A briga entre Lula e Flávio Bolsonaro pelo voto dos gaúchos, segundo o Real Time Big Data





A 168ª Pesquisa CNT de Opinião, divulgada nesta terça, 16, aponta cenário favorável para o presidente Lula, tanto na avaliação de seu governo quanto na corrida eleitoral de 2026. Os dados revelam que a aprovação pessoal de Lula e a avaliação positiva de sua gestão superam os índices negativos, refletindo o otimismo da população com o futuro do país.
No campo político, a disputa permanece polarizada com Flávio Bolsonaro, mas Lula mantém a liderança isolada em todos os cenários, enquanto outros nomes da direita continuam sem consolidação nacional. Leia detalhes da pesquisa CNT/MDA com a TVT News.
Fonte: Confederação Nacional do Transporte
Resumo da Pesquisa CNT/MDA:
Em uma simulação direta de segundo turno entre os dois principais polos políticos do país, o presidente Lula lidera com 49,3% das intenções de voto, contra 36,8% do senador Flávio Bolsonaro. Votos brancos e nulos somam 11,2%, enquanto 2,7% dos eleitores se dizem indecisos.

A análise da evolução mostra um crescimento consolidado de Lula. O atual presidente passou de 45% das intenções de voto em abril de 2026 para 49% em junho do mesmo ano. Já Flávio Bolsonaro, que havia registrado 40% no levantamento anterior, oscilou negativamente e agora marca 37%.

Quando testado contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, o atual presidente também vence com ampla vantagem. Lula atinge 48,8% da preferência do eleitorado, enquanto Zema marca 31,6%. Brancos e nulos chegam a 14,6% e indecisos são 5,0%.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também foi testado em um possível segundo turno contra o petista. Nesse cenário, Lula aparece com 48,4% das intenções de voto, superando Caiado, que registra 32,2%. Os que votariam em branco ou nulo representam 14,3%, e 5,1% estão indecisos.

A pesquisa CNT/MDA simulou ainda um embate entre Lula e Renan Santos. O resultado aponta o atual presidente com 49,3% dos votos, enquanto Renan Santos fica com 28,0%. A parcela de brancos e nulos sobe para 17,2%, e indecisos somam 5,6%.
A liderança de Lula se mantém sólida frente a outros nomes cogitados. Contra Augusto Cury, Lula vence por 49,2% a 28,4%. Em uma disputa com o ex-ministro Joaquim Barbosa, o placar é de 47,5% para Lula contra 28,9% para Barbosa. Já contra o ex-presidente Michel Temer, Lula atinge 49,5% das intenções, enquanto Temer soma 24,9%.

A pesquisa mediu o teto eleitoral dos principais nomes. O presidente Lula possui o maior potencial de voto: 52,9% dos eleitores afirmam que votariam nele com certeza (38,7%) ou poderiam votar (14,2%). Sua rejeição é de 45,7%. Por outro lado, Flávio Bolsonaro tem um potencial de voto de 39,6%, somando os que votariam com certeza (24,3%) e os que poderiam votar (15,3%). A rejeição de Flávio, que diz não votar nele de jeito nenhum, é de 56,5%.
No cenário estimulado de primeiro turno, Lula lidera isolado com 41,8% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, que marca 28,2%. Bem distantes, aparecem Ronaldo Caiado (4,0%), Romeu Zema (2,8%), Joaquim Barbosa (2,3%), Renan Santos (2,0%), Michel Temer (1,9%) e Augusto Cury (1,8%). Brancos e nulos são 7,0% e indecisos somam 7,9%.
Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos eleitores, Lula é o mais lembrado e lidera com 34,6%. O número de indecisos é expressivo e atinge 32,4%. Flávio Bolsonaro aparece em seguida, com 19,8% das menções.
Comparando todos os nomes testados no levantamento, Lula lidera o potencial de voto total com 52,9%. Flávio Bolsonaro é o segundo mais forte neste quesito (39,6%), seguido por Ronaldo Caiado (25,3%), Romeu Zema (23,6%), Michel Temer (23,5%), Joaquim Barbosa (23,4%), Augusto Cury (20,9%) e Renan Santos (16,8%).
A gestão do presidente Lula apresenta uma trajetória de melhora, com percepção positiva superior à negativa. A avaliação positiva do governo (ótimo e bom) subiu para 35,3% em junho de 2026, enquanto a avaliação regular marca 29,2%. A parcela que considera o governo ruim ou péssimo caiu e é de 34,3%. Desde abril, a avaliação positiva oscilou de 32% para 35%, e a negativa recuou de 37% para 34%.

