Terça-feira de Copa tem os últimos jogos da segunda rodada


O Dia de São João, a mais tradicional das festas juninas, é 24 de junho, quarta-feira. E em 2026 a data tem um ingrediente a mais para animar as quadrilhas, fogueiras e festas: a festa de São João 2026 é dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo.
Sim, em 2026, o Dia de São João coincide exatamente com o terceiro compromisso da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo. Mesmo sendo dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo, o Dia de São João não é feriado nacional, mas várias cidades e estados, principalmente no nordeste, consideram a data como feriado local. Confira em TVT News onde o Dia de São João é feriado e onde assitir ao jogo Brasil x Escócia.
Mesmo sendo dia de jogo do Brasil, o Dia de São João (24 de junho) não é um feriado nacional no Brasil, mas garante folga em diversas cidades e estados por meio de leis locais. A data é feriado principalmente na região Nordeste e em municípios que têm São João Batista como padroeiro.
Veja como a folga funciona pelo país:
Em dois estados brasileiros, a data é um feriado estadual, o que significa que todas as cidades desses estados têm folga oficial:
Pelo menos cinco capitais do Nordeste decretam feriado no dia 24 de junho:
Municípios que são grandes epicentros das festas juninas também costumam parar as atividades. Alguns exemplos famosos incluem:
Nas demais regiões do país, o feriado costuma ocorrer estritamente em cidades onde São João Batista é o padroeiro local. Alguns exemplos são:
Importante: Nas cidades onde não há lei estabelecendo o feriado, prefeituras e governos estaduais podem decretar ponto facultativo. Quando isso acontece, a folga é garantida apenas para os servidores públicos. No setor privado, a decisão de liberar ou não os funcionários cabe exclusivamente ao empregador, sem obrigação de pagamento em dobro em caso de trabalho.
A partida entre Brasil e Escócia ocorre nesta quarta-feira, dia 24 de junho, no Estádio de Miami, na Flórida, Estados Unidos.
O confronto é válido pela terceira rodada do Grupo C do Mundial e está agendado para começar às 19h (horário de Brasília). Por se tratar do encerramento da primeira etapa da competição, o resultado define os caminhos e os cruzamentos da equipe brasileira nas fases eliminatórias subsequentes.

O dia 24 de junho foi escolhido por marcar, segundo a tradição cristã, o nascimento de João Batista. Ao contrário de outros santos, cuja data comemorativa coincide com a morte, São João é celebrado por seu nascimento. Por isso, nas bandeiras de festas juninas, a figura que aparece de São João é a de um menino.
João Batista é figura central no Novo Testamento por ter batizado Jesus Cristo e anunciado a chegada do Messias. O culto a João Batista acontece desde os primeiros séculos da era cristã.
A data de 24 de junho coincide com o solstício de junho, período em que antigas culturas acendiam fogueiras para afastar maus espíritos e celebrar a colheita.

Originalmente, povos do continente europeu realizavam festividades em meados de junho para marcar a chegada do solstício de verão no hemisfério norte.
Esses rituais estavam profundamente conectados com a agricultura, representando o período de colheitas e pedidos de fertilidade para a terra, elementos fundamentais para a sobrevivência dos trabalhadores camponeses da época.
Com a expansão do cristianismo durante a Idade Média, a Igreja Católica operou um processo de apropriação dessas manifestações camponesas. A Igreja buscou sobrepor as comemorações agrícolas à narrativa dos santos bíblicos.
Segundo a tradição cristã baseada nos relatos do Evangelho, João Batista nasceu exatamente seis meses antes de Jesus Cristo. Como o Natal ficou estabelecido em dezembro, o nascimento de João foi fixado em junho.
Ao chegar ao Brasil por meio da colonização portuguesa, essa data absorveu novas influências das culturas indígena e africana, transformando-se em uma síntese da diversidade que caracteriza a cultura popular do nosso país, com forte apelo econômico e social por todo o Brasil

A data de 24 de junho refere-se a São João Batista, e não a São João Evangelista. Embora os dois sejam figuras importantes do cristianismo e compartilhem o mesmo nome, têm biografias e papéis diferentes. João Batista foi o profeta que antecedeu Jesus, enquanto João Evangelista é um dos apóstolos e autor de um dos evangelhos canônicos. A festa junina homenageia o primeiro.

A fogueira é um dos símbolos mais marcantes das festas juninas. Sua origem remete à tradição bíblica de Isabel, mãe de João Batista, que teria acendido uma fogueira para avisar Maria sobre o nascimento de seu filho.
Com o tempo, o gesto tornou-se ritual, sendo incorporado às celebrações cristãs e populares, com diferentes significados conforme a região do país.
A tradição também tem sincretismo com as tradições pagãs: 24 de junho coincide com o solstício de junho, quando culturas antigas da Europa acendiam fogueiras para afastar maus espíritos e celebrar o período da colheita.
As festas juninas são assim chamadas porque junho concentra a celebração de três santos populares: Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29). Dentre eles, São João é o que mais mobiliza festas, por isso o termo “festa de São João” se tornou sinônimo de festa junina. A data coincide com o solstício de inverno e festividades agrícolas de origem europeia, adaptadas ao Brasil.
Se você quiser assistir as festas do Dia de São João, a TVT e a EBC transmitem as festas juninas do Nordeste.
A TVT vai exibir o São João da Bahia em parceria com a TVE Bahia.
Você pode assistir à programação da TVT pelos seguintes canais e plataformas:
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Defender o lugar de nascimento ou àquele de origem dos pais? Quase metade dos jogadores atuando em seleções africanas na Copa do Mundo de 2026 nasceram em países do continente europeu. A ascendência africana autoriza a dupla nacionalidade que permite a troca mas as razões da escolha estão relacionadas também a fatores culturais, políticos e sociais. Leia em TVT News.
*** Estagiário Rafael Sampaio sob supervisão de Alexandre Barbosa
Embora a presença de jogadores não nascidos na seleção que atuam seja mais pujante no continente africano, elencos de países de outros continentes que disputam a Copa também possuem atletas de origem diversa da nação que defendem. De acordo com dados da FIFA, mais de 250 jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026 jogam por países que não nasceram.
Das 10 seleções africanas que disputam a Copa 2026, apenas a África do Sul não possui atletas no elenco que nasceram fora do país. República Democrática do Congo e Marrocos, por outro lado, são os times africanos com mais jogadores nascidos fora do país. Vinte atletas do Congo e 19 de Marrocos nasceram em países europeus, 31 desses jogadores vieram da França, da Espanha e da Bélgica.
Não por acaso, esses três países forneceram tantos atletas aos países africanos. A partir da segunda metade do século XIX, países europeus intensificaram um processo de expansão territorial em busca de novos mercados e de matérias primas para suas indústrias. O continente africano foi o principal alvo das nações europeias. Visando minimizar conflitos e atender as ambições coloniais, praticamente toda a África foi dividida e partilhada entre as principais potências europeias do período.
França e Espanha controlaram Marrocos de 1912 a 1956. O Congo talvez seja o exemplo mais acintoso da violência da colonização. Em 1885, o rei Leopoldo II da Bélgica tomou posse e declarou o território congolês como propriedade particular. A brutalidade do regime colonial belga cuja tortura era pratica corriqueira, foi reconhecida em 2010 pelo atual monarca belga, Felipe. A independência da República Democrática do Congo foi reconhecida em 1960.
A ascendência africana de jogadores de futebol nascidos em países europeus relaciona-se ao passado imperialista da Europa. No processo de exploração das colônias e das pessoas que lá viviam, houve fluxos e miscigenação. Com a independência dos países africanos, a partir da segunda metade do século XX, ondas migratórias mantiveram o fluxo de africanos para a Europa.
Os pais de Achraf Hakimi, um dos melhores laterais direitos do mundo, são marroquinos e chegaram na Espanha bem antes do nascimento do filho em 1998. Saíram do seu país natal por razões econômicas, fator importante nos deslocamentos populacionais. Hakimi foi convidado a integrar a seleção da Espanha mas preferiu defender a pátria dos seus pais. O jogador possui dupla nacionalidade, uma das exigências da FIFA para quem quer atuar em um país que não é aquele onde nasceu.
>> Nesta sexta, a justiça francesa recusou recurso da defesa do Hakimi, que é acusado de estupro

Um exemplo fora da África da influência do histórico colonial na determinação da naturalidade de jogadores pertencentes a seleções de países que foram colônias é Curaçau. O país antilhano localizado no sul do mar do Caribe, foi conquistado pela Holanda no século XVII, obtendo independência limitada apenas em 2010. Atualmente, Curaçau é parte do Reino dos Países Baixos. Todos os 26 jogadores de Curaçao nasceram na Holanda.
A entidade máxima do futebol mundial permite que um jogador defenda um país distinto do qual nasceu, mas faz exigências. Um dos requisitos é a dupla nacionalidade. Dupla nacionalidade (ou dupla cidadania) é o status jurídico em que uma pessoa é reconhecida como cidadã de dois ou mais países simultaneamente.
Comumente, existem três formas de obter a cidadania de um país: nascendo nele, sendo descendente de algum cidadão do país no qual se pleiteia o direito; a última forma é tentar o processo de naturalização cujas exigências variam de acordo com o país. Quando se considera os jogadores de futebol com dupla nacionalidade nascidos na europa, a cidadania africana é fruto da descendência.
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Um dos principais nomes do Manchester United, Bryan Mbeumo, nasceu na França mas joga por Camarões, terra do seu pai. Sua dupla nacionalidade foi obtida por descendência. O atacante jogou nas seleções de base francesas até 2020, depois optou pelo time camaronês. Jogar nas seleções de base de um país não impede que o atleta defenda outra nação. O que não pode, terminantemente, é ter jogado pelo time principal do país em jogos oficiais. Isso impede a troca, exceto se o atleta tiver menos de 21 anos. Nesse caso, ele pode mudar de seleção desde que tenha atuado em no máximo três jogos oficiais pelo time principal.
A França é o país que mais exportou jogadores para outras seleções nessa copa. Oitenta e três jogadores nascidos na França, jogam em outros países. Grande parte desses atletas exportados têm origem familiar no continente africano e mesmo a seleção da França possui a maior parte da sua equipe formada por jogadores com ascendência africana. A maior estrela do futebol francês, Kylian Mbappé, tem pai camaronês e mãe argelina.

O jovem Lamine Yamal, de apenas 18 anos, joga no Barcelona. Destaque da seleção espanhola, Yamal é um dos candidatos potenciais a melhor jogador da Copa. Os pais do atleta são migrantes africanos. O pai é de Marrocos e a mãe da Guiné-Equatorial.

Nenhuma seleção africana jamais ganhou uma copa do mundo. Marrocos, na última edição do mundial, no Catar em 2022, chegou em quarto lugar; no que foi a melhor posição de uma seleção africana em todas as copas realizadas. Apesar do histórico e mesmo que nenhuma seleção do continente chegue nas finais desta Copa, as Áfricas vão comemorar. Em alguma seleção finalista, provavelmente, jogadores de origem africana terão protagonismo.
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O goleiro Vozinha virou o grande personagem da estreia de Cabo Verde em Copas ao segurar a Espanha no empate por 0 a 0, resultado histórico para a seleção africana e que levou seu nome a circular pelo mundo do futebol. As defesas do camisa 1 também mudaram sua presença nas redes: ele saiu de 46 mil para mais de 10 milhões de seguidores em uma plataforma.
A atuação mexeu diretamente com Kleidir Dias, irmão de Vozinha, que mora há quatro anos em Camaragibe, na região metropolitana do Recife. Depois da partida, os dois conversaram à distância, como fazem desde que Kleidir chegou ao Brasil. “Falei apenas que tudo o que ele tinha passado tinha um propósito”, disse o professor.
Kleidir dá aulas particulares de matemática para crianças e adolescentes e cobra mensalidades de R$ 80 e R$ 90. Mesmo após o irmão virar celebridade instantânea, ele manteve a rotina de trabalho e só aceitou conversar à noite, quando disse que não estaria mais ocupado.
O irmão do goleiro afirmou que não busca exposição pelo feito de Vozinha. “Quem tem que aparecer é ele, não eu”, explicou. Kleidir contou que algumas crianças comentaram que conheciam o goleiro de Cabo Verde, e ele respondeu apenas que era irmão do jogador.

