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BC da Venezuela e governo dos EUA fazem auditoria para mapear recursos externos venezuelanos

O presidente interino do Banco Central da Venezuela (BCV), Luis Alberto Pérez González, informou que o governo dos Estados Unidos contratou uma empresa de auditoria e o governo venezuelano contratou outra para identificar os recursos do país sul-americano no exterior.

A contratação de duas auditorias tem o objetivo de “garantir a tranquilidade e a imparcialidade de todos”, disse Pérez em reunião com representantes de bancos públicos e privados, da Associação Bancária Venezuelana, do Sudeban e do Vice-Ministério da Economia Digital, Bancos, Seguros e Valores Mobiliários, realizada na sexta-feira.

“Ter os recursos da República auditados por consultores externos nos dá tranquilidade. O país deve ter plena confiança de que os recursos estão sendo aplicados onde devem e chegando aonde devem chegar”, afirmou.

Pérez projetou ainda que o país deve ter um novo período de estabilidade cambial e queda da inflação.

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Pressão inflacionária e petróleo em alta levam Banco Central a endurecer discurso; mercado mantém aposta em corte de juros  

O ambiente externo segue instável, mas as previsões para a próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), marcada para a quarta-feira (29) estão relativamente estáveis. Os agentes de mercado ouvidos pelo Times Brasil – licenciado exclusivo CNBC, apontam que as previsões de corte de 0,25 ponto base devem se concretizar, ainda que a possibilidade de manutenção da Selic tenha crescido.

“As expectativas para a Super Quarta são de pouca novidade nos juros, mas muita atenção à sinalização futura”, afirma Paula Zogi, estrategista-chefe da Nomad. Segundo ela, o mercado vê um ligeiro aumento da incerteza na decisão do Copom diante das pressões inflacionárias ligadas ao cenário de guerra entre EUA e Israel contra o Irã.

Ela avalia que o comunicado será decisivo para calibrar expectativas para o encontro do colegiado de junho, já que uma eventual retirada do sinal de cortes pode provocar reação negativa nos ativos de risco.

Nesse ambiente, o economista-chefe da Suno Research, Gustavo Sung, projeta que o Banco Central deve reduzir a Selic para 14,50% ao ano, mantendo um ritmo gradual de flexibilização. Ele afirma que o atual nível de juros ainda reflete o aperto monetário dos últimos anos, cujos efeitos começam a aparecer na atividade, garantindo margem de segurança à autoridade monetária.

“Ainda assim, o Comitê tende a adotar uma postura mais cautelosa no curto prazo. Essa abordagem considera as incertezas ligadas ao conflito no Oriente Médio e seus possíveis impactos sobre a inflação, especialmente por meio das commodities, além dos efeitos sobre as condições financeiras globais. A cautela busca reduzir o risco de deterioração das expectativas de inflação”, afirma o especialista.

Ele também avalia que o balanço de riscos pode indicar maior pressão inflacionária, com possível retirada do viés de queda associado às commodities, diante da recente alta do petróleo. Por outro lado, a taxa de câmbio próxima de R$ 5,00 ainda atua como fator de alívio parcial.

No cenário doméstico, os economistas apontam que o Copom deve reconhecer a moderação gradual da atividade, sem ignorar a resiliência do mercado de trabalho e uma leve retomada no início do ano. Os indicadores de inflação mostram piora recente, com núcleos ainda acima da meta e expectativas desancoradas no médio e longo prazo.

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Da CBMM à Vale: quem domina os minerais estratégicos que colocam o Brasil no centro da disputa global

O Brasil está sentado sobre uma das bases minerais mais cobiçadas do mundo. Nióbio, lítio, terras raras, cobre, níquel e grafita, antes restritos a discussões técnicas da mineração, passaram a ocupar o centro de uma disputa global por cadeias produtivas ligadas à transição energética, à indústria tecnológica e à defesa.

