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É hoje: ferramenta que pode buscar até R$ 1 milhão será apresentada às 19h; participe do evento

Nesta terça-feira, dia 23 de junho, a Empiricus Research vai liberar os acessos à inteligência artificial de investimentos criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Diferentemente de ferramentas que apresentam soluções a partir de prompts dos usuários, esse modelo opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas.

Mas os acessos serão limitados, por isso, confira como receber o seu.

Veja como essa nova IA busca as melhores oportunidade no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as melhores oportunidades em tempo real. Dessa forma, a ferramenta identifica os ativos mais potencialmente promissores e executa as operações automaticamente.

O modelo foi desenvolvido por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, profissional do mercado de ativos digitais há seis anos, com um MBA em ciências de dados pela USP.

Unindo automação, análise e estratégia, o objetivo da ferramenta é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil.

Como a IA lida atua com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado durante um evento online e gratuito para investidores interessados em testar a ferramenta.

Novos acessos serão liberados durante evento gratuito; veja como participar

Nesta terça, 23 de junho, a partir das 19h, será realizado um evento online e gratuito para apresentar mais detalhes sobre o funcionamento da inteligência artificial e explicar como ela pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de em média R$ 3,5 mil.

Durante a apresentação, Valter Rebelo deve mostrar como a ferramenta funciona na prática, quais critérios que a IA usa para selecionar ativos digitais e executar.

Será liberado um novo lote de acessos para investidores interessados em testar a tecnologia, porém, de forma limitada e distribuídos por ordem de chegada.

Por isso, se você ficou interessado em saber mais sobre a ferramenta, clique no link abaixo para participar do evento:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

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Dividendos: Petrobras (PETR4) e mais 7 empresas da bolsa pagam proventos de até R$ 2,50 por ação nesta semana

A partir desta segunda-feira (22), 7 ações listadas na Bolsa brasileira têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para pagamento aos seus investidores. Para que você se mantenha bem-informado, preparamos um calendário completo, organizados por valores e datas de pagamento.

Porém, é preciso estar atento a dois pontos de grande importância:

  • “Data com” (data de corte): somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estão aptos a receber os pagamentos;
  • Tributação: JCPs estão sujeitos ao Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos são tributados em 10% na fonte, isso quando ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Calendário de dividendos: 22 a 26 de junho

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data de pagamentoData de corte
CPFL EnergiaCPFE3Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA3Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA5Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA6Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA7Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
EternitETER3Dividendo0,08522/06/202630/03/2026
PetrobrasPETR4JCP0,31322/06/202622/04/2026
ComgásCGAS3JCP1,69825/06/202615/06/2026
ComgásCGAS3Dividendo2,28925/06/202615/06/2026
ComgásCGAS5JCP1,86825/06/202615/06/2026
ComgásCGAS5Dividendo2,51825/06/202615/06/2026
AssaíASAI3JCP0,10426/06/202606/01/2026
BanrisulBRSR3Dividendo0,22026/06/202612/06/2026
BanrisulBRSR5JCP0,22026/06/202612/06/2026
BanrisulBRSR6JCP0,22026/06/202612/06/2026
SaneparSAPR11JCP0,55226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR11JCP1,40826/06/202630/06/2025
SaneparSAPR3JCP0,10226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR3JCP0,26026/06/202630/06/2025
SaneparSAPR4JCP0,11226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR4JCP0,28626/06/202630/06/2025

Quais as melhores ações pagadoras de dividendos da Bolsa? Confira recomendações no Empiricus+

Se você deseja otimizar ao máximo a busca por dividendos em sua carteira de investimentos, é preciso contar com uma curadoria das ações mais promissoras nesse sentido: e o Empiricus+ pode te ajudar com isso.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa e conhecer os papéis indicados para a sua carteira no momento atual.

Você, leitor desse texto, tem direito a testar o serviço por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu benefício:

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A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t

Durante muito tempo, investir em fundos imobiliários parecia uma história relativamente simples. Os juros caíam, os FIIs subiam. Os investidores buscavam renda mensal isenta de imposto e a indústria crescia em ritmo acelerado.

Mas, segundo Rodrigo Abbud, CEO da área de Real Estate do Patria, essa fase ficou para trás. O executivo defendeu a tese de que o mercado brasileiro de fundos imobiliários está entrando em um novo estágio de desenvolvimento.

No episódio desta semana do Empiricus Podca$t, Abbud explicou o que ele considera ser o terceiro ciclo da indústria e o que o investidor pode esperar dos fundos imobiliários daqui para frente.

Nascimento, expansão e agora consolidação: a nova fase dos fundos imobiliários no Brasil

Na visão de Abbud, o primeiro ciclo foi marcado pelo surgimento dos fundos imobiliários no Brasil. O segundo veio com a expansão da classe de ativos, impulsionada pela queda dos juros, pela popularização dos investimentos e pelo crescimento acelerado da base de cotistas.

Agora, porém, a dinâmica parece diferente. “Estamos no início do terceiro ciclo”, afirmou o executivo durante a conversa. Desta vez, o foco deixa de ser apenas crescimento e passa a envolver consolidação, profissionalização e ganho de escala, avalia Abbud.

O CEO de real estate do Patria aponta que, hoje, a indústria brasileira reúne mais de 500 fundos listados e cerca de R$ 200 bilhões em patrimônio. O mercado cresceu de forma significativa na última década, mas ainda está distante da dimensão observada em mercados mais maduros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os REITs — equivalentes aos FIIs brasileiros — somam aproximadamente US$ 1,4 trilhão em patrimônio distribuído entre cerca de 250 veículos. Para Abbud, essa comparação sugere que o Brasil ainda está apenas no começo de um processo de amadurecimento.

Nesse sentido, uma pergunta permanece no ar:

Quem serão os grandes vencedores dessa nova fase?

Fundos maiores vão dominar o mercado? A consolidação da indústria está apenas começando? E quais segmentos do mercado imobiliário podem concentrar as melhores oportunidades nos próximos anos?

Rodrigo Abbud responde a essas e outras questões no episódio completo do Empiricus Podca$t. Assista à conversa e entenda por que o futuro dos fundos imobiliários pode ser bastante diferente do que a maioria dos investidores imagina hoje.

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Sparta Infra (JURO11): queda e corte de rendimentos são alerta ou oportunidade?

A reprecificação no mercado de crédito incentivado tem gerado um clima mais conturbado para os fundos da categoria. O Sparta Infra (JURO11) é um dos fundos que ficaram mais expostos à marcação a mercado nesse contexto de saída de recursos.

No início do mês, a Sparta anunciou uma redução temporária na distribuição de rendimentos do JURO11, passando de R$ 1,00 para R$ 0,75 por cota em maio, e R$ 0,50 neste mês. O movimento se refletiu na queda do preço das cotas, que acumulam desvalorização próxima de 7% desde o início de maio.

Diante de um cenário mais pressionado para a categoria de debêntures incentivados, há oportunidade nas cotas do JURO11?

Para entender o posicionamento da empresa, os analistas da série Os Melhores Fundos, da Empiricus Research, conversaram com Caio Palma, gestor de infraestrutura da Sparta, e com a Natália Coura, responsável pelo relacionamento com investidores.

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JURO11: O que mudou de verdade?

Na avaliação dos analistas da casa, a queda nas cotas está muito mais ligada a um contexto mais amplo da categoria do que um problema estrutural do fundo.

A combinação entre dificuldades enfrentadas por emissores relevantes, o enfraquecimento do desempenho de fundos e a continuidade dos resgates levou a uma reprecificação significativa das debêntures, explica a equipe de analistas dos Melhores Fundos da Empiricus.

“Nos últimos anos, parte relevante dos rendimentos distribuídos foi sustentada não apenas pelo carrego dos títulos, mas também pelos ganhos de capital proporcionados pelo fechamento dos spreads de crédito. Com a recente abertura desses spreads e a elevação dos juros reais, fator particularmente relevante para um fundo indexado ao IPCA, esse componente adicional de retorno deixou de existir, exigindo uma postura mais conservadora na distribuição”, afirmam.

A avaliação dos analistas após a conversa com a gestora é de que os preços dos ativos já apresentam melhora em relação aos momentos mais críticos, embora a dinâmica de resgates nos fundos abertos da indústria ainda continue contribuindo para a volatilidade no curto prazo.

Nesse ambiente, os especialistas enxergam uma oportunidade interessante no JURO11. “Por ser um fundo fechado, o veículo não enfrenta pressão de vender ativos para fazer frente a resgates, o que lhe confere maior capacidade de atravessar períodos de turbulência com disciplina e flexibilidade”, avaliam.

Com isso, a gestão pode reciclar gradualmente a carteira em níveis mais elevados de spread, aproveitando distorções criadas pelo estresse recente do mercado.

Quanto à reação negativa dos investidores ao corte de distribuição, os analistas enxergam uma ampliação do desconto da cota de mercado para cerca de 4%, além de uma elevação da taxa implícita de negociação para aproximadamente IPCA + 9,8% ao ano, líquida de taxas.

“Na nossa avaliação, a redução dos rendimentos possui caráter muito mais conjuntural do que estrutural. A combinação entre spreads mais atrativos, desconto na cota de mercado e benefícios inerentes à estrutura fechada cria uma relação risco-retorno particularmente interessante para investidores com horizonte de médio e longo prazo”, avaliam.

Aproveite e veja esse e mais tipos de relatórios completos na plataforma do Empiricus+

Como ir além do olhar superficial do mercado?

Nem sempre as oportunidades mais atraentes à primeira vista são as que despertam entusiasmo imediato no mercado.

O JURO11 é um exemplo disso.  Mas, ao analisar os fundamentos e o contexto de mercado com mais profundidade, os analistas da Empiricus chegam a conclusões diferentes das que predominam no consenso.

E é justamente esse tipo de análise que você encontra na Empiricus+.

A plataforma reúne relatórios exclusivos, recomendações de investimento, carteiras recomendadas e análises produzidas por especialistas que buscam identificar valor onde a maioria dos investidores não está olhando.

Ao se tornar assinante, você passa a acompanhar não apenas as recomendações dos analistas, mas também o raciocínio por trás de cada tese de investimento.

Para conhecer mais sobre a plataforma, a Empiricus está liberando 30 dias de acesso gratuito ao Empiricus+, onde você pode conferir todas as análises que te ajudarão a fazer as melhores decisões para os seus investimentos.

A plataforma oferece carteiras recomendadas pensadas para diferentes perfis e objetivos de investimento, além de reunir conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e diversas outras classes de ativos, proporcionando uma visão mais ampla do mercado.

Se você busca uma visão além do senso comum e quer entender por que determinados ativos entram no radar dos especialistas, vale a pena conhecer o Empiricus+.

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Esses dois fatores podem fazer com que o Ibovespa volte ‘rapidamente’ à casa dos 190 mil pontos, segundo analistas

São tempos difíceis para o Ibovespa. O índice, que bateu sua máxima histórica de 199 mil pontos em abril, passou a despencar logo em seguida, salvo alguns momentos pontuais de otimismo.

Foi o caso do pregão da segunda-feira (15), no qual chegou a bater 174 mil pontos no pico intraday, surfando o bom humor do mercado após o anúncio de um acordo entre os EUA e o Irã no domingo (14). No entanto, o Ibovespa voltou a recuar e negociava na casa dos 169 mil pontos até o fechamento deste texto, na terça-feira (16).

Ou seja, a princípio, pode parecer que nem os sinais de uma resolução no Oriente Médio sejam o suficiente para sustentar a Bolsa brasileira. Será mesmo?

Para os analistas da Empiricus Research, há motivo para acreditar em uma recuperação do índice – até mesmo de volta à casa dos 190 mil pontos, como vimos em abril. Porém, essa recuperação depende da convergência de alguns fatores em especial.

Entenda os fatores que podem contribuir para uma ‘volta por cima’ do Ibovespa

Somando a contribuição de valuation e fundamentos, e supondo que a guerra vai finalmente se resolver, podemos imaginar o Ibovespa voltando rapidamente para um patamar de 180 a 190 mil pontos”, afirmam os analistas em relatório da última sexta-feira (12).

A partir dessa afirmação, podemos destrinchar os gatilhos que, se alinhados, podem contribuir para a “volta por cima” do Ibovespa.

Fim do conflito no Oriente Médio

Como falamos anteriormente, o Ibovespa pareceu não sustentar um pregão inteiro de alta com o anúncio de um acordo entre EUA e Irã, que pode, enfim, apontar para o fim da guerra no Oriente Médio. Mas vale lembrar que o fim das tensões pode ser um processo longo.

