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Cofundador da Wikipedia está banido… da Wikipedia

foto de larry sanger, de óculos e camisa social azul
Cofundador da Wikipédia não pode mais editar verbetes (imagem: reprodução/Wikipédia)

Larry Sanger, cofundador da Wikipedia e criador do nome da enciclopédia online, foi banido por tempo indeterminado de editar páginas da própria plataforma. A punição ocorreu após ele remover um projeto externo para mudar a forma como determinados temas são tratados nos verbetes.

O bloqueio impede Sanger de editar artigos, mesmo sendo um dos nomes ligados à criação da plataforma em 2001. Segundo o site Dexerto, a comunidade do site acusou Sanger de tentar mobilizar usuários de fora para influenciar discussões internas.

O ex-executivo nega a acusação e diz que foi alvo de uma decisão sem processo justo. Num post de 22 de junho, Sanger disse ter sido bloqueado por “consenso de uma multidão” e criticou a condução do caso: “Não houve o devido processo legal, nem promotor, nem juiz imparcial, nem júri, nem interpretação da lei. Todos os meus juízes se autoselecionaram e me odiavam”.

Projeto ia mudar abordagem da Wikipedia

Editores acusaram Sanger de tentar influenciar discussões editoriais após projeto (imagem: reprodução)

A disputa começou com o WikiProject Intellectual Diversity, projeto criado por Sanger para defender o que ele chamou de “compromisso original e firme com a diversidade intelectual” da Wikipedia, que completa 25 anos em 2026.

A proposta buscava abrir espaço para visões que, segundo ele, estariam sub-representadas na enciclopédia. Entretanto, a forma de divulgação do projeto fez com que os editores o acusassem de tentar chamar pessoas externas para influenciar as discussões e decisões editoriais.

Pelas regras da Wikipedia, esse tipo de mobilização pode distorcer o funcionamento da comunidade. Editores também o acusaram de não contribuir de forma construtiva com a enciclopédia.

Vale reforçar que Sanger deixou o projeto logo após a fundação da Wikipédia. Em declarações anteriores, ele chegou a dizer que a Wikipedia estava “quebrada além de qualquer possibilidade de reparo”, relembra o Dexerto.

Ajuda de outro cofundador não funcionou

No dia seguinte ao bloqueio inicial, Sanger chegou a ser desbloqueado após uma intervenção de Jimmy Wales, outro cofundador da Wikipedia. A decisão, porém, foi revertida pela comunidade na mesma noite. “Agora é realmente oficial. As acusações são mentiras e deturpações”, afirmou após a nova decisão.

Well, now it’s really official. After being blocked this morning, then unblocked (after being defended by Jimmy Wales), I have now, as of this evening, been “blocked indefinitely” from editing Wikipedia.

The charges are lies and misrepresentations.

More soon. https://t.co/9hKptUiqDK pic.twitter.com/Ae5RU90U8h

— Larry Sanger (@lsanger) June 23, 2026

Ao New York Post, ele disse estar “atônito” com o desfecho e atribuiu a punição a uma “turba sem rosto”. Ao comentar o banimento, Sanger também relembrou críticas antigas à falta de regras formais para a governança da plataforma: “Eu avisei a vocês, lá em 2004, que a Wikipedia precisa desesperadamente de uma carta comunitária adequada e do império da lei”.

A relação de Wales, aliás, também não é a das mais amigáveis com o corpo de colaboradores da Wikipédia. O cofundador esteve no centro das discussões com voluntários da edição em inglês após mudanças na equipe da Fundação Wikimedia, que levaram editores a ameaçar greve.

Cofundador da Wikipedia está banido… da Wikipedia

(imagem: reprodução/Wikipédia)

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Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)
Resumo
  • O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
  • A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
  • A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.

O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.

O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).

No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.

De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.

Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?

A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.

Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.

Copa do Mundo dispara o tráfego de internet no Brasil

Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)
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Valve diz que mercado de memória RAM ficou hostil para fabricantes de PCs

Valve precisou equipar a Steam Machine com apenas um pente de 16 GB de RAM (imagem: divulgação)
Resumo
  • Valve diz que fabricantes de memória RAM passaram a priorizar clientes de IA e deixaram de oferecer contratos de longo prazo para empresas de PCs.
  • Segundo a empresa, essas fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem negociação.
  • O impacto na Steam Machine será sentido nos primeiros lotes, que chegarão com apenas um módulo de 16 GB de RAM.

A Valve revelou que enfrenta um cenário hostil para produzir as novas Steam Machines. Segundo a empresa, as fabricantes de memória RAM adotaram uma postura de “pegar ou largar” na venda dos componentes, barrando contratos de longo prazo e afetando a indústria de hardware para o consumidor final. O motivo dessa mudança já é conhecido: a prioridade do mercado é atender projetos de inteligência artificial.

Em entrevista ao canal Gamers Nexus, um representante da Valve detalhou a dinâmica agressiva dos fornecedores. Todo mês, os fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem nenhuma margem para negociação. “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”, relatou.

A falta de opções no mercado forçou a Valve a adaptar o seu novo dispositivo. A empresa afirmou que os primeiros lotes da Steam Machine serão enviados com apenas um pente de 16 GB de RAM.

Essa teria sido a saída encontrada para manter a produção dentro do que as fornecedoras permitem comprar mensalmente, sem comprometer o desempenho, conforme os testes da companhia.

O novo PC de sala da Valve começará a ser distribuido no dia 29/06. Os dispositivos chegam aos consumidores com o preço inicial de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400), valor que reflete essa dificuldade na fabricação.

Por que a memória RAM sumiu do mercado de PCs?

Diversos pentes de memória RAM
Fabricantes de DRAM priorizam IA e deixam mercado doméstico no fim da fila (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

O gargalo ocorre porque as gigantes da produção de DRAM, como a Samsung e a Micron, redirecionaram quase toda a sua infraestrutura para suprir a demanda de grandes clientes corporativos, como a OpenAI, que compra volumes massivos de memória. Na prática, é um modelo de negócios mais lucrativo do que fornecer peças para computadores pessoais e consoles.

A transição foi tão brusca que algumas fabricantes abandonaram a produção voltada ao mercado doméstico e outras, como a G.Skill, enfrentam dificuldades para manter suas linhas de produtos voltadas para o consumidor.

Como as gigantes da tecnologia continuam despejando investimentos recordes em data centers e a indústria não consegue suprir a atual demanda, a tendência é que computadores e videogames fiquem ainda mais caros no curto e médio prazo.

Valve diz que mercado de memória RAM ficou hostil para fabricantes de PCs

Memórias RAM (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

Fotografia do ator Michael Caine, um homem de cabelos brancos
Voz clonada do ator narra A Odisseia (imagem: divulgação/Fox Searchlight)
Resumo
  • ElevenLabs lançou um audiolivro gratuito de 13 horas de A Odisseia, narrado por uma réplica digital autorizada da voz do ator Michael Caine.
  • A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, e a produção levou seis semanas.
  • O audiolivro está disponível no aplicativo ElevenReader e inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

A ElevenLabs lançou uma versão em audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrada por uma réplica gerada por inteligência artificial da voz do ator Michael Caine. A produção tem 13 horas de duração e está disponível gratuitamente no aplicativo ElevenReader.

A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, segundo o site Deadline, e a produção levou seis semanas no sistema da ElevenLabs.

Além da narração principal com a voz clonada de Caine, o audiolivro usa outras vozes de IA para compor o elenco da história. A produção também inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.

Caine defende uso da tecnologia

A clonagem de voz por IA é uma das ferramentas permitidas pela tecnologia que mais causa alvoroço no mundo real, pois é extremamente associada a usos ilegais. Para Caine, porém, a inovação permite reimaginar a obra para o público moderno.

Em comunicado, o ator, que anunciou aposentadoria no ano passado, associou o projeto à tradição oral de A Odisseia, poema que atravessou gerações antes mesmo de circular como texto escrito, e que ganhará nova adaptação pelas mãos do cineasta Christopher Nolan no mês que vem.

“A Odisseia é uma das maiores histórias já contadas. Por quase três milênios, seus temas de perseverança, lealdade, tentação e o chamado duradouro do lar ressoaram em várias culturas e gerações”, afirmou Caine.

Hollywood ainda debate IA

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Inteligência artificial ainda gera debates em Hollywood (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A iniciativa do ator ocorre em um contexto sensível para a indústria od entretenimento, que enxerga a IA como um concorrente. Em 2023, o Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) chegou a entrar em greve contra a expansão do uso de IA em produções cinematográfias, em apoio ao Sindicato dos Roteiristas.

Os setores criativos da indústria temem que a inteligência artificial acabe roubando empregos, especialmente de atores menores, e que tecnologias de escaneamento (de voz e imagem) levem a precarização do trabalho.

Mas Caine não é o primeiro grande astro de Hollywood a se envolver com a tecnologia. Ben Affleck e Ashton Kutcher fundaram empresas no setor, enquanto Matthew McConaughey, que trabalhou com Caine no filme Interestelar, é um dos investidores da ElevenLabs.

ElevenLabs vê audiolivro como vitrine

Para a ElevenLabs, o projeto também deve servir como demonstrativo das ferraemtnas de voz sintética, um dos carros-chefe da empresa. O executivo da área de parcerias da ElevenLabs, Dustin Blank, disse ao Deadline que a intenção é tornar o épico mais acessível em um momento de grande interesse pela obra.

O lançamento também serve como vitrine para outros criadores interessados em usar vozes geradas por IA em produções narrativas.

A Odisseia ganha audiolivro com voz clonada de Michael Caine

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Audiolivro gratuito tem 13 horas de duração e usa réplica digital autorizada do ator britânico.

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Valve quer levar SteamOS para PCs com chips Intel e Nvidia

SteamOS em um Stem Deck
SteamOS em um Stem Deck (imagem: divulgação/Valve)
Resumo
  • Valve está trabalhando para tornar SteamOS compatível com PCs equipados com processadores Intel e placas de vídeo Nvidia;
  • SteamOS 3.8.10 já introduziu suporte a chips Intel e esforços estão em andamento para adicionar compatibilidade com GPUs Nvidia, embora isso deva levar mais tempo;
  • objetivo é tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado.

Poderá o SteamOS se tornar tão acessível em termos de hardware quanto o Windows ou distribuições Linux comuns? Bom, o caminho para isso já está sendo preparado. Pelo menos é o que podemos presumir com a confirmação de que a Valve está trabalhando para tornar o sistema plenamente compatível com máquinas equipadas com processador Intel e/ou placa de vídeo Nvidia.

Cabe contextualizar desde já. O SteamOS foi desenvolvido originalmente para rodar no portátil Steam Deck, que chegou ao mercado com uma APU, isto é, um chip da AMD que reúne CPU e GPU.

A base principal do sistema tem sido o hardware da AMD desde então. Vide o exemplo da nova Steam Machine, que teve seus preços liberados nesta semana após meses de espera. A máquina tem CPU com núcleos AMD Zen 4, bem como GPU baseada na arquitetura AMD RDNA 3.

É possível rodar o SteamOS com hardware de outras empresas, mas isso normalmente envolve um nível maior de trabalho. Ao que tudo indica, isso não vai ser necessário em um futuro próximo. Isso porque o SteamOS 3.8.10 introduziu um “firmware inicial” para portáteis equipados com chips Intel, o que inclui algum nível de suporte para os processadores atuais da companhia.

O suporte oficial a chips gráficos da Nvidia deve demorar mais um pouco, mas também está a caminho. Pierre-Loup Griffais, um dos responsáveis pelo SteamOS, revelou ao The Verge que já há esforços nesse sentido, tanto por parte da Valve quanto por parte da Nvidia. Apesar disso, o suporte a GPUs Nvidia não deve chegar em 2026.

Imagem exibe uma Steam Machine sobre uma mesa de madeira. Se trata de um cubo preto, com um led branco na parte inferior.
Uma Steam Machine (imagem: divulgação/Valve)

SteamOS para todo mundo

Esse movimento faz parte de um plano maior: tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado, de modo que, eventualmente, ele possa até ser instalado em Steam Machines montadas pelos próprios usuários.

Nesse sentido, Griffais até comentou sobre a possibilidade de o SteamOS rodar em dual boot com o Windows ou outros sistemas operacionais — presumivelmente, uma distribuição Linux convencional. Já é possível fazer isso, mas com algum esforço.

O que é o SteamOS?

O SteamOS é um sistema operacional mantido pela Valve e baseado na distribuição Arch Linux, mas tem o diferencial de ter interface e recursos específicos para a execução de jogos. O foco inicial ficou sobre a linha de portáteis Steam Deck, mas, como já ficou claro, a Valve trabalha para tornar o projeto compatível com mais máquinas.

Apesar do foco em jogos, favorecido pelo Gaming Mode, o SteamOS também oferece o Desktop Mode, que é baseado na interface KDE Plasma e permite o uso do computador para outras atividades.

Valve quer levar SteamOS para PCs com chips Intel e Nvidia

SteamOS em um Stem Deck (imagem: divulgação/Valve)

(imagem: divulgação)
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O primeiro elétrico da Toyota no Brasil já tem preço e chega limitado

A Toyota anunciou a chegada do bZ4x ao Brasil, seu primeiro SUV 100% elétrico no país. O modelo marca a entrada da marca nesse segmento e desembarca em edição bastante limitada, com apenas 99 unidades disponíveis.

A novidade, segundo o G1, chega em um momento de crescimento gradual dos veículos elétricos no mercado brasileiro. O SUV combina desempenho elevado, pacote tecnológico completo e representa a estreia da fabricante japonesa em uma categoria ainda em consolidação no país.

Toyota bZ4X
Com autonomia de até 361 km (Inmetro), o bZ4x aposta em uso urbano e viagens curtas no dia a dia. – Imagem: Divulgação/Toyota

O primeiro elétrico da Toyota no Brasil

O bZ4x passa a ser o primeiro modelo totalmente elétrico da Toyota vendido oficialmente no Brasil. Ele será oferecido em versão única, topo de linha, com preço sugerido de R$ 419.990.

No caso deste lançamento, a estratégia da marca é posicionar o SUV como um produto mais sofisticado dentro da linha, mirando consumidores que buscam desempenho elevado aliado a tecnologia embarcada e propulsão totalmente elétrica.

Debaixo da carroceria, o modelo traz dois motores elétricos — um em cada eixo — que garantem tração integral. O conjunto entrega 343 cavalos de potência e torque de 34,2 kgfm, números que colocam o SUV em um patamar de desempenho pouco comum na categoria.

A aceleração de 0 a 100 km/h acontece em cerca de 5,5 segundos, reforçando o perfil mais esportivo do modelo dentro da linha da marca.

Entre os principais destaques técnicos estão:

  • potência combinada de 343 cavalos
  • tração integral com dois motores elétricos
  • aceleração de 0 a 100 km/h em 5,5 segundos
  • bateria de 73,1 kWh
  • autonomia de até 361 km (Inmetro)
  • recarga rápida de até 150 kW
Toyota bZ4X, um dos poucos elétricos da marca (Imagem: divulgação/Toyota)
Interior do SUV conta com tela de 14 polegadas e integração com Apple CarPlay e Android Auto. – Imagem: Divulgação/Toyota

Autonomia, tecnologia e equipamentos

A bateria de 73,1 kWh garante autonomia de até 361 km, segundo o Inmetro. O número não é o mais alto da categoria, mas atende a uma proposta mais voltada ao uso urbano e deslocamentos de curta e média distância.

O sistema também suporta recarga rápida de até 150 kW em corrente contínua, o que reduz o tempo de carregamento em estações compatíveis. Em carregadores de corrente alternada, o modelo aceita diferentes níveis de potência, ampliando a flexibilidade de uso no dia a dia.

Por dentro, o SUV aposta em um pacote tecnológico mais moderno. O painel central traz uma tela de 14 polegadas para o sistema multimídia, com integração ao Apple CarPlay e Android Auto.

No conjunto de assistências ao motorista, o modelo inclui recursos já comuns em veículos de categorias superiores, como:

  • frenagem automática de emergência
  • piloto automático adaptativo
  • assistente de permanência em faixa
  • câmera 360 graus
Visão lateral do Toyota bZ4X
Chegada do bZ4x marca a entrada da Toyota no segmento de elétricos no Brasil. Serão apenas 99 unidades disponíveis. – Imagem: Divulgação/Toyota

Design, espaço e chegada ao mercado brasileiro

O visual do bZ4x segue a nova identidade dos elétricos da Toyota, com linhas mais retas, faróis em LED mais estreitos e uma traseira marcada por uma barra de luz contínua. O conjunto reforça uma proposta mais futurista dentro do portfólio da marca.

Leia mais:

Em dimensões, o SUV tem 4,69 metros de comprimento e entre-eixos de 2,85 metros. O porta-malas de 452 litros o coloca em posição competitiva dentro da categoria de SUVs médios.

O lançamento no Brasil acontece de forma bastante limitada, com apenas 99 unidades nesta primeira leva. A estratégia reforça o caráter de estreia da Toyota no segmento elétrico no país.

Com isso, o bZ4x marca a entrada da marca em um novo território no mercado brasileiro, em um momento em que a eletrificação ainda avança de forma gradual, mas com tendência de crescimento nos próximos anos.

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Jogos de hoje (23/06/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 23 de junho de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Mundo.

Confira, a seguir, os jogos desta terça-feira (23) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (23/06/26)

Copa do Mundo 2026

  • Portugal x Uzbequistão — 14h00 — CazéTV
  • Inglaterra x Gana — 17h00 — CazéTV, TV Globo, ge tv, sportv, N Sports e SBT
  • Panamá x Croácia — 20h00 — CazéTV
  • Colômbia x RD Congo — 23h00 — CazéTV, TV Globo e sportv

Campeonato Brasileiro Série B

  • América-MG x Criciúma — 20h00 — ESPN 4 e Disney+

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Leia mais:

Quais são os jogos que vão passar na Globo nesta terça-feira (23)?

A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, nesta terça (23) (horário de Brasília):

Copa do Mundo 2026

  • Inglaterra x Gana — 17h00 — TV Globo para todo o Brasil
  • Colômbia x RD Congo — 23h00 — TV Globo para todo o Brasil

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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História da energia nuclear: o poder do átomo e seus riscos

Poucas tecnologias tiveram um impacto tão grande no mundo moderno quanto a energia nuclear. Nascida das descobertas que revelaram a quantidade de energia contida nos átomos, ela transformou a ciência, a geração de eletricidade e até a geopolítica mundial, sendo uma das inovações ao mesmo tempo mais influentes e debatidas do último século.

Da descoberta da radioatividade aos reatores que abastecem cidades inteiras, a trajetória da energia nuclear é marcada por avanços, tragédias e controvérsias. A seguir, conheça como essa tecnologia surgiu, evoluiu e se tornou uma peça importante nas discussões sobre o futuro da energia.

O que é energia nuclear?

A energia nuclear é a energia liberada a partir do núcleo dos átomos, em procedimentos realizados dentro de usinas nucleares. A obtenção dessa energia é feita principalmente por um processo conhecido como fissão nuclear.

Tanto a fusão quanto a fissão nuclear nascem pela modificação do núcleo do átomo, que permite uma grande produção energética através de calor e uma reação em cadeia controlada em laboratório.

Mais usada como processo na produção de energia por ser um processo mais consolado e consolidado, a fissão acontece quando o núcleo atômico se divide em partículas menores. Já a fusão nuclear ocorre quando dois ou mais núcleos se unem para produzir um novo elemento.

A descoberta do átomo

A ideia por trás da energia nuclear é bastante antiga. Filósofos gregos da Antiguidade, como Demócrito de Abdera, citavam o átomo como o "elemento elementar" de toda a matéria.

Porém, só em 1803 o pesquisador John Dalton retoma essas ideias com mais embasamento na teoria atômica, sobre como átomos de um mesmo elemento são iguais entre si. Outro avanço importante veio em 1834 as leis de eletrólise, de Michael Faraday, indicando que os átomos transportavam cargas elétricas.

Em 1895, Wilhelm Roentgen descobre uma radiação que, ao mesmo tempo, atravessava e era parcialmente absorvida por um material. Esse fenômeno ativava algumas substâncias, deixava marcas em placas fotográficas e aumentava a condutividade do ar — fenômeno batizado de raios-X pelo aspecto misterioso.

Já nesse período, pesquisadores notaram que os sais de outro material, o urânio, tinham comportamentos parecidos. Infelizmente, muitos desses pioneiros só descobriram que a radiação tinha efeitos danosos para saúde por terem entrado em contato direto com os elementos.

Como surgiu a energia nuclear moderna

Foi em 1929 que o italiano Enrico Fermi apresentou os princípios da fissão nuclear, seguido por outros estudos que notaram como o efeito dos neutros podia ser modificado para ficar mais lento.

Isso acontecia tendo uma substância moderadora para gerar reações nucleares eficientes, como hidrogênio, carbono ou deutério. Esse processo, a termalização de nêutrons, é uma das chaves de um reator nuclear e rendeu um prêmio Nobel para Fermi.

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Fermi durante uma aula demonstrativa. (Imagem: Wikimedia Commons/Smithsonian Institution)

Já em 1939, o trio Otto Hahn, Lise Meitner e Fritz Strassman faz outra descoberta importante: a fissão do núcleo do urânio, controlada para gerar uma quantidade enorme de energia.

O papel do Projeto Manhattan

O governo dos Estados Unidos sabia da possibilidade de uso da energia nuclear em bombas de altíssima capacidade de destruição: Albert Einstein escreveu uma carta sobre as descobertas da fissão e alertando sobre a possibilidade dessas armas serem inventadas primeiro pela Alemanha nazista.

A preocupação foi o embrião do projeto atômico militar dos EUA, que em 1940 injeta verba no chamado Projeto Manhattan, com o objetivo de construir uma bomba com a tecnologia. Os EUA entram oficialmente na Segunda Guerra Mundial após o ataque a Pearl Harbor e os resultados começam a sair.

A corrida durante a Segunda Guerra

Em 2 de dezembro de 1942, entra em operação o primeiro reator nuclear, com uma reação em cadeia autossustentável inédita para gerar energia. Ele foi construído na Universidade de Chicago, debaixo das arquibancadas de um campo e sob supervisão de Fermi.

Já o primeiro teste da bomba atômica de plutônio acontece em 16 de julho de 1945, no deserto de Alamogordo, no estado do Novo México. Esse teste é retratado no filme Oppenheimer, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2024 e dirigido por Christopher Nolan.

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Cillian Murphy como Oppenheimer. (Imagem: Divulgação/Universal)

O avanço culmina nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, lançamento das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, no Japão. Foi o primeiro uso militar da tecnologia nuclear e o resultado foi cerca de 240 mil mortes diretas, em uma das maiores tragédias do século XX.

Com a guerra encerrada, os EUA viram uma potência nuclear e, ao mesmo tempo, passam a estipular regras pra evitar o uso bélico da tecnologia. Eles criam a Comissão da Energia Atômica para controlar o desenvolvimento de energia nuclear e explorar usos pacíficos, enquanto os soviéticos recusam a ideia — na época, ambos os lados da Guerra Fria iniciaram o desenvolvimento da Bomba H, de hidrogênio, que seria ainda mais poderosa.

A energia nuclear fora das guerras

Na década de 1950, as pesquisas se direcionam para o uso civil da tecnologia, principalmente em geração de eletricidade e propulsão de veículos. Idaho, nos Estados Unidos, é lar do primeiro reator nuclear em teste que produz eletricidade.

O primeiro submarino nuclear nasce nessa época: é o USS Nautilus, de 1954. Além disso, uma pequena cidade chamada Arco passa a ter um sistema de eletricidade totalmente dependente da energia nucelar.

O cenário brasileiro

O programa nuclear brasileiro começa com a criação da Comissão Nacional de Energia Nuclear em 1956 para desenvolver técnicas, conhecimentos e pesquisa. O almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, então presidente do CNPq, representou o país em reuniões da ONU sobre o tema.

A partir da década de 1960, o projeto da usina Angra 1 começa junto com a inauguração de outros locais parecidos ao redor do mundo. Após um longo período de construção, só em 1982 teve início a operação comercial do local.

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Angra 2. (Imagem: Divulgação/Eletronuclear)

Em 2001, começa a operar comercialmente a Angra 2, segunda usina brasileira dessa energia. Por outro lado, a Angra 3 segue há décadas só como um projeto e em fase de construção, com a obra já paralisada por vários motivos.

O desenvolvimento da energia nuclear

Em 1970, mais de 45 países assinam o Tratado de Não Proliferação Nuclear, um acordo de comprometimento em não transferir armas nucleares entre si ou colaborar em sua fabricação, promovendo o desarmamento nuclear e o uso energético da tecnologia.

Era um momento de busca por alternativas em combustíveis após a primeira grande crise do petróleo, que trouxe problemas pra um mundo bastante dependente dos combustíveis fósseis.

Espanha e França fizeram a mudança de chave nessa época, passando a investir bastante em energia nuclear. Já na década de 1980, a energia nuclear passa o gás natural e até as hidrelétricas em fornecimento nos EUA, com mais de 100 usinas funcionando.

Acidentes e falhas

Ao longo dos anos, porém, a tecnologia sofre baques na reputação por incidentes graves que mostraram os riscos em lidar com esses materiais.

  • O pior acidente na história das usinas nucleares dos EUA foi o de Three Mile Island, em 1979, após falhas no sistema e erros humanos que geraram radiação nas redondezas;
  • Em 26 de abril de 1986, ocorre a explosão de um reator da usina de Chernobyl, território hoje da Ucrânia, que levou a muitas vítimas diretas ou indiretas da radiação. Foi nesse momento que a opinião global sobre energia nuclear começou a mudar;
  • Já o Brasil passou em setembro de 1987 pelo caso do césio-137 em Goiânia — não um acidente em usina, mas causado pelo gerenciamento incorreto de materiais radioativos;
  • Um dos últimos casos de larga escala foi o de 2011 em Fukushima, no Japão, com reatores falhando após um tsunami. Houve emissão de radiação e evacuação em massa da região.

A expansão em novos mercados

A China foi aos poucos também se transformando em um polo da energia nuclear. Eles começam a apostar no setor na década de 1990 e inauguram na época a primeira usina nuclear local de grande escala, a Guangdong-1.

Atualmente, a expansão da China continua firme: em 2019, ela já tinha 45 reatores funcionando e outras dezenas aprovados para as décadas seguintes. A tecnologia é vista atualmente também como uma possível solução para a alta demanda energética de data centers, em especial aqueles que processam serviços de inteligência artificial (IA).

Só que nem todas as notícias foram boas para o setor nos últimos anos. Em março de 2017, a companhia nuclear Westinghouse, que era um braço da Toshiba, declara falência por custos elevados na construção de novas usinas — um baque para uma das maiores representantes do setor.

Quais são os benefícios da energia nuclear?

Quem é a favor dessa tecnologia defende a eficiência da energia nuclear: ele tem uma alta densidade, o que significa que uma pequena quantidade de substâncias pode gerar uma enorme quantidade de energia. A geração dos materiais do processo é também vista como uma vantagem pela constância: ela independe de fatores como clima e tem grande durabilidade.

Outro ponto significativo é o de sustentabilidade. Apesar dos riscos de acidentes e do descarte irregular das substâncias fora de uso, a energia nuclear não envolve poluição por combustíveis fósseis por não emitir dióxido de carbono durante a geração de eletricidade. Além disso, as usinas ocupam menos espaço do que grandes parques solares ou eólicos, sem também promover mudanças significativas no ecossistema como a construção de barragens em hidrelétricas.

Quais as vantagens e desvantagens da energia solar, que também é uma alternativa moderna para gerar eletricidade? Entenda melhor sobre o assunto!

© Schroptschop/GettyImages

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União Europeia rejeita proposta que impediria abandono de jogos online

Joystick para Xbox
União Europeia rejeita proposta que impediria abandono de jogos online (imagem ilustrativa: divulgação/Microsoft)
Resumo
  • Comissão Europeia rejeitou proposta do movimento Stop Killing Games para proibir que estúdios desativem jogos online deliberadamente;
  • entidade justificou decisão com base nas leis de direitos autorais e de propriedade intelectual das empresas;
  • organizadores do movimento declararam que já esperavam pela resposta e que continuarão com a companha.

Nos últimos anos, a União Europeia adotou uma série de medidas regulatórias de âmbito digital. Mas uma delas ficou de fora: as reivindicações do movimento Stop Killing Games (Pare de Matar Jogos), que visa evitar que empresas desativem jogos pelos quais os usuários pagaram, foram rejeitadas recentemente pela Comissão Europeia.

Estamos falando de uma mobilização iniciada pelo youtuber americano Ross Scott em 2024. A iniciativa ganhou força depois que a Ubisoft desativou os servidores do jogo de corrida The Crewhouve queixa sobre isso até no Brasil. Como o game dependia de recursos online, mesmo no modo de jogador único, a decisão impediu os usuários de continuarem jogando o título.

Como os jogadores pagaram para ter acesso ao game, Scott entendeu que não é justo que companhias do ramo desativem recursos que, no fim das contas, tornam o título afetado inutilizável.

Em linhas gerais, o movimento exige que estúdios de jogos mantenham pelo menos os recursos mínimos necessários para que títulos que dependam de serviços online continuem operantes, o que pode incluir a liberação de ferramentas para a criação de servidores particulares ou atualizações para execução de modo offline, por exemplo.

Comissão Europeia rejeitou proposta

A campanha ganhou adesões a ponto de ter levado à criação de uma petição sobre o assunto direcionada à União Europeia. Por lá, a campanha recebeu o nome Stop Destroying Videogames (Pare de Destruir Videogames) para evitar o uso da palavra “killing” (“matar”) em documentos oficiais.

Cerca de 1,3 milhão de assinaturas foram colhidas para isso com o objetivo de os países do bloco contarem com uma legislação específica para prevenir o encerramento deliberado de jogos.

Do início de 2026 para cá, reuniões, debates e audiências públicas sobre o tema foram realizadas pela Comissão Europeia. Até que, no último dia 16, o órgão anunciou que não levará a proposta adiante:

A Comissão considera que, neste momento, não pode propor uma obrigação legal de manter os videogames jogáveis após a interrupção do seu fornecimento comercial. Isso se deve, também, aos direitos de propriedade intelectual existentes.

De acordo com a legislação de direitos autorais da UE, os detentores de direitos gozam de direitos exclusivos sobre suas criações. Além dos direitos autorais, outros direitos de propriedade intelectual também podem ser relevantes, pois podem proteger diferentes aspectos visuais e tecnológicos de um videogame.

Comissão Europeia

Símbolo da campanha Stop Killing Games
Símbolo da campanha Stop Killing Games (imagem: reprodução)

Movimento Stop Killing Games continua

A declaração desapontou os apoiadores da iniciativa, é claro. Mas, via X, o movimento Stop Killing Games sinalizou não ter ficado surpreso com a decisão da Comissão Europeia e declarou que a campanha continuará:

Esta decisão não é inesperada. Mas estávamos preparados para ela. É por isso que, juntamente com o Parlamento Europeu, estamos pressionando para que a iniciativa Stop Killing Games seja incluída na Lei de Equidade Digital. Podemos continuar mesmo sem a Comissão e sua indecisão.

Quem deve ter comemorado são os estúdios. No ano passado, o CEO da Ubisoft, Yves Guillemot, chegou a declarar que “nada é eterno” ao comentar a companha Stop Killing Games.

União Europeia rejeita proposta que impediria abandono de jogos online

Acessórios para Xbox também ficarão mais caros (imagem ilustrativa: divulgação/Microsoft)

Símbolo da campanha Stop Killing Games (imagem: reprodução)
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Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Galaxy A27 em ilustração promocional, com câmera traseira tripla
Galaxy A27 está a caminho do Brasil (imagem: reprodução/Samsung Magazine)
Resumo
  • O Galaxy A27 foi homologado na Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • Celular terá 5G, Wi-Fi 5, Bluetooth e NFC.
  • Ainda não há data de lançamento ou preço divulgados para o mercado nacional.

Foi rápido: o novo Galaxy A27 surgiu na República Tcheca na semana passada, sorrateiramente, e agora já está aprovado para venda no nosso país. O Tecnoblog obteve os documentos de certificação do aparelho, com homologação emitida na terça-feira (16/06), cujo código de modelo é SM-A276B/DS.

A certificação não chega a surpreender. Em maio, a Samsung brasileira já havia deixado escapar a existência do modelo na página do Samsung Wallet.

Certificado de homologação da Anatel para o Galaxy A27 (SM-A276B/DS) com emissão em 16/06/2026
Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Sabemos que o modelo será oferecido lá fora em opções de 6 ou 8 GB de RAM, 128 ou 256 GB de memória interna e com o SoC Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm.

Se o chip for o mesmo para o modelo vendido na América Latina, se trata de um grande upgrade em relação ao antecessor, que veio com o Exynos 1280, processador que estreou com o Galaxy A53, de 2022. Porém, a certificação não nos permite confirmar esse detalhe.

No Brasil, o modelo virá com o o carregador EP-TA200 de meros 15 W, que a Samsung inclui em modelos mais baratos há anos, apesar de suportar recarga de até 25 W. A inclusão deste modelo de carregador também implica na inclusão de um cabo USB-A para USB-C na caixa.

Mão segurando carregador de celular sobre fundo abstrato
Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog

A bateria também é um ponto em que a Samsung decidiu reaproveitar partes existentes: o componente, modelo EB-BA166ASY, é o mesmo utilizado no Galaxy A16, com 5.000 mAh. Não é algo incomum, considerando que até mesmo o Galaxy A57 reaproveita a bateria do antecessor.

Na parte de conectividade, os documentos corroboram o que já sabíamos graças aos vazamentos e à Samsung da República Tcheca: o modelo tem 5G, Wi-Fi 5 e Bluetooth. A certificação também confirma que o modelo tem NFC — pelo menos na versão homologada aqui, algo que ainda não estava claro mas era esperado pela faixa de preço e a presença no antecessor.

A fabricação do Galaxy A27 ficará a cargo de cinco fábricas da Samsung: duas no Vietnã, uma na Coréia e as duas usuais no Brasil, em Campinas e Manaus.

Quando e quanto?

Linha Galaxy A27 5G
Galaxy A27 5G virá em quatro opções de cores (imagem: reprodução/Samsung)

Ainda permanece o mistério de quando será o lançamento do Galaxy A27. O modelo ainda não recebeu anúncio oficial e as páginas dele no site tcheco foram removidas.

Segundo o GSMArena, o smartphone será vendido em países da Zona do Euro a partir de 350 euros (6 GB de RAM e 128 GB de armazenamento), um aumento de 50 euros em relação ao preço de lançamento do A26. O modelo de 8/256 GB subiu mais ainda: 70 euros, e deverá ser vendido por 439 euros (cerca de 2.610 reais)

No Brasil, o A26 foi lançado no ano passado apenas na opção de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento por R$ 2.299. Hoje, ele pode ser encontrado no varejo em torno dos R$ 1.500.

Para comparação, os irmãos A37 e A57 chegaram ao Brasil com preços de lançamento cerca de 600 reais maiores que os antecessores.

Samsung já pode vender o Galaxy A27 no Brasil

Certificado de homologação do Galaxy A27 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Carregador EP-TA200 de 15 W da Samsung (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog
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Implante cerebral devolve a voz a homem que já não conseguia falar

Casey Harrell tem 47 anos e convive com uma forma avançada de esclerose lateral amiotrófica (ELA). A doença reduziu drasticamente seus movimentos e tornou sua fala difícil de compreender. Mesmo assim, uma neuroprótese experimental vem mudando sua rotina há quase dois anos. Segundo a Science Alert, desde que passou a utilizá-la, ele já expressou mais de 183 mil frases e cerca de 2 milhões de palavras.

A voz digital que verbaliza seus pensamentos foi desenvolvida para soar parecida com a voz que ele tinha antes da ELA. “É muito especial ter a capacidade de olhar nos olhos da minha esposa quando ela ouve minha voz”, disse Harrell por meio do dispositivo, “e isso evoca uma doce memória e me permite explicar para minha filha, que não se lembra de nada de quando eu ainda falava com ela, como eu costumava soar.”

Cientistas celebram avanço que transforma limitações motoras em novas possibilidades
O sistema alcança cerca de 92% de precisão ao converter sinais cerebrais em comunicação. Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como o cérebro virou uma ferramenta de comunicação

O dispositivo exige uma cirurgia para a implantação de conjuntos de eletrodos em uma região específica do cérebro. Mesmo sem mover a boca, o usuário tenta falar e os sensores registram essa atividade cerebral. Em seguida, um decodificador externo transforma os sinais em texto exibido em tempo real na tela do computador.

Harrell navega pela interface usando apenas o olhar. Seu foco é representado por um cursor circular branco, e ele pode “clicar” com o pensamento. O equipamento fica montado em um carrinho móvel e o acompanha ao longo do dia, após ser conectado pela manhã com a ajuda de um cuidador.

Com a ferramenta, ele envia e-mails e mensagens de forma independente, navega na internet e mantém um emprego em tempo integral. O programa também inclui um “modo privacidade”: quando ativado, nenhum dado é salvo nem utilizado para treinar os modelos de decodificação de fala.

Para Harrell, o avanço vai além dos recursos tecnológicos. A ferramenta permitiu que ele recuperasse uma forma mais natural de participar de conversas e manter contato com as pessoas ao seu redor.

Homem usando uma interface de implante cerebral, com sua esposa e filha por perto.
Com ajuda da interface cérebro-computador, Casey voltou a participar de conversas do dia a dia. Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia – Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia

Mais de 400 dias usando a tecnologia

Harrell reuniu o maior conjunto de registros cerebrais do estudo até o momento. Durante mais de 400 dias, ele praticou o uso do dispositivo. Sua velocidade média de comunicação é de cerca de 56 palavras por minuto — um desempenho superior ao registrado quando começou a utilizar a interface, em 2023.

“Casey pode usar o sistema para comunicar seus próprios pensamentos, não apenas quando estamos presentes em um ambiente controlado, mas sempre que ele quiser”, afirmou Nicholas Card, pesquisador de pós-doutorado do Laboratório de Neuropróteses da UC Davis. “Às vezes, ele faz isso por mais de 12 horas seguidas.”

De acordo com os resultados divulgados pelos pesquisadores, o programa apresenta precisão de 92% — ou, pelo menos, é considerado “majoritariamente correto” nessa proporção, segundo o próprio Harrell.

Casey Harrell, participante do ensaio clínico, utiliza a interface cérebro-computador em sua casa há dois anos.
Um cursor controlado pelo olhar e cliques feitos com o pensamento: a rotina de Casey mudou completamente. Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia – Imagem: Divulgação/Universidade da Califórnia

O que os cientistas esperam daqui para frente

Harrell participa do estudo clínico piloto BrainGate 2, conduzido nos Estados Unidos. O ensaio, ainda em andamento, foi desenvolvido para investigar a segurança e a viabilidade de uma interface cérebro-computador em pessoas com paraplegia que apresentam comprometimento severo da fala ou que não conseguem usar as mãos. A pesquisa conta atualmente com outros 26 participantes.

Leia mais:

A iniciativa nasceu na Universidade da Califórnia, Davis (UCD), em colaboração com pesquisadores da Universidade Brown e do Mass General Brigham Neuroscience Institute. No início, Harrell só conseguia utilizar o dispositivo com o suporte dos pesquisadores. Após uma série de ajustes, passou a operá-lo de forma praticamente independente em casa.

“Por anos, as interfaces cérebro-computador foram dispositivos de prova de conceito que viviam em laboratórios de pesquisa altamente controlados”, disse David Brandman, neurocirurgião, co-investigador principal e coautor sênior do estudo pela UCD. “Este trabalho mostra que podemos ter cruzado um limiar ao capacitar uma pessoa com paralisia a falar por conta própria.”

Os próximos resultados do BrainGate 2 devem ajudar os pesquisadores a entender até onde essa abordagem pode chegar e como ela poderá beneficiar futuros usuários com limitações severas de fala e movimento.

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Lua hoje: confira a fase da Lua desta quarta-feira 17/06/2026

Hoje, 17 de junho de 2026, a Lua está na fase Nova e 11% visível. Confira o calendário completo de fases da Lua em junho. As informações sobre as fases da Lua do mês de junho são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de junho de 2026 começaram no dia 8 com a chegada da Lua Minguante. A mudança ocorreu às 07h03 (horário de Brasília).

