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We finally know how much Elon Musk's X is making in ad revenue

Elon Musk onstage at the World Economic Forum.
Elon Musk.

WEF

  • Elon Musk has had a rocky relationship with advertisers since acquiring Twitter in 2022.
  • Musk's X sued advertisers for allegedly violating antitrust law by boycotting the app.
  • New SEC filings show that X's efforts to win back advertisers haven't led to a bonanza.

Elon Musk's attempts to win over advertisers have yet to spark a major recovery in ad revenue for X.

In 2025, ad revenue for X (formerly Twitter) reached $1.8 billion, up around 7% from 2024. That said, revenue was down 21% from 2023 and about 59% from 2021, the year before Musk took over Twitter and began alienating some brands with looser content moderation.

Here were the stats:

YearAd revenueYoY change
2021 (pre-acquisition)$4.5 billion+40%
2023$2.3 billionN/A
2024$1.7 billion-26%
2025$1.8 billion+7%

X's ad revenue figures were revealed in an S-1 filing by SpaceX, X's parent company.

Since buying Twitter, Musk's relationship with advertisers has been rocky.

In 2023, he told marketers who were skipping out on X ads that they could "go fuck yourself."

Musk hired an ad industry veteran, Linda Yaccarino, in 2023 to help woo marketers. Yaccarino previously ran ad sales at NBCUniversal.

The drama with the ad industry didn't stop, though.

A year later, X sued an advertising trade group, The World Federation of Advertisers, and some members, including CVS, Unilever, and Mars, alleging they violated antitrust law by collectively withholding ad spend. A judge later tossed out the suit, citing a lack of jurisdiction and X's failure to state a claim under the antitrust laws.

Yaccarino left the company in July 2025.

Last year, there was industry chatter that Musk's entry into politics may have helped X's ad prospects. As Musk took on a high-profile role in the US government, some advertisers began spending on X again. Ad industry insiders previously told Business Insider that they felt buying ads on the app had become a cost of doing business to appease Musk and his allies in President Donald Trump's White House. Musk left his role, and his relationship with the Trump administration has since become more muddled.

Advertising's centrality as a revenue source for X diminished in March 2025 after Musk decided to merge the app into his artificial intelligence company, xAI. The company's AI revenue is growing much faster than its advertising revenue, reaching around $1.35 billion in 2025, a 52% increase from the previous year.

With the decision to merge xAI into SpaceX earlier this year, advertising now accounts for just a fraction of the combined company's $18.7 billion in 2025 revenue.

That doesn't mean X has stopped trying to improve its ad products.

Last month, X announced it had revamped its ads business to integrate more AI tools. This month, X rolled out a new tool that uses AI to connect brands with creators that might be a good fit for their campaigns.

Read the original article on Business Insider

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Moraes arquiva inquérito contra Elon Musk sobre suposta atuação em milícias digitais

O ministro Alexandre de Moraes arquivou nesta terça, 10, o inquérito que investiga o bilionário Elon Musk por suposta “instrumentalização criminosa” do antigo Twitter, além de suspeitas de desobediência a decisões judiciais, obstrução à Justiça em contexto de organização criminosa e incitação ao crime.

Na última terça, 3, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu o arquivamento do inquérito que atinge o bilionário e dono do X. Na percepção do PGR, “as hipóteses criminais aventadas não encontraram lastro probatório suficiente para a sua confirmação”.

Para o ministro, “tendo o Ministério Público requerido o arquivamento no prazo legal, não cabe ação privada subsidiária, nem a título originário, sendo essa manifestação irretratável, salvo no surgimento de novas provas”.

No pedido de arquivamento, o procurador Paulo Gonet atestou que “não se logrou identificar comportamento doloso por parte dos representantes legais da provedora que consubstanciasse desobediência a decisões sobre suspensão de direitos, embaraço a investigações de organizações criminosas ou incitação pública ao crime; ao revés, o que se descortinou foram falhas operacionais pontuais que, uma vez notificadas, foram prontamente sanadas pela companhia”.

