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Festas juninas agitam São Paulo e região em junho; veja onde aproveitar

Junho chegou e com ele trouxe bandeirinhas, forró, quentão e uma longa programação de festas juninas espalhadas por São Paulo e região metropolitana. Entre grandes eventos gratuitos em parques e centros culturais até quermesses tradicionais organizadas por paróquias, os arraiás vão movimentar diferentes bairros da capital e cidades do ABC Paulista ao longo das próximas semanas. Veja os detalhes na TVT News.

Entre os destaques está o São João promovido no Parque Villa-Lobos, na Zona Oeste da capital. O evento recria o clima das vilas nordestinas com fogueira cenográfica, casinhas decoradas e apresentações culturais. A programação acontece nos finais de semana até 21 de junho, sempre a partir das 10h, com entrada gratuita mediante retirada antecipada de ingressos pela Sympla.

Outro tradicional ponto de encontro junino é o Memorial da América Latina, na Barra Funda. A festa reúne mais de 80 barracas gastronômicas com pratos típicos à base de milho, apresentações de quadrilhas e shows de forró e sertanejo. O festival principal ocorre nos dias 20 e 21 de junho, mas o espaço também receberá uma segunda etapa do arraial em julho.

CTN celebra 10 anos de São João

O CTN – Centro de Tradições Nordestinas promove uma das maiores festas juninas da cidade. O “São João de Nóis Tudim” comemora 10 anos em 2026 com mais de 350 horas de programação cultural, quadrilhas, parque de diversões e restaurantes com culinária típica dos nove estados nordestinos.

O arraial acontece entre 29 de maio e 26 de julho, sempre às sextas, sábados e domingos. A entrada é gratuita, mas comidas, bebidas e brinquedos são cobrados à parte.

Já em Pinheiros, o Largo da Batata recebe o “Arraial do Largo da Batata” nos dias 6 e 7 de junho. O evento reúne shows de forró, apresentações de quadrilhas e barracas de comidas típicas com preços populares. A programação é gratuita e pet-friendly.

No circuito cultural da cidade, a Pina Contemporânea recebe a terceira edição da “Pina Junina”, com apresentações musicais, bingo cultural e espetáculo do Balé Popular Cordão da Terra. O evento ocorre no dia 6 de junho, das 12h às 18h, com entrada gratuita.

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Quermesses mantêm tradição nos bairros paulistanos

As tradicionais festas organizadas por igrejas também seguem como parte importante do calendário junino paulistano. No Brás, a Paróquia São Vito Mártir realiza a 108ª Festa de São Vito, conhecida pela forte influência italiana e pelas receitas típicas preparadas pelas “Mammas”. O evento acontece aos sábados e domingos até 12 de julho.

Na região central, a Paróquia Nossa Senhora da Consolação promove sua tradicional festa junina ao lado da Praça Roosevelt, com brincadeiras, pescaria, comidas típicas e shows ao vivo em diversos finais de semana de junho.

No Tatuapé, a Paróquia Nossa Senhora da Conceição transforma a Praça Silvio Romero em um grande arraial familiar, com música ao vivo e barracas tradicionais. A programação segue até 29 de junho.

ABC Paulista também entra no clima

Na região metropolitana, Santo André recebe o “Arraiá Rock” no Largo dos Padeiros, em Paranapiacaba. O evento mistura tradição junina com apresentações de bandas de rock e decoração temática inspirada na Copa do Mundo de 2026. A festa ocorre nos finais de semana de 6, 7, 13 e 14 de junho, com entrada gratuita.

Em São Bernardo do Campo, a tradicional Quermesse do Rudge Ramos ocupa a Praça São João Batista até 19 de julho. Considerada uma das mais populares do ABC Paulista, a festa reúne barracas de comidas típicas, bingo beneficente e atrações voltadas para famílias de toda a região.

