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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa finalmente sobe com exterior; SANB11 dispara 12%

Ibovespa Hoje

  • Ibovespa não consegue abrir na hora padrão e abre apenas 12h30, com duas horas e meia de atraso; índice sobe a 177,8 mil pontos.
  • Dólar comercial apresenta leve alta, a R$ 5,07; juros futuros abrem com altas por toda a curva.
  • B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão.
  • “Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa.

Confira as últimas dos mercados

update 17h00

Principais índices em Nova York fecham com altas confortáveis; semana termina bastante positiva, mas julho fecha misto

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após turbulências do setor na Ásia e o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.
Dia (%) Semana (%) Julho (%)
Dow Jones 0,58 1,04 0,32
S&P 500 0,70 1,05 -0,13
Nasdaq 1,00 1,59 -3,20
 
update 16h55

Ibovespa fecha, preliminarmente, com alta de 0,57%, aos 178.161,46 pontos

update 16h51

Minutos finais e Ibovespa avança 0,58%, aos 178.178,27 pontos

update 16h47

Embraer (EMBJ3) segue com alta confortável: mais 1,06%, a R$ 87,05

update 16h46

Preço do petróleo sobe após Irã anunciar que interceptou navios no Estreito de Ormuz

O Irã informou que outros quatro petroleiros voltaram atrás após a intervenção de suas forças.

update 16h42

Santander (SANB11) segue com forte alta: mais 13,78%, a R$ 28,73

update 16h40

ONU: El Niño deve se intensificar em agosto e agravar crises climáticas globais

Fenômeno combinado com “Dipolo do Oceano Índico positivo” pode amplificar secas, inundações e riscos de incêndios florestais.

update 16h37

Small caps: nos minutos finais, a maior alta é de ARML3, com mais 3,53%, seguida de LJQQ3, com mais 3,31%

update 16h36

Small caps: nos minutos finais, a maior baixa é de ONCO3, com menos 6,90%, seguida de PCAR3, com menos 5,47%

update 16h33

Na reta final, Ibovespa Futuro (INDFUT) avança 0,71%, aos 178.865 pontos

update 16h31

Imea: colheita de milho de Mato Grosso está perto do fim

A colheita de milho de Mato Grosso está próxima de ser finalizada, com 96,77% da área total do estado sendo colhida até esta sexta-feira, alta semanal de 6,11 pontos percentuais, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). A colheita de algodão no estado, também o maior produtor brasileiro da pluma, avançou 15,56 pontos percentuais em relação à semana anterior para 28,67% da área total, segundo o instituto ligado aos produtores. O total colhido de algodão está atrás do índice registrado na média histórica para esta época (31,18%). (Reuters)

update 16h26

Ibovespa: EMBJ3 é a maior alta do mês, com mais de 30%; veja as demais

Julho (%)Dia (%)
EMBJ336,120,77
MOTV326,21-1,07
BRAP421,081,29
MULT320,28-0,14
NATU320,141,44
update 16h24

Ibovespa: GGBR4 é a maior queda de julho; veja as outras

Julho (%)Dia (%)
GGBR4-18,460,72
KLBN11-14,151,11
PETR4-14,001,33
SMFT3-13,61-1,25
CMIN3-11,89-0,52
update 16h23

Ibovespa: MBRF3 é a maior alta da semana; confira

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
HAPV313,712,45
TOTS312,67-0,58
COGN311,060,00
SANB118,9613,66
update 16h21

Ibovespa: USIM5 é a maior baixa da semana; veja

Semana (%)Dia (%)
USIM5-13,92-3,31
TIMS3-10,25-0,16
CSNA3-8,96-1,41
VIVT3-7,070,64
CXSE3-4,890,60
update 16h21

Azul (AZUL3) mantém queda e recua 1,34%

update 16h16

Small caps: ARML3 é a maior alta de julho; confira as outras

Julho (%)Dia (%)
ARML321,094,71
GOAU418,89-0,09
RCSL317,95-2,13
PCAR312,55-5,11
CASH311,822,02
update 16h14

Small caps: GFSA3 é a maior baixa de julho; veja a lista

Julho (%)Dia (%)
GFSA3-74,770,00
ONCO3-56,10-6,90
MEAL3-36,461,67
TTEN3-21,59-1,91
DIRR3-18,39-0,87
update 16h12

Small caps: MBRF3 é a maior alta da semana; veja as outras

Semana (%)Dia (%)
MBRF317,92-2,56
SEQL316,670,00
LJQQ311,613,31
COGN311,060,00
ARML39,884,71
update 16h11

Casas Bahia (BHIA3) perde força e cai para o negativo com -1,27%

update 16h11

Small caps: TTEN3 é a maior baixa da semana, com queda acima de 20%; veja as demais

Semana (%)Dia (%)
TTEN3-21,22-1,91
GFSA3-20,000,00
USIM3-14,64-3,14
USIM5-13,21-2,52
ENJU3-11,251,43
update 15h58

Hypera (HYPE3) recua 1,20%

update 15h52

Petróleo: Brent com vencimento em setembro fecha com alta de 1,22%, a US$ 90,12

update 15h50

Braskem (BRKM5) recua 0,67%

update 15h44

Ganhos aumentam e Ibovespa tem nova máxima no dia: +0,85%, com 178.660 pontos

update 15h39

Ibovespa amplia ganhos e atualiza máxima com +0,82% a 178.613 pontos

update 15h36

Petróleo: WTI com vencimento em setembro fecha com alta de 1,29%, a US$ 84,67

update 15h30

Supermercadistas operam com mistas: ASAI3, +0,24%; GMAT3, +0,25%; PCAR3, -3,65%

update 15h24

Axia Energia (AXIA3) tem alta de 0,32%

update 15h19

Siderúrgicas operam com mistas: GGBR4, +1,20%; GOAU4, +0,55%; USIM5, -1,85%; CSNA3, -1,21%

update 15h14

Embraer (EMBJ3) mantém ritmo e tem alta de 0,84%

update 15h11

Ibovespa: SANB11 é a ação mais negociada do dia até aqui; veja a lista

NegóciosDia (%)
SANB1122.68113,27
PETR420.3491,52
AXIA315.8270,21
VALE315.3650,59
SBSP313.4621,09
update 15h00

Setor de papel e celulose no azul: SUZB3, +0,70%; KLBN11, +0,66%; RANI3, +0,12%

update 14h51

Magazine Luiza (MGLU3) permanece oscilando e agora tem alta de 0,80%

update 14h50

Ibovespa amplia ganhos e renova máxima do dia com +0,79%, aos 178.457 pontos

update 14h43

Santander (SANB11) mantém destaque com alta de 13,31%

update 14h31

Petrobras amplia ganhos e sobe mais de 1%: PETR3, +1,44%; PETR4, +1,31%

update 14h24

Hapvida (HAVP3) mantém alta e tem +2,0%

update 14h18

Frigoríficos operam com mistas: BEEF3, +1,67%; MBRF3, -2,28%

update 14h11

Vale (VALE3) volta a subir com +0,37%

update 14h06

CVCB3 tem queda de 0,77%

update 13h58

B3 (B3SA3) tem alta de 0,96%

update 13h57

Bradesco (BBDC4, +0,76%) tem a ação mais negociada do dia até então

update 13h50

Construtoras oscilam e agora operam com mistas: MRVE3, +1,06%; TEND3, +0,17%; EZTC3, -1,48%; CURY, -0,49%; DIRR3, -0,17%

update 13h44

MGLU3 troca sinais e volta a cair com -0,20%

update 13h44

EZTC3 contraria setor de construtoras e tem queda de 1,48%

update 13h43

Vale (VALE3) perde força e tem queda a -0,08%

update 13h42

Ambev (ABEV3) reverte queda e avança com +0,38%

update 13h41

Principais índices de Nova York operam com altas

Down Jones: +0,47%
S&P 500: +0,41%
Nasdaq: +0,53%

update 13h35

Petrobras mantém ganhos: PETR3, +0,87%; PETR4, +0,84%

update 13h33

Varejistas revertem queda e sobem para o azul: AMER3, +3,75%; BHIA3, +1,27%; MGLU3, +0,20%

update 13h32

Embraer (EMBJ3) reverte queda e tem alta de 0,58%

update 13h31

Ibovespa amplia ganhos e volta aos 178 mil pontos: +0,58%, com 178.162 pontos

update 13h20

Varejistas operam com mistas: BHIA3, -3,80%; MGLU3, -1,0%; AMER3, +3,75%

update 13h16

Grandes bancos no azul, com destaque para Santander: SANB11, +12,95%; BBDC4, +0,71%; ITUB4, +0,61%; BBAS3, +0,38%

update 13h16

DIs: juros futuros abrem com altas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,8150,010
DI1F2813,9350,080
DI1F2914,1750,095
DI1F3114,4400,085
DI1F3214,5500,080
DI1F3314,6150,080
DI1F3414,6500,085
DI1F3514,6850,080
update 13h12

Vale (VALE3) tem queda de 0,79%

update 13h11

Banco Central informa a PTAX de fechamento com compra a R$ 5,0767 e venda a R$ 5,0773

COMPRAVENDA
Ontem (30)5,07335,0739
1ª parcial5,06985,0704
2ª parcial5,08255,0831
3ª parcial5,07965,0802
4ª parcial5,07485,0754
update 13h10

Problemas na B3: especialista diz que deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início

Joao Henrique Delibaldo, planejador financeiro pela Planejar, diz que já viu situações parecidas em mercados organizados, como o caos que aconteceu hoje na abertura do Ibovespa, “embora sejam eventos raros e normalmente tratados como exceção operacional”. O ponto central, ele diz, “é que o mercado tende a reagir com cautela no primeiro momento, porque a abertura concentra muitas ordens represadas e o leilão inicial passa a ter um papel ainda mais relevante na formação de preço. Sobre volume, eu evitaria dizer que tudo o que deixou de ser negociado pela manhã foi ‘perdido’. Parte desse volume provavelmente é apenas deslocada para o período posterior à abertura, especialmente ordens institucionais, ajustes de carteira e operações que precisam ser executadas no mesmo dia. Mas há, sim, uma perda potencial em operações de curtíssimo prazo, arbitragem, giro de investidores pessoa física e estratégias intradiárias que dependem da janela normal de liquidez. Na prática, o efeito deve ser uma sessão mais concentrada, com maior volume logo após a liberação das negociações e possível aumento de volatilidade no início. Para o investidor comum, a orientação é evitar decisões impulsivas na reabertura, acompanhar os leilões e preferir ordens limitadas em vez de ordens a mercado, porque os preços podem passar por ajustes rápidos até a liquidez se normalizar”.

update 13h01

Varejistas mistos nesta abertura: AMER3, +0,44%; AZZA3, +1,20%; AUAU3, +1,47%; BHIA3, -3,80%; CEAB3, +0,64%; LREN3, estável; MGLU3, -1,59%; RIAA3, -0,51%; VIVA3, -0,23%

update 12h59

VXBR: índice de volatilidade na Bolsa brasileira abre com baixa de 0,68%, aos 19,02 pontos

update 12h59

Vale (VALE3) retorna ao negativo, agora com menos 0,30%, a R$ 75,86

update 12h58

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 3,27%, aos 321.360,00

update 12h58

Índice de Fundos Imobiliários (IFIX) renova alta do dia, com mais 0,11%, aos 3.810,36 pontos

update 12h57

Muitas ações do IBOV que abriram retornaram para leilão, em começo atrasado e tumultuado de pregão desta sexta-feira

update 12h56

Vale (VALE3) vira para alta, com mais 0,22%, a R$ 76,26

update 12h55

Ibovespa sai dos leilões com alta de 0,63%, aos 178.278,38 pontos

update 12h55

Hapvida (HAPV3) vira para alta, com mais 0,36%, a R$ 11,05

update 12h54

Petro juniores sobem nesta abertura: PRIO3, +0,53%; RECV3, +1,14%; BRAV3, +0,44%

update 12h53

Embraer (EMBJ3) já vira para alta, com mais 0,59%, a R$ 86,65

update 12h52

Hapvida (HAPV3) começa com menos 0,09%, a R$ 11,00

update 12h52

Supermercadistas mistos nesta abertura tumultuada: ASAI3, -0,83%; GMAT3, +0,75%; PCAR3, -1,09%

update 12h51

Frigoríficos abrem de forma mista, com BEEF3 subindo 0,84% e MBRF3 caindo 0,22%

update 12h50

Axia Energia (AXIA3) começa com alta de 0,62%, a R$ 53,28

update 12h49

Embraer (EMBJ3) começa dia com baixa de 0,02%, a R$ 86,12

update 12h48

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com alta de 0,03%, aos 2.183,51 pontos

update 12h48

Petrobras inicvia dia com altas contidas de 0,31% (PETR3) e 0,56% (PETR4)

update 12h47

B3 (b3SA3) inicia pregão com alta de 0,19%, a R$ 15,66

update 12h46

Vale (VALE3) abre com baixa de 0,53%, a R$ 75,69, após balanço do 2T26

update 12h46

Ibovespa abre, preliminarmente, com queda de 0,08%, aos 177.018,94 pontos

update 12h45

Ibovespa futuro (INDFUT) faz nova máxima do dia, com mais 0,71%, cotado aos 178.845 pontos

update 12h38

Ibovespa futuro (INDFUT) renova máxima do dia, com mais 0,62%, cotado aos 178.650 pontos

update 12h35

Ibovespa futuro (INDFUT) abre em alta de 0,12%, cotado aos 177.880 pontos

update 12h34

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com baixa de 0,05%, aos 177.565 pontos

update 12h34

ROLOU! Minidólar com vencimento em setembro (WDOU26) começa com alta de 0,22%, cotado a 5.114,50

update 12h32

Minidólar com vencimento em agosto (WDOQ26) começa seu último dia de negociação com alta de 0,21%, cotado a 5.078,00

update 12h21

“Sem precedentes”: mercado repercute B3 fora do ar e impactos futuros para a Bolsa

“Não lembro de ter dado problema nesse nível. Já vi o futuro abrir meia hora depois. Mas isso, de hoje, é novidade. Gera estresse, pois muda a rotina operacional dos operadores”, afirmou à Broadcast, Rubens Cittadin, especialista em renda variável da Manchester Investimentos.

update 12h19

Especialistas alertam para volatilidade nas operações após atraso na abertura da B3

