Visualização de leitura

Espaçolaser protocola pedido de registro para oferta pública secundária de ações

A MPM Corpóreos S.A. (Espaçolaser) anunciou ao mercado a realização de uma oferta pública de distribuição secundária de até 6.106.557 ações ordinárias de sua emissão. A operação, que será coordenada pelo banco BTG Pactual , consiste na venda da totalidade da participação mantida pelo Magnólia Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia na companhia. Se o lote total for integralmente alienado, o fundo deixará de integrar o bloco de controle da empresa.

Estrutura e Alvo da Oferta

A distribuição ocorrerá sob o rito de registro automático perante a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e será direcionada exclusivamente a Investidores Profissionais. Não haverá esforços de colocação dos papéis no exterior, tampouco a previsão de lotes adicionais ou suplementares. Diante disso, não haverá mecanismo de estabilização de preço, o que pode submeter as ações a flutuações no mercado secundário da B3.

A operação conta com garantia firme de liquidação prestada pelo coordenador e prevê a possibilidade de distribuição parcial, desde que atingida a quantidade mínima de 3.053.279 ações. Caso essa meta mínima não seja alcançada no procedimento de bookbuilding, a oferta será cancelada.

Fixação de Preço e Valores Estimados

O preço por ação será definido após a coleta de intenções de investimento. Como base de referência hipotética, considerando a cotação de fechamento de R$ 6,10 verificada no dia 19 de junho de 2026, o volume financeiro da operação pode variar entre:

  • R$ 18.625.001,90 — se comercializada apenas a quantidade mínima exigida.
  • R$ 37.249.997,70 — se distribuída a totalidade das ações ofertadas.

Por se tratar de uma oferta estritamente secundária, a Espaçolaser não receberá nenhum recurso com a transação, sendo a receita líquida integralmente direcionada ao acionista vendedor. Dessa forma, não haverá diluição patrimonial para os atuais acionistas.

Restrições de Lock-up e Vendas a Descoberto

Para garantir a estabilidade do processo, determinados acionistas do bloco de controle — Ygor Alessandro de Moura, José Carlos Semenzato e SMZXP Participações Ltda. — assinaram um acordo de lock-up. Eles estão impedidos de negociar ou dispor de suas participações pelo período de 90 dias contados do anúncio de início da oferta, salvo exceções previstas em contrato (como doações de boa-fé ou transferências sucessórias).

Fica vedada a aquisição de ações por investidores que tenham realizado vendas a descoberto com papéis da companhia na data de fixação do preço ou nos cinco pregões antecedentes.

Direitos Assegurados

As ações comercializadas manterão os mesmos direitos concedidos aos atuais detentores de ações ordinárias da Espaçolaser, incluindo:

  • Direito a um voto por ação nas Assembleias Gerais.
  • Direito ao dividendo obrigatório não inferior a 25% do lucro líquido ajustado de cada exercício.
  • Direito de venda conjunta (tag along) em caso de alienação onerosa do controle da companhia, assegurando tratamento igualitário ao dos controladores.

O post Espaçolaser protocola pedido de registro para oferta pública secundária de ações apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •  

A Europa fecha suas fronteiras e abre nova era de deportações (por Cristiano Goldschmidt)

Cristiano Goldschmidt (*)

Nenhum continente conhece tão bem o significado da palavra exílio quanto a Europa. Durante séculos, seus habitantes cruzaram oceanos, fugiram de guerras, escaparam de perseguições religiosas, buscaram refúgio político ou simplesmente partiram em busca de sobrevivência. Milhões de europeus foram migrantes antes que a própria ideia de uma União Europeia existisse.

Talvez por isso exista algo de profundamente espantoso na recente decisão do Parlamento Europeu de aprovar mecanismos para acelerar deportações e permitir a instalação de centros de retorno para migrantes fora das fronteiras do bloco. Não se trata apenas de uma nova legislação. Trata-se de um capítulo revelador da forma como a Europa contemporânea passou a olhar para aqueles que hoje trilham caminhos semelhantes aos que seus próprios antepassados percorreram.

A medida foi aprovada com forte apoio de partidos conservadores, da direita e da extrema-direita, consolidando uma tendência política que se fortalece em diversos países do continente há pelo menos uma década. O que antes era visto como um discurso restrito a setores nacionalistas passou gradualmente a ocupar o centro do debate público europeu. A imigração deixou de ser tratada apenas como um desafio humanitário ou econômico para se transformar em uma das questões mais sensíveis da política contemporânea.

O aspecto mais inquietante da nova legislação talvez não esteja no direito que os Estados possuem de controlar suas fronteiras. Nenhuma sociedade organizada pode existir sem regras para entrada e permanência em seu território. A questão central está em outro lugar: na lógica política e moral que acompanha essa mudança.

