito pontual.”
De acordo com os executivos do banco, na pessoa física, o foco tem sido principalmente nos consignados, público e privado.
“Uma vez que já começou a flexibilização monetária, uma redução de taxa de juros, isso pode trazer um benefício marginal para a redução do risco como um todo para a pessoa física. A gente vai estar atento para poder crescer, mas cuidando para que esse crescimento também não traga mais risco, como aconteceu, por exemplo, no segmento D e E de cartão de crédito”, disse Tobias
ROE
De acordo com o executivo, a perspectiva de que a provisão encoste no topo do guidance pressupõe um lucro de R$18 bilhões, o que daria um retorno sobre patrimônio (ROE) “perto dos 10%”. No primeiro semestre do ano, essa métrica ficou em 7,3%.
“O ROE é baixo ainda, mas acreditamos que vamos passar por essa tormenta, por esse meteoro que está caindo aqui no agro, e vamos sim retomar essa lucratividade do banco”, afirmou Tobias.
“A capacidade do banco é de retornar, sim, com maior lucratividade, como entregamos no início da nossa gestão. Mas vai demorar um tempo, porque temos que digerir todo esse processo de aumento de risco da carteira rural, principalmente.”
De acordo com o executivo, o banco está trabalhando para reduzir o risco da carteira de crédito, que está na faixa de 5,9%, bem distante dos outros pares, que têm essa métrica perto de 3%, 3,5%.
O Nubank (ROXO34) apurou lucro líquido de US$ 1 bilhão no segundo trimestre de 2026, alta de 49% em relação ao mesmo período de 2025, mostra balanço divulgado nesta quinta-feira (13).
O banco, que era conhecido por ‘não dar lucro’, superou o bilhão pela primeira vez em sua história.
A cifra também ficou acima da expectativa dos analistas consultados pela Bloomberg, de US$ 991 milhões.
O aumento do lucro foi impulsionado por receita maior e por uma melhora na margem financeira líquida ajustada ao risco, disse à Reuters o diretor financeiro Rob Livingston, que assumiu o cargo no mês passado.
Na parte de rentabilidade, o roxinho fez a lição de casa. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) subiu 4,8 pontos percentuais, para 33%. Bem acima dos bancões, como o Itaú (ITUB4), na casa dos 24%.
No trimestre, a alta foi de 3,7 pontos percentuais. Os analistas esperavam, em média, ROE de 30%.
O resultado já faz preço na ação. Em Nova York, o papel dispara 10% no after-market.
O Nubank vem de um período de ceticismo do mercado em meio à alta da inadimplência e dos investimentos, principalmente em outros países, como os Estados Unidos. E, ao que parece, os números serviram para espantar esses fantasmas.
A temida inadimplência
Com a piora da economia, a inadimplência virou a nova ‘tara’ dos investidores. E, nesse aspecto, não houve piora significativa.
A inadimplência de longo prazo, acima de 90 dias, subiu 0,3 ponto percentual, para 6,9%. Segundo o Nubank, a alta foi puxada, principalmente, pela migração sazonal dos atrasos iniciais registrados no primeiro trimestre.
Já a inadimplência de curto prazo, de 15 a 90 dias, teve alta de 0,3 ponto percentual, para 4,8%, mas apresentou queda de 0,2 ponto percentual no trimestre.
‘A maior parte dessa melhora veio da sazonalidade, parcialmente compensada pela expansão deliberada em segmentos de maior risco e maior retorno’, destaca o roxinho.
Outro ponto positivo foi o custo de crédito, que caiu 9% no trimestre, para US$ 1,7 bilhão, ‘principalmente em função da melhora sazonal normalmente observada nos atrasos iniciais durante o segundo trimestre’. Por outro lado, o número saltou 60% na comparação anual.
O banco também viu suas despesas operacionais subirem US$ 258,1 milhões, para US$ 806,2 milhões no segundo trimestre, alta de 47,1%.
Livingston disse à Reuters que o Nubank foi beneficiado pelo programa Desenrola de refinanciamento de dívidas para pessoas físicas lançado pelo governo federal este ano.
Porém, ele acrescentou que a tendência de melhora existiria mesmo sem o programa, dada a sazonalidade e o fato de que a adesão ao Desenrola representou apenas 5% do custo total de crédito do banco.
Receitas sobem e carteira também
Do lado das receitas, outra evolução: a receita financeira líquida de juros (NII) chegou a US$ 3,7 bilhões, alta de 9%, enquanto a receita total foi a US$ 5,8 bilhões, avanço de 39%, superando os US$ 5,60 bilhões esperados pelo consenso da Visible Alpha.
A carteira de crédito total subiu 37% no ano e 5% no trimestre, para US$ 39,4 bilhões. Desse montante, US$ 26 bilhões são de cartões de crédito, US$ 10,3 bilhões de crédito sem garantia e US$ 3,1 bilhões de crédito com garantia.
O Brasil encerrou o período com US$ 36,4 bilhões, o México, com US$ 5,7 bilhões, e a Colômbia, com US$ 3,3 bilhões.
No país da América do Norte, o Nubank explica que os depósitos caíram modestamente novamente neste trimestre, como parte da estratégia deliberada de otimização da captação, ‘que melhora o custo de financiamento ao mesmo tempo que mantém ampla liquidez’.
Número de clientes aumenta
No Brasil, o Nu alcançou quase 118 milhões de clientes, alta de 13%. ‘O Nu já atende a maior parte do segmento de mass market e é o principal banco de uma parcela significativa desses clientes.’
No México, o Nubank já é o maior banco digital do país. Segundo o roxinho, o Nu atende 16,5% da população adulta do México, percentual comparável ao do Brasil em 2020.
Porém, a monetização ocorre mais cedo, com ARPAC (receita média por cliente ativo) de US$ 12,3, ante US$ 5,6 no Brasil no mesmo estágio.
Após o eclipse solar de 12 de agosto, dois novos fenômenos do tipo estão previstos para 2027: um eclipse anular, em fevereiro, e um eclipse solar total, em agosto. O evento desta quarta-feira, 12, pôde ser observado de forma total em regiões da Groenlândia, Islândia e Espanha, enquanto a fase parcial ficou visível em grande parte da Europa e no noroeste da África.
Sarah J. Maas is publishing the sixth "A Court of Thorns and Roses" book.
Alexandra Genova / SAINT LUCY Represents
Sarah J. Maas announced the release dates for the next two "ACOTAR" novels on "Call Her Daddy."
The two books will be released on October 27, 2026, and January 12, 2027.
Maas said the two books will be separate volumes of the sixth "ACOTAR" story.
After five long years of waiting, Sarah J. Maas fans can rejoice — the sixth "A Court of Thorns and Roses" book finally has a release date. Well, it actually has release dates.
On March 4, 2026, the author announced the next "ACOTAR" book would be published on October 27, 2026.
The work is eagerly awaited not only by fans but also by Maas' publisher, Bloomsbury. The company's sales fell 10% for the 2025-2026 fiscal year because Maas didn't release a new book, Publishers Weekly reported.
Interestingly, though, Maas said her next novel will be just part one of the sixth "ACOTAR" story, with parts two and three released together in January 2027. Part four will be released separately.
Here's everything we know about "ACOTAR" book six so far.
Warning: Some spoilers for Maas' work ahead, including "ACOTAR" and "Crescent City."
Maas is releasing book six of 'A Court of Thorns and Roses' in multiple volumes
Maas announced the next "ACOTAR" book was on its way during an appearance on the "Call Her Daddy" podcast with Alex Cooper.
She told Cooper she finished the book while writing in Montana over the summer of 2025, but declined to reveal the book's title or which characters from the world of "ACOTAR" will be telling the story.
She also didn't share the novel's length, which she said was for a specific reason.
Sarah J. Maas for "Call Her Daddy."
Call Her Daddy
"OK, well, part of why I guess it's tricky to talk about the length of this book is because this book's coming out October 27, and then on January 12, like two months later, I can't do math, whatever that is, the next ACOTAR book will be coming out," Maas said. "So there will be two books within, like, a very short span."
As her fans will know, Maas' books are typically split into parts, separating different sections of the story she is telling. However, when it comes to the sixth "ACOTAR" book, Maas said the individual parts became longer than she anticipated as she started writing, with part one coming in at 400 pages at one point.
As she continued writing, Maas decided the parts didn't have to be in a single physical book.
"I decided I wasn't gonna approach this project from a traditional format of a book," she said. "What if this book was really long? Like, what if it took me more than a thousand pages to tell the story that needed to be told, the arc that I wanted to create from start to finish?"
Maas said the story for "ACOTAR" six was ultimately divided into four parts, though it is still one cohesive story. Part one is the novel that Bloomsbury will publish on October 27, 2026, and parts two and three will be published together as one volume on January 12, 2027. Maas has yet to write or give a publication date for part four, but she said all three volumes would be published "in a very short time."
Although the works will be published individually, Maas told Cooper she still hopes readers treat them as one story once they are all out in the world.
"It's meant to be read, ideally, as one massive, massive story as opposed to in a trilogy," she said. "It's not a trilogy. Like, arcs aren't wrapped up."
The next 'ACOTAR' has been in the works for years
Although Maas hadn't given detailed information about the sixth "ACOTAR" book before her "Call Her Daddy" appearance, it wasn't a total shock that her next work would bring readers back to Prythian.
In March 2023, Bloomsbury announced that Maas had signed a deal for three more books with the publisher. At the time, she was already under contract for four titles, including "House of Flame and Shadow," the third installment in her "Crescent City" series, published in January 2024.
In September 2023, Maas gave readers their first clue as to what would come next in the six books she had left under her contract, telling authors Christina Hobbs and Lauren Billings during a "Live Talks Los Angeles" appearance that she was "drafting" the next "ACOTAR" book — and having a blast doing it.
Sarah J. Maas in February 2024.
Cindy Ord/Getty Images for Tory Burch
"I will say that I've become so focused and obsessed with writing this book," she told Hobbs and Billings. "It's like that feeling of having a crush or when you're first, like, obsessed with someone, and you're just thinking about it nonstop."
Likewise, in a January 2024 interview with Jenna Bush Hager, Maas said her next published work would be the sixth installment of "ACOTAR," saying she was "very, very excited about that one."
However, the book seems to have transformed since those comments based on Maas' conversation with Cooper.
Clues about the future of 'ACOTAR'
Maas has been tight-lipped about the contents of her coming work, but on August 13, Bloomsbury shared an "ACOTAR Autumn Equinox" digital kit to its website that may offer some clues.
The kit breaks down how to throw an Autumn Equinox-themed release party for book six, including recipes, discussion questions, and games readers can play together to celebrate the book.
The whole guide is themed on autumn, which may be a sign that at least some of the book will take place in the Autumn Court. There are also a few recipes in the guide, including a "Shadowsinger Spritz," a nod to Night Court member Azriel. It's possible the drink hints that the book will focus on the shadowsinger Azriel, though the Autumn imagery may suggest that Lucien Vanserra or his brother Eris will be a focus of the story.
The guide also contains a "predictions tracker" with group discussion questions. One question asks which points of view the story will be told from, and another asks what new romances may be featured in the coming book, suggesting the story will be told by and follow multiple characters. It also asks how Bryce Quinlan's journey to Prythian in "House of Flame and Shadow" will impact the story, making it clear that fans should read the entire "Crescent City" series before "ACOTAR" six. That won't be a surprise to fans who have been following Maas' work.
The most recent book in the "ACOTAR" series, "A Court of Silver Flames," was released in 2021 and focused on Nesta Archeron. The first four books were told from the perspective of Feyre Archeron, while Maas seemed to usher in a new era of the series by writing from her sister's perspective in "ACOSF."
Nesta also appeared in "House of Flame and Shadow," which created a multiverse between "ACOTAR," "Crescent City," and the "Throne of Glass" series.
In "House of Flame and Shadow," Nesta and Azriel discover that the magical prison in Prythian lies atop what was once a powerful fae court, the Dusk Court, alongside Bryce.
They also learn that Rhysand's lineage traces back to the fae who ruled the Dusk Court, creating the potential for Rhys to rule two courts.
"House of Flame and Shadow."
Bloomsbury
Nesta also seems to have connections to those long-forgotten fae, as she bears an eight-pointed star tattoo that matches a chamber in the prison and the design on a sword called Gwydion that had been missing from Prythian for centuries. The sword had been with Bryce's family on her planet, Midgard, where it is called the Starsword. She used the sword and Azriel's matching dagger, Truth-Teller, to bring peace to her planet.
When she returned the dagger to Azriel, Bryce also gifted Gwydion to Nesta.
"I think that eight-pointed star was tattooed on you for a reason. Take that sword and go figure out why," Bryce told Nesta.
It's possible Maas was setting up a continuation of Nesta's story for her next "ACOTAR" story in the scene, which may see her explore her power and connections to the fae of the Dusk Court.
Elain's role in future 'ACOTAR' books
Although Maas tied "ACOTAR" and "Crescent City" together primarily through Nesta and Azriel in "House of Flame and Shadow," it's possible she may turn to other characters or balance multiple plots in her next book, given the length of the coming volumes. For instance, Maas told Eva Chen during an appearance on "Live Talks Los Angeles" in February 2021 that she planned to write a book from the third Archeron sister's perspective — Elain.
In "A Court of Silver Flames," Elain had settled into life at the Night Court, refusing to explore her mating bond with Lucien. After breaking ties with Tamlin and the Spring Court, Lucien served as an emissary to the human lands for the Night Court, keeping his distance from Elain because being around her was painful.
Maas also spoke to Cooper about Elain and Lucien's mating bond, indicating that she was eager to explore how it differs from others we see in her works.
"I think Elain's got her own trauma and shit that she's going through right now," she said, adding that Lucien's involvement in bringing Elain to the fae world is a barrier to their relationship.
