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Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Imagem de um smartphone com design dourado. Na tela, há a hora "12:00" e a data "January 20, 2025", com o logotipo "TRUMP MOBILE" na parte superior e a frase "Make America Great Again" abaixo. O fundo da tela exibe uma bandeira dos Estados Unidos estilizada. Na parte de trás do aparelho, vê-se uma gravação do símbolo "T" grande, seguido de "1", e a imagem de uma bandeira dos EUA. O telefone possui três câmeras traseiras e uma borda dourada.
T1 Phone “made in USA”, pelo visto, é versão repaginada de celular chinês (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Trump Phone pode ser uma versão mais cara de um smartphone fabricado na China.
  • Anunciado como um aparelho “Made in USA”, com tecnologia e fabricação 100% nacional, o celular seria, na verdade, o REVVL 7 Pro 5G.
  • O aparelho original custa US$ 126 por lá, enquanto o smartphone de Donald Trump é vendido por US$ 499.

A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.

O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.

Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.

O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).

Celular nem tão americano assim

O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.

Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.

O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.

Donald Trump durante comício
Ao longo de 2025, Donald Trump prometeu tarifas extras para países como a China (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.

As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.

Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.

The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1

— Trump Mobile (@TrumpMobile) May 13, 2026

Política de reembolso também é alvo de críticas

As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.

Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Design dourado e bandeira gravada são diferenciais do T1 (imagem: divulgação)

Donald Trump durante comício (imagem: Gage Skidmore/Flickr)
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Mouse Logitech Lift ergonômico sem fio cai 29% em oferta na Amazon


Prós
  • Design vertical reduz lesões
  • Wireless com ampla compatibilidade
  • Seis botões, quatro personalizáveis
Contras
  • Formato leva tempo para adaptar
PIX Parcelado
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O mouse Logitech Lift Vertical está em promoção por R$ 269 em até 6x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 34% quando comparado ao preço original de R$ 379.

O periférico com conectividade sem fio e sensibilidade de até 4.000 DPI se destaca pelo design ergonômico, que reduz a tensão do braço do usuário.

Mouse Logitech Lift Vertical tem design ergonômico e conectividade sem fio

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Mouse Logitech Lift Vertical tem formato ergonômico (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Logitech Lift é um mouse vertical, cujo design foi pensado para reduzir a tensão do braço do usuário; ao mantê-lo em uma posição mais natural, o acessório evita que a ulna e o rádio (os dois grandes ossos do antebraço, que ligam o cotovelo ao pulso) se cruzem, como acontece ao usar um mouse comum.

Dessa forma, o periférico reduz a possibilidade de ocorrência de problemas de saúde que surgem a longo prazo, como Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias, e ele possui versões tanto para destros quanto para canhotos.

O gadget possui conectividade sem fio via Bluetooth ou via 2,4 GHz por meio de um dongle USB-A, armazenável no próprio mouse. Ele é alimentado por uma pilha AA (que, segundo a fabricante, pode resistir por até dois anos) e conversa com Windows, macOS, Linux, iOS/iPadOS, Android e diversos gadgets, de notebooks a tablets e celulares.

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Sensibilidade do mouse vertical Logitech Lift chega a até 4.000 DPI (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

O Logitech Lift possui seis botões, sendo os de clique esquerdo e direito, a roda de scroll, dois botões de avançar/retroceder e um extra para maior praticidade. Com exceção dos de clique, os demais podem ser personalizados com atalho por meio do software proprietário Logi Options+.

sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPI, um número básico para periféricos que não são voltados ao usuário gamer, mas que também não contam com resolução fina para profissionais. O gadget possui alcance de até 10 metros e promete cliques silenciosos, para não tirar a concentração do usuário.

O mouse sem fio Logitech Lift Vertical está saindo por R$ 269 em até 6x sem juros, um desconto de 29% sobre o valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Mouse Logitech Lift ergonômico sem fio cai 29% em oferta na Amazon

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
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Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA

Imagem mostra notas de R$ 100 reais abertas em leque, formando um fundo para vários logotipos de grandes empresas de tecnologia. Os logotipos são da Apple, Google, Amazon, Microsoft, Meta e TikTok. No canto inferior direito, o logo do "tecnoblog" é visível.
O avanço dos investimentos em IA por grandes empresas de tecnologia começa a gerar ceticismo em Wall Street (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O ritmo acelerado de investimentos das grandes empresas de tecnologia em inteligência artificial começa a gerar incômodo entre investidores. Mesmo após as principais big techs deixarem claro, na temporada mais recente de balanços, que não pretendem reduzir os aportes em infraestrutura e modelos de IA, o mercado financeiro demonstra sinais crescentes de ceticismo.

Uma nova pesquisa do Bank of America indica que parte relevante de gestores de fundos e executivos financeiros já considera esses gastos excessivos.

A avaliação sugere que, para Wall Street, o entusiasmo com IA segue alto, mas a tolerância a investimentos sem retorno claro começa a diminuir.

Wall Street vê exagero nos aportes em IA

O levantamento ouviu 162 gestores responsáveis por cerca de US$ 440 bilhões em ativos (R$ 2,24 trilhões). Um percentual recorde desses profissionais afirmou que as empresas estão “investindo demais” em despesas de capital, especialmente ligadas à expansão de data centers, chips e infraestrutura voltada à IA.

O resultado vem acompanhado de uma mudança importante no humor dos executivos de tecnologia. Apenas 20% dos CIOs ouvidos disseram defender o aumento dos gastos de capital, o chamado capex, uma queda relevante em relação aos 34% registrados na pesquisa anterior. Para muitos, o momento agora é de cautela.

Esse freio no entusiasmo pode ser explicado pela percepção de risco. Um quarto dos participantes apontou uma possível “bolha de IA” como o principal risco para o mercado em 2026, superando preocupações tradicionais como inflação, conflitos geopolíticos ou alta desordenada dos juros.

Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Investimentos em tecnologia seguem altos, enquanto o mercado avalia riscos e retorno (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A bolha de IA pode virar um problema maior?

Além do temor de excesso de otimismo, parte dos investidores enxerga um risco ainda mais estrutural. Cerca de 30% dos entrevistados consideram os gastos massivos dos chamados hyperscalers de IA como a fonte mais provável de um evento sistêmico de crédito. Em outras palavras, o medo não é apenas de perdas pontuais, mas de impactos mais amplos no sistema financeiro.

Esse tipo de avaliação seria impensável há um ano, quando a corrida por IA parecia justificar praticamente qualquer nível de investimento. Desde então, no entanto, o mercado passou a exigir resultados mais concretos.

Com informações do Business Insider

Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA

Big techs no Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Mouse Logitech Lift Vertical sem fio ergonômico tem 25% OFF na Amazon


Prós
  • Design vertical ergonômico reduz lesões
  • Conectividade sem fio com ampla compatibilidade
  • Traz seis botões, sendo um deles personalizável
Contras
  • Formato vertical pode levar um tempo até a adaptação
PIX
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O Mouse Logitech Lift Vertical para canhotos está saindo por apenas R$ 285,90 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% em relação ao preço original de R$ 379,90 pelo mouse. E o acessório periférico se destaca pelo design ergonômico e conectividade sem fio.

Mouse Logitech Lift Vertical traz design ergonômico

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

O design vertical do mouse Logitech Lift é pensado para melhorar a ergonomia e reduzir a tensão do pulso, já que permite que a mão e o punho fiquem em uma posição mais natural. Com isso, problemas como Lesões por Esforço Repetitivo (LER) devem ser previnidos. Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias.

Ainda pensando em conforto e, mais ainda, na praticidade, o Logitech Lift Vertical é um mouse sem fio conectado via Bluetooth ou USB-C com o seu dispositivo. Ele é compatível com diversos gadgets, incluindo notebooks, tablets e até celulares, e diversos sistemas operacionais, como Windows, Mac, Linux e Android.

O mouse é alimentado por uma pilha AA, mas segundo a Logitech, a autonomia pode chegar até 2 anos sem necessidade de trocas. Mas voltando ao design, o mouse é equipado com seis botões para maior praticidade: clique esquerdo/direito, botões de voltar/avançar, botão do meio e roda de rolagem com clique do meio.

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Já a sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPIs, um número básico que para um periférico que não se propõe a ser gamer. O alcance da tecnologia sem fio é de até 10 metros segundo a Logitech. E a fabricante ainda promete cliques silenciosos, que não devem atrapalhar a concentração ao trabalhar ou estudar.

Por fim, o mouse sem fio Logitech Lift Vertical que custa a partir de R$ 285 no Pix em oferta da Logi Week na Amazon é compatível com o software Logi Options+ para personalizações e tem garantia de um ano pela fabricante.

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Mouse Logitech Lift Vertical sem fio ergonômico tem 25% OFF na Amazon

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Mouse vertical Logitech Lift (Foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
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Teclado sem fio Logitech MX Keys S tem 30% OFF em até 10x na Amazon


Prós
  • Teclas programáveis via software
  • Conexão sem fio via Bluetooth ou receptor USB-C
  • Design traz teclado numérico e retroiluminação
Contras
  • Não segue o padrão ABNT2
Parcelado
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O Logitech MX Keys S está saindo por apenas R$ 599 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço de lançamento do teclado da Logitech. E o periférico se destaca pela conectividade Bluetooth ou USB-C, teclado numérico, teclas programáveis e retroiluminação.

Logitech MX Keys S sem fio traz teclas programáveis e retroiluminadas

Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)
Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)

Com conectividade sem fio via Bluetooth ou receptor USB-C, o teclado é compatível com Windows, Mac ou diversos outros sistemas operacionais e dispositivos— até mesmo Android. Desta forma, ele se adapta facilmente a qualquer situação ou necessidade de uso, permitindo inclusive a rápida alternância entre o notebook e o tablet, por exemplo.

Outro fator de praticidade é que a bateria de 1.500 mAh dispensa a necessidade de pilhas e, segundo a Logitech, pode chegar até 5 meses sem precisar se recarregada via USB-C. Porém, gastando um pouco mais da bateria, o teclado ainda conta com teclas retroiluminadas, que podem ser úteis para quem costuma trabalhar ou estudar à noite.

Nesse sentido, também se destacam a presença do teclado numérico para quem lida muito com cálculos. E a compatibilidade com o Logi Options+, um software da Logitech que permite configurar teclas para realizarem ações rápidas pré-definidas ou até mesmo criadas pelo usuário, como abrir abas específicas ou traduzir um texto selecionado.

Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)
Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)

Além disso, o teclado sem fio Logitech MX Keys S que está em oferta hoje na Amazon por R$ 599 em até 10x sem juros conta com design diferenciado. As teclas são moldadas para se adequarem às pontas dos dedos do usuário, e o teclado é levemente inclinado, a fim de melhorar a ergonomia e tornar a digitação mais fluida e precisa.

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Teclado sem fio Logitech MX Keys S tem 30% OFF em até 10x na Amazon

Teclado Logitech MX Keys S (foto: Divulgação)
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Acessório para iPhone traz lente teleobjetiva e controle profissional

Pessoa segura com as duas mãos um dispositivo eletrônico retangular que assemelha-se a um smartphone acoplado a uma lente fotográfica externa prateada. O corpo do aparelho possui acabamento em material preto texturizado na parte central, com bordas metálicas em prata. No topo, há o nome "retrova" escrito em letra cursiva preta e um pequeno ícone circular vermelho. Uma lente telescópica longa está encaixada em uma das três aberturas circulares frontais. O fundo está desfocado.
Kit inclui lente, case e botões (imagem: divulgação)
Resumo
  • O RetroVa Vintage Imaging Kit da PGYTech inclui uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para iPhone.
  • O kit possui um grip com controles manuais para ajuste de parâmetros fotográficos, compatível apenas com o app oficial da PGYTech.
  • A PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para o produto, mas sem envio para a América do Sul.