Kleidir atribui a forma de viver da família à mentalidade da “Morabeza”, palavra do crioulo cabo-verdiano associada à simplicidade, tranquilidade e acolhimento. Para ele, o novo status do irmão não muda a maneira como Vozinha será recebido quando voltar ao país.
“Em Cabo Verde não tem isso de celebridade. Após a Copa, quando ele for para casa visitar a família, vai haver festa por um ou dois dias e depois ele vai tomar banho em Laginha, colocar um chinelo, um short e uma camiseta e ficar com a família. Vivemos todos na simplicidade, sem ostentação, sem fama, sem vaidade”, descreveu Kleidir.
Os irmãos não se encontram pessoalmente há quatro anos, mas mantêm contato por videochamadas e mensagens. Kleidir recordou a infância na casa da avó, Maria Senhorinha dos Santos, de onde veio o apelido que acabou transformando Josimar em Vozinha.
“Meu irmão sempre teve fome pelo futebol. Eu também jogava, mas nunca levei muito a sério. Não tinha esse talento. Mas quando tínhamos a oportunidade sempre estávamos jogando em qualquer espaço. Como no Brasil, jogávamos na rua, com quatro pedras no chão formando as balizas. Na casa da minha avó, jogávamos nos quartos, cada um em uma cama. Jogávamos a bola na parede e depois chutávamos. E ele sempre agarrava”, lembrou.
Kleidir disse que sempre percebeu no irmão o desejo de seguir carreira no futebol. “Ele sempre quis ser jogador de futebol. Via isso nos olhos dele. Ele chegou onde chegou com muita dedicação e esforço. As barreiras que foram colocadas no caminho serviram para ele ultrapassar”, afirmou. O professor veio ao Brasil para estudar teologia e escolheu o Recife porque já namorava uma pernambucana, com quem se casou.
O reencontro entre Kleidir e Vozinha ainda não tem data definida, mas o irmão afirma que quer abraçá-lo o mais rápido possível. Segundo dados da Fifa citados na reportagem, há mais cabo-verdianos vivendo fora do país do que os 530 mil habitantes das dez ilhas que formam o arquipélago.
“A emoção será a de abraçar aquele que nos pertence. Preferimos focar mais no pessoal e não nas conquistas. Para o mundo ele é o Vozinha, para nós é o Josimar. A família para nós sempre será um lugar de aconchego e acolhimento. A saudade faz parte da essência do cabo-verdiano porque a maior parte da população mora fora do país. Mas todos querem voltar um dia”, disse Kleidir.
Antes desse reencontro, Kleidir terá ao menos mais duas partidas para acompanhar o irmão na fase de grupos da Copa: Cabo Verde enfrenta o Uruguai no próximo domingo e a Arábia Saudita no dia 26. “A gente aprende sempre que tem que dar um passo de cada vez. Todo mundo quer avançar, mas o próximo passo é o Uruguai, uma das melhores seleções da América do Sul. Vamos degrau a degrau. Com o mesmo respeito, mas com o mesmo propósito. De deixar o povo cabo-verdiano alegre e orgulhoso com os Tubarões Azuis”, afirmou.
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no último sábado (13), ganhou um debate além do resultado em campo. Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos, a ausência de Endrick durante os 90 minutos da partida gerou questionamentos.
Entre torcedores, surgiu uma teoria que relaciona a situação do atacante ao seu contrato publicitário com a New Balance.
A discussão surgiu porque o jovem atacante, considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro, havia sido decisivo no amistoso anterior ao Mundial ao marcar o gol da vitória sobre o Egito. Mesmo assim, acabou ficando no banco durante toda a estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
A opção da comissão técnica surpreendeu parte da torcida. Em um jogo no qual o Brasil encontrou dificuldades para criar oportunidades ofensivas, muitos esperavam que Endrick fosse utilizado ao longo da partida para aumentar o poder de ataque da equipe.
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Ancelotti preferiu iniciar o confronto com Igor Thiago entre os titulares e, durante o segundo tempo, promoveu a entrada de Matheus Cunha. Endrick, por sua vez, permaneceu entre os reservas até o apito final.
A escolha rapidamente se transformou em um dos assuntos mais comentados entre os brasileiros nas redes sociais, onde torcedores passaram a buscar explicações para a falta de minutos do atacante.
Entre as teorias que circularam após a partida, uma das mais compartilhadas envolveu a relação comercial do jogador com a New Balance.
Endrick é atualmente um dos principais embaixadores globais da marca esportiva e se tornou um dos rostos mais importantes da empresa no futebol.
O atacante também possui um acordo de longo prazo que inclui participação nos resultados de produtos ligados à sua imagem.
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Para alguns internautas, esse vínculo comercial poderia explicar o espaço reduzido do jogador na Seleção. A hipótese, porém, não apresenta qualquer comprovação ou evidência pública.
A repercussão também resgatou discussões antigas sobre a presença de patrocinadores no futebol brasileiro.
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O tema ganhou notoriedade na década de 1990, quando vieram a público detalhes de acordos comerciais envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol e empresas do setor esportivo.
Desde então, o assunto volta ocasionalmente ao debate sempre que decisões esportivas geram controvérsia entre torcedores.
No caso atual, não existe informação pública que indique qualquer interferência de marcas esportivas nas escolhas feitas pela comissão técnica da Seleção Brasileira.
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Sem elementos concretos que sustentem a teoria, a ausência de Endrick continua sendo interpretada oficialmente como uma decisão da comissão técnica. Ancelotti evitou comentar individualmente a situação do atacante após a partida e concentrou sua análise no desempenho coletivo da equipe.
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A goleada da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia da Copa do Mundo de 2026, foi marcada por uma grande polêmica envolvendo Lionel Messi. O craque argentino escapou de uma possível expulsão após uma entrada dura sobre o zagueiro argelino Aïssa Mandi, gerando críticas de torcedores, comentaristas e acusações de favorecimento por parte da FIFA.
O lance aconteceu poucos minutos depois de Messi abrir o placar para a Argentina. Em uma disputa de bola, o camisa 10 aparentou atingir a perna direita de Mandi com as travas da chuteira. O defensor caiu imediatamente no gramado, segurando a panturrilha e reclamando de dores.
Apesar da gravidade da jogada, o árbitro não aplicou sequer cartão amarelo ao argentino. O VAR também não recomendou revisão do lance, decisão que provocou forte reação nas redes sociais.
“Está óbvio que a FIFA vai proteger Messi novamente nesta Copa. Isso era cartão vermelho sem discussão”, escreveu um usuário na rede X. Outro afirmou que “nem o próprio Messi pareceu acreditar que escaparia sem punição”.
As a Messi fan I must confess he’s really been favoured by referee. That’s a red card offence! Period! pic.twitter.com/y1CnqFIVfG
— RAZOR BLADE (@razorblade300) June 17, 2026
A patacoada levanta suspeitas se o tratamento diferenciado será aplicado a outra estrela do torneio: Cristiano Ronaldo, que estreia nesta quarta contra o Congo às 14h.
As críticas foram além dos torcedores. Durante a transmissão da ESPN no Reino Unido, o ex-zagueiro inglês Nedum Onuoha afirmou que a jogada merecia expulsão.
“Provavelmente deveria ter sido cartão vermelho. O árbitro pode ter perdido o lance, mas é difícil entender como o VAR analisou a jogada e concluiu que não havia nada de errado”, disse.
O comentarista Alejandro Moreno foi ainda mais enfático.
“Foi 100% cartão vermelho para Lionel Messi. Esse tipo de decisão reforça a narrativa de que grandes estrelas recebem tratamento diferenciado”, afirmou.
Moreno também questionou por que o árbitro polonês Szymon Marciniak não foi chamado ao monitor para revisar a jogada.
“Você vê as travas percorrendo toda a parte de trás da perna do adversário, do joelho até o tornozelo. Foi uma entrada imprudente e deveria ter resultado em expulsão”, completou.
A controvérsia ganhou ainda mais repercussão porque Messi permaneceu em campo e protagonizou a partida. O atacante de 38 anos marcou mais dois gols no segundo tempo, completando o primeiro hat-trick de sua carreira em Copas do Mundo e liderando a vitória argentina sobre a Argélia.
Enquanto os argentinos comemoram a atuação histórica de seu capitão, o debate sobre a arbitragem promete continuar nos próximos dias, com muitos torcedores questionando se outros jogadores receberiam o mesmo tratamento em uma situação semelhante.


Nesta terça (16), a atual campeã mundial, a Argentina enfrenta a Argélia. A partida está marcada para às 22h (horário de Brasília), em Kansas City (EUA), pela primeira rodada do Grupo J. Acompanhe tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.
Fechando a programação da terça-feira, a atual campeã mundial inicia sua caminhada rumo à defesa do título.
Onde assistir? A transmissão da partida será exclusiva da Cazé TV.
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Veja agenda completa de jogos desta segunda:
A equipe comandada por Lionel Scaloni chega ao Mundial depois de conquistar a Copa América de 2024 e terminar as Eliminatórias Sul-Americanas na primeira colocação.
Apesar do favoritismo, existe um retrospecto que incomoda os argentinos. Nas duas Copas disputadas após os títulos de 1978 e 1986, a seleção estreou com derrota.
Agora, o objetivo é começar a campanha de forma diferente.
Messi será novamente o centro das atenções. Aos 39 anos, o camisa 10 inicia sua sexta participação em Mundiais e amplia ainda mais sua condição de referência histórica da competição.

Scaloni procurou transmitir tranquilidade antes da estreia.
“Temos a experiência do último Mundial. Não é fundamental o primeiro jogo, mais à frente é mais importante. Estamos confiantes.”
Além de Messi, a Argentina aposta em nomes como Lautaro Martínez, Enzo Fernández, Mac Allister e Emiliano Martínez.
Messi chega ao torneio com 13 gols em Copas do Mundo e, junto com Mbappé, é um dos jogadores que têm chances de bater o recorde do alemão Klose, que tem 16.
O argentino também detém o recorde de maior número de partidas disputadas na competição, com 26 jogos. A estreia diante da Argélia marcará sua sexta participação em Mundiais, feito que será igualado apenas por Cristiano Ronaldo quando Portugal entrar em campo.
Além dos gols, Messi possui outro feito relevante: é o único jogador da história a registrar assistências em cinco edições diferentes da Copa do Mundo.
Dibu Martínez; Molina, Otamendi, Cuti Romero e Medina; De Paul, Mac Allister e Enzo Fernández; Almada, Messi e Lautaro Martínez.
A Argélia disputa sua quinta Copa do Mundo e tenta repetir a campanha de 2014, quando avançou para as oitavas de final.
A equipe chega embalada por resultados positivos nos amistosos preparatórios, incluindo vitória sobre a Holanda e goleada diante da Bolívia.
O principal destaque é Riyad Mahrez. Aos 35 anos, o capitão segue como principal referência técnica do elenco.
Outro nome que chama atenção é Luca Zidane, filho do ex-craque francês Zinedine Zidane.
A seleção africana encara o desafio de enfrentar uma das favoritas ao título logo na estreia.
A estreia da Argélia na Copa do Mundo de 2026 diante da Argentina reúne muito mais do que um confronto esportivo.
A equipe africana chega ao torneio carregando uma trajetória profundamente ligada à história do país, à luta anticolonial e à formação de uma diáspora que hoje influencia diretamente a composição de sua seleção nacional.
Dos 26 jogadores convocados para o Mundial, 16 nasceram fora da Argélia. Entre eles, 13 nasceram na França, antiga potência colonial que controlou o território argelino por 132 anos.
O elenco também conta com atletas nascidos na Alemanha, Inglaterra e outros países europeus.
A presença desses jogadores reflete os movimentos migratórios que marcaram a história do país nas últimas décadas.
Muitos são filhos ou netos de argelinos que migraram para a Europa, especialmente para a França, em busca de trabalho e melhores condições de vida.
Embora tenham crescido em outros países, optaram por defender a seleção ligada às origens de suas famílias.

O principal nome da equipe é o capitão Riyad Mahrez. Nascido na França, o atacante construiu carreira de destaque no futebol europeu, especialmente durante sua passagem pelo Manchester City, da Inglaterra.
Ao lado dele estão outros atletas que fizeram toda a formação esportiva em território francês, como Amine Gouiri, atualmente no Olympique de Marselha, e Farès Chaïbi, meia do Eintracht Frankfurt, da Alemanha.
Outro exemplo é o zagueiro Aïssa Mandi, um dos remanescentes da campanha da Copa de 2014, quando a Argélia alcançou as oitavas de final pela primeira vez.
O caso mais simbólico talvez seja o do goleiro Luca Zidane. Filho do ex-craque francês Zinedine Zidane, campeão mundial em 1998, ele nasceu na França, atuou pelas seleções de base francesas e construiu sua carreira no futebol espanhol.
Em 2025, aceitou defender a seleção do país de seus avós e rapidamente ganhou espaço no elenco principal.
Além dos atletas nascidos na França, a equipe também conta com Ibrahim Maza, uma das promessas da nova geração. O meia nasceu em Berlim, na Alemanha, e atualmente atua pelo Bayer Leverkusen.
A relação entre futebol e política faz parte da própria origem da seleção argelina.
Durante a luta pela independência contra o domínio francês, a Frente de Libertação Nacional (FLN) utilizou o esporte como instrumento de mobilização internacional.
Em 1958, ainda antes da independência formal do país, foi criada uma seleção não oficial composta por jogadores argelinos que atuavam em clubes franceses.
Mohamed Boumezrag, um ex-jogador argelino que jogou no futebol francês foi um dos que impulsionaram esse moimento.
Diversos atletas, como Rachid Mekhloufi e Mustapha Zitouni, abandonaram carreiras promissoras na França para integrar a equipe ligada ao movimento independentista. Desses jogadores, alguns eram até mesmo cotados para disputar a Copa do Mundo daquele ano.
Durante quatro anos, a equipe da FLN percorreu diversos países realizando partidas amistosas e divulgando internacionalmente a causa da independência argelina. O grupo disputou 92 partidas, com 65 vitórias.
Após o fim da guerra e a independência conquistada em 1962, aquela seleção deu lugar à equipe nacional oficialmente reconhecida.
Por isso, para muitos historiadores do esporte, a seleção argelina é uma das poucas do mundo cuja origem está diretamente ligada a um processo de libertação nacional.
A Argélia também ocupa um lugar importante na história dos Mundiais.
Na Copa de 1982, disputada na Espanha, a seleção africana derrotou a Alemanha Ocidental por 2 a 1 na fase de grupos. Foi a primeira vez que uma equipe africana venceu uma seleção europeia em uma Copa do Mundo.
Mesmo com o resultado histórico, os argelinos acabaram eliminados após um episódio que ficou conhecido como “Vergonha de Gijón”. Alemanha Ocidental e Áustria entraram em campo sabendo exatamente do resultado necessário para que ambas avançassem.
Após o gol alemão no início da partida, as duas equipes praticamente deixaram de atacar, mantendo o placar de 1 a 0 até o apito final. O resultado eliminou a Argélia e provocou protestos em todo o mundo.
O episódio levou a FIFA a adotar uma mudança permanente no regulamento: desde então, os jogos da última rodada da fase de grupos passaram a ser disputados simultaneamente.
Zidane; Belghali, Mandi, Bensebaini e Ait-Nouri; Boudaoui, Maza e Bentaleb; Gouiri, Mahrez e Amoura.
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Na segunda partida do dia Iraque e Noruega se enfrentam em estreia que marca o retorno das seleções ao campeonato mundial. A partida está marcada para às 19h (horário de Brasília) em Boston e é a primeira rodada do Grupo I na Copa do Mundo de 2026, que também tem França e Senegal. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.
Onde assistir? A transmissão será exclusividade da Cazé TV.
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Nos últimos dois amistoses o Iraque teve um empate e uma derrota contra a Espanha e a Venezuela. Já nos outros jogos do ano, a seleção teve duas vitórias. Venceu a Bolívia por 2 a 1 e Andorra por 1 a 0.
Já a Noruega empatou contra o Marrocos no último amistoso, terminando em 1 a 1, e venceu a Suécia por 3 a 1 no penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo. Nos outros dois jogos do ano, no entanto, a seleção nãon se deu tão bem. Empatou num placar de 0 a 0 com a Suíça e perdeu de 2 a 1 da Holanda.
Esta é a primeira Copa do craque Haaland, atual chuteira de ouro da Premier League e um dos maiores artilheiros da Europa.
Enquanto a Noruega retorna ao torneio após 28 anos, em 1998, o Iraque volta a disputar uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 1986.
A classificação iraquiana foi construída após uma campanha turbulenta.
A federação chegou a trocar de treinador durante as eliminatórias. Graham Arnold assumiu o comando e conduziu a seleção até a repescagem, onde a vitória por 2 a 1 sobre a Bolívia garantiu o retorno ao principal torneio do futebol mundial.
A seleção busca agora conquistar seus primeiros pontos em Copas do Mundo.
Outro aspecto que chama atenção é a composição do elenco. Nove jogadores nasceram fora do Iraque, incluindo atletas oriundos da Suécia, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra e Noruega.
Entre os que nasceram fora do país estão: Hussein Ali (Suécia), Amir Al-Ammari (Suécia), Kevin Yakob (Suécia), Ahmed Qasem (Suécia), Merchas Doski (Alemanha), Youseef Amyn (Alemanha), Frans Putros (Dinamarca), Zidane Iqbal (Inglaterra), Marko Farji (Noruegaestão Marco Faraj e Zidane Iqbal.
Basil; Hussein Ali, Zaid Tahsin, Akam Hashem e Mirkhas Doski; Zaid Ismail, Amir Al-Ammari, Amyn, Sher, Marco Faraj e Ibrahim Bayesh; Aymen Hussein.
A Noruega desembarca no Mundial impulsionada por uma geração considerada a mais forte do país nos últimos anos.
O time comandado por Stale Solbakken realizou campanha dominante nas eliminatórias, conquistando 24 pontos em 24 possíveis, com 37 gols marcados e apenas cinco sofridos.
A principal estrela é Erling Haaland, atacante do Manchester City. Ao seu lado aparecem outros nomes conhecidos do futebol europeu, como Martin Odegaard, Antonio Nusa e Alexander Sorloth.
Haaland nasceu na Inglaterra, mas se mudou para Noruega com apenas três anos. Caso quisesse, ele poderia jogar pela seleção inglesa, mas preferiu trabalhar com a seleção norueguesa até levar a equipe para jogar a Copa, o que conseguiu nesta edição.
Depois de ficar fora das últimas edições da Copa, a seleção escandinava tenta repetir ou superar a campanha de 1998, quando chegou às oitavas de final.


Orjan Nyland; Julian Ryerson, Ajer, Heggem e Pedersen; Berg,
Árbitro: Pierre Atcho (Gabão)
Assistentes: Boris Ditsoga e Amos Abeigne Ndong (Gabão)
Quarto Árbitro: Amin Mohamed (Egito)
VAR: Mahmoud Abouelregal (Egito
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A tão esperada estreia da França de Mbppé, Cherki, Dembelé, Olise e Doué estreia nesta terça contra Senegal de Mané e Mbaye. O jogo está marcado para às 16h (horário de Brasília) no MetLife, estádio em Nova Jersey, nos Estados Unidos. As equipes são do Grupo I, junto de Iraque e Noruega, que jogam em seguida. Leia tudo sobre a Copa em TVT News.
Onde assistir a partida? O jogo será transmitido pela TV Globo, sportv, ge tv, Sbt, NSports e Cazé TV.
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Relembre os grupos da Copa do Mundo.
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Veja agenda completa de jogos desta segunda:
O confronto de abertura do dia reúne duas seleções que carregam uma relação histórica dentro e fora dos gramados.
França e Senegal voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo 24 anos depois de uma das maiores surpresas da história do torneio.
Em 2002, os senegaleses derrotaram os franceses por 1 a 0 na partida de abertura da competição realizada na Coreia do Sul e no Japão.
Naquele Mundial, Senegal chegou às quartas de final. Já a França, que havia vencido o Brasil na final de 1998 por 3 a 0, acabou eliminada ainda na fase de grupos sem marcar gols.
O reencontro acontece agora em um contexto diferente. A França chega como atual vice-campeã mundial e campeã europeia.
Senegal, por sua vez, desembarca nos Estados Unidos após uma campanha invicta nas eliminatórias.

