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How a Texas lawyer used AI to beat Meta in the social media addiction trial

Meta CEO Mark Zuckerberg
Trial lawyer Mark Lanier represented the plaintiffs in the landmark social media addiction trial, where Meta CEO Mark Zuckerberg testified.

Wally Skalij/Getty Images

  • Mark Lanier said he used AI before and during the social media addiction trial earlier this year.
  • Lanier, who won the case against Meta and Google, said AI has transformed his workflow.
  • He swears by an AI tool that he pays six figures annually for called Boodlebox.

One morning in February, Mark Lanier woke up after four hours of sleep and started preparing to cross-examine one of the wealthiest people in the world: Mark Zuckerberg.

His team had worked through the night, preparing material for the day ahead that he could then review in the hours before court, all with the help of AI.

Lanier, a nationally known Texas trial lawyer with a reputation for taking on major corporations in high-stakes trials, was representing the plaintiff in a landmark social media addiction case. He said AI allowed his team to do significantly more with the limited hours they had to prep outside the courtroom during the trial, which lasted over a month.

"It's as if I have 10 additional workers who are incredibly well-trained, who know the file inside and out, who work 24 hours a day and don't even need to take a break for the restroom, much less PTO," he told Business Insider, adding, "In the 10 hours I might be working outside of court, I can get 30 hours of work done."

AI in law has been touted both as a major opportunity and a cautionary tale, with many stories of hallucinations and fake citations. While the legal industry grapples with how to use AI, Lanier said it's been a "total game changer" for him.

Lanier won the case against Meta and Google, in which the jury found the companies negligent and ruled they knew their platforms were "dangerous" but failed to warn the plaintiff, who was awarded $6 million. The case was a bellwether for thousands of similar lawsuits brought against social media companies.

Mark Lanier
Mark Lanier said using AI has transformed his workflow before and during trial.

Courtesy of Mark Lanier

While Lanier had used the most popular AI products, he said the AI tool he relied on before and during the trial was Boodlebox, calling it "Disney World compared to a swing set in the backyard."

A leader in the education technology space, Boodlebox provides access to major models like ChatGPT, Claude, and Gemini, allowing users to switch between them or compare results. It's also collaborative, allowing Lanier and his team of lawyers to work with the AIs in the same digital workspace.

Lanier worked with Boodlebox to create a custom license that costs him six figures annually and is tailored to his needs.

"We could, in essence, take my brain, take 42 years of my experience, take the things that I have learned and studied and published and not published and incorporate it into the brain that drove my AI queries and results," he said.

He relied on AI before and during the landmark trial

Lanier is careful when talking specifics about how he deploys his AI. He says it's a matter of "trade craft" and that his firm is "doing some things that nobody else is doing."

One example he gave included taking transcripts from court each day and asking different models to evaluate them. He said AI is also great for finding a more creative or visceral way to describe something in court. He even would feed AI jury notes that came up during deliberations and ask it to evaluate where the jury was in the process.

At the end of court each day, they'd meet in his war room, debrief, and assign tasks to everyone, such as pulling the five most critical documents supporting point A. The team would then break and do much of that work in Boodlebox, allowing him to review what they've put together and how. He said he and his team, which includes several of his daughters, spent thousands of hours on the platform.

While most of Boodlebox's clients are big universities, a company representative told Business Insider that the platform is also exploring more enterprise and law adoption, in part because of its work with Lanier.

Lanier said he doesn't use AI in the way that often gets people into trouble. "I'm not going to say, 'Go do my research and write my brief,'" he said, adding that there was one instance in the case where AI cited something from the record and he knew it wasn't correct.

"It's not unbridled," he said. "You are an important part of the equation."

His advice to other lawyers trying to use AI was to keep up with the developments in the rapidly evolving field. He has an AI team at his firm that sends him a document every Friday with all the developments in AI, typically three pages single-spaced.

"Next trial, I will make what I did last trial look like Fred Flintstone and the Stone Age," he said.

Read the original article on Business Insider

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Toma lá, dá cá: Meta flerta com nova captação bilionária em “resposta” ao Google

google meta

No mundo da tecnologia, o dinheiro parece ser infinito. Um dia após a Alphabet, dona do Google, anunciar a maior oferta de ações da história — de US$ 84,7 bilhões — focada em inteligência artificial (IA), a Meta está cogitando um movimento semelhante (apesar de não divulgar valores). No fundo, a iniciativa é a mesma: […]

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Corrida da IA: depois do Google, agora é a Meta quem estuda uma capitalização multibilionária

Diante da corrida global pela liderança na inteligência artificial, a Meta está avaliando a possibilidade de realizar uma captação bilionária via emissão de ações, segundo informações publicadas pelo jornal Financial Times.

A reação dos investidores à notícia, contudo, foi de cautela, provocando uma queda nas ações da dona do Instagram e do WhatsApp.

A movimentação acontece logo após o sucesso da operação de venda de ações da Alphabet — dona do Google —, que levantou dezenas de bilhões de dólares no mercado.

Assim como a controladora do Google, a gigante das redes sociais precisa reforçar o caixa para financiar seus investimentos massivos na infraestrutura necessária para sustentar a IA.

De acordo com o FT, que citou três fontes familiarizadas com as discussões, a Meta ainda não contratou bancos e pode, em última análise, decidir por não emitir as novas ações.

Mesmo sem uma definição, o rumor pesou em Wall Street. Os papéis da Meta chegaram a recuar até 7% logo após a publicação da reportagem, cotados a US$ 582,91. Procurada, a Meta não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário.

O apetite do mercado por papéis voltados à IA, no entanto, segue robusto. A recente oferta da Alphabet — que envolveu ações das Classes A e C — registrou uma demanda que superou em várias vezes o volume disponível.

O movimento permitiu que a controladora do Google elevasse o total captado para US$ 18 bilhões, superando a meta inicial que era de US$ 15 bilhões e demonstrando o tamanho da liquidez disponível para empresas que lideram a nova fronteira tecnológica.

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Decretos de Lula sobre redes sociais são ‘avanço civilizatório’ em regulação, diz Gilmar Mendes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes manifestou apoio aos decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (20) para permitir a responsabilização de plataformas digitais e redes sociais pelo conteúdo veiculado.

“O Governo Federal regulamentou hoje a responsabilização das plataformas por conteúdos criminosos. Os decretos dão concretude à decisão do STF que reconheceu que a proteção de direitos na internet exige uma releitura do artigo 19 do Marco Civil da Internet. A regulamentação, com a atribuição de fiscalização à ANPD, é um avanço civilizatório fundamental na regulação das redes”, escreveu o ministro em seu perfil no X.

Os decretos colocam a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) como responsável por acompanhar o cumprimento das obrigações impostas às empresas e alteram a regulamentação do Marco Civil da Internet para adequá-lo a decisão do STF de junho do ano passado.

A Corte julgou inconstitucional parte do artigo 19 do Marco Civil, que só permitia a punição das plataformas por danos causados por postagens caso as empresas tivessem descumprido uma ordem judicial para remoção das publicações.

Com o novo entendimento, a proteção passou a valer apenas para crimes contra a honra, o que ampliou as situações em que redes sociais podem responder judicialmente, por exemplo, ao não removerem conteúdos criminosos logo após notificação do usuário.

O STF julga recursos apresentados pela Meta e pelo Google contra pontos da decisão entre os dias 19 de maio e 9 de junho. As organizações pedem mais esclarecimentos sobre as implicações da tese.

Os atos foram assinados durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, no Palácio do Planalto. Entre as medidas, está norma sobre os deveres das plataformas diante de crimes de violência contra mulheres.

As empresas deverão ter um canal de denúncia de conteúdos de nudez divulgados sem consentimento e preservar as provas e informações necessárias para investigações. O prazo é de até duas horas após a notificação para remoção da publicação.

Os decretos também obrigam as plataformas a impedir a circulação de deepfakes sexuais, com proibição do uso de inteligência artificial para produção de imagens íntimas de mulheres.

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The strategy behind Zuckerberg's softer tone — and layoff reassurance

Mark Zuckerberg wears a navy suit and burgundy tie walking at the US Capitol.
Meta CEO Mark Zuckerberg sent an email to employees saying he didn't anticipate more companywide layoffs in 2026.

Tom Williams/CQ-Roll Call, Inc via Getty Images

  • Mark Zuckerberg's email struck an empathetic tone. He also said he didn't expect more companywide layoffs in 2026.
  • Layoff anxiety can hurt worker productivity and morale, thereby carrying a real business cost.
  • Workplace observers say his focus on stability suggests he recognizes the impact of prolonged uncertainty.

Mark Zuckerberg is signaling that Meta employees can stop looking over their shoulders.

After long emphasizing cost-cutting, management flattening, and "Year of Efficiency" rhetoric, the Meta chief struck an empathetic tone in his post-layoff email to employees on Wednesday — emphasizing stability, conceding communication failures, and promising to "do right by people along the way."

In his internal email to staffers, he thanked the roughly 8,000 workers who were being let go and emphasized his desire to provide "as much stability as possible" to those who remained.

It was a reminder that layoff anxiety carries a real business cost.

To that point, Zuckerberg said that he doesn't expect further companywide layoffs in 2026.

While that doesn't rule out smaller-scale cuts, the message followed weeks of grueling uncertainty for staffers waiting to learn whether they still had jobs.

Zuckerberg's email — a shift away from the more hard-charging tone he adopted post-pandemic — suggested he recognizes that prolonged uncertainty can weigh on employees and, ultimately, the company itself, workplace observers told Business Insider.

"You do need to try to create some psychological safety for people who are there, because layoffs are extremely distracting," said Amii Barnard-Bahn, a C-suite coach and consultant.

'We won't always get this balance right'

Wednesday's cuts were the latest challenge for a workforce that has spent years navigating repeated rounds of layoffs, heightened performance scrutiny, and persistent questions about whether AI would take their jobs.

It's a theme that has played out across tech, as companies increasingly tie cuts to AI and leaders warn about a white-collar bloodbath.

In 2025, the CEO told staffers in an all-hands meeting to "buckle up" for an "intense" year ahead. Some of Meta's layoffs have come with an added sting: Last year, the company also said it was cutting some 4,000 workers who had failed to meet expectations.

By the time the latest round arrived, the accumulation of uncertainty had drained some employees and left them wishing they were let go.

Meta didn't respond to a request for comment from Business Insider.

Zuckerberg's Wednesday message hit on the toll that uncertainty around staffing levels can take: "We won't always get this balance right, but I care deeply about this so we'll keep adjusting and work hard to do right by people along the way," he wrote.

It's not clear how effective Zuckerberg's softer tone might be, though he had little choice but to try to reassure those left standing, said Pav Stojkovic, an HR consultant and former chief people officer at several companies, including The Athletic.

Zuckerberg's approach is a departure from one he'd used previously. In 2022, for example, Zuckerberg told Meta staff he was upping performance goals to get rid of employees who "shouldn't be here."

By "turning up the heat a little bit," Zuckerberg said at the time that he hoped some workers would "decide that this place isn't for you, and that self-selection is OK with me."

Last year, Meta directed managers to place a higher proportion of employees in its bottom review rankings. Zuckerberg has a long-standing history of ratcheting up the pressure at Meta, reinforcing a blunt, survival-of-the-fittest culture at the social media giant.

The billionaire CEO is far from alone in embracing a sink-or-swim philosophy as AI reshapes the workplace.

A focus on execution

Zuckerberg's note comes at a transitional time for the industry. Excitement over the possibility of AI has mixed with fears over efficiency-driven job cuts and the encroachment of automation on workers' livelihoods.

As Meta reshuffles roughly 7,000 employees to focus on new AI initiatives, Zuckerberg needs a workforce concentrated on execution amid the AI arms race.

"Success isn't a given. AI is the most consequential technology of our lifetimes. The companies that lead the way will define the next generation," he wrote.

Barnard-Bahn said it's likely that productivity at the company took a big hit in the last month, as workers worried about whether they or their colleagues would be cut or reorganized.

By providing workers with a higher degree of job security for the next six-plus months, Zuckerberg might be offering employees something that Big Tech competitors have not.

"Meta has the talent, the infrastructure, the apps and distribution, and the business model," Zuckerberg wrote. "We have a lot of work ahead, but what's on the other side is going to be extraordinary."

