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WhatsApp ganha inteligência artificial com conversas anônimas

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Meta AI está integrada ao WhatsApp e em app próprio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Modo anônimo com privacidade total: A Meta AI recebeu uma função de conversa anônima que utiliza a tecnologia de Processamento Privado. Segundo a empresa, os dados são processados em um ambiente seguro que nem a própria Meta pode acessar, e as mensagens desaparecem por padrão após o uso.
  • Diferenciação dos concorrentes: O anúncio foca no fato de que, ao contrário de outros modos anônimos do mercado (como os do ChatGPT e Gemini), a solução da Meta não armazena as perguntas ou respostas para acesso interno, permitindo o compartilhamento de dados sensíveis, como finanças e saúde.
  • Novidades no horizonte: Além da disponibilidade imediata no WhatsApp e em um aplicativo dedicado, a Meta confirmou que lançará nos próximos meses a “conversa paralela”, um recurso que permitirá usar a IA dentro de outros chats para obter ajuda contextual sem interromper o fluxo da conversa principal.

Mais privacidade para os usuários. Essa é a promessa da Meta ao anunciar nesta terça-feira (12/05) a função de conversa anônima na Meta AI. A ferramenta está disponível dentro do WhatsApp e por meio de um aplicativo independente. A liberação começa hoje, de forma gradual, para todos os países onde a tecnologia está disponível.

O Tecnoblog participou de um bate-papo com o diretor-geral do WhatsApp, Will Cathcart, junto de outros veículos de imprensa da América Latina. Ele defendeu que a ferramenta é totalmente anônima e que a Meta não terá acesso a nenhum dado compartilhado com a inteligência artificial.

Como funciona o modo anônimo da Meta AI?

Conversa privada com a Meta AI (imagem: divulgação)

Cathcart explica que o projeto bebe da fonte da mesma tecnologia que faz o resumo das conversas no WhatsApp, batizada de Processamento Privado. Ela coleta informações, manda para a nuvem em um ambiente privado e depois destrói os dados. O executivo não chega a citar nomes, mas nitidamente está mirando no ChatGPT e Gemini, ferramentas concorrentes em que, mesmo na função anônima, os dados podem ficar armazenados e acessíveis para a OpenAI e o Google.

De acordo com Cathcart, a novidade permite que os usuários façam consultas que normalmente não gostariam de expor a uma IA que salva as conversas. Por exemplo, compartilhar documentos financeiros ou expor questões de saúde.

Sistema pode parar em assuntos muito sensíveis

Durante a conversa com jornalistas, o executivo disse que esta modalidade da Meta AI segue as mesmas diretrizes de segurança do serviço tradicional. Isso significa que, numa consulta envolvendo ideações suicidas, por exemplo, a ferramenta pode indicar maneiras de obter ajuda ou simplesmente parar de responder.

Nesta versão, a ferramenta não é capaz de gerar imagens. A função pode chegar no futuro, ainda segundo o executivo.

WhatsApp ganha inteligência artificial com conversas anônimas

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Justiça impede Cade de multar Meta por limitar IAs no WhatsApp

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Empresas de IA usam mensageiro como canal para seus serviços (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Justiça Federal em São Paulo suspendeu a multa diária de R$ 250 mil à Meta, aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por limitar o uso de inteligência artificial no WhatsApp.
  • A decisão atende a um pedido de tutela cautelar da Meta e determina que Cade e Meta iniciem procedimentos de conciliação.
  • A Meta afirmou estar satisfeita com a decisão, alegando que o Cade excedeu suas atribuições ao exigir acesso gratuito a um serviço pago.

A Justiça Federal em São Paulo ordenou a suspensão da multa diária de R$ 250 mil à Meta aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A decisão do órgão, mantida na semana passada, havia sido tomada por a empresa não permitir que serviços de inteligência artificial usem o WhatsApp gratuitamente para conversar com seus usuários.

A medida vem em resposta a um pedido de tutela cautelar protocolado pela Meta junto à Justiça. O processo está em sigilo, mas a decisão é mencionada por um documento enviado pelos advogados da companhia ao Cade. Além disso, segundo a decisão do tribunal, Cade e Meta devem iniciar procedimentos de conciliação.

Em nota, a Meta afirmou estar satisfeita com a decisão. “Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições”, escreve a companhia em um comunicado.

Relembre o caso envolvendo IAs e WhatsApp

Em outubro de 2025, o WhatsApp anunciou uma alteração em seus termos de uso e proibiu que empresas forneçam serviços de IA usando o WhatsApp. Companhias como Luzia e Zapia, que oferecem chatbots pelo mensageiro, acionaram o Cade, alegando risco à concorrência.

Mão segurando smartphone com o WhatsApp aberto em uma conversa com o ChatGPT. A mensagem enviada pede ao chat para sugerir um cardápio de natal para cinco pessoas, e a IA responde abaixo com as sugestões.
ChatGPT respondia mensagens via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Desde então, o entendimento do órgão é de que, ao proibir ou restringir esse tipo de serviço, a Meta está favorecendo sua própria solução, a Meta AI, podendo prejudicar o mercado.

A Meta chegou a adotar um modelo de cobrança por mensagem, estratégia também aplicada na União Europeia, mas o Cade determinou que, preventivamente, as fornecedoras de IA mantenham seu acesso gratuito, como era antes da mudança de outubro de 2025.

O que diz a Meta

A gigante das redes sociais defende a tese de que o uso gratuito da API do WhatsApp por fornecedoras de serviços de IA será subsidiado por pequenos e médios clientes da plataforma comercial do mensageiro. O comunicado enviado nesta quinta-feira (30/04) menciona explicitamente a OpenAI — ela oferecia uma versão do ChatGPT pelo WhatsApp.

“Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, afirma a Meta.

Justiça impede Cade de multar Meta por limitar IAs no WhatsApp

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
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Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

Imagem mostra uma mão segurando um iPhone, com a tela exibindo o logo do Tinder
Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)
Resumo
  • Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
  • O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
  • A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
  • No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.

Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.

O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA em golpes de namoro

O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.

Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.

Ilustração de deepfake
Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.

Por que o World ID foi proibido no Brasil?

No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.

Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.

Tinder terá polêmica verificação por íris para combater perfis de IA

(imagem: Unsplash/Good Faces Agency)

Dispositivo da World faz a captura e converte tosto da pessoa num hash único (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra Meta

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Meta segue obrigada a pagar multa de R$ 250 mil por dia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Cade decidiu, por unanimidade, manter a multa diária de R$ 250 mil contra o WhatsApp e a Meta.
  • Segundo a decisão, as mudanças do WhatsApp Business são uma violação de medida preventiva.
  • O órgão determinou que as condições anteriores sejam restabelecidas no WhatsApp para permitir que provedores terceiros de IA operem na plataforma.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu, por unanimidade, manter a multa diária aplicada contra o WhatsApp e a Meta por descumprirem uma medida preventiva que garantia o funcionamento de chatbots de IA na plataforma.

A decisão obriga as empresas a restabelecerem as condições anteriores às mudanças nos termos de uso, permitindo que provedores terceiros de IA operem sem custos adicionais. Com isso, as companhias seguem sujeitas a uma multa de R$ 250 mil por dia, até comprovarem que cumpriram integralmente a determinação.

Segundo o Cade, as alterações feitas pela empresa no WhatsApp Business — especialmente a cobrança por mensagens enviadas por chatbots — violam a ordem de manter o ambiente concorrencial inalterado enquanto o caso ainda estiver em análise.

Entenda a nova decisão do Cade

A decisão gira em torno do que o Cade chama de “recusa construtiva de contratar”, ou seja, quando uma empresa não bloqueia diretamente um serviço, mas impõe condições tão onerosas que inviabilizam a operação.

Para o conselho, foi isso que ocorreu. Ao tentar classificar mensagens de chatbots de IA como “mensagens de marketing” — categoria sujeita a cobrança —, a Meta teria alterado de forma relevante as regras de acesso à API.

O relator do caso, conselheiro Carlos Jacques, reforçou que cumprir a empresa precisa garantir que os serviços afetados consigam voltar a operar nas mesmas condições de antes.

A Meta, por sua vez, sustenta que não descumpriu a decisão e argumenta que a medida impediria apenas a remoção unilateral dos serviços, e não a aplicação de cobranças que considera compatíveis com o mercado.

Relembre o caso

Uma composição de várias telas de smartphone, todas exibindo a interface do aplicativo WhatsApp na cor verde, característica de sua identidade visual. As telas mostram a lista de "CHATS" com contatos genéricos como "Username 01". No topo de cada tela, aparece "WhatsApp". A imagem é repetida e organizada em um padrão diagonal, com o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito.
WhatsApp é usado como canal para operação de chatbots de terceiros (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A disputa começou em outubro de 2025, quando o WhatsApp anunciou mudanças nos termos de uso que afetariam o funcionamento de serviços de IA de terceiros. Empresas como Luzia e Zapia, que operam assistentes virtuais, acionaram o Cade alegando risco à concorrência.

A novidade tornava a IA proprietária da empresa, a Meta AI, na única ferramenta com operação no app. No entanto, dois dias antes das mudanças entrarem em vigor, o Cade concedeu uma medida preventiva suspendendo a implementação.

Em março, o tribunal confirmou essa decisão por unanimidade, entendendo que a exclusão ou restrição dos chatbots concorrentes à Meta AI poderia prejudicar o mercado.

O argumento das empresas é de que alterações nas regras podem impactar a viabilidade de negócios na plataforma. Em posicionamento dado anteriormente ao Tecnoblog, a Meta alega que os provedores estariam confundindo o WhatsApp Business com lojas de aplicativos.

A estratégia de cobrança

Sem poder bloquear diretamente os serviços, a Meta passou a adotar um modelo de cobrança para o uso da API por chatbots de IA. A cobrança, portanto, seria uma forma de aliviar a sobrecarga causada pelos serviços na infraestrutura da empresa.

A empresa definiu uma tarifa de cerca de US$ 0,0625 (aproximadamente R$ 0,33) por mensagem que não siga padrões pré-definidos. A estratégia já havia sido aplicada em mercados como a União Europeia, onde restrições regulatórias também impediram o bloqueio de ferramentas de terceiros.

O que diz a Meta

Após a publicação deste texto, a Meta entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte posicionamento:

“O Cade está determinando que um serviço pago seja oferecido gratuitamente para algumas das maiores empresas do mundo. Pequenas e médias empresas brasileiras que usam a API do WhatsApp estarão, na prática, subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA. Pequenas empresas brasileiras não deveriam pagar esta conta. Estamos avaliando nossas opções legais.”

Cade mantém multa diária de R$ 250 mil contra Meta

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp Plus começa a ser testado; conheça as diferenças da versão paga

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp pago é objeto de rumores desde janeiro de 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta começou a liberar o WhatsApp Plus, versão paga do WhatsApp, para alguns usuários.
  • O WABetaInfo reporta preço de 2,49 euros mensais na União Europeia.
  • O WhatsApp Plus inclui figurinhas premium, mudança de tema do app e ícone personalizado, entre outros recursos.

A Meta começou a liberar uma versão paga do WhatsApp para alguns usuários. Chamada WhatsApp Plus, a assinatura traz, em grande parte, mudanças estéticas, como ícones, temas e ringtones.

De acordo com o site WABetaInfo, especializado na cobertura de notícias sobre o mensageiro, o preço na União Europeia é de 2,49 euros mensais (R$ 14,55, em conversão direta). No Reddit, um usuário paquistanês relatou que, por lá, o WhatsApp Plus custa 299 rúpias paquistanesas (R$ 4,07).

Três smartphones exibem a interface do WhatsApp Plus. No primeiro, o menu "App theme" mostra uma grade com vinte círculos coloridos para personalização, com o verde selecionado. Abaixo, o botão "Get WhatsApp Plus". O segundo aparelho mostra a lista de conversas com elementos em tom coral, como o botão de nova mensagem e notificações. O terceiro exibe um chat com fundo bege claro e detalhes em coral. No topo das telas, lê-se o texto "WABETAINFO" em marca-d'água transparente.
Seleção de cores do app é uma das novidades (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Ainda não sabemos quanto o WhatsApp Plus vai custar no Brasil, mas essas informações do exterior indicam que o preço provavelmente será ajustado por mercado.

O que muda no WhatsApp Plus?

Na tela compartilhada pelo WABetaInfo, o WhatsApp lista os diferenciais de sua versão paga:

  • Figurinhas premium
  • Mudar tema do app
  • Escolher um ícone personalizado
  • Fixar conversas extras
Um smartphone centralizado mostra a lista de conversas do WhatsApp sobre um fundo verde claro. Uma janela sobreposta no centro da tela exibe o aviso: "You can only pin 20 chats". Abaixo, o texto "Add this chat to a list instead. Lists appear as filters at the top of your Chats tab.", seguido pelos botões "Cancel" e "Add to list instead". Na lista de conversas ao fundo, vê-se um ícone de fixação (pin) cinza ao lado de um chat. A marca-d'água "WABETAINFO" cruza o centro da imagem.
Assinantes poderão fixar até 20 conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
  • Ringtones premium
  • Listas de conversas com melhorias

Assinatura é esperada há meses

Algumas das primeiras notícias sobre uma versão paga do WhatsApp surgiram em janeiro de 2026. Na época, a especulação era de recursos extras turbinados por inteligência artificial.

Em março, já ficou claro que a ideia da Meta não era bem essa. Naquele mês, a empresa começou a liberar uma lista de espera para o pacote por assinatura, apresentando alguns dos diferenciais da lista já citada. A propaganda do recurso começou a aparecer até mesmo na tela de seleção de stickers.

Ter uma assinatura paga opcional não é exclusividade do WhatsApp. O Telegram, um de seus principais concorrentes, oferece um pacote premium com limites maiores para envios de arquivos, downloads mais rápidos, transcrições de voz, imagens de perfil animadas e remoção de anúncios do app, entre outros diferenciais.

Com informações do Android Police e do TechCrunch

WhatsApp Plus começa a ser testado; conheça as diferenças da versão paga

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Seleção de cores do app é uma das novidades (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Assinantes poderão fixar até 20 conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp começou a liberar criação de nome de usuário no Android e no iOS;
  • no momento, liberação alcança um grupo muito restrito de usuários;
  • nas contas já beneficiadas, o nome de usuário pode ser ativado em Configurações -> perfil; é preciso seguir algumas regras para criar o nome.

Ainda que de maneira tímida, o WhatsApp finalmente começou a liberar a função que permite que contas no serviço sejam baseadas em um nome de usuário (username), fazendo o compartilhamento do número de telefone deixar de ser obrigatório.

Há várias vantagens nessa abordagem. Um exemplo: você poderá se comunicar com outros usuários ou empresas (contas comerciais) sem ter que divulgar o seu número de telefone. Outro: se esse número mudar, ficará mais fácil preservar a sua conta durante a atualização dessa informação.

Serviços rivais como Telegram e Signal suportam esse recurso há bastante tempo. No WhatsApp, a ideia do nome de usuário começou a ganhar forma em 2025.

O progresso da proposta tem sido lento, mas eis que o WABetaInfo descobriu que, nesta semana, o mensageiro começou a permitir que nomes de usuários sejam escolhidos e ativados, tanto no Android quanto no iOS.

A parte negativa é que, no momento, essa liberação envolve um número muito restrito de usuários. Mais contas serão contempladas com a novidade no decorrer das próximas semanas, mas a Meta não informou um prazo para que todos os usuários do WhatsApp tenham acesso ao recurso. Então, continua sendo necessário ter paciência.

Como saber se já posso criar um nome de usuário no WhatsApp?

Em primeiro lugar, certifique-se de usar a versão mais recente do WhatsApp para Android ou iPhone. Em seguida, abra o aplicativo, vá em Configurações e acesse o seu perfil. Se a sua conta já tiver sido beneficiada, você verá uma opção para criar um nome de usuário (não é o campo “Nome” do seu perfil).

Criação de nome de usuário no WhatsApp
Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Cada nome escolhido é exclusivo, ou seja, outro usuário não poderá usar uma denominação igual. Se o nome de usuário já estiver sendo usado em seu Facebook ou Instagram, você terá que seguir um procedimento para comprovar que é dono dessas contas para a liberação do username no WhatsApp ser feita.

Além disso, é preciso seguir algumas regras para definir o nome de usuário no WhatsApp. Por exemplo: o nome deve conter pelo menos uma letra, não terminar como um domínio (como “.com”) e ter entre três e 30 caracteres.

Ah, o nome de usuário não é obrigatório, pelo menos nesta fase inicial. Então, se você quiser continuar usando o seu número de celular como identificação principal no WhatsApp, poderá fazê-lo sem nenhuma restrição.

WhatsApp finalmente começa a liberar criação de nome de usuário

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Ilustração de pessoa mexendo no notebook
Analisar o site evita que você navegue ou faça compras em páginas falsas (Imagem: Glenn Carstens-Peters/Unsplash)

Um site seguro é uma página da web legítima, de procedência confiável, e que inclui mecanismos de segurança para proteger dados pessoais, financeiros e de navegação do usuário.

A navegação em uma página da web segura reduz as chances de golpe para o internauta. Além disso, o usuário também fica mais protegido contra roubos e interceptações de dados que podem ser usados em outras fraudes cibernéticas.

O problema é que existem mais de um bilhão de URLs no mundo, e nem sempre é fácil saber se o site é seguro ou não. Por conta disso, você deve se atentar a alguns elementos específicos da página e usar verificadores de terceiros para analisar a segurança do site.

A seguir, confira 10 dicas para saber se o site é seguro ou apresenta aspectos suspeitos.

1. Confira a lista Evite esses Sites

Conferir a lista “Evite esses Sites” é um bom primeiro passo para verificar se o site é seguro ou não. A lista reúne páginas da web que acumulam reclamações registradas no Procon-SP e que foram notificadas pelo órgão, mas não responderam ou não foram encontradas.

Considere qualquer site listado nessa relação como um site inseguro. No entanto, tenha em mente que um domínio não deve ser considerado como seguro só por não estar na lista Evite esses Sites: será preciso analisar outros elementos — que abordaremos nos tópicos abaixo — para confirmar a confiabilidade da página.

Sites inseguros da lista do Procon-SP
Lista do Procon-SP reúne endereços web que devem ser evitados (Imagem: Reprodução/Procon-SP)

2. Analise a URL do site

Checar a URL da página web também é uma forma de saber se um site é verdadeiro, já que a análise ajuda a identificar se o domínio é legítimo ou não. Pense que cibercriminosos enganam vítimas criando URLs bem parecidas com as dos sites originais. Com isso, uma pessoa pode achar que está “segura” no site oficial, quando na verdade, está navegando em uma página falsa de golpe.

Para exemplificar o caso, vamos pegar o site do Tecnoblog, cuja URL corresponde a tecnoblog.net. Na ânsia de tentar enganar as vítimas, golpistas podem criar páginas como “tecnoblog.com” ou “tecno.blog.net”, por exemplo. Note que os endereços web são bem parecidos, mas pequenas variações levam o internauta para um ambiente diferente do oficial.

Se estiver em dúvida da veracidade da página, use o Google ou investigue em canais oficiais da empresa para acessar o site original e comparar as URLs. E caso ainda esteja receoso, entre no site oficial, e use o campo de busca da própria página ou navegue pelas seções para encontrar manualmente o produto ou conteúdo que está procurando.

Verificação da URL
Sempre verifique atentamente a URL da página e desconfie de caracteres adicionais ou suspeitos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Verifique se o site usa o protocolo HTTPS

Observar se o site usa o protocolo HTTPS é um indicador de que o site pode ser seguro. Afinal, o protocolo garante que o site apresenta certificados de segurança válidos e conta com criptografia para proteger a conexão entre seu navegador e a página web.

O ponto é que cibercriminosos podem criar um site fraudulento e conseguir um certificado SSL ou TLS para usar o HTTPS: por um lado, o protocolo atesta que a conexão está criptografada, passando a sensação de segurança; por outro, os dados de navegação ainda podem ser enviados ao golpista — mesmo que de uma forma segura.

Em resumo, sites que usam HTTPS são mais seguros do que páginas que utilizam o protocolo HTTP (sem criptografia). Mas o “HTTPS” antes do endereço ou o ícone de cadeado ao lado da URL não garante que a página é administrada por alguém confiável.

Ilustração do protocolo HTTPS
Protocolo HTTPS indica que o site criptografa a conexão, mas não informa se a página é confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Examine o design e estrutura do site

Analisar o design e estrutura da página também ajuda a identificar um site falso ou fraudulento. O processo exige atenção em detalhes e pode não ser suficiente para cravar se a página é oficial ou fake, mas faz sentido se considerarmos o modus operandi dos cibercriminosos.

Ao menos na teoria, a tendência é que sites falsos ou fraudulentos sejam derrubados rapidamente. Por conta disso, golpistas costumam criar sites simples e sem tantas seções ou conteúdos, para poupar esforços em algo que vai sair do ar muito em breve.

Portanto, desconfie de páginas “cruas” demais, sem seções como “Contato”, “Sobre” ou “Política de Privacidade”. Pode ser que se trata de uma página oficial pequena, que ainda está crescendo. Mas também pode indicar um site suspeito, criado às pressas, para aplicar golpes em um curto período de tempo.

5. Observe os conteúdos da página web

Revisar os conteúdos da página é outra forma de investigar se o site é seguro ou não. A lógica é bem parecida com a análise de design e estrutura do site abordada no tópico acima.

Erros de ortografia, imagens distorcidas ou genéricas demais, banners suspeitos e vários idiomas diferentes espalhados são indicadores de sites falsos que foram construídos sem o devido cuidado.

Vale também desconfiar de textos que trazem senso de urgência, como “promoções imperdíveis” ou “por tempo limitado”. Trata-se de uma tática comum de golpistas, que abusam desse apelo persuasivo para apressar as vítimas e reduzir o tempo de análise.

6. Consulte dados da empresa

Para saber se o site é confiável, também é válido consultar e checar os dados da empresa. Inclusive, o Decreto Federal nº 7.962/2013 estabelece que sites de comércio eletrônico devem disponibilizar o CNPJ, endereços físicos e meios de contato na própria página.

Caso não encontre essas informações, não prossiga com qualquer compra ou negociação na página. E mesmo que você encontre esses dados, vale usar a ferramenta Whois, pesquisar a URL e bater as informações umas com as outras.

7. Pesquise a credibilidade da empresa ou serviço

Checar a credibilidade da companhia ou serviço ajuda a saber se uma loja online é confiável, o que consequentemente auxilia na análise de segurança de um site. E para isso, é recomendável acessar o Reclame Aqui, que é a maior plataforma de solução de conflitos entre consumidores e empresas da América Latina.

Para consultar a empresa no Reclame Aqui, basta acessar a página oficial do serviço pelo navegador, e digitar o nome da companhia ou serviço no campo de busca localizado no topo da página.