Serviço: festas juninas e quermesses em São Paulo e região

Parque Villa-Lobos

  • Datas: Finais de semana de 23 de maio a 21 de junho (incluindo os dias 4, 5, 6, 7, 13, 14, 20 e 21 de junho).
  • Horário: A partir das 10h.
  • Onde: Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 2001 – Alto de Pinheiros
  • Ingressos: Entrada gratuita, mas com necessidade de resgate antecipado de ingressos via Sympla (sujeito a lotação).

Memorial da América Latina

  • Datas: 20 e 21 de junho (com uma “parte 2” (Arraial no Memorial) agendada para 19, 20, 26 e 27 de julho).
  • Horário: Das 11h às 21h.
  • Onde: Av. Mário de Andrade, 664 – Barra Funda
  • Ingressos: Entrada gratuita.

CTN – Centro de Tradições Nordestinas

  • Datas: De 29 de maio a 26 de julho (às sextas, sábados e domingos).
  • Horário: Sextas das 19h às 02h; sábados das 11h às 04h; domingos e feriados das 11h às 22h.
  • Onde: R. Jacofer, 615 – Limão
  • Ingressos: Entrada gratuita (consumo de alimentos, bebidas e brinquedos cobrados à parte).

Largo da Batata

  • Datas: 6 e 7 de junho.
  • Horário: Das 11h às 22h.
  • Onde: Av. Brig. Faria Lima, S/N – Pinheiros
  • Ingressos: Entrada gratuita (evento pet-friendly).

Pina Junina

  • Datas: 6 de junho (sábado).
  • Horário: Das 12h às 18h.
  • Onde: Pinacoteca de São Paulo, Praça da Luz, 2 – Luz
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Paróquia São Vito Mártir

  • Datas: De 30 de maio a 12 de julho (sábados e domingos).
  • Horário: A partir das 19h.
  • Onde: R. Polignano A Mare, 53 – Brás
  • Ingressos: Entrada para a praça de alimentação custa R$ 15 (comprada na bilheteria local). Os convites para a Cantina interna devem ser adquiridos via Ticket360.

Paróquia Nossa Senhora da Consolação

  • Datas: Dias 5, 6, 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de junho.
  • Horário: A partir das 17h.
  • Onde: R. da Consolação, 585 – Consolação
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Paróquia Nossa Senhora da Conceição

  • Datas: De 30 de maio a 29 de junho (sábados e domingos).
  • Horário: Das 17h às 23h (sábados) e das 17h às 22h (domingos).
  • Onde: Pça. Sílvio Romero – Tatuapé
  • Ingressos: Entrada gratuita.

Arraiá Rock Paranapiacaba

  • Datas: Finais de semana de 6, 7, 13 e 14 de junho.
  • Horário: Programação diurna e vespertina (recomenda-se ir cedo devido à neblina e ao estacionamento limitado na vila).
  • Onde: Largo dos Padeiros – Paranapiacaba, Santo André
  • Ingressos: Aberto ao público / Entrada gratuita.

Paróquia São João Batista

  • Datas: De 9 de maio a 19 de julho (às sextas, sábados e domingos).
  • Horário: A partir das 18h.
  • Onde: Praça São João Batista, 01 – Rudge Ramos
  • Ingressos: Entrada gratuita.

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Vazamento de gás provocado durante obra da Sabesp no Centro de SP expõe riscos à população

A deputada estadual Professora Bebel criticou o novo incidente envolvendo uma obra da Sabesp no centro da capital paulista, após uma escavação atingir uma tubulação de gás e provocar um vazamento na região da República, na noite desta quinta-feira (4). Saiba mais na TVT News.

Imagens registradas por câmeras de segurança mostram o momento em que uma máquina utilizada durante a obra atinge a rede subterrânea, causando o vazamento. Trabalhadores que acompanhavam o serviço precisaram se afastar rapidamente da área diante do risco provocado pela ocorrência.

Para a parlamentar, o episódio evidencia problemas recorrentes na execução de obras pela companhia após sua privatização e coloca em xeque os protocolos de segurança anunciados recentemente pela empresa.