A 168ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada pelo Instituto MDA, entrevistou 2.002 pessoas de forma presencial (domiciliar e ponto de fluxo) entre os dias 10 e 14 de junho de 2026. O levantamento possui margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04256/2026.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente em diferentes cenários de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira (16) pelo instituto Futura/Apex. O levantamento indica vantagem de Lula em disputas contra nomes da oposição, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL), o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Leia em TVT News.
A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 12 de junho de 2026, com 2.000 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
No principal cenário de segundo turno testado pelo instituto, Lula registra 48,1% das intenções de voto em uma eventual disputa contra Flávio Bolsonaro, que alcança 42,9%. Neste recorte, os eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos somam 7,2%, enquanto 1,8% disseram não saber ou preferiram não responder.
Os números da Futura mostram uma diferença de 5,2 pontos percentuais entre os dois candidatos. Considerando a margem de erro da pesquisa, o resultado aponta um cenário de vantagem para o atual presidente na simulação realizada pelo instituto.

O levantamento da Futura/Apex também avaliou outros cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa contra Ronaldo Caiado, Lula aparece com 45% das intenções de voto, enquanto o ex-governador de Goiás registra 36,3%.
Nesse cenário, o percentual de eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos chega a 14,1%. Já os indecisos representam 4,6% dos entrevistados.
A vantagem do presidente é ainda maior quando o adversário é Romeu Zema. Segundo a pesquisa, Lula alcança 48,5% das intenções de voto, contra 34,9% do ex-governador mineiro.
Entre os entrevistados, 13,3% afirmaram optar por voto branco, nulo ou nenhum dos nomes apresentados, enquanto 3,3% não souberam responder.
Os resultados indicam que Lula mantém desempenho superior ao dos adversários testados pelo instituto nos cenários divulgados nesta rodada da pesquisa.
Além dos confrontos entre Lula e os principais nomes da oposição, a Futura/Apex avaliou outros cenários de segundo turno envolvendo lideranças políticas que vêm sendo mencionadas para a corrida presidencial.
Entre os nomes testados pelo levantamento estão Renan Santos (Missão), Michelle Bolsonaro (PL), Tereza Cristina (PP), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Flávio Bolsonaro (PL) e Fernando Haddad (PT), entre outros.
O estudo também simulou disputas sem a participação de Lula, incluindo cenários entre candidatos da direita e do campo conservador. Nas disputas, Flávio saiu na liderança contra Zema e Caiado. O candidato do PL apenas perde no segundo turno para o petista.
Os dados divulgados nesta terça-feira reforçam a centralidade do atual presidente no debate eleitoral para 2026. Mesmo diante de diferentes adversários, Lula aparece liderando todas as simulações de segundo turno apresentadas pelo instituto.
A pesquisa Futura/Apex investigou o possível cenário de segundo turno entre Lula e Michelle Bolsonaro.
Em maio, Michelle aparecia com 41,6% na pesquisa contra 47,9% de Lula. Nesta nova rodade de junho, no entanto, a vantagem do atual presidente diminuiu, mas dentro da margem de erro o cenário continuou praticamente igual.
Em junho, 48% dos entrevistados disseram que em um segundo turno entre Lula e Michelle, votariam no petista. Já 42,4%, escolheriam a ex primeira-dama.

A pesquisa também simulou enfrentamento entre Lula e Tereza Cristina, em que o petista reuniu 48,5% das intenções de voto e Cristina 29,2%.

Contra Renan Santos o cenário é parecido. Lula apresenta 48,3% das intenções de votos, enquanto Renan Santos apresenta 30,8%.