Read the original article on Business Insider

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Contra a mediocridade, CEOs são implacáveis na avaliação do desempenho dos funcionários

A forma como o CEO da Unilever, Fernando Fernandez, inicia cada reunião na fabricante de bens de consumo diz muito sobre a mentalidade de executivos que acreditam que suas empresas perderam competitividade.

“Antes de dizer olá, eu digo: ‘Crescimento de volume, mix positivo, expansão consistente de margem para crescimento do lucro em moeda forte’”, afirmou o CEO a um analista do setor em uma entrevista gravada no ano passado.

Fernandez reconheceu que é uma forma estranha de cumprimentar as pessoas, mas disse que esse é o jeito de garantir que os funcionários entendam o que importa: ele quer resultados e está responsabilizando as equipes por isso.

Embora o discurso não seja novidade no mundo corporativo, a postura contrasta com a cultura empresarial da década passada, quando havia escassez de mão de obra e líderes tentavam demonstrar empatia e acolhimento enquanto desejavam, discretamente, que os funcionários trabalhassem mais.

Agora, com a ameaça crescente da inteligência artificial dando mais poder aos empregadores em um mercado de trabalho já enfraquecido para profissionais de escritório, um número crescente de CEOs em vários setores passou a verbalizar o que antes era dito apenas nos bastidores — frequentemente reforçando a mensagem com demissões.

“Seremos implacáveis na avaliação de nossos talentos, de nossas pessoas”, prometeu Philipp Navratil, da Nestlé, a investidores e analistas pouco depois de assumir o cargo no ano passado.

No Citigroup, a CEO Jane Fraser lembrou funcionários de que eles são avaliados por resultados, não por esforço. Já o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, aconselhou empregados em 2025 a “apertarem os cintos” para um ano “intenso”.

O CEO da 3M, Bill Brown, usa frequentemente a palavra “incansável” ao falar da cultura da empresa. Líderes de companhias como Novo Nordisk e HSBC Holdings também têm adotado tom semelhante.

Acabou a era da mediocridade

A mensagem implícita em todos os setores é clara: acabou a era de recompensar mediocridade com aumentos salariais, promoções e kombucha grátis no escritório — especialmente em empresas que perderam participação de mercado ou ficaram atrás de rivais em lucro e retorno aos acionistas.

O foco agora está em construir “culturas de performance”, nas quais as expectativas sobre trabalhadores aumentam, funcionários medianos correm risco de serem dispensados e executivos perdem a paciência com burocracias que reduzem eficiência.

“Queremos nos tornar uma empresa mais rápida, mais ágil e mais ousada nas decisões. E parte da cultura de performance é garantir que aqueles que entregam resultados sejam os que permanecem na empresa”, afirmou Navratil a investidores em outubro.

Cortes de empregos, 16 mil na Nestlé e 9 mil na Novo Nordisk, frequentemente fazem parte da estratégia, funcionando como aviso aos funcionários que permanecem.

Às vezes, a mensagem é explícita. Quando a Meta cortou 600 vagas de sua divisão de inteligência artificial em outubro, um dos executivos próximos a Zuckerberg disse que cada funcionário remanescente passaria a “suportar mais carga”. E haverá ainda mais responsabilidades na Meta, que no mês passado anunciou a demissão de 10% dos trabalhadores e decidiu deixar 6 mil vagas em aberto sem reposição.

Além de cortar empregos e prometer rigor contra funcionários considerados improdutivos, executivos aproveitam o momento para estabelecer metas financeiras mais ambiciosas.

Metas ambiciosas

Na Unilever, Fernandez criou novas metas de vendas e reformulou os bônus de executivos, tornando-os mais dependentes do desempenho de linhas específicas de negócios e menos sujeitos às oscilações cambiais, eliminando uma possível desculpa para resultados ruins.

Entre empresas do índice S&P 500, executivos usaram a expressão “cultura de performance” 633 vezes no ano passado em teleconferências de resultados e documentos corporativos, acima da média de cerca de 460 citações registrada nos quatro anos anteriores.

A mudança cultural costuma ser liderada por novos CEOs. Muitas vezes são executivos internos, como Georges Elhedery, do HSBC, que conhecem os problemas da companhia e têm clareza sobre onde há potencial de melhoria.

“Depois de 20 anos no banco, atuando em diferentes geografias, negócios e funções, construí muita experiência e uma grande rede de colegas que compartilharam suas preocupações e ideias”, disse Elhedery à Bloomberg em dezembro. “Fui definitivamente implacável em eliminar complexidades.”

Em alguns casos, a cultura de performance surge por pressão competitiva ou queda das ações. Em outros, o CEO simplesmente quer elevar o padrão de uma companhia que já vai bem.

No banco porto-riquenho Popular, o CEO Javier Ferrer afirmou que parte dos funcionários se surpreendeu com a busca por mais desempenho. “As pessoas dizem: ‘Estamos indo muito bem, então por que mudar?’”, contou Ferrer. “Mas eu prefiro pensar: ‘Estamos indo bem, mas não seria ótimo se pudéssemos fazer ainda melhor?’”

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Meta just told staff in an internal meeting that it isn't ruling out further layoffs

Meta CEO Mark Zuckerberg in the US Capitol, wearing a red tie and blue suit jacket.
Meta CEO Mark Zuckerberg.

Tom Williams/CQ-Roll Call, Inc via Getty Images

  • Meta previously announced it will cut 10% of its staff next month.
  • Meta's HR chief told staff in a meeting that she can't promise further layoffs won't happen.
  • She added that the business is strong and acknowledged that morale has been affected at Meta.

Meta plans to lay off around 10% of its staff next month, and it told staff it's not ruling out deeper cuts.

That's what Janelle Gale, Meta's chief people officer, told employees in an internal meeting on Thursday, according to three sources on the call.

"Will there be more layoffs? The question always comes up. I'd love to say that there are no more layoffs, but I can't say something we can't deliver," Gale said during the meeting. "While the business is strong, priorities change, competition is fierce, and we will continue to manage our costs responsibly."

She said this means that Meta will "continue to evolve teams as needed" and "try to redeploy talent." She pointed to how Meta is investing in its Applied AI organization.

Gale added that some organizations would be more affected by layoffs than others, though she did not specify which.

Meta leaders also said during the meeting that AI token usage would not be considered as a factor for the layoffs.

Meta CEO Mark Zuckerberg also addressed the layoffs at the meeting, saying that AI automation is not the driving factor behind them. He said that AI has made small teams far more efficient.

During the call, Zuckerberg also addressed Meta's plan to monitor employees' keystrokes and mouse movements to improve its AI models. He said humans are not actually watching what the staff are doing and that this data is abstracted and used to improve AI.

Meta AI Chief Alexandr Wang also appeared at the meeting, sporting a camouflage-pattern T-shirt featuring multiple deer, according to a photo seen by Business Insider. During the Q&A, he praised Meta's latest AI prowess, notably the recent release of its Spark model.

Meta declined to comment for this article.

Reuters reported in March that Meta plans to cut about 20% of its total staff this year.

Given the looming layoffs, Gale said at the meeting that they hit morale at Meta, and the company tries to make tough situations like that "the best version possible." She added that Meta has tripled COBRA healthcare coverage to 18 months.

Meta CFO Susan Li previously said during its first quarter earnings call on Wednesday that she "doesn't really know" the ideal size of the company's head count, which runs at above 77,000. Meta announced that its infrastructure spend, largely for AI, is doubling this year, to a range of $125 billion to $145 billion.

Have a tip? Contact Charles Rollet via email at crollet@businessinsider.com or on Signal and WhatsApp at 628-282-2811. Contact Hugh Langley via email at hlangley@businessinsider.com or Signal at 628-228-1836. Use a personal email address and a non-work device; here's our guide to sharing information securely.

Read the original article on Business Insider

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China bloqueia a compra da Manus pela Meta, desfazendo um negócio de US$ 2 bilhões

A China decidiu bloquear a aquisição de US$ 2 bilhões da startup de IA Manus pela Meta, em um movimento surpreendente para desfazer um acordo controverso criticado pelo possível vazamento de tecnologia para os EUA.

A National Development and Reform Commission, principal órgão de planejamento econômico da China, determinou o cancelamento do negócio em um breve comunicado divulgado na segunda-feira (27). O órgão afirmou, em uma única linha, que decidiu proibir investimento estrangeiro na startup de acordo com leis e regulamentos, sem dar mais detalhes.

A decisão deve esfriar o setor de inteligência artificial em expansão na China e surge semanas antes de uma cúpula de alto nível entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping.

Pequim intensificou o escrutínio sobre empresas-chave após o acordo, que já estava em grande parte concluído. Inicialmente celebrado como um modelo para startups com ambições globais, o negócio passou a ser criticado internamente pela perda de tecnologia valiosa para um rival geopolítico.

Os fundadores da Manus começaram na China, mas transferiram sede e equipe principal para Singapura em 2025. Não estava claro, quando o acordo foi anunciado em dezembro, se Pequim exerceria sua autoridade sobre uma transação realizada tecnicamente fora de suas fronteiras.

“O bloqueio da Manus é um momento esclarecedor”, disse o analista Ke Yan, da DZT Research. “A empresa estava incorporada em Singapura, com fundadores baseados lá, e ainda assim foi puxada de volta. O sinal de Pequim é que o que importa não é onde está a entidade legal.”

Revés para a Meta

O decreto pode representar um revés para a Meta em sua tentativa de competir em IA com rivais como a Microsoft, a Alphabet (dona do Google), além de OpenAI e Anthropic. A Manus ajudaria a Meta a avançar no desenvolvimento de agentes de IA — sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma.

Ainda assim, não está claro como a Meta desfaria o negócio. Funcionários da Manus já se juntaram à empresa, capital foi transferido e executivos passaram a integrar a equipe de IA da companhia. Parte da equipe já trabalha em escritórios da Meta em Singapura, enquanto investidores como Tencent, ZhenFund e Hongshan já receberam seus recursos.

A Meta afirmou que a transação seguiu as leis aplicáveis e que espera uma resolução da investigação chinesa, sem dar detalhes. As ações da empresa recuaram menos de 1% no pré-mercado.

Reguladores chineses exercem grande poder há anos, forçando mudanças em gigantes como Alibaba e a própria Tencent. Um paralelo próximo é a decisão de obrigar a Didi a sair da New York Stock Exchange após seu IPO em 2021.

Pequim e Washington disputam influência antes do encontro histórico de maio. À medida que a rivalidade em IA se intensifica, Xi busca proteger tecnologia e talentos chineses, ao mesmo tempo em que reforça a confiança no desenvolvimento doméstico — como mostrou recentemente a startup DeepSeek ao lançar seu modelo V4 integrado a chips da Huawei.

Os EUA vêm há anos restringindo o acesso da China a tecnologia americana, incluindo chips da Nvidia usados no treinamento de modelos de IA. Para analistas, a medida chinesa é uma resposta proporcional a essas restrições.

Autoridades chinesas também passaram a desencorajar novos movimentos semelhantes ao da Manus. Empresas como Moonshot AI e Stepfun foram orientadas a rejeitar capital americano sem aprovação explícita, e regras semelhantes devem atingir a ByteDance, dona do TikTok.

Essas restrições podem isolar ainda mais o setor tecnológico chinês de investidores estrangeiros, especialmente dos EUA, que historicamente financiaram grande parte do crescimento dessas empresas. Também seguem a decisão de limitar empresas chinesas incorporadas no exterior de abrir capital em Hong Kong.

O objetivo central é impedir que investidores americanos adquiram participação em setores sensíveis à segurança nacional, evitando o vazamento de tecnologia. O caso Manus reforça a preocupação de Pequim com startups fundadas por chineses que buscam expansão internacional.

Lançada em março de 2025, a Manus é um agente de IA capaz de automatizar tarefas complexas, desde análises do S&P 500 até a criação de apresentações comerciais. Um mês depois, sua controladora Butterfly Effect levantou US$ 75 milhões em rodada liderada pela Benchmark, o que levou a uma investigação do Tesouro dos EUA.

Em julho, a empresa transferiu sua equipe da China para Singapura, cortando dezenas de empregos. A Meta anunciou a aquisição em dezembro, após a Manus superar US$ 100 milhões em receita anualizada.