"So, exploring a concept of a free will, what does that look like with a mating bond?" Maas said. "What does that mean? And does nature get it wrong sometimes? Does it get it right sometimes?"
Maas said she was "interested" as a writer in exploring what it meant for someone not to desire to be mated, which could mean she would wrote about that topic in her coming work.
Elain also seems to have an attraction to Azriel in the text, though Maas juxtaposed their bond with how ill-fitting aspects of life at the Night Court are for Elain during a visit to the Court of Nightmares in "ACOSF." Some fans think Maas set up a storyline in which Elain finds a home at another court (which could lead her back to Lucien, who has ties to the Autumn, Spring, and Dawn courts), and that Azriel will find love with Nesta's friend Gwyn instead of Elain.
Maas also hasn't explored the full potential of Elain's Seer powers in the series, so she will likely write more about her abilities in future "ACOTAR" novels.
O Ibovespa fechou em baixa nesta quinta-feira, 13, o oitavo pregão consecutivo de perdas, com investidores digerindo uma bateria de balanços corporativos e acompanhando a saída de capital estrangeiro da bolsa brasileira. O principal índice da B3 recuou 0,23%, aos 167.100,95 pontos, após oscilar entre 166.196,92 e 168.515,49 pontos. O volume financeiro somou R$ 22,4 bilhões. O dólar à vista avançou 0,25%, a R$ 5,1925.
O início da próxima semana deve ser decisivo para o futuro da Amil. Depois de meses de conversas, Bain Capital e Advent International se aproximaram das condições apresentadas pelo atual dono da operadora de planos de saúde, José Seripieri Filho, o Júnior, e esperam usar um encontro com o empresário para tentar colocar um ponto final na negociação.
A diligência sobre a companhia já foi concluída, segundo apurou o InvestNews com pessoas próximas às conversas. Agora, o principal obstáculo deixou de ser a avaliação dos fundos sobre a Amil e passou a ser a garantia de que, caso aceitem as exigências de Júnior, não haverá novos pedidos.
Quem acompanha o negócio de perto avalia hoje que Bain e Advent tendem a aceitar os termos apresentados pelo empresário nos últimos dias. A cautela está relacionada às idas e vindas de Júnior na negociação.
Em troca, querem uma sinalização definitiva de que o aceite será suficiente para fechar a operação – e, se possível, sair do encontro com o acordo assinado.
Reunião decisiva
Um encontro entre os principais envolvidos deve ocorrer já no início da próxima semana. Júnior estará acompanhado de Alberto Bulus e Grace Tourinho, nomes de confiança que também são sócios do empresário na condução da Amil.
Empresário José Seripieri Filho, o Júnior, dono da Amil (Ilustração: Daniela Arbex)
A reunião foi noticiada nesta quinta-feira (13) pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo. Segundo a apuração do InvestNews, a discussão agora está concentrada nas condições para a assinatura do acordo.
Na última conversa, Júnior teria endurecido sua posição e apresentou novas exigências de preço e estrutura.
As conversas até aquele momento caminhavam para um negócio de R$ 15 bilhões, mas a nova pedida do empresário pode levar o valor da transação para perto de R$ 18 bilhões.
Transição preparada
O grau de preparação de Bain e Advent dá uma dimensão de quanto a negociação avançou. A captação dos recursos necessários para realizar a operação já estariam engatilhados, segundo pessoas próximas às conversas.
As gestoras também já escolheram quem gostariam de colocar no comando da Amil caso a aquisição seja concluída. O nome é Irlau Machado, ex-presidente da NotreDame Intermédica e um velho conhecido da Bain Capital. Machado comandou a operadora durante parte do período em que a gestora americana foi sua controladora.
Para Júnior, a posição na mesa continua confortável. Como mostrou o InvestNews, o empresário já recebeu dividendos da Amil superiores aos cerca de R$ 2 bilhões que desembolsou para comprar a operadora da UnitedHealth em 2023.
Além disso, a companhia voltou a crescer e gerar caixa depois da aquisição, reduzindo a necessidade de Júnior aceitar uma proposta que considere insuficiente. Já os compradores querem a segurança de que, uma vez aceitas, elas serão as últimas.
Os agentes de inteligência artificial estão deixando de atuar apenas como ferramentas de apoio para assumir tarefas operacionais, financeiras e administrativas dentro das empresas. Esse avanço promete ganhos de produtividade, mas também amplia os riscos quando sistemas autônomos executam ações sem supervisão adequada.
The median Manhattan rental price for a market-rate apartment soared to $5,000 in July — up 3% from June and 6% from July 2025 — an August 13 report from The Real Deal and appraisal firm Samuel Miller found.
The record-high rent comes alongside a staggering drop in public market listings. Apartment inventory in the borough has dropped by roughly 4,000 units, or 39% year-over-year, as homes are spending far fewer days on the market and people are signing leases with fewer discounts off the asking price.
Last summer, rentals spent an average of 48 days on the market. This summer, it's 36. Shorter duration on the market is typically an indicator of tighter supply and higher demand, as aspiring renters snap up open units more quickly.
Finding housing in the city has long been a challenge. Business Insider has heard from single moms who moved in together to cut costs, side hustlers struggling to make ends meet, and retirees worried they can't pay to age in the city.
The majority of New Yorkers spend more than 30% of their income on rent, the threshold economists classify as unaffordable.
Prices are jumping as inventory drops
The rental market trends are largely in line with America's broader housing market. A 2026 report from the Harvard Joint Center on Housing Studies found that the US has a significant shortage of affordable homes and that rents are rising. Even so, vacancies for both expensive rentals and single-family homes have increased, as many families can't afford to move. This kind of market stagnation is also reflected in NYC, as the Real Deal report showed the number of new leases dropped by 19%.
The Real Deal report also found that, in Manhattan, prices are rising fastest for apartments with two or more bedrooms. The year-over-year median price for "luxury" units — those in the top 10% of the market — has jumped 31% year over year to $13,750 a month.
Downtown neighborhoods have the steepest prices, followed by the West Side, East Side, and Northern Manhattan. Listing inventory across all areas, however, has dropped about 40% in the last year.
To address the housing affordability crisis, Mayor Zohran Mamdani launched his "Block by Block" plan, which aims to build 200,000 affordable homes during his tenure. Business Insider has covered city efforts to convert historic hotels into apartments, construct low-cost senior housing, and repurpose libraries, office buildings, and city-owned property for homes. Increasing supply could help lower prices in the long-run.
The city and state have pledged billions of dollars to these housing initiatives and are also leaning on support from nonprofits, developers, and big banks to foot the bill.
The Real Deal report only captures market-rate units, not rent-stabilized apartments, which make up 44% of Manhattan's housing. Mamdani's rent freeze — one of his top campaign promises — takes effect this fall and will cap rents on those rent-stabilized apartments for one- and two-year leases. While rent freezes can help alleviate costs for (often high-earning) residents in the short term, the policy can cause market-rate costs to increase. A rent freeze under former Mayor Bill de Blasio lapsed for this reason.
O Grupo Abra, controlador da Gol Linhas Aéreas, anunciou nesta quinta-feira, 13, uma mudança no comando da companhia. Celso Ferrer deixará a posição de CEO, que ocupava havia quatro anos, e será substituído por André Fehlauer a partir de setembro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu nesta quinta-feira, 13, que o endividamento não é, por si só, um problema. Para o petista, o consumo deve ser incentivado, desde que dentro da capacidade de pagamento de cada família.
A inteligência artificial ganhou espaço em ferramentas usadas por profissionais de diferentes áreas, e o Figma passou a incorporar recursos que automatizam parte do processo de criação. A plataforma permite gerar designs, editar imagens, trabalhar com textos e transformar ideias em protótipos a partir de comandos.
O Instagram anunciou uma atualização de sua identidade visual, com mudanças na tipografia, nas cores, nos movimentos e em outros elementos gráficos usados pela plataforma. Esta é a primeira reformulação de maior alcance da identidade da rede social em dez anos, após a mudança realizada em 2016. O anúncio foi feito por Adam Mosseri, diretor do Instagram.
Uma crise pode ameaçar a sobrevivência de uma empresa, mas também forçá-la a abandonar processos que já não funcionam. Essa é uma das principais lições de Luis Justo, ex-CEO da Osklen e CEO do Rock in Rio, que irá deixar o comando em setembro, após o evento, para atuar em conselhos, mentorias e investimentos. […]
Na reta final do prazo dado pela Justiça para a blindagem de suas dívidas, a rede Habib’s corre contra o tempo para formalizar acordo com credores até 1º de setembro e evitar um possível pedido de recuperação judicial. Enquanto isso, a empresa tem atuado para tentar liberar os recursos presos em bancos, que também integram […]
A internacionalização das empresas de tecnologia de Santa Catarina ganhou um novo capítulo. A Softplan, sediada em Florianópolis, assinou um contrato de 86,6 milhões de soles — cerca de R$ 130 milhões — com o Poder Judiciário do Peru para implantar um sistema eletrônico de gestão de processos não penais em todo o país.
A Anthropic, dona do modelo de inteligência artificial Claude, pode realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em outubro com uma avaliação de US$ 2 trilhões ou mais, segundo investidores da companhia ouvidos pelo Financial Times. Se o valor se confirmar, a operação será a maior abertura de capital da história e colocará a empresa acima da SpaceX em valor de mercado.
A expectativa é baseada no forte crescimento da receita da companhia. Investidores estimam que a Anthropic possa alcançar uma receita anualizada entre US$ 100 bilhões e US$ 120 bilhões até o fim de 2026. A métrica anualizada considera o desempenho recente da empresa para estimar quanto ela faturaria em um período de 12 meses.
O número representaria um crescimento de mais de dez vezes ao longo de 2026. Em maio, a Anthropic havia informado que sua receita anualizada já havia superado US$ 47 bilhões. A companhia foi avaliada em US$ 965 bilhões em maio, após uma nova rodada de investimentos. Com isso, ultrapassou a OpenAI pela primeira vez em valor de mercado.
IPO pode superar marca da SpaceX
Uma avaliação de US$ 2 trilhões colocaria a Anthropic entre as empresas mais valiosas do mundo e faria sua estreia na bolsa superar a marca da SpaceX, que realizou seu IPO em junho com avaliação de US$ 1,77 trilhão.
O potencial da operação também chama atenção pelo ganho que poderia gerar para os primeiros investidores da Anthropic. Ao mesmo tempo, uma estreia nesse patamar seria um teste para os mercados acionários, que começam a demonstrar maior cautela diante das avaliações elevadas relacionadas à inteligência artificial.
A Anthropic ainda não definiu oficialmente uma avaliação para o IPO, de acordo com os investidores ouvidos pelo jornal britânico. Eles, porém, vêm elaborando seus próprios modelos financeiros para estimar o valor da empresa.
Como referência, empresas consideradas beneficiárias do avanço da inteligência artificial, como a Palantir e a Nebius, chegaram a negociar neste ano por cerca de 55 vezes a receita, segundo o FT.
Crescimento da Anthropic chama atenção
A Anthropic ganhou espaço em relação a concorrentes como OpenAI e Google ao longo deste ano, com novos modelos de IA que, segundo avaliações de investidores e usuários, apresentaram desempenho superior em algumas aplicações.
A empresa também tem concentrado esforços no mercado corporativo, em vez de depender apenas de consumidores individuais.
O crescimento, porém, ocorre em meio a uma série de desafios. A companhia enfrenta concorrência cada vez maior de empresas chinesas, pressão por novas regras para o setor de inteligência artificial e conflitos com o governo dos Estados Unidos.
Segundo investidores ouvidos pelo FT, essas questões contribuíram para uma desaceleração do crescimento da receita em junho. A empresa, no entanto, teria retomado o ritmo de expansão posteriormente.
Custos e concorrência são desafios
Outro obstáculo é o custo dos modelos mais avançados de inteligência artificial. Empresas estão cada vez mais preocupadas com os gastos para utilizar essas ferramentas e, em alguns casos, passaram a adotar modelos menos sofisticados e mais baratos.
De acordo com a Artificial Analysis, plataforma que acompanha modelos de IA, o principal modelo da Anthropic custa mais de duas vezes e meia o preço do modelo considerado principal da OpenAI. Alternativas chinesas de código aberto, por sua vez, têm custos significativamente menores.
Mesmo diante dessas pressões, dados da empresa de pagamentos Ramp indicam que a Anthropic aumentou sua participação entre empresas americanas no mês passado.
A companhia também recebeu quase US$ 100 bilhões em investimentos de fundos de venture capital, fundos soberanos e outros investidores institucionais em 2026.
Dario Amodei: quem é o CEO da Anthropic
Cientista com formação em física e biofísica, Amodei passou pela Google e pela OpenAI antes de fundar a Anthropic, uma das principais empresas da corrida pela inteligência artificial. À frente da Anthropic, Amodei se tornou uma das vozes mais influentes no debate sobre os riscos e o potencial da inteligência artificial.
Amodei também pode se tornar um dos maiores bilionários do setor de tecnologia caso a avaliação se confirme. Segundo estimativa da Forbes, ele tem pouco mais de 1,6% da Anthropic, participação que, na avaliação de US$ 965 bilhões, representa cerca de US$ 15,5 bilhões.
Se a empresa chegar a US$ 2 trilhões, essa fatia poderia valer aproximadamente US$ 32 bilhões, antes de considerar impostos, eventual diluição e restrições à venda das ações. O valor representaria mais que o dobro do patrimônio estimado atualmente e colocaria Amodei entre os homens mais ricos do mundo.
Alessandra Tarantino/AP Photo; TheStewartofNY; Aaron M. Sprecher/Getty Images; Alyssa Powell/BI
In the middle of Taylor Swift's Eras Tour, her then-boyfriend, Travis Kelce, materialized onstage wearing a top hat and grinning ear-to-ear. He clicked his heels, cradled Swift in his arms, and mimed putting makeup on her face during a well-rehearsed skit, hitting all his marks as a member of her supporting cast.