“Mais uma obra irresponsável da Sabesp privatizada pelo governo Tarcísio de Freitas leva pânico à população em pleno centro de São Paulo. Novamente uma intervenção da companhia atinge uma tubulação de gás, colocando trabalhadores e moradores em situação de risco”, afirmou Bebel.

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A deputada também questionou a qualidade dos serviços prestados pela concessionária e a política adotada pelo governo estadual para a gestão do saneamento.

“Além de realizar um serviço que tem gerado inúmeros transtornos à população e impor tarifas cada vez mais pesadas aos consumidores, a Sabesp privatizada parece se especializar em colocar vidas em risco. É preciso que haja apuração rigorosa sobre as responsabilidades desse episódio e medidas efetivas para evitar que novos acidentes aconteçam”, declarou.

Medidas de segurança sob questionamento

O incidente ocorreu poucos dias após a Sabesp divulgar novos procedimentos de segurança para obras em áreas urbanas, incluindo a ampliação das chamadas janelas de inspeção, destinadas à identificação prévia de redes subterrâneas antes do início das escavações.

Para Bebel, o novo acidente demonstra que as medidas anunciadas não têm sido suficientes para garantir a segurança da população e dos trabalhadores envolvidos nas intervenções.

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Vacina contra febre amarela tem foco no Grande ABC; entenda

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) intensificou a campanha de vacinação contra a febre amarela nos sete municípios do Grande ABC após a confirmação da circulação do vírus na região. O alerta foi emitido depois que um macaco foi encontrado morto em Santo André com resultado positivo para a doença, sinalizando risco de transmissão em áreas de mata e parques da região. Saiba os detalhes na TVT News.

A medida vale para Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Segundo as autoridades sanitárias, a morte de primatas funciona como um importante indicador epidemiológico, já que esses animais atuam como “sentinelas” da circulação viral em áreas silvestres.

O governo estadual reforçou que não há transmissão da febre amarela entre pessoas nem de macacos para humanos. A infecção ocorre apenas pela picada de mosquitos infectados, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes no ciclo silvestre.

Vacinação varia conforme o município

Em Santo André, onde houve a confirmação do vírus no primata, a vacinação foi ampliada para bebês a partir dos seis meses de idade. Crianças entre seis e oito meses recebem a chamada “dose zero”, utilizada como proteção inicial, mas que não substitui as doses previstas no calendário regular, aplicadas aos nove meses e aos quatro anos.

Nas demais cidades do Grande ABC, a recomendação é voltada para pessoas a partir dos nove meses que nunca se vacinaram, possuem esquema vacinal incompleto ou frequentam áreas de mata, parques e regiões consideradas de risco.

A SES-SP também orienta que idosos acima de 60 anos, gestantes e mulheres que amamentam bebês de até seis meses passem por avaliação médica antes de receber a vacina.

Outro ponto de atenção envolve as pessoas imunizadas com dose fracionada durante o surto de 2018. A orientação atual é que esses moradores procurem as unidades de saúde para receber a dose integral do imunizante.

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Estado registra mortes em 2026

O reforço da vacinação no ABC ocorre em meio ao avanço de casos em outras regiões paulistas. Até o momento, o estado contabiliza nove casos confirmados de febre amarela em humanos e cinco mortes.

Os registros estão concentrados em Lagoinha, com cinco casos e quatro óbitos, além de ocorrências em Cruzeiro, Araçariguama e Cunha. De acordo com o governo estadual, todas as pessoas infectadas não tinham histórico de vacinação.

Sintomas e prevenção

A febre amarela é uma doença infecciosa grave, com sintomas que surgem de forma repentina. Entre os principais sinais estão febre alta, calafrios, dores intensas no corpo e na cabeça, náuseas, vômitos e fadiga extrema.

A principal forma de prevenção continua sendo a vacinação. Para ampliar a cobertura, o Estado determinou que os municípios facilitem o acesso ao imunizante nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), sem necessidade de agendamento prévio.

