3 Best Smart Ring Brands: Oura, RingConn, and Samsung (2026)
O teclado Logitech MX Keys S está à venda com 36% de desconto na Amazon, por R$ 551,70 em até 10x sem juros com o cupom INFO10 disponível para resgate na vitrine. A oferta possui o menor preço já encontrado pelo Achados do Tecnoblog e pelo menos a melhor em 1 ano, de acordo com histórico da plataforma Zoom.
O periférico sem fio, sucessor do MX Keys, foi lançado no Brasil em 2023 por R$ 859,90 e apresenta como grandes destaques os recursos de teclas programáveis e retroiluminação.

Este teclado sem fio da Logitech foi projetado com um corpo levemente inclinado para proporcionar boa ergonomia, com o objetivo de o usuário obter uma digitação fluida e precisa. Portanto, para quem busca o periférico com a intensão de longas horas de uso no dia a dia, é uma opção interessante.
O Logitech MX Keys S possui uma retroiluminação inteligente, a ponto de a luz de fundo adaptar-se automaticamente de acordo com o nível de iluminação do ambiente. Além disso, o recurso detecta a proximidade das mãos para então assim ativá-la.
Por meio do aplicativo da fabricante Logi Options+, existe a possibilidade de configuração de teclas e outras ações personalizáveis para otimização de tarefas de produtividade. A exemplo de conseguir abrir abas pré-selecionadas ou a tradução de um texto.

O gadget sem fio possui conexão via Bluetooth e receptor USB Logi Bolt, podendo ser conectado a três dispositivos ao mesmo tempo. O teclado funciona com vários dos sistemas operacionais mais utilizados pelos usuários como Windows, Mac e até Android.
De acordo com a Logitech, a bateria de 1.500 mAh do MX Keys S proporciona uma autonomia de até 5 meses sem precisar de carregamento via porta USB-C. Todavia, vale mencionar que o período cai drasticamente para dez dias com a função de teclas retroiluminadas ativas frequentemente.
O Logitech MX Keys S está com o menor preço registrado em um ano por R$ 551,70 em até 10x sem juros com o cupom INFO10 em oferta na Amazon.
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Teclado sem fio Logitech MX Keys S chega a 36% OFF com cupom por até 10x sem juros



A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.
O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.
Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.
O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).
O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.
Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.
O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.

Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.
As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.
Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.
The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1
— Trump Mobile (@TrumpMobile) May 13, 2026
As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.
Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.
Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês



O mouse Logitech Lift Vertical está em promoção por R$ 269 em até 6x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 34% quando comparado ao preço original de R$ 379.
O periférico com conectividade sem fio e sensibilidade de até 4.000 DPI se destaca pelo design ergonômico, que reduz a tensão do braço do usuário.

O Logitech Lift é um mouse vertical, cujo design foi pensado para reduzir a tensão do braço do usuário; ao mantê-lo em uma posição mais natural, o acessório evita que a ulna e o rádio (os dois grandes ossos do antebraço, que ligam o cotovelo ao pulso) se cruzem, como acontece ao usar um mouse comum.
Dessa forma, o periférico reduz a possibilidade de ocorrência de problemas de saúde que surgem a longo prazo, como Lesões por Esforço Repetitivo (LER). Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias, e ele possui versões tanto para destros quanto para canhotos.
O gadget possui conectividade sem fio via Bluetooth ou via 2,4 GHz por meio de um dongle USB-A, armazenável no próprio mouse. Ele é alimentado por uma pilha AA (que, segundo a fabricante, pode resistir por até dois anos) e conversa com Windows, macOS, Linux, iOS/iPadOS, Android e diversos gadgets, de notebooks a tablets e celulares.

O Logitech Lift possui seis botões, sendo os de clique esquerdo e direito, a roda de scroll, dois botões de avançar/retroceder e um extra para maior praticidade. Com exceção dos de clique, os demais podem ser personalizados com atalho por meio do software proprietário Logi Options+.
A sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPI, um número básico para periféricos que não são voltados ao usuário gamer, mas que também não contam com resolução fina para profissionais. O gadget possui alcance de até 10 metros e promete cliques silenciosos, para não tirar a concentração do usuário.
O mouse sem fio Logitech Lift Vertical está saindo por R$ 269 em até 6x sem juros, um desconto de 29% sobre o valor de lançamento.
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Mouse Logitech Lift ergonômico sem fio cai 29% em oferta na Amazon