Terceira colocada no ranking da Fifa, a seleção francesa inicia mais uma campanha sob o comando de Didier Deschamps.
Mesmo apontada como uma das candidatas ao título, o treinador prefere adotar cautela.
“Não considero a seleção da França mais forte que outras”, afirmou Deschamps ao comentar as expectativas para o torneio.
A equipe conta com um ataque formado por alguns dos principais nomes do futebol europeu: Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé, Désiré Doué e Michael Olise.

A classificação para o Mundial veio após campanha consistente nas eliminatórias europeias, com cinco vitórias, um empate e nenhuma derrota.
Mbappé também aparece entre os candidatos a ameaçar a marca de 16 gols de Klose. O artilheiro da França têm números praticamente idênticos a Pelé, desempatando apenas nas assistências, que são inferiores. Foram, ao todo, 14 jogos com a camisa da França, 12 a menos que Lionel Messi. Mesmo assim, Mbappé já atingiu a impressionante marca de 12 gols em Copas do Mundo, o mesmo número que o craque Pelé, que também disputou 14 jogos.
O atacante francês chega ao Mundial após mais uma temporada de destaque. Em 2026, foi artilheiro da La Liga com 25 gols pelo Real Madrid. O francês acumula oito temporadas consecutivas terminando campeonatos nacionais como principal goleador.
Apesar dos números ofensivos expressivos, um levantamento da Opta apontou que Mbappé apresenta uma das menores contribuições defensivas entre os atletas das cinco principais ligas europeias.
Maignan; Koundé, Upamecano, Saliba e Theo Hernández; Tchouaméni e Rabiot; Doué, Dembélé, Olise e Mbappé.
O Senegal chega para a Copa com uma característica que chama atenção: dez jogadores da seleção nasceram na França.
O fenômeno está relacionado à diáspora senegalesa ao longo das últimas décadas. Muitos descendentes de famílias senegalesas cresceram em território francês e posteriormente optaram por defender a seleção africana.
Entre eles estão os nomes Édouard Mendy, Mory Diaw, Yehvann Diouf, Kalidou Koulibaly, Moussa Niakhaté, Mamadou Sarr, Antoine Mendy, Pape Gueye, Iliman Ndiaye e Ibrahim Mbaye.
Koulibaly, capitão da equipe, falou sobre o reencontro histórico com os franceses.
“Faremos de tudo para vencer, mas esqueceremos o que aconteceu em 2002. Estamos em 2026.”
Já o técnico Pape Thiaw destacou a importância do duelo.
“Sabemos que será uma partida muito importante contra a equipe francesa. Sempre queremos começar bem as competições, e isso significa vencer.”


O principal nome ofensivo segue sendo Sadio Mané, atualmente no futebol saudita ao lado de Cr7.
O atacante senegalês compôs, ao lado de Salah, um dos setores ofensivos mais eficientes do futebol europeu em anos recentes pelo Liverpool.
Esta é a Copa com mais seleções africanas da história.
Mané registrou 120 gols em 269 exibições pelo clube inglês, participando diretamente da conquista de taças nacionais e continentais.
Após uma rápida passagem pelo Bayern de Munique, da Alemanha, transferiu-se para o Al-Nassr, seu atual clube na Arábia Saudita.
Defendendo a seleção do Senegal desde o ano de 2012, o jogador acumula 52 gols em 124 exibições, sustentando a posição de principal referência técnica e liderança de sua geração no país.
Um dos nomes promissores dessa seleção é o de Ibrahim Mbaye, atleta jovem do PSG que é tido como o “novo Sadio Mané” da seleção.
Mbaye tem 18 anos e já jogou pela França nas categorias de base, mas recentemente decidiu defender a terra natal dos pais.
Kalidou Koulibaly, o atual capitão da equipe, também jogou na base da França. Atualmente, o zagueiro atua no Al-Hilal de Cr7.
Mendy; Diatta, Koulibaly, Niakhaté e Doiuf; Camara, Diarra e Gueye; Sarr, Jackson e Mané.
Árbitro: Alireza Faghani (AUS)
Assistentes: George Lakrindis e Andrew Lindsay (AUS)
Quarto Árbitro: Sandro Schaerer (SUI)
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A Fifa proibiu o uso do espanhol em determinados ambientes oficiais de entrevista da Copa do Mundo de 2026, incluindo coletivas e zonas mistas com idiomas previamente autorizados pela organização. A justificativa atribuída à entidade é a padronização da comunicação entre delegações, jogadores e imprensa, com o inglês adotado como idioma-base quando não houver língua comum liberada.
A regra apareceu no entorno de Brasil x Marrocos, no sábado (13), quando jornalistas hispanofalantes tentaram fazer perguntas em espanhol a jogadores acostumados ao idioma. Na véspera da partida, Vinicius Junior chegou a pedir que uma questão feita em inglês fosse reformulada em espanhol, mas o idioma não estava entre os permitidos pela Fifa naquele espaço oficial.
🇺🇸🇲🇽 | La FIFA prohíbe a los periodistas preguntar en español a los jugadores de Brasil y Marruecos a pesar de ser la segunda lengua materna más hablada del mundo por encima del inglés.
La FIFA autorizó a preguntar en francés, árabe, portugués e inglés, algo que supuso un… pic.twitter.com/67K1XRTTcA
— ʜᴇʀQʟᴇs (@herqles_es) June 14, 2026
Após o empate por 1 a 1, o tema voltou à tona na zona mista. Um jornalista venezuelano pediu que Vini Jr. respondesse em espanhol, mas o atacante disse que falaria em português por estar a serviço da Seleção Brasileira. “Estou com o Brasil, vou falar só em português”, afirmou, antes de comentar a atuação do time.
A limitação também afetou profissionais que tentaram entrevistar atletas de Marrocos, como Achraf Hakimi. Segundo relatos publicados nas redes sociais, a Fifa autorizou perguntas apenas em francês, árabe, português e inglês em determinados ambientes ligados à partida.
Na prática, a norma impediu o uso de uma língua amplamente dominada por jogadores dos dois elencos, especialmente atletas que atuam ou atuaram na Espanha. O caso chamou atenção porque o Mundial de 2026 também é sediado pelo México, país hispanofalante, além de Estados Unidos e Canadá.
🗣️ Periodista: “SOY DE VENEZUELA, EN ESPAÑOL, POR FAVOR”.
🗣️ Vinícius: “SOY DE BRASIL VOY A HABLAR EN PORTUGUÉS”.
Esta entrevista de TV de Vini, post-debut. 🤬🇧🇷 pic.twitter.com/lY8QDjy1yf
— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) June 14, 2026
A FIFA está colocando em prática um dos projetos mais ambiciosos já vistos na preparação de uma Copa do Mundo.
Para o torneio de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México, a entidade investe cerca de US$ 3,8 bilhões em infraestrutura e, dentro desse pacote, conduz um experimento inédito para padronizar os gramados e reduzir variações no comportamento da bola em todos os estádios, segundo o The Wall Street Journal.
Na prática, a preocupação da FIFA não é controlar o jogo em si, mas garantir que a superfície de jogo ofereça condições o mais semelhantes possível entre as 16 arenas da competição.
Isso significa minimizar diferenças no quique, na velocidade e no atrito da bola, que podem variar de acordo com o tipo de gramado, o clima e até a estrutura dos estádios.
Leia também: FIFA aposta US$ 3,8 bilhões em experimento inédito com gramados naturais na Copa do Mundo; confira
Para alcançar esse nível de uniformidade, a FIFA vem apostando em uma combinação de gramados naturais e sistemas híbridos de alta engenharia. A proposta é criar uma base de jogo consistente, mesmo em regiões com condições climáticas muito diferentes entre si.
Além disso, os estádios passam por adaptações importantes em seus sistemas de irrigação, drenagem e ventilação.
Em alguns casos, estruturas artificiais de iluminação são usadas para complementar a luz natural e manter o desenvolvimento adequado da grama, especialmente em arenas fechadas ou com menor incidência solar.
Essas soluções não têm caráter estético, mas funcional. O foco está em reduzir variações que possam interferir diretamente na dinâmica da partida, já que pequenas mudanças na superfície podem alterar o comportamento da bola e, consequentemente, o estilo de jogo.
O grande desafio do projeto está na diversidade geográfica dos países que vão sediar o torneio. Estados Unidos, Canadá e México apresentam diferenças significativas de clima, altitude e umidade, fatores que impactam diretamente a condição dos gramados.
Por isso, a FIFA estabeleceu parâmetros técnicos para tentar aproximar ao máximo a experiência de jogo em todos os estádios. A altura da grama, a composição do solo e o nível de umidade são alguns dos elementos que passam a ser controlados de forma mais rigorosa durante o processo de preparação.
O objetivo é simples: reduzir ao máximo a sensação de “campo diferente” de um estádio para outro, algo que pode influenciar diretamente o desempenho dos atletas.
Leia também: FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades
Esse movimento reforça uma tendência crescente no futebol moderno: o uso da engenharia para garantir mais consistência nas condições de jogo. Em vez de eliminar completamente as diferenças naturais, a FIFA busca equilibrá-las dentro de um padrão técnico aceitável.
Assim, os gramados deixam de ser apenas uma superfície de jogo e passam a ser parte central do planejamento esportivo da Copa. O foco não está em mudar o futebol, mas em tornar o ambiente mais previsível dentro do possível.
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O tricampeão mundial Gérson, conhecido como Canhotinha de Ouro, fez duras críticas à atuação do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), na estreia da Seleção na Copa do Mundo de 2026. Em comentário sobre a partida, ele afirmou que Carlo Ancelotti demorou para mudar a equipe e errou nas substituições.
“Agora, o seu treinador, o senhor mexeu errado. Demorou a mexer, mexeu errado”, disse Gérson. O ex-jogador também apontou o meio-campo como um dos principais problemas da Seleção. “O Casemiro e o Bruno Guimarães não jogaram absolutamente nada. Jogando para trás, perdido no meio”, afirmou.
Segundo o Canhotinha, Lucas Paquetá também esteve abaixo do esperado. “Com o Paquetá também perdidinho no campo”, declarou. Para ele, o Brasil concentrou demais as jogadas pelo lado esquerdo e não conseguiu variar o jogo para explorar outros setores do campo.
Gérson foi ainda mais duro ao analisar o domínio marroquino em parte da partida. “O time do Brasil levou um passeio. Um passeio, não sabia onde é que estava a bola. E os caras tocando, tocando, tocando e o Brasil desesperado correndo atrás dos caras”, afirmou.

O tricampeão elogiou Vinicius Júnior pela jogada do gol brasileiro. “Fez um gol, porque o Vini fez a jogada correta. Puxou, como ele sabe fazer, meteu a curva do outro lado”, disse. Mas voltou a criticar a defesa no lance do gol sofrido, apontando falha de posicionamento dos zagueiros.
Outro alvo foi Igor Thiago, titular no comando do ataque. “Não tocou na bola, não viu a cor da bola”, disse Gérson. Ele também cobrou lançamentos para Raphinha e infiltrações para o centroavante, afirmando que faltou criação e aproximação no setor ofensivo.
Gérson ainda questionou a ausência de um lateral de ofício no elenco. “Cadê o lateral de ofício? O seu treineiro? Cadê o lateral de ofício que o senhor cortou por machucar e deixou aqui e levou o meio do campo? Errou”, disparou. Para ele, Danilo atuou apenas como “quarto zagueiro deslocado”, sem oferecer apoio pelo lado direito. Veja o vídeo:
— VIDRAÇA TAMBÉM É GENTE, GENTE (@VidrsGente) June 14, 2026

Pela primeira vez na história das Copas do Mundo, uma seleção atuou com 11 jogadores nascidos fora do país que representa. O feito foi registrado por Marrocos no empate por 1 a 1 com o Brasil, neste sábado (13), pela primeira rodada do Mundial de 2026.
O marco ocorreu após a saída de Azzedine Ounahi, único atleta nascido em território marroquino que iniciou a partida. Com a entrada de Chemsdine Talbi, nascido na Bélgica, a equipe passou a ter todos os jogadores em campo nascidos no exterior.
A formação reunia atletas nascidos em Canadá, França, Bélgica, Espanha e Países Baixos. Entre eles estavam Bono, natural de Montreal, Achraf Hakimi, de Madri, e Bilal El Khannouss, de Molenbeek. Todos defendem Marrocos por ascendência familiar.
🇲🇦🌍 Pela primeira vez na história das Copas do Mundo, uma seleção entrou em campo com 11 jogadores nascidos fora do país que representa.
No empate contra o Brasil, todos os titulares marroquinos nasceram no exterior:
🇨🇦 Bono (Montreal, Canadá)
🇳🇱 Noussair Mazraoui (Leiderdorp,… pic.twitter.com/cprTKPxtKL— Curiosidades Europa (@CuriosidadesEU) June 14, 2026
A característica reflete a grande diáspora marroquina instalada principalmente na Europa. Nas últimas décadas, a federação do país ampliou a busca por talentos descendentes de marroquinos formados em categorias de base de clubes europeus.
O modelo ajudou a transformar a seleção em uma das forças emergentes do futebol mundial. Depois da histórica semifinal em 2022, Marrocos voltou a mostrar competitividade ao segurar o Brasil na estreia da Copa de 2026.
A equipe comandada por Walid Regragui teve organização tática e criou dificuldades para o time de Carlo Ancelotti. O empate reforçou o papel de uma geração construída fora das fronteiras do país, mas conectada à identidade marroquina.

A transmissão do empate entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo registrou neste sábado (13) a pior audiência da história da Globo em jogos da seleção brasileira no torneio. Exibida entre 19h04 e 21h05, a partida disputada nos Estados Unidos alcançou média prévia de 30,74 pontos na Grande São Paulo, segundo dados obtidos pelo mercado televisivo. Com informaões do TV Pop.
O confronto também marcou a primeira partida da seleção em uma Copa do Mundo sem a narração de Galvão Bueno na Globo desde 1982. Nesta edição, o narrador passou a integrar a equipe do SBT, enquanto Everaldo Marques assumiu a transmissão do jogo pela emissora líder de audiência.
O resultado ficou abaixo do antigo recorde negativo da Globo em partidas do Brasil no Mundial. Até então, a menor audiência havia sido registrada em 12 de julho de 2014, quando a seleção perdeu para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo realizada no Brasil. Na ocasião, a emissora marcou 31,5 pontos na Grande São Paulo.
Durante a exibição de Brasil x Marrocos, a audiência da Globo atingiu pico de 31,75 pontos às 21h05. A emissora concentrou, em média, 49,08% dos televisores ligados na região metropolitana paulista, mantendo a liderança isolada entre todos os concorrentes.

As plataformas de streaming apareceram como a principal alternativa à transmissão da Globo. Considerando os televisores sintonizados na CazéTV, os serviços digitais registraram média de 11,36 pontos no mesmo período da partida. A emissora do YouTube, aliás, com seus 12 milhões de expectadores simultâneos, bateu o recorde mundial da plataforma.
O SBT também obteve um de seus melhores desempenhos na cobertura do torneio. Com Galvão Bueno à frente da transmissão, a emissora alcançou média de 8,07 pontos e pico de 10,64 pontos às 19h55. O resultado foi registrado pouco depois da separação da transmissão compartilhada com a N Sports.
Executivos da emissora avaliam que, após a consolidação dos números e considerando a audiência de plataformas não identificadas pelos sistemas de medição em tempo real, o SBT poderá atingir cerca de 12 pontos de média. Caso a projeção se confirme, o desempenho superará a audiência conquistada pela Band na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014.
No Painel Nacional de Televisão, que reúne dados das 15 principais regiões metropolitanas do país, a Globo permaneceu na liderança com 31,85 pontos. Os serviços de streaming ficaram em segundo lugar com 11,51 pontos, seguidos pelos conteúdos não identificados, SBT, televisão por assinatura, Record, Band e RedeTV!, repetindo a mesma ordem observada na Grande São Paulo.