A fabricante chinesa PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para venda do RetroVa Vintage Imaging Kit. O preço sugerido para o conjunto completo é de US$ 230 (ou aproximadamente R$ 1.210, em conversão direta).

O produto é composto por uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para o iPhone, além de um case com grip, bateria, entrada para cartão de memória e controles manuais.

Como é a lente extensora para iPhone?

Lentes extensoras para smartphones já existem há muito tempo, e há modelos bem simples e baratinhos, que se encaixam no aparelho como um prendedor. O acessório da PGYTech, por outro lado, é bem mais completo e refinado.

A principal peça é a lente extensora, que se encaixa na câmera periscópica do smartphone. No caso do iPhone 16 Pro e Pro Max, é possível transformar a câmera de 120 mm em uma de 282 mm, podendo chegar a 1410 mm quando combinada ao zoom digital. Já no caso do iPhone 17 Pro e Pro Max, esses números são de 235 mm a 2350 mm, respectivamente. O produto não é compatível com outros modelos.

O que mais vem no kit?

Close-up de um acessório fotográfico prateado para smartphone, com acabamento em couro preto na base. O dispositivo apresenta diversos controles físicos destacados por linhas pontilhadas laranjas conectadas a textos explicativos. No topo, há o "Shutter Button" para foco e disparo. Ao lado, o "Multi-Function Button" circular com ícone vermelho. Abaixo, um "Zoom Lever" metálico e um "Control Dial" com textura recartilhada para ajustes de ISO e exposição. O topo exibe a marca "PGYTECH" invertida.
Grip dá acesso a controles avançados (imagem: divulgação)

O RetroVa Vintage Imaging Kit também conta com uma manopla acoplável do tipo grip, com botões de pressionar e girar. Com eles, dá para ajustar velocidade do obturador, ISO, exposição e balanço de branco, entre outros parâmetros.

Também há a opção de apertar levemente para ajustar o foco, com o clique sendo feito apenas ao afundar totalmente o botão.

O grip só funciona com o app oficial da PGYTech, o que torna o uso mais limitado. Por outro lado, o aplicativo traz recursos interessantes, como filtros para simular diferentes tipos de filmes analógicos.

Smartphone posicionado horizontalmente exibindo uma interface de câmera avançada. Na tela, vê-se parte de uma roda-gigante moderna contra um céu claro. À direita, um menu vertical mostra ícones de rolos de filme com os nomes "Kodak 200", "Gold 200", "PRO Neg. Std" e "ETERNA". Uma barra deslizante indica "Manual" e "1/125". No centro, botões circulares exibem distâncias focais como "100", "50", "35", "24" e "13". Uma mão segura o aparelho pela extremidade direita, apoiando o polegar próximo a um botão físico de disparo prateado. No canto esquerdo da tela, lê-se "HEIF".
App tem filtros e mais recursos (imagem: divulgação)

Essa parte do kit vem ainda com slot para cartão de memória microSD e porta USB 3.1, com até 312 MB/s de transferência. Além disso, conta com uma bateria de 300 mAh, que permite seu uso como controle remoto para a câmera.

Empresa oferece produtos para marcas chinesas

A PGYTech é uma empresa especializada em fotografia, com produtos para smartphones, câmeras e drones. Ela faz acessórios semelhantes para o X200 Ultra, da Vivo Mobile (que usa o nome Jovi no Brasil), e o Find X9 Pro, da Oppo. No caso desses dois modelos, os kits são oficiais e vêm com as marcas das próprias fabricantes dos celulares.

Voltando ao iPhone, o produto está em fase de financiamento coletivo no Kickstarter. É possível comprar o conjunto completo por US$ 230 (R$ 1.210) ou sem a lente extensora por US$ 90 (R$ 475). Nos dois casos, a companhia oferece um desconto de 20% para os apoiadores. Infelizmente, nenhum país da América do Sul está na lista das regiões para onde a PGYTech envia mercadorias.

Com informações do Verge

Acessório para iPhone traz lente teleobjetiva e controle profissional

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Kit acopla lente com 2,35x de zoom óptico à câmera periscópica do iPhone. Fabricante tem experiência com marcas chinesas.

Kit inclui lente, case e botões (imagem: divulgação)

App tem filtros e mais recursos (imagem: divulgação)
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Presidente da Mozilla quer “aliança rebelde” para desafiar gigantes da IA

Foto de Mark Surman, de casaco preto e camisa preta com um símbolo vermelho. Ele gesticula com a mão direita enquanto fala em uma apresentação.
Mark Surman, presidente da Mozilla (imagem: Gregor Fischer/re:publica)
Resumo
  • O presidente da Mozilla, Mark Surman, propõe uma “aliança rebelde” para promover uma IA aberta e independente das big techs.
  • A Fundação Mozilla usará reservas de US$ 1,4 bilhão para apoiar startups e desenvolvedores de projetos de código aberto.
  • Mozilla Ventures, criado em 2022, já investiu em mais de 55 empresas e planeja novos aportes até 2026.

O presidente da Fundação Mozilla, que controla o navegador Firefox, está traçando o que chama de uma “aliança rebelde” contra as big techs. A ideia de Mark Surman é articular uma rede de startups e desenvolvedores para promover uma IA mais aberta, “confiável” e independente de empresas como OpenAI e Anthropic.

À CNBC, o executivo contou que a empresa pretende usar reservas de cerca de US$ 1,4 bilhão (aproximadamente R$ 7,2 bilhões, em conversão direta) para apoiar organizações e projetos que priorizem segurança, governança e código aberto.

O novo logotipo da Mozilla, em cor verde, em um fundo inteiramente preto
Logotipo oficial da Mozilla desde 2024 (imagem: reprodução/Mozilla)

A organização também destacou o papel do Mozilla Ventures, fundo criado em 2022, e afirmou que já investiu em dezenas de empresas (mais de 55, no total), com novos aportes planejados para 2026.

“Para muitas pessoas, a ideia de que a IA de código aberto pode vencer, ou que essa aliança rebelde pode realmente tomar uma fatia do mercado, é difícil de acreditar”, admitiu Surman. “Mas há uma série de tendências em andamento.”

Busca por equilíbrio no mercado

O investimento da empresa parte da análise de que startups que tentam entrar no setor de IA sem o apoio de big techs como Microsoft ou Google são intimidadas. Ali Asaria, fundador do Transformer Lab (um dos braços da Mozilla na iniciativa open-source), relatou que investidores repetiam que seria “tecnicamente impossível” competir.

“Quando você entra no espaço de IA como uma nova startup, é assustador, porque essas poucas empresas controlam muito mais do que apenas a propriedade intelectual”, disse Asaria. “Elas controlam o financiamento e o acesso à infraestrutura.”

Mesmo entre as grandes empresas a favor do código aberto, os executivos avaliam que a lógica da concentração de poder e recursos se repete. Para Surman, as contribuições das big techs nesses projetos são relevantes, mas não eliminam o risco de concentração.

O executivo afirma que, mesmo quando colaboram com comunidades de código aberto, essas empresas podem engolir concorrentes menores caso não haja cautela por parte do ecossistema. Segundo ele, há uma tensão constante entre colaboração aberta e a busca por domínio em infraestrutura, modelos e plataformas de IA.

Mozilla aposta em união

Imagem mostra o logo do navegador Mozilla Firefox, que é uma raposa laranja e amarela abraçando um globo roxo e azul. Há dois outros logos menores e desfocados ao fundo, em um cenário de degradê de tons rosa e roxo. No canto superior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Empresa trouxe IA para o Firefox, seu principal produto (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Mozilla reconhece que não se compara em recursos com grandes nomes da IA, como OpenAI e Anthropic, que levantaram US$ 60 bilhões e US$ 30 bilhões, respectivamente, segundo dados citados pela CNBC. Ainda assim, Surman defende que múltiplas empresas menores, juntas, podem formar um ecossistema mais plural.

A aposta é de longo prazo: a meta é que, até 2028, a Mozilla esteja financiando um ecossistema open-source robusto o suficiente para ser popular entre desenvolvedores. Tudo isso para provar que existe viabilidade econômica fora dos muros das big techs.

Internamente, a empresa tenta convencer os próprios usuários quanto ao uso de IA. A integração de recursos inteligentes no Firefox, navegador carro-chefe da empresa, por exemplo, não agradou todos os usuários.

Presidente da Mozilla quer “aliança rebelde” para desafiar gigantes da IA

O novo logotipo da Mozilla (imagem: reprodução/Mozilla)

Mozilla Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Quando a Inteligência se Torna Poder: o Futuro nas Mãos de Quem Controla os Sistemas

Durante anos, discutimos a inteligência artificial como ferramenta de eficiência. Em 2026, essa narrativa precisa ser atualizada. A IA deixou de ser apenas software para se tornar infraestrutura: invisível, indispensável e profundamente concentrada. E toda infraestrutura carrega uma verdade incômoda já que ela não apenas sustenta a sociedade, ela a molda. Ao passo que a inteligência vira base do sistema, a questão deixa de ser tecnológica. Ela passa a ser de poder. Infraestruturas operam em silêncio. Só percebemos sua importância quando falham. Poucos pensam diariamente na rede elétrica, no sistema financeiro ou na internet, até que um apagão revela o quanto nossas escolhas, rotinas e possibilidades dependem delas. A inteligência artificial caminha rapidamente para esse mesmo lugar porque está embutida nos fluxos de informação, nas decisões corporativas, nos sistemas educacionais, nos processos de contratação, no crédito, na saúde e na visibilidade social.

O problema não é a presença da IA. É a naturalização da dependência

Empresas, governos e indivíduos passaram a depender de sistemas que não elegeram, não auditam plenamente e raramente compreendem em profundidade. Modelos treinados a partir de dados opacos, critérios de decisão invisíveis e arquiteturas técnicas concentradas em poucos atores criaram uma assimetria inédita entre quem usa e quem controla. A promessa de eficiência veio acompanhada de um deslocamento silencioso de poder. Infraestrutura nunca é neutra. Ela define fluxos, acessos, prioridades, e também exclusões. Quem controla a infraestrutura define o que circula com facilidade e o que encontra fricção; o que se torna padrão e o que permanece à margem. Quando a inteligência passa a operar nesse nível, ela deixa de apenas responder perguntas e começa a organizar a realidade. É nesse contexto que surgem as tentativas de regulação. Iniciativas como o AI Act europeu sinalizam um esforço legítimo de recuperar a governança sobre sistemas que já operam em escala social. Mas também expõem um descompasso estrutural. Pensa comigo: instituições regulam em ritmo linear; tecnologias evoluem exponencialmente, e só depois a regulação surge como reação, não como desenho antecipado. O risco central, portanto, não é a IA errar. Sistemas sempre erraram. O risco real é errar em escala, com legitimidade algorítmica e aparência de neutralidade técnica. Um erro humano é contextualizado; um erro algorítmico é replicado. Um viés individual é questionado; um viés automatizado ganha aura de objetividade. A escala transforma falhas em padrão. Aqui que mora o perigo, ou seja onde temos que prestar muita atenção. Além disso, quando decisões passam a ser mediadas por sistemas inteligentes, a responsabilidade se dilui. Quem responde por uma exclusão injusta, uma recomendação enviesada ou uma decisão automatizada com impacto real? O programador, o fornecedor, a empresa usuária, o gestor que confiou no sistema? A infraestrutura cria eficiência mas também cria zonas cinzentas de responsabilidade. Chegamos, assim, a um ponto de inflexão. A discussão sobre inteligência artificial em 2026 não é mais sobre adoção ou inovação. É sobre governança, legitimidade e contrato social. Trata-se de decidir quais decisões podem, e quais não devem, ser delegadas a sistemas inteligentes. Trata-se de definir limites antes que eles se tornem tecnicamente irrelevantes. A pergunta que se impõe neste início de ano não é se a inteligência artificial vai decidir por nós. Ela já decide… A pergunta mais importante é: quem decidiu que ela poderia decidir, em que condições e em nome de quais valores. Responder a isso não é tarefa de engenheiros apenas. É um debate político, cultural e ético. E quanto mais cedo o enfrentarmos, maior a chance de que a nova infraestrutura da inteligência sirva à sociedade com um todo, e não o contrário. Iona Szkurnik é fundadora e CEO da Education Journey, plataforma de educação corporativa que usa Inteligência Artificial para uma experiência de aprendizagem personalizada. Com mestrado em Educação e Tecnologia pela Universidade de Stanford, Iona integrou o time de criação da primeira plataforma de educação online da universidade. Como executiva, Iona atuou durante oito anos no mercado de SaaS de edtechs no Vale do Silício. Iona é também cofundadora da Brazil at Silicon Valley, fellow da Fundação Lemann, mentora de mulheres e investidora-anjo. Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.  
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Como os Agentes de IA Assumirão Suas Compras, Sua Agenda e Suas Viagens