Site do Reclame Aqui
Site do Reclame Aqui pode ajudar a analisar se uma empresa é legítima ou confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ao chegar na página da empresa, confira o nível de reputação e a porcentagem de respostas às queixas. Serviços bem avaliados tendem a ser seguros e mais confiáveis, enquanto empresas com baixa reputação ou com dados insuficientes para análise acendem um sinal de alerta referente à segurança do negócio.

Você também pode complementar essa etapa consultando feedbacks de outros clientes via redes sociais. Só tome cuidado com avaliações falsas ou robotizadas que não parecem fidedignas.

8. Verifique os meios de pagamento oferecidos

Um site seguro de compras geralmente vai oferecer diversas formas de pagamento, com o objetivo de ampliar o atendimento aos clientes, reforçar a segurança para os consumidores, e proteger a própria empresa contra pessoas má intencionadas.

Por isso, desconfie de sites que aceitem pagamentos somente via Pix, boletos ou transferências — meios de pagamento que dificultam o processo de reembolso —, ou que induzam o cliente a prosseguir com a compra em outros meios (como WhatsApp). Fique de olho também se os pagamentos via cartão são feitos na própria plataforma ou se levam a outras páginas suspeitas.

9. Cheque a confiabilidade do site

Você também pode usar um verificador de site seguro para checar a confiabilidade e proteção da página. Esse processo é um complemento à consulta no Reclame Aqui: a busca no RA avalia a credibilidade da empresa ou serviço, enquanto os verificadores de site vão checar selos de segurança, reputação e tempo de registro da página web.

SiteConfiável e Detector de sites confiáveis são exemplos de serviços que avaliam a confiabilidade de sites, bastando que o usuário insira o link no campo indicado e clique no botão de análise.

Ilustração do serviço SiteConfiável
Verificadores de terceiros ajudam a analisar se um site é seguro ou não (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

10. Use o verificador de status do site

Por fim, o serviço Status do site no Navegação segura, do Google, pode complementar a análise de segurança do site. A ferramenta analisa bilhões de URLs por dia e consegue detectar páginas com problemas de segurança ou websites legítimos que foram comprometidos.

Para usar o serviço, você só precisa inserir a URL do site suspeito no campo abaixo de “Verificar o status do site” e clicar no ícone de lupa. A ferramenta então vai apontar o status atual da página, e mostrar o resultado da varredura de conteúdos não seguros.

Ilustração do serviço Status do site no Navegação Segura do Google
Status do site no Navegação Segura do Google ajuda a identificar URLs com problemas de segurança (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os riscos de sites inseguros?

Sites inseguros podem ser usados em crimes cibernéticos ou mesmo explorados por atacantes, comprometendo dados e as finanças dos internautas. Dentre os principais riscos de websites com problemas de segurança, estão:

  • Roubo de dados: sites inseguros criados por golpistas podem roubar dados inseridos ou cadastrados; isso cria um risco alto de que as informações roubadas sejam usadas em golpes de phishing ou engenharia social, por exemplo.
  • Interceptação de dados: a falta de segurança em um site pode permitir que atacantes interceptem os dados de usuários e utilizem essas informações para vazamentos ou vendas ilegais.
  • Golpes financeiros: golpes financeiros são um dos grandes riscos de websites inseguros; na maioria dos casos, as vítimas fazem o pagamento referente a um produto ou serviço, mas os cibercriminosos ficam com o dinheiro sem entregar o que é prometido.
  • Infecção do dispositivo: sites não seguros podem incluir arquivos maliciosos que comprometem o dispositivo da vítima; se os aparelhos ou dados sensíveis forem infectados, os criminosos então se aproveitam disso para aplicar outros tipos de fraude.
  • Sequestro de sessão: terceiros podem roubar a sessão de outros usuários e se passarem pelas vítimas, dependendo dos problemas de segurança do site.
  • Monitoramento não autorizado: em alguns casos, sites inseguros conseguem monitorar a navegação dos internautas e obter acesso a câmeras e microfones.

O que fazer ao detectar um site inseguro?

Ao detectar um site inseguro, você deve evitar qualquer tipo de interação com a página: não faça login, não insira nenhum tipo de dado, não prossiga com compras, não clique em links da página e não permita nenhuma solicitação. Caso já tenha digitado alguma informação, troque suas senhas o mais rápido possível, e ative mecanismos de cibersegurança, como autenticação de dois fatores ou biometria.

Depois de interromper a navegação no site, também é possível denunciar a página ao Google. Para isso, você terá de preencher um formulário, informando o tipo de ameaça, a URL da página insegura e mais detalhes para embasar sua queixa.

Como saber se o site é seguro? Veja 10 dicas para evitar páginas web falsas

Lista do Procon-SP reúne endereços web que devem ser evitados (Imagem: Reprodução/Procon-SP)

Sempre verifique atentamente a URL da página e desconfie de caracteres adicionais ou suspeitos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Protocolo HTTPS indica que o site criptografa a conexão, mas não informa se a página é confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Site do Reclame Aqui pode ajudar a analisar se uma empresa é legítima ou confiável (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificadores de terceiros ajudam a analisar se um site é seguro ou não (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Status do site no Navegação Segura do Google ajuda a identificar URLs com problemas de segurança (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Meta demite funcionário acusado de baixar 30 mil fotos privadas no Facebook

Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia
Funcionário da Meta, que já foi demitido pela empresa, teve acesso indevido a cerca de 30 mil imagens no Facebook (foto: Lucas Lima/Tecnoblog)
Resumo
  • Ex-funcionário da Meta no Reino Unido baixou cerca de 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook;
  • A Meta afirmou que detectou o caso internamente, notificou a polícia de Londres, demitiu o funcionário e avisou aos usuários afetados;
  • A investigação aponta que o homem criou um software para burlar a segurança da plataforma, foi preso em novembro de 2025 e responde em liberdade após fiança.

Um funcionário da Meta no Reino Unido é acusado de baixar milhares de fotos de usuários do Facebook. Segundo a empresa, o homem foi demitido assim que o caso foi notificado e está sendo investigado pela unidade de crimes cibernéticos da Polícia Metropolitana de Londres.

De acordo com o material compartilhado pela agência PA Media, foram aproximadamente 30 mil imagens privadas de usuários da principal rede social da Meta. O caso foi repercutido pelo jornal britânico The Guardian.

A principal linha de investigação aponta que o ex-funcionário da empresa, que tem cerca de 30 anos de idade, desenvolveu um software capaz de driblar os mecanismos de segurança da plataforma e acessar essas imagens.

É possível recuperar fotos deletadas do Facebook (Imagem: Austin Diesel / Unsplash)
Imagens privadas foram acessadas pelo agora ex-funcionário por meio de software que driblou sistema de segurança (Imagem: Austin Diesel/Unsplash)

De acordo com a Meta, as contas afetadas já foram notificadas de que o download ocorrei e de que os sistemas de segurança foram atualizados para reforçar o bloqueio a futuros acessos indevidos. Além disso, a Meta afirma que a situação toda foi identificada internamente há cerca de um ano e prontamente levada à polícia.

Segundo a BBC, o homem chegou a ser preso em novembro de 2025, mas responde pelo crime em liberdade após pagamento de fiança. Enquanto o caso está em andamento, ele precisa avisar à Polícia Metropolitana de Londres caso tenha intenção de fazer qualquer viagem internacional.

Casos recentes da Meta na Justiça

Essa não é a primeira vez que a Meta esbarra no problema da falta de segurança para os dados de clientes. Em 2024, por exemplo, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) processou a empresa em 91 milhões de euros (pouco mais de R$ 540 milhões) por guardar senhas utilizadas em suas redes sociais sem nenhum tipo de criptografia.

Já em 2022, a mesma DPC cobrou 265 milhões de euros (mais de R$ 1,5 bilhão) da Meta por conta de um vazamento com milhares de informações pessoais de usuários no Facebook.

Meta demite funcionário acusado de baixar 30 mil fotos privadas no Facebook

Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

É possível recuperar fotos deletadas do Facebook (Imagem: Austin Diesel / Unsplash)
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Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp introduz gerenciamento de armazenamento nas conversas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp lançou uma função para identificar e apagar arquivos grandes, liberando espaço no celular.
  • A atualização permite o uso de duas contas simultâneas no iPhone e facilita a transferência de dados entre sistemas.
  • Também há novos recursos de IA, que incluem edição de imagens e sugestões automáticas de respostas e figurinhas.

Em meio às conversas de amigos e grupos de família, há sempre muitos arquivos de mídia que acabam enchendo a memória dos aparelhos. Agora, o WhatsApp facilitou o caminho para encontrar e apagar arquivos grandes dentro de uma conversa específica, sem deletar o histórico de mensagens.

O recurso chega junto a um pacote de atualizações divulgado pela plataforma, que inclui também duas contas simultâneas no iPhone, transferência de dados facilitada entre sistemas e novos recursos de IA.

Como limpar o armazenamento

O caminho para organizar a bagunça dos arquivos ficou bastante intuitivo. Como adiantado em testes do WhatsApp Beta em 2025, para liberar espaço, basta:

  1. Entrar no chat desejado;
  2. Tocar no nome do contato ou do grupo no topo da tela;
  3. Escolher a opção “Gerenciar armazenamento”.

Dentro dessa nova aba, o sistema lista os documentos, fotos e vídeos mais pesados no topo, permitindo que você identifique facilmente esses arquivos. Outra alternativa é usar a tradicional função de “limpar conversa” e marcar a caixa para apagar somente os arquivos de mídia.

Para quem pretende fazer esse processo considerando todos os arquivos de mídia do app, o caminho segue o mesmo. Na aba “Você” (sua foto de perfil), encontre a opção de gerenciar armazenamento nas configurações de armazenamento e dados.

Duas contas no iPhone e transferência entre sistemas

Resolvido o problema do espaço, a atualização também mira em quem precisa separar a vida pessoal do trabalho. Assim como no Android, os usuários do ecossistema da Apple agora podem conectar duas contas diferentes ao mesmo tempo no mesmo aparelho.

Ainda falando sobre a troca de aparelhos, o WhatsApp reforçou sua ferramenta de transferência nativa. O processo para levar o histórico completo (com todas as mídias) de um iOS para um Android, ou mesmo entre celulares com o mesmo sistema, passou a exigir menos etapas de configuração.

Retoques com IA e figurinhas por emoji

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta expande IA nas conversas no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fechando a rodada de anúncios, a Meta decidiu aumentar a integração da Meta AI às conversas. A principal mudança está no envio de imagens, com a possibilidade de remover objetos indesejados da foto, trocar o plano de fundo ou aplicar filtros antes de enviar.

Para quem busca agilidade na digitação, a assistente virtual passará a sugerir respostas automáticas baseadas no contexto da conversa. Para quem prefere se comunicar com imagens, o app passará a sugerir figurinhas automaticamente ao digitar um emoji — basta um toque para substituir.

Todas as novidades estão sendo liberadas de forma gradual e devem chegar a todos os usuários em breve.

Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp testa mensagens que se apagam após serem lidas

Ilustração do recurso "Mensagens temporárias" do WhatsApp
WhatsApp testa mensagens que se apagam após serem lidas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa recurso para apagar mensagens 15 minutos após serem lidas ou 24 horas após envio se não lidas;
  • funcionalidade foi encontrada na versão beta 2.26.12.2 para Android e apaga a mensagem também no celular de quem a enviou;
  • no momento, recurso está em fase de teste, sem prazo definido para lançamento.

Entre os recursos que os desenvolvedores do WhatsApp vêm testando, este é um que deve agradar em cheio a quem se preocupa com privacidade ou costuma compartilhar informações sensíveis: uma opção que faz uma mensagem sumir do mensageiro logo depois de ela ser lida pelo destinatário.

Trata-se de mais uma função em teste que foi encontrada pelo WABetaInfo, desta vez na versão 2.26.12.2 do WhatsApp beta para Android.

Na prática, a novidade é uma extensão do recurso de mensagens temporárias do WhatsApp. Nessa funcionalidade, o usuário pode escolher se a mensagem será apagada automaticamente após 24 horas, 7 dias ou 90 dias desde o seu envio.

Com a extensão do recurso, o usuário conta com a opção de eliminação da mensagem após a sua leitura pelo destinatário de acordo com a seguinte dinâmica: a mensagem é apagada 15 minutos após ser lida; se a mensagem não for lida, ela desaparecerá automaticamente 24 horas após a sua emissão.

A mensagem também é apagada no celular de quem a enviou. Isso ocorre 15 minutos após o envio, tenha ela sido lida pelo destinatário ou não. Outro detalhe importante é que a novidade também funciona se o recurso de confirmação de leitura estiver desativado.

Função que apaga mensagens após a leitura no WhatsApp
Função que apaga mensagens após a leitura no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quando mensagens que se apagam após a leitura chegarão ao WhatsApp?

O recurso está na fase de teste e desenvolvimento, portanto, não há prazo para o seu o lançamento. Pode até acontecer de a novidade ter alguma característica alterada antes de sua liberação geral.

Esse tipo de mudança não é incomum. Basta levarmos em conta, como exemplo, que mensagens temporárias com curta duração estão em teste no WhatsApp pelo menos desde agosto de 2025. A “autodestruição” de mensagens após a leitura parece ser um ajuste da função encontrada naquela época.

Também existe a possibilidade de a autoexclusão de mensagens após a leitura nem ser lançada pelo WhatsApp. Mas, como concorrentes como o Telegram são mais avançados nesse quesito, eu apostaria no lançamento para um futuro não muito distante — talvez ainda em 2026.

WhatsApp testa mensagens que se apagam após serem lidas

Usuário pode usar as mensagens temporárias do WhatsApp para que as conversas sejam apagadas de forma automática (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Função que apaga mensagens após a leitura no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp quer facilitar comunicação entre pessoas que não falam a mesma língua (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo tradução automática de mensagens para iOS em 21 idiomas, presente na versão beta 26.11.10.70.
  • A tradução funciona localmente, mantendo a criptografia de ponta a ponta, e pode ser ativada para cada contato ou grupo.
  • O recurso já está disponível no Android desde setembro de 2025.

O WhatsApp está trabalhando em uma ferramenta para traduzir automaticamente mensagens de grupos e de contatos, compatível com 21 diferentes idiomas. A funcionalidade está presente no código de uma versão beta para iOS.

O site especializado WABetaInfo encontrou o recurso durante uma análise da versão 26.11.10.70 do aplicativo. Ainda não existe uma previsão para o lançamento oficial.

Vale lembrar que o WhatsApp oferece traduções automáticas de mensagens no Android desde que a funcionalidade foi incluída no mensageiro, em setembro de 2025.

Como funciona a tradução automática de mensagens?

Três capturas de tela de um iPhone exibem a interface de tradução automática do WhatsApp no iOS. À esquerda, as configurações do chat mostram a opção "Translate messages" ativada e um menu suspenso para escolher o idioma de origem e o inglês como destino. Ao centro, a tela de perfil do contato exibe o ajuste "Translate Spanish to English" ativo. À direita, uma conversa aberta mostra a mensagem original em espanhol e sua tradução logo abaixo, com um menu sobreposto detalhando as opções de tradução e o botão "Remove translation".
Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)

O WABetaInfo compartilhou algumas telas de como seria o tradutor do WhatsApp. A opção fica dentro das configurações da conversa, podendo ser ativada de maneira independente para cada contato ou grupo.

Ao ativar a ferramenta, o usuário seleciona o idioma original das mensagens recebidas e o idioma no qual deseja ler o conteúdo. Também é possível selecionar o texto e, nas opções do menu de contexto, desfazer a tradução e visualizar o que foi escrito na língua original.

O WhatsApp recorrerá a ferramentas de tradução que rodam localmente, o que dispensa que as mensagens sejam enviadas a um serviço na nuvem. Com isso, a criptografia de ponta a ponta não fica comprometida.

WhatsApp já oferece este recurso no Android

A automatização das traduções é uma novidade no iPhone e no iPad, mas não no Android. No sistema do Google, selecione a mensagem desejada, toque nos três pontos no canto superior direito da tela e escolha a opção para traduzir. Depois, aponte quais são os idiomas desejados. No último passo, é possível ativar a tradução automática para as próximas mensagens recebidas.

No iOS, o caminho é parecido — selecione a mensagem desejada, toque em “Mais” no menu suspenso e, depois, toque em “Traduzir”. Aí, basta escolher os idiomas e baixar os pacotes correspondentes.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

Ilustração de redes sociais
Estudo indica que impacto varia por região e cultura (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Um estudo do World Happiness Report indica que Instagram e TikTok têm impacto mais negativo na saúde mental do que o WhatsApp.
  • Segundo a pesquisa, a América Latina é exceção e o uso de aplicativos de mensagens está associado a maior satisfação com a vida.
  • Levantamento também sugere que uso moderado das redes é mais positivo.

Plataformas baseadas em feeds controlados por algoritmos — como Instagram e TikTok — podem ser mais prejudiciais à saúde mental do que apps focados em conversas diretas, como WhatsApp, e em socialização, como o Facebook.

A conclusão é da edição de 2026 do World Happiness Report, relatório anual que indica os países “mais felizes” do mundo, desenvolvido na Universidade de Oxford em parceria com a empresa de análise Gallup e a rede de soluções de desenvolvimento sustentável da ONU.

O levantamento aponta que o uso excessivo de redes sociais torna os jovens mais infelizes globalmente, com impacto mais severo em países de língua inglesa e na Europa Ocidental. Ao analisar diferentes regiões, porém, os pesquisadores perceberam que o impacto na saúde mental depende do formato da plataforma e de fatores culturais.

América Latina é exceção

Essa diferença fica clara nos dados de 17 países da América Latina. Na região, o uso frequente de aplicativos de mensagens está diretamente associado a maior satisfação com a vida. Já navegar por plataformas dominadas por influenciadores levou a índices mais baixos de felicidade e a problemas de saúde mental.

O relatório classifica esse contraste como uma “Exceção Latino-Americana” e traça uma divisão entre dois tipos de plataforma:

  • Plataformas de Conexão Social (SC): focadas na comunicação direta e no fortalecimento de laços existentes, como WhatsApp e Facebook. O uso frequente está associado a afetos positivos e bem-estar.
  • Plataformas de Conteúdo Algorítmico (AC): baseadas no consumo passivo de feeds curados por algoritmos, como Instagram, TikTok e X. Estão ligadas a maiores níveis de ansiedade e impacto negativo na saúde mental.

Os autores atribuem isso ao papel central do convívio social e familiar na cultura da região. Por aqui, as redes sociais tendem a funcionar como suporte para reforçar laços que já são fortes — o que ajuda a explicar por que os aplicativos de mensagem não “puxam” a felicidade para baixo da mesma forma que ocorre no hemisfério norte.

Banimentos generalizados

Garoto usando um notebook
ECA Digital limitou acesso de crianças e adolescentes às redes (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)

Os resultados chegam em um momento em que vários governos no mundo, incluindo o Brasil, debatem restrições de acesso de menores às plataformas. Em declaração ao The Guardian, o diretor do Wellbeing Research Centre, Jan-Emmanuel De Neve, defendeu que os dados apontam para uma necessidade de repensar o formato das redes, não necessariamente bani-las.

“Isso sugere que precisamos colocar o ‘social’ de volta nas mídias sociais, e incentivar tanto os provedores dessas plataformas quanto os usuários a alavancar essas ferramentas para fins sociais e para se conectar com pessoas reais”, afirmou.

O pesquisador também destacou que o estudo encontrou maiores índices de satisfação entre jovens que usam as redes por menos de uma hora diária, em comparação com aqueles sem acesso nenhum. Um exemplo para De Neve é a aplicação da lei australiana, que bane redes sociais para menores de 16 anos, mas mantém aplicativos de mensagens.

Instagram e TikTok afetam mais a saúde mental que o WhatsApp, diz estudo

ECA Digital entra em vigor para proteger menores na internet (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)
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WhatsApp chega aos relógios inteligentes da Garmin

Aplicativo do WhatsApp para Garmin permite ler e responder mensagens sem tirar o celular do bolso.
WhatsApp no Garmin permite ler e responder mensagens sem tirar o celular do bolso (imagem: divulgação)
Resumo
  • WhatsApp agora está disponível para smartwatches Garmin na loja Connect IQ.
  • A integração permite responder mensagens e ver histórico diretamente no pulso.
  • O app é compatível com modelos Garmin fēnix, Forerunner, Venu e vívoactive, e mantém a criptografia de ponta a ponta das mensagens.

Usuários de relógios inteligentes da Garmin agora podem acessar o WhatsApp diretamente no pulso. O aplicativo começou a ser disponibilizado na loja Connect IQ e pode ser instalado gratuitamente em modelos compatíveis da marca.

A novidade permite que mensagens sejam visualizadas e respondidas sem a necessidade de acessar o celular. A proposta é facilitar a comunicação em situações do dia a dia, especialmente durante atividades físicas ou deslocamentos, quando o uso do smartphone pode ser menos prático.

Interação rápida

A versão do aplicativo para smartwatches inclui funções voltadas à leitura e interação rápida. É possível ver as conversas recentes, ler mensagens e enviar respostas usando o teclado integrado do relógio.

Também é possível reagir com emojis, acessar um histórico limitado — com até 10 mensagens exibidas na tela — e acompanhar chamadas recebidas, com a opção de recusá-las diretamente pelo dispositivo.

De acordo com a empresa, a proteção das conversas segue o mesmo padrão já conhecido no aplicativo. “Como sempre, as mensagens pessoais e chamadas no WhatsApp permanecem protegidas por criptografia de ponta a ponta, então apenas o usuário e a pessoa com quem ele está conversando podem ler ou ouvir o conteúdo”, diz o comunicado.

O app é compatível com linhas selecionadas como fēnix, Forerunner, Venu e vívoactive. O WhatsApp é o primeiro aplicativo de mensagens de terceiros integrado aos relógios da Garmin, graças ao ecossistema Connect IQ, que permite o desenvolvimento de soluções externas para os dispositivos da marca.

WhatsApp chega aos relógios inteligentes da Garmin

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WhatsApp já testa conversas com quem não tem conta no serviço

Uma ilustração com um smartphone grande e preto no centro, exibindo uma conversa de WhatsApp. A tela mostra balões de diálogo com texto genérico, alternando entre mensagens de entrada e saída. Ao lado esquerdo do celular, uma pessoa com coque e roupas casuais está sentada e mexendo em seu próprio celular. Do lado direito, uma pessoa com cabelos longos e roupas verdes também está de pé e mexendo no celular. A marca d'água do "tecnoblog" é visível no canto inferior direito. O fundo é em tons de verde e cinza esverdeado.
WhatsApp já testa conversas com quem não tem conta no serviço (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa modo de convidado que permite chats via navegador com pessoas sem conta no serviço;
  • modo de convidado gera um identificador único e criptografia ponta a ponta, mas não suporta grupos, fotos, vídeos ou chamadas;
  • chats com convidados expiram após dez dias de inatividade; lançamento oficial ainda não tem data definida.