A ausência de Endrick no empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos, neste sábado (13), pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, virou um dos principais assuntos após a partida.
Diante de uma atuação pouco inspirada da Seleção, a decisão de Carlo Ancelotti de deixar o atacante no banco durante os 90 minutos gerou questionamentos entre torcedores e jornalistas.
Autor do gol da vitória brasileira sobre o Egito no amistoso da semana passada, o camisa 19 era apontado por muitos como uma alternativa para mudar o panorama de um time que teve dificuldades para criar chances diante dos marroquinos. Mesmo assim, Ancelotti optou por iniciar a partida com Igor Thiago no comando do ataque e lançou Matheus Cunha no segundo tempo.
Após o jogo, o treinador italiano foi questionado sobre a ausência de Endrick, mas evitou entrar no tema. Visivelmente incomodado e sem demonstrar disposição para aprofundar a análise da partida, Ancelotti afirmou que não comentaria desempenhos individuais.
🚨 URGENTE – Ancelotti é questionado por que não colocou o Endrick e diz que não está ali para falar de um jogador individualmente
“Eu não estou aqui para falar individualmente de um jogador” pic.twitter.com/K4xHwa36Gl
— SPACE LIBERDADE (@NewsLiberdade) June 14, 2026
“Não estou aqui para falar individualmente de jogadores. Falo do time, que não foi bem no primeiro tempo e melhorou no segundo. Tivemos algumas oportunidades e temos que acertar mais”, declarou.
O Brasil começou a partida em ritmo lento e viu o Marrocos abrir o placar com Saibari ainda no primeiro tempo. A equipe africana foi superior em boa parte da etapa inicial e explorou as dificuldades defensivas brasileiras. O empate veio graças a uma jogada individual de Vinícius Júnior, que marcou um belo gol e evitou uma derrota na estreia.
A resposta de Ancelotti, porém, dificilmente encerrará o debate. Com o ataque apresentando pouca efetividade e o treinador deixando uma das principais promessas do futebol brasileiro no banco durante toda a partida, a pressão sobre a comissão técnica tende a aumentar nos próximos dias.
A Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O último compromisso da fase de grupos será diante da Escócia, no dia 24.
A Copa do Mundo de 2026 deve impactar diretamente o bolso dos brasileiros, principalmente dentro de casa.
Segundo um estudo encomendado pelo PayPal, 67% dos consumidores no país pretendem gastar com comida e petiscos durante o torneio. Além disso, 57% afirmam que devem recorrer a serviços de delivery ao longo dos jogos.
O comportamento reforça uma tendência já conhecida: o brasileiro transforma os jogos em um evento social doméstico. A pesquisa indica que 41% devem assistir às partidas em pequenos grupos em casa, enquanto 35% planejam acompanhar os jogos na casa de amigos ou familiares.
Mesmo sem sediar partidas, o Brasil lidera o engajamento entre os países pesquisados (Brasil, México e Canadá). O levantamento aponta que 27% dos brasileiros são fãs ávidos do evento, enquanto 24% demonstram desinteresse, o menor índice entre os três mercados.
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O consumo ligado à alimentação aparece no topo da lista. Além dos 67% que pretendem gastar com comida e petiscos, pizza (49%) e churrasco (46%) são as principais escolhas para os dias de jogo.
Mas os gastos não param na mesa. Quase metade dos entrevistados (46%) afirma que pretende investir em tecnologia ou entretenimento para o lar, enquanto 42% devem contratar ou renovar assinaturas de streaming para acompanhar as partidas.
Ou seja, a Copa movimenta tanto o carrinho de compras quanto o ambiente digital dentro de casa.
A forma de pagar também entra na equação. Para 80% dos brasileiros, a segurança é o fator mais importante na hora da compra, seguida por proteção ao consumidor (72%) e checkout rápido (71%).
Entre usuários de carteiras digitais, 44% consideram essas soluções mais seguras do que o dinheiro em espécie, reforçando a migração para pagamentos digitais durante períodos de alto consumo.
A flexibilidade financeira também pesa. No Brasil, 82% dos entrevistados consideram importante ter opções de parcelamento para despesas ligadas ao evento. Entre quem pretende gastar acima de R$ 20 mil, 30% dizem que dependem de soluções como parcelamento ou pagamento posterior.
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Outro destaque é o compartilhamento de gastos. Segundo o estudo, 34% dos brasileiros pretendem dividir despesas em tempo real com amigos por aplicativos digitais. Outros 26% preferem pagar separadamente, enquanto 25% planejam organizar vaquinhas antes das compras.
Na comparação com México e Canadá, o Brasil se destaca nesse comportamento, com diferença de 14 pontos percentuais.
O post A Copa vai pesar no bolso? Veja onde o brasileiro pretende gastar mais apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.
O mercado espera que a Seleção Brasileira desempenhe um papel de protagonismo no Mundial, avançando até as fases decisivas e rumo ao sonhado título de hexacampeão. O time comandado por Carlo Ancelotti entrou na competição sob altas expectativas, à medida em que os craques escalados para a disputa figuram entre os times mais caros do mundo.
O elenco brasileiro comandado pelo italiano está avaliado em € 928 milhões, equivalente a R$ 5,37 bilhões, o que classifica o time como o sexto mais caro do mundo. A cotação elevada, entretanto, não se refletiu no campo, à medida que a seleção marroquina conta com um valor de mercado quase que a metade, €498,3 milhões, ou R$ 3,18 bilhões – e, ainda assim, conseguiu empatar.
O próprio técnico da seleção nacional também se consolidou como um dos principais nomes do marketing esportivo no país desde que assumiu o comando da equipe nacional.
Às vésperas da Copa do Mundo, o treinador passou a ser disputado por grandes anunciantes e se transformou em um dos ativos comerciais mais valiosos do futebol brasileiro. Segundo especialistas do setor, os valores cobrados para o uso de sua imagem podem chegar a ser cinco vezes superiores aos pagos a treinadores que passaram anteriormente pela seleção.
O italiano já estrelou campanhas de marcas como Brahma, Volkswagen e Amazon, integrando um grupo restrito de patrocinadores que conseguiram associar suas marcas ao treinador.
Além das ações publicitárias, Ancelotti ampliou significativamente sua presença digital nos últimos meses. O crescimento de sua audiência nas redes sociais, acompanhado pela chegada de milhões de novos seguidores, reforçou sua relevância comercial e ampliou o potencial de exposição para patrocinadores.
O crescimento dos clubes americanos no ranking das equipes mais valiosas do mundo tem reduzido a distância histórica em relação ao domínio europeu e ampliado a pressão sobre mercados tradicionais do futebol, como o Brasil. A avaliação é do comentarista esportivo Cacá Bueno, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, que atribui a ascensão da Major League Soccer (MLS) à capacidade dos Estados Unidos de transformar o futebol em um negócio de entretenimento cada vez mais rentável.
Segundo ele, o avanço é significativo. Até o ano passado, apenas dois clubes americanos figuravam entre os 30 mais valiosos do planeta. Agora, são sete equipes na lista, lideradas pelo Inter Miami.
“Já não é tão clara a hegemonia europeia assim. Até o ano passado apenas dois times americanos apareciam na lista dos 30 mais valiosos e esse ano já são sete”, afirmou.
Apesar da expansão dos norte-americanos, os gigantes europeus ainda mantêm posição de destaque. Clubes como Real Madrid, Barcelona e Manchester City seguem entre os mais valiosos do futebol mundial. Ainda assim, Cacá destaca que o valor dessas equipes continua abaixo de franquias das ligas profissionais americanas.
“Onde o americano põe a mão, realmente ganha valor de mercado”, disse. Segundo ele, a valorização dos clubes deixou de depender apenas de receitas tradicionais, como venda de jogadores, patrocínios e bilheteria. Hoje, o entretenimento e a produção de conteúdo desempenham papel cada vez mais relevante.
“O valor de mercado não é mais só o valor do patrocínio da camisa, venda de jogadores e bilheteria. Agora entram conteúdo, streaming, canais próprios e outras fontes de receita”, explicou.
As cifras altas não se restringem aos salários dos envolvidos no jogo. Segundo dados do Skyscanner, o interesse dos brasileiros pelos destinos que receberão jogos da Copa segue em alta. A especialista em voos e viagens da plataforma, Isla dos Santos, afirma que algumas cidades-sede já registram crescimento expressivo nas buscas.
“Entre os brasileiros, o que a gente nota é um crescimento de 10% em buscas para a Filadélfia, que é uma das cidades-sede onde o Brasil vai se apresentar. Também vemos um aumento de 14% em buscas para Miami”, disse.
De acordo com a especialista, Miami já figurava entre os destinos internacionais mais procurados pelos brasileiros antes mesmo do torneio, mas a Copa ampliou ainda mais esse movimento.
Além do interesse específico pelas cidades que receberão partidas, o apelo das viagens internacionais também cresceu. Segundo levantamento realizado pelo Skyscanner, os brasileiros demonstravam interesse em destinos no exterior 58% maior do que em 2025, mesmo antes da definição completa dos confrontos e das sedes dos jogos.
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Donald Trump voltou a chamar atenção neste sábado (13) ao entrar em um dos debates mais antigos do esporte nos Estados Unidos. Durante um discurso na Casa Branca, o presidente americano afirmou que a modalidade mais popular do planeta deveria ser conhecida em inglês como “football”, termo utilizado pela maior parte dos países.
“[O esporte disputado na Copa do Mundo] deveria ser chamado de ‘football’. Não há nenhuma dúvida sobre isso. Temos que inventar outro nome para essa coisa da NFL”, afirmou Trump.
A discussão tem origem histórica. O esporte conhecido mundialmente como futebol recebeu o nome de “association football” na Inglaterra para diferenciá-lo de outras variantes do jogo. A partir daí surgiu a abreviação “soccer”, derivada da palavra “association”. Embora o termo tenha sido criado pelos próprios britânicos, ele caiu em desuso no Reino Unido e permaneceu amplamente adotado nos Estados Unidos, onde a palavra “football” passou a identificar o futebol americano, principal esporte do país e base da NFL.
Ao defender a mudança, Trump sugeriu que o esporte disputado na Copa do Mundo deveria assumir oficialmente o nome de “football” nos Estados Unidos, o que reabriria uma discussão cultural e esportiva que existe há décadas entre torcedores e especialistas.
A declaração ocorre em meio ao crescente entusiasmo dos americanos com o Mundial de 2026. Os Estados Unidos são um dos países-sede da competição, ao lado de Canadá e México, e a seleção norte-americana estreou com vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai.
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história com 48 seleções participantes e será a maior edição já realizada pela FIFA, com partidas distribuídas pelos três países da América do Norte.
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A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate em 1 a 1 diante do Marrocos neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Em um confronto equilibrado e de muita intensidade física, os dois gols da partida saíram ainda na etapa inicial.
O Marrocos surpreendeu a defesa brasileira e abriu o placar com Saibari, após uma rápida transição ofensiva. O atacante recebeu um lançamento em profundidade, venceu a marcação na velocidade e demonstrou muita categoria ao encobrir o goleiro Alisson, que saiu muito mal.
A resposta da Seleção veio antes do intervalo. Principal referência técnica do ataque, Vini Jr. balançou as redes e deixou tudo igual, recolocando o Brasil no jogo.
Além dos gols, o primeiro tempo foi marcado por disputas ríspidas no meio-campo: Casemiro e Ibañez foram advertidos com cartão amarelo por faltas em El Aynaoui e Brahim Díaz, respectivamente, enquanto El Khannouss levou amarelo por parar Raphinha com falta. No segundo tempo, as equipes mantiveram a postura competitiva, mas o placar permaneceu inalterado.
O segundo tempo teve momentos de perigo para ambas as equipes, com Allison fazendo uma defesa importante no final. Sob forte calor, a etapa final teve ritmo mais lento do que os primeiros 45 minutos.
Carlo Ancelotti fez alguns gestos à beira do campo orientando um dos atacantes centrais da Seleção a se deslocar para os lados quando Vinícius Júnior recebia a bola. A movimentação parecia fazer parte de uma estratégia para atrair os defensores marroquinos para as laterais, criando espaços na região central do campo.
Por se tratar da rodada de abertura do Grupo C, o resultado deixa a briga pelas vagas na próxima fase totalmente aberta. Veja o impacto do tropeço na estreia:
Tabela de pontos: Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada um. A liderança ou a vice-liderança momentânea do grupo dependerá do saldo de gols e do resultado do outro confronto da chave, disputado entre Haiti e Escócia hoje às 22h (horário de Brasília).
Regulamento favorece: Com o formato de 48 seleções, avançam para o mata-mata (dezesseis-avos de final) os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados gerais. Embora o empate tire a tranquilidade, o Brasil segue com chances claras de classificação.
Pressão por vitórias: O critério de desempate pode ser crucial. Para não depender de combinações de resultados ou da vaga como melhor terceiro, a Seleção Brasileira precisará buscar os três pontos nas próximas duas partidas.
A Seleção Brasileira volta a campo na próxima semana para tentar garantir sua primeira vitória no Mundial:
Brasil x Haiti: Quinta-feira, 19 de junho
Escócia x Brasil: Terça-feira, 24 de junho


Confira com a TVT News a tabela completa da Copa do Mundo 2026. Acompanhe os resultados atualizados, a classificação de todos os grupos e o chaveamento do mata-mata para não perder nenhum detalhe do maior Mundial da história, disputado por 48 seleções em Estados Unidos, México e Canadá.
Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil serão divididos entre diferentes plataformas.
Os jogos poderão ser acompanhados por:
A Cazé TV transmitirá os 104 jogos da competição.
Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.

O Brasil integra o Grupo C e terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.
As partidas serão disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey
Data: 19 de junho (sexta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia
Data: 24 de junho (quarta-feira)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Hard Rock Stadium – Miami
A partida contra o Haiti terá um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornará o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota.
A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.
O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.
Agora serão:
Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.
A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.
As etapas da Copa serão:
Caso termine na liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.
Segunda fase – 29 de junho – 14h – Houston
Oitavas de final – 5 de julho – 17h – Nova York/Nova Jersey
Quartas de final – 11 de julho – 18h – Miami
Semifinal – 15 de julho – 16h – Atlanta
Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey
Segunda fase – 29 de junho – 22h – Monterrey
Oitavas de final – 4 de julho – 14h – Houston
Quartas de final – 9 de julho – 17h – Boston
Semifinal – 14 de julho – 16h – Dallas
Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey
Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México
Última rodada da fase de grupos: 27 de junho
16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho
Oitavas de final: 4 a 7 de julho
Quartas de final: 9 a 11 de julho
Semifinais: 14 e 15 de julho
Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami
Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey
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A Copa do Mundo de 2026 segue neste sábado (13) com quatro partidas pela fase de grupos. O principal destaque para o público brasileiro é a estreia da Seleção comandada por Carlo Ancelotti diante do Marrocos, às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.
O primeiro final de semana da Copa do Mundo 2026 terá como destaque a estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos neste sábado às 19 horas (horário de Brasília), no MetLife Stadium (New York New Jersey Stadium).
Além do confronto do Brasil, o dia terá Austrália x Turquia, Catar x Suíça e Haiti x Escócia. As partidas movimentam três grupos diferentes da competição e ajudam a definir os primeiros cenários da disputa por vagas na fase eliminatória.
Grupo: D
Horário: 01h
Local: BC Place (Vancouver Stadium), Vancouver (CAN)
Onde assistir: Globo, SporTV, Globoplay e CazéTV
Grupo: B
Horário: 16h
Local: Levi’s Stadium, Santa Clara (EUA)
Onde assistir: CazéTV e FIFA+
Grupo: C
Horário: 19h
Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
Onde assistir: Globo, SBT, SporTV, Globoplay, CazéTV, N Sports e ge.globo
Grupo: C
Horário: 22h
Local: Gillette Stadium, Foxborough (EUA)
Onde assistir: CazéTV e FIFA+

Grupo D
A Austrália garantiu classificação direta ao terminar em segundo lugar em seu grupo das Eliminatórias Asiáticas. A equipe comandada por Tony Popovic aposta na experiência do goleiro Maty Ryan e em uma geração renovada: 17 jogadores disputam uma Copa do Mundo pela primeira vez.
Maty Ryan; Alessandro Circati, Harry Souttar e Cameron Burgess; Jacob Italiano, Aiden O’Neill, Jackson Irvine, Jordan Bos, Connor Metcalfe e Cristian Volpato; Mohamed Touré.
A Turquia retorna a uma Copa do Mundo após 24 anos de ausência. Sob o comando do italiano Vincenzo Montella, os turcos chegam embalados por uma geração que reúne jogadores de destaque nos principais campeonatos europeus.
Entre os principais nomes estão:
Mert Günok; Zeki Çelik, Çağlar Söyüncü, Abdülkerim Bardakçı e Ferdi Kadıoğlu; Salih Özcan, Hakan Çalhanoğlu, Arda Güler, Orkun Kökçü e Kenan Yıldız; Barış Alper Yılmaz.
Grupo B
O Catar busca recuperar a confiança após uma sequência difícil de resultados.
Nas últimas cinco partidas, a seleção catariana não venceu nenhuma vez, acumulando dois empates e três derrotas. Entre os resultados recentes estão o empate sem gols contra El Salvador e derrotas para Irlanda e Tunísia.
A Suíça chega em situação diferente.
A equipe comandada por Murat Yakin soma uma vitória, três empates e apenas uma derrota nos últimos cinco compromissos. Entre os destaques do elenco está Breel Embolo, que superou problemas burocráticos relacionados ao visto e está à disposição para a estreia.
O histórico recente entre as duas seleções é pequeno. O único confronto registrado ocorreu em 2018, quando o Catar venceu por 1 a 0.
Grupo C
A estreia do Brasil concentra grande parte das atenções deste sábado.
A partida marca o primeiro jogo de Copa do Mundo sob comando de Carlo Ancelotti, primeiro treinador estrangeiro a dirigir a Seleção Brasileira desde 1925.
O Brasil tenta encerrar um jejum de 24 anos sem conquistar o Mundial e chega ao torneio após amistosos que apresentaram momentos distintos.
Empates e derrotas diante de adversários mais fortes geraram questionamentos, mas vitórias posteriores sobre Croácia, Panamá e Egito ajudaram a aumentar a confiança da equipe.
A principal ausência brasileira será Neymar.
O atacante segue em recuperação de uma lesão na panturrilha sofrida ainda quando defendia o Santos e foi descartado para o duelo diante dos marroquinos.
A expectativa da comissão técnica é contar com o camisa 10 nas próximas partidas da fase de grupos.