Quando uma democracia cria mecanismos para transferir migrantes para centros localizados fora de suas fronteiras, transfere também parte da responsabilidade ética para longe do olhar público. O problema deixa de ser apenas administrativo e passa a ser simbólico. O migrante transforma-se em uma questão a ser removida da paisagem social. A fronteira deixa de ser apenas uma linha geográfica e passa a funcionar como um instrumento de distanciamento moral.

É justamente nesse ponto que surgem as preocupações mais sérias. Organizações de direitos humanos alertam que estruturas desse tipo podem acabar se transformando em zonas de reduzida proteção jurídica, locais onde garantias fundamentais se tornam mais frágeis e onde pessoas passam a existir em uma espécie de limbo burocrático. A história demonstra que processos de perseguição e de exclusão raramente começam com grandes rupturas. Eles costumam nascer de mecanismos administrativos aparentemente razoáveis.

Ao mesmo tempo, seria intelectualmente preguiçoso analisar a questão apenas pela ótica humanitária e ignorar as razões que levaram milhões de europeus a apoiar partidos e líderes que defendem políticas migratórias mais rigorosas.

Recentemente conversei com meu amigo Roger Bundt, que vive na Europa há quase dez anos. Trata-se de alguém distante dos discursos extremistas. Democrata convicto, com ampla formação humana e acadêmica – com dois mestrados, doutorado e pós-doutorado no Brasil e no exterior, em áreas como Comunicação, Letras e Cinema – e profunda inserção na cultura local, Roger acompanha de perto as transformações sociais e políticas que atravessam o continente.

Segundo ele, a aprovação dessa agenda representa, em grande medida, uma vitória política da primeira-ministra italiana Giorgia Meloni. Mais do que isso, simboliza a capacidade que determinadas pautas da extrema direita europeia adquiriram de influenciar o conjunto do debate continental.

Roger, porém, rejeita explicações simplistas. Na avaliação dele, a questão não pode ser compreendida apenas pela disputa ideológica entre esquerda e direita. O que está em jogo é algo mais antigo e mais poderoso: a Realpolitik. Os políticos perceberam que seus eleitores mudaram e passaram a reagir de forma muito mais intensa ao tema da imigração.

Como exemplo, ele menciona Portugal. Recentemente, o país debateu alterações na legislação trabalhista propostas pelo governo do primeiro-ministro Luís Montenegro. Embora o tema não estivesse diretamente ligado à imigração, chamou atenção o fato de determinadas propostas receberem apoio de setores ideológicos bastante distintos. Para Roger, esse fenômeno demonstra como as antigas fronteiras partidárias estão se tornando menos importantes diante de questões que mobilizam fortemente a opinião pública.

No caso da imigração, a percepção social passou a exercer enorme influência sobre as decisões políticas. E percepção, gostemos ou não, é uma força histórica poderosa.

Roger observa que existe um sentimento crescente em diversos países europeus de que parte da imigração recente — principalmente a proveniente de países islâmicos — não conseguiu se integrar plenamente às sociedades de acolhimento. Trata-se de uma percepção amplamente difundida, independentemente do grau de precisão de cada argumento utilizado para sustentá-la.

Muitos europeus argumentam que determinados grupos permanecem isolados culturalmente, participam pouco da vida comunitária, mantêm vínculos limitados com a sociedade local e reproduzem estruturas sociais paralelas. Essas preocupações aparecem com frequência em debates públicos, programas eleitorais e pesquisas de opinião.

Roger cita ainda um aspecto que aparece com frequência nas discussões sobre integração e que ajuda a compreender parte do descontentamento popular. Segundo ele, muitos europeus percebem uma discrepância entre os benefícios oferecidos pelos generosos sistemas de bem-estar social do continente e a participação econômica de determinados grupos migrantes. Essa percepção é particularmente forte em relação a parcelas das comunidades oriundas de países islâmicos.

Embora o tema seja frequentemente capturado por discursos simplistas ou preconceituosos, diversos estudos apontam que mulheres muçulmanas apresentam, em média, níveis de participação no mercado de trabalho inferiores aos observados entre a população feminina em geral em diversos países europeus. As explicações para isso estão longe de ser consensuais. Alguns atribuem o fenômeno a fatores culturais e modelos familiares tradicionais; outros destacam a discriminação, as dificuldades de inserção profissional, as barreiras linguísticas e os obstáculos enfrentados por mulheres que manifestam visivelmente sua identidade religiosa.