Os recursos minerais encontrados no subsolo pertencem à União e só se tornam propriedade privada depois da extração. Por isso, o poder econômico sobre esses ativos está nas mãos de quem detém autorizações de pesquisa, direitos de lavra, minas em operação ou projetos autorizados pela Agência Nacional de Mineração (ANM).

É nesse mapa que aparecem empresas nacionais, multinacionais e grupos estrangeiros interessados em garantir acesso a insumos considerados críticos para a nova economia industrial. O avanço ocorre em um momento em que países buscam reduzir dependências externas, proteger cadeias de suprimento e garantir matérias-primas para baterias, veículos elétricos, redes de energia, ímãs permanentes, semicondutores e equipamentos militares.

O Brasil tem vantagens naturais nesse tabuleiro, com ativos relevantes em nióbio, terras raras, grafita, cobre, níquel e lítio. Mas ainda existe uma distância entre a riqueza geológica e a capacidade de transformar esses recursos em produção industrial de escala.

No caso das terras raras, apesar do potencial brasileiro, a produção ainda é pequena em comparação com o peso das reservas e com a dominância asiática na cadeia global. Isso explica por que a disputa deixou de ser apenas sobre onde estão as jazidas e passou a envolver quem conseguirá explorar, processar e integrar esses minerais às cadeias globais de maior valor agregado.

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Nióbio: CBMM segue como referência global em Araxá

O nióbio é um dos exemplos mais claros de controle brasileiro sobre um mineral estratégico. Usado em ligas metálicas de alta performance, o metal tem aplicação em setores como infraestrutura, indústria automotiva, energia e tecnologia.

O principal ativo brasileiro continua em Araxá, em Minas Gerais, controlado pela Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), líder global em produtos de nióbio que mantém sede e comando no Brasil.

A empresa já vendeu participações minoritárias a grupos asiáticos nos últimos anos, mas a estrutura de controle permaneceu brasileira. Com isso, Araxá segue como o principal polo mundial de produção e processamento de nióbio, em uma área na qual o Brasil tem vantagem comparativa difícil de replicar.

Lítio: Minas Gerais vira vitrine da nova corrida por baterias

No lítio, mineral central para baterias de veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia, Minas Gerais se consolidou como principal fronteira brasileira. A região ganhou força com o chamado “Vale do Lítio”, que reúne projetos voltados ao fornecimento da cadeia global de eletrificação.

O principal projeto em produção é Grota do Cirilo, operado pela Sigma Lithium. A empresa informa ter controle integral do ativo, que se tornou uma das principais vitrines brasileiras na corrida global pelo lítio.

Também em Minas Gerais, a Atlas Lithium afirma deter o Neves Project e dezenas de direitos minerais adicionais. A presença de empresas listadas no exterior reforça que, embora os ativos estejam no Brasil, parte relevante do financiamento, da governança e da estratégia comercial está conectada a investidores e cadeias internacionais.

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Terras raras: ativo brasileiro passa ao controle americano

As terras raras estão entre os minerais mais sensíveis da disputa global. O grupo reúne 17 elementos químicos usados em ímãs permanentes, motores elétricos, eletrônicos, turbinas e equipamentos militares. Apesar do nome, não são necessariamente raras do ponto de vista geológico; o desafio está na extração, separação e processamento.

O caso mais relevante hoje no Brasil é o da Serra Verde, dona do depósito Pela Ema, em Minaçu, Goiás. A empresa é a única em produção comercial no país e explora um depósito de argila iônica rico em terras raras leves e pesadas.

A Serra Verde foi vendida para a americana USA Rare Earth por US$ 2,8 bilhões. Com a operação, o principal projeto brasileiro do setor passa para controle estrangeiro, em um momento em que os Estados Unidos buscam reduzir a dependência da China em minerais críticos.

Além da Serra Verde, há outros projetos em fase pré-operacional no país, com iniciativas de mineradoras listadas em bolsas estrangeiras e de empresas brasileiras de capital fechado e aberto.

