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“Fomos enganados”: diretor da Fifa acusa Infantino e expõe crise interna

31 de Julho de 2026, 14:42
O diretor de operações da FIFA, Kevin Lamour. Foto: Divulgação

O diretor de operações da FIFA, Kevin Lamour, acusou o presidente da entidade, Gianni Infantino, de enganar funcionários ao conduzir sem transparência um plano de investimento privado ligado à Copa do Mundo. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira (31), Lamour afirmou que os trabalhadores “merecem algo melhor do que desprezo e intimidação”.

Lamour classificou a proposta como um “projeto de uma pessoa” e defendeu que ela não avance. “Este projeto não só não deve prosseguir… como chegou a hora de os líderes políticos do futebol se questionarem corretamente e tomarem as decisões certas”, declarou.

O diretor disse que não pretende pedir demissão, embora admita o risco de perder o emprego por se manifestar. “Se isso significar perder meu emprego, que assim seja. Pelo menos vou dormir bem esta noite”, afirmou.

Na crítica a Infantino, Lamour disse que vice-presidentes, integrantes do Conselho da FIFA, confederações, federações, jogadores, ligas, clubes, torcedores e a própria administração foram ignorados. Para ele, a condução do tema revela “falta de confiança, falta de transparência, falta de discernimento, falta de boa governança. E uma grave falta de respeito”.

O presidente da FIFA Gianni Infantino. Foto: Divulgação

Também nesta sexta-feira (31), Carlos Cordeiro deixou o posto de conselheiro sênior de Infantino em protesto contra o projeto. Ex-presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos e ex-vice-presidente do Goldman Sachs, ele ocupava a função desde 2021 e integra a força-tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo de 2026.

Cordeiro criticou a ideia de vender 20% de uma nova subsidiária responsável por comercializar direitos da Copa do Mundo. O empreendimento teria avaliação de US$ 20 bilhões, e a operação buscaria levantar US$ 4,2 bilhões com investidores privados. “É um mau negócio para as Associações Membro da FIFA, um mau negócio para o futebol e um mau negócio para o futuro do esporte a longo prazo”, disse.

O ex-assessor questionou por que a FIFA pretende captar recursos apesar de possuir bilhões de dólares em reservas e não ter dívidas. Ele citou os US$ 15 bilhões em receitas entre 2022 e 2026 mencionados por Infantino e afirmou que vender uma participação permanente no principal ativo comercial da entidade significaria “hipotecar o futuro do futebol sem qualquer justificativa convincente”.

A Confederação Asiática de Futebol, a Concacaf e a UEFA se posicionaram contra o plano, reunindo 143 das 211 associações filiadas à FIFA — mais do que as 106 necessárias para aprová-lo em votação.

A entidade respondeu que não está “vendendo futebol”, atribuiu parte da reação a “reportagens incorretas da mídia” e afirmou que seguirá com o processo de consulta; a Confederação Africana avaliará a proposta na próxima semana, enquanto a Oceania discutirá o tema no próximo mês.

Espanha e Portugal ameaçam desistir da Copa de 2030 por plano da Fifa; entenda

31 de Julho de 2026, 14:34
A seleção da espanha campeã da Copa do Mundo. Foto: Divulgação

Espanha e Portugal planejam retirar a candidatura para sediar a Copa do Mundo de 2030 caso o presidente da Fifa, Gianni Infantino, leve adiante a proposta de vender parte dos direitos comerciais do torneio, informou o jornal espanhol ‘El Español’ nesta sexta-feira (31). Os dois países dividem a organização prevista com Marrocos.

A eventual saída integraria a reação da UEFA contra o projeto e significaria também abrir mão de receber partidas do Mundial. A edição de 2030 prevê jogos nos três países anfitriões e partidas inaugurais no Uruguai, na Argentina e no Paraguai, em referência ao centenário da primeira Copa.

O plano contestado prevê a venda de 20% de uma nova subsidiária encarregada de comercializar os direitos da Copa do Mundo para investidores privados. O empreendimento teria avaliação de US$ 20 bilhões, e a operação poderia render US$ 4,2 bilhões à Fifa.

A Confederação Asiática de Futebol (AFC) se juntou à UEFA e à Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe (Concacaf) na oposição ao projeto. Para a AFC, a Fifa “não consegue, de forma realista, alcançar o amplo consenso e a unidade necessários para avançar”.

A entidade asiática reúne 47 associações, a Concacaf reúne 41 e a UEFA tem 55. Juntas, as três confederações somam 143 dos 211 membros da Fifa, acima dos 106 votos necessários para aprovar a proposta.

Taça da Copa do Mundo e as bandeiras das sedes de 2030. Foto: Divulgação

A Concacaf rejeitou a iniciativa após reunião emergencial realizada na quinta-feira (30). As associações apontaram “profunda preocupação” com a ausência de revisão pelos órgãos de governança da Fifa, com o prazo curto para análise e com a falta de devido processo na discussão.

A AFC também cobrou uma revisão urgente da estrutura de governança e de tomada de decisões da entidade. A confederação africana deve discutir o tema na próxima semana, enquanto a Oceania programou uma reunião para o mês seguinte; a Conmebol ainda não divulgou posição pública.

O diretor de operações da Fifa, Kevin Lamour, criticou a condução de Infantino e classificou a proposta como “projeto de uma pessoa”. Ele afirmou que funcionários da entidade foram “enganados” pela falta de transparência e declarou que não pretende renunciar, mesmo que sua manifestação lhe custe o emprego.

No mesmo dia, Carlos Cordeiro, assessor sênior de Infantino e ex-presidente da Federação de Futebol dos Estados Unidos, pediu demissão em protesto. “É hipotecar o futuro do futebol sem qualquer justificativa convincente”, disse Cordeiro ao argumentar que a Fifa tem bilhões de dólares em reservas, não possui dívidas e registrou US$ 15 bilhões em receitas entre 2022 e 2026.

Futebol e niilismo: perderam o jogo, puseram brincos e foram ao cinema. Por Lênio Streck

11 de Julho de 2026, 10:16
Lênio Streck dando aula a jogadores e técnico da Seleção. Foto: reprodução

Por Lenio Strek, em Conjur

Há algo de profundamente simbólico no futebol contemporâneo, e não me refiro a esquemas táticos ou a estatísticas. Refiro-me a uma mudança de mentalidade. De imaginário.

Lembro-me de quando a regra que proibia o goleiro de agarrar com as mãos o recuo deliberado do companheiro foi saudada como uma revolução. Seria o fim da cera, da acomodação, do jogo burocrático. Durante algum tempo, pareceu funcionar.

Mas o futebol, como as instituições, também aprende a contornar as regras. O velho recuo transformou-se em outra coisa. Hoje ele não precisa mais ser dado ao goleiro. Basta fazê-lo horizontalmente. O resultado é semelhante: posse de bola estéril, circulação interminável, um “tiki-taka” no meio do campo que confunde movimentação com criatividade e controle com coragem.

O jogador que parte para cima do marcador parece ter sido substituído pelo funcionário que cumpre protocolo. O futebol produziu seus próprios burocratas.

1. Chego, então, ao Brasil: a derrota, a desclassificação.

Não basta dizer que perdemos. É preciso compreender como se perde. Contra a Noruega, assistimos a um espetáculo de resignação.  Os noruegueses trocavam passes lentamente. O Brasil aguardava pacientemente em seu próprio campo. Como se recuperar a bola fosse um detalhe secundário.

Onde estava a pressão imediata? Onde estava aquilo que os alemães chamariam, metaforicamente, de uma blitzkrieg para recuperar a posse?

Nada. Os jogadores apenas cercavam, acompanhavam, observavam. Espirravam em torno da bola.  Pateticamente. O resultado foi quase pedagógico.

Dois gols. Porque quem espera permanentemente acaba premiando o adversário. Mas talvez o problema nem seja exclusivamente tático. O problema é anterior. É cultural. Falta vigor. Falta dedicação. Falta sangue nos olhos.

A seleção brasileira parece ter se transformado em uma atividade paralela. Comercial.

O técnico divide seu tempo entre convocações e campanhas publicitárias de cerveja. Isso que, segundo noticiou a imprensa, recebe 4 milhões por mês. E renovou até 2.030. E precisa do comercial da Brahma. Que coisa, não?

Há jogadores com dezenas de contratos comerciais. Diz-se que um empresário sozinho possui um terço dos jogadores da seleção na sua carteira.

Um anuncia bancos. Outro promove casas de apostas. Outro vende cerveja. Outro se jacta (adoro essa palavra) de ter R$ 200 mil em perfumes e cremes para pele e cabelo. E, pior, diz que a Copa lhe tirou as férias. Sim, foi Raphinha quem disse tal absurdo. E ainda faz propaganda dos produtos usados por sua esposa.

E o que dizer de Neymar, que, conforme se noticiou e mostrou, levou relógios avaliados em 22 milhões. E a malta pintando ruas de verde e amarelo. Pobre povo.

2. Perdeu o jogo, frustrou a torcida, colocou dois brincos de diamante em cada orelha e foi ao cinema

É a paráfrase do clássico Matou a Família e Foi ao Cinema, de 1969, dirigido por Júlio Bressane, obra marco do cinema marginal. Poucos, à época, souberam ler o niilismo ali escancarado, manifestado no grito de revolta e descrença frente às utopias políticas da época e à opressão da ditadura militar.

Niilismo, bem entendido, vai além de agir mal sem demonstrar peso na consciência: é o esvaziamento dos valores que davam sentido à própria coisa. No filme, o protagonista mata a família e vai ao cinema. Lembra Raskolnikov, de Crime e Castigo. Só que, atenção, não o Raskolnikov de depois do crime, devorado pela culpa até a confissão; o de antes, aquele que se convenceu de que cometera um gesto extraordinário e que o homem extraordinário está acima do julgamento comum.

É esse Raskolnikov de antes que vejo nos jogadores da seleção. Perdem o jogo e saem sorrindo. Vini Jr coloca dois brincos em cada orelha (devem valer alguns milhões) e abre o sorriso e vai para o jantar. Ou ao cinema, como no filme. Falo não dos caros brincos em si (belos, por sinal). Falo do simbólico: ninguém se enfeita para ir a um velório. Remorso zero. Culpa nenhuma.  Isso se repete em Ancelotti. Com seu chiclete incansável. Aliás, não entendi por qual razão os fabricantes de goma de mascar não contrataram Ancelotti.

Não há pecado algum em ganhar dinheiro. O problema começa quando a profissão principal parece transformar-se em atividade acessória. A seleção deixa de ser o centro. Passa a ser uma plataforma de exposição para marcas.

Neymar diante de painel da Copa do Mundo 2026 e microfones de imprensa
Neymar após eliminação na Copa do Mundo. Foto: Reprodução

A pergunta inevitável é simples. Em que momento há tempo para pensar futebol?

Jogadores milionários que pouco se importam com o que a torcida pensa. Não é moralismo. É prioridade. Pelé, Zico, Beckenbauer, Zidane faziam publicidade. A diferença é que a publicidade era consequência.  Hoje ela parece ser o projeto principal.

O futebol virou intervalo comercial. Como venho insistindo há anos a respeito do Direito, que de prática interpretativa foi convertido em gerenciamento de procedimento, a burocracia engole tudo. O futebol não escapou; há apenas mapas de calor, GPS, métricas, algoritmos… e muita frescura. Enfim, parece que o futebol imita o Direito.

Tem de tudo. Só falta o futebol. O ludopedismo. A propósito: já não há cobradores de faltas. Dizem que treinar cobranças prejudica o joelhinho. Pobre gente. Que pena que eu tenho.

Fundamentalmente, falta justamente aquilo que fazia alguém levantar do sofá. Os jogadores jogam passando a bola para o lado e para trás. O dinizismo venceu. Aliás, deveriam ter deixado Diniz na seleção. Encaixaria melhor. E sem o chiclete do mister.

Em algum momento convencemos nossos jogadores de que errar tentando é pior do que acertar sem criar.

Talvez aí esteja a verdadeira derrota. Não apenas da seleção. Mas da própria ideia de futebol.

Enfim, esculhambaram (com) o futebol. Apatifaram-no, cobrindo-o de ouro e diamantes. E de Rolexes. Patek Philippes, Richard Milles etc. De empresários. De assessorias de imprensa que blindam determinados jogadores de quaisquer críticas. Claro, e de jornalistas amigos.

E o que dizer dos influencers transformados em comentaristas? Nada menos do que patético. E os repórteres entrevistando o pipoqueiro e o guarda de trânsito? O pré-jogo virou uma disputa de palhaçadas sem graça.

No fim, é o que resta: perderam o jogo, puseram os brincos, os relógios… e foram ao cinema. Sem remorso. Sem culpa. Como no filme. E no livro.

BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026

11 de Julho de 2026, 09:30

A final da Copa do Mundo de 2026 terá uma novidade além da disputa pelo título mundial. Pela primeira vez, a decisão do torneio contará com um show musical durante o intervalo da partida, em um formato inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl, evento esportivo dos Estados Unidos conhecido pelas grandes apresentações.

A partida está marcada para o próximo domingo, 19, e colocará frente a frente duas seleções que ainda serão definidas. Enquanto os times disputarão a taça mais importante do futebol mundial, o público acompanhará apresentações de alguns dos maiores nomes da música, como BTS, Madonna e Justin Bieber.

Além das performances musicais, também segundo o Estadão, a celebração contará com a participação dos Muppets. Além disso, o evento será realizado em apoio ao Fifa Global Citizen Education Fund, iniciativa voltada para ampliar o acesso à educação e criar novas oportunidades para crianças.

Leia também: Copa do Mundo: qual o valor de mercado de Espanha e Bélgica?

Copa do Mundo terá show de intervalo pela primeira vez

Até então, a Copa do Mundo não havia utilizado o intervalo da final para uma apresentação musical nos moldes adotados por grandes eventos esportivos. Dessa forma, a Fifa decidiu incluir o formato na edição de 2026, criando um momento dedicado ao entretenimento durante a partida decisiva.

A proposta, portanto, segue uma referência do Super Bowl, que tradicionalmente reúne grandes artistas durante o intervalo da final da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Dessa forma, a Copa do Mundo também terá uma atração semelhante em sua principal partida, ampliando a programação do evento além da disputa esportiva.

Quem são os artistas confirmados

O show do intervalo da final reunirá artistas de diferentes estilos e nacionalidades. Entre os nomes confirmados estão:

  • Justin Bieber
  • BTS
  • Madonna
  • Shakira
  • Coldplay
  • Burna Boy
  • Gustavo Dudamel
  • PS22 Chorus

A apresentação terá curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay, e contará com artistas reconhecidos mundialmente.

Leia também: Copa do Mundo: veja a previsão da I.A. para as quartas de final

BTS, Madonna e Justin Bieber são destaques da programação

Entre os nomes anunciados, BTS, Madonna e Justin Bieber estão entre as atrações que mais chamaram atenção do público.

O BTS se tornou um dos maiores grupos da música internacional nos últimos anos, levando o K-pop para diferentes países e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo.

Madonna, por outro lado, chega ao evento como uma das maiores referências da música pop. Com uma carreira de décadas, a cantora acumulou sucessos e apresentações marcantes ao longo da trajetória artística.

Já Justin Bieber representa uma das principais estrelas do pop atual. O cantor canadense ganhou fama ainda jovem e construiu uma carreira com sucessos que alcançaram as principais paradas musicais internacionais.

Leia também: França elimina o Marrocos e avança à semifinal da Copa do Mundo

Final da Copa do Mundo ganha novo formato de encerramento

Com a inclusão do show de intervalo, a final da Copa do Mundo de 2026 terá uma programação que vai além da partida pelo título. A Fifa aposta em uma combinação entre futebol e música para marcar o encerramento do torneio.

Assim, a decisão que definirá o novo campeão da Copa do Mundo também será palco de uma apresentação com alguns dos artistas mais conhecidos do planeta.

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O post BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026 apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

A partida de golfe entre Trump e artilheiro da Inglaterra na Copa

11 de Julho de 2026, 09:19
Donald Trump e Harry Kane jogando golfe. Foto: reprodução

Harry Kane, maior artilheiro da seleção inglesa, contou detalhes de uma partida de golfe com Donald Trump às vésperas do duelo da Inglaterra contra a Noruega pelas quartas de final da Copa do Mundo.

O atacante afirmou na sexta-feira (10) que encontrou o presidente dos Estados Unidos cerca de um ano e meio atrás, quando estava em Palm Beach. Kane disse que Trump o convidou para jogar e classificou o encontro como incomum.

“Joguei bem, para ser sincero. Ele me convidou para jogar quando eu estava em Palm Beach. Foi uma experiência bastante surreal simplesmente conhecê-lo e, obviamente, jogar golfe com ele”, disse o jogador inglês.

Kane também elogiou o desempenho de Trump no campo. “Para ser sincero, ele joga muito bem. Espero conseguir jogar tão bem quando tiver a idade dele. Foi uma experiência única, e fiquei muito grato pelo convite”, afirmou.

Harry Kane, atacante da seleção da Inglaterra
Harry Kane, atacante da seleção da Inglaterra. Foto: Reprodução

Trump já havia comentado encontro com Kane

Donald Trump falou sobre a partida dias antes, depois da vitória da Inglaterra sobre o México nas oitavas de final da Copa. Kane marcou um dos gols ingleses no confronto.

Na rede social Truth Social, o presidente dos Estados Unidos escreveu: “Acho que Kane é um grande jogador. Joguei golfe com ele e gosto muito dele. É um bom golfista. É realmente excelente”.

Inglaterra e Noruega se enfrentam neste sábado, às 18h no horário de Brasília, em Miami. A partida define uma vaga na semifinal do torneio.

Quem avançar no confronto entre ingleses e noruegueses jogará contra o vencedor de Argentina x Suíça na fase seguinte da Copa do Mundo.

Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja

11 de Julho de 2026, 07:30

A presença de Garrincha na final da Copa do Mundo de 1962 esteve ameaçada até poucas horas antes da decisão. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante brasileiro precisou aguardar o julgamento da Comissão Organizadora da Fifa para saber se poderia enfrentar a Tchecoslováquia.

Ao fim da análise, a entidade optou por aplicar apenas uma advertência, decisão que garantiu a participação do camisa 7 na conquista do bicampeonato mundial, segundo o Estadão.

O episódio voltou a ganhar destaque após a Fifa anular a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Apesar da distância de mais de seis décadas entre os casos, ambos mostram como a Fifa pode revisar decisões disciplinares por meio de suas instâncias responsáveis.

Leia também: Com virada épica, Argentina elimina Egito da Copa e mantém sonho do bicampeonato

O que aconteceu na expulsão de Garrincha?

Brasil e Chile disputaram a semifinal da Copa do Mundo de 1962 em um jogo marcado por forte disputa física. A seleção brasileira venceu por 4 a 2, mas a reta final da partida trouxe preocupação para a delegação.

Garrincha foi expulso após um lance envolvendo o chileno Rojas e passou a correr o risco de ficar fora da decisão. Naquele período, diferentemente do que ocorre atualmente, a expulsão não resultava automaticamente em suspensão. Cabia à Comissão Organizadora da Fifa analisar cada caso antes de decidir se aplicaria ou não uma punição ao atleta.

A possibilidade de perder o principal jogador da equipe preocupava o Brasil. Com Pelé lesionado desde a fase de grupos, Garrincha havia assumido o protagonismo da campanha e era um dos grandes destaques do Mundial.

O veredito da Fifa antes da grande decisão

Ao analisar o caso, a Comissão Organizadora decidiu aplicar somente uma advertência ao atacante brasileiro.

Segundo o então presidente da Fifa, Stanley Rous, a infração aconteceu durante uma disputa de bola entre Garrincha e Rojas. Com esse entendimento, a comissão concluiu que não havia motivos para impedir sua participação na final.

Na mesma sessão, o atacante chileno Landa recebeu suspensão de uma partida. Conforme registrado à época, ele foi punido por atingir o zagueiro Mauro com um chute quando a bola já estava distante da jogada, situação considerada mais grave pelos dirigentes.

A decisão foi recebida com alívio pelos integrantes da delegação brasileira, que aguardavam o julgamento com expectativa.

Leia também: Entenda a participação de Cristiano Ronaldo na LiveMode, dona da CazéTV

O que Garrincha disse sobre o lance?

Durante os esclarecimentos prestados à comissão, Garrincha reconheceu que perdeu a calma no fim da partida. Ao mesmo tempo, afirmou que passou todo o jogo sendo provocado por Rojas.

Segundo seu relato, o adversário distribuiu pontapés, cotoveladas e, em determinado momento, chegou a cuspir em seu rosto. O brasileiro afirmou que tentou manter a tranquilidade durante a partida, mas acabou reagindo após a sequência de provocações.

Essas declarações fizeram parte do processo analisado pela Comissão Organizadora, embora a justificativa oficial apresentada pela Fifa para a advertência tenha sido o fato de a infração ter ocorrido durante uma disputa de bola.

A atuação política também entrou em campo

O caso ultrapassou o ambiente esportivo e chegou ao campo diplomático. O então primeiro-ministro brasileiro, Tancredo Neves, manifestou apoio para que Garrincha pudesse disputar a decisão.

Paralelamente, o governo do Peru orientou sua representação diplomática em Santiago, no Chile, a solicitar à Fifa que analisasse o episódio dentro dos regulamentos, reforçando o pedido apresentado pelo governo brasileiro.

A mobilização ocorreu antes da decisão da Comissão Organizadora, que acabou liberando o atacante para a final.

Leia também: EUA são eliminados da Copa apesar de pressão de Trump sobre a Fifa

Garrincha esteve em campo no bicampeonato

Com a advertência aplicada pela Fifa, Garrincha foi liberado para enfrentar a Tchecoslováquia na decisão da Copa do Mundo de 1962.

O Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato mundial. Naquela campanha, o camisa 7 foi um dos principais nomes da seleção, especialmente após a lesão de Pelé ainda na fase de grupos.

Por isso, o julgamento que evitou a suspensão de Garrincha, se tornou um dos episódios mais lembrados dos bastidores das Copas do Mundo. A decisão permitiu que um dos maiores protagonistas daquele Mundial estivesse em campo na conquista de um dos títulos mais importantes da história da seleção brasileira.

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Brasil lambe as feridas da derrota na Copa 2026 e busca explicações

10 de Julho de 2026, 18:33

A sexta eliminação seguida da seleção brasileira para uma equipe europeia em uma Copa do Mundo e o maior jejum de títulos da história – serão 28 anos sem ganhar uma Copa – acendeu, mais uma vez, o alerta entre torcedores, críticos e profissionais do esporte.

Já cresceram as teorias conspiratórias sobre a convocação de Neymar – que ficaram ainda mais volumosas com a declaração do recém-contratato técnico de Portugal, Jorge Jesus, ao afirmar que Neymar já estava no fim.

Mas as redes sociais ficaram inflamadas com o debate sobre a influência da religião evangélica neopentescotal na capacidade dos jogadores de solucionarem problemas, resultado do indiviualismo da teologia da prosperidade e de terem perdido a ligação com as matrizes africanas, demonizadas pelo neopentecostalismo.

O artigo de jornalista, sociólogo e geógrafo. Brian Mier, cedido exclusivamente para a TVT News, incendiou ainda mais as redes ao mostrar como a decadência do futebol brasileiro se mistura com as influências do neoliberalismo na América Latina, que passam tanto pela mercantilização da cultura, incluindo o futebol, até pelas missões evangélicas nos anos 70 como combate ao crescimento da teologia da libertação.

O que causou a derrota do Brasil na Copa do Mundo?

O artigo “Brazil Fizzles Again: the Capitalist Rot at the Heart of Brazilian Football”, publicado por Brian Mier na plataforma Substack, utiliza a eliminação da seleção brasileira em mais uma Copa do Mundo como ponto de partida para uma análise crítica sobre o futebol e a sociedade brasileira.

O autor argumenta que os problemas da equipe nacional não podem ser explicados apenas por questões táticas ou técnicas, mas estariam ligados a transformações econômicas, sociais e culturais ocorridas nas últimas décadas.

Segundo Mier, o futebol brasileiro teria sido progressivamente subordinado à lógica do mercado global, com a exportação precoce de jogadores, o enfraquecimento dos clubes como espaços de formação e identidade popular e a crescente influência de interesses empresariais.

O texto também relaciona essas mudanças ao avanço do neoliberalismo, à desigualdade social e à perda de elementos culturais que, na visão do autor, ajudaram a construir a criatividade e a espontaneidade tradicionalmente associadas ao futebol brasileiro.

Principais pontos do artigo de Brian Mier

  • A eliminação do Brasil é usada como símbolo de um problema maior: o autor vê o desempenho da seleção como consequência de transformações estruturais da sociedade brasileira desde os anos 70 e 80;
  • Crítica à mercantilização do futebol: o texto afirma que o esporte passou a ser dominado por interesses econômicos e pelo mercado internacional;
  • Exportação precoce de talentos: jogadores deixam o país muito cedo, o que teria enfraquecido a identidade dos clubes e o desenvolvimento do futebol local;
  • Relação entre futebol e desigualdade social: o autor conecta a crise esportiva ao avanço do neoliberalismo e às mudanças nas condições de vida da população;
  • Mudanças culturais: o artigo sugere que manifestações populares e formas tradicionais de sociabilidade perderam espaço nas últimas décadas.

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O atacante norueguês Erling Braut Haaland (camisa 9) toca um tambor enquanto a Noruega comemora a vitória na partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 entre Brasil e Noruega, no estádio de Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, em 5 de julho de 2026. (Foto de MAURO PIMENTEL / AFP)

Leia, abaixo, o artigo na íntegra

Brasil decepciona novamente: o apodrecimento capitalista no coração do futebol brasileiro

Por Brian Mier, exclusivo para a TVT News, com tradução de Ana Beatriz Garcia

Depois de anos esperando por um acordo em um pequeno processo judicial ligado a um acidente de carro, eu me mudei para o Rio de Janeiro em 1991. Eu nunca tinha visitado o Brasil até então, mas não fui pra lá como turista. Um homem jovem, eu decidi que não queria passar o resto da vida em um país onde você só tem duas semanas de férias por ano.

Depois de muita pesquisa informal em conversas com carregadores de malas no hotel Palmer House, em Chicago, a maior parte deles imigrantes vindos do mundo todo, eu me decidi pelo Rio de Janeiro.

Eu cheguei e, depois de torrar o dinheiro que ganhei do acordo no processo em restaurantes, bebidas e táxis no meu primeiro mês, arrumei um emprego ensinando conversação em inglês para executivos. Lá, eu conheci um colega da Suécia chamado Bo, e começamos a beber alguns drinks juntos de vez em quando.

Um dia, eu cheguei no seu apartamento e ele me deixou entrar. Ele atendeu a porta completamente nu, no estilo da tradição sueca, e falou “Eu vou me arrumar jajá, só quero assistir o final do jogo do Flamengo”.

“Ok”, eu falei, “Mas preciso confessar que não sou muito fã de futebol”.

Ele ficou chocado. “C***o, Brian”, ele falou, “se você está pensando mesmo em viver nesse país, você precisa aprender a amar futebol”. Conforme o choque de sentar na sala de estar com um cara sueco pelado foi passando, ele começou a me explicar o jogo.

Bo era um ex-jogador profissional de defesa na segunda divisão da Inglaterra e primeira divisão na Suécia e na Grécia com uma carreira encerrada precocemente por uma lesão no joelho. Ele se mudou para o Rio por causa de uma psoríase, depois que seus médicos disseram que ele precisava tomar mais sol, e escolheu o Brasil por causa da tradição do país no futebol.

“Olha como eles avançam com a bola no campo. O problema dos brasileiros é que eles amam muito a bola. Um jogador brasileiro chuta a bola quatro ou cinco vezes antes de passar. Se você observar os alemães jogando, por exemplo, eles chutam a bola só uma ou duas vezes. Mesmo assim, em qualquer ano, qualquer lista dos melhores jogadores do mundo é formada basicamente por brasileiros. Eles são os melhores jogadores individuais do mundo, e toda vez que eles arrumam um técnico que consegue fazer eles jogarem juntos como um time, eles ganham a Copa do Mundo”.

Naquele verão, Bo tomou como projeto pessoal fazer eu amar futebol. Ele me levou pra assistir o legendário meia Junior jogar a lazer numa liga amadora, descalço na praia de Copacabana, para o delírio de centenas de fãs que vieram torcer por ele. Daí, em um movimento que realmente me fez me apaixonar por futebol, ele me convidou pra final do Campeonado Brasileiro nos lugares mais baratos do estádio do Maracanã, onde 168 mil pessoas foram assistir o Junior liderar a vitória do Flamengo sobre o Botafogo no último grande jogo de sua carreira.

O futebol brasileiro era muito diferente nessa época. Não tinha barreiras separando torcidas rivais, só centenas de policiais parados nos corredores. Nós estávamos no setor no Botafogo, próximos à linha que dividia as duas torcidas, em solidariedade a um amigo brasileiro, e toda vez que o Flamengo fazia um gol, a torcida inteira deles ficava em pé, dançava e mostrava o dedo do meio pra nós.