Sem Neymar, a responsabilidade ofensiva aumenta para Vinicius Júnior.
O atacante do Real Madrid chega à Copa após uma temporada de destaque na Europa, somando:
A provável escalação brasileira tem:
Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.
O adversário brasileiro chega com credenciais importantes.
Na Copa do Mundo de 2022, Marrocos surpreendeu o planeta ao alcançar as semifinais, terminando entre as quatro melhores seleções da competição.
Hoje, os marroquinos ocupam posição de destaque no ranking da Fifa e contam com atletas que atuam nos principais clubes europeus.

Recém-campeão da Liga dos Campeões pelo Paris Saint-Germain, Hakimi é considerado um dos melhores laterais do futebol mundial.
Sua capacidade de apoiar o ataque pode gerar um duelo interessante justamente contra Vinicius Júnior.
O goleiro Bono foi um dos protagonistas da campanha histórica de 2022.
Naquela edição, defendeu pênaltis decisivos e ajudou Marrocos a eliminar seleções tradicionais.
Nascido na Espanha e defensor da seleção marroquina desde 2024, o meia do Real Madrid chega como principal articulador ofensivo.
Foi artilheiro da Copa Africana de Nações de 2025.
O jogador do PSV vive grande valorização no mercado europeu e aparece como uma das principais apostas da seleção africana.
Com apenas 18 anos, o meio-campista do Lille escolheu defender Marrocos em vez da França e é visto como uma das promessas da nova geração.
Grupo C
O último jogo do sábado fecha a primeira rodada do Grupo C.
O Haiti retorna ao maior torneio do futebol mundial após décadas longe da competição.
O técnico Sébastien Migné liderou um processo de reconstrução baseado na integração de atletas que atuam em ligas europeias, aumentando a competitividade da seleção caribenha.
Do outro lado está uma Escócia que chega embalada pela campanha nas Eliminatórias Europeias.
Sob comando de Steve Clarke, os escoceses buscam mostrar uma equipe mais ofensiva e capaz de competir em igualdade com adversários tradicionais.
O resultado desta partida poderá influenciar diretamente o cenário do grupo do Brasil.
A primeira rodada costuma ser determinante para as pretensões das seleções.
Uma vitória logo na estreia pode encaminhar a classificação para a próxima fase, enquanto um tropeço aumenta a pressão para os jogos seguintes.
No caso do Brasil, o desafio diante de Marrocos representa um dos confrontos mais equilibrados desta etapa inicial do torneio. O adversário africano ocupa posição de destaque no ranking mundial e conta com uma geração experiente, acostumada a disputar grandes competições.
Já partidas como Austrália x Turquia e Catar x Suíça podem indicar quais seleções chegam em condições de surpreender na disputa por vagas nas fases eliminatórias.
Para os torcedores, o sábado oferece uma programação diversificada, com equipes de quatro continentes diferentes em campo e a expectativa pela estreia da Seleção Brasileira na busca pelo hexacampeonato.
As 48 seleções foram divididas em 12 grupos com quatro equipes cada.
Cada seleção enfrenta os outros integrantes de sua chave em turno único. Ao final das três rodadas:
O modelo amplia as oportunidades para seleções consideradas emergentes no futebol mundial, como Haiti,
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A Panini anunciou o lançamento do “Update Set”, pacote de atualização do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 que inclui 120 novas figurinhas com jogadores convocados para o Mundial após o fechamento da versão original da coleção. Entre os destaques está o atacante Neymar, que passa a integrar oficialmente o álbum ao lado de nomes como o goleiro alemão Manuel Neuer e o zagueiro espanhol Pau Cubarsí. Saiba mais na TVT News.
O kit já está em pré-venda no site da editora italiana e custa R$ 119,90. O conjunto é formado por seis cartelas com 20 figurinhas cada, totalizando 120 cromos. Segundo a Panini, a iniciativa busca atualizar a coleção com atletas que garantiram vaga nas listas finais das seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2026, mas que não haviam sido incluídos na primeira edição do álbum.
Do total de figurinhas do pacote, 118 correspondem a jogadores convocados que ficaram de fora da coleção original. A atualização permite que os colecionadores substituam atletas que acabaram não sendo chamados para o torneio por nomes que efetivamente disputarão a competição.
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Além de Neymar, o pacote traz outros brasileiros que não estavam na versão inicial do álbum, como o goleiro Weverton, o lateral Alex Sandro e o atacante Igor Thiago. Eles entram no lugar de jogadores que apareciam na coleção original, mas acabaram fora da convocação final da Seleção Brasileira.
O lançamento ocorre em meio ao sucesso comercial do álbum da Copa de 2026, que já entrou para a história como o maior de todos os Mundiais. A coleção possui 980 figurinhas, superando com folga as 670 da edição do Catar, em 2022, e as 270 da Copa do México, em 1970.
Um levantamento divulgado pela CBN apontou que a Panini acertou 746 dos 864 jogadores retratados na versão original do álbum, o equivalente a 86,34% dos atletas efetivamente convocados pelas 48 seleções participantes. No caso da Seleção Brasileira, o índice de acerto foi de 72%, considerado o pior desempenho da editora em quatro décadas.
Com a chegada do Update Set, os colecionadores terão a oportunidade de deixar o álbum alinhado às listas oficiais das seleções. Diferentemente das figurinhas vendidas em pacotes tradicionais, os novos cromos não estarão disponíveis em bancas de jornal nem nos serviços de entrega. A única forma de obtê-los será por meio da compra do kit complementar.
O lançamento também reacendeu discussões sobre o custo de completar a coleção. Considerando apenas o álbum simples, vendido por R$ 24,90, e a compra hipotética de figurinhas sem repetições, o gasto mínimo seria pouco superior a R$ 1 mil. Na prática, porém, a presença de cromos repetidos eleva significativamente esse valor.
Cálculos baseados na chamada “série harmônica”, conceito matemático utilizado para estimar o esforço necessário para completar conjuntos aleatórios, indicam que um colecionador que tente finalizar sozinho um álbum de 980 espaços precisaria adquirir, em média, cerca de 7.316 figurinhas. Somando o valor do álbum e do kit de atualização, o custo total poderia ultrapassar R$ 7,4 mil.
Apesar dos números expressivos, a tradição de colecionar figurinhas continua mobilizando fãs de futebol ao redor do mundo. Às vésperas da Copa de 2026, encontros de troca reúnem milhares de pessoas e reforçam um hábito que atravessa gerações, agora impulsionado pela possibilidade de atualizar a coleção com os jogadores que estarão em campo no maior Mundial da história.
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A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) e será a maior edição da história do torneio. Pela primeira vez, o Mundial contará com 48 seleções e será disputado em três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. A competição vai até 19 de julho, quando será realizada a final no Estádio MetLife, em Nova York/Nova Jersey. Veja na TVT News calendário dos jogos, horários e onde assistir.
A campanha da Seleção Brasileira estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos. Além dos compromissos do Brasil, o torneio reúne 104 partidas distribuídas ao longo de pouco mais de um mês, envolvendo seleções de todos os continentes.
A seguir, confira um guia completo para acompanhar a Copa do Mundo Fifa, com datas, horários, locais dos jogos do Brasil, explicação sobre o formato da competição e informações sobre onde assistir às partidas.
Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil serão divididos entre diferentes plataformas.
Os jogos poderão ser acompanhados por:
A Cazé TV transmitirá os 104 jogos da competição.
O Brasil integra o Grupo C e terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.
As partidas serão disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey
Data: 19 de junho (sexta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia
Data: 24 de junho (quarta-feira)
Horário: 19h (de Brasília)
Local: Hard Rock Stadium – Miami
A partida contra o Haiti terá um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornará o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.
“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota.
A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.
O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.
Agora serão:
Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.
A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.
As etapas da Copa serão:
Caso termine na liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.
Segunda fase – 29 de junho – 14h – Houston
Oitavas de final – 5 de julho – 17h – Nova York/Nova Jersey
Quartas de final – 11 de julho – 18h – Miami
Semifinal – 15 de julho – 16h – Atlanta
Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey
Segunda fase – 29 de junho – 22h – Monterrey
Oitavas de final – 4 de julho – 14h – Houston
Quartas de final – 9 de julho – 17h – Boston
Semifinal – 14 de julho – 16h – Dallas
Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey

Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México
Última rodada da fase de grupos: 27 de junho
16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho
Oitavas de final: 4 a 7 de julho
Quartas de final: 9 a 11 de julho
Semifinais: 14 e 15 de julho
Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami
Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey
16h00 – México x África do Sul (Grupo A)
23h00 – Coreia do Sul x República Tcheca (Grupo A)
16h00 – Canadá x Bósnia e Herzegovina (Grupo B)
22h00 – Estados Unidos x Paraguai (Grupo D)
16h00 – Catar x Suíça (Grupo B)
19h00 – Brasil x Marrocos (Grupo C)
22h00 – Haiti x Escócia (Grupo C)
14h00 – Alemanha x Curaçao (Grupo E)
17h00 – Holanda x Japão (Grupo F)
20h00 – Costa do Marfim x Equador (Grupo E)
23h00 – Suécia x Tunísia (Grupo F)
13h00 – Espanha x Cabo Verde (Grupo H)
16h00 – Bélgica x Egito (Grupo G)
19h00 – Arábia Saudita x Uruguai (Grupo H)
22h00 – Irã x Nova Zelândia (Grupo G)
16h00 – França x Senegal (Grupo I)
19h00 – Iraque x Noruega (Grupo I)
22h00 – Argentina x Argélia (Grupo J)
14h00 – Portugal x República Democrática do Congo (Grupo K)
17h00 – Inglaterra x Croácia (Grupo L)
20h00 – Gana x Panamá (Grupo L)
23h00 – Uzbequistão x Colômbia (Grupo K)
22h00 – México x Coreia do Sul (Grupo A)
13h00 – República Tcheca x África do Sul (Grupo A)
16h00 – Suíça x Bósnia e Herzegovina (Grupo B)
19h00 – Canadá x Catar (Grupo B)
16h00 – Estados Unidos x Austrália (Grupo D)
19h00 – Escócia x Marrocos (Grupo C)
21h30 – Brasil x Haiti (Grupo C)
00h00 – Turquia x Paraguai (Grupo D)
14h00 – Holanda x Suécia (Grupo F)
17h00 – Alemanha x Costa do Marfim (Grupo E)
21h00 – Equador x Curaçao (Grupo E)
01h00 – Tunísia x Japão (Grupo F)
13h00 – Espanha x Arábia Saudita (Grupo H)
16h00 – Bélgica x Irã (Grupo G)
19h00 – Uruguai x Cabo Verde (Grupo H)
22h00 – Nova Zelândia x Egito (Grupo G)
14h00 – Argentina x Áustria (Grupo J)
18h00 – França x Iraque (Grupo I)
21h00 – Noruega x Senegal (Grupo I)
00h00 – Jordânia x Argélia (Grupo J)
14h00 – Portugal x Uzbequistão (Grupo K)
17h00 – Inglaterra x Gana (Grupo L)
20h00 – Panamá x Croácia (Grupo L)
23h00 – Colômbia x República Democrática do Congo (Grupo K)
16h00 – Suíça x Canadá (Grupo B)
16h00 – Bósnia e Herzegovina x Catar (Grupo B)
19h00 – Escócia x Brasil (Grupo C)
19h00 – Marrocos x Haiti (Grupo C)
22h00 – República Tcheca x México (Grupo A)
22h00 – África do Sul x Coreia do Sul (Grupo A)
17h00 – Curaçao x Costa do Marfim (Grupo E)
17h00 – Equador x Alemanha (Grupo E)
20h00 – Japão x Suécia (Grupo F)
20h00 – Tunísia x Holanda (Grupo F)
23h00 – Turquia x Estados Unidos (Grupo D)
23h00 – Paraguai x Austrália (Grupo D)
16h00 – Noruega x França (Grupo I)
16h00 – Senegal x Iraque (Grupo I)
21h00 – Cabo Verde x Arábia Saudita (Grupo H)
21h00 – Uruguai x Espanha (Grupo H)
00h00 – Egito x Irã (Grupo G)
00h00 – Nova Zelândia x Bélgica (Grupo G)
18h00 – Panamá x Inglaterra (Grupo L)
18h00 – Croácia x Gana (Grupo L)
20h30 – Colômbia x Portugal (Grupo K)
20h30 – República Democrática do Congo x Uzbequistão (Grupo K)
23h00 – Argélia x Áustria (Grupo J)
23h00 – Jordânia x Argentina (Grupo J)
16h00 (Jogo 73) – 2º do Grupo A x 2º do Grupo B
14h00 (Jogo 76) – 1º do Grupo C x 2º do Grupo F
17h30 (Jogo 74) – 1º do Grupo E x 3º dos Grupos A/B/C/D/F
22h00 (Jogo 75) – 1º do Grupo F x 2º do Grupo C
14h00 (Jogo 78) – 2º do Grupo E x 2º do Grupo I
18h00 (Jogo 77) – 1º do Grupo I x 3º dos Grupos C/D/F/G/H
22h00 (Jogo 79) – 1º do Grupo A x 3º dos Grupos C/E/F/H/I
13h00 (Jogo 80) – 1º do Grupo L x 3º dos Grupos E/H/I/J/K
17h00 (Jogo 82) – 1º do Grupo G x 3º dos Grupos A/E/H/I/J
21h00 (Jogo 81) – 1º do Grupo D x 3º dos Grupos B/E/F/I/J
16h00 (Jogo 84) – 1º do Grupo H x 2º do Grupo J
20h00 (Jogo 83) – 2º do Grupo K x 2º do Grupo L
00h00 (Jogo 85) – 1º do Grupo B x 3º dos Grupos E/F/G/I/J
15h00 (Jogo 88) – 2º do Grupo D x 2º do Grupo G
19h00 (Jogo 86) – 1º do Grupo J x 2º do Grupo H
22h30 (Jogo 87) – 1º do Grupo K x 3º dos Grupos D/E/I/J/L
14h00 (Jogo 90) – Vencedor do Jogo 73 x Vencedor do Jogo 75
18h00 (Jogo 89) – Vencedor do Jogo 74 x Vencedor do Jogo 77
17h00 (Jogo 91) – Vencedor do Jogo 76 x Vencedor do Jogo 78
21h00 (Jogo 92) –Vencedor do Jogo 79 x Vencedor do Jogo 80
16h00 (Jogo 93) – Vencedor do Jogo 83 x Vencedor do Jogo 84
21h00 (Jogo 94) Vencedor do Jogo 81 x Vencedor do Jogo 82
13h00 (Jogo 95) – Vencedor do Jogo 86 x Vencedor do Jogo 88
17h00 (Jogo 96) – Vencedor do Jogo 85 x Vencedor do Jogo 87
17h00 (Jogo 97) Vencedor do Jogo 89 x Vencedor do Jogo 90
16h00 (Jogo 98) – Vencedor do Jogo 93 x Vencedor do Jogo 94
18h00 (Jogo 99) – Vencedor do Jogo 91 x Vencedor do Jogo 92
22h00 (Jogo 100) – Vencedor do Jogo 95 x Vencedor do Jogo 96
16h00 (Jogo 101) – Vencedor do Jogo 97 x Vencedor do Jogo 98
16h00 (Jogo 102) – Vencedor do Jogo 99 x Vencedor do Jogo 100
18h00 (Jogo 103) – Perdedor do Jogo 101 x Perdedor do Jogo 102
16h00 (Jogo 104) – Vencedor do Jogo 101 x Vencedor do Jogo 102, Nova York/Nova Jersey
A edição de 2026 da Copa do Mundo marca uma ampliação significativa da presença de países da África, Ásia, Caribe e Oriente Médio. Além de seleções tradicionais como Brasil, Alemanha, Argentina, França e Inglaterra, o torneio contará com equipes como Haiti, Cabo Verde, Jordânia, Curaçao, Uzbequistão e República Democrática do Congo.
O novo formato da Copa amplia a representatividade global do Mundial e oferece mais oportunidades para seleções que historicamente encontravam dificuldades para conquistar uma vaga na competição.
Com mais jogos, mais países participantes e partidas distribuídas por três nações-sede, a Copa do Mundo de 2026 promete movimentar torcedores durante mais de um mês. Para os brasileiros, o foco inicial estará nos compromissos da Seleção contra Marrocos, Haiti e Escócia, que definirão o caminho do Brasil na busca por mais um título mundial.
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A Federação Internacional de Futebol (FIFA) apresentou os três mascotes da Copa do Mundo de 2026. A competição é realizada em três países (Estados Unidos, Canadá e México) e cada um dos mascotes homenageia uma nação-sede.![]()
Veja os mascotes da Copa 2026 com a TVT News.
“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota.
A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.
Esta é a primeira vez que um Mundial vai contar com três sedes – até então, com a exceção de Japão e Coreia do Sul em 2002, todas foram disputadas em apenas um país.