Entre os projetos acompanhados pelo setor estão iniciativas da Aclara Resources, em Nova Roma, Goiás; da Appia Rare Earths & Uranium, em áreas de Goiás; da Viridis Mining & Minerals e da Meteoric Resources, em Poços de Caldas, Minas Gerais; da St George Mining, em Araxá; e da Atlas Critical Minerals, com projetos em Minas Gerais e Goiás.

Cobre: Vale concentra os principais ativos em Carajás

No cobre, essencial para redes elétricas, energia renovável e eletrificação automotiva, a posição dominante no Brasil segue ligada à Vale.

Os principais ativos são Salobo e Sossego, ambos no Pará, dentro do complexo mineral de Carajás. A região aparece como núcleo central da produção brasileira do metal e reforça o peso da Vale na oferta nacional de minerais estratégicos.

Em Marabá, no Pará, outro nome ligado à Vale é a Salobo Metais, associada à exploração de cobre na região.

O cobre ganhou ainda mais relevância com a expansão de redes de transmissão, data centers, carros elétricos e projetos de energia renovável. Por isso, a concentração de ativos produtivos no Pará coloca a Vale em posição estratégica não apenas na mineração tradicional, mas também na infraestrutura da transição energética.

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Níquel: Vale e Anglo American dividem protagonismo

No níquel, usado em baterias e ligas inoxidáveis, os principais ativos brasileiros estão concentrados em poucos grupos empresariais.

A Vale mantém Onça Puma, no Pará. A Anglo American informa ter controle total de Barro Alto, em Goiás, e também lista Codemin entre seus ativos brasileiros ligados ao metal.

Projetos de níquel exigem capital elevado, escala operacional e capacidade técnica. Com a demanda da mobilidade elétrica, o metal passou a ser acompanhado não apenas pela indústria siderúrgica, mas também por fabricantes de baterias e veículos elétricos.

Grafita: insumo de baterias atrai novos projetos

A grafita é um dos insumos centrais para ânodos de baterias de íon-lítio. O Brasil aparece entre os países com reservas relevantes, mas o setor ainda busca ampliar projetos voltados ao mercado internacional.

Dois nomes ganham destaque. A Graphcoa se apresenta como desenvolvedora e operadora de ativos de grafita natural de alta qualidade no coração da principal província grafítica brasileira.

Outra referência é a South Star Battery Metals, que aponta o Santa Cruz Project, na Bahia, como plataforma nacional para produção de grafita voltada ao mercado global.

Assim como ocorre em outros minerais críticos, o desafio não está apenas na extração. A disputa passa também pela capacidade de beneficiamento, qualificação do produto e conexão com compradores internacionais da indústria de baterias.

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Potencial mineral ainda depende de escala e tecnologia

A corrida por minerais críticos colocou o Brasil em uma posição mais relevante nas cadeias globais de tecnologia e energia. Mas ter reservas não garante, por si só, protagonismo industrial.

Hoje, parte relevante dos projetos ainda depende de pesquisa, licenciamento, financiamento e capacidade de processamento.

É nessa etapa que se define se o país será apenas fornecedor de matéria-prima ou se conseguirá avançar em etapas de maior valor da cadeia.

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Temer vê erro em resposta de Gilmar a críticas de Zema: ‘Quanto mais ele responde, mais argumentos dá para contestação’

O ex-presidente Michel Temer afirmou nesta segunda-feira (27) que o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não deveria ter respondido às críticas feitas pelo ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo).

Para Temer, o embate entre os dois indica que a polarização política também chegou à Suprema Corte.

“Eu acho que o ministro Gilmar não deveria ter respondido, porque quanto mais ele responde, evidentemente mais argumentos ele dá para a contestação”, disse o ex-presidente à imprensa no Fórum Paulista de Desenvolvimento, em Itu, no interior de São Paulo.

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Pré-candidato à Presidência, Zema tem feito uma série de publicações contra o STF nas redes sociais. Em uma delas, chamou os ministros da Corte de “intocáveis” e afirmou que se trata de uma “casta que está vivendo no luxo enquanto o brasileiro está vivendo no lixo”.