Eu tive a sorte de morar no Brasil tanto na Copa do Mundo de 1994 quanto de 2002, e poder vivenciar essas duas vitórias em dias em que o país todo parou, os ônibus pararam de circular, os bancos e as escolas fecharam, está entre as melhores experiências da minha vida. Eu morei no Brasil durante 15 anos, e realmente parecia que o Brasil sempre tinha os melhores jogadores do mundo e que eles só precisavam de um técnico que os fizesse jogar como um time pra vencer a Copa. Aí as coisas começaram a dar errado. Essas são algumas coisas que eu observei durante as minhas décadas morando no Brasil e que contribuíram para o declínio do futebol.

O declínio do samba

O samba é um gênero da música afrobrasileira, mencionado pela primeira vez nos anos 1840 em Pernambuco e modernizado e urbanizado no Rio de Janeiro nos anos 1920, através da fusão das tradições musicais de pessoas que migraram de locais como os cafezais de Minas Gerais e São Paulo e as cidades e quilombos no vale do São Francisco.

Com o passar dos anos, ele se dividiu em outros subgêneros, e, em 1991, quando eu me mudei para o Brasil, dois dos seus subgêneros, o Samba Canção e o Pagode, estavam entre os tipos de música mais populares do país. O futebol brasileiro se desenvolveu de mãos dadas com o samba. Como qualquer um que já esteve numa partida de futebol no Brasil sabe, todas as torcidas organizadas têm seus próprios tambores de samba que tocam poliritmos sincopados durante o jogo todo.

Não é nenhum exagero dizer que o estilo único de drible é parente próximo dos passos de samba. Nos anos 90, se um jogador fosse bom de drible, as pessoas diziam que ele tinha samba no pé. No fim dos anos 90, um novo formato de pagode romântico expulsou o samba tradicional do rádio.

Desenvolvido em São Paulo, ele se baseava num ritmo simplificado que removia metade dos instrumentos de percussão, e as temáticas poéticas cheias de duplo sentido que outrora ensinaram os jovens a sobreviver nas favelas e exaltaram deuses e deusas afrobrasileiros deu lugar a baladas melosas de caras chorando pela volta de suas ex-namoradas. Nesse meio tempo, conforme as igrejas góspeis evangélicas da prosperidade no estilo dos Estados Unidos brotaram nas favelas do Rio, o samba cedeu lugar ao funk brasileiro que exaltava o consumismo e descrições de sexo desprovidas de duplo sentido.

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Comemorações do Dia Nacional do Samba não se restringem ao Rio de Janeiro. Foto: Rovena Rosa/ABR

No resto das áreas pobres do Brasil, o sertanejo, que já fora um estilo interessante de música folk regional, se fundiu com o country americano. Eu nunca ouvi ninguém descrever um jogador de futebol como algué que tem sertanejo no pé ou funk no pé.

O que quer que se pense sobre esses gêneros, seus passos de dança não se traduziram em movimentos sofisticados dos pés no campo de futebol. Quanto ao samba, passou por um processo similar ao que ocorreu com o jazz nos Estados Unidos. Embora o pagode pop romântico de São Paulo ainda consiga criar hits, o resto do samba sobrevive como um gênero nichado, tocado principalmente por nerds de música de classe média.

O crescimento das igregas da prosperidade

Como eu escrevi em 2014 para a Vice Brasil, as gangues de tráfico de drogas do Rio de Janeiro foram evangelizadas e implementaram uma política de expulsar qualquer tipo de manifestação de religião e cultura afrobrasileira das favelas em benefício dos bailes funk usados para lavar dinheiro.

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O samba, a capoeira e o Candomblé precisam ser valorizados, pois somos nós que transmitimos esses legados. Foto: acervo pessoal Lyllian Bragança

Como me disse um ex-líder do Comando Vermelho em entrevista para esse artigo, para os cristãos evangélicos, o funk é aceitável porque representa o demônio, que é algo de que você pode se arrepender. O samba, o jongo, a capoeira e outras tradições que representassem um sistema alternativo de religião e crença eram coisas que os evangélicos precisavam destruir.

Por mais que já houvesse alguns cristãos evangélicos nas seleções da Copa do Mundo de 1994 e 2002, a maior parte deles não era ligada explicitamente às igrejas góspeis da prosperidade. Isso começou com Kaká e Robinho, cujas famílias pertenciam à mesma igreja gospel da prosperidade que Neymar.

Neymar se tornou uma influência enorme nas gerações atuais de jogadores. O time de 2026 só tem um não evangélico na escalação inicial. O goleiro Alisson batiza com frequência outros jogadores na sua igreja, na piscina de sua mansão em Liverpool. O gospel da prosperidade leva seus fieis a acreditarem que todo sucesso e fracasso nas suas vidas é resultado da sua relação individual com Deus, em oposição aos valores do catolicismo tradicional e afrobrasileiros, que pregam a importância de trabalhar em conjunto com outras pessoas para melhorar o mundo.

Isso resultou em jogadores narcisistas que acreditam que são famosos porque são mais especiais que as pessoas comuns, mais sagrados que os jogadores piores que eles. Isso não funciona muito bem pro trabalho em grupo, como foi exemplificado pelo ataque histriônico e individualista de Neymar quando ele entrou em campo depois do intervalo obrigatório de propaganda corporativa na segunda metade do jogo contra a Noruega.

Tráfico infantil

Antes dos anos 90, era raro jogadores brasileiros irem jogar na Europa. Quando iam, eles eram esquecidos em casa e acabavam não indo pra seleção do país. Até aquele momento, o nível dos clubes do Brasil e da Argentina era igual ou melhor do que os melhores times da Europa, como os resultados de 70 anos de confrontos entre os melhores times da América do Sul e da Europa comprovaram. Exemplo disso é o fato de que quase todos os jogadores nas seleções das três primeiras Copas do Mundo vencidas pelo Brasil, inclusive a de 1970, conhecida com o melhor time de todos os tempos, jogavam para clubes sulamericanos.

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Endrick foi vendido ao Real Madrid antes de completar 18 anos – Foto: Reprdução/Redes sociais

Isso começou a mudar nos anos 1990, conforme a crise da inflação causou uma série de colapsos sucessivos de câmbio no Brasil e mais dinheiro começou a ser injetado no esporte. Na época, depois de 5 ou 6 anos se provando na ainda de alto nível primeira divisão do Brasil, os jogadores se mudam para a Europa por alguns anos pra ganhar dinheiro. A primeira divisão holandesa, que ainda era capaz de competir com outras divisões europeias de alto nível, se tornou incubadora de alguns dos melhores jogadores do Brasil. Romário e Ronaldo jogaram ambos no PSV Eindhoven antes de ir para contratos mais bem pagos na La Liga.

Com o passar dos anos, times ricos europeus começaram a importar jogadores mais e mais jovens. Felipe Coutinho foi vendido para o Inter aos 16 anos, depois de jogar algumas partidas da primeira divisão no Vasco da Gama. Quando ele brotou na seleção anos depois, poucas pessoas no Brasil, onde só a classe média tinha dinheiro pra assistir ligas de times europeus na TV por satélite, sequer lembravam quem ele era. Alexandre Pato é outro jogador que foi vendido pra Europa aos 16 anos depois de jogar uma única partida profissional com o Internacional de Porto Alegre.

Pra esses dois exemplos de destaque há dezenas de outros jogadores indo direto da terceira divisão brasileira para o topo dos times europeus, ainda na adolescência. Para cada história de sucesso, há muitos casos de jogadores talentosos que foram destruídos na Europa. Robinho era o ponta-direita mais talentoso do Brasil quando conseguiu seu contrato com o Real Madrid. Ele tinha um ótimo passe, e seu apelido era Rei do Drible. Alguns comentaristas de futebol no Brasil comparavam ele ao Garrincha.

O problema é que o time já tinha uma linha de frente de boa performance. Isso fez com que o técnico tirasse ele do lado direito para encaixá-lo no time. Ele era um atacante melhor que a média, mas nunca alcançou todo seu potencial, simplesmente porque tinha um chute a gol fraco. Há uma longa lista de jogadores brasileiros que não tiveram o benefício de ser “incubados” no time holandês, conforme a liga começava a colapsar nos anos 2000, fizeram decisões mal informadas para ir direto para os times de alto nível, e viram suas carreiras não darem em nada.

Quando os melhores jogadores vão para o exterior novos, eles são forçados a desaprender suas habilidades brasileiras tradicionais e se adequar a formações táticas europeias, que recompensam a precisão matemática e o nível atlético mais do que a criatividade em campo. Isso faz com que eles percam o contato com os fãs brasileiros, em especial as crianças, Ao contrário do que a maioria das pessoas na Europa acreditam, a grande maioria dos torcedores brasileiros não assiste futebol europeu.

A copa Libertadores da América tem mais audiência do que a Champions League, que mal são exibidas na TV aberta no Brasil. Nos últimos 16 anos, eu vi meus amigos brasileiros se arrastando para descobrir quem eram os jogadores da Seleção no dia seguinte ao anúncio da escalação pelos técnicos.

Pouquíssimas pessoas no Brasil sabiam quem David Luiz e Roberto Firmino eram quando eles entraram para a seleção, por exemplo. Eu só conhecia o Felipe Coutinho porque, como torcedor do Vasco, eu me lembro de pensar “por que eles estão colocando um menino de 16 anos em campo”?

A drenagem dos melhores talentos do Brasil resultou em uma crise tamanha que o governo federal precisou intervir, passando uma lei que proibiu jogadores com menos de 18 anos de jogar profissionalmente na Europa. Isso fez com que, por exemplo, Vini Jr. assinasse seu contrato com o Real Madrid aos 16 anos, mas só tenha podido mudar para lá depois do seu aniversário de 18 anos. Eu acredito que esse limite de idade deveria ser aumentado para 21 anos.

O complexo de inferioridade brasileiro frente à Europa: a síndrome do Vira-Lata

Na manhã seguinte à eliminação mais precoce do Brasil da Copa do Mundo em 36 anos, o historiador do futebol peruano Jaime Pulgar Vidal escreveu: “O Brasil passou anos tentando transpor um suposto complexo de inferioridade em relação à Europa tentando europeizar seu futebol. Os técnicos são obcecados com táticas, jogadores são treinados a partir da adolescência na Europa, focando em transição de defesa, bloqueio, intensidade e ocupação racional do espaço. O problema é que quando um time faz isso, ele não é capaz de competir com os times europeus especificamente no que eles sabem fazer melhor. O Brasil perdeu sua identidade, sua essência”.

A epítome desse complexo de inferioridade foi a decisão da CBF de contratar o primeiro técnico estrangeiro da história do Brasil, Carlo Ancelotti. Eu passei os últimos dois anos lendo a imprensa esportiva local falar que o motivo para o Brasil estar perdendo tantos amistosos e partidas eliinatórias era porque Ancelotti era um gênio jogando xadrez 5d, permitindo que o time perdesse porque estava testando diferentes escalações e táticas no caminho que levava à Copa do Mundo. Quando o Brasil quase não se classificou para o campeonado, era só “típico do Ancelotti”, me disseram.

Ele era o melhor técnico do mundo e uma das suas táticas era sempre só sobreviver até seu time vencer um campeonato. Também me deram essa desculpa depois do empate sem graça na partida de abertura da Copa contra o Marrocos.

Todas minhas dúvidas sobre Ancelotti foram eliminadas na última partida do Brasil contra a Noruega, quando ele cometeu dois erros enormes que contribuiram para a eliminação mais precoce do Brasil nas Copas do Mundo desde 1990, quando [dizia-se] o staff da Argentina deu água batizada com sedativos ao lateral-esquerda Branco na partida que causou sua eliminação tão cedo.

Depois de o Brasil receber um pênalti no primeiro tempo, Bruno Guimarães foi escolhido para bater em vez de Vini Jr. Visivelmente nervoso, seu chute fraco foi defendido com facilidade pelo goleiro norueguês Ørjan Nyland. Depois do jogo, foi descoberto que a decisão tática “brilhante” de Ancelotti de escolher Guimarães para bater o pênalti era o resultado de um cálculo matemático baseado no grande total de três pênaltis batidos na sua história na Seleção.

O segundo erro gigantesco foi colocar Neymar, que não teve nenhuma partida boa nos 4 anos anteriores ao momento em que foi colocado em campo com o placar de 0 a 0. Gravitando em direção ao centro , um Neymar velho e lento empurrou os dois maiores atacantes do Brasil, Endrick e Vini Jr., para as laterais do campo. Logo, a Noruega tinha marcado 2 a 0.

Quando Ancelotti foi anunciado como novo técnico em 2023, o presidente Lula, que foi um bom jogador amador no seu tempo e que teve uma amizade de vida toda com a lenda do futebol Sócrates, disse: “Se ele fosse resolver o problema do Brasil, por que ele não resolve o problema da Itália, que não foi nem disputar a última Copa do Mundo? É muito fácil dirigir um time na Europa com 11 jogadores de seleção. Duro é chegar aqui, pegar o Corinthians e dirigir o Corinthians”.

A verdade é que administrar uma seleção nacional, coisa que Ancelotti fez pela primeira vez nessa Copa, requer habilidades diferentes do que ser técnico de um clube, onde há o benefício de muito mais tempo para ensaiar formações táticas e montar jogadas. Com o tempo de treino imensamente diminuído das seleções de futebol, a liderança se torna um dos atributos mais importantes. É difícil imaginar quão eficaz pode ser a liderança conduzida por alguém que tem pouca familiaridade com a cultura dos seus jogadores.

Em 1994, Carlos Alberto Parreira fez coisas interessantes em termos de tática, mas tendo uma boa compreensão de suas próprias fraquezas em termos de liderança, trouxe o primeiro homem a jogar e treinar em times campeões de Copas do Mundo, Mário Zagallo, como conselheiro e coordenador técnico.

Em 2002, Luiz Scolari pode ter tido uma tarefa relativamente fácil de treinar o maior banco de talentos desde a Copa de 1970, mas sua estratégia de liderança de agir como uma figura paterna amigável para seus “filhos” jogadores, foi elogiada na época.

Ancelotti parece ter ignorado as diferenças culturais entre Brasil e Europa. Ele contratou seu próprio filho, em um caso claro de nepotismo, e a maior parte do seu staff eram europeus que pareciam não falar português. Eu acho difícil acreditar que ele perdeu todos aqueles amistosos e eliminatórias de propósito como parte de uma estratégia de xadrez 5D, mas, se esse foi mesmo o caso, como ele endereçou a falta de confiança que elas devem ter causado nos jogadores?

No fim, a verdade é que o Brasil nunca teve falta de técnicos talentosos. Conforme eu escrevi em meu texto anterior, o problema com o futebol brasileiro vai muito além de algo que pode ser remediado com o band-aid de pagar R$ 5 milhões de reais por mês por um técnico-celebridade.

Finalmente: o Brasil precisa de craques

A lenda da Copa de 1970, médico do esporte e comentarista de futebol Tostão definiu o que ele acredita ser o maior problema com o futebol brasileiro depois da eliminação do país da Copa de 2010. Ele escreveu que o Brasil não produzia mais craques. O craque é uma figura mitológica do futebol brasileiro que não é só um dos melhores do mundo na sua posição, mas também traz um elemento de mágica criativa para o jogo.

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Garrincha, na Copa de 62, era o grande craque brasileiro, principalmente com a lesão de Pelé. Foto: Wikimedia Commons

Um craque é alguém que desafia a lógica, como Garrincha, que foi diagnosticado por médicos como não sendo fisicamente capaz de jogar futebol por causa de problemas congênitos com sua perna, e mesmo assim conduziu quatro dos cinco maiores números de dribles por jogo na história das Copas do Mundo.

De acordo com Tostão, um jogador pode ser um dos melhores do mundo na sua posição e não ser um craque. Cafu, ele disse, foi um dos melhores laterais-direita do mundo por anos, mas não era um craque.

O motivo? Ele era incapaz de fazer um passe longo contornando um jogador de defesa direto para o pé de um jogador do seu time enquanto corria em alta velocidade campo acima. “O Brasil não produz mais craques”, ele escreveu em 2011.

“O único jovem com grandes chances de se tornar, nos próximos anos, um dos melhores do mundo é Neymar. Ainda não é”. Tostão citou a falta de investimento dos clubes no desenvolvimento de jovens para, em vez disso, vender jogadores jovens para a Europa pra ganhar um trocado rápido como uma das razões para afirmar que ia demorar muito até o Brasil desenvolver outro craque. Infelizmente, sua profecia virou realidade.

Não havia nenhum craque na seleção do Brasil em 2026. Quem sabe da próxima.

Tradução de Ana Beatriz Garcia

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Foto: Brasil é derrotado pela seleção da Noruega por 2×1 em oitavas de final da Copa do Mundo./ Foto: Nelson Terme / CBF

Sobre o autor

Brian Mier é jornalista, sociólogo e geógrafo. orrespondente no Brasil para a TeleSur English. Coapresentador do programa Globalistas na TV 247. Colaboradora dos veículos Brasilwire, FAIR, COHA, Truthdig, Geopolitical Economy Report, Carta Capital e Outras Palavras.


Os artigos dos colunistas expressam as opiniões individuais da autora ou do autor e não, necessariamente, refletem a opinião da TVT News

Chaveamento da Copa do Mundo

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Chaveamento da Copa do Mundo em 10 de julho. Arte: Emanuele Godoy / TVT News

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Noruega x Inglaterra: Haaland e Kane duelam por vaga na semifinal da Copa do Mundo; veja horário, onde assistir e prováveis escalações

10 de Julho de 2026, 17:01

Noruega e Inglaterra entram em campo neste sábado (11), às 18h (de Brasília), no Hard Rock Stadium, em Miami, pelas quartas de final da Copa do Mundo de 2026. A partida reúne duas seleções que vivem grande momento no torneio e coloca frente a frente dois dos maiores goleadores do futebol mundial: Erling Haaland e Harry Kane. O vencedor enfrentará Argentina ou Suíça na semifinal. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

A partida terá transmissão ao vivo da CazéTV, disponível sem custo adicional no Disney+.

Depois de eliminar a Costa do Marfim e a Seleção Brasileira, ambas por 2 a 1, a Noruega tenta manter a campanha surpreendente e alcançar uma semifinal inédita. A Inglaterra, por sua vez, confirmou o favoritismo ao terminar na liderança do Grupo L e eliminar República Democrática do Congo e México, este último diante da torcida mexicana no Estádio Azteca.

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Além da vaga entre os quatro melhores do Mundial, o confronto chama atenção pelo encontro entre Haaland e Kane, protagonistas do futebol europeu nos últimos anos e candidatos à artilharia da competição.

Caso o empate persista após os 90 minutos, haverá prorrogação de 30 minutos. Se a igualdade continuar, o classificado será definido na disputa por pênaltis.

Noruega

A seleção comandada por Ståle Solbakken chega embalada depois de eliminar dois adversários de peso no mata-mata. Após terminar na segunda colocação do Grupo I, os noruegueses venceram Costa do Marfim e Brasil pelo mesmo placar, 2 a 1, mostrando eficiência ofensiva e capacidade de reação.

Grande destaque da equipe, Erling Haaland vive uma Copa do Mundo de alto nível. O atacante marcou sete gols em apenas quatro partidas e lidera a corrida pela artilharia da competição. Dois desses gols foram decisivos na vitória sobre o Brasil nas oitavas de final.

Além de Haaland, a Noruega conta com jogadores experientes e tecnicamente qualificados, como Martin Ødegaard, responsável pela organização das jogadas ofensivas, Alexander Sørloth, parceiro de ataque, e Patrick Berg, responsável pelo equilíbrio do meio-campo.

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O atacante norueguês Erling Braut Haaland (camisa 9) toca um tambor enquanto a Noruega comemora a vitória na partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 entre Brasil e Noruega, no estádio de Nova York/Nova Jersey, em East Rutherford, em 5 de julho de 2026. (Foto de MAURO PIMENTEL / AFP)

Sem desfalques confirmados, Solbakken deve repetir a escalação utilizada diante da seleção brasileira.

Provável escalação da Noruega:

Ørjan Nyland; Julian Ryerson, Kristoffer Ajer, Torbjørn Heggem e David Wolfe; Patrick Berge, Patrick Berg e Martin Ødegaard; Antonio Nusa, Alexander Sørloth e Erling Haaland.

A campanha da Noruega simboliza o amadurecimento de uma geração que reúne atletas atuando nas principais ligas da Europa. A equipe combina intensidade física, velocidade pelos lados do campo e forte presença na área adversária.

Inglaterra

A Inglaterra chega às quartas de final depois de confirmar a liderança do Grupo L e superar República Democrática do Congo e México nas fases eliminatórias.

O técnico Thomas Tuchel perdeu Jerell Quansah, suspenso, e Jordan Henderson, lesionado, mas deve manter a espinha dorsal da equipe.

O principal nome segue sendo Harry Kane. Capitão inglês e maior artilheiro da história da seleção, o atacante soma seis gols e uma assistência nesta Copa do Mundo. Mesmo atrás de Haaland na artilharia, continua sendo a principal referência ofensiva dos ingleses.

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Kane é o destaque no ataque do time inglês. Imagem: Instagram / Federação Inglesa de Futebol

Ao seu lado aparecem jogadores como Jude Bellingham, Declan Rice, Marcus Rashford e Anthony Gordon, formando um setor ofensivo capaz de controlar a posse de bola e acelerar as jogadas quando necessário.

Provável escalação da Inglaterra:

Jordan Pickford; Djed Spence, Ezri Konsa, Marc Guéhi e Nico O’Reilly; Elliot Anderson, Declan Rice e Jude Bellingham; Anthony Gordon, Marcus Rashford e Harry Kane.

A equipe inglesa aposta na força coletiva e na qualidade técnica do elenco para retornar às semifinais do Mundial. Mesmo com baixas importantes, Tuchel preservou a estrutura tática que levou a Inglaterra até esta fase.

Haaland x Kane: duelo entre dois dos maiores artilheiros do futebol

O grande atrativo das quartas de final será o encontro entre Erling Haaland e Harry Kane.

Os dois centroavantes dominam as estatísticas do futebol europeu nas últimas temporadas e aparecem ao lado de Kylian Mbappé entre os principais goleadores do continente.

Nos últimos seis anos, os números mostram a regularidade dos atacantes:

  • Mbappé: 252 gols
  • Harry Kane: 248 gols
  • Erling Haaland: 232 gols
  • Robert Lewandowski: 218 gols
  • Mohamed Salah: 163 gols

Além do desempenho pelos clubes, ambos já escreveram seus nomes na história das respectivas seleções.

Haaland marcou 62 gols em apenas 54 partidas pela Noruega, enquanto Kane soma 85 gols em 119 jogos pela Inglaterra.

Na Copa do Mundo de 2026, o norueguês leva vantagem na disputa pela artilharia, com sete gols. Kane aparece logo atrás, com seis gols e uma assistência.

Apesar de serem protagonistas do futebol europeu há anos, Haaland e Kane se enfrentaram apenas duas vezes em campo.

Na temporada 2022/23, quando Haaland defendia o Manchester City e Kane ainda atuava pelo Tottenham, cada atacante venceu um confronto e marcou um gol.

  • 19/01/2023 – Manchester City 4 x 2 Tottenham (gol de Haaland)
  • 05/02/2023 – Tottenham 1 x 0 Manchester City (gol de Kane)

Agora, pela primeira vez, o duelo acontece em uma Copa do Mundo e vale uma vaga na semifinal.

Para o jornalista Carlos Eduardo Mansur, o confronto tende a ser equilibrado.

“Como ambos têm participado mais no toque final, vai depender do jogo coletivo dos seus times. E, neste aspecto, acho o jogo muito equilibrado, mas a Inglaterra com mais valores individuais para auxiliar Kane.”

Equilíbrio marca confronto

O duelo reúne duas equipes que chegam em alta.

A Noruega aposta na velocidade, na objetividade ofensiva e na força física de seu trio de ataque.

A Inglaterra procura controlar a posse de bola e explorar a qualidade técnica de Bellingham, Rice e Kane para construir as jogadas.

O vencedor terá pouco tempo para comemorar, já que enfrentará Argentina ou Suíça na semifinal da Copa do Mundo.

Arbitragem

A Fifa escalou uma equipe francesa para comandar o confronto.

Árbitro: Clement Turpin (França)

Assistentes: Nicolas Danos (França) e Benjamin Pages (França)

VAR: Jerome Brisard (França)

Chaveamento da Copa do Mundo

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Chaveamento da Copa do Mundo em 10 de julho. Arte: Emanuele Godoy / TVT News

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Argentina x Suíça nas quartas de final; onde assistir, horário e escalações

10 de Julho de 2026, 16:44

A Argentina entra em campo neste sábado (11) em busca de mais uma classificação para a semifinal da Copa do Mundo de 2026. A seleção comandada por Lionel Scaloni enfrenta a Suíça às 22h (horário de Brasília), no Estádio Arrowhead, em Kansas City, nos Estados Unidos, em confronto válido pelas quartas de final do Mundial.  Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

A partida reúne duas seleções que já protagonizaram confrontos marcantes em Copas do Mundo. O reencontro acontece doze anos após o dramático duelo das oitavas de final da edição de 2014, disputada no Brasil, quando a Argentina precisou da prorrogação para vencer por 1 a 0 com gol de Ángel Di María após assistência de Lionel Messi.

>> Quem são as seleções nas quartas de finais da Copa do Mundo

O vencedor do confronto avança para as semi-finais. Para os argentinos, o objetivo é continuar a caminhada em busca de mais uma final. Já a Suíça tenta alcançar uma classificação histórica diante da atual campeã do mundo.

A expectativa também gira em torno da presença de Lionel Messi. Aos 39 anos, o camisa 10 continua sendo a principal referência técnica da equipe argentina e volta a enfrentar dois antigos conhecidos: o volante Granit Xhaka e o lateral Ricardo Rodríguez, ambos presentes naquele duelo de 2014.

Onde assistir Argentina x Suíça

O confronto entre Argentina e Suíça terá transmissão ao vivo da CazéTV, disponível sem custo adicional no Disney+.

  • Jogo: Argentina x Suíça
  • Competição: Quartas de final da Copa do Mundo de 2026
  • Data: Sábado, 11 de julho
  • Horário: 22h (horário de Brasília)
  • Local: Estádio Arrowhead, Kansas City (Estados Unidos)
  • Transmissão: CazéTV (Disney+)

Além da vaga na semifinal, a partida representa mais um capítulo da rivalidade construída entre as seleções em Mundiais.

Reencontro após batalha histórica de 2014

Embora Argentina e Suíça não se enfrentem com frequência, os confrontos em Copas do Mundo ficaram marcados pelo equilíbrio.

O primeiro aconteceu na Copa de 1966, quando os argentinos venceram por 2 a 0 ainda na fase de grupos.

O segundo duelo entrou para a história do torneio realizado no Brasil. Em 2014, as equipes fizeram uma das partidas mais disputadas das oitavas de final. Durante 118 minutos, a defesa suíça conseguiu neutralizar praticamente todas as investidas argentinas.

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Quando o jogo caminhava para a disputa por pênaltis, Messi recebeu pelo centro e encontrou Di María livre pela direita. O atacante finalizou cruzado para marcar o gol da classificação argentina.

Após aquela partida, o camisa 10 relembrou o sofrimento vivido em campo.

“Fiquei nervoso no final porque não conseguíamos marcar e qualquer erro poderia nos eliminar. Os minutos passavam e não queríamos ir para os pênaltis. Estávamos sofrendo, mas tivemos uma jogada especial; passei para o Ángel (Di María) e pudemos comemorar.”

Curiosamente, aquela assistência foi a última participação direta de Messi em gols durante a Copa de 2014. Antes disso, ele havia balançado as redes quatro vezes ainda na fase de grupos.

A vitória sobre a Suíça abriu caminho para a campanha que levou a Argentina até a decisão diante da Alemanha, encerrada apenas na prorrogação.

Messi continua sendo o centro das atenções

Mesmo aos 39 anos, Lionel Messi permanece como o principal nome do futebol argentino.

O capitão chega às quartas de final novamente sendo decisivo na construção das jogadas ofensivas da equipe de Lionel Scaloni. Além da experiência acumulada em cinco Copas do Mundo, o camisa 10 continua exercendo papel determinante dentro de campo pela capacidade de organizar o setor ofensivo, encontrar espaços e definir partidas em momentos de pressão.

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O atacante argentino Lionel Messi (camisa 10) comemora com os companheiros de equipe após vencer a partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 entre Argentina e Egito, no Atlanta Stadium, em Atlanta, em 7 de julho de 2026. (Foto de Thomas COEX / AFP)

Sua presença faz com que qualquer adversário adapte a estratégia defensiva.

Não por acaso, a própria Suíça admite que será necessário um cuidado especial com o argentino.

Granit Xhaka, um dos líderes da seleção europeia, destacou o respeito pelo adversário antes do confronto.

“É um privilégio viver a mesma época de um jogador como o Messi. Perdemos em 2014, conhecemos sua qualidade e sabemos o que ele pode entregar.”