Ainda não está claro quais outras medidas Pequim adotará após a investigação. Segundo o Financial Times, os cofundadores Xiao Hong e Ji Yichao chegaram a ser impedidos de deixar a China.

Para especialistas, o movimento reflete a crescente importância estratégica da inteligência artificial para a China, especialmente na disputa tecnológica com os EUA. Assim como Washington tenta limitar o acesso chinês a semicondutores avançados, Pequim agora busca restringir o acesso americano à tecnologia de IA.

“É o reconhecimento da liderança chinesa de que a IA é um ativo estratégico”, disse Alfredo Montufar-Helu. “E crucial para definir quem sairá vencedor na competição com os EUA.”

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China bloqueia a compra da Manus pela Meta, desfazendo um negócio de US$ 2 bilhões

A China decidiu bloquear a aquisição de US$ 2 bilhões da startup de IA Manus pela Meta, em um movimento surpreendente para desfazer um acordo controverso criticado pelo possível vazamento de tecnologia para os EUA.

A National Development and Reform Commission, principal órgão de planejamento econômico da China, determinou o cancelamento do negócio em um breve comunicado divulgado na segunda-feira (27). O órgão afirmou, em uma única linha, que decidiu proibir investimento estrangeiro na startup de acordo com leis e regulamentos, sem dar mais detalhes.

A decisão deve esfriar o setor de inteligência artificial em expansão na China e surge semanas antes de uma cúpula de alto nível entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o líder chinês, Xi Jinping.

Pequim intensificou o escrutínio sobre empresas-chave após o acordo, que já estava em grande parte concluído. Inicialmente celebrado como um modelo para startups com ambições globais, o negócio passou a ser criticado internamente pela perda de tecnologia valiosa para um rival geopolítico.

Os fundadores da Manus começaram na China, mas transferiram sede e equipe principal para Singapura em 2025. Não estava claro, quando o acordo foi anunciado em dezembro, se Pequim exerceria sua autoridade sobre uma transação realizada tecnicamente fora de suas fronteiras.

“O bloqueio da Manus é um momento esclarecedor”, disse o analista Ke Yan, da DZT Research. “A empresa estava incorporada em Singapura, com fundadores baseados lá, e ainda assim foi puxada de volta. O sinal de Pequim é que o que importa não é onde está a entidade legal.”

Revés para a Meta

O decreto pode representar um revés para a Meta em sua tentativa de competir em IA com rivais como a Microsoft, a Alphabet (dona do Google), além de OpenAI e Anthropic. A Manus ajudaria a Meta a avançar no desenvolvimento de agentes de IA — sistemas capazes de executar tarefas de forma autônoma.

Ainda assim, não está claro como a Meta desfaria o negócio. Funcionários da Manus já se juntaram à empresa, capital foi transferido e executivos passaram a integrar a equipe de IA da companhia. Parte da equipe já trabalha em escritórios da Meta em Singapura, enquanto investidores como Tencent, ZhenFund e Hongshan já receberam seus recursos.

A Meta afirmou que a transação seguiu as leis aplicáveis e que espera uma resolução da investigação chinesa, sem dar detalhes. As ações da empresa recuaram menos de 1% no pré-mercado.

Reguladores chineses exercem grande poder há anos, forçando mudanças em gigantes como Alibaba e a própria Tencent. Um paralelo próximo é a decisão de obrigar a Didi a sair da New York Stock Exchange após seu IPO em 2021.

Pequim e Washington disputam influência antes do encontro histórico de maio. À medida que a rivalidade em IA se intensifica, Xi busca proteger tecnologia e talentos chineses, ao mesmo tempo em que reforça a confiança no desenvolvimento doméstico — como mostrou recentemente a startup DeepSeek ao lançar seu modelo V4 integrado a chips da Huawei.

Os EUA vêm há anos restringindo o acesso da China a tecnologia americana, incluindo chips da Nvidia usados no treinamento de modelos de IA. Para analistas, a medida chinesa é uma resposta proporcional a essas restrições.

Autoridades chinesas também passaram a desencorajar novos movimentos semelhantes ao da Manus. Empresas como Moonshot AI e Stepfun foram orientadas a rejeitar capital americano sem aprovação explícita, e regras semelhantes devem atingir a ByteDance, dona do TikTok.

Essas restrições podem isolar ainda mais o setor tecnológico chinês de investidores estrangeiros, especialmente dos EUA, que historicamente financiaram grande parte do crescimento dessas empresas. Também seguem a decisão de limitar empresas chinesas incorporadas no exterior de abrir capital em Hong Kong.

O objetivo central é impedir que investidores americanos adquiram participação em setores sensíveis à segurança nacional, evitando o vazamento de tecnologia. O caso Manus reforça a preocupação de Pequim com startups fundadas por chineses que buscam expansão internacional.

Lançada em março de 2025, a Manus é um agente de IA capaz de automatizar tarefas complexas, desde análises do S&P 500 até a criação de apresentações comerciais. Um mês depois, sua controladora Butterfly Effect levantou US$ 75 milhões em rodada liderada pela Benchmark, o que levou a uma investigação do Tesouro dos EUA.

Em julho, a empresa transferiu sua equipe da China para Singapura, cortando dezenas de empregos. A Meta anunciou a aquisição em dezembro, após a Manus superar US$ 100 milhões em receita anualizada.

Ainda não está claro quais outras medidas Pequim adotará após a investigação. Segundo o Financial Times, os cofundadores Xiao Hong e Ji Yichao chegaram a ser impedidos de deixar a China.

Para especialistas, o movimento reflete a crescente importância estratégica da inteligência artificial para a China, especialmente na disputa tecnológica com os EUA. Assim como Washington tenta limitar o acesso chinês a semicondutores avançados, Pequim agora busca restringir o acesso americano à tecnologia de IA.

“É o reconhecimento da liderança chinesa de que a IA é um ativo estratégico”, disse Alfredo Montufar-Helu. “E crucial para definir quem sairá vencedor na competição com os EUA.”

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Meta employees react to pending job cuts: '28 days of hell'

Meta CEO Mark Zuckerberg

Bloomberg/Getty Images

  • Meta told staff on Thursday that it planned to eliminate 10% of its workforce.
  • Inside the company, employees are bracing for weeks of limbo as they wait to find out who will be cut.
  • Meta employees responded internally with a mixture of questions, concerns, and jokes.

Welcome to "28 days of hell."

That's how one Meta employee characterized the tech giant's announcement that thousands of jobs will be cut on May 20. Employees flooded internal forums with similar posts, many of which were filled with anxiety, dark humor, and questions as they wait to learn who will be out of a job.

"How are you motivating yourself to work for the next 1 month with layoffs confirmed?" one person posted on the anonymous workplace app Blind, in a section just for Meta employees.

Someone else replied, "I'm motivating myself to do stuff that I can put on my resume for my next job lol."

In a memo sent to staff on Thursday, Meta said it shared some layoff details earlier than usual because the news had already leaked. The company plans to cut around 10% of employees next month and close 6,000 open roles.

"I know this leaves everyone with nearly a month of ambiguity, which is incredibly unsettling," wrote Meta's chief people officer Janelle Gale.

For some Meta employees, the fact that company leadership acknowledged layoffs brought some relief. The layoffs had been so widely discussed internally that the announcement helped ease some uncertainty, according to one employee who declined to be named due to the sensitivity of the matter.

One of the top comments under Gale's internal Meta post was a picture of an elephant, a reference to leadership addressing the elephant in the room. Reuters first reported Meta was planning sweeping layoffs in March, and employees have been speculating on the extent of the cuts in the weeks since.

"elephant addressed!" commented another employee. Another posted a picture of an envelope that read: "Addressed to: "ELEPHANT."

Others said that having to wait almost a month to find out who would be affected created anxiety. One person posted that this was their first week at the company. "It might be goodbye for me," they wrote.

Another employee told Business Insider that the announcement added pressure for them to deliver results over the next month because it's unknown which teams will be affected by the cuts.

"I'm a little stressed about making impact in the next month," they said.

Despite a sense of added pressure, it's not the employee's first go-around with cuts at the company. The worker said they're going to continue working as usual, assuming the worst while trying to make the most of the next month as they wait for further updates.

"I assume I'm always two months away from being laid off, no matter what leadership says, so I'm going to continue to operate as usual," the employee said.

Employees also commented on Gale's internal post with questions.

One person asked if Meta staff would receive their August 15 stock payouts, which are part of some employees' compensation packages. Gale said that impacted employees would have a termination date prior to the August vest and would therefore not receive it.

"Because of the timing of the notifications, we will have just had the May 15 vest. There are some instances, based on work location, where people will remain employed through the August 15 vest," Gale wrote. Another employee thanked Gale for the clarification.

Another employee asked if travel would be restricted the week of May 20. "We are not restricting travel company-wide. VPs will share team-specific guidance," Gale responded.

'I feel more anxious about surviving'

On the Meta employee section of Blind, some users asked why Meta couldn't offer voluntary buyouts. Microsoft on Thursday offered one-time early retirement buyouts to thousands of its long-time employees, and Google has extended the same offers to staff across some orgs.

Many posts were from users asking others for information about which groups might be affected.

In a longer post, one user said the downside might be surviving the cuts.

"I feel more anxious about surviving this layoff," they wrote, recalling several rounds of layoffs at the company since 2022.

"Because we all know it's just gonna get worse for those of us who are left behind and have to absorb even more work, amongst other declining factors in this sad fearful company," they wrote.

Read the original article on Business Insider

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Meta is pushing employees to use AI, and this doc shows how much

Meta CEO Mark Zuckerberg
Mark Zuckerberg is all in on AI.

Bloomberg/Getty Images

  • Meta has set goals for some employees on how much they should use AI.
  • They include targets for using AI code assistants, agents, and other tools.
  • Meta CEO Mark Zuckerberg has said he wants the company to be "AI-native."

Mark Zuckerberg wants Meta to be "AI-native." An internal document shows one way the company's CEO plans to get there.

The company has set goals for how much some employees should use AI tools for tasks such as coding.

Meta employees created a document to collect information about these goals from across different organizations, according to a copy seen by Business Insider. It includes goals set late last year and for 2026.

Tech companies are using various methods to motivate staff to use AI, such as tying AI use to performance reviews and gamifying AI use with competitive leaderboards.

The document states that Meta's creation org, which is responsible for building and maintaining core creative experiences, set a goal for the first half of 2026 that 65% of engineers are expected to write more than 75% of their committed code using AI. Committed code is code that has been saved and tracked in a project.

Meta's Scalable Machine Learning org, which focuses on AI models and infrastructure, had a goal for February 2026 to achieve 50% to 80% AI-assisted code, the document said. It cited a comment alongside this goal from a senior engineering manager that said: "We are not tracking this via metrics."

The document also listed several companywide goals for Q4 2025 for central products — a horizontal org spanning Messenger, WhatsApp, Facebook, and other major products. One target is for 80% of mid to senior-level engineers to adopt AI tools such as DevMate, Metamate, and Google's Gemini, with a note that the focus is on "tool adoption" rather than the percentage of code written by AI.

It said that 55% of code changes from software engineers across the central product orgs should be "Agent-Assisted."

It is not clear whether the goals listed in the document are tied to performance reviews.

"It's well-known that this is a priority and we're focused on using AI to help employees with their day-to-day work," a Meta spokesperson told Business Insider. They said that Meta's performance program is focused on rewarding impact from AI tools, not just usage.

Here's a breakdown of Meta's goals in the memo:


  • Companywide Q4 2025 Goals (Central Products)

    • 55% of software engineers' code changes should be agent-assisted.
    • 80% of mid to senior-level engineers should adopt general AI tools.
  • Scalable ML Team Goal (Feb 2026)

    • Target: 50% to 80% AI-assisted code.
  • Creation Org H1 2026

    • 65% of engineers should write more than 75% of their committed code using AI.

(Note: Some technical terms have been rephrased for clarity)


Mark Zuckerberg's AI odyssey

Zuckerberg is aggressively trying to make Meta what he has called an "AI-native" company. Meta has started tying employee performance to their AI usage, Business Insider reported last year, and staff are using Meta's internal AI bot to write reviews for their peers.