O ritmo acelerado de investimentos das grandes empresas de tecnologia em inteligência artificial começa a gerar incômodo entre investidores. Mesmo após as principais big techs deixarem claro, na temporada mais recente de balanços, que não pretendem reduzir os aportes em infraestrutura e modelos de IA, o mercado financeiro demonstra sinais crescentes de ceticismo.
Uma nova pesquisa do Bank of America indica que parte relevante de gestores de fundos e executivos financeiros já considera esses gastos excessivos.
A avaliação sugere que, para Wall Street, o entusiasmo com IA segue alto, mas a tolerância a investimentos sem retorno claro começa a diminuir.
O levantamento ouviu 162 gestores responsáveis por cerca de US$ 440 bilhões em ativos (R$ 2,24 trilhões). Um percentual recorde desses profissionais afirmou que as empresas estão “investindo demais” em despesas de capital, especialmente ligadas à expansão de data centers, chips e infraestrutura voltada à IA.
O resultado vem acompanhado de uma mudança importante no humor dos executivos de tecnologia. Apenas 20% dos CIOs ouvidos disseram defender o aumento dos gastos de capital, o chamado capex, uma queda relevante em relação aos 34% registrados na pesquisa anterior. Para muitos, o momento agora é de cautela.
Esse freio no entusiasmo pode ser explicado pela percepção de risco. Um quarto dos participantes apontou uma possível “bolha de IA” como o principal risco para o mercado em 2026, superando preocupações tradicionais como inflação, conflitos geopolíticos ou alta desordenada dos juros.

Além do temor de excesso de otimismo, parte dos investidores enxerga um risco ainda mais estrutural. Cerca de 30% dos entrevistados consideram os gastos massivos dos chamados hyperscalers de IA como a fonte mais provável de um evento sistêmico de crédito. Em outras palavras, o medo não é apenas de perdas pontuais, mas de impactos mais amplos no sistema financeiro.
Esse tipo de avaliação seria impensável há um ano, quando a corrida por IA parecia justificar praticamente qualquer nível de investimento. Desde então, no entanto, o mercado passou a exigir resultados mais concretos.
Com informações do Business Insider
Investidores criticam gasto excessivo das big techs com IA



O Mouse Logitech Lift Vertical para canhotos está saindo por apenas R$ 285,90 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% em relação ao preço original de R$ 379,90 pelo mouse. E o acessório periférico se destaca pelo design ergonômico e conectividade sem fio.

O design vertical do mouse Logitech Lift é pensado para melhorar a ergonomia e reduzir a tensão do pulso, já que permite que a mão e o punho fiquem em uma posição mais natural. Com isso, problemas como Lesões por Esforço Repetitivo (LER) devem ser previnidos. Segundo a Logitech, esse modelo em especial é ideal para mãos pequenas e médias.
Ainda pensando em conforto e, mais ainda, na praticidade, o Logitech Lift Vertical é um mouse sem fio conectado via Bluetooth ou USB-C com o seu dispositivo. Ele é compatível com diversos gadgets, incluindo notebooks, tablets e até celulares, e diversos sistemas operacionais, como Windows, Mac, Linux e Android.
O mouse é alimentado por uma pilha AA, mas segundo a Logitech, a autonomia pode chegar até 2 anos sem necessidade de trocas. Mas voltando ao design, o mouse é equipado com seis botões para maior praticidade: clique esquerdo/direito, botões de voltar/avançar, botão do meio e roda de rolagem com clique do meio.

Já a sensibilidade do mouse fica entre 400 e 4.000 DPIs, um número básico que para um periférico que não se propõe a ser gamer. O alcance da tecnologia sem fio é de até 10 metros segundo a Logitech. E a fabricante ainda promete cliques silenciosos, que não devem atrapalhar a concentração ao trabalhar ou estudar.
Por fim, o mouse sem fio Logitech Lift Vertical que custa a partir de R$ 285 no Pix em oferta da Logi Week na Amazon é compatível com o software Logi Options+ para personalizações e tem garantia de um ano pela fabricante.
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Mouse Logitech Lift Vertical sem fio ergonômico tem 25% OFF na Amazon




O Logitech MX Keys S está saindo por apenas R$ 599 parceláveis em até 10x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 30% em relação ao preço de lançamento do teclado da Logitech. E o periférico se destaca pela conectividade Bluetooth ou USB-C, teclado numérico, teclas programáveis e retroiluminação.