As prefeituras também foram orientadas a realizar busca ativa de moradores não vacinados, principalmente em áreas rurais, regiões próximas a parques e unidades de conservação ambiental.

Além disso, a vigilância sobre primatas segue sendo intensificada para identificar rapidamente novas áreas de circulação do vírus. O governo paulista também recomenda que a população mantenha a caderneta de vacinação atualizada e utilize o portal “Vacina 100 Dúvidas” para esclarecimentos sobre a segurança e eficácia do imunizante.

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Ato em defesa do Iamspe denuncia falta de profissionais

O Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP) e a Associação dos Funcionários do Iamspe (Afiamspe) convocam os profissionais do Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) para o Ato em Defesa do Iamspe, que será realizado na próxima quarta-feira (29), às 10h. A concentração ocorrerá em frente ao Ambulatório do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE), na Rua Borges Lagoa, 1755, na capital paulista. Saiba mais na TVT News.

A mobilização conta com o apoio de entidades representativas do funcionalismo e tem como objetivo pressionar o governo estadual pela abertura de novos concursos públicos e pela valorização dos profissionais que atuam no instituto.

O ato ocorre em meio aos impactos do Programa de Demissão Incentivada (PDI) lançado pelo governo do Estado. Dos cerca de 900 profissionais aptos a aderir ao programa, foram registrados 576 pedidos de adesão, segundo informações coletadas pelas representantes do SindSaúde-SP no HSPE. Desse total, 151 são médicos e 114 são oficiais administrativos. Esta última é uma das áreas que já enfrenta grave déficit de pessoal, que vem causando transtornos internos no hospital. Ao todo, 47 solicitações foram arquivadas, 10 estão em análise pela Comissão Processante do Programa e outras 12 ainda serão avaliadas.

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“Esse grande número de pedidos não nos surpreendeu, porque entre os trabalhadores da saúde no estado, somos nós que temos os menores salários. Infelizmente, o que é oferecido aqui de remuneração para os profissionais não concorre com o mercado”, explica a secretária de Administração e Finanças do SindSaúde-SP, Regina Bueno, trabalhadora do Iamspe há mais de 30 anos.

As condições ruins de trabalho também se refletem no interesse dos profissionais em trabalhar no local. No último processo seletivo para médicos, mais de 100 profissionais foram convocados, mas a maioria não assumiu os cargos.

“O governo do estado está acabando com o funcionalismo público e no Iamspe não é diferente. Aqui dentro mais de 50% dos serviços foram terceirizados e com isso aumentou o número de denúncias que recebemos dos usuários sobre demora no atendimento, problemas nos fluxos de atendimento”, conta Regina.

Os problemas do Iamspe se somam às dificuldades impostas a toda a Saúde estadual, com promessas não cumpridas por parte do governo, como o reajuste do auxílio-alimentação, congelado em R$ 12 desde 2018, e o aumento da Gratificação por Desempenho de Atividade Médica do Iamspe (GDAMSPE).

Impacto na assistência e na formação médica

A secretária de Organização Sindical e Formação do SindSaúde-SP e presidenta da Afiamspe, Ana Cristina Manente, alerta para os impactos diretos na assistência à população. Segundo ela, caso todos os pedidos de desligamento de médicos das áreas de cardiologia, infectologia e clínica médica sejam aceitos, esses serviços poderão ser praticamente extintos no HSPE.

“Recebemos muita reclamação das dificuldades de agendamento de consultados dos usuários nessas especialidades, imaginem como ficará se não houver concurso para repor esses profissionais”, avalia.

Ana também ressalta os prejuízos para a formação de novos profissionais. “O Iamspe tem diversos médicos que hoje são referência em suas especialidades e que podem nos deixar, eles farão falta para os pacientes e para o futuro da medicina brasileira, pois deixaremos de formar novos profissionais com a qualidade da residência que o Iamspe tem, por conta dos estudos desenvolvidos ali com preceptores altamente qualificados e com a possibilidade de saída desses profissionais o programa de residência médica será colocado em risco”, concluiu.