A Lua Nova deste domingo chegou às 23h56. A Lua Crescente surge às 18h55 do dia 21 do mês. As fases da Lua do mês de junho de 2026 contam ainda com a Lua Cheia, no dia 29, às 20h58.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua junho de 2026

  • Lua Minguante: dia 8 às 07h03
  • Lua Nova: dia 14 às 23h56
  • Lua Crescente: dia 21 às 18h55
  • Lua Cheia: dia 29 às 20h58

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

Nova, Crescente, Cheia e Minguante são as quatro fases principais da Lua. – Crédito: Allexxandar – Shutterstock

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

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Jogos de hoje (17/06/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 17 de junho de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Copa do Mundo.

Confira, a seguir, os jogos desta quarta-feira (17) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (17/06/26)

Copa do Mundo 2026

  • Áustria x Jordânia — 1h — TV Globo, sportv e CazéTV
  • Portugal x RD Congo — 14h — CazéTV
  • Inglaterra x Croácia — 17h — SBT, TV Globo, sportv, N Sports, ge tv e CazéTV
  • Gana x Panamá — 20h — CazéTV
  • Uzbequistão x Colômbia — 23h — TV Globo, sportv e CazéTV

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Leia mais:

Quais são os jogos que vão passar na Globo nesta quarta-feira (17)?

A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, nesta quarta-feira (17) (horário de Brasília):

Copa do Mundo 2026

  • Áustria x Jordânia — 1h — TV Globo para todo o Brasil
  • Inglaterra x Croácia — 17h — TV Globo para todo o Brasil
  • Uzbequistão x Colômbia — 23h — TV Globo para todo o Brasil

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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Meta e TikTok são acusados em caso envolvendo morte de adolescente

Atenção: a matéria a seguir inclui uma discussão sobre suicídio. Se você ou alguém que você conhece precisar de ajuda, procure ajuda especializada. O Centro de Valorização da Vida (CVV) funciona 24h por dia pelo telefone 188. Também é possível conversar por chat ou e-mail.

O que começou dentro de uma casa virou um processo judicial contra duas das maiores redes sociais do mundo. Uma mãe italiana acusa a Meta e o TikTok de falhas na proteção de menores após a morte da filha de 12 anos.

Segundo a família, a adolescente foi exposta a conteúdos de automutilação e depressão nas plataformas antes de tirar a própria vida.

adolescente tocando na tela de um smartphone
Segundo a família, conteúdos depressivos passaram a dominar o que a adolescente via online em poucos meses. Imagem: Marina Demidiuk/iStock – Imagem: Marina Demidiuk/iStock

Um caso que expôs o lado mais sensível das redes sociais

A história de Rossella Ugues ganhou repercussão depois que os pais perceberam, tarde demais, como o comportamento da filha mudou em poucos meses. Aos poucos, ela passou a consumir conteúdos cada vez mais ligados à tristeza e à automutilação, impulsionados por algoritmos de recomendação.

Na avaliação da mãe, Irene Roggero Ugues, o processo foi silencioso e difícil de enxergar no dia a dia. Em entrevista, ela descreveu a sensação com uma frase forte: “Em algum momento, pareceu ganhar vida própria, crescendo até sufocar o lado alegre e sociável dela — a parte mais brilhante”, disse.

A ação aberta na Itália sustenta que as plataformas não teriam oferecido proteção suficiente a usuários menores, permitindo a exposição a conteúdos considerados de risco.

ícones em um celular das redes sociais tiktok, instagram, youtube e snapchat
Meta e TikTok negam responsabilidade direta e destacam medidas de segurança voltadas a adolescentes. Crédito: Tada Images / Shutterstock – Crédito: Tada Images / Shutterstock

Algoritmos, ciclos e o ponto mais delicado da discussão

A acusação central envolve o funcionamento dos sistemas de recomendação. Segundo o processo, esses mecanismos identificam interesses e passam a reforçar conteúdos semelhantes, inclusive sensíveis. O problema, apontam as famílias, é que isso pode criar um ciclo contínuo de exposição.

No meio desse debate, surgem pontos levantados pelos autores da ação:

  • Reforço constante de conteúdos sensíveis
  • Proteção considerada insuficiente para menores
  • Dificuldade prática de supervisão parental
  • Possível padrão de uso semelhante à dependência
  • Exposição prolongada sem interrupção eficaz

As empresas envolvidas, Meta e TikTok, negam responsabilidade direta e afirmam que mantêm sistemas de segurança, filtros de conteúdo e ferramentas específicas para adolescentes.

Quando a rotina familiar não acompanha o ritmo das redes sociais

Um dos trechos mais repetidos por famílias envolvidas no debate é simples: o controle não dá conta. Mesmo com regras em casa, muitos pais relatam que os adolescentes conseguem contornar restrições com facilidade.

“Monitorar o uso das redes sociais é um trabalho em tempo integral”, afirmou uma representante de famílias numerosas na Itália. Segundo ela, na prática, a supervisão constante é quase impossível.

E há um ponto que aparece com frequência nesses relatos: a mudança de comportamento costuma ser gradual, quase imperceptível no começo, o que dificulta ainda mais a intervenção.

regulamentação redes sociais
A história ganhou repercussão internacional e ampliou a pressão por regras mais rígidas para menores online. Imagem: Garun.Prdt/Shutterstock – (Imagem: Garun.Prdt/Shutterstock)

Entre ciência, cautela e interpretações diferentes

Pesquisas citadas no processo apontam que mecanismos como curtidas, notificações e recomendações podem ativar sistemas de recompensa no cérebro, especialmente em adolescentes. Por isso, parte dos especialistas fala em padrões semelhantes aos de dependência.

Leia mais:

Mas o tema não é fechado. Outros especialistas alertam que é preciso cautela ao tirar conclusões diretas. Para eles, reduzir o problema apenas às plataformas pode simplificar demais uma questão mais ampla, que envolve também convivência, diálogo e acompanhamento familiar.

Um debate que ainda está longe do fim

O processo na Itália segue em andamento e pode influenciar discussões mais amplas sobre a responsabilidade de plataformas digitais no uso por menores. Meta e TikTok negam as acusações e dizem investir continuamente em segurança e proteção de jovens usuários.

No fim, o caso vai além de um tribunal. Ele pressiona uma pergunta que ainda não tem resposta definitiva: até onde vai o impacto das redes sociais na vida de crianças e adolescentes — e quem deve responder por isso?

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Júlio Verne e a Artemis 2: mais de 160 anos antes da missão, o escritor “previa” viagem à Lua

Muito antes dos foguetes e da corrida espacial, o escritor francês Júlio Verne já imaginava uma viagem tripulada à Lua. Publicado em 1865, o romance Da Terra à Luae sua continuação, Ao Redor da Lua, apresentam elementos que lembram muito a missão Artemis 2, realizada pela NASA em 2026. As semelhanças vão desde o local de lançamento até a trajetória ao redor da Lua e o retorno ao oceano Pacífico.

Para quem tem pressa:

  • Mais de 150 anos antes da Artemis 2, Júlio Verne já imaginava uma missão tripulada à Lua com lançamento a partir da Flórida, viagem ao redor do satélite e retorno à Terra;
  • Os romances “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” apresentam semelhanças com a missão da NASA, incluindo a observação da Lua durante o trajeto e a realização de correções de trajetória;
  • Embora algumas previsões não tenham se concretizado, como o lançamento por um gigantesco canhão, as obras demonstram um amplo conhecimento científico.

As “coincidências” são fundamentadas

Observação lunar dos romances de Júlio Verne ao lado da imagem real do lado oculto da Lua
Ilustração do lado oculto da Lua no romance de Júlio Verne ao lado da imagem real capturada pela Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital

Considerado um dos pais da ficção científica, Júlio Verne construiu sua obra a partir da combinação entre imaginação e conhecimento científico. Conhecido por realizar grandes pesquisas antes de escrever seus romances, o escritor buscava compreender a ciência de sua época e adicioná-la em suas narrativas. Por isso, muitas das escolhas presentes em “Da Terra à Lua” e “Ao Redor da Lua” não foram feitas de forma aleatória.

O primeiro exemplo é o local de lançamento da missão. Verne escolheu a Flórida como ponto de lançamento para a viagem à Lua de seus personagens; essa escolha se deu pelo reconhecimento das vantagens que regiões próximas à linha do Equador oferecem para esse tipo de lançamento. Atualmente, o estado norte-americano abriga o Centro Espacial Kennedy da NASA e é a principal base de lançamento das missões espaciais dos Estados Unidos, incluindo o programa Artemis.

As semelhanças também aparecem na missão imaginada pelo autor. Em vez de pousar na Lua, a nave que carrega os personagens Barbicane, Nicholl e Ardan realiza uma viagem ao redor do satélite natural antes de retornar à Terra. A Artemis 2 seguiu uma proposta semelhante, levando astronautas em uma missão de sobrevoo e observação lunar.

Leia mais:

Observações lunares semelhantes

Montagem das personagens de Julio Verne observando a "janela" da cápsula e ao lado uma astronauta observando a Terra pela cápsula da Artemis II
Ilustração dos personagens, Barbicane, Nicholl e Ardan, de Júlio Verne observando a “janela” da cápsula no espaço e ao lado uma astronauta observando a Terra pela cápsula da Artemis 2 – Imagem: Émile-Antoine Bayard e Alphonse de Neuville / NASA – Montagem: Olhar Digital

Os romances de Verne também descrevem os tripulantes observando a Lua durante a viagem e anotando suas observações. Mesmo sem poder capturar imagens do satélite natural, como feito pela Artemis 2, a ideia de estudar e documentar o ambiente lunar mostrava um caminho a ser seguido mais de 100 anos depois.

Ao longo da narrativa, os viajantes ainda precisam realizar ajustes para manter o caminho planejado. Atualmente, essas correções de trajetória são parte fundamental de qualquer missão espacial.

O local de pouso também aparece como uma semelhança à missão Artemis 2. Júlio Verne descreve a cápsula de seu romance pousando no Oceano Pacífico, assim como também aconteceu com a espaçonave da mais recente viagem à Lua.

Nem todas as previsões, porém, se mostraram corretas. Verne imaginou que a nave seria lançada por um gigantesco canhão chamado “Columbiad, solução que seria inviável para transportar seres humanos. Ainda assim, o nível de conhecimento científico presente nas obras impressiona por ter sido desenvolvido décadas antes do surgimento de quaisquer foguetes e da própria corrida espacial.

Esses paralelos ajudam a explicar por que as obras de Verne continuam sendo frequentemente citadas quando se discute a história da exploração espacial. Mais do que “prever” tecnologias, o autor demonstrou uma capacidade de aplicar princípios científicos para imaginar cenários que, em muitos aspectos, se aproximariam das futuras missões à Lua.

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Uzbequistão x Colômbia: onde assistir, horário e escalações do jogo da Copa do Mundo

Nesta quarta-feira (17)Uzbequistão e Colômbia se enfrentam em jogo válido pela primeira rodada do Grupo K da Copa do Mundo 2026. A bola rola às 23h (horário de Brasília) no Estádio da Cidade do México.

  • Uzbequistão e Colômbia:
    • Competição: Copa do Mundo 2026
    • Fase: Grupos, primeira rodada – Grupo K
    • Data: 17/06 (quarta-feira)
    • Horário: 23h (horário de Brasília)
    • Local: Estádio da Cidade do México

Confira aqui a tabela com todos os jogos de hoje!

Onde assistir a Uzbequistão x Colômbia pela Copa do Mundo?

O duelo entre Uzbequistão e Colômbia será transmitido pela CazéTV (YouTube).

Prováveis escalações e arbitragem

  • Uzbequistão: Yusupov; Abdullaev/Urozov, Ashurmatov, Khusanov; Sayfiev, Shukurov, Khamrobekov, Nasrullaev; Fayzullaev, Urunov; Shomurodov.
    • Técnico: Fabio Cannavaro.
  • Colômbia: Vargas; Muñoz, Davinson Sánchez, Lucumí, Mojica; Lerma, Rios; Luis Díaz, Arias, James Rodríguez; Luis Suárez.
    • Técnico: Nestor Lorenzo.
  • Arbitragem:
    • Árbitro: Anthony Taylor.

As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.

Leia mais:

Como chegam Uzbequistão e Colômbia para a Copa do Mundo?

A Colômbia chega à Copa do Mundo embalada por duas vitórias consecutivas na preparação. Os colombianos integram o Grupo K, ao lado de Portugal, DR Congo e Uzbequistão, e apostam no talento de Luis Díaz e James Rodríguez para conquistar bons resultados.

A seleção do Uzbequistão disputa pela primeira vez a fase de grupos da Copa do Mundo e chega após uma preparação de resultados variados. A equipe sofreu derrotas para a seleção da Holanda e para a seleção do Canadá fora de casa, mas também conquistou bons resultados como mandante.

Não quer perder nenhuma partida do seu esporte preferido? Confira os jogos de hoje!

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OpenAI gastou US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, diz site

A OpenAI registrou um gasto de US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo reportagem do The Information. O portal credita documentos que a empresa compartilhou com acionistas.

O valor representa mais da metade da receita da startup, estimada em US$ 5,7 bilhões. 

Lembrando que, no começo de junho, a OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de IPO nos Estados Unidos. A abertura de capital na bolsa de valores pode ocorrer já em setembro. 

A expectativa é de que a desenvolvedora do ChatGPT seja avaliada em até US$ 1 trilhão.

Ícones dos aplicativos ChatGPT, Claude e Gemini exibidos na tela de um smartphone
ChatGPT ainda lidera em usuários, mas já sente a pressão dos concorrentes no mercado global de IA. Imagem: Primakov / Shutterstock – Imagem: Primakov / Shutterstock

Domínio do ChatGPT encolhe e concorrentes ganham força no mercado de IA

Pela primeira vez desde seu lançamento, o ChatGPT perdeu a marca de 50% de participação no mercado global de assistentes de IA. O movimento reflete o avanço de concorrentes que vêm atraindo cada vez mais usuários, segundo o relatório State of AI 2026, da Sensor Tower.

Embora siga na liderança, o chatbot da OpenAI viu sua fatia de mercado cair para 46,4% em maio. Enquanto isso, Gemini e Claude ganharam espaço em um setor que continua crescendo rapidamente.

Até janeiro de 2026, o ChatGPT concentrava mais da metade do mercado de assistentes de IA. No fim de maio, sua participação havia recuado para 46,4%. O Gemini, do Google, alcançou 27,7%, enquanto o Claude, da Anthropic, chegou a 10,3%.

Apesar da queda relativa, o ChatGPT continua sendo o assistente de IA mais utilizado do mundo, com mais de 1,1 bilhão de usuários mensais. O Gemini aparece em segundo lugar, com 662 milhões, seguido pelo Claude, com 245 milhões.

O relatório também destaca que os usuários estão mais dispostos a experimentar diferentes plataformas. Um dos fatores observados foi o aumento das desinstalações após o anúncio do acordo entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O episódio sugere que muitos usuários levam em consideração não apenas os recursos oferecidos, mas também as decisões tomadas pelas empresas responsáveis pelas ferramentas.

Enquanto o crescimento do Gemini está ligado à integração com o ecossistema do Google, o Claude ganhou destaque em tarefas de produtividade e vem se aproximando dos índices de retenção do ChatGPT.

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Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões

Loot box
Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por causa de loot boxes (imagem: Sameboat/Wikimedia)
Resumo
  • Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios multou big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por usarem loot boxes em jogos;
  • decisão da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF considerou que loot boxes estimulam comportamentos de jogos de azar e afetam principalmente menores de idade;
  • empresas, incluindo Apple, Google e Microsoft, foram condenadas a pagar indenizações cujos valores serão direcionados ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.

O Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, por meio da 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, determinou que desenvolvedoras de jogos e big techs como Apple, Google e Microsoft paguem indenizações por danos morais coletivos devido ao uso de loot boxes em games. A soma das multas chega a quase R$ 300 milhões.

Uma loot box consiste em uma caixa virtual geralmente oferecida em jogos que fornece recompensas que só se tornam conhecidas após a realização de pagamentos. Essas recompensas podem incluir “skins” para personagens, armas mais potentes, itens raros e assim por diante.

Na primeira olhada, parece não haver nada de errado com isso. Porém, especialistas em saúde mental e autoridades de várias partes do mundo entendem que as loot boxes seguem uma dinâmica de jogos de azar, pois tendem a ativar os mesmos circuitos cerebrais de recompensa ativados em jogos de cassino, por exemplo. Isso pode levar a vícios e outros comportamentos nocivos.

O caso em questão tem como base um processo movido pela Associação Nacional dos Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Anced) contra empresas de games como Activision, Nintendo e Riot.

A acusação é a de que, ao explorarem loot boxes, essas companhias estimulam comportamentos de jogos de azar, afetando principalmente menores de idade.

Com relação a companhias como Apple, Google e Microsoft, elas foram incluídas na ação civil pública por hospedarem ou darem acesso aos tais jogos por meio de suas lojas de aplicativos.

A decisão judicial levou em conta que o ECA Digital, em vigor desde março para a proteção de crianças e adolescentes no âmbito digital, reconhece loot boxes como práticas ilícitas, mas que, mesmo antes disso, já era possível considerar essa abordagem como indevida com base no Estatuto da Criança e do Adolescente em vigor desde 1990.

Diante disso, as empresas envolvidas foram punidas com indenizações cujo valor considera aspectos como gravidade da conduta e capacidade econômica.

Márlon Reis, advogado da Anced, celebrou a decisão judicial:

Qual o valor da multa recebida por cada empresa?

De acordo com uma apuração do Tilt UOL, as companhias multadas e os valores de suas respectivas indenizações são os seguintes:

  • Apple: R$ 50 milhões (responsável pela App Store)
  • Microsoft: R$ 50 milhões (responsável pela Microsoft Store)
  • Google: R$ 40 milhões (responsável pela Play Store)
  • Sony: R$ 40 milhões (responsável pela PlayStation Network)
  • Tencent: R$ 50 milhões (desenvolvedora de PUBG Mobile)
  • Ubisoft: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege)
  • Valve: R$ 10 milhões (desenvolvedora de Counter-Strike)
  • Riot Games: R$ 15 milhões (desenvolvedora de League of Legends)
  • Electronic Arts: R$ 20 milhões (desenvolvedora de Fifa, EA Sports UFC Mobile, Apex Legends, Plants vs Zombies e outros)
  • Konami: R$ 8 milhões (desenvolvedora de PES 2019, eFootball PES 2021 Mobile e Yu-Gi-Oh! Duel Links)
  • Nintendo: R$ 5 milhões (desenvolvedora de Mario Kart Tour)

A soma desses valores chega a R$ 298 milhões. As indenizações pagas serão direcionadas ao Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.

Além das indenizações, a Justiça determinou a adoção de uma série de medidas pelas empresas apontadas, como exibir informações sobre o caráter aleatório das recompensas, implementar sistemas de verificação de idade e oferecer mecanismos acessíveis de reembolso nos jogos.

Mas, sim, todas as partes envolvidas ainda podem recorrer das decisões.

O número do processo em questão é 0701554-83.2021.8.07.0013.

Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões

Justiça brasileira multa big techs e estúdios de games em R$ 298 milhões por causa de loot boxes (imagem: Sameboat/Wikimedia)
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Apple é investigada por possível favorecimento ao iCloud

Ilustração mostra o logo da Apple ao centro, em cor verde claro. O fundo é azul e verde. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Investigação na Itália pode forçar Apple a realizar mudanças (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple é investigada na Itália por possível favorecimento ao iCloud nos sistemas da empresa.
  • A investigação apura se a Apple violou obrigações da Lei dos Mercados Digitais da União Europeia ao restringir serviços de nuvem concorrentes.
  • A dona do iPhone pode sofrer punições, incluindo ordens de modificação em seus sistemas e multas, se for confirmada a violação.

A Apple entrou novamente na mira das autoridades europeias. Nesta terça-feira (16/06), o órgão antitruste de defesa da concorrência da Itália anunciou a abertura de uma investigação para apurar se a dona do iPhone está privilegiando o iCloud em seus dispositivos móveis. A ação vai determinar se a empresa viola ou não obrigações exigidas pela Lei dos Mercados Digitais da União Europeia (DMA, na sigla em inglês).

O argumento principal é que o controle restrito sobre os sistemas iOS e iPadOS estaria limitando recursos de plataformas concorrentes como Google Drive ou OneDrive, criando um ambiente anticompetitivo e sem igualdade de condições para serviços concorrentes de armazenamento em nuvem.

Segundo a Reuters, os investigadores já reuniram indícios de que provedores terceirizados não conseguem operar com a mesma integração da solução nativa da Apple. A empresa aparentemente restringe o acesso aos mesmos componentes de hardware e software que o iCloud utiliza para funcionar.

Por que o iCloud pode violar a lei europeia?

A Lei dos Mercados Digitais da UE foi criada justamente para regular corporações de tecnologia que mantêm controle sobre grandes ecossistemas. Companhias com esse perfil, como o Google e a Apple, possuem o dever legal de assegurar que a concorrência seja justa dentro de seus sistemas.

Conforme dita essa nova legislação, a empresa deve garantir que fornecedores independentes possam funcionar de forma eficaz e gratuita com todos os recursos controlados pelo iOS e iPadOS.

O problema investigado na Itália é a diferença que impacta os serviços oferecidos para o consumidor final. Para quem usa o iPhone, o iCloud entrega uma experiência de sincronização automática e operação em segundo plano muito mais fluida do que outras alternativas de mercado que podem operar no aparelho.

O órgão regulador aponta que essa enorme vantagem acontece porque a Apple limita o acesso de terceiros a APIs fundamentais do sistema, bem como o uso de otimizações de bateria e processamento para aplicativos concorrentes.

A investigação revela que essa falta de igualdade impede que as soluções de terceiros ofereçam uma experiência equivalente à nativa. O resultado, segundo a autoridade antitruste, é que os consumidores acabam adotando o serviço da Apple por “conveniência forçada”, limitando o direito de livre escolha.

Imagem de um iPhone com o logo do iCloud ao centro
Concorrentes não têm acesso às mesmas APIs e otimizações que o iCloud (imagem: sdx15/Shutterstock)

Próximos passos

A iniciativa italiana representa a primeira investigação formal aberta por um órgão nacional europeu baseada na Lei dos Mercados Digitais. A fase atual do processo foca em coletar evidências técnicas, analisar a infraestrutura de software da Apple e receber manifestações oficiais das partes envolvidas.

Assim que essa apuração inicial estiver concluída, um relatório com as provas documentadas será enviado à Comissão Europeia. Caso a infração seja confirmada, a Apple poderá sofrer punições severas, o que inclui ordens de modificação em seus sistemas e multas altíssimas, calculadas de forma proporcional ao faturamento anual global da companhia.

Vale mencionar que a Apple já enfrenta processos antitruste em múltiplos países. Apenas nos últimos dois anos, as sanções impostas à empresa por violações de leis de concorrência e abuso de posição dominante já somaram quase US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões em conversão direta).

No Brasil, a empresa enfrenta um inquérito no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) por supostas práticas anticompetitivas no Apple Pay.

Apple é investigada por possível favorecimento ao iCloud

Apple (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Por que as estrelas têm cores diferentes no céu noturno?

O céu noturno revela uma paleta de cores surpreendente nas estrelas, que variam do azul intenso ao vermelho suave. Observadores atentos conseguem identificar essas nuances mesmo sem telescópios, dependendo do brilho de cada estrela. Estrelas como Vega e Spica destacam-se em tons azulados, enquanto Arcturus e Antares aparecem mais alaranjadas ou avermelhadas.

A origem dessas cores está na temperatura de cada astro e na forma como a luz é percebida pelos olhos humanos. Estrelas mais quentes irradiam tons mais frios, e as mais frias emitem tons mais quentes, enquanto a sensibilidade da visão em baixa luminosidade pode alterar a percepção real.

Como a cor das estrelas se forma?

aglomerado globular
A cerca de 28.000 anos-luz de distância, o aglomerado globular M80 abriga centenas de milhares de estrelas unidas pela gravidade. Ambientes densos como este podem impulsionar o crescimento de buracos negros por meio de fusões sucessivas – Crédito: NASA, ESA, STScI e A. Sarajedini (Universidade da Flórida)

No site Space, uma análise aponta que a cor de uma estrela está diretamente associada à temperatura de sua superfície. Estrelas mais quentes tendem a emitir luz em tons azulados, enquanto estrelas mais frias aparecem em tons alaranjados ou avermelhados.

Esse comportamento decorre da forma como os corpos celestes emitem radiação térmica. A distribuição dessa radiação determina o comprimento de onda predominante da luz visível.

Nesse contexto, a explicação menciona a Lei de Wien, que descreve como o aumento de temperatura desloca a emissão máxima de energia para comprimentos de onda menores, mais próximos do azul.

Também é citada a Lei de Stefan-Boltzmann, que indica o crescimento acentuado da energia emitida conforme a temperatura aumenta.

Percepção humana e contraste no céu

olho humano
(Imagem: KinoMasterskaya / Shutterstock.com)

O texto destaca que a percepção das cores estelares não depende apenas da física, mas também da fisiologia da visão humana. Em condições de pouca luz, a visão perde sensibilidade às cores, o que faz com que estrelas menos brilhantes pareçam brancas.

Já estrelas mais luminosas permitem a ativação dos cones da retina, responsáveis pela distinção de cores, tornando possível identificar tonalidades como azul, branco ou vermelho.

Outro ponto observado é o uso do contraste visual para perceber melhor as diferenças. A comparação entre estrelas com cores distintas facilita a identificação dessas variações no céu.

Relação entre exemplos observados

O material também descreve exemplos de estrelas com cores contrastantes usadas para observação a olho nu. Altair aparece como referência de tom mais claro, enquanto outras como Antares são associadas a tonalidades mais avermelhadas.

Essas diferenças são explicadas pela variação de temperatura entre os astros e pela forma como cada um emite energia em diferentes comprimentos de onda.

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Policial do Reino Unido é afastado por fabricar provas criminais com ajuda de IA

Um policial do condado de Derbyshire, no Reino Unido, passou a ser alvo de investigação criminal após suspeitas de ter recorrido a sistemas de inteligência artificial para produzir material utilizado como evidência em diferentes processos judiciais. O caso envolve a apuração de possível adulteração do curso da justiça e foi tornado público recentemente pelo The Guardian.

De acordo com autoridades locais, o agente em questão já foi retirado de funções operacionais enquanto o procedimento investigativo segue em fase inicial. A apuração ocorre em cooperação com o Crown Prosecution Service, órgão responsável pela persecução penal no país.

Segundo a polícia de Derbyshire, ainda não houve prisões relacionadas ao caso e detalhes sobre a identidade do servidor ou a natureza exata das supostas condutas não foram divulgados.

Entenda os desdobramentos da investigação

(Imagem: NorthSky Films / Shutterstock.com)

A corporação policial de Derbyshire confirmou que instaurou investigação criminal após a suspeita de que um de seus integrantes teria utilizado ferramentas de inteligência artificial na elaboração de material probatório em múltiplas ocorrências. O enquadramento inicial da apuração aponta para a hipótese de interferência indevida em procedimentos judiciais.

Conforme comunicado pela força policial, o servidor foi afastado de atividades de linha de frente enquanto as diligências prosseguem. A instituição também informou que mantém articulação com o Crown Prosecution Service para avaliar eventuais impactos em casos já em andamento.

Martelo de tribunal
Kuzma/iStock

O episódio ocorre em meio a alertas emitidos por órgãos de coordenação policial no Reino Unido sobre o uso de inteligência artificial em atividades judiciais. O responsável pelo centro de IA do National Police Chiefs’ Council afirmou que algumas forças foram orientadas a interromper o uso de sistemas automatizados na redação de declarações e documentos utilizados em tribunais, sob dúvida quanto à confiabilidade dessas ferramentas.

Em paralelo, a polícia metropolitana de Londres também conduz apurações internas envolvendo o emprego de tecnologia baseada em dados para monitoramento de servidores. Segundo informações oficiais, o sistema teria sido utilizado para identificar possíveis irregularidades funcionais e condutas criminosas, o que resultou em detenções de agentes sob suspeitas graves, incluindo abuso de autoridade e fraude.

A reportagem do The Guardian não especificou em quais crimes o policial teria falsificado evidências ou mesmo o sistema de inteligência artificial utilizado.

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“Brasil é um parceiro confiável”: Europa quer aliança para disputar corrida da IA

Duas pessoas em uma entrevista ao vivo, com a convidada sentada e a palestrante falando em um palco com luzes vermelhas
Henna Virkkunen lidera projetos de soberania digital na UE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A União Europeia quer o Brasil como parceiro na corrida tecnológica global de inteligência artificial, visando reduzir a dependência de big techs americanas e chinesas, segundo Henna Virkkunen, vice-presidente executiva da Comissão Europeia.
  • O Brasil agora faz parte de um seleto grupo de países com vínculo de parceria com a UE, ao lado de Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura, com o objetivo de avançar na autonomia e reduzir a dependência de tecnologias estrangeiras para o desenvolvimento da inteligência artificial.
  • A UE está implementando medidas para aumentar sua soberania tecnológica, incluindo a criação de 19 fábricas de IA, com o objetivo de quintuplicar a capacidade computacional europeia em um ano, e alcançar 75% de adoção de IA nas empresas até 2030.

A União Europeia não esconde de ninguém que quer o Brasil (e tantos países quanto possível) ao seu lado na atual corrida tecnológica global, que foca na inteligência artificial. Nesta sexta-feira (12), o bloco assina uma parceria inédita no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Ontem, durante o Web Summit Rio, uma de suas mais poderosas dirigentes explicou o que está por trás deste gesto.

Henna Virkkunen é vice-presidente executiva da Comissão Europeia para Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia. Durante um bate-papo no palco principal, ela foi questionada sobre o que define um “parceiro confiável”, e citou o Brasil pelo nome. Virkkunen também mencionou o acordo recém-assinado com o Mercosul.

Euro-Office
Euro-Office: suíte de produtividade será adotada por vários governos (imagem: reprodução/Nextcloud)

As falas se deram em meio a uma discussão sobre soberania tecnológica e dependência de big techs americanas e chinesas. Para a dirigente, a União Europeia segue com a estratégia de construir alianças fora do eixo EUA-China. Um dos exemplos mais recentes na região é o lançamento do Euro-Office, pacote de produtividade de código aberto que será adotado, a nível governamental, em vários países.

Com o acordo, o Brasil passa a integrar um seleto grupo com apenas outros quatro países com esse tipo de vínculo: Canadá, Coreia do Sul, Japão e Singapura. O acordo prevê cooperação em IA, governança de dados, infraestrutura digital pública, identidade e assinaturas digitais, proteção de crianças no ambiente online e coordenação em fóruns multilaterais de governança da internet.

A parceria não surge do nada porque Brasil e UE vêm construindo essa aproximação digital há anos: em 2024 formalizaram um Diálogo sobre Economia Digital, e em fevereiro de 2025 aprovaram um plano de trabalho conjunto para 2025-2026 com foco em IA, governança de dados, conectividade e redes 6G. O acordo desta sexta eleva esse diálogo técnico a um compromisso político de alto nível. Os temas prioritários incluem regulação de inteligência artificial, computação de alto desempenho, governança de dados e assinaturas digitais.

Recado à Apple e investimento em IA

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)

No painel, Virkkunen também detalhou o pacote de soberania tecnológica apresentado pela UE na semana passada, com metas ambiciosas para reduzir a dependência europeia em chips, nuvem e software. Os principais pontos são os seguintes:

  • Apple e Siri na Europa: questionada sobre a decisão da Apple de não lançar a nova Siri AI no mercado europeu por causa da Lei de Mercados Digitais (DMA), Virkkunen foi direta: “não há nada na DMA que impeça a Apple de trazer seus novos produtos para a Europa — foi uma decisão deles”. A executiva defendeu que a exigência de interoperabilidade não significa abrir segredos de negócio, mas sim impedir que gigantes fechem o mercado para concorrentes.
  • Infraestrutura de IA: a UE está criando 19 fábricas de IA distribuídas pelo bloco. Em um ano, a promessa é de que a capacidade computacional europeia seja cinco vezes maior do que a atual. Ela ficará disponível para startups e pequenas empresas treinarem seus próprios modelos.
  • Adoção de IA nas empresas: apenas 20% das empresas europeias usam IA, segundo levantamento de 2025. A meta oficial do bloco é chegar a 75% até 2030. No entanto, a própria Virkkunen admitiu que o número é baixo: “talvez devêssemos ter uma meta ainda maior, porque acho que todos os negócios deveriam usar os benefícios da IA”.
  • AI Act e agentes de IA: diante da crítica de que a UE estaria regulando a tecnologia de ontem, Virkkunen defendeu que o AI Act já cobre agentes de IA, por serem tratados como parte da IA generativa. Essa categoria tem obrigações de avaliação e mitigação de riscos.

“Brasil é um parceiro confiável”: Europa quer aliança para disputar corrida da IA

Henna Virkkunen lidera projetos de soberania digital na UE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Euro-Office vem aí (imagem: reprodução/Nextcloud)

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)
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99Compras vem para ser nova opção de compras online de mercado e rotina

99Compras
99Compras vem para ser nova opção de compras online de mercado e rotina (imagem: reprodução/99)
Resumo
  • serviço de entregas de supermercado, farmácia e afins da 99 chega aos municípios paulistas de Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema após piloto em Goiânia;
  • integrado ao aplicativo principal da 99, 99Compras ainda está em fase experimental para ajustar a interface entre lojistas, consumidores e entregadores antes do lançamento completo;
  • redes como Carrefour, Atacadão e Americanas já estão integradas à plataforma de entregas; plano da companhia é expandir a novidade para outras regiões em breve.

O segmento de compras online de itens de supermercado e rotina tem mais um competidor: a 99Compras. Depois de um período piloto em Goiânia (GO), o serviço estreou, nesta semana, nos munícipios paulistas de Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema.

A proposta da 99Compras é permitir que o usuário adquira, pela internet, itens de supermercado, farmácia, pet shop, floricultura e de várias outras categorias. As compras são feitas dentro do aplicativo da própria 99, não havendo necessidade de instalação de um app dedicado, portanto.

Na prática, é como se a novidade fosse uma expansão da 99Food, só que direcionada a produtos diversos em vez de focar em refeições.

Ainda em fase experimental

Com o novo serviço, a 99 passa a disputar espaço com o iFood e com o Amazon Now, por exemplo. Ou melhor, passará a disputar, pois o serviço ainda está em fase experimental, tal como a companhia explica:

Durante esse período de testes, a operação estará focada no desempenho do aplicativo e em garantir que a interface entre lojistas, consumidores e entregadores funcione de maneira eficiente e fluida para o lançamento completo.

99

Os testes começaram em abril deste ano, em Goiânia. A recente expansão é direcionada ao ABCD Paulista — a novidade estreia agora em Santo André, São Bernardo do Campo e Diadema, e chegará a São Caetano do Sul em breve.

O plano é expandir a 99Compras para outras regiões, obviamente, o que tornará o serviço oficial. Ainda não há prazo para a chegada em outras localidades, mas a 99 dá a entender que isso não demorará a ocorrer.

Durante muito tempo, fazer compras online foi associado a preços mais altos do que no varejo físico, mas esse cenário vem mudando com a evolução da tecnologia e da logística.

Nosso objetivo é oferecer uma experiência acessível, prática e integrada à rotina das pessoas, conectando conveniência e variedade dentro do ecossistema da 99.

Talita Poleto, diretora comercial da 99Compras

Entre as lojas já integradas à 99Compras estão redes como Americanas, Farmácias Nissei, Carrefour e Atacadão.

99Compras vem para ser nova opção de compras online de mercado e rotina

99Compras vem para ser nova opção de compras online de mercado e rotina (imagem: reprodução/99)
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Astrônomos descobrem ventos de buraco negro rápidos como forte furacão

Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.

O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.

“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”

A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.

Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.

Leia mais:

Ilustração artística de um quasar
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr'Ehnl, Nurten Filiz Ak

“Ventos” de buraco negro?

  • Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
  • “Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
  • A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.

“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”

Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).

Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”

Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.

“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.

“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”

A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.

“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.

A pesquisa da equipe foi publicada na quinta-feira (4) no The Astrophysical Journal.

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7046 (terça, 09/06)

O sorteio do concurso 7046 da Quina aconteceu na noite de terça-feira (9), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 8,6 milhões.

Os números sorteados da Quina 7046 foram: 02 – 12 – 37 – 68 – 76.

Resultado da Quina 7046

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 10 milhões.

Teve ganhador na Quina hoje?

Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 40 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 13.162,763.493 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 143,55. 98.929 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 5,06.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 7045 desta segunda-feira (8) é: 12 – 13 – 17 – 54 -71.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 7047 e ele acontece na quarta-feira, 10 de junho de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 7045 (08/06/2026): 12 – 13 – 17 – 54 -71
  • Quina 7044 (06/06/2026): 02 – 05 – 30 – 54 – 73
  • Quina 7043 (05/06/2026): 10 – 20 – 21 – 29 – 46
  • Quina 7042 (03/06/2026): 10 – 13 – 25 – 36 – 60
  • Quina 7041 (02/06/2026): 25 – 28 – 49 – 56 – 75
  • Quina 7040 (01/06/2026): 05 – 23 – 52 – 56 – 67
  • Quina 7039 (30/05/2026): 12 – 15 – 16 – 67 – 80
  • Quina 7038 (29/05/2026): 02 – 31 – 39 – 64 – 73
  • Quina 7037 (28/05/2026): 09 – 26 – 42 – 55 – 66
  • Quina 7036 (27/05/2026): 15 – 42 – 63 – 66 – 77

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

O post Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7046 (terça, 09/06) apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3706 (terça, 09/06)

O sorteio do concurso 3706 da Lotofácil aconteceu na noite desta terça-feira (9), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.

Os números sorteados da Lotofácil 3706 foram: 01 – 04 – 06 – 08 – 09 – 10 – 12 – 14 – 15 – 16 – 18 – 21 – 22 – 24 – 25.

Resultado da Lotofácil 3706

Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Lotofácil de hoje acumulou?

A Lotofácil de hoje não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 2 milhões.

Teve ganhador na Lotofácil hoje?

Cinco apostas acertaram as 15 dezenas e vão levar para casa R$ 341.029,77, sendo:

  • Uma aposta de Senador Canedo (GO);
  • Uma aposta de Luisburgo (MG);
  • Uma aposta de Rondonópolis (MT);
  • Uma aposta de Curitiba (PR);
  • Uma aposta de Ibiúna (SP).

687 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 743,4618.424 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 115.840 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 524.196 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.

Qual é o último resultado da Lotofácil?

O resultado da Lotofácil 3705 desta segunda-feira (8) é: 01 – 03 – 04 – 06 – 08 – 10 – 14 – 15 – 16 – 18 – 20 – 21 – 22 – 24 – 25.

Quando é o próximo sorteio da Lotofácil?

próximo sorteio é o 3707 e ele acontece na quarta-feira, 10 de junho de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Lotofácil

Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:

  • Lotofácil 3705 (08/06/2026): 01 – 03 – 04 – 06 – 08 – 10 – 14 – 15 – 16 – 18 – 20 – 21 – 22 – 24 – 25
  • Lotofácil 3704 (06/06/2026): 01 – 03 – 04 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 15 – 19 – 20 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3703 (05/06/2026): 01 – 03 – 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 14 – 15 – 17 – 21 – 22 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3702 (03/06/2026): 02 – 03 – 05 – 09 – 13 – 14 – 15 – 16 – 17 – 18 – 20 – 21 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3701 (02/06/2026): 01 – 02 – 04 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 14 – 17 – 22 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3700 (01/06/2026): 01 – 03 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 14 – 17 – 18 – 19 – 20 – 23 – 25
  • Lotofácil 3699 (30/05/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 08 – 09 – 11 – 14 – 18 – 20 – 21 – 22 – 24 – 25
  • Lotofácil 3698 (29/05/2026): 01 – 03 – 05 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 16 – 18 – 20 – 21 – 23
  • Lotofácil 3697 (28/05/2026): 01 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 20 – 21 – 24 – 25
  • Lotofácil 3696 (27/05/2026): 02 – 03 – 05 – 06 – 07 – 09 – 11 – 13 – 15 – 16 – 17 – 19 – 21 – 23 – 24

Como resgatar o prêmio da Lotofácil

Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?

No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?

A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.

Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?

Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.

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Resultado da Mega-Sena de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3016 (terça, 09/06)

O sorteio do concurso 3016 da Mega-Sena aconteceu na noite desta terça-feira (9), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 3,2 milhões.

Os números sorteados da Mega-Sena 3016 foram: 11 – 19 – 33 – 52 – 55 – 60.

Você ganhou na Mega? Confira abaixo como resgatar seu prêmio!

Resultado da Mega-Sena 3016

Confira os números sorteados da Mega-Sena de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Mega-Sena de hoje acumulou?

A Mega-Sena de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Mega-Sena é de R$ 8 milhões.