While tens of thousands of fans in London's Wembley Stadium screamed their approval, none had shelled out money for tickets to see Kelce. His cameo was the mere cherry on top of Swift's monumental career achievement: She'd set an attendance record for the venue and generated an estimated $1 billion for the UK economy.
Not that Kelce seemed to mind playing second fiddle. In fact, he said it was "an honor" to dip his toe into Swift's world, casting himself as a superfan who got luckier than most.
Off the field, Kelce's prestige is not threatened by Swift's success but is perhaps even bolstered by it. He belongs to a new wave of secure Hollywood husbands: male celebrities whose enthusiastic endorsement of their high-earning wives makes them more endearing and, crucially, more bankable.
Taylor Swift's now-husband, Travis Kelce, joined her in a supporting role during The Eras Tour stop in London.
Gareth Cattermole/TAS24 via Getty Images
Think: Tom Holland, Spider-Man himself, interrupting his own interview at a "Spider-Man" premiere to admire the glamorous arrival of his wife, Zendaya. (This has happened not just once, but many times.) Holland also told Men's Health that he doesn't join Zendaya on non-Marvel-related red carpets because "it's not my moment, it's her moment."
Or consider the musician Benny Blanco, who said he's so afraid of flying that he literally took a boat across the Atlantic Ocean to lay eyes on his billionaire wife, Selena Gomez, who's currently in London filming her Emmy-winning TV show. "The things we do for love," he wrote on TikTok.
This pattern offers a refreshing contrast to the more common reality, which is that divorce rates in heterosexual couples rise significantly when a woman is more professionally successful than her male partner.
It may also offer an escapist balm for the women in question. Celebrity culture thrives by reflecting our own desires like a gilded mirror — and husbands like Kelce, Holland, and Blanco represent an alluring ideal for women at a time when many are outpacing their male counterparts in the labor market. Women outnumber men in medical school and law school; they earn more bachelor's degrees; and they hold more jobs in the US as of March, according to a survey conducted by the Indeed Hiring Lab.
"That concept of a supportive husband is really appealing to women in 2026," Mike Fahey, the founder and CEO of the PR agency Fahey Communications, told Business Insider. Plus, famous hype husbands who are loving and supportive enjoy the added bonus of being "more marketable," Fahey said.
A female breadwinner isn't exactly a new phenomenon, but as women accumulate more cultural and economic clout — and as prominent men publicly celebrate that trend — the strict "alpha male" archetype loses its luster.
"We're reimagining what masculinity looks like," Fahey said. "As more of those couples take A-plus-list status, others follow suit. You just need one trailblazer to really change the game for the rest of Hollywood."
'They're more than just the alpha male. They're the modern male.'
Tom Holland rarely poses for photos on the red carpet with his wife, Zendaya. "Spider-Man: Brand New Day," in which the couple are also co-stars, is an exception.
Lia Toby/Getty Images
The social media era has transformed celebrity branding, turning descriptors like "real" and "relatable" into high praise. Now more than ever, it pays for celebrities to put their dimensions on display, be it via Instagram posts, red carpet appearances, or paparazzi shots. One of the best ways to do so is by giving fans a glimpse into their relationships.
"This is a really important place for men to show that they're more than just the roles they play," Fahey said. "They're more than just the alpha male. They're the modern male."
Take someone like the rapper A$AP Rocky, who rose to fame with songs like "Peso" and "F**kin' Problems," which feature lyrics in which he brags about his groupies and his own pretty face. Rocky still releases popular, braggadocious music — and his latest album, "Don't Be Dumb," debuted at No. 1 on the Billboard 200 in January — but now, he also spends a lot of time gushing about Rihanna, his longtime partner and the mother of his children, not to mention a beloved hitmaker and Fenty Beauty billionaire.
"So much better when you got 'the one,'" Rocky told GQ when he confirmed their relationship. "She amounts to probably, like, a million of the other ones."
Unlike the trite "wife guy" archetype — the kind of man who builds and sustains his entire image on his marriage, to the point that it can read as performative — Hollywood's hype husbands have plenty going for them on their own. Kelce has Super Bowl rings, and Holland has record-breaking box-office achievements. Blanco made hit songs like Rihanna's "Diamonds" and Katy Perry's "California Gurls" long before he teamed up with his pop-star wife for a collaborative album, 2025's "I Said I Love You First."
Peter Mancusi, a PR professional and communications professor at Northeastern University, said the distinction comes down to self-sufficiency and confidence: It's not "I need you," but "I want you."
"It's not like these men are drafting their wives to become famous themselves. They're already, in their own realms, famous," Mancusi explained.
"Confidence is really about doing what these men are doing, which is supporting their partners," he continued. "It's to say, 'I'm confident enough in who I am to be very supportive of her spectacular career.'"
Want to win over female audiences? Supporting your wife is a good place to start.
Benny Blanco wasn't shy about supporting his wife, Selena Gomez, at the 2026 Golden Globes, where she was nominated for "Only Murders in the Building."
Christopher Polk/2026GG/Penske Media via Getty Images
In Rob Sheffield's book, "Heartbreak Is the National Anthem: How Taylor Swift Reinvented Pop Music," about Swift's impact on the music industry, he quotes Smokey Robinson: "Women make show business," the singer-songwriter and producer told Rolling Stone in 1979. "Men contribute to the thing, but women actually make show business happen."
Sheffield argues that Swift knows this all too well, but I would argue that her husband Kelce does, too. When he proudly declares that his favorite Taylor Swift song is "Blank Space," or he's caught filming the Eras Tour on his phone, Swifties are eager to rally behind him. He becomes one of them.
"Being this famous football player and having this supportive, softer side to him — he's into the music, into what his wife is about — is very appealing, especially to women," Mancusi said. "He's got unlimited possibilities because of his relationship."
"Getting women on your side makes your brand much stronger."Mike Fahey, founder and CEO of Fahey Communications
Women and girls are the driving force behind fan culture — often as early champions of male celebrities they find charming and non-threatening, from The Beatles to Harry Styles to the stars of "Heated Rivalry." History shows that winning over female audiences can be a fast track to stardom.
"I think that women are more likely to click 'Follow,' they're more likely to click 'Like,' they're more likely to visit your TikTok shop," Fahey said. "Getting women on your side makes your brand much stronger. It makes your longevity much stronger. It makes your marketability much stronger and your prospects limitless."
Melvin L. Williams, a communications and media studies professor at Pace University, agreed that famous men like Kelce, Blanco, and Callum Turner, who recently wed pop juggernaut Dua Lipa, are "keenly aware of the economic benefits" of wooing the crowds who flock to their famous wives.
"Each man's next business venture or media appearance has the possibility of a highly profitable endorsement from a notable figure like Selena Gomez, Dua Lipa, or Taylor Swift," Williams said.
Indeed, after Kelce began dating Swift, NFL viewership spiked — particularly among teenage girls — and sales of Kelce's jersey surged nearly 400% when Swift made her first game-day appearance. Kelce's brother, former NFL player Jason Kelce, has credited Swift with introducing their family to a whole new demographic.
So whatever you want to call it — modern masculinity, savvy branding, or simply being a good husband — being in love with a commercial juggernaut has its perks. For Hollywood's hype husbands, a happy wife makes for a lucrative life.
US Army soldiers are embracing drones and navigating the obstacles that come with using them.
US Army photo by Sgt. Sar Paw
US Army soldiers experimented with drones at a recent exercise in the Mojave Desert.
Troops said that the drones offered them new capabilities, extending their sight and reach.
But temperature, connectivity, and equipment proved challenging.
Two US Army 4th Infantry Division soldiers sat on the barren desert earth at Fort Irwin, California. One wore first-person-view goggles and held a drone controller. The other watched the drone's feed on a laptop.
After a few moments of setup, the Neros Archer lifted off, the buzz loud up close and still audible at a distance. The small aircraft made a short flight before returning to the launch point and circling overhead. Then, hovering about a foot above the ground, the operator cut the power. The drone dropped silently.
The demonstration only lasted a few minutes, but it offered a glimpse into a much larger Army experiment with drones. As part of the service's massive transformation initiative, the Army is working to flood the force with small uncrewed aerial systems to prepare soldiers for future wars
Throughout the exercise, soldiers described learning, often through trial and error,what it actually takes to use drones in the field, including when to launch them, how to keep them flying in punishing conditions, what equipment to carry, and how operating them fits alongside troops' existing jobs.
Drones are bringing new capabilities to the fight
Drones extend what soldiers can see on the battlefield and offer them new strike options.
US Army photo by Staff Sgt. Dane Howard
In the desert, Business Insider observed soldiers using a mix of drone technology in demonstrations and simulated combat, including the Archer first-person-view drone, Anduril's Bolt-M, Teledyne FLIR Defense's Rogue I, and Teal Drones' Black Widow. Some soldiers had multiple systems at their disposal and were weighing the pros and cons of each.
The consensus on the positives during the experimentation exercise was that drones could help soldiers spot enemy vehicles or positions and decide how to respond.
"Now my capabilities are just exponentially increasing. I can see further. I can continuously see," Capt. Dominic Sparkling, a unit commander within the 4th ID, said.
Many warfighting lessons can be learned from Ukraine, where both Moscow and Kyiv's forces have used drones as intelligence, surveillance, and reconnaissance tools to extend what they can see on the field of battle, as well as attack options for striking enemy targets. Some drones are one-way attack systems, while others used in the war drop munitions rather than detonating on target, making the systems reusable for future missions.
Some of the uncrewed systems at Fort Irwin featured interchangeable payloads that could be used to see, sense, and, if needed, strike an enemy with an explosive or fragmentation round.
Depending on the situation, certain payloads could either be launched from the drone or require the drone itself to be expended in the attack. Cpl. Emiliano Lopez, one of the Rogue I operators, said using drones meant soldiers didn't have to dismount as often because they can use them to extend their sight and reach.
During the exercise, soldiers were adapting to carrying drone equipment alongside their other weapons and gear.
US Army photo by Sgt. Nathan Arellano Tlaczani
The two soldiers operating the Archer told Business Insider that they had recently completed the monthlong training course for that particular drone and had logged flight time in another class.
"Just being able to go out to the field and test these, we've seen the worst scenarios of these things, and we've seen the best," Specialist Christopher Frank, who was flying the drone, said, citingproblems like loss of connection and physical damage.
The soldier watching the Archer's feed on the laptop, called the spotter, served as a second pair of eyes and a guide for the pilot. Sgt. Gabe Tedro assisted Frank and retrieved the drone when it was powered down. Frank and Tedro were the only two scouts in their platoon qualified to use the Archer, though more troops were preparing for future drone courses.
During simulated combat, soldiers using drones often set up on a mountain at their observation post. They'd position a tripod to relay the drone's signal and keep their equipment plugged in and ready in case they got a call from their commander to launch a drone.
Then, "all it takes is just putting a battery on and tightening the nuts on the rotors, and then we're sending it," Frank said.
Beyond UAVs, the Army was also testing uncrewed ground vehicles. Soldiers had used one, the NOMAD, more than a dozen times for logistics and resupply missions. Sgt. 1st Class Alex Alcantar called it "extremely useful," saying it reduced the risk to troops on dangerous runs.
Punishing conditions reveal challenges
The heat impacted how soldiers could use drones and other technologies.
US Army photo by Staff Sgt. Dane Howard
As troops experimented with the systems in the Mojave Desert, they also ran into challenges and unknowns.
Operators told Business Insider that they weren't pushing their drones in the hot weather, avoiding further distances or long flight times in order to prevent overheating.
"The heat's been a very big thing when it comes to this drone in particular," Sgt. Ramontez Bennett said, describing the Bolt-M. Bennett said the temperature limited how long he could fly the drone and prompted him to keep it moving rather than hover in the air, because "the longer you keep it around in the air, it's gonna overheat."
The heat caused problems ranging from overheating hardware to reduced battery life. Soldiers improvisedsome solutions to cool other technology involved in operating the systems, Army leaders told reporters after the exercise. In one example, troops covered an antenna with a T-shirt soaked in ice water.
None of the drones that Business Insider saw were connected to Next Generation Command and Control, or NGC2, the Army's new prototype warfighting system, which officials have said is intended to connect drones and weapons across the network.
Army leaders said many of the drones weren't connected because vendors were still working toward interoperability requirements with NGC2. In some cases, the drones in use were not yet formal Army programs.
In other situations, troops were navigating connectivity problems caused by simulated enemy jamming, desert ridges, and heavy winds. Frank and others said that connection issues, such as static blurring the drone's camera feed, can come from a range of factors like frequency problems, weather conditions, location, and geography.
Soldiers navigated connection issues, whether due to the environment or simulated jamming.
US Army photo by Pfc. Craig Kong
Like many drones, the Archer and Rogue I have a "return to home" function should they lose connection with their operators.
But other systems, like the NOMAD ground robot, didn't have that fallback option. Instead, it stopped where it was when it lost connection and required a soldier to go out and retrieve it. The rocky terrain also reduced the NOMAD's range, cutting it in half as the vehicle traveled over ridges.
Another challenge was deciding what to carry into the field. Concerns about the added weight and gear came up repeatedly, and soldiers said the trade-offs depended on time, capability, and conditions. If troops needed to move quickly and quietly, that could limit their loadout.
"That's the trade-off," Lt. Col. Shawn Scott, a unit commander within the 4th ID, said. "That's the balance, and it's always going to be hard to find."
Frank and Tedro saidthat at one point, they had received anorder to ready their drone while riding in the back of a Bradley infantry fighting vehicle. Setting it all up inside the vehicle was risky because a bumpy ride can damage some parts of the system.
They said they'd learned tricks in the field, like leaving the drone case behind when they went up to the observation post because it added unnecessary weight, and carrying only a few batteries while keeping the rest in the Bradley.