O WhatsApp está testando uma função de chat para convidados, tanto no Android quanto no iOS. A ideia é permitir que você possa estabelecer uma conversa com uma pessoa que não tem conta no serviço, sem que ela tenha que baixar o app oficial para iniciar a comunicação. Tudo é feito via web.

A funcionalidade de convidado no WhatsApp foi encontrada pelo WABetaInfo em agosto de 2025, em uma versão beta do mensageiro para Android. Agora, o veículo descobriu que o recurso evoluiu e, como tal, está sendo testado com um número restrito de usuários do WhatsApp para Android e iOS.

Os usuários que têm acesso à novidade podem convidar pessoas que não têm conta no mensageiro para estabelecer um chat que é realizado via navegador. Neste caso, o link é enviado ao convidado via SMS.

Quando o link é aberto, o que pode ser feito tanto em um celular quanto no desktop, o destinatário tem a opção de baixar o aplicativo do WhatsApp para iniciar a conversa ou continuar como convidado, com a conversa sendo realizada via navegador, como já ficou claro.

No modo de convidado, o WhatsApp gera um identificador único para o destinatário. Com base nessa informação, chaves criptográficas também são geradas para que o chat seja protegido com criptografia ponta a ponta. Na sequência, o serviço pede para o convidado informar um nome. A partir daí, a conversa tem início.

Um modo de convidado no WhatsApp faz sentido?

Em países como o Brasil, onde o número de usuários do WhatsApp é tão grande que faz parecer que todo mundo usa o serviço, o modo de convidado pode não ser tão interessante assim.

Mas em países como os Estados Unidos, onde a comunicação instantânea é feita com mais frequência via SMS ou iMessage, por exemplo, a novidade pode ser mais útil, pois o número de usuários do WhatsApp não é tão grande por lá.

Além disso, o modo de convidado pode ser útil como um “quebra-galho” para quem está trocando de número telefônico ou usando um SIM card temporário, por exemplo.

Modo de convidado no WhatsApp
Modo de convidado no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Modo de convidado é bastante limitado

O modo de convidado do WhatsApp foca no essencial: a interação por mensagens. Por isso, a novidade não suporta recursos como grupos, fotos, vídeos e chamadas de voz ou vídeo. Figurinhas e mensagens de voz são suportadas, porém.

Leve em conta ainda que os chats com convidados expiram quando completam dez dias de inatividade. Quando isso ocorre, é necessário criar um novo convite de convidado para a comunicação continuar.

Quando o modo de convidado vai ser lançado no WhatsApp?

Ainda não há data oficial para isso. Pode até acontecer de, no fim das contas, o recurso nunca chegar ao mensageiro. Mas há boas chances de que o lançamento seja feito, talvez ainda em 2026. Isso porque o recurso aparenta estar em fase avançada de desenvolvimento. Fiquemos de olho.

WhatsApp já testa conversas com quem não tem conta no serviço

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Meta lança novas ferramentas de IA antifraude no WhatsApp e Facebook

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta traz novas ferramentas de proteção antifraude (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta lançou novas ferramentas de IA antifraude para WhatsApp, Facebook e Messenger.
  • A novidade traz alertas para conexões suspeitas e detecção de golpes em conversas.
  • No ano passado, a Meta removeu 159 milhões de anúncios fraudulentos e baniu 10,9 milhões de contas associadas a atividades criminosas.

A Meta anunciou uma nova leva de ferramentas de segurança com foco no combate a fraudes e golpes virtuais. A companhia vai empregar sistemas avançados de inteligência artificial para proteger os usuários em plataformas como WhatsApp, Facebook e Messenger, além de fortalecer parcerias com autoridades policiais para desmantelar redes criminosas.

Entre as novidades estão alertas preventivos para conexões suspeitas, análise automatizada de mensagens em conversas com desconhecidos e um cerco mais rígido contra falsos anúncios e perfis que se passam por celebridades ou marcas conhecidas na internet.

As novidades chegam em um momento em que, segundo a Meta, as operações de golpe se tornaram cada vez mais sofisticadas e organizadas. Só no ano passado, a empresa removeu mais de 159 milhões de anúncios fraudulentos — 92% deles antes mesmo de qualquer denúncia de usuários.

A Meta anunciou, ainda, que 10,9 milhões de contas associadas a centrais criminosas foram banidas do Facebook e do Instagram e cerca de 150 mil perfis ligados a redes de golpistas no Sudeste Asiático foram desativados. Segundo a companhia, esses grupos exploravam as plataformas para promover esquemas de falsos investimentos em criptomoedas e golpes de vishing (ou phishing por voz).

Quais são as ferramentas?

No WhatsApp, o principal objetivo é impedir o roubo de contas através do método de vinculação de dispositivo. O aplicativo emitirá um alerta quando comportamentos sugerirem que a solicitação de pareamento é suspeita, mostrando a origem da tentativa. A ideia é que o usuário reconsidere a ação antes de fornecer o número ou escanear um código QR, que permite a conexão do aparelho do golpista à conta do usuário.

Ilustração de sinal no WhatsApp para possível golpe
WhatsApp passa a alertar suspeitas de tentativa de roubo de conta (imagem: reprodução/Meta)

No Facebook, os alertas são para solicitações de amizade suspeitas. Quando um pedido partir de uma conta com poucos amigos em comum ou com localização indicada em outro país, o usuário verá um aviso antes de aceitar ou recusar o contato.

Já no Messenger, a Meta está expandindo para mais países um sistema de detecção de golpes em conversas. Quando uma troca de mensagens com um contato novo apresentar padrões associados a fraudes comuns — como ofertas de emprego suspeitas —, o aplicativo alerta o usuário. A atualização permite, inclusive, enviar as mensagens recentes para uma revisão por IA. Se um golpe for detectado, o sistema sugere ações como bloquear ou denunciar a conta.

IA treinada para identificar golpes

Além dos novos sistemas de defesa, a Meta também descreveu, sem surpresa nenhuma, o uso de IA para combater dois tipos específicos de golpe: a personificação de celebridades, figuras públicas e marcas, e o redirecionamento para sites falsos que imitam páginas legítimas.

No primeiro caso, os sistemas analisam texto, imagens e contexto ao redor das publicações para identificar perfis com bios enganosas, associações falsas com personalidades conhecidas ou sentimento artificial de fãs. No segundo, a tecnologia detecta e derruba conteúdos que levam usuários a páginas criadas para se passar por empresas ou serviços reais, com o objetivo de proteger milhares de marcas contra esse tipo de fraude.

Meta lança novas ferramentas de IA antifraude no WhatsApp e Facebook

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Hackers miram contas de WhatsApp e Signal em ataque global

Imagem mostra crânios e ossos cruzados brancos e translúcidos sobre um fundo escuro com linhas de código de programação em azul claro. Os crânios representam pirataria, ataque hacker e perigo cibernético. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Contas de WhatsApp e Signal viram alvo de hackers (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Relatório de serviços de inteligência da Holanda detalha campanha de espionagem digital, que foca em usuários do WhatsApp e Signal.

  • Segundo o documento, operação usa engenharia social para invadir contas nos mensageiros e mira autoridades, militares e jornalistas.

  • Os investigadores atribuem a campanha a agentes ligados ao governo russo.

Autoridades de inteligência da Holanda divulgaram nessa segunda-feira (09/03) detalhes de uma campanha global de ataques digitais contra usuários do WhatsApp e do Signal, mensageiro popular no país. Segundo o relatório, a operação teria como foco autoridades governamentais, integrantes das forças armadas e jornalistas.

A investigação foi conduzida pelo Serviço de Inteligência e Segurança da Defesa da Holanda (MIVD) e o Serviço Geral de Inteligência e Segurança (AIVD). As agências afirmam que os ataques fazem parte de uma campanha de grande escala atribuída a agentes ligados ao governo russo.

De acordo com o documento, os invasores não dependem principalmente de malware para comprometer contas. Em vez disso, utilizam técnicas de engenharia social e phishing para enganar as vítimas e obter acesso às contas nos aplicativos de mensagens.

Hackers se passam por equipe de suporte

No caso do Signal, os hackers entram em contato diretamente com a vítima alegando atividades suspeitas, vazamento de dados ou tentativa de acesso indevido à conta.

Se a pessoa acredita na mensagem, os criminosos solicitam o código de verificação enviado por SMS e o PIN do usuário. Esses dados permitem registrar um novo dispositivo vinculado à conta da vítima e assumir o controle do perfil.

Depois disso, os hackers podem se passar pelo usuário e acessar contatos armazenados no aplicativo. A vítima geralmente é desconectada da conta, mas consegue recuperar o acesso registrando novamente o número.

O relatório dos serviços de inteligência alerta que essa situação pode gerar uma falsa sensação de normalidade. “Como o Signal armazena o histórico de bate-papo localmente no telefone, a vítima pode recuperar o acesso a esse histórico após o novo registro. Como resultado, a vítima pode presumir que nada está errado. Os serviços holandeses querem enfatizar que essa suposição pode estar incorreta”, diz o documento.

Exemplo de mensagem fraudulenta usada por hackers para tentar assumir contas no Signal.
Exemplo de mensagem fraudulenta usada por hackers (imagem: reprodução/AIVD)

O que muda no caso do WhatsApp?

Os investigadores também apontaram ataques direcionados ao recurso “dispositivos conectados” do WhatsApp, que permite acessar a conta em computadores ou tablets.

Nesse cenário, as vítimas são induzidas a clicar em links maliciosos ou escanear QR Codes que, na prática, conectam o dispositivo do invasor à conta. Em vez de adicionar alguém a um grupo ou abrir um conteúdo legítimo, o processo acaba autorizando o acesso remoto ao aplicativo.

Diferentemente do que ocorre em alguns casos no Signal, o usuário pode não perceber imediatamente a invasão, já que a conta continua ativa no celular original.

Ao TechCrunch, o porta-voz da Meta Zade Alsawah afirma que a recomendação do WhatsApp é que usuários nunca compartilhem o código de verificação de seis dígitos e fiquem atentos a mensagens suspeitas.

As agências holandesas afirmam que métodos semelhantes já foram observados em campanhas ligadas à guerra na Ucrânia, indicando que o uso de engenharia social continua sendo uma das principais ferramentas em operações de espionagem digital.

Hackers miram contas de WhatsApp e Signal em ataque global

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Meta vai cobrar chatbots de IA por uso do WhatsApp

Logotipo do WhatsApp
Startups de IA dizem que cobrança feita pelo WhatsApp atrapalha seus planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta cobrará cerca de R$ 0,33 por mensagem não padronizada de chatbots de IA no WhatsApp, segundo o TechCrunch.
  • Empresas como Zapia e Luzia consideram que a cobrança fere decisões regulatórias e inviabiliza seus serviços.
  • A taxa segue modelo adotado na União Europeia, que também barrou as alterações nos termos de uso que proibiriam chatbots.

A Meta vai começar a cobrar taxas de uso do WhatsApp de quem oferece chatbots de inteligência artificial pelo aplicativo. A medida é uma resposta às decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que obrigaram a empresa a permitir esse tipo de serviço em sua plataforma.

Conforme apurado pelo TechCrunch, para cada mensagem que não seja padronizada, será cobrada uma taxa de cerca de R$ 0,33 (oficialmente, o valor é expresso em dólares: US$ 0,0625). A política de cobrança adotada pelo WhatsApp segue o modelo adotado na União Europeia, onde autoridades do bloco também barraram as alterações dos termos de uso que proibiriam chatbots do tipo.

Em resposta ao Tecnoblog, a Meta apenas reforçou o posicionamento enviado na quarta-feira (04/03):

“Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.”

Em resposta ao UOL, a empresa uruguaia Zapia considerou que a cobrança fere a decisão do Cade. Já a espanhola Luzia diz que os valores cobrados inviabilizam a escala de seus serviços.

Relembre o caso

Em outubro de 2025, a companhia anunciou mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business, proibindo o uso da plataforma para chatbots de IA.

Até então, provedores ofereciam serviços do tipo como se fossem uma conversa comum dentro do mensageiro. Dava até para mandar uma mensagem para o ChatGPT ou o Copilot por lá, mas, diante das novas políticas, a OpenAI e a Microsoft decidiram encerrar essa opção.

Mão segurando smartphone com o WhatsApp aberto em uma conversa com o ChatGPT. A mensagem enviada pede ao chat para sugerir um cardápio de natal para cinco pessoas, e a IA responde abaixo com as sugestões.
ChatGPT já esteve disponível via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Outras empresas, como Zapia e Luzia, construíram seus modelos de negócio em torno dessa conveniência para o usuário. Até por isso, as duas entraram com uma representação junto ao Cade para reverter a decisão da Meta.

As autoridades regulatórias brasileiras deram razão às startups de IA, em decisão emitida em janeiro e reforçada na última quarta-feira (04/03). No entendimento do órgão, os novos termos de uso poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado. A Meta oferece seu próprio chatbot, a Meta AI, no WhatsApp e em outras de suas plataformas.

Vale dizer que essas medidas só se aplicavam caso o serviço oferecido fosse a IA em si. Se uma empresa de viagens ou uma loja de roupas, por exemplo, tivesse um chatbot de atendimento ao cliente, seu funcionamento estaria liberado.

Meta vai cobrar chatbots de IA por uso do WhatsApp

WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
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WhatsApp vai sugerir figurinhas ao digitar mensagens

Logos do WhatsApp em balões verdes
Recurso será oferecido para usuários da versão para iPhone ao longo das próximas semanas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp para iOS agora sugere figurinhas ao digitar emojis, mas a liberação do recurso é gradual.
  • O recurso não relaciona emojis com stickers criados por usuários, apenas com pacotes oficiais.
  • A função de sugestão de figurinhas foi mencionada na versão 26.8.75 do aplicativo e está em desenvolvimento desde 2021.

Uma nova atualização no WhatsApp para iOS adicionou o recurso de sugestão de figurinhas. Com ela, ao digitar um emoji, o próprio aplicativo mostra stickers que combinam com aquela expressão. O recurso, porém, tem algumas limitações.

O site WABetaInfo notou a mudança na versão 26.8.75 do aplicativo — a informação está presente até no changelog da versão, disponível na App Store. Apesar disso, a Meta está liberando gradualmente o recurso, então pode demorar algumas semanas até que todos tenham acesso.

Como funcionam as sugestões de figurinhas?

Duas telas de iPhone mostram o WhatsApp no modo claro com um novo recurso de sugestão de figurinhas. Na imagem da esquerda, o emoji de "rosto rindo" está no campo de texto e uma pequena barra cinza acima do teclado exibe o mesmo emoji entre aspas. Na imagem da direita, essa barra expande um painel com dez opções de figurinhas de diversos estilos (como um bule, um coração e um urso) que correspondem à expressão do emoji. Abaixo, lê-se: "You can search for results from third-party sticker and GIF providers and WhatsApp. Learn more", seguido pelo botão "Show more results".
Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Ao digitar uma palavra ou frase, o teclado do celular pode sugerir um emoji que combine com aquele conteúdo — para “doido”, aparecem duas carinhas de língua de fora e outra rindo; para “triste”, aparecem três semblantes cabisbaixos.

O novo recurso do WhatsApp é baseado nessa função. Ao escolher um emoji, o aplicativo mostra, no lado direito do espaço para digitar a mensagem, uma figurinha animada. Tocando nela, aparecem sugestões de stickers que combinam com aquele sentimento.

Esse recurso parece estar sendo preparado há bastante tempo. Em 2021, já noticiávamos o desenvolvimento de uma ferramenta do tipo, ainda que um pouco diferente, sem precisar passar pelos emojis para chegar às figurinhas. Três anos depois, a funcionalidade já era mais próxima do que vemos agora, no lançamento oficial.

Você não verá todas as figurinhas

Como dissemos, o recurso de sugestões tem uma limitação: ele não é capaz de relacionar emojis à maioria dos stickers criados pelos próprios usuários. Se você tem um pacote do seu cachorro com várias expressões, por exemplo, ele não aparecerá na lista.

Provavelmente, o que acontece nos bastidores é um “cadastro” dos emojis relacionados a cada figurinha dos pacotes oficiais. Quando você mesmo cria um sticker usando a ferramenta do próprio app, não tem como adicionar essa informação em nenhum lugar — aí, o jeito é procurar manualmente mesmo.

WhatsApp vai sugerir figurinhas ao digitar mensagens

Mais da metade dos consumidores mudariam de operadora por WhatsApp ilimitado (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Atalho para acessar sugestões de figurinhas aparece ao lado da mensagem (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Meta cobrará taxa para aceitar IAs rivais no WhatsApp europeu

Uma composição de várias telas de smartphone, todas exibindo a interface do aplicativo WhatsApp na cor verde, característica de sua identidade visual. As telas mostram a lista de "CHATS" com contatos genéricos como "Username 01". No topo de cada tela, aparece "WhatsApp". A imagem é repetida e organizada em um padrão diagonal, com o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito.
Provedores em países europeus deverão pagar por operação de IAs no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta cobrará uma taxa para chatbots de IA rivais funcionarem no WhatsApp na Europa.
  • A decisão de permitir IAs de terceiros no mensageiro foi uma resposta à pressão regulatória da Comissão Europeia.
  • Críticos na região afirmam que a cobrança inviabiliza a operação de IAs rivais no WhatsApp.

Pressionada pela Comissão Europeia, a Meta anunciou nesta quinta-feira (05/03) que permitirá chatbots de IAs de terceiros no WhatsApp por meio da API Business nos países da União Europeia pelos próximos 12 meses.

A operação, no entanto, dependerá do pagamento de uma taxa — modelo já adotado na Itália desde janeiro. A medida foi comunicada à Comissão Europeia como resposta à ameaça de novas ações regulatórias contra a empresa.

No mês passado, a Comissão Europeia sinalizou que pretendia adotar medidas provisórias contra a companhia, diante do risco de danos à concorrência. A Meta bloqueou chatbots rivais do WhatsApp em 15 de janeiro, deixando apenas o Meta AI disponível no app, decisão que motivou investigações antitruste, inclusive no Brasil.

Por aqui, a lógica deve ser a mesma. A companhia afirmou ao Tecnoblog que está atualizando os termos e modelo de preços para “continuar a oferecer suporte a esses serviços”. A Meta segue obrigada a disponibilizar chatbots de IA de terceiros após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta quarta-feira (04/03).

Qual será o preço?

Os provedores de IA que quiserem operar no WhatsApp europeu pagarão entre 0,049 euros (aproximadamente R$ 0,30) e 0,1323 euros (R$ 0,81) por “mensagem não-template”, com o valor variando conforme o país. De acordo com o TechCrunch, como conversas com assistentes de IA costumam envolver dezenas de trocas, a conta pode sair alta para os provedores terceiros.

A política se restringe a chatbots de propósito geral, como o ChatGPT, e não se aplica a empresas que usam IA para atender clientes com mensagens padronizadas, como bots de atendimento. “Acreditamos que isso elimina a necessidade de qualquer intervenção imediata”, diz o comunicado da empresa.

Críticas da concorrência

Para concorrentes, a Comissão Europeia deveria manter a ordem de medidas provisórias contra a Meta. A Interaction Company, desenvolvedora do assistente Poke — e uma das empresas que apresentaram queixa — afirma que “o que a Meta apresenta como conformidade de boa-fé é, na realidade, o oposto”.

Marvin von Hagen, CEO da empresa, afirma que a Meta está introduzindo “uma precificação vexatória para provedores de IA” para impossibilitar a operação no WhatsApp, assim como “o bloqueio direto fazia”.

Relembre o caso

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Empresa pretendia restringir função ao serviço próprio, a Meta AI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A atualização das políticas de API do WhatsApp se deu em outubro do ano passado e determinava que, a partir de 15 de janeiro, IAs de terceiros estariam proibidas de acessar as soluções do app. A Meta argumenta que chatbots de IA sobrecarregam seus sistemas de maneiras para as quais a API Business não foi projetada.

A partir do anúncio, empresas como a OpenAI e Microsoft anunciaram a remoção de chatbots no aplicativo. Entretanto, outras companhias, como as startups brasileiras Luzia e Zapia, acusam a Meta de privilegiar o serviço proprietário Meta AI com o bloqueio de concorrentes.

Apesar de ter cedido à pressão, a Meta sempre rebateu as alegações. Para a empresa, as desenvolvedoras partem do pressuposto “de que a WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos”. Em posicionamento dado ao Tecnoblog em janeiro, a Meta afirmou que o WhatsApp Business não é o canal adequado para a entrada das empresas no mercado de IA.

Meta cobrará taxa para aceitar IAs rivais no WhatsApp europeu

WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Tribunal do Cade mantém decisão que libera rivais da Meta AI no WhatsApp

Ilustração mostra o logotipo do WhatsApp com um leve blur na imagem, em um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
WhatsApp terá que conviver com IAs rivais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Cade manteve a decisão que permite chatbots concorrentes da Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.
  • Novos termos de uso do WhatsApp, que proibiam chatbots de concorrentes, foram bloqueados.
  • A decisão do Cade foi unânime, negando o recurso apresentado pela Meta.

O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu manter a medida preventiva que, na prática, libera chatbots de inteligência artificial concorrentes à Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.

A decisão proíbe a entrada em vigor dos novos termos de uso do WhatsApp. Anunciados em outubro de 2025, eles têm como objetivo barrar o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.

O Tribunal avaliou que a exclusão total das ferramentas de IA não seria proporcional e que as novas regras poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado.

O julgamento foi decidido por unanimidade, negando recurso interposto pela Meta e mantendo a medida preventiva imposta pela Superintendência-Geral do Cade (SG-Cade). A companhia argumentava que os chatbots podem sobrecarregar sua infraestrutura e que os desenvolvedores de IA não podem depender do WhatsApp.

Procurada pelo Tecnoblog, a assessoria de imprensa da Meta enviou o seguinte comunicado:

Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.

Relembre o caso

Os novos termos de uso do WhatsApp foram anunciados em outubro de 2025. Eles têm como objetivo proibir o acesso ou o uso de seu ecossistema por provedores e desenvolvedores de IA.

Luzia e Zapia entraram com representação junto ao Cade e solicitaram uma medida preventiva. As duas empresas oferecem chatbots de IA primariamente via WhatsApp. Elas alegaram que as novas regras poderiam afetar o mercado brasileiro de IA, dado que o mensageiro da Meta é o mais usado no país.

Dois dias antes de as novas regras começarem a valer, o Cade proibiu as mudanças nos termos de uso do WhatsApp, mantendo a permissão para IAs concorrentes no aplicativo.

Tribunal do Cade mantém decisão que libera rivais da Meta AI no WhatsApp

WhatsApp fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp já tem lista de espera para versão premium

Logotipo do WhatsApp
WhatsApp continuará gratuito, mas recursos extras serão cobrados (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp iniciou uma lista de espera para assinatura premium na versão beta do app para Android.
  • O pacote pago incluirá stickers exclusivos, temas extras e mais conversas fixadas.
  • O preço ainda não foi divulgado.