A declaração resume o tamanho da preocupação suíça. Mesmo veterano, Messi continua sendo tratado como o principal jogador da partida.

Argentina

A seleção argentina chega às quartas de final depois de superar momentos de dificuldade ao longo da competição.

Nas oitavas de final, a equipe derrotou o Egito em uma partida bastante disputada. Antes disso, também enfrentou resistência contra Cabo Verde. As atuações mostraram uma equipe que precisou encontrar soluções diante de adversários organizados defensivamente, cenário que pode se repetir contra a Suíça.

O técnico Lionel Scaloni acredita que o estilo suíço apresenta características semelhantes ao encontrado na partida anterior.

“Vamos procurar manter o nosso padrão de jogo, mas entendemos que será um jogo problemático. Eles ficam fechados atrás e sabem sair no contra-ataque.”

Por isso, a tendência é que o treinador mantenha praticamente toda a estrutura utilizada na classificação anterior.

A provável escalação argentina conta com Emiliano Martínez; Nahuel Molina, Cristian Romero, Lisandro Martínez e Nicolás Tagliafico; Leandro Paredes, Enzo Fernández, Rodrigo De Paul, Alexis Mac Allister e Lionel Messi; Julián Álvarez.

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Messi celebra seu primeiro gol na partida de estreia da Argentina contra a Argélia – Foto: Roberto SCHMIDT / AFP

A base campeã mundial permanece praticamente intacta. Emiliano Martínez segue transmitindo segurança no gol, enquanto Cristian Romero lidera uma defesa que continua entre as mais consistentes do futebol internacional.

No meio-campo, Enzo Fernández, De Paul e Mac Allister garantem intensidade, marcação e qualidade na circulação da bola. Já Julián Álvarez movimenta constantemente a defesa adversária, criando espaços para Messi atuar entre as linhas.

Scaloni também aposta na experiência adquirida pelo grupo ao longo dos últimos ciclos internacionais. Grande parte dos jogadores atua junta há vários anos, fator considerado importante em partidas eliminatórias como a deste sábado.

Além do aspecto técnico, existe um componente emocional. A Argentina tenta dar mais um passo rumo à defesa do título conquistado no Catar, mantendo vivo o sonho do bicampeonato consecutivo.

Outro elemento que aumenta a confiança argentina é o retrospecto diante da Suíça em Copas do Mundo. Os sul-americanos venceram os dois confrontos anteriores e esperam ampliar essa vantagem.

Ainda assim, a comissão técnica evita qualquer excesso de confiança. O entendimento é de que a organização tática suíça pode transformar a partida em mais um duelo decidido nos detalhes, repetindo o equilíbrio observado em 2014.

Suíça

A Suíça chega às quartas de final apostando na organização coletiva e na consistência defensiva para tentar surpreender a atual campeã do mundo. Sob o comando de Murat Yakin, a equipe europeia consolidou um estilo de jogo baseado em linhas compactas, marcação intensa e transições rápidas, características que permitiram ao país permanecer entre as seleções mais competitivas do futebol internacional nos últimos anos.

Embora o treinador tenha evitado confirmar oficialmente a escalação, a tendência é que mantenha a estrutura utilizada ao longo da competição, realizando apenas mudanças pontuais em razão do desgaste físico acumulado durante o torneio.

A provável formação suíça é composta por Gregor Kobel; Zakaria, Nico Elvedi, Manuel Akanji e Ricardo Rodríguez; Remo Freuler, Granit Xhaka, Ardon Jashari, Fabian Rieder e Dan Ndoye; Breel Embolo.

Granit Xhaka, jogador da Suíça – Foto: Reprodução

O setor defensivo continua sendo considerado o principal ponto forte da equipe. Manuel Akanji lidera a zaga, enquanto Ricardo Rodríguez segue como uma das referências técnicas e de experiência do elenco. No meio-campo, Granit Xhaka é o responsável pela organização das jogadas e pela distribuição da bola, além de exercer papel importante na liderança do grupo.

Antes da partida, Murat Yakin também buscou aumentar a confiança de seus jogadores ao comentar o confronto contra os argentinos.

“Conhecemos como pensam os times sul-americanos, assim vamos vencer o campeão mundial.”

As declarações fazem parte do ambiente de confiança criado pela comissão técnica suíça, que acredita ser possível repetir atuações competitivas diante das principais seleções do planeta.

Ao mesmo tempo, a equipe reconhece que neutralizar Lionel Messi será uma das tarefas mais difíceis da competição. Xhaka, que enfrentou o camisa 10 nas oitavas de final da Copa de 2014, voltou a destacar a admiração pelo argentino.

“É um privilégio viver a mesma época de um jogador como o Messi. Perdemos em 2014, conhecemos sua qualidade e sabemos o que ele pode entregar.”

A expectativa suíça é transformar o duelo em uma partida de poucas oportunidades, apostando na disciplina defensiva e na eficiência dos contra-ataques para buscar uma vaga inédita entre os semifinalistas desta edição do Mundial.

Histórico favorece a Argentina

Este será o terceiro encontro entre Argentina e Suíça em Copas do Mundo.

O primeiro aconteceu na edição de 1966, disputada na Inglaterra. Pela fase de grupos, os argentinos venceram por 2 a 0, conquistando um resultado importante naquela campanha.

O reencontro veio apenas 48 anos depois, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil. O duelo disputado na Neo Química Arena, em São Paulo, ficou marcado pelo equilíbrio durante praticamente toda a partida.

Após empate sem gols no tempo regulamentar, a classificação argentina veio somente aos 118 minutos da prorrogação. Messi conduziu a jogada pelo meio e encontrou Di María livre pela direita. O atacante finalizou cruzado para marcar o gol da vitória.

Agora, doze anos depois, três personagens daquele confronto estarão novamente em campo: Messi, pela Argentina, e Ricardo Rodríguez e Granit Xhaka, representando a Suíça.

O retrospecto geral também favorece os sul-americanos, que venceram os dois confrontos anteriores em Mundiais e tentam manter a escrita para seguir na luta pelo título.

Arbitragem

A Fifa escalou uma equipe portuguesa para comandar a partida.

  • Árbitro: João Pinheiro (Portugal)
  • Assistentes: Bruno Jesus e Luciano Maia (Portugal)
  • VAR: Guillermo Pacheco (México)

A expectativa é de um confronto equilibrado, com forte disputa física e intensidade durante os 90 minutos, características presentes nas campanhas das duas seleções até aqui.

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Chaveamento da Copa do Mundo

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Chaveamento da Copa do Mundo em 10 de julho. Arte: Emanuele Godoy / TVT News

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Dia de São João é 24 de junho: dia de Brasil x Escócia

22 de Junho de 2026, 17:43

O Dia de São João, a mais tradicional das festas juninas, é 24 de junho, quarta-feira. E em 2026 a data tem um ingrediente a mais para animar as quadrilhas, fogueiras e festas: a festa de São João 2026 é dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo.

Sim, em 2026, o Dia de São João coincide exatamente com o terceiro compromisso da Seleção Brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo. Mesmo sendo dia de jogo do Brasil na Copa do Mundo, o Dia de São João não é feriado nacional, mas várias cidades e estados, principalmente no nordeste, consideram a data como feriado local. Confira em TVT News onde o Dia de São João é feriado e onde assitir ao jogo Brasil x Escócia.

Dia de São João é feriado?

Mesmo sendo dia de jogo do Brasil, o Dia de São João (24 de junho) não é um feriado nacional no Brasil, mas garante folga em diversas cidades e estados por meio de leis locais. A data é feriado principalmente na região Nordeste e em municípios que têm São João Batista como padroeiro.

Veja como a folga funciona pelo país:

Feriados estaduais no dia de São João

Em dois estados brasileiros, a data é um feriado estadual, o que significa que todas as cidades desses estados têm folga oficial:

  • Alagoas
  • Pernambuco

Capitais com feriado nunicipal no dia 24 de junho

Pelo menos cinco capitais do Nordeste decretam feriado no dia 24 de junho:

  • Aracaju (SE)
  • João Pessoa (PB)
  • Salvador (BA)
  • Maceió (AL) (também amparada pela lei estadual)
  • Recife (PE) (também amparada pela lei estadual)

Outras cidades em que 24 de junho é feriado

Municípios que são grandes epicentros das festas juninas também costumam parar as atividades. Alguns exemplos famosos incluem:

  • Paraíba: Campina Grande.
  • Bahia: Feira de Santana, Senhor do Bonfim, Cruz das Almas, Amargosa, Ibicuí e Jequié.

Cidades Fora do Nordeste

Nas demais regiões do país, o feriado costuma ocorrer estritamente em cidades onde São João Batista é o padroeiro local. Alguns exemplos são:

  • Rio de Janeiro: Niterói e Itaboraí.
  • São Paulo: Barueri, São João da Boa Vista e São João das Duas Pontes

Importante: Nas cidades onde não há lei estabelecendo o feriado, prefeituras e governos estaduais podem decretar ponto facultativo. Quando isso acontece, a folga é garantida apenas para os servidores públicos. No setor privado, a decisão de liberar ou não os funcionários cabe exclusivamente ao empregador, sem obrigação de pagamento em dobro em caso de trabalho.

Brasil x Escócia: onde assistir

A partida entre Brasil e Escócia ocorre nesta quarta-feira, dia 24 de junho, no Estádio de Miami, na Flórida, Estados Unidos.

O confronto é válido pela terceira rodada do Grupo C do Mundial e está agendado para começar às 19h (horário de Brasília). Por se tratar do encerramento da primeira etapa da competição, o resultado define os caminhos e os cruzamentos da equipe brasileira nas fases eliminatórias subsequentes.

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Neymar está à disposição para o jogo contra a Escócia. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Confira onde assistir Brasil x Escócia:

  • Sinal aberto de televisã: TV Globo e SBT.
  • Canais por assinatura: o SporTV realiza a cobertura completa.
  • Streaming: as opções incluem o serviço Globoplay, o canal getv no YouTube e as transmissões da CazéTV, acessível de forma gratuita no YouTube.

Quais os resultados da Copa do Mundo 2026

Por que 24 de junho é Dia de São João?

O dia 24 de junho foi escolhido por marcar, segundo a tradição cristã, o nascimento de João Batista. Ao contrário de outros santos, cuja data comemorativa coincide com a morte, São João é celebrado por seu nascimento. Por isso, nas bandeiras de festas juninas, a figura que aparece de São João é a de um menino.

João Batista é figura central no Novo Testamento por ter batizado Jesus Cristo e anunciado a chegada do Messias. O culto a João Batista acontece desde os primeiros séculos da era cristã.

A data de 24 de junho coincide com o solstício de junho, período em que antigas culturas acendiam fogueiras para afastar maus espíritos e celebrar a colheita.

24 de junho é Dia de São João, sinônimo de festa junina
Festa de São João se tornou sinônimo das festas juninas Foto: Alexandre Barbosa

Originalmente, povos do continente europeu realizavam festividades em meados de junho para marcar a chegada do solstício de verão no hemisfério norte.

Esses rituais estavam profundamente conectados com a agricultura, representando o período de colheitas e pedidos de fertilidade para a terra, elementos fundamentais para a sobrevivência dos trabalhadores camponeses da época.

Com a expansão do cristianismo durante a Idade Média, a Igreja Católica operou um processo de apropriação dessas manifestações camponesas. A Igreja buscou sobrepor as comemorações agrícolas à narrativa dos santos bíblicos.

Segundo a tradição cristã baseada nos relatos do Evangelho, João Batista nasceu exatamente seis meses antes de Jesus Cristo. Como o Natal ficou estabelecido em dezembro, o nascimento de João foi fixado em junho.

Ao chegar ao Brasil por meio da colonização portuguesa, essa data absorveu novas influências das culturas indígena e africana, transformando-se em uma síntese da diversidade que caracteriza a cultura popular do nosso país, com forte apelo econômico e social por todo o Brasil

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O São João de Nóis Tudim comemora 10 anos em 2026 com mais de 350 horas de programação cultural. Foto: Divulgação/CTN

24 de junho é Dia de São João Batista ou São João Evangelista?

A data de 24 de junho refere-se a São João Batista, e não a São João Evangelista. Embora os dois sejam figuras importantes do cristianismo e compartilhem o mesmo nome, têm biografias e papéis diferentes. João Batista foi o profeta que antecedeu Jesus, enquanto João Evangelista é um dos apóstolos e autor de um dos evangelhos canônicos. A festa junina homenageia o primeiro.

Qual a origem da fogueira de São João?

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24 de junho é noite de acender a fogueira de São João. Foto: Típica Festa Junina em Andradas (MG) / Alexandre Barbosa

A fogueira é um dos símbolos mais marcantes das festas juninas. Sua origem remete à tradição bíblica de Isabel, mãe de João Batista, que teria acendido uma fogueira para avisar Maria sobre o nascimento de seu filho.

Com o tempo, o gesto tornou-se ritual, sendo incorporado às celebrações cristãs e populares, com diferentes significados conforme a região do país.

A tradição também tem sincretismo com as tradições pagãs: 24 de junho coincide com o solstício de junho, quando culturas antigas da Europa acendiam fogueiras para afastar maus espíritos e celebrar o período da colheita.

Por que as festas juninas também são chamadas de festas de São João?

As festas juninas são assim chamadas porque junho concentra a celebração de três santos populares: Santo Antônio (13), São João (24) e São Pedro (29). Dentre eles, São João é o que mais mobiliza festas, por isso o termo “festa de São João” se tornou sinônimo de festa junina. A data coincide com o solstício de inverno e festividades agrícolas de origem europeia, adaptadas ao Brasil.

Onde ver as festas de São João?

Se você quiser assistir as festas do Dia de São João, a TVT e a EBC transmitem as festas juninas do Nordeste.

A TVT vai exibir o São João da Bahia em parceria com a TVE Bahia.

Como sintonizar e acompanhar

Você pode assistir à programação da TVT pelos seguintes canais e plataformas:

  • Na Grande São Paulo: Sintonize o canal aberto 44.1.
  • Parabólica Digital: Canal 555.
  • Internet: Além das transimissões pela TV, você pode ver os programas da TVT no Canal oficial da TVT no YouTube.

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Seleções africanas, na Copa 2026, são formadas por jogadores nascidos na Europa

22 de Junho de 2026, 15:52

Defender o lugar de nascimento ou àquele de origem dos pais? Quase metade dos jogadores atuando em seleções africanas na Copa do Mundo de 2026 nasceram em países do continente europeu. A ascendência africana autoriza a dupla nacionalidade que permite a troca mas as razões da escolha estão relacionadas também a fatores culturais, políticos e sociais. Leia em TVT News.

*** Estagiário Rafael Sampaio sob supervisão de Alexandre Barbosa

Embora a presença de jogadores não nascidos na seleção que atuam seja mais pujante no continente africano, elencos de países de outros continentes que disputam a Copa também possuem atletas de origem diversa da nação que defendem. De acordo com dados da FIFA, mais de 250 jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026 jogam por países que não nasceram.

Histórico colonial, imperialismo, migrações e laços familiares são as principais causas da escolha por defender países que não são o de nascimento dos jogadores

Das 10 seleções africanas que disputam a Copa 2026, apenas a África do Sul não possui atletas no elenco que nasceram fora do país. República Democrática do Congo e Marrocos, por outro lado, são os times africanos com mais jogadores nascidos fora do país. Vinte atletas do Congo e 19 de Marrocos nasceram em países europeus, 31 desses jogadores vieram da França, da Espanha e da Bélgica.

Não por acaso, esses três países forneceram tantos atletas aos países africanos. A partir da segunda metade do século XIX, países europeus intensificaram um processo de expansão territorial em busca de novos mercados e de matérias primas para suas indústrias. O continente africano foi o principal alvo das nações europeias. Visando minimizar conflitos e atender as ambições coloniais, praticamente toda a África foi dividida e partilhada entre as principais potências europeias do período. 

França e Espanha controlaram Marrocos de 1912 a 1956. O Congo talvez seja o exemplo mais acintoso da violência da colonização. Em 1885, o rei Leopoldo II da Bélgica tomou posse e declarou o território congolês como propriedade particular. A brutalidade do regime colonial belga cuja tortura era pratica corriqueira, foi reconhecida em 2010 pelo atual monarca belga, Felipe. A independência da República Democrática do Congo foi reconhecida em 1960.

A ascendência africana de jogadores de futebol nascidos em países europeus relaciona-se ao passado imperialista da Europa. No processo de exploração das colônias e das pessoas que lá viviam, houve fluxos e miscigenação. Com a independência dos países africanos, a partir da segunda metade do século XX, ondas migratórias mantiveram o fluxo de africanos para a Europa. 

Os pais de Achraf Hakimi, um dos melhores laterais direitos do mundo, são marroquinos e chegaram na Espanha bem antes do nascimento do filho em 1998. Saíram do seu país natal por razões econômicas, fator importante nos deslocamentos populacionais. Hakimi foi convidado a integrar a seleção da Espanha mas preferiu defender a pátria dos seus pais. O jogador possui dupla nacionalidade, uma das exigências da FIFA para quem quer atuar em um país que não é aquele onde nasceu.

>> Nesta sexta, a justiça francesa recusou recurso da defesa do Hakimi, que é acusado de estupro

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O zagueiro marroquino número 02, Achraf Hakimi (à direita), comemora com seus companheiros de seleção após a partida das oitavas de final da Copa Africana de Nações (CAN) entre Marrocos e Tanzânia, no Estádio Príncipe Moulay Abdallah, em Rabat, em 4 de janeiro de 2026. (Foto de SEBASTIEN BOZON / AFP)

Um exemplo fora da África da influência do histórico colonial na determinação da naturalidade de jogadores pertencentes a seleções de países que foram colônias é Curaçau. O país antilhano localizado no sul do mar do Caribe, foi conquistado pela Holanda no século XVII, obtendo independência limitada apenas em 2010. Atualmente, Curaçau é parte do Reino dos Países Baixos. Todos os 26 jogadores de Curaçao nasceram na Holanda. 

FIFA estabelece regras para que um jogador atue por um novo país

A entidade máxima do futebol mundial permite que um jogador defenda um país distinto do qual nasceu, mas faz exigências. Um dos requisitos é a dupla nacionalidade. Dupla nacionalidade (ou dupla cidadania) é o status jurídico em que uma pessoa é reconhecida como cidadã de dois ou mais países simultaneamente. 

Comumente, existem três formas de obter a cidadania de um país: nascendo nele, sendo descendente de algum cidadão do país no qual se pleiteia o direito; a última forma é tentar o processo de naturalização cujas exigências variam de acordo com o país. Quando se considera os jogadores de futebol com dupla nacionalidade nascidos na europa, a cidadania africana é fruto da descendência.

>> Messi iguala Marta e se torna o maior artilheiro da Copa do Mundo masculina

>> Veja agenda de jogos desta segunda-feira (22)

Um dos principais nomes do Manchester United, Bryan Mbeumo, nasceu na França mas joga por Camarões, terra do seu pai. Sua dupla nacionalidade foi obtida por descendência.  O atacante jogou nas seleções de base francesas até 2020, depois optou pelo time camaronês. Jogar nas seleções de base de um país não impede que o atleta defenda outra nação. O que não pode, terminantemente, é ter jogado pelo time principal do país em jogos oficiais. Isso impede a troca, exceto se o atleta tiver menos de 21 anos. Nesse caso, ele pode mudar de seleção desde que tenha atuado em no máximo três jogos oficiais pelo time principal.

Grandes nomes da Copa do Mundo de 2026 tem origem africana

A França é o país que mais exportou jogadores para outras seleções nessa copa. Oitenta e três jogadores nascidos na França, jogam em outros países. Grande parte desses atletas exportados têm origem familiar no continente africano e mesmo a seleção da França possui a maior parte da sua equipe formada por jogadores com ascendência africana. A maior estrela do futebol francês, Kylian Mbappé, tem pai camaronês e mãe argelina. 

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Mbappé carrega taça da Copa do Mundo após vitória da França em 2018. Nessa final contra Croácia, o artilheiro se igualou Pelé, virando o segundo adolescente a marcar em final de Copa e foi eleito revelação do torneio. Na época, Mbappé tinha 19 anos – Foto: Reprodução/Redes

O jovem Lamine Yamal, de apenas 18 anos, joga no Barcelona. Destaque da seleção espanhola, Yamal é um dos candidatos potenciais a melhor jogador da Copa. Os pais do atleta são migrantes africanos. O pai é de Marrocos e a mãe da Guiné-Equatorial.

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Lamine Yamal, estrela do Barcelona e da seleção da Espanha tem nacionalidade marroquina – Reprodução/FC Barcelona

Nenhuma seleção africana jamais ganhou uma copa do mundo. Marrocos, na última edição do mundial, no Catar em 2022, chegou em quarto lugar; no que foi a melhor posição de uma seleção africana em todas as copas realizadas. Apesar do histórico e mesmo que nenhuma seleção do continente chegue nas finais desta Copa, as Áfricas vão comemorar. Em alguma seleção finalista, provavelmente, jogadores de origem africana terão protagonismo.

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Professor de matemática no Brasil, irmão de Vozinha se emociona com sucesso do goleiro na Copa

17 de Junho de 2026, 09:28
Vozinha com a bandeira de Cabo Verde após empate contra a Espanha
Vozinha com a bandeira de Cabo Verde após o empate sem gols contra a Espanha. Foto: Reprodução.

O goleiro Vozinha virou o grande personagem da estreia de Cabo Verde em Copas ao segurar a Espanha no empate por 0 a 0, resultado histórico para a seleção africana e que levou seu nome a circular pelo mundo do futebol. As defesas do camisa 1 também mudaram sua presença nas redes: ele saiu de 46 mil para mais de 10 milhões de seguidores em uma plataforma.

A atuação mexeu diretamente com Kleidir Dias, irmão de Vozinha, que mora há quatro anos em Camaragibe, na região metropolitana do Recife. Depois da partida, os dois conversaram à distância, como fazem desde que Kleidir chegou ao Brasil. “Falei apenas que tudo o que ele tinha passado tinha um propósito”, disse o professor.

Kleidir dá aulas particulares de matemática para crianças e adolescentes e cobra mensalidades de R$ 80 e R$ 90. Mesmo após o irmão virar celebridade instantânea, ele manteve a rotina de trabalho e só aceitou conversar à noite, quando disse que não estaria mais ocupado.

O irmão do goleiro afirmou que não busca exposição pelo feito de Vozinha. “Quem tem que aparecer é ele, não eu”, explicou. Kleidir contou que algumas crianças comentaram que conheciam o goleiro de Cabo Verde, e ele respondeu apenas que era irmão do jogador.

Kleidir Dias, irmão do goleiro Vozinha, de Cabo Verde. Foto: reprodução

Irmão de Vozinha vive em Camaragibe e fala da simplicidade da família

Kleidir atribui a forma de viver da família à mentalidade da “Morabeza”, palavra do crioulo cabo-verdiano associada à simplicidade, tranquilidade e acolhimento. Para ele, o novo status do irmão não muda a maneira como Vozinha será recebido quando voltar ao país.

“Em Cabo Verde não tem isso de celebridade. Após a Copa, quando ele for para casa visitar a família, vai haver festa por um ou dois dias e depois ele vai tomar banho em Laginha, colocar um chinelo, um short e uma camiseta e ficar com a família. Vivemos todos na simplicidade, sem ostentação, sem fama, sem vaidade”, descreveu Kleidir.

Os irmãos não se encontram pessoalmente há quatro anos, mas mantêm contato por videochamadas e mensagens. Kleidir recordou a infância na casa da avó, Maria Senhorinha dos Santos, de onde veio o apelido que acabou transformando Josimar em Vozinha.

“Meu irmão sempre teve fome pelo futebol. Eu também jogava, mas nunca levei muito a sério. Não tinha esse talento. Mas quando tínhamos a oportunidade sempre estávamos jogando em qualquer espaço. Como no Brasil, jogávamos na rua, com quatro pedras no chão formando as balizas. Na casa da minha avó, jogávamos nos quartos, cada um em uma cama. Jogávamos a bola na parede e depois chutávamos. E ele sempre agarrava”, lembrou.

Kleidir disse que sempre percebeu no irmão o desejo de seguir carreira no futebol. “Ele sempre quis ser jogador de futebol. Via isso nos olhos dele. Ele chegou onde chegou com muita dedicação e esforço. As barreiras que foram colocadas no caminho serviram para ele ultrapassar”, afirmou. O professor veio ao Brasil para estudar teologia e escolheu o Recife porque já namorava uma pernambucana, com quem se casou.

Cabo Verde terá Uruguai e Arábia Saudita pela frente na Copa

O reencontro entre Kleidir e Vozinha ainda não tem data definida, mas o irmão afirma que quer abraçá-lo o mais rápido possível. Segundo dados da Fifa citados na reportagem, há mais cabo-verdianos vivendo fora do país do que os 530 mil habitantes das dez ilhas que formam o arquipélago.

“A emoção será a de abraçar aquele que nos pertence. Preferimos focar mais no pessoal e não nas conquistas. Para o mundo ele é o Vozinha, para nós é o Josimar. A família para nós sempre será um lugar de aconchego e acolhimento. A saudade faz parte da essência do cabo-verdiano porque a maior parte da população mora fora do país. Mas todos querem voltar um dia”, disse Kleidir.

Antes desse reencontro, Kleidir terá ao menos mais duas partidas para acompanhar o irmão na fase de grupos da Copa: Cabo Verde enfrenta o Uruguai no próximo domingo e a Arábia Saudita no dia 26. “A gente aprende sempre que tem que dar um passo de cada vez. Todo mundo quer avançar, mas o próximo passo é o Uruguai, uma das melhores seleções da América do Sul. Vamos degrau a degrau. Com o mesmo respeito, mas com o mesmo propósito. De deixar o povo cabo-verdiano alegre e orgulhoso com os Tubarões Azuis”, afirmou.

Endrick no banco: por que o patrocínio do jogador virou teoria nas redes?

17 de Junho de 2026, 08:30

A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, realizada no último sábado (13), ganhou um debate além do resultado em campo. Após o empate por 1 a 1 com o Marrocos, a ausência de Endrick durante os 90 minutos da partida gerou questionamentos.

Entre torcedores, surgiu uma teoria que relaciona a situação do atacante ao seu contrato publicitário com a New Balance.

A discussão surgiu porque o jovem atacante, considerado uma das principais promessas do futebol brasileiro, havia sido decisivo no amistoso anterior ao Mundial ao marcar o gol da vitória sobre o Egito. Mesmo assim, acabou ficando no banco durante toda a estreia da equipe comandada por Carlo Ancelotti.

Ausência chamou atenção

A opção da comissão técnica surpreendeu parte da torcida. Em um jogo no qual o Brasil encontrou dificuldades para criar oportunidades ofensivas, muitos esperavam que Endrick fosse utilizado ao longo da partida para aumentar o poder de ataque da equipe.

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Ancelotti preferiu iniciar o confronto com Igor Thiago entre os titulares e, durante o segundo tempo, promoveu a entrada de Matheus Cunha. Endrick, por sua vez, permaneceu entre os reservas até o apito final.

A escolha rapidamente se transformou em um dos assuntos mais comentados entre os brasileiros nas redes sociais, onde torcedores passaram a buscar explicações para a falta de minutos do atacante.

Contrato com a New Balance

Entre as teorias que circularam após a partida, uma das mais compartilhadas envolveu a relação comercial do jogador com a New Balance.

Endrick é atualmente um dos principais embaixadores globais da marca esportiva e se tornou um dos rostos mais importantes da empresa no futebol.

O atacante também possui um acordo de longo prazo que inclui participação nos resultados de produtos ligados à sua imagem.

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Para alguns internautas, esse vínculo comercial poderia explicar o espaço reduzido do jogador na Seleção. A hipótese, porém, não apresenta qualquer comprovação ou evidência pública.

Debate antigo volta à tona

A repercussão também resgatou discussões antigas sobre a presença de patrocinadores no futebol brasileiro.

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O tema ganhou notoriedade na década de 1990, quando vieram a público detalhes de acordos comerciais envolvendo a Confederação Brasileira de Futebol e empresas do setor esportivo.

Desde então, o assunto volta ocasionalmente ao debate sempre que decisões esportivas geram controvérsia entre torcedores.

No caso atual, não existe informação pública que indique qualquer interferência de marcas esportivas nas escolhas feitas pela comissão técnica da Seleção Brasileira.

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Sem elementos concretos que sustentem a teoria, a ausência de Endrick continua sendo interpretada oficialmente como uma decisão da comissão técnica. Ancelotti evitou comentar individualmente a situação do atacante após a partida e concentrou sua análise no desempenho coletivo da equipe.

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Messi escapa do cartão vermelho e gera suspeita sobre Cristiano Ronaldo

17 de Junho de 2026, 07:40
Messi em lance de cartão vermelho e Cristiano Ronaldo. Foto: reprodução

A goleada da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia da Copa do Mundo de 2026, foi marcada por uma grande polêmica envolvendo Lionel Messi. O craque argentino escapou de uma possível expulsão após uma entrada dura sobre o zagueiro argelino Aïssa Mandi, gerando críticas de torcedores, comentaristas e acusações de favorecimento por parte da FIFA.