O conflito trouxe um sentimento generalizado de aversão ao risco nos mercados. Seu fim pode ainda não trazer normalização imediata. “Seria praticamente impossível alcançar um acordo rápido diante de um contexto tão complexo de direitos e deveres entre as partes”, afirmam os analistas.

Mas, aos poucos, investidores podem recuperar otimismo e reduzir o foco em posições mais defensivas, o que pode contribuir para a valorização dos ativos brasileiros.

“Contribuição” de valuation e fundamentos

O mercado brasileiro, referência em teses de commodities, tornou-se de grande interesse de estrangeiros após o início da guerra, especialmente após retirarem capital de teses ligadas ao mercado norte-americano. Inclusive, esse foi um dos principais gatilhos que carregaram a alta do Ibovespa alguns meses atrás.

Para os analistas, uma possível “ressaca” nas teses ligadas à inteligência artificial (IA) – que tem movido o otimismo de mercado nos EUA – pode “ser bom para o Kit Brasil”, considerando que poderia contribuir um retorno do fluxo estrangeiro ao país. Isso “salvo o caso de espraiamento sistêmico”, ou seja, de algum problema que afete os mercados globais de forma geral.

O valuation também entra como um ponto forte da bolsa brasileira. Em diversas ocasiões, os analistas da Empiricus reforçam a perspectiva de que os ativos brasileiros estão atualmente descontados, especialmente na ausência de fluxo comprador.

Inclusive, picos positivos recentes, como o visto no pregão da última quinta-feira (11), “não teriam acontecido se as ações brasileiras não estivessem negociando a múltiplos tão atrativos”, afirmam.

“O mercado local está bem-posicionado em fundamentos para captar esse fluxo gringo quando ele estiver pronto para voltar, e agora está bem-posicionado em valuation também”.

Empiricus+: com ou sem rali do Ibovespa, saiba como posicionar sua carteira de investimentos

O investidor bem-posicionado, dentro das estratégias corretas, pode otimizar os retornos de sua carteira independentemente do que acontecer com o Ibovespa nos próximos meses.

Os analistas da Empiricus estão sempre à postos para recomendar e atualizar suas recomendações de investimento, de acordo com cada passo que o mercado e a conjuntura geopolítica dão.

Se você está em busca desse tipo de apoio para seus investimentos, está convidado a conhecer o Empiricus+.

O Empiricus+ é a nova modalidade de assinatura “streaming” da casa. Em uma única plataforma, e de uma só vez, você tem acesso às principais recomendações do momento em:

  • Ações;
  • BDRs;
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É possível ganhar dinheiro com IA? Ferramenta da Empiricus pode buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

A inteligência artificial tem se consolidado como uma forma de otimizar a rotina de trabalho, auxiliando na produção de textos, vídeos e na estruturação de dados.

Porém, a IA também é útil na área de finanças, e uma nova ferramenta desenvolvida pela Empiricus foca exatamente na busca por geração de renda.

Esta inteligência artificial de investimentos foi criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Saiba como esta nova IA busca as melhores oportunidades no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial foi desenvolvida por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, que atua há 6 anos no mercado de ativos digitais e possui um MBA em ciências de dados pela USP. 

A ferramenta opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as mais promissoras em tempo real. Assim, a IA identifica oportunidades e executa operações sem a necessidade de intervenção manual do investidor. 

Com automação, análise e estratégia, o objetivo é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses

O modelo procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.  

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil. 

Como a inteligência artificial lida com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado para investidores interessados em testar a ferramenta. 

Evento gratuito vai liberar novos acessos; confira como participar

Para quem ficou interessado, no dia 23 de junho, às 19h, investidores poderão ter acesso a essa inteligência artificial de investimentos. 

Além do novo lote de acessos, será realizado um evento online e gratuito com mais detalhes sobre como esta IA pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de R$ 3,5 mil. 

Contudo, a quantidade de acessos será limitada. Então, se você quer saber mais sobre como utilizar essa ferramenta, basta fazer sua pré-inscrição gratuita no botão abaixo: 

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Selic: gestores da Faria Lima cravam juros altos por mais tempo, aponta pesquisa; confira

As expectativas para as taxas de juros permanecem tão firmes quanto alguns goleiros desta Copa do Mundo. Essa opinião foi coletada pela pesquisa da série Os Melhores Fundos de Investimentos, da Empiricus Research.

A pesquisa buscou entender a visão de 30 gestores de multimercados sobre o nível da taxa Selic, para os próximos três anos e no longo prazo.

Leitura da Selic para 2026 e 2027 piora

As opiniões dos gestores, que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe, estão representadas em dot plot (gráfico de pontos), como é possível observar abaixo.

O modelo de gráfico em dot plot é tradicionalmente usado nos EUA para representar as projeções de cada membro do FOMC para a taxa básica de juros dos EUA.

Analisando a percepção do Brasil, o analista Alexandre Alvarenga comenta: “O dot plot veio mais duro ao longo de toda a curva para a taxa brasileira. A mediana para 2026 subiu de forma relevante e sugere menos espaço para cortes no curto prazo.”

O gráfico aponta que predomina entre os gestores a percepção de uma Selic entre 14,00% e 14,25% ao final do ano.

Além disso, Alvarenga também nota que houve uma piora na leitura para 2027 e no longo prazo, indicando que o mercado passou a embutir uma Selic estruturalmente alta por mais tempo, em linha com uma inflação ainda desconfortável e maior cautela com a convergência do juro real.

“O descolamento em relação ao Boletim Focus reforça a mensagem de prêmio de risco mais elevado na precificação dos juros. O movimento não é só de revisão no curto prazo, mas também no longo prazo”, reforça Alvarenga.

Na segunda-feira (15), o Focus elevou a estimativa para a taxa Selic ao fim do ano de 13,50% para 13,75%.

“No Brasil, pioraram de forma clara as leituras sobre inflação e fiscal. A combinação de inflação ainda pressionada, dúvidas sobre a trajetória das contas públicas e menor espaço para afrouxamento monetário manteve o ambiente mais difícil para ativos locais”, afirma o analista.

Além dos juros brasileiros, a pesquisa da Empiricus também se aprofundou na percepção dos gestores sobre os juros dos EUA e o pontos relevantes sobre o sentimento macroeconômico e a percepção do nível de risco.

“O dotplot americano ficou mais hawkish no médio prazo. A mediana para 2026 subiu de forma relevante, sugerindo menos cortes no horizonte próximo, enquanto 2027 e 2028 também avançaram, o que indica maior disposição do FOMC (Comitê de política monetária dos EUA) em manter a taxa acima do nível neutro por mais tempo”, comenta Alvarenga.

Diante dessa deterioração do quadro inflacionário, Alexandre Alvarenga e a equipe de analistas da Empiricus Research seguem diariamente se debruçando sobre os principais eventos e indicadores econômicos.

É com base nesses estudos que eles conseguem montar carteiras de investimento atualizadas para o investidor ter a chance de buscar lucros nesse cenário.

Carteiras que já valorizaram até 545%: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Mesmo diante de um cenário ainda turbulento por fatores econômicos e geopolíticos, os analistas da Empiricus Research seguem buscando oportunidades de investimento. Seja na bolsa de valores ou em outras classes de investimento, o objetivo é que o investidor brasileiro consiga posicionar seu portfólio no panorama atual de forma a mitigar prejuízos e otimizar as chances de lucros.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para perfis de investidor variados. Nelas, estão carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as diferentes classes de ativos. Alguns exemplos são:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, carteira de ações focada em valorização dos papéis: mais de 420,18% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Empiricus SmallCaps, carteira focada em ações de empresas de baixa capitalização: mais de 544,67% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Empiricus Dividendos, portfólio concentrado em ativos para dividendos: valorização de 447,94%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, também é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives para responder as dúvidas dos assinantes. Para complementar, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível. 

Atualmente, o Empiricus+ está disponível em duas opções de planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; e
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90. Mais de 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para ajudar a fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 30 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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Acordo entre EUA e Irã dá fôlego ao mercado com abertura imediata do Estreito de Ormuz; como se posicionar agora?

O Ibovespa começou a semana no verde, após a bandeira branca sinalizada entre os Estados Unidos e o Irã na noite de domingo (14). Os dois países, que vinham se enfrentando desde o final de fevereiro, oficializaram um acordo provisório de reabertura do Estreito de Ormuz.

Além disso, as nações devem iniciar um período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, com assinatura formal prevista para sexta-feira (19), na Suíça. No rol dos tópicos sensíveis, o destino do programa nuclear iraniano e as tarifas de exportação americanas sobre o país não fazem parte das discussões preliminares.

Na segunda-feira (15) pela manhã, os principais mercados globais reagiam positivamente à notícia:

  • Bolsas na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos subindo;
  • Preço do barril de petróleo em queda;
  • Recuo do dólar;
  • Recuperação do apetite ao risco, refletindo a redução do temor de uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz.

No Brasil, o Ibovespa também reagia positivamente, voltando a superar a marca dos 170 mil pontos no intradia da segunda-feira (15).

“O acordo também devolve protagonismo aos bancos centrais em uma semana marcada por decisões monetárias”, comenta o analista da Empiricus, Matheus Spiess.

Nesta semana, as reuniões do Copom e do Federal Reserve (a primeira com Kevin Warsh na presidência) se concentram com o encerramento na quarta-feira (17), além das decisões do Banco do Japão (terça, 16) e do Banco da Inglaterra (quinta, 18).

“Ainda assim, o alívio geopolítico não elimina os desafios inflacionários”, comenta Spiess, em referência ao aumento nos custos de produção e transporte de diversos produtos em escala global, para além do choque inicial sobre a oferta global de petróleo.

Alerta parecido veio de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, que alertou que os preços elevados de energia já começam a se transmitir para outras partes da economia europeia. Além disso, “investidores também seguem atentos ao risco de efeitos secundários sobre salários, inflação subjacente e política monetária”, explica o analista em sua newsletter diária, Mercado em 5 minutos.

Descompressão de risco e mais apetite: onde posicionar a carteira agora?

Para Spiess, enquanto o acordo reduz um importante risco energético global, o estrago da crise que vivemos já foi feito.

Além disso, o especialista acredita que o preço do petróleo ainda deve trazer novas oscilações, com a economia da commodity adquirindo um ritmo diferente do conhecido anteriormente.

“Devemos voltar a ter conflitos na região, até mesmo porque a guarda revolucionária iraniana quase que se beneficia de um estado contínuo de conflito. Ela utiliza de desse ambiente para ampliar sua força dentro do Irã e na região como um todo”, afirma Spiess.

Contudo, enquanto o acordo se sustentar, o mercado deverá ver o dólar mais comportado, juros menores, menos risco global brando, “uma descompressão de risco importante”.

Diante desse cenário, marcado por mudanças rápidas e diferentes possibilidades de desdobramentos para os mercados, a forma do investidor preparar seu portfólio pode ser decisiva para os seus lucros.

Como parte da equipe de analistas da Empiricus Research, Spiess explica que as carteiras recomendadas pela casa foram estruturadas justamente para navegar em ambientes de maior incerteza.

Segundo ele, alguns portfólios buscam capturar ganhos caso um cenário mais favorável impulsione os mercados, enquanto outros mantêm exposição a empresas negociadas a múltiplos historicamente descontados, oferecendo potencial de valorização mesmo em contextos mais desafiadores.

Para investidores que desejam acompanhar essas análises e conhecer as estratégias recomendadas pelos especialistas da Empiricus Research, a casa reúne seu conteúdo principal em uma única plataforma.

Descubra como fazer parte do Empiricus+

O Empiricus+ funciona como um “streaming” do mercado financeiro: em um só lugar, o investidor encontra sugestões de investimentos em ações, dividendos, renda fixa e estratégias de renda extra, entre outras oportunidades.

Além das recomendações, a plataforma oferece tutoriais e guias práticos para ajudar o investidor a colocar as estratégias em prática de forma simples, além de lives semanais com os analistas. Assim, é possível acompanhar os temas mais relevantes do mercado e esclarecer dúvidas em tempo real.

Para quem deseja aprofundar seus conhecimentos, o Empiricus+ disponibiliza ainda cursos completos sobre diferentes temas de investimento.

Ao assinar o plano anual do Empiricus+, você paga apenas R$ 14,90 por mês para ter acesso a todo esse conteúdo.

Ao clicar no botão abaixo, pode experimentar a plataforma por 30 dias sem compromisso. Nesse período, você terá a oportunidade de explorar os relatórios e recomendações disponíveis e avaliar se o serviço faz sentido para os seus objetivos de investidor.

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Amazon (AMZO34) expande serviço de frete para outras empresas: é hora de investir?