Uma nova geração de agentes de IA está surgindo, capaz de fazer muito mais do que responder perguntas ou gerar conteúdo. Esses sistemas podem planejar com antecedência, interagir com aplicativos e serviços e agir em nosso nome. Isso abre caminho para algo muito mais disruptivo: IA que ajuda ativamente a gerenciar o dia a dia. Desde a gestão de compras de supermercado e inventário doméstico até a coordenação de agendas e o planejamento de viagens, os agentes de IA têm o potencial de assumir muitas das tarefas rotineiras que silenciosamente consomem nosso tempo e atenção. Neste artigo, exploro três tarefas cotidianas nas quais os agentes de IA podem auxiliar e explico por que elas são importantes para organizações que buscam se preparar para um futuro orientado por agentes.

Primeiros passos com agentes de IA

Os agentes de IA representam o próximo passo além das ferramentas tradicionais de IA generativa. Ao contrário dos chatbots que respondem a comandos, os agentes podem executar fluxos de trabalho de várias etapas com pouca ou nenhuma intervenção humana. Eles podem monitorar entradas, tomar decisões com base em regras ou objetivos, interagir com ferramentas de terceiros e atualizar sistemas conforme as condições mudam.

1. Compras e gestão do estoque doméstico por IA

Fazer compras semanais no supermercado, controlar o estoque de itens essenciais e gerenciar entregas envolvem rotinas que muitas vezes podem ser automatizadas. Ter assistentes de IA verificando preços constantemente, aproveitando ofertas do supermercado e reabastecendo a despensa pode economizar tempo e dinheiro que seriam melhor investidos em outras atividades. Ferramentas e plataformas
  • Plataformas de automação residencial: Apple Home , Samsung SmartThings ou, para uma solução de código aberto com foco na privacidade, considere o Home Assistant.
  • Listas de compras inteligentes: Bring!, Lembretes da Apple , Lista de Compras da Alexa.
  • Agentes de navegador: Zapier Agents , ChatGPT Atlas , Opera Neon.
Fluxo de trabalho As informações inseridas incluirão suas necessidades e preferências de compras domésticas, como uma lista de compras semanal, restrições alimentares, horários de entrega preferenciais e orçamentos, juntamente com dados de estoque em tempo real de suas plataformas de automação residencial. O uso de listas de compras inteligentes garante que seus agentes estejam sempre atualizados sobre o que está acabando e o que está disponível em abundância. As tarefas envolvem o monitoramento dessas listas e sinais de estoque para identificar itens que precisam ser reabastecidos e, em seguida, interagir com sites de supermercados para comparar preços, aplicar recompensas de fidelidade e concluir o processo de finalização da compra. Com agentes que utilizam computador, como o Atlas ou o Neon, os agentes podem selecionar horários de entrega de acordo com suas regras, gerenciar substituições quando necessário e, em seguida, atualizar automaticamente os sistemas de estoque e as listas de compras. O resultado será um ciclo completo de compras e gestão de estoque doméstico, otimizado para encontrar os melhores preços e atualizar automaticamente listas e registros de estoque para acompanhar a disponibilidade dos produtos.

2. Gerenciando sua agenda pessoal

Os agentes são por vezes descritos como assistentes de IA e, tal como um assistente, podem gerir agendas, coordenar compromissos e manter o controlo das tarefas diárias. A IA agêntica é uma boa opção neste contexto, pois consegue conectar informações de múltiplas aplicações e fontes de mensagens, priorizar, planear e manter tudo atualizado. Ferramentas e plataformas
  • Agentes de navegador: ChatGPT Atlas , Agentes Zapier.
  • Aplicativos de calendário com tecnologia de IA: Reclaim AI , Toki AI Calendar.
Fluxo de trabalho As informações podem incluir sua disponibilidade, prioridades, compromissos e dados encontrados em e-mails, aplicativos de mensagens, calendários e listas de tarefas. Você também pode especificar regras e metas, como manter o tempo livre para a família nos fins de semana, reservar as noites para estudar ou agendar três sessões de academia por semana. As tarefas desempenhadas pelos agentes envolveriam a análise dos canais de comunicação para extrair datas, prazos e solicitações, a verificação da disponibilidade em calendários, a identificação e resolução de conflitos e a aplicação de regras de priorização, bem como, quando possível, a interação com serviços de terceiros e sistemas de reservas externos para agendar compromissos diretamente. O resultado deve ser um calendário ou agenda priorizada, organizada e sem conflitos, alinhada aos seus objetivos definidos e atualizada automaticamente quando novas necessidades e solicitações chegarem às suas caixas de entrada.

3. Planejamento e organização de viagens

Planejar uma viagem pode envolver navegar por uma infinidade de opções e oportunidades em busca do melhor custo-benefício e do itinerário ideal. Os agentes podem eliminar grande parte do trabalho árduo, pesquisando e comparando opções de forma autônoma, preenchendo formulários e até mesmo fazendo reservas.

Ferramentas e plataformas

Todos esses navegadores com agentes são potencialmente adequados para essa tarefa devido à sua capacidade de abrir várias abas e comparar diferentes sites de operadores e aplicativos de reservas:
  • Agentes de navegador: ChatGPT Atlas , Perplexity Comet , Manus.

Fluxo de trabalho

As informações necessárias para que os agentes concluam essas tarefas incluem seus planos de viagem gerais, como quando pretende viajar, para onde deseja ir e seu orçamento. Você também pode fornecer preferências, como avaliações de hotéis, se precisa de voos diretos ou bairros ou atrações específicas que deseja visitar. Para permitir que os agentes façam reservas de forma autônoma, eles também precisarão de acesso a informações financeiras e dados pessoais, como números de passaporte. As tarefas incluem pesquisar voos, hotéis e opções de transporte local, analisar preços, tempos de viagem e conexão, e políticas de cancelamento, e identificar as melhores opções com base nos seus critérios. Os agentes irão preencher formulários para concluir reservas, selecionar assentos e quartos e agendar confirmações, idealmente com medidas de segurança para garantir que consultem você para obter permissão antes de tomar qualquer decisão final e gastar dinheiro. O resultado deve ser um itinerário de viagem completo, incluindo horários de voos e acomodações, além de detalhes das reservas, inserido automaticamente em seu calendário, com lembretes configurados para fornecer atualizações constantes sobre quaisquer fatores que possam afetar seus planos.

Qual o próximo passo?

Esses exemplos devem ajudá-lo a entender o tipo de tarefas para as quais os agentes podem ser úteis na organização e no gerenciamento de nossas vidas cotidianas. Existem centenas mais, e à medida que a IA ativa se torna mais sofisticada, podemos esperar que ferramentas e plataformas dedicadas a tarefas e atividades mais específicas se tornem disponíveis. Por ora, porém, é importante lembrar que os agentes de IA estão em um estágio inicial de desenvolvimento e não há garantia de que acertarão em tudo. Na verdade, é quase certo que não acertarão. Mas as ferramentas e os casos de uso abordados aqui oferecem pistas sobre como essa tecnologia provavelmente se encaixará em nossas vidas no futuro. Lembre-se apenas de ter extrema cautela com o que você compartilha com eles e com o quanto da sua vida você lhes dá controle. Para as empresas, a principal lição não é correr atrás da autonomia total, mas começar agora a desenvolver o conhecimento sobre agentes, estruturas de governança e controles com intervenção humana. As organizações que tratarem os agentes como colegas digitais experimentais hoje estarão em melhor posição para implantá-los de forma responsável em todas as funções essenciais do negócio amanhã.
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Mouses da Logitech perdem funções no Mac após certificado digital vencer

Imagem do mouse MX Master 3S da Logitech de cor branca, em cima de uma superfície de couro marrom. O mouse é posicionado de forma oblíqua na superfície, com a parte inferior à vista. A sua cor é branca, com detalhes em prata nos botões e roletes laterais. A marca "Logi" está visível na parte superior do rato. Um teclado branco também é visível no canto superior esquerdo da imagem, fora de foco. A superfície é de couro sintético marrom, com textura visível. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Fabricante lançou patch para restaurar funções dos mouses (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Logitech reconheceu que um certificado digital expirado causou falhas nos softwares Logi Options Plus e G Hub no macOS.
  • O problema desativou funções de mouses como scroll e botões laterais.
  • A empresa já disponibilizou instaladores atualizados para corrigir a falha no macOS 26 Tahoe, macOS Sequoia, macOS Sonoma e macOS Ventura.

A Logitech reconheceu a falha técnica que interrompeu o funcionamento dos softwares Logi Options Plus e G Hub no macOS. O problema foi provocado pela expiração de um certificado digital de segurança e impede que usuários de periféricos da marca utilizem recursos personalizados, como botões laterais, gestos e configurações de rolagem.

O erro não afeta usuários de Windows e foi reportado inicialmente no Reddit. Proprietários de mouses lançados recentemente, como o MX Master 4 e outros da linha Logitech G, descreveram um “loop de inicialização” ao tentar abrir as ferramentas de configuração.

Por que os softwares pararam de funcionar no Mac?

A interrupção ocorreu porque um certificado de segurança expirou. Segundo a Logitech, esse certificado é essencial para o sistema operacional reconhecer e permitir a execução dos serviços do Logi Options Plus e do G Hub. Sem a validação, o macOS impede que o software seja iniciado corretamente.

Um porta-voz da Logitech comentou em uma publicação no Reddit e classificou o episódio como um erro operacional severo: “Cometemos um erro grave. Lamentamos profundamente o inconveniente causado”.

Como resolver o problema?

Uma mão segura um mouse ergonômico Logitech MX Master 3S branco. O mouse possui botões laterais e scroll. Ao fundo, um monitor e plantas em um ambiente de escritório. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Usuários de macOS precisam baixar novo patch (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A boa notícia é que a Logitech já disponibilizou instaladores atualizados que resolvem a falha no macOS 26 Tahoe, macOS 15 Sequoia, macOS 14 Sonoma e macOS 13 Ventura. Uma correção para versões anteriores do sistema da Apple será lançada em breve.

Segundo a empresa, o processo de correção não apaga perfis ou configurações pré-definidas. Como o certificado expirado também inutilizou o atualizador automático (auto-updater) integrado, os usuários devem realizar uma intervenção manual seguindo os passos abaixo.