O embate ganhou força depois que Gilmar pediu ao ministro Alexandre de Moraes a inclusão de Zema no inquérito das fake news. O pedido ocorreu após o ex-governador compartilhar um vídeo com sátira aos ministros do STF. A peça abordava relações de integrantes da Corte com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Depois disso, Zema reforçou as críticas nas redes sociais, enquanto Gilmar passou a responder publicamente às acusações, inclusive em entrevistas à imprensa. Entre os temas contestados pelo ministro estão as críticas à duração do inquérito das fake news.

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Temer vê judicialização como efeito da Constituição

Ao comentar acusações de ativismo judicial contra o STF, Temer afirmou que considera que “o Supremo não tem tanta culpa assim”.

Segundo o ex-presidente, o próprio desenho da Constituição de 1988 contribui para que temas políticos acabem judicializados. “A Constituinte tratou de todos os temas, e todos os temas, em razão disso, são levados ao Supremo Tribunal Federal”, disse.

Temer também atribuiu a polarização, que chamou de radicalização, à falta de diálogo no país. “Não só o diálogo interno nos Poderes, mas até o diálogo entre Poderes”, afirmou.

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Governo pede suspensão de leilão de terminal em Santos

O Ministério de Portos e Aeroportos solicitou à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) a suspensão imediata do processo de arrendamento do Tecon Santos 10 (STS-10), no Porto de Santos (SP), destinado à movimentação e armazenagem de contêineres e carga geral. A decisão ocorre após sucessivos adiamentos do processo.

Segundo o Ministério, o “aperfeiçoamento” do formato de competição do leilão ainda está em debate junto à Casa Civil. Por isso, a necessidade de interrupção do processo. “Nesse sentido, em observância aos princípios da cautela administrativa da boa governança, da transparência e da segurança do processo decisório, mostra-se recomendável solicitar a essa Antaq o sobrestamento do processo encaminhado por esta Secretaria”, afirmou o secretário Nacional de Portos, Alex Ávila, em ofício enviado à Antaq e obtido pelo Estadão/Broadcast.

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A secretaria pediu que a agência interrompa a análise e devolva os autos ao Ministério, para permitir a reavaliação das premissas e dos parâmetros do arrendamento, antes de eventual retomada do cronograma licitatório.

Estratégico

Na prática, o pedido interrompe a tramitação na Antaq e tende a postergar o calendário do certame, já que a retomada dependerá de nova manifestação do poder concedente com as diretrizes revisadas e, eventualmente, a atualização de estudos e minutas.

O cronograma inicial previa que o leilão do Tecon10 acontecesse em janeiro, mas o prazo foi sendo estendido em meio a questionamentos sobre restrições a participantes na disputa. O terminal é considerado estratégico, já que vai ampliar em 50% a capacidade de movimentação de contêineres do Porto de Santos, o maior da América Latina.

De um lado, empresas que defendem que o edital estabeleça restrições concorrenciais, impedindo, em uma primeira etapa, a participação de companhias já atuantes no Porto de Santos. De outro, as operadoras que já atuam lá sustentam que o leilão não deve impor restrições à concorrência, mas sim exigir o desinvestimento da vencedora que já possua terminais no Porto, caso venha a arrematar o ativo.

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Por que o álbum da Copa 2026 terá 980 figurinhas? Entenda a mudança e o preço mais alto

A chegada da Copa do Mundo da FIFA de 2026 também marca o lançamento do novo álbum de figurinhas da competição. Apesar de ser comum em outros campeonatos, o mundial de seleções reúne milhares de colecionadores ao redor do mundo.

Entretanto, além do preço salgado, a edição do torneio deste ano também traz o maior número de seleções participantes; ao todo, 48 seleções estarão presentes na Copa do Mundo de 2026.

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Aumento do preço

De acordo com informações do Estadão, o livro colecionável tem previsão para ser lançado dia 1º de maio. Como citado anteriormente, apesar de se tratar de algo nostálgico e com uma grande base de fãs, colecionar o álbum este ano será mais pesado para o bolso do consumidor.