Those small adjustments were part of a larger process of figuring out just how drones fit into the way soldiers actually fight. Army leaders said soldier feedback from the exercise was critical for assessing how systems performed. Vendors weren't present in the field with soldiers, but some troops said they'd received cheat sheets from companies to reference if they ran into problems.
Sarah Silbiger and her partner Jason Bernert at the North Cascades National Park.
Courtesy of Sarah Silbiger
Sarah Silbiger and her partner, Jason Bernert, took a yearlong sabbatical to road trip the US.
Living in a van with your significant other for a year can naturally get frustrating at times.
Here are her top five relationship tips to make life as smooth as possible.
This as-told-to essayis based on a conversation with Sarah Silbiger, a 30-year-old freelance video and photojournalist based in Philadelphia. The following has been edited for length and clarity.
My partner and I are both journalists. We worked straight through the pandemic, and it was unrelenting. After covering such partisan politics, I really wanted to have a more holistic understanding of what it meant to live in the US.
We're really outdoorsy and wanted to see the country. Simply put, I was seeking a creative refresh and whimsy.
The Winnebago EKKO that my partner and I lived in for a year.
Courtesy of Sarah Silbiger
That led us to take a sabbatical, sell all our stuff, and move into a van.
Being in love was a nice way to keep things amicable. He's my partner, but he's also my best friend, so that helped.
Nonetheless, being on the road for so long isn't easy; here are my top tips and tricks to keep the peace when you're with someone 24/7.
1. Food can lift morale
Trader Joe's was an essential stop throughout our trip.
Unlike Costco, you're not buying huge quantities, so they're easier to fit in the van. The food is already simplified for you, so you can buy fewer individual ingredients and have easy-to-make meals.
We also connected over food because life on the road isn't picture perfect every day. After a long day, making a big pot of Thai peanut noodles was great for morale and absolutely kept the peace in our tiny home.
2. Recognize when something else is making you both miserable
When we were traveling around New Mexico, it was super hot, which, when you're living outside, puts you in a terrible mood. I was with my partner this whole time, so we were obviously getting frustrated with each other.
We went hiking on snowy trails in Cloudcroft, New Mexico.
Courtesy of Sarah Silbiger
Coming from Pennsylvania, there's not a huge difference between the lowest elevation and the highest. But in states like Arizona, Utah, or New Mexico, a completely different climate might be a short drive away. This is where understanding elevation maps came in.
We realized we could drive for 30 minutes to get from a blazing-hot desert to a snowy mountain in Cloudcroft. Everything was fixed. All morale was restored. Peace was restored to our kingdom.
3. Bring your hobbies
I'm a big crafter. I stuffed an entire storage area with my crafting supplies. I brought my entire tufting setup, including a gigantic canvas and an electric tufting machine.
Bringing along my crafting supplies in the van was super grounding. When your environment is changing so frequently, it feels important to have something that remains consistent.
It always gives you an avenue to have your own space. So anytime I didn't want to chat with my partner, I would just go do a craft outside on my own.
I think people think they have to go so minimalist with packing that they don't bring anything except their clothes, food, and a book.
If you're going to be on the road for a long time, or even if you're just on a regular camping trip with your partner, I really am pro bringing your hobbies with you.
4. Implement a reset ritual
Spending all your time with someone can drive you crazy at times.
Something we used to reset the energy was these itty-bitty ice-cream cones. If things were going wrong, we would just say: "We need a tiny ice cream."
We'd eat them, and it was like an instant reset.
Our tiny van freezer was perfect for the mini ice cream cones.
Courtesy of Sarah Silbiger
Sometimes, if we really needed to put the kibosh on a heatedsituation, we would take a shot of pickle juice. It was such a funny way to just be like, OK, we're done. We're just tired and irritable.
For some reason, that was a really good way to snap out of it.
5. Advocate for your needs
A huge aspect of keeping the peace is advocating for your needs. If you're tired, you need to say, "I'm done driving, I'm going to go lie in the back. You drive the rest of the way."
It's the best way to work out communication in a relationship because otherwise, you're not going to make it on the road.
For us, it worked out. In fact, we recently got engaged at Green Lake State Park in New York when we went camping in our van again.
Quem acompanha o mercado financeiro de perto, sabe que o período eleitoral pode mexer com os ativos da bolsa de valores. Ações podem explodir ou derreter diante da fala de um candidato, de uma nova pesquisa ou da definição de um ministério.
Por isso, as eleições são conhecidas pela volatilidade elevada que trazem ao mercado. Segundo dados da corretora Ágora, as estatísticas mostram que, em anos de votação, a bolsa de valores oscila, em média, 14% a mais. Ou seja, ao mesmo tempo que a possibilidade de ganhos é maior, os riscos também são.
Com a estratégia correta, investidores podem buscar ganhos de, por exemplo, 120%, 375% e até mesmo 586%em poucos dias. E não é exagero: lucros como esses foram realidade nas últimas eleições para um grupo de pessoas que seguiram um método que tem crescido cada vez mais entre os brasileiros.
Esta estratégia combina dois fatores: análise acurada do cenário e o mercado de opções.
Com essa combinação, é possível buscar antecipar lucros que demorariam anos, em poucas semanas.
Quer saber como? Eu explico…
Conheça a estratégia que pode gerar lucros com as eleições
O mercado de opções permite que investidores se posicionem para cenários de alta (calls) ou de baixa (puts) dos ativos negociados na bolsa, utilizando contratos que custam apenas uma fração do valor das ações.
Isso porque, ao comprar uma opção, o investidor não adquire a ação diretamente, mas o direito de comprá-la ou vendê-la em um período de tempo determinado. Dependendo da estratégia utilizada, é possível buscar ganhos tanto com movimentos de valorização quanto de desvalorização do mercado.
Uma boa analogia é o sinal de compra de um imóvel. Você paga um valor pequeno hoje para garantir o direito de comprar o imóvel por um preço combinado no futuro. Se o imóvel valorizar, o contrato fica valioso. Se não, você perde apenas o valor do sinal.
Quando isso é feito com estratégia, é possível buscar retornos expressivos em períodos curtos, especialmente em momentos de maior volatilidade.
Foi justamente esse tipo de movimento que permitiu ao analista Ruy Hungria, da Empiricus, registrar ganhos relevantes com operações envolvendo opções:
Ganhos registrados pela carteira de opções da Empiricus Research. Retornos passados não garantem lucros futuros.
Como é possível observar, os valores pagos por cada opção raramente ultrapassam R$ 1. Por outro lado, os retornos podem ser exponenciais em poucos dias.
Ruy Hungria destaca que, apesar da estratégia de opções ser útil em diferentes cenários, os ganhos acima da média são provenientes, principalmente, de ambientes imprevisíveis e com alta volatilidade – justamente o caso das eleições.
“As opções se alimentam de volatilidade“, resume o analista.
Na avaliação de Hungria, embora o mercado de opções seja frequentemente visto como algo complexo, operar esses contratos é mais simples do que muitos investidores imaginam.
“Elas são baratas e podem ser negociadas em praticamente qualquer corretora”, afirma.
Pensando no cenário atual, que é propício para buscar grandes valorizações com a volatilidade do mercado, a Empiricus Research irá lançar o projeto Sprint Eleitoral.
Sprint Eleitoral busca antecipar ganhos de anos em um ‘tiro curto’
O plano do Sprint Eleitoral é antecipar anos de ganhos em apenas 12 semanas com a volatilidade máxima da campanha eleitoral, como ocorreu nas eleições de 2018 e 2022.
Na ocasião, quem seguiu a recomendação dos analistas da Empiricus pôde buscar lucros como estes:
*Resultados de operações indicadas pela Empiricus ao longo das campanhas eleitorais de 2018 e 2022. Retornos passados não são garantia de ganhos futuros. Investimentos têm riscos.
Durante o projeto, os participantes receberão não apenas recomendações de opções que podem se multiplicar por várias vezes em questão de dias, mas também:
Ações que se beneficiam de cada cenário;
Renda fixa para se proteger ou antecipar ganhos com a marcação a mercado;
Carteira recomendada em caso de vitória de cada candidato;
Informações matinais com acontecimentos, pesquisas e bastidores.
Além disso, o investidor terá um acompanhamento completo por 3 meses desde o início da campanha eleitoral até a definição das alianças, equipes de governo e Ministros de Estado.
O analista Matheus Spiess, da Empiricus, vai explicar todos os detalhes de como funcionará o Sprint Eleitoral na próxima segunda-feira (17), às 19h, em um evento online e gratuito.
Nos EUA quem sobe rápido não é o preço da ação, é o lucro da empresa.
Numa bolha clássica o preço sobe e o lucro fica para trás. O investidor paga cada vez mais caro pela mesma fatia de lucro, apostando que o resto da história se resolve depois. Em 2026 o roteiro foi o inverso. O lucro do S&P 500 deve crescer 24% no ano, e o preço das ações não acompanhou na mesma proporção. O mercado não está pagando mais caro que o normal, está pagando menos do que no passado por um lucro que cresceu de verdade.
O S&P 500 subiu 22% em 2026 e bateu recorde em agosto. Mas o motor por trás do rali mudou de perfil. O índice de preço sobre lucro projetado caiu de 22,1 para 20 vezes no mesmo período, segundo a Bloomberg. Os lucros cresceram mais rápido que as cotações, não o contrário. Na temporada do segundo trimestre de 2026, 86% das empresas do S&P 500 superaram as estimativas dos analistas, contra média histórica de 78%, e o crescimento agregado de lucros chegou a 50,4% frente ao ano anterior.
Essa força deixou de estar concentrada nas Sete Magníficas. Setores tradicionais também puxaram o resultado. A Caterpillar reportou receita recorde de US$ 20,54 bilhões no segundo trimestre, avanço de 65% sobre o ano anterior. O CEO Joe Creed atribuiu o salto à demanda por geradores que vende e que são usados em data centers. É uma fabricante de máquinas pesadas surfando a inteligência artificial, sem vender um único chip.
Desempenho anual e morno das hyperscalers
O setor de energia deve registrar o dobro do crescimento na comparação anual neste trimestre, segundo o BofA, puxado pela alta dos preços da commodity em meio às tensões no Oriente Médio. Aeroespacial e defesa também aparecem entre os destaques do banco. A Honeywell, que fabrica componentes para aeronaves, superou estimativas logo no primeiro balanço depois da cisão da companhia.
No setor farmacêutico, a Eli Lilly reportou receita de US$ 23 bilhões no segundo trimestre, alta de 48%, puxada pelo Mounjaro. A empresa elevou o guidance anual e voltou a citar o retatrutide, próximo remédio da linha GLP-1, como aposta para os próximos anos. A demanda por tratamentos de obesidade segue sendo um dos poucos temas que sustentam crescimento de dois dígitos fora do universo da IA.
Os números mostram um mercado apoiado em fundamentos e espalhado entre setores. Máquinas pesadas, energia, farmacêuticas, varejo ligado a evento esportivo. O rali de 2026 não depende só de um punhado de gigantes de tecnologia.
Inclusive, as mag7 têm performance morna no ano, algo difícil de imaginar com o índice registrando novas máximas.
O Banco do Brasil (BBAS3) travou a linha de parcelamento automático de fatura de cartão de crédito ao identificar que correntistas das classes D e E rolavam o saldo devedor sem desembolsar nada, e passou a exigir pagamento de entrada para liberar a operação. A CEO Tarciana Medeiros afirmou a analistas nesta quinta-feira (13) que o efeito da correção já apareceu no mês passado.
“Até julho, já vemos a curva de normalização acontecendo para essa linha”, disse Medeiros, na teleconferência sobre o resultado do segundo trimestre.
A intervenção veio tarde demais para o balanço. A inadimplência acima de 90 dias na carteira de cartões saltou de 7,1% em março para 14,6% em junho, alta de 750 pontos-base em um único trimestre, e concentrou a deterioração do crédito no período.
O vice-presidente financeiro e de Relações com Investidores, Marco Geovanne Tobias da Silva, reconstituiu a sequência ao responder a Eduardo Nishio, head de research e financials da Genial Investimentos, que pediu explicações sobre a velocidade da piora.
Segundo o executivo, a estratégia desenhada para compensar a perda de valor da carteira rural era crescer em pessoa física. O foco principal era o consignado, mas o banco também adotou frentes voltadas ao cartão de crédito. No segmento de alta renda, o faturamento dos cartões alcançou R$ 127 bilhões no trimestre.
O problema surgiu em outra ponta da base de clientes. O banco implementou uma nova sistemática de parcelamento automático de faturas que alcançou correntistas dos segmentos D e E. Ao longo do primeiro trimestre, o CFO afirmou ter percebido que esses clientes começaram a acionar o mecanismo de forma recorrente. O banco levantou um sinal de alerta e travou a linha de imediato.
Veio então o ajuste retroativo. As operações parceladas automaticamente entre janeiro e março sem qualquer pagamento tiveram o risco agravado e passaram a ser classificadas como efetivamente em atraso, o que produziu o salto do indicador em um único trimestre.
“Nós acreditamos que agora é uma inadimplência fato, porque se ele só parcelava sem pagar”, disse Tobias da Silva.
O executivo usou a palavra “estilingada” para descrever o comportamento do índice e classificou o efeito como pontual.
No mercado de crédito e finanças, os termos ”estilingada” ou “efeito estilingue” define um salto abrupto de um indicador geralmente após período de forte represamento ou pressão.
O banco acionou as esteiras de cobrança e encerrou a possibilidade de pagamento parcelado automatizado no cartão. A exigência de entrada, segundo ele, é a prática comum entre os pares privados.
Deterioração do crédito
O CFO situou o episódio dentro de um pano de fundo mais amplo, que já vinha sendo comunicado ao mercado. Ele citou a contaminação do segmento de pessoa física pelos produtores rurais, o aumento do endividamento das famílias e os programas de renegociação do governo, como o Desenrola. A mudança de mix em direção à pessoa física continua de pé, mas o banco freou o cartão no público das classes D e E.