More recently, the company rebranded some employees within a division of Reality Labs with one of three titles: "AI Builder," "AI Pod Lead," or "AI Org Lead."

The change comes as Meta is adopting smaller teams and moving toward a flatter organizational structure.

"Our ultimate goal is to drive a step change in engineering productivity and product quality," read a memo about the changes, which was reviewed by Business Insider. "To achieve this, we're fundamentally rewiring how we operate, how we are structured, and how we support each other."

Andrew Bosworth, Meta's CTO, told staff on Tuesday that he would take charge of Meta's "AI for Work" initiative, which is designed to boost the company's internal adoption of AI tools, according to a memo reviewed by Business Insider and first reported by The Wall Street Journal.

Meta laid off several hundred employees across Reality Labs and other orgs this week.

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Meta is forming some employees into AI-native 'pods,' leaked memo shows

Meta CEO Mark Zuckerberg
Meta CEO Mark Zuckerberg.

Bloomberg/Getty Images

  • A large division within Meta Reality Labs is undergoing an overhaul to become fully "AI-native."
  • The unit is now organized into "pods" made up of "AI builders" and "AI pod leads."
  • This new push and the latest layoffs at Reality Labs are unrelated, Meta said.

Meta is rebranding some employees as "AI builders" and organizing them into AI-native "pods," according to a leaked memo obtained by Business Insider.

The memo described an overhaul of roles, titles, and team structures across a 1,000-employee team within Meta's Reality Labs. It's part of a broader, aggressive push by Meta to adopt small teams and use AI.

The pilot program was announced last month within the Reality Labs team that builds developer tools. Everyone in the division will now have one of three titles: AI Builder, AI Pod Lead, or AI Org Lead. That's to encourage a shift toward a flatter organization, a structure that Meta CEO Mark Zuckerberg has advocated.

"Our ultimate goal is to drive a step change in engineering productivity and product quality," the memo reads. "To achieve this, we're fundamentally rewiring how we operate, how we are structured, and how we support each other."

When asked for comment, Meta referred Business Insider to comments earlier this year from Zuckerberg that 2026 is the year AI will begin to "dramatically change the way we work," with projects that once required large teams potentially handled by one, "very talented" person.

According to the memo, each pod consists of a small group of AI builders focused on specific outcomes, often working across disciplines. For example, engineers could take on design work, depending on the task. Some Meta employees have already begun referring to themselves as AI builders on LinkedIn, Business Insider previously reported.

These pods are led by Pod Leads, who oversee day-to-day operations. They are, in turn, overseen by Org Leads, who also manage performance reviews and oversee promotions — processes that will be supported by unspecified "AI systems."

The memo said that the overall team size will remain the same under the new structure.

Meta laid off hundreds of staff on Wednesday, and this cut affected staff in Reality Labs, among other teams. A Meta spokesperson said the reorganization is not related to the cuts.

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Is it better to be laid off in person or remotely? You tell us.

A line of people, carrying folders and in semi-formal wear, outside of a job fair.
New research suggests that longer-tenured employees have seen wage growth since ChatGPT launched. It also says getting a foot in the door is harder for young career-seekers.

Joe Raedle/Getty Images

  • On Tuesday, Meta advised some employees to work from home. The next day, the company began layoffs.
  • Getting laid off remotely offers privacy, but can feel isolating — for affected employees and survivors alike.
  • Would you rather find out about layoffs in an office or while working remotely? Take our survey.

Getting laid off sucks, yet how it happens matters, too.

On Tuesday, Meta told some employees to work from home the next day, ahead of the company's latest round of layoffs. The move touches on an anxiety familiar to many: not only whether you'll get cut, but how — and where — you'll find out.

Six years on from the start of the pandemic, many desk workers remain in hybrid roles. That's shifted the mechanics of layoffs. What was once typically handled in a conference room or the boss's office might now unfold on a screen or by email.

As more companies trim their workforces, the question is carrying greater weight. It may not have an easy answer.

"You can have poor execution in person. You can have poor execution remotely," said Sarah Rodehorst, cofounder and CEO of Onwards HR, which helps companies manage severance and offboarding.

At home vs. IRL

Being at home can allow people to process the news on their own terms — without the risk of crying in front of colleagues. It can also pose fewer security concerns for companies worried about employees lashing out on their way out the actual door.

Making cuts from afar can also make it easier on managers, who don't have to directly face the person they're letting go, said Ben Hardy, a clinical professor of organizational behavior at London Business School.

"It's a bit like divorcing someone through text message," he said of cutting jobs where one person delivers bad news to many others. It's too impersonal, Hardy told Business Insider, for an intimate topic. One-on-one communication is better, he said.

Getting laid off in-person might mean trying to hold it together in front of colleagues, yet it can also give people a chance to say goodbye to coworkers and make plans to keep in touch — or gather afterward to commiserate.

Ultimately, what matters most is handling layoffs with empathy and preserving the human element, said Rodehorst.

Calling someone into an office only to lay them off might not always be the best decision, she told Business Insider.

"Remote can actually preserve some privacy," Rodehorst said.

Of course, layoffs generally feel awful in any case. Some workers have pushed back at cuts via video, saying that it feels impersonal.

What do you think?

How do you feel about where layoffs should take place? Take our poll.

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Meta and Google lose landmark trial as jury finds them liable for harming young users' mental health

Zuckerberg surrounded by media.
Mark Zuckerberg testified in the social media addiction trial in Los Angles last month.

Jill Connelly/Getty Images

  • Meta and YouTube were found negligent in a landmark social media addiction trial.
  • The case centered on a woman who said social media harmed her mental health from a young age.
  • The case is viewed as a key test of how juries may see dozens of similar pending lawsuits.

Meta and Google were found negligent in a social media addiction trial in Los Angeles on Wednesday, potentially setting the stage for dozens of similar lawsuits that have been brought against Big Tech companies.

The case centered on a 20-year-old woman, identified as KGM, who said her use of social media from a young age was detrimental to her mental health and accused the companies of knowingly engineering their products to addict kids.

After nine days of deliberation, the jury found Meta, the parent company of Facebook and Instagram, and Google, which owns YouTube, negligent. In a 10-to-2 vote, the jury also ruled that the two companies knew their design was "dangerous" but failed to warn the plaintiffs.

The jury awarded the plaintiff $6 million. That's $3 million in compensatory damages and an additional $3 million in punitive damages.

The jury determined Meta was responsible for 70% of the harm, while YouTube was responsible for 30%. That means the total damages owed by Meta is $4.2 million, while YouTube owes $1.8 million.

The plaintiff's lead counsel, the Lanier Law Firm, called the verdict "a referendum" in a statement. "For years, social media companies have profited from targeting children while concealing their addictive and dangerous design features," the statement said.

Spokespeople for Meta and Google both said the companies disagreed with the verdicts and plan to appeal.

"Teen mental health is profoundly complex and cannot be linked to a single app," a Meta spokesperson said. "We will continue to defend ourselves vigorously as every case is different, and we remain confident in our record of protecting teens online."

"This case misunderstands YouTube, which is a responsibly built streaming platform, not a social media site," the Google spokesperson said.

The Los Angeles state court trial has been viewed as a bellwether, offering a key test of how juries may see similar personal injury lawsuits brought by over 2,000 individuals. Meta has said potential damages in certain cases could reach into the "high tens of billions of dollars."

TikTok and Snapchat were also defendants, but settled the lawsuit before the trial began.

Meta executives testified at the trial last month, including CEO Mark Zuckerberg and Head of Instagram Adam Mosseri, drawing large crowds of media and concerned parents, including some involved in other social media addiction lawsuits. YouTube's VP of engineering, Cristos Goodrow, also testified.

YouTube vice president of Engineering Cristos Goodrow (L) arrives to Los Angeles Superior Court for the social media trial tasked to determine whether social media giants deliberately designed their platforms to be addictive to children, in Los Angeles, on February 23, 2026. arrival to court for social media trial
Cristos Goodrow, YouTube's VP of engineering, testified in February.

Frederic J. Brown / AFP via Getty Images

The companies have argued that plaintiffs' struggles are due to myriad reasons and can't necessarily be linked to social media.

During Meta's closing argument at the Los Angeles trial, Paul Schmidt, one of the company's attorneys, said the plaintiff needed to prove that if Instagram were taken away from KGM, her "life would be meaningfully different."

"The evidence has shown just the opposite," Schmidt said.

In January, Meta warned investors that its mounting legal battles related to youth safety could "significantly impact" its 2026 financial results. Attorneys for more than 100,000 individual arbitration claimants have "sent mass arbitration demands relating to 'social media addiction'" since late 2024, the company said in a 2026 10-K, specifically noting the case in Los Angeles, as well as a separate case in New Mexico.

The New Mexico case, which occurred at the same time as the Los Angeles trial, addressed different legal and technical issues.

On Tuesday, a jury in New Mexico ordered Meta to pay $375 million after a verdict came down in the state's lawsuit against the company about sexual exploitation.

Meta said it would appeal the case.

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Seis executivos da Meta e uma missão: fazer a companhia chegar a US$ 9 trilhões em valor de mercado

Na Meta, empresa de Mark Zuckerberg, o C-Level pode ter um papel ainda mais essencial na elevação do valuation da companhia para US$ 9 trilhões, o que representaria um aumento de cerca de 500% em relação ao valor de mercado atual da companhia, de US$ 1,5 trilhão. A estratégia da empresa é incentivá-los a expandir […]

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Inside OpenAI's talent pipeline: See who's feeding and hiring away workers at Sam Altman's AI giant

sam altman

Anna Moneymaker/Getty Images

  • OpenAI has become a centerpiece in the AI talent wars, data reviewed by Business Insider shows.
  • Workers often leave Big Tech for Sam Altman's venture and then move on to smaller startups.
  • The average tenure for US-based OpenAI employees is around 16 months.

Workers leave Big Tech for OpenAI. They fan out across a growing ecosystem of startups. Rinse and repeat.

Since it launched ChatGPT, the Sam Altman-led company has quickly become a magnet for AI talent. It has pulled hundreds of researchers and engineers from competitors like Google, Meta, and Apple, according to data reviewed by Business Insider. After sticking around for a while, many of those employees go on to found or join rival startups of their own.

The company has nearly quadrupled in size since its chatbot took off in 2023, scaling from a small research lab of around 1,000 employees to a tech company with more than 4,000 workers.

To get a sense of how OpenAI is faring in the race for AI talent, Business Insider analyzed findings from workforce intelligence provider Live Data Technologies, which used LinkedIn to track the comings and goings of around 1,300 employees from January 2023 to March 2026.

Live Data Technologies analyzed publicly available professional profile data for OpenAI employees who had available information on previous employers. The roles analyzed ranged from engineering and research to product, human resources, and recruiting.

Representatives for OpenAI didn't respond to a request for comment.

The company's hiring pipeline is highly concentrated

OpenAI was originally founded by Altman and Elon Musk in 2015 to compete with Google's DeepMind AI lab.

Now, Google is the No. 1 source of talent for OpenAI, accounting for roughly a quarter of hires, according to the data.

Nearly half of OpenAI hires in the last three years came from either Google, Meta, Apple, or Microsoft.

Apple's Jony Ive joined OpenAI last summer to work on a new AI device. The project encompasses around 300 workers, many of whom came from Apple, The Information reported earlier this year.

The company has also made several high-profile hires over the past year, including Slack CEO Denise Dresser, OpenClaw founder Peter Steinberger, and Instacart CEO Fidji Simo.

Since 2023, OpenAI has added roughly four times as many engineers as it has lost, highlighting the company's rapid expansion as the AI race intensifies.

The battle for AI talent has become one of Silicon Valley's fiercest. Big Tech companies are aggressively competing for a relatively small pool of researchers capable of building advanced AI systems.

Meta CEO Mark Zuckerberg has reportedly taken a hands-on role in recruiting top AI employees, while Meta and other companies have reportedly offered massive compensation packages, sometimes valued in the tens and hundreds of millions of dollars in stock.

OpenAI is known for its high compensation packages. The Wall Street Journal reported last year that its employees receive an average of $1.5 million in stock-based compensation. Public salary data from H-1B visa applications shows that research scientists at the AI venture have salaries ranging from $245,000 to $685,000, while engineering roles are listed with a range of $165,000 to $290,000.