Com conectividade sem fio via Bluetooth ou receptor USB-C, o teclado é compatível com Windows, Mac ou diversos outros sistemas operacionais e dispositivos— até mesmo Android. Desta forma, ele se adapta facilmente a qualquer situação ou necessidade de uso, permitindo inclusive a rápida alternância entre o notebook e o tablet, por exemplo.
Outro fator de praticidade é que a bateria de 1.500 mAh dispensa a necessidade de pilhas e, segundo a Logitech, pode chegar até 5 meses sem precisar se recarregada via USB-C. Porém, gastando um pouco mais da bateria, o teclado ainda conta com teclas retroiluminadas, que podem ser úteis para quem costuma trabalhar ou estudar à noite.
Nesse sentido, também se destacam a presença do teclado numérico para quem lida muito com cálculos. E a compatibilidade com o Logi Options+, um software da Logitech que permite configurar teclas para realizarem ações rápidas pré-definidas ou até mesmo criadas pelo usuário, como abrir abas específicas ou traduzir um texto selecionado.

Além disso, o teclado sem fio Logitech MX Keys S que está em oferta hoje na Amazon por R$ 599 em até 10x sem juros conta com design diferenciado. As teclas são moldadas para se adequarem às pontas dos dedos do usuário, e o teclado é levemente inclinado, a fim de melhorar a ergonomia e tornar a digitação mais fluida e precisa.
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Teclado sem fio Logitech MX Keys S tem 30% OFF em até 10x na Amazon



A fabricante chinesa PGYTech iniciou uma campanha no Kickstarter para venda do RetroVa Vintage Imaging Kit. O preço sugerido para o conjunto completo é de US$ 230 (ou aproximadamente R$ 1.210, em conversão direta).
O produto é composto por uma lente teleobjetiva com zoom óptico de 2,35x para o iPhone, além de um case com grip, bateria, entrada para cartão de memória e controles manuais.
Lentes extensoras para smartphones já existem há muito tempo, e há modelos bem simples e baratinhos, que se encaixam no aparelho como um prendedor. O acessório da PGYTech, por outro lado, é bem mais completo e refinado.
A principal peça é a lente extensora, que se encaixa na câmera periscópica do smartphone. No caso do iPhone 16 Pro e Pro Max, é possível transformar a câmera de 120 mm em uma de 282 mm, podendo chegar a 1410 mm quando combinada ao zoom digital. Já no caso do iPhone 17 Pro e Pro Max, esses números são de 235 mm a 2350 mm, respectivamente. O produto não é compatível com outros modelos.

O RetroVa Vintage Imaging Kit também conta com uma manopla acoplável do tipo grip, com botões de pressionar e girar. Com eles, dá para ajustar velocidade do obturador, ISO, exposição e balanço de branco, entre outros parâmetros.
Também há a opção de apertar levemente para ajustar o foco, com o clique sendo feito apenas ao afundar totalmente o botão.
O grip só funciona com o app oficial da PGYTech, o que torna o uso mais limitado. Por outro lado, o aplicativo traz recursos interessantes, como filtros para simular diferentes tipos de filmes analógicos.

Essa parte do kit vem ainda com slot para cartão de memória microSD e porta USB 3.1, com até 312 MB/s de transferência. Além disso, conta com uma bateria de 300 mAh, que permite seu uso como controle remoto para a câmera.
A PGYTech é uma empresa especializada em fotografia, com produtos para smartphones, câmeras e drones. Ela faz acessórios semelhantes para o X200 Ultra, da Vivo Mobile (que usa o nome Jovi no Brasil), e o Find X9 Pro, da Oppo. No caso desses dois modelos, os kits são oficiais e vêm com as marcas das próprias fabricantes dos celulares.
Voltando ao iPhone, o produto está em fase de financiamento coletivo no Kickstarter. É possível comprar o conjunto completo por US$ 230 (R$ 1.210) ou sem a lente extensora por US$ 90 (R$ 475). Nos dois casos, a companhia oferece um desconto de 20% para os apoiadores. Infelizmente, nenhum país da América do Sul está na lista das regiões para onde a PGYTech envia mercadorias.
Com informações do Verge
Acessório para iPhone traz lente teleobjetiva e controle profissional





O presidente da Fundação Mozilla, que controla o navegador Firefox, está traçando o que chama de uma “aliança rebelde” contra as big techs. A ideia de Mark Surman é articular uma rede de startups e desenvolvedores para promover uma IA mais aberta, “confiável” e independente de empresas como OpenAI e Anthropic.
À CNBC, o executivo contou que a empresa pretende usar reservas de cerca de US$ 1,4 bilhão (aproximadamente R$ 7,2 bilhões, em conversão direta) para apoiar organizações e projetos que priorizem segurança, governança e código aberto.