Para o Logi Options Plus:

  1. Baixe o novo instalador do “patch” no site oficial da Logitech;
  2. Execute o arquivo baixado com um clique duplo;
  3. O instalador substituirá o certificado antigo e fechará automaticamente;
  4. O software será iniciado com todas as funções restauradas.

Para o G Hub:

  1. Faça o download do instalador atualizado do G Hub;
  2. Execute o arquivo de correção (quando a mensagem “o software já existe” aparecer, feche o instalador);
  3. Ao abrir o G Hub manualmente, os dispositivos devem ser reconhecidos normalmente.

A Logitech reiterou que o número da versão dos aplicativos não será alterado após o patch e que instaladores offline para uso corporativo também serão atualizados.

Mouses da Logitech perdem funções no Mac após certificado digital vencer

MX Master 3S (foto: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google Enfrenta Investigação Antitruste da UE sobre AI Overviews e YouTube

O Google, da Alphabet, enfrenta uma investigação antitruste da União Europeia sobre o uso de conteúdo online de editoras e vídeos do YouTube para treinar seus modelos de inteligência artificial. A segunda investigação da Comissão Europeia sobre o Google em menos de um mês sublinha a crescente preocupação com o domínio das grandes empresas em novas tecnologias, o que poderia excluir rivais, mas também poderia agravar as tensões com os Estados Unidos, uma vez que as leis da UE adotadas nos últimos anos se tornaram um ponto sensível nas relações com Washington. A autoridade de defesa da concorrência da UE afirmou estar preocupada com a possibilidade de o Google estar utilizando conteúdo online de editoras para seus relatórios gerados por IA, conhecidos como AI Overviews, sem compensá-las adequadamente e sem lhes dar a opção de recusar. A empresa expressou as mesmas preocupações em relação ao uso que o Google faz de vídeos do YouTube enviados por seus usuários. "O Google pode estar abusando de sua posição dominante como mecanismo de busca para impor condições comerciais desleais às editoras, usando seu conteúdo online para fornecer seus próprios serviços baseados em inteligência artificial", disse a chefe antitruste da UE, Teresa Ribera, nesta terça-feira. "Um ecossistema de informação saudável depende de que as editoras tenham recursos para produzir conteúdo de qualidade. Não permitiremos que intermediários ditem essas escolhas", acrescentou ela. O Google rejeitou a queixa apresentada por editoras independentes em julho, o que desencadeou a investigação da UE. "Essa reclamação corre o risco de sufocar a inovação em um mercado que está mais competitivo do que nunca", disse um porta-voz do Google. "Os europeus merecem beneficiar das tecnologias mais recentes e continuaremos a trabalhar em estreita colaboração com as indústrias de notícias e criativas à medida que estas fazem a transição para a era da IA." A Independent Publishers Alliance, o Movement for an Open Web, cujos membros incluem anunciantes e editores digitais, e a organização britânica sem fins lucrativos Foxglove criticaram o Google. "O Google quebrou o acordo que sustenta a internet. O acordo era que os sites seriam indexados, recuperados e exibidos quando relevantes para uma consulta. Todos tinham uma chance", disse o advogado Tim Cowen, que assessora os grupos. "Agora, ele coloca seu AiO, o Gemini, em primeiro lugar e, para piorar a situação, explora o conteúdo dos sites para treinar o Gemini. O Gemini é o gêmeo maligno da Busca", acrescentou Cowen. Os AI Overviews são relatórios gerados por IA que aparecem acima dos hiperlinks tradicionais para páginas da web relevantes e são exibidos para usuários em mais de 100 países. A empresa começou a adicionar anúncios à ferramenta em maio passado. A política anti-spam do Google também está na mira da UE após uma investigação iniciada por editoras. A empresa corre o risco de uma multa de até 10% de sua receita anual global se for considerada culpada de violar as regras antitruste da UE. Na semana passada, a Comissão Europeia lançou uma investigação sobre os planos da meta de bloquear concorrentes de IA em seu sistema de mensagens WhatsApp, ressaltando o crescente escrutínio regulatório.  
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No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

Ilustração da sede do Nubank
Sede do Nubank em São Paulo (foto: divulgação)

O Nubank anunciou hoje que tomará medidas para manter o nome inalterado no Brasil. Uma decisão recente do Banco Central impede o uso de termos associados a bancos por empresas que, a rigor, não possuem autorização para esse tipo de atividade – caso do Nubank.

De acordo com o Nubank, o objetivo é obter uma licença bancária no país em 2026, o que poderia ocorrer via solicitação direta ao Banco Central ou, conforme apurado pelo Tecnoblog, a partir da aquisição de alguma instituição financeira que possua a autorização. O caminho a ser seguido ainda não está definido.

Com isso, a instituição financeira mais valiosa da América Latina poderia continuar se chamando Nubank no país de origem, sem ter de migrar para algo como Nu, nome utilizado na Colômbia e no México. A marca também continuaria a mesma.

“A mudança pretendida não tem qualquer impacto para os clientes e todas as operações seguem normalmente. Hoje o Nubank tem mais de 110 milhões de clientes no país.”

O conglomerado declarou em comunicado que “segue sendo uma fintech, com a mesma missão de sempre, mas agora buscando a quarta licença de operação”. Hoje, ela tem autorização para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores.

Resolução Conjunta n° 17, de 28 de novembro de 2025, deu prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura. Ele deve incluir um cronograma de implementação.

Não custa lembrar: não há qualquer obrigação de abrir agências físicas ao se tornar oficialmente um banco.

No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

Nubank é considerada a maior fintech do Brasil e da América Latina (Imagem: Divulgação/Nubank)
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Mouse Logitech MX Master 4 chega ao Brasil por R$ 799

Uma mão segura um mouse sem fio preto da Logitech, posicionado sobre uma superfície branca. O polegar repousa sobre uma área lateral com botões e uma roda de rolagem metálica, enquanto o indicador e o médio estão sobre os botões principais e a roda de rolagem superior. O design é ergonômico e moderno.
Área sensível ao toque é a grande novidade do MX Master 4 (imagem: divulgação)
Resumo
  • O MX Master 4 custa R$ 799 no Brasil, com bateria de 70 dias e cliques 90% mais silenciosos.
  • O mouse possui feedback tátil com o Actions Ring, permitindo atalhos personalizados.
  • Oferece conectividade USB-C e Bluetooth, com resolução de 8.000 DPI.

A Logitech iniciou nesta quinta-feira (23/10) a pré-venda do mouse MX Master 4 por R$ 799, com envios começando no dia 29 de outubro. O produto é o sucessor do antigo top de linha MX Master 3S, que tem preço sugerido de R$ 699.

O MX Master 4 está disponível para reserva na Amazon e no Mercado Livre. Ele foi homologado junto à Anatel em maio de 2025, conforme revelado pelo Tecnoblog com exclusividade, e apresentado no exterior no final de setembro. O início das vendas está marcado para 30 de outubro, segundo o varejo online.

O preço de R$ 799 não é muito mais alto que o praticado no exterior. Nos EUA, ele custa US$ 119 (cerca de R$ 640, em conversão direta), enquanto na Europa ele sai por 129 euros (aproximadamente R$ 810).

Quais são os destaques do MX Master 4?

A principal novidade da nova geração de mouses top de linha da Logitech é o feedback tátil. Ao pressionar a área onde fica o dedão, o mouse vibra, e surge na tela do computador o que a marca chama de Actions Ring. Ao navegar pelos comandos, há mais vibrações, tornando a experiência mais agradável e precisa.

Imagem mostra dois mouses Logitech MX Master 4 lado a lado. Um é cinza claro e outro é preto. O fundo da imagem é branco
MX Master 4 (imagem: reprodução)

Presente no app Logi Options Plus, o Actions Ring é um conjunto de atalhos personalizados, dispostos em círculo. Eles podem ser tanto para apps específicos quanto para o sistema como um todo — você pode, por exemplo, programar ações diferentes para o Photoshop ou para o Excel.

O Actions Ring não é uma novidade e está disponível para outros mouses — a diferença é mesmo a área sensível ao toque.

O MX Master 4 também oferece botões com 90% menos ruído em relação à versão 3, conectividade Logi Bolt USB-C e Bluetooth. A resolução é de 8.000 DPI, assim como no 3S. Já a bateria oferece autonomia de até 70 dias e conta com recarga rápida via USB-C — segundo a marca, um minuto de carga é suficiente para três horas de uso.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Mouse Logitech MX Master 4 chega ao Brasil por R$ 799

Área sensível ao toque é a grande novidade do MX Master 4 (imagem: divulgação)

(imagem: reprodução)
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Logitech MX Master 4 é anunciado com novo sistema de feedback tátil

Imagem mostra dois mouses Logitech MX Master 4 lado a lado. Um é cinza claro e outro é preto. O fundo da imagem é branco
Logitech MX Master 4 foca em produtividade (imagem: divulgação/Logitech)
Resumo
  • Logitech MX Master 4 oferece feedback tátil personalizável, com vibrações sutis para rolagem, navegação e seleção de itens.
  • O mouse possui conectividade aprimorada, sensor de 8.000 DPI, cliques silenciosos e bateria com até 70 dias de autonomia, segundo a fabricante.
  • O periférico chega em outubro nos EUA e Europa custando US$ 119,99 e 129,99 euros, mas ainda não tem data ou preço definidos para o Brasil.

A Logitech revelou nesta terça-feira (30/09) os detalhes do tão aguardado MX Master 4. Voltado para uso profissional, o mouse traz um sistema de feedback tátil personalizável, com vibrações sutis que oferecem resposta física durante rolagem, navegação e seleção de itens.

Em comunicado, Tolya Polyanker, gerente geral da MX Business da Logitech, afirmou que o objetivo com o novo produto é proporcionar “imersão e velocidade de alto nível”.

Como é o feedback tátil do Logitech MX Master 4?

Um mouse ergonômico preto e vertical da marca Logitech, com design anatômico para as mãos, é exibido em um fundo branco e suave. O mouse tem duas rodas de rolagem prateadas e um indicador de LED verde. À esquerda, há um efeito digital de ondas circulares coloridas em tons de rosa, azul e verde, que simula vibração ou som.
Sistema de feedback tátil é acionado no apoio para o polegar (imagem: divulgação/Logitech)

O sistema de feedback tátil funciona ligado ao software Logi Options+. Uma das funcionalidades é o “Actions Ring”, que pode ser acionado por um painel sensível ao toque localizado na área de apoio para o polegar. Ao pressionar essa área, o mouse vibra e exibe na tela um anel com atalhos personalizáveis para apps e comandos.

A Logitech argumenta que essa ferramenta pode reduzir movimentos repetitivos do mouse em até 63% e economizar até 33% do tempo. É possível, por exemplo, configurar atalhos para funções específicas no Photoshop ou automatizar tarefas no Microsoft Excel.

Segundo o The Verge, há outra função que emite uma leve vibração ao alternar entre diferentes monitores, auxiliando o usuário a encontrar o cursor do mouse na tela.

Design e hardware

Um close da mão de uma pessoa segurando um mouse ergonômico preto Logitech. O mouse tem um apoio para o polegar e duas rodas de rolagem prateadas. O fundo é branco.
Roda de rolagem eletromagnética MagSpeed é um dos destaques da série (imagem: reprodução/WinFuture)

Em termos de design, o MX Master 4 mantém a ergonomia característica da linha, mas apresenta algumas alterações. Os botões principais agora possuem acabamento fosco e semitransparente.

O botão de gestos, que no modelo anterior (MX Master 3S) ficava sob o apoio do polegar, agora é um botão dedicado na lateral, abaixo da roda de rolagem.