Especialistas ouvidos pelo InfoMoney apontam que o atraso tende a concentrar ordens que seriam executadas ao longo da manhã.

update 12h17

Problemas na B3: comunicado da operadora da Bolsa brasileira reafirma que abertura deve acontecer às 12h30

update 12h13

Futuros do petróleo apresentam altas: WTI tem mais 2,67%, a US$ 85,82; e Brent ganha 1,25%, a US$ 90,14

update 12h06

Banco Central informa terceira parcial PTAX com compra a R$ 5,0796 e venda a R$ 5,0802

update 12h04

Vale (VALE3) tem confiança em dívida perto de US$ 15 bi até fim do ano, diz VP

A companhia divulgou seus resultados do segundo trimestre de 2026 na noite desta quinta-feira.

update 12h02

Congressistas vão ao TCU contra licitação de R$ 1 bi no Porto de Santos

Representação sustenta que área indicada no edital como “não afetada” pela operação portuária está classificada no sentido oposto no Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do porto.

update 11h59

Dólar comercial segue em alta, agora com mais 0,34%, a R$ 5,079 na venda e R$ 5,078 na compra

update 11h47

Russell 2000: índice de small caps nos EUA apresenta uma forte baixa de 1,02%

update 11h46

Principais índices em Nova York perdem força, após abertura consistente; veja cenário atual

  • Dow Jones: +0,01% (na abertura: +0,46%)
  • S&P 500: +0,02% (na abertura: +0,53%)
  • Nasdaq: +0,18% (na abertura: +0,92%)
update 11h36

B3 prevê reabertura do mercado a partir de 12h30 após problemas em Câmara

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 11h33

B3 atualiza sobre a abertura do pregão de hoje; veja os horários

“Informamos que seguimos trabalhando na disponibilização dos arquivos, na abertura da Câmara B3 e na liberação da negociação continua dos ativos e contratos”, diz a B3. Seguem abaixo as atualizações com mais detalhes:

  • BVBG017: divulgado às 9h22
  • Contratos de Dólar (DOL, DR1, FRP0 e FRP1): negociação liberada às 9h35
  • BVBG021 (sem chamada de margem): divulgado às 11h00
  • BVBG021 (complementar): previsão de envio às 12h00
  • Negociação do MiniIndice (WIN) e MIniDolar (WDO): previsão de abertura às 12h30 (com leilão de pré-abertura às 12h28)
  • Negociação de todos os demais ativos e contratos: previsão de abertura a partir das 12h30 (o encerramento dos leilões ocorrera a partir desse horário)
  • Abertura da Câmara B3: previsão de 14h00 (estimativa de horários das grades de liquidação será divulgada em breve)
  • Abertura do BTB: previsão de 14h00
update 11h25

Problemas na B3: comunicados projetam abertura de ativos por volta das 12 horas

update 11h21

Desempenho das pequenas empresas industriais melhora no 2º trimestre, mostra CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que o desempenho das pequenas empresas industriais melhorou no segundo trimestre. De acordo com o Panorama da Pequena Indústria (PPI), o índice que mede a performance das indústrias de pequeno porte, subiu 1,5 ponto em relação ao primeiro trimestre e chegou aos 45,2 pontos. Com o resultado, o indicador está 2,1 pontos acima da média para o trimestre, que é de 43,1 pontos. O patamar registrado nos três primeiros meses do ano foi o menor desde a pandemia de covid-19. O índice de desempenho da pequena indústria é calculado a partir de três variáveis: volume de produção (ou nível de atividade, no caso da construção); utilização da capacidade instalada (ou operacional, no caso da construção) efetiva em relação ao usual; e evolução do número de empregados. Ele vai de 0 a 100 pontos. Quanto maior, melhor o desempenho das pequenas empresas do setor no período.

update 11h12

Banco Central informa segunda parcial PTAX com compra a R$ 5,0825 e venda a R$ 5,0831

update 11h10

Logan/Fed: uma ação modesta na política monetária reduziria a probabilidade de precisar de medidas mais drásticas posteriormente

update 11h09

Logan/Fed: preferia um aumento de 0,25 pp na taxa para melhor equilibrar as perspectivas e riscos

update 11h08

Logan/Fed: sem qualquer restrição monetária, inflação provavelmente continuará acima da meta até que haja um choque inesperado

update 11h07

Logan/Fed: política monetária não está restringindo a economia e a inflação não está a caminho da meta de 2%

update 11h06

Logan/Fed: riscos de inflação são de alta e mercado de trabalho sólido está se fortalecendo um pouco

Lorie K. Logan é presidente do Federal Reserve de Dallas.

update 11h04

Setor público tem déficit primário de R$ 55,313 bilhões em junho, afirma BC

O déficit do mês passado foi mais intenso do que o previsto pela mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de R$ 49,300 bilhões.

update 11h03

Copom: Natalie Victal, da SulAmérica, é “voz dissonante” e defende Selic em pausa

Economista faz distinção entre o “desejo” da autoridade monetária e a “realidade” dos dados: o BC sinaliza preferência em continuar o ciclo de cortes, mas indicadores de atividade e risco fiscal demandam pausa.

update 10h56

Dólar Futuro (DOLFUT) em alta de 0,29%, aos 5.116,50

update 10h50

Dólar comercial renova máxima do dia, com mais 0,50%, a R$ 5,087

update 10h47

Irani (RANI3): resultados do 2T26 em linha com o esperado e melhor sazonalidade à vista, ressalta XP

A Irani (RANI3) reportou resultados do 2T26 em linha com as expectativas da XP, com Ebitda ajustado de R$ 132 milhões, alta de 16% trimestralmente e mais 2% acima da expectativa, enquanto a margem Ebitda atingiu 30,5% (+2,8 p.p. trimestralmente, +0,6 p.p. XPe). Principais destaques foram o volume de caixas de papelão ondulado totalizou 44,0 kt (+5% trimestralmente), superando o mercado brasileiro (+3,5% segundo a Empapel), enquanto os preços permaneceram praticamente estáveis; e os embarques de papel para embalagens atingiram 32,0 kt, refletindo a normalização operacional após as paradas para manutenção no 1T26. Olhando para o futuro, a projeção é de um 3T26E mais construtivo, apoiado por uma melhor sazonalidade nos volumes e pela ausência de interrupções relacionadas ao TG#4, parcialmente compensadas por custos mais elevados de OCC”. A visão segue positiva sobre as ações da Irani.

update 10h40

PP decide ficar neutro nas eleições e esfria tentativa de Flávio por Tereza Cristina

Partido consultou diretórios estaduais e manteve posição de não apoiar candidatos ao Planalto.

update 10h38

Índice de BDRs (BDRX) recua 0,54%, aos 26.002,43 pontos, após abrir em alta

update 10h30

Principais índices em Nova York abrem mais dia com altas confortáveis

Investidores em Wall Street ganharam novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones: +0,46%
  • S&P 500: +0,53%
  • Nasdaq: +0,92%
update 10h29

Dólar comercial tem nova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,01%, a R$ 5,061

update 10h23

Problemas na B3: site da operadora da Bolsa comunica que inúmeras ações ficarão em leilão até por volta do meio-dia

update 10h18

Dólar hoje sobe após tombo na sessão anterior

Dólar caiu quase 1% na véspera, com investidores repercutindo dados de inflação nos EUA.

update 10h15

Problemas na B3: por enquanto, apenas dólar e dólar futuro seguem em negociação, ambos com altas curtas

update 10h09

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,0698 e venda a R$ 5,0704

update 10h04

Problemas na B3: SMLL, IBOV, IFIX não abriram às 10h, como de praxe, apenas o índice de BDRs (BDRX), com mais 0,02%, aos 26.148,64 pontos

update 9h57

Dólar comercial renova mínima do dia, mas ainda em alta, com mais 0,04%, a R$ 5,063

update 9h54

PMI industrial da China cai para 49,2 em julho e indica contração da atividade

Já o PMI composto cedeu para 49,3 em julho, bem abaixo dos 50,6 registrados no mês anterior.

update 9h51

Problemas na B3: por ora, apenas dólar comercial e dólar futuro estão em negociação

update 9h47

Hamas reforça que seu desarmamento depende da retirada de Israel

“O compromisso da ocupação em pôr fim às mortes é o pré-requisito fundamental para prosseguir com a implementação e o estabelecimento de um cronograma para o que foi acordado”, disse o Hamas.

update 9h42

Minério tem maior queda semanal em 6 meses, após contração da indústria na China

O contrato de minério de ferro para setembro mais negociado na Bolsa ⁠de ‌Mercadorias de Dalian (DCE) da China registrou queda de 1,31%, ⁠para 716 iuanes.

update 9h39

Dólar comercial abre com com alta de 0,26%, a R$ 5,075 na venda

update 9h36

Dólar futuro (DOLFUT) abre em alta de 0,21%, cotado aos 5.112,00 pontos

update 9h35

B3 segue sem abrir as negociações de minis, DIs, dólar e futuros

update 9h34

Canadá: salário mínimo no 2T26 sobe 0,90%, acima do 0,80% no 1T26

update 9h33

Canadá: PIB de maio sobe 0,3% em relação a abril, acima da expectativa de mais 0,1%, mas abaixo do 0,5% do mês anterior

update 9h32

Japão pode ter vendido até US$ 59 bilhões em intervenção de compra de ienes

O Japão pode ter vendido até US$ 58,97 bilhões em suas últimas medidas para fortalecer sua moeda, indicaram dados do banco central nesta sexta-feira, sinalizando esforços repetidos para conter a desvalorização do iene. A projeção do Banco do Japão para as condições do mercado monetário para o dia seguinte sugere uma saída líquida de 8,2 trilhões de ienes, em comparação com previsões das corretoras que variam entre um superávit de 1,4 trilhão de ienes e um déficit de 1,73 trilhão de ienes. A atividade de compra de ienes envolve o Banco do Japão retirando a moeda dos mercados, portanto qualquer déficit excessivo de fundos pode servir como uma estimativa do tamanho de uma intervenção. O Japão realizou uma intervenção de compra de ienes e venda de dólares em Nova York na quinta-feira (30), segundo uma fonte do mercado, sua primeira ação desse tipo em três meses, já que a queda da moeda para os níveis mais baixos em quatro décadas ameaçava agravar o custo de vida, já afetado pelo choque energético causado pela guerra no Irã. A medida ocorreu antes da conclusão da reunião de política monetária do Banco do Japão nesta sexta-feira. O banco central manteve a taxa de juros, mas sinalizou que continuará a política de aperto monetário. O Banco do Japão elevou sua taxa básica de juros para 1% em junho, o maior nível em 31 anos. (Reuters)

update 9h24

B3 atrasa abertura de ativos após problemas na Câmara; contratos futuros em leilão

B3 informou nesta sexta que atrasou a abertura do pregão de listados devido a problemas relacionados ao envio de arquivos e à abertura da Câmara B3.

update 9h14

DIs: juros futuros também ainda não abriram

update 9h13

DXY: índice dólar apresenta alta de 0,49%, aos 100,35 pontos

update 9h11

Futuros em Nova York seguem em alta; veja cenário atual

  • Dow Jones Futuro: +0,49%
  • S&P 500 Futuro: +0,32%
  • Nasdaq Futuro: +1,05%
update 9h09

B3 informa sobre atraso na abertura de minis e demais ativos

“Informamos que, em decorrência do atraso no envio dos arquivos e na abertura da Câmara B3, previamente comunicados, excepcionalmente no pregão de Listados de hoje, postergaremos a abertura da negociação dos contratos MiniIndice (WIN) e MiniDolar (WDO) e todos os demais ativos e contratos permanecerão em leilão ate que tenhamos concluído a disponibilização dos arquivos da clearing para o mercado”, informa a B3. “Manteremos o mercado informado com atualizações periódicas por esse canal ate a completa normalização dos serviços e a abertura regular da negociação”, conclui.

update 9h00

Índice de Preços ao Produtor (IPP) em junho no Brasil tem deflação de 0,77%, ante deflação de 0,30% em maio

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade AO VIVO com Alex Carvalho

update 8h54

Vale (VALE3): resultados ligeiramente melhores no 2T26; e previsão de custos revisada para cima, como esperado, segundo a XP

A Vale (VALE3) apresentou resultados do 2T26 ligeiramente melhores do que o esperado pela XP, com Ebitda Ajustado Pro Forma de US$ 4,1 bilhões (cerca de 3-4% acima das estimativas e do consenso), impulsionado principalmente por um desempenho melhor do que o previsto nos custos operacionais da divisão de Minério de Ferro (US$ 24,1/t, mais 4% acima da expectativa). A Vale revisou para cima sua projeção para 2026, elevando os custos operacionais para US$ 22,5-23,5/t e os custos totais para US$ 58-62/t, amplamente esperado pelo mercado, refletindo a valorização do real e os preços spot mais altos do Brent, com o mercado já utilizando um valor superior a US$ 23/t como base para os custos operacionais. Outros destaques positivos incluem uma projeção ligeiramente melhor para a produção de cobre (360-380 kt) e níquel (185-200 kt), o anúncio de um dividendo de US$ 1,7 bilhão (aproximadamente R$ 2,03/ação, rendimento anualizado de 5,3%) e um novo programa de recompra de ações de até 100 milhões de ações (aproximadamente 2,3% das ações em circulação). No geral, a XP mantém recomendação neutra.

update 8h48

BC: dívida pública líquida do Brasil fica em 68,5% do PIB em junho, acima do esperado de 68,4%

update 8h47

BC: dívida pública bruta do Brasil fica em 81,9% do PIB em junho

A dívida pública bruta do Brasil como proporção do PIB chegou a 81,9% em junho, de 81,0% no mês anterior, informou o Banco Central agora há pouco. No mês, o setor público consolidado registrou um déficit primário de R$ 55,313 bilhões. Economistas consultados esperavam saldo negativo de R$ 49,8 bilhões. (Reuters)

update 8h40

Preços dos combustíveis no Brasil diminuem a ampla diferença abaixo da paridade internacional, diz Abicom

Petrobras (PETR3;PETR4) anunciou há 64 dias reajuste dos preços da gasolina. Sobre o diesel, a estatal reajustou os preços há 61 dias. A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis publica o estudo diariamente, de segunda a sexta, exceto em feriados.