Depois de detalhar o caso, Tobias da Silva afirmou que outros fatores contribuíram para a deterioração do trimestre, mas que o principal foi o segmento D e E na modalidade de parcelamento automático.
O mercado não tratou o episódio como pontual. O JPMorgan classificou o cartão de crédito como o destaque negativo do trimestre e disse que a alta de 750 pontos-base surpreendeu, mesmo diante de expectativas já baixas formadas a partir dos dados do SCR (Sistema de Informações de Créditos do Banco Central).
O banco americano, que mantém recomendação neutra para BBAS3, calcula formação de nova inadimplência de R$ 21,7 bilhões e nova formação de estágio 3 de R$ 20,5 bilhões, ambas acima das provisões brutas de R$ 18,9 bilhões, o que implica cobertura de 87% a 92% das perdas formadas. O índice de cobertura recuou 10 pontos percentuais, para 149%.
A recuperação do segundo semestre depende de uma medida que ainda não saiu do papel. A MP 1.376, publicada em 15 de julho para permitir a renegociação de dívidas rurais, seguia sem execução quase um mês depois. Mário Pierry, managing director de equity research do Bank of America, questionou se os benefícios não ficariam para 2027.
O CFO respondeu que o banco terá um pedaço de agosto e setembro para acelerar e citou o histórico da MP 1.314, quando o BB partiu de uma meta de R$ 12 bilhões e reestruturou mais de R$ 30 bilhões. Segundo ele, a inadimplência do trimestre foi agravada por um risco moral, com produtores interrompendo pagamentos enquanto aguardavam a tramitação no Congresso.
O vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos, Felipe Prince, disse que a estratégia de renegociação está definida, mas ainda não foi ao mercado.
O desenho exige entrada e vinculação de garantias adicionais, condições que podem gerar migração de estágios, reversão de provisão e retomada da apropriação de juros. O JPMorgan calcula que operações renegociadas, prorrogadas e da MP 1.314 já somam R$ 180 bilhões, ou 14,4% da carteira, ante 13,9% em março.
“Não contamos com nenhum ovo sem que a galinha tenha botado”, disse Prince, ao rebater a sugestão de Henrique Navarro, head de banks & financial non-banks equity research do Santander para América Latina, de que o banco deveria ter provisionado toda a deterioração observada.
Sobre o El Niño, o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Gilson Alceu Bittencourt, afirmou que 280 profissionais de ciências agrárias acompanham o cenário em tempo real, com incentivo a seguro, Proagro e investimento em irrigação.
A CEO acrescentou que o produtor também se antecipa. No Centro-Oeste, a previsão de falta d’água leva à antecipação de plantio e colheita. No Nordeste, a seca agravada deve pressionar a safrinha, com perdas prováveis em milho. No Sul, o problema se inverte, com maior volume hídrico. Prince disse que os impactos já estão no guidance de PDD (provisão para devedores duvidosos) de 2026 e parametrizados no motor de concessão para 2027.
Provisão no topo, lucro na ponta baixa
Com lucro de R$ 7,3 bilhões no semestre, incluindo benefício fiscal de R$ 1,4 bilhão, analistas cobraram explicações sobre a manutenção das projeções para o ano.
“Espere provisão ali na ponta alta, lucro na ponta baixa”, disse o CFO, que admitiu risco de desvio de 5% a 6% e adiou a discussão sobre revisão do guidance para o terceiro trimestre.
As ações caíam cerca de 3%, a R$ 18,43, por volta do meio-dia desta quinta-feira, com desvalorização superior a 15% no ano. O JPMorgan destacou que o patrimônio líquido recuou R$ 5,2 bilhões, para R$ 180,6 bilhões, apesar do lucro gerencial de R$ 3,9 bilhões, e que o CET1 (indicador da saúde financeira e solidez de um banco) caiu 30 pontos-base, para 11,3%. O Itaú BBA resumiu o trimestre como um resultado acima do esperado, porém de menor qualidade.
A pressão também migrou para as empresas de menor porte. Prince afirmou que a inadimplência cresce no topo do segmento de micro e pequenas empresas e no low middle, com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 200 milhões, onde os pedidos de recuperação judicial atingiram recorde no primeiro semestre. O banco elevou de 30% para 40% a parcela dessa carteira colateralizada por fundos garantidores e voltou à liderança de desembolsos no FGI e no FGO.
Banco encerrou o parcelamento automático de fatura sem entrada para clientes das classes D e E, prática que os pares privados não adotam, após a inadimplência do cartão dobrar no segundo trimestre (Foto: Arthur Menescal/Bloomberg)
Depois de uma forte correção que levou o ativo da região dos R$ 49 para o fundo em R$ 37,37, a PETR4 começa a mostrar sinais técnicos que merecem atenção.
No gráfico semanal, o ativo parece estar construindo uma estrutura clássica de possível pivô de alta:
✅ Fundo principal em R$ 37,37
✅ Topo intermediário em R$ 43,52
✅ Correção respeitando a região de R$ 40,40–40,60
✅ Preço acima da MME9 semanal
✅ Tentativa de retomada após defesa de suporte
Outro ponto que chamou minha atenção foi a confluência entre:
🔹 Fibonacci 50% em R$ 40,45
🔹 Região do POC (maior concentração de volume)
🔹 Suporte da correção recente
Enquanto essa faixa continuar sendo defendida, a estrutura permanece saudável.
O que falta?
Para confirmar o pivô de alta, os compradores precisam superar:
🎯 R$ 43,52
O rompimento dessa região produziria:
✅ Topo mais alto
✅ Fundo mais alto
✅ Confirmação do pivô no semanal
✅ Melhora significativa da tendência de médio prazo
Fator externo importante
O Brent continua sendo uma peça importante da equação. O petróleo segue acima das médias e testando uma região decisiva, o que pode ajudar a tese compradora da PETR4 caso confirme seu próprio pivô.
Minha leitura
Neste momento, não vejo um pivô confirmado.
Vejo um pivô em formação, com uma estrutura cada vez mais interessante e um nível muito claro para validação.
Content creators like Hank Green and Cliff Tan have been scolded by fans for using or promoting AI.
Monica Schipper/Rob Kim/Getty Images.
Influencers are getting roasted for using or promoting artificial intelligence.
AI is deeply polarizing, and using it carries reputational risks for content creators.
Even creators who are trying to steer clear of AI sometimes get swept up in the controversy.
Being a content creator in the age of AI means navigating a minefield of reputational risks.
Using or simply talking about AI in the wrong way can spark internet backlash, never mind doing a promotional post for an AI company.
Artificial intelligence is highly polarizing, and the backlash against the tech has been ramping up recently. Many factors have contributed to the negative vibes, from unpopular data centers to fears about job displacement and AI-induced price hikes on tech products like video game consoles.
In the particular case of video platforms, AI slop has flooded social feeds with low-quality videos and misinformation, irking some viewers.
In this environment, creators like Hank Green and Cliff Tan have recently faced criticism from their audiences for their associations with AI. There are three main ways creators have been getting raked over the coals about AI in recent weeks.
Here they are:
1. Promoting an AI company
The easiest way for a creator to draw criticism around AI is to post promotional content on behalf of an LLM company or AI firm.
Influencers who posted about attending a luxury OpenAI-hosted "Summer Camp" in early August received a wave of criticism from fans in their comments sections, who variously called it "dystopian," "gross," and "morally bankrupt."
OpenAI CEO Sam Altman.
Bloomberg/Getty Images
An OpenAI spokesperson told Business Insider that the retreat was an education-focused event, and that "creators are an important part of our community and how people get information and learn about our products."
This week, interior design creator Cliff Tan apologized to fans after posting promotional content for the Chinese AI platform, Dreamina, acknowledging the post had disappointed many of his viewers.
Large AI companies have a lot of money to spend on influencer marketing, but creators who want to get that bag should be prepared for potential backlash.
"There's a PR issue with AI as it relates to taking people's jobs and environmental concerns around data centers," Eric Bogard, CEO of the talent firm UnderCurrent Management, previously told Business Insider. "Creators are hesitant to promote AI companies as a result."
2. Using AI in the wrong way
At this stage, pretty much every influencer is using AI tools in some manner.
If you use Adobe Photoshop or TikTok's CapCut, or tweak an image or video with an editing tool, there's a good chance that AI has played a part in your final output.
Audiences generally understand that.
Creators run into trouble when it becomes evident that AI was heavily involved in the making of a finished product.
YouTuber Hank Green learned that lesson when he disclosed he'd used AI as a research tool for one of his shows, and drew an immediate negative reaction from his fans.
"I have been relying too heavily on AI as a research aid," Green said. "It can be very useful for this task, giving me access to a lot of papers I didn't know existed really fast, but I think that has been to the detriment of my work because it has not given me the freedom to find all of my own ways into and around a topic."
The science and educational content creator has since laid out a new policy regarding the use of AI, saying he won't allow any portion of a script to be written, edited, or outlined by an LLM; that a video's thesis must originate with a human; and that no image or music in a video will be AI-generated.
YouTube creator Hank Green.
Monica Schipper/Getty Images
3. Getting flagged for using AI, even if they tried to avoid it
Even if a creator goes out of their way to avoid using AI, they may still get nailed for it.
As social apps like TikTok and Instagram try to detect and label more artificial content in their feeds, some influencers are finding their content getting mislabeled as AI-generated.
Creators like Gregory Littley and Lindsey Lee Lugrin found that social posts promoting work they did offline, such as taking physical Polaroid photos or painting by hand, were flagged as AI.
Lindsey Lee Lugrin's painting was mislabeled on Instagram as "likely created or modified with AI."
Screenshot/Instagram/BI
"I cringe when I see that label," Littley said. "I cringe even more when I know it's not true."
Read more about how influencers are dealing with AI mislabeling
Boa tarde Trader's e Investidores.
Na tela, gráfico mensal de linha do SP500 desde sua criação.
Em março havia feito uma análise semelhante a essa do SP.
Vamos analisar:
Podemos ver ali, 5 ondas. Fui eu que coloquei essas ondas.
Não sou especialista em Elliot, faço alguns estudos, mas de longe não é meu forte.
Então essa análise de ondas pode estar completamente errada.
Mas faz sentido não?
Então, para projetar um alvo para essa onda 5, vemos 2 retângulos.
O de baixo, com exatamente a amplitude da onda 1, e o de cima de mesmo tamanho, pegando ao começo dessa possível onda 5.
O valor é de 8.250 mais ou menos para o SP500.
Estamos quase lá, coisa de apenas mais 5% mais ou menos.
Reparem também que no gráfico mensal estamos tocando a linha de tendência, onde foi topo da onda 1 e da 3.
E se você colocar um Oscilador como RSI Estocástico, verá que está com uma leve divergência.
Será que é a última respirada mesmo?
O que acham?
A chinesa Mixue, que desembarcou no Brasil neste ano vendendo casquinhas a R$ 3 e limonadas a R$ 6, encontrou outra categoria para aplicar sua receita de preços baixos e expansão acelerada lá na China: a cerveja.
O grupo controla desde outubro do ano passado a Fulujia, rede chinesa de pequenos bares que já soma mais de 3,2 mil unidades e se tornou a maior cadeia de bares do mundo, segundo a The Economist.
O chamariz é oferecer um preço difícil de bater, uma estratégia semelhante à que transformou a Mixue na maior rede de fast food do planeta.
Uma cerveja de cerca de meio litro custa a partir de 5,9 yuans, ou US$ 0,87. Os estabelecimentos são pequenos, padronizados e oferecem cerca de 20 tipos de chope, além de petiscos.
Mais do que a cerveja barata, porém, o avanço da Fulujia mostra como a Mixue está usando a estrutura que construiu para vender sorvetes, limonadas e chás para entrar em outros negócios.
A companhia comprou o controle da rede de bares em outubro. Desde então, quase dois terços das 3,2 mil unidades da Fulujia foram abertas. O ritmo lembra o da própria Mixue, que chegou a inaugurar cerca de 40 lojas por dia em 2025.
A mesma fórmula, agora no bar
As duas redes compartilham peças importantes do mesmo modelo.
Para abrir um bar da Fulujia, um franqueado paga cerca de 60 mil yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 46 mil, pelo pacote de equipamentos e identidade visual, sem contar aluguel e reforma. Nos primeiros três anos, não há cobrança de royalties.
A outra vantagem vem da logística. A Mixue construiu boa parte de sua escala controlando uma cadeia de suprimentos que abastece seus franqueados a baixo custo. A Fulujia passou a usar essa mesma estrutura para transportar cerveja produzida na província de Henan, onde as duas empresas estão sediadas.
Segundo a Economist, os franqueados não pagam nem mesmo pelo transporte – inclusive em lojas localizadas a mais de 2 mil quilômetros da cervejaria.
É uma estratégia parecida com a que transformou a Mixue em uma gigante de 60 mil lojas. Mais de 99% das unidades da companhia já eram franqueadas em setembro de 2024, e boa parte da receita vinha não das taxas cobradas dos operadores, mas da venda de insumos e equipamentos para eles.
A empresa opera uma rede global de compras em dezenas de países, além de fábricas, armazéns e logística própria na China. Também é essa estrutura que sustenta preços como o da limonada de 4 yuans, cerca de R$ 3,10, vendida pela Mixue no mercado chinês.
E o Brasil?
Por enquanto, cerveja não faz parte dos planos anunciados pela Mixue para o Brasil.
A Fulujia ainda não revelou intenção de abrir unidades fora da China. A própria operação brasileira da Mixue está em uma fase bem anterior: a companhia desembarcou no país neste ano e usa as primeiras lojas para entender preço, cardápio e hábitos do consumidor antes de acelerar a expansão.