Independentemente das causas, a questão tornou-se politicamente relevante porque toca em um dos pilares do modelo social europeu: a ideia de que direitos e proteção social são sustentados pela contribuição coletiva dos cidadãos. Quando parcelas da população percebem que essa relação entre direitos e deveres está desequilibrada, cresce o apoio a discursos que defendem políticas migratórias mais rigorosas. Não se trata necessariamente de uma conclusão justa, mas é uma percepção que passou a influenciar decisivamente o comportamento eleitoral em diversos países do continente.

A França tornou-se talvez o símbolo mais conhecido desse debate. Há décadas, intelectuais, jornalistas e políticos discutem os efeitos da formação de bairros marcados por forte segregação social e cultural. A Alemanha também enfrenta discussões semelhantes envolvendo processos de estruturação de comunidades paralelas formadas ao longo de sucessivas ondas migratórias.

O problema, entretanto, não é apenas econômico. É também psicológico, cultural e identitário.

Em muitos lugares, cresce a sensação de que comunidades inteiras passaram a coexistir sem efetivamente compartilhar um mesmo espaço cívico. A consequência é o surgimento de ressentimentos mútuos. De um lado, moradores locais sentem que seus governos ignoram suas preocupações. De outro, muitos migrantes experimentam rejeição, preconceito e dificuldades de ascensão social.

Essa combinação produz um ambiente particularmente perigoso. O medo alimenta o radicalismo. O radicalismo produz mais medo. E o círculo se retroalimenta.

Roger menciona ainda outro aspecto frequentemente ignorado nas análises superficiais: a questão demográfica.

A Europa envelhece rapidamente. As taxas de natalidade permanecem baixas em grande parte do continente. Os sistemas previdenciários dependem cada vez mais da entrada de novos trabalhadores. Em diversos países, a necessidade de imigração deixou de ser uma projeção futura e passou a ser uma exigência imediata.

Essa realidade cria uma contradição que nenhuma força política conseguiu resolver de forma satisfatória.

A Europa precisa de imigrantes para sustentar sua economia, seu mercado de trabalho e seus sistemas de proteção social. Ao mesmo tempo, cresce entre parcelas da população a sensação de que os processos de integração não estão funcionando adequadamente.

Por essa razão, alguns países buscam caminhos diferentes. A Espanha, por exemplo, tem adotado políticas relativamente mais abertas para determinados fluxos migratórios, especialmente aqueles considerados mais próximos cultural ou linguisticamente. Trata-se de uma tentativa de equilibrar necessidades econômicas com desafios de integração social.

Na interpretação de Roger, o endurecimento das políticas migratórias não busca apenas reduzir os fluxos de entrada. Busca também enviar uma mensagem política. A mensagem de que migrar implica direitos, mas também deveres; acolhimento, mas também integração; oportunidades, mas também participação na vida comum.

Mesmo que essa análise contenha elementos relevantes, permanece uma pergunta fundamental.

Até onde uma democracia pode avançar na tentativa de responder aos receios legítimos de sua população sem comprometer os princípios que lhe conferem legitimidade moral?

Essa talvez seja a verdadeira questão colocada pela nova legislação europeia.

A história está repleta de exemplos de sociedades que, diante da insegurança, aceitaram restringir direitos em nome da ordem. Quase sempre essas decisões pareceram razoáveis quando tomadas. Quase sempre vieram acompanhadas de justificativas pragmáticas, argumentos técnicos e promessas de eficiência.

Mas a erosão dos valores democráticos raramente acontece por meio de grandes rupturas. Ela ocorre através de pequenos deslocamentos morais. Uma exceção aqui. Uma flexibilização ali. Um grupo transformado em problema administrativo. Outro reduzido a uma estatística.

O perigo não está apenas na xenofobia explícita, embora ela exista e esteja crescendo em diversos países. O perigo maior talvez resida na naturalização da desumanização.

Quando seres humanos passam a ser vistos prioritariamente como custos, ameaças ou obstáculos, algo essencial começa a se perder. Não apenas para aqueles que são excluídos, mas também para aqueles que excluem.

A Europa contemporânea encontra-se diante de um dilema histórico. Precisa responder a desafios reais relacionados à integração, segurança e coesão social. Precisa ouvir as preocupações legítimas de seus cidadãos. Precisa enfrentar problemas concretos que não desaparecerão por decreto nem por discursos moralizantes.

Mas precisa também evitar que o medo se transforme no principal arquiteto de suas decisões.

Porque nenhuma democracia permanece saudável quando passa a governar sob o império permanente da ansiedade coletiva. E nenhuma civilização conserva sua grandeza quando começa a acreditar que certos seres humanos podem ser tratados apenas como problemas a serem administrados.

Talvez o futuro não julgue esta legislação pela quantidade de deportações que produzirá nem pela eficiência de seus mecanismos burocráticos. Talvez o julgamento histórico seja mais simples e mais profundo.

Diante do estrangeiro, a Europa conseguiu proteger simultaneamente suas fronteiras e seus valores?