O lance aconteceu poucos minutos depois de Messi abrir o placar para a Argentina. Em uma disputa de bola, o camisa 10 aparentou atingir a perna direita de Mandi com as travas da chuteira. O defensor caiu imediatamente no gramado, segurando a panturrilha e reclamando de dores.

Apesar da gravidade da jogada, o árbitro não aplicou sequer cartão amarelo ao argentino. O VAR também não recomendou revisão do lance, decisão que provocou forte reação nas redes sociais.

“Está óbvio que a FIFA vai proteger Messi novamente nesta Copa. Isso era cartão vermelho sem discussão”, escreveu um usuário na rede X. Outro afirmou que “nem o próprio Messi pareceu acreditar que escaparia sem punição”.

As a Messi fan I must confess he’s really been favoured by referee. That’s a red card offence! Period! pic.twitter.com/y1CnqFIVfG

— RAZOR BLADE (@razorblade300) June 17, 2026

A patacoada levanta suspeitas se o tratamento diferenciado será aplicado a outra estrela do torneio: Cristiano Ronaldo, que estreia nesta quarta contra o Congo às 14h.

As críticas foram além dos torcedores. Durante a transmissão da ESPN no Reino Unido, o ex-zagueiro inglês Nedum Onuoha afirmou que a jogada merecia expulsão.

“Provavelmente deveria ter sido cartão vermelho. O árbitro pode ter perdido o lance, mas é difícil entender como o VAR analisou a jogada e concluiu que não havia nada de errado”, disse.

O comentarista Alejandro Moreno foi ainda mais enfático.

“Foi 100% cartão vermelho para Lionel Messi. Esse tipo de decisão reforça a narrativa de que grandes estrelas recebem tratamento diferenciado”, afirmou.

Moreno também questionou por que o árbitro polonês Szymon Marciniak não foi chamado ao monitor para revisar a jogada.

“Você vê as travas percorrendo toda a parte de trás da perna do adversário, do joelho até o tornozelo. Foi uma entrada imprudente e deveria ter resultado em expulsão”, completou.

A controvérsia ganhou ainda mais repercussão porque Messi permaneceu em campo e protagonizou a partida. O atacante de 38 anos marcou mais dois gols no segundo tempo, completando o primeiro hat-trick de sua carreira em Copas do Mundo e liderando a vitória argentina sobre a Argélia.

Enquanto os argentinos comemoram a atuação histórica de seu capitão, o debate sobre a arbitragem promete continuar nos próximos dias, com muitos torcedores questionando se outros jogadores receberiam o mesmo tratamento em uma situação semelhante.

Copa do Mundo: Argentina X Argélia nesta terça (16); saiba tudo sobre o jogo

16 de Junho de 2026, 18:25

Nesta terça (16), a atual campeã mundial, a Argentina enfrenta a Argélia. A partida está marcada para às 22h (horário de Brasília), em Kansas City (EUA), pela primeira rodada do Grupo J. Acompanhe tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

Fechando a programação da terça-feira, a atual campeã mundial inicia sua caminhada rumo à defesa do título.

Onde assistir? A transmissão da partida será exclusiva da Cazé TV.

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Argentina tenta evitar tropeços históricos em estreias

A equipe comandada por Lionel Scaloni chega ao Mundial depois de conquistar a Copa América de 2024 e terminar as Eliminatórias Sul-Americanas na primeira colocação.

Apesar do favoritismo, existe um retrospecto que incomoda os argentinos. Nas duas Copas disputadas após os títulos de 1978 e 1986, a seleção estreou com derrota.

Agora, o objetivo é começar a campanha de forma diferente.

Messi será novamente o centro das atenções. Aos 39 anos, o camisa 10 inicia sua sexta participação em Mundiais e amplia ainda mais sua condição de referência histórica da competição.

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Lionel Messi posa com a taça da Copa do Mundo após a vitória da Argentina sobre a França na final da Copa do Mundo do Catar 2022, no Estádio de Lusail, em Lusail, ao norte de Doha, em 18 de dezembro de 2022. (Foto de Anne-Christine POUJOULAT / AFP)

Scaloni procurou transmitir tranquilidade antes da estreia.

“Temos a experiência do último Mundial. Não é fundamental o primeiro jogo, mais à frente é mais importante. Estamos confiantes.”

Além de Messi, a Argentina aposta em nomes como Lautaro Martínez, Enzo Fernández, Mac Allister e Emiliano Martínez.

Messi têm 13 gols em Copas

Messi chega ao torneio com 13 gols em Copas do Mundo e, junto com Mbappé, é um dos jogadores que têm chances de bater o recorde do alemão Klose, que tem 16.

O argentino também detém o recorde de maior número de partidas disputadas na competição, com 26 jogos. A estreia diante da Argélia marcará sua sexta participação em Mundiais, feito que será igualado apenas por Cristiano Ronaldo quando Portugal entrar em campo.

Além dos gols, Messi possui outro feito relevante: é o único jogador da história a registrar assistências em cinco edições diferentes da Copa do Mundo.

Provável escalação da Argentina

Dibu Martínez; Molina, Otamendi, Cuti Romero e Medina; De Paul, Mac Allister e Enzo Fernández; Almada, Messi e Lautaro Martínez.

Argélia entra na Copa com 16 jogadores que nasceram fora do país

A Argélia disputa sua quinta Copa do Mundo e tenta repetir a campanha de 2014, quando avançou para as oitavas de final.

A equipe chega embalada por resultados positivos nos amistosos preparatórios, incluindo vitória sobre a Holanda e goleada diante da Bolívia.

O principal destaque é Riyad Mahrez. Aos 35 anos, o capitão segue como principal referência técnica do elenco.

Outro nome que chama atenção é Luca Zidane, filho do ex-craque francês Zinedine Zidane.

A seleção africana encara o desafio de enfrentar uma das favoritas ao título logo na estreia.

Argélia leva à Copa uma seleção marcada pela diáspora e pela história de resistência

A estreia da Argélia na Copa do Mundo de 2026 diante da Argentina reúne muito mais do que um confronto esportivo.

A equipe africana chega ao torneio carregando uma trajetória profundamente ligada à história do país, à luta anticolonial e à formação de uma diáspora que hoje influencia diretamente a composição de sua seleção nacional.

Dos 26 jogadores, 16 nasceram fora da Argélia

Dos 26 jogadores convocados para o Mundial, 16 nasceram fora da Argélia. Entre eles, 13 nasceram na França, antiga potência colonial que controlou o território argelino por 132 anos.

O elenco também conta com atletas nascidos na Alemanha, Inglaterra e outros países europeus.

A presença desses jogadores reflete os movimentos migratórios que marcaram a história do país nas últimas décadas.

Muitos são filhos ou netos de argelinos que migraram para a Europa, especialmente para a França, em busca de trabalho e melhores condições de vida.

Embora tenham crescido em outros países, optaram por defender a seleção ligada às origens de suas famílias.

Mahrez lidera geração formada entre dois continentes

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Riyad Mahrez segurando a camisa do City quando foi renovado para a temporada de 2025 – Reprodução/Redes sociais

O principal nome da equipe é o capitão Riyad Mahrez. Nascido na França, o atacante construiu carreira de destaque no futebol europeu, especialmente durante sua passagem pelo Manchester City, da Inglaterra.

Ao lado dele estão outros atletas que fizeram toda a formação esportiva em território francês, como Amine Gouiri, atualmente no Olympique de Marselha, e Farès Chaïbi, meia do Eintracht Frankfurt, da Alemanha.

Outro exemplo é o zagueiro Aïssa Mandi, um dos remanescentes da campanha da Copa de 2014, quando a Argélia alcançou as oitavas de final pela primeira vez.

Goleiro Luca Zidane

O caso mais simbólico talvez seja o do goleiro Luca Zidane. Filho do ex-craque francês Zinedine Zidane, campeão mundial em 1998, ele nasceu na França, atuou pelas seleções de base francesas e construiu sua carreira no futebol espanhol.

Em 2025, aceitou defender a seleção do país de seus avós e rapidamente ganhou espaço no elenco principal.

Além dos atletas nascidos na França, a equipe também conta com Ibrahim Maza, uma das promessas da nova geração. O meia nasceu em Berlim, na Alemanha, e atualmente atua pelo Bayer Leverkusen.

Futebol e luta pela independência caminharam de mãos dadas na Argélia

A relação entre futebol e política faz parte da própria origem da seleção argelina.

Durante a luta pela independência contra o domínio francês, a Frente de Libertação Nacional (FLN) utilizou o esporte como instrumento de mobilização internacional.

Em 1958, ainda antes da independência formal do país, foi criada uma seleção não oficial composta por jogadores argelinos que atuavam em clubes franceses.

Mohamed Boumezrag, um ex-jogador argelino que jogou no futebol francês foi um dos que impulsionaram esse moimento.

Diversos atletas, como Rachid Mekhloufi e Mustapha Zitouni, abandonaram carreiras promissoras na França para integrar a equipe ligada ao movimento independentista. Desses jogadores, alguns eram até mesmo cotados para disputar a Copa do Mundo daquele ano.

Durante quatro anos, a equipe da FLN percorreu diversos países realizando partidas amistosas e divulgando internacionalmente a causa da independência argelina. O grupo disputou 92 partidas, com 65 vitórias.

Após o fim da guerra e a independência conquistada em 1962, aquela seleção deu lugar à equipe nacional oficialmente reconhecida.

Por isso, para muitos historiadores do esporte, a seleção argelina é uma das poucas do mundo cuja origem está diretamente ligada a um processo de libertação nacional.

A vitória que mudou a história das Copas

A Argélia também ocupa um lugar importante na história dos Mundiais.

Na Copa de 1982, disputada na Espanha, a seleção africana derrotou a Alemanha Ocidental por 2 a 1 na fase de grupos. Foi a primeira vez que uma equipe africana venceu uma seleção europeia em uma Copa do Mundo.

Mesmo com o resultado histórico, os argelinos acabaram eliminados após um episódio que ficou conhecido como “Vergonha de Gijón”. Alemanha Ocidental e Áustria entraram em campo sabendo exatamente do resultado necessário para que ambas avançassem.

Após o gol alemão no início da partida, as duas equipes praticamente deixaram de atacar, mantendo o placar de 1 a 0 até o apito final. O resultado eliminou a Argélia e provocou protestos em todo o mundo.

O episódio levou a FIFA a adotar uma mudança permanente no regulamento: desde então, os jogos da última rodada da fase de grupos passaram a ser disputados simultaneamente.

Provável escalação da Argélia

Zidane; Belghali, Mandi, Bensebaini e Ait-Nouri; Boudaoui, Maza e Bentaleb; Gouiri, Mahrez e Amoura.

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Copa do Mundo: Iraque X Noruega nesta terça (16); saiba tudo sobre o jogo

16 de Junho de 2026, 16:24

Na segunda partida do dia Iraque e Noruega se enfrentam em estreia que marca o retorno das seleções ao campeonato mundial. A partida está marcada para às 19h (horário de Brasília) em Boston e é a primeira rodada do Grupo I na Copa do Mundo de 2026, que também tem França e Senegal. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

Onde assistir? A transmissão será exclusividade da Cazé TV.

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Nos últimos dois amistoses o Iraque teve um empate e uma derrota contra a Espanha e a Venezuela. Já nos outros jogos do ano, a seleção teve duas vitórias. Venceu a Bolívia por 2 a 1 e Andorra por 1 a 0.

Já a Noruega empatou contra o Marrocos no último amistoso, terminando em 1 a 1, e venceu a Suécia por 3 a 1 no penúltimo amistoso antes da Copa do Mundo. Nos outros dois jogos do ano, no entanto, a seleção nãon se deu tão bem. Empatou num placar de 0 a 0 com a Suíça e perdeu de 2 a 1 da Holanda.

Esta é a primeira Copa do craque Haaland, atual chuteira de ouro da Premier League e um dos maiores artilheiros da Europa.

Enquanto a Noruega retorna ao torneio após 28 anos, em 1998, o Iraque volta a disputar uma Copa do Mundo pela primeira vez desde 1986.

Iraque retorna ao Mundial quatro décadas depois

A classificação iraquiana foi construída após uma campanha turbulenta.

A federação chegou a trocar de treinador durante as eliminatórias. Graham Arnold assumiu o comando e conduziu a seleção até a repescagem, onde a vitória por 2 a 1 sobre a Bolívia garantiu o retorno ao principal torneio do futebol mundial.

A seleção busca agora conquistar seus primeiros pontos em Copas do Mundo.

9 jogadores da seleção nasceram fora do país

Outro aspecto que chama atenção é a composição do elenco. Nove jogadores nasceram fora do Iraque, incluindo atletas oriundos da Suécia, Alemanha, Dinamarca, Inglaterra e Noruega.

Entre os que nasceram fora do país estão: Hussein Ali (Suécia), Amir Al-Ammari (Suécia), Kevin Yakob (Suécia), Ahmed Qasem (Suécia), Merchas Doski (Alemanha), Youseef Amyn (Alemanha), Frans Putros (Dinamarca), Zidane Iqbal (Inglaterra), Marko Farji (Noruegaestão Marco Faraj e Zidane Iqbal.

Provável escalação do Iraque

Basil; Hussein Ali, Zaid Tahsin, Akam Hashem e Mirkhas Doski; Zaid Ismail, Amir Al-Ammari, Amyn, Sher, Marco Faraj e Ibrahim Bayesh; Aymen Hussein.

Haaland lidera geração que recolocou Noruega na Copa

A Noruega desembarca no Mundial impulsionada por uma geração considerada a mais forte do país nos últimos anos.

O time comandado por Stale Solbakken realizou campanha dominante nas eliminatórias, conquistando 24 pontos em 24 possíveis, com 37 gols marcados e apenas cinco sofridos.

A principal estrela é Erling Haaland, atacante do Manchester City. Ao seu lado aparecem outros nomes conhecidos do futebol europeu, como Martin Odegaard, Antonio Nusa e Alexander Sorloth.

Haaland nasceu na Inglaterra, mas se mudou para Noruega com apenas três anos. Caso quisesse, ele poderia jogar pela seleção inglesa, mas preferiu trabalhar com a seleção norueguesa até levar a equipe para jogar a Copa, o que conseguiu nesta edição.

Depois de ficar fora das últimas edições da Copa, a seleção escandinava tenta repetir ou superar a campanha de 1998, quando chegou às oitavas de final.

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Erling Haaland é o destaque da seleção da Noruega. Foto: Instagram / Federação Norueguesa de Futebol
Haaland com medalha de ouro da Premier League – Reprodução/Redes

Provável escalação da Noruega

Orjan Nyland; Julian Ryerson, Ajer, Heggem e Pedersen; Berg,

Arbitragem

Árbitro: Pierre Atcho (Gabão)

Assistentes: Boris Ditsoga e Amos Abeigne Ndong (Gabão)

Quarto Árbitro: Amin Mohamed (Egito)

VAR: Mahmoud Abouelregal (Egito

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Copa do Mundo: França X Senegal nesta terça (16)

16 de Junho de 2026, 15:20

A tão esperada estreia da França de Mbppé, Cherki, Dembelé, Olise e Doué estreia nesta terça contra Senegal de Mané e Mbaye. O jogo está marcado para às 16h (horário de Brasília) no MetLife, estádio em Nova Jersey, nos Estados Unidos. As equipes são do Grupo I, junto de Iraque e Noruega, que jogam em seguida. Leia tudo sobre a Copa em TVT News.

Onde assistir a partida? O jogo será transmitido pela TV Globosportv, ge tv, Sbt, NSports e Cazé TV.

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O confronto de abertura do dia reúne duas seleções que carregam uma relação histórica dentro e fora dos gramados.

França e Senegal voltam a se enfrentar em uma Copa do Mundo 24 anos depois de uma das maiores surpresas da história do torneio.

Em 2002, os senegaleses derrotaram os franceses por 1 a 0 na partida de abertura da competição realizada na Coreia do Sul e no Japão.

Naquele Mundial, Senegal chegou às quartas de final. Já a França, que havia vencido o Brasil na final de 1998 por 3 a 0, acabou eliminada ainda na fase de grupos sem marcar gols.

O reencontro acontece agora em um contexto diferente. A França chega como atual vice-campeã mundial e campeã europeia.

Senegal, por sua vez, desembarca nos Estados Unidos após uma campanha invicta nas eliminatórias.

França aposta em quarteto ofensivo liderado por Mbappé

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Mbappé carrega taça da Copa do Mundo após vitória da França em 2018. Nessa final contra Croácia, o artilheiro se igualou Pelé, virando o segundo adolescente a marcar em final de Copa e foi eleito revelação do torneio. Na época, Mbappé tinha 19 anos – Foto: Reprodução/Redes

Terceira colocada no ranking da Fifa, a seleção francesa inicia mais uma campanha sob o comando de Didier Deschamps.

Mesmo apontada como uma das candidatas ao título, o treinador prefere adotar cautela.

“Não considero a seleção da França mais forte que outras”, afirmou Deschamps ao comentar as expectativas para o torneio.

A equipe conta com um ataque formado por alguns dos principais nomes do futebol europeu: Kylian Mbappé, Ousmane Dembélé, Désiré Doué e Michael Olise.

Separe todas palavras da frase abaixo com um hífen (-), coloque tudo em minúsculo e sem acento, transforme os dois pontos (:) em hífen (-) e também transforme os espaçadores ( | ) em hífen (-): Faltam 16 dias para a Copa: Messi e Mbappé podem bater recordes de gols em 2026 | Dembélé é um dos principais nomes da França para essa Copa do Mundo de 2026 – Foto: Reprodução/Redes | TVT News
Dembélé é um dos principais nomes da França para essa Copa do Mundo de 2026 – Foto: Reprodução/Redes

A classificação para o Mundial veio após campanha consistente nas eliminatórias europeias, com cinco vitórias, um empate e nenhuma derrota.

Mbappé têm números quase idênticos aos de Pelé

Mbappé também aparece entre os candidatos a ameaçar a marca de 16 gols de Klose. O artilheiro da França têm números praticamente idênticos a Pelé, desempatando apenas nas assistências, que são inferiores. Foram, ao todo, 14 jogos com a camisa da França, 12 a menos que Lionel Messi. Mesmo assim, Mbappé já atingiu a impressionante marca de 12 gols em Copas do Mundo, o mesmo número que o craque Pelé, que também disputou 14 jogos.

O atacante francês chega ao Mundial após mais uma temporada de destaque. Em 2026, foi artilheiro da La Liga com 25 gols pelo Real Madrid. O francês acumula oito temporadas consecutivas terminando campeonatos nacionais como principal goleador.

Ponto fraco de Mbappé

Apesar dos números ofensivos expressivos, um levantamento da Opta apontou que Mbappé apresenta uma das menores contribuições defensivas entre os atletas das cinco principais ligas europeias.

Provável escalação da França

Maignan; Koundé, Upamecano, Saliba e Theo Hernández; Tchouaméni e Rabiot; Doué, Dembélé, Olise e Mbappé.

Senegal estreia com 10 jogadores que nasceram na França

O Senegal chega para a Copa com uma característica que chama atenção: dez jogadores da seleção nasceram na França.

O fenômeno está relacionado à diáspora senegalesa ao longo das últimas décadas. Muitos descendentes de famílias senegalesas cresceram em território francês e posteriormente optaram por defender a seleção africana.

Entre eles estão os nomes Édouard Mendy, Mory Diaw, Yehvann Diouf, Kalidou Koulibaly, Moussa Niakhaté, Mamadou Sarr, Antoine Mendy, Pape Gueye, Iliman Ndiaye e Ibrahim Mbaye.

Koulibaly, capitão da equipe, falou sobre o reencontro histórico com os franceses.

“Faremos de tudo para vencer, mas esqueceremos o que aconteceu em 2002. Estamos em 2026.”

Já o técnico Pape Thiaw destacou a importância do duelo.

“Sabemos que será uma partida muito importante contra a equipe francesa. Sempre queremos começar bem as competições, e isso significa vencer.”

O craque de Senegal: Sadio Mané

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O atacante número 10 do Senegal, Sadio Mané, ergue o troféu enquanto comemora com seus companheiros de equipe a vitória na final da Copa Africana de Nações (CAN) entre Senegal x Marrocos, no Estádio Príncipe Moulay Abdellah, em Rabat, em 18 de janeiro de 2026. (Foto de SEBASTIEN BOZON / AFP)
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Sadio Mané com a camisa do Al Nassr em 2024, time que Cristiano Ronaldo joga – Foto: Reprodução/Redes sociais

O principal nome ofensivo segue sendo Sadio Mané, atualmente no futebol saudita ao lado de Cr7.

O atacante senegalês compôs, ao lado de Salah, um dos setores ofensivos mais eficientes do futebol europeu em anos recentes pelo Liverpool.

Goleiro de Cabo Verde faz história na primeira partida da história do país em Copas e defende 7 gols da Espanha.

Esta é a Copa com mais seleções africanas da história.

Mané registrou 120 gols em 269 exibições pelo clube inglês, participando diretamente da conquista de taças nacionais e continentais.

Após uma rápida passagem pelo Bayern de Munique, da Alemanha, transferiu-se para o Al-Nassr, seu atual clube na Arábia Saudita.

Defendendo a seleção do Senegal desde o ano de 2012, o jogador acumula 52 gols em 124 exibições, sustentando a posição de principal referência técnica e liderança de sua geração no país.

Mbaye, o jovem do psg, que jogou na base da França

Um dos nomes promissores dessa seleção é o de Ibrahim Mbaye, atleta jovem do PSG que é tido como o “novo Sadio Mané” da seleção.

Mbaye tem 18 anos e já jogou pela França nas categorias de base, mas recentemente decidiu defender a terra natal dos pais.

Kalidou Koulibaly: outro jogador que mudou de lado

Kalidou Koulibaly, o atual capitão da equipe, também jogou na base da França. Atualmente, o zagueiro atua no Al-Hilal de Cr7.

Provável escalação de Senegal

Mendy; Diatta, Koulibaly, Niakhaté e Doiuf; Camara, Diarra e Gueye; Sarr, Jackson e Mané.

Arbitragem

Árbitro: Alireza Faghani (AUS)

Assistentes: George Lakrindis e Andrew Lindsay (AUS)

Quarto Árbitro: Sandro Schaerer (SUI)

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Fifa veta espanhol em entrevistas oficiais da Copa do Mundo; entenda o motivo

14 de Junho de 2026, 07:42
Vini Jr., durante entrevista após o jogo da Seleção na qual não pode ser questionado em espanhol graças ao veto da Fifa. Reprodução

A Fifa proibiu o uso do espanhol em determinados ambientes oficiais de entrevista da Copa do Mundo de 2026, incluindo coletivas e zonas mistas com idiomas previamente autorizados pela organização. A justificativa atribuída à entidade é a padronização da comunicação entre delegações, jogadores e imprensa, com o inglês adotado como idioma-base quando não houver língua comum liberada.

A regra apareceu no entorno de Brasil x Marrocos, no sábado (13), quando jornalistas hispanofalantes tentaram fazer perguntas em espanhol a jogadores acostumados ao idioma. Na véspera da partida, Vinicius Junior chegou a pedir que uma questão feita em inglês fosse reformulada em espanhol, mas o idioma não estava entre os permitidos pela Fifa naquele espaço oficial.

🇺🇸🇲🇽 | La FIFA prohíbe a los periodistas preguntar en español a los jugadores de Brasil y Marruecos a pesar de ser la segunda lengua materna más hablada del mundo por encima del inglés.

La FIFA autorizó a preguntar en francés, árabe, portugués e inglés, algo que supuso un… pic.twitter.com/67K1XRTTcA

— ʜᴇʀQʟᴇs (@herqles_es) June 14, 2026

Após o empate por 1 a 1, o tema voltou à tona na zona mista. Um jornalista venezuelano pediu que Vini Jr. respondesse em espanhol, mas o atacante disse que falaria em português por estar a serviço da Seleção Brasileira. “Estou com o Brasil, vou falar só em português”, afirmou, antes de comentar a atuação do time.

A limitação também afetou profissionais que tentaram entrevistar atletas de Marrocos, como Achraf Hakimi. Segundo relatos publicados nas redes sociais, a Fifa autorizou perguntas apenas em francês, árabe, português e inglês em determinados ambientes ligados à partida.

Na prática, a norma impediu o uso de uma língua amplamente dominada por jogadores dos dois elencos, especialmente atletas que atuam ou atuaram na Espanha. O caso chamou atenção porque o Mundial de 2026 também é sediado pelo México, país hispanofalante, além de Estados Unidos e Canadá.

🗣️ Periodista: “SOY DE VENEZUELA, EN ESPAÑOL, POR FAVOR”.

🗣️ Vinícius: “SOY DE BRASIL VOY A HABLAR EN PORTUGUÉS”.

Esta entrevista de TV de Vini, post-debut. 🤬🇧🇷 pic.twitter.com/lY8QDjy1yf

— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) June 14, 2026

FIFA investe milhões para padronizar o comportamento da bola em três países

14 de Junho de 2026, 07:30

A FIFA está colocando em prática um dos projetos mais ambiciosos já vistos na preparação de uma Copa do Mundo.

Para o torneio de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México, a entidade investe cerca de US$ 3,8 bilhões em infraestrutura e, dentro desse pacote, conduz um experimento inédito para padronizar os gramados e reduzir variações no comportamento da bola em todos os estádios, segundo o The Wall Street Journal.

Na prática, a preocupação da FIFA não é controlar o jogo em si, mas garantir que a superfície de jogo ofereça condições o mais semelhantes possível entre as 16 arenas da competição.

Isso significa minimizar diferenças no quique, na velocidade e no atrito da bola, que podem variar de acordo com o tipo de gramado, o clima e até a estrutura dos estádios.

Leia também: FIFA aposta US$ 3,8 bilhões em experimento inédito com gramados naturais na Copa do Mundo; confira

Gramados sob padrão técnico na Copa de 2026

Para alcançar esse nível de uniformidade, a FIFA vem apostando em uma combinação de gramados naturais e sistemas híbridos de alta engenharia. A proposta é criar uma base de jogo consistente, mesmo em regiões com condições climáticas muito diferentes entre si.

Além disso, os estádios passam por adaptações importantes em seus sistemas de irrigação, drenagem e ventilação.

Em alguns casos, estruturas artificiais de iluminação são usadas para complementar a luz natural e manter o desenvolvimento adequado da grama, especialmente em arenas fechadas ou com menor incidência solar.

Essas soluções não têm caráter estético, mas funcional. O foco está em reduzir variações que possam interferir diretamente na dinâmica da partida, já que pequenas mudanças na superfície podem alterar o comportamento da bola e, consequentemente, o estilo de jogo.

O desafio de equilibrar três países-sede

O grande desafio do projeto está na diversidade geográfica dos países que vão sediar o torneio. Estados Unidos, Canadá e México apresentam diferenças significativas de clima, altitude e umidade, fatores que impactam diretamente a condição dos gramados.

Por isso, a FIFA estabeleceu parâmetros técnicos para tentar aproximar ao máximo a experiência de jogo em todos os estádios. A altura da grama, a composição do solo e o nível de umidade são alguns dos elementos que passam a ser controlados de forma mais rigorosa durante o processo de preparação.

O objetivo é simples: reduzir ao máximo a sensação de “campo diferente” de um estádio para outro, algo que pode influenciar diretamente o desempenho dos atletas.

Leia também: FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades

Engenharia e padronização como novo foco da FIFA

Esse movimento reforça uma tendência crescente no futebol moderno: o uso da engenharia para garantir mais consistência nas condições de jogo. Em vez de eliminar completamente as diferenças naturais, a FIFA busca equilibrá-las dentro de um padrão técnico aceitável.

Assim, os gramados deixam de ser apenas uma superfície de jogo e passam a ser parte central do planejamento esportivo da Copa. O foco não está em mudar o futebol, mas em tornar o ambiente mais previsível dentro do possível.

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Tricampeão Gérson diz que Brasil “levou passeio” e detona Ancelotti: “Mexeu errado”

14 de Junho de 2026, 07:28
O tricampeão mundial Gérson, conhecido como Canhotinha de Ouro – Foto: Reprodução

O tricampeão mundial Gérson, conhecido como Canhotinha de Ouro, fez duras críticas à atuação do Brasil no empate por 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), na estreia da Seleção na Copa do Mundo de 2026. Em comentário sobre a partida, ele afirmou que Carlo Ancelotti demorou para mudar a equipe e errou nas substituições.

“Agora, o seu treinador, o senhor mexeu errado. Demorou a mexer, mexeu errado”, disse Gérson. O ex-jogador também apontou o meio-campo como um dos principais problemas da Seleção. “O Casemiro e o Bruno Guimarães não jogaram absolutamente nada. Jogando para trás, perdido no meio”, afirmou.

Segundo o Canhotinha, Lucas Paquetá também esteve abaixo do esperado. “Com o Paquetá também perdidinho no campo”, declarou. Para ele, o Brasil concentrou demais as jogadas pelo lado esquerdo e não conseguiu variar o jogo para explorar outros setores do campo.

