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Brasil 🇧🇷 é o terceiro emoji que mais cresceu no mundo – e a explicação não é o futebol

20 de Agosto de 2026, 08:09

O Brasil apareceu em um lugar improvável entre os símbolos que mais ganharam espaço na internet global em 2025: o teclado do celular. A bandeira brasileira 🇧🇷 saltou 65 posições no ranking dos emojis mais usados no mundo e teve o terceiro maior crescimento do ano.

A explicação encontrada pelo New York Times não passou por futebol ou Carnaval, temas historicamente associados ao país, mas pela cultura gamer. O movimento parece pequeno diante do tamanho da internet, mas 185 milhões de brasileiros estão conectados, e algumas das principais plataformas digitais alcançam individualmente mais de 100 milhões de pessoas no país.

No WhatsApp, no TikTok, no YouTube e até no Reddit, o Brasil aparece com destaque não só pelo tamanho da audiência mas por comportamentos que destoam de outros mercados.

Isso ajuda a explicar por que empresas globais olham cada vez mais para o país para além do rótulo de grande mercado consumidor.

Bandeira do Brasil em alta

A bandeira brasileira 🇧🇷 terminou 2025 na 122ª posição entre os emojis mais usados no mundo, segundo levantamento citado pelo jornal americano. Um ano antes, ocupava o 187º lugar. Foram 65 posições de avanço, com alta de 70% em sua participação no total de emojis utilizados.

Entre os emojis com participação mínima de 0,1% analisados pelo New York Times, somente a flor murcha 🥀, com crescimento de 190%, e o coração feito com os dedos 🫰, com 109%, avançaram mais. A bandeira dos Estados Unidos, para fins de comparação, caiu 47 posições.

Levantamento New York Times/Divulgação

O levantamento partiu de uma amostra anônima de 665 milhões de emojis usados globalmente no Gboard, teclado do Google em aparelhos Android, e contou com análise de fóruns do Reddit para buscar padrões de linguagem.

O Times associou o avanço do emoji da bandeira brasileira à cultura gamer – um terreno em que o Brasil já tem escala.

Segundo a Pesquisa Game Brasil 2026, 75,3% dos brasileiros consomem jogos digitais. No PC, League of Legends aparece como o título favorito, enquanto Counter-Strike, LoL, Valorant e Free Fire seguem entre os principais nomes do cenário competitivo brasileiro.

Fora dos games, o Digital 2026: Brazil, do DataReportal, estima 185 milhões de usuários de internet no Brasil, equivalentes a 86,9% da população, e cerca de 150 milhões de identidades ativas em redes sociais – 70,4% dos habitantes.

Nas plataformas, o alcance publicitário potencial no Brasil é de:

  • 150 milhões de pessoas no YouTube;
  • 147 milhões no Instagram;
  • 131 milhões de adultos no TikTok.

Reddit cresce no Brasil e entra na trilha do emoji

O Reddit tem presença menor no Brasil, mas cresceu rapidamente entre seus fóruns. No fim de 2025, a ferramenta publicitária da plataforma indicava alcance potencial de 19,9 milhões de pessoas no país — quase o mesmo registrado na França, de 20,5 milhões, e acima de mercados como Itália, Japão, Espanha e México.

Dados fornecidos pelo próprio Reddit à Exame mostram que o número de usuários ativos semanais no Brasil cresceu 95% no primeiro trimestre de 2025 em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos Estados Unidos, maior mercado da plataforma, a alta foi de 18%.

O Reddit também foi usado pelo New York Times para investigar como diferentes gerações adotam emojis.

Para o jornal, símbolos digitais funcionam como marcadores de pertencimento a grupos e subculturas – ambientes em que novas formas de comunicação costumam surgir antes de alcançar públicos maiores.

O ‘Zap Zap’ que chamou a atenção de Zuckerberg

Nenhuma plataforma deixa essa particularidade brasileira tão explícita quanto o WhatsApp. A Meta não divulga atualmente quantos usuários do aplicativo estão no Brasil, mas executivos da companhia colocam o país entre seus principais mercados.

Em 2024, durante o Meta Conversations, em São Paulo, Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, destacou que brasileiros enviavam mais figurinhas, participavam mais de enquetes e mandavam quatro vezes mais mensagens de voz do que usuários de qualquer outro país.

O CEO disse ainda que o Brasil havia transformado o “Zap Zap” em algo próprio.

“A criatividade dos brasileiros no WhatsApp é realmente inspiradora, e nós queremos facilitar para que as pessoas façam ainda mais no WhatsApp”, afirmou Zuckerberg durante o evento.