Ou, na tentativa de preservar uma identidade ameaçada, acabou abrindo mão justamente dos princípios que durante décadas afirmou representar perante o mundo?

(*) Jornalista e Pedagogo, Mestre em Artes Cênicas pela UFRGS.

§§§

As opiniões emitidas nos artigos publicados no espaço de opinião expressam a posição de seu autor e não necessariamente representam o pensamento editorial do Sul21.

O post A Europa fecha suas fronteiras e abre nova era de deportações (por Cristiano Goldschmidt) apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Seleções africanas, na Copa 2026, são formadas por jogadores nascidos na Europa

Defender o lugar de nascimento ou àquele de origem dos pais? Quase metade dos jogadores atuando em seleções africanas na Copa do Mundo de 2026 nasceram em países do continente europeu. A ascendência africana autoriza a dupla nacionalidade que permite a troca mas as razões da escolha estão relacionadas também a fatores culturais, políticos e sociais. Leia em TVT News.

*** Estagiário Rafael Sampaio sob supervisão de Alexandre Barbosa

Embora a presença de jogadores não nascidos na seleção que atuam seja mais pujante no continente africano, elencos de países de outros continentes que disputam a Copa também possuem atletas de origem diversa da nação que defendem. De acordo com dados da FIFA, mais de 250 jogadores convocados para a Copa do Mundo de 2026 jogam por países que não nasceram.

Histórico colonial, imperialismo, migrações e laços familiares são as principais causas da escolha por defender países que não são o de nascimento dos jogadores

Das 10 seleções africanas que disputam a Copa 2026, apenas a África do Sul não possui atletas no elenco que nasceram fora do país. República Democrática do Congo e Marrocos, por outro lado, são os times africanos com mais jogadores nascidos fora do país. Vinte atletas do Congo e 19 de Marrocos nasceram em países europeus, 31 desses jogadores vieram da França, da Espanha e da Bélgica.

Não por acaso, esses três países forneceram tantos atletas aos países africanos. A partir da segunda metade do século XIX, países europeus intensificaram um processo de expansão territorial em busca de novos mercados e de matérias primas para suas indústrias. O continente africano foi o principal alvo das nações europeias. Visando minimizar conflitos e atender as ambições coloniais, praticamente toda a África foi dividida e partilhada entre as principais potências europeias do período. 

França e Espanha controlaram Marrocos de 1912 a 1956. O Congo talvez seja o exemplo mais acintoso da violência da colonização. Em 1885, o rei Leopoldo II da Bélgica tomou posse e declarou o território congolês como propriedade particular. A brutalidade do regime colonial belga cuja tortura era pratica corriqueira, foi reconhecida em 2010 pelo atual monarca belga, Felipe. A independência da República Democrática do Congo foi reconhecida em 1960.

A ascendência africana de jogadores de futebol nascidos em países europeus relaciona-se ao passado imperialista da Europa. No processo de exploração das colônias e das pessoas que lá viviam, houve fluxos e miscigenação. Com a independência dos países africanos, a partir da segunda metade do século XX, ondas migratórias mantiveram o fluxo de africanos para a Europa. 

Os pais de Achraf Hakimi, um dos melhores laterais direitos do mundo, são marroquinos e chegaram na Espanha bem antes do nascimento do filho em 1998. Saíram do seu país natal por razões econômicas, fator importante nos deslocamentos populacionais. Hakimi foi convidado a integrar a seleção da Espanha mas preferiu defender a pátria dos seus pais. O jogador possui dupla nacionalidade, uma das exigências da FIFA para quem quer atuar em um país que não é aquele onde nasceu.

>> Nesta sexta, a justiça francesa recusou recurso da defesa do Hakimi, que é acusado de estupro

quartas-da-copa-africana-de-nacoes-definidas-com-confrontos-de-peso-confira-os-jogos-das-quartas-de-final-da-copa-africana-de-nacoes-tvt-news
O zagueiro marroquino número 02, Achraf Hakimi (à direita), comemora com seus companheiros de seleção após a partida das oitavas de final da Copa Africana de Nações (CAN) entre Marrocos e Tanzânia, no Estádio Príncipe Moulay Abdallah, em Rabat, em 4 de janeiro de 2026. (Foto de SEBASTIEN BOZON / AFP)

Um exemplo fora da África da influência do histórico colonial na determinação da naturalidade de jogadores pertencentes a seleções de países que foram colônias é Curaçau. O país antilhano localizado no sul do mar do Caribe, foi conquistado pela Holanda no século XVII, obtendo independência limitada apenas em 2010. Atualmente, Curaçau é parte do Reino dos Países Baixos. Todos os 26 jogadores de Curaçao nasceram na Holanda. 