A Amazon (B3: AMZO34 | Nasdaq: AMZN) abriu sua operação de transporte de cargas fracionadas (Less Than Truckload, ou LTL, na sigla em inglês) para empresas externas, na última semana.

“O episódio reforça uma das principais virtudes da companhia: a capacidade de extrair novas fontes de receita a partir de ativos já existentes”, afirma Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Confira a tese da Amazon (AMZO34) e por que investir

O serviço, disponível apenas nos Estados Unidos, conta com mais de 80 mil reboques e 24 mil contêineres e integra a plataforma Amazon Supply Chain Services, que abrange frete, distribuição, fulfillment (conjunto de processos logísticos que abrange todas as etapas entre a compra online do cliente e a entrega do produto) e envio.

A expansão da oferta LTL da Amazon (AMZO34) permitirá que companhias, que utilizam ou não o marketplace da plataforma, enviem paletes para armazéns de terceiros, centros de distribuição e varejistas parceiros.

Na visão de Spiess, o movimento remete diretamente à fórmula de sucesso da Amazon de “transformar uma infraestrutura originalmente desenvolvida para atender necessidades internas em uma plataforma de serviços escalável para terceiros”.

Veja também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Com a abertura, a Amazon passa a competir diretamente com operadores tradicionais de logística, que sentiram a reação imediata do mercado: as ações da FedEx Freight caíram cerca de 10%, e da Old Dominion, 5%.

Mesmo que o impacto financeiro imediato deva ser limitado diante da escala da Amazon, a abertura “fortalece a tese de longo prazo ao aumentar a utilização de sua infraestrutura, ampliar a integração de seu ecossistema e abrir novas avenidas de crescimento”, afirma Spiess.

“Nesse contexto, seguimos enxergando a Amazon como uma das companhias mais bem posicionadas para capturar tendências estruturais ligadas à digitalização, logística, inteligência artificial e serviços empresariais”, destaca o analista.

AMZO34 é uma das recomendações de ações internacionais de analista; veja mais

Spiess recomenda as BDRs AMZO34 para investidores brasileiros que querem acessar de forma eficiente essa tese, que faz parte da série de ações internacionais da Empiricus.

Você pode conhecer as outras recomendações por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa.

Com o Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações de investimento dos analistas em ações, fundos imobiliários, renda fixa e outros ativos.

Além disso, você também conta com relatórios, tutoriais e guias práticos para descobrir como investir em cada tese recomendada de maneira simples.

Você, leitor deste texto, tem direito a testar a plataforma gratuitamente por 30 dias. Basta se cadastrar nesse link, ou clicar no botão abaixo, para liberar o benefício:

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Chegou o dia: Acesso às 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão nos próximos será revelado hoje

A possibilidade de transformar R$ 2.500 em até R$ 1 milhão é a proposta que será apresentada pelo trader profissional Jader Nogueira a investidores nesta segunda-feira (15). Ele divulgará cinco ativos digitais que considera promissores para os próximos meses, além de revelar como sua estratégia pode ser copiada.

De acordo com o especialista, as criptomoedas selecionadas possuem potencial para entregar retornos de até 500 vezes o valor investido. A estratégia sugerida por ele consiste em destinar R$ 500 para cada ativo identificado, totalizando R$ 2.500.

O mercado de cripto tem se mantido em baixa neste ano, fator que costuma gerar dúvidas nos investidores, mas Jader avalia que ainda há espaço para ganhos expressivos e sabe essas oportunidades podem ser encontradas.

Faz sentido investir em cripto agora?

O bitcoin (BTC) renovou suas máximas históricas em 2025 e chegou ao recorde de US$ 126.198 mil em outubro. Mas o cenário não é o mesmo neste ano.

Desde fevereiro, a moeda tem oscilado entre US$ 60 mil e US$ 80 mil. Por se tratar da maior cripto do mercado, ela acaba servindo como referência para os investidores e sua baixa costuma significar momentos negativos para boa parte dos ativos digitais.

Porém, há exceções.

Jader explica que os maiores retornos desse mercado podem ser entregues por projetos que ainda são desconhecidos pela maior parte dos investidores.

Foi entre essas criptomoedas menores que ele encontrou os cinco ativos com potencial milionário.

CONHEÇA AS 5 CRIPTOMOEDAS RECOMENDADAS POR JADER

Da recepção de hotel aos ganhos milionários com cripto

Jader Nogueira não nasceu rico nem mesmo próximo do mercado financeiro. Ele já trabalhou como recepcionista de hotel e barbeiro, profissão que exercia quando entendeu que deveria encontrar um caminho melhor para mudar de vida.

Em sua luta para chegar ao topo, ele chegou a competir no MMA antes de se tornar referência no mundo das criptomoedas.

Tudo começou a mudar quando Jader decidiu estudar os ativos digitais, e foi aí que ele percebeu o potencial escondido entre moedas desconhecidas do grande público. O trader se especializou em identificar esses projetos e passou a acumular resultados vencedores.

As operações de Jader registram ganhos que vão de US$ 750 mil em 24 horas a R$ 5,5 milhões em 90 dias. A mais conhecida foi com o investimento em LUNA, que multiplicou o capital investido em até 1.300 vezes.

Por mais que ganhos passados não garantam retornos futuros, além de investimentos terem riscos, o Jader explica que essas cinco criptomoedas de encontradas reúnem diversas semelhanças com boas oportunidades que ele próprio encontrou no passado.

Jader revelará seu novo projeto nesta segunda

O acesso aos projetos identificados pelo trader será apresentado hoje, 15 de junho, em um evento online e gratuito com início marcado para as 19h.

Durante a transmissão, Jader revelará como acessar as cinco criptomoedas e vai explicar os critérios utilizados para identificar o potencial de multiplicação de até 500 vezes em cada uma delas.

Além disso, os interessados não precisam fazer os investimentos sozinhos e esperar os retornos por conta própria.

Durante a live, o especialista também vai apresentar uma ferramenta de copy trade que poderá ser utilizada para replicar de forma totalmente automática as negociações feitas por ele.

Ou seja, os investidores não precisam acompanhar o mercado diariamente e sozinhos. O próprio Jader fará operações para manter a estratégia em dia e, com isso, as carteiras dos participantes já serão atualizadas também.

A participação no evento é gratuita e, por meio dela, será possível entender o projeto com mais detalhes a partir das explicações do próprio Jader. Você só precisa fazer uma inscrição rápida para garantir o seu lugar. Clique no botão abaixo:

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O que a venda de bitcoins pela Strategy deixa de exemplo para quem ‘segue a manada’ no mercado de criptomoedas?

Poucos dias após promover sua primeira venda de bitcoin (BTC) em quatro anos, a Strategy voltou a aumentar sua exposição à criptomoeda. A companhia anunciou a compra de US$ 101 milhões em BTC.

No fim de maio, entre os dias 28 e 31, o bitcoin permaneceu relativamente estável, com cotações ao redor de US$ 73 mil. Após a divulgação da venda feita pela empresa de Michael Saylor, porém, o mercado reagiu negativamente e a criptomoeda chegou a ser negociada abaixo do patamar de US$ 60 mil.

Ainda assim, a recente queda não parece ter alterado os planos da companhia de seguir acumulando o ativo digital em seu caixa. Dessa forma, quem saiu do investimento por impulso logo após a venda da Strategy pode ter tomado uma decisão ruim para a própria carteira.

Todo esse movimento acaba reforçando a importância de acompanhar informações e análises confiáveis no mercado financeiro.

O que a Strategy fez?

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times portal parceiro da Empiricus, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

Acesso a analistas profissionais faz diferença nos investimentos

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

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Empiricus+: como testar gratuitamente

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Viu a Strategy vender e comprar bitcoins (BTC)? Caso vale como exemplo para investidores; entenda

A Strategy ampliou sua posição em bitcoin (BTC) ao adquirir mais US$ 101 milhões da criptomoeda. A movimentação ocorre poucos dias após a empresa realizar sua primeira venda do ativo em quatro anos.

Entre os dias 28 e 31 de maio, o bitcoin foi negociado próximo dos US$ 73 mil, sem grandes oscilações. O cenário mudou após o mercado tomar conhecimento da venda realizada pela companhia comandada por Michael Saylor, o que pressionou as cotações e levou o ativo a ser negociado abaixo dos US$ 60 mil.

Apesar da reação negativa dos preços, a empresa manteve sua estratégia de acumular bitcoin em caixa. Investidores que saíram da criptomoeda em meio às repercussões da notícia e por impulso podem desconsiderar outros fatores importantes e até mesmo perder dinheiro.

O episódio acaba evidenciando a relevância do acesso a informações qualificadas e análises profissionais no mercado financeiro.

Entenda os movimentos da Strategy

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

O acesso a informações profissionais

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

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Nova era dos computadores? Entenda novo foco de empresas de tecnologia e como investir agora

As inovações em inteligência artificial têm se concentrado em hyperscales, empresas de tecnologia que oferecem infraestrutura e serviços de nuvem em larga escala.

Para consumir essa tecnologia, os usuários dependem do modelo SaaS (Software as a Service, na sigla em inglês), onde a distribuição de software é baseada na nuvem e as aplicações são acessadas diretamente pela internet.

Mas esse cenário pode mudar, pois empresas como Qualcomm, Apple e mais recentemente a Nvidia, querem levar a IA para dentro dos notebooks comuns.

Novo ‘superchip’ da Nvidia (NVDC34) chama a atenção do mercado

Durante o GTC Taipei 2026, a Nvidia (NVDC34) apresentou o RTX Spark, um “superchip” que reúne CPU e GPU, com até 128 GB de memória para processamento.

“A principal inovação está na integração dos componentes, reduzindo gargalos que normalmente surgem quando o processador e a placa de vídeo trabalham de forma separadas em tarefas mais exigentes, uma limitação comum nos computadores atuais”, explica Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Leia também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Também foram anunciados os primeiros equipamentos que terão o chip instalado: os notebooks Surface Laptop Ultra, da Microsoft, que possuem o Windows 11. O sistema foi desenvolvido especialmente para dar suporte otimizado ao ecossistema RTX Spark.

Além de aplicações em IA, a Nvidia promete entregar versatilidade para executar jogos de última geração em alta qualidade, edição de vídeo, modelagem 3D e criação de conteúdo, sem a necessidade de intermediação de um data center para cada tarefa.

Depois do anúncio, Intel e Qualcomm, empresas que já atuavam nesse segmento, registraram quedas de 4,7% e 8,8%, respectivamente, no pregão seguinte. Por outro lado, Nvidia e Microsoft avançaram 6,3% e 2,3%.

Na visão de Spiess, o episódio fortaleceu a tendência da inteligência artificial se aproximar do cotidiano de consumidores e empresas.

“Para quem acredita nessa transformação, investir nas companhias responsáveis por fornecer a infraestrutura dessa nova realidade pode ser uma forma de participar desse crescimento”, afirma o analista.

Nvidia e quem mais? Veja outros BDRs recomendados para investir em tecnologia

A Nvidia (NVDC34) é um dos ativos da série de ações internacionais da Empiricus.

Você pode conhecer as outras recomendações por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa.

No Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações em:

  • Ações; 
  • BDRs; 
  • Fundos Imobiliários; 
  • Renda extra; 
  • E muito mais. 

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Nubank (ROXO34): mercado reage à troca de CFO; confira as sugestões da Empiricus para as ações

No início do mês, o Nubank (ROXO34) anunciou uma importante mudança em sua liderança financeira. Guilherme Lago deixará o cargo de CFO, que passará a ser ocupado por Rob Livingston, ex-CFO da Visa North America.

A notícia se soma a outras preocupações recentes do mercado envolvendo a qualidade da carteira de crédito do banco, a expansão das operações nos Estados Unidos e um provisionamento acima do esperado no primeiro trimestre. Como resultado, as ações da companhia passaram a sofrer pressão.

Mas a reação negativa dos investidores foi realmente justificada?

Para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, parte das preocupações faz sentido, mas o mercado parece estar reagindo de forma exagerada a fatores que já eram esperados pela companhia.

Veja mais: você pode acessar todas as recomendações dos analistas da Empiricus de forma gratuita por 30 dias; clique aqui

Por que o mercado reagiu mal?

Segundo Hungria, as ações do Nubank já vinham pressionadas antes mesmo da troca de CFO. Entre os fatores que contribuíram para esse movimento estão resultados ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, dúvidas sobre a expansão da operação nos Estados Unidos e preocupações relacionadas à qualidade da carteira de crédito.

Além disso, o banco registrou um provisionamento acima do esperado, o que também gerou cautela entre investidores.