Gérson foi ainda mais duro ao analisar o domínio marroquino em parte da partida. “O time do Brasil levou um passeio. Um passeio, não sabia onde é que estava a bola. E os caras tocando, tocando, tocando e o Brasil desesperado correndo atrás dos caras”, afirmou.

Vinicius Junior comemorando gol contra o Panamá. Foto: Thiago Ribeiro/Agif

O tricampeão elogiou Vinicius Júnior pela jogada do gol brasileiro. “Fez um gol, porque o Vini fez a jogada correta. Puxou, como ele sabe fazer, meteu a curva do outro lado”, disse. Mas voltou a criticar a defesa no lance do gol sofrido, apontando falha de posicionamento dos zagueiros.

Outro alvo foi Igor Thiago, titular no comando do ataque. “Não tocou na bola, não viu a cor da bola”, disse Gérson. Ele também cobrou lançamentos para Raphinha e infiltrações para o centroavante, afirmando que faltou criação e aproximação no setor ofensivo.

Gérson ainda questionou a ausência de um lateral de ofício no elenco. “Cadê o lateral de ofício? O seu treineiro? Cadê o lateral de ofício que o senhor cortou por machucar e deixou aqui e levou o meio do campo? Errou”, disparou. Para ele, Danilo atuou apenas como “quarto zagueiro deslocado”, sem oferecer apoio pelo lado direito. Veja o vídeo:

pic.twitter.com/pHuCZYXg4L

— VIDRAÇA TAMBÉM É GENTE, GENTE (@VidrsGente) June 14, 2026

Marrocos, que empatou com o Brasil, tinha 11 jogadores nascidos em outros países

14 de Junho de 2026, 06:59
Seleção marroquina. Reprodução

Pela primeira vez na história das Copas do Mundo, uma seleção atuou com 11 jogadores nascidos fora do país que representa. O feito foi registrado por Marrocos no empate por 1 a 1 com o Brasil, neste sábado (13), pela primeira rodada do Mundial de 2026.

O marco ocorreu após a saída de Azzedine Ounahi, único atleta nascido em território marroquino que iniciou a partida. Com a entrada de Chemsdine Talbi, nascido na Bélgica, a equipe passou a ter todos os jogadores em campo nascidos no exterior.

A formação reunia atletas nascidos em Canadá, França, Bélgica, Espanha e Países Baixos. Entre eles estavam Bono, natural de Montreal, Achraf Hakimi, de Madri, e Bilal El Khannouss, de Molenbeek. Todos defendem Marrocos por ascendência familiar.

🇲🇦🌍 Pela primeira vez na história das Copas do Mundo, uma seleção entrou em campo com 11 jogadores nascidos fora do país que representa.

No empate contra o Brasil, todos os titulares marroquinos nasceram no exterior:

🇨🇦 Bono (Montreal, Canadá)
🇳🇱 Noussair Mazraoui (Leiderdorp,… pic.twitter.com/cprTKPxtKL

— Curiosidades Europa (@CuriosidadesEU) June 14, 2026

A característica reflete a grande diáspora marroquina instalada principalmente na Europa. Nas últimas décadas, a federação do país ampliou a busca por talentos descendentes de marroquinos formados em categorias de base de clubes europeus.

O modelo ajudou a transformar a seleção em uma das forças emergentes do futebol mundial. Depois da histórica semifinal em 2022, Marrocos voltou a mostrar competitividade ao segurar o Brasil na estreia da Copa de 2026.

A equipe comandada por Walid Regragui teve organização tática e criou dificuldades para o time de Carlo Ancelotti. O empate reforçou o papel de uma geração construída fora das fronteiras do país, mas conectada à identidade marroquina.

Galvão no SBT e recorde da CazéTV levam Globo à pior audiência com Brasil em Copas

13 de Junho de 2026, 23:23
Everaldo Marques e o ex-jogador Denilson. Foto: Reprodução/TV Globo

A transmissão do empate entre Brasil e Marrocos pela Copa do Mundo registrou neste sábado (13) a pior audiência da história da Globo em jogos da seleção brasileira no torneio. Exibida entre 19h04 e 21h05, a partida disputada nos Estados Unidos alcançou média prévia de 30,74 pontos na Grande São Paulo, segundo dados obtidos pelo mercado televisivo. Com informaões do TV Pop.

O confronto também marcou a primeira partida da seleção em uma Copa do Mundo sem a narração de Galvão Bueno na Globo desde 1982. Nesta edição, o narrador passou a integrar a equipe do SBT, enquanto Everaldo Marques assumiu a transmissão do jogo pela emissora líder de audiência.

O resultado ficou abaixo do antigo recorde negativo da Globo em partidas do Brasil no Mundial. Até então, a menor audiência havia sido registrada em 12 de julho de 2014, quando a seleção perdeu para a Holanda na disputa pelo terceiro lugar da Copa do Mundo realizada no Brasil. Na ocasião, a emissora marcou 31,5 pontos na Grande São Paulo.

Durante a exibição de Brasil x Marrocos, a audiência da Globo atingiu pico de 31,75 pontos às 21h05. A emissora concentrou, em média, 49,08% dos televisores ligados na região metropolitana paulista, mantendo a liderança isolada entre todos os concorrentes.

Transmissão da CazéTV com Casemiro e o ex-jogador Romário. Foto: Reprodução/Youtube

As plataformas de streaming apareceram como a principal alternativa à transmissão da Globo. Considerando os televisores sintonizados na CazéTV, os serviços digitais registraram média de 11,36 pontos no mesmo período da partida. A emissora do YouTube, aliás, com seus 12 milhões de expectadores simultâneos, bateu o recorde mundial da plataforma.

O SBT também obteve um de seus melhores desempenhos na cobertura do torneio. Com Galvão Bueno à frente da transmissão, a emissora alcançou média de 8,07 pontos e pico de 10,64 pontos às 19h55. O resultado foi registrado pouco depois da separação da transmissão compartilhada com a N Sports.

Executivos da emissora avaliam que, após a consolidação dos números e considerando a audiência de plataformas não identificadas pelos sistemas de medição em tempo real, o SBT poderá atingir cerca de 12 pontos de média. Caso a projeção se confirme, o desempenho superará a audiência conquistada pela Band na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014.

No Painel Nacional de Televisão, que reúne dados das 15 principais regiões metropolitanas do país, a Globo permaneceu na liderança com 31,85 pontos. Os serviços de streaming ficaram em segundo lugar com 11,51 pontos, seguidos pelos conteúdos não identificados, SBT, televisão por assinatura, Record, Band e RedeTV!, repetindo a mesma ordem observada na Grande São Paulo.

Ancelotti evita explicar ausência de Endrick após empate frustrante do Brasil

13 de Junho de 2026, 22:35
Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira, durante entrevista após a estreia do time na Copa. Reprodução

 

A ausência de Endrick no empate por 1 a 1 entre Brasil e Marrocos, neste sábado (13), pela primeira rodada do Grupo C da Copa do Mundo de 2026, virou um dos principais assuntos após a partida.

Diante de uma atuação pouco inspirada da Seleção, a decisão de Carlo Ancelotti de deixar o atacante no banco durante os 90 minutos gerou questionamentos entre torcedores e jornalistas.

Autor do gol da vitória brasileira sobre o Egito no amistoso da semana passada, o camisa 19 era apontado por muitos como uma alternativa para mudar o panorama de um time que teve dificuldades para criar chances diante dos marroquinos. Mesmo assim, Ancelotti optou por iniciar a partida com Igor Thiago no comando do ataque e lançou Matheus Cunha no segundo tempo.

Após o jogo, o treinador italiano foi questionado sobre a ausência de Endrick, mas evitou entrar no tema. Visivelmente incomodado e sem demonstrar disposição para aprofundar a análise da partida, Ancelotti afirmou que não comentaria desempenhos individuais.

🚨 URGENTE – Ancelotti é questionado por que não colocou o Endrick e diz que não está ali para falar de um jogador individualmente

“Eu não estou aqui para falar individualmente de um jogador” pic.twitter.com/K4xHwa36Gl

— SPACE LIBERDADE  (@NewsLiberdade) June 14, 2026

“Não estou aqui para falar individualmente de jogadores. Falo do time, que não foi bem no primeiro tempo e melhorou no segundo. Tivemos algumas oportunidades e temos que acertar mais”, declarou.

O Brasil começou a partida em ritmo lento e viu o Marrocos abrir o placar com Saibari ainda no primeiro tempo. A equipe africana foi superior em boa parte da etapa inicial e explorou as dificuldades defensivas brasileiras. O empate veio graças a uma jogada individual de Vinícius Júnior, que marcou um belo gol e evitou uma derrota na estreia.

A resposta de Ancelotti, porém, dificilmente encerrará o debate. Com o ataque apresentando pouca efetividade e o treinador deixando uma das principais promessas do futebol brasileiro no banco durante toda a partida, a pressão sobre a comissão técnica tende a aumentar nos próximos dias.

A Seleção Brasileira volta a campo na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia. O último compromisso da fase de grupos será diante da Escócia, no dia 24.

A Copa vai pesar no bolso? Veja onde o brasileiro pretende gastar mais

13 de Junho de 2026, 22:00

A Copa do Mundo de 2026 deve impactar diretamente o bolso dos brasileiros, principalmente dentro de casa.

Segundo um estudo encomendado pelo PayPal, 67% dos consumidores no país pretendem gastar com comida e petiscos durante o torneio. Além disso, 57% afirmam que devem recorrer a serviços de delivery ao longo dos jogos.

O comportamento reforça uma tendência já conhecida: o brasileiro transforma os jogos em um evento social doméstico. A pesquisa indica que 41% devem assistir às partidas em pequenos grupos em casa, enquanto 35% planejam acompanhar os jogos na casa de amigos ou familiares.

Mesmo sem sediar partidas, o Brasil lidera o engajamento entre os países pesquisados (Brasil, México e Canadá). O levantamento aponta que 27% dos brasileiros são fãs ávidos do evento, enquanto 24% demonstram desinteresse, o menor índice entre os três mercados.

Leia também: Sem sediar jogos, Brasil lidera engajamento na Copa do Mundo e movimenta economia do sofá

Comida, delivery e streaming puxam os gastos

O consumo ligado à alimentação aparece no topo da lista. Além dos 67% que pretendem gastar com comida e petiscos, pizza (49%) e churrasco (46%) são as principais escolhas para os dias de jogo.

Mas os gastos não param na mesa. Quase metade dos entrevistados (46%) afirma que pretende investir em tecnologia ou entretenimento para o lar, enquanto 42% devem contratar ou renovar assinaturas de streaming para acompanhar as partidas.

Ou seja, a Copa movimenta tanto o carrinho de compras quanto o ambiente digital dentro de casa.

Pagamentos digitais e parcelamento ganham força

A forma de pagar também entra na equação. Para 80% dos brasileiros, a segurança é o fator mais importante na hora da compra, seguida por proteção ao consumidor (72%) e checkout rápido (71%).

Entre usuários de carteiras digitais, 44% consideram essas soluções mais seguras do que o dinheiro em espécie, reforçando a migração para pagamentos digitais durante períodos de alto consumo.

A flexibilidade financeira também pesa. No Brasil, 82% dos entrevistados consideram importante ter opções de parcelamento para despesas ligadas ao evento. Entre quem pretende gastar acima de R$ 20 mil, 30% dizem que dependem de soluções como parcelamento ou pagamento posterior.

Leia também: Copa do Mundo começa com formato inédito, guerra e tensão migratória nos EUA; entenda

Dividir a conta virou parte da experiência na Copa

Outro destaque é o compartilhamento de gastos. Segundo o estudo, 34% dos brasileiros pretendem dividir despesas em tempo real com amigos por aplicativos digitais. Outros 26% preferem pagar separadamente, enquanto 25% planejam organizar vaquinhas antes das compras.

Na comparação com México e Canadá, o Brasil se destaca nesse comportamento, com diferença de 14 pontos percentuais.

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Avaliado em R$ 5,3 bilhões, elenco de Ancelotti não empolga na estreia da Copa 2026 e empata com Marrocos

13 de Junho de 2026, 21:45

O mercado espera que a Seleção Brasileira desempenhe um papel de protagonismo no Mundial, avançando até as fases decisivas e rumo ao sonhado título de hexacampeão. O time comandado por Carlo Ancelotti entrou na competição sob altas expectativas, à medida  em que os craques escalados para a disputa figuram entre os times mais caros do mundo. 

O elenco brasileiro comandado pelo italiano está avaliado em € 928 milhões, equivalente a R$ 5,37 bilhões, o que classifica o time como o sexto mais caro do mundo. A cotação elevada, entretanto, não se refletiu no campo, à medida que a seleção marroquina conta com um valor de mercado quase que a metade,   €498,3 milhões, ou R$ 3,18 bilhões – e, ainda assim, conseguiu empatar.

Mercado da bola além dos campos 

O próprio técnico da seleção nacional também se consolidou como um dos principais nomes do marketing esportivo no país desde que assumiu o comando da equipe nacional.

Às vésperas da Copa do Mundo, o treinador passou a ser disputado por grandes anunciantes e se transformou em um dos ativos comerciais mais valiosos do futebol brasileiro. Segundo especialistas do setor, os valores cobrados para o uso de sua imagem podem chegar a ser cinco vezes superiores aos pagos a treinadores que passaram anteriormente pela seleção.

O italiano já estrelou campanhas de marcas como Brahma, Volkswagen e Amazon, integrando um grupo restrito de patrocinadores que conseguiram associar suas marcas ao treinador.

Além das ações publicitárias, Ancelotti ampliou significativamente sua presença digital nos últimos meses. O crescimento de sua audiência nas redes sociais, acompanhado pela chegada de milhões de novos seguidores, reforçou sua relevância comercial e ampliou o potencial de exposição para patrocinadores.

Da várzea aos estádios 

O crescimento dos clubes americanos no ranking das equipes mais valiosas do mundo tem reduzido a distância histórica em relação ao domínio europeu e ampliado a pressão sobre mercados tradicionais do futebol, como o Brasil. A avaliação é do comentarista esportivo Cacá Bueno, em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, que atribui a ascensão da Major League Soccer (MLS) à capacidade dos Estados Unidos de transformar o futebol em um negócio de entretenimento cada vez mais rentável.

Segundo ele, o avanço é significativo. Até o ano passado, apenas dois clubes americanos figuravam entre os 30 mais valiosos do planeta. Agora, são sete equipes na lista, lideradas pelo Inter Miami.

“Já não é tão clara a hegemonia europeia assim. Até o ano passado apenas dois times americanos apareciam na lista dos 30 mais valiosos e esse ano já são sete”, afirmou.

Apesar da expansão dos norte-americanos, os gigantes europeus ainda mantêm posição de destaque. Clubes como Real Madrid, Barcelona e Manchester City seguem entre os mais valiosos do futebol mundial. Ainda assim, Cacá destaca que o valor dessas equipes continua abaixo de franquias das ligas profissionais americanas.

“Onde o americano põe a mão, realmente ganha valor de mercado”, disse. Segundo ele, a valorização dos clubes deixou de depender apenas de receitas tradicionais, como venda de jogadores, patrocínios e bilheteria. Hoje, o entretenimento e a produção de conteúdo desempenham papel cada vez mais relevante.

“O valor de mercado não é mais só o valor do patrocínio da camisa, venda de jogadores e bilheteria. Agora entram conteúdo, streaming, canais próprios e outras fontes de receita”, explicou.

Arredores do jogo 

As cifras altas não se restringem aos salários dos envolvidos no jogo. Segundo dados do Skyscanner, o interesse dos brasileiros pelos destinos que receberão jogos da Copa segue em alta. A especialista em voos e viagens da plataforma, Isla dos Santos, afirma que algumas cidades-sede já registram crescimento expressivo nas buscas.

“Entre os brasileiros, o que a gente nota é um crescimento de 10% em buscas para a Filadélfia, que é uma das cidades-sede onde o Brasil vai se apresentar. Também vemos um aumento de 14% em buscas para Miami”, disse.

De acordo com a especialista, Miami já figurava entre os destinos internacionais mais procurados pelos brasileiros antes mesmo do torneio, mas a Copa ampliou ainda mais esse movimento.

Além do interesse específico pelas cidades que receberão partidas, o apelo das viagens internacionais também cresceu. Segundo levantamento realizado pelo Skyscanner, os brasileiros demonstravam interesse em destinos no exterior 58% maior do que em 2025, mesmo antes da definição completa dos confrontos e das sedes dos jogos.

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Trump diz que “football” é o que se joga na Copa do Mundo e não na NFL

13 de Junho de 2026, 21:21

Donald Trump voltou a chamar atenção neste sábado (13) ao entrar em um dos debates mais antigos do esporte nos Estados Unidos. Durante um discurso na Casa Branca, o presidente americano afirmou que a modalidade mais popular do planeta deveria ser conhecida em inglês como “football”, termo utilizado pela maior parte dos países.

“[O esporte disputado na Copa do Mundo] deveria ser chamado de ‘football’. Não há nenhuma dúvida sobre isso. Temos que inventar outro nome para essa coisa da NFL”, afirmou Trump.

A discussão tem origem histórica. O esporte conhecido mundialmente como futebol recebeu o nome de “association football” na Inglaterra para diferenciá-lo de outras variantes do jogo. A partir daí surgiu a abreviação “soccer”, derivada da palavra “association”. Embora o termo tenha sido criado pelos próprios britânicos, ele caiu em desuso no Reino Unido e permaneceu amplamente adotado nos Estados Unidos, onde a palavra “football” passou a identificar o futebol americano, principal esporte do país e base da NFL.

Ao defender a mudança, Trump sugeriu que o esporte disputado na Copa do Mundo deveria assumir oficialmente o nome de “football” nos Estados Unidos, o que reabriria uma discussão cultural e esportiva que existe há décadas entre torcedores e especialistas.

A declaração ocorre em meio ao crescente entusiasmo dos americanos com o Mundial de 2026. Os Estados Unidos são um dos países-sede da competição, ao lado de Canadá e México, e a seleção norte-americana estreou com vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai.

A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história com 48 seleções participantes e será a maior edição já realizada pela FIFA, com partidas distribuídas pelos três países da América do Norte.

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Brasil empata com o Marrocos na estreia da Copa; saiba como fica a situação agora

13 de Junho de 2026, 21:05
Vini Jr. comemora o gol de empate contra o Marrocos na estreia da Copa

A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate em 1 a 1 diante do Marrocos neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Em um confronto equilibrado e de muita intensidade física, os dois gols da partida saíram ainda na etapa inicial.

O Marrocos surpreendeu a defesa brasileira e abriu o placar com Saibari, após uma rápida transição ofensiva. O atacante recebeu um lançamento em profundidade, venceu a marcação na velocidade e demonstrou muita categoria ao encobrir o goleiro Alisson, que saiu muito mal.

A resposta da Seleção veio antes do intervalo. Principal referência técnica do ataque, Vini Jr. balançou as redes e deixou tudo igual, recolocando o Brasil no jogo.

Além dos gols, o primeiro tempo foi marcado por disputas ríspidas no meio-campo: Casemiro e Ibañez foram advertidos com cartão amarelo por faltas em El Aynaoui e Brahim Díaz, respectivamente, enquanto El Khannouss levou amarelo por parar Raphinha com falta. No segundo tempo, as equipes mantiveram a postura competitiva, mas o placar permaneceu inalterado.

O segundo tempo teve momentos de perigo para ambas as equipes, com Allison fazendo uma defesa importante no final. Sob forte calor, a etapa final teve ritmo mais lento do que os primeiros 45 minutos.

Carlo Ancelotti fez alguns gestos à beira do campo orientando um dos atacantes centrais da Seleção a se deslocar para os lados quando Vinícius Júnior recebia a bola. A movimentação parecia fazer parte de uma estratégia para atrair os defensores marroquinos para as laterais, criando espaços na região central do campo.

Como fica a situação no Grupo C?

Por se tratar da rodada de abertura do Grupo C, o resultado deixa a briga pelas vagas na próxima fase totalmente aberta. Veja o impacto do tropeço na estreia:

Tabela de pontos: Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada um. A liderança ou a vice-liderança momentânea do grupo dependerá do saldo de gols e do resultado do outro confronto da chave, disputado entre Haiti e Escócia hoje às 22h (horário de Brasília).

Regulamento favorece: Com o formato de 48 seleções, avançam para o mata-mata (dezesseis-avos de final) os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados gerais. Embora o empate tire a tranquilidade, o Brasil segue com chances claras de classificação.

Pressão por vitórias: O critério de desempate pode ser crucial. Para não depender de combinações de resultados ou da vaga como melhor terceiro, a Seleção Brasileira precisará buscar os três pontos nas próximas duas partidas.

Próximos jogos do Brasil

A Seleção Brasileira volta a campo na próxima semana para tentar garantir sua primeira vitória no Mundial:

Brasil x Haiti: Quinta-feira, 19 de junho

Escócia x Brasil: Terça-feira, 24 de junho

Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra o Brasil

ESTREIA COM SUSTO

13 de Junho de 2026, 21:05
Vinicius Jr no primeiro jogo do Brasil na Copa 2026. Foto: AFP
O Brasil estreou na Copa do Mundo 2026, no estádio MetLife, em Nova Jersey, neste sábado (13) com um empate contra o Marrocos. O aproveitamento do time de Carlo Ancelotti ficou bem abaixo do esperado. Na maior parte do primeiro tempo a seleção brasileira foi dominada pelo time marroquino. Nenhum dos setores do Brasil funcionou […]

Resultados da Copa do Mundo da FIFA 2026

10 de Julho de 2026, 18:07

Confira com a TVT News a tabela completa da Copa do Mundo 2026. Acompanhe os resultados atualizados e o chaveamento do mata-mata para não perder nenhum detalhe do maior Mundial da história, o primeiro com 48 seleções em Estados Unidos, México e Canadá.

Datas das semi-finais da Copa do Mundo

Com um intervalo de apenas três dias, as semi-finais já começam a ser disputadas no dia 14 de julho e terminam no dia seguinte.

Terça, 14 de julho de 2026

16h – França x Espanha

Quarta, 15 de julho de 2025

16h – ( Noruega x Inglaterra ) x ( Argentina x Suíça )

Jogos das quartas de final da Copa do Mundo

Os jogos das quartas de final vão até o dia 11.

Quinta, 9 de julho de 2026

17h – França x Marrocos => vencedor França

Sexta, 10 de julho de 2026

16h – Espanha x Bélgica => vencedor Espanha

Sábado, 11 de julho de 2026

18h – Noruega x Inglaterra

22h – Argentina x Suíça

Chaveamento da Copa do Mundo

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Chaveamento da Copa do Mundo em 10 de julho. Arte: Emanuele Godoy / TVT News

Onde assistir à Copa do Mundo 2026

Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil estão divididos entre diferentes plataformas.

Os jogos poderão ser acompanhados por:

  • Globo (TV aberta)
  • SporTV (TV por assinatura)
  • Globoplay (streaming)
  • ge tv
  • SBT (TV aberta)
  • Cazé TV (YouTube)
  • N Sports (TV por assinatura)

A Cazé TV transmite os 104 jogos da competição.

Resultados dos jogos de oitavas de final:

Sábado, 4 de julho de 2026

14h – Canadá x Marrocos => vencedor Marrocos

18h – Paraguai x França => vencedor França

Domingo, 5 de julho de 2026

17hBrasil x Noruega => vencedor Noruega

21h – México x Inglaterra => vencedor Inglaterra

Segunda, 6 de julho de 2026

16h – Portugal x Espanha -> vencedor Espanha

21h Estados Unidos x Bélgica

Terça, 7 de julho de 2026

13h – Argentina x Egito -> vencedor Argentina

17h – Suíça x Colômbia – > vencedor Suiça

Enfim, e a final?

A final da Copa do Mundo 2026 está marcada para às 16h (horário de Brasília) do dia 19 de julho, em um domingo.

Já a decisão do terceiro lugar será 18 de julho.

Quais os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;

  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;

  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

Quais foram os jogos do Brasil na Copa do Mundo

O Brasil estava no Grupo C com Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.

As partidas foram disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.

Jogos do Brasil na fase de grupos

Brasil 1 x 1 Marrocos

Data: 13 de junho (sábado)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey

Brasil 3 x 0 Haiti

Data: 19 de junho (sexta-feira)

Horário: 21h30 (de Brasília)

Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia

Escócia 0 x 3 Brasil

Data: 24 de junho (quarta-feira)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Hard Rock Stadium – Miami

A partida contra o Haiti teve um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornou o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.

Fase 16 avos

Brasil 2 x 1 Japão

Fase Oitavas de final

Fase de Oitavas de final

Brasil 1 x 2 Noruega

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O Brasil enfrenta o Marrocos neste sábado (13), às 19h, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, pela primeira rodada do Grupo C. Foto: Rafael Ribeiro/CBF

Quais são os mascotes da Copa do Mundo 2026

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota. 

A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

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Maple, Zayu e Clutch são símbolos do Canadá, México e Estados Unidos, países-sede do mundial. Foto: FIFA

Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?

A edição de 2026 foi a primeira com 48 seleções.

O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.

Agora a Copa teve o seguinte chaveamento

  • 12 grupos com quatro seleções cada;
  • Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
  • Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.

Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguiram para a fase eliminatória.

A partir daí, o torneio passou a ser disputado em sistema de mata-mata.

As etapas da Copa são

  • Fase de 16-avos de final;
  • Oitavas de final;
  • Quartas de final;
  • Semifinais;
  • Disputa do terceiro lugar;
  • Final.

Principais datas da Copa do Mundo

Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México

Última rodada da fase de grupos: 27 de junho

16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho

Oitavas de final: 4 a 7 de julho

Quartas de final: 9 a 11 de julho

Semifinais: 14 e 15 de julho

Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami

Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey

Com informações da FIFA

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Copa do Mundo: agenda de jogos deste sábado (13); horários, onde assistir

13 de Junho de 2026, 00:01

A Copa do Mundo de 2026 segue neste sábado (13) com quatro partidas pela fase de grupos. O principal destaque para o público brasileiro é a estreia da Seleção comandada por Carlo Ancelotti diante do Marrocos, às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Leia tudo sobre a Copa do Mundo na TVT News.

O primeiro final de semana da Copa do Mundo 2026 terá como destaque a estreia da Seleção Brasileira contra o Marrocos neste sábado às 19 horas (horário de Brasília), no MetLife Stadium (New York New Jersey Stadium).

Além do confronto do Brasil, o dia terá Austrália x Turquia, Catar x Suíça e Haiti x Escócia. As partidas movimentam três grupos diferentes da competição e ajudam a definir os primeiros cenários da disputa por vagas na fase eliminatória.

Austrália Austrália × Turquia Turquia

Grupo: D

Horário: 01h

Local: BC Place (Vancouver Stadium), Vancouver (CAN)

Onde assistir: Globo, SporTV, Globoplay e CazéTV

Catar Catar × Suíça Suíça

Grupo: B

Horário: 16h

Local: Levi’s Stadium, Santa Clara (EUA)

Onde assistir: CazéTV e FIFA+

Brasil Brasil × Marrocos Marrocos

Grupo: C

Horário: 19h

Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)

Onde assistir: Globo, SBT, SporTV, Globoplay, CazéTV, N Sports e ge.globo

Haiti Haiti × Escócia Escócia

Grupo: C

Horário: 22h

Local: Gillette Stadium, Foxborough (EUA)

Onde assistir: CazéTV e FIFA+

Veja os grupos da Copa

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

Austrália x Turquia

Grupo D

  • Horário: 1h (de Brasília)
  • Local: BC Place, em Vancouver
  • Onde assistir: Globo, SporTV, Globoplay e CazéTV

Austrália

A Austrália garantiu classificação direta ao terminar em segundo lugar em seu grupo das Eliminatórias Asiáticas. A equipe comandada por Tony Popovic aposta na experiência do goleiro Maty Ryan e em uma geração renovada: 17 jogadores disputam uma Copa do Mundo pela primeira vez.

A provável escalação australiana tem:

Maty Ryan; Alessandro Circati, Harry Souttar e Cameron Burgess; Jacob Italiano, Aiden O’Neill, Jackson Irvine, Jordan Bos, Connor Metcalfe e Cristian Volpato; Mohamed Touré.

Turquia

A Turquia retorna a uma Copa do Mundo após 24 anos de ausência. Sob o comando do italiano Vincenzo Montella, os turcos chegam embalados por uma geração que reúne jogadores de destaque nos principais campeonatos europeus.

Entre os principais nomes estão:

  • Hakan Çalhanoğlu, referência técnica da equipe;
  • Arda Güler, jovem talento do Real Madrid;
  • Kenan Yıldız, atacante da Juventus.

A provável escalação turca é:

Mert Günok; Zeki Çelik, Çağlar Söyüncü, Abdülkerim Bardakçı e Ferdi Kadıoğlu; Salih Özcan, Hakan Çalhanoğlu, Arda Güler, Orkun Kökçü e Kenan Yıldız; Barış Alper Yılmaz.