O WhatsApp começou a liberar uma lista de espera de sua assinatura premium na versão beta do aplicativo para Android. Alguns participantes do programa de testes passaram a ver uma opção para serem notificados quando o plano pago, que trará mais recursos, estiver disponível.

O site WABetaInfo, especializado em novidades do mensageiro, encontrou a lista na versão 2.26.9.6 do app, mas nota que alguns usuários podem ter acesso ao cadastro mesmo em compilações mais antigas.

Para que serve a lista de espera para o plano premium?

Dois smartphones Android lado a lado exibem a interface do WhatsApp em modo escuro com novidades sobre uma assinatura. Na tela da esquerda, um chat aberto mostra um banner preto com um ícone de estrela verde e o texto: "Exclusive stickers coming soon. Plus app themes, extra pinned chats and more when you subscribe. Join waitlist". Abaixo, a aba de figurinhas está aberta. Na tela da direita, o menu de configurações exibe um pop-up com a mensagem: "You're on the waitlist", um botão verde escrito "OK" e o link "Leave waitlist".
Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A publicação explica que, ao se inscrever na lista, o usuário receberá uma notificação quando o plano estiver disponível para assinatura. O cadastro não obriga o usuário a comprar o pacote, que será opcional.

Os usuários que já têm acesso à lista estão sendo convidados ao abrir o menu de figurinhas (stickers) do aplicativo. Um banner diz que figurinhas exclusivas estarão disponíveis em breve — uma das vantagens do plano premium.

Quais são os diferenciais do WhatsApp premium?

A página da lista de espera dá algumas dicas do que podemos esperar do plano pago do WhatsApp: stickers exclusivos, mais temas e possibilidade de fixar mais conversas na lista de contatos e grupos. O aplicativo diz ainda que haverá outros benefícios.

Em janeiro de 2026, a Meta falou pela primeira vez sobre uma assinatura opcional no WhatsApp, que valeria também para Instagram e Facebook.

Na ocasião, imaginou-se que o pacote traria recursos adicionais da Meta AI, como geração de vídeo, além de bloqueio de anúncios nos Status e Atualizações. A página da lista de espera não menciona explicitamente essas mudanças, mas elas podem estar incluídas na tal lista de outros benefícios. Ainda não se sabe qual seria o preço.

Vale lembrar que a Meta criou um plano pago na União Europeia, mas, por lá, o objetivo era outro: dar uma opção para navegação sem propaganda. Quem não quisesse pagar, poderia continuar com a versão gratuita, mas teria que ceder seus dados para receber anúncios personalizados.

As autoridades não gostaram do modelo de “pagar ou consentir”, argumentando que cobrar entre 10 e 13 euros por mês não configura uma escolha livre e justa para os usuários.

WhatsApp já tem lista de espera para versão premium

WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lista de espera adianta alguns diferenciais da assinatura premium (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Instagram passa a alertar pais sobre buscas sobre suicídio feitas por adolescentes

Como proteger o Instagram
Instagram anuncia alertas para pais sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Instagram anunciou nesta quinta-feira (26/02) que começará a notificar responsáveis sempre que adolescentes, sob ferramentas de supervisão, fizerem repetidas buscas por termos relacionados a suicídio ou automutilação em um curto intervalo de tempo. A medida amplia os recursos de proteção para contas de jovens e busca envolver pais em situações consideradas sensíveis.

O lançamento ocorre enquanto a Meta, controladora da rede social, enfrenta questionamentos judiciais e regulatórios sobre o impacto de seus produtos na saúde mental de usuários menores de idade. A empresa afirma que o objetivo não é vigiar comportamentos isolados, mas sinalizar possíveis pedidos de ajuda.

Como funcionam os novos alertas do Instagram

A partir das próximas semanas, pais e responsáveis que utilizam o sistema de supervisão parental receberão alertas caso seus filhos tentem, de forma recorrente, pesquisar expressões que promovam suicídio ou automutilação, indiquem intenção de se ferir ou mencionem diretamente termos como “suicídio” e “automutilação”.

As notificações poderão chegar por e-mail, mensagem de texto, WhatsApp ou dentro do próprio aplicativo, dependendo dos dados cadastrados. Ao abrir o aviso, os responsáveis verão uma mensagem explicativa e terão acesso a materiais produzidos por especialistas, com orientações para abordar conversas delicadas com adolescentes.

Segundo a plataforma, buscas desse tipo já são bloqueadas e substituídas por links para serviços de apoio e linhas de ajuda. Os alertas entram em cena apenas quando há insistência, justamente para evitar comunicações excessivas que possam perder relevância.

Alerta avisa responsáveis sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes.
Alerta avisa responsáveis sobre buscas sensíveis feitas por adolescentes (imagem: divulgação/Instagram)

O alerta invade a privacidade dos jovens?

A empresa afirma ter buscado um equilíbrio entre cautela e respeito à privacidade. Para definir o limite que dispara o aviso, analisou padrões de busca e consultou um grupo independente de especialistas em suicídio e automutilação. Ainda assim, reconhece que alguns alertas podem ocorrer mesmo sem risco imediato.

Para o pesquisador Dr. Sameer Hinduja, do Cyberbullying Research Center, quando “um jovem pesquisa sobre suicídio ou automutilação, capacitar um pai a intervir pode ser extremamente importante. O fato de a Meta ter incorporado isso agora é um passo significativo e representa o tipo de mudança que os especialistas em segurança infantil vêm defendendo”.

Na mesma linha, Vicki Shotbolt, CEO da Parent Zone, avalia: “É vital que os pais tenham as informações necessárias para apoiar seus filhos adolescentes. Este é um passo muito importante que deve ajudar a dar aos pais mais tranquilidade – se o adolescente estiver ativamente procurando por esse tipo de conteúdo prejudicial no Instagram, eles saberão disso.”

Inicialmente, os alertas serão ativados nos Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Canadá, com expansão gradual para outros países. O Instagram também planeja aplicar lógica semelhante a interações com inteligência artificial, avisando responsáveis caso adolescentes tentem conversar com sistemas de IA sobre suicídio ou automutilação.

Com informações do TechCrunch, CNBC e Meta

Instagram passa a alertar pais sobre buscas sobre suicídio feitas por adolescentes

Segurança no Instagram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Google testa função do WhatsApp no mensageiro nativo do Android

app mensagens google
Google Mensagens deve ganhar compartilhamento de localização em tempo real (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google Mensagens está testando compartilhamento de localização em tempo real, similar ao WhatsApp e Telegram;
  • recurso permite definir a duração do compartilhamento e funciona mesmo se o destinatário não tiver a versão mais recente do app;
  • funcionalidade foi encontrada em uma versão beta e não há garantia de lançamento público.

O Google está preparando a introdução de uma ferramenta de compartilhamento de localização em tempo real para o mensageiro nativo do Android. A novidade, descoberta no código de uma versão de testes do Google Mensagens, aproxima o app de rivais de terceiros ao permitir a transmissão contínua de deslocamento durante a conversa.

A ferramenta, identificada inicialmente pelo Android Authority em novembro, foi ativada e testada recentemente na versão “messages.android_20260220_01_RC00.phone.openbeta_dynamic” do software.

Nos últimos anos, o Google Mensagens evoluiu de um simples aplicativo de SMS para uma plataforma completa, impulsionado pela adoção do padrão RCS, respostas diretas e melhorias no compartilhamento de mídia.

Quanto à localização, no entanto, de modo semelhante ao Apple iMessage, o serviço se limita ao envio de endereços fixos, dificultando encontros com pessoas em movimento. Concorrentes como o Telegram e o WhatsApp adicionaram a funcionalidade há quase dez anos.

Como funcionará o envio da localização?

Ao selecionar a opção de compartilhamento em tempo real, na aba de anexo dentro das conversas, o usuário precisará conceder permissões de localização (se já não tiver feito isso) e poderá definir a duração do compartilhamento nas opções: uma hora, apenas hoje, ou um período personalizado.

Durante a transmissão, um banner será fixado no topo do chat indicando que o compartilhamento está ativo. O dono do aparelho pode encerrar a exibição imediatamente ao tocar no banner e selecionar a opção “Parar” no menu inferior. O veículo demonstrou o funcionamento da ferramenta em vídeo:

Visualização pode ser universal

Uma possível vantagem que os testes do Android Authority revelaram é a de que o sistema funcionará mesmo se o destinatário não possuir a versão mais recente do aplicativo ou a própria funcionalidade ativada. A pessoa que recebe a mensagem ganha um link de acesso.

Caso tenha o aplicativo Google Find Hub instalado, o mapa abrirá por lá. Caso contrário, a rota ao vivo será exibida diretamente em um navegador web. Com isso, a funcionalidade se torna útil mesmo entre dispositivos e configurações diferentes.

Como a ferramenta foi encontrada em códigos de uma versão de trabalho em andamento, o veículo ressalta que não há garantias de que os recursos descobertos cheguem a um lançamento público final.

Google testa função do WhatsApp no mensageiro nativo do Android

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Recurso descoberto em versão beta do Google Mensagens permite compartilhar trajetos ao vivo, mesmo com quem não usa o aplicativo.

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WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens

Programando mensagens no WhatsApp pelo iPhone com o app Atalhos
WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens (imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp está testando recurso de agendamento de mensagens na versão 26.7.10.72 para iOS no TestFlight;
  • Recurso permite agendar o envio de mensagens em data e horário específicos, com opção de cancelar ou reagendar;
  • Nova função deverá estar disponível para conversas individuais e em grupo, com possibilidade de lançamento para iOS e Android.

É provável que você já tenha passado por alguma situação que te fez pensar: “puxa, seria bom se o WhatsApp pudesse deixar eu agendar o envio desta mensagem”. Pois saiba que esse recurso foi encontrado recentemente em uma versão de teste do app do serviço.

Para ser exato, a opção de agendamento de mensagens foi encontrada pelo WABetaInfo na versão 26.7.10.72 do WhatsApp para iOS no programa de testes TestFlight, da Apple.

Embora a nova função ainda não esteja disponível para os participantes do programa, o veículo conseguiu registrar uma captura de tela que mostra um recurso de nome Scheduled Messages (“Mensagens Agendadas”, em tradução livre) no menu que aparece quando você toca em uma foto de perfil.

O recurso permitirá que o usuário crie uma mensagem para um contato, mas faça o seu envio em data e horário específicos. Com isso, a mensagem ficará em uma espécie de fila de espera até o momento do disparo.

Na área Scheduled Messages, o usuário poderá consultar qualquer mensagem programada e, se for o caso, cancelar o seu envio ou fazer um reagendamento. No caso de cancelamento, o destinatário não receberá nenhuma notificação indicando que uma mensagem agendada direcionada a ele foi apagada, pois o seu conteúdo é excluído antes da entrega.

A expectativa é a de que o recurso funcione tanto com conversas individuais quanto com chats em grupo.

Função de agendamento de mensagens no WhatsApp
Função de agendamento de mensagens no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quando o agendamento de mensagens chegará oficialmente ao WhatsApp?

Talvez nem a própria Meta saiba ainda. O agendamento é um recurso que está em fase de desenvolvimento, por isso, só deverá ser lançado depois que passar pela etapa de testes com usuários selecionados, o que pode levar algum tempo.

É torcer para que não demore e para que o recurso seja realmente lançado, afinal, há várias utilidades possíveis aí, como facilitar a comunicação com uma pessoa que está em fuso horário diferente.

Por ora, é possível usar a função Atalhos do iOS para agendar mensagens no WhatsApp.

E, sim: embora o recurso tenha aparecido na versão para iPhone do WhatsApp, a opção de agendamento também deverá ser lançada no aplicativo para Android, mesmo que isso ocorra em momentos diferentes.

WhatsApp começa a testar agendamento de mensagens

Donos de iPhone podem programar mensagens do WhatsApp com o app Atalhos (Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

Função de agendamento de mensagens no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Novo no grupo? WhatsApp vai te mostrar as conversas recentes

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp anuncia nova função para grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp permite compartilhar histórico recente de grupos com novos membros, mantendo a criptografia de ponta a ponta.
  • O recurso permite enviar até 100 mensagens dos últimos 14 dias, com opções de 25, 50 ou 75 mensagens.
  • Administradores e membros controlam o compartilhamento, e o recurso pode ser desativado nas configurações do grupo.

O WhatsApp anunciou uma função que muda a dinâmica de entrada em conversas de grupo. A partir de agora, participantes podem optar por compartilhar parte do histórico recente com novos membros, evitando que quem acabou de entrar fique perdido em discussões já em andamento.

A novidade começou a aparecer em versões de teste no Android e no iOS, mas agora passa a ser distribuída gradualmente para o público geral. Segundo o WhatsApp, todo o processo mantém a criptografia de ponta a ponta, preservando a privacidade das conversas.

Como funciona o compartilhamento de histórico?

Ao adicionar alguém a um grupo, o WhatsApp passa a exibir uma opção para enviar mensagens recentes ao novo integrante. Esse envio não é automático: cabe a quem adiciona decidir se o histórico será compartilhado ou não. Quando ativado, o recurso encaminha conversas e mídias anteriores para ajudar o recém-chegado a se situar.

Por padrão, o aplicativo permite compartilhar mensagens dos últimos 14 dias, com um limite máximo de 100 mensagens. Também é possível escolher quantidades menores — 25, 50 ou 75 — para quem prefere liberar apenas parte do conteúdo. Antes da atualização, novos membros dependiam de resumos manuais, capturas de tela ou reencaminhamentos feitos individualmente, o que muitas vezes interrompia o fluxo da conversa.

O WhatsApp explica que, ao incluir alguém com histórico, um novo conjunto de chaves de criptografia é gerado. As mensagens selecionadas são então recriptografadas antes de serem entregues ao novo participante. Dessa forma, apenas quem faz parte do grupo naquele momento consegue acessar o conteúdo compartilhado.

WhatsApp passa a permitir o envio de histórico recente a novos membros.
WhatsApp passa a permitir o envio de histórico recente a novos membros (imagem: divulgação/WhatsApp)

Quem decide o que pode ser visto?

O controle do recurso é dividido entre membros e administradores. Cada pessoa pode escolher se deseja ou não enviar o histórico ao adicionar alguém. Além disso, os admins têm autoridade para desativar completamente a função nas configurações do grupo. Caso isso aconteça, nenhum integrante poderá compartilhar mensagens antigas com novos participantes.

Quando o histórico começa a ser enviado, todos no grupo recebem uma notificação informando que mensagens recentes foram compartilhadas. Para facilitar a leitura, os conteúdos antigos aparecem destacados com outra cor na conversa de quem acabou de entrar, ajudando a diferenciar o que é passado do que está acontecendo em tempo real.

A empresa afirma que a função atende a um pedido antigo dos usuários, especialmente em grupos de trabalho, estudo ou organização de eventos. Ainda assim, reforça que o compartilhamento é opcional e pensado para equilibrar praticidade e privacidade.

O recurso está sendo liberado aos poucos para quem mantém o aplicativo atualizado nas lojas oficiais. A expectativa é que, nas próximas semanas, todos os usuários possam decidir se querem — ou não — abrir o contexto das conversas para novos integrantes.

Novo no grupo? WhatsApp vai te mostrar as conversas recentes

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp passa a permitir o envio de histórico recente a novos membros (imagem: divulgação/WhatsApp)
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WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Recurso tenta evitar leitura acidental (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo uma opção para ocultar spoilers em mensagens de texto, disponível nas versões beta para Android e iOS.
  • O recurso permite que o usuário formate trechos de texto como spoilers, que só são revelados quando o leitor toca na tela.
  • A funcionalidade está presente no código do aplicativo, mas ainda não foi liberada para participantes do programa de testes.

A Meta está desenvolvendo uma opção de spoiler para a formatação de texto do WhatsApp. Com ela, o usuário poderá “censurar” trechos de suas mensagens, que só serão revelados se o leitor tocar na tela.

A novidade foi encontrada nas versões beta dos aplicativos para Android e iOS. Segundo o WABetaInfo, site especializado em novidades do mensageiro, o recurso está presente no código, mas ainda não foi liberado para os participantes do programa de testes.

Como o WhatsApp vai ocultar spoilers?

Duas capturas de tela de um smartphone mostram a interface do WhatsApp em um chat chamado "WBI Group" com fundo verde de campo de futebol. Na imagem à esquerda, o texto "WABetaInfo" está selecionado no campo de mensagem, exibindo um menu flutuante com as opções "Bold", "Italic", "Strikethrough", "Monospace" e "Spoiler". Na imagem à direita, o texto aparece entre barras verticais duplas, "||WABetaInfo||", e acima, uma mensagem enviada está coberta por um efeito de desfoque cinza.
Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)

De acordo com a publicação, o aplicativo beta para iOS tem uma opção oculta que permite formatar texto como spoiler. Então, além das opções de colocar, por exemplo, itálico ou negrito, você pode selecionar um trecho da mensagem para que ele fique censurado.

Do outro lado, quem recebe a mensagem vê, inicialmente, apenas um bloco cobrindo as letras. A pessoa precisa tocar na “bolha” da mensagem para revelar a parte do texto que está escondida. A ideia é que ninguém leia uma informação acidentalmente.

E, claro, vamos ter que dizer mais uma vez: o Telegram tem essa opção há anos.

Para que serve a formatação de spoiler?

O uso mais óbvio é poder comentar sobre um filme ou uma série em um grupo sem estragar a experiência de quem ainda não viu. Em fóruns, esse tipo de formatação também virou uma forma de humor, podendo indicar um comentário mais ácido, que não deveria ser feito em público.

Outra possibilidade é usar esse tipo de recurso para esconder imagens que podem ser sensíveis ou perturbadoras. Assim, nenhum participante da conversa bate o olho em alguma coisa que vai lhe fazer mal.

Porém, até agora, o recurso em desenvolvimento pelo WhatsApp só funciona em texto, não em imagens. Uma gambiarra possível em situações assim é mandar o conteúdo como foto de visualização única, que também só aparece quando o usuário toca na mensagem, e avisar que o conteúdo pode ser desagradável.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp terá opção para evitar que você dê spoilers

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Spoiler fica escondido atrás de efeito de desfoque (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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WhatsApp prepara aba dedicada à Meta AI

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta AI pode ganhar mais espaço e deixar de ser somente uma conversa no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo uma aba dedicada à Meta AI, substituindo a seção de Comunidades na barra inferior do app.
  • A nova aba incluirá um campo de texto, botão de voz, sugestões de prompts, arquivos de mídia e histórico de conversas.
  • O recurso está em fase experimental na versão 2.25.1.24 do WhatsApp beta para Android e ainda não foi disponibilizado para testadores.

O WhatsApp pode passar por uma mudança importante na interface: a Meta AI ganharia uma aba dedicada na barra inferior da tela. O novo botão substituiria a parte de Comunidades do app.

A alteração está em desenvolvimento e foi encontrada pelo site WABetaInfo na versão 2.25.1.24 do WhatsApp beta para Android. Como se trata de um recurso experimental, ele ainda não foi disponibilizado nem mesmo para os participantes do programa de testes.

Como seria a aba de Meta AI no WhatsApp?

Três smartphones lado a lado exibem a interface do WhatsApp para Android com foco no novo recurso "Meta AI". O primeiro aparelho mostra a aba "Chats" com uma barra de pesquisa no topo onde se lê "Ask Meta AI or Search". O segundo smartphone exibe a aba "Meta AI", destacada no menu inferior. Na tela, lê-se "How's it going?" acima de botões de sugestão como "Create image", "Animate my photo", "Learn something", "Shopping help" e "Write anything". Um menu suspenso aberto no topo mostra as opções "Voice", "Memory" e "Media". O terceiro aparelho exibe uma barra lateral de pesquisa sobreposta à interface, com o histórico "Dec 2025" e a mensagem "Hi Meta AI!". O design utiliza tons de branco, cinza e o verde característico do aplicativo. No rodapé das telas, os ícones são "Chats", "Updates", "Meta AI" e "Calls". Marcas d'água "WABetaInfo" aparecem discretamente nas capturas.
Meta AI terá destaque especial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

O WABetaInfo conseguiu visualizar a nova seção para a inteligência artificial generativa da empresa. Na tela, haveria um campo de texto e um botão de voz na parte inferior, permitindo diferentes formas de interação.

A área traria também diversas sugestões de prompts, como criar imagem, animar foto, aprender alguma coisa, obter ajuda para compras ou escrever um texto. A aba contaria ainda com partes dedicadas a arquivos de mídia e memórias, além de um histórico de conversas.

Atualmente, no Android, o WhatsApp exibe um botão suspenso para acessar a Meta AI. Ao tocar nele, o usuário entra em uma tela de conversa praticamente idêntica às de chats com pessoas ou grupos.

Meta já ensaiou outras mudanças envolvendo IA

Ainda não se sabe se esse design será definitivo — e o histórico da empresa nesse sentido deixa ainda mais dúvidas.

Em fevereiro de 2025, a Meta começou a desenvolver uma tela dedicada a inteligências artificiais no WhatsApp, que ficaria na barra inferior do app.

A proposta era um pouco diferente, envolvendo diversos personagens e chatbots criados com a plataforma da Meta AI, como Chun-li (de Street Fighter), Goku (da franquia Dragon Ball), celebridades indianas e games.

Mesmo assim, esse plano não viu a luz do dia, e a Meta nunca liberou oficialmente essas alterações no WhatsApp. Vale lembrar que as regras dos chatbots foram alvo de críticas ao longo de 2025.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp prepara aba dedicada à Meta AI

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta AI terá destaque especial (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

WhatsApp pago vs Telegram Premium; o que tem em cada assinatura? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram oficialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O governo da Rússia bloqueou WhatsApp, Telegram, Facebook e Instagram, afetando milhões de usuários no país.
  • O aplicativo estatal Max substitui os mensageiros bloqueados, mas não oferece criptografia de ponta a ponta, permitindo vigilância governamental.
  • A medida gerou reações negativas, inclusive entre apoiadores do Kremlin, devido à dependência do Telegram para comunicação militar.

O governo da Rússia bloqueou o acesso ao WhatsApp e ao Telegram no país, ampliando uma estratégia de restrição a plataformas estrangeiras de comunicação. A medida também atinge Facebook e Instagram, oferecendo como alternativa o aplicativo estatal conhecido como Max, descrito por autoridades como um “mensageiro nacional”.

Há meses, o governo russo vem endurecendo as regras contra mensageiros de outros países. No entanto, o bloqueio ocorreu de forma abrupta e afetou milhões de usuários. Segundo o Financial Times, russos foram impedidos de acessar o WhatsApp na tarde dessa quarta-feira (11/02), após meses de pressão. Até então, o aplicativo da Meta somava ao menos 100 milhões de usuários no país.

A ação só foi possível porque a Rússia centralizou o tráfego de internet dentro de seu território, roteando conexões por servidores controlados pelo Estado. Isso permite ao regulador local, o Roskomnadzor, remover serviços inteiros do que equivale a um diretório nacional da internet, tornando-os inacessíveis para a população.

Por que o governo russo bloqueou os mensageiros?