No entanto, o analista destaca no Plantão Empiricus que parte desse cenário está relacionada a fatores sazonais. Historicamente, o primeiro trimestre costuma apresentar níveis mais elevados de inadimplência, influenciados por despesas recorrentes do início do ano, como impostos e outras obrigações financeiras.

Outro ponto importante é que o Nubank continua ampliando sua carteira de crédito. Embora essa estratégia naturalmente aumente os índices de inadimplência, ela também faz parte do processo de crescimento da operação.

Na visão da Empiricus, a combinação desses fatores ajudou a intensificar a reação do mercado, mas não altera os fundamentos da companhia.

Troca de CFO é estratégica para expansão internacional

Embora tenha contribuído para aumentar a percepção de risco entre investidores no curto prazo, a troca de CFO está alinhada ao plano estratégico do Nubank.

Rob Livingston atuou na principal operação da Visa nos Estados Unidos e acumula quase duas décadas de experiência na Capital One, uma das maiores instituições financeiras do país. Seu histórico reúne conhecimento em crédito, meios de pagamento e operações financeiras no mercado americano.

Por isso, sua chegada é vista pela Empiricus como um movimento natural para uma empresa que busca fortalecer sua presença internacional, especialmente nos Estados Unidos.

Nesse contexto, Livingston pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento da operação local e no fortalecimento das relações estratégicas do Nubank no mercado norte-americano.

Veja também: Carteiras da Empiricus ficam disponíveis de forma gratuita por 30 dias; saiba como acessá-las

Vale a pena continuar investindo em Nubank?

Apesar das preocupações recentes, Hungria destaca que o Nubank continua apresentando indicadores operacionais robustos.

O banco segue registrando crescimento elevado, impulsionado pela expansão da carteira de crédito, além de manter um retorno sobre patrimônio (ROE) na faixa de 30%. Segundo o analista, a inadimplência permanece sob controle e compatível com a estratégia de crescimento adotada pela companhia.

Por isso, a mudança na diretoria financeira não altera a tese de investimento da Empiricus para a empresa.

“O mercado está reagindo a fatores de curto prazo, mas os fundamentos continuam sólidos”, resume a visão da casa de análise.

Dessa forma, o Nubank permanece entre as recomendações da Empiricus.

Quer conhecer outras recomendações além do Nubank?

Agora você já sabe por que a Empiricus continua enxergando valor nas ações do Nubank mesmo diante das recentes preocupações do mercado.

Mas essa não é a única oportunidade acompanhada pelos analistas da casa.

A Empiricus está liberando 30 dias de acesso gratuito ao Empiricus+, plataforma que reúne recomendações de investimentos, relatórios exclusivos, análises de mercado e carteiras elaboradas por especialistas.

Com o Empiricus+, você pode acompanhar diariamente as teses de investimento dos analistas, entender os movimentos que impactam empresas como o Nubank e acessar estratégias voltadas para diferentes perfis de investidores.

Entre os benefícios da plataforma estão:

  • Relatórios e análises atualizados diariamente;
  • Carteiras recomendadas para diferentes objetivos de investimento;
  • Conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e outros ativos;
  • Ferramentas que ajudam investidores a tomar decisões mais informadas.

Se você quer acompanhar de perto as oportunidades identificadas pelos analistas da Empiricus, este pode ser um bom momento para conhecer a plataforma sem custo durante o período de teste.

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Selic a 14% ao ano ‘ainda é lucro’, e IPCA + 8% nos títulos públicos reflete ‘risco de calote’, segundo analista

Os primeiros meses de 2026, no Brasil, foram marcados por otimismo com a Bolsa, vendo o Ibovespa atingir a máxima histórica de quase 200 mil pontos em abril, além do início de um ciclo de corte de juros amplamente esperado.

Porém, chegamos à metade de junho em um cenário totalmente diferente: o Ibovespa já caiu 15% desde o seu topo, e os cortes na taxa Selic, agora, é posto em xeque por grande parte do mercado.

A “culpa” dessa mudança de humor frequentemente recai sobre o conflito no Oriente Médio, que desencadeou pressão inflacionária e aversão ao risco ao redor do mundo. Mas para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, não se pode descartar que, tratando-se de Brasil, o maior peso nas incertezas econômicas vem de dentro de casa.

“Não faz sentido o Brasil ter juros tão altos assim, e só os tem por conta de um fiscal desequilibrado“, afirma o analista, que discutiu o assunto em participação no programa Giro do Mercado, do Money Times, na última quarta-feira (10).

IPCA + 8% pode ser ‘risco de calote’?

Enquanto a inflação pressionada dá as caras, as expectativas de juros se deterioram, e a Bolsa é tomada por aversão ao risco, é possível encontrar títulos públicos negociados a uma taxa de IPCA + 8% ao ano de retorno – o que costuma chamar a atenção dos investidores em renda fixa.

Mas, antes que essas taxas sejam consideradas exclusivamente como oportunidades de alta atratividade, é preciso reforçar que, mais uma vez, há um “recado maior” nas entrelinhas, e ele não vem diretamente da guerra:

“O fato de termos títulos longos do governo brasileiro oferecendo IPCA + 8% ao ano não é sustentável, não é normal, não é saudável, e já começa a embutir um prêmio de risco de calote.”

O problema nas entrelinhas que ‘ninguém vai te contar’, segundo analista

“O Banco Central hoje, na falta de uma âncora fiscal que o governo fracassou em apresentar, faz um trabalho duplo, que tem um custo muito elevado para a economia real brasileira. Por conta da pressão inflacionária da guerra, mas por conta da irresponsabilidade fiscal doméstica também.”

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que fica encarregado de conduzir os juros de acordo com os dados de inflação e riscos iminentes, pode acabar pausando o ciclo de cortes na Selic por um tempo.

Nos primeiros meses do ano, o mercado falava em uma Selic terminal de, possivelmente, 12% ao ano. Agora, novos cortes não estão descartados, mas podem ser de menor magnitude que as primeiras projeções.

Segundo dados do último Boletim Focus, da segunda-feira (8), as expectativas atualizadas projetam uma Selic terminal a 13,25% ao ano. “E eu ainda acho otimista”, afirma Spiess. “Se chegar a 14% na conjuntura atual, já é lucro”.

Diferentemente do final de 2024, por exemplo, quando o assunto estava mais em voga, a pauta do ajuste fiscal no Brasil acabou levemente ofuscada por temas como guerra e eleições. Porém, o atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros já em apuros.

“Continua sendo um problema gigantesco no Brasil”, afirma. “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais.

Para o analista, o ajuste deve vir necessariamente em 2027, independentemente da manutenção do atual governo ou da eleição de um candidato de oposição.

E o Oriente Médio: saldo do conflito deve continuar ‘respingando’ nas economias?

“Devemos ver primeiro um vetor na inflação, que deve piorar enquanto não tivermos certeza de quão longo o conflito será. Depois, por conta de uma política monetária mais contracionista.”

Spiess acredita em uma normalização do conflito no Oriente Médio em breve, apesar da “confusão” das comunicações dos gabinetes de governo, tanto da parte dos Estados Unidos quanto do Irã.

Para o analista, as negociações mais recentes devem levar a um acordo “para inglês ver”, que sirva, pelo menos, para liberar o Estreito de Ormuz no curto prazo. Mas que não seria o suficiente para baratear o preço do barril de petróleo, que deve carregar um prêmio geopolítico, ainda, pelos próximos anos.

“Você já ‘disruptou’ a cadeia permanentemente, vai demorar anos para reconstruir a infraestrutura destruída”, afirma. O prêmio de risco deve ser carregado “até que haja uma maior diversificação geográfica e energética dos agentes econômicos, aos moldes do que aconteceu na década de 1970”.

Uma parte da oferta de petróleo do Oriente Médio já está sendo escoada por alternativas geográficas para o resto do mundo, mas uma parte deve seguir inevitavelmente dependente de Ormuz.

Diante de tudo isso, onde investir nesse cenário?

Mesmo com um cenário incerto, isso não significa que o investidor deve se preocupar além do necessário. Por meio das estratégias adequadas, é possível se posicionar em ativos que estejam preparados tanto para proteger sua carteira quanto para buscar lucros.

Matheus Spiess e os demais analistas da Empiricus, especialistas no assunto, estão atentos à conjuntura atual para trazer uma curadoria de recomendações de investimento preparadas sob medida para o momento de mercado.

E você pode conhecer todas elas por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa. No Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações em:

  • Ações;
  • BDRs;
  • Fundos Imobiliários;
  • Estratégias de renda extra;
  • E muito mais.

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Essa é uma cortesia especial da Empiricus para você. É só seguir as instruções na tela:

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Ibovespa hoje: Copa do Mundo, conta fiscal para 2027, petróleo e IA voltam ao ‘radar’ de mercado

A escalada militar entre Estados Unidos e Irã voltou a ocupar o centro do cenário global após uma nova rodada de ataques americanos contra sistemas de vigilância, comunicação e defesa aérea iranianos, seguida por retaliações de Teerã contra instalações militares dos Estados Unidos no Kuwait, Bahrein e Jordânia.

Apesar do aumento das tensões, declarações de Donald Trump indicando maior controle sobre o Estreito de Ormuz contribuíram para reduzir parte das preocupações imediatas com o abastecimento global de petróleo, favorecendo uma acomodação das cotações da commodity ao longo da manhã.

Ainda assim, o conflito permanece no radar dos investidores, dada sua capacidade de influenciar a inflação, o crescimento econômico e as decisões de política monetária em diferentes regiões do mundo, com novas ameaças envolvendo a tomada da Ilha de Kharg pelas forças americanas.

Na Europa, as atenções se concentram na decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 2,25% ao ano, em resposta às pressões inflacionárias associadas à alta dos preços de energia. Mais relevante do que a decisão em si será a comunicação da autoridade monetária sobre os próximos passos do ciclo de juros.

Os investidores buscam sinais que permitam avaliar se o BCE pretende dar continuidade ao aperto monetário ou adotar uma abordagem mais gradual diante de uma economia que já apresenta sinais de desaceleração, em um ambiente impactado pela guerra. Na agenda, o índice de preços ao produtor americano também chama a atenção.

00:52 — Bomba fiscal?

O ambiente doméstico continuou sendo influenciado pelo aumento da aversão ao risco global provocado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. Nesse cenário, o Ibovespa recuou 0,70%, na última quarta (10), encerrando o pregão aos 168.619 pontos, em linha com o desempenho das principais bolsas internacionais. Já o dólar permaneceu praticamente estável, cotado a R$ 5,17.

A valorização do petróleo ajudou a limitar perdas mais expressivas no mercado acionário ao sustentar empresas ligadas ao setor de commodities. Notadamente, é possível assumir que a trajetória recente do real tem sido explicada principalmente por fatores domésticos, em especial riscos fiscais e políticos, enquanto os choques internacionais exerceram influência relativamente menor sobre o comportamento da moeda.

Em contrapartida, a curva de juros voltou a abrir, refletindo tanto o ambiente externo mais desafiador quanto as preocupações persistentes com inflação e juros elevados nos Estados Unidos.

Na frente econômica e fiscal, os investidores acompanharam com atenção a aprovação, pelo Senado, do projeto que amplia os mecanismos de renegociação de dívidas rurais com potencial utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal.

Embora o texto ainda precise retornar à Câmara dos Deputados, o Ministério da Fazenda alertou para impactos fiscais relevantes, estimados entre R$ 140 bilhões e mais de R$ 800 bilhões ao longo da próxima década, além de possíveis distorções na oferta de crédito ao agronegócio.

Ao mesmo tempo, os juros dos títulos públicos permaneceram pressionados pela combinação de déficits elevados, crescimento da dívida pública e custos de financiamento em patamares historicamente altos. A conta a ser paga inevitavelmente em 2027 fica cada vez maior.

Para completar, os dados do setor de serviços vieram acima das expectativas, reduzindo ainda mais o espaço para uma flexibilização da política monetária e reforçando a percepção de que o Banco Central deverá adotar uma postura cautelosa nas próximas decisões sobre a taxa de juros.

01:47 — Complicando a vida do Federal Reserve

Nos Estados Unidos, os mercados voltaram a enfrentar uma sessão de elevada volatilidade, com o Nasdaq recuando quase 2% e liderando as perdas em meio à continuidade da realização de lucros nas empresas ligadas à inteligência artificial e ao setor de semicondutores.

Parte desse movimento reflete uma natural rotação de capital após meses de forte valorização, mas também incorpora preocupações crescentes em relação à sustentabilidade dos investimentos em IA, à alta dos preços do petróleo e à perspectiva de juros elevados por mais tempo.