Catar x Suíça

Grupo B

  • Horário: 16h
  • Local: Levi’s Stadium, Santa Clara
  • Onde assistir: CazéTV e FIFA+

Catar

O Catar busca recuperar a confiança após uma sequência difícil de resultados.

Nas últimas cinco partidas, a seleção catariana não venceu nenhuma vez, acumulando dois empates e três derrotas. Entre os resultados recentes estão o empate sem gols contra El Salvador e derrotas para Irlanda e Tunísia.

Suíça

A Suíça chega em situação diferente.

A equipe comandada por Murat Yakin soma uma vitória, três empates e apenas uma derrota nos últimos cinco compromissos. Entre os destaques do elenco está Breel Embolo, que superou problemas burocráticos relacionados ao visto e está à disposição para a estreia.

O histórico recente entre as duas seleções é pequeno. O único confronto registrado ocorreu em 2018, quando o Catar venceu por 1 a 0.

Brasil x Marrocos

Grupo C

  • Horário: 19h
  • Local: MetLife Stadium, Nova Jersey
  • Onde assistir: Globo, SBT, SporTV, Globoplay, CazéTV, N Sports e ge.globo

Estreia do Brasil

A estreia do Brasil concentra grande parte das atenções deste sábado.

A partida marca o primeiro jogo de Copa do Mundo sob comando de Carlo Ancelotti, primeiro treinador estrangeiro a dirigir a Seleção Brasileira desde 1925.

O Brasil tenta encerrar um jejum de 24 anos sem conquistar o Mundial e chega ao torneio após amistosos que apresentaram momentos distintos.

Empates e derrotas diante de adversários mais fortes geraram questionamentos, mas vitórias posteriores sobre Croácia, Panamá e Egito ajudaram a aumentar a confiança da equipe.

Neymar está fora da estreia

A principal ausência brasileira será Neymar.

O atacante segue em recuperação de uma lesão na panturrilha sofrida ainda quando defendia o Santos e foi descartado para o duelo diante dos marroquinos.

A expectativa da comissão técnica é contar com o camisa 10 nas próximas partidas da fase de grupos.

Vinicius Júnior lidera ataque brasileiro

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Vini Jr. no vídepclipe “Dai Dai” de Shakira, música oficial da Copa – Reprodução

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Ancelotti anuncia convocados para a Seleção Brasileira; veja a lista completa

Sem Neymar, a responsabilidade ofensiva aumenta para Vinicius Júnior.

O atacante do Real Madrid chega à Copa após uma temporada de destaque na Europa, somando:

  • 22 gols;
  • 10 assistências;
  • 32 participações diretas em gols.

A provável escalação brasileira tem:

Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Alex Sandro; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Raphinha, Matheus Cunha e Vinicius Júnior.

Marrocos quer repetir campanha histórica

O adversário brasileiro chega com credenciais importantes.

Na Copa do Mundo de 2022, Marrocos surpreendeu o planeta ao alcançar as semifinais, terminando entre as quatro melhores seleções da competição.

Hoje, os marroquinos ocupam posição de destaque no ranking da Fifa e contam com atletas que atuam nos principais clubes europeus.

Achraf Hakimi

Hakimi é campeão da Champion League de 2026 pelo PSG em final c ontra o inglês Arsenal – Foto: Reprodução/redes

Recém-campeão da Liga dos Campeões pelo Paris Saint-Germain, Hakimi é considerado um dos melhores laterais do futebol mundial.

Sua capacidade de apoiar o ataque pode gerar um duelo interessante justamente contra Vinicius Júnior.

Yassine Bounou

O goleiro Bono foi um dos protagonistas da campanha histórica de 2022.

Naquela edição, defendeu pênaltis decisivos e ajudou Marrocos a eliminar seleções tradicionais.

Brahim Díaz

Nascido na Espanha e defensor da seleção marroquina desde 2024, o meia do Real Madrid chega como principal articulador ofensivo.

Foi artilheiro da Copa Africana de Nações de 2025.

Ismael Saibari

O jogador do PSV vive grande valorização no mercado europeu e aparece como uma das principais apostas da seleção africana.

Ayyoub Bouaddi

Com apenas 18 anos, o meio-campista do Lille escolheu defender Marrocos em vez da França e é visto como uma das promessas da nova geração.

Haiti x Escócia

Grupo C

  • Horário: 22h
  • Local: Gillette Stadium, em Boston
  • Onde assistir: CazéTV

O último jogo do sábado fecha a primeira rodada do Grupo C.

Haiti

O Haiti retorna ao maior torneio do futebol mundial após décadas longe da competição.

O técnico Sébastien Migné liderou um processo de reconstrução baseado na integração de atletas que atuam em ligas europeias, aumentando a competitividade da seleção caribenha.

Escócia

Do outro lado está uma Escócia que chega embalada pela campanha nas Eliminatórias Europeias.

Sob comando de Steve Clarke, os escoceses buscam mostrar uma equipe mais ofensiva e capaz de competir em igualdade com adversários tradicionais.

O resultado desta partida poderá influenciar diretamente o cenário do grupo do Brasil.

O que está em jogo neste fim de semana

A primeira rodada costuma ser determinante para as pretensões das seleções.

Uma vitória logo na estreia pode encaminhar a classificação para a próxima fase, enquanto um tropeço aumenta a pressão para os jogos seguintes.

No caso do Brasil, o desafio diante de Marrocos representa um dos confrontos mais equilibrados desta etapa inicial do torneio. O adversário africano ocupa posição de destaque no ranking mundial e conta com uma geração experiente, acostumada a disputar grandes competições.

Já partidas como Austrália x Turquia e Catar x Suíça podem indicar quais seleções chegam em condições de surpreender na disputa por vagas nas fases eliminatórias.

Para os torcedores, o sábado oferece uma programação diversificada, com equipes de quatro continentes diferentes em campo e a expectativa pela estreia da Seleção Brasileira na busca pelo hexacampeonato.

Como funciona a fase de grupos da Copa do Mundo 2026

As 48 seleções foram divididas em 12 grupos com quatro equipes cada.

Cada seleção enfrenta os outros integrantes de sua chave em turno único. Ao final das três rodadas:

  • Os dois melhores colocados de cada grupo avançam;
  • Os oito melhores terceiros colocados também seguem na competição;
  • A partir daí começa a fase eliminatória.

O modelo amplia as oportunidades para seleções consideradas emergentes no futebol mundial, como Haiti,

VEJA GUIA COMPLETO DA COPA DO MUNDO 2026 DA TVT NEWS

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Panini lança atualização das figurinhas da Copa do Mundo com Neymar e outros convocados

12 de Junho de 2026, 17:12

A Panini anunciou o lançamento do “Update Set”, pacote de atualização do álbum oficial da Copa do Mundo de 2026 que inclui 120 novas figurinhas com jogadores convocados para o Mundial após o fechamento da versão original da coleção. Entre os destaques está o atacante Neymar, que passa a integrar oficialmente o álbum ao lado de nomes como o goleiro alemão Manuel Neuer e o zagueiro espanhol Pau Cubarsí. Saiba mais na TVT News.

O kit já está em pré-venda no site da editora italiana e custa R$ 119,90. O conjunto é formado por seis cartelas com 20 figurinhas cada, totalizando 120 cromos. Segundo a Panini, a iniciativa busca atualizar a coleção com atletas que garantiram vaga nas listas finais das seleções classificadas para a Copa do Mundo de 2026, mas que não haviam sido incluídos na primeira edição do álbum.

Do total de figurinhas do pacote, 118 correspondem a jogadores convocados que ficaram de fora da coleção original. A atualização permite que os colecionadores substituam atletas que acabaram não sendo chamados para o torneio por nomes que efetivamente disputarão a competição.

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Além de Neymar, o pacote traz outros brasileiros que não estavam na versão inicial do álbum, como o goleiro Weverton, o lateral Alex Sandro e o atacante Igor Thiago. Eles entram no lugar de jogadores que apareciam na coleção original, mas acabaram fora da convocação final da Seleção Brasileira.

Álbum de figurinhas é sucesso

O lançamento ocorre em meio ao sucesso comercial do álbum da Copa de 2026, que já entrou para a história como o maior de todos os Mundiais. A coleção possui 980 figurinhas, superando com folga as 670 da edição do Catar, em 2022, e as 270 da Copa do México, em 1970.

Um levantamento divulgado pela CBN apontou que a Panini acertou 746 dos 864 jogadores retratados na versão original do álbum, o equivalente a 86,34% dos atletas efetivamente convocados pelas 48 seleções participantes. No caso da Seleção Brasileira, o índice de acerto foi de 72%, considerado o pior desempenho da editora em quatro décadas.

Com a chegada do Update Set, os colecionadores terão a oportunidade de deixar o álbum alinhado às listas oficiais das seleções. Diferentemente das figurinhas vendidas em pacotes tradicionais, os novos cromos não estarão disponíveis em bancas de jornal nem nos serviços de entrega. A única forma de obtê-los será por meio da compra do kit complementar.

O lançamento também reacendeu discussões sobre o custo de completar a coleção. Considerando apenas o álbum simples, vendido por R$ 24,90, e a compra hipotética de figurinhas sem repetições, o gasto mínimo seria pouco superior a R$ 1 mil. Na prática, porém, a presença de cromos repetidos eleva significativamente esse valor.

Cálculos baseados na chamada “série harmônica”, conceito matemático utilizado para estimar o esforço necessário para completar conjuntos aleatórios, indicam que um colecionador que tente finalizar sozinho um álbum de 980 espaços precisaria adquirir, em média, cerca de 7.316 figurinhas. Somando o valor do álbum e do kit de atualização, o custo total poderia ultrapassar R$ 7,4 mil.

Apesar dos números expressivos, a tradição de colecionar figurinhas continua mobilizando fãs de futebol ao redor do mundo. Às vésperas da Copa de 2026, encontros de troca reúnem milhares de pessoas e reforçam um hábito que atravessa gerações, agora impulsionado pela possibilidade de atualizar a coleção com os jogadores que estarão em campo no maior Mundial da história.

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Guia para acompanhar a Copa do Mundo 2026

12 de Junho de 2026, 16:59

A Copa do Mundo de 2026 começa nesta quinta-feira (11) e será a maior edição da história do torneio. Pela primeira vez, o Mundial contará com 48 seleções e será disputado em três países-sede: Estados Unidos, México e Canadá. A competição vai até 19 de julho, quando será realizada a final no Estádio MetLife, em Nova York/Nova Jersey. Veja na TVT News calendário dos jogos, horários e onde assistir.

A campanha da Seleção Brasileira estreia no dia 13 de junho contra o Marrocos. Além dos compromissos do Brasil, o torneio reúne 104 partidas distribuídas ao longo de pouco mais de um mês, envolvendo seleções de todos os continentes.

A seguir, confira um guia completo para acompanhar a Copa do Mundo Fifa, com datas, horários, locais dos jogos do Brasil, explicação sobre o formato da competição e informações sobre onde assistir às partidas.

Acompanhe os resultados da Copa

Onde assistir à Copa do Mundo 2026

Os direitos de transmissão da Copa do Mundo no Brasil serão divididos entre diferentes plataformas.

Os jogos poderão ser acompanhados por:

  • Globo (TV aberta)
  • SporTV (TV por assinatura)
  • Globoplay (streaming)
  • ge tv
  • SBT (TV aberta)
  • Cazé TV (YouTube)
  • N Sports (YouTube)

A Cazé TV transmitirá os 104 jogos da competição.

Quando o Brasil estreia na Copa do Mundo?

O Brasil integra o Grupo C e terá pela frente Marrocos, Haiti e Escócia na primeira fase.

As partidas serão disputadas nos Estados Unidos, nas cidades de Nova York/Nova Jersey, Filadélfia e Miami.

Jogos do Brasil na fase de grupos

Brasil x Marrocos

Data: 13 de junho (sábado)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Estádio MetLife – Nova York/Nova Jersey

Brasil x Haiti

Data: 19 de junho (sexta-feira)

Horário: 21h30 (de Brasília)

Local: Lincoln Financial Field – Filadélfia

Escócia x Brasil

Data: 24 de junho (quarta-feira)

Horário: 19h (de Brasília)

Local: Hard Rock Stadium – Miami

A partida contra o Haiti terá um significado histórico para a Seleção Brasileira. Será a primeira vez que as duas equipes se enfrentarão em uma Copa do Mundo. O país caribenho se tornará o 50º adversário diferente do Brasil em Mundiais.

Quais são os mascotes da Copa do Mundo 2026

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota. 

Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

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Como funciona o novo formato da Copa do Mundo?

A edição de 2026 será a primeira com 48 seleções.

O aumento no número de participantes modificou a estrutura da competição.

Agora serão:

  • 12 grupos com quatro seleções cada;
  • Os dois primeiros colocados de cada grupo avançam diretamente;
  • Os oito melhores terceiros colocados também se classificam.

Ao final da fase de grupos, 32 seleções seguirão para a fase eliminatória.

A partir daí, o torneio passa a ser disputado em sistema de mata-mata.

As etapas da Copa serão:

  • Fase de 16-avos de final;
  • Oitavas de final;
  • Quartas de final;
  • Semifinais;
  • Disputa do terceiro lugar;
  • Final.

Possíveis caminhos do Brasil no mata-mata

Caso termine na liderança do Grupo C, o Brasil enfrentará o segundo colocado do Grupo F, formado por Holanda, Japão, Suécia e Tunísia.

Se o Brasil avançar em primeiro lugar

Segunda fase – 29 de junho – 14h – Houston

Oitavas de final – 5 de julho – 17h – Nova York/Nova Jersey

Quartas de final – 11 de julho – 18h – Miami

Semifinal – 15 de julho – 16h – Atlanta

Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey

Se o Brasil avançar em segundo lugar

Segunda fase – 29 de junho – 22h – Monterrey

Oitavas de final – 4 de julho – 14h – Houston

Quartas de final – 9 de julho – 17h – Boston

Semifinal – 14 de julho – 16h – Dallas

Final – 19 de julho – 16h – Nova York/Nova Jersey

Quais são os grupos da Copa do Mundo?

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

Principais datas da Copa do Mundo

Abertura: 11 de junho de 2026 – Estádio Azteca, Cidade do México

Última rodada da fase de grupos: 27 de junho

16-avos de final: 28 de junho a 3 de julho

Oitavas de final: 4 a 7 de julho

Quartas de final: 9 a 11 de julho

Semifinais: 14 e 15 de julho

Disputa do terceiro lugar: 18 de julho – Miami

Final: 19 de julho – Nova York/Nova Jersey

Fase de grupos da Copa

Quinta-feira, 11 de junho

16h00 – México x África do Sul (Grupo A)

23h00 – Coreia do Sul x República Tcheca (Grupo A)

Sexta-feira, 12 de junho

16h00 – Canadá x Bósnia e Herzegovina (Grupo B)

22h00 – Estados Unidos x Paraguai (Grupo D)

Sábado, 13 de junho

16h00 – Catar x Suíça (Grupo B)

19h00 – Brasil x Marrocos (Grupo C)

22h00 – Haiti x Escócia (Grupo C)

Domingo, 14 de junho

14h00 – Alemanha x Curaçao (Grupo E)

17h00 – Holanda x Japão (Grupo F)

20h00 – Costa do Marfim x Equador (Grupo E)

23h00 – Suécia x Tunísia (Grupo F)

Segunda-feira, 15 de junho

13h00 – Espanha x Cabo Verde (Grupo H)

16h00 – Bélgica x Egito (Grupo G)

19h00 – Arábia Saudita x Uruguai (Grupo H)

22h00 – Irã x Nova Zelândia (Grupo G)

Terça-feira, 16 de junho

16h00 – França x Senegal (Grupo I)

19h00 – Iraque x Noruega (Grupo I)

22h00 – Argentina x Argélia (Grupo J)

Quarta-feira, 17 de junho

14h00 – Portugal x República Democrática do Congo (Grupo K)

17h00 – Inglaterra x Croácia (Grupo L)

20h00 – Gana x Panamá (Grupo L)

23h00 – Uzbequistão x Colômbia (Grupo K)

Quinta-feira, 18 de junho

22h00 – México x Coreia do Sul (Grupo A)

13h00 – República Tcheca x África do Sul (Grupo A)

16h00 – Suíça x Bósnia e Herzegovina (Grupo B)

19h00 – Canadá x Catar (Grupo B)

Sexta-feira, 19 de junho

16h00 – Estados Unidos x Austrália (Grupo D)

19h00 – Escócia x Marrocos (Grupo C)

21h30 Brasil x Haiti (Grupo C)

Sábado, 20 de junho

00h00 – Turquia x Paraguai (Grupo D)

14h00 – Holanda x Suécia (Grupo F)

17h00 – Alemanha x Costa do Marfim (Grupo E)

21h00 – Equador x Curaçao (Grupo E)

Domingo, 21 de junho

01h00 – Tunísia x Japão (Grupo F)

13h00 – Espanha x Arábia Saudita (Grupo H)

16h00 – Bélgica x Irã (Grupo G)

19h00 – Uruguai x Cabo Verde (Grupo H)

22h00 – Nova Zelândia x Egito (Grupo G)

Segunda-feira, 22 de junho

14h00 – Argentina x Áustria (Grupo J)

18h00 – França x Iraque (Grupo I)

21h00 – Noruega x Senegal (Grupo I)

Terça-feira, 23 de junho

00h00 – Jordânia x Argélia (Grupo J)

14h00 – Portugal x Uzbequistão (Grupo K)

17h00 – Inglaterra x Gana (Grupo L)

20h00 – Panamá x Croácia (Grupo L)

23h00 – Colômbia x República Democrática do Congo (Grupo K)

Quarta-feira, 24 de junho

16h00 – Suíça x Canadá (Grupo B)

16h00 – Bósnia e Herzegovina x Catar (Grupo B)

19h00 Escócia x Brasil (Grupo C)

19h00 – Marrocos x Haiti (Grupo C)

22h00 – República Tcheca x México (Grupo A)

22h00 – África do Sul x Coreia do Sul (Grupo A)

Quinta-feira, 25 de junho

17h00 – Curaçao x Costa do Marfim (Grupo E)

17h00 – Equador x Alemanha (Grupo E)

20h00 – Japão x Suécia (Grupo F)

20h00 – Tunísia x Holanda (Grupo F)

23h00 – Turquia x Estados Unidos (Grupo D)

23h00 – Paraguai x Austrália (Grupo D)

Sexta-feira, 26 de junho

16h00 – Noruega x França (Grupo I)

16h00 – Senegal x Iraque (Grupo I)

21h00 – Cabo Verde x Arábia Saudita (Grupo H)

21h00 – Uruguai x Espanha (Grupo H)

Sábado, 27 de junho

00h00 – Egito x Irã (Grupo G)

00h00 – Nova Zelândia x Bélgica (Grupo G)

18h00 – Panamá x Inglaterra (Grupo L)

18h00 – Croácia x Gana (Grupo L)

20h30 – Colômbia x Portugal (Grupo K)

20h30 – República Democrática do Congo x Uzbequistão (Grupo K)

23h00 – Argélia x Áustria (Grupo J)

23h00 – Jordânia x Argentina (Grupo J)

Eliminatórias: 16-avos de final

Domingo, 28 de junho

16h00 (Jogo 73) – 2º do Grupo A x 2º do Grupo B

Segunda-feira, 29 de junho

14h00 (Jogo 76) – 1º do Grupo C x 2º do Grupo F

17h30 (Jogo 74) – 1º do Grupo E x 3º dos Grupos A/B/C/D/F

22h00 (Jogo 75) – 1º do Grupo F x 2º do Grupo C

Terça-feira, 30 de junho

14h00 (Jogo 78) – 2º do Grupo E x 2º do Grupo I

18h00 (Jogo 77) – 1º do Grupo I x 3º dos Grupos C/D/F/G/H

22h00 (Jogo 79) – 1º do Grupo A x 3º dos Grupos C/E/F/H/I

Quarta-feira, 1º de julho

13h00 (Jogo 80) – 1º do Grupo L x 3º dos Grupos E/H/I/J/K

17h00 (Jogo 82) – 1º do Grupo G x 3º dos Grupos A/E/H/I/J

21h00 (Jogo 81) – 1º do Grupo D x 3º dos Grupos B/E/F/I/J

Quinta-feira, 2 de julho

16h00 (Jogo 84) – 1º do Grupo H x 2º do Grupo J

20h00 (Jogo 83) – 2º do Grupo K x 2º do Grupo L

Sexta-feira, 3 de julho

00h00 (Jogo 85) – 1º do Grupo B x 3º dos Grupos E/F/G/I/J

15h00 (Jogo 88) – 2º do Grupo D x 2º do Grupo G

19h00 (Jogo 86) – 1º do Grupo J x 2º do Grupo H

22h30 (Jogo 87) – 1º do Grupo K x 3º dos Grupos D/E/I/J/L

Oitavas de Final

Sábado, 4 de julho

14h00 (Jogo 90) – Vencedor do Jogo 73 x Vencedor do Jogo 75

18h00 (Jogo 89) – Vencedor do Jogo 74 x Vencedor do Jogo 77

Domingo, 5 de julho

17h00 (Jogo 91) – Vencedor do Jogo 76 x Vencedor do Jogo 78

21h00 (Jogo 92) –Vencedor do Jogo 79 x Vencedor do Jogo 80

Segunda-feira, 6 de julho

16h00 (Jogo 93) – Vencedor do Jogo 83 x Vencedor do Jogo 84

21h00 (Jogo 94) Vencedor do Jogo 81 x Vencedor do Jogo 82

Terça-feira, 7 de julho

13h00 (Jogo 95) – Vencedor do Jogo 86 x Vencedor do Jogo 88

17h00 (Jogo 96) – Vencedor do Jogo 85 x Vencedor do Jogo 87

Quartas de Final

Quinta-feira, 9 de julho

17h00 (Jogo 97) Vencedor do Jogo 89 x Vencedor do Jogo 90

Sexta-feira, 10 de julho

16h00 (Jogo 98) – Vencedor do Jogo 93 x Vencedor do Jogo 94

Sábado, 11 de julho

18h00 (Jogo 99) – Vencedor do Jogo 91 x Vencedor do Jogo 92

22h00 (Jogo 100) – Vencedor do Jogo 95 x Vencedor do Jogo 96

Semifinais

Terça-feira, 14 de julho

16h00 (Jogo 101) – Vencedor do Jogo 97 x Vencedor do Jogo 98

Quarta-feira, 15 de julho

16h00 (Jogo 102) – Vencedor do Jogo 99 x Vencedor do Jogo 100

Jogo de disputa pelo terceiro lugar

Sábado, 18 de julho

18h00 (Jogo 103) – Perdedor do Jogo 101 x Perdedor do Jogo 102

Final

Domingo, 19 de julho

16h00 (Jogo 104) – Vencedor do Jogo 101 x Vencedor do Jogo 102, Nova York/Nova Jersey

Copa reúne seleções de todos os continentes

A edição de 2026 da Copa do Mundo marca uma ampliação significativa da presença de países da África, Ásia, Caribe e Oriente Médio. Além de seleções tradicionais como Brasil, Alemanha, Argentina, França e Inglaterra, o torneio contará com equipes como Haiti, Cabo Verde, Jordânia, Curaçao, Uzbequistão e República Democrática do Congo.

O novo formato da Copa amplia a representatividade global do Mundial e oferece mais oportunidades para seleções que historicamente encontravam dificuldades para conquistar uma vaga na competição.

Com mais jogos, mais países participantes e partidas distribuídas por três nações-sede, a Copa do Mundo de 2026 promete movimentar torcedores durante mais de um mês. Para os brasileiros, o foco inicial estará nos compromissos da Seleção contra Marrocos, Haiti e Escócia, que definirão o caminho do Brasil na busca por mais um título mundial.

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Conheça os mascotes para a Copa do Mundo da Fifa 2026

12 de Junho de 2026, 16:33

A Federação Internacional de Futebol (FIFA) apresentou os três mascotes da Copa do Mundo de 2026. A competição é realizada em três países (Estados Unidos, Canadá e México) e cada um dos mascotes homenageia uma nação-sede. Veja os mascotes da Copa 2026 com a TVT News.

Quais são os mascotes da Copa do Mundo 2026

“Maple, o alce (Canadá), Zayu, a onça-pintada (México) e Clutch, a águia-americana (Estados Unidos) foram cuidadosamente desenvolvidos para refletir a vibrante cultura, a herança e o espírito de seus respectivos países, unindo-se para simbolizar a unidade, a diversidade e a paixão compartilhada pelo esporte”, informou a federação, em nota. 

A Copa do Mundo de 2026 é a 16ª edição consecutiva a contar com um mascote, um símbolo do torneio que já teve inspirações humanas, artísticas, em animais e frutas e até etéreas ao longo da história.

Esta é a primeira vez que um Mundial vai contar com três sedes – até então, com a exceção de Japão e Coreia do Sul em 2002, todas foram disputadas em apenas um país.

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Maple, Zayu e Clutch são símbolos do Canadá, México e Estados Unidos, países-sede do mundial. Foto: FIFA

Acompanhe os resultados da Copa do Mundo 2026

Conheça cada um dos mascotes da Copa do Mundo

Maple, o alce: é um goleiro dedicado. Nasceu para viajar, passando por todas as províncias e territórios do Canadá, conectando-se com as pessoas e abraçando a rica cultura do país. Com um talento especial para fazer defesas lendárias e um coração cheio de força, Maple combina histórias sem fim com um talento inabalável.

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Maple, o alce, mascote da Copa do Mundo de 2026. Foto: FIFA

Zayu, a onça-pintada: é um atacante engenhoso e ágil que intimida os defensores. Nasceu das selvas do sul do México e personifica a rica herança e o espírito vibrante do país. Fora de campo, Zayu abraça a cultura mexicana por meio da dança, da comida e da tradição, unindo pessoas através das fronteiras com paixão. 

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Onça-pintada representará o México. Foto: FIFA

Clutch, a águia-americana: é um grande meio-campista. Possui uma sede insaciável por aventura, voando pelos Estados Unidos e abraçando cada cultura e momento com curiosidade e otimismo. Destemido em campo e inspirador fora dele, Clutch lidera pela ação — mobilizando companheiros de equipe, elevando o ânimo e transformando desafios em oportunidades de ascensão. 

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Águia será mascote dos Estados Unidos. Foto: FIFA

Mascotes da Copa do Mundo 2026 para colorir

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Versão para colorir dos mascotes da Copa do Mundo FIFA 2026. Imagem: Reprodução / FIFA

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa do Mundo 2026:

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;

  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;

  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – 19h – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – 21h30 –  Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – 19h – Escócia x Brasil

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

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Falta 1 dia para a Copa e as laterais são uma dor de cabeça para a seleção brasileira

9 de Junho de 2026, 16:14

poucos dias da estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo, o técnico Ancelotti ainda não definiu o time para enfrentar o Marrocos. Leia em TVT News.

Laterais: uma dor de cabeça para Ancelotti na Seleção

Da AFP em Morristown, Estados Unidos, centro de treinamento da Seleção Brasileira

Carlo Ancelotti tem uma dor de cabeça na missão de conquistar o hexa para o Brasil na Copa do Mundo de 2026: a escassez de laterais de qualidade, uma posição que, durante décadas, foi a marca registrada Seleção.

O técnico italiano testou 24 jogadores nessa posição desde que assumiu o cargo, há um ano, segundo levantamento do site Globo Esporte.

No último sábado, a exatamente uma semana da estreia contra o Marrocos no Grupo C, Ancelotti perdeu por lesão o jogador que mais se aproximava das características que fizeram do Brasil uma referência nessa faixa do campo: Wesley.

“Todo mundo sabe, falta o que nunca faltou: os laterais. O Brasil tinha laterais fantásticos, agora há um pouco de carência”, disse o treinador em entrevista em março.

No entanto, Ancelotti destacou a aparição de um jogador na posição: “O jovem Wesley, que está jogando muito bem na Roma”.

Mas o lateral-direito de 22 anos sofreu uma lesão muscular na coxa esquerda no amistoso contra o Egito (vitória por 2 a 1) no sábado e foi cortado. Ele será o quarto desfalque do Brasil rumo ao Mundial, depois das baixas de Rodrygo, Estêvão e Éder Militão.

copa-do-mundo-selecao-brasileira-brasil
Ederson é convocado por Ancelotti no lugar de Wesley, que se lesionou no amistoso de sábado – Reprodução/Redes Sociais

Quanto falta para a Copa do Mundo

Copa do Mundo 2026

Faltam

dias
para a abertura da Copa
00
Horas
00
Minutos
00
Segundos
11/06/2026
16h
Abertura
Contagem regressiva atualizada em tempo real para a Copa do Mundo 2026

“Característica única”

Nascido em Açailândia, no Maranhão, Wesley começou a carreira no Tubarão de Santa Catarina e se destacou em sua passagem pelo Flamengo por ser um jogador de força tanto no ataque quanto na defesa, até chamar a atenção da Roma, que o contratou em julho de 2025.

“Ele tem uma característica única no nosso time”, disse o capitão Marquinhos, antes do anúncio do corte.