Mixue: chinesa é a maior rede de sorvetes do mundo e estreia no Brasil (Foto: Na Bian/ Bloomberg)
A ambição, no entanto, é grande. A empresa prevê investir R$ 3,2 bilhões no Brasil e já falou em chegar, no longo prazo, a 2 mil unidades no país.
No curto prazo, a adaptação ao gosto brasileiro está acontecendo dentro do negócio que a companhia já conhece. Depois de estrear com casquinhas, limonadas e chás, a Mixue prepara produtos com ingredientes locais – e escolheu o açaí como um dos primeiros sabores desenvolvidos especificamente para o mercado brasileiro.
A empresa pretende ainda nacionalizar cada vez mais seus insumos e prevê construir uma fábrica no país, embora não tenha definido um cronograma.
A Mixue, rede chinesa que construiu um império vendendo sorvetes, limonadas e bubble teas a preços baixos, chegou ao Brasil. E vai ter até açaí no cardápio! #mixue#fastfood#negócios
"You could either cut your workforce in half and stay in the same business lines, or you can use all these new resources to expand against your competitors," Hastings said during an interview for Semafor's "The CEO Signal" podcast.
Hastings, who sits on Anthropic's board of directors, said that in five years, frontier models will be 32 times better than today. If that pace continues, which is not guaranteed but is something many in the industry expect, "then in 10 years, that's a thousand times better."
"What do CEOs have to do? It's like doubling your workforce," he said.
Many companies, Hastings said, will take it as an opportunity to try to gain a leg up on their competition.
"You're going to see a lot of companies attacking each other, which is the great act of creative destruction," he said. "And because it's gotten easier and easier to make software and soon will be easier to make everything."
Hastings said all of society, including the C-suite, isn't ready for what AI will do if the pace of advancement continues.
"I think most humans are underestimating what doubling every year that's an exponential rate of improvement is going to do," he said.
The Netflix cofounder also dismissed concerns that only large companies like the entertainment giant he helped create will truly thrive with AI. Larger companies are better suited to funding the high costs of widespread, intensive AI use, though that gap may narrow if AI usage costs decline, as some industry analysts expect.
After leaving Netflix's board of directors in June, Hastings is devoting his time to Powder Mountain, a Utah ski area, parts of which he's turning into a luxury, members-only ski community.
"I think sometimes the small companies are the most innovative and will be the most aggressive users of AI to unlock various scenarios to compete with their competitors," he said. "So it varies quite a bit."
Instead, Hastings said it's CEOs like himself who will determine which companies will benefit the most from AI.
"I think it's more attitudinal than the size of the firm, and certainly depends on the applicability of it," he said.
Hastings said he's using AI "all the time" both to expand his own knowledge and to create better experiences for Powder Mountain's members.
"I'm asking AI to teach me how ski lifts work, how sewer systems work, what property developments have worked and why," he said. "So I'm the student for so much of the AI session. And then we're using AI to improve the software in the place."
Denise Dresser is leaving her role as OpenAI's chief revenue officer.
Bloomberg/Getty Images
Denise Dresser is leaving her role as chief revenue officer at OpenAI after eight months.
It's the latest in a batch of executive shake-ups at OpenAI as it positions for an IPO.
Dali Rajic, the former chief operating officer of Wiz, will replace Dresser.
OpenAI's executive shake-up continues.
The company announced Thursday that it is replacing its chief revenue officer, Denise Dresser, after only eight months in the role. Dali Rajic, formerly the chief operating officer of Wiz, is taking over the role with the monumental task of preparing OpenAI for its initial public offering, expected next year.
Dresser's departure joins a wave of change inside OpenAI's upper ranks. On Tuesday, former chief operating officer Brad Lightcap said he'd be leaving the company — Dresser had been given parts of Lightcap's former remit as recently as April. In July, OpenAI lost Johannes Heidecke, its head of safety systems, and Joshua Achiam, its chief futurist. Fidji Simo, its CEO of applications, moved into an advisory role due to health reasons.
The dramatic upheaval comes at a crucial juncture for OpenAI. This year, its rivalry with AI lab Anthropic reached a fever pitch, with the companies battling for market share and talent as they speed toward IPOs. OpenAI is trying to parlay its billion users into a sustainable business, scrambling to build data centers and win customers as its core technology evolves.
Dresser joined OpenAI last December to spearhead its revenue growth, coming from a CEO role at Slack within Salesforce. OpenAI's Thursday release said she would leave after a transition period.
"Denise has led our revenue organization through a formative period for the business and has worked tirelessly to get the team to where it is today," Greg Brockman, OpenAI's president, said in the release.
Dresser thanked the OpenAI staff in a message she posted on LinkedIn on Thursday. She didn't provide details about her next move, writing that she "made the difficult decision to leave OpenAI in the coming weeks to pursue other opportunities." Dresser didn't immediately respond to a request for comment from Business Insider.
OpenAI told Business Insider that under Dresser, the company now has 2 million business customers, double its count from a year ago. The company aims to generate half of its revenue from enterprises by the end of the year.
Rajic was Wiz's president and chief operating officer throughout the cloud security firm's recent purchase by Google. He'd previously held executive roles at Zscaler and AppDynamics.
Have a tip? Contact this reporter via email at scouncil@businessinsider.com, or over text, Signal, Telegram, or WhatsApp at 415-757-8198. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.
“Tudo começa com produto.” Essa foi uma das mensagens principais que o executivo italiano Antonio Filosa, CEO global da Stellantis, grupo que reúne as marcas Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Chrysler e tantas outras, buscou passar a investidores e analistas quando apresentou em maio o novo plano estratégico para ganhar mercado nos próximos anos.
Segundo ele, isso se traduz em oferecer carros que atendam às necessidades dos consumidores em seus diferentes perfis. No caso do brasileiro, isso passa, antes de qualquer atributo ou tecnologia, pelo que cabe no bolso, defende Herlander Zola, presidente e COO (Executivo-Chefe de Operações) da Stellantis para a América do Sul.
O plano batizado de “Fast Lane” começou a se materializar em um dos principais mercados globais da Stellantis, o Brasil, com o lançamento do Jeep Avenger, um novo modelo que tem a ambição de ganhar mercado em um dos segmentos que mais vendem: o de SUVs de entrada.
O modelo chega a partir de R$ 119.900 na versão Altitude. É um “híbrido leve” (MHEV), com bateria de 12V e motor turbo T200. As faixas de preços dos modelos superiores partem de R$ 135.990 e R$ 145.990, o que evidencia a preocupação para que o Avenger seja de fato competitivo diante da concorrência cada vez mais acirrada.
“Ganhar mercado” pode ser entendido também como “recuperar terreno perdido” nos últimos anos para concorrentes no segmento de SUVs de forma mais ampla, na faixa de preço que vai até R$ 250 mil, em que a eletrificação avançou mais rápido no Brasil.
E também defender a sua participação ainda preservada diante da nova ofensiva de chineses elétricos, agora em SUVs compactos, como contou o InvestNews em recente reportagem sobre a indústria.
Jeep Avenger, que chega como aposta com o avanço chinês (Divulgação)
O BYD Song foi o quarto SUV mais vendido do país no primeiro semestre, segundo números da Fenabrave, com mais de 31,5 mil unidades; o ranking de emplacamentos no segmento foi liderado, pela ordem, pelos modelos da Volkswagen T-Cross (48 mil) e Tera (41,4 mil) e pelo Hyundai Creta (36 mil), em nova versão desde 2025. O modelo da Stellantis mais bem posicionado foi o Compass, em sétimo (27 mil).
“A Jeep é talvez uma das marcas que mais sofre o avanço chinês e a adoção de novas tecnologias na faixa de preço em que a marca atua”, disse Zola em conversa com jornalistas nesta semana.
“Não tenho dúvida de que o Avenger é uma arma poderosa para que a Stellantis volte a responder com a marca Jeep dentro de um segmento em que a gente perde espaço”, disse o executivo sobre as expectativas.
O plano estratégico global Fast Lane, apresentado por Filosa em maio no Investor Day da Stellantis em Auburn Hills, nos Estados Unidos, envolve um pacote de mais de € 60 bilhões em investimentos e 60 novos modelos até 2030. A Jeep foi escolhida como uma das quatro marcas globais prioritárias, ao lado de Ram, Peugeot e Fiat.
A reconquista de mercado – inicialmente com o Avenger – busca reestabelecer um cenário de um passado não muito distante, em que os modelos Renegade e Compass, principalmente, mas também o Commander tinham ampla presença nas ruas brasileiras.
Mas o trio atravessou um período sem grandes renovações, justamente no momento em que rivais chineses como o citado BYD Song, mas também entrantes como o GWM Haval 6, além do Caoa Chery Tiggo 5X e 7, passaram a atacar o segmento de SUVs com preços agressivos e pacotes tecnológicos considerados mais robustos, incluindo híbridos.
O executivo que lidera a operação da Stellantis no Brasil e no continente disse ver o avanço da eletrificação na preferência do consumidor brasileiro como um caminho sem volta, mas que passará por oscilações: neste ano, ganhou ímpeto com os reajustes nos preços da gasolina na esteira do encarecimento do petróleo com a Guerra do Irã.
“Antes da chegada dos chineses, a Jeep, mesmo com um portfólio antigo, ainda performava muito bem. O nível de satisfação dos nossos clientes ainda é alto, mesmo hoje. Mas na hora em que o cliente decide buscar uma solução eletrificada nessa faixa de preço, a gente estava fora do radar — ou estava, até muito pouco tempo atrás”, disse Zola.
O executivo também tratou a questão como estrutural para o grupo, não apenas para uma marca: “A Stellantis perdeu espaço em SUVs por um motivo claríssimo. E a Jeep não teve o portfólio de produtos e a oferta tecnológica na velocidade que o mercado pedia.”
‘Calibrando’ a demanda
A escolha por um lote inicial limitado, com preço promocional de R$ 114.990, para o Avenger foi deliberada — uma ferramenta clássica de lançamento, segundo Zola, para criar senso de escassez e medir a real disposição do consumidor antes de calibrar preço e volume de produção.
“Se eu tenho um lote propositalmente pequeno, com um preço muito atraente, eu vou gerar uma busca grande de pessoas para tentar comprar aquele produto naquele momento. É exatamente do que a gente precisa nesse instante”, afirmou.
A depender de como a demanda evoluir depois do fim da fase de pré-venda, a Stellantis terá duas alternativas: aumentar o tamanho dos lotes ou reajustar o preço. Zola foi direto sobre o limite concreto da decisão: a capacidade produtiva na curva inicial de fabricação de um carro novo, que cresce aos poucos ao longo dos primeiros meses.
“Eu preciso calibrar essas coisas para prometer aos nossos clientes algo que eu tenho a capacidade de cumprir em termos de prazo de entrega”, disse.
O Avenger será produzido na fábrica em Porto Real, no estado do Rio de Janeiro, originalmente da Peugeot – e que foi “atualizada” por processos produtivos mais modernos da Stellantis, segundo o executivo.
Novas gerações na linha Jeep
Para Zola, o Avenger tem uma vantagem tecnológica “muito grande” diante dos modelos do grupo no mercado no segmento de SUVs de entrada, em referência a Fiat Pulse e Fastback.
O modelo representa a abertura de um novo ciclo: Renegade, Compass e Commander devem ganhar novas gerações “completamente diferentes” nos próximos anos, segundo o executivo.
A estratégia de eletrificação mais ampla da Jeep no Brasil, no entanto, ainda está em revisão. O plano tecnológico apresentado há três anos, batizado de BioHybrid, será atualizado e reapresentado ainda neste ano, segundo Zola — sem data ou nome definidos.
Parte da indefinição tem origem tributária. As mudanças em discussão ainda não deixaram claro como vai funcionar o chamado imposto seletivo, que deve incorporar benefícios hoje concedidos pelo IPI Verde.
Zola citou o regime atual de importação de kits (CKD e SKD), com alíquotas de taxação de 35%, como um fator que hoje favorece marcas chinesas com baixo nível de localização de produção no Brasil (isso sem entrar no mérito das cotas de vendas com isenção total).
“No modelo atual, 35% de imposto ainda nos dá a possibilidade de continuar trabalhando com kits com um nível de localização muito baixo. Isso coloca a cadeia da indústria nacional automobilística em risco”, disse.
Parcerias com chineses
Zola disse que a Stellantis também avança na parceria com a chinesa Dongfeng, recém-ampliada globalmente. Já estão definidos dois modelos Jeep e dois Peugeot que usarão como base produtos da Dongfeng — hoje vendidos na China sob outros nomes.
A discussão em aberto agora é sobre produção regional. “O que estamos tentando entender é qual o plano deles no Brasil, na Argentina, no Uruguai. Diante da parceria, podemos cooperar em um produto ou em vários — é um campo de negociação aberto”, disse Zola.
O COO ressaltou que a rede de distribuição e a experiência comercial da Stellantis no Brasil, com quase 30% de participação de mercado, são um ativo relevante para a marca chinesa.
Some-se a isso o desenvolvimento interno de veículos elétricos de entrada baseados em plataformas chinesas no modelo de parceria — os modelos A05 e A10, da Leapmotor, hoje vendidos na China, devem chegar a outros mercados sob nomes ainda não definidos.
Os pedidos de saque do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) seguirão novo caminho processual, dependendo do motivo alegado pelo trabalhador.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que quando as solicitações para sacar o valor estiverem relacionadas ao fim ou à suspensão do contrato de trabalho, a análise segue sendo feita pela Justiça do Trabalho. Nessa lista entram, por exemplo, casos de extinção da empresa ou de rescisão indireta, quando o trabalhador pede o fim do contrato por falta grave do empregador.
Já as demais situações previstas na Lei 8.036/1990, a Lei do FGTS, como aposentadoria, doença grave e financiamento habitacional, passam a ser de competência da Justiça comum.