Acompanhe os resultados da Copa do Mundo 2026
Maple, o alce: é um goleiro dedicado. Nasceu para viajar, passando por todas as províncias e territórios do Canadá, conectando-se com as pessoas e abraçando a rica cultura do país. Com um talento especial para fazer defesas lendárias e um coração cheio de força, Maple combina histórias sem fim com um talento inabalável.

Zayu, a onça-pintada: é um atacante engenhoso e ágil que intimida os defensores. Nasceu das selvas do sul do México e personifica a rica herança e o espírito vibrante do país. Fora de campo, Zayu abraça a cultura mexicana por meio da dança, da comida e da tradição, unindo pessoas através das fronteiras com paixão.

Clutch, a águia-americana: é um grande meio-campista. Possui uma sede insaciável por aventura, voando pelos Estados Unidos e abraçando cada cultura e momento com curiosidade e otimismo. Destemido em campo e inspirador fora dele, Clutch lidera pela ação — mobilizando companheiros de equipe, elevando o ânimo e transformando desafios em oportunidades de ascensão.


Confira os grupos da Copa do Mundo 2026:

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Há poucos dias da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, o técnico Ancelotti ainda não definiu o time para enfrentar o Marrocos. Leia em TVT News.
Da AFP em Morristown, Estados Unidos, centro de treinamento da Seleção Brasileira
Carlo Ancelotti tem uma dor de cabeça na missão de conquistar o hexa para o Brasil na Copa do Mundo de 2026: a escassez de laterais de qualidade, uma posição que, durante décadas, foi a marca registrada Seleção.
O técnico italiano testou 24 jogadores nessa posição desde que assumiu o cargo, há um ano, segundo levantamento do site Globo Esporte.
No último sábado, a exatamente uma semana da estreia contra o Marrocos no Grupo C, Ancelotti perdeu por lesão o jogador que mais se aproximava das características que fizeram do Brasil uma referência nessa faixa do campo: Wesley.
“Todo mundo sabe, falta o que nunca faltou: os laterais. O Brasil tinha laterais fantásticos, agora há um pouco de carência”, disse o treinador em entrevista em março.
No entanto, Ancelotti destacou a aparição de um jogador na posição: “O jovem Wesley, que está jogando muito bem na Roma”.
Mas o lateral-direito de 22 anos sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda no amistoso contra o Egito (vitória por 2 a 1) no sábado e foi cortado. Ele será o quarto desfalque do Brasil rumo ao Mundial, depois das baixas de Rodrygo, Estêvão e Éder Militão.

Nascido em Açailândia, no Maranhão, Wesley começou a carreira no Tubarão de Santa Catarina e se destacou em sua passagem pelo Flamengo por ser um jogador de força tanto no ataque quanto na defesa, até chamar a atenção da Roma, que o contratou em julho de 2025.
“Ele tem uma característica única no nosso time”, disse o capitão Marquinhos, antes do anúncio do corte.
Sua ausência deixa a Seleção sem um lateral com vocação ofensiva, já que Ancelotti convocou o volante Éderson, da Atalanta, para substituí-lo.
O Brasil iniciará no sábado, em East Rutherford, Nova Jersey, sua busca pelo hexa com três laterais de ofício: Douglas Santos e Alex Sandro pela esquerda e Danilo pela direita.
Bremer e Ibañez podem fazer a dupla função na lateral-direita, mas a Seleção perderia força ofensiva. O mesmo vale caso o escolhido para a posição seja Danilo, que costuma ser escalado como zagueiro no Flamengo.
“Eu posso fazer outras coisas, dar o passe limpo, vir por dentro, mas a característica é muito diferente” em relação a Wesley, declarou o ex-jogador de Juventus, Manchester City e Real Madrid.
Analistas atribuem a escassez de jogadores nessa posição à saída precoce de talentos para a Europa, o que os impede de receber o treinamento adequado dentro da escola brasileira.
Ancelotti não é o único treinador da Seleção a ter dores de cabeça com as laterais.
Na Copa de 2022, quando o Brasil foi eliminado pela Croácia nas quartas de final, Tite apostou no zagueiro Éder Militão na direita após a lesão de Danilo. Ele também tinha como opções Bremer e Daniel Alves, então com 39 anos.
Com os problemas físicos de Alex Sandro e Alex Telles, a solução foi recorrer à versatilidade do recuperado Danilo para cobrir o lado esquerdo nas oitavas e nas quartas de final.
Tite foi forçado a reorganizar suas peças, mas no futebol moderno é comum os treinadores escalarem, por convicção, zagueiros ou laterais com o lado invertido para ocuparem essa faixa do campo.
Foi o que fizeram Pep Guardiola, no City, e Mikel Arteta, no Arsenal, campeão inglês nesta temporada.
“Essa posição foi mudando gradualmente devido à influência de treinadores como Guardiola”, disse em entrevista à BBC em 2023 o ex-lateral alemão Philipp Lahm, que trabalhou com o técnico catalão no Bayern de Munique.
“Ao defender, trata-se de deixar o mínimo de espaço possível ao adversário, cobrindo e ocupando um grande terreno. Ao atacar, trata-se de aproveitar o espaço, criando o máximo de oportunidades para os companheiros”.
© Agence France-Presse
Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.

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A FIFA apresentou um conjunto de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial que serão utilizadas na Copa do Mundo de 2026.
As ferramentas foram reveladas durante o Lenovo Tech World 2026 e têm como objetivo ampliar a precisão da arbitragem, oferecer análises avançadas às seleções e criar novas formas de interação para os torcedores durante o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.
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De acordo com a FIFA, entre as principais novidades está o Football AI Pro, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida para auxiliar as 48 seleções participantes da competição.
A ferramenta foi criada para processar uma enorme quantidade de informações sobre partidas e jogadores, transformando dados em análises que podem ser consultadas por técnicos e comissões técnicas.
Segundo a FIFA, o sistema foi projetado para reduzir diferenças entre equipes com estruturas distintas. Na prática, seleções com menor acesso a departamentos avançados de análise poderão utilizar os mesmos recursos tecnológicos disponíveis para as principais potências do futebol mundial.
O sistema reúne informações em formatos variados, incluindo textos, vídeos, gráficos e modelos tridimensionais. O acesso poderá ser feito em diferentes idiomas antes e depois dos jogos.
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Outra inovação apresentada envolve a evolução do sistema semiautomático de detecção de impedimentos.
Para a Copa de 2026, os jogadores passarão por um escaneamento corporal digital capaz de criar avatares tridimensionais altamente precisos.
Os modelos serão utilizados para identificar movimentos e posicionamentos dos atletas com maior eficiência, inclusive em situações de velocidade elevada ou quando houver bloqueio parcial da visão das câmeras.
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Além de auxiliar a arbitragem, a tecnologia também terá função visual. As reconstruções em 3D poderão ser exibidas durante as transmissões para ajudar o público a compreender as decisões relacionadas aos lances de impedimento.
A FIFA também anunciou uma atualização da chamada Visão do Árbitro, tecnologia que mostra ao público a perspectiva do juiz durante a partida.
A nova versão utiliza inteligência artificial para estabilizar automaticamente as imagens captadas pela câmera acoplada ao árbitro.
O recurso reduz tremores e borrões causados pela movimentação intensa em campo, permitindo uma visualização mais clara das jogadas.
Thank you to @FIFAcom President Gianni Infantino for joining me on stage at Lenovo Tech World to explain how Lenovo AI is enabling a smarter, more inclusive, and more immersive football experience for the FIFA World Cup 2026. #CES2026
— Yuanqing Yang (@YuanqingYang) January 8, 2026
: https://t.co/kDCsvLyerL pic.twitter.com/5trlZA7rrX
A expectativa é que a ferramenta aumente a transparência das decisões e aproxime os torcedores da dinâmica do jogo.
Para a FIFA, as novas soluções representam um passo importante no processo de modernização do esporte.
A entidade afirma que o uso da inteligência artificial não se limitará à arbitragem, mas também servirá para ampliar o acesso a dados, melhorar o desempenho das equipes e oferecer experiências mais imersivas aos torcedores.
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Com 48 seleções e 104 partidas programadas, a Copa do Mundo de 2026 será a maior da história do torneio e deve funcionar como um grande laboratório para tecnologias que poderão se tornar parte permanente do futebol nos próximos anos.
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A Seleção Brasileira goleou o Panamá por 6 a 2 neste domingo (31), no Maracanã, no último compromisso antes da viagem para a Copa do Mundo. A equipe de Carlo Ancelotti abriu o placar logo no início, com Vini Jr., e depois transformou a partida em goleada com uma sequência ofensiva forte no segundo tempo.
O Brasil construiu a vantagem em dez minutos depois do intervalo. Rayan aproveitou erro na saída panamenha e marcou por cobertura. Na sequência, Lucas Paquetá completou jogada coletiva para ampliar. Pouco depois, Igor Thiago sofreu pênalti, cobrou e fez mais um para a Seleção. Danilo fechou o placar aos 80 minutos de jogo.
Primeiro gol do Rayan com a camisa da seleção brasileira!
📽️@tvglobo / @geglobo pic.twitter.com/fLsfzS2lis
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) May 31, 2026
🚨 Lucas Paquetá makes it four at 60′
🇧🇷 Brazil 4-1 Panama 🇵🇦pic.twitter.com/EiDFBUIIDz
— Goals Xtra (@GoalsXtra) May 31, 2026
O resultado manteve a invencibilidade brasileira contra o Panamá. Antes do amistoso deste domingo, as seleções haviam se enfrentado cinco vezes, com quatro vitórias do Brasil e um empate. O retrospecto tinha 17 gols brasileiros e apenas um panamenho.
O primeiro encontro ocorreu em 1952, no Campeonato Pan-Americano, em Santiago, quando o Brasil venceu por 5 a 0 e depois conquistou o título. Em 2001, na Arena da Baixada, a Seleção repetiu o placar em amistoso, com gols de Edílson, Alex, Euller, Juninho Paulista e Roberto Carlos.
Às vésperas da Copa de 2014, o Panamá voltou a servir como teste final. No Serra Dourada, em Goiânia, o Brasil venceu por 4 a 0, com gols de Neymar, Daniel Alves, Hulk e Willian. Em 2016, em Denver, nos Estados Unidos, Jonas e Gabriel Barbosa marcaram na vitória por 2 a 0.
O único tropeço brasileiro no confronto havia sido em março de 2019, no Estádio do Dragão, no Porto, em Portugal, quando as equipes empataram por 1 a 1. Lucas Paquetá marcou naquele jogo seu primeiro gol pela Seleção.
Depois da goleada no Maracanã, a delegação brasileira segue para os Estados Unidos, onde fará a preparação final para a Copa do Mundo. A vitória reforça o domínio histórico sobre o Panamá e encerra a fase de testes da Seleção em clima positivo.

O amistoso entre Brasil e Panamá, disputado neste domingo (31), no Maracanã, teve repercussão antes mesmo de a bola rolar. Convidados para cantar o hino nacional, Belo e Alcione tiveram dificuldades para acompanhar o ritmo dos instrumentos no estádio.
Em alguns momentos, as vozes dos artistas ficaram desencontradas em relação ao acompanhamento musical. Também foi possível notar que Belo se confundiu com parte da letra durante a apresentação.
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O problema ocorreu quando os instrumentos deixaram de acompanhar os cantores. A partir daí, Belo e Alcione seguiram a execução a capela até o fim. O episódio repercutiu rapidamente nas redes sociais durante a transmissão do amistoso.
Gente! Quem teve a brilhante ideia de colocar o Belo e a Alcione pra cantar o hino nacional? ? ?
Geralmente nunca dar certo isso… É colocar a nossa marrom pra pagar um mico desnecessário! pic.twitter.com/UT4AJeK4fq
— Cássio Oliveira (@cassioolivveira) May 31, 2026
Belo e Alcione errando o hino nacional. O Brasil é sensacional KKKKKK
— Pedro Maranhão (@PedroMaranhao13) May 31, 2026
cortaram a música do hino nacional pq o belo e a alcione não estavam cantando no ritmo KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK ai que país especial é o brasil
— j̶ ̶u̶ ̶l̶ ̶i̶ ̶a̶ = (@jotauelleia) May 31, 2026
Eu acho que o Belo e a Alcione não sabiam cantar o hino nacional.
O que aconteceu aqui KKKKKKKKKKKK
Meu Deus.
— REAL MIL GRAU (@realmilgrauu) May 31, 2026
A ALCIONE E O BELO NÃO SABEM A LETRA DO HINO
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHHAHHAHAHAHHAHAHAHA
— Broca (@alexcrfla) May 31, 2026
A seleção entrou em campo ainda sem alguns atletas convocados para a Copa do Mundo, entre eles Marquinhos, Gabriel Magalhães, Gabriel Martinelli e Neymar, que seguem em recuperação de lesão ou disputam competições por seus clubes.
Após o jogo, a delegação brasileira seguirá para os Estados Unidos, onde fará a preparação final para o Mundial no Columbia Park Training Center, em Morristown, perto de Nova York. Antes da estreia, o Brasil ainda enfrentará o Egito em amistoso no próximo sábado (6).