A justificativa oficial gira em torno de soberania digital e segurança nacional. Contudo, o Financial Times menciona que o “mensageiro oficial” do governo foi criado para fins de vigilância. Diferentemente do WhatsApp e do Telegram, que usam criptografia de ponta a ponta, o Max não oferece esse tipo de proteção.

O 9to5Mac afirma que todas as mensagens trocadas no aplicativo estatal podem ser lidas pelas autoridades. O projeto é descrito como um clone do WeChat, plataforma chinesa conhecida pela forte integração com sistemas de monitoramento governamental.

Além dos mensageiros, a Rússia também bloqueou Facebook e Instagram e classificou a Meta como “uma organização extremista”, o que reforça o afastamento de serviços ocidentais. A restrição ao Telegram vinha sendo implementada gradualmente nas últimas semanas, até que o acesso foi praticamente inviabilizado.

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Imagem: Divulgação/Kremlin de Moscou)
Governo de Putin impediu acesso a WhatsApp e Telegram (foto: reprodução/Kremlin de Moscou)

Bloqueio afeta até apoiadores do Kremlin

A decisão, no entanto, provocou reações inesperadas dentro do próprio país. O Telegram é amplamente utilizado por militares russos envolvidos na guerra na Ucrânia, tanto para comunicação pessoal quanto para alertas sobre ataques de drones e mísseis.

Relatos indicam que até apoiadores do presidente Vladimir Putin demonstraram irritação com o bloqueio, justamente por dependerem do aplicativo para informações rápidas e comunicação em áreas sensíveis.

Rússia bloqueia WhatsApp e Telegram; só o app oficial funciona

WhatsApp pago vs Telegram Premium; o que tem em cada assinatura? (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vladimir Putin, presidente da Rússia (Imagem: Divulgação/Kremlin de Moscou)
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WhatsApp começa a liberar chamadas de voz e vídeo na web

Ilustração mostra silhueta de notebook com logo do WhatsApp em destaque para representar o WhatsApp Web
WhatsApp Web permite usar o mensageiro em navegadores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp Web começou a liberar chamadas de voz e vídeo para usuários da versão beta, permitindo ligações sem usar apps de desktop.
  • As chamadas no navegador são individuais e incluem compartilhamento de tela, mas conferências em grupo ainda estão em desenvolvimento.
  • O recurso está sendo liberado gradualmente para usuários beta, sem previsão para lançamento na versão estável.

O WhatsApp Web começou a liberar chamadas de voz e vídeo para usuários inscritos em seu programa beta. O recurso funciona de forma semelhante aos apps móveis e de desktop, com um ícone de chamadas no topo da conversa.

Com isso, não será mais necessário recorrer aos apps de desktop para fazer ligações usando o computador. Isso é interessante especialmente para os usuários de Linux, já que o sistema não conta com um aplicativo oficial do mensageiro.

Como funcionam as chamadas no WhatsApp Web?

Captura de tela da interface do WhatsApp Business em modo escuro, destacando o novo recurso de chamadas. Centralizada, uma janela flutuante cinza exibe dois botões ovais verdes: o primeiro com um ícone de telefone e a palavra "Voice"; o segundo com um ícone de filmadora e a palavra "Video".
Menu aparece no ícone de câmera de vídeo (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Para fazer uma ligação pelo navegador, o usuário deve ir até o ícone de câmera que fica no canto superior direito da tela da conversa. Se o recurso estiver liberado, ao clicar nesse botão, aparecerão as opções de chamada de voz e chamada de vídeo.

Ainda não está claro, entretanto, se será possível atender ligações pelo navegador ou se isso continuará sendo exclusividade dos aplicativos móveis e de desktop.

Por enquanto, só é possível realizar chamadas individuais — conferências em grupo já estão em desenvolvimento, mas serão liberadas em um momento futuro.

Mesmo assim, as ligações feitas pelo navegador já contam com o recurso de compartilhamento de tela, o que pode ser útil na hora de fazer apresentações, compartilhar informações ou mesmo pedir ajuda para fazer alguma coisa no computador.

As chamadas de voz e vídeo na web contam com o mesmo grau de proteção disponível nas outras versões do WhatsApp, com criptografia de ponta a ponta.

Quando as chamadas serão liberadas no WhatsApp Web?

Por enquanto, a Meta está liberando o recurso para alguns usuários inscritos na versão beta do WhatsApp Web. O processo deve ser gradual e levar algumas semanas até chegar a todos os participantes do programa de testes. Ainda não há previsão de lançamento para o canal de atualizações estáveis do mensageiro.

Para se inscrever no WhatsApp Web beta, vá até Configurações, entre no item “Ajuda e feedback” e ative a opção “Entrar na versão beta”. Depois, atualize a página do navegador. Note que usar uma versão de testes de qualquer programa pode resultar em problemas por bugs ainda desconhecidos.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp começa a liberar chamadas de voz e vídeo na web

WhatsApp Web permite usar o mensageiro em navegadores (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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União Europeia exige que Meta permita IAs de terceiros no WhatsApp

WhatsApp fora do ar
União Europeia exige que Meta permita IAs de terceiros no WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Comissão Europeia exigiu que Meta permita IAs de terceiros no WhatsApp Business, contestando nova política que impede integração com chatbots de terceiros;
  • Meta argumenta que política é necessária para evitar sobrecarga nos sistemas do WhatsApp, mas Comissão Europeia vê risco de prejuízo à concorrência;
  • União Europeia pode impor multas e outras punições à Meta.

Uma nova política da Meta impede que chatbots de IA de terceiros sejam integrados ao WhatsApp. A Comissão Europeia não está de acordo com isso e tratou de avisar a companhia de que essa medida precisa ser revista para evitar que concorrentes sejam prejudicados.

Em vigor desde 15 de janeiro, a nova política da Meta proíbe empresas especializadas em inteligência artificial de oferecer serviços do tipo no WhatsApp Business quando esse tipo de tecnologia for o seu principal produto, e não um recurso tecnológico complementar.

Como consequência, a Microsoft removeu a integração do Copilot com o WhatsApp. A OpenAI fez o mesmo com relação ao ChatGPT, bem como outras empresas do ramo.

Em linhas gerais, a Meta argumenta que a medida foi necessária porque a integração com chatbots de IA exige muitos recursos dos sistemas do serviço por causa do grande volume de mensagens gerado e, como consequência, acaba desvirtuando o WhatsApp Business de seu propósito principal, que é a comunicação entre pessoas e empresas.

Mas, para a Comissão Europeia, a decisão da Meta pode prejudicar a concorrência no mercado de inteligência artificial, pois faz o mensageiro ter suporte apenas à integração com a Meta AI.

No alerta enviado à Meta, a Comissão Europeia dá a entender que, se a nova política não for anulada voluntariamente, reguladores da União Europeia poderão forçar a companhia a fazê-lo com base nas leis de concorrência vigentes nos países do bloco.

Em uma situação extrema, a punição para o não cumprimento das determinações impostas pela Comissão Europeia pode fazer a Meta ser condicionada a pagar uma multa correspondente a até 10% de sua receita global anual, entre outras possíveis implicações.

A inteligência artificial está trazendo inovações incríveis para os consumidores, e uma delas é o mercado emergente de assistentes virtuais.

Devemos proteger a concorrência efetiva neste campo dinâmico, o que significa que não podemos permitir que empresas de tecnologia dominantes se aproveitem ilegalmente de sua posição para obter vantagem injusta.

Teresa Ribera, vice-presidente executiva para transição limpa, justa e competitiva da Comissão Europeia

Antes de efetuar mudanças em suas operações, a Meta poderá se defender perante à Comissão Europeia.

Captura de tela da ferramenta Meta AI
Meta AI possui integração com Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que a Meta diz sobre a notificação da Comissão Europeia?

A Meta se defendeu da notificação da Comissão Europeia reforçando o argumento de que serviços externos de IA podem sobrecarregar os sistemas do WhatsApp e ressaltando que o setor tem outros meios para expressar concorrência:

Existem muitas opções de IA e as pessoas podem utilizá-las por meio de lojas de aplicativos, sistemas operacionais, dispositivos, websites e parcerias com a indústria. A lógica da Comissão assume incorretamente que a API do WhatsApp Business é um canal de distribuição fundamental para esses chatbots.

Existe a possibilidade de que o governo dos Estados Unidos considere a notificação à Meta um cerco da União Europeia a companhias americanas, o que pode aumentar as tensões políticas entre os dois lados.

Mas a União Europeia não está sozinha nos questionamentos à decisão da companhia. Um exemplo disso está no Brasil: o Cade já investiga se a nova política do WhatsApp pode afetar a concorrência em IA no país.

Com informações de CNBC e Bloomberg

União Europeia exige que Meta permita IAs de terceiros no WhatsApp

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta AI possui integração com Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Polícia de São Paulo estreia perfil no WhatsApp para intimar roubo de celular

WhatsApp com símbolo de atenção
SSP usa WhatsApp verificado para enviar intimações oficiais (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A SSP-SP usa o WhatsApp para notificar celulares com restrição criminal, em parceria com a Meta, usando um perfil verificado.
  • Intimações são enviadas por um perfil oficial, e os cidadãos devem confirmar a legitimidade pelo selo de verificação.
  • Desde junho do ano passado, o programa SP Mobile recuperou 17,5 mil aparelhos e enviou mais de 5,4 mil notificações.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) começou a usar o WhatsApp como canal oficial para notificar pessoas associadas a celulares com restrição criminal. A iniciativa é resultado de uma parceria com a Meta e prevê o envio de intimações por meio de um perfil verificado, operado pela Polícia Civil.

A mudança busca dar mais segurança ao processo de comunicação com os cidadãos e resolver problemas técnicos enfrentados anteriormente, como o bloqueio automático de mensagens classificadas como spam.

Como funcionam as notificações oficiais?

De acordo com a SSP, as intimações são enviadas exclusivamente por um perfil oficial com selo de verificação do WhatsApp, indicando que o perfil pertence à Secretaria da Segurança Pública. O Tecnoblog perguntou à secretaria o número oficial da conta, mas não obteve resposta.

A parceria com a Meta também envolve o uso da Interface de Programação de Aplicações (API) da empresa, o que permite maior controle sobre o envio das mensagens e evita que elas sejam barradas pelos sistemas automáticos da plataforma. Nesta semana, cerca de 2 mil notificações estão sendo encaminhadas para celulares que possuem algum tipo de queixa criminal.

As pessoas notificadas devem comparecer à delegacia indicada dentro do prazo informado para prestar esclarecimentos. O comparecimento voluntário, segundo a SSP, é a forma mais simples de resolver a situação e evitar medidas posteriores.

O que o cidadão deve fazer ao receber a mensagem?

Imagem mostra um cadeado azul fechado, centralizado sobre um fundo abstrato em tons de cinza e azul claro, com formas geométricas que sugerem tecnologia e segurança digital. No canto inferior direito, a marca d'água "Tecnoblog" é visível.
Perfil verificado reforça a segurança das notificações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A principal orientação é confirmar a legitimidade da notificação. Mensagens oficiais enviadas pela SSP no WhatsApp sempre exibem o selo de verificação, o que garante que o contato é institucional. A secretaria reforça que a Polícia Civil não solicita senhas, dados bancários, códigos de confirmação nem qualquer tipo de pagamento por Pix ou boleto.

Após receber a intimação, o cidadão deve se dirigir a uma delegacia de sua escolha ou à unidade indicada na mensagem, levando o celular notificado e um documento de identidade original. Caso tenha nota fiscal ou comprovante de compra do aparelho, esses documentos também devem ser apresentados para análise da procedência e da boa-fé na aquisição.

A medida integra o programa SP Mobile, criado em junho do ano passado para combater furtos e roubos de celulares. Desde então, o sistema já recuperou 17,5 mil aparelhos, devolveu 5,9 mil às vítimas e enviou mais de 5,4 mil notificações. A SSP alerta que ignorar uma intimação oficial pode levar à abertura de diligências, incluindo apreensão do aparelho e responsabilização legal.

Polícia de São Paulo estreia perfil no WhatsApp para intimar roubo de celular

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segurança digital (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp se prepara para cumprir regras do ECA Digital

WhatsApp
WhatsApp muda configurações para proteger crianças e adolescentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp implementará configurações de privacidade para usuários menores de 18 anos, restringindo a visibilidade de informações como “Visto por último” e “Recado” apenas para contatos.
  • A mudança atende à Lei 15.211/2025 (ECA Digital), que exige configurações de privacidade protetivas e proíbe o perfilamento de crianças e adolescentes.
  • O WhatsApp também desenvolverá contas secundárias para menores, vinculadas a um adulto responsável, limitando o envio e recebimento de mensagens apenas para contatos conhecidos.

O WhatsApp terá mudanças para se adequar às leis do Brasil. A mais recente versão beta do aplicativo para Android traz, em seu código, configurações de privacidade específicas para usuários com menos de 18 anos, como determina o texto conhecido como ECA Digital.

O WhatsApp não oferecerá a opção “Todos” ao selecionar a visibilidade das informações “Visto por último”, “Recado” e “Links”. Assim, sobram as opções “Ninguém”, “Meus contatos” e “Meus contatos, exceto…”, o que significa que ninguém que está fora da lista de contatos poderá ter acesso a esses dados.

Captura de tela de um smartphone centralizado em fundo cinza, exibindo as configurações de "Privacy" do WhatsApp. Sobre as opções, há um card branco com a ilustração de um cadeado verde e um escudo. O texto informa que, devido a leis no Brasil, as configurações de privacidade mudaram para usuários da idade do proprietário, impedindo a escolha da opção "Todos" para "Visto por último", "Recado" e "Links". No rodapé do aviso, há um botão verde com a palavra "OK". A interface está no idioma inglês.
Tela do mensageiro explica que novas configurações são para cumprir leis brasileiras (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A alteração foi descoberta pelo site WABetaInfo. Ela ainda está em desenvolvimento e não aparece para participantes do programa de testes. Mesmo assim, a publicação conseguiu ativar as telas. Ainda não se sabe se essa é a versão definitiva das alterações.

Por que o WhatsApp fará essas mudanças?

A tela compartilhada pelo WABetaInfo traz a mensagem “Devido às leis do Brasil, algumas configurações de privacidade mudaram para usuários da sua idade”.

No caso, trata-se da Lei 15.211/2025, mais conhecida como ECA Digital ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Ela traz normas para a proteção desse público em ambientes digitais.

O texto define que fornecedores de produtos ou serviços digitais com uso provável de crianças e adolescentes deverão trazer, por padrão, a configuração mais protetiva em relação à privacidade e aos dados pessoais.

As empresas também são obrigadas a prevenir e mitigar riscos de exposição a assédio e intimidação, entre outros conteúdos. Restringir o compartilhamento de recados e links pode ajudar a evitar esse tipo de prática.

O ECA Digital também proíbe o perfilamento de crianças e adolescentes para direcionamento de publicidade — ou seja, a classificação com base em comportamento, renda, preferências e localização, entre outros aspectos.

Sistemas de terceiros, como bots, scrapers e trackers, poderiam usar essas informações para coletar dados e criar perfis dos menores de idade. Com a mudança, eles não têm mais essa possibilidade de acesso.

O ECA Digital foi sancionado em 17 de setembro de 2025 e passará a valer em 17 de março de 2026.

WhatsApp prepara conta para crianças

Em paralelo, o WhatsApp prepara outro recurso voltado a menores de idade. O mensageiro terá contas secundárias para crianças e adolescentes, que serão vinculadas a cadastros de um adulto responsável.

A conta secundária não poderá enviar ou receber mensagens de pessoas que não estão na lista de contatos. O adulto responsável também terá acesso a algumas informações e controle sobre determinadas configurações.

Além do Brasil, outros países vêm adotando legislações mais rígidas para controlar as atividades de crianças e adolescentes na internet. A Austrália e o Reino Unido são alguns exemplos.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp se prepara para cumprir regras do ECA Digital

Mais da metade dos consumidores mudariam de operadora por WhatsApp ilimitado (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela do mensageiro explica que novas configurações são para cumprir leis brasileiras (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Segurança do WhatsApp contra hackers: veja como usar as Configurações Rigorosas de Conta

Ilustração sobre as Configurações rigorosas de conta do WhatsApp
Veja a importância de ativar as configurações rigorosas da conta do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp oferecem uma proteção adicional essencial para usuários que buscam máxima privacidade. O recurso cria barreiras robustas, blindando a conta contra ataques cibernéticos e espionagem.

O sistema opera filtrando anexos desconhecidos e analisando mídias para bloquear códigos maliciosos que possam explorar brechas nos dispositivos. Além disso, ele silencia chamadas suspeitas e oculta dados sensíveis do perfil para pessoas fora da lista de contatos do usuário.

Para ativar a funcionalidade, é preciso acessar as “Configurações” do WhatsApp e tocar em “Privacidade”. Em seguida, na opção “Configurações avançadas”, a pessoa deve selecionar “Configurações rigorosas da conta” para ampliar o nível de segurança do dispositivo.

A seguir, saiba mais detalhes sobre as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp e como usar o recurso para proteger o perfil no mensageiro.

Índice

O que são as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp?

As Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp são um recurso de segurança avançado que amplia as proteções de privacidade e autenticação para evitar ataques cibernéticos. Essa ferramenta centraliza restrições severas contra invasões, spam e coleta de dados, sendo recomendada para perfis que exigem alto nível de proteção e privacidade.

Para que servem as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp?

As Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp elevam a proteção do usuário ao nível máximo, restringindo funções para mitigar riscos de espionagem e ataques cibernéticos. Segundo a Meta, o recurso é voltado para perfis de alto risco, como jornalistas e figuras públicas, que necessitam de uma camada adicional de segurança digital.

Inspirado no “Modo de Bloqueio” da Apple, o sistema desativa recursos vulneráveis e limita interações com desconhecidos para impedir invasões e golpes. Essa configuração prioriza a integridade absoluta dos dados, mesmo que isso reduza a conveniência e a fluidez habitual das funções do aplicativo.

WhatsApp agora tem "configurações rigorosas" contra hackers
As configurações rigorosas do WhatsApp foram criadas para ampliar a segurança dos usuários (imagem: reprodução/Meta)

Por que o WhatsApp criou uma camada extra de segurança?

O WhatsApp introduziu uma camada de segurança para isolar o processamento de mídias e prevenir ataques de “zero-click”. Essa proteção atua como um filtro rigoroso que analisa imagens e vídeos antes que arquivos maliciosos possam explorar vulnerabilidades no sistema do usuário.

A iniciativa é uma resposta a falhas históricas, como a falha “Stagefright” em 2015, onde o sistema operacional processava bibliotecas de forma insegura. A nova arquitetura identifica disparidades em arquivos recebidos, bloqueando execuções automáticas de códigos que tentam comprometer a integridade do dispositivo.

Para garantir a imunidade a erros de gerenciamento de memória, a Meta reescreveu sua biblioteca de processamento usando a linguagem Rust. Essa escolha elimina falhas comuns de segurança, como o transbordamento de buffer, frequentemente exploradas por hackers para invadir sistemas.

A transição substituiu códigos legados por uma implementação moderna, mais eficiente e resiliente contra malwares sofisticados. O resultado é uma barreira proativa que mantém bilhões de usuários protegidos, independentemente do sistema operacional do celular estar ou não atualizado.

Como ativar as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp

As Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp estão sendo lançadas gradualmente para os usuários do mensageiro. Caso a ferramenta ainda não esteja disponível, é importante atualizar o WhatsApp para receber as novidades em breve.

1. Acesse as configurações do WhatsApp

Abra o aplicativo do WhatsApp e acesse as configurações:

  • No Android: toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, e selecione a opção “Configurações”;
  • No iPhone: toque no ícone de “Configurações” ou “Você”, no canto inferior direito da tela.
Acessando as configurações do WhatsApp
Acessando as configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Abra o menu de “Privacidade”

Toque em “Privacidade” para ver o menu com várias opções de configurações de segurança.

Abrindo o menu "Privacidade"
Abrindo o menu “Privacidade” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Toque em “Configurações avançadas” do WhatsApp

No menu “Privacidade”, desça a tela até encontrar a opção “Configurações avançadas” e toque nela para continuar.

Selecionando as "Configurações avançadas"
Selecionando as “Configurações avançadas” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Selecione “Configurações rigorosas da conta”

Toque na opção “Configurações rigorosas da conta” para iniciar o processo para usar o recurso de segurança do WhatsApp. Em seguida, toque em “Avançar”.

Iniciando a ferramenta de "Configurações rigorosas da conta" do WhatsApp
Iniciando a ferramenta de “Configurações rigorosas da conta” do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

5. Ative as “Configurações rigorosas” do WhatsApp

Leia as informações sobre as configurações rigorosas do mensageiro e toque no botão “Ativar” no final da página para avançar.

Ativando as configurações rigorosas do WhatsApp
Ativando as configurações rigorosas do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

6. Confirme o uso das “Configurações rigorosas da conta”

Na janela pop-up, toque em “Ativar” para começar a usar as ferramentas de segurança e privacidade do WhatsApp.

Confirmando a ativação das configurações rigorosas da conta do WhatsApp
Confirmando a ativação das configurações rigorosas da conta do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como funcionam as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp

As configurações rigorosas usam o sistema Kaleidoscope para uma análise profunda de arquivos, identificando estruturas não conformes e extensões mascaradas. Esse filtro impede que anexos de alto risco interajam com o sistema operacional, sendo essencial para proteger o WhatsApp contra ameaças.

A implementação em linguagem Rust mitiga vulnerabilidades críticas de memória, como as falhas de segmentação comuns em linguagens como C e C++. Essa arquitetura usa segurança nativa para isolar bibliotecas, criando uma barreira robusta contra tentativas de exploração de código.

O sistema bloqueia malwares ao sinalizar arquivos perigosos, como executáveis e APKs, aplicando protocolos especiais de manuais no fluxo do usuário. Essa abordagem evita que códigos maliciosos comprometam a integridade dos dados e mantenham total privacidade das conversas.

A segurança é validada por auditorias, análise estática e programas de Bug Bounty que usam o WhatsApp Research para testes. Aliado a SLAs rígidos e APIs de manipulação de buffer, o modelo reduz drasticamente a superfície de ataques externos.

O que acontece ao ativar a camada adicional de proteção do WhatsApp?