A Pesquisa WhatsApp no Brasil 2026, do Opinion Box, aponta que 77% dos entrevistados conversam com marcas e empresas pelo aplicativo e que sete em cada dez já compraram produtos ou contrataram serviços por ali. Outros 37% afirmam deixar o WhatsApp aberto durante todo o dia.

No fim de 2025, o Instagram, também da Meta, alcançava potencialmente 147 milhões de brasileiros por publicidade, avanço de 8% em um ano.

YouTube: impacto econômico

No YouTube, um estudo da Oxford Economics divulgado pela plataforma em 2026 estima que o ecossistema criativo contribuiu com mais de R$ 6 bilhões para o PIB do Brasil em 2025 e sustentou mais de 150 mil postos de trabalho, direta e indiretamente.

O Brasil já reúne mais de 100 mil canais com pelo menos 100 mil inscritos e mais de 10 mil acima da marca de 1 milhão. Mais de 85% do tempo de exibição de conteúdos produzidos por canais brasileiros vem do próprio público do país, segundo o YouTube.

Entre pequenas e médias empresas brasileiras que mantêm um canal na plataforma, 71% dizem que o YouTube é essencial para o crescimento do negócio. Em julho de 2025, mais de 25 milhões de usuários brasileiros fizeram buscas relacionadas a compras dentro do YouTube.

No fim de 2025, as ferramentas publicitárias do Google apontavam alcance potencial de 150 milhões de pessoas no Brasil, equivalente a 81,1% dos internautas brasileiros. Em números absolutos, o país estava praticamente empatado com a Indonésia e atrás apenas de Índia e Estados Unidos.

TikTok: 134 milhões de usuários

O apelo de redes sociais junto aos brasileiros parece ser universal. O TikTok, da chinesa ByteDance, tinha 134 milhões de usuários ativos mensais no Brasil em março de 2026, o que define o país como um de seus maiores mercados globais.

Segundo estudo da LCA Consultoria divulgado pelo TikTok, a atividade associada aos investimentos de pequenas e médias empresas em publicidade na plataforma adicionou entre R$ 18,6 bilhões e R$ 37,3 bilhões ao PIB brasileiro em 2025.

O levantamento calcula ainda que essa atividade sustentou entre 223 mil e 447 mil empregos.

Entre os empreendedores pesquisados, 52% afirmaram que o TikTok ajuda a alcançar novos mercados. Outros 69% usam a rede para conteúdos relacionados aos negócios, 62% para acompanhar tendências e 57% para desenvolver habilidades de marketing digital.

O crescimento também virou comércio dentro da própria plataforma. Dados do TikTok Shop mostram que 57,8% dos usuários pesquisados concluíram uma compra depois de descobrir um produto no aplicativo.

Pelas ferramentas publicitárias da plataforma, o alcance potencial no Brasil já havia crescido 17,6% entre o fim de 2024 e o fim de 2025, chegando a 131 milhões de adultos.

Enxurrada de dinheiro que flui para a IA acende um sinal de alerta para investidores

21 de Junho de 2026, 13:44

O que você faz se os investidores inflam o preço das suas ações sob a premissa de que você será o grande vencedor na corrida da inteligência artificial, mas o seu produto atual não caiu no gosto do público? Elon Musk tem a resposta: use suas ações supervalorizadas para comprar outra empresa de IA.

A aquisição da Cursor pela SpaceX por US$ 60 bilhões — uma transação feita integralmente em ações — coloca Musk no tabuleiro da IA corporativa de uma forma que o seu chatbot, o Grok, nunca conseguiu. A Cursor é a assistente de programação que popularizou o conceito de “vibe-coding”.

Mas esse movimento também faz parte de uma enxurrada de emissões de ações que deveria acender um sinal vermelho piscante, mesmo para aqueles que costumam dar de ombros para os valuations esticados.

As empresas sempre têm escolhas sobre como financiar seus investimentos em capital (Capex) e suas aquisições. Elas podem emitir dívida (bônus/debentures) ou emitir ações (equity) — ou uma mistura de ambos. Se as taxas de juros estão baixas, tomar dívida é barato.

Da mesma forma, se o “valuation” (valor da empresa que o mercado está disposto a antecipar, baseado na estimativa de potencial de crescimento) das ações está nas alturas, emitir mais papéis sai “barato” para a companhia.

Apenas empresas em desespero por caixa vendem ações quando suas avaliações estão baixas, já que isso dilui os acionistas atuais e destrói o preço do papel.

O lendário investidor Benjamin Graham comparava o “Sr. Mercado” a um maníaco-depressivo que oferece preços diários aos investidores — às vezes altos demais (hora de vender), às vezes baixos demais (hora de comprar). O Sr. Mercado também dá às empresas a oportunidade de comprar de nós, investidores, ou vender para nós.

E quando elas emitem ações, elas estão escolhendo vender.

