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Anthropic posted, then swiftly deleted, a $450,000 sales job aimed at its 'mega' customer Meta

Anthropic CEO Dario Amodei.
Anthropic CEO Dario Amodei.

Bloomberg/Getty Images

  • Anthropic posted a sales job directly targeting one of its biggest customers, Meta.
  • The AI lab took down the job posting after Business Insider asked about it.
  • Meta and Anthropic have a complicated relationship, as both pushing to develop frontier AI.

Anthropic posted — and then deleted — a job listing for a salesperson tasked with selling to Meta, its AI rival and one of its largest customers.

The listing, titled "Mega Account Executive, Meta," appeared on Anthropic's job board at a delicate moment for the companies' relationship.

Meta still spends hundreds of millions of dollars a month as Anthropic's customer, according to a recent New York Times report. But it's also trying to reduce its reliance on Anthropic's AI tools as Anthropic is shoring up its finances ahead of a massive initial public offering.

The post suggests Anthropic is betting Meta will remain a major customer even as Meta builds more capable AI models of its own.

After Business Insider asked Anthropic about the listing on Wednesday, the company pulled it down. Anthropic and Meta declined to comment.

Anthropic's job posting offered an annual salary of $380,000 to $450,000, and didn't mention Meta outside the title. It said the salesperson would "win new business and drive revenue within a book of strategic digital native accounts."

The listing stands out for its specificity. Other Anthropic account executive openings target broad regions or sectors, including startups in Europe, the Middle East, and North Africa, or the public sector in Southeast Asia.

Anthropic's AI coding tool, Claude Code, became popular across Silicon Valley, including at Meta, this year. One internal projection said Meta could spend $10 billion annually on Anthropic, the Times reported. Meta's head of AI product, Nat Friedman, told employees that if Meta decreased its reliance on Anthropic's tools, it could hit Anthropic's revenue as it approaches its IPO, the report said.

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ARTIGO: O maior IPO da história já tinha 424 anos

da navegação ao espaço

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OpenAI, Anthropic e SpaceX viram “fábrica de fortunas”: 20 bilionários e 16 mil milionários a caminho

A SpaceX deu a largada ao que deve ser um período de grandes IPOs nos Estados Unidos, gerando uma nova leva de bilionários aos rankings da Bloomberg e da Forbes. Um levantamento feito pela consultoria Sacra para o jornal The New York Times (NYT) estima que as megalistagens de SpaceX, Anthropic e OpenAI devem criar […]

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Elon Musk vira trilionário e passa a valer mais do que 198 países e toda a bolsa brasileira

O empresário Elon Musk se tornou a primeira pessoa no mundo a ostentar (ao menos no papel) o título de trilionário, um nível de riqueza impressionante, muito acima do PIB e do valor de mercado de muitas companhias. A SpaceX estreou nesta sexta-feira, 12 de junho, na Nasdaq, após precificar seu IPO em US$ 135 […]

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Fabricante de anéis inteligentes, Oura Ring entra com pedido confidencial de IPO nos EUA

A empresa finlandesa Oura Ring anunciou nesta quinta-feira, 21, que submeteu confidencialmente um rascunho de declaração de registro à Securities & Exchange Commission (SEC, a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) referente à oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) de suas ações ordinárias.

O número de ações a serem oferecidas e a faixa de preço da oferta proposta ainda não foram definidos, informou a startup em comunicado.

A oferta pública inicial deverá ocorrer após a conclusão do processo de revisão da SEC, sujeita às condições de mercado e outras condições.

A Oura Ring distribui anéis inteligentes que monitoram continuamente mais de 50 métricas de saúde, beneficiando tanto indivíduos quanto milhares de equipes de pesquisa, profissionais de saúde e organizações. A empresa foi fundada na Finlândia em 2013.

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Bolsa barata, gringo de volta e juros em queda: A equação que pode destravar os IPOs no Brasil

Durante quatro anos, o Brasil não sabia o que era um IPO (oferta pública inicial de ações). Trata-se da maior seca de aberturas de capital da história do mercado.

Nem mesmo em momentos de recessão econômica, como no período de Dilma Rousseff, o país ficou tanto tempo sem ver empresas ingressarem na bolsa. Pelo contrário: nos últimos anos, houve fechamento de capitais. Ao todo, 50 empresas deram adeus à B3.