A mudança encerra uma divergência entre o TST e o Superior Tribunal de Justiça (STJ) que existia há anos. Até a nova decisão, o entendimento predominante no TST era o de que quase todas as ações sobre movimentação do FGTS deveriam ser julgadas pela Justiça do Trabalho.
O STJ discordava e considerava que boa parte desses casos pertencia à Justiça comum. Essa divisão gerava insegurança para trabalhadores que precisavam recorrer à Justiça para liberar o dinheiro do fundo.
A decisão foi tomada em 7 de agosto, em um julgamento que buscou uniformizar o entendimento dos tribunais sobre o tema, já que casos como esse se repetem aos milhares na Justiça.
Segundo o ministro Cláudio Brandão, relator do caso, a relação entre o trabalhador e a Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão do FGTS, é definida por lei específica, e não pelo contrato de trabalho.
Na avaliação do ministro, embora o contrato de trabalho seja a origem do FGTS, o direito de sacar o dinheiro da conta vinculada decorre das hipóteses previstas na lei que regula especificamente o fundo. Quando a discussão trata apenas da aplicação dessa lei, o caso deixa de ter natureza trabalhista, o que justifica o julgamento pela Justiça comum.
A expectativa é que a mudança reduza o volume de recursos hoje usados só para discutir em qual Justiça a ação deve tramitar.
Quando o processo continua na Justiça do Trabalho, e quando vai para a Justiça comum
Nos casos ligados diretamente ao contrato de trabalho, a liberação dos valores depende da análise de uma questão trabalhista, como saber se houve ou não demissão sem justa causa. Por isso, a competência permanece com a Justiça do Trabalho.
Já nos casos que independem da relação de emprego, basta verificar se o trabalhador cumpre os requisitos previstos em lei, o que levou o TST a definir que a competência é da Justiça comum.
Fica com a Justiça do Trabalho
Vai para a Justiça comum
Demissão sem justa causa
Doença grave
Rescisão indireta
Aposentadoria
Rescisão por acordo entre empregado e empregador
Morte do trabalhador
Extinção da empresa
Financiamento habitacional
Calamidade pública
O que acontece com quem já tem processo em andamento
Para evitar prejuízo a quem já havia entrado na Justiça sob a regra antiga, o TST estabeleceu uma transição. Processos que já tinham sentença de mérito, ou seja, em que o juiz já havia decidido o caso, até a publicação do acórdão continuam tramitando na Justiça do Trabalho até o fim, incluindo a fase de execução, quando o valor é efetivamente pago. A nova regra vale para os demais processos, ainda sem decisão de mérito.
Quem está com um pedido de saque parado ou em análise deve verificar em qual fase o processo se encontra para saber se a mudança de competência afeta o próprio caso.
As regras de saque do FGTS não mudaram
A decisão do TST altera apenas qual Justiça julga cada tipo de ação, não as situações em que o saque do FGTS é permitido. As hipóteses de movimentação da conta continuam as mesmas previstas na legislação, entre elas demissão sem justa causa, aposentadoria, compra da casa própria, doença grave e calamidade pública.
O que muda é o caminho a seguir quando a Caixa nega o saque ou quando o trabalhador precisa de uma autorização judicial para movimentar o dinheiro. Nesses casos, será preciso identificar corretamente se a ação deve ser proposta na Justiça do Trabalho ou na Justiça comum, conforme o motivo do pedido.
A decisão do TST ainda pode ser questionada no Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de recurso.
Allison Strumeyer was too pregnant to pitch at "Shark Tank" so she sent her husband and Pete Davidson.
Courtesy of Allison Strumeyer
Allison Strumeyer wanted experience in finance and a startup before launching her own.
She says working for BlackRock showed her how to work to a high standard.
She launched a sock company that does millions in annual sales.
This as-told-to essay is based on a conversation with Allison Strumeyer, cofounder and CEO of doublesoul. It has been edited for length and clarity.
When I was in college at the University of Pennsylvania, I had a side hustle selling T-shirts. I would connect with local artists to feature their work and sell the shirts on campus. I also did pitch competitions with my now-husband, Ben. I've always felt very native to entrepreneurship, and I knew I wanted to start my own business.
Yet, when I graduated, I chose to work at BlackRock. It was intentional: I believed working with a global finance company would give me insights valuable to me as an entrepreneur. BlackRock also taught me how to perform at a high level, in everything from communications to project management.
I was at BlackRock for about two years, then joined Mirror, a startup that was acquired by Lululemon. Mirror was smaller and scrappier, and during my four years there, I learned about scaling a startup. The combination of both experiences left me ready to start my own company.
I became really passionate about socks
I always found it interesting that we wear socks more than almost anything else in our wardrobe. But there's little innovation, product development, branding, or design around socks. I felt the category had been ignored, and I believed that we all deserve socks we're excited about.
My husband Ben and I became really emotionally attached to the idea of creating better socks. But we wanted to test the market before diving in. We created a prototype and ordered 10,000 pairs — the minimum order, which was about $100,000 worth of socks.
We shared them with pretty much everyone we'd ever met and asked them to post about the socks. That gave us organic sales and — more importantly — proof of our concept. In 2022, we officially launched Doublesoul.
Investment gave me the confidence to leave my job
I chose to stay in my day job as long as possible while we started the company. On social media, people are encouraged to leave their jobs to pursue their own projects, but that felt like dangerous territory to me.
Having that backing gave me the confidence I needed to leave my job. Ben and I knew we would need to sell lots of socks before we could fund a team. But we also wanted to move quickly, so we pursued venture funding. We raised about $2 million.
Leaving my job was emotional. I went to a school where most people went on to high-paying careers, and I was walking away from a secure salary. Even though I knew I was building equity in the business over the long term, that was scary.
Entrepreneurs pitch expressive, eco-friendly socks on "Shark Tank."
Christopher Willard/Disney via Getty Images
I was too pregnant to appear on 'Shark Tank,' so my husband went
We had a lucky break early on at the company when comedian Pete Davidson tried the socks and loved them. He started as a customer, but quickly invested. Now, he's like a third partner to Ben and me.
We were brainstorming unique marketing opportunities and decided to try to get on "Shark Tank." I was too pregnant to travel when the show taped, so Pete and Ben went.
I didn't mind missing out: I didn't have to be nervous, and having Ben there was like having an extension of myself. Ben and Pete called to tell me about the deal with Kendra Scott, the Shark who invested in the company.
We create time daily for family, without business talk
When the show aired last September, our son was 3 weeks old. In many ways, early parenthood mirrors a startup. I'm glad to have Ben at my side for both. Splitting responsibilities and knowing that we share a vision for our future — for the business and our son — is very grounding.
We take a walk most mornings to bring the baby to the park. During that time, we're not allowed to talk about Doublesoul. We just relax and enjoy a family moment. We need to be intentional about clearing time for our relationship, or it would be too easy to talk business all the time.
I tried Chili's crispy chicken sandwich, which the chain credited with boosting sales.
Erin McDowell/Business Insider
Chili's just released its latest earnings and credited its chicken sandwich with boosting sales.
I tried the chain's crispy chicken sandwich to see what the hype was about.
It gives Chili's an edge in the value battle with fast food.
Chili's has a new weapon in the war against fast food: its crispy chicken sandwich.
While the chicken sandwich wars have faded in recent years, the fight for value has only intensified.
Chili's has repeatedly leaned into that competition, launching three campaigns in the past few years that directly challenge fast-food staples with larger versions of those items, arguing that diners can get more for their money at the casual-dining chain.
Earlier this year, Chili's launched a new campaign for its $10.99 3-For-Me deal, featuring a revamped chicken sandwich and five new versions, from Buffalo to BLT-style, as it looks to challenge fast-food chains on taste and value.
The bet on chicken sandwiches is paying off.
On its parent company's Q4 earnings call on Wednesday, CEO Kevin Hochman credited the chicken sandwich push with helping boost same-store sales. He said daily chicken sandwich orders on the base menu jumped 175%, and said the item was "designed to drive traffic."
I tried the new chicken sandwich to see why it's become such a hit for Chili's — and while it may not be as convenient as a fast-food option, the overall taste and value won me over.
Chili's crispy chicken sandwich immediately impressed me with its size
I tried Chili's crispy chicken sandwich, which the chain credited with boosting sales.
Erin McDowell/Business Insider
In addition to its classic version, the chicken sandwich comes in five variations, including honey-chipotle, Buffalo, spicy mayo, and a deluxe version topped with bacon, lettuce, and tomato.
It's also featured in Chili's nationwide $10.99 3-For-Me deal, which includes fries, bottomless chips and salsa, soup or a side salad, and unlimited fountain drinks.
For comparison, at my local McDonald's, a McCrispy chicken sandwich meal, which includes a sandwich, fries, and a drink, costs $10.59, excluding tax.
The chicken sandwich comes topped with mayonnaise and thick-cut, crunchy pickles
Chili's chicken sandwich had a generous serving of mayonnaise.
Erin McDowell/Business Insider
The sandwich was much thicker than any fast-food chicken sandwich I've had, and that's intentional.
Chili's said a local study found its chicken sandwich fillet is more than 80% larger than the average McDonald's McCrispy breaded fillet.
"If we can have a superior product that tastes great and is a great value, people are going to come," CEO Kevin Hochman told Business Insider. "And then if we can execute it, they're going to come back."
Chili's also hand-breads its chicken fillets in-house, rather than re-frying them from frozen, which Hochman said is part of the chain's mission to focus on menu improvements, not just innovation.
I can see why the chicken sandwich is helping to boost sales
Chili's chicken sandwich delivered on taste and value.
Erin McDowell/Business Insider
Each bite was a satisfying mix of salty, briny, and savory flavors, with the tangy pickles cutting through the richness of the chicken.
However, the texture is what ultimately gives the Chili's sandwich the edge over fast-food chicken sandwiches. The coating stayed crunchy from the first bite to the last, making this a sandwich that lives up to its "crispy" name.
The value proposition was just as convincing. For $10.99, my meal came with fries, bottomless chips and salsa, and an unlimited fountain drink.
With this meal, Chili's outperforms fast-food restaurants on both taste and value, even if it can't compete with the speed and convenience of a drive-thru.
À parte dessas facetas e dos trabalhos desenvolvidos com empresas como Apple, Nike e Visa, o americano Neil Redding, consultor, palestrante e arquiteto de inovação, é mais conhecido como “futurista do agora”, ao abordar como tecnologias emergentes e inovadoras já estão transformando o mercado. Nesse contexto, a inteligência artificial (IA) generativa tem sido um tema […]
I made Ina Garten's blueberry-bran muffins for breakfast.
Dahlia Rimmon
As a dietitian and mom of three, I'm always looking for new breakfast recipes to try.
Ina Garten's blueberry-bran muffins were simple to make and my kids loved them.
The muffins also froze well and can easily be reheated in the microwave.
As a dietitian and a busy mom of three, I often find myself stuck in a breakfast rut, serving the same foods I know my kids will eat.
Every so often, though, I make an effort to try a new breakfast recipe to add some variety to our morning routine.
I enjoy making Ina Garten's recipes since they typically feature straightforward instructions and simple ingredients. So, when I found her recipe for blueberry-bran muffins, I knew I had to give them a shot. Here's how it went.
I gathered all the ingredients before getting started.
Dahlia Rimmon
Before getting started, I arranged all the ingredients on the counter and preheated the oven to 350 degrees Fahrenheit.
I appreciated that I only needed two mixing bowls: one for wet ingredients and one for dry.
The only tweak I made to the original recipe was swapping fresh blueberries for frozen, which my kids prefer.
I began by mixing all the dry ingredients together.
Dahlia Rimmon
In a large mixing bowl, I combined a cup of all-purpose flour, a teaspoon of salt, half a teaspoon of baking powder, half a teaspoon of baking soda, and half a teaspoon of cinnamon.
Then, I combined all the wet ingredients in a separate bowl.
Dahlia Rimmon
In a separate mixing bowl, I added 7 ounces of Greek yogurt, half a cup of sugar, half a cup of vegetable oil, half a cup of honey, and a teaspoon of vanilla extract.
I whisked two jumbo-sized eggs and incorporated them into the bowl of wet ingredients, thoroughly mixing everything together.
Next, I combined the wet and dry ingredients.
Dahlia Rimmon
I then poured the wet ingredients into the bowl with the dry ingredients, and mixed the batter until everything was combined.
I added the blueberries, which gave the batter a nice purple hue.
Dahlia Rimmon
Once all the ingredients were fully mixed together, I gently stirred in 2½ cups of wheat bran and 1½ cups of frozen blueberries.
When all the ingredients were combined, the batter had a nice purple hue from the blueberries.
I greased the muffin pan before adding the batter.
Dahlia Rimmon
Once the batter was ready, I greased the muffin pan using olive-oil spray to prevent sticking.
Then, I scooped the batter into the muffin pan, filling each cup to be about three-quarters full.
Personally, I decided to skip the paper liners Garten suggested since I didn't find them necessary.
I let the muffins bake for 25 minutes.
Dahlia Rimmon
I used a toothpick to check if the muffins were ready. When it came out clean, I knew it was time to take them out of the oven.
I let them cool on the kitchen counter until they reached room temperature before storing them.
My kids devoured the muffins.
Dahlia Rimmon
My kids absolutely loved having Ina Garten's muffins for breakfast and even requested seconds.
The muffins had a nutty flavor with hints of honey, and their texture was wonderfully moist and chewy. They also freeze exceptionally well and can be easily reheated in the microwave.
I'll definitely be making these blueberry-bran muffins again and will be adding them to our breakfast rotation.
This story was originally published on March 5, 2024, and most recently updated on August 13, 2026.
David Ellison's Paramount wants employees using AI tools like Claude, within reason.
Samuel Boivin/NurPhoto via Getty Images; Valerie Macon/AFP via Getty Images
Paramount Skydance is putting monthly limits on Claude token usage for tech employees.