Teve ganhador na Mega-Sena hoje?

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. 40 apostas acertaram cinco números e ganharam R$ 26.124,462.566 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 671,27.

Qual é o último resultado da Mega-Sena?

O resultado da Mega-Sena 3015 deste sábado (6) é: 09 – 18 – 26 – 31 – 53 – 58.

Quando é o próximo sorteio da Mega-Sena?

próximo sorteio é o 3017 e ele acontece na quinta-feira, 11 de junho de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Mega-Sena

Os dez últimos resultados dos sorteios da Mega-Sena foram:

  • Mega-Sena 3015 (06/06/2026): 09 – 18 – 26 – 31 – 53 – 58
  • Mega-Sena 3014 (02/06/2026): 27 – 30 – 35 – 40 – 44 – 58
  • Mega-Sena 3013 (30/05/2026): 02 – 14 – 21 – 22 – 34 – 44
  • Mega-Sena 3012 (28/05/2026): 05 – 07 – 17 – 41 – 42 – 49
  • Mega-Sena 3011 (26/05/2026): 02 – 05 – 27 – 36 – 40 – 60
  • Mega-Sena 3010 (23/05/2026): 03 – 30 – 33 – 35 – 45 – 47
  • Mega-Sena 3009 (16/05/2026): 04 – 06 – 08 – 18 – 21 – 30
  • Mega-Sena 3008 (14/05/2026): 11 – 12 – 14 – 20 – 42 – 44
  • Mega-Sena 3007 (12/05/2026): 17 – 19 – 27 – 32 – 38 – 44
  • Mega-Sena 3006 (09/05/2026): 25 – 42 – 45 – 48 – 50 – 60

Como resgatar o prêmio da Mega-Sena

Ao ganhar na Mega-Sena, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.

Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.

Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Perguntas frequentes sobre a Mega-Sena

Quais os dias de sorteio da Mega-Sena?

Os sorteios da Mega-Sena acontecem três vezes por semana. Eles ocorrem às terças, quintas e sábados.

Qual o horário do sorteio da Mega-Sena?

O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Mega-Sena?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Mega-Sena?

A aposta simples consiste em marcar 6 números entre os 60 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Mega-Sena?

As apostas poderão ser feitas até as 19h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Mega-Sena?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 4 números (quadra). Ele também ganha com 5 números (quina) ou 6 números (sena) sorteados.

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Nvidia RTX Spark chega ao Brasil em novembro

Laptops abertos mostrando teclado e portas laterais
Notebook Dell XPS 16 Creator Edition tem RTX Spark (imagem: divulgação
Resumo
  • A Nvidia anunciou que os notebooks com o chip RTX Spark serão lançados no Brasil em novembro, segundo o diretor de vendas para América Latina, Marcio Aguiar.
  • O RTX Spark é um superchip que combina GPU e CPU, com arquitetura Blackwell, memória RAM máxima de 128 GB e largura de banda de 600 GB/s.
  • A Dell confirmou o lançamento do Dell XPS 16 Creator Edition com RTX Spark no Brasil, mas ainda não divulgou data e preço.

A Nvidia pretende iniciar as vendas dos notebooks com o novo chip RTX Spark no mercado brasileiro ainda este ano – provavelmente em novembro. O diretor de vendas para América Latina, Marcio Aguiar, confirmou o interesse da companhia no Brasil durante uma conversa com jornalistas no Web Summit Rio.

“Estamos trazendo o conhecimento que temos de GPUs para as work stations, e mesclando capacidade gráfica com inteligência artificial”, disse o executivo. Não custa lembrar: a RTX Spark foi divulgada como um superchip que combina GPU e CPU, mais ou menos na mesma pegada de alguns produtos da Apple. Ela funciona com arquitetura Blackwell, memória RAM máxima de 128 GB e largura de banda de 600 GB/s.

Palestrante em mesa durante o Web Summit, falando ao microfone em um painel
Marcio Aguiar é diretor de vendas da Nvidia na América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Dell prevê notebook com RTX Spark no país

Eu tive uma conversa exclusiva com Marcio Aguiar sobre os bastidores do projeto. Ele disse que a Nvidia será a responsável por projetar o novo chip e que, na sequência, as fabricantes de aparelhos (OEMs) poderão anunciar seus produtos baseados na RTX Spark. Todas as companhias parceiras da Nvidia poderão lançar produtos com a tecnologia e não haverá exclusividade para nenhuma delas.

O preço ainda não está definido. Quando perguntado sobre a faixa que ocuparia no mercado doméstico, o diretor de vendas disse que cada fabricante irá determinar a estratégia para trazê-lo ao país. Pelo menos oito marcas já embarcaram no projeto: Acer, Asus, Lenovo, Dell, Gigabyte, HP, Microsoft e MSI. A Dell confirmou ao Tecnoblog que lançará o novo Dell XPS 16 Creator Edition por aqui, mas sem precisar data e preço.

Superchip RTX Spark (imagem: reprodução/Nvidia)

Nvidia prepara entrada em mercado de notebooks

O projeto do RTX Spark resulta no ingresso da Nvidia num mercado bastante dinâmico, e que ganhou novos contornos nos últimos meses, após o lançamento do MacBook Neo. O aparelho da Apple traz um design bastante elogiado e uma combinação de hardware que parece atender à maioria dos consumidores. Ele já recebeu várias promoções e foi visto por cerca de R$ 5.300.

As propostas, no entanto, são completamente diferentes. De acordo com Aguiar, o superchip da Nvidia foi desenvolvido especificamente com a IA em mente. “Queremos mostrar ao mercado o potencial da nossa plataforma.” Enquanto isso, o MacBook Neo utiliza processador de celular: o A18 Pro, visto no iPhone 16 Pro, de 2024. “Não foi desenhado para isso”, complementa o executivo.

Nvidia RTX Spark chega ao Brasil em novembro

Notebook Dell XPS 16 Creator Edition tem RTX Spark (imagem: divulgação

Marcio Aguiar é diretor de vendas da Nvidia na América Latina (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Superchip RTX Spark (imagem: reprodução/Nvidia)
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Paramount entra no mercado de games e anuncia título das Tartarugas Ninja

The Last Ronin foi anunciado durante Summer Game Fest 2026 (imagem: divulgação/Paramount Games Studio)
Resumo
  • A Paramount anuncia a entrada no mercado de games com o Paramount Games Studio, que já revelou seu primeiro jogo, Teenage Mutant Ninja Turtles: The Last Ronin, um título AAA baseado no universo das Tartarugas Ninja, desenvolvido pela Platinum Games.
  • O Paramount Games Studio foi formado após a aquisição de projetos da Skydance New Media, incluindo jogos como Marvel 1943: Rise of Hydra e um novo game da franquia Star Wars.
  • A equipe do Paramount Games Studio inclui nomes como Tony Driscoll, Shawn Kittelsen e Amy Hennig, que assumem cargos de liderança no estúdio.

A Paramount passará a apostar nos games como um dos grandes segmentos da empresa, conhecida mundialmente pela atuação no ramo da TV e do cinema. O primeiro título AAA do novo estúdio será Teenage Mutant Ninja Turtles: The Last Ronin, anunciado na última sexta (05/06), durante o Summer Game Fest.

O novo Paramount Games Studio herda os projetos antes tocados pelo Skydance New Media, que já tinha dois grandes jogos a caminho: Marvel 1943 – Rise of Hydra e um novo game da franquia Star Wars, ainda sem nome.

A entrada da gigante do cinema vem em meio ao movimento de compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount por US$ 110 bilhões, cerca de R$ 563 bilhões. O negócio ainda está em processo de concretização nos Estados Unidos.

Para o novo Paramount Games Studio, a compra significaria acesso a IPs de sucesso, como Harry Potter, Game of Thrones, entre outras franquias. Quem fica à frente do projeto é Tony Driscoll, que divide a função de presidente do estúdio com o cargo de Head de Estratégia Corporativa e Desenvolvimento da Paramount.

Jogo de estreia anunciado na Summer Game Fest

A novidade da Paramount foi divulgada em sites especializados horas antes do Summer Game Fest 2026, principal evento de jogos da atualidade, que substitui a saudosa feira E3 desde 2022. The Last Ronin será um jogo de ação e aventura que conta a história da última Tartaruga Ninja sobrevivente em uma missão por vingança.

O game será desenvolvido pela Platinum Games, por trás de Bayonetta, NieR: Automata e outros títulos conhecidos no meio gamer. Seu primeiro teaser mostra algumas imagens que indicam gráficos realistas e uma versão mais obscura do universo das Tartarugas Ninja. Ainda não há uma data de lançamento e tampouco informações sobre plataformas compatíveis, mas a Paramount Games Studio prevê disponibilidade nos consoles e PC.

Nova Paramount Games Studios tem time de peso

Além do presidente Tony Driscoll, o novo estúdio da Paramount terá alguns nomes de peso na equipe. Shawn Kittelsen, que já trabalhou como diretor narrativo em jogos como Mortal Kombat 11 e Injustice 2, chega como head de criação e produção, enquanto Amy Hennig será a nova diretora criativa, após trabalhos em franquias como Forspoken, Battlefield e Uncharted. Ambos já tinham posições de liderança tanto na Skydance Interactive quanto na Skydance New Media. Já Dan Prigg assume como vice-presidente executivo.

Paramount entra no mercado de games e anuncia título das Tartarugas Ninja

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Empresa terá acesso a Harry Potter, Game of Thrones e outras franquias de sucesso.
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Fim das escalas? Este avião pode voar por até 22 horas seguidas

Após a Airbus realizar com sucesso o primeiro voo de teste do avião comercial com o maior alcance do mundo, a companhia aérea australiana Qantas se prepara para oferecer viagens comerciais com a aeronave.

O modelo A350-1000ULR decolou e pousou em Toulouse, na França, completando a viagem em três horas e 43 minutos e atingindo uma altitude de 12,5 quilômetros. Mas o avião pode viajar por ainda mais tempo. Ele foi projetado para voar até 22 horas seguidas.

Aeronave não precisa reabastecer

  • Durante o primeiro voo de testes, a tripulação fez verificações gerais de desempenho e testou a nova arquitetura do sistema de combustível do avião.
  • Segundo a Airbus, o procedimento marcou o início de uma campanha de testes que deve durar dois meses.
  • Essas adaptações permitem que a aeronave atinja uma autonomia de quase 18 mil quilômetros.
  • Na prática, isso significa que ela pode voar por até 22 horas seguidas sem escalas, o que vai permitir conexões diretas inéditas entre Sydney, na Austrália, e destinos como Londres, no Reino Unido, e Nova York, nos Estados Unidos.
  • Para priorizar o conforto dos clientes durante quase um dia inteiro de viagem, a capacidade interna da aeronave foi reduzida de 300 para 238 passageiros.
  • A operação foi batizada como Projeto Sunrise porque o fuso horário cruzado fará com que os passageiros vejam o nascer do sol duas vezes ao longo do trajeto.
  • A aeronave testada faz parte de uma encomenda de 12 unidades da Qantas.
  • A primeira entrega à companhia aérea australiana está agendada para abril de 2027.

Conforto em primeiro lugar

De acordo com a Qantas, a ideia é oferecer uma zona de bem-estar com opções para passageiros alongarem as pernas, se alimentarem e se hidratarem. Além disso, todos terão acesso a Wi-Fi durante o voo.

Serão 6 assentos na primeira classe. Essa modalidade contará com quarto privativo com poltrona reclinável, cama, TV de 32″, seis áreas para armazenar objetos, guarda-roupa e espaço para trabalhar e comer.

Primeira classe do avião do projeto Sunrise
Primeira classe do avião do projeto Sunrise (Imagem: divulgação/Qantas) – Imagem: divulgação/Qantas

Já a classe executiva será formada por 52 assentos com poltrona larga de 2 metros de comprimento e que pode virar cama. Além disso, haverá TV de 18″, mesa de apoio, carregador sem fio, área de armazenamento e opção para fechar a cabine.

Outra opção será a classe econômica premium, com 140 assentos. Eles terão apoios para pernas e cabeça, tela de 13,3″ e porta-luvas pessoal. Por fim, a classe econômica conta com apoio para cabeça, espaço extra para pernas e tela de 13,3″ em seus 140 lugares.

A empresa também disse ter trabalhado com especialistas em sono para reduzir os efeitos do jet lag com a adoção de iluminação e horários de refeição mais adequados. As informações são do portal G1.

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Anatel amplia guerra contra telemarketing abusivo até 2028

Logotipo da Anatel com cidade ao fundo. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Ligações mudas são o alvo principal da agência reguladora (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel ampliou até 2028 a norma que permite suspender empresas de telemarketing por até 15 dias.
  • O prazo original venceria em 2026, mas foi prorrogado por mais dois anos.
  • A agência reguladora estima que 247 bilhões de chamadas indesejadas foram interceptadas nos últimos quatro anos.

A Anatel prorrogou até o dia 31 de outubro de 2028 as medidas que autorizam o bloqueio de empresas responsáveis por práticas de telemarketing abusivo no Brasil. A decisão estende a ofensiva contra centrais de atendimento que disparam chamadas massivas.

O prazo original da norma venceria em 2026, mas foi prorrogado para garantir a persistência da fiscalização. A medida tenta proteger o consumidor dos transtornos gerados pelas “ligações mudas”.

Regra pune as empresas de telemarketing

A Anatel pune as empresas infratoras com a suspensão das operações por 15 dias, impedindo a realização de novas chamadas, além da aplicação de multas. O critério leva em conta o volume diário de tráfego.

Para sofrer a sanção, a empresa precisa atingir simultaneamente dois indicadores em um mesmo dia: realizar mais de 100 mil chamadas curtas e registrar uma taxa de desligamento rápido de pelo menos 85% dessas ligações.

Para fins de regulação, uma chamada é classificada como curta quando é encerrada em um intervalo de até seis segundos. A medida determina que as próprias operadoras de telefonia realizem o bloqueio imediato das linhas pertencentes às companhias infratoras.

Contudo, muitas empresas ainda insistem nessas ligações, pois utilizam robôs para limpar listas de contatos. Funciona assim: o sistema dispara milhares de chamadas de uma vez e, assim que você atende, o algoritmo confirma que o número existe e está ativo, desliga e guarda o contato como “validado” para campanhas futuras. A punição imposta pela Anatel serve justamente para dificultar esse tipo de operação.

247 bilhões de chamadas bloqueadas

A Anatel estima que, somente nos últimos quatro anos, cerca de 247 bilhões de chamadas indesejadas foram interceptadas graças aos mecanismos de fiscalização. Relatórios apontam que aproximadamente 85% dessas ligações irregulares são barradas na própria origem da rede, não chegando a acionar o toque nos celulares dos usuários finais.

Apesar da alta eficácia na retenção, o monitoramento contínuo se mantém devido às operações irregulares que tentam burlar as barreiras. Segundo o Jornal Nacional, usuários ainda recebem a mesma ligação muda até 30 vezes ao dia.

Impasse do prefixo 0303

Ilustração de uma mão segurando um celular. Na tela aparece uma chamada identificada como "telemarketing".
Prefixo 0303 chegou ao fim (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A renovação das medidas cautelares até 2028 é mais um desdobramento do planejamento da Anatel focado na transparência e experiência do usuário. A primeira grande investida ocorreu em 2019, com o lançamento da plataforma Não Me Perturbe, um sistema centralizado e gratuito que permitiu aos brasileiros bloquearem preventivamente ofertas de TV por assinatura, internet e serviços financeiros.

Posteriormente, a agência avançou com a implementação do prefixo 0303 para todas as centrais de telemarketing ativo. Contudo, essa obrigatoriedade chegou ao fim. A Anatel revogou no ano passado a regra que exigia que empresas do setor utilizassem o código para identificar as chamadas de forma explícita na tela do celular.

A mudança gerou debates no setor e levou o Ministério Público Federal (MPF) a recomendar a retomada do uso do prefixo para conter os abusos de forma mais transparente.

Anatel amplia guerra contra telemarketing abusivo até 2028

Anatel exigirá 4G para homologar equipamentos móveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Telemarketing abusivo incomoda brasileiros há anos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Polícia Federal faz operação contra central falsa de banco

Ilustração de uma mão segurando um smartphone. A tela exibe uma chamada recebida, com a identificação de golpe. Na parte inferior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Polícia Federal realiza a Operação Linha Fantasma para combater o golpe da central falsa de banco, que utilizava SMS fraudulentos e números telefônicos que imitavam bancos e instituições financeiras.
  • Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, mandados de prisão temporária e prisões em flagrante em Feira de Santana (BA) e São Paulo.
  • Os investigados poderão responder por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (02/06) uma operação para combater o golpe da central falsa de banco, que se vale tanto de SMS fraudulentos quanto de números telefônicos que imitam bancos e instituições financeiras.

Na ação, batizada de Operação Linha Fantasma, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Feira de Santana (BA) e um na cidade de São Paulo. Além disso, foram cumpridos dois mandados de prisão temporária e duas prisões em flagrante. As medidas foram expedidas pela 4ª Vara Federal de Sorocaba, no interior de São Paulo.

De acordo com a corporação, os investigados poderão responder pelos crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos eventualmente identificados no curso das investigações.

Diversas mensagens no celular
Enxurrada de mensagens com avisos falsos de compras (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A investigação teve início a partir de informações encaminhadas por uma operadora de telefonia cujo nome não foi informado. Ela identificou o envio em massa de mensagens fraudulentas informando sobre supostas compras ou transações suspeitas. Elas recomendavam o contato com números iniciados por 0800, utilizados como falsas centrais de atendimento.

Segundo as investigações, ao entrarem em contato com os números, as vítimas eram induzidas a fornecer dados pessoais e bancários ou a realizar procedimentos que permitiam o acesso indevido às contas bancárias.

As apurações apontam que o grupo utilizava empresas formalmente constituídas e infraestrutura tecnológica para conferir aparência de legitimidade às fraudes. Também foram identificados indícios de movimentação financeira fracionada, com possível objetivo de dificultar o rastreamento dos valores.

Polícia Federal faz operação contra central falsa de banco

Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Enxurrada de mensagens falsas com compras (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como

Nvidia RTX Spark ao lado dos logotipos da Nvidia e MediaTek
MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como (imagem: reprodução/MediaTek)
Resumo
  • Nvidia revelou chip RTX Spark para equipar notebooks e miniPCs focados em inteligência artificial;
  • MediaTek colaborou na integração e gerenciamento de energia do novo chip;
  • novidade traz CPU de arquiterua Arm e GPU integrada Blackwell, marcando a estreia da MediaTek e Nvidia em um novo segmento.

Foram meses de rumores até a Nvidia anunciar, na Computex 2026, o seu “superchip” para PCs. O Nvidia RTX Spark reúne núcleos de CPU e GPU para atender a notebooks ou miniPCs de alto desempenho. Mas a Nvidia não está sozinha no projeto: a novidade foi desenvolvida em parceria com a MediaTek.

Não chega a ser surpresa. O Nvidia RTX Spark é baseado no chip GB10 Grace Blackwell, SoC apresentado no início de 2025 para equipar o DGX Spark AI, supercomputador em formato de miniPC que é direcionado a atividades de inteligência artificial e, no início, era chamado de Project Digits.

O GB10 é resultado de uma parceria entre a Nvidia e a MediaTek. Nada mais natural que ambas as companhias tenham trabalhado juntas para tirar o RTX Spark do papel, desta vez com o intuito de fazer as adaptações necessárias para o chip ser apto ao segmento de PCs — notebooks e miniPCs de alto desempenho, para ser exato.

Qual o papel da MediaTek no RTX Spark?

A própria MediaTek destaca que o seu papel foi o de, essencialmente, aplicar a sua experiência com chips de baixo consumo energético (direcionados principalmente a celulares) para ajudar a Nvidia na integração interna da novidade, de modo a permitir que CPU, cache e outros componentes se comuniquem de modo eficiente.

Isso foi feito por meio de cinco abordagens principais:

  • integração de sistema: combinação dos diferentes blocos do chip, trabalho que contou com o apoio da TSMC, responsável pela litografia de 3 nm do RTX Spark;
  • motor de alto desempenho: significa que a MediaTek foi responsável por desenvolver e combinar o bloco de CPU com o sistema de cache do chip;
  • arquitetura de memória: implementação de um controlador de memória de alto desempenho, capaz de suportar até 128 GB de memória RAM unificada (essa é justamente a quantidade máxima de RAM com a qual o RTX Spark trabalha);
  • gerenciamento inteligente de energia: aplicação de tecnologias de Circuito Integrado de Gerenciamento de Energia (PMIC, na sigla em inglês) para otimizar a alimentação elétrica do chip;
  • conectividade sem fio: integração de tecnologias de comunicação sem fio de latência ultrabaixa para prevenção de atrasos em jogos ou aplicações de IA que se comunicam com as nuvens, por exemplo.

O que é o Nvidia RTX Spark?

O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070). A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X para equipar PCs de alto desempenho focados em execução local de aplicações de IA.

Para a MediaTek, o projeto pode ter um efeito positivo indireto, creio: diminuir a percepção de que a empresa é tecnologicamente inferior à Qualcomm que, aliás, deu as boas-vindas à Nvidia ao segmento de chips Arm para PCs.

Mais interessante, porém, foi a reação da Intel sobre o Nvidia RTX Spark: a companhia manifestou ter uma “dose saudável de paranoia” sobre a novidade, mas ressaltou que ainda acredita que seus próprios chips são as melhores soluções para os clientes.

MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como

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Direcionado a PCs de alto desempenho focados em IA, RTX Spark é um chip que reúne CPU e GPU. Projeto contou com participação da MediaTek.

MediaTek ajudou a criar o Nvidia RTX Spark, e explica como (imagem: reprodução/MediaTek)
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Anatel vai usar IA para barrar eletrônicos piratas no Brasil

Ilustração com mãos segurando um celular e um ícone de pirataria, simbolizando fiscalização em marketplaces
Marketplaces serão um dos focos da nova fiscalização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anatel passa a monitorar importações pelo Siscomex a partir de 1º de junho para barrar eletrônicos piratas no Brasil.
  • A agência reguladora também adotará inteligência artificial em seu novo sistema de certificação, o Certifica, previsto para ser lançado em julho.
  • O objetivo é reduzir o prejuízo anual estimado em R$ 600 bilhões causado pela venda de produtos não homologados no país.

A Anatel vai iniciar outra ofensiva para barrar a entrada de eletrônicos irregulares no Brasil. A partir desta segunda-feira (01/06), o órgão passa a monitorar importações por meio da plataforma Siscomex. A autarquia também deve adotar inteligência artificial em seu novo sistema de certificação, com lançamento previsto para julho de 2026.

Segundo o portal especializado TeleSíntese, o objetivo é mapear detalhadamente os produtos que chegam ao país e direcionar a fiscalização contra a venda de itens não homologados, apertando o cerco sobre distribuidores e plataformas de e-commerce. As informações foram comunicadas no 29º Fórum de Produtos para Telecomunicações, que ocorreu em Brasília na sexta-feira (29/05).

O que é e como a Anatel vai usar o Siscomex?

O Siscomex (Sistema Integrado de Comércio Exterior) é a plataforma do Governo Federal responsável por registrar e controlar todas as operações aduaneiras de importação e exportação do país. A Anatel agora foi formalmente incluída no ecossistema.

A fiscalização ocorrerá logo após a entrada do equipamento, por meio da leitura das informações da Declaração Única de Importação (Duimp). Nesse momento, a autarquia cruzará dados, como o CNPJ da empresa importadora, a classificação fiscal da carga, o tipo de aparelho e o preenchimento correto do código de homologação.

Empresas que atuam dentro das regras terão a operação facilitada. A Anatel concentrará seus esforços nas cargas com indícios de irregularidade. Além de atuar por conta própria, a agência poderá fornecer relatórios à Receita Federal para otimizar as inspeções nas alfândegas.

Novo sistema com inteligência artificial

Logotipo da Anatel com cidade ao fundo. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
IA funcionará como assistente para os analistas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Outra ferramenta que será usada no combate à pirataria é o Certifica. Ele substituirá o antigo Sistema de Certificação e Homologação (SCH) e tem como grande diferencial o uso de automação e inteligência artificial na arquitetura.

A IA deve funcionar como uma assistente para os analistas humanos da agência. O sistema fará uma varredura nos processos, emitirá um relatório estruturado e permitirá que o servidor foque apenas na análise dos riscos de cada aparelho.

A área técnica da agência reconhece que o período de transição para a nova plataforma pode aumentar os prazos atuais — que hoje variam de 15 a 50 dias —, mas projeta uma redução significativa no futuro. Essa agilidade será crucial para liberar dispositivos com Wi-Fi e Bluetooth, que atualmente respondem por 70% de todo o volume de requerimentos processados pelo órgão.

Novo selo e combate ao mercado paralelo

Vale mencionar que a Anatel também está desenvolvendo um novo padrão de selo de segurança, com versões física e digital, para facilitar a verificação de autenticidade de aparelhos como celulares, baterias e carregadores por parte dos consumidores, fiscais e marketplaces.

Para coordenar essas inovações, a autarquia reativou sua comissão de hardware, criando uma força-tarefa que envolve ministérios, o Serpro e o Conselho Nacional de Combate à Pirataria.

No evento, o superintendente da Anatel Vínicius Caram afirmou que o principal objetivo é frear um mercado paralelo que gera um prejuízo anual estimado em R$ 600 bilhões ao Brasil com a venda de produtos não homologados.

Anatel vai usar IA para barrar eletrônicos piratas no Brasil

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Anatel exigirá 4G para homologar equipamentos móveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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A reação da Intel ao anúncio do chip Nvidia RTX Spark para PCs

chip Nvidia RTX Spark
chip Nvidia RTX Spark (imagem: YouTube/Nvidia)
Resumo
  • Nvidia anunciou RTX Spark na Computex 2026, chip de alto desempenho que combina núcleos de CPU e GPU para PCs;
  • executivo da Intel reconheceu potencial do rival, mas destacou que chip de arquitetura Arm pode enfrentar barreiras de compatibilidade;
  • Nvidia RTX Spark é voltado a notebooks e miniPCs potentes, trazendo suporte avançado para IA local.

No segmento de PCs, a Nvidia é referência em placas de vídeo. Mas, na Computex 2026, a companhia deu um passo além ao anunciar o RTX Spark, um chip que reúne núcleos de CPU com GPU e é direcionado a PCs. A Intel ficou preocupada? Sim, mas ainda confia fortemente em seus próprios chips.

É o que Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel, dá a entender. O executivo foi questionado pelo Tom’s Hardware sobre como a empresa enxerga a chegada do chip rival. Na resposta, Neelalojanan reconhece o potencial da Nvidia, mas sugere que o fato de o novo chip ser baseado na arquitetura Arm poderá trazer limitações a ele:

A Nvidia lança ótimos produtos, certo? E eles sabem como lidar com jogos, sabem como fazer todas essas coisas diferentes. Então, sempre encaramos tudo com uma dose saudável de paranoia, mas também estamos muito, muito confiantes em nossos produtos.

Quando uma CPU Arm entra no mercado, surgem muitos problemas de compatibilidade, DRM, retrocompatibilidade, então, como resultado, estamos muito confiantes de que temos a combinação certa de CPU e GPU para clientes, tanto em jogos quanto para o que chamamos de cargas de trabalho de inferência de IA.

Nish Neelalojanan, diretor sênior de gerenciamento de produtos da Intel

A resposta me pareceu coerente. Por um lado, Neelalojanan sinaliza que sabe que não pode menosprezar a Nvidia; por outro, demonstra entender que o RTX Spark terá desafios para se consolidar em PCs.

Poderá ter desafios, mesmo. Basta observarmos que, com os chips Snapdragon X, a Qualcomm tenta se estabelecer nesse mercado, mas ainda tem uma penetração muito pequena na comparação com a Intel e a AMD.

O ponto de atenção reside no fato de que o RTX Spark chega com uma proposta diferente. Enquanto os chips Snapdragon X priorizam a autonomia, a novidade da Nvidia foca em desempenho, até porque foi preparada para lidar com altas cargas de trabalho para inteligência artificial.

Além disso, a Microsoft revelou que está trabalhando junto à Nvidia para otimizar a execução do Prism pelo RTX Spark, componente do Windows 11 que emula software x86/x64 em computadores com chips de arquitetura Arm.

Levemos em conta também que a Nvidia fechou parcerias com desenvolvedores de aplicativos e jogos para que esses softwares tenham versões otimizadas para o RTX Spark.

Por conta disso, é prudente a Intel não contar muito com a possibilidade de o RTX Spark enfrentar limitações técnicas em sua estreia no mercado de PCs.

Algo que pode pesar a favor da Intel é o fator preço: como o RTX Spark é direcionado a computadores de alto desempenho, eles não serão baratos. Fala-se em preços começando em US$ 3.500 (R$ 17.650 em conversão direta).

O que é o Nvidia RTX Spark?

O Nvidia RTX Spark é um “superchip” para PCs que combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Arm com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA (equivalente a uma GeForce RTX 5070).

A novidade pode trabalhar com até 128 GB de memória LPDDR5X e promete 1 petaflop de desempenho para aplicações de inteligência artificial considerando a sua versão mais completa.

O foco da Nvidia com o RTX Spark são os segmentos de notebooks e miniPCs de alto desempenho. As primeiras máquinas equipadas com o novo chip deverão ser lançadas até o próximo trimestre por marcas como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo, além da própria Microsoft com o futuro Surface Ultra.

Cá entre nós, eu torço para o RTX Spark emplaque, mesmo que isso ocorra em versões posteriores, afinal, concorrência nunca é demais nesse setor.

A reação da Intel ao anúncio do chip Nvidia RTX Spark para PCs

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Executivo da Intel manifestou "dose saudável de paranoia" sobre o RTX Spark, mas sinalizou que empresa ainda confia em seus próprios chips.

chip Nvidia RTX Spark (imagem: YouTube/Nvidia)
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Nvidia RTX Spark: novo chip combina CPU e GPU, e promete revolucionar o PC

Resumo
  • Nvidia anunciou “superchip” RTX Spark na Computex 2026 para computadores com Windows 11; novidade combina arquitetura Arm e gráficos Blackwell;
  • novo processador promete capacidade de até 1 petaflop para tarefas de inteligência artificial e, como tal, permite execução local de grandes modelos de IA;
  • primeiros computadores equipados com o chip devem chegar ao mercado global a partir de setembro de 2026; grandes fabricantes de PCs e a própria Microsoft confirmaram lançamentos.

Faz tempo que há rumores sobre a Nvidia lançar um processador para PCs de forma a competir com a Intel e a AMD. Esse dia chegou: a companhia aproveitou a Computex 2026 para anunciar o Nvidia RTX Spark para computadores com Windows 11. A novidade não é, porém, uma CPU convencional, mas algo que a própria empresa chama de “superchip”.

Em linhas gerais, o objetivo do novo chip é transformar o Windows em uma plataforma de inteligência artificial, mais precisamente, em um sistema operacional potencializado por agentes de IA. Isso explica o fato de o projeto ter sido conduzido em parceria com a Microsoft.

Para tanto, a Nvidia baseou o RTX Spark no GB10, “superchip” apresentado no começo de 2025 para comandar o DGX Spark AI (inicialmente chamado de Project Digits), aquele supercomputador em forma de miniPC desenvolvido especialmente para aplicações de inteligência artificial.

O Nvidia RTX Spark combina até 20 núcleos de CPU de arquitetura Grace e processo de fabricação de 3 nm da TSMC com uma GPU Nvidia Blackwell com 6.144 núcleos CUDA que, na prática, equivale a uma GeForce RTX 5070. O chip é complementado com algo entre 16 GB e 128 GB de LPDDR5X, com a largura de banda de memória podendo chegar a 300 GB/s (gigabytes por segundo).

Que fique claro que os núcleos de CPU do RTX Spark seguem a arquitetura Arm. Por conta disso, a Microsoft afirma ter otimizado o Prism para trabalhar com o novo chip. O Prism é um componente do Windows 11 que emula software x86/x64 justamente em computadores com chips de arquitetura Arm, vale relembrar.

Apesar disso, a Nvidia também está trabalhando junto com desenvolvedores de softwares e jogos para que estes tenham versões nativamente compatíveis com o novo processador.

No quesito desempenho, a novidade promete não decepcionar. A Nvidia fala em capacidade de processamento de 1 petaflop para aplicações de IA em precisão FP4, ou seja, o chip pode lidar com 1 quatrilhão de operações por segundo focadas em inteligência artificial, considerando as suas especificações mais elevadas.

A Nvidia também destaca que o novo chip permite a execução local de modelos de IA com até 200 bilhões de parâmetros, novamente considerando a versão mais avançada do RTX Spark.

Neste ponto, já deve ter ficado claro para você que a novidade terá versões com diferentes características, havendo variações na quantidade de núcleos de CPU, por exemplo.

Se o RTX Spark será capaz de mudar os rumos do segmento de PCs, é cedo para dizer. Mas essa parece ser a expectativa da Nvidia e da Microsoft.

RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho
RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)

Quando o Nvidia RTX Spark estará disponível?

O Nvidia RTX Spark foi desenvolvido para equipar notebooks de alto desempenho, bem como desktops que seguem o formato de miniPC (remetendo ao DGX Spark AI).

Companhias como Acer, Asus, Dell, Gigabyte, HP e Lenovo confirmaram que lançarão máquinas baseadas no Nvidia RTX Spark. A Microsoft também: trata-se do Surface Ultra, laptop que terá tela de 15 polegadas.

Os primeiros computadores equipados com o Nvidia RTX Spark devem ser lançados a partir de setembro de 2026, ainda não havendo previsão de chegada ao Brasil.

Mais um detalhe: o Nvidia RTX Spark é resultado de uma parceria com a MediaTek.

Nvidia RTX Spark: novo chip combina CPU e GPU, e promete revolucionar o PC

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RTX Spark é a aposta da Nvidia para brigar com Intel e AMD nos segmentos de laptops e miniPCs de alto desempenho com Windows 11.

RTX Spark é direcionado a laptops e miniPCs de alto desempenho (imagem: reprodução/Nvidia)
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Telescópio Hubble captura imagem de galáxia irregular tênue

Uma nova imagem capturada pelo Telescópio Espacial Hubble, da NASA, divulgada na quarta-feira (27), revelou detalhes da galáxia anã irregular ESO 490-017. O objeto celeste possui aproximadamente 12 mil anos-luz de diâmetro e está localizado a cerca de 23 milhões de anos-luz de distância da Terra, situado na constelação de Cão Maior.

Galáxia observada pelo Hubble

  • Devido ao seu baixo brilho superficial, a galáxia se apresenta na imagem como um enxame estelar tênue;
  • Ela aparece posicionada atrás de estrelas mais brilhantes que se encontram em primeiro plano, as quais são facilmente identificáveis em razão de seus picos de difração;
  • O fundo negro do registro fotográfico é salpicado por numerosos pontos nas cores vermelha, laranja e bege, que correspondem a galáxias distantes, muitas das quais exibem uma estrutura espiral bem distinta;
  • Os dados coletados para a composição desta imagem da galáxia ESO 490-017 integram um programa de observação do Hubble voltado ao mapeamento e análise do movimento de galáxias e de aglomerados de galáxias pelo espaço.

Telescópio Hubble
Representação artística do Hubble – Imagem: Rawpixel.com/Shutterstock

Leia mais:

De acordo com as informações científicas que fundamentam o estudo, a matéria no universo encontra-se distribuída de maneira desigual, e é justamente a influência gravitacional exercida por essa matéria que impulsiona o chamado “fluxo cósmico“, nome dado ao deslocamento de estruturas em grande escala no universo.

Webb e Hubble descobrem o poder dos berçários estelares na evolução das galáxias

Um artigo publicado este mês na revista Nature Astronomy traz uma visão extraordinária sobre a formação de estrelas e o impacto desses processos na evolução das galáxias.

Usando imagens dos telescópios espaciais James Webb (JWST) e Hubble, da NASA em parceria com a Agência Espacial Europeia (ESA), cientistas conseguiram observar detalhes inéditos de enormes aglomerados estelares escondidos em nuvens de gás e poeira cósmica.

Leia a matéria completa aqui

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 31/05/2026

Hoje, 31 de maio de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 100% visível e decrescendo. Faltam 8 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em maio.

As informações sobre as fases da Lua do mês de maio são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de maio de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 14h24.

 no dia 9 foi a vez da Lua Minguante, às 18h13. A Lua Nova surgiu às 17h03 do dia 16 do mês. As fases da Lua do mês de maio de 2026 contaram ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 08h12.

Neste mês temos cinco fases, como uma fase lunar acontece logo no começo do mês e, como o ciclo quase “fecha” dentro dos 31 dias, essa mesma fase se repete no final. Então maio tem duas luas cheias, com a última sendo no dia 31, às 05h46.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua maio de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 14h24
  • Lua Minguante: dia 9 às 18h13
  • Lua Nova: dia 16 às 17h03
  • Lua Crescente: dia 23 às 08h12
  • Lua Cheia: dia 31 às 05h46

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

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Jogos de hoje (31/05/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 31 de maio de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da Seleção Brasileira, do Brasileirão e da Série B.

Confira, a seguir, os jogos deste domingo (31) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (31/05/26)

Amistosos internacionais

  • Japão x Islândia — 7h25 — sportv
  • Alemanha x Finlândia — 15h45 — ESPN e Disney+
  • Estados Unidos x Senegal — 16h30 — ESPN 4 e Disney+
  • Brasil x Panamá — 18h30 — TV Globo, ge tv e sportv

Brasileirão 2026

  • Red Bull Bragantino x Internacional — 11h — Premiere
  • Palmeiras x Chapecoense — 16h — Premiere
  • Vasco x Atlético/MG — 16h — Prime Video
  • Remo x São Paulo — 20h30 — Premiere
  • Cruzeiro x Fluminense — 20h30 — Record, R7.com, RecordPlus, CazéTV

Brasileirão Série B 2026

  • São Bernardo x Novorizontino — 11h — sportv, ge tv e Premiere
  • Londrina x Vila Nova — 11h — Disney+
  • Ceará x Operário/PR — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Cuiabá x CRB — 20h30 — Disney+

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quem joga hoje pelo Brasileirão?

Hoje, temos partidas pelas séries A e B:

Brasileirão 2026

  • Red Bull Bragantino x Internacional — 11h — Premiere
  • Palmeiras x Chapecoense — 16h — Premiere
  • Vasco x Atlético/MG — 16h — Prime Video
  • Remo x São Paulo — 20h30 — Premiere
  • Cruzeiro x Fluminense — 20h30 — Record, R7.com, RecordPlus, CazéTV

Brasileirão Série B 2026

  • São Bernardo x Novorizontino — 11h — sportv, ge tv e Premiere
  • Londrina x Vila Nova — 11h — Disney+
  • Ceará x Operário/PR — 16h — Xsports, SportyNet e Disney+
  • Cuiabá x CRB — 20h30 — Disney+

Leia mais:

Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (31)?

A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (31) (horário de Brasília):

Amistosos internacionais

  • Brasil x Panamá — 18h30 — TV Globo para todo o Brasil

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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Bolsas de nicotina são a nova estratégia da Philip Morris no Brasil

Ruas limpas, ar fresco e uma contagem regressiva para fazer história na saúde pública: a Suécia está prestes a se tornar oficialmente o primeiro país do mundo considerado “livre de fumaça” pela Organização Mundial da Saúde (OMS), reduzindo sua taxa de fumantes para menos de 5%.

O segredo por trás desse fenômeno escandinavo não está na abstenção da nicotina, mas em uma mudança radical de comportamento. Pelas calçadas de Estocolmo, o cigarro tradicional foi quase extinto, substituído nos bolsos e bolsas por pequenas latas redondas e coloridas. Trata-se do mercado consumidor do snus (tabaco oral) e dos nicotine pouches (bolsas de nicotina sem tabaco), uma categoria liderada globalmente pela marca Zyn.

Essa engrenagem sueca, no entanto, é mais do que um traço cultural nórdico. Ela se transformou no principal laboratório e vitrine comercial da Philip Morris International (PMI). Com a venda de cigarros tradicionais em declínio global, a maior empresa de tabaco do mundo mira mercados protegidos e populosos para introduzir seus novos produtos à base de nicotina. E o Brasil é o alvo principal desse novo xadrez corporativo.

O lobby da nicotina no Brasil

Atualmente, a comercialização de qualquer produto de nicotina por via oral ou eletrônica que não seja voltado para a cessação médica é proibida no mercado brasileiro por resoluções da Anvisa. Isso inclui vapes (os famosos “cigarros eletrônicos”) e os dispositivos de tabaco aquecido, pouco conhecidos no Brasil, mas também fabricados pela PMI como um produto de redução de danos no consumo de nicotina.