Segundo especialistas ouvidos na reportagem, o custo para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026 pode chegar a cerca de R$ 7 mil, considerando a troca de figurinhas repetidas. Cada pacote terá preço fixado de R$ 7 e incluirá sete cromos.

Por que o álbum terá 980 figurinhas?

De forma simples, a adição de seleções para 48, consequentemente, também aumenta o número de cromos necessários para completar o livro colecionável. A título de comparação, em 2022 a Copa do Mundo contou com 32 seleções no total.

Apesar da adição de novas delegações ser vista como algo positivo, tanto cultural quanto esportivamente, esse fator impacta diretamente para quem deseja finalizar o álbum de figurinhas. Além disso, a fabricante também oferece versões especiais dos produtos.

Preços mais altos

Como mencionado, o álbum de figurinhas da Copa do Mundo de 2026 deve representar um desafio para quem deseja completá-lo. Mesmo considerando o preço médio de R$ 1 por cromo, caso não houvesse repetidas, o custo final já se aproximaria de R$ 1.000.

No entanto, completar um álbum desse porte apenas com figurinhas inéditas é difícil. Com isso, o valor total pode aumentar e chegar perto dos R$ 7 mil, como já adiantado.

Se uma pessoa gastar R$ 7 mil no álbum, quanto esse valor poderia render em investimentos?

Como já adiantado, os possíveis valores para completar o álbum de figurinhas da Copa de 2026 chegam a valores consideráveis e ultrapassam o propósito de colecionáveis. Com isso, Felipe Pontes, diretor de Gestão de Investimentos (CIO) da Avantgarde Asset Management, explicou como esse valor poderia ser investido.

“Se, em vez de gastar R$ 7 mil para completar o álbum, esse valor fosse investido, o resultado ao longo do tempo seria bem diferente.”

“Em uma simulação do Tesouro Prefixado 2032, por exemplo, os R$ 7 mil virariam R$ 13.460,80 líquidos até 1º de janeiro de 2032, enquanto o mesmo valor na poupança chegaria a R$ 10.303,06. Ou seja: uma diferença de R$ 3.157,74 a favor do Tesouro.”

O economista ainda explicou que o valor necessário para completar o álbum da Copa do Mundo de 2026, poderia render ainda mais a longo prazo.

“Num prazo mais longo, a distância cresce ainda mais. Em uma simulação do Tesouro IPCA+ 2050, os mesmos R$ 7 mil chegariam a R$ 69.004,34 líquidos até 15 de agosto de 2050. Na poupança, esse montante seria de R$ 35.164,00.”

“Nesse caso, a vantagem do Tesouro seria de R$ 33.840,34; praticamente o dobro do valor acumulado na caderneta.”

“Na prática, isso mostra como o custo de oportunidade pesa: um gasto elevado no presente pode significar abrir mão de um patrimônio bem maior no futuro. Quanto maior o prazo, mais os juros compostos ampliam essa diferença.”

Por que o álbum da Copa 2026 terá 980 figurinhas? Entenda a mudança e o preço mais alto

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Mudanças no licenciamento da Panini afetam a edição de 2026?

Apesar das recentes alterações no mercado de direitos de imagem, o álbum da Copa do Mundo de 2026 não deve sofrer impactos imediatos. A Panini ainda mantém os acordos necessários para a produção desta edição, garantindo a presença das principais seleções e seus elementos oficiais.

Entre elas estão equipes como a Seleção Brasileira de Futebol, a Seleção Alemã de Futebol, a Seleção Italiana de Futebol e a Seleção Inglesa de Futebol, que seguem normalmente representadas no álbum deste ciclo.

As mudanças envolvendo a transferência de direitos para a Topps, controlada pelo grupo Fanatics, passam a valer apenas nos próximos anos e, por isso, não interferem na edição que será lançada em 2026.

Ainda assim, o cenário indica possíveis transformações a médio e longo prazo. Caso a Panini não mantenha acordos com essas seleções, futuras coleções podem ter limitações no uso de escudos, uniformes e identidade visual, ou até adaptações semelhantes às vistas em outros produtos esportivos sem licenciamento completo.