Serviço:

Ato em Defesa do Iamspe
Dia 29 de abril (quarta-feira), às 10h
Em frente ao Ambulatório do Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE)
Rua Borges Lagoa, 1755, Ibirapuera, São Paulo – SP

Via SindSaúde-SP

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Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

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Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

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A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

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A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

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Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

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Haddad deixa ministério e confirma pré-candidatura ao governo de São Paulo

Em um café com jornalistas realizado nesta sexta-feira, em São Paulo, o pré-candidato ao governo do estado, Fernando Haddad, comentou sua decisão de deixar o Ministério da Economia para disputar a eleição deste ano contra o atual governador, Tarcísio de Freitas. Confira mais em TVT News.

Sua candidatura, embora esperada, ainda gerava dúvidas diante das especulações de que o vice-presidente, Geraldo Alckmin, poderia ser o nome apoiado pelo presidente Lula em São Paulo. Esse, aliás, foi o tema mais recorrente entre as perguntas dos jornalistas presentes.

Fernando Haddad iniciou a conversa destacando que já não está mais à frente do Ministério da Economia e que a decisão foi publicada na manhã desta sexta-feira no Diário Oficial da União.

Após o anúncio, Haddad afirmou que o encontro com jornalistas é importante para garantir que a população tenha acesso a informações corretas e para aprimorar a relação com a imprensa. Ele também destacou que a campanha de 2022 foi elogiada pelo alto nível do debate e disse que pretende manter esse padrão em 2026, sem calúnias ou desinformação.

A primeira pergunta tratou da escolha do vice para a chapa em São Paulo. Haddad afirmou que ainda não iniciou uma rodada de conversas com lideranças políticas, o que deve ocorrer nos próximos dias. “Ainda não fiz as conversas que pretendo ter com Márcio França, Caio França, Geraldo Alckmin, Tabata Amaral, Guilherme Boulos, Erika Hilton, Juliano Medeiros e Marina Silva”, disse.

Segundo ele, diversos encontros já estavam pré-agendados, mas foram adiados. “Muitas pessoas queriam já ter conversado comigo, e eu pedi um pouco de paciência”, afirmou. Haddad acrescentou que pretende alinhar sua posição dentro do governo antes de avançar no diálogo político. “Quero me acertar internamente, conversar primeiro com Lula e aprofundar qual é a melhor posição, onde posso ser mais útil.”

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Pré-candidato ao governo de SP, Fernando Haddad, em coletiva com jornalistas na capital. Foto: Elizeu Fundão/ TVT News.

Ao abrir a rodada de perguntas, o primeiro questionamento foi sobre a crise no preço dos combustíveis. Apesar da decisão do governo de zerar impostos federais, como PIS/Cofins sobre o diesel, para evitar uma paralisação de caminhoneiros — que vem sendo anunciada nas últimas semanas —, boa parte dos estados se recusou a fazer o mesmo em relação ao ICMS, o que poderia atenuar a alta provocada pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.

Haddad afirmou que o governo do presidente Lula acertou ao zerar impostos sobre combustíveis em meio a um cenário de conflitos. Segundo ele, o mundo vive um momento “dramático”, com uma guerra que afeta não apenas o comércio de combustíveis, mas também a circulação de outros bens e serviços.

Ele ressaltou que o aumento promovido pela Petrobras atingiu apenas o diesel e que não há justificativa para reajustes em outros combustíveis, como a gasolina. “Não há razão para aumento nem de gasolina nem de diesel, já que foi compensado pelas medidas que o governo tomou”, disse.

De acordo com o ex-ministro, cabe agora aos órgãos de fiscalização coibir abusos. “Agora cabe aos órgãos de fiscalização impedir, na forma da lei, a abusividade de preços. É o que compete ao governo neste momento”, afirmou.