Para romper essa barreira regulatória, a estratégia da PMI passa por pautar a imprensa internacional e gerar debate público no país, de olho na criação de uma forte corrente de lobby junto ao Poder Legislativo em Brasília.

A argumentação da companhia para forçar uma abertura de mercado é puramente pragmática. De acordo com o Vice-Presidente de Comunicação Global da PMI, Tommaso Di Giovanni, decretos proibicionistas falham em extinguir a demanda dos usuários. O executivo defende que a proibição retira o controle sanitário do Estado e entrega um mercado bilionário diretamente para as mãos do crime organizado.

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Tommaso Di Giovanni, Vice-Presidente de Comunicação Global da PMI. (Fonte: PMI/Divulgação)

Do ponto de vista tributário, a fabricante busca usar o debate da Reforma Tributária brasileira para defender alíquotas proporcionais ao risco de cada produto. A tese comercial é que o cigarro tradicional deve sofrer tributações punitivas, enquanto as alternativas sem combustão precisariam de impostos reduzidos para incentivar financeiramente a migração do consumidor para opções menos nocivas.

O perigo da nicotina e o papel do Estado

A grande aposta científica da indústria para legitimar as bolsas de nicotina baseia-se na separação entre a substância que causa o vício e o processo que gera as doenças. “As pessoas fumam pela nicotina, mas morrem pelo alcatrão”, resume a literatura corporativa que serve de base para os materiais de relações públicas da empresa.

Segundo a Diretora de Assuntos Científicos da PMI, Gizelle Baker, a fumaça gerada pela combustão do tabaco aceso libera mais de 6 mil substâncias químicas, sendo cerca de uma centena delas catalogadas como cancerígenas. O Zyn, por sua vez, utiliza nicotina de grau farmacêutico extraída quimicamente, idêntica à pureza encontrada em chicletes e adesivos de cessação vendidos em farmácias, eliminando o fogo da equação.

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Gizelle Baker, Diretora de Assuntos Científicos da PMI. (Fonte: PMI/Divulgação)

Contudo, autoridades médicas brasileiras e agências de saúde internacionais mantêm o ceticismo e alertam para o tom duvidoso dessa narrativa. Embora o risco de câncer de pulmão caia significativamente sem a queima do tabaco, a nicotina está longe de ser uma substância inofensiva.

Ela continua sendo uma droga neuroestimulante com altíssimo poder de dependência química severa, que provoca impactos imediatos no sistema cardiovascular, eleva a frequência cardíaca, contrai os vasos sanguíneos e aumenta a pressão arterial, atuando como um gatilho para infartos e AVCs.

Diante desse cenário complexo, o debate caminha para uma encruzilhada: a proibição total e a liberação irrestrita parecem caminhos igualmente problemáticos. É aí que ganha força uma visão mais equilibrada, que entende que a saída ideal pode não ser o banimento às cegas, mas sim a permissão de venda sob um controle estatal severo.

A regulação rígida do Estado — definindo dosagens máximas, regras de publicidade e locais de venda — surge como a única ferramenta capaz de garantir a segurança do consumidor adulto, sufocar o crime organizado e, ao mesmo tempo, evitar os abusos de um mercado sem freios.

Por trás do selo científico da PMI, há uma contradição mercadológica evidente: a corporação assume que não tem interesse em ver seus clientes abandonarem a substância. O modelo de negócios da maior empresa de tabaco do mundo não prevê a cura do vício, mas sim a migração do usuário para um novo formato de consumo que o mantenha fisgado economicamente — e de forma vitalícia — à marca. Daí a necessidade indispensável de um controle do Estado para ditar as regras do jogo.

Apelo aos jovens: bolsas de nicotina como porta de entrada?

O design e a estética do produto são os pilares que transformaram as bolsas de nicotina em um fenômeno bilionário de consumo. O CEO da Swedish Match e Presidente de Produtos Orais da PMI, Nick Ricketts, explica que o maior desafio em mercados como o Brasil é a quebra mecânica do ritual de fumar, já que o consumidor não está acostumado com o uso de substâncias sob o lábio. Para a indústria, a inclusão de sabores agradáveis (como menta, mentol e combinações de frutas) cumpriria apenas um papel pedagógico de “segurar a mão” do fumante adulto durante o período de adaptação.

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Nick Ricketts, CEO da Swedish Match e Presidente de Produtos Orais da PMI. (Fonte: PMI/Divulgação)

Essa justificativa corporativa, no entanto, desmorona diante do óbvio apelo estético do produto para o público jovem e para não fumantes. Com latas coloridas que lembram embalagens de pastilhas com sabores de chiclete e uma discrição total que permite o uso em salas de aula ou escritórios sem ser detectado, o Zyn se tornou um sucesso nas redes sociais no exterior.

Longe de ser um mero “substituto de menor dano para fumantes”, os sachês atuam como um iniciador de vício perfeito, com velocidade de absorção rápida pela mucosa bucal, atraindo uma geração inteira que rejeitava o cheiro do cigarro comum, mas que agora é capturada pela “nicotina gourmetizada”.

Os argumentos da Anvisa contra os sachês de nicotina

A Anvisa sustenta seu veto por meio da Resolução RDC nº 855/2024, que proibiu o comércio de produtos alternativos de nicotina no país. Respaldada pelo “Princípio da Precaução”, a agência alerta que a ausência de fumaça não anula a toxicidade: a rápida absorção bucal da substância provoca vasoconstrição e sobrecarrega o sistema cardiovascular, elevando riscos de hipertensão.

Os fundamentos médicos estão no Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) da autarquia. O documento aponta que o uso recreativo estimula o consumo contínuo de altas dosagens. O corpo técnico adverte que a exposição precoce à nicotina causa danos severos ao desenvolvimento do córtex pré-frontal em jovens, afetando a atenção e o controle de impulsos, além de desencadear crises de ansiedade.

Por fim, notas técnicas do INCA e do Ministério da Saúde reforçam que liberar o produto para combater o contrabando ameaça o histórico controle do tabagismo no país. Para as autoridades, a verdadeira redução de danos já ocorre no SUS com adesivos e gomas terapêuticas de doses decrescentes voltadas à cura. Chancelar o Zyn significaria normalizar o consumo e repassar ao Estado o custo de tratar novos dependentes.


O espelho do contrabando na Europa e a pressão fiscal

Para alertar os parlamentares e formuladores de políticas públicas no Brasil, a PMI passou a utilizar dados recentes do mercado europeu para demonstrar que banir o produto gera graves efeitos colaterais de segurança pública.

O foco principal é a Alemanha, onde as bolsas de nicotina foram banidas após tribunais locais classificarem o produto na categoria de alimentos. Um levantamento exclusivo encomendado pela PMI à agência de pesquisas Ipsos revelou que, apesar da proibição de vendas na Alemanha, as bolsas de nicotina continuam amplamente disponíveis sob o balcão em 15,8% dos comércios varejistas do país. O dado mais alarmante da pesquisa mostra que 13,6% de todas as latas de Zyn coletadas em território alemão eram falsificadas.

O Diretor de Prevenção ao Mercado Ilegal da PMI na Europa, Klaus Berg, utiliza esse cenário como um alerta direto para as fronteiras brasileiras. O executivo, que é ex-oficial de inteligência do exército francês, afirma que o crime organizado possui uma velocidade de adaptação logística superior à das agências reguladoras. Sem regras claras e controle de mercado, o contrabando passa a fornecer produtos falsificados com dosagens perigosas e sem pagar impostos.

Pragmatismo de mercado contra barreiras sanitárias

Em suas campanhas globais, a indústria do tabaco exibe gráficos que atacam diretamente a eficácia das políticas restritivas aplicadas em países como Turquia e Brasil. Segundo as métricas apresentadas pela corporação, nações que proíbem terminantemente os produtos alternativos sem fumaça registram uma estagnação na queda das taxas de tabagismo nas últimas décadas.

No Brasil, o número de fumantes voltou a crescer após quase duas décadas de queda contínua, segundo dados do Ministério da Saúde. A proporção de adultos fumantes saltou de 9,3% em 2023 para 11,6% em 2024, representando um aumento de 25% em apenas um ano.

Apesar disso, o contraponto a essa leitura, defendido por sanitaristas nacionais, aponta que o Brasil se tornou uma das principais referências mundiais no combate ao fumo justamente por sua postura rigorosa de proibições, restrições publicitárias e suporte médico via SUS. Esse aumento seria devido, justamente, à popularização de cigarros eletrônicos, cigarros de palha e outras “maneiras de fumar”, que atraem principalmente os mais jovens e impulsionaram a retomada do consumo. A introdução de uma nova categoria recreativa saborizada é vista pelas autoridades brasileiras como um risco de retrocesso histórico para os índices de saúde do país.

O destino do Zyn e das bolsas de nicotina em solo nacional não será selado por consensos médicos imediatos, mas sim pelo embate direto que se desenha nos bastidores de Brasília. De um lado, o rigor técnico da Anvisa tenta blindar a população; do outro, uma das maiores indústrias do planeta movimenta suas peças de comunicação e influência fiscal para provar que a redução de danos é um caminho sem volta para a saúde, para os negócios e para o mercado.

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Editores da Wikipédia ameaçam greve inédita após demissões na fundação

Globo em formato de quebra-cabeça com símbolos de gênero e escrita chinesa, usado na matéria sobre a crise na Wikipédia
Colaboradores da Wikipédia acusam fundação de perseguição (imagem: Kristina Alexanderson/Flickr)
Resumo
  • Wikimedia Foundation demitiu a equipe Community Tech, grupo responsável por desenvolver ferramentas usadas pelos editores da Wikipédia.
  • A equipe era formada por cinco engenheiros e um gerente remunerados e desenvolvia recursos como detectores de plágio e modo escuro.
  • Em resposta, mais de 700 colaboradores voluntários da Wikipédia em inglês ameaçam paralisar atividades em protesto contra as demissões.

Mais de 700 colaboradores voluntários da Wikipédia em inglês ameaçam paralisar atividades após a demissão da equipe Community Tech, grupo da Wikimedia Foundation responsável por desenvolver ferramentas usadas diariamente pelos editores.

O estopim veio na semana passada, no dia 20/05, quando a fundação anunciou o desmantelamento da equipe, formada por cinco engenheiros e um gerente remunerados. A Community Tech desenvolvia recursos como detectores de plágio, ferramentas de gráficos e o modo escuro da página, mas também funcionava como uma equipe de apoio.

Segundo o The Verge, a Wikimedia aponta que a concentração dessas demandas em um setor gerava atrasos e, a partir de agora, as solicitações devem ser distribuídas entre diferentes equipes.

Em uma discussão na plataforma, o cofundador Jimmy Wales contestou a eficiência da equipe, dizendo que havia “correções técnicas que a comunidade vinha solicitando há anos” e que não foram resolvidas sob a estrutura anterior.

Para os editores, porém, mesmo com uma proposta de reestruturação, não faz sentido a demissão de engenheiros experientes e com grande entendimento da plataforma. A ameaça de greve surge no ano em que a Wikipédia celebra seus 25 anos.

Editores tentam criar sindicato

A crise também envolve acusações de perseguição sindical. Parte da comunidade afirma que os cortes atingiram funcionários que tentavam organizar um sindicato interno, o Wiki Workers United (WWU).

Em resposta ao The Verge, a chefe de gabinete da fundação, Nadee Gunasena, negou que a reestruturação tenha sido motivada pela movimentação dos membros.

Segundo ela, as mudanças foram baseadas em auditorias e avaliações internas iniciadas em setembro de 2025. Um comentário na discussão com Wales, entretanto, aponta que ex-membros da fundação descrevem uma cultura de desencorajamento a críticas a decisões da liderança.

De acordo com o site, a editora veterana Hannah Clover, ex-vencedora do prêmio Wikimediana do Ano, criticou a tentativa de apresentar a medida como uma resposta às demandas dos usuários. “Se não é sobre dinheiro e não é sobre o sindicato, por que vocês não estão recuando imediatamente?”, questionou.

Como seria uma greve na Wikipédia?

Membros pretendem paralisar trabalhos e afetar fundação economicamente (imagem: reprodução)

Mesmo com colaboradores que, em maioria, não são pagos, os editores discutem formas de pressionar a fundação usando a própria estrutura da plataforma. A petição para uma greve foi criada pela editora voluntária Tamzin Hadasa Kelly, e os signatários somam dezenas de milhares de verbetes criados na enciclopédia.

A proposta de paralisação inclui:

  • Bloqueio financeiro: editores discutem usar privilégios técnicos para ocultar os banners de doação da Wikimedia Fundation exibidos no topo do site;
  • Paralisação, de fato: a orientação seria interromper a criação e atualização de artigos, mantendo apenas ações emergenciais, como remoção de doxxing, assédio ou difamações contra pessoas vivas.

Se a paralisação avançar, tarefas básicas de manutenção podem ser prejudicadas. Correções de erros, remoção de spam, combate a vandalismo e atualização de links quebrados dependem diretamente da atuação constante de editores voluntários.

O impacto também pode ser sentido por ferramentas de inteligência artificial que se alimentam da Wikipédia, como o ChatGPT e os Resumos de IA do Google, segundo a editora Femke Nijsse.

Editores da Wikipédia ameaçam greve inédita após demissões na fundação

Wikipédia (imagem: Kristina Alexanderson/Flickr)

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Samsung revela primeiro chip de memória com 900 camadas do mundo

Chip de memória flash de 9ª geração com 1 TB de capacidade, mostrando matriz de células em camadas empilhadas
Chip de memória flash de 9ª geração com 1 TB de capacidade (imagem: reprodução)
Resumo
  • Samsung desenvolveu o primeiro chip de memória flash com 900 camadas do mundo.
  • A estrutura une dois wafers de silício de 450 camadas cada, através da técnica Cell Multi-Bonding (CMB).
  • A tecnologia é crucial para servidores de IA, SSDs e smartphones, pois maximiza a capacidade de armazenamento em um espaço menor.

A Samsung alcançou um novo marco na corrida dos semicondutores ao criar o primeiro protótipo de chip de memória flash de 900 camadas. A novidade surge em meio à rápida expansão da IA, que exige cada vez mais volume de armazenamento.

Segundo o portal sul-coreano ETNews, com o feito, a fabricante não só reforça sua liderança no setor, mas também ergue uma barreira contra a expansão de concorrentes vizinhas.

As memórias flash NAND armazenam dados em servidores de IA, SSDs e smartphones. Para aumentar a capacidade sem ampliar o tamanho físico dos chips, a Samsung usa uma arquitetura baseada em camadas: em vez de distribuir os componentes na horizontal, eles são empilhados. A empresa foi pioneira nessa tecnologia em 2013.

Como o chip da Samsung pode ter 900 camadas?

Imagem mostra a palavra "SAMSUNG" sendo exibida no centro, em letras brancas e maiúsculas. O fundo, em tom azul escuro, mostra elementos desfocados que sugerem um ambiente de escritório. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Empresa antecipa inovação para frear o avanço de rivais asiáticas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O mecanismo é possível graças a uma mudança radical no método de construção. De acordo com o SamMobile, o novo protótipo adota uma técnica batizada de Cell Multi-Bonding (CMB). Na prática, os engenheiros produziram dois wafers (os discos de silício) independentes com 450 camadas. Em seguida, essas duas metades foram coladas, formando um módulo único de 900 camadas.

O processo de fusão, no entanto, carrega extrema complexidade. O ETNews relata que os principais obstáculos nessa junção são o empenamento e o risco de desalinhamento das trilhas microscópicas no momento exato da colagem. A Samsung conseguiu superar os riscos e aplicou melhorias no design interno de transferência de dados.

O resultado foi um componente com tamanho físico otimizado e consumo de energia ainda menor. Para afastar qualquer dúvida sobre a viabilidade do projeto, a companhia confirmou que as células do protótipo apresentaram funcionamento normal, provando que a solução é real e operacional, e não só um conceito.

Pressão das concorrentes

A pressa em apresentar um chip de 900 camadas ainda na fase de pesquisa tem uma motivação: o mercado asiático está cada vez mais acirrado. Atualmente, quando se fala em produção em massa, o recorde de empilhamento pertence à SK Hynix, conterrânea da Samsung, que já comercializa um chip NAND de 321 camadas.

Para retomar o topo das prateleiras no curto prazo, a gigante sul-coreana prepara o início da fabricação em larga escala da sua V-NAND de 10ª geração (V10), que terá mais de 400 camadas e deve chegar à indústria ainda este ano.

O verdadeiro sinal de alerta, contudo, vem da China. A fabricante Yangtze Memory Technologies Co. (YMTC) já fabrica memórias NAND de 294 camadas, mirando ultrapassar a marca das 300 camadas muito em breve. Impulsionada por pesados aportes financeiros do governo chinês, a YMTC pode inundar o setor de tecnologia com componentes de alta densidade e baixo custo.

Samsung revela primeiro chip de memória com 900 camadas do mundo

Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Projeto de R$ 20 milhões leva internet a locais esquecidos pelas operadoras

Martelo de leiloeiro e mapa do Brasil contendo a bandeira nacional e duas torres de celular. Fundo azul com ondas em verde
Leilão da Seja Digital levará cobertura 4G ou 5G a até 120 localidades (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Cerca de 120 localidades brasileiras sem acesso aos serviços de telefonia poderão receber o 4G/5G num prazo mais breve do que o originalmente previsto. O Ministério das Comunicações viabilizou a liberação de R$ 20 milhões para um leilão reverso, marcado para 16 de junho, com o objetivo de expandir a conectividade ainda este ano em seis estados: Amapá, Bahia, Maranhão, Paraíba, Paraná e Pernambuco. Todas elas são contempladas pelas obrigações do leilão do 5G que ocorreu em 2021.

O objetivo é antecipar a cobertura em até quatro anos, já que as últimas obrigações venceriam no fim de 2030. O movimento ocorre em conjunto com a Anatel e a Associação Administradora do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (também conhecida pela marca Seja Digital).

Este já é o quarto leilão reverso do tipo. Ao todo, foram movimentados R$ 270 milhões. O dinheiro não sairá dos cofres públicos, mas da verba destinada pelas operadoras para a limpeza da faixa de 700 MHz, conforme estabelecido no leilão de 2014.

Como assim “leilão reverso”?

O objetivo do leilão é cobrir até 120 localidades pelo menor valor. Portanto, vence a prestadora que oferecer o menor lance para uma determinada região. Cada participante só poderá oferecer um lance por localidade e não haverá chance para uma contraproposta.

Esta é a lista de localidades, em ordem alfabética, segundo a Seja Digital.

LocalidadeMunicípioEstado
AgricolândiaGovernador Eugênio BarrosMA
Agrovila do PA AR-2RodelasBA
Agrovila do PA AquariusSanta Maria da Boa VistaPE
Agrovila do PA AR-8 AraticumRodelasBA
Agrovila do PA CedroTartarugalzinhoAP
Agrovila do PA MaracáMazagãoAP
Agrovila do PA Maria PretaAraçagiPB
Agrovila do PA Oziel Pereira ou BamerindusPiçarraPA
Agrovila do PA PedrasSão João do SoterMA
Agrovila do PA Quilombola BavieraAragominasTO
Agrovila do PA Quilombola PacovalAlenquerPA
Agrovila do PA Terra LivreSão José do BelmontePE
Agrovila do PA TuiuêManacapuruAM
Água Branca do CajariLaranjal do JariAP
Aldeia Indígena Campina dos ÍndiosMangueirinhaPR
Aldeia Indígena FaxinalCândido de AbreuPR
Aldeia Indígena Kaigang IIpuaçuSC
Aldeia Indígena PoçoGlóriaBA
Aldeia Indígena Reserva do ApucaraninhaTamaranaPR
Alto CastelinhoVargem AltaES
AlvoradaUruaráPA
AngaíFernandes PinheiroPR
BananeirasAreia de BaraúnasPB
Barra do FariasBrejo da Madre de DeusPE
Barra NovaBarra do ChoçaBA
Belo Monte do ParáNovo RepartimentoPA
Bom JesusJunco do SeridóPB
Bom JesusSão José de PiranhasPB
BuritizalMacapáAP
Cabeceira da JiboiaVitória da ConquistaBA
Cacimba NovaBodocóPE
CacimbinhaSão João do TigrePB
Campo AlegreParanãTO
Capim GrossoCanindé de São FranciscoSE
Carmo do MacacoariItaubalAP
Casinha do HomemSanta CruzPB
Centro dos CarlosJoão LisboaMA
Centro dos FirminosCarrasco BonitoTO
Chã do Conselho 1PaudalhoPE
Comunidade Quilombola BoqueirãoTupanatingaPE
Comunidade Quilombola Raimundo SuAlcântaraMA
Comunidade Quilombola Tabuleiro dos NegrosPenedoAL
Comunidade UrucuritubaAutazesAM
CondeixaSalvaterraPA
Corre ÁguaMacapáAP
CorumbazulBuriti AlegreGO
CreporizãoItaitubaPA
CuricacaItaubalAP
Curral NovoÁguas BelasPE
FreguesiaMacapáAP
GameleiraMogeiroPB
Granja Getúlio VargasPalmares do SulRS
Gravatá dos GomesPoçãoPE
GuruporaCutiasAP
Horizonte AlegrePedraPE
IauretêSão Gabriel da CachoeiraAM
ImbiaçabaSanta InêsPR
ItamatatubaMacapáAP
JarilândiaVitória do JariAP
JatobáSão José do BelmontePE
JerimumTaquaritinga do NortePE
Jirau do ItiúbaSão BrásAL
JuáPaulo AfonsoBA
JussiaraKaloréPR
JuverlândiaPraia NorteTO
Lagoa de ForaDormentesPE
Lagoa de JucáAlcantilPB
Lagoa do FélixSapéPB
Lagoa do FélixMariPB
Lamarão do PasséSão Sebastião do PasséBA
Limão do CuruáMacapáAP
MacedôniaMacapáAP
MandiocabaParanavaíPR
ManiaçuCaetitéBA
MaravilhaLondrinaPR
MarinhoBoqueirãoPB
MarizaSão Pedro do IvaíPR
Matinha IBom LugarMA
MimosoSão Francisco do MaranhãoMA
Ouro VerdeSengésPR
PacaréRio TintoPB
ParatiCedralMA
Pau FerroSalgueiroPE
Pelo-SinalSolidãoPE
PilõesTriunfoPB
Pimenta 1São Bento do UnaPE
PirauáNatubaPB
Pitombeira de DentroSantana dos GarrotesPB
Porto São JoséSão Pedro do ParanáPR
PortugalBacuriMA
PurupuruCareiroAM
ReunidasAragominasTO
Riacho FechadoTacaimbóPE
Santa Luzia do PacuíMacapáAP
Santa Luzia do PicuíPicuíPB
Santa ZéliaAstorgaPR
SantanaBarra de SantanaPB
Santiago do IguapeCachoeiraBA
São JoãoAnanásTO
São João da MataGovernador Luiz RochaMA
São JoséIlhéusBA
São Pedro de AlcântaraSanto Antônio de PáduaRJ
São SebastiãoVitória da ConquistaBA
São Tomé do PacuíMacapáAP
Sede-GuaraniMamborêPR
Serra do CabralMogeiroPB
TaciateuaSanta Maria do ParáPA
Tará VelhoVenturosaPE
Terra Nova do PiquiriAssis ChateaubriandPR
Terra Preta do LimãoBarreirinhaAM
Trapiche ou Vila ParaísoMacaéRJ
Três VendasCampos dos GoytacazesRJ
TriânguloDom PedroMA
Una de São JoséPedras de FogoPB
VarzinhaSerra TalhadaPE
Vila AparecidaRiachão do JacuípeBA
Vila de Volta GrandeRio NegrinhoSC
Vila do EngenhoItacoatiaraAM
Vila Gabriel PassosNanuqueMG
Vila UniãoBuriti do TocantinsTO
Tabela elaborada pelo Tecnoblog a partir de dados da Seja Digital

Caso não haja recurso suficiente para todas as 120 localidades, as ofertas serão classificadas por menor valor e IDH do município. Em caso de empate, o prazo de implantação também será levado em conta.

Projeto de R$ 20 milhões leva internet a locais esquecidos pelas operadoras

Leilão de 700 MHz ocorrerá dia 30 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google, Meta e TikTok falham no combate a golpes, diz organização europeia

Big techs deverão mostrar se combate a golpistas é efetivo em seus ecossistemas
Big techs defendem os sistemas de moderação atuais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Organização Europeia do Consumidor (BEUC) denunciou Google, Meta e TikTok à Comissão Europeia.
  • Entidade alega que big techs falham no combate a anúncios de golpes financeiros.
  • Dados da organização revelam que apenas 27% dos anúncios suspeitos reportados foram removidos nessas redes.

A Organização Europeia do Consumidor (BEUC) denunciou Google, Meta e TikTok à Comissão Europeia por falhas no combate a anúncios de golpes financeiros. A queixa foi apresentada em conjunto com 29 entidades parceiras de 27 países e se baseia na Lei de Serviços Digitais (DSA), que impõe obrigações de moderação a grandes plataformas online.

Entre dezembro do ano passado e março deste ano, as entidades monitoraram e reportaram 893 anúncios suspeitos (503 na Meta, 360 no TikTok e 30 no Google). Segundo a coalização, as plataformas removeram apenas 27% desse total, e ignoraram ou rejeitaram outros 52% dos alertas.

O próprio relatório, no entanto, reconhece que o levantamento se limitou às ferramentas de anúncios das empresas. Ainda assim, a BEUC reforça que os números mostram como redes sociais e mecanismos de busca continuam sendo canais de distribuição de publicidade enganosa, mesmo após notificações formais.

“Meta, TikTok e Google não apenas falham em remover proativamente anúncios fraudulentos, mas também fazem pouco quando são notificados sobre tais golpes”, afirmou o diretor-geral da organização, Agustin Reyna.

União Europeia questionou empresas

Bandeiras da União Europeia
Problema está na mira da União Europeia (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

A nova denúncia se soma a uma ofensiva regulatória da própria União Europeia contra golpes digitais. Anteriormente, a Comissão Europeia já havia cobrado explicações de Apple, Google e Microsoft sobre os mecanismos de contenção a crimes financeiros nas plataformas.

Segundo dados oficiais da comissão, crimes online geram perdas superiores a 4 bilhões de euros (cerca de R$ 23 bilhões) por ano no continente.

Na denúncia, o grupo pede que a Comissão Europeia e os coordenadores nacionais da Lei de Serviços Digitais (DSA), regulamento que impõe obrigações de moderação a grandes plataformas online, abram — ou acelerem — as investigações.

As entidades também querem que as plataformas se adequem às regras da DSA, e pede à UE a aplicação de multas e penalidades pelo descumprimento. Além disso, a BEUC defende que terceiros interessados possam se manifestar quando as empresas propuserem mudanças.

Plataformas negam falhas

Brasileiros estão usando menos as redes sociais para ver notícias (Imagem: Jeremy Zero/ Unsplash)
Empresas alegam que sistemas atuais dão conta (imagem: Jeremy Zero/ Unsplash)

Assim como na requisição da União Europeia, as empresas contestaram as acusações e defenderam os sistemas atuais de moderação. Segundo a Reuters, o Google afirmou que a queixa “deturpa” a forma como a companhia combate golpes e disse bloquear mais de 99% dos anúncios que violam as políticas, antes mesmo que venham a público.

A Meta diz ter removido mais de 159 milhões de anúncios de golpes no último ano, sendo 92% deles identificados antes de denúncias. A empresa diz, ainda, que investe em “IA avançada, ferramentas e parcerias” para barrar esse tipo de conteúdo.

Já o TikTok afirmou que aplica sanções contra contas que violas as regras da plataforma. No entanto, argumentou que golpes financeiros são um desafio para toda a indústria, com criminosos mudando as táticas rapidamente para contornar sistemas de detecção.

Caso a Comissão Europeia decida abrir uma investigação e encontre violações à DSA, a legislação prevê multas de até 6% do faturamento anual global das companhias.

Google, Meta e TikTok falham no combate a golpes, diz organização europeia

Bandeiras da União Europeia (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

Brasileiros estão usando menos as redes sociais para ver notícias (Imagem: Jeremy Zero/ Unsplash)
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Califórnia quer frear impacto da IA no mercado de trabalho

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, assinou nesta quinta-feira (21) uma ordem executiva para estudar mudanças nas políticas trabalhistas diante do avanço da inteligência artificial (IA). A medida busca preparar o estado para possíveis impactos da tecnologia no mercado de trabalho, especialmente em funções administrativas e de escritório.

Segundo o The New York Times, agências estaduais deverão trabalhar em conjunto com universidades, sindicatos e empresas de IA para analisar formas de incentivar companhias a manter funcionários, em vez de substituí-los por sistemas automatizados. O governo também pretende ampliar programas de qualificação profissional voltados a áreas que podem ser afetadas pela tecnologia.

A iniciativa surge em meio ao aumento das discussões sobre o efeito da IA no emprego. Empresas de tecnologia têm promovido cortes de pessoal enquanto ampliam investimentos em automação e ferramentas baseadas em inteligência artificial.

Ordem cita treinamento profissional e renda baseada em ativos

A ordem executiva assinada por Newsom prevê a expansão de programas de treinamento profissional, com foco em trabalhadores de áreas como atendimento ao cliente, desenvolvimento de software, marketing e vendas.

O governo da Califórnia também determinou estudos sobre um modelo chamado “capital básico universal”. A proposta analisaria formas de dar aos moradores participação em ativos financeiros, como ações corporativas, títulos e fundos patrimoniais.

Em comunicado, Newsom afirmou que a Califórnia não deve “assistir passivamente” às mudanças provocadas pela IA. O governador disse ainda que o momento exige repensar “como as pessoas trabalham, governam e se preparam para o futuro”.

O NYT afirma que seguros-desemprego e mecanismos tradicionais de proteção podem não ser suficientes diante das transformações provocadas pela tecnologia.

Empresas de tecnologia ampliam debate sobre empregos

A discussão ganhou força após novas demissões no setor de tecnologia. A Meta reduziu seu quadro de funcionários em 10%, cerca de 8 mil pessoas, mencionando uma mudança estratégica voltada à IA.

Outras empresas como Intel, Cisco e Amazon também são mencionadas como parte da onda de cortes associada a ganhos de eficiência com inteligência artificial.

O cofundador da Anthropic, Dario Amodei, afirmou que aproximadamente metade dos empregos de colarinho branco pode desaparecer nos próximos cinco anos. Embora outras lideranças do setor discordem da previsão, o NYT afirma que há consenso de que áreas como comunicação, direito e engenharia devem passar por substituições causadas pela tecnologia.

Debate sobre regulação avança nos Estados Unidos

A ordem assinada por Newsom ocorre enquanto o governo federal dos Estados Unidos discute possíveis regras para modelos de IA.

Na quinta-feira, o presidente Donald Trump cancelou a assinatura de uma ordem executiva que permitiria ao governo avaliar modelos de inteligência artificial antes do lançamento público.

Segundo o NYT, a proposta daria ao governo federal poderes para analisar vulnerabilidades de segurança em novos sistemas de IA e desenvolver mecanismos de proteção contra possíveis ataques cibernéticos.

Trump afirmou que adiou a assinatura porque não gostou de “certos aspectos” da proposta e disse não querer prejudicar a liderança dos Estados Unidos na corrida tecnológica contra a China.

O documento também previa que empresas como OpenAI, Google, Meta, Microsoft e Anthropic compartilhassem voluntariamente seus modelos com o governo antes do lançamento público.

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NASA divulga mapa da missão TESS com imagens de 6 mil possíveis mundos além do Sistema Solar

Recentemente, a NASA apresentou o mapa mais abrangente produzido com imagens da missão TESS: as fotos reúnem mosaicos do céu observado a partir da Terra. O levantamento reúne quase oito anos de observações e indica a posição de cerca de 6 mil mundos localizados fora do Sistema Solar.

Os dados foram coletados entre abril de 2018, quando a espaçonave entrou em operação, e setembro de 2025, período que marcou o encerramento da segunda extensão da missão científica. O mosaico reúne dezenas de áreas monitoradas pelo telescópio espacial em diferentes regiões do firmamento.

Além de localizar planetas já confirmados, o novo panorama também destaca milhares de candidatos que ainda aguardam verificação. Segundo pesquisadores ligados ao projeto, o volume crescente de descobertas reforça o papel da missão na investigação de ambientes que possam reunir condições favoráveis à existência de água líquida.

TESS é a sigla de Transiting Exoplanet Survey Satellite, nome em inglês que pode ser traduzido como “Satélite de Levantamento de Exoplanetas em Trânsito”.

Trata-se de uma missão da NASA projetada para identificar planetas fora do Sistema Solar a partir do chamado método de trânsito, que detecta pequenas quedas no brilho das estrelas quando um corpo celeste passa à sua frente. Ao monitorar grandes áreas do céu de forma contínua, o satélite consegue mapear possíveis mundos distantes e ampliar o catálogo de exoplanetas conhecidos pela ciência.

Para quem tem pressa:

  • A missão TESS reuniu quase oito anos de observações para criar o panorama mais amplo já feito da busca por exoplanetas;
  • O mapa divulgado pela NASA inclui centenas de mundos confirmados e milhares de candidatos ainda sob análise científica;
  • Pesquisadores afirmam que o projeto continua revelando sistemas incomuns e eventos raros no espaço profundo.

Missão amplia catálogo de mundos além do Sistema Solar

Imagem reúne uma série de mosaicos que representam exoplanetas confirmados (pontos azuis) e possíveis exoplanetas (pontos laranja)
Imagem reúne uma série de mosaicos que representam exoplanetas confirmados (pontos azuis) e possíveis exoplanetas (pontos laranja) – (Divulgação: NASA)

O novo mosaico divulgado pela NASA foi montado a partir de 96 setores observados pelo TESS ao longo da missão. Cada região do céu permaneceu sob monitoramento durante aproximadamente um mês, período em que os instrumentos da espaçonave analisaram pequenas variações de brilho em estrelas distantes.

Esse método permite identificar possíveis exoplanetas quando eles passam diante de suas estrelas e provocam discretas reduções na luminosidade detectada pelos sensores. O procedimento é considerado uma das principais técnicas de localização de planetas fora do Sistema Solar.

De acordo com os dados apresentados pela missão, o mapa reúne aproximadamente 700 exoplanetas já confirmados e mais de 5 mil candidatos que ainda dependem de validação científica. Entre os objetos identificados estão mundos submetidos a condições extremas, incluindo planetas afetados pela intensa ação de suas estrelas hospedeiras e corpos marcados por atividade vulcânica em escala global.

A cientista associada do projeto, Rebekah Hounsell, ligada ao Centro Goddard da NASA, afirmou que o volume de dados produzido pela missão transformou o TESS em uma das principais ferramentas de pesquisa sobre exoplanetas da atualidade. “Ao longo dos últimos oito anos, o TESS se tornou uma verdadeira fonte contínua de ciência sobre exoplanetas”, declarou a pesquisadora em comunicado divulgado pela NASA.

Mosaico de imagens capturadas pela missão TESS
Mosaico de imagens capturadas pela missão TESS – (Divulgação: NASA)

Leia mais:

Segundo Hounsell, as observações permitiram localizar desde planetas pequenos, comparáveis a Mercúrio, até gigantes maiores que Júpiter. A pesquisadora destacou ainda que alguns desses corpos celestes estão posicionados em zonas consideradas potencialmente habitáveis, onde pode existir água líquida na superfície.

As descobertas mais recentes da missão não ficaram restritas ao material utilizado na elaboração do mosaico. Neste ano, o TESS identificou um sistema planetário descrito pelos cientistas como incomum, formado por uma super-Terra acompanhada de um planeta com órbita bastante inclinada e alongada.

Outra observação apontada pela equipe envolveu sinais compatíveis com uma colisão entre dois planetas. Segundo os pesquisadores, o choque teria produzido uma nuvem de detritos diante da estrela central do sistema, cenário que pode ajudar cientistas a compreender impactos semelhantes ocorridos nos primórdios da Terra e associados à formação da Lua.

A cientista Allison Youngblood, responsável científica pelo projeto TESS no Centro Goddard, afirmou que o grande volume de informações coletadas pela missão continua revelando fenômenos inesperados. “Quanto mais exploramos os dados do TESS, especialmente com algoritmos automatizados, mais surpresas encontramos”, declarou.

Youngblood acrescentou que a missão também contribuiu para pesquisas sobre estrelas jovens, comportamento dinâmico da galáxia, e para o monitoramento de asteroides próximos da Terra. Para a pesquisadora, a expansão contínua das áreas observadas pelo telescópio espacial mantém aberta a possibilidade de novas descobertas nos próximos anos.

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China sai na frente dos EUA e aprova venda de chips cerebrais

A China deu um passo importante rumo à liderança global em interfaces cérebro-computador (BCI) ao se tornar o primeiro país a aprovar o implante cerebral de uso comercial. A autorização de reguladores locais para o dispositivo da Neuracle Medical Technology foi concedida recentemente.

Destinada a pacientes com paralisia causada por lesões graves na medula espinhal cervical, a tecnologia liberada pelas autoridades chinesas conecta o sistema nervoso a equipamentos externos. Assim, essas pessoas podem recuperar parte dos movimentos das mãos, em determinados casos.

Avanços promovidos pela IA

Menos agressiva que sistemas concorrentes, a tecnologia da Neuracle utiliza chip do tamanho de uma moeda implantado na membrana que envolve o cérebro, sem impactar diretamente o tecido cerebral. Isso leva à redução de riscos cirúrgicos.

  • O dispositivo capta os sinais neurais associados à intenção de movimentar as mãos, interpretando-os e enviando para uma luva robótica usada pelo paciente;
  • Ao receber os dados, a luva aciona os movimentos de abrir e fechar a mão, possibilitando recuperar parcialmente funções motoras para agarrar e manipular objetos;
  • Com a incorporação de modelos de inteligência artificial ao sistema, a decodificação dos sinais cerebrais tem se tornado ainda mais precisa;
  • Outras empresas chinesas estão testando BCIs aprimoradas com IA para recuperar movimentos de mais partes do corpo e também da fala.
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O sistema da Neuracle aprovado pelos reguladores chineses é para recuperar movimentos das mãos. (Imagem: Sladic/Getty Images)

Para usar o chip cerebral da Neuracle é necessário cumprir alguns requisitos. O paciente deve ter entre 18 e 60 anos e comprovar que convive com a paralisia há mais de um ano, mantendo a condição estável durante seis meses, no mínimo.

Além disso, a pessoa precisa apresentar pelo menos algum movimento na parte superior dos braços, mesmo não conseguindo segurar objetos com as mãos. Os primeiros dispositivos devem começar a ser vendidos em breve.

Mais opções em desenvolvimento

Com planos de aumentar os investimentos no setor, a China tem mais startups com chips cerebrais em estágio avançado de desenvolvimento, como a NeuroXess. Um de seus sistemas permitiu que um homem com lesão na medula controlasse eletrodomésticos com o pensamento.

Ela também desenvolveu um modelo de IA capaz de decodificar o mandarim em tempo real, identificando 300 caracteres por minuto. A tecnologia será integrada a mecanismos relacionados à recuperação da fala.

Já a Maschine Robot trabalha na criação de uma cadeira de rodas controlada pelo pensamento para pessoas com esclerose lateral amiotrófica (ELA). Com estreia prevista para junho, o sistema usa uma faixa de cabeça na captação da atividade cerebral e rastreamento ocular para identificar a direção.

Siga no TecMundo e confira os avanços mais recentes da Neuralink na área. A empresa de Elon Musk é uma das principais rivais das startups chinesas.

© wildpixel/Getty Images

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Previsão do tempo para exoplaneta: nuvens de areia pela manhã e céu limpo à tarde

O Telescópio Espacial James Webb (JWST) acaba de fazer a primeira previsão meteorológica para um exoplaneta. No mundo WASP-94Ab, um Júpiter quente localizado a 690 anos-luz da Terra, o céu começa o dia encoberto por nuvens de areia (silicato de magnésio vaporizado) e gradualmente se limpa ao pôr do sol. É a primeira vez que cientistas detectam um ciclo diário de nuvens em um planeta fora do Sistema Solar.

A descoberta, publicada na revista Science, também resolveu um antigo problema da astronomia. As nuvens espessas dos Júpiteres quentes sempre atrapalharam as medições de sua composição atmosférica – uma “janela embaçada”, na descrição do astrônomo David Sing, da Universidade Johns Hopkins. Mas, ao observar o trânsito de WASP-94Ab com o JWST, a equipe liderada por Sing percebeu algo inesperado.