Uma conjunção de fatores, como a disparada da taxa básica de juros, afastou o fluxo da renda variável. Embora o Ibovespa tenha subido 57% desde 2021, investidores — principalmente os locais — ficaram de fora dessa pernada, atraídos pelos gordos retornos da renda fixa.

Outro entrave para emperrar a janela foi o histórico das empresas que fizeram IPOs. Segundo um estudo da assessoria financeira Seneca Evercore, das 94 empresas que abriram capital desde 2024, apenas 17 ficaram no azul.

Mas, ao que parece, o jogo está para virar. A bolsa mudou a chavinha e disparou 30% em questão de meses. O rali continuou em janeiro e fevereiro, embora o conflito envolvendo o Irã tenha arrefecido um pouco esse movimento.

Enquanto isso, nos Estados Unidos duas fintechs brasileiras abriram capital. O PicPay (PICS) saiu no topo da faixa indicativa e levantou US$ 500 milhões. Parecia um sinal de que os investidores globais estavam famintos por Brasil.

No IPO seguinte, o da Agibank, houve uma mudança de tom. A própria ação do PicPay chegou a despencar 18% dias após a estreia, o que acendeu o sinal amarelo para o apetite do investidor estrangeiro.

Somado a isso, o temor de que as inteligências artificiais pudessem afetar as empresas trouxe pessimismo para as empresas de tech.

Isso acabou resvalando na fintech, que foi obrigada a cortar tanto a faixa indicativa quanto o número de ações ofertadas pela metade. Resultado: o que era para ser uma oferta de US$ 785 milhões acabou saindo por US$ 276 milhões.

Um indicativo de que a janela de IPOs está enferrujada? Não necessariamente.

Mercados diferentes

Segundo especialistas de bancos que conversaram com o Money Times, trata-se de mercados diferentes. A começar pelo perfil das empresas.

Enquanto a bolsa americana atrai mais techs, até o momento, no Brasil a expectativa é que empresas de saneamento e energia — consideradas mais seguras — deem o tom da nova janela.

Pelo menos três companhias já mostraram interesse em dar as caras na bolsa: Aegea Saneamento, BRK Ambiental e Compass Gás & Energia.

“Lá fora foi uma situação bem específica. Eles tentaram pegar referência de investidores que investem naquele tipo de ativo, e há muito investidor que é bastante orientado para tecnologia”, destaca André Moor, chefe do banco de investimento Bradesco BBI.

Ele recorda que surgiu um grande ceticismo em relação a companhias que podem ser mais facilmente disruptadas por inteligência artificial. “Isso acabou prejudicando o processo.”

“Quem estava olhando o PicPay e também analisando o Agibank acabou tendo que reformatar o deal. No fim das contas, foi meio que azar do Agibank, que pegou essa onda de rotação de portfólio nos Estados Unidos, com investidores reduzindo exposição a tecnologia.”

Mas isso não deveria fechar a janela, destaca ele. Aqui no Brasil, o apetite do investidor estrangeiro continua.

Gabriela Evans, diretora de renda variável do Santander, vai na mesma linha ao afirmar que o “impacto é menor”. Para ela, há uma nova janela se abrindo. Apesar disso, a especialista destaca três pontos para que ela deslize com maior facilidade:

  • continuidade do fluxo internacional de recursos;
  • empresas de qualidade e com tamanho relevante;
  • histórias de investimento interessantes para quem está comprando.

“Os investidores internacionais estão buscando novas oportunidades em mercados emergentes, e o Brasil hoje ainda se destaca por preço e risco — ou seja, valuations mais baixos e um risco percebido relativamente menor.”

Evans, por outro lado, diz que o investidor local será mais relutante em entrar na festa, pelo menos neste momento. Isso porque a taxa de juros ainda é bastante atrativa e os fundos de renda variável continuam enfrentando saques.

Ou seja, para participar de um IPO, o investidor local muitas vezes teria que vender um ativo que já possui. Isso significa que a troca precisa valer muito a pena — seja pelo valuation, pelo setor, pelo potencial de crescimento ou pelo histórico da companhia.

O peso do Ibovespa

Anderson Brito, chefe do banco de investimento do UBS BB, lembra outro ponto: o peso do Ibovespa está mais concentrado em setores que não têm risco estrutural elevado com inteligência artificial.

Ou seja, o que poderia ser um ponto fraco do país vira um diferencial importante em meio a questionamentos sobre possíveis bolhas relacionadas à IA.