Where employees go after OpenAI tells a different story

Departures are fragmented, spreading across more than 150 different companies, including competitors like Meta, Anthropic, and emerging labs such as Thinking Machines Lab, according to the data. The majority of OpenAI employees left for smaller startups, venture capital firms, or academia, according to the data.

The data suggests OpenAI has become a centerpiece in the AI talent network, pulling researchers from Big Tech and sending alumni across the startup and VC ecosystem.

Only a handful of companies received more than 15 OpenAI alumni in the last three years: Anthropic, Meta, Google, and Thinking Machines Lab, the data shows.

Anthropic is perhaps the best-known example. It was founded by former OpenAI researchers, including siblings Dario and Daniela Amodei. VP of Research Max Schwarzer left OpenAI for Anthropic earlier this month.

Meanwhile, several OpenAI employees who left the company to help found Thinking Machine Labs in February, including Barret Zoph, rejoined OpenAI earlier this year.

Common roles at OpenAI include engineering and research, the data shows. The average tenure for US-based OpenAI employees is around 16 months.

Do you work for OpenAI or have a tip? Contact this reporter via email at gkay@businessinsider.com or Signal at 248-894-6012. Use a personal email address, a nonwork device, and nonwork WiFi; here's our guide to sharing information securely.

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Actually, Mark Zuckerberg didn't burn $80 billion on the metaverse

Meta CEO Mark Zuckerberg onstage at the company's 2024 developer conference, September 2024
Meta CEO Mark Zuckerberg's Reality Labs unit has lost more than $80 billion. But only some of that money was spent on metaverse projects. Much of it went to hardware projects like the Orion prototype he wore onstage in 2024.

Andrej Sokolow/picture alliance via Getty Images

  • It's easy to dunk on Mark Zuckerberg and Meta for burning $80 billion on the metaverse and then moving on.
  • But that's not exactly true.
  • What is true is that Zuckerberg used to spend a lot of time talking about the metaverse. Now he talks about AI instead.

Nearly five years ago, Mark Zuckerberg told us the future was the metaverse — an idea that seemed to involve all of us strapping on virtual reality goggles and interacting with digital versions of ourselves.

Now, reports say Zuckerberg's Meta is bailing on the metaverse after losing more than $80 billion on the project.

This is a fun story for people who like stories about Big Tech tripping on itself.

But it's not really true.

Start with the $80 billion that publications like The New York Times and others say Zuckerberg has lost chasing the metaverse. Meta has indeed generated losses of at least $80 billion via its Reality Labs unit, which lost more than $19 billion in 2025 alone.

But Reality Labs is not going away. That's because Reality Labs makes lots of things beyond Horizon Worlds, the virtual reality space Zuckerberg told us that we would work and play in, but that almost no one actually visited.

Reality Labs also develops all the hardware Meta has been selling over the years, including its Quest virtual reality goggles, and its Ray-Ban AI glasses, which seem to have at least some consumer uptake (whether that's good for the world is a different issue).

At some point in the next couple years, Meta will roll out yet another set of glasses, purportedly designed to let you stream movies at home. (These are the same glasses Netflix co-CEO Ted Sarandos recently said director James Cameron can't stop talking about.)

It's entirely possible that all of Meta's device efforts will amount to very little. Efforts to get anyone but gamers to buy virtual reality headsets really haven't panned out, and while Meta, Apple, and others are now racing to bring the same tech to lightweight glasses, we have no idea if these things will ever be more than a novelty.

But for now, Meta is still plugging away at this stuff. Which means Reality Labs will continue to generate billions of dollars in losses this year and beyond.

OK. What about the idea that Meta is no longer interested in the metaverse — a notion Zuckerberg said was so important that he re-named his company after it?

That's a little trickier to assess. Meta is quite prickly about the notion that it's bailing on the metaverse: Its argument is that the metaverse doesn't have to involve headsets, and that you could do all kinds of metaverse-y things on your phone — or maybe your phone paired with some new glasses.

That's what Meta CTO Andrew Bosworth is getting at with this tweet he put out this week (and which Meta comms directed me to when I asked them for comment for this story):

Seems like this is pretty much an annual tradition now so putting this here so I can tap the sign later... pic.twitter.com/qS9jagFQEn

— Boz (@boztank) March 19, 2026

Could be! But it's also true that Zuckerberg's public interest in the metaverse seems to have dramatically tapered off since 2021, when he told us the future was all about living in virtual space. (Zuckerberg had very different hair back then, too.)

Now, of course, Zuckerberg spends most of his time talking about AI, and Meta's ambitions to build "superintelligence." Which is why he's spending gazillions on AI talent and datacenters.

It's possible that all of those efforts get replaced by something else, too. Everyone in tech swears that the current AI boom really is a world-reshaping moment, and maybe it will be. But if you're still wondering what happened to all those NFTs you bought in 2021, I'll forgive you if you're going to remain in a wait-and-see on this one.

There is another way to think about Meta's interest in both the metaverse and AI. They're both shiny new things that offer Zuckerberg the promise of something he's wanted for a very long time: a way to run a business without having to rely on Google or Apple as his intermediaries.

Right now, Meta reaches people through phones and operating systems it doesn't control. At peak metaverse hype, Zuckerberg was clearly hoping to replace the iPhone with devices of his own. And in an AI-first world, it's possible the phone matters a lot less — or gets displaced by a new set of devices and interfaces.

That doesn't mean AI is just the metaverse with a new label. But it does suggest the through line here isn't the technology. It's Zuckerberg's recurring search for a platform he owns.

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Meta could be winning the AI race, just not in the way you'd expect

Meta CEO Mark Zuckerberg
Meta CEO Mark Zuckerberg has gone all in on AI.

Chris Unger/Zuffa LLC

  • Meta might not yet have the best AI models, but it could be winning on another crucial front.
  • Meta is considering major layoffs across the company, Business Insider reported.
  • A top analyst suggested these cuts could signal that Meta's AI transformation is underway.

Could more Meta layoffs mean the company still has bloat to trim — or could it signal its AI investments are actually starting to pay off?

A note from a top Wall Street analyst said on Monday that any head count cutting from Meta could actually be a sign that it's successfully rebuilding itself as an "AI-forward" company.

That could be bad for its rivals.

While Meta's deep investment in AI has so far not produced leading models like Google's and OpenAI's, Bernstein's Mark Shmulik said Meta's aggressive push to overhaul itself into a top-to-bottom AI company could put it ahead of competitors and trigger a "wave of panic" as competitors scramble to copy it.

Meta is pouring hundreds of billions of dollars into building out AI data centers and luring talent to shore up its AI research teams. Last week, Business Insider reported the company was weighing up layoffs, with some managers being asked to draw up cost-cutting plans.

Bernstein's Shmulik said this could be a signal that Meta is winning on a crucial front in the AI wars. While companies can win with world-class frontier models, they can also beat the competition by deploying AI so deeply across the core business that their competitive moat "widens beyond dispute," Shmulik wrote.

"Meta has already demonstrated the compelling returns they're seeing from deploying AI to core workloads," wrote Shmulik. "But if the company can now re-design their operations from the ground up to be AI-forward, their potential cost and performance advantage could be insurmountable."

By one metric, Zuckerberg's efficiency drive over the past three years has paid off. Revenue per employee has steadily increased over that time period, with the company overtaking Amazon last year, according to data shared in the Bernstein note this week. Pinterest was the only company with a higher ratio.

At the same time, Meta's capex and R&D spend per employee have significantly outpaced rivals, according to the Bernstein report, which could point to a reason for the potential layoffs.

Investors appeared to react positively to Meta weighing up further cuts, with the company's shares up about 2% early Monday.

AI-washing? Maybe not.

Like other Big Tech companies, Meta has moved quickly to chase AI.

It has also been aggressively driving AI adoption internally. The company said it would start grading employees on their "AI-driven impact" in performance reviews starting this year, and has tracked how some teams have been using the tools, Business Insider previously reported.

Companies including Atlassian and Block have cited AI as a reason for recent layoffs, raising the question of whether some leaders are "AI-washing" and using the technology to camouflage other reasons for cuts, such as financial problems or overhiring during the COVID pandemic.

Bernstein's Shmulik said that while AI-washing was possible in Meta and other companies' cases, he said that layoffs could now be seen as evidence that the company is seeing efficiency gains.

The company eliminated more than 20,000 jobs in late 2022 and early 2023 as Zuckerberg declared a "year of efficiency," cutting non-technical roles, flattening management layers, and lifting what had been a sagging share price.

If Meta repeats a similar cycle for the AI era, it could set the mold for what a truly AI-first company could look like, Shmulik said.

"If one major player is able to redraw the blueprint for an AI-enabled organization, others will rush to replicate it... and we wonder if this could trigger a cascade of hurried pivots, half-formed strategies, and reactive restructuring across the ecosystem," he wrote.

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Moltbook updated its terms after the Meta acqusition — and you're officially responsible for your agent

The Meta and Moltbook logos are pictured.
Moltbook widely expanded its terms of service five days after Meta announced its acquisition.

Illustration by Avishek Das/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

  • Moltbook updated its terms of service with new legal requirements and disclaimers.
  • Humans are now responsible for their agents' actions, and must be over 13 (or have parental consent) to register.
  • Meta confirmed its acquisition of the AI social network days prior to the change.

Days after the Meta acquisition, Moltbook is already making changes.

The Reddit-style social network for AI agents updated its terms of service on Sunday. Before Meta swooped in, the site had five rules. Now, it has a terms page full of legal language and agreements — including that every user is personally responsible for their agent.

"AI agents are not granted any legal eligibility with use of our services," the new terms read. "As a result, you agree that you are solely responsible for your AI agents and any actions or omissions of your AI agents."

The change was so important, it seems, that Moltbook chose to put it in bold, all caps.

The Moltbook terms of service are pictured.
Moltbook has a new eligibility rule for users.

Screenshot via Moltbook

The social network also has a new age requirement: Operators must be over 13 or have a parent agree to the terms. This is common among tech companies — Meta's Instagram has a similar requirement.

Moltbook added a series of disclaimers to the terms. Among the list is a statement advising against reliance on AI for information or decision-making.

"Moltbook does not guarantee the accuracy, completeness, or reliability" of AI-generated content, the terms read. Users agree not to use the content as a "substitute for its own independent determinations."

Meta acquired Moltbook in March, adding creators Matt Schlicht and Ben Parr to the team of Meta's Superintelligence Lab.

Before the acquisition, Moltbook had five rules in its terms of service. The ownership clause placed less liability on the human operator. "AI agents are responsible for the content they post," the old rule said. "Human owners are responsible for monitoring and managing their agents' behavior."

Moltbook was born from a meme moment on X about the AI agent OpenClaw, previously called Moltbot. Operators had to sign up with their X accounts.

Even after the Meta acquisition, that hasn't changed. Users need an X profile; Instagram or Facebook won't do.

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O que tem feito os lucros do S&P 500 crescerem e como a guerra no Irã pode impactar esse movimento

O ponto central da temporada de resultados do S&P 500 é simples: o índice entregou mais um trimestre muito bom de lucros, e o número agregado continua forte o suficiente para sustentar a narrativa de resiliência do índice.

Com quase todas as empresas já tendo divulgado os seus números, 73% bateram o mercado, e o lucro consolidado cresceu 13% a/a, bem acima dos 7% esperados no início da temporada.

A conclusão aqui é que a barra de resultados estava baixa demais, e o índice voltou a surpreender para cima.

Os resultados do S&P 500 estão crescendo de maneira consistente há mais de 1 ano

Esse resultado ganha ainda mais peso porque não foi um evento isolado: o 4T25 marca também o quinto trimestre consecutivo de crescimento de lucros acima de dois dígitos no S&P 500.

Em ciclos normais, cinco trimestres seguidos nessa faixa costumam vir acompanhados de uma narrativa de expansão de qualidade, difusão e confiança no crescimento da maioria das empresas.

A leitura prática, porém, é que o ciclo está forte, mas mais “seletivo” do que parece quando olhamos só as notícias mais recentes.