Ele também comentou a relação com os estados e criticou medidas adotadas anteriormente. “Afastamos qualquer possibilidade de medida semelhante à que Bolsonaro tomou em 2022, quando retirou recursos dos governadores ao zerar o ICMS por lei federal”, afirmou.

Questionado sobre a equipe de campanha e quem deve contribuir para a elaboração de sua plataforma eleitoral em 2026, Haddad disse que ainda não definiu nomes, mas ressaltou que São Paulo reúne profissionais qualificados para colaborar com o plano.

“Não falta interesse e inteligência em São Paulo. Nas comunidades, nas favelas, na universidade, na classe artística e científica há gente da melhor qualidade pensando em soluções para os problemas que enfrentamos”, afirmou.

Embate com Tarcísio de Freitas

Ao comentar a disputa política em São Paulo, Haddad afirmou que não vê mais uma vantagem consolidada de seu principal adversário, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Questionado sobre as estratégias para enfrentar a preferência de parte do eleitorado pelo atual governador, disse ter mudado de avaliação. “Não acho isso. Já pensei assim, mas agora vejo muitas vulnerabilidades e uma falta de encantamento em São Paulo com o destino do estado e até com a própria gestão”, afirmou.

Para Haddad, os últimos quatro anos da gestão de Tarcísio deixaram marcas de retrocesso em diversas áreas. Como candidato, disse que pretende conduzir um debate de alto nível.

“Vou me basear sempre em dados, em informações de vocês e em dados oficiais para fazer um diagnóstico do que o estado está perdendo e do potencial que tem para superar suas dificuldades, especialmente nas áreas de segurança e educação. Estou muito preocupado com o que tenho visto”, afirmou.

Segurança pública como tema central da campanha

Questionado sobre o aumento dos casos de feminicídio em São Paulo — que registra alta desde o início da série histórica, em 2018, passando de 253 casos em 2024 para 270 em 2025, um crescimento de 6,7%, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) —, Haddad fez uma crítica direta a Tarcísio.

Segundo ele, o governador prometeu, em 2022, ampliar os investimentos no combate à violência de gênero, mas reduziu significativamente os recursos destinados à área no orçamento de 2026.

Apoio de Lula na campanha em São Paulo

Ao ser questionado sobre a participação do presidente Lula na campanha, Haddad afirmou que, diferentemente de 2022, o comitê eleitoral do presidente não será sediado em São Paulo, o que pode dificultar a logística conjunta. Ainda assim, disse esperar que Lula visite o estado e que, nessas ocasiões, possam dividir o palanque.

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PF e MP fazem ação contra corrupção na Polícia Civil de SP

Corrupção na Polícia Civil de São Paulo: Ministério Público de São Paulo e Polícia Federal fazem ação contra corrupção dentro de departamentos da Polícia Civil do estado. Investigações mostram que a organização criminosa usava VR para lavar dinheiro. Leia em TVT News.

Corrupção: esquema lavava dinheiro com VR

Segundo o MP, o dinheiro vindo do tráfico de drogas, recebido em espécie, era usado na aquisição dos cartões, que, depois eram utilizados em padarias e mercadinhos de fachada, que transferiam recursos para empresas fictícias. O grupo criminoso também manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações.

Ministério Público e PF fazem operação em SP contra corrupção na Polícia Civil

O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), realiza operação especial para combater esquema de corrupção policial que dava proteção a uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

O grupo criminoso é formado por doleiros, operadores financeiros e pessoas com experiência em lavar dinheiro. Até o momento, quatro suspeitos foram presos.

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A Operação Bazaar conta com o apoio Polícia Federal, a Polícia Civil e a Força de Combate com a Polícia Federal (Ficco).

De acordo com as investigações do Gaeco, o grupo criminoso fazia pagamentos constantes a agentes públicos e policiais civis, manipulava investigações, realizava fraudes processuais e destruíam provas de investigações. “Assim, os criminosos, de forma coordenada, asseguravam a continuidade de suas práticas e evitavam ser responsabilizados por seus crimes”.