FIFA estabelece regras para que um jogador atue por um novo país

A entidade máxima do futebol mundial permite que um jogador defenda um país distinto do qual nasceu, mas faz exigências. Um dos requisitos é a dupla nacionalidade. Dupla nacionalidade (ou dupla cidadania) é o status jurídico em que uma pessoa é reconhecida como cidadã de dois ou mais países simultaneamente. 

Comumente, existem três formas de obter a cidadania de um país: nascendo nele, sendo descendente de algum cidadão do país no qual se pleiteia o direito; a última forma é tentar o processo de naturalização cujas exigências variam de acordo com o país. Quando se considera os jogadores de futebol com dupla nacionalidade nascidos na europa, a cidadania africana é fruto da descendência.

>> Messi iguala Marta e se torna o maior artilheiro da Copa do Mundo masculina

>> Veja agenda de jogos desta segunda-feira (22)

Um dos principais nomes do Manchester United, Bryan Mbeumo, nasceu na França mas joga por Camarões, terra do seu pai. Sua dupla nacionalidade foi obtida por descendência.  O atacante jogou nas seleções de base francesas até 2020, depois optou pelo time camaronês. Jogar nas seleções de base de um país não impede que o atleta defenda outra nação. O que não pode, terminantemente, é ter jogado pelo time principal do país em jogos oficiais. Isso impede a troca, exceto se o atleta tiver menos de 21 anos. Nesse caso, ele pode mudar de seleção desde que tenha atuado em no máximo três jogos oficiais pelo time principal.

Grandes nomes da Copa do Mundo de 2026 tem origem africana

A França é o país que mais exportou jogadores para outras seleções nessa copa. Oitenta e três jogadores nascidos na França, jogam em outros países. Grande parte desses atletas exportados têm origem familiar no continente africano e mesmo a seleção da França possui a maior parte da sua equipe formada por jogadores com ascendência africana. A maior estrela do futebol francês, Kylian Mbappé, tem pai camaronês e mãe argelina. 

selecoes-africanas-na-copa-2026-sao-formadas-por-jogadores-nascidos-na-europa-mbappe-carrega-taca-da-copa-do-mundo-apos-vitoria-da-franca-em-2018-nessa-final-contra-croacia-o-artilheiro-se-igualou-pele-virando-o-segundo-adolescente-a-marcar-em-final-de-copa-e-foi-eleito-revelacao-do-torneio-na-epoca-mbappe-tinha-19-anos-foto-reproducao-redes-tvt-news
Mbappé carrega taça da Copa do Mundo após vitória da França em 2018. Nessa final contra Croácia, o artilheiro se igualou Pelé, virando o segundo adolescente a marcar em final de Copa e foi eleito revelação do torneio. Na época, Mbappé tinha 19 anos – Foto: Reprodução/Redes

O jovem Lamine Yamal, de apenas 18 anos, joga no Barcelona. Destaque da seleção espanhola, Yamal é um dos candidatos potenciais a melhor jogador da Copa. Os pais do atleta são migrantes africanos. O pai é de Marrocos e a mãe da Guiné-Equatorial.

selecoes-africanas-na-copa-2026-sao-formadas-por-jogadores-nascidos-na-europa-lamine-yamal-estrela-do-barcelona-e-da-selecao-da-espanha-tem-nacionalidade-marroquina-reproducao-fc-barcelona-tvt-news
Lamine Yamal, estrela do Barcelona e da seleção da Espanha tem nacionalidade marroquina – Reprodução/FC Barcelona

Nenhuma seleção africana jamais ganhou uma copa do mundo. Marrocos, na última edição do mundial, no Catar em 2022, chegou em quarto lugar; no que foi a melhor posição de uma seleção africana em todas as copas realizadas. Apesar do histórico e mesmo que nenhuma seleção do continente chegue nas finais desta Copa, as Áfricas vão comemorar. Em alguma seleção finalista, provavelmente, jogadores de origem africana terão protagonismo.

The post Seleções africanas, na Copa 2026, são formadas por jogadores nascidos na Europa appeared first on TVT News.

  •  

Fifa veta espanhol em entrevistas oficiais da Copa do Mundo; entenda o motivo

Vini Jr., durante entrevista após o jogo da Seleção na qual não pode ser questionado em espanhol graças ao veto da Fifa. Reprodução

A Fifa proibiu o uso do espanhol em determinados ambientes oficiais de entrevista da Copa do Mundo de 2026, incluindo coletivas e zonas mistas com idiomas previamente autorizados pela organização. A justificativa atribuída à entidade é a padronização da comunicação entre delegações, jogadores e imprensa, com o inglês adotado como idioma-base quando não houver língua comum liberada.