  • Diesel A S10 (média nacional): -72%, ou -R$ 2,34 (ontem: -79%, ou -R$ 2,58)
  • Gasolina A (média nacional): -49%, ou -R$ 1,26 (ontem: -58%, ou -R$ 1,48)
update 8h34

Futuros do petróleo sobem: WTI ganha 1,38%, a US$ 84,74; e Brent avança 1,37%, a US$ 90,25

update 8h32

Ações da Puma caem diante de decepção por falta de revisão positiva nas projeções

A fabricante de roupas esportivas Puma divulgou há pouco um prejuízo operacional no 2T26 menor do que o esperado e confirmou suas perspectivas para o ano, enquanto as vendas continuaram caindo em meio à fraca demanda. As ações da Puma caíram até 7% no início do pregão, já que os investidores ficaram decepcionados com o fato de a empresa não ter melhorado suas projeções. A empresa alemã reduziu custos, cortou empregos e reorganizou a administração, em uma tentativa de recuperar seus negócios em meio à fraca demanda e ao impacto das tarifas dos EUA sobre o setor. A empresa registrou um prejuízo operacional (Ebit) de 53,1 milhões de euros no período, valor inferior à estimativa dos analistas de um prejuízo de 68,7 milhões de euros em uma pesquisa realizada pela própria empresa, graças ao corte de despesas relacionadas ao seu programa de eficiência de custos e aos reembolsos de tarifas dos EUA. A empresa confirmou suas projeções anuais, que agora incluem um possível impacto do conflito no Oriente Médio e possíveis efeitos positivos decorrentes de alíquotas tarifárias mais baixas e reembolsos de tarifas no valor de pouco acima ou abaixo de 50 milhões de euros. (Reuters)

update 8h28

BCE: decisões no fim do ano dependerão de dados sobre a inflação

O membro do Banco Central Europeu (BCE) Martin Kocher afirmou hoje que o banco tomará decisões no fim deste ano com base nos dados que forem divulgados, a fim de levar a inflação de volta à meta de 2%. “As últimas semanas, em particular, mostraram com que rapidez os acontecimentos geopolíticos podem afetar os preços da energia e, consequentemente, as perspectivas de inflação”, afirmou o presidente do banco central da Áustria em comunicado, ao comentar os dados sobre a inflação austríaca. (Reuters)

update 8h24

Irani (RANI3) tem queda de 70,3% no lucro no 2T, para R$ 30,9 milhões

Redução do lucro líquido decorre, principalmente, da menor contribuição da variação do valor justo dos ativos biológicos.

update 8h23

O que fez índice sul-coreano Kospi saltar 18% e ter maior ganho diário da história

As ações da gigante de semicondutores Samsung Electronics avançaram 26,8%, enquanto a fabricante de chips de memória SK Hynix saltou 30%.

update 8h21

Raízen (RAIZ4): Justiça aprova plano de recuperação extrajudicial

O plano contou com a adesão de 81,6% dos credores financeiros quirografários da companhia.

update 8h12

Ecorodovias (ECOR3): resultados positivos no 2T26, segundo a XP

A Ecorodovias (ECOR3) reportou resultados positivos no 2T26, segundo a XP, com Ebitda ajustado de R$ 1,35 bilhão (+9% ano a ano, excluindo a Ecovias Sul; em linha com a expectativa). No lado positivo, um sólido crescimento da receita das rodovias pedagiadas; e tarifas mais altas. No lado negativo, margem Ebitda ajustada das rodovias pedagiadas mais fraca; e um ligeiro aumento da alavancagem para 4,1x dívida líquida/Ebitda (+0,2x em relação ao trimestre anterior). A XP mantém visão positiva e recomendação de compra.

update 8h10

Vendas da Braskem (BRKM5) caem no 2º tri, mas spreads sobem

A companhia teve queda de ⁠vendas ‌de principais químicos (5%), resinas (8%) e ⁠de polietileno verde (19%) no Brasil.

update 8h08

Bolsas da Ásia: ações do setor tecnológico da China sobem com expectativas de recuperação da IA; KOSPI dispara

As ações do setor de tecnologia chinês se valorizaram, acompanhando os ganhos em Wall Street e em toda a Ásia, impulsionadas pela esperança de que a onda global de vendas motivada pela IA estivesse diminuindo, embora os principais índices ainda tenham registrado perdas significativas em julho, com o STAR 50, focado em tecnologia, sofrendo seu pior mês já registrado. Uma recuperação das ações do setor de tecnologia ajudou a compensar as quedas mensais nos índices de referência, embora o SSEC tenha permanecido com queda de 6,4% neste mês, registrando a maior queda mensal desde março, enquanto o CSI300 recuou 7,9% e parecia caminhar para seu pior desempenho mensal desde julho de 2021. A alta na sexta-feira ocorreu depois que os líderes chineses se comprometeram, em uma reunião na quinta-feira (30), a empenhar-se para alcançar avanços em tecnologias de ponta e promover o desenvolvimento de indústrias do futuro. “Embora não tenha havido grandes surpresas em relação às medidas de estímulo para o setor imobiliário e o consumo, a reunião do Politburo de julho voltou a destacar o ‘aprofundamento da reforma abrangente do financiamento e investimento no mercado de capitais’ e o foco no ‘fortalecimento da resiliência do mercado e da confiança dos investidores’”, afirmaram analistas do BNP Paribas em uma nota. A atividade industrial da China entrou inesperadamente em contração em julho, pressionada pela queda nos novos pedidos que reforçou as preocupações com a desaceleração do crescimento econômico, a fraca demanda interna e os elevados custos de produção. (Reuters)

  • Shanghai SE (China), +0,72%
  • Nikkei (Japão): +3,86%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): +0,10%
  • Nifty 50 (Índia): +0,27%
  • ASX 200 (Austrália): +0,10%
  • KOSPI (Coreia do Sul): +17,91%
update 8h05

Após blue chips, small caps podem liderar nova alta da Bolsa, diz André Moraes

Analista prevê que o capital estrangeiro deve entrar primeiro em ações mais líquidas e, depois, buscar oportunidades em varejo e construção.

update 8h02

EUA: índices futuros operam com ganhos

Os índices futuros de Nova York ganham novo impulso das ações de tecnologia, após o susto tomado após a decisão do Federal Reserve na quarta-feira (29). “Os investidores estão recalibrando as expectativas em relação aos cortes nas taxas de juros do Fed, reduzindo o excesso de liquidez que alimentou mercados especulativos e impulsionados pelo momento”, disse à CNBC Richard Bernstein, chefe global de investimentos da Janus Henderson Investors. “A liderança do mercado está se expandindo para além das ‘Sete Magníficas’, à medida que os investidores recompensam cada vez mais a melhoria dos fundamentos em vez do ímpeto impulsionado pela euforia”.

  • Dow Jones Futuro: +0,67%
  • S&P 500 Futuro: +0,47%
  • Nasdaq Futuro: +1,19%
update 8h00

Abertura dos mercados

A queda de 35% no lucro da Vale (VALE3) no segundo trimestre deve repercutir nos mercados na sessão de hoje, enquanto no exterior resultados robustos da Amazon e da Microsoft tranquilizavam investidores a retornarem à inteligência artificial. A Vale informou na véspera que teve lucro líquido de US$ 1,375 bilhão no segundo trimestre, queda de 35% em relação ao mesmo período do ano anterior, em um balanço pressionado pela piora do resultado financeiro. A mineradora realiza às 11h teleconferência para comentar o resultado. A Multiplan (MULT3) também realiza teleconferência depois de a operadora de shopping centers e empreendimentos divulgar um salto de 61,7% no lucro líquido do segundo trimestre ante o mesmo período de 2025, alcançando R$ 427,4 milhões, em um desempenho acima do esperado pelo mercado. No exterior, os temores dos investidores de que a alta impulsionada pela IA pudesse perder força em breve diminuíram após os resultados da Microsoft divulgados na quarta-feira (29), quando a empresa projetou geração de caixa ao longo do ano fiscal de 2027. No dia seguinte, a Amazon apresentou o crescimento mais forte de sua unidade de nuvem em mais de quatro anos, tranquilizando investidores ávidos por sinais de que os bilhões de dólares investidos na expansão da infraestrutura de IA estão dando resultado. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam ontem com fortes altas

Investidores em Wall Street conseguiram um novo ânimo com os dados positivos da inflação de consumo pessoal, o PCE, em junho, que se mostrou bastante comportada, assim como a prévia do PIB do 2T26 mostrou uma expansão robusta de 1,5%. “O Fed permanece paciente e em modo de espera, e continuará monitorando a evolução da economia nos próximos meses”, disse à CNBC Sameer Samana, chefe de ações globais e ativos reais do Wells Fargo Investment Institute. “Isso torna a reunião de setembro uma oportunidade crucial para o Fed agir, caso os dados econômicos indiquem segurança, a fim de amenizar as crescentes pressões inflacionárias”. Ontem, o Fed decepcionou os investidores, apontando uma rota de possível alta das taxas. Além disso, os balanços trimestrais da Microsoft e da Meta deram sinais mistos sobre o setor de tecnologia e IA, mas foram suficientes para devolver as altas aos principais índices.

Dia (%)Pontos (pts)
Dow Jones+1,1952.209,57
S&P 500+1,677.437,98
Nasdaq+2,7825.122,18
update 7h52

DIs: juros futuros fecharam com baixas por toda a curva

Taxa (%)Variação (pp)
DI1F2713,805-0,045
DI1F2813,855-0,120
DI1F2914,080-0,170
DI1F3114,355-0,160
DI1F3214,470-0,130
DI1F3314,535-0,120
DI1F3414,565-0,095
DI1F3514,605-0,100
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,92%, na mínima do dia

O dólar comercial teve a segunda queda seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com menos 0,93%, aos 99,95 pontos.

  • Venda: R$ 5,061
  • Compra: R$ 5,060
  • Mínima: R$ 5,060
  • Máxima: R$ 5,106
update 7h48

Maiores baixa, maiores altas e as mais negociadas de ontem

Maiores baixas

Dia (%)Valor (R$)
USIM5-9,257,55
CSNA3-4,814,95
CMIN3-4,355,72
BRAV3-2,0720,39
AZZA3-1,8015,86

Maiores altas

Dia (%)Valor (R$)
MBRF37,8017,96
TOTS35,7431,13
COGN35,482,31
MGLU35,465,02
CURY35,3730,40

Mais negociadas

NegóciosDia (%)
PETR451.4962,00
ABEV347.1470,38
VALE334.1731,39
BBDC433.7960,22
BBAS329.2541,97
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,88%, aos 177.158,86 pontos, máxima do dia

  • Máxima: 177.158,86
  • Mínima: 173.884,55
  • Diferença para a abertura: +3.273,52 pontos
  • Volume: R$ 16,10 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (27): +0,74%
  • Terça-feira (28): +0,70%
  • Quarta-feira (29): -1,52%
  • Quinta-feira (30): +1,88%
  • Semana: +1,79%
  • Julho: +2,98%
  • 3T26: +2,98%
  • 2026: +9,95%

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Ibovespa recua 1% após ata do Copom e de olho no exterior; 5 coisas para saber antes de investir hoje (23)

Após retomar os 170 mil pontos na véspera, o Ibovespa (IBOV) inicia o pregão em forte baixa após a divulgação da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e as incertezas nos mercados globais com a queda das ações de tecnologia.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em queda de 1,06%, aos 168.560,56 pontos.



O dólar à vista opera em alta ante o real, seguindo o desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda avançava a R$ 5,1715 (+0,57%). Já o DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis divisas fortes, operava com ganho de 0,27% aos 101.292 pontos.

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta terça-feira (23)

1 – Ata do Copom

O Banco Central publicou a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que reduziu a taxa Selic em 0,25 ponto percentual (p.p.), de 14,50% para 14,25% ao ano. Após leituras diferentes do mercado em relação ao comunicado da semana passada, o documento de hoje vem para detalhar a condução da política monetária.

Na ata, o comitê destaca que o ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio e as consequências nas condições financeiras globais.

Além disso, a autarquisa segue cautelosa em relação à volatilidade de preços de ativos e commodities.

O comitê afirmou que o cenário atual é marcado por riscos elevados e assimétricos para a inflação, especialmente em função dos efeitos do conflito no Oriente Médio sobre os preços de energia e das expectativas inflacionárias ainda desancoradas.

A autoridade monetária reiterou ainda que a magnitude dos próximos movimentos dependerá da evolução do cenário econômico e dos riscos para a inflação. “A magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário”, afirmou o comitê.

2 – Dívidas rurais

Os integrantes da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) devem se reunir hoje com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), para discutir a tramitação do projeto sobre a renegociação de dívidas rurais, segundo a CNN.

A reunião visa acelerar a análise do projeto na Câmara antes do anúncio do Plano Safra de 2026/2027. A medida, no entanto, pode aumentar o risco fiscal, com incremento de gastos pelo governo federal.

3 – Panda bonds

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, viaja à China para participar do Fórum Brasil-China sobre Finanças Verdes e visitar a Wind Information, companhia chinesa de dados financeiros e software.

Na quinta-feira (25), Durian se reúne com o presidente do Banco Popular da China (PBoC), Pan Gongsheng, para negociar o avanço na emissão dos “panda bonds”. A iniciativa visa atrair mais investidores asiáticos para o Brasil.

4 – Temores com IA

Desde a segunda-feira (22), os mercados globais apresentam queda nos setores de tecnologia, movimento que ganhou força durante a madrugada com a queda de ações ligadas a chipes de memória na Ásia.

Nos Estados Unidos, o movimento foi puxado pelo recuo de big techs, como Alphabet, com a saída de um cientista sênior ganhador do Nobel para a startup Anthropic. O movimento trouxe incertezas quanto aos papéis ligados à inteligência artificial (IA).

5 – Guerra no Oriente Médio

O governo do Irã negou nesta terça-feira que tenha concordado com uma visita da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a instalações nucleares atingidas por bombardeios dos Estados Unidos, contradizendo declarações do vice-presidente americano, JD Vance, e do presidente norte-americano, Donald Trump, após a rodada de negociações entre os dois países realizada na Suíça.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei, afirmou que “nenhuma visita foi agendada” para inspeção dos locais atacados. Na véspera, Vance havia dito que as conversas resultaram em um acordo para que inspetores da AIEA tivessem acesso às instalações nucleares iranianas.