Segundo informações do MPSP, são cumpridos 25 mandados de busca e apreensão – inclusive em delegacias -, além de 11 mandados de prisão e seis mandados de intimação relativos a medidas cautelares diversas direcionados a integrantes da organização criminosa, advogados e policiais civis.

Leia a nota da PF sobre a ação contra corrupção na Polícia Civil

Nesta quinta-feira (5/3), a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO/SP), em ação coordenada com o Gaeco do Ministério Público do Estado de São Paulo e com o apoio da Corregedoria da Polícia Civil, deflagrou a Operação Bazaar, para aprofundar investigação sobre possível corrupção policial voltada à proteção de uma organização criminosa especializada em lavagem de capitais.

As apurações indicam que o grupo, formado por doleiros e por operadores financeiros, teria estruturado um esquema de pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos, além de empregar artifícios como fraude processual, manipulação de procedimentos investigativos e destruição de provas, visando assegurar a continuidade das atividades ilícitas.

A FICCO/SP é composta atualmente pela Polícia Federal, pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, pela Secretaria Nacional de Políticas Penais e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

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Greve dos professores pode ser decidida na assembleia de 6 de março

No dia 6 de março, os professores da rede pública estadual de São Paulo farão assembleia para decidir os próximos passos da categoria. Há possibilidade dos professores da rede estadual entrarem em greve. Leia em TVT News.

Qual é a pauta da mobilização dos professores

  • reajuste do piso nacional no salário-base;
  • reajuste do piso nacional na carreira;
  • fim do abono complementar;
  • aplicação correta da jornada do piso;
  • efesa da escola pública frente à privatização e à militarização;
  • reabertura de classes fechadas;
  • devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia;
  • garantia de educação especial inclusiva

Assembleia da APEOESP em 6 de março pode votar indicativo de greve dos professores

A APEOESP realiza no dia 6 de março (sexta-feira), às 16 horas, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, a assembleia estadual dos professores. A pauta inclui a possibilidade de votação de indicativo de greve das professoras e dos professores, caso não haja avanço nas negociações em torno das reivindicações apresentadas ao governo do Estado.

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Pela manhã, o Conselho Estadual de Representantes da entidade se reunirá para avaliar o andamento da mobilização nas regiões e propostas encaminhadas pelas subsedes. As deliberações serão levadas à assembleia da tarde, quando professoras e professores decidirão os próximos encaminhamentos.

Mobilização dos professores será no Vão Livre do MASP, às 16h, com caminhada até a Praça da República; categoria luta por reajuste salarial e protesta contra demissões, problemas na atribuição de aulas e medidas autoritárias da SEDUC

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), segunda presidenta da APEOESP, o ato ocorre após um início de ano marcado por demissões, dificuldades na atribuição de aulas e insegurança na rede. “Temos professores que ainda enfrentam problemas na atribuição, escolas com instabilidade e uma política que vem tensionando a carreira. A assembleia é o espaço legítimo da categoria para avaliar esse cenário e decidir coletivamente os rumos do movimento”, afirma Bebel.

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Deputada Professora Bebel: “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes”. Foto: Apeoesp

Professores vão deliberar sobre pontos centrais da categoria

Entre os pontos centrais, a serem deliberados pelos professores, estão o reajuste do piso nacional no salário-base e na carreira, o fim do abono complementar, a aplicação correta da jornada do piso, a defesa da escola pública frente à privatização e à militarização, a retirada da Alesp do PL 1316/2025 (reforma administrativa da Educação), o não à reorganização escolar, a reabertura de classes fechadas, a devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia (2020-2021) e a garantia de educação especial inclusiva para estudantes atípicos e com deficiência.

A pauta também inclui a reivindicação de que nenhum professor permaneça sem aula atribuída e nenhum estudante fique sem professor. A deputada Bebel explica que “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes. A valorização do magistério é condição para fortalecer a escola pública”.