Preço dos colecionáveis da Copa do Mundo 2026

  • Álbum – De R$ 24,90 a R$ 79,90;
  • Figurinhas – R$ 7 por pacote com 7 cromos;
  • Box especiais – R$ 359,90.

Disputa por ingressos

A procura por ingressos da Copa do Mundo é um indicativo do poder de expansão do torneio. Há dois meses do início dos jogos, a procura pelas entradas da competição superou a expectativa da própria federação, o que indica o grande interesse dos torcedores pelo torneio que acontece de quatro em quatro anos.

Apesar dos preços significativos, é esperado que a base de colecionadores do mundial de seleções aumente ainda mais. Isso porque essa visibilidade do campeonato reflete diretamente em novos torcedores que desejam completar o álbum de figurinhas para guardá-lo como recordação.

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Família egípcia com gestante e duas crianças está retida há 17 dias no Aeroporto de Guarulhos

Uma família egípcia está há 17 dias retida na área restrita do Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, depois de ter a entrada no Brasil negada. O grupo é formado por um casal e dois filhos, de 5 e 2 anos. A mulher está com 34 semanas de gestação, é diabética e tem gravidez considerada de risco.

Segundo o advogado da família, William Fernandes, os quatro chegaram ao país em 8 de abril. Apesar de terem vistos para entrar no Brasil, o pai, Abdallah Montaser, foi classificado pelas autoridades como “pessoa perigosa”. A defesa afirma que não recebeu justificativa detalhada nem teve possibilidade de contestar a decisão.

“A família inteira tem vistos pra entrar no Brasil, mas quando ele chegou no país, ele foi informado de que ele foi classificado como uma pessoa perigosa”, disse o advogado.

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Desde então, a família permanece na área restrita do aeroporto. Segundo Fernandes, as condições são precárias, especialmente por envolver crianças pequenas e uma gestante em fase avançada da gravidez.

Ainda de acordo com a defesa, o filho mais novo tem intolerância à lactose e precisa de alimentação específica, que não estaria sendo garantida de forma adequada no local. O menino completou 2 anos enquanto estava retido no aeroporto.

Na noite de quinta-feira (23), a gestante passou mal, com dores abdominais e redução dos movimentos do feto, o que levou a pedidos de atendimento médico.

“Ontem à noite, ele me ligou desesperado, porque a mulher dele estava passando mal. Ele recorreu, pediu por serviços médicos e não teve atendimento médico. Hoje pela manhã, ele me aciona, na primeira hora da manhã, informando que a mulher estava sentindo dores abdominais e o feto não estava se mexendo na barriga”, relatou o advogado.

Após mobilização judicial e acionamento de órgãos como a Defensoria Pública da União, a mulher foi levada a um hospital em Guarulhos. Exames apontaram infecção urinária, com presença elevada de glóbulos brancos e bactérias, além de sangue na urina. Segundo o advogado, o bebê está vivo, mas apresenta crescimento abaixo do esperado.

O marido não pôde acompanhar a esposa ao hospital e ficou horas sem informações sobre o estado de saúde dela e do bebê. Após o atendimento, a gestante retornou ao aeroporto.

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A família está em um hotel dentro da área restrita do terminal, com parte dos custos coberta pela companhia aérea. Segundo a defesa, o pai precisa pagar a própria estadia, estimada em cerca de R$ 1 mil por dia. Em mais de duas semanas, ele já teria gasto aproximadamente R$ 16 mil.

A defesa diz ter acionado a Justiça para garantir o direito de defesa do migrante e o acesso às informações que levaram à classificação de Montaser como “pessoa perigosa”. Também foi solicitado acompanhamento da Defensoria Pública da União, diante da vulnerabilidade da família.

O Estadão procurou a Polícia Federal e o Itamaraty, mas não obteve retorno.