“Se você olhar a composição do Ibovespa, cerca de 20% a 25% está em serviços financeiros, que, na média, tendem a ser positivamente impactados pela IA, principalmente pela melhoria do cost-to-income — ou seja, redução de custos e ganho de eficiência.”

Outros 20% estão em mineração, setor tradicional que também tende a ser positivamente impactado pela tecnologia.

Em seguida vêm petróleo, gás e combustíveis, que também têm uma dinâmica própria, inclusive relacionada à transição energética.

Utilidades públicas, como energia e saneamento, representam cerca de 11%. “Quando você soma tudo isso, estamos falando de mais de 70% do principal índice do Brasil alocado em setores tradicionais ou em setores nos quais o risco estrutural de disrupção é bem menor.”

A conta do mercado é que até 10 empresas possam abrir capital no Brasil neste ano.

Guerra no Irã pode afetar IPOs?

De acordo com Moor, do Bradesco, a expectativa é que o conflito não atrapalhe a janela — desde que seja curto e fique restrito ao Irã, cenário considerado mais provável neste momento.

“A gente não está vendo envolvimento direto da China nem da Rússia, por exemplo.”

Moor lembra, ainda, que o Brasil é uma economia relativamente fechada. Cerca de 70% do PIB é consumo doméstico.

As exportações representam algo perto de 30%, e uma parte relevante disso são commodities para a China.

“Ninguém está sancionando o Brasil ou impedindo o país de vender para determinados mercados, então o impacto direto tende a ser neutro.”

O que pode acontecer é alguma pressão de curto prazo no câmbio e no preço do petróleo, gerando um pico inflacionário momentâneo. “Mas o Banco Central sabe que, no longo prazo, essa pressão tende a cair.”

Preço importa

Virou quase um lugar-comum dizer que o Ibovespa está barato — mas é difícil ignorar o fato.

Mesmo com a valorização recente do mercado local, o Brasil ainda negocia a cerca de 10 a 10,5 vezes preço/lucro (P/L), segundo cálculos de analistas do UBS.

Para comparação:

  • o mercado mexicano negocia perto de 17 vezes;
  • o mercado americano negocia perto de 23 vezes.

Ou seja, ainda existe espaço para o mercado performar, principalmente em um ambiente em que a curva de juros comece a cair.

Hoje os juros estão perto de 15%, mas o consenso do Banco Central já aponta para queda. As projeções caminham para 11,5%, com alguns economistas falando em 11% e outros, até em 10,5%.

Follow-ons tiram demanda?

Mas, se os IPOs ainda caminham devagar, os follow-ons (ofertas subsequentes de ações) seguem a todo vapor.

Neste ano, empresas como Pague Menos (PGMN3), Riachuelo (RIAA3) e Banco Pine (PINE4) já foram ao mercado captar recursos. A joia da coroa, porém, deverá ser a privatização da Copasa. Essa demanda poderia tirar o apetite por IPOs?

Segundo Moor, em grande parte, trata-se de teses novas ou com poucas referências na bolsa.

“Por isso, normalmente essas ofertas precisam trazer algum diferencial para o investidor. Ou a empresa apresenta um modelo de negócios melhor do que o de alguma referência já listada, ou precisa sair com desconto em relação às comparáveis.”

Além disso, ele destaca que muitos follow-ons recentes são relativamente pequenos — ofertas de R$ 300 milhões a R$ 1 bilhão.

“Considerando que, só em janeiro, entraram cerca de R$ 74 bilhões de recursos estrangeiros no mercado brasileiro, essas ofertas acabam sendo pequenas em relação ao volume de capital disponível.”

E as eleições?

Quis o destino que a volta dos IPOs ocorra justamente em um período eleitoral, conhecido pela volatilidade. Mesmo assim, o investidor estrangeiro parece não estar muito preocupado com isso.

“O que a gente tem escutado do investidor institucional internacional é que existe uma visão positiva para a bolsa brasileira, independentemente da eleição”, diz Brito, do UBS BB.

Mais importante, segundo ele, são os juros. Hoje a taxa ainda está elevada e pode terminar o ano entre 12% e 13%. “O que os investidores observam muito mais é a curva média esperada, e não apenas a fotografia do DI hoje.”

O melhor cenário para o fim do ano seria algo próximo de 11,5%, e o mercado já começa a caminhar nessa direção. “Então, o investidor está olhando muito mais a tendência de queda da renda fixa do que o nível atual da taxa de juros.”

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