Por dentro, o MX Master 4 traz um chip de alto desempenho e antena otimizada capaz de dobrar a potência da conectividade em relação aos modelos anteriores. O mouse vem com o conector Logi Bolt USB-C e também se conecta via Bluetooth, permitindo pareamento com até três dispositivos ao mesmo tempo.

O sensor mantém os 8.000 DPI de resolução, permitindo rastreamento em diversas superfícies, incluindo vidro. Os cliques, por sua vez, foram projetados para serem mais silenciosos, com redução de 90% no ruído em comparação ao MX Master 3, segundo a fabricante.

Já a bateria carrega via USB-C e tem autonomia estimada de até 70 dias com uma carga completa. A Logitech afirma que um minuto de carga pode fornecer até três horas de uso.

Preço e disponibilidade

Imagem mostra um close da parte frontal do mouse Logitech MX Master 4, revelando a porta USB-C
Porta USB-C para carregamento rápido do MX Master 4 (imagem: reprodução/WinFuture)

O lançamento oficial ocorre em outubro de 2025. Nos EUA e Europa, o valor de lançamento é US$ 119,99 (cerca de R$ 640) e 129,99 euros (R$ 810), respectivamente. A compra do mouse inclui um mês de assinatura gratuita do Adobe Creative Cloud.

No Brasil, o valor e data de lançamento do MX Master 4 ainda não foram divulgados, mas o produto já foi certificado pela Anatel.

O mouse estará disponível globalmente nas cores grafite e cinza claro. Para os mercados da América do Norte e Europa, haverá também as opções preto e grafite carvão. Uma versão específica para Mac será comercializada nas cores branco e preto espacial.

Também haverá o MX Master 4 for Business, uma versão do produto que facilita o gerenciamento remoto no meio corporativo.

A Logitech também destaca que o novo mouse foi projetado com foco em sustentabilidade, utilizando no mínimo 48% de plástico reciclado pós-consumo, alumínio de baixo carbono na roda de rolagem e uma bateria com 100% de cobalto reciclado.

Com informações da Logitech e WinFuture

Logitech MX Master 4 é anunciado com novo sistema de feedback tátil

Logitech MX Master 4 (imagem: divulgação/Logitech)

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Google Promove Agenda Global para Educar Trabalhadores e Parlamentares sobre IA

    O Google, da Alphabet, que já enfrenta um desafio regulatório sem precedentes, está tentando moldar a opinião pública e as políticas relativas à inteligência artificial, em meio a uma onda global de regulamentação do setor. Um executivo da empresa disse à Reuters que uma das prioridades é construir programas educacionais para treinar a força de trabalho na IA. “Fazer com que mais pessoas e organizações, incluindo governos, fiquem mais familiarizadas com a IA e usando ferramentas de IA facilita a melhor construção de políticas de IA, além de abrir novas oportunidades. É um círculo virtuoso”, afirmou Kent Walker, presidente de assuntos globais da Alphabet. Com o Google correndo para vencer nesse tema as outras Big Techs, incluindo a OpenAI, que é apoiada pela Microsoft, e a Meta, a empresa está ciente do forte escrutínio regulatório que enfrentará nos seus negócios existentes de publicidade e busca. Na União Europeia, o Google ofereceu vender uma parte de seu negócio de tecnologia de publicidade para agradar os reguladores, informou a Reuters. Nos EUA, o Departamento de Justiça está tentando forçar uma divisão do browser Chrome, embora isso possa ser mudado sob o governo de Donald Trump. Governos de todo o mundo estão impondo novas regulações sobre questões que podem ser exacerbadas com o uso da IA, como as relativas a direitos autorais e privacidade. A Lei de IA da União Europeia, que tem como objetivo avaliar os riscos e exigir a divulgação de sistemas de IA para propósito geral, recebeu resistência das gigantes da tecnologia, que podem receber multas multibilionárias. O Departamento de Justiça dos EUA também tentou frear os avanços do Google no setor de inteligência artificial, para solucionar uma ação federal que classificou o serviço de buscas como um monopólio ilegal. O CEO Sundar Pichai anunciou em setembro um fundo de US$ 120 milhões para construir programas de educação em IA. Executivos como Walker e Ruth Porat, presidente e diretor de investimentos, estão viajando pelo mundo para discutir recomendações de políticas com governos.
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Meta Destinará até US$ 65 Bilhões para Impulsionar Metas de IA em 2025, Diz Zuckerberg

    A Meta planeja gastar entre US$ 60 bilhões e US$ 65 bilhões este ano para desenvolver infraestrutura de inteligência artificial (IA), disse o presidente-executivo da companhia, Mark Zuckerberg, nesta sexta-feira (24). Como parte do investimento, a Meta construirá um data center de mais de 2 gigawatts, que seria grande o suficiente para cobrir uma parte significativa de Manhattan. A empresa — um dos maiores clientes dos cobiçados chips de inteligência artificial da Nvidia — planeja terminar o ano com mais de 1,3 milhão de processadores gráficos. "Este será um ano decisivo para a IA", disse Zuckerberg em uma publicação no Facebook. "Este é um esforço enorme e, nos próximos anos, ele impulsionará nossos principais produtos e negócios." Zuckerberg espera que o assistente de IA da Meta — disponível em seus serviços, incluindo Facebook e Instagram — atenda mais de 1 bilhão de pessoas em 2025, enquanto seu Llama 4 de código aberto se tornará o "modelo de última geração". Grandes empresas de tecnologia têm investido dezenas de bilhões de dólares para desenvolver infraestrutura relacionada à IA depois que o sucesso meteórico do ChatGPT da OpenAI destacou o potencial da tecnologia. O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na terça-feira (21) que OpenAI, SoftBank Group e Oracle formarão um empreendimento chamado Stargate e investirão US$ 500 bilhões em infraestrutura de IA nos Estados Unidos. No início deste mês, a Microsoft disse que planejava investir cerca de US$ 80 bilhões no ano fiscal de 2025 para desenvolver data centers, enquanto a Amazon.com disse que seus investimentos em 2025 seriam maiores do que os US$ 75 bilhões estimados em 2024. O aporte planejado pela Meta de até US$ 65 bilhões representaria um salto significativo em relação ao montante entre US$ 38 bilhões para US$ 40 bilhões estimado no ano passado. Como parte dos esforços de IA, a empresa disse que construirá uma engenharia de IA que começaria a contribuir com quantidades cada vez maiores de código para seus esforços de pesquisa e design. Ela também continuará a aumentar as equipes que trabalham em serviços de IA.
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Nvidia Acerta Compra da Run:ai por US$ 700 Milhões após Impasses Regulatórios

  A fabricante de chips Nvidia concluiu a aquisição da empresa israelense de inteligência artificial Run:ai, informou a startup nesta segunda-feira, após uma análise de concorrência sobre a operação. A Comissão Europeia concedeu aprovação incondicional à oferta de US$ 700 milhões (R$ 4,3 milhões) da Nvidia pela Run:ai, que ajuda desenvolvedores a otimizar a infraestrutura para IA, mais cedo em dezembro, após declarar em outubro que o acordo exigiria aprovação antitruste da União Europeia. O órgão anticoncorrencial da UE havia alertado que o acordo ameaçava a concorrência nos mercados onde as empresas atuam. A investigação sobre o acordo focou em práticas que poderiam fortalecer o controle da Nvidia sobre o mercado de unidades de processamento gráfico (GPUs), que são os chips procurados e frequentemente usados em tarefas relacionadas à IA. A Nvidia domina o mercado de processadores gráficos para IA, detendo participação de cerca de 80%. No entanto, a Comissão Europeia concluiu este mês que a aquisição da Run:ai, anunciada originalmente em abril, não levantaria preocupações com relação à concorrência. A Run:ai planeja tornar seu software de código aberto, disse a empresa em uma publicação. "Embora a Run:ai atualmente suporte apenas GPUs da Nvidia, a abertura do código do software permitirá estender sua disponibilidade para todo o ecossistema de IA", afirmou.
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Entenda Quem São e para Que Servem os Agentes Autônomos na IA

  Agentes autônomos são sistemas de inteligência artificial (IA) projetados para executar tarefas de forma independente, sem a necessidade de intervenção humana contínua. Eles são capazes de tomar decisões, planejar ações e adaptar-se a diferentes situações para alcançar objetivos específicos. Esses agentes utilizam técnicas avançadas de IA, como aprendizado de máquina e processamento de linguagem natural, para interagir com o ambiente e realizar suas funções. Entre os principais exemplos de agentes autônomos estão assistentes como Siri, Alexa e Google Assistant, alem de carros autônomos, como os desenvolvidos pela Tesla e Waymo, ou mesmo os especializados como no mercado financeiro que podem realizar negociações de ações e outros ativos, analisando dados de mercado em tempo real para tomar decisões de compra e venda.

Características dos Agentes Autônomos

Autonomia Podem operar sem supervisão humana direta, tomando decisões baseadas em dados e algoritmos predefinidos. Adaptabilidade Ajustam suas ações com base em mudanças no ambiente ou nas tarefas que precisam realizar. Interatividade Interagem com outros sistemas, usuários ou agentes para coletar informações e executar tarefas complexas. Aprendizado Contínuo Melhoram seu desempenho ao longo do tempo, aprendendo com experiências passadas e feedback.

Exemplos de Agentes Autônomos

Assistentes Virtuais Assistentes como Siri, Alexa e Google Assistant são exemplos de agentes autônomos que ajudam os usuários em tarefas diárias, como definir lembretes, responder perguntas e controlar dispositivos domésticos inteligentes1. Veículos Autônomos Carros autônomos, como os desenvolvidos pela Tesla e Waymo, utilizam agentes autônomos para navegar, tomar decisões de direção e evitar obstáculos sem intervenção humana2. Robôs Industriais Na manufatura, robôs autônomos são usados para montar produtos, realizar inspeções de qualidade e otimizar processos de produção, aumentando a eficiência e reduzindo erros humanos3. Agentes de Negociação Em mercados financeiros, agentes autônomos podem realizar negociações de ações e outros ativos, analisando dados de mercado em tempo real para tomar decisões de compra e venda4. Sistemas de Diagnóstico Médico Agentes autônomos são usados em sistemas de saúde para analisar dados de pacientes, sugerir diagnósticos e recomendar tratamentos, auxiliando médicos na tomada de decisões clínicas
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Veja Como Desativar a Meta IA do Seu Whatsapp

A recente atualização do WhatsApp trouxe a Meta IA, um assistente virtual que utiliza inteligência artificial para ajudar os usuários em diversas tarefas. No entanto, nem todos ficaram satisfeitos ou seguros com essa novidade e muitos estão buscando maneiras de desativar ou minimizar a presença da Meta IA no aplicativo.

Aqui está um passo a passo para ajudar você a desativar a Meta IA no WhatsApp.