Como foi a performance das empresas em geral (excluindo as 7 Magníficas)

O principal alerta da temporada está na baixa difusão do crescimento de lucros, que não avançou, movimento que está oposto à performance de mercado do S&P 500 no ano, com mais de 300 empresas com uma performance acima do índice.

Quando excluímos as 7 Magníficas (Apple, Nvidia, Meta, Microsoft, Amazon, Alphabet e Tesla), o ritmo de crescimento do LPA (lucro por ação) das outras 493 empresas desacelerou para 9,8% a/a no 4T25, versus 12,2% no 3T25.

Ou seja: o S&P 500 continua crescendo bem, mas o crescimento não está sendo difundido entre as companhias.

E a rentabilidade das companhias aumentou

Do lado de rentabilidade, o trimestre trouxe um reforço positivo: a margem líquida do S&P 500 subiu 20 bps, de 13,1% para 13,3% nesse trimestre.

Isso sugere eficiência operacional, mas também uma composição cada vez mais favorável, dado o peso cada vez maior de tecnologia e comunicação no consolidado e as maiores taxas de crescimento desses setores versus o índice (excluindo as 7 Magníficas).

Uma nova América está nascendo: setor industrial foi melhor do que tecnologia

O dado setorial mais interessante do 4T25 foi o desempenho das empresas industriais, com surpresa de LPA de 28,6% versus o consenso, cerca de 3 vezes acima da surpresa de tecnologia (8%).

Em paralelo, saúde, consumo discricionário, materiais básicos, financeiro e consumo não discricionário ficaram essencialmente em linha (até 5% de surpresa), e serviços básicos foi o único setor com surpresa negativa (-1,6%).

Ou seja, o mercado pode estar concentrado em poucas narrativas, mas estamos observando cada vez mais a expansão dos investimentos nos EUA e a recuperação dos EUA como potência industrial e manufatureira após anos de baixos investimentos.

Por que as principais empresas do mundo de tecnologia estão performando mal em 2026?

O mercado parece ter olhado menos para a qualidade do trimestre e mais para dois pontos: investimentos maiores e menor clareza de monetização imediata dos investimentos em IA.

Em outras palavras, a temporada mostrou crescimento ainda sólido das principais companhias de tecnologia do mundo, mas com o investidor exigindo mais “prova de retorno” e menos disposto a pagar apenas por narrativa.

A conclusão é que, hoje, bater o consenso não é suficiente; o mercado quer entender a trajetória de fluxo de caixa e os retornos dos investimentos dessas companhias.

Em 2026 o mercado está mais cético com novos investimentos em IA, após 3 anos exuberantes de performance

Nos hyperscalers (Meta, Microsoft, Amazon e Alphabet), isso ficou explícito na revisão positiva de US$ 120 bilhões no capex para 2026 versus as estimativas iniciais do consenso.

Esse tipo de revisão costuma ser ótima notícia para a cadeia de infraestrutura de IA, mas tende a ser uma notícia ambígua para as próprias ações no curtíssimo prazo, porque aumenta a sensibilidade a qualquer frustração de monetização.

A conclusão é que o mercado está tratando capex como “risco de execução”, não como “garantia de crescimento”, pelo menos por enquanto.

A Meta foi a exceção e, por isso, virou o melhor exemplo do que o mercado quer ver, subindo 10%. O motivo foi a combinação de aceleração dos negócios tradicionais em anúncios com sinais mais claros de monetização de IA (anúncios, Reels e recomendação) — isto é, investimento alto, mas com retornos.

Por que a Nivida caiu mesmo após um resultado positivo?

A Nvidia também ilustra bem essa fase do ciclo de mercado. Os números foram fortes e acima do consenso, com receita de US$ 68,1 bilhões, mas a ação caiu 4% após o resultado.

A interpretação mais provável é que o mercado está precificando a hipótese de “pico de lucros” e que deveriam, no longo prazo, mostrar uma desaceleração devido aos menores investimentos em infraestrutura de inteligência artificial.

A nossa leitura é que esse ceticismo parece prematuro diante da elevada demanda estrutural por capacidade computacional e novas aplicações de IA artificial que ainda estão apenas começando, com destaque para a IA física.

E como a guerra atual no Oriente Médio influencia os meus investimentos?

Apesar da incerteza quanto à duração da guerra no Oriente Médio e aos seus impactos negativos sobre a inflação e o crescimento global, historicamente, conflitos geopolíticos tendem a não dominar a narrativa do mercado financeiro no médio prazo. Ou seja, os fundamentos econômicos tendem a prevalecer sobre as notícias.

Em outras palavras, em períodos de medo e incerteza, os retornos em ações podem ser maiores, justamente porque a aversão ao risco aumenta e os ativos são precificados com desconto.

É importante lembrar também que, em última instância, são os fundamentos econômicos que determinam a economia e os mercados.

E, quando olhamos para os EUA, os dados reforçam esse ponto: o Federal Reserve informou que os balanços patrimoniais das famílias estão sólidos, não apenas no agregado ou entre as famílias de maior renda, mas em todas as faixas de renda.

Para ilustrar, a dívida como percentual do patrimônio líquido das famílias mais pobres do país está atualmente em 16,1%, após recuar gradualmente de 20% no início da década e, tecnicamente, atingir agora o menor nível desde 1999.

E vale sempre lembrar o que, no fim do dia, move o S&P 500: o consumidor americano. O consumo nos EUA representa mais de dois terços do PIB do país (cerca de US$ 20 trilhões) e, se fosse uma economia separada, teria escala comparável à da China. Até aqui, essa força segue positiva, em expansão e com baixa alavancagem.

Concluindo…

Em conclusão, o cenário para o S&P 500 em 2026 revela um mercado de fortes fundamentos, mas que exige maior seletividade do investidor. Embora a resiliência dos lucros seja evidente, com o quinto trimestre consecutivo de crescimento de dois dígitos, o otimismo agora é temperado pelo ceticismo quanto ao retorno imediato dos investimentos em IA e pelas incertezas geopolíticas no Oriente Médio.

No entanto, o surgimento de uma “Nova América” industrial, a resiliência do consumidor americano e a eficiência operacional das companhias sugerem que, apesar do ruído das manchetes de guerra, os fundamentos econômicos tendem a prevalecer no médio prazo. O investidor que focar em empresas com capacidade real de monetização e fluxo de caixa sólido estará melhor posicionado para transformar o prêmio de risco atual em retornos consistentes.

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A euforia em torno da IA é uma bolha prestes a estourar? Eis o que a história diz

À medida que a aposta em inteligência artificial continua a levar o mercado de ações a novas máximas, investidores se perguntam cada vez mais se estamos vivendo outra bolha financeira destinada a estourar. A resposta não é tão simples – ao menos segundo a história.

O S&P 500 avançou 16% em 2025, com vencedores ligados à IA – como Nvidia, Alphabet (dona do Google), Broadcom e Microsoft – respondendo pela maior contribuição.

Ao mesmo tempo, crescem as preocupações com as centenas de bilhões de dólares que as big techs prometeram gastar em infraestrutura de IA. Os investimentos de Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta (dona do Facebook) devem subir 34%, para cerca de US$ 440 bilhões somados no próximo ano, segundo dados compilados pela Bloomberg.

A OpenAI se comprometeu a gastar mais de US$ 1 trilhão em infraestrutura de IA, um número impressionante para uma empresa de capital fechado que ainda não é lucrativa. Talvez ainda mais preocupante seja a natureza circular de muitos de seus acordos, nos quais investimentos e gastos vão e voltam entre a OpenAI e algumas grandes empresas de tecnologia listadas em bolsa.

Ao longo da história, o excesso de investimento tem sido um tema recorrente sempre que surge um avanço tecnológico capaz de transformar a sociedade, afirma Brian Levitt, estrategista-chefe global de mercados da Invesco. Ele cita, por exemplo, o desenvolvimento das ferrovias, da eletricidade e da internet. Desta vez, pode não ser diferente.

“Em algum momento, a construção de infraestrutura pode exceder o que a economia precisará em um curto período”, disse. “Mas isso não significa que os trilhos não tenham sido concluídos ou que a internet não tenha se tornado realidade, certo?”

Ainda assim, com as avaliações das ações subindo e o S&P 500 registrando o terceiro ano consecutivo de ganhos de dois dígitos, faz sentido que investidores fiquem preocupados com quanto potencial de alta ainda existe – e quanto valor de mercado pode ser perdido se a IA não corresponder às expectativas. Nvidia, Microsoft, Alphabet, Amazon, Broadcom e Meta respondem por quase 30% do S&P 500; portanto, uma venda generalizada ligada à IA atingiria o índice em cheio.

“Uma bolha geralmente estoura em um mercado de baixa”, disse Gene Goldman, diretor de investimentos da Cetera Financial Group, que não acredita que as ações de IA estejam em uma bolha. “Simplesmente não vemos um mercado de baixa no horizonte próximo.”

O que a história mostra?

Ritmo e duração

Uma forma simples de avaliar se o rali tecnológico impulsionado pela IA foi longe demais ou rápido demais é compará-lo a ciclos anteriores. Analisando 10 bolhas acionárias ao redor do mundo desde 1900, elas duraram em média pouco mais de dois anos e meio, com um ganho médio de 244% do fundo ao pico, segundo pesquisa do estrategista do Bank of America Michael Hartnett.

Em comparação, o rali impulsionado pela IA está em seu terceiro ano, com o S&P 500 subindo 79% desde o fim de 2022 e o Nasdaq 100, mais concentrado em tecnologia, avançando 130%.

Embora seja difícil tirar conclusões definitivas a partir desses dados, Hartnett alerta os investidores a não abandonarem o mercado mesmo que acreditem estar diante de uma bolha, pois o trecho final do rali costuma ser o mais íngreme – e ficar de fora pode ser custoso. Uma forma de proteção, segundo ele, é comprar ativos de valor baratos, como ações do Reino Unido e empresas de energia.

Concentração

As 10 maiores ações do S&P 500 agora respondem por uma grande fatia do índice, de 30% — um nível de concentração não visto desde os anos 1960. Isso afastou alguns investidores, incluindo o veterano de Wall Street Ed Yardeni, que disse em dezembro que já não faz sentido recomendar uma exposição acima da média a ações de tecnologia.

Historiadores do mercado argumentam que, embora a concentração pareça extrema em comparação com a memória recente, há precedentes. As principais ações como parcela do mercado americano estiveram em níveis semelhantes nas décadas de 1930 e 1960, segundo Paul Marsh, professor da London Business School que estudou os últimos 125 anos de retornos globais de ativos. Em 1900, 63% do valor do mercado dos EUA estava ligado a ações de ferrovias, contra 37% vinculados à tecnologia no fim de 2024, disse Marsh.

Fundamentos

Bolhas de ativos tendem a ser muito mais difíceis de identificar em tempo real do que depois que estouram porque os fundamentos costumam estar no centro do debate – e as métricas em foco podem mudar, afirma Dario Perkins, economista da TS Lombard.

“É fácil para entusiastas de tecnologia alegarem que ‘desta vez é diferente’ e que as avaliações fundamentais nunca mais serão as mesmas”, disse ele.

Mas alguns fundamentos seguem relevantes. No início dos anos 2000, a bolha das “pontocom” foi marcada por empresas de tecnologia superavaliadas, sendo muitas delas sem lucros sustentáveis ou modelos de negócio viáveis. Agora, os gigantes atuais da IA têm menores níveis de endividamento em relação aos lucros do que companhias como a WorldCom tinham à época.

Além disso, empresas como Nvidia e Meta já registram crescimento robusto de lucros ligado à IA, algo que não era necessariamente verdadeiro há 25 anos.

A possibilidade de risco de crédito na aposta em IA também deixa alguns investidores apreensivos. Depois que a Oracle vendeu US$ 18 bilhões em títulos em 24 de setembro, a ação caiu 5,6% no dia seguinte e acumula queda de 37% desde então. Meta, Alphabet e Oracle precisarão captar US$ 86 bilhões somadas apenas em 2026, segundo estimativa do Société Générale.

Avaliações

A avaliação de preços do S&P 500 é a mais alta da história, exceto pelo início dos anos 2000, segundo um indicador chamado de preço sobre lucro, ou P/L. Ele mede o quanto do preço de uma ação explica o lucro da companhia, ou o quanto um investidor estaria disposto a pagar pelos lucros da empresa: quanto maior e mais fora da média histórica da própria companhia ou do setor, mais caro estaria o papel.