A regra apareceu no entorno de Brasil x Marrocos, no sábado (13), quando jornalistas hispanofalantes tentaram fazer perguntas em espanhol a jogadores acostumados ao idioma. Na véspera da partida, Vinicius Junior chegou a pedir que uma questão feita em inglês fosse reformulada em espanhol, mas o idioma não estava entre os permitidos pela Fifa naquele espaço oficial.

🇺🇸🇲🇽 | La FIFA prohíbe a los periodistas preguntar en español a los jugadores de Brasil y Marruecos a pesar de ser la segunda lengua materna más hablada del mundo por encima del inglés.

La FIFA autorizó a preguntar en francés, árabe, portugués e inglés, algo que supuso un… pic.twitter.com/67K1XRTTcA

— ʜᴇʀQʟᴇs (@herqles_es) June 14, 2026

Após o empate por 1 a 1, o tema voltou à tona na zona mista. Um jornalista venezuelano pediu que Vini Jr. respondesse em espanhol, mas o atacante disse que falaria em português por estar a serviço da Seleção Brasileira. “Estou com o Brasil, vou falar só em português”, afirmou, antes de comentar a atuação do time.

A limitação também afetou profissionais que tentaram entrevistar atletas de Marrocos, como Achraf Hakimi. Segundo relatos publicados nas redes sociais, a Fifa autorizou perguntas apenas em francês, árabe, português e inglês em determinados ambientes ligados à partida.

Na prática, a norma impediu o uso de uma língua amplamente dominada por jogadores dos dois elencos, especialmente atletas que atuam ou atuaram na Espanha. O caso chamou atenção porque o Mundial de 2026 também é sediado pelo México, país hispanofalante, além de Estados Unidos e Canadá.

🗣️ Periodista: “SOY DE VENEZUELA, EN ESPAÑOL, POR FAVOR”.

🗣️ Vinícius: “SOY DE BRASIL VOY A HABLAR EN PORTUGUÉS”.

Esta entrevista de TV de Vini, post-debut. 🤬🇧🇷 pic.twitter.com/lY8QDjy1yf

— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) June 14, 2026

  •  

Brasil empata com o Marrocos na estreia da Copa; saiba como fica a situação agora

Vini Jr. comemora o gol de empate contra o Marrocos na estreia da Copa

A Seleção Brasileira estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate em 1 a 1 diante do Marrocos neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Em um confronto equilibrado e de muita intensidade física, os dois gols da partida saíram ainda na etapa inicial.

O Marrocos surpreendeu a defesa brasileira e abriu o placar com Saibari, após uma rápida transição ofensiva. O atacante recebeu um lançamento em profundidade, venceu a marcação na velocidade e demonstrou muita categoria ao encobrir o goleiro Alisson, que saiu muito mal.

A resposta da Seleção veio antes do intervalo. Principal referência técnica do ataque, Vini Jr. balançou as redes e deixou tudo igual, recolocando o Brasil no jogo.

Além dos gols, o primeiro tempo foi marcado por disputas ríspidas no meio-campo: Casemiro e Ibañez foram advertidos com cartão amarelo por faltas em El Aynaoui e Brahim Díaz, respectivamente, enquanto El Khannouss levou amarelo por parar Raphinha com falta. No segundo tempo, as equipes mantiveram a postura competitiva, mas o placar permaneceu inalterado.

O segundo tempo teve momentos de perigo para ambas as equipes, com Allison fazendo uma defesa importante no final. Sob forte calor, a etapa final teve ritmo mais lento do que os primeiros 45 minutos.

Carlo Ancelotti fez alguns gestos à beira do campo orientando um dos atacantes centrais da Seleção a se deslocar para os lados quando Vinícius Júnior recebia a bola. A movimentação parecia fazer parte de uma estratégia para atrair os defensores marroquinos para as laterais, criando espaços na região central do campo.

Como fica a situação no Grupo C?

Por se tratar da rodada de abertura do Grupo C, o resultado deixa a briga pelas vagas na próxima fase totalmente aberta. Veja o impacto do tropeço na estreia:

Tabela de pontos: Brasil e Marrocos somam 1 ponto cada um. A liderança ou a vice-liderança momentânea do grupo dependerá do saldo de gols e do resultado do outro confronto da chave, disputado entre Haiti e Escócia hoje às 22h (horário de Brasília).

Regulamento favorece: Com o formato de 48 seleções, avançam para o mata-mata (dezesseis-avos de final) os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos oito melhores terceiros colocados gerais. Embora o empate tire a tranquilidade, o Brasil segue com chances claras de classificação.

Pressão por vitórias: O critério de desempate pode ser crucial. Para não depender de combinações de resultados ou da vaga como melhor terceiro, a Seleção Brasileira precisará buscar os três pontos nas próximas duas partidas.