Embora o CPI de maio tenha mostrado uma desaceleração do núcleo da inflação na margem, o índice cheio acelerou para 4,2% em 12 meses, pressionado principalmente pelo avanço dos preços de energia em meio às tensões no Oriente Médio.

O resultado ajudou a reduzir os receios de uma deterioração inflacionária mais intensa no curto prazo, mas pouco alterou a percepção de que o Federal Reserve deverá manter uma postura cautelosa nos próximos meses. Com isso, as atenções do mercado se voltam agora para a divulgação do PPI, que veio acima do esperado nesta manhã, e para os componentes que influenciam o núcleo do PCE, principal indicador de inflação acompanhado pelo banco central americano.

No campo corporativo, a Oracle voltou a demonstrar a força da demanda por infraestrutura voltada à inteligência artificial, mas seus resultados não foram suficientes para sustentar o entusiasmo dos investidores.

O episódio reforça uma característica importante do atual estágio do ciclo: a tese estrutural de inteligência artificial permanece válida, mas os investidores passaram a exigir resultados cada vez mais robustos para justificar os níveis de valuation alcançados nos últimos meses, tornando o ambiente mais sensível a sinais de desaceleração.

02:34 — O interminável conflito

Os Estados Unidos voltaram a atacar alvos iranianos pelo segundo dia consecutivo, aprofundando a escalada militar no Oriente Médio e tornando ainda mais remotas as perspectivas de uma trégua duradoura no curto prazo.

A ofensiva teve como alvo sistemas de defesa aérea, radares, estruturas militares e redes de comunicação, enquanto Donald Trump intensificou a pressão sobre Teerã para que aceite um acordo capaz de prolongar o cessar-fogo e restabelecer a normalidade no Estreito de Ormuz.

Em resposta, o governo iraniano elevou o nível de prontidão de suas Forças Armadas, promoveu ataques contra as posições americanas na região e reiterou que não pretende negociar sob pressão militar.

O episódio reforça a percepção de que o cessar-fogo firmado em abril perdeu grande parte de sua efetividade, ampliando os riscos para a estabilidade regional e para o abastecimento global de energia.

Embora o cenário-base ainda contemple alguma normalização ao longo do tempo, os mercados passaram a trabalhar com a hipótese de preços estruturalmente mais elevados para a energia, tornando a evolução do conflito e seus potenciais impactos sobre a inflação global fatores centrais para a dinâmica dos ativos nas próximas semanas.

03:28 — Turbinando os investimentos

A China avalia investir cerca de US$ 295 bilhões nos próximos cinco anos na construção de uma rede nacional de data centers voltada à inteligência artificial. Um dos mais ambiciosos projetos de infraestrutura tecnológica já planejados pelo país.

A iniciativa pretende integrar centros de computação distribuídos pelo território chinês em uma única rede nacional, operada por empresas estatais de telecomunicações e apoiada em fornecedores domésticos, como a Huawei. Mais do que uma expansão de capacidade tecnológica, o projeto reflete a visão cada vez mais consolidada de Pequim de que poder computacional é um ativo estratégico, comparável à infraestrutura de energia, transporte ou telecomunicações, além de reforçar os esforços para reduzir a dependência de tecnologias dos Estados Unidos.

A estratégia concentra parte relevante dessa expansão em regiões de menor custo energético, como Mongólia Interior, Ningxia e Gansu, onde a disponibilidade de energia e espaço favorece operações de grande escala voltadas ao processamento de inteligência artificial.

O plano também acompanha a rápida evolução do ecossistema chinês de IA, que já reúne mais de 6.200 empresas e movimenta cerca de US$ 180 bilhões por ano. Em conjunto, esses investimentos evidenciam a disposição da China de consolidar uma infraestrutura tecnológica própria e disputar posições de liderança na próxima etapa da corrida global por inteligência artificial nos próximos anos.

04:16 — É dada a largada na Copa do Mundo

Paralelamente ao início da Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira, a FIFA vem enfrentando críticas crescentes em razão de sua política de preços dinâmicos, que transformou esta edição na mais caras da história do torneio. Apesar da expectativa de forte demanda, cerca de 180 mil ingressos ainda permaneciam disponíveis no portal oficial de revenda, incluindo milhares de entradas para a partida de estreia da seleção dos Estados Unidos.

Desde a abertura das vendas, em outubro de 2025, os preços passaram por sucessivos reajustes, acumulando alta média de 35% na maioria dos jogos. Na final, os ingressos das categorias mais premium chegaram a aproximadamente US$ 33 mil, enquanto até mesmo as opções mais acessíveis custam mais de três vezes o valor observado na Copa do Mundo do Catar, em 2022, que já tinha sido considerada cara.

O resultado foi uma reação negativa de torcedores, especialistas e parte da imprensa esportiva, levantando questionamentos sobre até que ponto a busca por receitas adicionais comprometeu a acessibilidade do evento.

Sob a ótica financeira, contudo, a estratégia ainda pode se mostrar bem-sucedida. A FIFA projeta arrecadar cerca de US$ 11 bilhões com a Copa do Mundo de 2026, dos quais aproximadamente US$ 3 bilhões devem vir da venda de ingressos (mais de três vezes o montante obtido com bilheteria na edição anterior).

Ainda assim, a entidade enfrenta desafios reputacionais e regulatórios relevantes. A recente queda nos preços do mercado secundário sugere que a demanda pode não ter sido tão robusta quanto o esperado nos níveis inicialmente praticados, enquanto autoridades de alguns estados americanos já iniciaram investigações relacionadas a alegações de escassez artificial de ingressos e cobrança de preços excessivos.

O episódio ilustra o delicado equilíbrio entre maximizar receitas e preservar a experiência do torcedor no maior evento esportivo do mundo. Resta agora aproveitar os jogos ao longo das próximas semanas.

05:03 — Transporte de cargas

A Amazon acaba de dar mais um movimento estratégico que remete diretamente à fórmula responsável pelo sucesso da AWS: transformar uma infraestrutura originalmente desenvolvida para atender necessidades internas em uma plataforma de serviços escalável para terceiros.

Ao abrir sua operação de transporte de cargas fracionadas (LTL) para empresas externas, independentemente de elas utilizarem ou não seu marketplace, a companhia passa a competir diretamente com operadores tradicionais de logística apoiada em uma rede que reúne cerca de 80 mil caminhões, 24 mil contêineres e um elevado grau de automação.

A reação do mercado foi imediata, com quedas expressivas nas ações de empresas como Old Dominion e FedEx, refletindo a preocupação de que um setor historicamente protegido passe a enfrentar a mesma pressão competitiva que varejistas, empresas de tecnologia e provedores de infraestrutura digital já experimentaram após a entrada da Amazon.

Para os investidores, o episódio reforça uma das principais virtudes da companhia: a capacidade de extrair novas fontes de receita a partir de ativos já existentes, ampliando seu mercado endereçável sem a necessidade de investimentos proporcionais.

Mais do que o lançamento de um novo serviço, a iniciativa sinaliza o potencial surgimento de uma nova vertical de negócios baseada em logística, replicando a lógica que transformou a AWS em uma das operações mais rentáveis do grupo.

Embora o impacto financeiro imediato deva ser limitado diante da escala da Amazon, o movimento fortalece a tese de longo prazo ao aumentar a utilização de sua infraestrutura, ampliar a integração de seu ecossistema e abrir novas avenidas de crescimento.

Nesse contexto, seguimos enxergando a Amazon como uma das companhias mais bem posicionadas para capturar tendências estruturais ligadas à digitalização, logística, inteligência artificial e serviços empresariais.

Para o investidor brasileiro, as BDRs AMZO34 continuam oferecendo uma forma eficiente de acessar essa tese diretamente pela B3, com exposição a uma empresa que segue expandindo sua atuação para mercados cada vez maiores e mais estratégicos.

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A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão

Após alcançar cerca de US$ 126 mil em seu pico histórico, em julho de 2025, em 2026,o bitcoin (BTC) já apresenta uma queda de 50% e atualmente é negociado na faixa dos US$ 62 mil, bem abaixo dos níveis registrados durante o auge da euforia do mercado.

Diante desse cenário, muita gente passou a se perguntar se ainda existe espaço para grandes ganhos no mercado de criptomoedas. Para Jader Nogueira, trader profissional especializado em ativos digitais, a resposta é sim. Mas a oportunidade pode não estar no bitcoin.

Segundo ele, os maiores retornos do mercado normalmente não surgem das criptomoedas mais conhecidas. Eles costumam aparecer em projetos menores, que ainda passam despercebidos pela maioria dos investidores.

É justamente entre esses ativos que ele afirma ter encontrado cinco moedas capazes de entregar uma possível multiplicação de até 500x, por meio de uma aposta é ousada: investir R$ 500 em cada uma dessas moedas — R$ 2.500 no total — buscando um retorno de até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Especialista em caçar oportunidades no mercado cripto, Jader já encontrou as próximas grandes potenciais vencedoras

Antes de se tornar um dos nomes conhecidos do mercado cripto brasileiro, Jader Nogueira trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Sua mudança de vida começou quando passou a estudar os ativos digitais e percebeu que as maiores multiplicações de patrimônio aconteciam em moedas ainda desconhecidas do grande público.

Ao longo dos anos, ele se especializou em identificar esses projetos antes da maioria dos investidores e os resultados começaram a chamar atenção. Em sua trajetória, Jader já registrou ganhos de:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas;
  • R$ 4 milhões em 30 dias; e
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias de operações.

Além disso, afirma ter capturado valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000% em diferentes ativos ao longo dos últimos ciclos do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi o investimento na criptomoeda LUNA, que chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes.

É claro que retornos passados não garantem ganhos futuros. Contudo, o trader aponta que essas cinco criptomoedas apresentam características semelhantes às que ele encontrou em grandes vencedoras do passado.

São projetos que ainda operam longe dos holofotes, mas que, na visão dele, podem se beneficiar de uma nova fase de expansão do mercado e entregar retornos muito acima da média.

Segundo Nogueira, o potencial desses ativos é tão grande que, com um investimento inicial de R$ 500 em cada uma dessas moedas, isto é, R$ 2.500 no total, é possível buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para apresentar sua tese ao público, Jader Nogueira realizará um evento online e gratuito no próximo dia 15 de junho.

Inscreva-se no evento gratuito que vai revelar como acessar as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

Na próxima segunda-feira (15), Jader Nogueira vai realizar uma transmissão para revelar como ter acesso às cinco criptomoedas selecionadas, explicar os critérios utilizados para escolhê-las e mostrar por que acredita que esses ativos podem ter potencial de multiplicação de até 500 vezes.

Além disso, os participantes conhecerão uma ferramenta de copy trade que permite replicar automaticamente as operações realizadas pelo especialista. Na prática, isso significa que o investidor não precisa acompanhar o mercado durante horas todos os dias para executar a estratégia.

Segundo Jader, a ferramenta foi desenvolvida justamente para simplificar o acesso a oportunidades que normalmente exigiriam experiência, tempo e monitoramento constante.

A participação no evento é gratuita, mas exige inscrição prévia. Então, se você quer conhecer a lista completa das cinco criptomoedas e entender como funciona a estratégia precisa garantir sua vaga. Para isso, basta clicar no botão abaixo e realizar a sua pré-inscrição.

LISTA DE INTERESSADOS: VEJA COMO TER ACESSO ÀS 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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VISC11 entra na carteira de FIIs recomendada pela Empiricus; veja o que mudou

O Vinci Shopping Centers (VISC11) passou a integrar a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus em junho. O portfólio reúne sete ativos e recebeu ajustes também nas posições de fundos do segmento logístico.

Para dar lugar ao VISC11, a equipe liderada por Caio Araújo recomendou a venda integral da posição em Pátria Malls (PMLL11).

Segundo o analista, a mudança busca aproveitar oportunidades identificadas no segmento de shopping centers e aumentar a diversificação do portfólio diante do atual cenário de mercado.

O que o analista levou em conta ao montar a carteira de junho?

Araújo explica que o recuo de –1,33% do Ifix em maio veio em decorrência da piora do ambiente doméstico, que foi marcada pela saída de recursos estrangeiros e pelo aumento da volatilidade eleitoral.

Nesse sentido, ele vê o principal foco de atenção no segmento de crédito high yield, diante do aumento dos eventos de créditos em operações mais sensíveis ao ambiente de Selic alta.

Por isso, o analista optou por manter a carteira com fundos imobiliários com “maior qualidade de crédito, gestores experientes e portfólios resilientes”. Além disso, a equipe de Araújo aproveitou a queda da indústria para realizar ajustes táticos na carteira recomendada.