#1 Excluir a Conversa com a Meta AI A maneira mais simples de reduzir a presença da Meta AI é excluir a conversa com o assistente virtual. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e, em seguida, toque no ícone da lixeira. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e selecione a opção “Apagar”. #2 Arquivar a Conversa Se você preferir não excluir a conversa, pode arquivá-la para que ela não apareça na sua lista de chats. No Android: Pressione e segure a conversa com a Meta AI e toque na seta para baixo para arquivá-la. No iPhone: Deslize a conversa para a esquerda e toque em “Arquivar”. #3 Ocultar o Botão da Meta AI Abra o WhatsApp e vá para as configurações. Selecione “Conversas”. Desative a opção “Mostrar botão Meta AI”. #4 Não Interagir com a Meta AI Simplesmente ignore o assistente virtual. A Meta AI não interfere nas suas conversas pessoais e as mensagens trocadas com o assistente são geradas pela inteligência artificial em resposta ao que você envia. #5 Contestar o Uso de Dados Para aqueles preocupados com a privacidade, a Meta oferece a opção de contestar o uso de seus dados pela Meta AI. Você pode enviar um formulário com o número de telefone associado à sua conta no WhatsApp para garantir que suas mensagens não sejam utilizadas para o desenvolvimento ou aprimoramento dos modelos de IA.
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Scale AI é avaliada em US$ 14 bi em rodada apoiada por Nvidia e Amazon

A Scale AI anunciou nesta terça-feira que levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de financiamento liderada pela empresa de capital de risco Accel, com a participação de Nvidia, Amazon e Meta, avaliando a startup de dados de inteligência artificial em quase US$ 14 bilhões. As principais empresas de tecnologia estão correndo para incorporar a IA em seus produtos e serviços. As startups que atendem ao aumento da demanda por chips de IA e aprendizado de máquina têm sido um ponto positivo em um mercado de financiamento privado que, de outra forma, seria moderado.

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Fundada em 2016, a Scale AI fornece grandes quantidades de dados rotulados com precisão, o que é fundamental para o treinamento de ferramentas sofisticadas como o ChatGPT da OpenAI. A empresa também ajuda sua clientela - incluindo Microsoft, Morgan Stanley, OpenAI e Cohere, a criarem e refinarem conjuntos de dados. A rodada de financiamento da empresa sediada em São Francisco é a mais recente de uma série de transações na área de IA. As startups de IA levantaram US$ 19,15 bilhões em financiamento de capital de risco no primeiro trimestre, em comparação com US$ 16,36 bilhões no mesmo período do ano anterior, de acordo com dados da PitchBook. A Scale AI disse que usará o capital para desenvolver recursos de dados com seus clientes corporativos e o Departamento de Defesa dos EUA e a Casa Branca. O governo dos EUA vem formando parcerias com empresas focadas em IA e lançou várias iniciativas para inovação na área. Outros investidores de alto nível que participaram da última rodada de financiamento da Scale incluíram Coatue, Tiger Global Management, Intel Capital e AMD Ventures. Em 2021, a startup levantou US$ 325 milhões em uma rodada de financiamento que supostamente a avaliou em cerca de US$ 7,3 bilhões.
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OpenAI apresenta modelo de IA que transforma texto em vídeo

A OpenAI, companhia apoiada pela Microsoft, está trabalhando em um software que pode gerar vídeos de um minuto de duração com base em instruções de texto, informou a empresa nesta quinta-feira (15).
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O software, chamado Sora, está atualmente disponível para análise de uma equipe que ajuda a identificar falhas no sistema de inteligência artificial, bem como para uso por artistas visuais, designers e cineastas para obter opiniões sobre o modelo, disse a empresa em comunicado. "O Sora é capaz de gerar cenas complexas com vários personagens, tipos específicos de movimento e detalhes precisos do objeto e do plano de fundo", diz o comunicado, acrescentando que ele pode criar várias tomadas em um único vídeo. Além de gerar vídeos a partir de instruções de texto, o Sora pode animar uma imagem estática, informou a empresa em comunicado. O Sora é um trabalho em andamento, e a empresa acrescentou que o modelo pode confundir os detalhes espaciais de uma solicitação e ter dificuldade em seguir uma trajetória específica da câmera. A OpenAI informou que também está desenvolvendo ferramentas que podem discernir se um vídeo foi gerado pelo Sora.
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Nvidia lançará chip de IA voltado para a China no 2º tri

A fabricante norte-americana de chips Nvidia planeja iniciar produção em massa no segundo trimestre de 2024 de um chip de inteligência artificial que projetou para a China. A nova linha é destinada a para cumprir regras de exportação impostas pelos Estados Unidos, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto nesta segunda-feira (8).

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O chip H20 é o mais poderoso dos três chips voltados para a China que a Nvidia desenvolveu para atender às restrições anunciadas em outubro. O dispositivo foi originalmente programado para ser lançado em novembro passado, mas esse plano foi adiado, com fontes dizendo à Reuters na época que o atraso foi devido a problemas que os fabricantes de servidores estavam tendo na integração do chip. Uma das pessoas disse que o volume inicial de produção será limitado, e que a Nvidia deverá atender principalmente aos pedidos dos principais clientes. A Nvidia não comentou o assunto. A Reuters informou anteriormente, citando fontes, que as empresas chinesas estão relutantes em comprar o H20 e estão testando alternativas domésticas. Isso se deve ao medo de que os EUA possam novamente aumentar as restrições. No ano passado, o líder do mercado chinês de busca na internet, Baidu, encomendou chips de IA da Huawei Technologies em uma mudança em relação à Nvidia, informou a Reuters.

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Além do H20, a Nvidia planeja dois outros chips que cumprem as novas restrições - o L20 e o L2. A fabricante de chips ainda não anunciou a venda de nenhum dos três. A Nvidia está apostando nos chips para ajudar a preservar sua participação de mercado da China. A posição é ameaçada depois que as restrições de exportação dos EUA a impediram as vendas de produtos no país, incluindo os chips avançados A800 e H800 AI. Os próprios A800 e H800 foram apresentados como alternativas para os clientes chineses em novembro de 2022. A alternativa foi apresentada cerca de um mês depois que os EUA restringiram pela primeira vez as exportações de microprocessadores e equipamentos avançados para a China. O H20, o L20 e o L2 incluem a maioria dos recursos mais recentes da Nvidia para o trabalho de IA. Mas com poder de computação reduzido para cumprir as novas regras de Washington, de acordo com a análise da SemiAnalysis das especificações dos chips.
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Google avança para próxima geração da IA com Gemini Pro

Na manhã desta quarta-feira (13), o Google liberou a versão Pro de seu novo modelo de inteligência artificial, o Gemini. Focado em desenvolvedores e empresas, o lançamento chega ao mercado com três principais melhorias em ferramentas da plataforma:
  • "Gemini Pro API": a chave de programação gratuita, exclusiva e de fácil acesso disponível no Google AI Studio
  • "Image 2 Text": a ferramenta de leitura e conversão de imagens, vídeos e produtos digitais em diferentes conteúdos de texto
  • "Duet AI for Security Operations": o assistente virtual do Google agora conta com um sistema unificado de segurança de forma mais eficaz

Gemini Pro API no AI Studio ou Vertex AI

Desenvolvedores interessados em experimentar o Gemini Pro podem utilizar a nova API por meio do AI Studio, uma ferramenta gratuita do Google WorkSpace. Para níveis mais avançados, programadores e empresas podem facilmente transferir seu código do AI Studio para o Vertex AI, obtendo recursos adicionais de personalização e funcionalidades do Google Cloud.
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Image 2 Text

O Vertex AI, a interface mais avançada de programação do Google, melhorou a ferramenta de conversão de imagem para texto. Agora, além de transformar fotos em anúncios, legendas e até mesmo propagandas complexas, será possível gerar logos, emblemas, marcas e abstrações.

Leia também:

Duet AI Security Operations

O Duet AI, ferramenta de assistência para desenvolvedores do Google, já está disponível com códigos e chats alimentados por IA. Então, além de ajudar os usuários a construir aplicativos dentro de seu editor de código, os desenvolvedores podem contar com a segurança de operações e um suporte integrado em relação à privacidade, segurança e compliance.

Afinal, o que é o Google AI Studio?

O Google AI Studio é uma ferramenta gratuita que permite desenvolvedores, programadores e entusiastas a criarem rapidamente comandos, códigos, aplicativos, entre outros produtos digitais com uma chave de API. Para entrar no Google AI Studio basta ter uma conta do Google e aproveitar a cota gratuita, que permite 60 solicitações por minuto. Quando estiver pronto, o usuário pode clicar em "obter código" para transferir seu trabalho para o local de escolha. A primeira versão do Google Gemini Pro está disponível em mais de 180 países e 38 idiomas, incluindo o Brasil. Em comunicado à imprensa, o Google anunciou o lançamento do Gemini Ultra, o modelo mais amplo e capaz de IA da Big Tech, para o início de 2024.
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ChatGPT-4: versão da IA trará novas possibilidades para vídeos e imagens

A participação de Andreas Braun, CTO da Microsoft, em um evento de tecnologia na Alemanha, o “AI in Focus - Digital Kickoff”, gerou uma verdadeira euforia e aumentou a expectativa em torno da nova versão do ChatGPT, a 4. Braun afirmou que na próxima semana um novo modelo de linguagem natural desenvolvido pela OpenAI, empresa que recebeu investimento recente de US$ 10 bilhões da Microsoft será lançado. Segundo a agência de notícias alemã Heise, quatro integrantes das equipes de desenvolvimento da Microsoft estavam presentes no evento para apresentar o novo modelo que já integra a nova ferramenta Azure, dando origem ao Azure-OpenAI. A nova versão é esperada há algum tempo, mais especificamente desde o início de fevereiro. Sam Altman, CEO da empresa não concorda em dar detalhes da nova ferramenta. Tentou, até mesmo reduzir as expectativas afirmando que ela poderia gerar algum tipo de frustração. Leia mais: Maioria dos brasileiros usou ChatGPT por curiosidade e gratuidade “Na nova versão, teremos formatos e possibilidades totalmente diferentes, isso inclui vídeos e modelos multimodais capazes de captar informações de diferentes fontes. Esse novo pacote incluiria vídeos, imagens e outras referências que o sistema pudesse vasculhar na internet.” Outro avanço destacado por Braun é a capacidade de o sistema lidar melhor com a linguagem natural, um grande desafio para os sistemas de IA. Além disso, a versão 4 funcionará em vários idiomas. São muitas as perguntas sobre o ChatGPT-4, mas a verdade é que ele é muito aguardando, principalmente depois das informações trazidas pelo executivo da Microsoft.
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Como é a nova roda da Audi desenvolvida por inteligência artificial?

Aproveitar a Inteligência Artificial (IA) em todos os departamentos: esse é o objetivo que a Audi estabeleceu para se tornar uma empresa orientada por dados, uma vez que a companhia agora emprega software que usa inteligência artificial para abrir novas fontes de inspiração para designers. Leia mais: Cinco motivos para fugir de SUVs e investir no Audi A3 Leia mais: Audi reformula logotipo – o que simbolizam suas quatro argolas? Pessoas criativas estão sempre em busca de inspiração. O mesmo vale para os designers que criam novas rodas no Audi Design Studio em Ingolstadt, na Alemanha. Mas onde encontrar fontes inexploradas de inspiração? O conceito de “pensar fora da caixa” é conhecido, mas é difícil de implementar, uma vez que no processo criativo as pessoas tendem a recorrer ao familiar. É exatamente nesse ponto abordado pelo software baseado em IA FelGAN, um desenvolvimento interno do departamento de TI da Audi e da Audi Design. O projeto permite um conjunto praticamente ilimitado de ideias aos designers, cuja interação com o software os permite descobrir motivos de perspectivas completamente novas, dando-lhes sugestões para que possam evoluir e trabalhar em suas criações. Em termos concretos, o FelGAN funciona propondo rapidamente um grande número de projetos fotorrealistas ou recombinando projetos existentes de maneira direcionada. Dessa forma, o sistema funciona como uma espécie de hub de ideias para a equipe de design de rodas da Audi, permitindo a troca de novas versões e variações. A ferramenta permite que os designers experimentem facilmente formas, cores, estruturas de superfície e outros parâmetros em tempo real. O nome “FelGAN” é uma mistura da palavra alemã para aro (Felge) e “GAN”, sendo este último um acrônimo para Generative Adversarial Networks. Os GANs são uma forma especial de programa de computador de autoaprendizagem em que dois algoritmos competem como oponentes durante o chamado treinamento, tornando-se cada vez melhores na competição entre si. Funciona assim: Um dos dois algoritmos, o “gerador”, faz imagens artificiais de um tema específico – no caso do FelGAN, uma roda do veículo. O discriminador – ou competidor, por assim dizer – vê uma seleção de imagens, consistindo em fotos reais de rodas ao lado de imagens do gerador. Agora o discriminador decide se cada imagem é uma criação do gerador ou uma foto real. Este processo é repetido várias vezes até que o treinamento seja concluído. Ambos os algoritmos são projetados para aprender com seus erros e melhorar continuamente. Após várias tentativas, as criações do gerador são tão reais que nem mesmo o olho humano consegue, ou mal consegue, distingui-las das fotos reais. A interface de usuário intuitiva, baseada na tecnologia Streamlit, cria ciclos de desenvolvimento curtos e feedback rápido entre o design e a equipe de TI. Para que os projetistas não precisem depender de hardware local de alto desempenho ao usar a solução de software, os componentes do aplicativo de IA – que exigem muito poder de processamento – são executados na nuvem.