Confira a lista de convocados da seleção de Senegal para a Copa do Mundo com a TVT News.
O Senegal “sonha grande” na Copa do Mundo da América do Norte 2026 com sua pré-lista de 28 jogadores, liderada pela estrela Sadio Mané, declarou o técnico da equipe, Pape Thiaw, nesta quinta-feira (21).
Além de Mané, de 34 anos, atual jogador do Al Nassr após passagens de sucesso por Liverpool e Bayern de Munique, aparecem outros nomes de destaque como o goleiro Édouard Mendy e o capitão Kalidou Koulibaly, que não joga desde 8 de abril devido a uma lesão na coxa.
“É um grupo equilibrado e bem pensado para responder às exigências desta Copa do Mundo, que é uma competição intensa”, declarou o treinador em entrevista coletiva em Dacar.
Sua lista de 28 jogadores será reduzida para 26 antes da competição, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho em Estados Unidos, México e Canadá.
O Senegal conquistou em janeiro a Copa Africana de Nações (CAN), posteriormente sendo destituído do título nos tribunais, em benefício de seu adversário da final, o Marrocos.
Na Copa do Mundo, os ‘Leões de Teranga’ estão no Grupo I, ao lado de França, Noruega e Iraque.
Goleiros (3): Édouard Mendy (Al Ahli/ASA), Mory Diaw (Le Havre/FRA), Yehvann Diouf (Nice/FRA)
Defensores (9): Kalidou Koulibaly (Al Hilal/ASA), Abdoulaye Seck (Maccabi Haifa/ISR), Moussa Niakhaté (Lyon/FRA), Ismail Jakobs (Galatasaray/TUR, Mamadou Sarr (Strasbourg/FRA), Antoine Mendy (Nice/FRA), Ilay Camara (Anderlecht/BEL), El Hadji Malick Diouf (West Ham/ING), Krépin Diatta (Monaco/FRA), Moustapha Mbow (Paris FC/FRA)
Meio-campistas (6): Idrissa Gana Gueye (Everton/ING), Pape Matar Sarr (Tottenham/ING), Pathé Ciss (Rayo Vallecano/ESP), Pape Gueye (Villarreal/ESP), Lamine Camara (Monaco/FRA), Habib Diarra (Sunderland/ING), Bara Sapoko Ndiaye (Bayern de Munique/ALE)
Atacantes (10): Sadio Mané (Al Nassr/ASA), Bamba Dieng (Lorient/FRA), Nicolas Jackson (Bayern de Munique/ALE), Iliman Ndiaye (Everton/ING), Ismaïla Sarr (Crystal Palace/ING), Chérif Ndiaye (Samsunspor/TUR), Cheikh Sabaly (Metz/FRA), Ibrahima Mbaye (PSG/FRA), Assane Diao (Como/ITA)

© Agence France-Presse
Na Copa do Mundo FIFA de 2026, o francês aparece como uma das línguas mais presentes entre as seleções classificadas. Ao lado do espanhol e do árabe, o idioma ocupa a segunda posição em número de países, com oito nações que o adotam como língua oficial — um dado que conecta futebol, história e geopolítica.
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São oito as seleções presentes na Copa do Mundo de 2026 que reconhecem o francês como idioma oficial: França, Bélgica, Suíça, Canadá, Haiti, Senegal, Costa do Marfim e República Democrática do Congo.
França: uma das favoritas ao título; a França tenta acertar as contas com o passado colonial;
Bélgica: os diabos vermelhos têm o francês como idioma oficial e predominante em regiões como a Valônia e na capital, Bruxelas;
Suíça: o país onde a sede da FIFA está localizada adota o francês como um de seus quatro idiomas oficiais.
Canadá: coanfitrião da Copa, mantém o francês como língua oficial, sendo o idioma principal da província do Quebec.
Haiti: de volta à Copa do Mundo, o representante caribenho fala francês e o crioulo haitiano;
Senegal: potência do futebol africano, os Leões de Teranga utilizam o francês como língua oficial e são os atuais campeões da África;
Costa do Marfim: nação da África Ocidental onde o francês é o idioma da administração e do ensino, os elefantes querem chegar mais longe em 2026;
República Democrática do Congo (RD Congo): o país com a maior população que fala francês no mundo, superando a própria França em número de habitantes que utilizam o idioma.
O processo de classificação (as eliminatórias) exigiu estratégias diferentes para cada uma dessas oitos nações. Veja como os países que falam francês se classificaram para a Copa:
Com os grupos já definidos, o sorteio da Copa do Mundo de 2026 estabeleceu confrontos de alto nível. Algumas chaves, inclusive, promoverão o encontro direto entre nações que falam francês.
Saiba quais são os grupos destes países na Copa e quais os confrontos:
Embora o árabe seja a língua oficial do Magrebe, a influência francesa no Norte da África é vasta devido ao passado colonial.
No Marrocos, na Argélia e na Tunísia, o francês não é o idioma constitucional, mas é a língua franca utilizada nos negócios, na diplomacia, no ensino superior e na administração pública. Se considerarmos esses três países na contagem de influência, o francês saltaria para 11 representantes, tornando-se, na prática, o idioma mais presente entre as delegações da Copa do Mundo, superando até mesmo o inglês.
O francês é uma língua românica, originada do latim vulgar levado pelos exércitos romanos para a região da Gália (atual França) há mais de dois mil anos. Com a queda do Império Romano, o latim local se misturou a dialetos de tribos germânicas, como os francos — de onde deriva o nome do país e da língua.
Durante a Idade Média, o francês se dividiu em diversos dialetos, mas a variante falada em Paris acabou se tornando o padrão oficial com o passar dos séculos.

No século XVII, o francês se consolidou como a língua da aristocracia e da diplomacia na Europa, posição que manteve até o início do século XX, quando o inglês passou a ganhar terreno no cenário internacional.
A presença do francês em países como Senegal, RD Congo e Haiti não é um fenômeno natural, mas o resultado de um processo agressivo de expansão imperialista iniciado no século XVII. A França estabeleceu colônias para a extração de riquezas e o controle de rotas comerciais, impondo seu idioma como ferramenta de controle administrativo e apagamento das línguas nativas.
Há uma contradição histórica profunda na trajetória francesa. Enquanto o país produzia os filósofos do Iluminismo, que defendiam a “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, o Estado francês operava um sistema de escravidão em larga escala em suas colônias. A riqueza que construiu os palácios de Paris e financiou o desenvolvimento industrial francês foi, em grande parte, gerada pelo trabalho forçado de milhões de africanos nas plantações de açúcar e café das Antilhas e pela extração mineral em solo africano.
Nas Américas, a presença francesa é marcada pelo Haiti e pelos departamentos ultramarinos, como a Guiana Francesa. O Haiti foi a primeira nação das Américas a abolir a escravidão após uma revolução liderada por negros escravizados que derrotou o exército de Napoleão Bonaparte.
Já no continente africano, a língua francesa é o resultado de uma ocupação que durou até meados do século XX.
Entender a presença do francês nessas oito nações exige um olhar atento para a história. Na Europa, o francês divide o protagonismo em países vizinhos.
Na América do Norte, o Canadá sustenta o francês como língua oficial ao lado do inglês para garantir a preservação da forte identidade da província do Quebec, uma herança direta dos primeiros assentamentos europeus no território.
No entanto, quando olhamos para o Haiti e para o continente africano (Senegal, Costa do Marfim e RD Congo), a adoção do idioma escancara as feridas do colonialismo.
A partir do século XVII, a França e a Bélgica (no caso específico do Congo) estabeleceram um domínio violento sobre territórios ultramarinos. O francês foi imposto como ferramenta de dominação administrativa, educacional e comercial, operando muitas vezes em um sistema escravocrata ou de extrema exploração do trabalho e dos recursos naturais.
Na África contemporânea, o idioma da antiga metrópole acabou sendo mantido após os processos de independência no século XX, servindo hoje como uma língua franca para unificar internamente países que possuem dezenas de etnias e dialetos nativos diferentes.
Considerando o status de língua oficial ou o idioma majoritário de comunicação de cada nação classificada, este é o ranking dos idiomas mais presentes na Copa do Mundo da FIFA 2026:
| Posição | Idioma | Número de Países | Países Representantes |
| 1º | Inglês | 9 | África do Sul, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Austrália, Curaçao, Nova Zelândia, Inglaterra, Gana |
| 2º | Espanhol | 8 | México, Paraguai, Equador, Espanha, Uruguai, Argentina, Colômbia, Panamá |
| 2º | Francês | 8 | Canadá, Suíça, Haiti, Costa do Marfim, Bélgica, França, Senegal, RD Congo |
| 2º | Árabe | 8 | Catar, Marrocos, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Argélia, Jordânia |
| 5º | Alemão | 4 | Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria |
| 6º | Holandês | 3 | Curaçao, Holanda, Bélgica |
| 6º | Português | 3 | Brasil, Cabo Verde, Portugal |
| 8º | Croata | 2 | Bósnia, Croácia |
Em países com mais de um idioma oficial, foi considerado o idioma predominante na comunicação nacional.
Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

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A febre do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 está para começar. E para facilitar a venda em todos os cantos do país, a rede lotérica da Caixa também fará vendas de álbum e figurinhas. Leia em TVT News.
O maior torneio de futebol do mundo começa em 11 de junho de 2026, mas os amantes do esporte já podem viver a magia do mundial por meio das figurinhas colecionáveis da Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2026.
Neste ano, as unidades lotéricas da Caixa passam a integrar oficialmente a venda do álbum e das figurinhas da Copa, reforçando sua presença no cotidiano dos brasileiros e conectando colecionadores de todas as regiões do país. A partir de quinta-feira (30), o álbum e as figurinhas estarão disponíveis para compra nas lotéricas cadastradas como ponto de venda oficial, conforme a disponibilidade de estoque.
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Cada pacote com 7 figurinhas custa R$ 7 e o álbum avulso R$ 24,90. Para completar todo o álbum são necessárias 980 figurinhas, sendo 68 dessas especiais em papel metalizado.
Em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o atendimento e a comercialização do álbum e das figurinhas nas lotéricas são restritos a maiores de 18 anos, vedada a venda direta a crianças e adolescentes neste canal.
Com cerca de 13 mil unidades, as lotéricas são a maior rede de atendimento física da CAIXA e levam conveniência e atendimento próximo a mais de 95% dos municípios brasileiros.

Os preços de lançamento definidos para os álbuns variam conforme o acabamento escolhido pelo torcedor:
O custo das figurinhas também requer planejamento financeiro. Cada envelope chega às bancas pelo valor de R$ 7,00 e contém 7 figurinhas,
Para quem deseja iniciar a jornada, as opções de álbuns atendem a diferentes perfis de colecionadores:




| Perfil de colecionador | Pacotes necessários | Custo por pacote | Gasto com figurinhas |
|---|---|---|---|
| Solitário | ~1.463 | R$ 7,00 | R$ 10.241,00 |
| Social com muita sorte (poucas repetidas) | ~300 | R$ 7,00 | R$ 2.100,00 |
| Social (trocas) | ~400 | R$ 7,00 | R$ 2.800,00 |
Na teoria, completar o álbum parece simples: são 980 figurinhas, distribuídas em pacotes com 7 unidades, vendidos a R$ 7,00. Em um cenário ideal, sem repetições, seriam necessários 140 pacotes — o que daria R$ 980,00 em figurinhas.
Mas a prática é bem diferente.

À medida que o álbum começa a ser preenchido, a chance de tirar figurinhas repetidas cresce rapidamente. No início, quase todas as figurinhas são novas. Porém, depois de metade do álbum completo, a probabilidade de repetição aumenta de forma significativa. Nos estágios finais, é comum abrir um pacote inteiro sem conseguir sequer uma figurinha inédita.
Esse fenômeno acontece porque o número de figurinhas que ainda faltam diminui, enquanto o universo total (as 980 possíveis) permanece o mesmo. Em termos simples: quanto mais completo o álbum, mais difícil encontrar o que falta.

Na prática, isso significa que o custo real costuma ser bem maior do que o cálculo inicial. Estimativas entre colecionadores indicam que, sem trocas, o gasto pode facilmente dobrar — chegando ou até ultrapassando R$ 2.000 ao longo do tempo, dependendo da sorte.
Somando o valor do álbum, o investimento total pode ficar em:

Para quem deseja economizar e agilizar a conclusão da coleção, a interação social é a ferramenta mais eficaz. O hábito de trocar as figurinhas repetidas em praças, shoppings e escolas reduz a dependência da sorte ao abrir novos pacotes.
Dica do Editor: Fique atento às figurinhas “brilhantes” ou cromadas. Elas costumam ser mais raras e você pode tentar negociar um valor de troca maior nos pontos de encontro.
Atualmente, praças, shoppings, escolas e grupos dedicados em aplicativos de mensagens tornam-se os principais polos de negociação. Essa rede colaborativa não apenas agiliza o preenchimento dos espaços vazios, mas protege o orçamento do torcedor e transforma a montagem álbum em um grande evento coletivo.
Para te ajudar no planejamento para completar o álbum da Copa, confira algumas informações sobre a Copa do Mundo 2026.

Conheça os grupos da Copa do Mundo de futebol.
As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.
A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.
A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.
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A seleção do Brasil perdeu para a França pelo placar de 2 a 1, em partida amistosa que marca o início da fase final de preparação para a próxima Copa do Mundo, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O confronto foi realizado no Gillete Stadium, em Boston. Leia em TVT News
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Brasil
1 x 2
ENCERRADO
França
Competição: Amistoso internacional
Local: Gillette Stadium
Transmissão: Globo e SporTV
Antes do início da Copa, a seleção brasileira fará mais três amistosos preparatórios. O primeiro será no dia 31 de março, contra a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando.
Depois, o Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.
No histórico entre Brasil x França em Copas do Mundo, os franceses levam vantagem, especialmente em confrontos eliminatórios.
Um dos primeiros encontros de grande impacto ocorreu na Copa de 1986, no México, quando as seleções empataram por 1 a 1 no tempo normal e a França venceu nos pênaltis, eliminando o Brasil nas quartas de final.
Anos depois, o duelo voltou a ganhar destaque na final da Copa de 1998, em Paris, quando os franceses venceram por 3 a 0 e conquistaram o título. Em 2006, na Alemanha, a França novamente superou o Brasil, desta vez por 1 a 0, nas quartas de final.

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.![]()
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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.
| Data | Horário | Dia da semana | Local | Jogo |
|---|---|---|---|---|
| 13 de junho | 19h | Sábado | New Jersey – Estádio MetLife | Brasil x Marrocos |
| 19 de junho | 22h | Sexta | Filadélfia – Lincoln Financial Field | Brasil x Haiti |
| 24 de junho | 19h | Quarta | Miami – Estádio Hard Rock | Brasil x Escócia |
A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).
Confira os grupos da Copa de 2026 completos:
Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).
Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).
Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti
Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)
Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau
Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)
Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.
Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.
Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).
Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.
Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).
Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.