Sua ausência deixa a Seleção sem um lateral com vocação ofensiva, já que Ancelotti convocou o volante Éderson, da Atalanta, para substituí-lo.

O Brasil iniciará no sábado, em East Rutherford, Nova Jersey, sua busca pelo hexa com três laterais de ofício: Douglas Santos e Alex Sandro pela esquerda e Danilo pela direita.

Bremer e Ibañez podem fazer a dupla função na lateral-direita, mas a Seleção perderia força ofensiva. O mesmo vale caso o escolhido para a posição seja Danilo, que costuma ser escalado como zagueiro no Flamengo.

“Eu posso fazer outras coisas, dar o passe limpo, vir por dentro, mas a característica é muito diferente” em relação a Wesley, declarou o ex-jogador de Juventus, Manchester City e Real Madrid.

Efeito Guardiola

Analistas atribuem a escassez de jogadores nessa posição à saída precoce de talentos para a Europa, o que os impede de receber o treinamento adequado dentro da escola brasileira.

Ancelotti não é o único treinador da Seleção a ter dores de cabeça com as laterais.

Na Copa de 2022, quando o Brasil foi eliminado pela Croácia nas quartas de final, Tite apostou no zagueiro Éder Militão na direita após a lesão de Danilo. Ele também tinha como opções Bremer e Daniel Alves, então com 39 anos.

Com os problemas físicos de Alex Sandro e Alex Telles, a solução foi recorrer à versatilidade do recuperado Danilo para cobrir o lado esquerdo nas oitavas e nas quartas de final.

Tite foi forçado a reorganizar suas peças, mas no futebol moderno é comum os treinadores escalarem, por convicção, zagueiros ou laterais com o lado invertido para ocuparem essa faixa do campo.

Foi o que fizeram Pep Guardiola, no City, e Mikel Arteta, no Arsenal, campeão inglês nesta temporada.

“Essa posição foi mudando gradualmente devido à influência de treinadores como Guardiola”, disse em entrevista à BBC em 2023 o ex-lateral alemão Philipp Lahm, que trabalhou com o técnico catalão no Bayern de Munique.

“Ao defender, trata-se de deixar o mínimo de espaço possível ao adversário, cobrindo e ocupando um grande terreno. Ao atacar, trata-se de aproveitar o espaço, criando o máximo de oportunidades para os companheiros”.

© Agence France-Presse

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. O Brasil está no grupo C na disputa pelo hexa na Copa do Mundo e enfrenta Marrocos, Escócia e Haiti.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e República Tcheca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;

  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;

  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

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Grupos da Copa do Mundo FIFA 2026

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I.A. na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda

6 de Junho de 2026, 15:00

A FIFA apresentou um conjunto de novas tecnologias baseadas em inteligência artificial que serão utilizadas na Copa do Mundo de 2026.

As ferramentas foram reveladas durante o Lenovo Tech World 2026 e têm como objetivo ampliar a precisão da arbitragem, oferecer análises avançadas às seleções e criar novas formas de interação para os torcedores durante o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

Leia mais:

I.A. chega ao centro das decisões dentro e fora de campo

De acordo com a FIFA, entre as principais novidades está o Football AI Pro, uma plataforma de inteligência artificial desenvolvida para auxiliar as 48 seleções participantes da competição.

A ferramenta foi criada para processar uma enorme quantidade de informações sobre partidas e jogadores, transformando dados em análises que podem ser consultadas por técnicos e comissões técnicas.

Segundo a FIFA, o sistema foi projetado para reduzir diferenças entre equipes com estruturas distintas. Na prática, seleções com menor acesso a departamentos avançados de análise poderão utilizar os mesmos recursos tecnológicos disponíveis para as principais potências do futebol mundial.

O sistema reúne informações em formatos variados, incluindo textos, vídeos, gráficos e modelos tridimensionais. O acesso poderá ser feito em diferentes idiomas antes e depois dos jogos.

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Tecnologia de impedimento ganha versão mais avançada

Outra inovação apresentada envolve a evolução do sistema semiautomático de detecção de impedimentos.

Para a Copa de 2026, os jogadores passarão por um escaneamento corporal digital capaz de criar avatares tridimensionais altamente precisos.

Os modelos serão utilizados para identificar movimentos e posicionamentos dos atletas com maior eficiência, inclusive em situações de velocidade elevada ou quando houver bloqueio parcial da visão das câmeras.

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Além de auxiliar a arbitragem, a tecnologia também terá função visual. As reconstruções em 3D poderão ser exibidas durante as transmissões para ajudar o público a compreender as decisões relacionadas aos lances de impedimento.

Nova câmera do árbitro promete imagens mais estáveis

A FIFA também anunciou uma atualização da chamada Visão do Árbitro, tecnologia que mostra ao público a perspectiva do juiz durante a partida.

A nova versão utiliza inteligência artificial para estabilizar automaticamente as imagens captadas pela câmera acoplada ao árbitro.

O recurso reduz tremores e borrões causados pela movimentação intensa em campo, permitindo uma visualização mais clara das jogadas.

Thank you to @FIFAcom President Gianni Infantino for joining me on stage at Lenovo Tech World to explain how Lenovo AI is enabling a smarter, more inclusive, and more immersive football experience for the FIFA World Cup 2026. #CES2026

🔗: https://t.co/kDCsvLyerL pic.twitter.com/5trlZA7rrX

— Yuanqing Yang (@YuanqingYang) January 8, 2026

A expectativa é que a ferramenta aumente a transparência das decisões e aproxime os torcedores da dinâmica do jogo.

Copa de 2026 será vitrine para o futuro do futebol

Para a FIFA, as novas soluções representam um passo importante no processo de modernização do esporte.

A entidade afirma que o uso da inteligência artificial não se limitará à arbitragem, mas também servirá para ampliar o acesso a dados, melhorar o desempenho das equipes e oferecer experiências mais imersivas aos torcedores.

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Com 48 seleções e 104 partidas programadas, a Copa do Mundo de 2026 será a maior da história do torneio e deve funcionar como um grande laboratório para tecnologias que poderão se tornar parte permanente do futebol nos próximos anos.

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Seleção atropela Panamá por 6 a 2, ilude torcida e amplia invencibilidade histórica

31 de Maio de 2026, 20:27
Brasil durante partida contra Panamá na Copa do Mundo 2026. Imagem: reprodução

A Seleção Brasileira goleou o Panamá por 6 a 2 neste domingo (31), no Maracanã, no último compromisso antes da viagem para a Copa do Mundo. A equipe de Carlo Ancelotti abriu o placar logo no início, com Vini Jr., e depois transformou a partida em goleada com uma sequência ofensiva forte no segundo tempo.

O Brasil construiu a vantagem em dez minutos depois do intervalo. Rayan aproveitou erro na saída panamenha e marcou por cobertura. Na sequência, Lucas Paquetá completou jogada coletiva para ampliar. Pouco depois, Igor Thiago sofreu pênalti, cobrou e fez mais um para a Seleção. Danilo fechou o placar aos 80 minutos de jogo.

Primeiro gol do Rayan com a camisa da seleção brasileira!

📽️@tvglobo / @geglobo pic.twitter.com/fLsfzS2lis

— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) May 31, 2026

🚨 Lucas Paquetá makes it four at 60′

🇧🇷 Brazil 4-1 Panama 🇵🇦pic.twitter.com/EiDFBUIIDz

— Goals Xtra (@GoalsXtra) May 31, 2026

O resultado manteve a invencibilidade brasileira contra o Panamá. Antes do amistoso deste domingo, as seleções haviam se enfrentado cinco vezes, com quatro vitórias do Brasil e um empate. O retrospecto tinha 17 gols brasileiros e apenas um panamenho.

O primeiro encontro ocorreu em 1952, no Campeonato Pan-Americano, em Santiago, quando o Brasil venceu por 5 a 0 e depois conquistou o título. Em 2001, na Arena da Baixada, a Seleção repetiu o placar em amistoso, com gols de Edílson, Alex, Euller, Juninho Paulista e Roberto Carlos.

Às vésperas da Copa de 2014, o Panamá voltou a servir como teste final. No Serra Dourada, em Goiânia, o Brasil venceu por 4 a 0, com gols de Neymar, Daniel Alves, Hulk e Willian. Em 2016, em Denver, nos Estados Unidos, Jonas e Gabriel Barbosa marcaram na vitória por 2 a 0.

O único tropeço brasileiro no confronto havia sido em março de 2019, no Estádio do Dragão, no Porto, em Portugal, quando as equipes empataram por 1 a 1. Lucas Paquetá marcou naquele jogo seu primeiro gol pela Seleção.

Depois da goleada no Maracanã, a delegação brasileira segue para os Estados Unidos, onde fará a preparação final para a Copa do Mundo. A vitória reforça o domínio histórico sobre o Panamá e encerra a fase de testes da Seleção em clima positivo.

VÍDEO: Belo e Alcione se atrapalham durante o hino no jogo do Brasil e viram piada nas redes

31 de Maio de 2026, 20:01
Belo e Alcione durante abertura do primeiro jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026. Imagem: reprodução

O amistoso entre Brasil e Panamá, disputado neste domingo (31), no Maracanã, teve repercussão antes mesmo de a bola rolar. Convidados para cantar o hino nacional, Belo e Alcione tiveram dificuldades para acompanhar o ritmo dos instrumentos no estádio.

Em alguns momentos, as vozes dos artistas ficaram desencontradas em relação ao acompanhamento musical. Também foi possível notar que Belo se confundiu com parte da letra durante a apresentação.

O problema ocorreu quando os instrumentos deixaram de acompanhar os cantores. A partir daí, Belo e Alcione seguiram a execução a capela até o fim. O episódio repercutiu rapidamente nas redes sociais durante a transmissão do amistoso.

Gente! Quem teve a brilhante ideia de colocar o Belo e a Alcione pra cantar o hino nacional? ? ?

Geralmente nunca dar certo isso… É colocar a nossa marrom pra pagar um mico desnecessário! pic.twitter.com/UT4AJeK4fq

— Cássio Oliveira (@cassioolivveira) May 31, 2026

Belo e Alcione errando o hino nacional. O Brasil é sensacional KKKKKK

— Pedro Maranhão (@PedroMaranhao13) May 31, 2026

cortaram a música do hino nacional pq o belo e a alcione não estavam cantando no ritmo KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK ai que país especial é o brasil

— j̶ ̶u̶ ̶l̶ ̶i̶ ̶a̶ = (@jotauelleia) May 31, 2026

Eu acho que o Belo e a Alcione não sabiam cantar o hino nacional.

O que aconteceu aqui KKKKKKKKKKKK

Meu Deus.

pic.twitter.com/4wEawAC71K

— REAL MIL GRAU (@realmilgrauu) May 31, 2026

A ALCIONE E O BELO NÃO SABEM A LETRA DO HINO

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHHAHHAHAHAHHAHAHAHA

— Broca (@alexcrfla) May 31, 2026

A seleção entrou em campo ainda sem alguns atletas convocados para a Copa do Mundo, entre eles Marquinhos, Gabriel Magalhães, Gabriel Martinelli e Neymar, que seguem em recuperação de lesão ou disputam competições por seus clubes.

Após o jogo, a delegação brasileira seguirá para os Estados Unidos, onde fará a preparação final para o Mundial no Columbia Park Training Center, em Morristown, perto de Nova York. Antes da estreia, o Brasil ainda enfrentará o Egito em amistoso no próximo sábado (6).

Senegal “sonha grande” na Copa do Mundo com lista liderada por Mané

21 de Maio de 2026, 15:38

Confira a lista de convocados da seleção de Senegal para a Copa do Mundo com a TVT News.


O Senegal “sonha grande” na Copa do Mundo da América do Norte 2026 com sua pré-lista de 28 jogadores, liderada pela estrela Sadio Mané, declarou o técnico da equipe, Pape Thiaw, nesta quinta-feira (21).

Além de Mané, de 34 anos, atual jogador do Al Nassr após passagens de sucesso por Liverpool e Bayern de Munique, aparecem outros nomes de destaque como o goleiro Édouard Mendy e o capitão Kalidou Koulibaly, que não joga desde 8 de abril devido a uma lesão na coxa.

“É um grupo equilibrado e bem pensado para responder às exigências desta Copa do Mundo, que é uma competição intensa”, declarou o treinador em entrevista coletiva em Dacar.

Sua lista de 28 jogadores será reduzida para 26 antes da competição, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho em Estados Unidos, México e Canadá.

O Senegal conquistou em janeiro a Copa Africana de Nações (CAN), posteriormente sendo destituído do título nos tribunais, em benefício de seu adversário da final, o Marrocos.

Na Copa do Mundo, os ‘Leões de Teranga’ estão no Grupo I, ao lado de França, Noruega e Iraque.

Lista de 28 jogadores do Senegal para a Copa do Mundo de 2026

Goleiros (3): Édouard Mendy (Al Ahli/ASA), Mory Diaw (Le Havre/FRA), Yehvann Diouf (Nice/FRA)

Defensores (9): Kalidou Koulibaly (Al Hilal/ASA), Abdoulaye Seck (Maccabi Haifa/ISR), Moussa Niakhaté (Lyon/FRA), Ismail Jakobs (Galatasaray/TUR, Mamadou Sarr (Strasbourg/FRA), Antoine Mendy (Nice/FRA), Ilay Camara (Anderlecht/BEL), El Hadji Malick Diouf (West Ham/ING), Krépin Diatta (Monaco/FRA), Moustapha Mbow (Paris FC/FRA)

Meio-campistas (6): Idrissa Gana Gueye (Everton/ING), Pape Matar Sarr (Tottenham/ING), Pathé Ciss (Rayo Vallecano/ESP), Pape Gueye (Villarreal/ESP), Lamine Camara (Monaco/FRA), Habib Diarra (Sunderland/ING), Bara Sapoko Ndiaye (Bayern de Munique/ALE)

Atacantes (10): Sadio Mané (Al Nassr/ASA), Bamba Dieng (Lorient/FRA), Nicolas Jackson (Bayern de Munique/ALE), Iliman Ndiaye (Everton/ING), Ismaïla Sarr (Crystal Palace/ING), Chérif Ndiaye (Samsunspor/TUR), Cheikh Sabaly (Metz/FRA), Ibrahima Mbaye (PSG/FRA), Assane Diao (Como/ITA)

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O atacante senegalês número 10, Sadio Mané, comemora seu gol com o atacante senegalês número 13, Iliman Ndiaye, durante a partida de futebol da semifinal da Copa Africana de Nações (CAN) entre Senegal e Egito, no Estádio Grand, em Tânger, em 14 de janeiro de 2026. (Foto de SEBASTIEN BOZON / AFP)

© Agence France-Presse

Senegal é uma das 8 seleções que falam francês na Copa do Mundo

Na Copa do Mundo FIFA de 2026, o francês aparece como uma das línguas mais presentes entre as seleções classificadas. Ao lado do espanhol e do árabe, o idioma ocupa a segunda posição em número de países, com oito nações que o adotam como língua oficial — um dado que conecta futebol, história e geopolítica.

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Quais países falam francês na Copa do Mundo

São oito as seleções presentes na Copa do Mundo de 2026 que reconhecem o francês como idioma oficial: FrançaBélgicaSuíçaCanadáHaitiSenegalCosta do Marfim e República Democrática do Congo.

França: uma das favoritas ao título; a França tenta acertar as contas com o passado colonial;

Bélgica: os diabos vermelhos têm o francês como idioma oficial e predominante em regiões como a Valônia e na capital, Bruxelas;

Suíça: o país onde a sede da FIFA está localizada adota o francês como um de seus quatro idiomas oficiais.

Canadá: coanfitrião da Copa, mantém o francês como língua oficial, sendo o idioma principal da província do Quebec.

Haiti: de volta à Copa do Mundo, o representante caribenho fala francês e o crioulo haitiano;

Senegal: potência do futebol africano, os Leões de Teranga utilizam o francês como língua oficial e são os atuais campeões da África;

Costa do Marfim: nação da África Ocidental onde o francês é o idioma da administração e do ensino, os elefantes querem chegar mais longe em 2026;

República Democrática do Congo (RD Congo): o país com a maior população que fala francês no mundo, superando a própria França em número de habitantes que utilizam o idioma.

O caminho dos países que falam francês até a Copa

O processo de classificação (as eliminatórias) exigiu estratégias diferentes para cada uma dessas oitos nações. Veja como os países que falam francês se classificaram para a Copa:

  • Canadá: a seleção garantiu sua presença de forma automática por ser um dos três países-sede do torneio, junto com Estados Unidos e México.
  • França, Bélgica e Suíça: o trio europeu assegurou as vagas enfrentando as tradicionais e rigorosas eliminatórias da UEFA. Franceses e belgas, com elencos recheados de estrelas mundiais, passaram sem grandes sustos, enquanto a Suíça manteve sua consistência tática habitual para carimbar o passaporte.
  • Haiti: o representante do Caribe teve que superar as complexas fases das eliminatórias da CONCACAF, mostrando superação e garantindo a vaga e contando com a vantagem de EUA, Canadá e México já estarem classificados.
  • Senegal, Costa do Marfim e RD Congo: as eliminatórias da África (CAF) são, historicamente, um dos mais duros do mundo devido ao equilíbrio físico e técnico das equipes. Senegal confirmou seu favoritismo regional, a Costa do Marfim impôs sua força tradicional e a RD Congo alcançou a vaga ao vencer a Jamaica na repescagem mundial.

As chances dos países que falam francês na Copa do Mundo

Com os grupos já definidos, o sorteio da Copa do Mundo de 2026 estabeleceu confrontos de alto nível. Algumas chaves, inclusive, promoverão o encontro direto entre nações que falam francês.

Saiba quais são os grupos destes países na Copa e quais os confrontos:

  • Grupo B (Canadá e Suíça): Logo na primeira fase, teremos um duelo direto no idioma. O Canadá, jogando em casa, e a Suíça medem forças em uma chave que também conta com a Bósnia e o Catar. A Suíça tem o favoritismo pela experiência europeia, mas o Canadá conta com o apoio local para avançar.
  • Grupo C (Haiti): A seleção haitiana terá um desafio gigante pela frente. No grupo C, os haitianos terão pela frente o Brasil, além de Marrocos (onde o francês também é amplamente falado nos negócios) e Escócia.
  • Grupo E (Costa do Marfim): Os marfinenses precisarão de força máxima, pois caíram na chave encabeçada pela Alemanha. Os confrontos contra Equador e Curaçao definirão as reais possibilidades de classificação da equipe africana.
  • Grupo G (Bélgica): A talentosa geração belga entra como cabeça de chave e grande favorita do grupo. A equipe europeia disputará a liderança contra Egito, Irã e Nova Zelândia, com altas expectativas de chegar longe no mata-mata.
  • Grupo I (França e Senegal): Este é um dos grupos mais aguardados do torneio. A França, bicampeã mundial e uma das francas favoritas ao título de 2026, reencontrará o Senegal. O duelo revive a partida de abertura de 2002, quando os senegaleses chocaram o mundo ao derrotar a ex-metrópole. Iraque e Noruega completam a chave.
  • Grupo K (RD Congo): O retorno da República Democrática do Congo ao mundial os coloca de frente com Portugal, Colômbia e Uzbequistão. É um grupo bastante técnico, no qual os africanos buscarão ser a grande surpresa.

Se contar as línguas usadas na administração e nos negócios, a Copa do Mundo tem 11 países que falam francês

Embora o árabe seja a língua oficial do Magrebe, a influência francesa no Norte da África é vasta devido ao passado colonial.

No Marrocos, na Argélia e na Tunísia, o francês não é o idioma constitucional, mas é a língua franca utilizada nos negócios, na diplomacia, no ensino superior e na administração pública. Se considerarmos esses três países na contagem de influência, o francês saltaria para 11 representantes, tornando-se, na prática, o idioma mais presente entre as delegações da Copa do Mundo, superando até mesmo o inglês.

Qual a origem do francês?

O francês é uma língua românica, originada do latim vulgar levado pelos exércitos romanos para a região da Gália (atual França) há mais de dois mil anos. Com a queda do Império Romano, o latim local se misturou a dialetos de tribos germânicas, como os francos — de onde deriva o nome do país e da língua.

Durante a Idade Média, o francês se dividiu em diversos dialetos, mas a variante falada em Paris acabou se tornando o padrão oficial com o passar dos séculos.

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Foto: Ricardo Stuckert / PR

No século XVII, o francês se consolidou como a língua da aristocracia e da diplomacia na Europa, posição que manteve até o início do século XX, quando o inglês passou a ganhar terreno no cenário internacional.

Colonialismo levou o francês para a África e Américas

A presença do francês em países como Senegal, RD Congo e Haiti não é um fenômeno natural, mas o resultado de um processo agressivo de expansão imperialista iniciado no século XVII. A França estabeleceu colônias para a extração de riquezas e o controle de rotas comerciais, impondo seu idioma como ferramenta de controle administrativo e apagamento das línguas nativas.

França, de um lado o iluminismo, do outro um país escravocrata que enriqueceu à custa da exploração dos africanos

Há uma contradição histórica profunda na trajetória francesa. Enquanto o país produzia os filósofos do Iluminismo, que defendiam a “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”, o Estado francês operava um sistema de escravidão em larga escala em suas colônias. A riqueza que construiu os palácios de Paris e financiou o desenvolvimento industrial francês foi, em grande parte, gerada pelo trabalho forçado de milhões de africanos nas plantações de açúcar e café das Antilhas e pela extração mineral em solo africano.

Antilhanos e africanos

Nas Américas, a presença francesa é marcada pelo Haiti e pelos departamentos ultramarinos, como a Guiana Francesa. O Haiti foi a primeira nação das Américas a abolir a escravidão após uma revolução liderada por negros escravizados que derrotou o exército de Napoleão Bonaparte.

Já no continente africano, a língua francesa é o resultado de uma ocupação que durou até meados do século XX.

Entender a presença do francês nessas oito nações exige um olhar atento para a história. Na Europa, o francês divide o protagonismo em países vizinhos.

Na América do Norte, o Canadá sustenta o francês como língua oficial ao lado do inglês para garantir a preservação da forte identidade da província do Quebec, uma herança direta dos primeiros assentamentos europeus no território.

No entanto, quando olhamos para o Haiti e para o continente africano (Senegal, Costa do Marfim e RD Congo), a adoção do idioma escancara as feridas do colonialismo.

A partir do século XVII, a França e a Bélgica (no caso específico do Congo) estabeleceram um domínio violento sobre territórios ultramarinos. O francês foi imposto como ferramenta de dominação administrativa, educacional e comercial, operando muitas vezes em um sistema escravocrata ou de extrema exploração do trabalho e dos recursos naturais.

Na África contemporânea, o idioma da antiga metrópole acabou sendo mantido após os processos de independência no século XX, servindo hoje como uma língua franca para unificar internamente países que possuem dezenas de etnias e dialetos nativos diferentes.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Ranking das línguas mais faladas na Copa do Mundo

Considerando o status de língua oficial ou o idioma majoritário de comunicação de cada nação classificada, este é o ranking dos idiomas mais presentes na Copa do Mundo da FIFA 2026:

PosiçãoIdiomaNúmero de PaísesPaíses Representantes
Inglês9África do Sul, Canadá, Escócia, Estados Unidos, Austrália, Curaçao, Nova Zelândia, Inglaterra, Gana
Espanhol8México, Paraguai, Equador, Espanha, Uruguai, Argentina, Colômbia, Panamá
Francês8Canadá, Suíça, Haiti, Costa do Marfim, Bélgica, França, Senegal, RD Congo
Árabe8Catar, Marrocos, Tunísia, Egito, Arábia Saudita, Iraque, Argélia, Jordânia
Alemão4Suíça, Alemanha, Bélgica, Áustria
Holandês3Curaçao, Holanda, Bélgica
Português3Brasil, Cabo Verde, Portugal
Croata2Bósnia, Croácia

Em países com mais de um idioma oficial, foi considerado o idioma predominante na comunicação nacional.

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;

  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;

  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;

  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;

  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;

  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;

  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;

  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;

  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

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Álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 serão vendidos nas lotéricas da Caixa

27 de Abril de 2026, 19:26

A febre do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 está para começar. E para facilitar a venda em todos os cantos do país, a rede lotérica da Caixa também fará vendas de álbum e figurinhas. Leia em TVT News.

Onde comprar álbum e figurinhas da Copa do Mundo: lotéricas da Caixa farão vendas

​O maior torneio de futebol do mundo começa em 11 de junho de 2026, mas os amantes do esporte já podem viver a magia do mundial por meio das figurinhas colecionáveis da Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2026.

Neste ano, as unidades lotéricas da Caixa passam a integrar oficialmente a venda do álbum e das figurinhas da Copa, reforçando sua presença no cotidiano dos brasileiros e conectando colecionadores de todas as regiões do país. A partir de quinta-feira (30), o álbum e as figurinhas estarão disponíveis para compra nas lotéricas cadastradas como ponto de venda oficial, conforme a disponibilidade de estoque.

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Cada pacote com 7 figurinhas custa R$ 7 e o álbum avulso R$ 24,90. Para completar todo o álbum são necessárias 980 figurinhas, sendo 68 dessas especiais em papel metalizado.   

Atenção, criançada

Em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o atendimento e a comercialização do álbum e das figurinhas nas lotéricas são restritos a maiores de 18 anos, vedada a venda direta a crianças e adolescentes neste canal.

Capilaridade da Caixa para álbum e figurinhas da Copa chegarem a todas e todos

Com cerca de 13 mil unidades, as lotéricas são a maior rede de atendimento física da CAIXA e levam conveniência e atendimento próximo a mais de 95% dos municípios brasileiros.  

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Lotérias cadastradas podeão vender figurinhas da Copa do Mundo. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Quanto custa o álbum da Copa do Mundo

Os preços de lançamento definidos para os álbuns variam conforme o acabamento escolhido pelo torcedor:

  • Capa brochura: R$ 24,90
  • Capa dura: R$ 75,90
  • Capa dura ouro ou prata: R$ 79,90

Qual o valor das figurinhas da Copa do Mundo

O custo das figurinhas também requer planejamento financeiro. Cada envelope chega às bancas pelo valor de R$ 7,00 e contém 7 figurinhas,

Versões do álbum de figurinhas da Copa do Mundo

Para quem deseja iniciar a jornada, as opções de álbuns atendem a diferentes perfis de colecionadores:

  • Brochura (tradicional): R$ 24,90
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Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo cartão – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura: R$ 74,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura Especial (Prateado ou Dourado): R$ 79,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura especial – Foto: Divulgação/Panini
  • Box Luva Premium Taça: R$ 359,90 (exclusivo para o site da Panini)
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo box – Foto: Divulgação/Panini

Quanto vou gastar para completar o álbum da Copa do Mundo?

Perfil de colecionadorPacotes necessáriosCusto por pacoteGasto com figurinhas
Solitário~1.463R$ 7,00R$ 10.241,00
Social com muita sorte (poucas repetidas)~300R$ 7,00R$ 2.100,00
Social (trocas)~400R$ 7,00R$ 2.800,00

Quanto deve custar para preencher o álbum da Copa do Mundo

Na teoria, completar o álbum parece simples: são 980 figurinhas, distribuídas em pacotes com 7 unidades, vendidos a R$ 7,00. Em um cenário ideal, sem repetições, seriam necessários 140 pacotes — o que daria R$ 980,00 em figurinhas.

Mas a prática é bem diferente.

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Panni já abriu a pré-venda do álbum da Copa. Reprodução: Panini

O Cálculo Matemático da “Sorte”

À medida que o álbum começa a ser preenchido, a chance de tirar figurinhas repetidas cresce rapidamente. No início, quase todas as figurinhas são novas. Porém, depois de metade do álbum completo, a probabilidade de repetição aumenta de forma significativa. Nos estágios finais, é comum abrir um pacote inteiro sem conseguir sequer uma figurinha inédita.

Esse fenômeno acontece porque o número de figurinhas que ainda faltam diminui, enquanto o universo total (as 980 possíveis) permanece o mesmo. Em termos simples: quanto mais completo o álbum, mais difícil encontrar o que falta.

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Com 48 seleções, o número de figurinhas aumentou consideravelmente. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Na prática, isso significa que o custo real costuma ser bem maior do que o cálculo inicial. Estimativas entre colecionadores indicam que, sem trocas, o gasto pode facilmente dobrar — chegando ou até ultrapassando R$ 2.000 ao longo do tempo, dependendo da sorte.

Somando o valor do álbum, o investimento total pode ficar em:

  • Mais de R$ 2.024,90 (com álbum brochura)
  • Mais de R$ 2.075,90 (com álbum capa dura)
  • Mais de R$ 2.079,90 (com álbum capa especial)

Como gastar menos para completar o álbum da Copa do Mundo?