No entanto, usando o P/L ajustado ciclicamente, ou CAPE, os investidores otimistas argumentam que, embora as avaliações estejam subindo por causa da tecnologia, o ritmo é muito mais lento do que na era das pontocom. Em 2000, a Cisco Systems chegou a ser negociada a mais de 200 vezes os lucros dos 12 meses anteriores, enquanto a Nvidia hoje está abaixo de 50 vezes.

O CAPE é uma métrica criada pelo economista Robert Shiller que divide o preço das ações pela média dos lucros ajustados pela inflação dos últimos 10 anos. Segundo Richard Clode, gestor da Janus Henderson, os preços das ações se descolam do crescimento dos lucros quando não há debate sobre avaliações. “Não estamos vendo isso acontecer agora”, disse.

Escrutínio dos investidores

Discussões sobre uma possível bolha de ações circularam ao longo do ano, mas ganharam força em novembro e dezembro, após alertas do investidor Michael Burry e do Banco da Inglaterra. Mais de 12 mil reportagens em novembro mencionaram a expressão “bolha de IA”, número semelhante ao dos dez meses anteriores somados, segundo dados da Bloomberg.

Uma pesquisa do Bank of America em dezembro mostrou que os investidores veem uma bolha de IA como o maior evento de risco extremo (“tail risk”). Mais da metade dos entrevistados afirmou que as ações das chamadas “Sete Magníficas” são a aposta mais saturada de Wall Street.

Isso contrasta com a bolha das pontocom, quando havia “entusiasmo total com a ideia de que a internet revolucionaria tudo”, disse Venu Krishna, chefe de estratégia de ações dos EUA no Barclays. Agora, as dúvidas sobre se os investimentos em IA vão compensar crescem à medida que a emissão de dívida aumenta.

“Eu não descartaria o risco, mas, em geral, acredito que o escrutínio é saudável”, disse ele. “Na verdade, é esse escrutínio que tende a impedir movimentos extremos, como um colapso.”

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Apple enfrenta maior debandada de executivos em décadas – e rivais se beneficiam

A Apple, por muito tempo um modelo de estabilidade no Vale do Silício, está passando por sua maior reestruturação de pessoas em décadas, com executivos seniores e engenheiros essenciais para os negócios deixando a companhia e migrando para concorrentes diretos, como Meta e OpenAI.

Só na última semana, os chefes de inteligência artificial e de design de interface pediram demissão. Em seguida, a empresa anunciou que sua diretora jurídica e o chefe de relações governamentais também estão saindo. Todos esses quatro executivos se reportavam diretamente ao CEO, Tim Cook, o que mostra a enorme rotatividade no alto escalão da companhia.

E mais mudanças podem vir. Johny Srouji, vice-presidente sênior de tecnologias de hardware e um dos executivos mais respeitados da empresa, disse recentemente a Cook que está seriamente considerando sair em um futuro próximo, segundo pessoas com conhecimento do assunto. Srouji, arquiteto do prestigiado esforço da Apple de desenvolver chips próprios, já informou colegas de que pretende se juntar a outra empresa caso realmente saia.

Ao mesmo tempo, talentos da área de inteligência artificial têm migrado para rivais, e empresas como Meta e OpenAI, além de diversas outras startups, já contrataram muitos dos engenheiros da Apple. Isso ameaça atrasar o esforço da empresa para alcançar concorrentes em IA, área na qual historicamente teve dificuldades para se destacar.

Esse conjunto de saídas forma um dos períodos mais turbulentos da gestão de Cook. Embora o CEO não deva deixar o cargo tão cedo, a Apple agora precisa reconstruir suas equipes e descobrir como prosperar na era da IA.

Dentro da empresa, algumas das demissões geram preocupação profunda e Cook tenta evitar novas perdas oferecendo pacotes de remuneração mais robustos a funcionários importantes. Em outros casos, as saídas refletem executivos veteranos próximos da aposentadoria. Ainda assim, o volume de mudanças configura uma inquietante fuga de cérebros.

Embora Cook insista que a Apple está trabalhando em sua linha de produtos mais inovadora da história, que deve incluir iPhones e iPads dobráveis, óculos inteligentes e robôs, a empresa não lança uma nova categoria de produto verdadeiramente bem-sucedida há uma década. Isso a torna vulnerável a concorrentes mais ágeis e preparados para desenvolver a próxima geração de dispositivos centrados em IA.

Procurada, a Apple preferiu não comentar.

Saída do chefe de IA expõe tropeços da Apple no setor

A demissão do chefe de IA, John Giannandrea, ocorreu após vários fracassos em IA generativa. A plataforma Apple Intelligence sofreu atrasos e entregou recursos abaixo do esperado. Uma reformulação muito anunciada da assistente Siri está há cerca de um ano e meio atrasada. Além disso, o software dependerá fortemente de uma parceria com a Alphabet, dona do Google, para preencher lacunas de capacidade.

Diante disso, a Apple começou a afastar Giannandrea do cargo em março, mas permitiu que ele permaneça até a próxima primavera. Dentro da empresa, muitos já esperavam sua saída e alguns até se dizem surpresos de ele ainda estar lá. Demiti-lo mais cedo, porém, seria interpretado publicamente como admissão de problema, segundo fontes.

O veterano do design Alan Dye está deixando a Apple rumo ao Reality Labs da Meta, uma deserção notável para um dos maiores rivais da companhia.

No dia seguinte à notícia, a Apple anunciou que havia contratado uma executiva da própria Meta: Jennifer Newstead, diretora jurídica da empresa de redes sociais e que ocupará o mesmo cargo na rival. Ela ajudou a conduzir a batalha bem-sucedida da Meta contra a FTC, órgão antitruste dos EUA que processou a companhia por prática anticompetitivas, experiência valiosa diante da disputa legal da Apple com o Departamento de Justiça dos EUA pelo mesmo motivo.

Newstead substituirá Kate Adams, que ocupou o cargo por oito anos e se aposentará no fim de 2026. Lisa Jackson, vice-presidente de meio ambiente, políticas e iniciativas sociais, também está se aposentando e suas funções serão distribuídas entre outros executivos.

A saída de Adams causou impacto, especialmente dado o número de disputas legais que ela conduzia, mas seu tempo de serviço é considerado longo. A saída de Jackson, por sua vez, já era amplamente esperada.

Essas saídas vêm após outra ainda maior: Jeff Williams, braço direito de Cook e diretor de operações (COO) por uma década, aposentou-se no mês passado. Outro veterano, o diretor financeiro (CFO) Luca Maestri, assumiu um cargo menor no início de 2025 e deve se aposentar em breve.

Especulação sobre CEO cresce, mas saída não é iminente

Cook completou 65 anos no mês passado, aumentando especulações sobre sua aposentadoria. Pessoas próximas afirmam que ele não deve sair tão cedo, embora o planejamento sucessório exista há anos. John Ternus, chefe de engenharia de hardware, de 50 anos, é visto internamente como o principal candidato.

Quando Cook deixar o cargo, deve assumir a presidência do conselho e manter grande influência. Isso torna improvável que a Apple escolha um CEO externo, apesar de nomes como Tony Fadell, ex-Apple e criador do iPod, serem ventilados fora da empresa. Mas Fadell deixou a Apple há 15 anos em termos pouco amistosos.

Internamente, comenta-se também sobre questões envolvendo a saúde de Cook, como tremores nas mãos percebidos durante reuniões da empresa. Pessoas próximas garantem que ele está saudável.

Principal risco imediato: saída de Johny Srouji

Srouji é peça vital para a empresa por ser responsável pela arquitetura dos chips Apple Silicon, pilar do sucesso recente da Apple. Cook tenta retê-lo, oferecendo aumento substancial de salário e a possibilidade de ampliar seu papel. Uma hipótese discutida seria promovê-lo a diretor de tecnologia (CTO), tornando-o possivelmente o segundo nome mais poderoso da Apple.

Mas isso exigiria promover Ternus a CEO, passo para o qual a empresa talvez ainda não esteja pronta. E alguns afirmam que Srouji não gostaria de trabalhar sob outro CEO, mesmo com um título maior. Se Srouji sair, seus sucessores naturais seriam seus dois principais subordinados: Zongjian Chen ou Sribalan Santhanam.

As mudanças já vêm alterando a estrutura de poder. Mais autoridade está concentrada em quatro executivos: Ternus, Eddy Cue (serviços), Craig Federighi (software) e o novo COO, Sabih Khan. Os esforços de IA foram redistribuídos, com Federighi se tornando o chefe de IA na prática.

Equipes de IA, robótica e design são esvaziadas

O esvaziamento não se limita ao alto escalão da companhia. A Apple enfrenta uma fuga de talentos em engenharia. A ordem interna é reforçar contratação e retenção.

Robby Walker, responsável pela Siri e por um projeto de busca semelhante ao ChatGPT, saiu em outubro. Sua substituta, Ke Yang, deixou a empresa em poucas semanas e foi para o novo Superintelligence Labs da Meta.

Para preencher lacunas deixadas por Giannandrea, a Apple contratou Amar Subramanya, ex-Google e Microsoft, como vice-presidente de IA.

Mas houve um colapso mais amplo na organização de IA, intensificado pela saída do chefe de modelos de IA, Ruoming Pang. Ele e outros nomes de peso, como Tom Gunter e Frank Chu, foram para a Meta, que atrai talentos com pacotes de remuneração muito altos.

A equipe de robótica de IA também foi atingida, inclusive seu líder Jian Zhang, que igualmente foi para a Meta. Esse grupo trabalha em tecnologias para futuros produtos, como um robô de mesa e um robô móvel. A equipe de hardware do robô de mesa também perdeu talentos, alguns indo para a OpenAI.

A área de interface do usuário também sofreu baixas, culminando na saída de Dye, do design. Seu desejo era integrar IA mais profundamente aos produtos, algo que sentia que a Apple não estava acompanhando. Billy Sorrentino, outro líder dessa área, também foi para a Meta.

O grupo de design industrial da Apple, responsável pelo design físico dos produtos, praticamente se desfez na última meia década, com muitos profissionais seguindo Jony Ive para seu estúdio LoveFrom ou migrando para outras empresas.

Stephen Lemay substituirá Dye. Cook também está assumindo mais responsabilidade sobre design, função anteriormente de Jeff Williams.

Apesar do caos, há otimismo interno sobre Lemay, um designer veterano com 20 anos de casa.

OpenAI e Meta se beneficiam

Jony Ive agora trabalha com a OpenAI em novos dispositivos reforçados por IA. A OpenAI comprou a startup de Ive por mais de US$ 6 bilhões para acelerar seu esforço em hardware, mirando diretamente o território da Apple.

A OpenAI também contratou dezenas de engenheiros da Apple, incluindo profissionais de iPhone, Mac, câmeras, chips, áudio, Apple Watch e Vision Pro.

Houve outras perdas notáveis: Abidur Chowdhury, que narrou o lançamento do iPhone Air em setembro, saiu para uma startup de IA, uma surpresa interna. E a Apple perdeu o reitor da Apple University, programa criado para preservar sua cultura após a morte de Steve Jobs.

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Investimento em IA é bolha? BTG elenca 16 motivos para defender que não

A demanda por cada vez mais poder computacional é o pilar da valorização das empresas de IA. E falou em IA, falou em “bolha” – algo que mais hora menos hora estoura.

É impossível saber se estamos ou não diante de uma. E sempre há a outra possibilidade: a de que os preços das ações simplesmente tenham alcançado um platô permanentemente elevado.

Essa é basicamente a conclusão de uma análise divulgada pelo BTG Pactual. Ela mostra que as grandes empresas do setor, a começar por Nvidia, Google e Microsoft, têm fundamentos sólidos, ou seja: margens saudáveis, baixa alavancagem e geração robusta de caixa.

Por outro lado, sempre vale lembrar a frase do economista americano Irving Fisher. Semanas antes do crash de 1929, o maior estouro de bolha da história, ele disse justamente que “os preços das ações atingiram um platô permanentemente elevado”. Não era o caso.