De acordo com a agência de notícias estatal Fars, Ghalibaf também afirmou que Irã e EUA concordaram em estabelecer mecanismos de cooperação para a navegação em Ormuz, incluindo uma linha telefônica direta e um centro de contato para esclarecer incidentes e evitar mal-entendidos envolvendo

Um número limitado de embarcações está sendo autorizado a passar pelo Estreito de Ormuz diariamente, em coordenação com a Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, informou uma fonte militar iraniana à Fars nesta terça-feira.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), os contratos mais líquidos do Brent, referência para o mercado internacional, para setembro caíam 0,32%, a US$ 77,27 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para agosto tinham recuo de 0,35%, a US$ 73,60 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, no mesmo horário.

*Com informações de Reuters

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Ibovespa Hoje Ao Vivo: Bolsa cai com peso do exterior e ata do Copom

Ibovespa hoje

  • Ibovespa cai aos 168,5 mil pontos, dólar comercial sobe a R$ 5,17 e juros futuros operam mistos.
  • BC diz que trajetórias da Selic mais próximas às previstas pelo mercado são mais adequadas.
  • Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo.
  • Irã nega inspeção nuclear da AIEA e anuncia ‘linha telefônica direta’ sobre Ormuz.

Confira as últimas dos mercados

update 10h28

SpaceX caminha para nova queda e valor de mercado deve ficar abaixo de US$ 2 tri

As perdas ocorrem no momento em que a empresa se prepara para vender títulos de grau de investimento pela primeira vez.
update 10h23

Siderúrgicas começam dia em queda; USIM5 cai 3,95%, CSNA3 perde 2,43%, GGBR4 perde 2,37% e GOAU4 cai 1,36%

update 10h21

Vale (VALE3) amplia baixa para menos 2,25%, a R$ 79,09

update 10h21

Ibovespa cai com exterior negativo

O Ibovespa opera em baixa nos primeiros negócios desta terça-feira (23), aos 168,7 mil pontos, acompanhando o movimento global de aversão a risco nesta manhã, com a continuidade da venda de ações de tecnologia liderando as perdas em Nova York, enquanto investidores locais digerem a ata da última reunião do Banco Central. Recuam as ações de VALE3, grandes bancos, varejistas e PETR4. O dólar comercial sobe a R$ 5,17 e os juros futuros operam mistos. O Banco Central avalia serem mais adequadas, no momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às apontadas pelo mercado no boletim Focus, questionário pré-Copom e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos ativos financeiros e agregados macroeconômicos, mostrou nesta terça-feira a ata da última reunião do Copom. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. Em Wall Street, o Dow Jones Futuro recua 0,32%, S&P Futuro cai 1,52% e Nasdaq Futuro tem baixa de 2,56%. (Felipe Alves)

update 10h18

Setor de papel e celulose recua nesta manhã: KLBN11, -0,30%; SUZB3, -0,81%

update 10h14

Principais varejistas começam sessão de forma mista: AUAU3, -0,94%; AZZA3, +0,31%; LREN3, -0,42%; MGLU3, -1,07%; VIVA3, -0,57%

update 10h13

Banco Central informa primeira parcial PTAX com compra a R$ 5,1690 e venda a R$ 5,1696

update 10h12

Petro juniores iniciam dia no vermelho: PRIO3, -0,69%; RECV3, -0,59%; BRAV3, -0,80%

update 10h11

Braskem (BRKM5) começa com baixa de 1,88%, a R$ 7,29

update 10h11

Hapvida (HAPV3) começa sessão com menos 1,32%, a R$ 10,46

update 10h10

Frigoríficos começam de forma mista: BEEF3 desce 2,29% e MBRF3 sobe 0,07%

update 10h09

Grandes bancos em baixa nesta abertura: BBAS3, -0,87%; BBDC4, -1,07%; ITUB4, -1,22%; SANB11, -1,15%

update 10h08

B3 (B3SA3) inicia pregão com queda de 1,43%, a R$ 14,49

update 10h08

Vale (VALE3) inicia sessão com queda de 2,19%, a R$ 79,14

update 10h07

Ibovespa sai dos leilões com queda de 1,06%, aos 168.558,70 pontos

update 10h07

Acia Energia (AXIA3) começa com perdas de 1,37%, a R$ 52,18

update 10h06

Embraer (EMBJ3) começa dia com queda de 1,09%, a R$ 77,49

update 10h05

Supermercadistas começam com baixas: ASAI3 desce 1,04% e PCAR3 cai 0,98%

update 10h05

Petrobras começa dia com baixas: PETR3 tem menos 0,39% e PETR4 perde 0,26%

update 10h02

Ibovespa abre, preliminarmente, com baixa de 0,01%, aos 170.361,15 pontos

update 10h01

Índice de Small Caps (SMLL) abre, preliminarmente, com queda de 0,04%, aos 2.150,51 pontos

update 9h58

Taxas de juros futuros sobem com dólar e após ata sinalizar Selic alta por mais tempo

Comitê reconheceu explicitamente que o seu balanço de riscos para a inflação passou a ter uma “assimetria altista”.

update 9h56

Ibovespa futuro recua 1,12%, aos 171.590 pontos

update 9h51

Heineken nomeia Rafael Oliveira como CEO com missão de impulsionar as vendas

A Heineken nomeou Rafael Oliveira como seu novo presidente-executivo e presidente do conselho de administração nesta terça-feira, marcando a primeira vez que a cervejaria holandesa nomeia alguém de fora para o cargo de liderança, em um momento em que as empresas do setor de bebidas alcoólicas buscam impulsionar as vendas por meio de mudanças na liderança. Oliveira é CEO da JDE Peet’s, fabricante holandesa de café e chá, desde 2024. Ele passará a integrar a Heineken, a segunda maior cervejaria do mundo, por um período de quatro anos a partir de 1º de outubro, informou a empresa, acrescentando que espera que ele acelere a estratégia já definida para 2030. “Após uma rigorosa busca global, o conselho de supervisão escolheu Rafa por unanimidade por sua combinação única de visão estratégica, experiência operacional e perspicácia financeira”, afirmou a Heineken. As ações da Heineken subiam cerca de 3%, superando o desempenho do mercado em geral e atingindo seu nível mais alto desde março. (Reuters)

update 9h45

Datafolha: 36% acreditam que economia brasileira vai melhorar nos próximos meses

Parcela que espera melhora nos próximos meses subiu de 30% para 36%.

update 9h40

Compass (PASS3): XP inicia cobertura com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70

A XP iniciou a cobertura da Compass (PASS3) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 36,70, consolidando a empresa como mais uma potencializadora de crescimento de longo prazo. A tese de investimento é dupla: a empresa possui um portfólio premium de distribuição de gás natural nas regiões mais desenvolvidas economicamente do Brasil, o que proporciona fluxos de caixa previsíveis e crescimento constante; e a Edge (plataforma de comercialização de gás) oferece à empresa uma considerável possibilidade de crescimento com retornos marginais muito atrativos. O negócio de gás natural proporciona fluxos de caixa de longo prazo que crescem em termos reais com retornos marginais acima do custo de capital. Este portfólio robusto, aliado a um posicionamento estratégico que torna a empresa uma consolidadora natural do setor, cria uma narrativa de investimento atraente que, combinada com a TIR real atrativa de 13,0%.

update 9h39

Israel atacou crianças de Gaza, o que resultou em genocídio, diz inquérito da ONU

As autoridades e forças de segurança israelenses atacaram deliberadamente crianças palestinas, o que resultou em genocídio, crimes contra a humanidade e crimes de guerra em Gaza, além de crimes de guerra na Cisjordânia ocupada, afirmou nesta terça-feira uma comissão de inquérito independente da ONU. O relatório da Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental, e Israel examinou as violações contra crianças palestinas desde o início da guerra entre Israel e o Hamas, em 7 de outubro de 2023. Cerca de 30% das vítimas fatais na guerra de Gaza eram crianças, segundo o relatório. Um relatório anterior da comissão, divulgado em setembro, concluiu que Israel havia cometido genocídio em Gaza e que altas autoridades israelenses, incluindo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, incitaram esses atos — acusações que Israel considerou escandalosas. A missão de Israel em Genebra afirmou que o país rejeitou o que chamou de “segundo relatório difamatório e tendencioso” da Comissão. (Reuters)

update 9h38

Eduardo Bolsonaro intensifica articulação nos EUA durante impasse sobre tarifas

Ex-deputado participou de jantar em Washington com parlamentares republicanos e relatou conversas sobre política brasileira, STF e governo Lula.

update 9h34

HMOBI diz que Mubadala Capital está analisando seu investimento na companhia que controla o MetrôRio 

A HMOBI comunicou nesta terça-feira que o acionista controlador Mubadala Capital informou que tem conduzido análises, com a assessoria do Banco Santander, relacionadas ao seu investimento na companhia. O Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia Mubadala Capital IAV detém 51,52% na HMOBI, que, por sua vez, é a controladora do MetrôRio. A Mubadala Capital, conforme o fato relevante da HMOBI, informou que as análises ora conduzidas possuem caráter preliminar e exploratório para avaliação de mercado e de alternativas que podem envolver ou não uma eventual transferência de controle da companhia. “Não há, contudo, qualquer definição a respeito de uma efetiva transação”, acrescentou.

update 9h31

Secretário-geral da ONU pede que empresas de IA sejam transparentes sobre custos ambientais

O secretário-geral da ONU pediu nesta terça-feira que as principais empresas de inteligência artificial divulgassem publicamente o custo ambiental total de seus data centers e usassem energia renovável, ao lançar uma iniciativa que pede transparência ao setor. O rápido desenvolvimento de centros de dados em todo o mundo para impulsionar a revolução da IA tem atraído o escrutínio de grupos ambientalistas devido ao alto consumo de energia e água por esses empreendimentos e à falta de transparência. “Até 2030, eles poderão consumir mais energia do que todos os países, com exceção de cinco — e água suficiente para atender às necessidades básicas de todos os 1,3 bilhão de habitantes da África Subsaariana durante um ano inteiro”, afirmou o secretário-geral da ONU, António Guterres, em um discurso durante a Semana de Ação Climática de Londres. (Reuters)

update 9h27

BCE obtém apoio parlamentar para euro digital

O Banco Central Europeu obteve, nesta terça-feira, um importante apoio parlamentar para o lançamento do euro digital, um meio de pagamento eletrônico que visa tornar a zona do euro menos dependente dos cartões de crédito dos Estados Unidos em um momento de desgaste das relações transatlânticas. O euro digital, essencialmente uma carteira eletrônica garantida pelo banco central, mas comercializada por bancos ou fintechs, permitirá que todos os residentes da zona do euro realizem pagamentos online e pessoalmente. Em desenvolvimento há seis anos, o dinheiro digital do BCE tornou-se uma questão mais urgente desde que Donald Trump voltou à Casa Branca, impondo tarifas até mesmo a parceiros comerciais consolidados, como a União Europeia, e gerando temores de que os EUA possam, algum dia, usar seu domínio sobre redes de pagamento como Visa e Mastercard como arma. A aprovação do projeto de regulamentação pela comissão de economia do Parlamento Europeu ocorre após três anos de disputas entre o BCE e os bancos, que têm se mostrado preocupados com a saída de depósitos e a perda de receitas e buscaram limitar o escopo do projeto. (Reuters)

update 9h24

Ata do Copom: BC cortou a Selic, mas não cortou as preocupações com a inflação, diz especialista

Olívia Flôres de Brás, CEO da Magno Investimentos, diz que o mercado procurava uma sinalização clara sobre o início de um ciclo de flexibilização monetária. “Encontrou algo diferente: um corte acompanhado de um discurso que continua carregado de cautela. A principal mensagem do documento não está na redução dos juros. Está no diagnóstico. O Copom reconhece que a inflação segue pressionada, que as expectativas continuam desancoradas e que os riscos permanecem assimétricos para cima. Em outras palavras, o Banco Central cortou a taxa, mas não cortou suas preocupações”. Segundo ela, a ata também reforçou um tema que tem aparecido de forma recorrente nas comunicações da autoridade monetária: a questão fiscal. “O documento volta a mencionar que o enfraquecimento da disciplina das contas públicas, a expansão do crédito direcionado e as dúvidas sobre a trajetória da dívida podem elevar o juro estrutural da economia”, sublinha. “O investidor amanhece, portanto, diante de uma mensagem clara. Os juros começaram a cair, mas o Banco Central ainda não está confortável com a trajetória da inflação nem com o comportamento das expectativas. O mercado não procura apenas novos cortes da Selic. Procura sinais de que inflação, credibilidade e contas públicas voltarão a caminhar na mesma direção. E essa resposta continua em aberto”.

update 9h21

Por que as ações de tecnologia estão despencando pelo mundo nesta terça-feira?