Estas são as ações que acontecem ao ativar as configurações restritas de conta do WhatsApp:

  • Filtro de interações externas: bloqueia automaticamente arquivos, links e prévias enviadas por números desconhecidos. Chamadas de pessoas que não estão na lista de contatos e mensagens em massa (spam) são silenciadas por padrão;
  • Blindagem de dados do perfil: restringe a visualização da foto de perfil, status “visto por último” e “recados” somente para os contatos salvos ou uma lista pré-aprovada pelo usuário. Isso impede que terceiros coletem informações pessoais para golpes;
  • Restrição de inserção em grupos: proíbe que pessoas fora da agenda do usuário adicionem o número a grupos sem autorização prévia. Convites externos passam a exigir uma aprovação manual obrigatória;
  • Autenticação e alertas ativos: torna obrigatória a verificação em duas etapas e ativa avisos imediatos sobre mudanças na criptografia. Isso assegura a identidade do usuário em novos acessos;
  • Foco no dispositivo principal: centraliza o gerenciamento de segurança apenas no celular físico do proprietário. Impede que hackers alterem configurações críticas via WhatsApp Web ou Desktop.
Ilustração sobre as Configurações rigorosas de conta do WhatsApp
As configurações rigorosas da conta do WhatsApp trazem vários recursos que reforçam a segurança do usuário (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Consigo desativar as Configurações Rigorosas de Conta do WhatsApp?

Sim, você deve acessar o menu “Configurações Avançadas” no menu “Privacidade” do WhatsApp. Em seguida, abra a opção “Configurações rigorosas da conta” e toque no botão “Desativar” para desabilitar as proteções da ferramenta de segurança do mensageiro.

O WhatsApp conta com outros recursos de segurança?

Estes são os principais recursos e configurações de privacidade do WhatsApp disponíveis para os usuários:

  • Criptografia de ponta a ponta do WhatsApp: assegura que apenas os participantes da conversa (remetente e destinatário) leiam as mensagens, impedindo que a Meta ou terceiros interceptem o conteúdo trafegado;
  • Verificação em duas etapas do WhatsApp: cria uma camada de defesa adicional ao exigir um PIN numérico sempre que houver uma tentativa de registrar o número em um novo celular;
  • Bloqueio do WhatsApp com senha biométrica: protege o acesso ao aplicativo ou a conversas específicas usando uma autenticação via impressão digital ou reconhecimento facial, impedindo o uso por pessoas não autorizadas;
  • Backup criptografado do WhatsApp: aplica uma camada de segurança às mensagens salvas na nuvem (Google Drive ou iCloud), tornando-as inacessíveis sem a senha definida pelo usuário;
  • Cadastrar e-mail de login no WhatsApp: permite vincular um endereço eletrônico para facilitar a recuperação da conta e possibilita o uso de passkeys, tornando o acesso mais resistente a golpes ou invasões;
  • Senha no WhatsApp Web: oferece a opção de configurar um código de tela para a versão de navegador, garantindo que os chats não fiquem expostos em computadores compartilhados;
  • Visualização única e controle de grupos: impede a captura de tela em fotos ou vídeos temporários e permite restringir quem pode adicionar o número em grupos desconhecidos;
  • Proteção de endereço IP em chamadas: oculta a localização geográfica real durante chamadas ao rotear a conexão pelos servidores da empresa, aumentando o anonimato digital.

Segurança do WhatsApp contra hackers: veja como usar as Configurações Rigorosas de Conta

Veja a importância de ativar as configurações rigorosas da conta do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp agora tem "configurações rigorosas" contra hackers (imagem: reprodução/Meta)

Acessando as configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Privacidade" (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Selecionando as "Configurações avançadas" (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Iniciando a ferramenta de "Configurações rigorosas da conta" do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ativando as configurações rigorosas do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Confirmando a ativação das configurações rigorosas da conta do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

As configurações rigorosas da conta do WhatsApp trazem vários recursos que reforçam a segurança do usuário (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como ocultar conversas trancadas no WhatsApp

Ilustração sobre a configuração para ocultar conversas trancadas dos WhatsApp
Veja o passo a passo para ocultar as conversas trancadas do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ocultar as conversas trancadas no WhatsApp remove a pasta protegida da lista principal, garantindo que ninguém saiba de sua existência. O recurso exige um código secreto para o atalho aparecer apenas via busca, reforçando a privacidade do usuário.

Para configurar a função, é necessário criar um código secreto nas configurações da pasta “Conversas trancadas” no aplicativo para celular Android ou iPhone. Em seguida, basta ativar a opção de ocultar para o acesso direto sumir da tela inicial do mensageiro no smartphone ou PC.

Assim, a pessoa deve digitar o código na busca do WhatsApp para visualizar o atalho para as conversas trancadas. Vale dizer que, ao usar esse método, o código substitui a necessidade de biometria ou senha para abrir a pasta.

A seguir, saiba como ocultar as conversas trancadas e acessar os bate-papos escondidos no WhatsApp.

Como ocultar conversas trancadas no WhatsApp

1. Acesse a pasta “Conversas trancadas” do WhatsApp

Abra o WhatsApp no seu celular e acesse as suas “Conversas trancadas” do WhatsApp.

Acessando a pasta "Conversas Trancadas"
Acessando a pasta “Conversas Trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra as configurações das “Conversas trancadas”

Acesse o menu de opções das “Conversas trancadas”:

  • No iPhone: toque em “Configurações”, no canto superior direito da tela;
  • No Android: toque no ícone de três pontos, no canto superior direito da tela, e selecione a opção “Configurar conversas trancadas”.
Abrindo as configurações de Conversas trancadas
Abrindo as configurações de Conversas trancadas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Código secreto” do WhatsApp

Toque na opção “Código secreto” para criar uma combinação e proteger as conversas trancadas do WhatsApp.

Selecionando a opção "Código secreto" do WhatsApp
Selecionando a opção “Código secreto” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Crie um código secreto para o WhatsApp

Crie um código secreto para o WhatsApp e toque em “Avançar”. Em seguida, repita o código para a confirmação e toque em “OK”.

Criando um código secreto no WhatsApp
Criando um código secreto no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Ative a opção “Ocultar conversas trancadas”

Toque na chave ao lado da opção “Ocultar conversas trancadas” no WhatsApp para ativar o recurso do aplicativo.

Ativando a opção "Ocultar conversas trancadas"
Ativando a opção “Ocultar conversas trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Escolha “usar código secreto” do WhatsApp

Toque na opção “Usar código secreto” para configurar a funcionalidade para ocultar conversas no WhatsApp.

Escolhendo "Usar código secreto" do WhatsApp
Escolhendo “Usar código secreto” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Confirme o uso do “código secreto”

Digite novamente o código secreto e toque em “OK” para ativar o recurso para ocultar conversas trancadas no WhatsApp. Assim, você deverá inserir o código para visualizar o atalho para pasta de “Conversas trancadas”.

Inserindo o código secreto do WhatsApp para confirmação
Inserindo o código secreto do WhatsApp para confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar as conversas trancadas e ocultadas no WhatsApp

1. Abra a pesquisa do WhatsApp

Abra o WhatsApp no celular e toque no campo de pesquisa, na parte superior da tela.

Importante: esse método também pode ser usado para acessar as conversas trancadas e ocultadas no WhatsApp Web e Desktop. 

Acessando a pesquisa do WhatsApp
Acessando a pesquisa do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Insira o código secreto do WhatsApp

No campo de pesquisa, digite o código secreto do WhatsApp para revelar o atalho “Conversa Secreta”

Digitando o código secreto do WhatsApp
Digitando o código secreto do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Conversas trancadas”

Por fim, toque na opção “Conversas trancadas” para visualizar os chats ocultados.

Importante: o WhatsApp não irá solicitar a autenticação via senha ou biometria para acessar as conversas que estavam protegidas.

Abrindo a pasta "Conversas trancadas" do WhatsApp
Abrindo a pasta “Conversas trancadas” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Posso ocultar conversas trancadas do WhatsApp pelo PC?

Não é possível realizar o processo para esconder a pasta de conversas trancadas do WhatsApp pelo PC, pois o ajuste do código secreto é exclusivo para dispositivos móveis. Entretanto, é possível trancar uma conversa do WhatsApp ou acessar os chats ocultos pelas versões Web e Desktop.

Consigo acessar as conversas ocultadas do WhatsApp se esqueci o código secreto?

Não dá para abrir as conversas ocultadas do WhatsApp sem o código secreto, pois esse é um recurso de segurança do mensageiro. A única alternativa é usar a opção “Destrancar e limpar todas as conversas” nas configurações de Privacidade do WhatsApp no celular.

No entanto, ao usar essa ferramenta, o sistema excluirá permanentemente todas as mensagens e mídias protegidas. Este procedimento restaura as conversas trancadas na lista principal, mas exige que a pessoa recomece do zero.

Portanto, é recomendado usar essa opção em último caso, ciente de que o histórico será totalmente deletado. Essa medida de segurança impede que terceiros acessem os dados sigilosos do usuário sem a combinação correta.

Posso desocultar conversas trancadas no WhatsApp?

Sim, você deve desativar a opção “ocultar conversas trancadas” nas configurações do menu de “Conversas trancadas”. Dessa maneira, será possível ver a opção da pasta protegida na lista principal e o acesso voltará ser feito por meio da biometria ou senha do dispositivo.

Como ocultar conversas trancadas no WhatsApp

Veja o passo a passo para ocultar as conversas trancadas do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acessando a pasta "Conversas Trancadas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as configurações de Conversas trancadas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Código secreto" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Criando um código secreto no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a opção "Ocultar conversas trancadas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo "Usar código secreto" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o código secreto do WhatsApp para confirmação (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a pesquisa do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Digitando o código secreto do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a pasta "Conversas trancadas" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Como trancar conversas no WhatsApp

Ilustração mostrando o recurso "Trancar conversas" do WhatsApp
Veja o passo a passo para trancar conversas no WhatsApp e acessar o bate-papos ocultos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As conversas trancadas do WhatsApp garantem uma camada extra de privacidade, ocultando chats específicos da lista principal. Esse recurso é ideal para proteger informações sensíveis, movendo as mensagens para uma pasta segura acessível apenas por biometria ou senha.

Para ativar essa função, basta selecionar um contato no aplicativo para celular ou no PC e escolher a opção “Trancar conversa”. Isso garante que o bate-papo permaneça inacessível para terceiros que usem o aparelho.

Para visualizar os chats ocultos, é necessário acessar a pasta de “Conversas trancadas”. Após realizar a autenticação rápida, todas as mensagens protegidas serão exibidas para leitura ou resposta segura.

A seguir, veja o passo a passo para proteger conversas importantes no WhatsApp e ampliar a privacidade ao usar o mensageiro.

Índice

Como trancar uma conversa no WhatsApp no celular

1. Selecione a conversa que será trancada

Abra o aplicativo do WhatsApp no celular e, na aba “Conversas”, segure o toque em cima do chat individual ou grupo que você deseja trancar.

Selecionando o chat que será trancando no WhatsApp
Selecionando o chat que será trancando no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse a opção “Trancar conversa”

Abra as opções para trancar conversa no WhatsApp:

  • No iPhone: toque na opção “Trancar conversa” para avançar;
  • No Android: toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, e selecione “Trancar conversa”.
Ativando o recurso "Trancar conversa"
Ativando o recurso “Trancar conversa” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Confirme que a ação para trancar conversa no WhatsApp

Veja a mensagem informando que para acessar conversas trancadas no WhatsApp será necessário usar a biometria (impressão digital ou reconhecimento facial) ou senha cadastrada no dispositivo. Então, toque em “Continuar” para concluir.

Confirmando o trancamento da conversa no WhatsApp
Confirmando o trancamento da conversa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Veja a pasta “Conversas trancadas”

Na guia “Conversas” do WhatsApp, arraste o dedo para baixo para visualizar mais opções de chats. Então, toque em “Conversas trancadas” para acessar a pasta oculta e realizar a autenticação.

Acessando a pasta "Conversas trancadas"
Acessando a pasta “Conversas trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Abra as configurações da pasta “Conversas trancadas”

Na pasta “Conversas trancadas” do WhatsApp, toque em “Configurações” ou no ícone de três pontos no canto superior direito da tela, para abrir um novo menu.

Abrindo as configurações do menu "Conversas trancadas"
Abrindo as configurações do menu “Conversas trancadas” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Toque na opção “Código secreto”

Toque em “Código secreto” para iniciar a configuração de uma senha para acessar as conversas trancadas do WhatsApp no PC. 

Importante: também é necessário ativar esse recurso para poder trancar conversas pelo WhatsApp Web ou Desktop.

Ativando o recurso "Código secreto" do WhatsApp
Ativando o recurso “Código secreto” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Cadastre o “código secreto” do WhatsApp

No campo “Código secreto”, digite a combinação que você usará para ver as conversas ocultas em outros dispositivos conectados a conta. Em seguida, repita a senha e toque em “OK” para concluir a configuração.

Criando uma combinação para o código secreto do WhatsApp
Criando uma combinação para o código secreto do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como trancar uma conversa no WhatsApp no PC

1. Selecione a conversa que você deseja trancar

Clique com o botão direito do mouse em cima do chat do WhatsApp que você deseja proteger para abrir um menu de opções.

Importante: esse passo a passo serve para o WhatsApp Web e a versão Desktop. Além disso, essa opção fica disponível somente após criar o código secreto no aplicativo do mensageiro no celular.

Abrindo as opções da conversa que será trancada no WhatsApp
Abrindo as opções da conversa que será trancada no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique em “Trancar conversa”

Clique em “Trancar conversa” do WhatsApp para avançar.

Selecionando o recurso "Trancar conversa" do WhatsApp
Selecionando o recurso “Trancar conversa” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Digite o código secreto do WhatsApp

Digite o código secreto cadastrado no aplicativo do WhatsApp e clique em “Continuar” para confirmar a ação. Então, o chat será movido para a pasta “Conversas trancadas”.

Inserindo o código secreto para trancar a conversa do WhatsApp
Inserindo o código secreto para trancar a conversa do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar uma conversa trancada do WhatsApp no celular

1. Arraste a tela para baixo na guia “Conversas” do WhatsApp

Na guia “Conversas” do WhatsApp, arraste o dedo para baixo na tela para exibir a pasta “Conversas trancadas”.

Deslizando a tela do WhatsApp para baixo
Deslizando a tela do WhatsApp para baixo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque em “Conversas trancadas”

Toque em cima da opção “Conversas trancadas” e realize a autenticação com a biometria ou senha cadastrada para ver a conversa trancada no WhatsApp.

Acessando as conversas trancadas do WhatsApp no celular
Acessando as conversas trancadas do WhatsApp no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar uma conversa trancada no WhatsApp Web

1. Clique em “Conversas trancadas” no WhatsApp Web

Acesse o WhatsApp Web pelo navegador e, se necessário, faça login na plataforma. Então, clique na opção “Conversas trancadas” em cima dos bate-papos abertos do mensageiro.

Selecionando a pasta Conversas trancadas no WhatsApp Web
Selecionando a pasta Conversas trancadas no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Insira o código secreto

Na janela pop-up, digite o código secreto cadastrado no aplicativo no celular. Depois, clique em “Continuar” para acessar as conversas trancadas do WhatsApp.

Digitando o código secreto para acessar a pasta "Conversas Trancadas" no WhatsApp Web
Digitando o código secreto para acessar a pasta “Conversas Trancadas” no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como acessar uma conversa trancada no WhatsApp Desktop

1. Clique no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop

Abra o WhatsApp Desktop no seu PC e, em seguida, clique no ícone de cadeado no canto esquerdo da tela para acessar a pasta de conversa trancada.

Clicando no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop
Clicando no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Digite o código secreto

Na janela pop-up, insira o código secreto cadastrado no aplicativo para abrir as conversas trancadas no WhatsApp. Então, clique em “Continuar” para visualizar a pasta com os chats ocultados.

Inserindo o código secreto para abrir as conversas trancadas no WhatsApp Desktop
Inserindo o código secreto para abrir as conversas trancadas no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que acontece ao trancar a conversa do WhatsApp?

Estas são as ações que ocorrem ao trancar a conversa do WhatsApp:

  • Pasta de acesso restrito: o chat sai da caixa de entrada principal para uma pasta oculta, acessível apenas por biometria ou senha no celular ou por um código secreto no PC;
  • Notificações sigilosas: os avisos de novas mensagens escondem o conteúdo e o nome do contato, exibindo apenas um aviso genérico de “WhatsApp: 1 nova mensagem”;
  • Mídia protegida na galeria: as fotos e vídeos recebidos na conversa trancada não são salvos automaticamente na galeria do celular, reforçando a privacidade;
  • Chamadas inalteradas: o bloqueio não se aplica a ligações de voz ou vídeo. O dispositivo tocará e exibirá quem está ligando normalmente, mesmo com o chat trancado;
  • Privacidade do contato: a pessoa ou grupo não recebe nenhum aviso sobre o trancamento. Para eles, a interação e os status de visualização permanecem inalterados;
  • Sincronização entre dispositivos: ao definir um código secreto, as conversas são ocultadas também no WhatsApp Web e Desktop, exigindo a senha para aparecerem na busca;
  • Gestão de backup: as mensagens trancadas são incluídas no backup em nuvem, mas se você esquecer o código secreto e precisar limpá-lo, as conversas protegidas serão apagadas;
  • Regras de ativação: o recurso é válido para chats individuais e grupos, mas exige que as conversas arquivadas retornem à caixa de entrada antes de serem ocultadas.

Posso ocultar uma conversa trancada no WhatsApp?

Sim, dá para esconder uma conversa trancada do WhatsApp ao ativar a função “ocultar conversas trancadas” nas configurações da pasta protegida. Com esse recurso de privacidade do WhatsApp, a pasta some da lista e reaparece somente ao digitar o código secreto na barra de pesquisa.

Por que não consigo trancar uma conversa do WhatsApp?

Estes são alguns pontos que podem impedir você de trancar uma conversa do WhatsApp:

  • Ausência de bloqueio de tela: o recurso exige que o sistema do celular tenha uma senha ou biometria ativa (impressão digital ou reconhecimento facial) para validar o acesso às mensagens ocultas;
  • Sem código secreto: o trancamento no PC apenas funciona se o usuário configurar previamente o código secreto nas configurações das conversas trancadas no aplicativo para celular;
  • Conversas arquivadas: os chats movidos para o arquivo ficam impedidos de serem trancados. É necessário desarquivá-los primeiro para que a opção de ocultar apareça no menu;
  • Limitação de grupos e comunidades: a ferramenta foca apenas em chats individuais e grupos comuns. Os canais de transmissão e comunidades não podem ser trancados;
  • Problemas de cache: o acúmulo de dados temporários pode afetar o desempenho do app. Tente limpar o cache ou reinstalar o aplicativo para evitar a instabilidade;
  • Aplicativo desatualizado: o recurso exige que a versão mais recente do WhatsApp esteja instalada no dispositivo. Verifique se há atualizações do app no App Store no iPhone ou na Play Store no Android.

Consigo acessar conversas trancadas do WhatsApp via PC se esqueci o código?

Não dá para abrir as conversas trancadas do WhatsApp no PC sem o código secreto, pois essa proteção é sincronizada entre os dispositivos. Contudo, é possível redefinir o código secreto pelo celular para recuperar o acesso à pasta oculta no WhatsApp Web ou Desktop.

Outra opção é usar a função de “Limpar e destrancar tudo” nas configurações de privacidade do aplicativo no smartphone. Essa ação remove a trava de segurança imediatamente, permitindo que as mensagens cheguem normalmente em todas as telas.

No entanto, ao escolher a limpeza total para recuperar o acesso, todo o histórico de mensagens das conversas trancadas será apagado permanentemente. Após o procedimento, os chats retornarão à tela inicial do WhatsApp sem conteúdo, exigindo um novo trancamento.

Consigo destrancar as conversas no WhatsApp?

Sim, dá para destrancar individualmente uma conversa ao acessar a pasta “Conversas trancadas”. Abra a chat oculto, toque no nome do contato ou do grupo e, ao ver as configurações, desative a chave “Conversas trancadas” para retornar à lista principal.

Essa ação remove a exigência de biometria ou senha, tornando as mensagens visíveis a qualquer pessoa que abrir o app. Além disso, todo o histórico anterior é preservado e movido automaticamente para a caixa de entrada comum.

Qual é a diferença entre trancar e arquivar conversas do WhatsApp?

Trancar conversas do WhatsApp é a função que move o chat para uma pasta oculta protegida por biometria ou senha, removendo o conteúdo da caixa de entrada. É a escolha ideal de segurança para proteger bate-papos confidenciais contra o acesso de terceiros que estejam com o aparelho em mãos.

Arquivar conversas do WhatsApp é o recurso que transfere o chat da tela principal para uma pasta separada, ocultando a conversa da lista inicial para reduzir distrações. Esse recurso foca na organização, silenciando notificações de novas mensagens a menos que a pessoa seja mencionada ou receba uma resposta direta.

Como trancar conversas no WhatsApp

Veja o passo a passo para trancar conversas no WhatsApp e acessar o bate-papos ocultos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Selecionando o chat que será trancando no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso "Trancar conversa" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando o trancamento da conversa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a pasta "Conversas trancadas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as configurações do menu "Conversas trancadas" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando o recurso "Código secreto" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Criando uma combinação para o código secreto do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as opções da conversa que será trancada no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o recurso "Trancar conversa" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o código secreto para trancar a conversa do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Deslizando a tela do WhatsApp para baixo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando as conversas trancadas do WhatsApp no celular (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a pasta Conversas trancadas no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Digitando o código secreto para acessar a pasta "Conversas Trancadas" no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando no ícone de cadeado no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Inserindo o código secreto para abrir as conversas trancadas no WhatsApp Desktop (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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WhatsApp decide cobrar por mensagens de robôs de IA

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
A cobrança começa em 16 de fevereiro e será aplicada a respostas que não sejam mensagens de modelo pré-definido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta decidiu cobrar desenvolvedores por chatbots de IA no WhatsApp em países onde reguladores impedem o bloqueio dessas ferramentas. A cobrança é de R$ 0,35 por mensagem a partir de 16 de fevereiro.
  • No Brasil, a Justiça suspendeu uma decisão do Cade que impedia a aplicação das novas regras do WhatsApp para bots de IA, permitindo à Meta restringir ou condicionar o uso de ferramentas de terceiros.
  • A medida gerou debates regulatórios na Europa e no Brasil, com investigações sobre práticas anticompetitivas. Provedores como OpenAI e Microsoft já anunciaram a retirada de seus bots da plataforma no Brasil.

A Meta decidiu cobrar desenvolvedores pelo uso de chatbots de inteligência artificial no WhatsApp em países onde autoridades regulatórias impediram o bloqueio dessas ferramentas. A medida marca um novo capítulo na disputa entre a empresa e órgãos de defesa da concorrência.

No Brasil, o tema ganhou força após a Justiça suspender uma decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que impedia a aplicação das novas regras do WhatsApp para bots de IA. Com isso, a Meta voltou a ter respaldo jurídico para restringir ou condicionar a atuação de ferramentas de terceiros no aplicativo.

Como funciona a cobrança?

A Meta anunciou que vai cobrar desenvolvedores pela execução de chatbots de IA no WhatsApp em regiões onde reguladores exigem que a empresa permita esse tipo de integração. O primeiro mercado afetado é a Itália, após o órgão de concorrência do país pedir, em dezembro, a suspensão do bloqueio a bots de terceiros.