Cooperação entre humanos e Inteligência Artificial

Outro benefício do FelGAN é que o software atribui um valor matemático a cada projeto feito pela IA. Referidos pelos desenvolvedores como “DNA”, esses valores podem ser usados ​​a qualquer momento para reproduzir designs. Mas isso não é tudo: os designers da Audi também podem alimentar o programa com seus próprios designs e fotos, adicionando-os à superfície experimental virtual. Isso é baseado em algoritmos especiais que determinam os valores de DNA apropriados para as imagens que os designers alimentam. Muitas vezes, os designers usam apenas elementos individuais das criações de FelGAN, refinando-os em um design geral harmonioso. Além do domínio das ferramentas do ofício, o olhar criativo e a experiência profissional desempenham um papel decisivo aqui. Por fim, os especialistas da Audi tornam o projeto virtual uma realidade, produzindo um protótipo da roda, seja em plástico ou alumínio, usando materiais de alta tecnologia. O FelGAN foi desenvolvido e implementado em colaboração totalmente interna dos departamentos de TI e design da Audi. A empresa está, assim, demonstrando sua expertise no setor de software, bem como no futuro campo da IA. Thomas Knispel, chefe de aprendizado de máquina e ciência de dados da Audi: “Na era moderna, os dados trazem imenso valor agregado para as empresas e seus funcionários. A Audi se comprometeu com o objetivo de se tornar uma empresa orientada por dados. Para isso, vamos usar IA em muitos departamentos. Portanto, nossa equipe de dados está sempre atenta a novas tecnologias.” No futuro, a tecnologia por trás do FelGAN pode ser expandida em uma plataforma abrangente de design de IA que também pode servir como fonte de inspiração para designers de outros departamentos da Audi. Além disso, um sistema de classificação de IA está sendo desenvolvido no qual cada aro gerado pelo FelGAN será avaliado em relação ao seu balanço de carbono. FelGAN é, portanto, um passo adiante da Audi para se tornar uma empresa digital e orientada por dados.
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Com Series B de U$220 milhões, Incode chega ao Brasil como unicórnio

A Incode, plataforma de verificação e autenticação de identidade baseada em Inteligência Artificial (IA), fundada pelo mexicano Ricardo Amper, levantou cerca de U$220 milhões em sua rodada de investimento de Series B, uma das maiores da América Latina. Com o movimento, a empresa atinge uma avaliação de U$ 1,25 bilhão e adquire status de unicórnio. O financiamento ocorre menos de sete meses após o aporte de U$25 milhões em uma rodada de Series A, em março de 2021. 

A recente rodada foi liderada pela General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, dois investidores proeminentes, com financiamento adicional de instituições financeiras como:  J.P. Morgan, Capital One Ventures e Coinbase. Também participaram do aporte a SVCI (Silicon Valley CISO Investments), um grupo de mais de 50 CISOs, líderes em tecnologia que estão unindo forças e fundos para impulsionar a próxima geração de inovação em cibersegurança, bem como os fundadores da dLocal, e investidores pré-existentes, como DN Capital, 3L Capital, Framework Ventures, Dila Capital, entre outros.

  https://www.youtube.com/watch?v=UW5a95kM4ww

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16 negócios e indústrias que estão sendo revolucionados pela inteligência artificial

Da saúde e da manufatura até o varejo, quase todos os setores foram impactados pela IA (inteligência artificial). Talvez a maioria dos consumidores pense que as empresas usam essa tecnologia principalmente para o marketing direcionado (e algumas realmente o fazem). No entanto, muitas outras áreas também estão sendo afetadas pela IA, uma vez que ela está ajudando companhias em todo o mundo a proteger funcionários e clientes, manter seu estoque e desenvolver novos produtos e serviços, entre outras funcionalidades. Mas como a IA está trabalhando nos bastidores para ajudar empresas e, assim, apoiar os clientes e consumidores que elas atendem? Siga todas as novidades do Forbes Tech no Telegram Veja, na galeria a seguir, 16 áreas da indústria que estão sendo aprimoradas pela inteligência artificial, segundo membros da Forbes Technology Council:
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Sua empresa está preparada para o século digital?

Em artigos anteriores mencionei alguns aspectos importantes para as empresas frente à pandemia e para o que virá a partir dela. Nosso cenário ainda é de muitas incertezas e seguimos vivendo em uma realidade na qual nós, como líderes, constantemente revisitamos nossas prioridades para cuidar da saúde e da segurança em primeiro lugar. Mas, conforme olhamos para frente, sabemos de uma coisa: o mundo pós-pandemia é híbrido, multidimensional e a hiperdigitalização veio para ficar. Acompanhamos ao longo de 2020 as empresas adotando amplamente a tecnologia para acelerar a transformação digital em seus processos de negócios, conforme se adaptavam a uma nova realidade de interação remota no comércio, nas comunicações e na aprendizagem. Junto a isso, os CEOs da América Latina passaram a ver como principais desafios a infraestrutura de tecnologia, os riscos cibernéticos e a regulação e esse novo mundo multidimensional, conforme IBV CEO Study 2021. E à medida que o mundo se recupera dos efeitos da pandemia, três conceitos-chave se destacam como os principais fatores de atenção para que as empresas possam perseverar e ter sucesso: confiança, talento e tecnologia.
  • Confiança. É dito que a confiança se ganha com mil atos e se perde com apenas um. Eu não poderia estar mais de acordo com essa frase. Uma ação equivocada pode colocar em risco uma relação de muitos anos. E isso não se aplica só para a nossa vida pessoal, mas também para os negócios. A pandemia, por exemplo, trouxe novos riscos, ameaças e regulações, e com eles a necessidade de garantir relações de confiança para cada interação. A tecnologia pode ajudar a tratar desses temas de forma preditiva, com soluções que podem apoiar os negócios na geração de insights e a operar com mais segurança. Mas, se não temos confiança, não adianta ter a tecnologia.
Oito em dez (82%) profissionais de TI da América Latina acreditam que poder confiar na IA é crítico ou muito importante para seus negócios. Por isso é importante que as empresas tenham o compromisso com o uso ético e responsável da tecnologia e com a privacidade dos dados dos clientes: Confiança e Transparência — devem orientar o tratamento de dados e percepções do cliente, e também o desenvolvimento e implementação responsáveis de novas tecnologias, como os assistentes virtuais, entre outros. Ética e confiança da IA - Promover o diálogo global. Conduzir isso de forma consistente nas operações, desde a pesquisa e a tecnologia até o trabalho em políticas públicas e parcerias com organizações e líderes globais. Os dados dos clientes são dos clientes, e seus insights são seus insights. As empresas de tecnologia têm que ter o compromisso de adotar esses princípios para proteger os dados e percepções dos clientes, garantindo o uso responsável e transparente de IA e outras inovações transformadoras. Nós como líderes temos a obrigação de garantir que os dados dos clientes são realmente apenas deles, que as informações estão sendo tratadas eticamente e com transparência e que nosso ecossistema de parceiros também conta com os mesmos princípios de confiança em todas as interações.
  • Talento. Como desenvolver novas capacidades, manter profissionais engajados e promover crescimento dentro da nova realidade – para pessoas, empresas e sociedade? É preciso olhar para o que cada um pode contribuir, quais as necessidades latentes e como podemos diminuir as barreiras para possibilitar que esse desenvolvimento aconteça. Ter um olhar amplo para os temas que nos impactam agora é o que fará a diferença no futuro: diversidade e inclusão, sustentabilidade empresarial, acesso à educação, democratização da tecnologia são meios para que talentos sejam colocados em ação e para que haja progresso com ganhos para todas as partes.
Somos nós como líderes que precisamos puxar esses temas nas nossas organizações, não só para o desenvolvimento da nossa própria força de trabalho, mas também para ajudar as próximas gerações a terem as oportunidades que vão nos ajudar a crescer como sociedade. Para dar um exemplo do que pode ser feito, no Brasil, IBM e Embrapii anunciaram em abril uma parceria para ajudar 10 mil estudantes brasileiros a se capacitarem com diversas habilidades, para trabalharem em tecnologias sob demanda. Professores das unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) receberão treinamento de especialistas para ampliarem seus conhecimentos em tecnologias como nuvem híbrida, IA, computação quântica e segurança cibernética, visando incorporar esse conhecimento ao currículo da sala de aula.
  • Tecnologia. Por fim, volto a dizer que a tecnologia tem um papel fundamental para habilitar novas formas de operar, que por sua vez permitem às empresas inovar e criar novas conexões e caminhos mais seguros, confiáveis e com potencial de sucesso. Ter uma base digital sólida não é apenas uma vantagem competitiva, mas uma prioridade e uma condição para existir. Estamos entrando em uma era em que a computação pode - e deve - acontecer em qualquer lugar, de data centers a nuvens públicas, até os limites da rede (edge).
Uma pesquisa da IBM conduzida pela Morning Consult, Global AI Adoption Index 2021, mostrou que 53% das empresas da América Latina estão adotando a IA, mas 80% ainda não utilizam IA na nossa região. Como podemos fazer para acelerar essa adoção? Na IBM achamos que a inteligência artificial deve ter um avanço pervasivo em toda a organização, estar incluída em todos os processos de negócio, front e back-end, fazendo as empresas mais eficientes e rentáveis; oferecendo melhores serviços e experiências para colaboradores, cidadãos e clientes, seja de forma online, por dispositivo móvel ou na loja. Por isso, acreditamos que o futuro é híbrido. A plataforma de nuvem híbrida permite às empresas e organizações tirarem proveito dos dados, de todas as fontes e em todas as formas. Um recurso de IA que entende, raciocina e aprende, usando todos esses dados, que pode levá-lo da análise de dados à previsão de resultados. Uma arquitetura segura, escalável e compatível com as regulamentações do setor. E, acima de tudo, incorpora continuamente novas inovações fornecidas pela nuvem, como a computação quântica. A sua empresa está preparada para o século digital? Tem os talentos, relações de confiança e tecnologia para se preparar para o futuro? É nosso dever como líderes puxar essas conversas, essas ações e colocar as nossas empresas no topo da jornada de transformação, para avançar como sociedade e deixar o Brasil no topo. Tonny Martins é gerente geral da IBM na América Latina. O executivo começou sua carreira como estagiário na empresa há 29 anos e ocupou diversas posições de liderança nos segmentos de Serviços, Soluções e Consultoria de Negócios.
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Empresas devem gastar US$ 50 bilhões em inteligência artificial em 2020