Na borda frontal do planeta (a “manhã”, onde o ar flui do lado noturno para o diurno), havia muitas nuvens. Já na borda posterior (a “noite”, onde o ar retorna ao lado escuro), o céu estava limpo. Essa visão desimpedida permitiu medir com precisão a quantidade de oxigênio e carbono na atmosfera: apenas cinco vezes mais abundantes do que em Júpiter, e não centenas de vezes como sugeriam observações anteriores do telescópio Hubble.

Com nova solução de software, James Webb pode captar imagens mais nítidas. (Imagem: Vadim Sadovski / Shutterstock)

Como as nuvens se formam e desaparecem

WASP-94Ab é um gigante gasoso 1,7 vez maior que Júpiter, orbita sua estrela a cada quatro dias e tem temperatura superior a 1.200°C. Por estar em rotação sincronizada (sempre com a mesma face voltada para a estrela), seus ventos no terminador (a linha entre o dia e a noite) podem empurrar o silicato de magnésio para as camadas altas da atmosfera, onde forma nuvens sobre o lado noturno.

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Os ventos então as levam para o lado diurno, onde o calor extremo as faz descer de volta ao interior do planeta, dissipando-se. Uma segunda hipótese é que as nuvens se comportem como a neblina matinal na Terra, evaporando gradualmente ao longo do dia sob o calor intenso.

Outros planetas com ciclo semelhante

A equipe usou o JWST para estudar outros oito Júpiteres quentes e encontrou o mesmo padrão de nuvens em dois deles: WASP-17b e WASP-39b. O próximo passo é expandir a busca para uma variedade maior de mundos, incluindo um gigante gasoso em órbita altamente excêntrica, cujas drásticas mudanças de aquecimento podem revelar sistemas climáticos ainda mais poderosos.

“Não só conseguimos clarear a visão, como finalmente podemos determinar do que as nuvens são feitas e como elas se condensam e evaporam enquanto se movem pelo planeta”, disse Sing em comunicado.

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Anthropic quer chips da Microsoft para driblar dependência da Nvidia

Arte com o logo da Microsoft ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Dona do Windows já levou o Claude para dentro do Copilot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Anthropic busca parceria com a Microsoft para usar chips de IA da gigante de Redmond.
  • Segundo o The Information, a dona do Claude quer driblar a dependência da Nvidia.
  • A empresa usaria o chip Maia 200 da Microsoft, desenvolvido para aplicações de IA.

A Anthropic teria iniciado conversas com a Microsoft para alugar servidores equipados com chips de IA desenvolvidos pela gigante de software. O movimento buscaria dar vazão à explosão na demanda global pelo chatbot Claude.

Segundo o The Information, a parceria também serviria como combustível para a dona do Windows consolidar sua própria divisão de semicondutores.

As negociações ainda estariam em estágio inicial e podem não resultar em contrato definitivo. Caso o acordo seja selado, a Microsoft se aproximará de um modelo já explorado por rivais diretos, como o Google.

Por que a Anthropic quer chips da Microsoft?

Imagem mostra o logo do Claude, assistente virtual da Anthropic
Assistente virtual Claude é produzido pela Anthropic (imagem: divulgação)

A resposta envolve independência. Atualmente, o mercado de IA vive sob uma espécie de monopólio técnico da Nvidia. Os chips da companhia liderada pelo CEO Jensen Huang são os mais eficientes para treinar e rodar grandes modelos de linguagem (LLMs).

No entanto, a indústria lida com a baixa disponibilidade de componentes e preços proibitivos. Para uma startup do tamanho da Anthropic, depender só da Nvidia virou um risco.

Para blindar sua operação, a criadora do Claude já adota uma estratégia bem definida: a empresa possui contratos com a Amazon e o Google, utilizando os chips personalizados dessas big techs. Incluir a infraestrutura da Microsoft na lista concede à Anthropic mais flexibilidade frente à concorrência.

Também vale lembrar que a Microsoft estreitou seus laços com a Anthropic ao integrar os modelos Claude em produtos comerciais, incluindo o Copilot. Essa aproximação permite que a gigante de tecnologia diversifique seu portfólio além da parceria exclusiva com a OpenAI.

Maia 200: o chip da Microsoft feito para IA

Processador Maia 200 com marca Microsoft Azure, em placa de servidor
Processador Maia 200 pode se tornar o novo cérebro do Claude (imagem: divulgação/Microsoft)

Caso as tratativas avancem, o plano é que as cargas de processamento da Anthropic rodem no Maia 200, o chip de IA de segunda geração apresentado pela Microsoft em janeiro deste ano. O chip é fabricado pela TSMC utilizando o processo de 3 nanômetros.

Os engenheiros da Microsoft carregaram o componente com uma quantidade massiva de SRAM (memória estática de acesso aleatório). Essa arquitetura reduz o tempo de resposta quando os servidores precisam processar milhares de requisições simultâneas.

O calcanhar de Aquiles são os módulos de memória de alta largura de banda (HBM) de uma geração mais antiga, deixando o chip numericamente mais lento que os futuros processadores Vera Rubin anunciados pela Nvidia.

Anthropic quer chips da Microsoft para driblar dependência da Nvidia

Microsoft (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Assistente virtual Claude é produzido pela Anthropic (imagem: divulgação)
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Waymo interrompe operações após incidente com enchente

A Waymo suspendeu temporariamente suas operações de robô-táxis em Atlanta, nos Estados Unidos, após um de seus veículos autônomos entrar em uma rua fortemente alagada e ficar parado no local por cerca de uma hora. O caso foi revelado pelo TechCrunch e acontece menos de duas semanas após um episódio semelhante em San Antonio.

Segundo a empresa, o veículo estava sem passageiros no momento do incidente. A Waymo afirmou ao Engadget que a tempestade registrada em Atlanta foi tão intensa que os alagamentos aconteceram antes de qualquer alerta ou aviso do Serviço Nacional de Meteorologia dos EUA.

A paralisação em Atlanta ocorre depois de a empresa também interromper temporariamente seu serviço em San Antonio e realizar um recall voluntário de quase 4 mil robô-táxis. Na ocasião, um carro autônomo desocupado entrou em uma área inundada e acabou sendo arrastado pela correnteza na cidade texana.

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Mais um incidente envolvendo um carro da Waymo em enchentes, dessa vez em Atlanta, levou à interrupção do serviço – Imagem: Iv-olga / Shutterstock

Atualizações de software não evitaram novo incidente

Após o episódio em San Antonio, a Waymo informou que preparava uma atualização remota de software para corrigir a dificuldade dos veículos em identificar quando uma área está alagada demais para ser atravessada com segurança.

Outra atualização recente também deveria limitar a circulação dos robô-táxis em estradas com alto risco de inundação em determinados períodos. Ainda assim, o sistema não conseguiu impedir o novo caso em Atlanta.

“A segurança é a principal prioridade da Waymo, tanto para nossos passageiros quanto para todos com quem compartilhamos a estrada”, disse um porta-voz da empresa ao Engadget. “Durante um período de chuva intensa ontem em Atlanta, um veículo Waymo desocupado encontrou uma estrada alagada e parou. O veículo foi recuperado e removido do local.”

A companhia afirmou que continua desenvolvendo seus sistemas para melhorar o desempenho dos veículos em condições consideradas desafiadoras.

Waymo também enfrenta outras investigações

Apesar dos incidentes recentes envolvendo enchentes, não há relatos de feridos. Ainda assim, o comportamento dos veículos autônomos da Waymo já chamou atenção de autoridades norte-americanas em outros episódios.

Em janeiro, o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos EUA informou que investigava relatos de robô-táxis da empresa ultrapassando ilegalmente ônibus escolares parados em Austin.

No mesmo dia em que essa investigação foi aberta, um veículo da Waymo atingiu uma criança, que sofreu ferimentos leves. Segundo a empresa, o carro detectou o pedestre imediatamente e reduziu a velocidade de cerca de 27 km/h para menos de 10 km/h antes do impacto. A investigação da Administração Nacional de Segurança no Tráfego Rodoviário dos EUA sobre o caso segue em andamento.

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Smart TV TCL C7K de 65 polegadas alcança 33% OFF com cupom no Mercado Livre


Prós
  • Mini LED traz melhor contraste
  • Taxa de 144 Hz e recursos para games
  • Recursos de IA
Contras
  • Exige salas maiores pelo tamanho
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A TCL 4K C7K de 65″ está saindo por R$ 4.989 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre, um desconto de 33% sobre o preço de lançamento de R$ 7.499.

Esta Smart TV possui painel Mini LED que promete entregar alta definição de cores e preto perfeito, taxa de atualização de 144 Hz ideal para gamers, e recursos de IA para ajuste fino de imagem e som.

TCL C7K é Smart TV com painel 4K Mini LED de 144 Hz

Smart TV TCL 4K C7K (imagem: Divulgação/TCL)
TCL C7K tem painel 4K Mini LED de 144 Hz com HDR10+ e brilho de até 2.600 nits (imagem: Divulgação/TCL)

Um dos destaques da C7K é seu painel QLED de 65 polegadas com tecnologia Mini LED, que apresenta uma qualidade de imagem de alta qualidade, incluindo reprodução fiel de cores, melhor contraste com local dimming e preto perfeito. Além de apresentar menos riscos em relação ao OLED, como menor chance de burn-in.

Além de oferecer suporte a HDR10+ e HLG, a TV possui diversos recursos baseados em Inteligência Artificial, fornecidos pelo chip AIPQ PRO. Ajustes finos otimizam as cores, contraste, brilho, movimento (para reduzir rastros na tela) e cenas (que otimizam a experiência conforme o conteúdo)

Para os gamers, o televisor oferece duas portas HDMI 2.1 que suportam 4K a uma taxa de atualização de 144 Hz, considerada o mínimo necessário para jogos competitivos no PC. Além disso, o aparelho suporta AMD FreeSync Premium Pro, para reduzir o efeito de “quebra” de quadros.

Smart TV TCL 4K C7K (imagem: Divulgação/TCL)
TCL C7K conta com diversos ajustes de IA, incluindo constraste, cores, brilho e movimento (imagem: Divulgação/TCL)

A C7K roda Google TV, que oferece vários serviços de streaming como Netflix, HBO Max, Paramount+, Apple TV, Crunchyroll, Amazon Prime Video, Spotify e outros. Ela também suporta jogos na nuvem através do Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, bastando parear um controle Bluetooth.

Ainda sobre a plataforma do Google, o televisor oferece suporte de IA por meio do recurso “Ei, Google”, com comandos de voz captados por microfones na TV e no controle remoto. Assim, é possível consultar resultados de jogos da Copa do Mundo FIFA 2026 e controlar aparelhos inteligentes pela casa.

A Smart TV TCL 4K C7K de 65″ está em oferta por R$ 4.989 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre, um abatimento de 33% frente ao valor original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Smart TV TCL C7K de 65 polegadas alcança 33% OFF com cupom no Mercado Livre

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Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

Ilustração de inteligência artificial, com um rosto gerado por computador
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
  • A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
  • A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.

Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.

As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.

Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.

“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe

Ilustração com várias caixas
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.

Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.

“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.

“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.

Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.

Adoção de IA vira dor de cabeça

Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.

Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.

Com informações do Financial Times e do Tom’s Hardware

Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Amazon (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Metade das senhas pode ser hackeada em 1 minuto, diz estudo

Ilustração mostra seguranças defendendo computador contra vírus de computador e bombas que simulam ataques DDoS; esquema representa o conceito de cibersegurança
Sua senha provavelmente não é tão segura assim (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Kaspersky analisou 231 milhões de senhas vazadas na internet e descobriu que 48% delas podem ser decodificadas em menos de 1 minuto.
  • Cerca de 60% levam menos de 1 hora para serem descobertas.
  • Segundo a análise da empresa de cibersegurança, a capacidade de processamento das GPUs atuais facilita a descoberta por hackers.

Uma pesquisa feita pela Kaspersky descobriu que 48% das senhas já vazadas na internet podem ser descobertas por hackers em menos de um minuto. Além disso, a empresa de cibersegurança revelou outro dado que chama atenção: considerando um tempo maior para descobrir o código, de até uma hora, 60% das senhas usadas no mundo podem ser acessadas.

Segundo a análise, essa facilidade estaria relacionada à capacidade de processamento das placas de vídeo atuais, utilizadas por hackers para acelerar a quebra e decodificação de senhas.

Os resultados acendem um alerta importante de cibersegurança e reforçam a máxima: não dá mais para confiar apenas nas palavras-chave como recurso máximo de proteção para seus dados.

Para chegar nesses números, a Kaspersky analisou 231 milhões de códigos entre 2023 e 2026, e apenas 23% delas se mostraram seguras o suficiente, ou seja, dariam aos hackers um ano inteiro de trabalho para serem descobertas.

Placas de vídeo mais potentes aceleram quebra de senhas

O estudo atribui esse aumento na vulnerabilidade ao avanço das placas de vídeo usadas nos testes. Na edição anterior, publicada em 2024, a análise utilizava a GeForce RTX 4090, da Nvidia. Agora, os pesquisadores adotaram a RTX 5090, cuja capacidade de quebrar o algoritmo MD5 cresceu 34%, atingindo 220 bilhões de hashes por segundo.

Nvidia GeForce RTX 5090 (Imagem: Divulgação)
Placas atuais com alto poder de processamento facilitam o trabalho dos hackers (imagem: divulgação)

Vale explicar que hash, no caso, é uma função matemática que transforma a sequência de carácteres formada pela sua senha em um novo padrão codificado. E, conforme explica um artigo da Avast, MD5 é o algoritmo que gera esses hashes no processo de criptografia. Ou seja: o processo reverso de leitura e compreensão dessas funções para chegar à sequência original ficou bem mais rápida com a placa mais recente.

Pode parecer algo simples de “resolver”: nem todo hacker teria acesso a uma GPU top de linha como essa, que sai a, pelo menos, R$ 21.999 no e-commerce nacional. Ainda assim, a Kaspersky reforça a facilidade com que se pode ter acesso a esse poder de processamento por meio de serviços na nuvem, com aluguel bem mais barato por um tempo curto de uso.

Na prática, isso reduz a barreira para ataques automatizados. Se menos de um minuto já seria suficiente para quebrar quase metade das senhas analisadas — e uma hora bastaria para atingir 60% delas —, não seria necessário investir diretamente em uma placa topo de linha para quebrar as senhas.

Outro ponto levantado foi o esforço feito durante um ataque: ao conseguir decodificar uma senha, alguns padrões utilizados pelo algoritmo MD5 podem se repetir em muitas outras, facilitando a vida do hacker que faz essas tentativas com um grande número de contas como alvo e até justificando o uso de um processamento tão poderoso de uma vez só.

Como proteger a minha senha?

Além do alerta em si, a Kaspersky explica quais fatores contribuem para a vulnerabilidade das senhas. Sequências criadas por humanos, por exemplo, são mais previsíveis e até mesmo aquelas feitas por meio de uma inteligência artificial generativa podem ser descobertas mais facilmente, já que é possível identificar traços humanos no processo criativo.

Ilustração de profissional de cibersegurança
Senhas fortes (e grandes) dão mais trabalho para hackers, mas não são o suficiente (imagem: DC Studio/Freepik)

O fator mais determinante para dificultar a quebra na hora de decodificar foi o tamanho das senhas. Segundo a Kaspersky, 24 horas são suficientes para decifrar praticamente todas as sequências de oito caracteres, por exemplo.

Para reforçar a segurança das senhas, o estudo sugere:

  1. usar um gerenciador que crie sequências aleatórias;
  2. não anotar senhas em arquivos de texto;
  3. evitar o salvamento automático em navegadores;
  4. fazer atualizações periódicas automaticamente.

Esse último fator é, inclusive, determinante para uma segurança maior, chamado na pesquisa de “higiene digital”.

A principal dica, no entanto, é ativar recursos de autenticação em dois fatores, de preferência utilizando um aplicativo de autenticação como Google Authenticator, Authy e Yandex ID.

Apesar da possibilidade de fazer isso por códigos enviados via e-mail ou SMS, por exemplo, a dica é recorrer a esses apps, que geram sequências aleatórias e podem ficar disponíveis em todos os seus dispositivos.

Metade das senhas pode ser hackeada em 1 minuto, diz estudo

Entenda o que significa o conceito de cibersegurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nvidia GeForce RTX 5090 (Imagem: Divulgação)
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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7014 (quinta, 30/04)

O sorteio do concurso 7014 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (30), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 4,5 milhões.

Os números sorteados da Quina 7014 foram: 11 – 16 – 23 – 42 – 74.

Resultado da Quina 7014

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A Quina de hoje não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 6 milhões.

Teve ganhador na Quina hoje?

Uma aposta de Osasco (SP) acertou as cinco dezenas e vai levar para casa R$ 4.565.710,4874 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 5.499,904.202 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 92,24. 88.420 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,38.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 7013 desta quarta-feira (29) é: 12 – 36 – 37 – 53 – 80.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 7015 e ele acontece no sábado, 2 de maio de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 7013 (29/04/2026): 12 – 36 – 37 – 53 – 80
  • Quina 7012 (28/04/2026): 44 – 53 – 54 – 57 – 75
  • Quina 7011 (27/04/2026): 09 – 24 – 31 – 45 – 55
  • Quina 7010 (25/04/2026): 05 – 31 – 32 – 35 – 47
  • Quina 7009 (24/04/2026): 03 – 20 – 23 – 26 – 42
  • Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
  • Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
  • Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
  • Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
  • Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3674 (quinta, 30/04)

O sorteio do concurso 3674 da Lotofácil aconteceu na noite desta quinta-feira (30), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.

Os números sorteados da Lotofácil 3674 foram: 02 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 15 – 17 – 19 – 20 – 21 – 22 – 23 – 24 – 25.

Resultado da Lotofácil 3674

Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Lotofácil de hoje acumulou?

A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.

Teve ganhador na Lotofácil hoje?

Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 182 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.357,917.132 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 84.004 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 513.738 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.

Qual é o último resultado da Lotofácil?

O resultado da Lotofácil 3673 desta quarta-feira (29) é: 01 – 03 – 04 – 08 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 18 – 19 – 20 – 21 – 22 – 25.

Quando é o próximo sorteio da Lotofácil?

próximo sorteio é o 3675 e ele acontece no sábado, 2 de maio de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Lotofácil

Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:

  • Lotofácil 3673 (29/04/2026): 01 – 03 – 04 – 08 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 18 – 19 – 20 – 21 – 22 – 25
  • Lotofácil 3672 (28/04/2026): 01 – 03 – 05 – 07 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 14 – 16 – 20 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3671 (27/04/2026): 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 16 – 17 – 18 – 21
  • Lotofácil 3670 (25/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 10 – 11 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 23 – 24
  • Lotofácil 3669 (24/04/2026): 02 – 03 – 04 – 05 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 17 – 22 – 23 – 24
  • Lotofácil 3668 (23/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 13 – 15 – 17 – 18 – 21 – 24
  • Lotofácil 3667 (22/04/2026): 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 11 – 14 – 15 – 19 – 21 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3666 (20/04/2026): 01 – 04 – 06 – 07 – 09 – 12 – 14 – 15 – 16 – 17 – 19 – 20 – 21 – 22 – 23
  • Lotofácil 3665 (18/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 11 – 13 – 16 – 18 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3664 (17/04/2026): 01 – 02 – 04 – 05 – 06 – 07 – 10 – 11 – 12 – 16 – 18 – 19 – 20 – 22 – 23

Como resgatar o prêmio da Lotofácil

Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?

No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?

A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.

Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?

Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.

O post Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3674 (quinta, 30/04) apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Meta falha em manter crianças longe das redes, decide UE

Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Meta está na mira da União Europeia e pode levar multa histórica (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • União Europeia decidiu, de forma preliminar, que a Meta tem um sistema de verificação de idade ineficaz.
  • Segundo o bloco europeu, crianças com menos de 13 anos conseguem usar as redes administradas pela plataforma com datas de nascimento falsas.
  • Meta afirma que a verificação de idade online é um “desafio para toda a indústria”, mas promete revisão das ferramentas de segurança.

A Comissão Europeia afirma que a Meta está violando as regras da Lei de Serviços Digitais (DSA) do bloco europeu. O motivo? A falha da controladora do Facebook e Instagram em impedir que crianças com menos de 13 anos utilizem suas redes sociais.

Uma decisão preliminar foi divulgada nesta terça-feira (28/04) e surge após uma investigação de quase dois anos, concluindo que as medidas de proteção da gigante da tecnologia são ineficazes. A denúncia foca na facilidade com que o sistema de idade da empresa é burlado.

Na prática, um menor de idade consegue criar um perfil apenas fornecendo uma data de nascimento falsa na tela de cadastro. Ao informarem que têm 13 anos ou mais — a idade mínima estipulada nos termos da Meta —, crianças entram na plataforma sem esbarrar em nenhum mecanismo de verificação real de identidade.

Além dessa brecha, as ferramentas internas para denunciar usuários menores de idade foram classificadas pelo bloco europeu como difíceis de usar. A Comissão constatou que, mesmo quando uma denúncia é feita corretamente, falta acompanhamento por parte da equipe de moderação para investigar e banir a conta irregular.

A líder de política tecnológica da UE, Henna Virkkunen, reforçou a gravidade da situação. “Nossas descobertas preliminares mostram que o Instagram e o Facebook estão fazendo muito pouco para impedir que crianças acessem seus serviços”, destacou a autoridade em comunicado.

Por que o caso preocupa a União Europeia?

A resposta envolve os danos causados pela exposição a um ambiente feito para o público adulto. O acesso descontrolado deixa as crianças mais vulneráveis a perigos da internet, como cyberbullying, aliciamento virtual e consumo de experiências inadequadas para a idade.

O órgão afirma ainda que a Meta ignorou um grande volume de evidências que provam o quão vulneráveis as crianças são a esses serviços digitais. Estatísticas oficiais das autoridades europeias sugerem que entre 10% e 12% dos menores de 13 anos no continente já navegam pelo Facebook ou Instagram.

O impacto desse uso contínuo também motivou uma segunda investigação da Comissão Europeia, que ainda está em andamento. Essa apuração investiga os efeitos dos algoritmos, analisando se o modelo de recomendação de conteúdos também está causando danos à saúde física e gerando vícios comportamentais no público jovem.

Foto de pessoas sentadas usando smartphones. O foco da imagem são os smartphones, e as pessoas não aparecem.
Ferramentas de denúncia foram classificadas como ineficazes pela UE (imagem: Robin Worrall/Unsplash)

Risco de multa bilionária

A exigência principal é que o Facebook e o Instagram atualizem urgentemente suas ferramentas de verificação de idade. Se a Meta não resolver essas falhas e for penalizada, o rombo financeiro pode ser grande.

A legislação da UE permite aplicar multas de até 6% do faturamento anual global da empresa condenada. Como a companhia declarou uma receita de US$ 201 bilhões para o ano fiscal de 2025, a multa máxima aplicável bateria a marca de US$ 12 bilhões (mais de R$ 60 bilhões na cotação atual).

Procurada pelo jornal The Guardian, a Meta negou as irregularidades. Um porta-voz afirmou que a empresa discorda das conclusões da comissão e que investe constantemente em tecnologias para derrubar perfis irregulares.

“Deixamos claro que o Instagram e o Facebook são destinados a pessoas com 13 anos ou mais e temos medidas em vigor para detectar e remover contas de menores”, argumentou. O representante ainda classificou a verificação de idade online como um “desafio para toda a indústria” e avisou que novas ferramentas de segurança serão anunciadas na próxima semana.

Vale mencionar que a pressão sobre a Meta reflete uma tendência no continente europeu. A Espanha lidera um movimento para proibir o acesso de menores de 16 anos, enquanto o parlamento francês aprovou medidas semelhantes para menores de 15 anos. O Reino Unido também confirmou que estuda impor limites para usuários abaixo dos 16 anos.

Meta falha em manter crianças longe das redes, decide UE

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Robin Worrall / Unsplash)
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IA custa mais caro do que manter funcionários, diz executivo da Nvidia

Bryan Catanzaro é vice-presidente de deep learning aplicado da Nvidia (imagem: reprodução)
Resumo
  • O custo de manter sistemas de IA está mais caro do que pagar salários de funcionários, segundo um executivo da Nvidia.
  • Estudos anteriores já indicavam que a IA só é financeiramente viável em 23% dos cargos; no restante, manter um profissional humano ainda é mais barato.
  • Consultorias já projetam que os gastos de capital com infraestrutura de IA alcançarão US$ 740 bilhões em 2026, salto 69% maior que em 2025.

O mercado de tecnologia vive um dilema em 2026. De um lado, grandes empresas justificam demissões em massa pela busca de eficiência. De outro, gastam bilhões em inteligência artificial. Na ponta do lápis, no entanto, a conta não fecha: manter sistemas de IA rodando está mais caro do que pagar salários.

Dessa vez, o alerta vem da Nvidia, justamente a fornecedora que mais lucra com esse setor. Em entrevista ao site Axios, o vice-presidente de deep learning aplicado, Bryan Catanzaro, foi direto: para a sua equipe, “o custo da computação é muito maior do que o custo dos funcionários”.

A realidade começa a tensionar o discurso recente de substituição de humanos por agentes automatizados como solução de custo, já que o movimento não tem se traduzido em alívio imediato no caixa. Só na última semana, a Meta confirmou o corte de milhares de profissionais, enquanto a Microsoft abriu seu maior programa de demissão voluntária.

Segundo a plataforma Layoffs.fyi, o setor já acumula mais de 92 mil demissões no início de 2026, um ritmo que se aproxima perigosamente dos 120 mil desligamentos de todo o ano passado.

IA não compensa financeiramente?

Imagem mostra uma placa de vídeo da Nvidia, com o logo da empresa centralizado. O fundo da imagem é verde e, na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Nvidia é uma das empresas que mais lucra com IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No curto prazo, não. Para a maioria das funções operacionais, a automação não se traduz em economia real. Um estudo do MIT de 2024 já antecipava isso: ao avaliar o custo-benefício, pesquisadores concluíram que a IA só era financeiramente viável em 23% dos cargos. Para os 77% restantes, manter um profissional de carne e osso executando a mesma tarefa continuava mais barato.

Apesar dessa falta de viabilidade, as corporações continuam com o pé no acelerador. A empresa de serviços financeiros Morgan Stanley projeta que os gastos de capital com infraestrutura de IA baterão US$ 740 bilhões (cerca de R$ 3,7 trilhões, em conversão direta) neste ano — um salto de 69% ante 2025.

Esse volume força empresas a refazerem as contas às pressas. O diretor de tecnologia da Uber, Praveen Neppalli Naga, admitiu ao The Information ter estourado o orçamento da área apenas adotando o Claude Code, ferramenta de programação da Anthropic.

O que precisa mudar?

Para o longo prazo, é esperado um cenário ainda mais caro e sem melhorias de eficiência. A consultoria McKinsey projeta gastos globais com IA alcançando US$ 5,2 trilhões até 2030, impulsionados pela manutenção de data centers e equipamentos de TI. Em um ritmo de adoção agressivo, essa fatura pode chegar a US$ 7,9 trilhões.

A boa notícia é que o peso computacional deve cair. Segundo a consultoria Gartner, o custo de inferência — quando o modelo analisa os dados para gerar respostas — despencará mais de 90% nos próximos quatro anos para LLMs de 1 trilhão de parâmetros, graças a otimizações em software e hardware.

Até que os preços caiam e os sistemas operem de forma previsível, a tendência é que a IA deixe de ser vendida como solução mágica para cortar despesas trabalhistas, assumindo o seu papel real: uma ferramenta de apoio poderosa, mas que ainda custa caro.

IA custa mais caro do que manter funcionários, diz executivo da Nvidia

Placa de vídeo Nvidia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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China desenvolve bateria barata que pode durar 16 anos

Fábrica de produção de baterias de veículos elétricos. Close-up de componentes de bateria de alta tensão de íons de lítio para veículos elétricos ou carros híbridos. Módulo de bateria para linha de produção da indústria automotiva.
Novidade seria alternativa ao lítio em escala industrial (foto: iStock/SweetBunFactory)
Resumo
  • Pesquisadores chineses desenvolveram uma bateria de fluxo à base de ferro que pode durar 16 anos, com 6 mil ciclos de carga.
  • Essa bateria é uma solução de infraestrutura pesada, voltada para armazenamento em escala industrial — e não para celulares.
  • A tecnologia oferece uma alternativa mais barata para armazenar eletricidade em larga escala, demanda cada vez maior no setor.

Uma equipe de pesquisadores do Instituto de Pesquisa de Metais da Academia Chinesa de Ciências (CAS) desenvolveu uma bateria de fluxo à base de ferro que pode solucionar o maior gargalo da transição energética: o alto custo do armazenamento de eletricidade em larga escala.

O estudo, publicado este mês na revista científica Advanced Energy Materials, apresenta uma inovação capaz de suportar 6 mil ciclos de carga — uma durabilidade de 16 anos em operação diária.

No entanto, vale lembrar que essas baterias não foram projetadas para dispositivos portáteis: elas dependem de tanques de eletrólitos, bombas e tubulações para funcionar. Trata-se de uma solução de infraestrutura pesada, voltada para o armazenamento em escala industrial.

A urgência dessa inovação está na dinâmica do mercado. Hoje, quem dita as regras quando o assunto é armazenamento de energia é o lítio, mas a sua cadeia de suprimentos é complexa e muito cara. Um levantamento repercutido pelo jornal South China Morning Post destaca que o lítio chega a ser negociado por um valor 80 vezes maior que o do ferro na indústria de base.

Essa diferença de preço transforma o material abundante na Terra em uma alternativa mais viável para criar instalações capazes de estabilizar as redes elétricas das grandes cidades, por exemplo, garantindo o fornecimento ininterrupto de energia.

Como a bateria funciona?

Diferente das baterias de íon-lítio dos celulares, as de fluxo de ferro armazenam energia em tanques de líquidos. Historicamente, os modelos à base de ferro esbarravam em uma falha técnica no polo negativo do equipamento: durante o uso, os materiais ativos têm a tendência de vazar. Esse processo, conhecido no jargão técnico como crossover, inviabiliza sua comercialização.

Para resolver o obstáculo do vazamento, os cientistas do CAS desenvolveram um complexo de ferro que funciona como um escudo de dupla camada em nível molecular. Segundo as informações divulgadas pelo portal Interesting Engineering, a molécula usa sua estrutura física — que é mais rígida e volumosa — para proteger o núcleo de ferro. Ao mesmo tempo, esse complexo possui uma forte carga negativa que gera um campo de força, repelindo as partículas que tentam “fugir” de forma indevida.

Contêineres de armazenamento de energia usados para estabilizar a rede elétrica (imagem: reprodução)

A combinação desses mecanismos barra a liberação do material. Além disso, a nova tecnologia adota uma química de base alcalina que impede a formação de dendritos, minúsculos cristais que costumam causar curtos-circuitos e destruir módulos precocemente.

Durante todo o período simulado, a bateria operou sem qualquer perda na capacidade de armazenamento. Mesmo quando os pesquisadores exigiram altas potências de saída, o protótipo reteve 78,5% da sua eficiência energética original.

Corrida para substituir o lítio

Há uma corrida internacional para encontrar alternativas ao lítio. Como as instalações de rede elétrica não sofrem restrições de peso ou espaço físico — ao contrário de carros elétricos ou dispositivos móveis —, as baterias de fluxo despontam como sucessoras mais baratas no setor.

Nos Estados Unidos, o mercado já apresenta movimentações parecidas. A ESS Tech Inc., empresa com sede no Oregon, iniciou a instalação de medidores de fluxo de ferro em infraestruturas privadas, fornecendo suporte de energia para data centers de gigantes da tecnologia como o Google.

Com resultados científicos, o próximo desafio será provar a escalabilidade do projeto, tirando a promessa dos laboratórios e integrando a tecnologia às redes elétricas.

China desenvolve bateria barata que pode durar 16 anos

(imagem: iStock/SweetBunFactory)
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União Europeia quer mudanças no Android

Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
UE entende que IAs rivais do Gemini enfrentam barreiras no Android (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Comissão Europeia concluiu que o Google favorece indevidamente o Gemini no Android, violando a Lei de Mercados Digitais.
  • Agora, a UE quer que o Google abra o Android para IAs concorrentes, como ChatGPT e Grok, até julho de 2026.
  • Segundo o Google, a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.

A Comissão Europeia subiu o tom contra o Google nesta semana após uma investigação iniciada em janeiro. O órgão regulador concluiu que a gigante de buscas favorece indevidamente o Gemini dentro do Android, violando a Lei de Mercados Digitais (DMA).

Agora, a União Europeia quer que a empresa abra as portas do sistema até julho deste ano, para que IAs de terceiros, como o ChatGPT e o Grok, tenham o mesmo nível de integração que a ferramenta nativa.

Como lembra o portal ArsTechnica, embora seja possível instalar qualquer chatbot no celular, apenas o Gemini consegue conversar profundamente com o sistema. Para a UE, essa exclusividade precisa acabar nos próximos meses. O Google, por outro lado, afirma que a exigência pode comprometer a privacidade dos usuários.

Vale citar que, no Brasil, um processo similar se desenrola na Justiça, mas envolve a Meta e IAs de terceiros no WhatsApp.

Por que o Gemini tem tratamento especial no Android?

Mão segurando smartphone dobrável aberto, exibindo o Google Gemini e a página do Tecnoblog
UE quer o mesmo nível de integração do Gemini para assistentes concorrentes (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao ligar um aparelho com Android hoje, o Gemini já está lá, integrado ao sistema. A Comissão Europeia critica exatamente essa falta de recursos para serviços de terceiros. Para os reguladores, o Google atua como um porteiro que reserva as melhores funções para si.

A vice-presidente da Comissão para a Soberania Tecnológica, Henna Virkkunen, explicou a visão do bloco em comunicado: “À medida que navegamos pelo cenário da IA em rápida evolução, fica claro que a interoperabilidade é fundamental. Essas medidas abrirão os dispositivos Android para uma gama mais ampla de serviços, para que os usuários tenham a liberdade de escolher o que melhor atenda às suas necessidades”.

O que pode mudar na Europa?

Na prática, a UE quer que, se o usuário preferir o ChatGPT, ele possa ser acionado por botões físicos ou palavras-chave de sistema da mesma forma que o Gemini. As mudanças propostas pelos reguladores são técnicas e mexem no motor do Android.

Os principais pontos são:

  • Acesso ao hardware: o Google seria obrigado a permitir que desenvolvedores externos usem os chips de processamento de IA (NPUs) com o mesmo desempenho que o Gemini utiliza para rodar modelos locais.
  • Contexto de tela: IAs rivais poderiam “enxergar” o que o usuário está fazendo para oferecer resumos ou sugestões.
  • APIs gratuitas: o Google teria que criar novas pontes de software (APIs) e oferecer assistência técnica gratuita para que os concorrentes se integrem ao Android.

A reação do Google foi imediata. A conselheira sênior de concorrência da empresa, Claire Kelly, afirmou que a medida eliminaria a autonomia dos fabricantes em personalizar serviços. Segundo Kelly, dar acesso a hardware sensível e permissões profundas de sistema “aumentaria os custos e comprometeria proteções essenciais de privacidade e segurança”.

Multas bilionárias e prazo final

O Google é um velho conhecido dos reguladores europeus. Por causa da DMA, a empresa já teve que implementar telas de escolha de navegador e limitar o compartilhamento de dados entre seus próprios serviços (como Maps e YouTube). Agora, a IA é o tema da vez.

O cronograma é apertado: a Comissão Europeia prevê uma decisão final para 27 de julho de 2026. Se o Google bater o pé e não cumprir as exigências, o prejuízo pode ser grande: a Lei de Mercados Digitais prevê multas de até 10% da receita global anual da companhia.

União Europeia quer mudanças no Android

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela dobrável do Z Fold 7 tem 8 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3671 (segunda, 27/04)

O sorteio do concurso 3671 da Lotofácil aconteceu na noite desta segunda-feira (27), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.

Os números sorteados da Lotofácil 3671 foram: 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 16 – 17 – 18 – 21.

Resultado da Lotofácil 3671

Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Lotofácil de hoje acumulou?

A Lotofácil de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 5 milhões.

Teve ganhador na Lotofácil hoje?

Nenhuma aposta acertou as 15 dezenas. 218 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 2.245,177.877 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 96.714 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 529.950 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.

Qual é o último resultado da Lotofácil?

O resultado da Lotofácil 3670 deste sábado (25) é: 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 10 – 11 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 23 – 24.

Quando é o próximo sorteio da Lotofácil?

próximo sorteio é o 3670 e ele acontece no sábado, 25 de abril de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Lotofácil

Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:

  • Lotofácil 3670 (25/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 10 – 11 – 14 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 23 – 24
  • Lotofácil 3669 (24/04/2026): 02 – 03 – 04 – 05 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 15 – 16 – 17 – 22 – 23 – 24
  • Lotofácil 3668 (23/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 13 – 15 – 17 – 18 – 21 – 24
  • Lotofácil 3667 (22/04/2026): 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 11 – 14 – 15 – 19 – 21 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3666 (20/04/2026): 01 – 04 – 06 – 07 – 09 – 12 – 14 – 15 – 16 – 17 – 19 – 20 – 21 – 22 – 23
  • Lotofácil 3665 (18/04/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 11 – 13 – 16 – 18 – 22 – 23 – 25
  • Lotofácil 3664 (17/04/2026): 01 – 02 – 04 – 05 – 06 – 07 – 10 – 11 – 12 – 16 – 18 – 19 – 20 – 22 – 23
  • Lotofácil 3663 (16/04/2026): 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 10 – 12 – 14 – 17 – 19 – 20 – 22 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3662 (15/04/2026): 04 – 05 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 15 – 18 – 20 – 23 – 25
  • Lotofácil 3661 (14/04/2026): 02 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 08 – 10 – 12 – 14 – 15 – 19 – 21 – 23 – 245

Como resgatar o prêmio da Lotofácil

Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?

No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?

A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.

Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?

Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7011 (segunda, 27/04)

O sorteio do concurso 7011 da Quina aconteceu na noite de segunda-feira (27), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.

Os números sorteados da Quina 7011 foram: 09 – 24 – 31 – 45 – 55.

Resultado da Quina 7011

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A Quina de hoje acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 3 milhões.

Teve ganhador na Quina hoje?

Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 49 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 6.308,182.971 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 99,08. 70.743 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,16.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 7010 deste sábado (25) é: 05 – 31 – 32 – 35 – 47.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 7012 e ele acontece na terça-feira, 28 de abril de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 7010 (25/04/2026): 05 – 31 – 32 – 35 – 47
  • Quina 7009 (24/04/2026): 03 – 20 – 23 – 26 – 42
  • Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
  • Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
  • Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
  • Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
  • Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76
  • Quina 7003 (16/04/2026): 04 – 14 – 18 – 54 – 75
  • Quina 7002 (15/04/2026): 04 – 15 – 34 – 49 – 55
  • Quina 7001 (14/04/2026): 25 – 39 – 49 – 50 – 53

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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Pompeia: arqueólogos usam IA para recriar rosto de vítima soterrada por vulcão

O Parque Arqueológico de Pompeia revelou uma reconstrução digital inédita que dá rosto a uma das vítimas da catastrófica erupção do ano 79 d.C. A imagem, gerada por meio de ferramentas de inteligência artificial, mostra um homem adulto tentando se proteger da chuva de pedras vulcânicas, segurando um grande almofariz (uma espécie de tigela pesada) de terracota sobre a cabeça.

Tecnologia a serviço da história

O projeto é um protótipo experimental desenvolvido em colaboração com o Laboratório de Herança Cultural Digital da Universidade de Pádua. Para chegar ao resultado, os pesquisadores combinaram softwares de IA com técnicas avançadas de fotoritocagem, baseando-se estritamente em dados arqueológicos coletados em escavações recentes, conforme detalhado pelo perfil do Parque Arqueológico de Pompeia no Instagram.

Gabriel Zuchtriegel, diretor do parque, afirmou à Reuters que o uso ético da IA pode renovar os estudos clássicos, ilustrando o mundo antigo de forma mais imersiva e acessível ao público geral.

O “homem do almofariz”

Os restos mortais que serviram de base para a imagem foram encontrados na necrópole de Porta Stabia, nos arredores das muralhas da cidade. A análise dos arqueólogos indica que:

  • Proteção improvisada: o homem usou um almofariz de terracota como um “capacete” para se defender dos lapilli (pequenas pedras vulcânicas).
  • Itens de sobrevivência: ele carregava uma lucerna (lâmpada de cerâmica) para enxergar em meio à escuridão das cinzas e dez moedas de bronze.
  • Últimos momentos: ele morreu nas primeiras horas do segundo dia da erupção, enquanto tentava fugir em direção ao mar.