A valorização das ações de tecnologia nos EUA perdeu força neste mês, com investidores preocupados com uma possível supervalorização dos preços.

update 9h18

EUA: variação semanal de empregos privados ADP fica positiva em 30,75 mil, acima dos 25,50 mil da semana anterior

update 9h13

Trump destaca fluxo de petróleo no Estreito de Ormuz e queda nos preços

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 19 milhões de barris de petróleo passaram pelo Estreito de Ormuz na segunda-feira e destacou a queda nos preços do petróleo em uma postagem nas redes sociais nesta terça-feira.

update 9h10

DIs: juros futuros avançam por toda a curva

Valor (%)Variação (pp)
DI1F2714,2550,281
DI1F2814,7600,545
DI1F2914,8500,644
DI1F3114,8000,783
DI1F3214,7750,784
DI1F3314,7150,719
DI1F3514,6150,689
update 9h10

DXY: índice dólar avança 0,30%, aos 101,33 pontos

update 9h06

México: atividade econômica em abril sobe 2,30% em relação a abril de 2025, acima do 1,90% esperado

Em março, na comparação com março de 2025, a expansão foi de 1,40%.

update 9h05

Dólar comercial abre em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,173 na compra e a R$ 5,175 na venda

update 9h04

Mini-índice com vencimento em agosto de 2026 (WINQ26) abre dia com queda de 0,62%, aos 172.420 pontos

update 9h04

Ibovespa futuro abre em baixa de 1,00%, cotado aos 171.790 pontos

update 9h04

México: atividade econômica em abril sobe 1,20% em relação a março, acima do 0,40% de março

update 9h03

Minidólar com vencimento em julho (WDON26) começa o dia com alta de 0,62%, cotado a 5.186,00

update 9h02

Bitcoin Futuro (BITFUT) abre dia com menos 1,59%, aos 323.980,00

update 9h02

México: vendas no varejo em abril sobem 4,4% em relação a abril de 2025, acima do dos 2,9% positivos de março

update 9h01

México: vendas no varejo em abril sobem 0,8%, acima do 0,1% positivo de março

update 9h01

Dólar futuro abre em alta de 0,67%, cotado aos 5.187,50 pontos

update 8h55

Arena Trader XP: Day Trade ao vivo com Alex Carvalho e Mauro Botto

update 8h48

CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para julho está em 63%

29/0716/09
4,00%-4,25%18,6%
3,75%-4,00%36,3%50,3%
3,75%-3,50%63,7%31,1%

 

update 8h47

Receita abre consulta ao 2º lote de restituição do Imposto de Renda: como consultar

O pagamento da restituição será feito no dia 30 de junho na conta ou na chave Pix do tipo CPF do contribuinte contemplado.

update 8h45

Trump insiste que Irã concordou com inspeções nucleares

O presidente dos EUA, Donald Trump, insistiu nesta terça-feira que o Irã concordou em permitir inspeções nucleares por um longo período no futuro, apesar das declarações do Irã de que não o fez. Trump também afirmou, em uma postagem nas redes sociais, que os Estados Unidos manterão navios no Estreito de Ormuz, caso seja necessário restabelecer o bloqueio aos portos iranianos.

update 8h43

Ministra das Finanças do Japão conversa com Bessent sobre mercados financeiros

A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que realizou uma reunião online com o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, no dia anterior para discutir os mercados financeiros globais, em meio a crescentes preocupações com as fortes oscilações cambiais. “Discutimos a situação em torno dos mercados financeiros globais, incluindo questões relacionadas aos desdobramentos no Estreito de Ormuz e o possível impacto desses fatores”, disse Katayama a repórteres. Questionada se a intervenção cambial foi explicitamente abordada, Katayama evitou confirmar. No entanto, ela ressaltou que o Japão e os Estados Unidos compartilham um entendimento mútuo firme de que medidas decisivas serão tomadas, se necessário. “Isso permanece totalmente inalterado”, disse ela. “Tendo como pano de fundo as diversas mudanças no ambiente econômico global, tivemos discussões construtivas, e sinto que nossos pontos de vista estão muito alinhados.”

update 8h40

Kospi: bolsa da Coreia do Sul desaba 10% e tem circuit breaker com queda de techs

As gigantes de chips Samsung Electronics e SK Hynix caíram mais de 12%.

update 8h35

Kazimir diz que próximos passos do BCE dependerão de dados, mas direção é clara

Os danos causados pelo conflito no Oriente Médio não podem ser sanados da noite para o dia e o Banco Central Europeu ainda tem trabalho a fazer, afirmou na terça-feira Peter Kazimir, membro do BCE. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia aumentassem as expectativas de inflação no longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais uma alta ainda este ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. “Acho que a direção está clara e acho que ainda temos trabalho a fazer”, disse ele em uma coletiva de imprensa do banco central da Eslováquia. “Criamos uma posição muito boa com a decisão de aumento das taxas em junho para podermos reagir quando for necessário.” Questionado sobre os desdobramentos nas negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, ele disse que, em princípio, nada mudou para ele. Kazimir disse que será importante acompanhar os próximos dados, incluindo os de inflação de junho, e estar atento a quaisquer sinais de efeitos secundários que não constem nos dados no momento, mas que possam ser percebidos. (Reuters)

update 8h34

Inflação na zona do euro pode permanecer alta mesmo com acordo de paz, afirma economista-chefe do BCE

A inflação na zona do euro pode permanecer acima da meta de 2% do Banco Central Europeu (BCE) por algum tempo, mesmo que a paz no Oriente Médio se mantenha, mas esse choque ainda assim exige apenas uma resposta moderada da política monetária, afirmou nesta terça-feira o economista-chefe do BCE, Philip Lane. O BCE elevou as taxas de juros neste mês para evitar que os preços mais altos da energia impulsionassem as expectativas de inflação de longo prazo, e os mercados financeiros preveem pelo menos mais um aumento até o final do ano, mesmo com os preços da energia tendo caído bem abaixo das máximas recentes. Em discurso aos parlamentares europeus em Bruxelas, Lane disse que a inflação pode permanecer bem acima da meta até o primeiro semestre de 2027, depois de ter ultrapassado os 3% no mês passado. “Embora os recentes avanços rumo a uma resolução do conflito no Oriente Médio sejam bem-vindos, a incerteza continua elevada e há riscos contínuos de que a inflação permaneça acima de nossa meta de médio prazo de 2% por um bom tempo”, disse Lane.

update 8h33

Investidores de infraestrutura devem ampliar aportes na Colômbia após eleição

Levantamento do GRI Institute com líderes do setor mostra que a maioria planeja expandir investimentos no país, enquanto parte aguardava a definição eleitoral antes de novos aportes.

update 8h32

EUA suspendem sanções contra Irã; Trump adverte Teerã de que precisa cumprir acordo

Os Estados Unidos suspenderam as sanções contra o Irã por 60 dias a partir de segunda-feira, após as primeiras negociações no âmbito de um acordo de paz em fase inicial, e o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que “fará o que for preciso” caso o Irã não cumpra sua parte no acordo. O vice-presidente dos EUA, JD Vance, disse que as negociações com autoridades iranianas na Suíça estabeleceram uma boa base para um acordo de paz definitivo, mas o Irã negou ter iniciado discussões sobre seu programa nuclear ou concordado em convidar inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a retornarem ao país. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baghaei, afirmou na terça-feira que as autoridades iranianas não haviam se reunido com o chefe da AIEA, Rafael Grossi, na Suíça, e não tinham planos de permitir que a agência nuclear da ONU inspecionasse as instalações nucleares danificadas do Irã. Os dois lados, buscando dar continuidade ao acordo provisório assinado na semana passada após mais de três meses de guerra, chegaram a um acordo sobre um roteiro para um pacto permanente dentro de 60 dias nas negociações realizadas no resort de montanha suíço de Buergenstock, informaram os mediadores Paquistão e Catar.

update 8h28

Vance diz que negociações criaram “boa base” para acordo definitivo com o Irã

O acordo provisório para encerrar os combates no Irã, assinado na semana passada, estabelece um prazo de 60 dias para negociações sobre temas centrais.

update 8h25

Axia Energia aprova 9ª emissão de debêntures no montante de R$800 mi

update 8h23

PF faz operação e bloqueia até R$ 670 milhões ligados ao banco de Edir Macedo

Investigação aponta manipulação de balanços para ocultar a situação financeira do banco e apura operações consideradas irregulares em benefício da controladora.

update 8h20

Barris de petróleo oscilam e minério de ferro salta 2%

Os preços do petróleo operam mistos, à medida que os investidores demonstraram um otimismo cauteloso em relação ao fim do conflito no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, pressionados pelas perspectivas de aumento das remessas dos principais fornecedores no período que antecede o final do segundo trimestre e pela queda sazonal na demanda por aço.

  • Petróleo WTI, -0,01%, a US$ 73,84 o barril
  • Petróleo Brent, -0,04%, a US$ 77,87 o barril
  • Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +2,33%, a 811,50 iuanes (US$ 118,14)
update 8h18

Bolsas da Ásia encerram dia em queda

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam em baixa, com as ações sul-coreanas liderando as perdas da região. As ações da SK Hynix e da Samsung Electronics caíram mais de 4% cada, evidenciando a dependência do mercado em relação ao setor de inteligência artificial, que impulsionou grande parte da alta deste ano.

  • Shanghai SE (China), -1,37%
  • Nikkei (Japão): -3,55%
  • Hang Seng Index (Hong Kong): -1,82%
  • Nifty 50 (Índia): -0,87%
  • ASX 200 (Austrália): -0,33%
update 8h16

Bolsas da Europa operam em baixa

As ações europeias caem na abertura do pregão desta terça, acompanhando uma onda de vendas global centrada em ações de tecnologia. As ações de tecnologia europeias caíram 2,7% no início do pregão, com as ações regionais de semicondutores registrando algumas das maiores quedas na região.

  • STOXX 600: -0,88%
  • DAX (Alemanha): -1,09%
  • FTSE 100 (Reino Unido): -0,75%
  • CAC 40 (França): -1,18%
  • FTSE MIB (Itália): -1,07%
update 8h13

EUA: índices futuros têm forte queda com onda de venda de ações de tecnologia

Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (23), pressionados por uma onda de vendas de ações de tecnologia, liderada por uma retração nas ações de fabricantes de chips que estiveram na vanguarda de uma alta sem precedentes impulsionada pela inteligência artificial. A pressão sobre o setor ocorre após as perdas registradas na sessão anterior pelas gigantes de tecnologia dos EUA, diante de questionamentos sobre a capacidade de empresas de hiperescala, como a Alphabet, de justificar os elevados investimentos em IA. No mercado corporativo, as ações da SpaceX recuaram ao menor nível desde sua estreia nas negociações secundárias, após a companhia iniciar uma oferta de títulos com grau de investimento. No cenário geopolítico, investidores seguem monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã. Apesar de relatos apontarem avanços nas conversas, a incerteza sobre os desdobramentos do diálogo continua sustentando a cautela nos mercados globais.

  • Dow Jones Futuro: -0,49%
  • S&P 500 Futuro: -1,38%
  • Nasdaq Futuro: -2,73%
update 8h10

Ata/BC: O Copom decidiu reduzir a taxa básica de juros para 14,25% a.a., e entende que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta

Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego.

update 8h08

Ata/BC: No contexto atual de incerteza em níveis historicamente elevados, com riscos assimétricos na direção altista para os preços, o Comitê reitera que a magnitude do ciclo de calibração será ajustada à luz da evolução do cenário, de forma a assegurar a convergência da inflação à meta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê debateu que esse conjunto de resultados deve ser ponderado à luz das melhores práticas de política monetária, recomendando não reagir integralmente a variações de preços decorrentes de choques de oferta

update 8h07

Ata/BC: O Comitê julgou como mais adequadas, nesse momento, trajetórias de Selic menos discrepantes às presentes na Focus, QPC e precificação da política monetária, por evitarem induzir volatilidade excessiva nos preços dos ativos financeiros e agregados macroeconômicos

Segundo o BC, essas trajetórias contemplavam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e retomada do ciclo de calibração. Nesse caso, as flutuações de produto se mostraram menores, com a inflação convergindo para a meta no primeiro trimestre de 2028.

update 8h06

Ata/BC: o período prolongado de manutenção da taxa básica de juros em patamar contracionista propiciou evidências da transmissão da política monetária sobre a desaceleração da atividade econômica

update 8h06

Ata/BC: o Comitê avaliou que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, permanecem mais elevados que o usual, com assimetria altista

update 8h05

Ata/BC: Para além dos efeitos dos conflitos, mantém-se, de um lado, a interpretação de uma inflação pressionada pela demanda e que requer uma política monetária contracionista e, de outro, a interpretação de que a política monetária tem contribuído de forma determinante para a desinflação observada

update 8h04

Ata/BC: Desde a reunião anterior ficou evidente uma desancoragem adicional das expectativas de inflação para horizontes mais longos, em particular para o ano de 2028

O Comitê avalia que perseverança, firmeza e serenidade na condução da política monetária favorecerão a continuidade desse movimento, importante para a convergência da inflação à meta com menor custo. A principal conclusão obtida, e compartilhada por todos os membros do Comitê, foi a de que, em um ambiente de expectativas desancoradas, como é o caso do atual, exige-se uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado.

update 8h04

Ata/BC: O Comitê reafirma a visão de que o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia

O Comitê mantém a firme convicção de que as políticas devem ser previsíveis, críveis e anticíclicas. Em particular, o debate do Comitê reforça, novamente, a necessidade de políticas fiscal e monetária harmoniosas.

update 8h02

Ata/BC: Em relação ao cenário doméstico, o conjunto dos indicadores mostra aceleração da atividade econômica no primeiro trimestre do ano

O BC destaca que, nas divulgações mais recentes, a inflação cheia e as medidas subjacentes aceleraram, distanciando-se adicionalmente da meta para a inflação, superando seu limite superior na última leitura.

update 8h01

Ata/BC: O ambiente externo permanece incerto em função da indefinição sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados no Oriente Médio

update 8h00

Abertura de mercados

Investidores nacionais devem focar nesta terça-feira a ata da última reunião do Banco Central em busca de esclarecimentos sobre a comunicação da autoridade monetária. O BC divulga o documento às 8h depois de ter cortado a Selic na semana passada em 25 pontos-base, para 14,25% ao ano, adotando um discurso “dovish” em seu comunicado, o que gerou forte reação negativa dos investidores. A leitura foi de que o BC preparou o terreno para novo corte de 25 pontos em agosto, ainda que as expectativas de inflação estejam piorando. Parte do mercado espera que o Copom corrija sua comunicação na ata. Na véspera, a pesquisa Focus do BC mostrou que a projeção para a taxa Selic no fim deste ano foi de 13,75% para 14,00%, com os especialistas esperando apenas mais um corte em agosto. No exterior, as expectativas de aumentos iminentes da taxa de juros pelo Federal Reserve e as preocupações com o aumento dos gastos corporativos em inteligência artificial afetavam o sentimento. Os futuros do petróleo Brent caíram ligeiramente para abaixo de US$76 por barril (LCOc1) pela primeira vez desde o início de março, e os investidores agora estão focados no que a disparada dos preços da energia significará para a política monetária dos bancos centrais. (Reuters)

update 7h54

Principais índices em Nova York fecharam sessão de forma mista

Investidores em Wall Street voltaram do feriadão sem demonstrar muita animação. Começaram se assustando com as tensões entre EUA e Irã voltando a aumentar no final de semana, quando os iranianos avisaram que fecharam novamente o Estreito de Oermuz, por conta de novos ataques de Israel ao Líbano. Mas as coisas acalmaram quando, no próprio domingo, surgiram imagens dos governos os EUA e do Irã trocando apertos de mão e sorrisos, em encontro na Europa. Os preços do petróleo recuaram com alguma amplitude. Tom Lee, da Fundstrat Global Advisors, acredita que diversos catalisadores podem impactar o mercado no futuro, citando a implementação de forças-tarefa no Federal Reserve e os impactos na cadeia de suprimentos decorrentes do fechamento do Estreito de Ormuz, mas que o cenário permanece positivo. “Ainda acreditamos que haverá uma mudança abrupta nas condições de mercado ainda este ano, algo muito semelhante a um mercado em baixa, mas não queremos afirmar que o mercado atingiu o topo”, disse à CNBC. “Acho que as condições ainda são favoráveis ​​para as ações”. O problema maior foram as ações de tecnologia, que caíram em sua maioria e puxaram o Nasdaq  o S&P 500 para baixo.