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Motta cria comissão para analisar PEC da redução da escala 6×1

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), oficializou nesta sexta-feira, 24, a criação de uma comissão especial para analisar a PEC 221/19, que propõe a redução da jornada de trabalho no Brasil. A proposta já teve a admissibilidade aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça na quarta-feira, 22, etapa que verifica apenas a conformidade com a Constituição. A análise do conteúdo ficará a cargo do novo colegiado.

A comissão será formada por 37 titulares e o mesmo número de suplentes, com prazo de até 40 sessões para apresentar parecer. Os integrantes vão avaliar duas propostas. A primeira, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), prevê a redução da jornada semanal de 44 para 36 horas, com transição ao longo de dez anos. A segunda, de autoria da deputada Erika Hilton (PSOL-SP), propõe uma semana de quatro dias de trabalho, também limitada a 36 horas.

Na prática, ambas as iniciativas eliminam o modelo de seis dias de trabalho seguidos por um de descanso. Caso avancem na comissão, ainda precisarão ser votadas no plenário da Câmara.

As propostas ganharam impulso com o movimento “Vida Além do Trabalho”, que defende mudanças na jornada para melhorar a qualidade de vida. A admissibilidade foi aprovada por unanimidade em votação simbólica.

Para aprovação final, a PEC precisa do apoio de três quintos dos deputados, o equivalente a 308 votos, em dois turnos.

Paralelamente, o governo federal encaminhou ao Congresso, na semana passada, um projeto de lei com urgência constitucional que também propõe o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais. Nesse caso, o texto deve ser votado em até 45 dias, sob risco de travar a pauta do plenário.

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Exportações brasileiras aos EUA caem 9,1% em março; para a China, crescem 17,8%

As exportações de produtos brasileiros para os Estados Unidos caíram 9,1% em março de 2026 (somando US$ 2,894 bilhões no mês, ante US$ 3,182 bilhões em março de 2025). Pelo lado das importações, houve diminuição de 6,31% nas compras vindas dos EUA em março (totalizando US$ 3,314 bilhões, ante US$ 3,537 bilhões em igual mês do ano passado). Assim, a balança comercial com os EUA resultou num déficit de US$ 420 milhões em março.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 7, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Esta é a oitava queda consecutiva nas vendas ao mercado norte-americano, após a imposição da sobretaxa de 50% aplicada pelo governo Donald Trump aos produtos brasileiros, em meados de 2025.

No fim do ano passado, alguns produtos brasileiros foram retirados das tarifas, mas o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) calcula que 22% das exportações brasileiras ainda estão sujeitas às tarifas estabelecidas em julho, incluindo nesse grupo tanto os produtos que pagam apenas a alíquota extra de 40%, quanto os sujeitos a 40% mais a taxa-base de 10%.

No acumulado de janeiro a março de 2026, em relação ao mesmo período do ano anterior, as exportações para os Estados Unidos caíram 18,7% e atingiram US$ 7,781 bilhões. As importações caíram 11,1% e totalizaram US$ 9,169 bilhões. Dessa forma, neste período, a balança comercial para este país apresentou déficit de US$ 1,388 bilhão.

China

Já as exportações de produtos brasileiros para a China cresceram 17,8% em março de 2026 (somando US$ 10,490 bilhões no mês, ante US$ 8,903 bilhões em março de 2025).

Pelo lado das importações, houve crescimento de 32,9% nas compras vindas da China em março (totalizando US$ 6,664 bilhões, ante US$ 5,014 bilhões em igual mês do ano passado). Com isso, o Brasil teve superávit de US$ 3,826 bilhões com o país asiático no terceiro mês deste ano.

No período de janeiro a março de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as vendas para China cresceram 21,7% e atingiram US$ 23,890 bilhões. As importações caíram 6,0% e totalizaram US$ 17,907 bilhões. Consequentemente, neste período, a balança comercial apresentou superávit de US$ 5,983 bilhões.

UE

As exportações de produtos brasileiros para a União Europeia subiram 7,3% em março deste ano e somaram US$ 4,110 bilhões, ante US$ 3,829 bilhões em março de 2025. As compras subiram 14,9% (somando US$ 4,687 bilhões, ante US$ 4,078 bilhões no mesmo mês do ano passado). A balança comercial com este bloco resultou num déficit de US$ 577 milhões.