A pesquisa Futura/Apex ouviu 2.000 pessoas entre os dias 8 e 12 de junho de 2026.
A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%.
Segundo o instituto, os cenários apresentados são simulações eleitorais realizadas a partir dos nomes incluídos no levantamento e representam um retrato da opinião dos entrevistados no período da coleta de dados.
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Pesquisa AtlasIntel divulgada nesta quinta (30) revelou que os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), são os políticos com as piores avaliações pela população brasileira. O tem apenas 2% de aprovação, enquanto o segundo conta com 3%.
A rejeição dos parlamentares é alta, com 87% e 81%, respectivamente. Outros políticos também foram avaliados: o presidente Lula, o ex-presidente Jair Bolsonaro e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro lideram as avaliações com 45% de aprovação, embora também enfrentem desaprovação majoritária, variando de 51% a 53%.
Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo, obteve 44% de aprovação, enquanto o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) teve o mesmo índice. Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência, ficou com 42%, seguido de Romeu Zema (Novo) e Geraldo Alckmin (PSB).

A pesquisa também abordou a tramitação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a escala de trabalho 6×1. A maioria da população apoia a medida, com 55,7% favoráveis ao fim dessa escala.
O apoio é particularmente forte entre jovens de 16 a 24 anos e pessoas com ensino superior e renda de R$ 3.000 a R$ 5.000 mensais. A proposta deve ser analisada pela comissão especial, e o governo prevê um relatório final em 30 dias.

Outro tema econômico abordado foi a regulamentação das empresas de apostas esportivas, as chamadas “bets”. A maioria da população é crítica à disseminação desse mercado, com 63,2% dizendo que ele traz apenas prejuízos.
Os entrevistados também apontaram que as apostas contribuem para o endividamento da sociedade e criticaram o fácil acesso de menores às plataformas. A maior parte acredita que o governo deveria aumentar a tributação sobre essas empresas e limitar sua publicidade.
A pesquisa entrevistou 5.008 pessoas entre os dias 22 e 27 de abril, com margem de erro de 1 ponto percentual e nível de confiança de 95%.



Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta (11) mostrou um aumento na desaprovação ao governo do presidente Lula, que atingiu 51%, enquanto a aprovação ficou em 44%. Os números eram, respectivamente, 49% e 45% em fevereiro.
O aumento da desaprovação vem crescendo desde o fim de 2023 e é a primeira vez que atinge um índice tão alto após os picos registrados em maio de 2025, quando a desaprovação chegou a 57%.
O levantamento, encomendado pela Genial Investimentos, também revelou mudanças no perfil do eleitorado. Pela primeira vez, entre as mulheres, a desaprovação superou a aprovação, com 48% de desaprovação contra 46% de aprovação. A desaprovação entre os eleitores de 16 a 34 anos aumentou de 50% para 56%.

A pesquisa também apontou que o Norte e o Centro-Oeste, além do Sul e Sudeste, continuam sendo regiões onde a desaprovação ao governo é mais pronunciada. No Nordeste, onde Lula ainda mantém uma forte base de apoio, ele tem 65% de aprovação.
Entre os católicos, a desaprovação passou de 42% para 47%, com a aprovação caindo de 52% para 49%. Esses dados demonstram uma tendência de erosão do apoio popular, especialmente entre setores mais religiosos e jovens.
Em relação à avaliação do governo, a pesquisa indicou que 43% dos eleitores consideram a gestão negativa, enquanto 31% a veem positivamente. Esses números são mais altos do que os registrados em janeiro e fevereiro, quando a avaliação negativa era de 39%.

Ao ser questionado se Lula merece continuar na presidência, 59% dos entrevistados responderam que não, enquanto 37% acreditam que ele merece seguir no cargo, mostrando um quadro de ceticismo em relação à continuidade de seu governo.
Em termos econômicos, a pesquisa revelou que 48% dos eleitores acreditam que a situação econômica piorou nos últimos 12 meses, o que representa um aumento em relação a fevereiro, quando o índice era de 43%. Apenas 24% consideram que a economia melhorou, e 26% acreditam que ela ficou do mesmo jeito.
Quando questionados sobre as expectativas para os próximos 12 meses, 41% dos entrevistados acreditam que a economia vai melhorar, enquanto 34% acham que ela vai piorar, e 21% acreditam que ficará do mesmo jeito.
O levantamento foi encomendado pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 6 a 9 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.