The change is meant to "ensure controlled spending and effective usage," a tech leader said.
Other companies, including Disney and Microsoft, are encouraging responsible AI usage.
Paramount Skydance is putting limits on Claude spending for tech staffers as the company looks to cut down on wasteful AI usage.
David Ellison's company has capped how many Claude tokens users can use each month, three Paramount employees said. Tokens are units of AI usage and are generally how companies like Claude-maker Anthropic bill customers.
"As part of ongoing AI governance, monthly spend limits have been applied to Claude accounts to ensure controlled spending and effective usage across the organization," a senior AI leader said in an early-August message in Paramount's #claude-users Slack channel.
The senior Paramount AI leader said on Slack that "most users won't notice any change to their day-to-day experience" and added that tech leadership still "wanted to give everyone a heads-up."
A person familiar with the change said these monthly AI usage limits aren't team-specific and are instead "tailored by person and by need." They added that the limits are "more of an art than a science."
Users who exceed their monthly quota can request more tokens by filling out a form, four Paramount employees said.
Despite putting in Claude token limits, Paramount is "definitely still encouraging AI," the person familiar with the company's strategy said.
Token limits cause 'a fair amount of hubbub'
Some tech staffers were caught off guard by the new limits.
"There was a fair amount of hubbub around the change," one streaming employee said, though they added that it "won't really affect me" since they use only a fraction of their monthly token limit.
The senior AI leader's message thanked employees for "patience as we continue building out the right guardrails for responsible AI use at Paramount."
Barring a settlement, the company will owe over $1 billion in fees to WBD shareholders while it waits for its March trial. Paramount's financial backers agreed to pay a so-called "ticking fee" of about $7 million per day that the WBD deal isn't closed, starting after September 30.
If Paramount buys WBD, it will have roughly $80 billion in debt, and if the deal doesn't close, it would have to pay a $7 billion termination fee.
A H&M anunciou nesta quinta-feira (13) a abertura de quatro novas lojas no Brasil no segundo semestre de 2026. As unidades fazem parte da expansão física da varejista sueca no país e marcam a chegada da marca ao Nordeste.
Com as aberturas, a H&M deve chegar a 13 lojas no Brasil, distribuídas por três das cinco regiões do país. A empresa também mantém operação de e-commerce, disponível para consumidores em todo o território nacional desde agosto de 2025.
A expansão da H&M no segundo semestre de 2026 inclui quatro unidades:
Cidade
Shopping
Fortaleza
RioMar Fortaleza
Recife
RioMar Recife
Rio de Janeiro
Shopping Tijuca
Rio de Janeiro
NorteShopping
A loja do NorteShopping tem abertura prevista para setembro. As demais unidades serão inauguradas ao longo do segundo semestre de 2026.
O que muda com a chegada da H&M ao Nordeste?
A abertura das lojas em Fortaleza e Recife marca o início da operação física da H&M no Nordeste.
Até agora, a marca já atendia consumidores da região pelo e-commerce. Com as novas unidades, a varejista passa a levar também a experiência de loja física para uma região considerada relevante para a indústria e o varejo de moda no país.
A expansão também reforça a presença da H&M fora do eixo inicial de operação no Brasil. Segundo a empresa, as 13 lojas previstas estarão distribuídas por três regiões brasileiras.
Quais produtos serão vendidos nas novas lojas?
As novas lojas da H&M serão inauguradas com a coleção Primavera/Verão 2026.
As unidades terão linhas feminina, masculina e infantil. A proposta segue o posicionamento da marca de oferecer moda e qualidade a preços competitivos, com foco também em sustentabilidade.
Por que o Brasil é importante para a H&M?
A H&M trata o Brasil como um mercado estratégico dentro da América Latina. A operação no país começou em 2025, com a estreia em São Paulo, e ganhou novas etapas de expansão desde então.
No primeiro trimestre de 2026, a companhia já indicava o Brasil como peça central da estratégia regional. Na época, a varejista informou que planejava ampliar sua presença no país enquanto ajustava sua rede global de lojas.
Globalmente, a H&M previa abrir cerca de 80 lojas e fechar aproximadamente 160 em 2026, como parte de uma reorganização de sua operação física. A rede somava cerca de 4.050 unidades no mundo.
Como está o desempenho global da H&M?
A expansão no Brasil ocorre em um momento de ajustes na operação global da H&M.
No primeiro trimestre de 2026, a varejista registrou vendas abaixo do esperado, em meio a consumo fraco e efeitos cambiais. As vendas líquidas em moedas locais caíram 1%, para 49,6 bilhões de coroas suecas, ou cerca de US$ 5,3 bilhões.
Apesar da pressão nas vendas, a empresa melhorou a rentabilidade com controle de custos. O lucro operacional foi de 1,51 bilhão de coroas suecas, equivalente a cerca de US$ 162 milhões, acima do esperado pelo mercado.
When I traveled to Paris with my 78-year-old father, he showed me a completely new side to himself.
Eryn Gordon
My sister and I flew to Paris to meet up with our 78-year-old dad, who visits the city every year.
I couldn't believe how different he seemed, from wearing linen clothing to speaking fluent French.
This trip showed me new facets of his interests and how a place can truly transform a person.
My 78-year-old dad has had a 15-year love affair with Paris. Every summer like clockwork, he and my stepmom escape their New England home and make their annual pilgrimage to the French capital.
Even though my older sister and I have done our fair share of our own adventures, we had still never been to Paris. That was my dad's thing, not ours.
However, that all changed in 2023, when my sister and I flew into Charles de Gaulle to see what all the fuss was about.
The morning we arrived, we planned to meet our dad in the lobby of our hotel. It had been a few weeks since I saw him, and I almost didn't recognize him when he walked through the door.
He had a breezy linen shirt, leather sandals, and a scruffy 5 o'clock shadow.
For a man who wouldn't dare leave his New England house without a clean shave, my immediate thought was that something had gone wrong. He probably lost power, misplaced his razor, or found his way into a Montmartre absinthe bar.
My sister and I joked, "Is customs confiscating Gillettes nowadays?"
"It's the Paris effect," he replied, as if it were obvious.
He'd transformed into a Parisian local right in front of my eyes
I was shocked that my dad swapped his go-to flannels for a linen wardrobe in Paris.
Eryn Gordon
In New England, I know my dad to be a few things: a down-to-earth parent, a woodworker by trade, and a meticulous professor. In his classes, he instills a love of hand-carved pieces and abstract chairs in a generation that grew up with Ikea furniture.
That particular version of himself is all I'd known — most of the time we've spent together has been where we've lived in the northeast.
However, as my dad has continued to visit Paris over the years, he's established new roots and, apparently, another identity — one that was completely unknown to my sister and me.
In Paris, my dad's L.L. Bean flannels were on sabbatical. Instead, he stuck with a mostly linen wardrobe, and shirtsrarely ever buttoned to the neck.
As we walked around the city, he showed us his favorite spots, grumbled about the crowds, and scoffed at the suggestion of going to the Eiffel Tower.
I was thoroughly shocked when we went to a local café, and he ordered for us in remarkably good French.
Throughout the trip, I continued to gather new information about my dad, like his love of drinking thick red wines and wearing a denim chore coat from his preferred atelier. I also discovered that he pairs a stinky cheese with a long walk along the Seine and likes to take his lunch in the Luxembourg Gardens.
He seemed like a true local, and I was blown away by the person in front of me.
By meeting a different version of my dad, I remembered my own potential to become someone new
I loved learning about this new side of my dad, and it's inspired me to see if there's another version of myself waiting for me.
Eryn Gordon
While we were in Paris, I felt like I had been reintroduced to my dad. I learned about more of his interests and frequented his stomping grounds, but I also met a version of him who exists only in that city.
I realized I had previously seen my parents as just singular characters in life, an isolated definition of who someone can be. However, seeing my dad in Paris confirmed for me that who we are is relative not only to our relationships but also to geography.
It felt special to connect with a new side of him as an adult, and this experience also left me reflecting on the year and a half I spent living in South Korea back in 2021.
After returning to the United States, I felt that something essential had changed in who I was, but I also felt that I had left someone behind. Maybe it was about time to reawaken that part of myself on a return visit.
I'm hoping to schedule another trip to Paris with my dad sometime this year. But regardless of where we are in the world, I can't wait to discover more of his interests and alternate personas — and maybe find other versions of myself along the way, too.
Y Combinator CEO Garry Tan said he turned down an offer to be on Palantir's founding team.
Bloomberg/Getty Images
Garry Tan said he once passed up a role on Palantir's founding team to stay at Microsoft.
It was a "$2-4 billion mistake," he said. He learned not to chase "what was hot."
Tan eventually joined Palantir as its 10th employee. He now leads startup accelerator Y Combinator.
Garry Tan was employee No. 10 at Palantir. He regrets that it wasn't single digits.
On "The A16z Show," the Y Combinator CEO said that he was offered a place on the company's founding team — but he turned it down to stay at Microsoft.
Tan was in Stanford University's Phi Kappa Psi fraternity. His frat brothers included Joe Lonsdale and Stephen Cohen, two Palantir cofounders. Both were interning at Peter Thiel's hedge fund, Tan said.
He described one of Thiel's strategies: "When you start a thing, you write down on a piece of paper all the smartest people who you need to go and hire."
Tan was on both of their lists, he said. So, Tan said that Lonsdale and Cohen flew him down from Seattle to have dinner with Thiel.
Thiel said, "I'm so sure this is the right thing for you," Tan recounted. He also offered Tan a $70,000 check, Tan said, which would have matched his Microsoft salary at the time.
"I said, 'Thank you very much, Mr. Thiel, but I might get promoted to level 60 this year,'" Tan said. "Which I did."
He called it a "$2-4 billion mistake."
Palantir has since become a $420 billion company. It popularized an entire job category — the forward-deployed engineer — that is now replicated by many Big Tech companies. Palantir's stock opened at $10 per share during its 2020 direct listing; on Thursday, it was trading at over $175 per share.
Tan chalked his mistake up to chasing what looks hot. He compared it to an early career move in which he worked on Windows Mobile rather than sticking with web development. Then, the Facebook boom happened.
"Joe and Stephen were among the smartest people I'd ever met," Tan said. "If not them, who was I going to be a cofounder with?"
The universe was speaking to him, Tan said, but he didn't listen. "All I cared about was what was cool, what was hot, what would a really good investor say," he said.
Tan eventually made it to Palantir, of course. He learned: "Everything that's awesome in my life is kind of a cult." That cult should start with "some sort of truth or belief that flies in the face of an orthodoxy," he said.
It's "very punk, actually," he said.
Do you work at Palantir? Contact the reporter from a non-work email and device at hchandonnet@businessinsider.com, or on Signal at henrychand.30.
Em meio à crise financeira dos Correios e ao anúncio recente da saída definitiva da FedEx do mercado doméstico de entregas no País, a companhia alemã DHL decidiu transitar de forma mais rápida nesta avenida – hoje menos congestionada – com um plano de crescimento que envolve transportes de R$ 270 milhões no Brasil até […]
Na última terça-feira (4), o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11), o fundo de infraestrutura gerido pela BTG Asset, foi listado na Bolsa de Valores. Apesar de existir desde 2024, a estratégia ganhou escala depois de oferta de cerca de R$ 120 milhões, em abril, e alcançou um patrimônio próximo a R$ 190 milhões.
O BCDI11 é um fundo com retorno hedgeado para o CDI. Ou seja, ele busca acompanhar de perto o retorno desse índice.
Com gestores profissionais, os Hedge Funds, como esse, adotam estratégias que tentam reduzir o impacto das oscilações de juros sobre o portfólio.
O BCDI11 possui a mesma equipe de análise e gestão do BTG Pactual Dívida Infra (BDIF11), liderada por Luis Bufoni, gestor do portfólio de crédito da BTG Asset.
Enquanto o BDIF11 tem uma carteira mais exposta à inflação e aceita maior duration e volatilidade, o BCDI11 adota um perfil mais conservador.
O fundo é indicado para investidores que priorizam:
Retorno atrelado ao CDI;
Menor oscilação da cota; e
Maior previsibilidade de renda.
Atualmente, o BCDI11 soma 58 ativos, com cerca de 90% da carteira alocada em debêntures tradicionais e debêntures incentivadas. O restante está em caixa, principalmente em títulos públicos.
Porém, a gestão do fundo pretende destinar 10% a operações estruturadas e com spreads elevados, desde que os riscos sejam protegidos por uma estrutura adequada.
Saiba vantagens e por que esse pode ser um bom momento para investir do BCDI11
Como os FI-Infras investem principalmente em debêntures incentivadas, esses títulos têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoa física.
Outro ponto de destaque é que, como o retorno é hedgeado para o CDI, a distribuição tende a acompanhar os juros. O valor pode diminuir em um ciclo de queda da taxa, mas também pode aumentar quando a taxa subir.
Desde o início, o BCDI11 entregou CDI +1,9% ao ano.
O momento da listagem também pode ser favorável ao fundo por conta da oferta de R$ 120 milhões concluída em abril. Isso porque os recursos captados ainda estão no período regulatório de enquadramento.
Ou seja, o fundo pode manter, de forma temporária, uma parcela maior em ativos não incentivadose originalmente indexados ao CDI. Essa flexibilidade permite ao BCDI11 aproveitar operações mais curtas e com spreads superiores.
Relatório conta mais detalhes sobre o BCDI11; saiba como acessar
Este texto é apenas uma introdução ao BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11).
Se você deseja conhecer melhor o BCDI11, você pode acessar o relatório “BCDI11: renda isenta em CDI“. O material está disponível gratuitamente no BTG Content, a plataforma de conteúdos oficial do BTG Pactual.
Para liberar seu acesso ao conteúdo gratuito, é só clicar no botão abaixo:
Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.