Segundo a empresa, a cobrança começa em 16 de fevereiro e será aplicada a respostas que não sejam mensagens de modelo pré-definido. O preço informado é de cerca de R$ 0,35 por mensagem, o que pode gerar custos elevados para desenvolvedores cujos bots trocam milhares de interações diárias com usuários.

Hoje, o WhatsApp já cobra empresas pelo uso de sua API em mensagens padronizadas, como comunicações de marketing, autenticação ou avisos de pagamento e entrega. A novidade é a inclusão das respostas geradas por inteligência artificial nesse modelo tarifário.

“Nos casos em que somos legalmente obrigados a fornecer chatbots de IA por meio da API do WhatsApp Business, estamos introduzindo preços para as empresas que optam por usar nossa plataforma para fornecer esses serviços”, afirmou um porta-voz da Meta ao TechCrunch. A empresa reconhece que a decisão pode servir de precedente para outros países caso seja obrigada a recuar em novas investigações.

Ilustração com logo da Meta ao centro. Ao fundo, a imagem de duas mãos com os dedos indicadores se tocando. Na parte inferior direita, está o logo do Tecnoblog.
Meta cobrará desenvolvedores pela execução de chatbots de IA no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que Brasil e Europa entraram no radar regulatório?

A Meta anunciou em outubro que bloquearia todos os chatbots de IA de terceiros. A empresa alegou que seus sistemas não foram projetados para lidar com respostas automatizadas em larga escala e que estavam sendo sobrecarregados.

“O surgimento de chatbots com IA em nossa API Business sobrecarregou nossos sistemas para um nível que eles não foram projetados para suportar. Essa lógica pressupõe que o WhatsApp seja, de alguma forma, uma loja de aplicativos de fato. O caminho para o mercado para empresas de IA são as próprias lojas de aplicativos, seus sites e parcerias com o setor; não a plataforma WhatsApp Business”, afirmou a companhia.

Desde então, autoridades regulatórias na União Europeia, Itália e Brasil passaram a investigar possíveis práticas anticompetitivas.

No Brasil, a Superintendência-Geral do Cade havia suspendido preventivamente as novas regras, mas a 20ª Vara Federal do Distrito Federal derrubou a liminar. A Meta passou a orientar desenvolvedores a não oferecerem bots de IA no WhatsApp para usuários brasileiros. Provedores como OpenAI, Perplexity e Microsoft já haviam anunciado que seus bots deixariam de funcionar na plataforma após 15 de janeiro, redirecionando usuários para sites e aplicativos próprios.

WhatsApp decide cobrar por mensagens de robôs de IA

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp agora tem “configurações rigorosas” contra hackers

WhatsApp agora tem "configurações rigorosas" contra hackers
WhatsApp agora tem “configurações rigorosas” contra hackers (imagem: reprodução/Meta)
Resumo
  • WhatsApp introduziu Configurações Rigorosas da Conta para aumentar segurança contra hackers;
  • Funções como acesso a anexos de números desconhecidos e pré-visualização de links são desativadas por padrão; chamadas de números desconhecidos são silenciadas automaticamente;
  • Ativação da novidade é recomendada somente para usuários com maior risco de ataques cibernéticos.

Quem está sob risco iminente de ter contas em serviços online atacadas costuma usar plataformas de mensagens mais focadas em privacidade, como o Signal. Mas, para muitas dessas pessoas, é inviável abrir mão do WhatsApp. A boa notícia é que o mensageiro agora conta com recursos mais avançados de segurança.

São as Strict Account Settings ou, em português, Configurações Rigorosas da Conta. A própria Meta enfatiza que a novidade é uma camada adicional de proteção contra hackers.

Como isso funciona? Ativando configurações que bloqueiam ou restringem funcionalidades que, de alguma forma, podem ser exploradas para captura de dados ou invasão, mesmo quando a possibilidade de isso acontecer é pequena.

A verificação em duas etapas passa a ser obrigatória, bem como as notificações de segurança. Por outro lado, o acesso a anexos e arquivos de mídia (como fotos) fica desativado quando oriundos de números desconhecidos. A pré-visualização de links também é desativada por padrão.

Chamadas de números desconhecidos são silenciadas automaticamente. Quando uma chamada é feita, mesmo que para um número conhecido, seu endereço IP é ocultado.

Foto de perfil e avisos de visualização de mensagens são mostrados apenas para números em sua lista de contatos ou para pessoas selecionadas. Por fim, somente essas pessoas podem adicionar você em grupos.

Como ativar as Configurações Rigorosas da Conta no WhatsApp?

É fácil:

  1. no WhatsApp para Android ou iOS, vá em Configurações / Privacidade / Configurações Avançadas (pode ser necessário rolar a tela);
  2. toque na opção que ativa as configurações avançadas;
  3. vá em Mostrar configurações bloqueadas se quiser visualizar tudo o que foi restringido.
Ativando as Strict Account Settings do WhatsApp
Ativando as Strict Account Settings do WhatsApp (animação: reprodução/Meta)

Se o novo modo de segurança ainda não apareceu para você, basta aguardar. A liberação da novidade está sendo feita em escala global, mas de modo gradativo.

Note que a ativação do novo modo de segurança não é recomendada para todo mundo. A Meta enfatiza que o recurso foi desenvolvido para usuários com mais chances de serem alvos de ataques cibernéticos, como jornalistas e figuras públicas. Para quem tem cônjuge ciumento também, imagino.

Falando em novos recursos, vale destacar que o WhatsApp também pode ter versões pagas neste ano, que adicionam, principalmente, recursos de IA à conta do assinante.

WhatsApp agora tem “configurações rigorosas” contra hackers

WhatsApp agora tem "configurações rigorosas" contra hackers (imagem: reprodução/Meta)
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Meta é acusada de enganar usuários sobre criptografia no WhatsApp

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Criptografia do WhatsApp está sob escrutínio da Justiça dos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Uma nova ação judicial nos EUA acusa a Meta de enganar usuários sobre a criptografia do WhatsApp, questionando a promessa de privacidade do app.
  • A denúncia alega que funcionários da Meta poderiam acessar mensagens de usuários por meio de procedimentos internos, sem verificações rigorosas.
  • A Meta nega as acusações, afirmando que o WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta baseada no protocolo Signal e descreve o processo como infundado.

Um processo protocolado nos Estados Unidos reacendeu o debate sobre a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp, um dos principais pilares de privacidade defendidos pela Meta. A ação, revelada pela Bloomberg no último domingo (25/01) e que voltou a ganhar força nos últimos dias após ampla repercussão no X, acusa a empresa de enganar usuários ao afirmar que não consegue acessar o conteúdo das mensagens.

O caso envolve um grupo internacional de denunciantes, incluindo representantes do Brasil, que questionam se a chamada criptografia end-to-end funciona mesmo da forma como é divulgada. A discussão se intensificou nas redes sociais após usuários cobrarem mais transparência da empresa sobre seus sistemas internos e auditorias independentes.

A Meta rejeita as alegações.

O que diz a ação contra a Meta?

A ação foi apresentada em um tribunal distrital de San Francisco e reúne autores de países como Austrália, México, África do Sul, Índia e Brasil. Segundo a denúncia, a Meta teria feito afirmações enganosas ao garantir que apenas remetente e destinatário conseguem acessar mensagens trocadas no WhatsApp.

O processo cita denunciantes internos descritos como “corajosos”, que alegam que funcionários da Meta e do WhatsApp poderiam solicitar acesso a mensagens de usuários por meio de procedimentos internos simples. De acordo com a acusação, bastaria abrir uma solicitação interna para que engenheiros liberassem o acesso, supostamente sem checagens rigorosas.

“A criptografia de ponta a ponta significa que a Meta não pode ler suas conversas. Então ou essa manchete está errada, ou a Meta vendeu um conto de fadas sobre privacidade. Qual é a verdade, Meta? Publiquem o modelo exato de ameaças, detalhes de gerenciamento de chaves e uma auditoria independente, ou parem de vender ‘privacidade’ para bilhões”, escreveu um usuário no X.

“End-to-end encrypted” means Meta can’t read your chats. So either this headline is wrong, or Meta’s been selling a privacy fairy tale.

Which is it, Meta?
Publish the exact threat model, key management details, and an independent audit, or stop marketing “private” to billions.

— S. Blackwood | Briefs (@BlackwoodBrief) January 27, 2026

Meta pode acessar mensagens do WhatsApp?

Segundo o texto do processo, após a liberação interna, mensagens apareceriam em ferramentas usadas por funcionários, misturadas a conteúdos de fontes não criptografadas, sem necessidade de uma etapa adicional de descriptografia. A denúncia afirma ainda que o acesso poderia incluir mensagens antigas, inclusive aquelas que usuários acreditam ter apagado.

WhatsApp / Criptografia
Um processo protocolado nos EUA reacendeu o debate sobre a criptografia de ponta a ponta do WhatsApp

Apesar do tom das acusações, a ação não apresenta detalhes técnicos que comprovem o funcionamento descrito. Ainda assim, o caso atinge diretamente um dos principais argumentos comerciais do WhatsApp: a criptografia baseada no protocolo Signal, ativada por padrão.

A Meta enviou ao Tecnoblog um posicionamento que nega integralmente as acusações:

“Qualquer alegação de que as mensagens das pessoas no WhatsApp não são criptografadas é categoricamente falsa e absurda. O WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década. Este processo é uma obra de ficção sem fundamento, e buscaremos sanções contra os autores da ação.”

Antes disso, a empresa já havia classificado a ação como “frívola”, reiterando que não tem acesso ao conteúdo das mensagens. Os advogados dos denunciantes pedem que o caso seja transformado em uma ação coletiva, o que pode ampliar o alcance da disputa judicial.

Meta é acusada de enganar usuários sobre criptografia no WhatsApp

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta planeja lançar planos de assinatura (pagos) para WhatsApp, Facebook e Instagram, mantendo os recursos principais gratuitos;
  • Recursos pagos incluirão funções de inteligência artificial, como geração de vídeos via Vibes e agentes de IA da Manus;
  • WhatsApp pode ainda ter versão paga sem anúncios por 4 euros mensais.

Um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares do mundo deve ganhar uma modalidade paga nos próximos meses. A Meta revelou que está se preparando para testar planos de assinatura no WhatsApp. Novos recursos pagos também devem chegar ao Facebook e ao Instagram.

Em todos esses serviços, os recursos principais continuarão gratuitos. Apenas funções extras ou complementares farão parte dos planos pagos. Isso significa que WhatsApp, Facebook e Instagram não se tornarão obrigatoriamente pagos, mas oferecerão recursos premium a quem estiver disposto a pagar por eles.

Pagar quanto? Bom, estimativas de preços ainda não foram dadas pela Meta.

Quais serão os recursos pagos do WhatsApp?

Talvez nem a própria Meta saiba ao certo. A companhia informou ao TechCrunch que testará recursos pagos nos mencionados serviços, mas deu poucos detalhes sobre eles.

Sabe-se, contudo, que recursos de inteligência artificial deverão fazer parte do pacote. Nesse sentido, a Meta considera oferecer uma opção de geração de vídeos via Vibes, ferramenta anunciada em 2025 que usa IA para produzir filmes curtos. Esse recurso deverá ser interessante principalmente para quem gosta de publicar Reels no Instagram ou vídeos nos Status do WhatsApp.

Ainda no campo da inteligência artificial, está nos planos colocar entre os recursos pagos os agentes de IA da Manus, startup adquirida pela Meta no fim de 2025 por cerca de US$ 2 bilhões.

Tratando especificamente do WhatsApp, o WABetaInfo reportou recentemente que o mensageiro poderá ter uma versão paga que não exibe anúncios publicitários.

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios
Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Neste ponto, convém destacar que alguns usuários já se deparam com anúncios nos Status do WhatsApp ou sob a forma de canais promovidos na área Atualizações do serviço.

O WABetaInfo divulgou capturas de tela que mostram a ativação do recurso que inibe anúncios no WhatsApp mediante o pagamento de 4 euros (R$ 25, na conversão direta) por mês. Isso sugere que essa opção, quando for lançada, será oferecida à parte em relação aos planos pagos que terão funções de IA.

De igual forma, o Meta Verified, que adiciona selo de verificação e recursos para criadores de conteúdo ou organizações nos serviços da companhia, deverá continuar sendo oferecido como uma assinatura mensal à parte.

É claro que tudo isso pode mudar quando a Meta lançar os tais planos pagos. Fiquemos de olho.

WhatsApp pago? Meta quer cobrar por algumas funções

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Plano pago no WhatsApp que não exibe anúncios, recurso ainda não oficial (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Como escrever com IA no WhatsApp usando a Meta AI

imagem de um celular exibindo a ferramenta de ajuda para escrever do WhatsApp com o Meta AI
Saiba o passo a passo para usar a escrita com IA no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O recurso Ajuda para Escrever, ou Writing Help, do WhatsApp usa o assistente Meta AI para criar e revisar as mensagens diretamente na conversa. Ele ajusta o tom e o estilo do texto, permitindo transformar rascunhos simples em conteúdos elaborados com apenas alguns toques.

Para usar a ferramenta, é necessário ativar a função “Processamento Privado” nas configurações do mensageiro. Em seguida, o assistente inteligente é habilitado no teclado virtual do app no iPhone ou Android, sendo representado por um ícone de lápis com estrela.

O Writing Help do WhatsApp protege a privacidade e os dados do usuário através do processamento local e de conexões totalmente criptografadas. Isso garante que nem mesmo a Meta tenha acesso ao conteúdo das mensagens durante o uso.

A seguir, veja o passo a passo para ativar o Processamento Privado e como usar a Ajuda para escrever do Meta AI no WhatsApp.

Índice

Como ativar os recursos de Processamento Privado do WhatsApp

1. Acesse as configurações do WhatsApp

Abra o aplicativo do WhatsApp no seu celular e vá até configurações:

  • No iPhone: toque no botão de “Configurações” ou “Você”, no canto inferior direito;
  • No Android: toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, e selecione “Configurações”.
Abrindo o menu "Configurações" no WhatsApp
Abrindo o menu “Configurações” no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Conversas” do WhatsApp

No menu “Configurações”, toque em “Conversas” para ver mais opções de recursos.

Acessando o menu "Conversas" do WhatsApp
Acessando o menu “Conversas” do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione “Processamento Privado”

Desça a tela do menu “Conversas” até encontrar a opção “Processamento Privado” e toque nela para avançar.

Abrindo a opção "Processamento Privado"
Abrindo a opção “Processamento Privado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative os recursos de Processamento Privado com Meta AI

Ative a chave ao lado de “Recursos de Processamento Privado” para habilitar a função que usa o Meta AI para ajudar a escrever e revisar mensagens.

Ativando os recursos de Processamento Privado
Ativando os recursos de Processamento Privado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Confirme a ativação do Processamento Privado

Se necessário, toque no botão “Continuar” para confirmar a ativação do Processamento Privado no WhatsApp.

Confirmando a ativação do Processamento Privado
Confirmando a ativação do Processamento Privado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como usar a ajuda para escrever do WhatsApp

1. Abra uma conversa no WhatsApp

Na guia “Conversas” do WhatsApp, acesse o bate-papo com uma pessoa ou grupo.

Acessando uma conversa no WhatsApp
Acessando uma conversa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Crie uma mensagem para ser reescrita pelo Meta AI

Escreva a mensagem que você deseja que seja reescrita ou revisada pela IA da Meta.

Escrevendo o texto que será reescrito ou revisado pelo Meta AI
Escrevendo o texto que será reescrito ou revisado pelo Meta AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Selecione o ícone de emoji/figurinha do WhatsApp

Toque no ícone de emoji ou figurinhas no teclado virtual do WhatsApp para ver mais recursos.

Abrindo as opções de stickers do WhatsApp
Abrindo as opções de stickers do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Toque no ícone de lápis com estrela para abrir o recurso de IA

Toque na opção do Meta IA, ícone de lápis com estrela na parte superior do teclado virtual, para acessar o recurso de ajuda para escrever.

Selecionando a ferramenta Ajuda para Escrever com IA do WhatsApp
Selecionando a ferramenta Ajuda para Escrever com IA do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Escolha o modo de escrita do Meta AI

Na parte inferior da tela, selecione a opção de reescrever, revisar ou estilo de escrita da IA (Profissional, Engraçado).

Definindo o estilo ou tom de escrita do Meta AI
Definindo o estilo ou tom de escrita do Meta AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Selecione a sugestão de escrita do texto do WhatsApp

Veja as opções de sugestões de texto criadas pela Meta AI no WhatsApp e toque em cima da versão que você deseja usar.

Importante: você pode editar o texto gerado pela IA, caso queira realizar alguns ajustes.

Selecionando a sugestão de texto gerado pela IA
Selecionando a sugestão de texto gerado pela IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Envie a mensagem para o contato

Após escolher o texto gerado pela IA e fazer as edições necessárias, toque no botão para enviar a mensagem para o contato.

Enviando a mensagem gerada pela IA para o contato
Enviando a mensagem gerada pela IA para o contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como funciona a escrita com IA do WhatsApp

O recurso de escrita com inteligência artificial no WhatsApp usa o assistente de IA da Meta para oferecer sugestões de texto. A ferramenta interpreta o contexto da conversa para reescrever rascunhos em diferentes tons e estilos.

Ele funciona como um editor direto na interface, otimizando a clareza e a gramática conforme a preferência do usuário. A tecnologia também garante que o conteúdo das mensagens permaneça inacessível para terceiros, mantendo a segurança das interações pessoais.

Escrever com a IA do WhatsApp é seguro?

Sim, a ferramenta usa processamento privado para gerar sugestões de escrita sem acessar o conteúdo das conversas pessoais. Isso garante que a privacidade do WhatsApp seja preservada, mantendo as mensagens protegidas contra o acesso da Meta e terceiros.

O sistema opera em um Ambiente de Execução Confiável, que processa dados isoladamente e criptografada entre dispositivo e nuvem. Após a entrega da resposta, as informações são descartadas imediatamente, impedindo o armazenamento ou uso dos dados para treinamento da IA.

Por que não consigo usar a ajuda para escrever do WhatsApp?

Estes são alguns pontos que podem estar impedindo o uso da ajuda para escrever do WhatsApp:

  • Disponibilidade gradual: a Meta está liberando o recurso em fases para grupos selecionados. Portanto, ele ainda não chegou a todas as contas universalmente;
  • Ativação manual necessária: a funcionalidade de Processamento Privado costuma estar desativada por padrão, exigindo que o usuário a ative manualmente nas configurações do WhatsApp;
  • Limitação de plataforma: a ferramenta é exclusiva para dispositivos móveis (Android e iOS). Ele ainda não está disponível no WhatsApp Web ou na versão desktop do mensageiro;
  • Cache e dados corrompidos: arquivos temporários acumulados ou corrompidos podem travar as funções de IA, sendo necessário limpar o cache ou reinstalar o aplicativo para normalizar;
  • Instabilidade nos servidores: problemas técnicos momentâneos na infraestrutura da Meta podem desativar ferramentas inteligentes de forma temporária para manutenção do sistema;
  • Versão do software: é fundamental atualizar o WhatsApp na loja de aplicativos do Android ou iOS para garantir que a versão com o recurso de IA esteja instalada no aparelho.

Consigo desativar a escrita com IA do WhatsApp?

Sim, você deve desabilitar o Processamento Privado nas configurações do WhatsApp para desativar a ferramenta de escrita com IA. Contudo, o uso da Meta AI no WhatsApp como assistente integrado não possui uma opção nativa para desativação.

Como escrever com IA no WhatsApp usando a Meta AI

Saiba o passo a passo para usar a escrita com IA no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Configurações" no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Conversas" do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Processamento Privado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando os recursos de Processamento Privado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a ativação do Processamento Privado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando uma conversa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escrevendo o texto que será reescrito ou revisado pelo Meta AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo as opções de stickers do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a ferramenta Ajuda para Escrever com IA do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Definindo o estilo ou tom de escrita do Meta AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a sugestão de texto gerado pela IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando a mensagem gerada pela IA para o contato (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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WhatsApp: Justiça libera restrições impostas às IAs concorrentes

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Decisão pode restringir operação de chatbots de IA no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Justiça Federal suspendeu a liminar do Cade que impedia a Meta de implementar novos termos de uso do WhatsApp voltados à IA.
  • A decisão permite que a Meta volte a exigir que desenvolvedores de IA se adaptem aos novos termos do WhatsApp Business.
  • O Cade ainda investiga se a Meta está abusando de seu poder de mercado para privilegiar sua própria ferramenta, a Meta AI.

A 20ª Vara Federal do Distrito Federal suspendeu a medida cautelar do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que barrava o WhatsApp de implementar novas regras para o uso de inteligência artificial (IA) de terceiros no aplicativo. A decisão permite que a Meta volte a aplicar as mudanças nos termos de uso, paralisadas preventivamente pelo órgão antitruste no início do mês.

O conflito central gira em torno da integração de chatbots de IA na plataforma. Em 12 de janeiro, a Superintendência-Geral (SG) do Cade vetou as novas restrições a desenvolvedores externos.

O órgão investiga se a Meta está abusando de seu poder de mercado para privilegiar sua própria ferramenta, a Meta AI, dificultando a vida de concorrentes que dependem da API do aplicativo para chegar aos usuários brasileiros.

O que muda com a decisão?

Com a queda da liminar, a Meta recupera o direito de exigir que desenvolvedores de IA se adaptem aos novos termos do WhatsApp Business. Na prática, isso significa que a empresa pode seguir com a adequação, prevista para começar em 15 de janeiro.

O ponto crítico é que esses termos podem restringir a maneira como IAs independentes operam no ecossistema do WhatsApp. O Cade temia que essa mudança criasse um “quintal fechado”, em que apenas a tecnologia proprietária da Meta tivesse acesso pleno às funcionalidades. A Justiça Federal, no entanto, entendeu que a medida preventiva não deveria ser mantida, suspendendo seus efeitos.

A decisão judicial foi comunicada ao Cade pela própria Meta nessa quinta-feira (22/01), por email. No documento, divulgado pelo Poder 360, os representantes do WhatsApp e do Facebook destacaram que a suspensão da liminar deveria ser cumprida imediatamente.

O posicionamento da Meta

WhatsApp (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Meta defende desenvolvedores têm outros canais de distribuição (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

Em posicionamento enviado ao Tecnoblog, a Meta detalhou os motivos técnicos que fundamentam a mudança nos termos de serviço. A empresa defende que o WhatsApp foi construído para ser uma ferramenta de troca de mensagens e atendimento ao cliente, e não um sistema para hospedar modelos de linguagem (LLMs) de terceiros sem regulação.

Segundo a empresa, o aumento explosivo de chatbots de IA na API de negócios gera uma “pressão sobre os sistemas” que não foram projetados para essa demanda. A Meta afirmou ainda que desenvolvedores de IA têm outros caminhos para alcançar o público, como as lojas oficiais da Apple e do Google, além de sites e parceiros.