Até o fechamento de maio, a estratégia tem mostrado desempenho positivo. A carteira acumula retorno de 8,6% em 2026, acima dos 2,7% registrados pelo índice de referência (Ifix) no mesmo período. O resultado reflete as escolhas de alocação realizadas pela equipe de análise da Empiricus e o posicionamento adotado para o atual cenário de mercado.

Veja como investir na carteira de FIIs da Empiricus abaixo.

Grátis: conheça a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus

A carteira recomendada de FIIs da Empiricus é atualizada mensalmente por uma equipe especializada de analistas, que acompanha o mercado em busca de oportunidades para compor o portfólio.

Ao acessar o relatório, o investidor tem acesso:

  • Aos fundos selecionados;
  • À distribuição de peso de cada ativo;
  • E a análises detalhadas com gráficos e indicadores de desempenho.

Além disso, ao seguir o passo a passo indicado no relatório, os investidores também têm a opção de investir de forma automatizada. Dessa forma, o portfólio permanece alinhado às recomendações dos analistas, sem a necessidade de realizar rebalanceamentos ou negociações manualmente.

Além de gratuita, a carteira reúne praticidade e acompanhamento profissional em uma única solução. Clique no link abaixo e, caso não tenha, realize o seu cadastro para acessar o relatório completo e conhecer os fundos imobiliários selecionados pela equipe da Empiricus:

GRÁTIS: QUERO CONHECER A CARTEIRA FIIS DE JUNHO DA EMPIRICUS

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IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 semanais tem acesso liberado hoje (8); veja como reservar já o seu

A Empiricus Research vai liberar acessos para os interessados em conhecer o Delta IA a partir das 19h desta segunda-feira (8). Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência no software poderão receber os acessos em breve. 

Para quem ainda não conhece, esta automação busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar por dentro dos próximos passos:

INSCREVA-SE PARA CONHECAR O DELTA IA

Saiba mais sobre as operações do Delta IA que podem chegar até R$ 1.960 por semana

O Delta IA foi lançado este ano como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas.

Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado. A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições.

De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de lucros de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou retornos potenciais de até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

Conforme explica Valter Rebelo, “o diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”. Ele é especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma Rebelo.

O analista relembra que o mercado de criptomoedas tem riscos, por isso, os investidores devem alocar com parcimônia. “Sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”.

Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito nesta segunda-feira (8).

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Está chegando a hora: garanta sua vaga na lista de pré-interessados no relançamento do Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira (8), ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

PARTICIPE DO EVENTO E CONHEÇA O DELTA IA

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Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4) e mais 7 empresas pagam dividendos esta semana

Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4) e outras empresas da B3 estão programadas para pagar proventos esta semana, de 8 a 12 de junho.

Os JCP do Banco do Brasil serão distribuídos na quinta-feira (11), no valor de R$ 0,059 por ação.

Enquanto isso, os dividendos da Gerdau serão de R$ 0,180 por ação, distribuídos na terça-feira (9), e os acionistas da Metalúrgica Gerdau recebem na quarta-feira (10). Este pagamento corresponde à antecipação do dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício social de 2026.

A seguir, é possível conferir a agenda completa de dividendos da semana.

Dividendos: agenda 08 a 12 de junho

Confira a seguir o calendário de pagamentos de dividendos e JCP previstos para a semana.

EmpresaTickerTipo de proventoValor por açãoData de pagamentoData-com
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,07309/06/202629/05/2026
GerdauGGBR3Dividendo0,18009/06/202613/05/2026
GerdauGGBR4Dividendo0,18009/06/202613/05/2026
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,06809/06/202628/05/2026
Metalúrgica GerdauGOAU3Dividendo0,08010/06/202613/05/2026
Metalúrgica GerdauGOAU4Dividendo0,08010/06/202613/05/2026
GrendeneGRND3JCP0,03310/06/202621/05/2026
GrendeneGRND3Dividendo0,02810/06/202621/05/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,05911/06/202601/06/2026
FerbasaFESA3JCP0,38712/06/202605/11/2025
FerbasaFESA4JCP0,42612/06/202605/11/2025
Minupar ParticipaçõesMNPR3Dividendo0,12912/06/202614/04/2026
MitreMTRE3Dividendo0,04212/06/202601/06/2026

Prepare sua carteira para investir em dividendos

Agora que você já está por dentro das empresas que vão pagar dividendos nesta semana, pode se inteirar de quais são as recomendações da Empiricus na hora de buscar as melhores oportunidades com proventos.

Na carteira Empiricus Dividendos, pode conhecer o portfólio completo de maneira gratuita. Nele, os analistas selecionam os ativos com um preço e dividend yield atrativos para se posicionar em busca de renda passiva.

O resultado é uma seleção atualizada periodicamente para indicar quais são as melhores oportunidades para investir – de olho em dividendos.

A boa notícia é que você pode conhecer as recomendações da carteira Empiricus Dividendos de forma gratuita e na íntegra, na área logada da Empiricus. Para isso, basta apenas realizar o seu login ou cadastro (sem custos) e acessar o portfólio e outras recomendações de investimentos.

Para começar, é só clicar no botão abaixo e destravar seu acesso ao portfólio:

CONHEÇA A EMPIRICUS DIVIDENDOS

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Kinea Infra (KDIF11) e mais: veja ativos para investir com foco em renda extra em junho

Maio foi um mês complicado para os investidores. O mercado sofreu com a escalada da tensão geopolítica, as oscilações nas expectativas para os juros globais e as variações no mercado de commodities e câmbio.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, para quem quer investir em renda extra, o cenário reforça a necessidade da previsibilidade dos fluxos de caixa, a diversificação entre diferentes fontes de retorno e o dimensionamento adequado das posições na hora de escolher os ativos.

“Em um mundo de juros mais elevados por mais tempo, ativos como crédito privado, debêntures incentivadas, fundos imobiliários e empresas com forte geração de caixa continuam oferecendo oportunidades relevantes de geração de renda”, afirma Spiess.

Por que o Kinea Infra é uma das recomendações do analista

Entre as recomendações do analista está o Kinea Infra (KDIF11), um fundo listado especializado em debêntures incentivadas de infraestrutura. O fundo possui cerca de R$ 2,9 bilhões de patrimônio líquido e conta com 69 ativos na carteira.

Spiess destaca que, ao longo dos anos, a Kinea “construiu uma reputação sólida na seleção de ativos de infraestrutura, combinando rigor na análise de risco com profundo conhecimento nos setores em que atua”.

Apesar do mercado de debêntures incentivadas ter passado por um período de forte compressão de spreads recentemente, impulsionado por uma demanda excepcional pela classe de ativos, o analista aponta que a estratégia do KDIF11 foi bem-sucedida.

“Como o fundo ingressou no período de abertura de spreads com uma posição de caixa mais elevada, conseguiu reduzir a sensibilidade da carteira às oscilações do mercado e preservar a flexibilidade para realizar novas alocações em condições potencialmente mais favoráveis”, explica.

O fundo concentra ativos de infraestrutura com contratos de longo prazo, receitas corrigidas pela inflação e elevada previsibilidade de fluxo de caixa, além de oferecer um retorno estimado de IPCA +8,04 ao ano, já líquido de taxas.

Spiess ainda afirma que, caso o cenário da recente abertura de spreads se confirme, “o fundo poderá captar retornos mais elevados nas próximas alocações, reforçando o potencial de geração de renda”.

Mas essa não é a única recomendação do analista para quem quer investir em uma fonte mensal de renda passiva.

Kinea Infra e quem mais? Veja outros fundos e ações para a carteira de renda extra

O Kinea Infra (KDIF11) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira recomendada de Renda Extra de junho.

Se você quer conhecer as outras recomendações, a boa notícia é que o portfólio está liberado gratuitamente, na íntegra.

Acessando a área do assinante da Empiricus, você pode conhecer os ativos e investir de forma automatizada com poucos cliques.

Ou seja, você pode investir no portfólio completo e acompanhar a execução das ordens. Além disso, a plataforma faz o rebalanceamento de forma automática sempre que há mudanças na carteira.

Para conhecer a carteira de Renda Extra, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DA EMPIRICUS

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Bitcoin em queda, bolsa sob pressão e guerra no Oriente Médio: o que está no ‘radar’ dos mercados e como investir em junho

Junho começou trazendo mais dúvidas do que certezas para os investidores. Depois de um primeiro trimestre marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, maio foi um mês de correção.

O fluxo estrangeiro perdeu força, as expectativas para os juros mudaram e os conflitos no Oriente Médio adicionaram uma nova camada de preocupação aos mercados globais.

Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas também atravessa um período desafiador. O bitcoin acumula meses de fraqueza em 2026, enquanto investidores tentam entender se a queda recente representa apenas uma correção dentro do ciclo ou algo mais estrutural.

Esses foram alguns dos temas debatidos por Matheus Spiess, estrategista macroeconômico da Empiricus Research, e Valter Rebelo, especialista em criptomoedas, no novo episódio do Empiricus Podca$t, apresentado pela jornalista Paula Comassetto.

Ao longo da conversa, os analistas mostraram que, embora pareçam mercados completamente diferentes, Brasil e criptomoedas vêm reagindo às mesmas variáveis:

  • Juros globais;
  • Liquidez;
  • Inflação; e
  • Apetite por risco.

O que mudou para Brasil e criptomoedas nos últimos meses?

Segundo Matheus Spiess, a correção observada nos ativos brasileiros não pode ser analisada isoladamente. Na visão do estrategista, o movimento está diretamente ligado às mudanças no cenário global.

“O mercado brasileiro vivendo uma reversão da tendência que observou no primeiro bimestre do ano. Essa reversão não é isolada de um contexto estrangeiro; pelo contrário, está completamente relacionada com o que está acontecendo no mundo”, afirmou.

Entre os fatores que mudaram a percepção dos investidores estão a deterioração das expectativas de inflação, o choque energético provocado pelo conflito no Oriente Médio e a consequente pressão sobre os juros ao redor do mundo. Para Matheus, esse ambiente reduziu significativamente o espaço para cortes de juros tanto no Brasil quanto em outras economias relevantes.

Já no universo cripto, Valter Rebelo destacou que o mercado vive um momento diferente daquele observado nos ciclos anteriores. Assim, em sua avaliação, o contexto macroeconômico passou a exercer influência muito maior sobre o desempenho dos ativos digitais.

“O mercado está o tempo todo precificando dois riscos: o risco de crescimento e o risco de inflação”, explicou o analista. “O bitcoin é muito mais sensível a esse contexto macroeconômico e de liquidez do que muita gente imagina.”

Como navegar um cenário cheio de ruídos?

Se existe uma mensagem comum nas análises dos dois especialistas, ela é a necessidade de separar ruído de fundamento.

Em meio a guerra, tarifas comerciais, discussões sobre juros e mudanças geopolíticas, Matheus acredita que o investidor deve evitar decisões impulsivas e focar na qualidade dos ativos.

“A gente tem vivido um mundo de excesso de ruídos e isso é muito prejudicial para tomar decisões”, alertou.

Já para Valter, a era em que praticamente qualquer criptomoeda subia ficou para trás. Agora, a seleção dos ativos e a disciplina na gestão da carteira se tornaram ainda mais importantes.

Esses foram apenas alguns dos destaques do episódio. Contudo, ao longo da conversa, os analistas também discutiram o futuro dos juros nos Estados Unidos, o impacto das novas tarifas comerciais de Donald Trump, sobre os mercados, o que esperar para Brasil e criptomoedas e como o investidor deve se posicionar em junho.

Para assistir à análise completa de Matheus Spiess e Valter Rebelo, basta dar o play no vídeo abaixo para novo episódio do Empiricus Podca$t:

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Na contramão do mercado? Carteira de criptomoedas da Empiricus superou o Bitcoin (BTC) desde abril; saiba como e por quê

Após o rali de 2025, o mercado de criptomoedas desceu do topo até se manter em tendência de lateralização durante boa parte desse primeiro semestre de 2026.

Dentre os principais motivos, destacam-se a aversão ao risco desencadeada pela guerra no Oriente Médio, o ritmo mais lento dos avanços regulatórios do mercado cripto nos EUA, além da realização de lucros em massa após as altas históricas.

O Bitcoin (BTC), que chegou a atingir US$ 126 mil – sua máxima histórica – no dia 6 de outubro, era negociado em cerca de US$ 65 mil até o fechamento deste texto, na tarde de quarta-feira (3).

A visão do mercado, atualmente, está muito longe dos níveis vistos cerca de seis meses atrás. “Estamos na ‘bacia das almas’ do bear market”, afirma Valter Rebelo, head de pesquisa com criptoativos da Empiricus Research.