  1. O “Combo” de Lançamento: Geralmente, as editoras lançam kits com o álbum de capa dura e uma caixa de 80 a 100 pacotes com desconto. Este é o melhor ponto de partida.
  2. Trocas 1:1: Ao trocar uma figurinha repetida por uma que você não tem, você economiza o valor unitário do cromo (R$ 1,00 cada).
  3. Compra de figurinha avulsa: No final da Copa, a própria editora costuma vender as figurinhas faltantes. O preço unitário é maior que no pacote, mas é muito mais barato do que tentar a sorte em envelopes aleatórios.
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Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum da Copa do Mundo. Foto:
Rovena Rosa/Agência Brasil

Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum

Para quem deseja economizar e agilizar a conclusão da coleção, a interação social é a ferramenta mais eficaz. O hábito de trocar as figurinhas repetidas em praças, shoppings e escolas reduz a dependência da sorte ao abrir novos pacotes.

  • Pontos de encontro: Tradicionalmente, bancas de jornais tornam-se “hubs” de negociação nos finais de semana.
  • Redes Sociais: Grupos de aplicativos de mensagens facilitam a localização daquela figurinha específica que falta para fechar uma seleção difícil.
  • Economia Direta: A troca um-por-um evita que o torcedor gaste dinheiro com figurinhas que ele já possui, tornando o processo mais acessível e dinâmico.

Dica do Editor: Fique atento às figurinhas “brilhantes” ou cromadas. Elas costumam ser mais raras e você pode tentar negociar um valor de troca maior nos pontos de encontro.

Atualmente, praças, shoppings, escolas e grupos dedicados em aplicativos de mensagens tornam-se os principais polos de negociação. Essa rede colaborativa não apenas agiliza o preenchimento dos espaços vazios, mas protege o orçamento do torcedor e transforma a montagem álbum em um grande evento coletivo.

Guia da Copa do Mundo

Para te ajudar no planejamento para completar o álbum da Copa, confira algumas informações sobre a Copa do Mundo 2026.

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

Países classificados para a Copa do Mundo da FIFA 2026

Conheça os grupos da Copa do Mundo de futebol.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram

As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.

A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Leia também sobre as Loterias Caixa

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Resultado jogo Brasil x França

26 de Março de 2026, 18:29

A seleção do Brasil perdeu para a França pelo placar de 2 a 1, em partida amistosa que marca o início da fase final de preparação para a próxima Copa do Mundo, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O confronto foi realizado no Gillete Stadium, em Boston. Leia em TVT News

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Placar Brasil x França

Brasil x França
🔴 FINAL DE JOGO

Brasil

1 x 2

ENCERRADO

França

Competição: Amistoso internacional

Local: Gillette Stadium

Transmissão: Globo e SporTV

Amistosos da seleção brasileira

Antes do início da Copa, a seleção brasileira fará mais três amistosos preparatórios. O primeiro será no dia 31 de março, contra a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando.

Depois, o Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.

Brasil x França: história tem vantagem da França nas últimas copas

No histórico entre Brasil x França em Copas do Mundo, os franceses levam vantagem, especialmente em confrontos eliminatórios.

Um dos primeiros encontros de grande impacto ocorreu na Copa de 1986, no México, quando as seleções empataram por 1 a 1 no tempo normal e a França venceu nos pênaltis, eliminando o Brasil nas quartas de final.

Anos depois, o duelo voltou a ganhar destaque na final da Copa de 1998, em Paris, quando os franceses venceram por 3 a 0 e conquistaram o título. Em 2006, na Alemanha, a França novamente superou o Brasil, desta vez por 1 a 0, nas quartas de final.

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Estreia do uniforme número 2 será no jogo Brasil x França. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

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Rumo ao Hexa: Copa do Mundo 2026 tem jogos definidos. Arte: TVT News

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

Quais são os possíveis adversários do Brasil na Copa do Mundo?

Primeiro mata-mata

  • Se o Brasil passar em 1º lugar no grupo C, vai enfrentar o vice-líder do grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção europeia vinda da repescagem.
  • O jogo seria no dia 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.
  • Caso o Brasil passe em 2ª lugar, enfrenta quem ficar em 1° o grupo F. Nesse caso, o jogo também seria no dia 29, mas em Monterrey, no México.

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Brasil estreia contra Marrocos no dia 13 de junho. Arte: TVT News

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Resultados repescagem Copa do Mundo 2026

26 de Março de 2026, 14:51

Acompanhe com a TVT News os resultados dos jogos da repescagem que vão definir as últimas vagas para a Copa do Mundo 2026.

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Quem está na final da repescagem para a Copa do Mundo?

Na repescagem europeia os jogos das finais serão na terça, 15h45:

  • Bósnia x Itália (Chave 1)
  • Suécia x Polônia – (Chave 2)
  • Kosovo x Turquia (Chave 3)
  • República Tcheca x Dinamarca (Chave 4)

Na repescagem intercontinental os jogos serão:

  • Quarta-feira (01/04) – 00h – Iraque x Bolívia – Estádio BBVA, em Monterrey (México)

Resultados dos jogos da repescagem para a Copa do Mundo 2026

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Turquia
1 x 0
ENCERRADO: Turquia classificada para final
Romênia

Local: Beşiktaş Park, Istambul (TUR)

Data/Hora: 26/03 • 14h (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Itália
2 x 0
ENCERRADO – Itália classificada para final
Irlanda do Norte

Local: Atleti Azzurri d’Italia, Bérgamo (ITA)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
País de Gales
1 x 1 | 2 x 4 (pênaltis)
Bósnia clássifcada nos pênaltis para as finais
Bósnia

Local: Cardiff City Stadium, Cardiff (WAL)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Ucrânia
1 x 3
ENCERRADO – Suécia classificada para a final
Suécia

Local: Ciutat de València, Valência (ESP)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Polônia
2 x 1
ENCERRADO – Polônia classificada para a final
Albânia

Local: Estádio Nacional, Varsóvia (POL)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Eslováquia
3 x 4
Encerrado – Kosovo classificado para a final
Kosovo

Local: Estádio Nacional, Bratislava (SVK)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Dinamarca
4 x 0
ENCERRADO – Dinamarca classificada para a final
Macedônia do Norte

Local: Parken Stadium, Copenhague (DEN)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
República Tcheca
2 x 2 | 4 x 3 (pênaltis)
Encerrado: República Theca classificada para as finais
Irlanda

Local: Fortuna Arena, Praga (CZE)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Mundial – Semifinais
Encerrado
Bolívia
2 x 1
ENCERRADO – Bolívia classificada para a final
Suriname

Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)

Data/Hora: 26/03 • 19h (Brasília)

Repescagem Mundial – Semifinais
🔴 AO VIVO
Nova Caledônia
0 x 0
1º tempo • 00′
Jamaica

Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)

Data/Hora: 27/03 • 00h (Brasília)

Repescagem Mundial – Finais
🔴 AO VIVO
RD Congo
0 x 0
1º tempo • 00′
Nova Caledônia ou Jamaica

Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)

Data/Hora: 31/03 • 18h (Brasília)

Repescagem Mundial – Finais
🔴 AO VIVO
Iraque
0 x 0
1º tempo • 00′
Bolívia ou Suriname

Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)

Data/Hora: 01/04 • 00h (Brasília)

Repescagem Europeia – Finais
🔴 TERÇA, 31/03
País de Gales ou Bósnia
0 x 0
2º tempo • 00′
Itália ou Irlanda do Norte

Data/Hora: 31/03 • 15h45 (Brasília)

Onde assistir aos jogos da repescagem para a Copa do Mundo 2026

Para não perder nenhum detalhe do drama de seleções como Itália, Dinamarca, da Bolívia e da Concacaf, confira onde serão transmitidos os jogos da repescagem

  • TV por Assinatura: A maior parte da grade de jogos da repescagem europeia (UEFA) e do torneio mundial está dividida entre os canais SporTV (Grupo Globo) e os canais ESPN. Fique atento aos canais alternativos de ambas as redes (como SporTV 2, SporTV 3 e ESPN 4), pois muitas semifinais acontecem de forma simultânea.

  • Streaming (Plataformas Pagas): O Disney+ (que agora concentra todo o catálogo esportivo da ESPN) transmitirá praticamente todos os confrontos do mata-mata europeu. Já os assinantes do Globoplay + Canais ao Vivo poderão acompanhar os sinais do SporTV.

  • Internet e Opções Gratuitas: A CazéTV (no YouTube, Prime Video e Twitch) adquiriu os direitos de partidas selecionadas, especialmente do torneio de repescagem mundial que envolve seleções sul-americanas e da Concacaf. Além disso, o FIFA+ (plataforma de streaming oficial e gratuita da FIFA) transmitirá as partidas que não tiverem exclusividade na TV fechada brasileira.

  • TV Aberta: A TV Globo reserva espaço em sua grade apenas para as grandes finais da repescagem, que acontecerão na próxima terça-feira (31 de março), com foco nos confrontos de maior apelo de audiência.

Quais os confrontos da repescagem?

Europa

Semifinais

Horários de Brasília

Finais

Terça-feira (31/03)

  • 15h45 – País de Gales ou Bósnia x Itália ou Irlanda do Norte – (Chave 1)
  • 15h45 – Ucrânia ou Suécia x Polônia ou Albânia – (Chave 2)
  • 15h45 – Eslováquia ou Kosovo x Turquia ou Romênia – (Chave 3)
  • 15h45 – República Tcheca ou Irlanda x Dinamarca ou Macedônia do Norte – (Chave 4)

Repescagem Mundial: tabela de jogos

Semifinais

Horários de Brasília

Finais

Terça-feira (31/03)

  • 18h – RD Congo x Nova Caledônia ou Jamaica – Estádio Akron, em Guadalajara (México)

Quarta-feira (01/04)

  • 00h – Iraque x Bolívia – Estádio BBVA, em Monterrey (México)

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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, discursa durante o sorteio do Torneio de Repescagem da Copa do Mundo da FIFA de 2026, na Casa do Futebol da FIFA, em Zurique, em 20 de novembro de 2025. (Foto de Fabrice COFFRINI / AFP)

Onde serão os jogos da Copa do Mundo 2026

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Cidades em que acontecerão os jogos da Copa do Mundo 2026. Arte: TVT News

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Repescagem para a Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta, confira os confrontos

24 de Março de 2026, 14:08

Quinta, 26 de março, e terça, 31 de março, acontecem os jogos da repescagem para a Copa do Mundo e as últimas seis seleções vão preencher os grupos em busca do título mundial. Leia em TVT News.

Onde assistir aos jogos da repescagem

Repescagem Intercontinental

Data Horário (Brasília) Fase Confronto Onde Assistir
26/03/2026 16h00 Semifinal 1 Bolívia x Jamaica SporTV CazéTV
26/03/2026 20h00 Semifinal 2 Suriname x Nova Caledônia SporTV 2 FIFA+
31/03/2026 17h00 Final 1 Iraque x Vencedor Semi 1 SporTV Globoplay
31/03/2026 21h00 Final 2 RD Congo x Vencedor Semi 2 SporTV CazéTV

Repescagem europeia

Data Horário (BR) Chave / Fase Confronto (Semifinais em Jogo Único) Onde Assistir
26/03/2026 16h45 Caminho A – Semi 1 Itália x Irlanda do Norte ESPN Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho A – Semi 2 País de Gales x Bósnia e Herzegovina SporTV 3 Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho B – Semi 1 Ucrânia x Suécia SporTV 2
26/03/2026 16h45 Caminho B – Semi 2 Polônia x Albânia Disney+
26/03/2026 14h00 Caminho C – Semi 1 Turquia x Romênia SporTV 2
26/03/2026 16h45 Caminho C – Semi 2 Eslováquia x Kosovo Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho D – Semi 1 Dinamarca x Macedônia do Norte ESPN 4 Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho D – Semi 2 República Tcheca x Irlanda ESPN 3 Disney+

*As finais de cada caminho (que definem as 4 vagas na Copa) serão disputadas no dia 31/03, às 15h45 (horário de Brasília). As transmissões das finais serão definidas após a conclusão das semifinais.

Como será a repescagem para a Copa?

A Copa do Mundo de 2026 já tem 42 das 48 seleções confirmadas. As seis vagas restantes serão decididas em duas repescagens: quatro destinadas às equipes europeias e duas definidas em confrontos internacionais. Entenda como funciona em TVT News.

Os confrontos da repescagem da Europa foram definidos em sorteio realizado em Zurique, na Suíça. Além disso, a Fifa também confirmou o chaveamento do playoff intercontinental.

Doze seleções europeias já asseguraram vaga direta na Copa do Mundo ao liderarem seus grupos nas Eliminatórias. Outras 16 ainda disputam a repescagem em busca da classificação, entre elas Itália, Suécia, Polônia e Eslováquia.

Quais os confrontos da repescagem europeia

Chave A

  • Semifinal 1: Itália* x Irlanda do Norte
  • Semifinal 2: País de Gales* x Bósnia

Chave B

  • Semifinal 3: Ucrânia* x Suécia
  • Semifinal 4: Polônia* x Albânia

Chave C

  • Semifinal 5:Turquia* x Romênia
  • Semifinal 6: Eslováquia* x Kosovo

Chave D

  • Semifinal 7: Dinamarca* x Macedônia do Norte
  • Semifinal 8: República Tcheca* x Irlanda

As seleções destacadas com “*” jogam em casa na semifinal. Os vencedores avançam para a final, também em partida única.

Exemplo: no Caminho A, quem vencer Itália x Irlanda do Norte enfrenta o ganhador de País de Gales x Bósnia.

Os campeões de cada caminho garantem vaga na Copa de 2026. Dessa forma, será uma seleção classificada por chave.

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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, discursa durante o sorteio do Torneio de Repescagem da Copa do Mundo da FIFA de 2026, na Casa do Futebol da FIFA, em Zurique, em 20 de novembro de 2025. (Foto de Fabrice COFFRINI / AFP)

Como funciona a repescagem europeia?

Além dos segundos colocados das Eliminatórias, participam também os quatro melhores vencedores de grupos da Liga das Nações 2024/25 que não se classificaram em primeiro ou segundo lugar.

As 16 seleções são distribuídas em quatro chaves (A a D), cada uma com duas semifinais. Os vencedores avançam para a final de sua chave, e apenas o campeão garante vaga na Copa do Mundo de 2026.

A divisão segue os potes:

  • Potes 1 a 3: 12 seleções vindas das Eliminatórias, ordenadas pelo ranking da Fifa.
  • Pote 4: equipes da Liga das Nações (Suécia, Romênia e Irlanda do Norte).

Nas semifinais, o time do pote 1 enfrenta o do pote 4, enquanto os potes 2 e 3 se cruzam. Os mandos de campo ficam com as seleções dos potes 1 e 2. Os jogos acontecem em partidas únicas nos dias 26 e 31 de março de 2026.

Quais os jogos da repescagem Mundial

Duas vagas extras para o Mundial serão disputadas por seis seleções: Nova Caledônia (Oceania), Bolívia (América do Sul), RD Congo (África), Iraque (Ásia), Jamaica e Suriname (América do Norte).

Semifinais:

  • Nova Caledônia x Jamaica
  • Bolívia x Suriname

Finais:

  • RD Congo x vencedor de Nova Caledônia x Jamaica
  • Iraque x vencedor de Bolívia x Suriname

O sorteio colocou os dois melhores ranqueados pela Fifa (RD Congo e Iraque) diretamente nas finais. As outras quatro seleções disputam as semifinais, e os vencedores das finais garantem vaga na Copa de 2026.

A única restrição é que Jamaica e Suriname não podem se enfrentar nas semifinais, já que pertencem à mesma confederação.

Leia mais:

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Sem Neymar, Ancelotti anuncia a convocação da Seleção Brasileira

16 de Março de 2026, 15:00

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, faz a última convocação antes da Copa do Mundo de 2026. Confira a lista de convocados da seleção com a TVT News.

Destaques da convocação da seleção brasileira

  • Dia 18 de maio sai a lista final para a Copa do Mundo
  • Neymar ficou de fora da última lista antes da Copa
  • Hugo Souza (Corinthians) não está entre os convocados
  • Ancelotti disse que convocou quem está jogando bem e em condições físicas
  • Rayan é convocado pela primeira vez
  • Outros jogadores também foram convocados pela primeira vez: Igor Thiago, Gabriel Sara e Leo Pereira

Quem foi convocado para a Seleção Brasileira

Confira a lista de convocados para a Seleção Brasileira

Goleiros

Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe)

Defesa

Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (ARSENAL), Ibañez (Al-Ahly), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma)

Meio Campo

Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Gabriel Sara (Galatasaray)

Atacantes

Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henriquie (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr. (Real Madrid), João Pedro (Chelsea)

Ao vivo: convocação da Seleção Brasileira

O que disse Ancelotti sobre a lista de jogadores convocados

“A explicação da lista é que depende muito das lesões, obviamente. É uma lista criada com jogadores que estao 100% de condição física. Todos que estão jogando, já que temos lesões importantes, como Militão, Bruno Guimarães, Estevão, Rodrygo, que desejamos uma rápida recuperação”

Mas é uma lista de quem esta bem fisicamente, porque vamos jogar dois jogos muito importantes, de intensidade, com um prazo muito curto, incluindo a viagem. Então preferi chamar quem está 100%. Levando em conta também a posição de alguns jogadores que não conheço, como Ibañez, Bremer, Rayan, Danilo, Gabriel Sara. É uma ultima oportunidade de conhecer eles e fazer uma lista final com a ideai mais clara possível”disse Ancelotti.

“Quando chamamos jogadores novos não é porque queremos ver como se preocupa no campo, isso já sabemos. Queremos saber como ele se incorpora no nosso ambiente, seu caráter, em todos os jogadores novos é isso que vamos ver. Sabemos perfeitamente com está jogando, porque temos avaliações de cada jogador que está e não está na lista. de cada jogador que não esta em nenhuma lista nesse ano. Estamos avaliando todos. Em nível técnico todo, em questão de caráter, quero saber mais. Também jogadores que merecem estar, porque estão atuando bem no seu campeonato, como Endrick, Rayan, Danilo, Gabriel Sara, Ibañez e também Bremer” “Ancelotti.

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Convocação é a última da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo, confira o calendário

No dia 26 de março, a Seleção Brasileira enfrenta a França, no Gillette Stadium, em Boston, às 17h (de Brasília). Já no dia 31, encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).

Franceses e croatas estão no Top 10 do Ranking Mundial Masculino da FIFA: a França ocupa a terceira colocação, e a Croácia, a décima.

Com estes adversários, o departamento de Seleções cumprirá o planejamento traçado para que o Brasil enfrentasse seleções fortes de diferentes escolas mundiais.

Desde o fim das Eliminatórias, a equipe encarou, em outubro, os asiáticos Coreia do Sul e Japão e, em novembro, os africanos Senegal e Tunísia.

Dia 18 de maio sai a lista final dos convocados que vão para a Copa do Mundo.

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Lista divulgada nesta segunda-feira pode ser a mesma da Copa do Mundo Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?




Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026.

Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. No jogo contra a França o uniforme será o azul.


Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026


O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Confira a convocação da Seleção Brasileira Masculina Principal para os amistosos contra a França (26/03) e a Croácia (31/03).Instagram: https://www.instagram...

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?

15 de Março de 2026, 17:29

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026. Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. Confira a nova camisa do Brasil na Copa com a TVT News.

Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026

O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

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Para quem não gosta de usar a camisa amarela da CBF, uniforme azul é opção para torcer pelo Brasil. Foto: Instagram / CBF

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

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Rumo ao Hexa: Copa do Mundo 2026 tem jogos definidos. Arte: TVT News

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

Quais são os possíveis adversários do Brasil na Copa do Mundo?

Primeiro mata-mata

  • Se o Brasil passar em 1º lugar no grupo C, vai enfrentar o vice-líder do grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção europeia vinda da repescagem.
  • O jogo seria no dia 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.
  • Caso o Brasil passe em 2ª lugar, enfrenta quem ficar em 1° o grupo F. Nesse caso, o jogo também seria no dia 29, mas em Monterrey, no México.

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Brasil estreia contra Marrocos no dia 13 de junho. Arte: TVT News

Qual seria o adversário do Brasil nas oitavas

Se o Brasil passar em primeiro lugar e se classificar na fase de 16 avos de final, o Brasil jogaria a partida de oitavas no dia 5 de julho, um domingo.

O adversário sairia do confronto entre os vice-líderes dos grupos E e I, o que colocaria seleções como Alemanha, França, Equador ou Noruega como adversários do Brasil nas oitavas.

Se o Brasil passar em 2º lugar, o caminho para as oitavas seria contra o vencedor do duelo entre os vice-líderes dos grupos A e B. e os adversários podem ser podem ser México, Suíça, Coreia do Sul, Canadá ou até mesmo Itália e Dinamarca (que ainda jogarão a repescagem).

Quem o Brasil pode enfrentar nas quartas?

Para as quartas de final, uma simulação possível é um jogo entre Brasil x Inglaterra, caso as seleções passem em primeiro nos seus respectivos grupos.

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Irã fora da Copa: entenda o que acontece agora

11 de Março de 2026, 13:49
Seleção iraniana de futebol. Foto: Reprodução

O Irã anunciou nesta quarta (11) que não disputará a Copa do Mundo de 2026 por conta da guerra. O ministro do Esporte do país, Ahmad Donyamali, afirmou que a federação “não tem condições de participar” do evento neste ano.

O regulamento da Copa do Mundo prevê que, em caso de retirada por “força maior”, como a que o Irã alega, o comitê organizador decide as medidas a serem tomadas. A Fifa, portanto, tem a liberdade de decidir a melhor forma de lidar com a situação.

Uma das possibilidades seria substituir o Irã por outra seleção, mantendo o grupo em que a equipe se encontra ou fazendo ajustes na competição. Outra opção seria manter o Grupo G com apenas três seleções, o que reduziria o número de jogos e impactaria o planejamento comercial do torneio.

Outra alternativa seria substituir o Irã por uma seleção vinda da repescagem intercontinental, com equipes como Nova Caledônia, Jamaica, Bolívia, Suriname, Congo e Iraque disputando uma vaga extra.

Donald Trump e Gianni Infantino. Foto: Reprodução

Um terceiro cenário possível seria substituir o Irã pelo Iraque, enquanto os Emirados Árabes Unidos poderiam herdar a vaga asiática na repescagem, já que foram os melhores classificados não classificados diretamente.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que havia recebido garantias do presidente de Donald Trump de que o Irã poderia entrar no país para disputar o torneio, apesar da guerra entre o país, Israel e os Estados Unidos.

O Irã está atualmente no Grupo G da Copa do Mundo, ao lado de seleções como Nova Zelândia, Bélgica e Egito. Os dois primeiros jogos do Irã estão marcados para Los Angeles, e o último, em Seattle. Caso avance, o time pode enfrentar os Estados Unidos nas fases iniciais, caso os anfitriões também se classifiquem.

Irã vai conseguir disputar a Copa do Mundo?

10 de Março de 2026, 16:42

Com a guerra no Oriente Médio aumentam as especulações sobre a participação dos países envolvidos no conflito na Copa do Mundo. Leia em TVT News.

Presidente da federação do Irã coloca em dúvida a participação do país na Copa do Mundo

O presidente da Federação de Futebol do Irã (FFIRI), Mehdi Taj, voltou a colocar em dúvida a participação do país na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, depois do mesmo concedendo pela Austrália a cinco jogadoras da seleção feminina.

“O presidente americano escreveu dois tuítes para pedir que fosse concedido asilo político aos nossos jogadores (…), e que se a Austrália não o fizesse, ele faria. Ele fez 160 mártires ao matar nossas crianças em Minab e agora está sequestrando nossas meninas. Como podemos ser otimistas nessas condições em relação à Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, declarou Taj na televisão estatal, referindo-se a um suposto bombardeio contra uma escola na cidade de Minab no começo da guerra, cuja responsabilidade o ir atribuiu a Israel e aos Estados Unidos.

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“Se a Copa acontecesse nessas condições, quem em sã consciência mandaria sua seleção nacional para um lugar assim?”, acrescentou o dirigente.

O Irã tem agendado dois dos seus três jogos da fase de grupos do Mundial em Los Angeles, contra Bélgica e Nova Zelândia, e um em Seattle, contra o Egito.

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O Irã foi o segundo país da Ásia a se classificar para a Copa do Mundo da FIFA de 2026. Foto: FIFA

A Austrália concedeu também a cinco jogadoras da seleção iraniana feminina que foram chamadas de “traidoras” pelo regime de Teerã depois de terem se recusado a cantar o hino nacional antes de um jogo da Copa da Ásia, que acontece no país da Oceania, em meio à guerra no Oriente Médio desde o início da intervenção de Israel e Estados Unidos no Irã no dia 28 de fevereiro.

Essa decisão foi motivada pelo risco de os atletas serem perseguidos ao retornarem, anunciou nesta terça-feira o ministro do Interior australiano, Tony Burke.

As jogadoras se concentraram em silêncio durante a execução do hino do Irã antes da estreia contra a Coreia do Sul, dois dias depois do início da guerra. Nos dois jogos seguintes na competição, elas cantaram o hino.

Essa atitude foi interpretada como um ato de rebeldia, e um apresentador da televisão estatal chamou as jogadoras de “traidoras em tempos de guerra”.

Várias pessoas pediram à Austrália que garantisse a segurança das iranianas, incluindo o presidente americano, Donald Trump.

“Já estão cuidando de cinco delas, e as demais seguirão o mesmo caminho. Alguns, no entanto, sentem que devem retornar [ao Irã] porque temem pela segurança de suas famílias”, disse Trump na segunda-feira, após uma conversa com o primeiro-ministro australiano.

Na semana passada, o presidente da FFIRI já havia levantado dúvidas sobre a participação do Irã na Copa do Mundo, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho.

© Agence France-Presse

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

Os jogos do Brasil no caminho para o Hexa já são conhecidos. Brasil abre a participação na Copa do Mundo 2026 contra Marrocos em Nova Jersey em 13/6.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Veja locais e horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

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Finalíssima corre risco de não acontecer no Catar; Miami e Londres são opções

3 de Março de 2026, 17:27

Finalíssima, partida entre Argentina, campeã da Copa América, e Espanha, campeã da Eurocopa, marcada para acontecer em 27 de março no Catar pode não acontecer. Os conflitos no Oriente Médio podem enviar a Finalíssima para outra lugar. Leia em TVT News.

Catar suspende todas as competições esportivas e Finalíssima pode ser afetada

Da AFP em Doha, Catar

A Federação de Futebol do Catar (QFA) anunciou no domingo (1º) a suspensão de todas as suas competições devido ao conflito no Oriente Médio, sem especificar se a Finalíssima entre Argentina e Espanha ainda ocorrerá na data prevista de 27 de março.

A QFA “anuncia o adiamento de todos os seus torneios, competições e partidas, com efeito imediato e até novo aviso”, anunciou a federação em sua conta oficial no Twitter neste domingo.

“As novas datas para a retomada das competições serão anunciadas oportunamente pelos canais oficiais da federação”, acrescentou a QFA.

O comunicado não menciona especificamente a Finalíssima, marcada para o dia 27 de março no Estádio Lusail, perto de Doha, entre os atuais campeões da Copa América e da Eurocopa, a Argentina de Lionel Messi e a Espanha de Lamine Yamal.

A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) explicou que no sábado convocou “um comitê de crise para estabelecer medidas de apoio aos profissionais do futebol que trabalham e residem nos diversos países do Oriente Médio envolvidos no conflito armado que começou nas últimas horas”, mas não ofereceu mais detalhes sobre a realização ou não da Finalíssima.

O anúncio da QFA surge poucas horas depois de a Confederação Asiática de Futebol (AFC) ter anunciado o adiamento de todos os jogos das copas da Ásia agendados para domingo e segunda-feira no Oriente Médio, incluindo a Liga dos Campeões, devido aos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã.

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Agentes da Defesa Civil libanesa inspecionam danos na vila de Houch el-Rafqa, no Vale do Bekaa, após ataque aéreo de Israel. Foto: AFP

As tensões no Oriente Médio aumentaram desde essa ação no sábado, que resultou na morte do Líder Supremo da República Islâmica, o Aiatolá Ali Khamenei, e levou o Irã a responder com ataques de mísseis contra vários países da região.

© Agence France-Presse

Miami e Londres podem ser alternativas ao Catar para receber a Finalíssima

Com toda a instabilidade no Oriente Mèdio, em que vários países na região são alvos de ataques com mísseis, entre eles o Catar, a realização da Finalíssima está em risco. A competição de jogo único entre Espanha (seleção campeã europeia em 2024) e a Argentina (campeã sul-americana em 2024) está agendada para 27 de março, no Estádio Lusail.

Assim, a CONMEBOL e a UEFA – organizadores do jogo – pensam em mudá-la de local, até porque o espaço aéreo do país está fechado. Deste modo, de acordo com a o jornal ‘Marca’, Miami e Londres são apontadas como as alternativas mais sólidas, até para minimizar perdas financeiras, evitando que a competição deixe de se realizar.

Segundo o Marca, Miami seria uma opção viável porque irá sediar jogos da Copa do Mundo de 2026 e esta partida poderia servir como teste. Por outro lado, Londres já recebeu a Finalíssima de 2022, quando a Argentina venceu a Itália. Em favor de Londres está o fato de ser um destino mais próximo para a grande maioria dos jogadores de ambas as seleções, que jogam em clubes europeus.

Com informações do jornal Record, de Portugal

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