Essa postura de defesa com objetos domésticos coincide com os relatos históricos de Plínio, o Jovem, que descreveu sobreviventes amarrando travesseiros à cabeça para se protegerem da queda de detritos, cita o perfil no Instagram.

Arqueologia e turismo

Soterrada sob metros de cinzas e preservada por séculos, Pompeia é hoje um dos sítios arqueológicos mais importantes do mundo. De acordo com estatísticas citadas pela Reuters, o local recebeu 4,3 milhões de visitantes em 2024, consolidando-se como um dos principais destinos turísticos da Itália.

O uso da IA marca uma nova era para o sítio, permitindo que as descobertas científicas não fiquem restritas a relatórios técnicos, mas ganhem uma face humana que conecta o presente ao passado romano de forma visualmente impactante.

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Um em 50 milhões: pescadores capturam lagosta com divisão perfeita de cores

Pescadores do barco Timothy Michael tiveram uma sorte estatisticamente improvável no dia 16 de abril. Ao lançar as redes na costa de Cape Cod, em Massachusetts, capturaram uma lagosta com coloração bilateral dividida — um fenômeno tão raro que ocorre em apenas 1 a cada 50 milhões desses crustáceos. O animal, que pesa mais de 1,3 quilo, foi doado ao Woods Hole Science Aquarium.

A equipe do aquário percebeu imediatamente a singularidade do espécime. Julia Studley, bióloga da instituição, conta que os preparativos para receber a lagosta da Wellfleet Shellfish Company começaram sem demora. O crustáceo chama atenção por apresentar uma linha exata separando duas colorações distintas — um fenômeno que os frequentadores das redes sociais já apelidaram de “algodão-doce” (cotton candy) devido aos tons pastel.

A genética por trás das duas cores

A explicação para essa divisão está na origem do animal. Segundo Studley, a colorização dupla ocorre quando dois ovos fertilizados, ainda não liberados pela fêmea, se fundem e um acaba absorvendo o outro. O resultado é uma lagosta que carrega dois conjuntos de informações genéticas — e, portanto, duas instruções de pigmentação diferentes, uma para cada lado da carapaça.

O fenômeno está ligado à forma como a lagosta processa a astaxantina, o pigmento que dá cor ao crustáceo. Dependendo de como as camadas desse pigmento se combinam, o animal pode exibir tons que vão do vermelho ao azul, passando por amarelo, roxo e marrom. No caso da lagosta bicolor, cada metade do corpo seguiu um desses “manuais de instruções”.

Em alguns casos, essa anomalia genética pode resultar em ginandromorfismo — quando o organismo é metade macho, metade fêmea. O fenômeno já foi documentado em aves (como o bem-te-vi-verde da Colômbia), abelhas, borboletas, aranhas e bichos-pau.

Lagostas com variações extremas de cor são objetos de fascínio para biólogos e para o público. As estatísticas ajudam a dimensionar o achado:

  • Lagostas azuis: 1 a cada 2 milhões
  • Lagostas vermelhas (vivas): 1 a cada 10 milhões
  • Lagostas com coloração bilateral dividida: 1 a cada 50 milhões
  • Lagostas albinas ou “algodão-doce” completas: 1 a cada 100 milhões

Dan Brandt, diretor de operações da Wellfleet Shellfish Company, observa que crustáceos com coloração incomum geralmente não sobrevivem muito tempo na natureza. A falta de camuflagem adequada os torna presas fáceis. “O fato desta ter alcançado mais de três libras [1,3 kg] significa que ela passou por muita coisa”, disse Brandt.

A lagosta ficará sob cuidados da equipe do aquário enquanto o Woods Hole Science Aquarium passa por uma grande reforma. Quando reabrir, no início de 2027, o animal será exibido ao público. A equipe ainda não lhe deu um nome — pretendem conhecer melhor sua personalidade antes de batizá-la, considerando que lagostas podem viver até 100 anos.

“Esperamos que os visitantes compreendam o quão único este animal é e como é incrível ver a genética em ação em uma espécie local tão icônica”, disse Studley. “Este animal não é apenas fascinante de observar, mas também serve como um grande lembrete de como os mecanismos genéticos são intrincados e de quanto devemos agradecer pela diversidade que vemos no mundo ao nosso redor.”

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LeoLabs: conheça o site que mostra tudo o que está orbitando a Terra em tempo real

Uma plataforma desenvolvida pela empresa americana LeoLabs, permite visualizar em tempo real milhares de satélites que orbitam a Terra. A ferramenta, acessível gratuitamente pela internet, utiliza dados de rastreamento espacial para exibir a posição e a trajetória desses objetos em um globo terrestre 3D interativo.

Atualmente, estima-se que mais de 26 mil satélites artificiais estejam em órbita, desempenhando funções que vão desde telecomunicações e navegação até monitoramento climático e operações militares. Grande parte deles permanece invisível a olho nu, mas continua essencial para o funcionamento de tecnologias do dia a dia, como GPS, internet e transmissões de TV.

Como funciona a visualização em tempo real?

A plataforma da LeoLabs organiza essas informações em uma interface visual que permite ao usuário acompanhar o deslocamento dos satélites ao redor do planeta. Ao clicar em cada objeto, é possível acessar detalhes como data de lançamento, tipo de missão, operador responsável e previsão de órbita, transformando dados complexos em algo mais acessível.

Além disso, o sistema utiliza dados atualizados constantemente, o que garante uma representação bastante próxima da realidade. Isso inclui não apenas satélites ativos, mas também detritos espaciais. Com o aumento acelerado do número de lançamentos por empresas privadas, o espaço ao redor da Terra está se tornando mais 'congestionado'.

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O LeoLabs é uma espécie de "Google Maps" da órbita baixa terrestre. (Imagem: Getty Images)


Ao mesmo tempo, esse tipo de plataforma ajuda a aproximar o público de um universo que normalmente parece distante. Visualizar, em tempo real, tudo o que está orbitando acima de nossas cabeças traz uma nova perspectiva sobre a tecnologia espacial. Continue explorando o TecMundo para descobrir outras ferramentas, curiosidades e inovações que estão moldando o presente e o futuro.

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Aion UT: novo modelo elétrico deve competir com BYD Dolphin no Brasil

O mercado de carros elétricos no Brasil está prestes a ganhar uma nova opção. Durante o Salão do Automóvel de Pequim, a fabricante chinesa GAC revelou que o Aion UT será o seu próximo passo estratégico em solo brasileiro, as informações são do g1. O hatchback 100% elétrico tem previsão de anúncio oficial já para as próximas semanas, com o objetivo claro de rivalizar diretamente com o BYD Dolphin, atual vice-líder de vendas da categoria no país.

O Aion UT aposta no porte para conquistar o consumidor brasileiro. Quando colocado lado a lado com o Dolphin GS, o modelo da GAC leva vantagem nas medidas: são 4,27 metros de comprimento (15 cm a mais que o rival) e uma distância entre eixos 5 cm superior.

Essa diferença reflete diretamente no conforto dos ocupantes e na capacidade de carga. Enquanto o Dolphin GS oferece 250 litros de porta-malas, o Aion UT entrega 440 litros, uma marca expressiva para a categoria de hatches, permitindo um uso muito mais versátil para viagens e compras.

Performance e tecnologia

Embora a GAC ainda não tenha divulgado especificações exatas que chegarão ao Brasil, a marca confirmou que o modelo passará por adaptações para o mercado nacional. No mercado chinês, o portfólio do Aion UT impressiona pelos números:

  • Motorização: Opções de 136 cv e 204 cv. Mesmo a versão de entrada supera os 95 cv do principal concorrente.
  • Baterias: Conjuntos de 44,1 kWh ou 60 kWh.
  • Tecnologia V2L: O carro funciona como uma “bateria gigante”, permitindo alimentar aparelhos externos como TVs, ventiladores ou consoles de videogame.

No interior, o modelo segue o padrão dos novos carros chineses. O destaque fica para a central multimídia de 14,6 polegadas e o painel digital de 8 polegadas, acompanhados por um acabamento com materiais macios ao toque. O modelo também inclui controle de cruzeiro adaptativo e frenagem de emergência.

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 25/04/2026

Hoje, 25 de abril de 2026, a Lua está na fase Crescente, está 61% visível e crescendo. Faltam 6 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em abril.

As informações sobre as fases da Lua do mês de abril são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de abril de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 23h13.

 no dia 10 é a vez da Lua Minguante, às 01h55. A Lua Nova surge às 08h54 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de abril de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 23h33.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua abril de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 23h13
  • Lua Minguante: dia 10 às 01h55
  • Lua Nova: dia 17 às 08h54
  • Lua Crescente: dia 23 às 23h33

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Crescente.

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Jogos de hoje (25/04/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 25 de abril de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos deste sábado (25) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (25/04/26)

Brasileirão 2026

  • Remo x Cruzeiro — 18h30 — Premiere
  • Botafogo x Internacional — 18h30 — Prime Video
  • Bahia x Santos — 18h30 — Premiere
  • São Paulo x Mirassol — 21h — sportv e Premiere

Brasileirão Série B 2026

  • Sport x Novorizontino — 20h30 — Disney+
  • Juventude x Londrina — 21h — ESPN e Disney+

Brasileirão Feminino 2026

  • Flamengo x Vitória — 16h — TV Brasil
  • Internacional x Juventude — 19h — TV Brasil e UOL

Premier League 2025/26

  • Fulham x Aston Villa — 8h30 — ESPN e Disney+
  • West Ham x Everton — 11h — ESPN 4 e Disney+
  • Wolverhampton x Tottenham — 11h — Disney+
  • Liverpool x Crystal Palace — 11h — Xsports e Disney+
  • Arsenal x Newcastle — 13h30 — Disney+

Copa da Inglaterra 2025/26

  • Manchester City x Southampton — 13h15 — ESPN 4 e Disney+

LALIGA 2025/26

  • Alavés x Mallorca — 9h — Disney+
  • Getafe x Barcelona — 11h15 — Disney+
  • Valencia x Girona — 13h30 — Disney+
  • Atlético de Madrid x Athletic Bilbao — 16h — Xsports e Disney+

Bundesliga 2025/26

  • Mainz x Bayern de Munique — 10h30 — sportv, CazéTV e OneFootball
  • Colônia x Bayer Leverkusen — 10h30 — Canal GOAT e OneFootball
  • Heidenheim x St. Pauli — 10h30 — OneFootball
  • Augsburg x Eintracht Frankfurt — 10h30 — OneFootball
  • Wolfsburg x Borussia Mönchengladbach — 10h30 — OneFootball
  • Hamburgo x Hoffenheim — 13h30 — Canal GOAT e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Parma x Pisa — 10h — Disney+
  • Bologna x Roma — 13h — Disney+
  • Hellas Verona x Lecce — 15h45 — ESPN e Disney+

Campeonato Francês 2025/26

Sul-Americano Feminino Sub-17 2026

  • Brasil x Venezuela — 20h — sportv3

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quem joga hoje pelo Brasileirão?

Hoje, temos partidas pelas séries A e B:

Brasileirão 2026

  • Remo x Cruzeiro — 18h30 — Premiere
  • Botafogo x Internacional — 18h30 — Prime Video
  • Bahia x Santos — 18h30 — Premiere
  • São Paulo x Mirassol — 21h — sportv e Premiere

Brasileirão Série B 2026

  • Sport x Novorizontino — 20h30 — Disney+
  • Juventude x Londrina — 21h — ESPN e Disney+

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

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O truque para receber prêmios menores da Mega-Sena direto no aplicativo sem precisar pisar em uma agência bancária

Realizar o resgate da Mega Sena no aplicativo é a maneira mais prática de garantir que o dinheiro de prêmios menores chegue rapidamente à sua mão. Em 2026, a integração com bancos digitais tornou esse processo instantâneo e livre de qualquer burocracia desnecessária.

Entenda como configurar sua conta para evitar idas desnecessárias ao banco e aproveitar sua premiação com total segurança e conforto diretamente pelo celular.

Como funciona o resgate da Mega Sena no aplicativo?

Segundo dados contidos no site oficial das Loterias Caixa, o apostador pode transferir valores premiados de até R$ 2.259,20 bruto diretamente para uma conta digital. O sistema é integrado ao login único do Governo Federal, o que garante uma camada extra de proteção contra fraudes durante a transação.

O processo é extremamente intuitivo e exige apenas que o usuário tenha o aplicativo atualizado em seu smartphone Android ou iOS. Abaixo, detalhamos a cronologia exata para você não errar na hora de solicitar o seu dinheiro e garantir o crédito na conta o quanto antes.

📱 Verificação de Aposta: Acesse o menu “Minhas Apostas” e verifique se o status do seu bilhete consta como “Premiado”.

🏦 Escolha do Método: Selecione a opção de resgate via Mercado Pago ou indicação de chave Pix para valores permitidos.

Confirmação Final: Revise os dados bancários e confirme a operação; o saldo costuma ser liberado em poucos minutos.

Quais as regras para o resgate da Mega Sena no aplicativo?

Para que o processo de transferência ocorra sem erros, é fundamental que o CPF do titular da conta no aplicativo seja o mesmo do titular da conta bancária de destino. Essa regra de ouro impede que terceiros consigam desviar prêmios em caso de perda de acesso ao dispositivo móvel.

Além disso, o prêmio deve ter sido conquistado através dos canais eletrônicos da Caixa, como o portal ou o próprio app de Loterias. Apostas registradas em casas lotéricas físicas ainda exigem a apresentação do bilhete impresso original para a validação da premiação.

  • Valor líquido máximo por resgate digital de R$ 1.581,44;
  • Obrigatória a autenticação em duas etapas no aplicativo;
  • Prazo máximo de 90 dias corridos após o sorteio para o resgate;
  • Aposta deve ter sido realizada obrigatoriamente via canais digitais.
O truque para receber prêmios menores da Mega-Sena direto no aplicativo sem precisar pisar em uma agência bancária
Valores premiados de até dois mil reais podem ser transferidos via conta digital – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Onde receber o valor do prêmio se ele for maior?

Caso o seu prêmio supere o teto permitido para transferência digital, o aplicativo exibirá uma mensagem automática orientando o comparecimento a uma agência. Nesses cenários, o sistema gera um QR Code de identificação que acelera o atendimento presencial junto ao gerente.

Abaixo, comparamos as principais diferenças entre receber valores pequenos pelo smartphone e o processo burocrático de prêmios milionários nas agências. Essa tabela ajuda você a se preparar emocionalmente e documentalmente para cada situação específica de sorte.

Tipo de Prêmio Local de Resgate Prazo de Pagamento
Até R$ 2.259,20 Aplicativo / Site Imediato
Acima de R$ 2.259,20 Agência da Caixa D+2 (Dias Úteis)
Prêmios Milionários Agência da Caixa Mínimo 2 dias úteis

Qual o prazo máximo para retirar o dinheiro?

Independente do método escolhido, o apostador tem um prazo rigoroso de 90 dias após a data do sorteio para reivindicar o seu prêmio. Após esse período, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no FIES (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior).

Muitas pessoas perdem prêmios menores justamente por esquecerem de conferir o aplicativo regularmente após os concursos da Mega Sena. Ativar as notificações push do app é uma estratégia inteligente para ser avisado sobre qualquer acerto em suas dezenas favoritas.

Como garantir a segurança dos seus dados no app?

Para evitar problemas com o recebimento, nunca compartilhe seus dados de login ou códigos de verificação recebidos por SMS com terceiros. A Caixa Econômica Federal jamais solicita senhas por telefone ou aplicativos de mensagem como o WhatsApp para realizar pagamentos.

Mantenha sempre o sistema operacional do seu celular atualizado com as últimas correções de segurança para proteger sua carteira digital. Com esses cuidados simples, o recebimento de seus prêmios será sempre uma experiência positiva, ágil e totalmente livre de estresse.

Leia mais:

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 7009 (sexta, 24/04)

O sorteio do concurso 7009 da Quina aconteceu na noite de sexta-feira (24), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 614,5 mil.

Os números sorteados da Quina 7009 foram: 03 – 20 – 23 – 26 – 42.

Resultado da Quina 7009

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

O resultado será divulgado em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.

Teve ganhador na Quina hoje?

Os ganhadores serão divulgados em instantes e, tão logo isso ocorra, atualizaremos esta reportagem.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 7008 desta quinta-feira (23) é: 14 – 23 – 47 – 55 – 78.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 7010 e ele acontece no sábado, 25 de abril de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 7008 (23/04/2026): 14 – 23 – 47 – 55 – 78
  • Quina 7007 (22/04/2026): 08 – 22 – 29 – 63 – 69
  • Quina 7006 (20/04/2026): 33 – 41 – 48 – 55 – 68
  • Quina 7005 (18/04/2026): 14 – 17 – 32 – 44 – 68
  • Quina 7004 (17/04/2026): 23 – 35 – 52 – 56 – 76
  • Quina 7003 (16/04/2026): 04 – 14 – 18 – 54 – 75
  • Quina 7002 (15/04/2026): 04 – 15 – 34 – 49 – 55
  • Quina 7001 (14/04/2026): 25 – 39 – 49 – 50 – 53
  • Quina 7000 (13/04/2026): 20 – 30 – 53 – 56 – 64
  • Quina 6999 (11/04/2026): 02 – 03 – 24 – 29 – 77

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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Nvidia: ações quebram recorde e fazem valor de mercado voltar aos US$ 5 trilhões

As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.

As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.

O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.

A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.

Logo da Nvidia em um chip
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock

Leia mais:

Setor de tecnologia volta ao foco

Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.

A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.

O post Nvidia: ações quebram recorde e fazem valor de mercado voltar aos US$ 5 trilhões apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

Imagem de um Honor 600 Pro laranja disposto em uma praia, frente ao mar e à luz do sol
Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)
Resumo
  • A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
  • Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
  • Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.

A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.

A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.

Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.

Estética em linha com a Apple

Imagem de um Honor 600 inclinado em um fundo de céu com nuvens
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)

O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.

Apesar das semelhanças, a empresa mantém algumas escolhas próprias. Ambos os modelos contam com certificação IP69K, que garante resistência a jatos de água de alta pressão e poeira — um nível acima do padrão mais comum no mercado.

O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.

Hardware e câmeras

Mockup de especificações técnicas do Honor 600
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)

Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:

  • Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
  • Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
  • Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.

Preço e disponibilidade

Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).

Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: reprodução/Honor)
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Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

Mão segurando smartphone; tela mostra app AccuBattery com capacidade de bateria em 61%
Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Celulares com bateria de 7.000 mAh têm se tornado populares no mercado, já que podem armazenar mais energia do que smartphones mais básicos. Como consequência, esses aparelhos costumam ter mais autonomia de bateria, e passam mais tempo longe da tomada.

Mas analisar a capacidade da bateria de um celular não é tudo: também é preciso observar outras questões como tempo de autonomia, tecnologias que otimizam a eficiência energética do sistema e tipos de carregamento suportados.

Neste guia, confira sete celulares com bateria de 7.000 mAh para comprar em 2026, incluindo informações sobre carregamento e recursos voltados para energia.

1. Realme C85


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh
  • Resistência a nível militar
  • Tela com taxa de atualização de 144 Hz
  • Desempenho equilibrado para tarefas mais básicas
Contras
  • Falta de suporte para carregamento sem fio
  • Falta de suporte ao 5G (versão 4G)
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O Realme C85 é alimentado pela maior bateria da linha Realme C até o momento, com capacidade de 7.000 mAh e saúde da bateria teórica de seis anos. A bateria promete autonomia de 21 horas de reprodução contínua de vídeo, desempenho consistente mesmo em temperaturas entre -20 °C e 53 °C, e traz suporte para carregamento rápido de 45 W (cabeado) e carregamento reverso (10 W).

Outros especificações do smartphone incluem tela de 6,8″ com taxa de atualização de 144 Hz, certificação de resistência a nível militar, processador Snapdragon 685 Mobile (versão 4G) ou Mediatek Dimensity 6300 (versão 5G), 4 GB, 6 GB ou 8 GB de RAM, 128 GB ou 256 GB de armazenamento, além de uma câmera traseira com 50 MP.

2. Jovi Y31


Prós
  • Bateria com 7.200 mAh
  • Bateria com saúde teórica de seis anos
  • Certificação IP68, IP69 e IP69+
Contras
  • Tela com resolução HD+
  • Falta de suporte a carregamento sem fio
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A bateria de silício-carbono com capacidade de 7.200 mAh é um dos principais destaques do Jovi Y31. O componente foi desenvolvido para se manter saudável durante seis anos e pode durar até 45 horas em reprodução contínua de vídeo. A bateria ainda é compatível com carregamento rápido via cabo (44 W) e carregamento reverso (7,5 W).

Além da bateria, o Jovi Y31 tem proteção SGS contra quedas, certificação IP68, IP69 e IP69+ contra água e poeira, display de 6,75″ com taxa de atualização de 120 Hz, system-on-a-chip (SoC) Snapdragon 6s 4G Gen 2, 8 GB de RAM, 256 GB ou 512 GB de armazenamento e um kit duplo de câmeras na traseira com lente de 50 MP.

3. Jovi V70


Prós
  • Bateria com boa autonomia
  • Tela com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Câmera grande-angular de 200 MP com OIS
  • Desempenho equilibrado
Contras
  • Usa a interface OriginOS
  • Sem carregamento wireless ou reverso
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O Jovi V70 apresenta uma bateria de silício-carbono, com 7.000 mAh de capacidade e autonomia de até 43,8 horas de vídeos no YouTube. O celular é compatível com carregamento rápido de 90 W (com cabo) e leva cerca de 60 minutos para uma recarga de 1% até 100%, segundo a Jovi.

Ainda falando de bateria, o smartphone traz um circuito de alimentação inteligente e um sistema de resfriamento que ajudam a minimizar o calor e prolongar a vida útil do componente.

Processador Dimensity 7360-Turbo, capacidade de 8 GB RAM e 256 GB de armazenamento, recursos com assistência de inteligência artificial (IA) e lente ultra-angular de 200 MP na traseira completam as principais especificações do celular.

4. Oppo A6 Pro


Prós
  • Certificação IP69 contra água e poeira
  • Resistência de nível militar
  • Bateria com boa autonomia
  • Conectividade aprimorada com o AI LinkBoos 3.0
Contras
  • Não possui lente ultra-angular
  • Não é compatível com carregamento sem fio
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Lançado em setembro de 2025, o Oppo A6 Pro chegou ao mercado com uma bateria de 7.000 mAh de capacidade, com durabilidade teórica de cinco anos e autonomia de até 31 dias com o celular em stand by. A bateria ainda traz suporte para recarga reversa (5 V) e carregamento rápido cabeado de 80 W, levando 60 minutos para uma recarga completa.

A bateria de alta capacidade é um dos pontos fortes do smartphone, mas outros destaques incluem resistência IP69 contra água e poeira, câmara de vapor para dissipar o calor, processador Mediatek Dimensity 6300, além da combinação de 8 GB de RAM com 256 GB de armazenamento.

5. Realme 15 Pro


Prós
  • Performance avançada com o Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4
  • Bateria com capacidade de 7.000 mAh
  • Kit de câmeras interessante
Contras
  • Sem suporte para eSIM
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O Realme 15 Pro tem especificações de hardware interessantes, como Qualcomm Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 128 GB a 512 GB e sistema duplo de câmera com lentes de até 50 MP. Mas um dos principais diferenciais destaques do smartphone está na bateria de silício-carbono com capacidade de 7.000 mAh.

A bateria promete autonomia de até 22 horas de reprodução contínua de vídeos no YouTube e suporta carregamento rápido de 80 W com fio, levando 61 minutos para uma recarga completa.

Também vale mencionar que a bateria conta com um chip de longa duração que previne danos ao componente, e o celular tem uma câmara de vapor para mitigar superaquecimentos em tarefas mais intensivas, como jogos.

6. Realme GT 7


Prós
  • Bateria de 7.000 mAh com certificação TÜV Rheinland
  • Tela OLED com taxa de atualização de 120 Hz
  • Sistema de resfriamento 360º
Contras
  • Sem suporte para carregamento sem fio
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A bateria silício-carbono de 7.000 mAh é o principal destaque do Realme GT 7, tendo recebido a certificação TÜV Rheinland de bateria cinco estrelas.

O componente chega a uma autonomia da bateria de dois (uso moderado) a três dias (uso leve), mantém desempenho estável mesmo em temperaturas entre -20 ºC e 45 ºC, conta com chip que prolonga sua vida útil e traz suporte para carregamento ultra rápido de 120 W, demorando 40 minutos para uma recarga completa.

Internamente, o smartphone da Realme também apresenta um sistema de resfriamento total (360º) para mitigar superaquecimentos, SoC Dimensity 9400e, 8 GB ou 12 GB de RAM, armazenamento de 256 GB ou 512 GB, além de um sistema triplo de câmera com assistência de inteligência artificial.

7. Oppo Find X9 Pro


Prós
  • Sistema avançado com três câmeras
  • Sensor True Color com nove canais espectrais
  • Bateria duradoura de 7.500 mAh
Contras
  • Custo elevado
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Chegando ao fim da lista, Oppo Find X9 Pro traz uma bateria de silício-carbono com capacidade de 7.500 mAh — a maior entre os modelos mencionados nesse guia. O smartphone suporta carregamento rápido SUPERVOOC de 80 W, carregamento reverso (10 W) e é o único celular da lista compatível com carregamento sem fio (SUPERVOOC de 50 W).

A Oppo menciona autonomia suficiente para um dia inteiro, mas testes do Tecnoblog com o Oppo Find X9 Pro apontaram uma duração média ainda maior, de 40 horas e 20 minutos. Já a recarga completa levou cerca de 1 hora e 45 minutos, com o carregador de 80 W que acompanha o celular.

E a bateria robusta não é o único diferencial do celular: o aparelho ainda conta com chipset MediaTek Dimensity 9500, 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, além do chip S1 que otimiza o sinal da rede. Além disso, o sistema triplo de câmeras (com direito a teleobjetiva de 200 MP) coloca o Oppo Find X9 Pro como um dos celulares com melhor câmera da atualidade.

Quais os prós e contras de celulares com bateria de 7.000 mAh?

Smartphones com baterias de 7.000 mAh apresentam diversas vantagens envolvendo autonomia e tecnologias de eficiência energética. Dentre os principais benefícios desses celulares, estão:

  • Baterias mais duradouras: baterias com 7.000 mAh de capacidade conseguem armazenar mais energia, e tendem a durar mais longe das tomadas.
  • Baterias com ciclos mais longos: por armazenarem mais energia, esses celulares têm ciclos de uso mais longos, o que prolonga a durabilidade da bateria.
  • Sistemas de resfriamento: smartphones com baterias de alta capacidade geralmente trazem sistemas de resfriamento avançados para evitar superaquecimentos.
  • Tecnologias em prol da durabilidade da bateria: diversos celulares apresentam recursos e tecnologias para estender a vida útil e a saúde de baterias com alta capacidade.

No entanto, celulares dessa categoria também trazem limitações, como falta de suporte a carregamento wireless. As principais desvantagens de aparelhos com baterias dessa capacidade incluem:

  • Otimizados para fontes mais potentes: a recarga de smartphones com baterias de 7.000 mAh são otimizadas para fontes mais potentes; se você usar carregadores com potência inferior, o carregamento levará mais tempo.
  • Falta de suporte ao carregamento sem fio: muitos dos celulares com bateria de 7.000 mAh não trazem suporte a carregamento sem fio, devido ao excesso de calor gerado e eficiência de recarga menor no processo.
  • Custo mais elevado: apesar de não ser necessariamente uma regra, celulares com baterias de grande capacidade tendem a ser mais caros.

Quantas horas dura uma bateria de 7.000 mAh?

Celulares com bateria de 7.000 mAh costumam durar de dois a três dias. Contudo, a autonomia varia de modelo para modelo, com base no processador, na construção da bateria e hardwares de otimização do sistema.

Vale mencionar que a duração de uma bateria de 7.000 mAh também muda de acordo com o perfil de uso. Como exemplo, um smartphone usado para tarefas leves tende a durar mais que outro celular usado para jogos e tarefas mais intensas, com gráficos no máximo e todas as conexões ativadas.

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Perfil de uso, capacidade em mAh e recursos de otimização energética interferem na autonomia da bateria (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Celular com bateria de 7.000 mAh desgasta mais rápido?

Não necessariamente. A durabilidade das baterias atuais é baseada no número de ciclos, ou seja, quantas vezes o celular utilizou 100% da bateria (de forma contínua ou espaçada). E como baterias de 7.000 mAh armazenam mais energia que baterias com capacidades menores, elas tendem a durar mais, já que o ciclo de uso é mais longo.

O único ponto é que baterias com 7.000 mAh costumam ser de silício-carbono, e essa composição pode trazer riscos de degradação acelerada por conta da expansão volumétrica e natureza do silício. Felizmente, as fabricantes têm incorporado tecnologias que prolongam a saúde e vida útil desses componentes.

Celular com bateria de 7.000 mAh demora muito para carregar?

Smartphones com bateria de 7.000 mAh geralmente levam cerca de uma hora com adaptadores de 80 W ou superiores, mas o tempo pode se estender a aproximadamente duas horas com fontes menos potentes.

Apesar da lógica de que baterias com maiores capacidades precisam de mais tempo na tomada, a potência de carregamento utilizada e tecnologias de otimização durante a recarga também influenciam no tempo médio de recarga.

Celular com bateria de 7.000 mAh é melhor que 5.000 mAh?

Não necessariamente. Em teoria, celulares com bateria de maior capacidade são melhores porque conseguem armazenar mais energia. Mas a autonomia da bateria também depende da otimização de eficiência energética do smartphone.

Como exemplo, uma bateria de de 7.000 mAh pode durar menos que outra com capacidades inferiores se o sistema não for otimizado para lidar com essa alta capacidade energética.

Celular com bateria de 7.000 mAh tem carregamento por indução?

Geralmente não. Recargas por indução são menos eficientes do que carregamentos cabeados, e costumam suportar potências mais baixas. Isso significa que uma recarga por indução eletromagnética seria ainda mais lenta em uma bateria de 7.000 mAh, que armazena mais energia que componentes inferiores.

Além disso, celulares com carregamento por indução tendem a esquentar mais, já que o processo de indução magnética gera mais calor. E como altas temperaturas são grandes vilões das baterias, há riscos de degradação acelerada.

No entanto, é possível encontrar exceções no mercado como o Oppo Find X9 Pro, que é alimentado por uma bateria com 7.500 mAh e suporta carregamento sem fio de 50 W.

Close no módulo de câmeras do Oppo Find X9 Pro com 4 lentes e um flash
Oppo Find X9 Pro é um exemplo de celular com bateria de 7.000 mAh e com suporte para carregamento por indução (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Celular com 7.000 mAh ou carregamento rápido: o que priorizar?

A escolha entre maior capacidade de bateria (mAh) ou potência de carregamento rápido vai depender das suas necessidades e do seu perfil de uso.

Quem costuma passar o dia fora, sem fácil acesso a tomadas para recarga, deve focar nos limites de miliampere-hora do celular. Essa especificação influencia diretamente na quantidade de energia que a bateria pode armazenar, o que também impacta na autonomia. Em teoria, smartphones com maiores capacidades (em mAh) duram mais longe das tomadas.

Já usuários com acesso facilitado a tomadas podem priorizar a potência de carregamento rápido da bateria, mesmo que o hardware tenha uma capacidade menor. A lógica é simples: se você pode recarregar seu celular a qualquer momento, pode focar na potência suportada visando tempos da recarga mais curtos.

Vale destacar que praticamente todos os celulares com bateria de 7.000 mAh suportam carregamento rápido. Mas é o seu perfil de uso que vai definir qual dessas especificações deverá priorizar.

Existe celular com bateria de 10.000 mAh?

Sim. O Oukitel K10000 Pro chegou ao mercado em 2017 com bateria de 10.000 mAh, enquanto o Realme P4 Power é alimentado por uma bateria com capacidade de 10.001 mAh, por exemplo.

Contudo, smartphones com baterias de 10.000 mAh são vendidos para um público bem específico, já que o padrão dos celulares mais atuais costuma ficar entre 5.000 mAh e 7.000 mAh. E a disponibilidade desses aparelhos também é mais restrita, já que a procura é mais nichada.

Celular com bateria de 7.000 mAh: 7 modelos para comprar no Brasil em 2026

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Guia reúne sete opções de celular com bateria de 7.000 mAh ou superior, indicadas para quem quer autonomia e menos frequência de carregamento

Oppo Find X9 Pro apresenta bateria de 7.500 mAh; confira a lista completa (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Carregador carregamento celular Galaxy A54 (Imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Oppo Find X9 Pro tem câmeras Hasselblad (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
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Samsung pode ter prejuízo anual na divisão mobile pela primeira vez

Câmeras do Galaxy S26
Galaxy S26 foi lançado no final de fevereiro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A divisão mobile da Samsung pode registrar prejuízo anual pela primeira vez.
  • Segundo a imprensa sul-coreana, o motivo seria a queda de rentabilidade causada pelo aumento no preço de memórias.
  • Mesmo com a fabricante aumentando o preço dos seus smartphones, o custo não teria sido compensado pelos gastos.

A divisão de smartphones da Samsung pode registrar prejuízo em todo o ano de 2026, segundo informações da imprensa sul-coreana. O alerta teria sido feito internamente pelo chefe da área mobile, Roh Tae-moon, diante da queda de rentabilidade causada pelo aumento no preço de memórias.

De acordo com o jornal Money Today, esse seria o primeiro resultado anual negativo da divisão desde sua criação, em 2021. A pressão vem principalmente do encarecimento de componentes, que tem afetado toda a indústria e forçado fabricantes a subir preços ou operar com margens menores.

A própria Samsung aumentou o preço de tabela de vários dos seus smartphones. Mesmo com o bom desempenho comercial do recém-lançado Galaxy S26, a estratégia não teria sido suficiente para compensar os custos. 

“Considerando que o Galaxy S26 Ultra geralmente vem equipado com 12 GB de [memória] LPDDR5X, um supercomputador de IA consome a memória de cerca de 4.600 smartphones”, alerta a publicação.

Ainda assim, o lucro total da Samsung aumentou oito vezes. Embora pareça contraditório, esse lucro se concentra basicamente na área da crise: o negócio de memória da fabricante cresceu com a alta demanda, já que Samsung, SK Hynix e Micron controlam 90% do mercado global de memórias DRAM.

Escassez de chips pode durar mais que o esperado

Há poucos dias, o jornal japonês Nikkei Asia fez um levantamento e reafirmou que o cenário atual da crise de chips de memória não deve ter um alívio antes de 2028.

O desabastecimento ocorre desde o fim do ano passado: as gigantes dos semicondutores redirecionaram suas fábricas para abastecimento de IA, deixando a produção de componentes para aparelhos de consumo em segundo plano. 

De forma resumida, as líderes do setor preferiram focar na produção de memórias de alta largura de banda (HBM), que são o motor dos data centers de IA, e pararam a produção das memórias de uso geral (DRAM). A Micron, por exemplo, tirou do mercado a icônica marca Crucial após quase 30 anos.

Samsung pode ter prejuízo anual na divisão mobile pela primeira vez

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Mesmo com boas vendas, divisão mobile da Samsung pode fechar o ano no vermelho. Encarecimento de componentes tem afetado todo o setor.

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google lança dois chips de IA para bater de frente com a Nvidia

Nova TPU 8i trabalha em conjunto com CPUs desenvolvidas pelo Google (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google anunciou a oitava geração de TPUs no evento Google Cloud Next.
  • Os chips TPU 8t e TPU 8i serão usados para treinar e fazer inferência em nuvem, e devem chegar ao mercado ainda este ano.
  • Segundo o Google, a separação em duas unidades reduz gasto de energia e custo operacional, permitindo suporte a múltiplos agentes de IA.

O Google quer provar que pode liderar a corrida da inteligência artificial. Durante o evento Google Cloud Next, nesta quarta-feira (22/04), a companhia anunciou a oitava geração das suas Unidades de Processamento Tensorial (TPUs) — chips criados sob medida pela empresa para acelerar cálculos complexos.

A novidade desta vez é a estratégia. De forma inédita, o hardware foi dividido em dois processadores com funções diferentes: o TPU 8t e o TPU 8i. A dupla chega para preparar a infraestrutura de nuvem da empresa para a nova era dos agentes autônomos (sistemas de IA capazes de tomar decisões e realizar tarefas sozinhos) e, claro, acirrar a disputa contra a poderosa Nvidia.

Segundo o vice-presidente sênior de infraestrutura de IA do Google, Amin Vahdat, as novas TPUs chegam ao mercado ainda este ano. O desenvolvimento teve forte participação do laboratório Google DeepMind, garantindo que o hardware rode nas ferramentas de código aberto mais populares entre os desenvolvedores.

Por que o Google decidiu separar os chips?

Até então, um mesmo chip tentava fazer tudo. Mas o Google percebeu que as duas fases de uma IA — o treinamento e a inferência — passaram a exigir diferenças. Para criar um modelo inteligente, é preciso uma força bruta colossal de computadores trabalhando sem parar durante meses para “devorar” e aprender com montanhas de dados.

Já a inferência é o uso prático. É o momento em que a IA (como o Gemini) já está pronta para responder às perguntas de milhões de usuários ao mesmo tempo. Aqui, o que manda é uma velocidade de resposta imediata (baixa latência) e um acesso ultrarrápido à memória para que o sistema não trave.

Sundar Pichai, CEO da Alphabet, explicou no blog da companhia que essa separação garante a capacidade exata para rodar múltiplos agentes de IA trabalhando em equipe, entregando respostas na hora e, principalmente, reduzindo o gasto de energia e o custo operacional dos servidores.

Logotipo do Google
Novidade chega para dar conta da nova era dos agentes autônomos (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)

TPUs 8t e 8i

Para a pesada fase de estudos, o Google criou o TPU 8t. O foco desse componente é escalar a operação sem perder a estabilidade. O Google garante que o 8t entrega 2,8 vezes mais poder de processamento do que a geração passada, mantendo a mesma faixa de preço.

Na outra ponta, focada no usuário final, atua o TPU 8i, que traz 288 GB de memória ultrarrápida integrada. Ele trabalha em conjunto com as novas CPUs Axion (processadores do próprio Google baseados na arquitetura Arm) e usa um sistema de rede interno que encurta pela metade a distância que os dados precisam viajar. O resultado, segundo a empresa, é um desempenho 80% maior por cada dólar que o cliente investe.

Ecossistema multibilionário

O Google ainda é um dos maiores compradores de chips da Nvidia no mundo. No entanto, fortalecer suas próprias TPUs dentro do Google Cloud é uma cartada para reter clientes, oferecer preços mais competitivos e ter maior controle sobre suas margens de lucro.

Os números justificam esse investimento. Como lembra a CNBC, analistas da DA Davidson fizeram uma estimativa de que a divisão de negócios de TPUs, somada às operações do laboratório DeepMind, já representa um valor de mercado colossal, beirando os US$ 900 bilhões.

Mesmo antes de chegar ao mercado, a oitava geração já tem demanda garantida de parceiros comerciais de peso. A startup Anthropic se comprometeu a usar esses novos chips, assim como laboratórios de pesquisa vinculados ao Departamento de Energia dos Estados Unidos.

Google lança dois chips de IA para bater de frente com a Nvidia

Escritório do Google em São Paulo (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)
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Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre

R$ 1.899,0033% OFF

Prós
  • Roda jogos no modo portátil
  • Tela com recurso touchscreen
  • Design leve de 277 g
Contras
  • Sem controles desacopláveis
  • Não tem suporte para jogar na TV
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch Lite está 33% mais barato no Mercado Livre em relação ao seu preço de lançamento de R$ 1.899. Você encontra o console portátil agora em oferta por R$ 1.268 no pagamento por Pix. A versão abre mão da proposta híbrida para ser um pouco mais acessível.

Nintendo Switch Lite conta com tela LCD e bateria para até 7 horas

Nintendo Switch Lite
Nintendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

O videogame portátil apresenta uma tela touchscreen LCD de 5,5 polegadas, responsável por exibir imagens em resolução HD e densidade de pixels de 267 ppi. O Switch Lite fica marcado por não possuir controles Joy-Con, o que significa entregar experiência exclusivamente portátil, sem suporte ao sistema de mesa ou na TV.

O hardware interno conta com o processador Tegra X1 customizado pela Nvidia e 32 GB de armazenamento expansível até 2 TB por meio de cartão microSD. A bateria de 3.570 mAh entrega autonomia entre três e sete horas, o período depende do jogo a ser executado.