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Acompanhe com a TVT News os resultados dos jogos da repescagem que vão definir as últimas vagas para a Copa do Mundo 2026.
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Local: Beşiktaş Park, Istambul (TUR)
Data/Hora: 26/03 • 14h (Brasília)
Local: Atleti Azzurri d’Italia, Bérgamo (ITA)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Cardiff City Stadium, Cardiff (WAL)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Ciutat de València, Valência (ESP)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Estádio Nacional, Varsóvia (POL)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Estádio Nacional, Bratislava (SVK)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Parken Stadium, Copenhague (DEN)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Fortuna Arena, Praga (CZE)
Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)
Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)
Data/Hora: 26/03 • 19h (Brasília)
Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)
Data/Hora: 27/03 • 00h (Brasília)
Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)
Data/Hora: 31/03 • 18h (Brasília)
Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)
Data/Hora: 01/04 • 00h (Brasília)
Data/Hora: 31/03 • 15h45 (Brasília)
Para não perder nenhum detalhe do drama de seleções como Itália, Dinamarca, da Bolívia e da Concacaf, confira onde serão transmitidos os jogos da repescagem
Horários de Brasília
Terça-feira (31/03)
Horários de Brasília
Terça-feira (31/03)
Quarta-feira (01/04)


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Quinta, 26 de março, e terça, 31 de março, acontecem os jogos da repescagem para a Copa do Mundo e as últimas seis seleções vão preencher os grupos em busca do título mundial. Leia em TVT News.
| Data | Horário (Brasília) | Fase | Confronto | Onde Assistir |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 16h00 | Semifinal 1 | Bolívia x Jamaica | SporTV CazéTV |
| 26/03/2026 | 20h00 | Semifinal 2 | Suriname x Nova Caledônia | SporTV 2 FIFA+ |
| 31/03/2026 | 17h00 | Final 1 | Iraque x Vencedor Semi 1 | SporTV Globoplay |
| 31/03/2026 | 21h00 | Final 2 | RD Congo x Vencedor Semi 2 | SporTV CazéTV |
| Data | Horário (BR) | Chave / Fase | Confronto (Semifinais em Jogo Único) | Onde Assistir |
|---|---|---|---|---|
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho A – Semi 1 | Itália x Irlanda do Norte | ESPN Disney+ |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho A – Semi 2 | País de Gales x Bósnia e Herzegovina | SporTV 3 Disney+ |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho B – Semi 1 | Ucrânia x Suécia | SporTV 2 |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho B – Semi 2 | Polônia x Albânia | Disney+ |
| 26/03/2026 | 14h00 | Caminho C – Semi 1 | Turquia x Romênia | SporTV 2 |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho C – Semi 2 | Eslováquia x Kosovo | Disney+ |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho D – Semi 1 | Dinamarca x Macedônia do Norte | ESPN 4 Disney+ |
| 26/03/2026 | 16h45 | Caminho D – Semi 2 | República Tcheca x Irlanda | ESPN 3 Disney+ |
*As finais de cada caminho (que definem as 4 vagas na Copa) serão disputadas no dia 31/03, às 15h45 (horário de Brasília). As transmissões das finais serão definidas após a conclusão das semifinais.
A Copa do Mundo de 2026 já tem 42 das 48 seleções confirmadas. As seis vagas restantes serão decididas em duas repescagens: quatro destinadas às equipes europeias e duas definidas em confrontos internacionais. Entenda como funciona em TVT News.
Os confrontos da repescagem da Europa foram definidos em sorteio realizado em Zurique, na Suíça. Além disso, a Fifa também confirmou o chaveamento do playoff intercontinental.
Doze seleções europeias já asseguraram vaga direta na Copa do Mundo ao liderarem seus grupos nas Eliminatórias. Outras 16 ainda disputam a repescagem em busca da classificação, entre elas Itália, Suécia, Polônia e Eslováquia.
Chave A
Chave B
Chave C
Chave D
As seleções destacadas com “*” jogam em casa na semifinal. Os vencedores avançam para a final, também em partida única.
Exemplo: no Caminho A, quem vencer Itália x Irlanda do Norte enfrenta o ganhador de País de Gales x Bósnia.
Os campeões de cada caminho garantem vaga na Copa de 2026. Dessa forma, será uma seleção classificada por chave.

Além dos segundos colocados das Eliminatórias, participam também os quatro melhores vencedores de grupos da Liga das Nações 2024/25 que não se classificaram em primeiro ou segundo lugar.
As 16 seleções são distribuídas em quatro chaves (A a D), cada uma com duas semifinais. Os vencedores avançam para a final de sua chave, e apenas o campeão garante vaga na Copa do Mundo de 2026.
A divisão segue os potes:
Nas semifinais, o time do pote 1 enfrenta o do pote 4, enquanto os potes 2 e 3 se cruzam. Os mandos de campo ficam com as seleções dos potes 1 e 2. Os jogos acontecem em partidas únicas nos dias 26 e 31 de março de 2026.
Duas vagas extras para o Mundial serão disputadas por seis seleções: Nova Caledônia (Oceania), Bolívia (América do Sul), RD Congo (África), Iraque (Ásia), Jamaica e Suriname (América do Norte).
Semifinais:
Finais:
O sorteio colocou os dois melhores ranqueados pela Fifa (RD Congo e Iraque) diretamente nas finais. As outras quatro seleções disputam as semifinais, e os vencedores das finais garantem vaga na Copa de 2026.
A única restrição é que Jamaica e Suriname não podem se enfrentar nas semifinais, já que pertencem à mesma confederação.
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O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, faz a última convocação antes da Copa do Mundo de 2026. Confira a lista de convocados da seleção com a TVT News.
Confira a lista de convocados para a Seleção Brasileira
Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe)
Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (ARSENAL), Ibañez (Al-Ahly), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma)
Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Gabriel Sara (Galatasaray)
Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henriquie (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr. (Real Madrid), João Pedro (Chelsea)
“A explicação da lista é que depende muito das lesões, obviamente. É uma lista criada com jogadores que estao 100% de condição física. Todos que estão jogando, já que temos lesões importantes, como Militão, Bruno Guimarães, Estevão, Rodrygo, que desejamos uma rápida recuperação”
Mas é uma lista de quem esta bem fisicamente, porque vamos jogar dois jogos muito importantes, de intensidade, com um prazo muito curto, incluindo a viagem. Então preferi chamar quem está 100%. Levando em conta também a posição de alguns jogadores que não conheço, como Ibañez, Bremer, Rayan, Danilo, Gabriel Sara. É uma ultima oportunidade de conhecer eles e fazer uma lista final com a ideai mais clara possível”disse Ancelotti.
“Quando chamamos jogadores novos não é porque queremos ver como se preocupa no campo, isso já sabemos. Queremos saber como ele se incorpora no nosso ambiente, seu caráter, em todos os jogadores novos é isso que vamos ver. Sabemos perfeitamente com está jogando, porque temos avaliações de cada jogador que está e não está na lista. de cada jogador que não esta em nenhuma lista nesse ano. Estamos avaliando todos. Em nível técnico todo, em questão de caráter, quero saber mais. Também jogadores que merecem estar, porque estão atuando bem no seu campeonato, como Endrick, Rayan, Danilo, Gabriel Sara, Ibañez e também Bremer” “Ancelotti.
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No dia 26 de março, a Seleção Brasileira enfrenta a França, no Gillette Stadium, em Boston, às 17h (de Brasília). Já no dia 31, encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).
Franceses e croatas estão no Top 10 do Ranking Mundial Masculino da FIFA: a França ocupa a terceira colocação, e a Croácia, a décima.
Com estes adversários, o departamento de Seleções cumprirá o planejamento traçado para que o Brasil enfrentasse seleções fortes de diferentes escolas mundiais.
Desde o fim das Eliminatórias, a equipe encarou, em outubro, os asiáticos Coreia do Sul e Japão e, em novembro, os africanos Senegal e Tunísia.
Dia 18 de maio sai a lista final dos convocados que vão para a Copa do Mundo.

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026.
Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. No jogo contra a França o uniforme será o azul.
O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.
A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.
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A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.
No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.
De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.
Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.
A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.
Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.
Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.![]()
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026. Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. Confira a nova camisa do Brasil na Copa com a TVT News.
O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.
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A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.
No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.
De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.
Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.
A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.
Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.
Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.![]()
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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.
| Data | Horário | Dia da semana | Local | Jogo |
|---|---|---|---|---|
| 13 de junho | 19h | Sábado | New Jersey – Estádio MetLife | Brasil x Marrocos |
| 19 de junho | 22h | Sexta | Filadélfia – Lincoln Financial Field | Brasil x Haiti |
| 24 de junho | 19h | Quarta | Miami – Estádio Hard Rock | Brasil x Escócia |
A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).
Confira os grupos da Copa de 2026 completos:
Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).
Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).
Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti
Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)
Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau
Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)
Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.
Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.
Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).
Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.
Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).
Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.


Se o Brasil passar em primeiro lugar e se classificar na fase de 16 avos de final, o Brasil jogaria a partida de oitavas no dia 5 de julho, um domingo.
O adversário sairia do confronto entre os vice-líderes dos grupos E e I, o que colocaria seleções como Alemanha, França, Equador ou Noruega como adversários do Brasil nas oitavas.
Se o Brasil passar em 2º lugar, o caminho para as oitavas seria contra o vencedor do duelo entre os vice-líderes dos grupos A e B. e os adversários podem ser podem ser México, Suíça, Coreia do Sul, Canadá ou até mesmo Itália e Dinamarca (que ainda jogarão a repescagem).
Para as quartas de final, uma simulação possível é um jogo entre Brasil x Inglaterra, caso as seleções passem em primeiro nos seus respectivos grupos.
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O Irã anunciou nesta quarta (11) que não disputará a Copa do Mundo de 2026 por conta da guerra. O ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, afirmou que a federação “não tem condições de participar” do evento neste ano.
O regulamento da Copa do Mundo prevê que, em caso de retirada por “força maior”, como a que o Irã alega, o comitê organizador decide as medidas a serem tomadas. A Fifa, portanto, tem a liberdade de decidir a melhor forma de lidar com a situação.
Uma das possibilidades seria substituir o Irã por outra seleção, mantendo o grupo em que a equipe se encontra ou fazendo ajustes na competição. Outra opção seria manter o Grupo G com apenas três seleções, o que reduziria o número de jogos e impactaria o planejamento comercial do torneio.
Outra alternativa seria substituir o Irã por uma seleção vinda da repescagem intercontinental, com equipes como Nova Caledônia, Jamaica, Bolívia, Suriname, Congo e Iraque disputando uma vaga extra.

Um terceiro cenário possível seria substituir o Irã pelo Iraque, enquanto os Emirados Árabes Unidos poderiam herdar a vaga asiática na repescagem, já que foram os melhores classificados não classificados diretamente.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que havia recebido garantias do presidente de Donald Trump de que o Irã poderia entrar no país para disputar o torneio, apesar da guerra entre o país, Israel e os Estados Unidos.
O Irã está atualmente no Grupo G da Copa do Mundo, ao lado de seleções como Nova Zelândia, Bélgica e Egito. Os dois primeiros jogos do Irã estão marcados para Los Angeles, e o último, em Seattle. Caso avance, o time pode enfrentar os Estados Unidos nas fases iniciais, caso os anfitriões também se classifiquem.
Com a guerra no Oriente Médio aumentam as especulações sobre a participação dos países envolvidos no conflito na Copa do Mundo. Leia em TVT News.
O presidente da Federação de Futebol do Irã (FFIRI), Mehdi Taj, voltou a colocar em dúvida a participação do país na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, depois do mesmo concedendo pela Austrália a cinco jogadoras da seleção feminina.
“O presidente americano escreveu dois tuítes para pedir que fosse concedido asilo político aos nossos jogadores (…), e que se a Austrália não o fizesse, ele faria. Ele fez 160 mártires ao matar nossas crianças em Minab e agora está sequestrando nossas meninas. Como podemos ser otimistas nessas condições em relação à Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, declarou Taj na televisão estatal, referindo-se a um suposto bombardeio contra uma escola na cidade de Minab no começo da guerra, cuja responsabilidade o ir atribuiu a Israel e aos Estados Unidos.
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“Se a Copa acontecesse nessas condições, quem em sã consciência mandaria sua seleção nacional para um lugar assim?”, acrescentou o dirigente.
O Irã tem agendado dois dos seus três jogos da fase de grupos do Mundial em Los Angeles, contra Bélgica e Nova Zelândia, e um em Seattle, contra o Egito.

A Austrália concedeu também a cinco jogadoras da seleção iraniana feminina que foram chamadas de “traidoras” pelo regime de Teerã depois de terem se recusado a cantar o hino nacional antes de um jogo da Copa da Ásia, que acontece no país da Oceania, em meio à guerra no Oriente Médio desde o início da intervenção de Israel e Estados Unidos no Irã no dia 28 de fevereiro.
Essa decisão foi motivada pelo risco de os atletas serem perseguidos ao retornarem, anunciou nesta terça-feira o ministro do Interior australiano, Tony Burke.
As jogadoras se concentraram em silêncio durante a execução do hino do Irã antes da estreia contra a Coreia do Sul, dois dias depois do início da guerra. Nos dois jogos seguintes na competição, elas cantaram o hino.
Essa atitude foi interpretada como um ato de rebeldia, e um apresentador da televisão estatal chamou as jogadoras de “traidoras em tempos de guerra”.
Várias pessoas pediram à Austrália que garantisse a segurança das iranianas, incluindo o presidente americano, Donald Trump.
“Já estão cuidando de cinco delas, e as demais seguirão o mesmo caminho. Alguns, no entanto, sentem que devem retornar [ao Irã] porque temem pela segurança de suas famílias”, disse Trump na segunda-feira, após uma conversa com o primeiro-ministro australiano.
Na semana passada, o presidente da FFIRI já havia levantado dúvidas sobre a participação do Irã na Copa do Mundo, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho.
© Agence France-Presse
Os jogos do Brasil no caminho para o Hexa já são conhecidos. Brasil abre a participação na Copa do Mundo 2026 contra Marrocos em Nova Jersey em 13/6.
| Data | Horário | Dia da semana | Local | Jogo |
|---|---|---|---|---|
| 13 de junho | 19h | Sábado | New Jersey – Estádio MetLife | Brasil x Marrocos |
| 19 de junho | 22h | Sexta | Filadélfia – Lincoln Financial Field | Brasil x Haiti |
| 24 de junho | 19h | Quarta | Miami – Estádio Hard Rock | Brasil x Escócia |
A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.![]()
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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.
A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).
A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).
Confira os grupos da Copa de 2026 completos:
Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).
Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).
Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti
Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)
Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau
Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)
Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.
Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.
Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).
Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.
Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).
Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.
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Finalíssima, partida entre Argentina, campeã da Copa América, e Espanha, campeã da Eurocopa, marcada para acontecer em 27 de março no Catar pode não acontecer. Os conflitos no Oriente Médio podem enviar a Finalíssima para outra lugar. Leia em TVT News.
Da AFP em Doha, Catar
A Federação de Futebol do Catar (QFA) anunciou no domingo (1º) a suspensão de todas as suas competições devido ao conflito no Oriente Médio, sem especificar se a Finalíssima entre Argentina e Espanha ainda ocorrerá na data prevista de 27 de março.
A QFA “anuncia o adiamento de todos os seus torneios, competições e partidas, com efeito imediato e até novo aviso”, anunciou a federação em sua conta oficial no Twitter neste domingo.
“As novas datas para a retomada das competições serão anunciadas oportunamente pelos canais oficiais da federação”, acrescentou a QFA.
O comunicado não menciona especificamente a Finalíssima, marcada para o dia 27 de março no Estádio Lusail, perto de Doha, entre os atuais campeões da Copa América e da Eurocopa, a Argentina de Lionel Messi e a Espanha de Lamine Yamal.
A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) explicou que no sábado convocou “um comitê de crise para estabelecer medidas de apoio aos profissionais do futebol que trabalham e residem nos diversos países do Oriente Médio envolvidos no conflito armado que começou nas últimas horas”, mas não ofereceu mais detalhes sobre a realização ou não da Finalíssima.
O anúncio da QFA surge poucas horas depois de a Confederação Asiática de Futebol (AFC) ter anunciado o adiamento de todos os jogos das copas da Ásia agendados para domingo e segunda-feira no Oriente Médio, incluindo a Liga dos Campeões, devido aos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã.

As tensões no Oriente Médio aumentaram desde essa ação no sábado, que resultou na morte do Líder Supremo da República Islâmica, o Aiatolá Ali Khamenei, e levou o Irã a responder com ataques de mísseis contra vários países da região.
© Agence France-Presse
Com toda a instabilidade no Oriente Mèdio, em que vários países na região são alvos de ataques com mísseis, entre eles o Catar, a realização da Finalíssima está em risco. A competição de jogo único entre Espanha (seleção campeã europeia em 2024) e a Argentina (campeã sul-americana em 2024) está agendada para 27 de março, no Estádio Lusail.
Assim, a CONMEBOL e a UEFA – organizadores do jogo – pensam em mudá-la de local, até porque o espaço aéreo do país está fechado. Deste modo, de acordo com a o jornal ‘Marca’, Miami e Londres são apontadas como as alternativas mais sólidas, até para minimizar perdas financeiras, evitando que a competição deixe de se realizar.
Segundo o Marca, Miami seria uma opção viável porque irá sediar jogos da Copa do Mundo de 2026 e esta partida poderia servir como teste. Por outro lado, Londres já recebeu a Finalíssima de 2022, quando a Argentina venceu a Itália. Em favor de Londres está o fato de ser um destino mais próximo para a grande maioria dos jogadores de ambas as seleções, que jogam em clubes europeus.
Com informações do jornal Record, de Portugal
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