A organização também destacou o papel do Mozilla Ventures, fundo criado em 2022, e afirmou que já investiu em dezenas de empresas (mais de 55, no total), com novos aportes planejados para 2026.
“Para muitas pessoas, a ideia de que a IA de código aberto pode vencer, ou que essa aliança rebelde pode realmente tomar uma fatia do mercado, é difícil de acreditar”, admitiu Surman. “Mas há uma série de tendências em andamento.”
O investimento da empresa parte da análise de que startups que tentam entrar no setor de IA sem o apoio de big techs como Microsoft ou Google são intimidadas. Ali Asaria, fundador do Transformer Lab (um dos braços da Mozilla na iniciativa open-source), relatou que investidores repetiam que seria “tecnicamente impossível” competir.
“Quando você entra no espaço de IA como uma nova startup, é assustador, porque essas poucas empresas controlam muito mais do que apenas a propriedade intelectual”, disse Asaria. “Elas controlam o financiamento e o acesso à infraestrutura.”
Mesmo entre as grandes empresas a favor do código aberto, os executivos avaliam que a lógica da concentração de poder e recursos se repete. Para Surman, as contribuições das big techs nesses projetos são relevantes, mas não eliminam o risco de concentração.
O executivo afirma que, mesmo quando colaboram com comunidades de código aberto, essas empresas podem engolir concorrentes menores caso não haja cautela por parte do ecossistema. Segundo ele, há uma tensão constante entre colaboração aberta e a busca por domínio em infraestrutura, modelos e plataformas de IA.

A Mozilla reconhece que não se compara em recursos com grandes nomes da IA, como OpenAI e Anthropic, que levantaram US$ 60 bilhões e US$ 30 bilhões, respectivamente, segundo dados citados pela CNBC. Ainda assim, Surman defende que múltiplas empresas menores, juntas, podem formar um ecossistema mais plural.
A aposta é de longo prazo: a meta é que, até 2028, a Mozilla esteja financiando um ecossistema open-source robusto o suficiente para ser popular entre desenvolvedores. Tudo isso para provar que existe viabilidade econômica fora dos muros das big techs.
Internamente, a empresa tenta convencer os próprios usuários quanto ao uso de IA. A integração de recursos inteligentes no Firefox, navegador carro-chefe da empresa, por exemplo, não agradou todos os usuários.
Presidente da Mozilla quer “aliança rebelde” para desafiar gigantes da IA





A Logitech reconheceu a falha técnica que interrompeu o funcionamento dos softwares Logi Options Plus e G Hub no macOS. O problema foi provocado pela expiração de um certificado digital de segurança e impede que usuários de periféricos da marca utilizem recursos personalizados, como botões laterais, gestos e configurações de rolagem.
O erro não afeta usuários de Windows e foi reportado inicialmente no Reddit. Proprietários de mouses lançados recentemente, como o MX Master 4 e outros da linha Logitech G, descreveram um “loop de inicialização” ao tentar abrir as ferramentas de configuração.
A interrupção ocorreu porque um certificado de segurança expirou. Segundo a Logitech, esse certificado é essencial para o sistema operacional reconhecer e permitir a execução dos serviços do Logi Options Plus e do G Hub. Sem a validação, o macOS impede que o software seja iniciado corretamente.
Um porta-voz da Logitech comentou em uma publicação no Reddit e classificou o episódio como um erro operacional severo: “Cometemos um erro grave. Lamentamos profundamente o inconveniente causado”.