Os gastos corporativos com sistemas de inteligência artificial devem ultrapassar US$ 50 bilhões neste ano. No entanto, a grande maioria das empresas pode não ter muito retorno imediato sobre esse investimento recorde. Em uma pesquisa com mais de 3.000 gerentes de empresas sobre seus gastos com IA, apenas 10% relataram benefícios financeiros significativos de seu investimento até agora, constatou o novo relatório do “MIT Sloan Management Review”, revista digital de tecnologia e negócios, e do Boston Consulting Group, empresa de consultoria corporativa. LEIA MAIS: Nestlé reforça estratégia de digitalização com centro de inovação e tecnologia Os ganhos com a tecnologia não acompanharam o aumento da adoção do investimento, diz Shervin Khodabandeh, que liderou o estudo e é codiretor de negócios em IA do Boston Consulting Group na América do Norte. “Estamos vendo mais atividades, o que também significa mais investimento em tecnologia e ciência de dados”, diz Khodabandeh. “Mas a linha de impacto ainda não mudou realmente.” Os resultados devem ser preocupantes para as empresas que continuam a despejar dinheiro em projetos de IA em um ritmo vertiginoso, procurando usar as ferramentas alternativas para tudo, desde gerenciamento de contratos até fornecer energia a assistentes domésticos e carros autônomos. Mais de US$ 50 bilhões devem ser investidos em sistemas de IA globalmente neste ano, de acordo com o IDC, empresa de consultoria de mercado, acima dos US$ 37,5 bilhões em 2019. Em 2024, o investimento deve chegar a US$ 110 bilhões, prevê a entidade. Apesar dos bilhões investidos, projetos de IA fracassados são crescentes. A IBM desviou a prioridade de sua tecnologia Watson, sistema de computador de solução de questões, após atrair o desprezo por empreendimentos como um projeto de oncologia de US$ 62 milhões que fez sugestões imprecisas sobre tratamentos de câncer. A Amazon teve de parar com uma ferramenta de recrutamento de IA depois que ela mostrou preconceitos misóginos. E empresas menores descobriram que construir tecnologia é mais difícil do que parece, já que assistentes virtuais supostamente equipados com IA e agendadores de reuniões acabam dependendo de humanos reais nos bastidores. As empresas estão lutando para entregar projetos de IA e ter mais resultados, diz Khodabandeh, porque elas gastam demais em tecnologia e cientistas de dados, sem implementar mudanças nos processos de negócios que poderiam se beneficiar da IA ​​—uma conclusão que ecoa um relatório da “Harvard Business Review” publicado em junho. Tome a Uber como exemplo. No mês passado, os engenheiros da empresa de caronas concluíram que seus carros autônomos não conseguiam dirigir mais de 800 metros até encontrarem um problema. A inteligência artificial do programa ainda "luta com rotinas e manobras simples", de acordo com um relatório na “The Information”. Parte do motivo da falha, de acordo com um memorando interno, são ideias concorrentes sobre como implementar a tecnologia. LEIA MAIS: Honda deixará a F1 para se concentrar em tecnologia de emissão zero Mas, com a promessa da IA ​​de economia e melhorias em grande escala para os negócios, as empresas não vão parar de investir em tecnologia tão cedo. Os pesquisadores do BCG e do MIT descobriram que 57% das empresas disseram ter implantado seus próprios projetos de IA, em relação a 44% das empresas em 2018. Para que esses projetos dêem frutos, Khodabandeh diz que mais usuários de IA precisarão repensar como a tecnologia está integrada em seus negócios. “Claramente há muito exagero”, diz ele. “E parte desse exagero aparece nos dados.”
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Conheça a plataforma de IA que detecta falhas elétricas e incêndios florestais melhor e mais rápido do que humanos

A startup Buzz Solutions, da StartX, de Stanford (Califórnia), acaba de lançar sua solução de IA para ajudar as companhias elétricas a detectar, de maneira mais rápida, linhas de energia e falhas na rede elétrica para que os reparos possam ser feitos antes do início dos incêndios. A plataforma exclusiva utiliza inteligência artificial e tecnologia de visão mecânica para analisar milhões de imagens de linhas de alta tensão e torres de drones, helicópteros e aeronaves para encontrar falhas perigosas, além de vegetação exagerada, dentro e ao redor da infraestrutura da rede para ajudar as concessionárias a identificar áreas problemáticas e repará-las antes que um incêndio comece. LEIA MAIS: Forbes promove primeiro webinar sobre Saúde Mental nas empresas. Participe O sistema pode fazer a análise pela metade do custo e a um tempo menor em comparação aos humanos, em um período de horas a dias, não meses a anos. O Departamento de Silvicultura e Proteção contra Incêndios da Califórnia determinou que as linhas de transmissão da PG&E foram as culpadas pelo enorme incêndio de Kincade em Sonoma, na Califórnia, no ano passado. Problemas de linhas de alta tensão e equipamentos vêm sendo a causa dos incêndios florestais mais recentes, e a temporada de incêndios florestais começou novamente. Detectar falhas nos equipamentos da rede elétrica de maneira rápida, à medida que o clima fica mais quente e com mais ventos, pode ajudar as companhias a salvar vidas e economizar bilhões de dólares. A Buzz Solutions já possui pilotos sendo treinados nas principais empresas de serviços públicos do país. Atualmente, as empresas de energia revisam o status das linhas de energia todos os anos, colaborando com outras organizações para capturar milhões de imagens de linhas de energia, torres e vegetação circundante com o auxílio de drones, helicópteros e aeronaves. O processamento das imagens leva de seis a oito meses e envolve técnicos e engenheiros que mapeiam manualmente todos os dados juntos, procurando por culpados e falhas, sinalizando-os para uma inspeção pessoal. No entanto, durante o processo, as linhas podem ser interrompidas, causando incêndios florestais e forçando o desligamento ou causando impactos maiores. CONFIRA: Forbes elege as empresas mais promissoras em inteligência artificial Por outro lado, a IA da Buzz Solutions e a tecnologia de visão mecânica revisam as imagens de inspeção capturadas por tais ferramentas variadas que são armazenadas na nuvem. A IA analisa as imagens através de seus algoritmos proprietários para detectar falhas em todos os principais componentes das linhas de transmissão e distribuição. O algoritmo também procura áreas onde a vegetação pode estar invadindo o equipamento e apresentando risco de incêndio. Essa análise é feita em horas ou dias, pela metade do custo do processo tradicional. As companhias podem tomar medidas para avaliar as imagens sinalizadas e reparar ou substituir o equipamento antes que causem incêndio. “É definitivamente hora de avançar usando a IA para reduzir a ameaça de incêndio. Acreditamos que a indústria de serviços elétricos está pronta para utilizar uma abordagem melhor para manter seus equipamentos em boas condições de funcionamento e pessoas e propriedades seguras”, disse Kaitlyn Albertoli, cofundadora e CEO da Buzz Solutions. A Buzz Solutions também fornece modelos e análise preventivas a partir de dados históricos, dados de ativos e falhas e dados meteorológicos para determinar com antecedência onde falhas e áreas de alto risco provavelmente ocorrerão no futuro. “Nossa visão é usar tecnologia inovadora para proteger nossa infraestrutura elétrica e meio ambiente hoje e ajudar a prever onde os problemas surgirão no futuro. Isso é ainda mais importante uma vez que somos seriamente afetados pelas mudanças climáticas”, acrescentou Vikhyat Chaudhry, cofundador e CTO, COO da Buzz Solutions. De acordo com autoridades da região, o verdadeiro custo dos incêndios florestais nos Estados Unidos é mais complicado e envolve mais dinheiro do que se poderia pensar. Existem custos diretos de combate ao fogo e perdas diretas a partir do fogo, fumaça e água, além de custos de reabilitação, custos indiretos e alguns custos adicionais incomuns. VEJA TAMBÉM: Insitro arrecada US$ 143 milhões para unir biologia e inteligência artificial Os custos com incêndios são quantificados com mais facilidade quando há impactos imediatos e diretos. A categoria inclui gastos federais, estaduais e locais. Esses custos, por sua vez, podem ser divididos em gastos com aviação, motores, equipes de combate a incêndios e agentes pessoais. Além dos gastos de eliminação do incêndio, outras despesas diretas incluem perdas de propriedades privadas (seguradas e não seguradas), danos às linhas de serviços elétricos, danos às instalações de lazer, perda de recursos da madeira e ajuda aos moradores que tiveram que deixar a área. A maioria desses custos acontecem durante ou imediatamente após o incêndio. Os custos imediatos de reabilitação de emergência são realizados nos dias, semanas e meses após o incêndio e são claramente relacionados ao próprio incêndio. Os gastos de reabilitação a longo prazo são mais difíceis de quantificar. As bacias hidrográficas danificadas podem levar muitos anos para se recuperar e exigir atividades de restauração significativas. Inundações após o incêndio podem causar danos adicionais à paisagem já prejudicada, e os impactos subsequentes podem incluir um aumento de espécies invasoras e forte erosão do solo. Os custos indiretos de incêndios florestais incluem taxas tributárias perdidas, como impostos sobre vendas e municípios, além de impostos comerciais e perdas de propriedades que se acumulam ao longo do tempo. Por exemplo, propriedades que escapam aos danos causados ​​pelo fogo ainda podem sofrer desvalorização à medida que a área se recupera. Tais custos indiretos, às vezes, são rotulados como custos de impacto. Gastos adicionais, às vezes chamados de custos especiais, abrangem discussões como o valor de uma vida humana. Enquanto a EPA coloca o valor de uma vida humana em US$ 7 milhões, o setor de saúde paga uma média de US$ 316 mil ao longo de uma vida média, considerado por eles como um valor médio de uma vida humana na América. VEJA: Por que o programa de inteligência artificial GPT-3 é incrível, mas superestimado A perda de vidas humanas, problemas contínuos de saúde para jovens e idosos com sistemas respiratório ou imunológico fracos e cuidados de saúde mental se enquadram nessa categoria, mas raramente são quantificados. A extensa perda de beleza estética e cênica, a existência da vida da natureza e outras também são difíceis de quantificar. A síntese de estudos de caso revela uma quantidade de custos totais de incêndios florestais entre 2 e 30 vezes maiores que os custos de supressão relatados. Portanto, o enorme incêndio Kincade, que queimou 78 mil acres e causou a evacuação de 200 mil pessoas, custou US$ 725 milhões, provavelmente custará muitos bilhões de dólares quando tudo tiver realmente acabado. Essa é uma área em que a tecnologia realmente faz a diferença, e a nova solução de IA é uma parte importante disso.
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WEG compra startup Mvisia, focada em IA e visão computacional

A WEG fechou acordo para a aquisição do controle da startup Mvisia, especializada em soluções de inteligência artificial aplicada à visão computacional para a indústria, segundo comunicado ao mercado hoje (23). Com o fechamento da operação, que não teve valor divulgado, a WEG passa a ter 51% do capital social da Mvisia, com possibilidade, prevista em contrato, de aumentar sua participação nos negócios futuramente. VEJA TAMBÉM: Inscreva-se no Canal Forbes Pitch, no Telegram, e fique por dentro de tudo sobre empreendedorismo "A aquisição faz parte da estratégia da companhia de incluir novos recursos à WEG Digital Solutions e à plataforma IoT WEGnology, lançada recentemente com o objetivo de atender as demandas da Indústria 4.0", afirmou a companhia. Trata-se da terceira aquisição da WEG desde que a companhia anunciou, em junho de 2019, a criação de uma nova estrutura de negócios digitais. A Mvisia foi fundada em 2012 no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da Universidade de São Paulo (USP). (Com Reuters)
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