No período acumulado de janeiro a março de 2026, em relação a igual período do ano anterior, as exportações para a União Europeia cresceram 9,7% e atingiram US$ 12,232 bilhões. As importações caíram 2,2% e totalizaram US$ 11,607 bilhões.

Consequentemente, neste período, a balança comercial com o bloco comercial apresentou superávit de US$ 625 milhões.

Argentina

No caso da Argentina, as exportações caíram 5,9% e somaram US$ 1,470 bilhão. As importações cresceram 13,1% e totalizaram US$ 1,128 bilhão. Logo, a balança comercial com este parceiro comercial apresentou superávit de US$ 342 milhões.

No primeiro trimestre do ano, as vendas para a Argentina caíram 18,1% e atingiram US$ 3,447 bilhões. As importações caíram 6,5% e chegaram a US$ 2,744 bilhões. Com isto, no período, a balança comercial para o país vizinho apresentou saldo positivo de US$ 703 milhões.

Argentina e UE, ao lado da China e dos Estados Unidos, são os principais parceiros comerciais do Brasil.

Os resultados da balança comercial de março, em que foi registrado superávit de US$ 6,405 bilhões, foram divulgados pela Secex do MDIC.

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Ministro da Fazenda avalia uso de FGTS para renegociação de dívidas das famílias e empresas

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu não dar continuidade aos trabalhos da CPI do Crime Organizado. A decisão, informada pelo relator da comissão, Alessandro Vieira, segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta terça-feira, 7, durante o início da sessão plenária da Casa.

Vieira criticou a decisão de Alcolumbre e reafirmou as intenções do colegiado. “Entendo a decisão de vossa excelência como um desserviço para o Brasil”, afirmou. A decisão foi comunicada ao emedebista em uma reunião na residência oficial do Senado, pouco antes da sessão plenária da Casa.

O senador lembrou que a comissão era responsável por investigar a infiltração de facções e do narcotráfico na política institucional, em particular no governo estadual do Rio de Janeiro, e também do caso Master. “Nós temos, ao mesmo tempo, criminalidade violenta ocupando cada vez mais o território brasileiro. Expulsando, dominando e constrangendo brasileiros. E temos, aqui, nos escritórios e gabinetes daqui de Brasília e na Faria Lima a infiltração pela corrupção”, disse

Mais cedo, o senador defendeu a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias. Segundo ele, a comissão ainda analisaria um grande volume de dados obtidos por quebras de sigilo e informações de diferentes órgãos.

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Presidente do Senado não prorroga CPI do Crime Organizado, diz relator

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), decidiu não dar continuidade aos trabalhos da CPI do Crime Organizado. A decisão, informada pelo relator da comissão, Alessandro Vieira (MDB-SE), segue o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada nesta terça-feira, 7, durante o início da sessão plenária da Casa.

Vieira criticou a decisão de Alcolumbre e reafirmou as intenções do colegiado. “Entendo a decisão de vossa excelência como um desserviço para o Brasil”, afirmou. A decisão foi comunicada ao emedebista em uma reunião na residência oficial do Senado, pouco antes da sessão plenária da Casa.

O senador lembrou que a comissão era responsável por investigar a infiltração de facções e do narcotráfico na política institucional, em particular no governo estadual do Rio de Janeiro, e também do caso Master. “Nós temos, ao mesmo tempo, criminalidade violenta ocupando cada vez mais o território brasileiro. Expulsando, dominando e constrangendo brasileiros. E temos, aqui, nos escritórios e gabinetes daqui de Brasília e na Faria Lima a infiltração pela corrupção”, disse

Mais cedo, o senador defendeu a prorrogação dos trabalhos por mais 60 dias. Segundo ele, a comissão ainda analisaria um grande volume de dados obtidos por quebras de sigilo e informações de diferentes órgãos.

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