A boa notícia é que a Logitech já disponibilizou instaladores atualizados que resolvem a falha no macOS 26 Tahoe, macOS 15 Sequoia, macOS 14 Sonoma e macOS 13 Ventura. Uma correção para versões anteriores do sistema da Apple será lançada em breve.
Segundo a empresa, o processo de correção não apaga perfis ou configurações pré-definidas. Como o certificado expirado também inutilizou o atualizador automático (auto-updater) integrado, os usuários devem realizar uma intervenção manual seguindo os passos abaixo.
Para o Logi Options Plus:
Para o G Hub:
A Logitech reiterou que o número da versão dos aplicativos não será alterado após o patch e que instaladores offline para uso corporativo também serão atualizados.
Mouses da Logitech perdem funções no Mac após certificado digital vencer



O Nubank anunciou hoje que tomará medidas para manter o nome inalterado no Brasil. Uma decisão recente do Banco Central impede o uso de termos associados a bancos por empresas que, a rigor, não possuem autorização para esse tipo de atividade – caso do Nubank.
De acordo com o Nubank, o objetivo é obter uma licença bancária no país em 2026, o que poderia ocorrer via solicitação direta ao Banco Central ou, conforme apurado pelo Tecnoblog, a partir da aquisição de alguma instituição financeira que possua a autorização. O caminho a ser seguido ainda não está definido.
Com isso, a instituição financeira mais valiosa da América Latina poderia continuar se chamando Nubank no país de origem, sem ter de migrar para algo como Nu, nome utilizado na Colômbia e no México. A marca também continuaria a mesma.
“A mudança pretendida não tem qualquer impacto para os clientes e todas as operações seguem normalmente. Hoje o Nubank tem mais de 110 milhões de clientes no país.”
O conglomerado declarou em comunicado que “segue sendo uma fintech, com a mesma missão de sempre, mas agora buscando a quarta licença de operação”. Hoje, ela tem autorização para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores.
A Resolução Conjunta n° 17, de 28 de novembro de 2025, deu prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura. Ele deve incluir um cronograma de implementação.
Não custa lembrar: não há qualquer obrigação de abrir agências físicas ao se tornar oficialmente um banco.
No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil


A Logitech iniciou nesta quinta-feira (23/10) a pré-venda do mouse MX Master 4 por R$ 799, com envios começando no dia 29 de outubro. O produto é o sucessor do antigo top de linha MX Master 3S, que tem preço sugerido de R$ 699.
O MX Master 4 está disponível para reserva na Amazon e no Mercado Livre. Ele foi homologado junto à Anatel em maio de 2025, conforme revelado pelo Tecnoblog com exclusividade, e apresentado no exterior no final de setembro. O início das vendas está marcado para 30 de outubro, segundo o varejo online.
O preço de R$ 799 não é muito mais alto que o praticado no exterior. Nos EUA, ele custa US$ 119 (cerca de R$ 640, em conversão direta), enquanto na Europa ele sai por 129 euros (aproximadamente R$ 810).
A principal novidade da nova geração de mouses top de linha da Logitech é o feedback tátil. Ao pressionar a área onde fica o dedão, o mouse vibra, e surge na tela do computador o que a marca chama de Actions Ring. Ao navegar pelos comandos, há mais vibrações, tornando a experiência mais agradável e precisa.

Presente no app Logi Options Plus, o Actions Ring é um conjunto de atalhos personalizados, dispostos em círculo. Eles podem ser tanto para apps específicos quanto para o sistema como um todo — você pode, por exemplo, programar ações diferentes para o Photoshop ou para o Excel.
O Actions Ring não é uma novidade e está disponível para outros mouses — a diferença é mesmo a área sensível ao toque.
O MX Master 4 também oferece botões com 90% menos ruído em relação à versão 3, conectividade Logi Bolt USB-C e Bluetooth. A resolução é de 8.000 DPI, assim como no 3S. Já a bateria oferece autonomia de até 70 dias e conta com recarga rápida via USB-C — segundo a marca, um minuto de carga é suficiente para três horas de uso.
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Mouse Logitech MX Master 4 chega ao Brasil por R$ 799




A Logitech revelou nesta terça-feira (30/09) os detalhes do tão aguardado MX Master 4. Voltado para uso profissional, o mouse traz um sistema de feedback tátil personalizável, com vibrações sutis que oferecem resposta física durante rolagem, navegação e seleção de itens.
Em comunicado, Tolya Polyanker, gerente geral da MX Business da Logitech, afirmou que o objetivo com o novo produto é proporcionar “imersão e velocidade de alto nível”.