Seja como for, o BTG lista 16 motivos para acreditar que a revolução da IA tem características estruturais, e que o espaço para a expansão tecnológica e de infraestrutura ainda é vasto. Veja os pontos.

1. Ganhos de produtividade

Eles chegam a 1,3 ponto percentual por ano com a adoção rampante de IA, ou US$ 1,5 trilhão de produção global extra anual. É um choque de produtividade “amplo e duradouro”, de acordo com a análises e, mesmo com concorrência elevada e com o fracasso de algumas companhias com o passar do tempo, a tecnologia em si prospera.

2. Rentabilidade consistente nos investimentos em IA

Os investimentos na área não têm nada de especulativos: o US$ 1,2 trilhão por ano aplicado em infraestrutura – data centers, chips e redes – formam uma base de ativos de US$ 2,4 trilhões, que precisa gerar US$ 1,68 trilhão anuais em retorno para a economia global para dar lucro. Esse volume é, na visão do banco, plenamente compatível com o impacto de produtividade estimado por estudos independentes.

3. Margens mais elevadas

O receio de que a “bolha de IA” esteja se formando faz referência à “bolha ponto com” – a das empresas que, no final da década de 1990, foram superestimadas. A situação é diferente, segundo o BTG, porque as 10 maiores empresas do S&P 500 apresentavam margens líquidas de 17%, em média, naquela época, enquanto os atuais líderes têm 32%. Quer dizer: o ciclo de investimentos em IA é mais lucrativo e mais resiliente hoje.

4. Geração de caixa robusta

Lucro é uma demonstração contábil. Um dado mais sólido é o “fluxo de caixa livre”, o dinheiro que efetivamente sobra no caixa da empresa depois de todos os gastos a cada trimestre. Entre as empresas do S&P 500, ele é hoje de 3,5%. Ou seja, para cada US$ 100 que a empresa coloca no negócio, US$ 3,5 ficam no caixa. Isso é quase três vezes mais do que o período de 2000 a 2001. Em outras palavras: o ciclo atual das empresas é financiado por caixa real e não por dívidas excessivas.

5. Preços bem abaixo dos níveis da última bolha

O Nasdaq 100, índice que reúne as empresas americanas de tecnologia, é negociado entre 29 e 30 vezes o lucro, distante do nível de 44 vezes em 1999 e de 89 vezes em 2000. Você lê essa métrica da seguinte forma: considerando o preço atual, o mercado está disposto a pagar cerca de US$ 29 a US$ 30 por cada US$ 1 de lucro anual da empresa.

É, em resumo, um indicador para as expectativas de crescimento das companhias. Para o BTG, a precificação das ações das big techs hoje é “mais moderada” e também amparada por lucros muito maiores.

6. Líderes de mercado mais baratos do que no passado

Na bolha das ponto com, Cisco, Intel, Microsoft e outras eram negociadas entre 50 vezes a 70 vezes o lucro. Muitas superavam o nível de 100 vezes. Hoje, as gigantes de IA – Google, Nvidia, Meta, Microsoft de novo… – são negociadas entre 20 vezes e 35 vezes o lucro.

7. Capex financiado internamente

Só 46% do fluxo de caixa das empresas hoje é reinvestido, muito baixo dos 75% em 2001. Pode parecer um contrassenso avaliar positivamente empresas que estão investindo menos, mas a leitura do BTG é de que as companhias estão destinando seus recursos de forma mais equilibrada.

8. Alavancagem muito menor

As maiores empresas americanas operam com caixa líquido: a relação entre a dívida líquida e o Ebitda, é de 0,3 vez. Essa relação é conhecida como alavancagem e indica quantos anos a empresa levaria para pagar suas dívidas usando todo o lucro operacional. Em geral, um indicador abaixo de 2x é um sinal de que a empresa está financeiramente saudável. Ou seja, 0,3x é um nível extremamente conservador.

9. Demanda firme e chips duráveis sustentam o ciclo da IA

A demanda por computação em nuvem e IA continua acelerando: os serviços AWS (da Amazon), Azure (da Microsoft) e Google Cloud voltaram a crescer entre 20% e 40% ao ano. Ao mesmo tempo, as GPUs – processadores especializados usados para treinar e operar modelos de IA – têm vida útil longa, de aproximadamente seis anos.

Isso significa que as gigantes globais de computação em nuvem têm receitas futuras mais previsíveis e conseguem extrair valor dos chips por um bom tempo, fortalecendo a sustentabilidade do ciclo de investimentos em IA.

10. A tecnologia está longe do seu potencial máximo

Os avanços recentes mostram que a IA ainda tem muito espaço para evoluir. A redução das alucinações, por exemplo, avança paulatinamente, mas ainda está longe do ideal. Isso indica que a tecnologia não está madura – e que a demanda por mais computação e novos modelos deve seguir crescendo.

11. O mercado de IPOs ainda é fraco

Nos últimos 12 meses, houve 56 IPOs no segmento de IA, contra 511 no auge da bolha das ponto com. Ou seja, o ciclo atual não mostra exuberância especulativa em novas emissões como já ocorreu no passado.

12. O mercado não está em euforia

Mesmo com toda a atenção sobre IA, o humor geral dos investidores ainda é negativo: o índice de “Medo e Ganância”, criado pela CNN, aponta para “Pessimismo Extremo” – próximo de 19 pontos, bem abaixo da linha neutra de 50. Isso significa que, apesar do avanço das empresas de IA, o mercado como um todo não demonstra um comportamento eufórico, nem demanda excessiva por ativos de risco, que é uma condição típica de bolhas. A postura predominante ainda é de cautela, não de entusiasmo.

13. O medo da bolha freia os excessos que poderiam levar a uma bolha

O BTG cita uma pesquisa recente do Bank of America. Ela mostra que 54% dos gestores profissionais creem estar vivendo uma bolha de IA. E isso é bom. Quando o medo de bolha cresce entre profissionais de mercado, os investidores tendem a reduzir posições arriscadas e a operar de forma comedida. Ou seja, paradoxalmente, o fato de muitos acreditarem que há uma bolha diminui a probabilidade de uma bolha clássica se formar, pois os próprios agentes atuam para evitar excessos.

14. O investidor de varejo também está cauteloso

O índice AAII Bull/Bear, que mede o sentimento do investidor individual americano, permanece em território negativo. Isso indica que o pequeno investidor, o primeiro a responder aos ciclos especulativos, não está otimista. A falta de entusiasmo tanto entre profissionais (item 13), quanto no varejo reforça que não há clima emocional típico de bolha.

15. Investimento em IA é pequeno quando comparado a grandes ciclos históricos

O BTG calcula que, hoje, os investimentos em data centers de IA representam 1,3% do PIB. Há quem diga que estão construindo demais. Só que talvez não. Data center é o que há de mais moderno em infraestrutura. Nos momentos do passado em que o hype de infra era a construção de ferrovias, gastava-se muito mais: até 6% do PIB.

16. Queda de juros favorece teses de longo prazo

Juros menores tornam mais valioso cada dólar de lucro futuro. Quando os juros caem, os investidores calculam que o valor presente dos lucros que as empresas vão gerar no futuro é maior. Isso beneficia especialmente negócios cujo potencial econômico está mais avançado, como as empresas de IA, que investem muito agora para colher resultados maiores nos próximos anos.

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Alibaba começa a vender óculos com IA na China e se posiciona como rival da Meta na corrida dos “wearables”

O Alibaba lançou nesta quinta-feira (27) seus novos óculos de inteligência artificial Quark na China, sinalizando os esforços da empresa chinesa de tecnologia para entrar no mercado de wearables com IA, dominado pela Meta.

Os preços começarão em 1.899 iuanes para o headset, que será alimentado pelo modelo e aplicativo de IA Qwen da Alibaba. Ao contrário de outros headsets fabricados por empresas como a Meta, os óculos Quark têm a aparência de óculos comuns, com armação de plástico preto.

A Alibaba afirmou que os óculos seriam profundamente integrados aos seus aplicativos, incluindo o Alipay e seu site de compras Taobao, permitindo que os usuários os utilizassem para tarefas como tradução em tempo real e reconhecimento instantâneo de preços.

“Os pontos fortes da Alibaba são compras, pagamentos e navegação, então seus óculos com IA funcionam mais como um assistente pessoal”, disse Li Chengdong, analista da indústria eletrônica baseado em Pequim.

A empresa está investindo no mercado de IA para o consumidor, após ter ficado historicamente atrás da concorrência. No início deste mês, ela lançou uma grande atualização para seu chatbot de IA.

Li afirmou que a estratégia da Alibaba para óculos de IA inclui um foco na captura de tráfego futuro em meio à intensa competição no setor de comércio eletrônico da China.

“O Alibaba não detém o monopólio do comércio eletrônico”, afirmou. “A empresa espera que a IA possa ajudá-la a garantir a segurança do gateway de tráfego da próxima geração.”

Os novos óculos de IA da Quark estão disponíveis nas principais plataformas de comércio eletrônico chinesas, incluindo Tmall, JD.com e Douyin. Os números de vendas ainda não estão disponíveis, pois o produto foi lançado oficialmente apenas na quinta-feira.

A corrida para encontrar novas formas de dispositivos para entretenimento e computação, baseadas em IA, alimentou uma batalha entre as maiores empresas de tecnologia. A Meta, proprietária do Instagram, domina amplamente o setor de headsets de realidade virtual, com cerca de 80% do mercado. A Apple vende seu headset Vision Pro enquanto a Samsung Electronics lançou seu headset de realidade estendida Galaxy XR em outubro, que utiliza recursos de IA do Google, da Alphabet .

Outras empresas de tecnologia chinesas também lançaram óculos semelhantes com inteligência artificial. A Xiaomi lançou um produto em junho, enquanto a Baidu já possui um produto similar à venda.

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Startup acusa Meta de roubar plano de negócios para estruturar o Instagram Shopping

A Meta está enfrentando um novo processo de uma startup de tecnologia que alega que a companhia roubou seu plano de negócios para estruturar o Instagram Shopping.

O processo foi aberto na sexta-feira (26) em um tribunal do Estado norte-americano da Califórnia pela britânica Ollywan Limited. A startup alega que a Meta usou seu poder nas redes sociais para esmagar o aplicativo da Ollywan, o Winstag, que foi encerrado em 2023.

A Ollywan alegou que a Meta violou a lei antitruste dos EUA ao ligar o Instagram ao Instagram Shopping, permitindo que os usuários comprem produtos marcados em publicações. A queixa diz que a conduta da Meta deixou os rivais incapazes de competir e promoveu um monopólio avaliado em mais de US$ 2 bilhões por ano.

“A Meta roubou deliberadamente o plano de negócios inovador da Ollywan e vinculou seu monopólio no mercado de redes sociais para impedir a concorrência de produtos alternativos no mercado de compras com base em tags”, diz o processo.

A Meta não comentou o assunto. Advogados da Ollywan não se manifestaram.

O Winstag foi lançado em 2016 como um aplicativo de compartilhamento de fotos com recursos de marcação de produtos e compras de afiliados. Os usuários podiam seguir amigos e outras pessoas para ver o que eles estavam vestindo e comprar peças por meio de etiquetas de produtos.

Instagram Shopping

De acordo com a denúncia, o presidente-executivo da Ollywan se reuniu com executivos da Meta em 2015 e compartilhou o plano de negócios sob garantia de confidencialidade. Um executivo da Meta supostamente disse: “podemos potencialmente trabalhar juntos”.

Em vez disso, a Meta lançou o Instagram Shopping seis semanas depois do Winstag, incorporando recursos da plataforma rival, segundo o processo. O processo chamou o suposto roubo da Meta de “flagrante”, dizendo que muitos recursos correspondiam a detalhes que Ollywan havia compartilhado anteriormente.

A Meta então usou a “aplicação pretextual” de objeções de marca registrada ao nome “Winstag” para impedir que os usuários usassem o aplicativo da Ollywan, segundo o processo.

A Ollywan agora busca com o processo indenização e uma ordem judicial contra a conduta anticompetitiva atual ou futura da Meta, que enfrentando outros processos.

No ano passado, um tribunal de apelações dos Estados Unidos reabriu uma ação judicial que acusa a Meta de tirar do mercado o aplicativo de fotos Phhhoto.

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