Porém, justamente em meio ao período turbulento, no último dia 15 de abril, nasceu a Crypto Momentum: carteira recomendada da Empiricus cujo objetivo é buscar retornos em qualquer cenário de mercado, por meio de criptoativos selecionados. E, até agora, é o que tem ocorrido na visão acumulada.

Crypto Momentum: entenda como carteira buscou retornos acima do Bitcoin (BTC)

Desde o seu início, em 15 de abril, até o dia 1º de junho, a carteira Empiricus Crypto Momentum acumula um retorno positivo de 4,81%.

A título comparativo, o bitcoin (BTC) fechou o mesmo período em queda de 0,82%. O NCI (Nasdaq CME Crypto Index, índice usado para mensurar o desempenho do mercado cripto) também fechou esse intervalo em queda de 1,21%, refletindo o bear market.

Fonte: Empiricus Crypto

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, e o mercado cripto não deixar de ter seus riscos, o resultado não deixa de ser notável. E grande pergunta é: qual o segredo por trás do bom desempenho? Responsável pela carteira, Valter Rebelo explica alguns detalhes por trás da estratégia.

1. Acompanhar as tendências de mercado…

“Quais ativos eu compro? Os líderes de cada momento”, afirma. “A carteira é sistemática, não discricionária. Ela seleciona ativos pelo momentum, ou seja, pelo que o mercado já está comprando com força. A cada 30 dias, o modelo reavalia a força relativa: quem perdeu momentum sai; quem ganhou, entra. Um ativo negativo hoje pode voltar no próximo ciclo se a tendência mudar.”

Mas por que comprar o que já está em tendência de alta? “A intuição é a mesma de uma corrida de 10 km: quem correu os primeiros 5 km mais rápido, na média, tende a correr os outros 5 km mais rápido também. Tendências costumam persistir, e isso tem evidência tanto acadêmica quanto empírica”.

2. …E nem sempre as tendências acompanham o Bitcoin

Apesar de o Bitcoin ainda ser considerado uma espécie de “barômetro” do mercado cripto, nem sempre as moedas em tendência estão diretamente correlacionadas a ele. Por isso, a carteira pode buscar boa performance mesmo quando o BTC parece não desempenhar.

“Eu compro o que está em tendência contra o Bitcoin, não o que simplesmente sobe junto”, afirma Rebelo.

3. Respeitar níveis de risco por ativo

Uma questão é, também, saber exatamente quanto alocar em cada ativo em especial: “A carteira aloca respeitando um teto de volatilidade semelhante ao do Bitcoin, de modo que nenhum ativo isolado contribua com risco de maneira desproporcional”, afirma.

“O tamanho da exposição é tático: quando o Bitcoin está em tendência de alta, a carteira amplia a volatilidade para capturar mais retorno. Quando o ambiente não favorece, ela tira risco da mesa: vai 80% para dólar, e mantém apenas uma pequena posição em BTC.”

O que esperar do desempenho da carteira no futuro próximo?

Aqui, vale destacar que o contexto global segue rodeado de incertezas, especialmente em torno do “efeito dominó” que se iniciou com a guerra no Oriente Médio e agora pressiona índices de inflação e perspectivas de juros ao redor do mundo – o que também afeta o fluxo do mercado cripto.

“Crescimento, inflação e liquidez são as três variáveis das quais nunca tiramos os olhos, especialmente porque cripto é a classe de ativos de risco mais sensível à liquidez”, afirma. Porém, o especialista indica que a carteira segue preparada para lidar com qualquer cenário:

“A beleza de uma carteira sistemática é que eu não preciso ter uma visão forte sobre isso para ela funcionar. Se o mercado lateralizar, a carteira busca os ativos com maior momentum ou permanece em caixa dolarizado. Se o mercado cair de forma consistente, ela vai para caixa. Se romper para cima, amplia a exposição. O fio condutor é simples: em qualquer um desses cenários, a carteira não precisa que eu acerte o gatilho. Meu trabalho é manter o método funcionando e ser transparente sobre os riscos.”

Relatório completo da carteira Empiricus Crypto Momentum está disponível; saiba como acessá-lo

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Crypto Momentum na íntegra, ela está disponível por meio do BTG Content – plataforma online de conteúdos do BTG Pactual.

Acessando a plataforma do banco, você pode conferir o relatório completo da carteira, e conhecer de perto a tese por trás de todos os ativos que a compõem no momento.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios e recomendações oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta fazer um cadastro rápido, com poucos cliques, pelo link disponibilizado no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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EUA vs. Pix? Entenda o que está por trás da polêmica e como isso pode mexer com seus investimentos

A discussão em torno do Pix voltou a ganhar relevância esta semana, após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos.

Na visão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), em pesquisa a pedido do presidente Donald Trump, o Pix pode representar uma vantagem “injusta” com capacidade de restringir o comércio americano.

O debate aparenta se concentrar na infraestrutura da transferência. Sem intermediários e sem muitas etapas, um pagamento por Pix é feito de forma instantânea, pelo celular, 24 horas por dia e sem cobrança de taxas.

Segundo dados do Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas físicas (cerca de 80% da população brasileira) usufruem da plataforma.

Desde o lançamento no final de 2020 até o final de 2025, estima-se que o Pix já movimentou R$ 85 trilhões em transações, mais de 7 vezes o PIB do Brasil em 2024, aponta a fintech Ebanx.

Pix pode ser o primeiro capítulo de uma disrupção financeira, segundo analista

Na visão do analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, “o sistema brasileiro demonstrou que pagamentos instantâneos podem substituir parte da intermediação tradicional do sistema bancário”.

O mercado global de pagamentos movimenta trilhões de dólares por ano e historicamente foi dominado por redes privadas que atuam como intermediárias das transações financeiras.

O que mobiliza o mercado agora é a perspectiva de que o Pix pode ser o passo inicial para uma transformação mais ampla da infraestrutura financeira.

“Muitos enxergam nessa evolução uma prévia do papel que as stablecoins poderão desempenhar em escala global. Em 2025, essas moedas digitais movimentaram cerca de US$ 33 trilhões em transações, superando o volume processado em conjunto por Visa e Mastercard (US$ 25 trilhões)”, compara o analista.

A tendência, segundo Spiess, aponta para um sistema financeiro cada vez mais rápido, eficiente, global e programável, em que o Pix pode ser apenas um dos primeiros capítulos.

Em cenários de transformação acelerada como esse, acompanhar os movimentos do mercado e entender seus possíveis desdobramentos torna-se um diferencial para quem busca tomar decisões de investimento mais bem fundamentadas.

É justamente com esse objetivo que a Empiricus disponibiliza aos seus assinantes análises e relatórios constantemente atualizados sobre os temas que podem impactar seus investimentos.

A seguir, veja como acessar esse conteúdo com o Empiricus+.

Empiricus+: veja como equipar seu portfólio para todas as ocasiões

Seja em cenários mais otimistas ou mais turbulentos do ponto de vista econômico, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

Com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado, além de acesso direto a especialistas.

O assinante da casa também conta com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os portfólios de destaques, estão:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

Para conhecer mais, é só clicar no botão abaixo e ver as informações completas sobre o Empiricus+:

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Corpus Christi: Veja como vão funcionar os bancos e a bolsa de valores nesta quinta-feira (4)

O dia de Corpus Christi acontece este ano na quinta-feira (4 de junho). Porém, o que muitos esquecem é que a data é considerada um ponto facultativo nacional.

Por isso, cada estado e município podem adotar a data religiosa, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Atualmente, 19 das 27 capitais brasileiras consideram a data como feriado. São elas: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Haverá alterações no funcionamento de alguns serviços, incluindo a Bolsa de Valores e os bancos.

Abaixo, apresentamos um resumo sobre o funcionamento de alguns dos principais serviços, junto com os canais de atendimento da Empiricus:

Bolsa de Valores – B3

Neste próximo dia 4 de junho, não haverá negociação nos mercados de renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e outros ativos.

Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

As operações da B3 retornarão na sexta-feira (5), em horário regular, das 10h às 17h. Assim, negociações no mercado, registros, contratações ou qualquer atividade serão suspensas no feriado.

Bancos

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) considera a data como feriado, estabelecendo que não haverá atendimento ao público no dia 4.

As compensações bancárias, como TEDs, não serão realizadas durante o feriado, mas o PIX funcionará normalmente 24 horas por dia.

Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefonia, entre outras) com vencimento nesta quinta-feira (4) poderão ser pagos no dia útil seguinte.

Tributos e impostos com data de vencimento nos dias em que não haverá compensação bancária devem ter o pagamento antecipado, para evitar a incidência de juros e multa. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

O atendimento das agências bancárias deve retomar normalmente na sexta-feira (5) nas cidades e municípios em que não houver outros feriados ou ponto facultativo.

Canais de atendimento da Empiricus Research

Os canais da Empiricus também terão o funcionamento alterado durante o feriado de Corpus Christi.

Não haverá expediente no dia 04 de junho.

Para falar com a Central de Relacionamento da Empiricus, você pode optar entre o contato via WhatsApp ou e-mail, informados a seguir:

  • E-mail: relacionamento@empiricus.com.br
  • WhatsApp: +55 11 94294-9778 (atendimento exclusivo por mensagem de texto)

Caso precise falar com a equipe, estaremos disponíveis na sexta-feira (05 de junho), das 8h às 17h30.

Reforçando: o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, exceto em feriados.

Enquanto isso, conheça o Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 514%

Ao longo dos seus 16 anos, a Empiricus inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da casa é o “skin in the game”. Isso significa que os nossos analistas só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Este ano, pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo que, com um único acesso, permite aos assinantes explorarem as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado.

O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

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Ibovespa hoje: novo ‘tarifaço’, petróleo voltando a subir e IPO trilionário no ‘radar’; confira o que mexe com os mercados hoje

As tensões no Oriente Médio continuam no centro das atenções dos mercados após novos sinais de deterioração nas negociações entre Estados Unidos e Irã. A ampliação da ofensiva israelense no Líbano levou Teerã a suspender temporariamente as conversas com Washington, reacendendo os temores de uma escalada regional mais ampla e pressionando os preços do petróleo.

Embora Donald Trump tenha buscado transmitir uma mensagem de maior controle ao afirmar que manteve conversas produtivas com Benjamin Netanyahu e representantes ligados ao Hezbollah, as divergências entre as partes e a continuidade das operações militares reforçam a percepção de que uma solução definitiva para o conflito ainda permanece distante.

Apesar do ambiente geopolítico mais desafiador, alguns mercados seguem demonstrando resiliência. Wall Street, por exemplo, voltou a renovar máximas históricas, impulsionada pelo forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial, apesar do leve ajuste verificado nesta manhã.

Na agenda, as atenções dos investidores permanecem voltadas para os Estados Unidos, especialmente para os dados do mercado de trabalho, como o relatório Jolts hoje, antes do payroll de sexta-feira, que poderão oferecer sinais importantes sobre a trajetória da economia americana e os próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

00:54 — Pressões externas elevam a cautela com o Brasil

No Brasil, o mercado segue pressionado por uma combinação de riscos externos, ruídos comerciais e revisão das expectativas para a política monetária. Para digerirmos hoje, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) dos Estados Unidos concluiu a investigação comercial contra o Brasil no âmbito da Seção 301.

A USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceções para itens como carnes, café, terras raras, petróleo, fertilizantes, produtos farmacêuticos e aeronaves. A decisão final ficará nas mãos de Donald Trump até 15 de julho, após o período de consulta pública e novas rodadas de negociação com o governo brasileiro. Com uma agenda econômica esvaziada, as atenções dos investidores tendem a se concentrar nos desdobramentos geopolíticos e no noticiário político de Brasília.

01:45 — Se descolando do humor geopolítico

Os mercados americanos iniciaram junho renovando máximas históricas, sustentados pela combinação entre resultados corporativos sólidos, indicadores econômicos resilientes e o entusiasmo contínuo em torno da inteligência artificial. Mesmo diante da alta do petróleo provocada pelas tensões entre Estados Unidos e Irã, investidores mantiveram o foco na força da economia americana, refletida pelo avanço do setor de serviços, pela expansão da atividade manufatureira e por uma temporada de resultados que segue surpreendendo positivamente.

A percepção predominante continua sendo a de crescimento moderado, inflação relativamente controlada e forte demanda por investimentos ligados à transformação digital. Na agenda, as atenções se voltam para os indicadores do mercado de trabalho, com destaque hoje para o relatório Jolts de vagas abertas, antes do payroll de sexta-feira, que será fundamental para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve.