O console tem acesso à boa parte da biblioteca de jogos do Switch, incluindo algumas franquias exclusivas e famosas como MarioThe Legend of ZeldaDonkey Kong e Pokémon. Já em termos de conectividade, suporta conexões de Wi-Fi 5 e Bluetooth 4.1.

O Nintendo Switch Lite está em oferta por R$ 1.268 no Pix no Mercado Livre, o que representa um desconto de 33% em relação ao preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Nintendo Switch Lite sai com 33% de desconto no Mercado Livre

Nintendo Switch Lite (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)
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Criptografia quântica: saiba como funciona e quais são as aplicações da tecnologia

Ilustração sobre criptografia quântica
Saiba como a criptografia quântica poderá fortalecer a segurança digital (imagem: Reprodução/Shutterstock)

A criptografia quântica, ou criptografia baseada em física, utiliza leis como a superposição para criar chaves de segurança impossíveis de clonar. Diferente dos métodos matemáticos atuais, qualquer tentativa de espionagem altera os dados e denuncia o invasor.

O sistema funciona através do envio de fótons que, se interceptados, colapsam e alertam imediatamente os usuários sobre a falha. Essa comunicação quântica via lasers permite distribuir chaves secretas de forma totalmente inviolável por redes de fibra óptica.

Para a sociedade, a tecnologia significa blindar transferências bancárias, prontuários médicos e comunicações militares contra hackers. Ela protege informações sensíveis a longo prazo, sendo imune até ao poder de processamento de futuros supercomputadores.

A seguir, entenda o conceito de criptografia quântica, como a tecnologia funciona detalhadamente e os tipos de aplicações mais comuns. Também conheça os pontos fortes e fracos desta nova forma de proteção digital.

O que é criptografia quântica?

A criptografia quântica aplica leis da física para criar chaves de segurança que denunciam instantaneamente qualquer tentativa de interceptação. Diferente dos métodos clássicos, ele se baseia no teorema da não-clonagem, garantindo que a espionagem altere o estado físico da informação e alerte os usuários.

Como funciona a criptografia quântica?

A criptografia quântica opera usando as leis da física, como a polarização de fótons, para criar chaves que detectam qualquer tentativa de espionagem. Enquanto a computação quântica ameaça os sistemas atuais, a natureza dessas partículas impede cópias sem que o sinal original seja corrompido.

No envio de dados, o emissor dispara partículas de luz em estados aleatórios que o receptor mede usando filtros específicos. Após compararem as bases de medição, o sistema descarta as inconsistências e estabelece uma chave secreta compartilhada via rede.

Baseado no teorema da não-clonagem, qualquer interceptação de terceiros altera o estado do fóton, gerando erros que revelam imediatamente a presença do invasor. Se a integridade for confirmada, o processo de destilação purifica as informações e finaliza uma chave de segurança.

A estratégia de criptografia pós-quântica foca em novos algoritmos matemáticos, mas o canal quântico usa lasers para distribuir chaves de forma inviolável. Essa técnica garante que o fluxo de dados permaneça seguro contra ataques sofisticados, protegendo a infraestrutura da comunicação moderna.

Infográfico sobre criptografia quântica
O sistema de criptografia quântica consegue identificar quando a informação foi interceptada por terceiros (imagem: Reprodução/Radio IP)

Quais são os tipos de criptografia quântica?

A criptografia quântica engloba diversas abordagens que utilizam mecânica quântica para comunicação segura, principalmente por meio da distribuição de chaves e outros protocolos:

  • Distribuição de chave quântica (QKD): é o modelo mais avançado, que utiliza o comportamento dos fótons para criar chaves de criptografia que revelam imediatamente qualquer tentativa de espionagem ou interceptação;
  • Criptografia baseada em posição: utiliza a localização geográfica exata como credencial de segurança, exigindo que o receptor responda a desafios quânticos em um tempo preciso para provar onde está;
  • Criptografia independente de dispositivo: garante proteção total sem que o usuário precise confiar no fabricante do hardware, validando a segurança por meio de testes físicos de entrelaçamento entre partículas;
  • Assinaturas digitais quânticas: substituem as assinaturas eletrônicas comuns por estados quânticos únicos, impossibilitando falsificar a identidade do remetente ou alterar a autenticidade de um documento oficial;
  • Autenticação de mensagens quântica: foca na integridade total da informação, usando códigos de correção de erro quânticos para detectar e descartar qualquer dado que tenha sofrido a mínima tentativa de alteração;
  • Protocolo de três estágios de Kak: permite a transmissão direta de dados em superposição quântica entre dois pontos, eliminando a necessidade de chaves complexas e reduzindo etapas de processamento clássico.
Ilustração de criptografia
A criptografia quântica pode ser usada para gerar chaves, assinaturas digitais e autenticação de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as aplicações da criptografia quântica?

A criptografia quântica eleva os padrões de comunicação e de cibersegurança com aplicações que abrangem diferentes setores. Alguns deles são:

  • Comunicações governamentais e militares: protege segredos de Estado e canais militares via satélite, usando o protocolo QKD para detectar qualquer tentativa de espionagem;
  • Blindagem do sistema financeiro: bancos aplicam redes quânticas para proteger transferências de grandes ativos e dados bancários contra a interceptação de hackers e futuros computadores quânticos;
  • Proteção de dados na saúde: garante a privacidade de prontuários e pesquisas genéticas em teleconsultas, assegurando que informações sensíveis do paciente jamais sejam acessadas por terceiros;
  • Segurança de infraestrutura crítica: monitora redes elétricas e sistemas de abastecimento de água, impedindo que hackers assumam o controle de serviços essenciais à sociedade;
  • Comunicação direta segura (QSDC): viabiliza o envio de mensagens em chats sem chaves prévias, onde qualquer tentativa de leitura indesejada destrói a própria informação enviada;
  • Autenticação em nuvem e Internet das Coisas (IoT): utiliza assinaturas quânticas para validar dados em dispositivos inteligentes, garantindo que o conteúdo não foi alterado durante o percurso.

A criptografia quântica é segura contra hackers?

Depende. A criptografia quântica usa a Distribuição de Chave Quântica para gerar códigos invioláveis, onde qualquer espionagem altera os fótons e denuncia o invasor. Essa segurança é blindada pelo teorema da não-clonagem, que impede a cópia de dados e neutraliza a força bruta de futuros supercomputadores.

Contudo, o risco migra do software para o hardware: imperfeições físicas nos detectores podem abrir brechas para ataques de canal lateral. Assim, embora a matemática seja perfeita, a proteção real depende de uma engenharia rigorosa que vede falhas de infraestrutura contra hackers.

Ilustração de um computador quântico
O nível de segurança da criptografia quântica irá depender da infraestrutura física do computador quântico contra hackers (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são as vantagens da criptografia quântica?

Estes são os pontos fortes da criptografia quântica:

  • Segurança incondicional: diferente da criptografia tradicional, utiliza o teorema da não-clonagem, garantindo que uma chave de segurança jamais seja copiada sem destruir a informação original;
  • Detecção de espionagem: qualquer tentativa de interceptação altera o estado dos fótons, criando erros imediatos que denunciam o espião e invalidam a chave comprometida na hora;
  • Imunidade a computadores quânticos: enquanto o padrão RSA atual será vulnerável a supercomputadores, esta tecnologia é matematicamente imune ao poder de processamento até das máquinas quânticas;
  • Validade de longo prazo: por gerar chaves por meio de aleatoriedade quântica pura, a segurança não diminui com o tempo, impedindo que dados roubados hoje sejam descriptografados no futuro;
  • Compatibilidade com infraestrutura: a tecnologia se integra às redes de fibra óptica já existentes, permitindo que governos e empresas atualizem a segurança sem trocar a infraestrutura física;
  • Eficiência para setores críticos: com sistemas cada vez mais automatizados, setores bancários e militares já operam essa rede para proteger segredos de Estado com alta velocidade e baixo erro humano.

Quais são as desvantagens da criptografia quântica?

Estes são os pontos fracos da tecnologia de criptografia quântica:

  • Custos de implementação elevados: exige hardware ultraespecífico, como detectores de fótons e lasers de alta precisão, tornando o investimento proibitivo para a maioria das empresas;
  • Limitação crítica de distância: os sinais sofrem com a atenuação em fibras ópticas comuns, o que limita transmissões seguras a pouco mais de 100 km sem que a informação se perca no trajeto;
  • Complexidade e necessidade de especialistas: operar essa infraestrutura exige especialistas em física e mecânica quântica, criando uma barreira de entrada imensa por falta de mão de obra qualificada;
  • Vulnerabilidades de canal lateral (Side-channel): embora a teoria seja perfeita, o hardware físico pode apresentar brechas térmicas ou eletromagnéticas que hackers utilizam para burlar o sistema sem “quebrar” a física;
  • Incompatibilidade e nós de confiança: a tecnologia não integra bem com a infraestrutura de internet atual, exigindo pontos intermediários para repetir o sinal que, se comprometidos, invalidam toda a segurança quântica;
  • Fragilidade ambiental extrema: o estado quântico é instável. Qualquer variação mínima de temperatura ou vibração externa pode causar decoerência, colapsando os dados e interrompendo a comunicação.
Ilustração sobre criptografia quântica
A criptografia quântica oferece ampla proteção contra os dados, mas ainda é uma tecnologia que exige um amplo investimento e mão de obra especializada na implantação (imagem: Reprodução/MIT Technology Review)

Qual é a diferença entre criptografia quântica e criptografia tradicional?

A criptografia tradicional é o padrão atual baseado em algoritmos matemáticos complexos que protegem os dados via cálculos que computadores comuns levariam milênios para decifrar. Sua segurança reside na dificuldade computacional de fatorar números primos gigantescos, criando uma barreira lógica quase impossível de ser quebrada hoje.

A criptografia quântica usa leis da mecânica quântica e protocolos, como o QKD, para criar chaves de segurança por meio de partículas de luz (fótons). Qualquer tentativa de espionagem altera o estado quântico da chave, revelando a intrusão instantaneamente graças ao princípio da incerteza.

Criptografia quântica: saiba como funciona e quais são as aplicações da tecnologia

A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conheça os detalhes de um computador quântico (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Reprodução/MIT Technology Review)
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Europa quer que Google compartilhe dados de busca com concorrentes

Illustração mostra uma lupa sobre o logotipo do Google, uma letra G em cores vermelho, amarelo, verde e azul, sinalizando a busca no navegador. Na parte inferior direita, está a marca d'água do "Tecnoblog".
Europa quer que Google compartilhe dados de busca com concorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Comissão Europeia propôs que Google compartilhe dados de busca com rivais para cumprir legislação de concorrência da região;
  • Google teria que fornecer dados de pesquisa como classificação, consultas, cliques e visualizações;
  • companhia já manifestou que é contrária às medidas apresentadas pela Comissão Europeia e que lutará contra elas.

A DMA (Lei dos Mercados Digitais) da União Europeia visa tornar o setor de tecnologia mais equilibrado em termos de competitividade nos países do bloco. É com base nessa lei que a Comissão Europeia propôs medidas para que o Google se adeque ao regulamento. Entre elas está o de que a companhia divida determinados dados de seu mecanismo de busca com concorrentes.

De acordo com a própria entidade, “o objetivo das medidas é permitir que mecanismos de busca online de terceiros, ou ‘beneficiários de dados’, otimizem seus serviços de pesquisa e contestem a posição do Google Search”.

Ainda de acordo com a Comissão Europeia, isso significa que o Google teria que compartilhar, com companhias rivais, “dados de pesquisa, como dados de classificação, consultas, cliques e visualizações, em termos justos, razoáveis e não discriminatórios”.

O compartilhamento também incluiria dados de pesquisas a partir de chatbots de IA, ou seja, feitos via Gemini.

A razão disso é um tanto óbvia: o Google é o mecanismo de busca mais popular da web, inclusive na Europa; teoricamente, o compartilhamento desses dados faria o Google ser menos dominante no segmento de buscas online, criando o equilíbrio concorrencial que é almejado pela DMA.

Bandeiras da União Europeia
Bandeiras da União Europeia (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

O Google aceitará o que a Comissão Europeia propõe?

O que a Comissão Europeia fez foi propor medidas para que o Google se adeque à DMA, mas, até o momento, não há nenhuma imposição para que a companhia siga as orientações da entidade. Uma decisão só deverá ser anunciada pelo órgão no fim de julho deste ano. Enquanto isso, Google e outras partes interessadas podem enviar comentários a respeito.

De todo modo, à Reuters, o Google já sinalizou que não concorda com as medidas:

Centenas de milhões de europeus confiam ao Google suas buscas mais sensíveis — incluindo perguntas privadas sobre sua saúde, família e finanças — e a proposta da Comissão nos obrigaria a entregar esses dados a terceiros, com proteções de privacidade perigosamente ineficazes.

Clare Kelly, conselheira sênior de concorrência do Google

Não surpreende. O que a Comissão Europeia propõe não é pouca coisa. Os dados que o Google teria que compartilhar com rivais são tão sensíveis para o negócio de buscas que, pior do que isso, seria apenas a imposição de que a companhia compartilhasse a sua própria tecnologia de pesquisa.

Seja como for, o imbróglio do Google na Europa está longe do fim. Há pouco mais de um ano que a companhia foi acusada de violar a DMA. De lá para cá, a empresa anunciou algumas medidas de ajustes que, até agora, foram consideradas insuficientes.

Vale lembrar que, ainda no âmbito da DMA, uma das investigações mais recentes da União Europeia, iniciada em novembro de 2025, tenta apurar se o Google estaria prejudicando veículos jornalísticos nos resultados de buscas.

Europa quer que Google compartilhe dados de busca com concorrentes

Bandeiras da União Europeia (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)
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O que é bateria? Saiba para que serve o componente e quais os principais tipos

Bateria continua removível na GoPro Hero 9 Black (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Baterias são essenciais para o fornecimento de energia a aparelhos eletrônicos (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Bateria é um componente que armazena energia e converte energia química em corrente elétrica. Com isso, as baterias podem alimentar dispositivos sem a necessidade de uma fonte contínua de energia, como as tomadas.

Os tipos de bateria são categorizados pelos elementos químicos presentes nas células das bateria. Como exemplo, baterias de íon-lítio são compostas de óxido metálico de lítio e grafite, enquanto as baterias alcalinas são formadas por zinco e dióxido de manganês.

Independentemente dos elementos químicos de composição, o funcionamento da bateria segue um padrão: o ânodo fornece elétrons, que passam pelo circuito externo até chegarem ao cátodo. Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, de forma resumida.

A seguir, entenda melhor o que é a bateria, e confira as classificações, o funcionamento e as características desse componente.

O que é bateria?

Bateria é um componente com capacidade para armazenar e converter energia, transformando energia química em corrente elétrica. O hardware pode alimentar aparelhos eletrônicos, automóveis, entre outros dispositivos.

Para que serve a bateria?

A bateria tem a função de armazenar energia e fornecê-la na forma de corrente elétrica para alimentar dispositivos e aparelhos que dependem de energia para funcionamento.

Ao cumprirem esse papel, as baterias oferecem mais praticidade e portabilidade de uso, substituindo a necessidade de uma fonte de energia contínua como as tomadas.

Quais são as classificações das baterias?

As baterias são classificadas em duas categorias, com base em suas capacidades de recarga:

  • Baterias primárias: baterias que não podem ser recarregadas, e são descartadas após uma descarga completa; costumam alimentar dispositivos com consumo de energia baixo ou moderado, como brinquedos, controles e lanternas.
  • Baterias secundárias: baterias que podem ser recarregadas, e que possuem vida útil baseada em ciclos de uso; a capacidade de recarga faz com que esse tipo de bateria geralmente alimente dispositivos com alto consumo de energia, a exemplo de smartphones, notebooks e automóveis.


Quais são os principais tipos de bateria?

Além das classificações entre primária e secundária, as baterias podem ser categorizadas de acordo com os elementos químicos presentes internamente. Confira abaixo os principais tipos de bateria.

Bateria de níquel-cádmio (NiCd)

Bateria de níquel-cádmio usa hidróxido de níquel no cátodo e cádmio metálico no ânodo. Aguenta alto números de ciclos, mas se tornou obsoleta por ser relativamente maior e mais pesada que as baterias modernas, pela densidade de energia mais baixa, e por questões ambientais devido à toxicidade do cádmio.

Foi esse tipo de bateria que gerou o mito “efeito memória” ou “bateria viciada”, visto em casos raros e sob condições específicas.

Ilustração de bateria de níquel-cádmio
Ilustração de bateria de níquel-cádmio (Imagem: Reprodução/DirectIndustry)

Bateria de íon-lítio (Li-ion)

As baterias de íon-lítio costumam utilizar óxido metálico de lítio no cátodo e grafite no ânodo. Com o tempo, as baterias Li-ion substituíram as antigas baterias NiCd, pela alta densidade energética em um espaço menor e mais leve.

Atualmente, a bateria de íon-lítio é amplamente usada pelo mercado, sendo vista na maioria de smartphones, notebooks e carros elétricos.

Bateria de íons de lítio em celular (imagem: Unsplash/Tyler Lastovich)
Ilustração de bateria de íon-lítio (Imagem: Unsplash/Tyler Lastovich)

Bateria de silício-carbono (Si-C)

Baterias de silício-carbono têm cátodo formado por óxido metálico de lítio e ânodo composto por grafite e nanopartículas de silício no ânodo. Essa arquitetura aumenta a densidade energética da bateria e otimiza o carregamento mais rápido.

As baterias de Si-C são encontradas em smartphones e notebooks mais modernos, indicados para quem precisa de mais autonomia de uso. No entanto, há riscos de degradação mais acelerada devido a questões ligadas à expansão volumétrica.

ilustração de um celular com bateria de silício-carbono
Ilustração de uma bateria de silício-carbono (Imagem: Reprodução/Vivo)

Bateria chumbo-ácido

As baterias de chumbo-ácido utilizam chumbo esponjoso no ânodo e dióxido de chumbo no cátodo. Esse tipo de bateria consegue entregar descarga elétrica massiva em pouco tempo, mas costuma ocupar muito espaço e ser pesado pela densidade do chumbo.

Por conta disso, a bateria de chumbo-ácido é vista em carros, caminhões e sistemas de energia mais robustos.

Ilustração de bateria chumbo-ácido
Ilustração de bateria chumbo-ácido (Imagem: Vladimir Srajber/Pexels)

Bateria de polímero de lítio (Li-Po)

A bateria de polímero de lítio tem cátodo formado por óxidos metálicos de lítio e ânodo composto por grafite, bastante similar à estrutura de baterias de íon-lítio. A grande diferença é que baterias Li-Po usam polímero sólido ou gel fresco como eletrólitos.

Esse tipo de bateria é tratado como uma evolução da estrutura íon-lítio, e alimenta smartphones e notebooks com design mais finos e leves.

Ilustração de bateria de polímero de lítio
Ilustração de bateria de polímero de lítio (Imagem: Reprodução)

Bateria alcalina

Baterias alcalinas utilizam zinco no ânodo e dióxido de manganês no cátodo. Tratam-se daquelas baterias primárias (não recarregáveis) que costumamos encontrar em mercados e padarias.

Esse tipo de bateria é recomendável para aparelhos que não demandam muita energia. O ponto positivo é que elas perdem pouquíssima carga quando não estão em uso, embora sejam descartáveis pelo fato de não serem recarregáveis.

Ilustração de bateria alcalina
Ilustração de bateria alcalina (Imagem: Brett Jordan/Unsplash)


Como funciona uma bateria

O funcionamento de uma bateria se baseia na conversão de energia química em energia elétrica, devido a reações químicas de oxidação e redução que ocorrem no interior do componente. Isso é algo padrão, independente dos elementos químicos que compõem a bateria.

Dentro de cada bateria existem duas ou mais células, que são responsáveis pelo armazenamento de energia. E cada célula é composta por quatro componentes principais: ânodo (polo negativo), cátodo (polo positivo), eletrólito e separador.

O ânodo fornece elétrons para o circuito externo em um processo de oxidação. Os elétrons então percorrem o circuito externo até chegarem ao cátodo, onde ocorre o processo de redução. Entre esses dois polos, há o separador, que evita curtos-circuitos e superaquecimentos que ocorreriam se ânodo e cátodo se tocassem.

Para equilibrar o fluxo de elétrons, o eletrólito atua como um condutor que transporta íons entre os dois polos e compensa o acúmulo de carga elétrica formado durante as reações químicas.

Fluxo de funcionamento de bateria
Fluxo de funcionamento de bateria (Imagem: Reprodução/Australian Academy of Science)

Esse fluxo de elétrons ilustra o que chamamos de corrente elétrica, que fornece energia suficiente para que aparelhos funcionem corretamente.

Com o uso, as reações químicas que geram elétrons vão consumindo os materiais ativos dos eletrodos, diminuindo a força da corrente e o fornecimento de energia. Esse é o resumo do processo de descarga de um dispositivo.

Se a bateria for primária, ela precisará ser substituída após a descarga completa. Mas se a bateria for recarregável (secundária), a conexão a uma fonte de energia externa (como a tomada) vai forçar o fluxo de elétrons no sentindo contrário e fazer com que as reações químicas internas voltem ao estado inicial — o que chamamos de processo de recarga.


As baterias podem “viciar”?

Não. “Bateria viciada” ou “efeito memória” é um mito que surgiu na década de 60, quando baterias de níquel-cádmio de alguns satélites demonstraram perda de capacidade após serem constantemente carregadas de 25% até 100%. Esse fenômeno foi visto em casos raros, sob condições específicas e podia ser reparado.

O problema é que essa ocorrência específica gerou rumores de que todas as baterias viciam — o que não é verdade. Todas as baterias perdem capacidade com o tempo, e “bateria viciada” se tornou uma expressão popular para ilustrar uma bateria degradada, com potencial inferior ao estado original.

Quais são as características de uma bateria?

As baterias contêm diversas especificações, que indicam questões como capacidade, composição e ciclos de vida. Dentre as principais características do componente, estão:

  • Capacidade: indicador sobre a quantidade de carga que a bateria pode armazenar, geralmente medido em miliampere-hora (mAh); a capacidade nominal é o valor indicado pela fabricante sob condições específicas, enquanto a capacidade típica aponta para o valor médio em uso real.
  • Tensão: potencial energético da bateria, geralmente medida em volts (V); as especificações podem conter tensão nominal (valor padrão de operação), tensão máxima (valor quando a bateria está completamente carregada) e tensão mínima (limite mínimo e seguro de descarga).
  • Corrente: quantidade de fluxo de carga elétrica que uma bateria pode fornecer ou receber, medida em amperes (A).
  • Composição química: detalha os elementos químicos que compõem a bateria e indicam o tipo do componente; essa especificação costuma ser indicada como íon-lítio, silício-carbono e chumbo-ácido, por exemplo.
  • Ciclos de vida: indicador usado para determinar a vida útil da bateria, em que cada ciclo corresponde ao uso de 100% do componente (de forma contínua ou acumulada).
  • Temperatura de operação: faixa de temperatura indicada para um funcionamento seguro e adequado da bateria; pode incluir limites de temperaturas ideais, mínimas ou altas (picos).
  • Taxa de carga e descarga (C-rate): taxa de velocidade que a bateria leva para carregar ou descarregar em relação à sua capacidade, ilustrada pela letra “C” e por números; como exemplo, 1C representa a taxa de carga ou descarga que corresponde a uma corrente suficiente para carregar ou descarregar a bateria em uma hora.
  • Tecnologias de carregamento: suporte (ou a falta de) para diferentes tipos de recargas, como carregamento rápido, carregamento por indução, carregamento reverso ou carregamento GaN.

Qual é o prazo de vida útil de uma bateria?

O prazo de vida útil de uma bateria pode variar, dependendo das especificações de ciclos, da finalidade de uso e do nível de desgaste.

Baterias de smartphones e notebooks têm vida útil baseada em ciclos, ou seja, quantas vezes a bateria completou 100% de uso (de forma contínua ou espaçada). Essa métrica costuma aparecer de forma simplificada na seção “saúde da bateria”.

Como exemplo, a saúde da bateria de iPhones começa em 100% em um aparelho novo, e decai ao longo dos anos, devido aos ciclos de uso e desgastes químicos internos. Apple e outras marcas de celular sugerem que níveis abaixo de 80% indicam uma bateria degradada.

imagem de um iphone exibindo a página de saúde de bateria
iPhone oferece indicador sobre a saúda da bateria (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Já baterias automotivas podem duram entre três e cinco anos. E a vida útil desses componentes geralmente envolve tempo de uso e condições da peça — diferentemente da contagem de ciclos da maioria dos aparelhos eletrônicos.

Importante ter em mente que as informações das fabricantes indicam a vida útil teórica da bateria. Contudo, práticas de uso, manutenção e temperatura são fatores que encurtam ou prolongam a durabilidade do componente.

O que fazer quando a bateria chega ao fim da vida útil?

Se a bateria do seu dispositivo chegou ao fim da vida útil, a única saída será trocá-la por outra bateria. Lembre-se que a bateria vai se degradar com o tempo, e não há como consertar ou reverter o desgaste provocado pelas reações químicas e pelo uso.

Só certifique-se de trocar por uma bateria original para manter o pleno funcionamento do seu aparelho. E vale buscar assistências oficiais ou autorizadas pela fabricante para fazer a manutenção.

É possível prolongar a vida útil de uma bateria?

Sim. Fazer pequenas pausas durante usos intensivos, evitar carregamento por indução eletromagnética e utilizar fontes e cabos originais são práticas que reduzem as chances de calor excessivo, que é um dos principais inimigos das baterias. Também é recomendável não deixar o dispositivo descarregar até 0% para não aumentar o estresse do componente.

Essas “boas práticas” de uso vão reduzir a degradação da bateria, fazendo com que ela se mantenha saudável por mais tempo.

Qual é a diferença entre bateria e pilha?

Baterias são componentes que convertem energia química em corrente elétrica. Esses componentes são formados por várias células, de modo a oferecer voltagens maiores e atender a dispositivos que demandam mais energia.

As pilhas também fazem a conversão de energia química para corrente elétrica, mas é composta por uma única célula. Por conta disso, elas têm voltagem mais baixa e são mais indicadas para aparelhos com menor consumo de energia.

O que é bateria? Saiba para que serve o componente e quais os principais tipos

Bateria continua removível na GoPro Hero 9 Black (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Vivo)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Arte mostra três logotipos do Gmail, parecendo envelopes estilizados, flutuando em um fundo branco que se mistura a um azul claro. O logo maior, em primeiro plano, tem suas abas em vermelho, azul, verde e amarelo. No canto inferior direito, a marca d'água "tecnoblog" é visível.
Contas gratuitas do Google ficam de fora (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google liberou a criptografia de ponta a ponta no aplicativo do Gmail para Android e iPhone. O recurso usa Criptografia do Lado do Cliente e impede o acesso do Google ao conteúdo das mensagens.
  • O recurso vale para contas corporativas e instituições de ensino. O acesso exige Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard, mais os complementos Assured Controls ou Assured Controls Plus.
  • O administrador de TI ativa a função no servidor. No app do Gmail, o usuário toca em novo e-mail, depois no ícone de cadeado e na opção “Criptografia adicional”. O recurso já está disponível no Brasil.

O Google expandiu a tecnologia de criptografia de ponta a ponta para o aplicativo oficial do Gmail nos celulares. A partir de agora, usuários de Android e iPhone ganham uma camada extra de proteção que garante a confidencialidade de dados sigilosos no ambiente corporativo. O bloqueio impede até mesmo a própria gigante de buscas ou terceiros de acessarem ou interceptarem o conteúdo das mensagens.

Segundo detalhes divulgados no blog oficial do Google Workspace, a novidade permite redigir e ler emails de alta segurança direto pelo aplicativo móvel. A grande sacada é a praticidade: a empresa eliminou a necessidade de softwares adicionais ou chaves de decodificação complexas.

Na prática, a ferramenta funciona sob o modelo de Criptografia do Lado do Cliente (CSE, na sigla em inglês). Diferentemente da proteção padrão do serviço — onde o Google gerencia as chaves criptográficas —, no modelo CSE é a própria organização que mantém o controle total, ou seja, essas chaves ficam armazenadas fora dos servidores do Google.

A versão web do Gmail já contava com o modelo CSE desde o início de 2023. A adaptação para os smartphones começou a ser testada em fase beta em abril de 2025 e chega agora em sua versão final.

Quem pode usar a nova criptografia do Gmail no celular?

Gmail (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)
Recurso de segurança exige assinaturas específicas (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

Se você usa o e-mail tradicional do Google no dia a dia, não crie expectativas. O recurso não está disponível para contas gratuitas (com o sufixo @gmail.com) e também deixa de fora os planos básicos do Google Workspace. O foco aqui é o mercado corporativo e as instituições de ensino.

Para ter acesso, a organização precisa possuir licenças específicas (Workspace Enterprise Plus, Education Plus ou Education Standard). E não para por aí: a empresa também precisa ter adquirido alguns complementos (Assured Controls ou Assured Controls Plus). Sem esse combo comercial, a função nem aparece no aplicativo.

A experiência de quem recebe o email blindado também depende da plataforma. Se o destinatário também usar o aplicativo oficial do Gmail no celular, a mensagem será entregue e exibida como uma conversa normal na caixa de entrada, com toda a decodificação acontecendo silenciosamente em segundo plano. Mas e se a pessoa usar outro cliente de e-mail, como o Outlook? Aí o processo muda. O usuário recebe uma notificação e é direcionado para abrir, ler e responder à mensagem pelo navegador web do próprio smartphone.

Como ativar a criptografia adicional no Gmail?

A liberação exige que o departamento de TI dê o primeiro passo. Os administradores da rede precisam habilitar o suporte ao recurso para os clientes Android e iOS. Com tudo liberado no servidor, enviar uma mensagem blindada pelo celular é simples:

  1. Abra o aplicativo do Gmail e toque no botão para criar uma nova mensagem;
  2. Na tela de composição, toque no ícone de cadeado;
  3. No menu suspenso, selecione a opção “Criptografia adicional”.
Usuários devem ativar opção “Criptografia adicional” antes de enviar mensagens (imagem: reprodução/Google)

A partir desse momento, tanto o texto digitado quanto qualquer anexo inserido serão criptografados no próprio aparelho, antes mesmo de começarem a trafegar pela internet.

O recurso já está disponível no Brasil?

A novidade já está liberada para o mercado brasileiro, mas segue a mesma cartilha global e não há período de testes gratuito para usuários comuns e empresas com planos mais acessíveis (como o Business Starter ou Business Standard). Qualquer corporação ou instituição de ensino no Brasil que assine o combo exigido já pode configurar e utilizar a ferramenta de criptografia em seus aparelhos móveis.

Gmail corporativo ganha criptografia de ponta a ponta no Android e iPhone

Gmail (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Gmail (Imagem: Solen Feyissa/Unsplash)

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Smart TV 4K LG QNED de 65″ está 40% mais barata em promoção no Mercado Livre


Prós
  • Tecnologia QNED oferece alto volume de cores e pretos profundos
  • IA integrada personaliza conteúdos e faz recomendações
  • Controle remoto pode ser utilizado como mouse
Contras
  • Menos avançada em relação às TVs QNED com MiniLED da LG
  • Taxa de atualização limitada a 60 Hz
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A LG QNED73 de 65 polegadas está saindo por apenas R$ 3.320,10 no Pix com o cupom CASASBAHIATV no Mercado Livre. A smart TV está com preço 40% abaixo do lançamento (R$ 5.499) e se destaca pela presença da tecnologia QNED no televisor e pelos recursos de inteligência artificial disponíveis, incluindo recomendações de conteúdo e suporte inteligente.

TV LG QNED entrega bom volume de cores e IA integrada

Controle Remoto da LG QNED73
Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)

A tecnologia QNED presente na QNED73 associa cristais de pontos quânticos ao filtro NanoCell para expandir o volume de cores do painel. Essa estrutura entrega tonalidades vibrantes e precisas, superando a fidelidade cromática de televisores LED básicos.

A TV da LG ainda conta com processador α7 AI Processor 4K Gen8, que realiza o upscaling de conteúdos para a resolução 4K. O sistema utiliza inteligência artificial para aprimorar a funcionalidade e outras configurações de imagem, assim como para oferecer outros recursos interessantes para o usuário.

Por exemplo, um chatbot de suporte para pequenos problemas. Recomendação inteligente de conteúdos com base no histórico do usuário. E otimização da clareza de áudio e precisão de tons. O áudio de 20W, inclusive, pode acabar sendo insuficiente para salas amplas, mas a TV pode ser facilmente conectada a uma soundbar externa.

O controle remoto permite controle por voz e navegação por cursor na TV da LG. A conectividade inclui três entradas HDMI, com suporte para eARC e tecnologias de jogos como ALLM e VRR até 60 Hz. E o design apresenta bordas finas e espessura de apenas 6,79 centímetros sem a base.

Hoje no Mercado Livre, a smart TV LG QNED73 de 65 polegadas sai por R$ 3.320,10 no Pix com o cupom CASASBAHIATV, e pode ser uma boa compra para assistir à Copa do Mundo de 2026.

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Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)
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Mais um país europeu bloqueará redes sociais para menores

Criança no celular
Grécia se une à Portugal, Espanha e França por regulação de redes (imagem: Unsplash/Bruce Mars)
Resumo
  • Grécia proibirá o acesso de menores de 15 anos às redes sociais.
  • O anúncio foi feito pelo TikTok do primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.
  • A regulamentação grega entra em vigor em 1º de janeiro de 2027 e deve ser detalhada um pouco antes.
  • França, Portugal, Espanha, Austrália e Brasil já adotaram medidas sobre acesso de menores a plataformas digitais.

A Grécia é o mais novo país europeu a anunciar restrições ao acesso de menores às redes sociais. Em um anúncio feito via TikTok, o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis confirmou que o país proibirá o acesso de menores de 15 anos a essas plataformas. A regulamentação será detalhada no verão de 2026 do hemisfério norte e entra em vigor em 1º de janeiro de 2027.

“A Grécia é um dos primeiros países europeus a tomar essa iniciativa, mas tenho certeza de que não será o último”, disse Mitsotakis. “Nosso objetivo é pressionar a União Europeia nessa direção”. Atualmente, França, Espanha e Portugal já anunciaram medidas semelhantes, seguindo o projeto pioneiro da Austrália aprovado em 2024.

O país entra numa lista crescente de nações que, nos últimos meses, aprovaram ou avançaram em restrições ao público infantil na internet, um movimento que começou na Austrália em 2024 e que já chegou ao Brasil, à França, a Portugal e à Espanha.

Países europeus aderem à proibição

Europeus avançam com leis locais enquanto UE avalia medidas (imagem: reprodução)

Países europeus, até o momento, seguem caminhos distintos com base na Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês). A França é o caso mais próximo do modelo discutido na Grécia, com um projeto que mira o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. Por lá, a ideia é bloquear plataformas consideradas nocivas e liberar outras com a autorização dos pais.

Neste mês, o projeto voltou à Assembleia Nacional (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), após aprovação de um texto modificado no Senado do país.

Em Portugal, o projeto aprovado em fevereiro de 2026 vai além das redes sociais: inclui jogos, marketplaces e outros serviços digitais, semelhante ao ECA Digital brasileiro. O corte etário, entretanto, é mais rígido — uso autônomo só a partir dos 16 anos; entre 13 e 15, apenas com consentimento parental verificável.

O texto também entra no design das plataformas, exigindo contas privadas, perfis não pesquisáveis e limitação de recomendações algorítmicas para menores.

Já a Espanha discute uma lei orgânica mais ampla de proteção digital. A ideia é reformar o sistema, elevando a idade de consentimento para uso de dados, impor verificação de idade e reforçar o controle parental em serviços audiovisuais e plataformas.

Austrália criou precedente

A onda regulatória segue o precedente criado pela Austrália em 2024, quando aprovou a lei que proíbe o acesso de menores de 16 anos a redes sociais. Até então, um dos marcos mais rígidos do mundo.

Em setembro de 2025, o Brasil sancionou o ECA Digital. A lei entrou em vigor em março deste ano, determinando que menores de 16 anos só podem usar redes sociais em contas vinculadas à de um responsável maior de idade. Estabelece, também, obrigações às plataformas, como mecanismos de verificação de idade.

Segundo a Bloomberg, Donald Trump tem criticado repetidamente o que considera um excesso de regulações digitais da União Europeia contra empresas de tecnologia do país.

Mais um país europeu bloqueará redes sociais para menores

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Hélio-3: entenda a nova disputa pela Lua iniciada pela Artemis 2

A missão Artemis 2 está levando quatro astronautas ao rdorda Lua e marca um momento histórico: é o primeiro voo tripulado ao espaço profundo em mais de 50 anos. Mais do que um feito simbólico, a missão representa um passo estratégico rumo a um objetivo maior — transformar a Lua em uma base permanente para exploração espacial e inovação tecnológica.

No centro dessa ambição está um recurso pouco conhecido do público, mas extremamente promissor: o hélio-3.

orion artemis 1 lado oculto da lua
A missão Artemis 1 alcançou o lado oculto da Lua no sexto dia, em 2022 – Imagem: NASA

Um elemento raro com potencial revolucionário

Diferentemente da Terra, a Lua acumulou ao longo de bilhões de anos grandes quantidades de hélio-3 em seu solo. Isso ocorre porque, sem atmosfera, sua superfície é diretamente bombardeada pelo vento solar — um fluxo de partículas emitidas pelo Sol que contém esse isótopo raro.

Embora escasso no nosso planeta, o hélio-3 pode ser a chave para uma nova geração de energia. Cientistas apontam que ele pode ser utilizado em reatores de fusão nuclear mais seguros e eficientes do que os atuais modelos experimentais. Ao contrário das reações tradicionais, a fusão com hélio-3 produz menos resíduos radioativos, tornando-se uma alternativa limpa e altamente desejável.

Artemis 2: o início de uma cadeia de inovação

A Artemis 2 não pousa na Lua, mas testa os sistemas que permitirão missões futuras — incluindo a construção de bases permanentes, especialmente no Polo Sul lunar.

Essa região é estratégica não apenas por conter gelo de água — essencial para produzir oxigênio e combustível —, mas também por ser uma potencial área de mineração de hélio-3.

A visão da NASA vai além da exploração: trata-se de estabelecer uma infraestrutura sustentável fora da Terra. Robôs e sistemas autônomos podem extrair recursos, enquanto energia solar alimenta processos como a eletrólise da água e, futuramente, a coleta de hélio-3.

[ Representação artística de uma base lunar – Créditos: ESA / P. Carril ]

Energia, computação e o futuro da Terra

O impacto do hélio-3 não se limita à geração de energia. Pesquisadores também destacam seu potencial na computação quântica, um campo que promete revolucionar áreas como inteligência artificial, criptografia e simulações científicas.

O próprio administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou essa importancia em uma coletiva antes do lançamento. “Existe hélio-3 na Lua — não muito, mas certamente mais do que aqui na Terra. E prevê-se que seja uma fonte de energia de fusão mais eficiente”, disse.

Além disso, a possibilidade de transferir atividades industriais pesadas para a Lua — incluindo centros de dados e produção energética — pode aliviar significativamente a pressão ambiental sobre a Terra.

Essa visão redefine o papel da Lua: de um destino de exploração para um polo industrial e científico.

A Lua como ponte para Marte

Outro aspecto crucial do programa Artemis é seu papel como preparação para missões tripuladas a Marte. Bases lunares podem funcionar como pontos de reabastecimento, centros de testes de tecnologias de suporte à vida e plataformas logísticas para o espaço profundo.

Nesse cenário, o hélio-3 se torna ainda mais valioso — não apenas como recurso energético, mas como peça-chave de uma economia espacial emergente.

Leia mais:

O desconhecido como maior promessa

Apesar de todo o planejamento, cientistas reconhecem que o maior potencial da presença humana contínua na Lua está nas descobertas ainda imprevisíveis.

A Artemis 2, portanto, não é apenas uma missão de teste. É o início de uma nova fase da exploração espacial — em que recursos como o hélio-3 podem redefinir não só a forma como exploramos o cosmos, mas também como vivemos na Terra. Nesta terça-feira (7), os astronautas começaram seu caminho de volta pra casa.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Intel se une a projeto de chips de IA de Elon Musk

A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.

Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.

A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.

Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.

Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”

Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad

— Lip-Bu Tan (@LipBuTan1) April 7, 2026

No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).

Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.

Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.

Leia mais:

Reestruturação da Intel ganha fôlego

  • Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
  • A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
  • “A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
  • Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
  • A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.

Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.

Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.

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'Carroll': astronauta da Artemis II nomeia cratera com nome da esposa falecida

Os astronautas do programa Artemis II viveram um emocionante momento após nomear uma cratera lunar na última segunda-feira (06). O “ponto brilhante na Lua” foi batizado de Carroll pela tripulação em homenagem à falecida esposa do comandante da missão, Reid Wiseman.