No plano individual, vender ações pode fazer todo o sentido. Equilibrar o nível de endividamento e capital próprio ajuda a mitigar o risco perceptível de um investimento ou aquisição.

O “equity” (ações) é ótimo para apostas arriscadas porque, ao contrário da dívida, você não precisa pagar de volta. Essa combinação alimenta o Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) da empresa, a métrica que define se um determinado investimento vale a pena ou não.

No entanto, quando damos um passo atrás e olhamos o cenário macro, o sinal é outro: quando as empresas se tornam vendedoras em massa de suas próprias ações, é um sinal razoável de que a bolsa está excessivamente cara.

A demanda indiscriminada dos investidores incentiva as companhias a aumentarem a oferta, seja por meio de ofertas subsequentes (follow-ons) — como a recente emissão recorde da Alphabet (Google) — ou de ofertas públicas iniciais (IPOs).

Exemplos da história recente deixam isso bem claro.

O espelho do passado

Durante a bolha da internet (pontocom) e a mania das SPACs no pós-pandemia, vimos ondas de IPOs e follow-ons à medida que os valores das empresas subiam. Houve também um boom de fusões e aquisições (M&A) nos EUA, que só agora foi superado em valor financeiro nos últimos quatro trimestres.

Naquela época, as empresas financiaram esses negócios com ações: dois terços do valor dos M&As na bolha da internet e 45% no biênio 2020-2021 foram pagos com novos papéis — os dois maiores patamares em um período móvel de quatro trimestres na base de dados da LSEG, que começou em 1990.

Os megasnegócios estão florescendo novamente: grandes IPOs decolaram com a SpaceX, e as empresas estão optando por emitir ações — usando papéis para financiar quase metade dos custos no trimestre atual, segundo a LSEG. (No acumulado de quatro trimestres, a fatia ainda é de um terço). A sede do investidor por ações está sendo saciada, em parte, pela criação de novos papéis do nada.

O outro lado da moeda mostra que, quando a dívida é barata demais, os problemas podem ser ainda mais graves. O valor dos negócios antes da crise financeira de 2008 atingiu o pico de US$ 910 bilhões no ano encerrado em setembro de 2007, pouco antes de os acionistas perceberem que a economia global estava construída sobre castelos de areia.

Apenas 19% daquilo foi financiado com ações, porque o crédito — turbinado por infinitos produtos estruturados — estava barato demais. A bolha estava no mercado de crédito, não no de ações, embora o colapso dos bancos e a recessão profunda tenham castigado as bolsas com força extrema logo depois.

As decisões de financiamento corporativo são, de certa forma, termômetros melhores para medir o quão caro o mercado está do que os indicadores tradicionais de valuation. Métricas padrão comparam o preço da ação com fundamentos — como o lucro passado ou projetado (que está voando), o valor patrimonial, o fluxo de caixa livre (que está despencando) ou as vendas.

Esses indicadores podem ser enganosos, frequentemente divergem entre si e, em sua maioria, têm um histórico histórico curto.

Pior ainda: a linha de base do que é considerado “caro” muda com o tempo, conforme a estrutura das empresas ou as regras contábeis evoluem. No caso do valor patrimonial, hoje ele exige tantos ajustes que se tornou virtualmente inútil.

Vejamos um exemplo: o múltiplo Preço/Lucro (P/L) projetado do S&P 500 está atualmente um pouco abaixo de 20 vezes. É bem menos do que as 23 vezes atingidas em 2020 e no ano passado, e abaixo do recorde de 24,5 vezes na bolha das pontocom.

Ainda é um patamar muito alto, mas caiu porque Wall Street espera um “boom” nos lucros — especialmente nas ações de chips de computadores (semicondutores), que são altamente cíclicas e onde as margens de lucro recordes no curto prazo dificilmente servem como um bom guia para o futuro distante.

O veredito do caixa

Olhar para o volume de dívida ou ações que as empresas emitem também tem seus pontos cegos. A decisão entre captar via ações ou títulos de dívida nos diz mais sobre como as empresas enxergam a avaliação relativa de ações versus títulos do que sobre o valuation absoluto do mercado.

A situação fica realmente preocupante, pelo menos na minha visão, quando há uma enxurrada de captação de recursos — seja em dívida, ações ou ambos. Se muitas empresas estão levantando montanhas de dinheiro para correr atrás da mesma oportunidade — neste caso, a IA —, existem três caminhos possíveis:

  • O cenário otimista (bull case): A oportunidade é tão gigantesca que pode absorver todo esse caixa e ainda entregar lucros gordos.
  • O cenário pessimista (bear case): A oportunidade é real, mas gastar tanto dinheiro vai destruir valor, já que a concorrência feroz vai esmagar as margens de lucro.
  • O cenário deprimente (e provável): As empresas estão captando e gastando tanto dinheiro simplesmente porque os acionistas estão aplaudindo de pé, e as promessas em torno da IA estão bizarramente infladas.