Próximos jogos do Brasil

A Seleção Brasileira volta a campo na próxima semana para tentar garantir sua primeira vitória no Mundial:

Brasil x Haiti: Quinta-feira, 19 de junho

Escócia x Brasil: Terça-feira, 24 de junho

Ismael Saibari marcou o gol do Marrocos contra o Brasil
  •  

Pesquisa mostra rejeição crescente a Israel no Brasil e no exterior e repulsa a Netanyahu

Pesquisa do Centro de Pesquisas Pew, dos EUA, sobre a rejeição crescente a Israel

Uma pesquisa internacional realizada pelo Pew Research Center revela que a imagem de Israel continua se deteriorando em grande parte do mundo e que a confiança no primeiro-ministro Benjamin Netanyahu segue em queda.

O levantamento foi realizado entre 8 de fevereiro e 13 de maio de 2026 em 36 países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Argentina, México, Colômbia e África do Sul.

O Pew Research Center é um dos principais institutos independentes de pesquisa dos Estados Unidos, especializado em estudos de opinião pública, tendências sociais, política, religião e relações internacionais. Seus levantamentos são frequentemente utilizados por universidades, governos, meios de comunicação e centros de pesquisa em diversos países.

Segundo o estudo, a mediana global mostra que 67% dos entrevistados têm uma opinião desfavorável de Israel, enquanto apenas 25% manifestam uma visão favorável.

Os índices mais negativos aparecem em países de maioria muçulmana, como Bangladesh, Indonésia, Malásia, Paquistão e Turquia, além da Cisjordânia e Jerusalém Oriental. O levantamento não incluiu a Faixa de Gaza devido às condições de terra arrasada.

A pesquisa também identificou níveis elevados de rejeição em praticamente toda a Europa. Na Itália, na Holanda e na Espanha, cerca de metade da população ou mais declarou ter uma visão “muito desfavorável” de Israel. Em contrapartida, alguns dos resultados mais positivos foram registrados em países da África Subsaariana.

Os dados indicam ainda uma diferença geracional significativa. Em vários países da América do Norte e da Europa, os jovens demonstram opiniões mais negativas sobre Israel do que os grupos mais velhos. Na Hungria, por exemplo, 72% das pessoas entre 18 e 34 anos têm visão desfavorável do país, contra 45% entre aqueles com 50 anos ou mais.

O recorte ideológico também mostra uma divisão expressiva. Em diversos países, eleitores identificados com a esquerda apresentam avaliações muito mais negativas de Israel do que aqueles posicionados à direita. Nos Estados Unidos, 83% dos liberais têm opinião desfavorável sobre Israel, contra 37% dos conservadores. Diferenças semelhantes foram registradas na Austrália, Espanha, França, Suécia, Canadá, Alemanha, Holanda, Itália, Brasil e Colômbia.

Segundo o levantamento, 52% dos brasileiros têm uma visão desfavorável do país, enquanto 33% expressam uma opinião favorável. Entre os que avaliam Israel negativamente, 13% afirmam ter uma opinião “muito desfavorável” e 39% uma opinião “um pouco desfavorável”. Já entre os que veem o país de forma positiva, 28% manifestam uma opinião “um pouco favorável” e apenas 5% dizem ter uma visão “muito favorável”.

O resultado coloca o Brasil entre os países latino-americanos onde predominam avaliações negativas sobre Israel, ao lado de Chile (60%), México (59%), Colômbia (56%) e Argentina (55%).

A percepção internacional sobre Israel piorou em relação ao ano passado. Entre os 24 países onde havia dados comparáveis, 13 registraram aumento estatisticamente significativo das opiniões negativas. Na Argentina, por exemplo, a parcela da população com visão desfavorável passou de 46% em 2025 para 55% em 2026. Crescimentos também foram observados na Austrália, Itália, Nigéria, Polônia e Reino Unido.

O estudo aponta igualmente uma deterioração da imagem de Benjamin Netanyahu. Em grande parte dos países pesquisados, a maioria dos entrevistados declarou ter pouca ou nenhuma confiança no premiê israelense para lidar com assuntos internacionais.

Mais da metade da população em países como Canadá, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suécia, Austrália, Indonésia, Malásia, Paquistão e Reino Unido afirmou não confiar de forma alguma no líder israelense.

Apenas dois países apresentaram maioria favorável a Netanyahu: Quênia e Filipinas. Nos demais, os índices de desconfiança predominam. Assim como ocorre com a imagem de Israel, jovens e pessoas identificadas com a esquerda tendem a expressar avaliações mais negativas do primeiro-ministro.