Dia (%)Pontos
Dow Jones+0,2951.712,53
S&P 500-0,377.473,04
Nasdaq-1,3326.166,60
update 7h50

Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,46%

O dólar comercial emendou a segunda queda frente ao real, após a baixa da sexta-feira (19). O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,17%, aos 101,03 pontos.

  • Venda: R$ 5,141
  • Compra: R$ 5,141
  • Mínima: R$ 5,123
  • Máxima: R$ 5,160
update 7h45

Ibovespa terminou ontem com alta de 1,21%, aos 170.370,38 pontos

  • Máxima: 170.749,76
  • Mínima: 168.326,26
  • Diferença para a abertura: +2.036,77 pontos
  • Volume: R$ 23,90 bilhões

Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:

  • Segunda-feira (22): +1,21%
  • Semana: +1,21%
  • Junho: -1,91%
  • 2T26: -7,91%
  • 2026: +6,70%

Acompanhe diariamente a cobertura sobre bolsa, dólar e juros a partir das 8 horas.

Sugestões, dúvidas e críticas entre em contato com lara.rizerio@infomoney.com.br.

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Mini índice (WINQ26) tenta reação após sequência de quedas; mini dólar (WDON26) segue em consolidação, aponta BTG

O mini índice futuro (WINQ26) interrompeu a sequência recente de perdas e fechou o último pregão com alta de 1,07%, em um movimento que pode sinalizar uma recuperação técnica de curto prazo, segundo relatório divulgado pelo BTG Pactual nesta terça-feira (23).

De acordo com a análise, o contrato conseguiu romper as médias móveis de 21 e 200 períodos no gráfico de 60 minutos, posicionadas em 172.655 e 172.808, respectivamente. O movimento ocorreu após o teste da região de mínimas próxima de 169.300.

Apesar da recuperação, a leitura dos tempos gráficos mais amplos permanece cautelosa. O BTG classifica a tendência de longo e médio prazo como de baixa, enquanto o curto prazo passou a indicar alta. O IFR (Índice de Força Relativa) segue em território neutro, sugerindo espaço para movimentos em ambas as direções.

Segundo os analistas, a sustentação do índice acima da média de 200 períodos pode abrir espaço para uma correção mais consistente em direção à região de 176.000 pontos.

O contrato encerrou o pregão aos 173.490 pontos, após oscilar entre mínima de 170.210 e máxima de 173.890. O volume negociado alcançou 16,1 milhões de contratos.

Resistências estão na região de 176 mil pontos

No cenário traçado pelo banco, as principais resistências para o mini índice aparecem em 174.355, 175.225, 176.090 e 176.960 pontos.

Do lado inferior, os suportes mais relevantes estão em 172.625, 171.755, 170.890 e 170.020 pontos.

Mini dólar mantém consolidação perto de 5.154

Já o mini dólar futuro (WDON26) fechou o pregão com leve queda de 0,22%, mantendo o comportamento lateral observado nas últimas sessões. Segundo o BTG, o contrato continua operando próximo da média móvel de 21 períodos, localizada em 5.154,00, que funciona como referência técnica imediata para o mercado.

O banco destaca que a região de 5.111,50 permanece como principal suporte do movimento atual, enquanto a resistência mais importante está próxima de 5.200,00.

Assim como no mini índice, o IFR permanece neutro, sem indicar excesso de compra ou venda.

A leitura de tendência mostra um cenário misto: baixa no longo prazo e alta nos horizontes de médio e curto prazo. Para os analistas, um rompimento consistente acima de 5.200,00 poderia abrir espaço para uma aceleração do movimento em direção a 5.250,00.

O contrato encerrou o dia em 5.154 pontos, após atingir máxima de 5.171,50 e mínima de 5.134,50. O volume negociado foi de 1,85 milhão de contratos.

Mercado monitora faixa de 5.200

Pelos níveis técnicos monitorados pelo BTG, as resistências do mini dólar estão em 5.180,00, 5.205,50, 5.231,50 e 5.257,00.

Já os suportes aparecem em 5.128,00, 5.102,50, 5.076,50 e 5.051,00. A permanência acima da região de 5.111,50 é vista como fator importante para preservar o viés positivo observado nos prazos mais curtos.

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Dólar hoje tem leve alta antes das decisões de juros do Copom e Fed

O dólar opera em leve alta frente ao real nesta quarta-feira (17), com os investidores à espera das decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), em sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh, e do Comitê de Política Monetária (Copom).

Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial

Qual foi a cotação do dólar hoje?

Às 9h13, o dólar à vista operava com alta de 0,06%, aos R$ 5,090 na venda. O dólar futuro para julho — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — subia 0,01% na B3, aos R$ 5,106.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,088
  • Venda: R$ 5,090

O que aconteceu com dólar?

A expectativa geral é de que o Fed mantenha sua política monetária inalterada na reunião de estreia de Warsh. No entanto, o comunicado, as projeções econômicas e a coletiva de imprensa serão analisados ​​minuciosamente em busca de quaisquer sinais de que o Fed esteja abandonando sua postura de flexibilização monetária, à medida que as autoridades se tornam mais cautelosas em relação aos riscos de inflação.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

(Com Reuters)

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Ibovespa Futuro sobe antes das decisões de juros no Brasil e EUA

O Ibovespa Futuro opera em alta nos primeiros negócios desta quarta-feira (17), com atenções voltadas para as decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed), nos Estados Unidos, e do Comitê de Política Monetária (Copom). Às 9h06 (horário de Brasília), o contrato com vencimento em junho subia 0,22%, aos 169.845 pontos.

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O Federal Reserve realiza sua primeira reunião sob o comando de Kevin Warsh e deve manter a taxa básica inalterada, em meioa uma inflação ainda elevada que limita o espaço para afrouxamento.

No Brasil, as atenções se voltam ao Copom, com o mercado projetando um corte de 0,25 ponto percentual da Selic, para 14,25%, embora uma pausa não esteja descartada diante da piora do cenário externo, da alta do petróleo e da deterioração das expectativas deinflação. O tom do comunicado será decisivo para calibrar as apostas dos próximos passos.

Em Wall Street, o Dow Jones Futuro subia 0,02%, S&P Futuro avançava 0,02% e Nasdaq Futuro tinha alta de 0,32%.

Dólar, exterior e commodities

O dólar futuro operava com queda de 0,13%, aos R$ 5,100.

Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em alta nesta quarta, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um novo recorde histórico.

Os preços do petróleo operam em alta, apagando parte das perdas da sessão anterior, enquanto os investidores avaliavam o acordo de paz entre os EUA e o Irã.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com as fortes chuvas na China reduzindo a demanda por aço e insumos siderúrgicos, enquanto o sentimento também foi afetado por discussões em uma conferência do setor em Cingapura, que sugeriram que o apetite chinês por essas commodities dificilmente melhorará.

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IBC-Br: Prévia do PIB brasileiro sobe 0,5% em abril

O indicador mensal de atividade econômica (IBC-Br) registrou alta de 0,50% em abril, mostra dado divulgado pelo Banco Central (BC) nesta quarta-feira (17). O número ficou abaixo das projeções de avanço de 0,6%, medidas pela Reuters.

Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) teve alta de 0,9%, enquanto no acumulado em 12 meses passou a um ganho de 1,6%, de acordo com números não dessazonalizados.

O indicador de indústria avançou 0,4%, enquanto serviços e impostos subiram 0,3%, respectivamente. Já a agropecuária permaneceu estável no período.

Na edição anterior, de março, a prévia do PIB recuou 0,7% na comparação mensal, acumulando ganho de 1,8% no acumulado em 12 meses.

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Dólar tem leve queda e fecha a R$ 5 de olho nas negociações de paz entre EUA e Irã

O dólar voltou a perder força com notícias de avanço nas negociações de paz no Oriente Médio, apesar do alívio nos preços do petróleo.

Nesta quinta-feira (21), o dólar à vista (USDBRL) terminou as negociações a R$ 5,0012, com leve queda de 0,04%.



O dólar operou na contramão do desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com ganho de 0,07%, aos 99.165 pontos.

O que mexeu com o dólar hoje?

O mercado de câmbio manteve as atenções concentradas no cenário geopolítico, em meio a declarações desencontradas de autoridades do Irã e dos EUA.

Segundo a agência Al Arabiya, os EUA e o Irã alcançaram uma versão final preliminar de um acordo mediado pelo Paquistão. O rascunho prevê um cessar-fogo imeadiato e as partes também se comprometem mutuamente a evitar ataques contra infraestrutura.

A agência noticiou ainda que o acordo deve ser anunciado nas próximas horas.

A notícia repercutiu sobre os preços do petróleo. Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para julho fecharam em queda de 2,32%, a US$ 102,58 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

O mercado, porém, observa o possível acordo com cautela. Hoje, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que os EUA acabarão por recuperar o estoque de urânio altamente enriquecido do Irã, necessário para fabricar uma arma atômica.

“Nós vamos obter isso. Não precisamos disso, não queremos isso. Provavelmente vamos destruí-lo depois de consegui-lo, mas não vamos permitir que eles fiquem com isso”, disse Trump a repórteres na Casa Branca.

Acredita-se que o Irã possua cerca de 900 libras (cerca de 408 kg) de urânio altamente enriquecido, que Trump diz ter sido enterrado por ataques aéreos dos EUA e de Israel há quase um ano.

A declaração de Trump aconteceu horas depois de a Reuters noticiar que o líder supremo do Irã emitiu uma diretriz para que o urânio do país, com grau de pureza próximo ao de armas, não seja enviado para o exterior, endurecendo a posição de Teerã em relação a uma das principais exigências dos EUA nas negociações de paz.

Segundo autoridades israelenses à agência, Trump havia garantido a Israel que o estoque de urânio do país persa será enviado para fora do país e que qualquer acordo de paz teria que incluir ao menos uma cláusula sobre o tema.

Por aqui, o cenário eleitoral continuou no radar. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, negou ter requisitado uma reunião ao presidente Trump.

Segundo aliados de Flávio, o senador foi convidado para um encontro com o norte-americano que pode ser realizado na próxima semana.

Perguntado se ele ou o irmão e ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pediram a conversa, Flávio respondeu em inglês: “No, I didn’t ask anything. Nobody asked”. A frase, dita a jornalistas no Congresso, pode ser traduzida como: “Não, não pedi nada. Ninguém pediu”. Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos desde o ano passado.

A candidatura de Flávio entrou em crise na semana passada com o vazamento do áudio, pelo site Intercept Brasil, do senador pedindo dinheiro para dono do Master, Daniel Vorcaro, para financiar o filme ‘Dark House’, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

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Petróleo recua 2% com possível acordo de paz entre EUA e Irã

Os preços do petróleo encerraram as negociações desta quinta-feira (21) em queda diante de informações do site Al Arabiya de que Washington e Teerã chegaram a um acordo mediado pelo Paquistão sobre o conflito.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para julho fecharam em queda de 2,32%, a US$ 102,58 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.



Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para julho tiveram perdas de 1,94%, a US$ 96,35 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

O que mexeu com o petróleo?

O possível avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã trouxe novo alívio para os preços do petróleo.

Diante das notícias de que os Estados Unidos e Irã alcançaram uma versão preliminar de um acordo mediado pelo Paquistão, a cotação do petróleo perdeu força e virou para queda na sessão desta quinta-feira.

No texto, os dois países concordariam com um cessar-fogo e se comprometeriam a garantir a livre navegação no Estreito de Ormuz e no Golfo Pérsico. Em troca, o Irã teria as sanções suspensas de forma gradual.

Mais cedo, o líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, teria emitido uma diretriz determinando que o urânio enriquecido não deixaria o Irã, um ponto de divergência nas tratativas com Washington.

Depois, porém, uma autoridade iraniana negou os relatos. Já o presidente norte-americano, Donald Trump, disse que os EUA vão receber esse urânio enriquecido.

Em decorrência da guerra, o diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, alertou que o mercado global de petróleo pode entrar em uma “zona vermelha” entre julho e agosto.

Analistas da Capital Economics alertam que o caminho de volta à normalidade energética está ficando mais longo. Segundo eles, quanto mais tempo a interrupção nos fluxos de energia através do Estreito de Ormuz continuar, mais complexa será qualquer retomada eventual desses fluxos.

“Os preços do petróleo só tenderiam a cair quando os fundamentos do mercado de petróleo melhorarem de forma significativa”, afirmam.

*Com informações de Estadão Conteúdo

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Dólar tem leve alta a R$ 5,15 com ultimato de Trump ao Irã

O dólar à vista ganhou força ante o real, em uma sessão marcada pela expectativa de um acordo de paz no Oriente Médio após o ultimato do presidente norte-americano, Donald Trump.

Nesta terça-feira (7), o dólar à vista (USDBRL) terminou as negociações a R$ 5,1550, com leve alta de 0,17%.



O movimento destoou do desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com queda de 0,33%, aos 99,651 pontos.

O que mexeu com o dólar hoje?

A escalada de tensões no Oriente Médio continuou a concentrar o foco dos investidores.

Pela manhã, presidente dos Estados Unidos elevou o tom contra o Irã e disse que “toda uma civilização morrerá hoje à noite” se um acordo de cessar-fogo não fosse firmado ainda hoje, em publicação na rede social Truth.

O vice-presidente norte-americano, JD Vance, também afirmou que a guerra com o Irã será concluída “muito em breve” e indicou que Washington ainda espera avanços diplomáticos até o prazo final imposto pelo presidente Donald Trump, às 21h (de Brasília).

No início da tarde, o New York Times noticiou que o Irã suspendeu as negociações com os EUA e também informou ao Paquistão, mediador das tratativas entre os dois países, que não participará de mais conversas sobre um cessar-fogo.

Já na reta final do pregão, o Pasquistão pediu para Trump estender o prazo de tratativas por duas semanas.

O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, disse que os “os esforços diplomáticos para uma resolução pacífica da guerra em curso no Oriente Médio estão progredindo de forma constante, firme e eficaz, com potencial para alcançar resultados substanciais em um futuro próximo”, em publicação na rede social X.