O perigo real é que tudo termine como a bolha da internet. Lá atrás, assim como agora, as empresas competiam para gastar o máximo que podiam, o mais rápido possível, e o ritmo de queima de caixa era visto como algo positivo — até que o mercado acordou e percebeu que o dinheiro dos acionistas tinha virado fumaça.

Decretos de Lula sobre redes sociais são ‘avanço civilizatório’ em regulação, diz Gilmar Mendes

21 de Maio de 2026, 16:40

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes manifestou apoio aos decretos assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta quarta-feira (20) para permitir a responsabilização de plataformas digitais e redes sociais pelo conteúdo veiculado.

“O Governo Federal regulamentou hoje a responsabilização das plataformas por conteúdos criminosos. Os decretos dão concretude à decisão do STF que reconheceu que a proteção de direitos na internet exige uma releitura do artigo 19 do Marco Civil da Internet. A regulamentação, com a atribuição de fiscalização à ANPD, é um avanço civilizatório fundamental na regulação das redes”, escreveu o ministro em seu perfil no X.

Os decretos colocam a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) como responsável por acompanhar o cumprimento das obrigações impostas às empresas e alteram a regulamentação do Marco Civil da Internet para adequá-lo a decisão do STF de junho do ano passado.

A Corte julgou inconstitucional parte do artigo 19 do Marco Civil, que só permitia a punição das plataformas por danos causados por postagens caso as empresas tivessem descumprido uma ordem judicial para remoção das publicações.

Com o novo entendimento, a proteção passou a valer apenas para crimes contra a honra, o que ampliou as situações em que redes sociais podem responder judicialmente, por exemplo, ao não removerem conteúdos criminosos logo após notificação do usuário.

O STF julga recursos apresentados pela Meta e pelo Google contra pontos da decisão entre os dias 19 de maio e 9 de junho. As organizações pedem mais esclarecimentos sobre as implicações da tese.

Os atos foram assinados durante a cerimônia de 100 dias do Pacto Nacional Brasil Contra o Feminicídio, no Palácio do Planalto. Entre as medidas, está norma sobre os deveres das plataformas diante de crimes de violência contra mulheres.

As empresas deverão ter um canal de denúncia de conteúdos de nudez divulgados sem consentimento e preservar as provas e informações necessárias para investigações. O prazo é de até duas horas após a notificação para remoção da publicação.

Os decretos também obrigam as plataformas a impedir a circulação de deepfakes sexuais, com proibição do uso de inteligência artificial para produção de imagens íntimas de mulheres.

Claro compra 73,01% da Desktop (DESK3) por R$ 2,414 bi

23 de Março de 2026, 05:51

A Claro Participações anunciou neste domingo (22), que sua controladora, a Claro NXT Telecomunicações S.A., comprou 73,01% do capital social da Desktop S.A. (DESK3), por R$ 2,414 bilhões, ou R$ 20,82 por ação ON, segundo fato relevante divulgado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

As negociações já se estendiam há alguns meses, enquanto as partes não haviam chegado a um consenso sobre o preço da transação e as condições para acertar um acordo, conforme apuração da Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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O documento indica que a fatia comprada pela Claro representa 84.684.273 ações ordinárias, vendidas por Makalu Brasil Partners I J, Denio Alves Lindo, Mucio Camargo de Assis Filho, Marcos Camargo de Assis e José Carlos Franco Júnior.

O preço de compra no âmbito da operação (a ser ajustado no fechamento) foi estipulado baseando-se em um Enterprise Value correspondente ao valor total da Desktop, de R$ 4 bilhões, e considerando o endividamento líquido da companhia em 30 de setembro de 2025, de R$ 1.585.250.620, resultando no preço base total de R$ 2.414.749.380 ou R$ 20,82 por ação.

Uma vez realizado o fechamento da operação, a Claro também se diz obrigada a realizar o protocolo, perante a CVM, do pedido de registro de uma oferta pública para a aquisição das ações de emissão da Desktop em função da alienação de controle da empresa. Na oferta de Tag Along será ofertado aos demais acionistas da Desktop um preço por ação, em reais, no mínimo, igual ao preço de aquisição.

A Claro informa que o fechamento da operação estará sujeito, dentre outras condições usuais a contratos dessa natureza, à prévia aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Ainda, deve ser realizada uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE), na qual seja aprovada a alteração do Estatuto Social da Desktop para exclusão integral da seção que trata de ofertas públicas por atingimento de participações relevantes.

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