Após a assembleia no MASP, está prevista caminhada até a Praça da República, onde ocorrerá ato unificado com o funcionalismo e movimentos sociais. No mesmo dia e local, às 18h30, haverá apresentação musical gratuita do cantor Chico César, em tributo à educação pública.

Os professores da rede estadual de São Paulo podem entrar em greve?

A possibilidade de greve está colocada no debate da categoria e será avaliada de forma coletiva. De acordo com a Apeoesp, a greve é entendida como um instrumento de pressão para reverter medidas do governo estadual e obrigar a abertura de negociações efetivas.

O Conselho Estadual de Representantes (CER) da Apeoesp aponta que o tema deve ser discutido desde as escolas, com assembleias regionais e participação direta da base, até a deliberação na assembleia estadual do dia 6 de março.

Nos últimos meses, a categoria já realizou uma série de manifestações, reunindo não apenas professores, mas também estudantes, outros profissionais da educação e movimentos sociais, o que reforça o clima de mobilização em todo o estado.

Confira as datas de mobilização dos professores da rede pública de SP

O calendário divulgado pela Apeoesp reúne uma série de atividades ao longo de março:

  • 6 de março – Assembleia estadual às 16h, na Avenida Paulista, com caminhada e ato unificado
  • 8 de março – Participação nas mobilizações do Dia Internacional das Mulheres
  • 20 de março – Mobilização do funcionalismo público

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Metroviários de São Paulo entram em estado de greve e pressionam Metrô por negociação

Os trabalhadores do Metrô de São Paulo decretaram estado de greve em assembleia realizada na segunda-feira (9), em resposta à recusa da Companhia do Metropolitano em negociar mudanças no Plano de Carreira e em outras demandas trabalhistas. A medida funciona como um instrumento de pressão, sem interrupção imediata do serviço, e mantém as operações das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata normalmente. Saiba os detalhes na TVT News.

Segundo o Sindicato dos Metroviários, a decisão foi tomada após a empresa adotar uma postura “autoritária” e encerrar o diálogo sobre temas considerados centrais para a categoria.

O movimento pode evoluir para uma paralisação total em breve. Uma nova assembleia está marcada para a quarta-feira (11), quando os trabalhadores devem avaliar a resposta do Metrô e decidir os próximos passos.

Principais reivindicações dos metroviários

A pauta apresentada pelo sindicato reúne demandas salariais, critérios de promoção e questões estruturais da empresa. Entre os principais pontos estão:

  • Pagamento de “steps”: reajustes de progressão salarial iguais para todos os funcionários e o fim do limite de 1% da folha de pagamento destinado a essas correções, considerado insuficiente para garantir aumentos reais;
  • Critérios de promoção: extinção da chamada “análise comportamental”, defendendo processos mais objetivos e técnicos em concursos internos;
  • Contratações via concurso público: oposição à terceirização, especialmente na manutenção de vias e trens, e reposição do quadro de pessoal, apontado como defasado após programas de demissão voluntária;
  • Valorização dos oficiais de manutenção: criação de oportunidades de ascensão para cargos de supervisão e técnicos;
  • Nota de corte em concursos: retorno da exigência mínima de 6,5, desvinculada das metas globais da diretoria.

Para o sindicato, as medidas são necessárias para preservar o caráter público do Metrô e evitar a precarização do serviço. A companhia ainda não se manifestou oficialmente sobre as reivindicações dos trabalhadores.

Histórico de paralisações

A mobilização atual ocorre num cenário histórico recorrente de conflitos entre metroviários e o governo de São Paulo. Nos últimos anos, a categoria realizou paralisações marcadas por disputas salariais, reformas administrativas e privatizações.

Caso não haja avanço nas negociações, a assembleia desta semana pode definir se ocorrerá de fato a greve, ampliando o risco de interrupções no metrô nos próximos dias.

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Na pauta dos metroviários estão o pagamento de “steps”: reajustes de progressão salarial iguais para todos os funcionários. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

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