Pouco tempo após a tripulação quebrar o recorde de ponto mais distante da Terra já visitado por humanos, um vídeo compartilhado pela equipe mostra o momento de batismo da cratera. A referência do nome foi para Carroll Taylor Wiseman, que faleceu em decorrência de um câncer, em 2020.

Em contato com o controle da missão, o especialista Jeremy Hansen narrou que no início da jornada da Artemis, o grupo de astronautas sofreu um grande baque.

“E assim perdemos uma pessoa querida. Seu nome era Carroll, esposa de Reid, mãe de Katie e Ellie. E se você quiser encontrar este lugar, procure por Glushko, que fica a noroeste dali, na mesma latitude de Ohm, e é um ponto brilhante na Lua. Gostaríamos de chamá-lo de Carroll”, finalizou Hansen.

Após o contato do especialista, o controle da missão ficou alguns segundos em silêncio, enquanto o restante da tripulação se reuniu para abraçar o comandante Wiseman.

Em resposta, o controle confirmou a solicitação da equipe e confirmou a escolha pela “Cratera Carroll” durante a comunicação.

Cratera Carroll ainda não é oficial

Mesmo que os responsáveis na Terra e a equipe da Artemis II tenham chegado a um consenso, a Cratera Carroll ainda não é oficial. Assim como ocorre com qualquer formação lunar, os nomes precisam passar por uma aprovação da União Astronômica Internacional (UAI) e isso geralmente leva algum tempo até acontecer.

  • Durante a missão Apollo 8, o astronauta Jim Lovell propôs que uma montanha fosse batizada com o nome de sua esposa, Marilyn, mas a UAI só aceitou o nome em 2017;
  • Vale notar que a localização exata da cratera ainda não foi totalmente confirmada, mas fica entre as crateras Glushko e Ohm;
  • Os quatro astronautas da Artemis II já iniciaram a viagem de volta à Terra após o sobrevoo da Lua;
  • Em dado momento, o sinal dos tripulantes sofreu um apagão durante a visita ao lado oculto da Lua, mas já era algo previsto;
  • A missão também bateu o recorde de humanos no ponto mais distante em relação ao nosso planeta, com mais de 406 mil km longe da Terra;
  • Com a volta à Lua, é a primeira vez que os humanos chegam tão perto do satélite natural após mais de 50 anos.

O próximo passo da cápsula Orion é começar a sair da influência gravitacional da Lua e serão feitas pequenas correções nos motores. Na próxima quinta-feira (09), os astronautas passarão o último dia completo no espaço, até que finalmente retornem para a Terra no dia 10, em uma aterrissagem no Oceano Pacífico.

Aliás, a Artemis II usa um sistema O2O para enviar imagens em 4K do espaço, que usa comunicação óptica para transmitir dados em alta qualidade. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© (Imagem: NASA/Divulgação)

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Netflix terá que reembolsar clientes na Itália por aumentos ilegais

Ilustração mostra boneco saindo da marca da Netflix, que está com um cadeado. Moedas estão pelo caminho.
Netflix terá que reembolsar clientes na Itália por aumentos ilegais (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Tribunal de Roma determinou que Netflix reembolse clientes na Itália por aumentos de preços considerados indevidos;
  • decisão se baseia na ausência de cláusulas contratuais que justifiquem reajustes, conforme exigido pela legislação italiana;
  • Netflix declarou que irá recorrer da decisão judicial.

De tempos em tempos, a Netflix aplica reajustes nas mensalidades de suas assinaturas, em escala global. Porém, na Itália, aumentos de preços aplicados pela empresa desde 2017 foram considerados indevidos pelo Tribunal de Roma, e isso deve resultar em reembolsos que podem chegar a 500 euros por cliente.

O entendimento da justiça italiana tem como base reajustes que foram aplicados pela Netflix no país entre 2017 e 2024. Foram pelo menos quatro aumentos de preços nesse período: em 2017, 2019, 2021 e novembro de 2024.

Não é que reajustes de preços sejam proibidos na Itália. O problema é que os aumentos promovidos pela Netflix entre 2017 e 2024 se basearam em cláusulas contratuais que, segundo um processo judicial aberto pelo Movimento Consumatori (entidade de defesa dos interesses dos consumidores) são abusivas.

De acordo com a legislação italiana, informar o cliente com 30 dias de antecedência sobre o aumento de preço e dar a ele a opção de cancelar a assinatura não são medidas suficientes. É necessário que o contrato também tenha cláusulas que expliquem o porquê de eventuais reajustes de preços poderem ser aplicados.

Como as tais cláusulas estavam ausentes, o Tribunal de Roma concluiu que os reajustes aplicados pela Netflix entre 2017 e 2024 são indevidos. Houve alterações contratuais referentes a reajustes entre janeiro de 2024 e abril de 2025, mas elas também foram consideradas problemáticas.

Imagem mostra o prédio da Netflix em Hollywood, nos Estados Unidos
Prédio da Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Eis as consequências: a Netflix terá que publicar o conteúdo da sentença em seu site e em jornais de circulação nacional, bem como notificar seus clientes sobre o direito a reembolso, o que vale inclusive para aqueles que não assinam mais o serviço.

O reembolso varia de acordo com o plano contratado pelo usuário e o tempo de assinatura. Quem assinou a Netflix no plano Premium entre 2017 e 2024 terá direito a um reembolso de aproximadamente 500 euros (montante equivalente a R$ 2.975), só para dar um exemplo.

A Netflix também terá que reduzir os valores das assinaturas vigentes atualmente e estará sujeita ao pagamento de indenizações individuais.

Em abril de 2025, a Netflix incluiu cláusulas em seus contratos condizentes com as exigências italianas (ou seja, agora há indicação de motivos que justifiquem reajustes) e, portanto, reajustes aplicados após esse mês não são considerados indevidos.

Qual é a reação da Netflix?

Procurada, a Netflix declarou que irá recorrer da decisão judicial, como esperado:

Vamos apresentar um recurso contra a decisão. Na Netflix, nossos assinantes vêm em primeiro lugar. Levamos os direitos do consumidor muito a sério e acreditamos que nossas condições sempre estiveram em conformidade com a legislação e a prática italianas.

Com informações de Il Sole 24 Ore

Netflix terá que reembolsar clientes na Itália por aumentos ilegais

Netflix é multada em R$ 11 milhões pelo Procon-MG (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)
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Wikipédia proíbe uso de IA para criar e reescrever artigos

Wikipédia (Imagem: Kristina Alexanderson/Flickr)
Wikipédia passa a restringir uso de inteligência artificial (imagem: Kristina Alexanderson/Flickr)
Resumo
  • Wikipédia proibiu o uso de LLMs para criar ou reescrever artigos, após votação com 40 votos a favor e 2 contra.
  • A decisão foi motivada devido à alta de problemas de qualidade nos textos gerados por IA.
  • Desde o ano passado, editores já tinham acesso à exclusão rápida de artigos ruins gerados por essas ferramentas.

A comunidade de editores da Wikipédia aprovou uma nova diretriz que limita o uso de inteligência artificial na plataforma. Segundo o site 404 Media, a decisão foi tomada em 20 de março e veta a utilização de modelos de linguagem (LLMs) para criar ou reescrever artigos na enciclopédia colaborativa.

A medida surge após meses de discussões internas e uma sequência de tentativas anteriores de regulamentar o uso dessas ferramentas na plataforma. O avanço de conteúdos gerados por IA, muitas vezes com falhas ou inconsistências, pressionou voluntários a estabelecer regras mais rígidas.

Por que a Wikipédia proibiu o uso de LLMs?

Captura de tela mostra a página do artigo da Wikipédia sobre a própria Wikipédia
Wikipédia foi lançada em 2001 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

A nova diretriz defende que o principal problema está na qualidade do conteúdo gerado automaticamente. “O texto gerado por grandes modelos de linguagem (LLMs) frequentemente viola várias das políticas de conteúdo principais da Wikipédia”, escrevem os editores. “Por esse motivo, o uso de LLMs para gerar ou reescrever o conteúdo de artigos é proibido, exceto pelas exceções mencionadas abaixo”.

A votação teve ampla maioria favorável, com 40 votos a 2. Ainda assim, a política não impede totalmente o uso de IA. Os editores podem recorrer às ferramentas para sugerir ajustes simples em textos próprios, desde que haja revisão humana e que o sistema não produza conteúdo novo de forma autônoma.

A diretriz também alerta para riscos adicionais. Segundo o documento, é “necessário cautela, pois os LLMs podem ir além do que foi solicitado e alterar o significado do texto, de forma que ele não seja sustentado pelas fontes citadas”. Em traduções entre idiomas, por exemplo, o uso de IA deve seguir orientações específicas para evitar distorções.

Inteligência artificial (imagem ilustrativa: Max Pixel)
Wikipédia ainda permite IA em traduções, desde que sejam revisadas (imagem ilustrativa: Max Pixel)

Editores já podiam excluir artigos de IA rapidamente

O debate interno foi impulsionado pelo aumento de problemas relacionados à IA. Relatos administrativos envolvendo erros gerados por essas ferramentas se tornaram mais frequentes, sobrecarregando a equipe de voluntários responsável pela revisão de conteúdo.

Em agosto do ano passado, a organização aprovou a exclusão rápida de artigos ruins gerados por IA. A atual proposta, de proibição, foi elaborada com apoio de grupos como o WikiProject AI Cleanup, dedicado a identificar e remover conteúdos problemáticos criados por sistemas automatizados.

Ao mesmo tempo, a Wikimedia Foundation e os próprios editores evitam uma proibição total da tecnologia, reconhecendo que ferramentas automatizadas já fazem parte do funcionamento da plataforma.

Wikipédia proíbe uso de IA para criar e reescrever artigos

Wikipédia (Imagem: Kristina Alexanderson/Flickr)

Wikipédia foi lançada em 2001 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Inteligência artificial (imagem ilustrativa: Max Pixel)
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Ancine ganha mais poder para bloquear sites de pirataria

Ilustração com um símbolo de caveira vazado, revelando TVs sintonizadas em canais variados
Mudança deve acelerar bloqueio de sites e plataformas que distribuem conteúdo pirata (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Ancine aprovou uma norma que permite bloquear sites piratas sem denúncia prévia dos donos dos direitos autorais.
  • A Anatel ficará responsável por executar o bloqueio de domínios e IPs, após ser acionada pela Ancine.
  • Provedores de conexão, redes de publicidade e empresas de pagamento podem ser notificados, mas usuários finais não serão afetados.

A Ancine (Agência Nacional do Cinema) aprovou nesta semana uma instrução normativa que regulamenta o bloqueio administrativo de sites e aplicativos de pirataria digital. Com a nova regra, a agência poderá instaurar processos e determinar o bloqueio de plataformas ilegais por iniciativa própria, sem depender de denúncia prévia dos donos dos direitos autorais.

De acordo com o portal especializado TeleSíntese, a medida regulamenta os procedimentos previstos na Lei 14.815/2024 e entra em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União.

O objetivo, segundo a agência, é agilizar as ações contra a distribuição não autorizada de obras audiovisuais e inviabilizar o modelo de negócio dos infratores. Dessa forma, quando a Ancine identificar uma irregularidade — ou receber uma notificação formal com evidências como URLs e IPs —, ela notificará o responsável pelo site pirata, que terá 48 horas para remover o conteúdo ou apresentar defesa.

Caso a plataforma ignore a ordem ou tenha a justificativa rejeitada, a agência avança para a fase de sanções. Nela, a Ancine acionará a Anatel para executar o bloqueio dos domínios e IPs na infraestrutura de internet. As duas agências já firmaram um acordo de cooperação, no ano passado, para garantir o bloqueio de sites de conteúdos audiovisuais piratas.

Para asfixiar a operação financeiramente, a agência também poderá notificar provedores de conexão, redes de publicidade e empresas de meios de pagamento, com o objetivo de impedir transações e cortar a monetização da plataforma infratora.

Mudanças não afetam usuário final

Foto por LiadePaula/MinC/Flickr
Medida da agência não responsabiliza usuários pelo consumo de conteúdo pirata (imagem: reprodução)

Apesar do rigor contra as plataformas, não há novidades para seus adeptos. De acordo com a norma, a Ancine não deve tomar nenhuma ação contra o usuário final dos serviços.

O texto também prevê punições para falsas denúncias de direitos autorais. Notificantes que prestarem informações erradas ou agirem de má-fé responderão legalmente.

A diretoria da Ancine determinou a criação de relatórios semestrais de transparência para prestar contas sobre a eficiência dos bloqueios. O texto prevê acordos de cooperação voluntária com plataformas digitais para agilizar remoções consensuais de conteúdo.

Ancine ganha mais poder para bloquear sites de pirataria

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

Ilustração de celular na mão com o logo do iFood na tela
iFood usa inteligência artificial para tornar buscas mais precisas no app (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O iFood atualizou o sistema de busca com inteligência artificial, reduzindo em 20% o tempo médio entre pesquisa e pedido.
  • A busca agora reconhece termos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente, com suporte a mais de 20 modelos de IA.
  • A taxa de conversão aumentou mais de 10% entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026, com filtros dinâmicos adaptando-se ao tipo de busca.

O iFood anuncia nesta sexta-feira (27) mudanças no sistema de busca do app, com o objetivo de tornar a navegação mais eficiente para os clientes. A empresa passou a usar inteligência artificial para refinar os resultados e facilitar a localização de itens dentro do aplicativo.

O iFood revelou ao Tecnoblog que o tempo médio entre a pesquisa e a finalização de um pedido caiu cerca de 20%, porém sem informar os números absolutos. A novidade já está disponível para todos os clientes da plataforma, tanto no Android quanto no iPhone.

O que muda na busca do iFood?

A principal alteração está na forma como o sistema interpreta os termos digitados. Antes focado em buscas mais genéricas, o app agora reconhece pedidos mais específicos, exibindo resultados alinhados à intenção do cliente.

Na prática, os clientes que antes pesquisavam por “pizza” agora podem buscar por “pizza de calabresa com queijo” ou “pizza pequena”. Os exemplos compartilhados conosco incluem “fralda infantil XG” (em vez de apenas “fralda”), “Coca-Cola Zero 2L” e “picolé diet”.

A mudança é sustentada por mais de 20 modelos de inteligência artificial, que priorizam a exibição direta de produtos, e não apenas de estabelecimentos.

Como a IA impacta os pedidos?

Nova busca do iFood destaca produtos específicos e usa filtros dinâmicos.
Nova busca do iFood destaca produtos específicos e usa filtros dinâmicos (imagem: divulgação/iFood)

Além disso, o iFood implementou filtros dinâmicos, que se adaptam ao tipo de busca. Ao procurar por pizza, por exemplo, o cliente pode filtrar rapidamente por sabor, tamanho ou promoções. Já em buscas por hambúrguer, surgem opções relacionadas a tipos de proteína. Em produtos como fraldas, os filtros priorizam tamanho e marca.

O avanço está ligado ao uso de modelos de busca semântica e de intenção, capazes de interpretar com mais precisão o que o cliente deseja encontrar. Além de simplificar a jornada de compra, a empresa afirma que a mudança também amplia a visibilidade dos produtos oferecidos por parceiros.

Os efeitos da nova busca já aparecem em indicadores internos. A taxa de conversão — clientes que pesquisam e concluem a compra — cresceu mais de 10% na comparação entre fevereiro de 2025 e fevereiro de 2026.

iFood aposta em IA e melhora busca por itens específicos

Código de confirmação do iFood é essencial para o login (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nova busca do iFood destaca produtos específicos e usa filtros dinâmicos (imagem: divulgação/iFood)
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Seu Direito Digital: Europa esbarra em dificuldades para regular IA

Quinta-feira é dia da coluna Seu Direito Digital no Olhar Digital News. O consultor de privacidade e segurança Leandro Alvarenga repercute os principais assuntos jurídicos no setor de tecnologia e tira as dúvidas dos nossos leitores.

Europa esbarra em dificuldades para regular IA 

O adiamento de prazos da Lei de Inteligência Artificial da União Europeia evidencia os desafios práticos de implementar regras para uma tecnologia em rápida evolução. O adiamento sinaliza dificuldades para regular a tecnologia? 

Meta firma acordo para combater exploração de menores na internet 

Um acordo firmado entre o Ministério Público e a Meta estabelece novas obrigações para combater a exploração de crianças e adolescentes nas redes sociais. A medida prevê monitoramento ativo de perfis, criação de mecanismos de denúncia e restrições ao uso de ferramentas de monetização, além de sanções em caso de descumprimento, reforçando a responsabilização das plataformas na proteção de usuários mais vulneráveis. O que muda na prática com esse acordo? 

Homem é preso quatro vezes por engano após falhas no reconhecimento facial 

O caso de um morador de São Paulo detido repetidamente por erro do Smart Sampa, sistema de reconhecimento facial, levanta questionamentos sobre a confiabilidade e os riscos dessa tecnologia. Após ser identificado de forma equivocada como foragido, ele foi conduzido à delegacia em diferentes ocasiões. Esse caso revela problemas estruturais do sistema de reconhecimento facial? 

O post Seu Direito Digital: Europa esbarra em dificuldades para regular IA apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6986 (quinta, 26/03)

O sorteio do concurso 6986 da Quina aconteceu na noite de quinta-feira (26), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 7,2 milhões.

Os números sorteados da Quina 6986 foram: 18 – 26 – 44 – 51 – 73.

Resultado da Quina 6986

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A Quina acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 8,5 milhões.

Teve ganhador na Quina hoje?

Nenhuma aposta acertou as cinco dezenas. 31 apostas acertaram quatro números e ganharam R$ 12.555,903.260 apostas acertaram três dezenas e levarão R$ 113,71. 81.028 apostas obtiveram dois acertos e receberão R$ 4,57.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 6985 desta quarta-feira (25) é: 04 – 09 – 39 – 43 – 73.

Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 6987 e ele acontece na sexta-feira, 27 de março de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 6985 (25/03/2026): 04 – 09 – 39 – 43 – 73
  • Quina 6984 (24/03/2026): 04 – 15 – 19 – 21 – 58
  • Quina 6983 (23/03/2026): 24 – 38 – 46 – 77 – 79
  • Quina 6982 (21/03/2026): 21 – 25 – 26 – 42 – 46
  • Quina 6981 (20/03/2026): 07 – 29 – 39 – 59 – 78
  • Quina 6980 (19/03/2026): 07 – 08 – 66 – 76 – 80
  • Quina 6979 (18/03/2026): 20 – 23 – 27 – 32 – 42
  • Quina 6978 (17/03/2026): 09 – 10 – 26 – 44 – 72
  • Quina 6977 (16/03/2026): 06 – 18 – 43 – 56 – 63
  • Quina 6976 (14/03/2026): 04 – 24 – 25 – 62 – 78

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

O post Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6986 (quinta, 26/03) apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Resultado da Lotofácil de hoje: veja números e ganhadores do concurso 3646 (quinta, 26/03)

O sorteio do concurso 3646 da Lotofácil aconteceu na noite desta quinta-feira (26), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 2 milhões.

Os números sorteados da Lotofácil 3646 foram: 01 – 03 – 05 – 07 – 08 – 11 – 13 – 15 – 16 – 18 – 19 – 20 – 23 – 24 – 25.

Resultado da Lotofácil 3646

Confira os números sorteados da Lotofácil de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Lotofácil de hoje acumulou?

A Lotofácil não acumulou. A estimativa de prêmio do próximo concurso da Lotofácil é de R$ 2 milhões.

Teve ganhador na Lotofácil hoje?

Uma aposta de São Paulo (SP) acertou as 15 dezenas e vai levar para casa R$ 1.058.039,24388 apostas acertaram 14 números e ganharam R$ 816,8112.535 apostas acertaram 13 dezenas e levarão R$ 35,00. 133.146 apostas obtiveram 12 acertos e receberão R$ 14,00. Por fim, 552.653 apostas tiveram 11 dezenas sorteadas e foram premiadas com R$ 7,00.

Qual é o último resultado da Lotofácil?

O resultado da Lotofácil 3645 desta quarta-feira (25) é: 01 – 03 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 25.

Quando é o próximo sorteio da Lotofácil?

próximo sorteio é o 3647 e ele acontece na sexta-feira, 27 de março de 2026.

Leia mais:

Últimos resultados da Lotofácil

Os dez últimos resultados dos sorteios da Lotofácil foram:

  • Lotofácil 3645 (25/03/2026): 01 – 03 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 12 – 13 – 15 – 17 – 18 – 19 – 21 – 25
  • Lotofácil 3644 (24/03/2026): 01 – 04 – 05 – 09 – 10 – 11 – 13 – 14 – 19 – 20 – 21 – 22 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3643 (23/03/2026): 03 – 04 – 05 – 06 – 08 – 09 – 10 – 13 – 17 – 19 – 20 – 22 – 23 – 24 – 25
  • Lotofácil 3642 (21/03/2026): 01 – 02 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 12 – 13 – 14 – 18 – 20 – 23 – 25
  • Lotofácil 3641 (20/03/2026): 01 – 02 – 03 – 05 – 06 – 09 – 10 – 13 – 14 – 16 – 19 – 20 – 21 – 22 – 25
  • Lotofácil 3640 (19/03/2026): 01 – 04 – 06 – 07 – 09 – 10 – 11 – 13 – 14 – 15 – 16 – 18 – 19 – 22 -24
  • Lotofácil 3639 (18/03/2026): 01 – 03 – 04 – 05 – 06 – 07 – 09 – 10 – 11 – 12 – 13 – 15 – 18 – 23 – 25
  • Lotofácil 3638 (17/03/2026): 02 – 03 – 06 – 07 – 08 – 10 – 11 – 13 – 15 – 18 – 19 – 20 – 22 – 24 – 25
  • Lotofácil 3637 (16/03/2026): 03 – 04 – 06 – 07 – 08 – 09 – 10 – 11 – 12 – 16 – 17 – 20 – 21 – 22 – 25
  • Lotofácil 3636 (14/03/2026): 01 – 02 – 03 – 04 – 05 – 06 – 12 – 13 – 15 – 16 – 17 – 18 – 22 – 24 – 25

Como resgatar o prêmio da Lotofácil

Ao ganhar na Lotofácil, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quantos números posso escolher para apostar na Lotofácil?

No volante, seja em papel ou digital, há 25 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 15 números e custa R$ 3,50. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

Qual é a maior aposta que posso fazer na Lotofácil?

A maior aposta é de 20 números. O preço dessa aposta é de R$ 54.264,00.

Como aumentar as chances de ganhar na Lotofácil?

Para aumentar suas chances na Lotofácil, o valor da cota depende da quantidade de dezenas e cotas disponíveis. Você encontra bolão com cota a partir de R$ 4,50.

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OpenAI recua e suspende chatbot erótico por tempo indeterminado

Arte com o logotipo da OpenAI. À direita, há a imagem da sombra de uma pessoa mexendo em um celular. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
OpenAI suspendeu o mecanismo de interações eróticas no chatbot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI suspendeu o projeto de chatbot erótico devido a críticas internas e pressão de investidores.
  • Desafios técnicos e regulatórios teriam dificultado a implementação segura do “modo adulto”.
  • Segundo o Financial Times, preocupações sobre os riscos emocionais e exposição de menores a conteúdos sensíveis também pesaram na decisão.

A OpenAI decidiu suspender, sem prazo definido, os planos de lançar um chatbot com interações eróticas. A iniciativa, que vinha sendo discutida internamente, acabou deixada de lado após preocupações levantadas por funcionários e investidores, segundo informações do Financial Times.

A proposta previa um “modo adulto” dentro do ChatGPT, mas o projeto passou a enfrentar resistência. As principais queixas, segundo o jornal, envolvem o risco de incentivar vínculos emocionais com sistemas de IA e a possibilidade de exposição indevida de menores a conteúdos sensíveis.

Por que o projeto foi interrompido?

A decisão estaria ligada à falta de estudos conclusivos sobre os efeitos de interações com conteúdo sexual em sistemas de inteligência artificial. Ao jornal, a OpenAI afirmou que pretende aprofundar pesquisas antes de tomar qualquer decisão definitiva, destacando que ainda não há “evidência empírica” suficiente sobre o tema.

Internamente, o projeto também teria gerado desconforto. Parte da equipe questionou se a criação de um produto com apelo romântico ou sexual estaria alinhada à missão da empresa. “A IA não deveria substituir seus amigos ou sua família; você deve ter conexões humanas”, disse um ex-funcionário que, segundo o Financial Times, deixou a empresa por esse problema.

Além disso, houve pressão de investidores, que avaliaram os riscos reputacionais e o retorno financeiro limitado da iniciativa. Vale lembrar que, na terça-feira (24/03), a OpenAI decidiu encerrar de forma abrupta o Sora, sua ferramenta de vídeos de IA.

Limites técnicos e legais

A criação de um modelo voltado a interações adultas também teria esbarrado em desafios técnicos. Sistemas de IA costumam ser treinados para evitar esse tipo de conteúdo, o que dificulta reverter essas restrições com segurança.

Um dos principais pontos seria a verificação de idade para acesso ao modo adulto. Soma-se a isso a pressão regulatória: casos envolvendo conteúdos prejudiciais a menores já levaram a OpenAI à Justiça.

Concorrentes também enfrentam críticas ao explorar recursos semelhantes. A xAI, por exemplo, foi alvo de reações negativas após o Grok gerar imagens sensíveis envolvendo pessoas reais.

OpenAI recua e suspende chatbot erótico por tempo indeterminado

ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Meta faz nova rodada de demissões para priorizar IA

Ilustração com a marca da Meta e o avatar de Mark Zuckerberg
Meta promove cortes em diferentes áreas da empresa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta realizou demissões em várias áreas, incluindo Reality Labs, para focar em inteligência artificial.
  • Segundo a CNBC, a empresa ofereceu a alguns funcionários a chance de mudar de função, mas exigindo mudança de cidade.
  • A Meta continua investindo em dispositivos vestíveis e soluções de IA, mas tem abandonado gradualmente o metaverso.

A Meta iniciou uma nova rodada de demissões que afeta centenas de funcionários em diferentes áreas da companhia, incluindo operações globais, recrutamento, vendas, Facebook e a divisão de realidade virtual Reality Labs, segundo informações da CNBC.

Os cortes acontecem em um momento de reestruturação interna, com a empresa redirecionando recursos para inteligência artificial. Segundo o jornal, parte dos colaboradores impactados recebeu oferta para migrar de função dentro da companhia, embora algumas dessas oportunidades exijam mudança de cidade.

Funcionários orientados a trabalhar de casa

Segundo o Business Insider, alguns funcionários foram orientados a trabalhar remotamente, em meio à iminência de demissão. De acordo com um porta-voz da empresa, as “equipes da Meta se reestruturam ou implementam mudanças regularmente para garantir que estejam na melhor posição para atingir seus objetivos”.

Nos últimos meses, a Meta já vinha sinalizando mudanças: a movimentação faz parte de um ajuste na estratégia da empresa, que vem priorizando investimentos em IA para competir com rivais como OpenAI, Google e Anthropic.

De acordo com a CNBC, em janeiro, a companhia cortou mais de mil postos ligados à Reality Labs, o equivalente a cerca de 10% da unidade responsável por produtos como os headsets Quest e a plataforma Horizon Worlds.

Além disso, há relatos de que a empresa estuda medidas mais amplas de redução de custos, com estimativas indicando a possibilidade de cortes que poderiam atingir uma parcela significativa da força de trabalho global.

O que acontece com a Reality Labs?

A divisão Reality Labs, voltada ao desenvolvimento de realidade virtual e aumentada, tem sido uma das mais impactadas pelas mudanças. A Meta, inclusive, tem abandonado cada vez mais o metaverso.

Ao mesmo tempo, a Meta segue investindo em outras áreas consideradas estratégicas, como dispositivos vestíveis e soluções baseadas em IA. A divisão de wearables — que inclui óculos inteligentes e iniciativas de realidade aumentada — é considerada uma das áreas estratégicas de investimento da empresa.

Outro ponto relevante é a criação de novos pacotes de remuneração em ações para executivos de alto escalão, como forma de retenção em meio ao reposicionamento da empresa. Segundo a Meta, esses incentivos estão atrelados ao desempenho futuro e só terão valor caso metas ambiciosas sejam atingidas.

Meta faz nova rodada de demissões para priorizar IA

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Empresa realizou cortes em várias áreas, incluindo a Reality Labs. Funcionários teriam sido orientados a trabalhar de casa sob risco iminente de demissão.

Meta e avatar de Mark Zuckerberg (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Embraer testa carro voador durante apresentação de caça

A Embraer realizou, nesta quarta-feira (25), uma demonstração de voo de um protótipo de carro voador, conhecido como aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL), durante o evento de apresentação do caça F-39E Gripen, no aeródromo da empresa em Gavião Peixoto (SP).

A cerimônia marcou a divulgação do primeiro caça supersônico produzido no Brasil e reuniu autoridades e representantes do setor aeronáutico.

Durante a programação, a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer voltada à mobilidade aérea urbana, apresentou o protótipo de engenharia de seu eVTOL.

O voo de demonstração foi realizado com sucesso e marcou um novo avanço na campanha de testes do modelo, que segue em desenvolvimento e ainda depende de certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) para entrar em operação.

Financiamentos de eVTOLs cresce

  • Segundo o BNDES, o projeto dos eVTOLs já acumula mais de 2,9 mil pedidos de reserva em 13 países, com potencial de gerar US$ 14,5 bilhões (R$ 75,9 bilhões) em receita;
  • Desde 2023, o banco aprovou R$ 1,2 bilhão para apoiar o desenvolvimento da tecnologia em diferentes fases;
  • Em paralelo, a Eve também recebeu mais de R$ 1,4 bilhão em financiamentos desde 2022, além de apoio da Finep, que aprovou até R$ 90 milhões em subvenção econômica;
  • O protótipo da Eve já soma 35 voos realizados desde o primeiro teste, em dezembro de 2025, acumulando quase uma hora e meia de tempo de voo;
  • A aeronave atingiu cerca de 43 metros de altura e demonstrou comportamento consistente, inclusive em manobras com entradas simultâneas em três eixos, segundo informações da Eve;
  • Os resultados preliminares indicam ganhos de eficiência, com desempenho de propulsão e de bateria acima das hipóteses iniciais, enquanto os níveis de ruído ficaram dentro das projeções e significativamente abaixo dos helicópteros.

Até o momento, os testes foram conduzidos em baixas velocidades, de até aproximadamente 28 km/h, permitindo validar leis de controle, eficiência aerodinâmica dos rotores, comportamento térmico e o modelo de propulsão. A empresa planeja expandir o envelope de voo, com testes em velocidades mais elevadas, podendo atingir até cerca de 56 km/h nos próximos dias.

eVTOL no ar
(Imagem: Divulgação/Eve Air Mobility)

Leia mais:

“Estamos avançando com disciplina e consistência em nossa campanha de testes, reduzindo riscos e consolidando as bases para futuros voos para a certificação. Os resultados obtidos nesses primeiros meses de campanha pós-primeiro voo, em dezembro de 2025, reforçam nossa confiança na arquitetura da aeronave e na capacidade de entregar uma solução segura, eficiente e escalável para o mercado de mobilidade aérea urbana”, afirmou Johann Bordais, CEO da Eve.

Além dos testes em voo, a empresa concluiu atividades em solo, como a calibração de sensores responsáveis pela medição das cargas aerodinâmicas. Essas etapas fazem parte do processo de ampliação do envelope de voo e preparação para futuras fases de certificação, que dependem da aprovação das autoridades regulatórias.

“A Embraer tem mais de cinco décadas de expertise comprovada no desenvolvimento e certificação de aeronaves e ver esse conhecimento aplicado ao programa da Eve reforça o nosso compromisso com a inovação e com o futuro da aviação sustentável. Acreditamos no grande potencial do mercado global de mobilidade aérea urbana e vemos a Eve posicionada para ser uma das líderes dessa indústria”, afirmou Francisco Gomes Neto, presidente e CEO da Embraer.

Produção do carro voador da Embraer

Os eVTOLs estão sendo produzidos em Taubaté (SP), em planta com capacidade para fabricar até 480 unidades por ano. O modelo tem capacidade para cinco pessoasquatro passageiros e um piloto — e autonomia de até 100 quilômetros, o que permite realizar trajetos urbanos curtos, como conexões entre cidades e centros comerciais.

A expectativa da Eve é iniciar as entregas e as operações comerciais em 2027. A empresa projeta que a frota global de eVTOLs pode chegar a 30 mil unidades até 2045, transportando mais de três bilhões de passageiros no período. A estimativa é que a operação e a venda dessas aeronaves gerem receita de US$ 280 bilhões (R$ 1,4 trilhão) até 2045.

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iPhone 17 (256 GB) recebe 22% de desconto em oferta na Amazon

R$ 7.999,0022% OFF

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O iPhone 17 de 256 GB está em oferta por R$ 6.236 no Pix na Amazon. O celular da Apple que se destaca pela tela OLED de 120 Hz e pelas câmeras de 48 MP recebe um desconto de 22% em relação ao valor original de R$ 7.999.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz, chip A19 e 12 GB de RAM

Modelo de entrada da linha 2025 de celulares da Apple, o iPhone 17 possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece cores fiéis, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. A tela é revestida pelo vidro Ceramic Shield 2 três vezes mais resistente contra arranhões e pancadas.

O chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM entregam desempenho de ponta na execução de multitarefa, apps mais exigentes e soluções de Inteligência Artificial (IA) do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento são espaço interno mais do que suficiente para guardar vídeos, arquivos e fotos.

O corpo de alumínio é revestido pelo vidro Ceramic Shield 2 na traseira e reforçado pela certificação IP68 que garante proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
Câmeras wide e ultrawide do iPhone 17 são ambas de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras é composto de uma wide com estabilização óptica de imagem (OIS) e uma ultrawide, ambas de 48 MP e que captam cenas em grande campo de visão. A câmera frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem sem precisar virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Na conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple. Além disso, é compatível com MagSafe e carregamento rápido de até 25 W, que vai de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular está saindo por R$ 6.236 no Pix na Amazon, um abatimento de 22% frente ao preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) recebe 22% de desconto em oferta na Amazon

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iPhone 17 de 256 GB conta com tela OLED de 120 Hz, chip A19 e câmeras de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 22% no Pix sobre o preço de lançamento
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Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Imagem promocional mostra um smartphone em um fundo preto, com a parte da bateria destacada com uma arte que ilustra a capacidade de 10.001 miliampere-hora
Realme P4 Power tem bateria de 10.001 mAh (imagem: divulgação)
Resumo
  • Realme P4 Power foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no Brasil.
  • O celular possui bateria de 10.001 mAh e carregador de 80 W.
  • Ele será fabricado na China ou em Manaus e virá com NFC.

Agora vai: o Realme P4 Power, anunciado no final de janeiro na Índia, já pode ser vendido no Brasil. A certificação do smartphone, com código de modelo RMX5107, foi emitida pela Anatel na segunda-feira (23/03), conforme documentos vistos pelo Tecnoblog.

O modelo se destaca pela enorme bateria (que a Realme chama de Titan), com capacidade de 10.001 mAh típicos (9.900 nominais), inserida num smartphone que possui meros 9,1 milímetros de espessura, graças ao uso de ânodos de silício-carbono. O componente tem código de modelo BLPE07 e também já foi aprovado pela agência reguladora.

Imagem mostra um documento de certificação da Anatel
Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Para recarregar tamanha bateria, a caixa (que também terá cabo USB, capinha, ferramenta para abrir a bandeja de chip e manuais) inclui o carregador VCB8OABH de 80 W. Este carregador também é utilizado por modelos da Oppo, dona da Realme.

O P4 Power não abre mão de um chip decente, mesmo com uma bateria grande: ele utiliza o SoC Dimensity 7400 Ultra da MediaTek, fabricado no processo de 4 nm da TSMC e com desempenho adequado para a faixa intermediária.

Imagem mostra a bateria do Realme P4 Power sobre uma mesa
Bateria do Realme P4 Power durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

São 8 ou 12 GB de RAM e 128 ou 256 GB de memória interna, duas câmeras traseiras (50 e 8 megapixels), câmera frontal de 16 megapixels e tela AMOLED com taxa de atualização de 144 Hz. Tudo isso rodando o Android 16 (com atualizações prometidas até o Android 20) e com peso de 219 gramas.

Imagem mostra a traseira do P4 Power da Realme. O celular é da cor laranja
Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Curiosamente, a certificação brasileira conta com a presença de NFC, recurso que não está presente no modelo indiano. A certificação também revela que ele será fabricado pela Realme na China ou pela Digitron em Manaus (AM).

Qual o preço?

Na Índia, o modelo é vendido a partir de 26.499 rúpias, quase R$ 1.500 em conversão direta. No Brasil, continuamos sem previsão de lançamento ou valores oficiais, mas a fabricante já indicou que lançará o modelo em nosso país.

Realme P4 Power, com bateria de powerbank, agora pode ser vendido no Brasil

Certificado de homologação do Realme P4 Power (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Realme P4 Power na cor Flash Orange durante a certificação (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
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IA vai reduzir jornada de trabalho sem afetar salários, diz bilionário

Mark Cuban, empresário e investidor, afirma que IA pode reduzir a jornada de trabalho sem cortar salários.
IA vai reduzir a jornada de trabalho, afirma o bilionário Mark Cuban (imagem: reprodução)
Resumo
  • O bilionário Mark Cuban afirma que a inteligência artificial permitirá reduzir a jornada de trabalho em até uma hora diária, sem afetar salários.
  • Cuban acredita que empresas adotarão políticas formais para encurtar o expediente, devolvendo o tempo economizado com automação aos funcionários.
  • Ele destaca que o uso de agentes de IA dentro das empresas será crucial para aumentar a produtividade.

A inteligência artificial pode provocar uma mudança direta na rotina de trabalho nos próximos anos. Para o empresário bilionário e investidor Mark Cuban, a tecnologia vai permitir que empresas reduzam a carga horária diária sem impacto nos salários.

A avaliação foi publicada pelo próprio investidor no X/Twitter. De acordo com Cuban, as companhias devem adotar políticas formais para encurtar o expediente. A ideia, segundo ele, é que o tempo economizado com automação seja devolvido aos funcionários.

Menos trabalho e mais IA

Smart, bigger companies will enable their employees to create and use agents (within security guardrails ), improve their productively but MOST IMPORTANTLY, they will reduce their work day by an hour to start. Same pay.

Reward people doing the daily with more time.

I get… https://t.co/jmuc2qqvIG

— Mark Cuban (@mcuban) March 22, 2026

Na visão de Cuban, o uso de agentes de IA dentro das empresas será determinante para essa transformação. “Empresas maiores e mais inteligentes vão permitir que seus funcionários criem e utilizem agentes (dentro de limites de segurança), aumentando sua produtividade”, escreveu. “Mas, mais importante, elas vão reduzir a jornada de trabalho em uma hora, para começar. Com o mesmo salário”.

O empresário também observa que o trabalho remoto já alterou, na prática, o controle rígido de horários. Ainda assim, acredita que empresas mais estratégicas devem oficializar essa mudança. “É um passo que define o tom dentro de uma empresa”, afirmou.

A análise parte da experiência do próprio Cuban com tecnologia. Além de ser um dos donos do clube de basquete Dallas Mavericks, ele é conhecido por investimentos em startups e por ter vendido a Broadcast.com por bilhões.

Cuban afirma já ter utilizado dezenas de aplicativos de IA em sua rotina de trabalho, o que teria lhe dado uma visão concreta sobre o potencial de economia de tempo proporcionado por essas ferramentas.

Inteligência artificial (imagem ilustrativa: Max Pixel)
IA pode ser usada para automatizar tarefas (imagem ilustrativa: Max Pixel)

Fim do modelo tradicional de trabalho?

A revista Fortune lembra que o modelo clássico de trabalho, de 40 horas semanais e popularizado por Henry Ford, pouco mudou ao longo do tempo. No entanto, o trabalho remoto e os hábitos pós-pandemia fizeram profissionais reorganizarem suas rotinas, diminuindo o ritmo no fim do dia e adaptando horários para equilibrar produtividade e compromissos pessoais.

Para Cuban, reduzir a jornada sem cortar salários poderia ser um benefício, mas também uma forma de devolver aos trabalhadores o tempo economizado com o uso de IA. O discurso, vale lembrar, dialoga com as declarações de Elon Musk meses atrás.

Será?

IA vai reduzir jornada de trabalho sem afetar salários, diz bilionário

Inteligência artificial (imagem ilustrativa: Max Pixel)
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