Musk é um dos alvos do inquérito das milícias digitais, que apura a atuação de grupos suspeitos de disseminar notícias falsas em redes sociais e foi instaurado em abril de 2024 por Alexandre de Moraes.

À época, a Polícia Federal afirmou em relatório que “os investigados intensificaram a utilização da estrutura da milicia digital fora do território brasileiro com os objetivos de se furtar ao cumprimento das ordens judiciais e tentar difundir informações falsas ou sem lastro para obter a aderência de parcela da comunidade internacional com afinidade ideológica com o grupo investigado para impulsionar o extremismo do discurso de polarização e antagonismo aos poderes constituídos no País”.

O procurador Paulo Gonet discordou da avaliação preliminar da PF e afirmou no pedido de arquivamento da investigação que “inexistem elementos de informação que apontem para uma resistência deliberada da plataforma em acatar as determinações desta Corte ou do Tribunal Superior Eleitoral”.

“As intercorrências relatadas pela autoridade policial, embora tenham permitido o acesso efêmero a conteúdos suspensos, configuram impropriedades técnicas inerentes à gestão de uma rede de dimensões globais, carecendo de intenção fraudulenta”, sustentou o PGR.

A defesa de Elon Musk no Brasil, conduzida pelo criminalista Sérgio Rosenthal, afirmou que “o pedido de arquivamento dos autos reflete, portanto, a postura correta e colaborativa da empresa, que não compactua, assim como jamais compactuou com qualquer ilegalidade”.

Embora tenha acolhido o pedido da Procuradoria, Moraes afirmou no despacho que “a titularidade privativa da ação penal ao Ministério Público não afasta o dever do Poder Judiciário de exercer sua atividade de supervisão judicial”.

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Do ‘Twitter’ à Starlink: Elon Musk fecha acordo para unir SpaceX e xAI antes de mega IPO

O bilionário Elon Musk acertou nesta segunda-feira (2) a fusão entre SpaceX e xAI, segundo fontes ouvidas pela Bloomberg, em um acordo que engloba as ambições cada vez mais dispendiosas do bilionário de dominar a inteligência artificial e a exploração espacial.

O acordo foi anunciado em um memorando nesta segunda. A expectativa é que a empresa resultante da fusão precifique suas ações em cerca de US$ 527 cada e tenha uma avaliação de mercado de US$ 1,25 trilhão, disseram algumas das fontes.

Os representantes da SpaceX e da xAI não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. 

A Bloomberg já havia noticiado as discussões. A SpaceX planeja uma oferta pública inicial (IPO) que pode arrecadar até US$ 50 bilhões, segundo a Bloomberg News. A empresa também discutiu uma possível fusão com a Tesla.

O acordo reúne duas das maiores empresas de capital fechado do mundo. A XAI captou recursos em janeiro com uma avaliação de US$ 230 bilhões, enquanto a SpaceX planejava realizar uma oferta pública inicial (IPO) em dezembro, com uma avaliação de cerca de US$ 800 bilhões, segundo a Bloomberg, e está explorando a possibilidade de um IPO.

Isso também complica ainda mais os diversos empreendimentos comerciais de Musk. O bilionário adquiriu a plataforma de mídia social Twitter no final de 2022, renomeou-a para X e, em seguida, fundiu o site com sua startup de inteligência artificial xAI em um negócio de US$ 33 bilhões .

A xAI, que também opera o chatbot Grok, é uma operação cara, consumindo cerca de US$ 1 bilhão por mês para alcançar sua ambição declarada de obter “uma compreensão mais profunda do nosso universo”. Uma fusão com a SpaceX reúne capital, talento, acesso a poder computacional — e dilui as fronteiras corporativas.

A parceria pode cristalizar a visão de Musk de colocar data centers no espaço para realizar computação complexa para IA. A SpaceX está solicitando permissão para lançar até um milhão de satélites na órbita da Terra para esse plano, de acordo com um documento apresentado na sexta-feira.

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