No campo corporativo, os resultados da Hewlett Packard reforçaram a tese de expansão da infraestrutura de inteligência artificial, com forte crescimento das receitas ligadas a servidores, redes e soluções para data centers. Além disso, contamos nesta terça-feira com balanços de empresas como Dollar General, Palo Alto Networks e Ulta Beauty ajudarão a oferecer uma leitura mais ampla sobre o comportamento do consumo e dos investimentos nos Estados Unidos.

02:39 — Vai e vem insuportável

As tensões no Oriente Médio voltaram a ocupar o centro das atenções dos mercados após sinais de enfraquecimento das negociações entre Estados Unidos e Irã, em meio à ampliação da ofensiva israelense no Líbano. Relatos sobre a suspensão das conversas, divulgados por fontes iranianas, elevaram os temores de uma escalada regional mais ampla, pressionando os ativos globais, impulsionando os preços do petróleo e reforçando preocupações relacionadas aos impactos sobre inflação, juros e crescimento econômico. Em resposta, Donald Trump intensificou os esforços diplomáticos para evitar o colapso das negociações e conter uma deterioração mais acentuada do conflito.

Apesar das iniciativas de mediação conduzidas pela Casa Branca, o cenário permanece marcado por elevada incerteza. A expansão das operações militares israelenses, as ameaças iranianas envolvendo o Estreito de Ormuz e as divergências persistentes entre Washington, Teerã e seus respectivos aliados evidenciam a fragilidade de qualquer eventual acordo de cessar-fogo.

Nesse contexto, o petróleo voltou a registrar forte valorização, refletindo o risco de interrupções mais prolongadas na oferta global de energia. Ao mesmo tempo, investidores seguem acompanhando atentamente os possíveis desdobramentos da crise sobre a inflação mundial, as decisões de política monetária dos principais bancos centrais e o comportamento dos mercados financeiros nos próximos meses.

03:26 — Um IPO para chamar de seu e a próxima trilionária

A Anthropic, desenvolvedora do modelo Claude, protocolou de maneira confidencial seu pedido de abertura de capital nos Estados Unidos poucos dias após concluir uma rodada de financiamento que a avaliou em cerca de US$ 965 bilhões, superando temporariamente a OpenAI em valor de mercado.

O movimento ocorre em um momento de forte aquecimento das ofertas públicas, com empresas ligadas à inteligência artificial, computação quântica, robótica e infraestrutura tecnológica buscando captar recursos para financiar uma nova etapa de expansão. A expectativa é que a própria OpenAI e outras companhias de destaque também avancem com seus planos de IPO nos próximos meses.

Ao mesmo tempo, a expansão do ecossistema de inteligência artificial continua criando oportunidades para empresas que atuam além dos modelos de linguagem. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, destacou recentemente o papel estratégico da Marvell Technology na infraestrutura necessária para conectar e operar grandes data centers de IA, chegando a afirmar que a companhia tem potencial para se tornar uma empresa trilionária no futuro.

Mais do que eventos isolados, esses movimentos reforçam a percepção de que a revolução da inteligência artificial está ampliando seu alcance para toda a cadeia tecnológica, abrangendo semicondutores, redes, computação em nuvem, infraestrutura física e mercados de capitais. Em outras palavras, a disputa pela liderança em IA segue exigindo volumes crescentes de investimento e continua abrindo novas frentes de crescimento para empresas posicionadas ao longo desse ecossistema.

04:13 — Como levantar capital

A corrida pela inteligência artificial continua elevando a necessidade de capital das grandes empresas de tecnologia a patamares inéditos. O exemplo mais recente vem da Alphabet, controladora do Google, que anunciou um plano para levantar cerca de US$ 80 bilhões por meio de emissões de ações, além dos US$ 85 bilhões já captados em dívida ao longo do último ano.

O objetivo é financiar investimentos cada vez maiores em infraestrutura de IA, incluindo capacidade computacional, data centers e outras frentes estratégicas necessárias para sustentar a liderança tecnológica em um mercado cada vez mais competitivo e intensivo em capital.

O anúncio também chamou atenção pela participação da Berkshire Hathaway, que investirá US$ 10 bilhões na operação, ampliando ainda mais sua exposição à Alphabet. Mais do que um evento corporativo isolado, a transação mostra como a inteligência artificial está redefinindo as prioridades financeiras das gigantes de tecnologia.

Empresas que até recentemente destinavam volumes expressivos de caixa à recompra de ações agora passam a captar recursos em larga escala para financiar seus planos de expansão. O movimento reforça a percepção de que a disputa pela liderança em IA ainda está em seus estágios iniciais e exigirá investimentos cada vez mais robustos nos próximos anos.

05:08 — Nvidia amplia fronteiras da IA e mira o mercado de PCs

A Nvidia voltou ao centro das atenções dos mercados após anunciar uma expansão relevante de sua atuação no segmento de computadores pessoais por meio do lançamento do RTX Spark, um novo processador desenvolvido para levar recursos avançados de inteligência artificial diretamente aos laptops.

A recepção dos investidores foi bastante positiva, impulsionando as ações da companhia. A proposta da Nvidiaé permitir que modelos de IA e assistentes inteligentes sejam executados localmente nos dispositivos, reduzindo a dependência da computação em nuvem e ampliando significativamente o potencial de utilização da inteligência artificial tanto por consumidores quanto por empresas. A iniciativa conta ainda com o apoio de fabricantes como Microsoft, Dell, HP e Lenovo, que já anunciaram equipamentos baseados na nova arquitetura.

Mais do que um simples lançamento de produto, o anúncio reforça uma das principais teses estruturais do setor de tecnologia: a inteligência artificial está deixando de ser uma tendência concentrada em data centers para se disseminar por praticamente toda a cadeia tecnológica, alcançando computadores pessoais, dispositivos conectados e aplicações de consumo em larga escala.

Nesse contexto, a Nvidia segue consolidando sua posição como uma das maiores beneficiárias desse processo de transformação digital, expandindo sua presença para além da infraestrutura tradicional de IA. Embora a companhia já acumule uma valorização expressiva nos últimos anos e continue sujeita aos desafios inerentes a empresas de crescimento acelerado, sua capacidade de inovação e execução permanece como um diferencial relevante.

Para o investidor brasileiro, as BDRs NVDC34 continuam representando uma forma eficiente de acessar uma das empresas mais bem posicionadas para capturar o avanço da inteligência artificial e da nova infraestrutura tecnológica que vem sendo construída em escala global.

O post Ibovespa hoje: novo ‘tarifaço’, petróleo voltando a subir e IPO trilionário no ‘radar’; confira o que mexe com os mercados hoje apareceu primeiro em Empiricus.

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‘Sell in May’: maio é o pior mês do ano do Ibovespa em 3 anos, mas será que é hora de ‘ir embora’?

O velho ditado de Wall Street, “sell in May and go away” parece ter funcionado para o mercado brasileiro dessa vez. Pressionado por uma inflação mais persistente, ruídos políticos e um cenário externo adverso, o Ibovespa deve encerrar maio com queda próxima de 6%.

A não ser que haja uma grande virada antes do fechamento desta sexta-feira (29), esta será a maior baixa mensal do índice Ibovespa desde 2023, e o mercado já olha para o que pode esperar da bolsa em junho.

Quais fatores puxaram o Ibovespa pra baixo?

Conforme observa Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, quem seguiu à risca o “velho mandamento” do mercado financeiro certamente se deu muito melhor do que quem insistiu com ações brasileiras na carteira no mês.

Isso porque o resultado do Ibovespa foi impactado por uma combinação de fatores que, para Hungria, têm servido como “um grande teste para a tese de investimento no país”.

Em menos de um mês, ele lista alguns pontos que impactarem o desempenho:

  • Duas leituras ruins de IPCA e IPCA-15, o principal termômetro da inflação brasileira e sua prévia, divulgados pelo IBGE no início e final de maio;
  • Revisões negativas para inflação e Selic no Boletim Focus;
  • Ruídos políticos relevantes, como pesquisas eleitorais e as discussões sobre o fim da escala 6×1 (com impactos potenciais em custos para diversas empresas listadas);
  • Resultados muito fortes das empresas de tecnologia, majoritariamente internacionais, que voltaram a ganhar atratividade relativa frente a companhias de países emergentes, especialmente em um contexto de guerra;
  • Forte saída do fluxo estrangeiro da bolsa de valores.

Além disso tudo, a pressão e indecisão sobre um possível acordo para o fim do conflito entre Estados Unidos e Irã, que impacta no preço do petróleo e gera inflação em diversos segmentos da economia, também fizeram “peso” na queda do índice.

Diante de todos esses fatores, Hungria acredita que “o retrato não é muito inspirador, e é nesses momentos que precisamos recorrer aos fundamentos e lembrar que ações não são pedaços de papel com valores arbitrários”.

Apesar do impacto do humor do mercado influenciando movimentos diários, o analista acha importante manter o foco nas empresas por trás de cada ticker. “São companhias que oferecem aos seus sócios uma participação nos lucros e – no caso das compounders – em seus ambiciosos projetos de crescimento”, afirma.

Em relatório em sua carteira de ações, o analista mostra como, mesmo em um contexto difícil, a maior parte das empresas recomendadas entregou resultados bastante dignos no 1T26.

Claro que o analista sabe que não é possível esperar um “grande alívio” no mercado enquanto não houver um sinal mais assertivo sobre o fim do conflito no Oriente Médio – que deve devolver o fluxo gringo aos mercados emergentes.

“Nesse meio tempo, seguimos com empresas que continuam fazendo a lição de casa e se posicionando para capturar em cheio uma eventual virada. No fim das contas, vender em maio pode até ter feito sentido neste ano. Mas eu não ficaria longe por muito tempo”, completa.

Para junho, o analista Ruy Hungria explica que as expectativas ainda estão muito concentradas no andamento da guerra.

“Se o conflito se encerrar o mercado vira rápido, o petróleo deve cair, expectativa de inflação volta a cair, com ajustes para baixo na expectativa da taxa Selic e o fluxo de investidores estrangeiros retorna”, lista Hungria.

Diante do horizonte no curto prazo ainda desafiador, o analista ressalta que os fundamentos de muitas empresas permanecem sólidos. É com essa ótica que ele elabora as carteiras recomendadas pela Empiricus Research – e que você pode ver como acessar abaixo.

Como investir diante deste cenário com o Empiricus +

Mesmo em meio às turbulências econômicas e geopolíticas, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

Com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado, além de acesso direto a especialistas.

O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os destaques, estão a Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015; a Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014; e a Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

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Selic a 14,75%, Ibovespa em queda e IPCA+ em alta: como investir com o novo patamar de juros?

Na última quarta-feira (18), o Banco Central confirmou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de elevada incerteza, em que os mercados oscilaram entre diferentes cenários para o ritmo de flexibilização monetária.

Nos dias que antecederam o anúncio, as apostas nas opções de Copom da B3 refletiram essa volatilidade: saíram de uma expectativa de corte mais agressivo, de 0,50 p.p., migraram para 0,25 p.p. e, em alguns momentos, chegaram até a precificar a possibilidade de manutenção dos juros.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Juros em queda não tiram o protagonismo da renda fixa na estratégia do investidor

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

Selic a 14,75% abre espaço para 4 oportunidades em renda fixa com retorno de até 7,9% ao ano real e isenção de IR

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

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Quais ações internacionais comprar em março? Empiricus revela carteira recomendada com Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais

A carteira recomendada de ações internacionais da Empiricus Research passou por algumas mudanças táticas voltadas para o mês de março.

A seleção mensal, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa, traz ativos que ainda carregam potencial de valorização para investidores que se posicionarem agora, mesmo em um cenário geopolítico delicado e maior sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Por que Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34) são apostas para buscar lucros em março?

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Gratuito: acesse carteira completa com as 10 ações internacionais mais promissoras de março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

CONHEÇA AS AÇÕES INTERNACIONAIS MAIS PROMISSORAS DE MARÇO

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Tchau, Direcional (DIRR3): construtora dá lugar à ação que pode surfar queda da Selic e turbinar dividendos

A Carteira de Dividendos da Empiricus fechou fevereiro com valorização de 9,7%, desempenho 142% acima do registado pelo Ibovespa (4%) no mesmo período. Segundo Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, além da seleção criteriosa dos ativos, o cenário externo também contribuiu para o resultado positivo.

Com o dólar em trajetória de enfraquecimento e o aumento das tensões geopolíticas no radar, investidores estrangeiros voltaram a direcionar recursos para mercados emergentes. Só nos dois primeiros meses do ano, o fluxo de capital vindo de fora já soma cerca de R$ 40 bilhões no Brasil.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Essa ação pode se beneficiar do início do ciclo de corte de juros

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade: trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Veja a carteira completa de dividendos recomendada pela Empiricus para março

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

GRATUITO: ACESSE A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS PARA MARÇO

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