A confiança em Netanyahu também caiu em 13 dos 24 países onde o instituto possui dados comparativos. A Coreia do Sul registrou a maior mudança: 76% dos entrevistados afirmam agora ter pouca ou nenhuma confiança no premiê israelense, ante 64% no ano anterior. Na Itália, a parcela dos que dizem não confiar de forma alguma em Netanyahu subiu de 45% para 62% em apenas um ano.

A pesquisa foi realizada após o início da campanha militar conduzida por Estados Unidos e Israel contra o Irã, lançada em 28 de fevereiro, e em meio à continuidade do genocídio na Faixa de Gaza, fatores que ajudam a contextualizar a evolução dos resultados observados pelo instituto.

  •  

Bolsas europeias fecham em queda após sinais mistos na economia e no cenário geopolítico

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em queda nesta quinta-feira (21), pressionadas pela volatilidade do petróleo e pela cautela em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã. O humor dos mercados também foi afetado por indicadores fracos de atividade na Europa e por expectativas de juros mais altos nos EUA após a ata do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) reforçar preocupações com a inflação.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em alta de 0,11%, a 10.443,47 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,33%, a 24.656,76 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,39%, a 8.086,00 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,03%, a 49.168,70 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,16%, a 18.022,60 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,22%, a 9.227,99 pontos. As cotações são preliminares.

O mercado reagiu a notícias conflitantes sobre as negociações nucleares entre EUA e Irã. O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, teria ordenado que o urânio enriquecido próximo ao grau militar permanecesse no país, aumentando temores sobre um eventual fracasso diplomático. Mais tarde, uma autoridade iraniana negou a informação.

Leia mais:
Bolsas europeias sobem com alívio no petróleo e expectativa sobre Ormuz
Ouro e prata fecham em alta com alívio parcial no mercado global

No campo macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu para 47,5 em maio, menor nível em 31 meses, enquanto o PMI do Reino Unido recuou para 48,5. A S&P Global afirmou que os dados apontam para contração de 0,2% da economia da zona do euro no segundo trimestre.

Entre as ações, a Ubisoft despencou mais de 5% em Paris após adiar metas de lucratividade e geração de caixa. Em Londres, BT Group caiu cerca de 5% após queda de receita anual, enquanto easyJet registrou leve alta de 0,6%, após flertar com território negativo em boa parte do pregão, após alertar para incertezas na demanda e maiores custos ligados ao conflito no Oriente Médio.

Na ponta positiva, ações do setor espacial avançaram, com Eutelsat saltando cerca de 20% e acumulando forte valorização na semana, em meio à expectativa pela abertura de capital da SpaceX. Encontrando suporte na alta do petróleo, a Shell subiu perto de 0,6% e a TotalEnergies teve alta de 0,8%.

O post Bolsas europeias fecham em queda após sinais mistos na economia e no cenário geopolítico apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

  •  

Liga dos Campeões: confira resultados da Champions League

Acompanhe os jogos da Liga dos Campeões da UEFA e o confira os resultados da Champions League com a TVT News.

Resultados Liga dos Campeões

Quais são os jogos das quartas de final da Champions League:

As quartas de final da Liga dos Campeões 2025/26 começam com jogaços de peso nesta semana.

Os confrontos definidos para a briga por uma vaga na semifinal são:

  • PSG x Liverpool
  • Real Madrid x Bayern de Munique
  • Sporting x Arsenal e
  • Barcelona x Atlético de Madrid.
  • Real Madrid x Bayern de Munique: Duelo de titãs europeus.
  • Sporting x Arsenal: Sporting busca surpreender após eliminar o Bodo/Glimt.
  • PSG x Liverpool: Reedição de confrontos marcantes, com o PSG vindo de eliminação do Chelsea.
  • Barcelona x Atlético de Madrid: Confronto espanhol decisivo.
sorteio-champions-league-define-oitavas-de-final-real-madrid-x-city-ja-se-cruzam-tvt-news
A final da Champions League, a Liga dos Campeões da UEFA será em Budapeste. Foto: Harold CUNNINGHAM / AFP

Quando são os jogos da Liga dos Campeões?

Terça-feira (07/04/2026): PSG x Liverpool e Real Madrid x Bayern (16h Brasília).

Quarta-feira (08/04/2026): Sporting x Arsenal e Barcelona x Atlético de Madrid (16h Brasília).

Quando será a final da Champions?

Confira o chaveamento da Liga dos Campeões

sorteio-champions-league-define-oitavas-de-final-real-madrid-x-city-ja-se-cruzam-tvt-news
Resultados do sorteio das oitavas de final, quartas de final e semifinais da Liga dos Campeões da UEFA de 2025-2026. Foto de Harold CUNNINGHAM / AFP

© Agence France-Presse

The post Liga dos Campeões: confira resultados da Champions League appeared first on TVT News.

  •