Dados locais

Em segundo plano, os investidores reagiram a dados domésticos. Entre eles, a balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 6,405 bilhões em março, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

O valor foi alcançado com exportações de US$ 31,603 bilhões e importações de US$ 25,199 bilhões.

O resultado de março ficou abaixo da mediana das estimativas do mercado financeiro apontada na pesquisa Projeções Broadcast, de superávit comercial de US$ 7,55 bilhões, após saldo positivo de US$ 4,208 bilhões em fevereiro.

O MDIC também revisou as estimativas para 2026 e prevê saldo positivo de US$ 72,1 bilhões, próximo ao piso da projeção anterior, divulgada em janeiro.

*Com informações de Estadão Conteúdo e Reuters

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Guerra do Irã estressa os mercados; Ibovespa em dólar cai hoje (23)

 Os mercados globais operam em queda nesta segunda-feira (23), pressionados pela escalada das tensões entre Irã e os Estados Unidos, em meio à troca de ameaças entre Teerã e o presidente Donald Trump.

O conflito na região entra em sua quarta semana em um cenário considerado crítico, à beira de uma escalada mais intensa. Durante o fim de semana, a crise se intensificou: no sábado, o presidente norte-americano declarou que, caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado por 48 horas, poderá ordenar ataques à infraestrutura energética iraniana.

Em resposta, Teerã lançou novos ataques, após prometer retaliação às ameaças de Washington, elevando ainda mais o nível de tensão entre as duas potências.

No mercado de commodities, os preços do petróleo seguem em alta, refletindo o risco de interrupções no fornecimento global. O movimento intensifica preocupações com um possível efeito cascata sobre a inflação global.

Mercado brasileiro

 Por aqui, os investidores aguardam a divulgação do Relatório Focus, o primeiro após o corte de 0,25 ponto percentual da Selic pelo Copom na última reunião. Na temporada de balanços do quarto trimestre, o destaque vai para os dados da Movida (MOVI3).

  • Ibovespa: No último pregão, o Ibovespa (IBOV) terminou as negociações com queda de 2,25%, aos 176.219,40 pontos. Na semana, o Ibovespa recuou 0,81%.
  • Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,3092, com alta de 1,79%. Apesar da forte valorização de hoje, o dólar acumulou queda de 0,13% ante o real na semana.
  •  O iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — sobe 0,05% no pré-market, cotado a US$ 36,52.

Mercados internacionais

 Na Ásia, as bolsas fecharam em baixa. Na Europa, os principais índices também operam no negativo, enquanto os futuros de Nova York indicam abertura em queda.

  • Petróleo: Os preços do petróleo avançam.
  • Criptomoedas: O mercado cripto está em baixa. O bitcoin (BTC) cai 0,6%, negociado em torno de US$ 68 mil. O ethereum (ETH) recua 1,9%, cotado a US$ 2 mil.

Agenda: Veja a programação para hoje

Indicadores

  • 7h – Zona do euro – Balança comercial

Lula

  • O presidente não tem compromissos agendados para hoje

Dario Durigan

  • A agenda do ministro não foi divulgada

Gabriel Galípolo

  • 11h – ​Reunião com Luiz Antonio Guariente, Auditor do Instituto dos Auditores Internos do Brasil (IIA Brasil)
  • 15h30 – ​Reunião com Deputado Federal Rodrigo Rollemberg (PSB/DF)

Confira os mercados nesta manhã

Bolsas asiáticas

  • Tóquio/Nikkei: -3,68%
  • Hong Kong/Hang Seng: -3,54%
  • China/Xangai: -3,63%

Bolsas europeias (mercado aberto)

  • Londres/FTSE100: -2,13%
  • Frankfurt/DAX: -2,06%
  • Paris/CAC 40: -1,91%

Wall Street (mercado futuro)

  • Nasdaq: -0,70%
  • S&P 500: -0,63%
  • Dow Jones: -0,49%

Commodities

  • Petróleo/Brent: +2,33%, a US$ 108,87 barril
  • Petróleo/WTI: +1,18%, a US$ 99,37 barril
  • Ouro:  -6,92%, a US$ 4.292,90 por onça-troy

Criptomoedas

  • Bitcoin (BTC): -0,6%, a US$ 68.309,24
  • Ethereum (ETH): -1,9%, a US$ 2.044,57
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Choque inflacionário pode mudar planos do Copom; Ibovespa em dólar cai hoje (17)

Nesta terça-feira (17), o Banco Central inicia o primeiro dia da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) em um cenário de tensão geopolítica, disparada dos preços do petróleo e riscos de choque inflacionário, fatores que podem alterar os planos para a Selic.

A autoridade monetária já havia sinalizado que estava pronta para iniciar o ciclo de afrouxamento monetário em março. No entanto, a guerra no Irã tem levado o mercado a revisar o ritmo dos cortes: nos últimos dias, expectativas de redução de 0,50 ponto percentual deram lugar a projeções de 0,25 pp.

O mercado de opções do Copom, medido pela B3, reflete essa mudança, com o corte de 0,25 pp ganhando força, mas com a possibilidade de manutenção da taxa básica de juros entrando no radar dos investidores.

Mercado brasileiro

No cenário corporativo, serão divulgados os balanços do quarto trimestre de 2025 da EcoRodovias e da Taesa. Além disso, investidores repercutem o pagamento de R$ 583,6 milhões em juros sobre capital próprio da Sabesp (SBSP3) e de R$ 1,3 bilhão da Itaúsa (ITSA4).

  • Ibovespa: No último pregão, o Ibovespa (IBOV) terminou as negociações com alta de 1,25%, aos 179.875,44 pontos.
  • Já o dólar à vista (USDBRL) encerrou as negociações a R$ 5,2298, com queda de 1,63%.
  •  O iShares MSCI Brazil (EWZ) — principal ETF brasileiro negociado em Nova York — cai 0,19% no pré-market, cotado a US$ 36,46.

Mercados internacionais

Lá fora, o mercado acompanha de perto o desenrolar da guerra e a alta dos preços do petróleo. Entre as notícias corporativas, Jensen Huang, fundador e CEO da Nvidia, projeta uma receita de US$ 1 trilhão com chips de inteligência artificial entre 2025 e 2027.

Nos mercados asiáticos, as bolsas fecharam mistas. Na Europa, os principais índices operam em alta, enquanto os futuros de Nova York apontam para uma abertura negativa.

  • Petróleo: Os preços do petróleo avançam, com o tipo Brent no patamar de US$ 100 o barril.
  • Criptomoedas: O mercado cripto avança. O bitcoin (BTC) sobe 1,4%, negociado em torno de US$ 74 mil. O ethereum (ETH) avança 3,1%, cotado a US$ 2,3 mil.

Agenda: Veja a programação para hoje

Indicadores

  • 08h – Brasil – IGP-10
  • 11h – EUA – Vendas pendentes de imóveis

Lula

  • 09h – Ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira
  • 11h – Ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck
  • 15h30 – Encontro com o atleta Cristian Ribera, medalhista de prata nos Jogos Paralímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, e delegação
  • 16h30 – Ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira
  • 17h30 – Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Vice-Presidente da República Geraldo Alckmin

Fernando Haddad

  • A agenda do ministro não foi divulgada

Gabriel Galípolo

  • 10h – ​Participa da primeira sessão da Reunião do Copom – Análise de Conjuntura
  • 14h – ​Participa da primeira sessão da Reunião do Copom – Análise de Conjuntura

Confira os mercados nesta manhã

Bolsas asiáticas

  • Tóquio/Nikkei: -0,22%
  • Hong Kong/Hang Seng: +0,13%
  • China/Xangai: -0,85%

Bolsas europeias (mercado aberto)

  • Londres/FTSE100: +0,48%
  • Frankfurt/DAX: -0,04%
  • Paris/CAC 40: +0,48%

Wall Street (mercado futuro)

  • Nasdaq: -0,19%
  • S&P 500: -0,13%
  • Dow Jones: -0,03%

Commodities

  • Petróleo/Brent: +3,31%, a US$ 103,50 barril
  • Petróleo/WTI: +3,89%, a US$ 96,07 barril
  • Ouro:  +0,20%, a US$ 5.011,44 por onça-troy

Criptomoedas

  • Bitcoin (BTC): +1,4%, a US$ 74.293,46
  • Ethereum (ETH): +3,1%, a US$ 2.325,04
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Dólar tem novo salto e fecha a R$ 5,31 com disparada do petróleo e precificação de corte menor na Selic

O dólar repetiu o movimento de fortes ganhos da véspera e encerrou o pregão em alta. 

Nesta sexta-feira (13), o dólar à vista (USDBRL) terminou as negociações a R$ 5,3163, com ganho de 1,41%. 



  • LEIA MAIS: Comunidade de investidores Money Times reúne tudo o que você precisa saber sobre o mercado; cadastre-se

O movimento acompanhou o desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com alta de 0,73%, aos 100,466 pontos.

Na semana, o dólar teve valorização de 1,38% sobre o real.

O que mexeu com o dólar hoje?

As tensões no Oriente Médio deram gás para uma nova valorização do petróleo, com o barril Brent encerrando o dia cotado acima de US$ 100.

Hoje, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os EUA escoltarão embarcações pelo Estreito de Ormuz, se necessário. Em entrevista à Fox News, o chefe da Casa Branca ainda declarou que as forças militares norte-americanas vão atacar o Irã  “com muita força na próxima semana”.

A declaração foi uma resposta ao Irã. Na véspera, o novo líder supremo Mojtaba Khamenei afirmou que o estreito deve permanecer fechado “como instrumento de pressão contra os EUA e Israel”.

Os investidores também dividiram as atenções com novos dados de inflação nos Estados Unidos.

O índice de gastos com consumo pessoal (PCE, na sigla em inglês), subiu 0,3% em janeiro, em linha com as expectativas. Na comparação anual, o índice apresentou um aumento de 2,8%, ligeiramente abaixo dos 2,9% previstos pelos economistas consultados pela Dow Jones. O dado é a principal referência de inflação para o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano).

Com a escalada das tensões e dados de inflação em linha com o esperado, o mercado voltou a considerar setembro como o mês mais provável para a retomada do ciclo de corte nos juros dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano). Perto do fechamento, a probabilidade de corte no sétimo mês do ano era de 54,2%, de acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group. Na véspera, os traders observaram chance de redução dos juros apenas em dezembro.

Para a decisão da próxima semana, a probabilidade de manutenção dos juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano é de 99,1%.

No Brasil, o mercado também ajustou as apostas de afrouxamento monetário. Tanto as Opções do Copom da B3 quanto a curva a termo precificam um corte de 0,25 ponto percentual na Selic pelo Comitê de Política Monetária (Copom), de 15% para 14,75% ao ano, na próxima semana. Antes da guerra no Irã, a aposta majoritária era de redução inicial de 0,50 ponto percentual.

Por aqui, o mercado ainda repercutiu o pacote de medidas do governo para conter os preços dos combustíveis, anunciado no dia anterior. As pesquisas eleitorais também continuaram no radar.

Pela manhã, o Banco Central vendeu, em dois leilões simultâneos, US$ 1 bilhão em moeda à vista e 20.000 contratos no valor de US$ 1 bilhão de swap cambial reverso – neste caso, uma operação cujo efeito é equivalente à compra de dólares no mercado futuro.

Ao fazer o “casadão”, o BC eleva a liquidez no mercado à vista em momentos de estresse como o atual, em que o dólar tem sido pressionado pelos desdobramentos da guerra no Oriente Médio. O efeito das operações sobre as cotações do dólar é, na prática, nulo, já que o BC vendeu US$ 1 bilhão em uma ponta e comprou US$ 1 bilhão em outra.

*Com informações de Reuters

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Brent fecha acima dos US$ 100 pelo 2º dia consecutivo; petróleo dispara mais de 11% na semana

Os preços do petróleo encerraram o pregão desta sexta-feira (13) em alta, com a perspectiva de prolongamento do conflito no Oriente Médio no radar do mercado. Pelo segundo dia consecutivo, o Brent fechou acima dos US$ 100.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para maio fecharam com avanço de 2,67%, a US$ 103,14 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.

Já os contratos do petróleo West Texas Intermediate (WTI), para abril, subiram 3,11%, a US$ 98,71 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA.

Na semana, o Brent acumulou alta de 11,27%, enquanto o WTI subiu 8,59%.

Atenções voltadas ao Oriente Médio

O conflito no Irã, em seu 14º dia de combates, segue sem sinais de um cessar-fogo próximo.

Nesta sexta-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que cabe a ele decidir sobre o término da guerra. Trump prometeu ainda que os EUA atingirão “com muita força na próxima semana” o Irã.

Após as falas do presidente dos EUA, os contratos futuros do petróleo Brent voltaram a operar acima dos US$ 100.

Na tentativa de aliviar os preços do petróleo e do gás, pressionados pela guerra com o Irã, os Estados Unidos emitiram uma isenção de 30 dias para que os países comprem produtos petrolíferos russos sancionados que estão atualmente no mar.

Além disso, Trump considera flexibilizar as regras da lei marítima Jones Act, que exigem que navios americanos transportem mercadorias entre portos domésticos, incluindo petróleo e gás, em um esforço para reduzir custos.

As medidas, no entanto, parecem não ter acalmado os ânimos dos mercados. Segundo a Capital Economics, os investidores veem um risco elevado de que os preços do petróleo sigam altos.

Hoje, o posicionamento dos investidores no mercado de opções aponta probabilidade de 20% de os preços da commodity atingirem ou ultrapassarem os US$ 100 o barril daqui a três meses, afirma.

*Com informações de Reuters e Estadão Conteúdo

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Dólar fica estável a R$ 5,15 com incertezas sobre a guerra no Irã

Depois de duas sessões de queda, o dólar recuperou o fôlego com a escalada das tensões no Oriente Médio. Dados de inflação nos Estados Unidos e cenário eleitoral no Brasil ficaram em segundo plano 

Nesta quarta-feira (11), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,1593, com leve alta de 0,03%. 



  • LEIA MAIS: Comunidade de investidores Money Times reúne tudo o que você precisa saber sobre o mercado; cadastre-se

O movimento acompanhou o desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com alta de 0,38%, aos 99.210 pontos.

O que mexeu com o dólar hoje?

A guerra no Irã ganhou uma nova escalada nas tensões com ataques iranianos a três navios, durante a madrugada desta quarta-feira (11), no Golfo Pérsico.