O sistema de feedback tátil funciona ligado ao software Logi Options+. Uma das funcionalidades é o “Actions Ring”, que pode ser acionado por um painel sensível ao toque localizado na área de apoio para o polegar. Ao pressionar essa área, o mouse vibra e exibe na tela um anel com atalhos personalizáveis para apps e comandos.
A Logitech argumenta que essa ferramenta pode reduzir movimentos repetitivos do mouse em até 63% e economizar até 33% do tempo. É possível, por exemplo, configurar atalhos para funções específicas no Photoshop ou automatizar tarefas no Microsoft Excel.
Segundo o The Verge, há outra função que emite uma leve vibração ao alternar entre diferentes monitores, auxiliando o usuário a encontrar o cursor do mouse na tela.

Em termos de design, o MX Master 4 mantém a ergonomia característica da linha, mas apresenta algumas alterações. Os botões principais agora possuem acabamento fosco e semitransparente.
O botão de gestos, que no modelo anterior (MX Master 3S) ficava sob o apoio do polegar, agora é um botão dedicado na lateral, abaixo da roda de rolagem.
Por dentro, o MX Master 4 traz um chip de alto desempenho e antena otimizada capaz de dobrar a potência da conectividade em relação aos modelos anteriores. O mouse vem com o conector Logi Bolt USB-C e também se conecta via Bluetooth, permitindo pareamento com até três dispositivos ao mesmo tempo.
O sensor mantém os 8.000 DPI de resolução, permitindo rastreamento em diversas superfícies, incluindo vidro. Os cliques, por sua vez, foram projetados para serem mais silenciosos, com redução de 90% no ruído em comparação ao MX Master 3, segundo a fabricante.
Já a bateria carrega via USB-C e tem autonomia estimada de até 70 dias com uma carga completa. A Logitech afirma que um minuto de carga pode fornecer até três horas de uso.

O lançamento oficial ocorre em outubro de 2025. Nos EUA e Europa, o valor de lançamento é US$ 119,99 (cerca de R$ 640) e 129,99 euros (R$ 810), respectivamente. A compra do mouse inclui um mês de assinatura gratuita do Adobe Creative Cloud.
No Brasil, o valor e data de lançamento do MX Master 4 ainda não foram divulgados, mas o produto já foi certificado pela Anatel.
O mouse estará disponível globalmente nas cores grafite e cinza claro. Para os mercados da América do Norte e Europa, haverá também as opções preto e grafite carvão. Uma versão específica para Mac será comercializada nas cores branco e preto espacial.
Também haverá o MX Master 4 for Business, uma versão do produto que facilita o gerenciamento remoto no meio corporativo.
A Logitech também destaca que o novo mouse foi projetado com foco em sustentabilidade, utilizando no mínimo 48% de plástico reciclado pós-consumo, alumínio de baixo carbono na roda de rolagem e uma bateria com 100% de cobalto reciclado.
Com informações da Logitech e WinFuture
Logitech MX Master 4 é anunciado com novo sistema de feedback tátil






A Scale AI anunciou nesta terça-feira que levantou US$ 1 bilhão em uma rodada de financiamento liderada pela empresa de capital de risco Accel, com a participação de Nvidia, Amazon e Meta, avaliando a startup de dados de inteligência artificial em quase US$ 14 bilhões.
As principais empresas de tecnologia estão correndo para incorporar a IA em seus produtos e serviços. As startups que atendem ao aumento da demanda por chips de IA e aprendizado de máquina têm sido um ponto positivo em um mercado de financiamento privado que, de outra forma, seria moderado.
A Incode, plataforma de verificação e autenticação de identidade baseada em Inteligência Artificial (IA), fundada pelo mexicano Ricardo Amper, levantou cerca de U$220 milhões em sua rodada de investimento de Series B, uma das maiores da América Latina. Com o movimento, a empresa atinge uma avaliação de U$ 1,25 bilhão e adquire status de unicórnio. O financiamento ocorre menos de sete meses após o aporte de U$25 milhões em uma rodada de Series A, em março de 2021.
A recente rodada foi liderada pela General Atlantic e SoftBank Latin America Fund, dois investidores proeminentes, com financiamento adicional de instituições financeiras como: J.P. Morgan, Capital One Ventures e Coinbase. Também participaram do aporte a SVCI (Silicon Valley CISO Investments), um grupo de mais de 50 CISOs, líderes em tecnologia que estão unindo forças e fundos para impulsionar a próxima geração de inovação em cibersegurança, bem como os fundadores da dLocal, e investidores pré-existentes, como DN Capital, 3L Capital, Framework Ventures, Dila Capital, entre outros.
https://www.youtube.com/watch?v=UW5a95kM4ww