O comando militar do país persa também afirmou que o mundo deve estar preparado para o petróleo atingir US$ 200 por barril. “Prepare-se para que o petróleo chegue a US$ 200 o barril porque o preço do petróleo depende da segurança regional que vocês desestabilizaram”, disse Ebrahim Zolfaqari, porta-voz do comando militar do Irã, em comentários dirigidos aos Estados Unidos.

Até o momento, não houve nenhuma trégua em terra, nem qualquer sinal de que navios já podem navegar com segurança pelo Estreito de Ormuz – por onde 20% do petróleo do mundo é escoado em tempos de normalidade geopolítica – , na pior interrupção do fornecimento de energia desde os choques do petróleo da década de 1970.

Por outro lado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou que “praticamente não há mais nada” para atacar no Irã e que a guerra naquele país terminará “em breve”, em entrevista ao site Axios. “Pequenas coisas aqui e ali. Quando eu quiser que isso acabe, vai acabar”, declarou Trump.

Em segundo plano, os investidores acompanharam novos dados de inflação norte-americana. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu 0,3% no mês de fevereiro, segundo dados do Departamento do Trabalho do país. No acumulado de 12 meses, o CPI acumula alta de 2,4%.

Embora o dado não seja a referência inflacionária do Federal Reserve (Fed), o CPI ‘ajuda’ o mercado a calibrar as apostas sobre a trajetória dos juros nos Estados Unidos. Após o resultado, os traders adiaram a leitura de que o Fed vai retomar o ciclo de cortes nos juros de julho para setembro.

Para a próxima decisão de política monetária, que acontece na semana que vem, há 99,4% de chance de o BC manter os juros inalterados na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano, de acordo com a ferramenta FedWatch, do CME Group.

“O mercado vem ajustando as expectativas para a política monetária norte-americana com o mercado passando a precificar cerca de 30 pontos-base de cortes até o fim do ano” como consequências das preocupações sobre inflação em meio a disparada dos preços do petróleo, afirma Bruno Shahini, especialista de investimentos da Nomad.

Saída de dólares e cenário eleitoral

Segundo dados do Banco Central, o Brasil registrou fluxo cambial total negativo de US $3,897 bilhões em março até o dia 6 – a primeira semana de conflitos no Irã.

Por aqui, o cenário eleitoral também movimentou o mercado de câmbio. As pesquisas de intenção de votos apontaram para um empate técnico entre os candidatos  Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição, e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

*Com informações de Reuters

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Dólar engata 2º dia de perdas e fecha a R$ com possível fim do conflito no Irã no radar

O dólar engatou o segundo dia de perdas consecutivas com a melhora no apetite ao risco externo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar o fim do conflito no Irã nos próximos dias. 

Nesta terça-feira (10), o dólar à vista (USDBRL) encerrou a sessão a R$ 5,1575, com queda de 0,13%. 



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O movimento acompanhou o desempenho da moeda no exterior. Por volta das 17h (horário de Brasília), o DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, como euro e libra, operava com baixa de 0,26%, aos 98,912 pontos.

O que mexeu com o dólar hoje?

A expectativa de cessar-fogo no Irã melhorou o apetite ao risco dos investidores e o dólar, considerado um dos ativos de proteção, manteve a trajetória de queda.

Nesta terça-feira, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que pode negociar com o Irã, dependendo das condições, em entrevista à Fox News.

Questionado sobre a possibilidade de diálogo com líderes iranianos, Trump afirmou que há sinais de que Teerã deseja conversar. “Estou ouvindo que eles querem muito conversar”.

Na véspera, o chefe da Casa Branca já havia afirmado que a guerra contra o Irã “está praticamente concluída”.

Em reação, os preços do petróleo Brent, referência para o mercado global, tombaram mais de 10% ao longo do pregão e voltaram a operar abaixo de US$ 90 o barril.

“A sinalização [de Trump] levou a uma forte correção nos preços do petróleo, o que ajudou a reduzir os temores de um choque energético prolongado e de pressões inflacionárias globais. Com isso, a parte da demanda defensiva por dólar perdeu força”, afirmou Bruno Shahini. especialista de investimentos da Nomad.

No Brasil, o real também foi favorecido pela entrada de fluxo estrangeiro.

*Com informações de Reuters

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Braskem (BRKM5) lidera os ganhos do Ibovespa e CSN (CSAN3) é ação com pior desempenho; veja os destaques da semana

O Ibovespa (IBOV) engatou a segunda semana consecutiva de perdas e começou o mês de março em tom negativo com a escalada das tensões geopolíticas. A temporada de balanços e dados locais ficaram em segundo plano.

O principal índice da bolsa brasileira acumulou desvalorização de 5% na semana e encerrou a última sessão aos 179,4 mil pontos.

Já o dólar à vista (USDBRL) terminou a R$ 5,2438 e teve avanço de 2,14% ante o real no acumulado na semana.

O cenário externo ‘roubou as atenções’. No último sábado (28), os Estados Unidos em conjunto com Israel atacaram o Irã, com a confirmação da morte do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, e o fechamento do Estreito de Ormuz, controlado pelo país persa – sendo uma das rotas marítimas mais estratégicas do mundo para o transporte de petróleo.

Em reação, os preços do petróleo Brent dispararam 27% nesta semana, sem qualquer expectativa de retomada do trágefo no Estreito e tratativas de um cessar-fogo.

Ontem (6), o presidente dos Estados Unidos Donald Trump exigiu a “rendição incondicional” do Irã. Os comentários foram realizados horas depois de o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, anunciar que “alguns países “haviam iniciado os esforços de mediação, um dos primeiros sinais de qualquer iniciativa diplomática para encerrar o conflito.

Com a escalada das tensões e disparada do petróleo, o mercado brasileiro passou a precificar um corte de 0,25 ponto percentual na Selic na próxima decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central.

Desde janeiro, a aposta majoritária era de redução de 0,50 ponto percentual na reunião deste mês, com a sinalização de início de afrouxamento monetário pelo BC.

Os dados, por sua vez, ficaram sem segundo plano. Entre eles, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no quarto trimestre de 2025 (4T25). O crescimento econômico acumulado em 2025 foi de 2,3%, em linha com o esperado.

Já o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrou a criação de 112.334 vagas formais de trabalho em janeiro, acima do esperado pelos economistas. Segundo a Reuters, a expectativa era de criação de 92 mil postos de trabalho com carteira assinada no mês.

Sobe e desce do Ibovespa

A ponta positiva do Ibovespa foi liderada por Braskem (BRKM5). Na sexta-feira (6), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou a transferência do controle da petroquímica para a gestora IG4 Capital, que pertencia à Novonor (ex-Odebrecht).

O destaque, porém, foi Petrobras (PETR4), um dos pesos-pesados do principal índice da bolsa brasileira.

Os papéis PETR3 e PETR4 subiram 7% na semana, com ganhos acumulados apenas no último pregão, em reação ao balanço do quarto trimestre (4T25), ao anúncio de dividendos e à disparada do petróleo.

Entre outubro e novembro, a petroleira registrou lucro líquido de R$ 15,6 bilhões, revertendo o prejuízo de R$ 16,9 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. Na comparação com o terceiro trimestre, porém, o resultado representa uma queda significativa frente aos R$ 32,8 bilhões apurados.

A companhia também anunciou a distribuição de R$ 8,1 bilhões em dividendos referentes ao período e acenou, durante a teleconferência de resultados, a retomada do pagamento de dividendos extraordinários.

Com a forte movimentação, a estatal superou R$ 580,1 milhões em valor de mercado pela primeira vez na história durante o pregão

A ‘turbulência’ geopolítica na primeira semana de março fez com que apenas oito ações encerrassem em alta, das 85 que compõem a carteira teórica do Ibovespa.

Confira a seguir as altas do Ibovespa entre 2 e 6 de março: 

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL
BRKM5 Braskem PN 30,34%
PRIO3 PRIO ON 8,99%
PETR3 Petrobras ON 7,14%
PETR4 Petrobras PN 7,07%
BRAV3 Brava Energia ON 5,85%
RECV3 PetroReconcavo ON 4,46%
UGPA3 Ultrapar ON 2,44%
VBBR3 VIBRA energia ON 2,14%

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Já a ponta negativa foi encabeçada por CSN (CSNA3)Segundo notícias, a companhia avançou em negociações e caminha para concluir empréstimo com um grupo de bancos, linha que tem as ações da CSN Cimentos entre as garantias.

O montante envolvido varia de US$ 1,35 bilhão a US$ 1,5 bilhão. O valor final ainda depende de discussões que acontecem em torno dos termos do empréstimo, envolvendo juros e mais garantias, disseram pessoas a par das conversas. Uma delas afirmou que a perspectiva para a conclusão do empréstimo em março é positiva.

Veja as maiores quedas na semana:

CÓDIGO NOME VARIAÇÃO SEMANAL
CSNA3 CSN ON -16,59%
BEEF3 Minerva ON -13,79%
EMBJ3 Embraer ON -13,29%
RAIZ4 Raízen ON -12,70%
MBRF3 MBRF ON -12,62%
ASAI3 Assaí ON -12,31%
CSAN3 Cosan ON -11,13%
VALE3 Vale ON -10,86%
YDUQ3 Yduqs ON -10,55%
RENT4 Localiza PN -10,55%
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Ibovespa abre em queda de olho no conflito no Oriente Médio; 5 coisas para saber antes de investir hoje (5)

A incerteza quanto à duração no conflito no Irã deve seguir como ponto focal dos mercados internacionais, influenciando o Ibovespa (IBOV), que começa o dia em queda.

Por volta de 10h10 (horário de Brasília), o principal índice da bolsa brasileira operava em queda de 0,44%, aos 184.551,33 pontos. 



O dólar à vista opera em alta ante o real e acompanha o desempenho da moeda no exterior. No mesmo horário, a moeda norte-americana subia a R$ 5,2455 (+0,51%).

O DXY, indicador que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais, voltou a subir aos 98,924 pontos.

Radar do Mercado: 

Day trade: 

5 assuntos para saber ao investir no Ibovespa nesta quinta-feira (5)

1 – Conflito no Oriente Médio

Apesar de na véspera o New York Times ter noticiado o contato entre agentes do Ministério da Inteligência do Irã e a CIA para negociações sobre um possível fim da guerra no Oriente Médio na quarta-feira (4), a tensão deu uma nova escalada nesta manhã.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atingido um petroleiro norte-americano na parte norte do Golfo e que o navio estava em chamas. A Guarda disse, em comunicado divulgado pela mídia estatal, que, em tempo de guerra, a passagem pelo Estreito de Ormuz estaria sob o controle da República Islâmica.

As defesas aéreas da Otan destruíram um míssil balístico iraniano disparado contra a Turquia na quarta-feira, disse a Turquia, marcando a primeira vez que o membro da aliança que faz fronteira com a Ásia foi envolvido no conflito do Oriente Médio e aumentando a possibilidade de uma grande expansão envolvendo seus aliados do bloco.

O Estado-Maior das Forças Armadas iranianas, no entanto, negou hoje ter disparado mísseis contra a Turquia, afirmando que a República Islâmica respeita a soberania da “amiga” Turquia, de acordo com um comunicado divulgado pela mídia iraniana.

Ainda nesta manhã, Israel lançou uma grande onda de ataques contra Teerã, visando atingir infraestrutura pertencente às autoridades iranianas, depois que mísseis iranianos levaram milhões de israelenses a correr para abrigos antiaéreos.

Autoridades em Washington estão céticas quanto à possibilidade de o Irã ou o governo de Donald Trump estarem realmente dispostos a uma “saída”, pelo menos no curto prazo.

2 – Petróleo em alta

Os preços do petróleo sobem nesta quinta-feira, prolongando um rali, uma vez que a escalada da guerra entre os EUA e Israel com o Irã interrompeu o abastecimento e o transporte, levando alguns dos principais produtores a reduzir a produção.

O petróleo Brent subia 2,05%, para US$83,07 por barril às 10h25 (horário de Brasília), a quinta sessão de ganhos. O petróleo West Texas Intermediate dos EUA subiu 2,89%, para US$ 76,82.

Duas refinarias de petróleo na China e na Índia fecharam suas unidades de petróleo bruto após a interrupção no abastecimento, já que ambos os países dependem das importações de petróleo bruto do Oriente Médio.

Como resultado da perspectiva de menor oferta nos mercados de combustíveis, os futuros do diesel europeu atingiram seu nível mais alto desde outubro de 2022, a US$ 1.130.

3 – Taxa de desemprego estável

taxa de desemprego brasileira ficou em 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, mantendo-se estável em relação ao trimestre móvel de agosto a outubro de 2025, quando também havia marcado 5,4%.

Segundo os dados divulgados pelo IBGE, a população desocupada somou 5,9 milhões de pessoas.

Já na comparação anual, houve recuo de 1,1 ponto percentual, frente aos 6,5% registrados entre novembro de 2024 e janeiro de 2025, sendo 1,2 milhão de pessoas a menos em busca de trabalho.

Já a população ocupada alcançou 102,7 milhões, mantendo estabilidade frente ao trimestre anterior e registrando alta de 1,7% em um ano, com a criação de 1,7 milhão de ocupações.

nível de ocupação, que mede a proporção de pessoas empregadas dentro da população em idade de trabalhar, ficou em 58,7%, praticamente estável no trimestre e 0,5 ponto percentual acima do observado um ano antes.

4 – Caso Banco Master

Novos desdobramentos do caso Banco Master vieram à tona ontem na terceira fase da Operação Compliance Zero. Pela manhã, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi preso, com suspeito de comandar uma estrutura privada de vigilância e coerção, denominada “A Turma”, voltada à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de críticos da instituição financeira.

Ontem, Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o ‘Sicário’, responsável pela execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas e ao monitoramento de pessoas, que incluía agredir o jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo, se suicidou na prisão e entrou em protocolo de morte cerebral.

A Polícia Federal encontrou no telefone de Vorcaro diálogos com o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e ordens do empresário para pagamento a uma pessoa de nome “Ciro”. Por ora, não há uma investigação formal instaurada contra o senador.

5 – Pesquisa Datafolha

Hoje, os investidores também devem acompanhar com atenção a primeira pesquisa Datafolha do ano voltada às eleições de 2026, com cenários da disputa à presidência e aos governo estaduais.

O levantamento trará o nome do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, contra o atual governador paulista, Tarcísio de Freitas, para o cargo do Executivo estadual.

*Com informações de Reuters

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