A empresa reforçou que as marcas que utilizam a API podem continuar usando IAs de sua escolha para atendimento ao cliente, desde que o uso se limite à finalidade original da ferramenta: conversa e suporte.

Meta, Luzia e Zapia

O caso ganhou força no Brasil após denúncias das empresas Factoría Elcano (responsável pela IA Luzia) e Brainlogic (detentora da Zapia). Essas ferramentas ficaram populares no país justamente por permitirem que o usuário interaja com uma inteligência artificial sem sair do WhatsApp.

As empresas alegam que a integração é vital para seus negócios e que o bloqueio ou a restrição por parte da Meta prejudica não apenas as startups, mas também o direito de escolha do consumidor.

Para a Superintendência-Geral do Cade, se a Meta impõe termos que dificultam a operação de bots como a Luzia, os usuários seriam naturalmente empurrados para a Meta AI, integrada nativamente ao aplicativo. Investigações semelhantes já ocorreram em outros países: na Itália, a Meta enfrenta barreiras regulatórias pelos mesmos termos de uso.

LuzIA no WhatsApp
Luzia é um chatbot com IA que funciona pelo WhatsApp (imagem: divulgação)

Próximos passos

Apesar da vitória judicial da Meta, a batalha no Cade ainda não acabou. O inquérito administrativo continua aberto e a área técnica do órgão seguirá analisando o caso. Ao final do processo, o conselho pode decidir pelo arquivamento ou abertura de um processo administrativo formal que pode gerar multas pesadas.

Por enquanto, o cenário favorece a Meta, que segue com liberdade para implementar suas políticas globais de uso de dados e integração de serviços no Brasil.

WhatsApp: Justiça libera restrições impostas às IAs concorrentes

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

LuzIA no WhatsApp (Imagem: Reprodução/LuzIA)
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WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros de grupos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa o compartilhamento de histórico de conversas em grupos com novos membros.
  • A funcionalidade foi encontrada no beta para iOS e virá desativada por padrão, visando controle sobre o que é compartilhado.
  • Mensagens compartilhadas continuarão protegidas por criptografia de ponta a ponta.

O WhatsApp começou a testar um recurso que permite compartilhar o histórico recente de mensagens com novos integrantes de grupos. A funcionalidade foi encontrada na versão para iPhone através do programa beta TestFlight.

A função quer resolver aquele problema de ter que explicar a novos usuários o que já foi comentado anteriormente em um grupo. De acordo com o site especializado WABetaInfo, o aplicativo vai exigir uma autorização para compartilhamento.

O recurso já havia sido identificado anteriormente em testes no Android e, com essa etapa no iOS, o WhatsApp começa a alinhar o funcionamento entre as duas plataformas móveis.

Como vai funcionar o compartilhamento do histórico?

Captura de tela mostra um recurso de compartilhamento de histórico de conversas no WhatsApp
WhatsApp testa envio de histórico de conversas (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A função permite enviar até 100 mensagens recentes, desde que tenham sido trocadas nos últimos 14 dias antes da entrada do novo membro. Para verificar se a opção está disponível, o usuário precisará adicionar alguém ao grupo e acessar a tela de informações da conversa. Ao selecionar “Adicionar participante”, pode surgir, ao final do processo, a opção de compartilhar mensagens recentes.

Caso apareça, o usuário escolhe se deseja enviar o histórico e quantas mensagens serão compartilhadas, podendo optar por um número menor que o limite máximo. A ideia é dar mais controle sobre o que será repassado, evitando o envio automático de todo o conteúdo recente.

As mensagens compartilhadas aparecem destacadas visualmente para o novo integrante. Para os demais participantes, o WhatsApp também sinaliza que o histórico foi enviado, indicando quem realizou o compartilhamento.

O pessoal do WABetaInfo também menciona que o recurso estará desativado por padrão. A decisão de compartilhar ou não o histórico cabe exclusivamente ao usuário que está adicionando o novo participante.

As mensagens compartilhadas continuam protegidas por criptografia de ponta a ponta, utilizando as chaves de segurança armazenadas no dispositivo da pessoa que adicionou o novo membro.

Quando chega para todos?

Por enquanto, o recurso está restrito a parte dos testadores da versão beta no iOS.

Ainda não há uma data confirmada para o lançamento, mas usuários com acesso ao teste já conseguem compartilhar mensagens até mesmo com pessoas que ainda não receberam a funcionalidade em suas contas.

WhatsApp quer facilitar a vida de novos membros em grupos

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp testa envio de histórico de conversas para novos membros em grupos (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)
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Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

Ilustração mostra o logotipo do WhatsApp com um leve blur na imagem, em um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Cade investiga Meta por política que barra serviços de IA no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Cade investiga Meta por possível abuso de posição dominante no Brasil com relação aos novos termos de uso do WhatsApp Business;
  • A novo política do serviço, prevista para 15 de janeiro, proíbe empresas de IA de oferecer serviços no WhatsApp Business se esse tipo de tecnologia for o seu principal produto;
  • Cade suspendeu aplicação dos novos termos até a conclusão das investigações.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) iniciou um inquérito administrativo para apurar possíveis práticas de abuso de posição dominante pela Meta no Brasil. A Superintendência-Geral (SG) do órgão investiga se os novos termos de uso do WhatsApp Business prejudicam a concorrência com serviços de IA de terceiros.

A investigação vem na esteira de uma queixa registrada no Cade pelas startups Luzia e Zapia, em novembro de 2025, que acusam a Meta de implementar termos de uso nas soluções do WhatsApp Business que privilegiam a Meta AI na plataforma, em detrimento de serviços concorrentes.

Prevista para entrar em vigor em 15 de janeiro, a nova política proíbe empresas especializadas em inteligência artificial de oferecer serviços do tipo no WhatsApp Business quando esse tipo de tecnologia for o seu principal produto, e não um recurso tecnológico complementar.

É por isso que a Microsoft anunciou o fim da integração do Copilot com o WhatsApp. A OpenAI fez o mesmo com relação ao ChatGPT.

Cade suspende aplicação dos novos termos do WhatsApp

De modo complementar ao inquérito administrativo, o Cade determinou a suspensão da aplicação dos novos termos no WhatsApp Business até que as investigações sejam concluídas:

A SG analisa se as alterações pretendidas têm o potencial de fechar mercados, excluir concorrentes e favorecer indevidamente a ferramenta de inteligência artificial proprietária da Meta (“Meta AI”), que poderia se tornar a única opção disponível aos usuários da plataforma.

Se irregularidades forem encontradas, o Cade poderá determinar a abertura de um processo administrativo contra a Meta. Os detalhes da investigação estão disponíveis na página do Inquérito Administrativo 08700.012397/2025-63.

Captura de tela da ferramenta Meta AI
Cade investiga se nova política beneficia Meta AI (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que diz a Meta sobre a investigação do Cade?

Ao Tecnoblog, a Meta enviou o seguinte posicionamento sobre o inquerito aberto pelo Cade:

Essas alegações são fundamentalmente equivocadas. O surgimento de chatbots de IA na Plataforma do WhatsApp Business sobrecarrega nossos sistemas, que não foram projetados para esse tipo de suporte.

Essa lógica parte do pressuposto de que o WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos. O canal adequado para a entrada dessas empresas de IA no mercado são as próprias lojas de aplicativos, seus websites e parcerias na indústria, e não a Plataforma do WhatsApp Business.

Cade proíbe WhatsApp de mudar regras para inteligência artificial

WhatsApp fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Meta AI possui integração com Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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WhatsApp ganha etiquetas para pessoas e mais recursos

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp anuncia chegada de recursos focados em conversas em grupo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

O WhatsApp anunciou um conjunto de novidades para tornar as conversas em grupo mais organizadas e expressivas. As mudanças chegam no início de 2026 com foco em facilitar a comunicação entre pessoas que usam o aplicativo para diferentes finalidades, como família, trabalho, estudos ou lazer.

Entre os recursos apresentados estão etiquetas personalizadas para identificar o papel de cada participante, figurinhas criadas a partir de texto digitado e lembretes configuráveis para eventos compartilhados nos grupos. As funções começam a ser liberadas de forma gradual para usuários de diferentes plataformas.

Etiquetas ajudam a identificar papéis nos grupos

WhatsApp ganha etiquetas para pessoas e cria figurinhas a partir de texto
Uma das principais novidades do WhatsApp é a chegada das etiquetas de membros (imagem: divulgação/WhatsApp)

Uma das principais novidades é a chegada das etiquetas de membros. A proposta é permitir que cada pessoa indique sua função dentro de um grupo específico. Elas são personalizáveis e variam de acordo com o chat. Assim, um mesmo usuário pode aparecer como “Pai da Ana” numa conversa familiar e como “Goleiro” num grupo de futebol.

Essa identificação fica visível para os demais integrantes e pode facilitar interações em grupos grandes ou com objetivos bem definidos.

Segundo o WhatsApp, o recurso será disponibilizado aos poucos, o que significa que nem todos os usuários terão acesso imediato à funcionalidade. A ideia é testar o uso em escala antes de uma liberação mais ampla.

Mais novidades no WhatsApp

  • Agora, qualquer palavra digitada pode ser transformada em figurinha diretamente pela busca de figurinhas do aplicativo. O recurso amplia as possibilidades de expressão sem depender apenas de imagens ou emojis.
  • Figurinhas recém-criadas podem ser adicionadas diretamente aos pacotes pessoais, sem a necessidade de enviá-las antes em uma conversa.
  • Ao criar um evento e compartilhá-lo numa conversa em grupo, o organizador pode definir lembretes personalizados para os convidados.

WhatsApp ganha etiquetas para pessoas e mais recursos

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp ganha etiquetas para pessoas e cria figurinhas a partir de texto (imagem: divulgação/WhatsApp)
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Recado para WhatsApp: o que é, quais frases colocar e como usar

Ilustração do recurso Recados do WhatsApp
Recado foi relançado no final de 2025, e agora traz novas limitações e formas de exibição (Imagem: Divulgação/WhatsApp)

O recado no WhatsApp é um recurso de compartilhamento temporário de uma mensagem curta com até 50 caracteres, que fica visível para outros usuários do mensageiro. A funcionalidade é similar ao recurso Notas, do Instagram.

Você pode usar o recado para compartilhar seu humor no dia, informar uma atividade que está fazendo, citar trechos de obras artísticas, ou avisar sobre suas férias.

Para usar o recurso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS), tocar no campo de recado (localizado abaixo do seu nome), criar um texto e configurar o prazo de expiração.

A seguir, entenda melhor o que é o recado do WhatsApp, veja sugestões de quais frases colocar, saiba como usar o recurso, e confira características de funcionamento.

Índice

O que é recado do WhatsApp?

O recado do WhatsApp é um recurso para compartilhar uma mensagem temporária de no máximo 50 caracteres. Trata-se de uma funcionalidade atualizada da antiga seção “Sobre” no perfil do WhatsApp, mas que suporta menos caracteres, tem prazo de expiração, e pode ser exibida nos próprios chats.

Para efeito de comparação, o recado para WhatsApp é similar às notas do Instagram.

Onde fica o recado para WhatsApp?

O recado de WhatsApp fica localizado na sua página de perfil (logo abaixo do número de telefone), e próximo ao seu nome nas conversas individuais. Usuários com permissão para visualizar seu recado poderão ver o recurso nessas páginas.

Para que serve o recado para WhatsApp?

O recado do WhatsApp serve como um bloco de notas temporário para você compartilhar um sentimento, status, ação que está fazendo ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres.

A Meta sugere que você use o recurso para contar “o que está acontecendo na sua vida”, mas você pode usar o campo de texto para outras coisas, como compartilhar o trecho de uma música, citar uma frase icônica, ou lembrar a todos que é seu aniversário.

O que colocar no recado do WhatsApp?

Você pode usar frases para o recado do WhatsApp, informar ações que está fazendo, citar trechos de obras artísticas ou mesmo colocar avisos. Confira abaixo uma lista com sugestões de recado para colocar no WhatsApp.

  • Status predefinidos: status sugeridos pelo próprio WhatsApp, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Com amigos”.
  • Status personalizados: frases personalizadas (diferentes das sugestões do WhatsApp) de acordo com o que você deseja informar.
  • Estado de espírito: adjetivos como “triste”, “feliz” ou “doente”, informando como está seu humor ou estado naquele determinado momento.
  • Informativos profissionais: texto curto explicando o que seu negócio faz, endereço de e-mail ou página da web da empresa para contato ou slogan de seu empreendimento.
  • Aviso de férias: texto curto para informar o aviso de férias no WhatsApp, e evitar de ser incomodado durante o período de descanso.
  • Frases icônicas: citações de livros, filmes ou pensadores, seja para passar uma mensagem, causar reflexão ou por simplesmente gostar do trecho.
  • Letras de músicas: trechos de músicas que você admira ou que fazem sentindo para o período.
  • Emojis: ícones ou símbolos digitais que podem expressar humor ou ação, sem precisar de complementos em texto.

Como colocar recado no WhatsApp

Você só pode configurar um recado para WhatsApp por meio de dispositivos móveis (smartphones ou tablets), sejam eles Android ou iOS. Confira abaixo o tutorial.

1. Entre nas configurações do WhatsApp

Abra o app do WhatsApp em seu celular (Android ou iPhone). Em seguida, acesse as configurações do mensageiro de acordo com os passos correspondentes ao seu sistema operacional.

  • Android: toque no menu de três pontos e vá em “Configurações”.
  • iOS: aperte no ícone “Configurações”, localizado no canto inferior direito.
Entrando nas configurações do WhatsApp
Entrando nas configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Toque no campo de recado e crie um texto

Toque no campo de recado (localizado logo abaixo de seu nome). Na tela seguinte, use uma opção predefinida ou crie o seu próprio texto respeitando o limite de 50 caracteres. Caso queira, toque no ícone de emoji (à esquerda do campo de recado) para adicionar um ícone ou símbolo.

Criando um recado para WhatsApp
Criando um recado para WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Defina o prazo de duração do recado

Aperte em “Duração” e defina o prazo de duração do recado. Depois, vá em “Salvar” para guardar as alterações.

Configurando a duração do recado do WhatsApp
Configurando a duração do recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Finalize o post do recado do WhatsApp

Por fim, toque no símbolo verde de “check” para finalizar a mensagem para colocar no perfil do WhatsApp.

Postando o recado de WhatsApp
Postando o recado de WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Consigo mudar a letra do recado para WhatsApp?

Sim. Você pode criar recados com fontes diferentes no WhatsApp ao acessar serviços como invertexto.com, digitar o texto desejado, copiar o trecho com a fonte escolhida, e colar a seleção no campo “Recado”.

Vale destacar que esse mesmo processo também permite o uso de letras alternativas em outros campos do WhatsApp, como nome de exibição e chat de conversas.

Posso deixar o recado do WhatsApp invisível?

Sim. É possível deixar o recado do WhatsApp vazio ao colar o código Unicode “⠀” (sem as aspas) no campo de texto correspondente.

Como o recado é exibido no WhatsApp?

O recado é exibido de duas formas diferentes no WhatsApp. Em chats individuais com você, as pessoas vão visualizar o seu recado dentro de um balão, logo abaixo do nome de seu contato. Toda vez que alguém abrir a conversa com você, verá o recado — mesmo que já tenha visualizado o recurso anteriormente.

Recado do WhatsApp na conversa individual
Recado do WhatsApp na conversa individual (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Outra forma de exibição do recado é na página de perfil: o conteúdo ficará visível logo abaixo do seu número de telefone, no mesmo campo que era ocupado pela seção “Sobre”.

Recado do WhatsApp na página de perfil
Recado do WhatsApp na página de perfil (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quem pode ver meu recado no WhatsApp?

Você pode definir quem poderá ver seus recados no WhatsApp ao acessar os ajustes de privacidade do WhatsApp e entrar na seção “Recado”. Então, será possível escolher entre as seguintes opções para visibilidade do recado:

  • Todos;
  • Meus contatos;
  • Meus contatos, exceto…;
  • Ninguém.

Posso esconder o recado de contatos específicos no WhatsApp?

Sim. Você pode ocultar o recado do WhatsApp para pessoas específicas ao entrar nas configurações do mensageiro, acessar a aba “Privacidade”, entrar em “Recado”, selecionar “Meus contatos, exceto…” e adicionar todos os contatos que não devem visualizar o seu recado.

Se preferir, também é possível apagar todos os contatos da agenda do seu smartphone que não devem ter acesso aos recados do seu WhatsApp. Depois, é só acessar as configurações do mensageiro, entrar em “Privacidade”, tocar na guia “Recado” e selecionar “Meus contatos”.

Por que o recado para WhatsApp da pessoa sumiu?

O recado do WhatsApp de outro usuário do mensageiro pode sumir pelos seguintes motivos:

  • Exclusão do recurso: o indivíduo pode ter apagado o recado manualmente antes do tempo de expiração.
  • Prazo de expiração: o período de duração do recado chegou ao fim, fazendo com que o campo de recado da pessoa desapareça automaticamente.
  • Alterações de privacidade: a pessoa pode ter alterado a visibilidade do recado.
  • Você foi apagado da agenda: se a pessoa deixou o recado visível apenas para os contatos dela e apagou seu número da agenda posteriormente, você não poderá mais visualizar a mensagem para recado do WhatsApp.
  • Caracteres invisíveis: o indivíduo pode estar usando caracteres invisíveis, passando a impressão de que não está compartilhando nenhum post de recado.

Quanto tempo dura o recado para WhatsApp?

O recado de perfil do WhatsApp tem diferentes prazos de duração, que podem ser estipulados durante a configuração do recurso. Você pode escolher entre as seguintes opções:

  • 1 hora;
  • 8 horas;
  • 1 dia;
  • 2 dias;
  • 1 semana;
  • Personalizada (de 1 minuto a 30 dias).

Se necessário você poderá prolongar o recado do WhatsApp para um período superior a 30 dias, configurando um novo recado pelo tempo desejado após o prazo de expiração do recado anterior.

O recado do WhatsApp some quando um usuário bloqueia um contato?

Não. Se você bloquear um contato, a pessoa continuará vendo seu recado do WhatsApp. Do mesmo modo, você continuará vendo o recado de uma pessoa no mensageiro mesmo que ela tenha te bloqueado.

O WhatsApp salva os recados postados?

Sim. Você pode visualizar todos os seus recados de WhatsApp que já expiraram ao acessar as configurações do mensageiro, tocar no campo de recado (localizado abaixo de seu nome), e rolar a tela.

Tocar em um dos atalhos expirados funcionará como um atalho para que você poste o mesmo conteúdo em um novo recado.

Qual é a diferença entre o antigo e o novo recado do WhatsApp?

O antigo recado do WhatsApp era um recurso de mensagem para colocar no perfil do WhatsApp. A funcionalidade era similar à nova versão do recado, mas suportava até 139 caracteres, não tinha tempo de expiração, e era exibida somente na página de perfil do usuário.

Já o novo recado do WhatsApp é uma versão atualizada da funcionalidade, que foi relançada no final de 2025. O recurso agora tem limite de 50 caracteres, permite configuração do prazo de expiração, e pode ser exibido tanto na página de perfil do usuário quanto no chat individual da pessoa.

Posso voltar com o antigo recado depois de habilitar a nova versão dos recados?

Não. Assim que você usar a nova versão do recado pela primeira vez, não poderá mais usar o modelo antigo, e sua mensagem vai sumir automaticamente após o prazo de expiração.

E quem decidiu criar uma conta no WhatsApp de novembro de 2025 até agora só terá acesso à nova versão dos recados do mensageiro.

Qual é a diferença entre recado e status do WhatsApp?

O recado do WhatsApp é um recurso usado para informar um estado de espírito, alerta importante ou qualquer outra coisa que caiba em 50 caracteres. Trata-se de uma versão atualizada do antigo campo “Sobre” dos usuários do mensageiro, e que tem prazo de duração de um minuto até 30 dias.

Já o status do WhatsApp é um formato de post temporário com suporte para fotos, vídeos, áudios ou texto. As postagens de status ficam na guia “Atualizações” do mensageiro, e se expiram automaticamente 24 horas após a publicação.

Uma curiosidade é que os recados tinham o nome de status anteriormente. Mas com a evolução da história do WhatsApp, “Status” foi designado para ilustrar os posts temporários estilo Stories do Instagram, enquanto “recado” se tornou o nome do antigo campo “Sobre” do WhatsApp.

Recado para WhatsApp: o que é, quais frases colocar e como usar

(Imagem: Divulgação/WhatsApp)

Entrando nas configurações do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Criando um recado para WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Configurando a duração do recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Postando o recado de WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Recado do WhatsApp na conversa individual (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Recado do WhatsApp na página de perfil (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Itaú Unibanco lançou uma funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem digitar valores ou chave Pix.
  • A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação, disponível para clientes que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app Itaú.
  • A funcionalidade segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta.

O Itaú libera hoje uma nova funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem necessidade de digitar valores ou chave Pix. A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação para o cliente confirmar. A solução está disponível para todos os clientes do banco que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app oficial Itaú.

O Pix no WhatsApp já estava disponível para pagamentos via texto, voz e QR Code. Desde o lançamento, a ferramenta alcançou até três vezes mais transações por mês se comparado a outros canais, segundo o banco, que não apresentou números absolutos.

A nova funcionalidade permite fotografar a placa com a chave ou a conta do estabelecimento comercial e enviar para o WhatsApp oficial do Itaú no número 4004-1515.

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)

A Inteligência Itaú, nome dado ao guarda-chuva de ferramentas tecnológicas do banco, tem capacidade para interpretar qualquer tipo de imagem enviada. Situações como pagar pipoca na rua ou dividir conta do bar com amigos ficam mais simples, sem precisar digitar valores ou chave Pix. Segundo Beatriz Bernardi, diretora do Itaú Unibanco, o objetivo é que clientes resolvam necessidades financeiras no mesmo ambiente em que conversam com amigos e familiares.

A novidade mantém segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta. O banco reafirmou compromisso em oferecer soluções práticas que acompanham o ritmo da vida dos clientes.

Apesar de ser novidade no Itaú, a mesma ferramenta já existe no Banco do Brasil, Inter e Magie, apenas para citar alguns serviços financeiros.

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)
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Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Show de fogos de artifício multicoloridos no céu noturno, com destaque para os números "2026" em letras luminosas centralizadas sobre os fogos. A cena ocorre à beira-mar, com silhuetas de várias pessoas de costas observando e algumas segurando celulares erguidos para registrar o momento. Refrações das luzes dos fogos aparecem na superfície da água. Ao fundo, luzes de cidade costeira são visíveis na linha do horizonte à direita.
Operadoras reforçaram rede para virada (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens trocadas na virada de 2026.
  • Claro, Vivo e TIM reforçaram redes 5G para atender à demanda de Ano Novo.
  • WhatsApp introduziu efeitos de fogos e confetes para chamadas de vídeo e notas de vídeo.

As operadoras brasileiras reforçaram a infraestrutura de rede para garantir a conectividade durante a virada de ano (31/12). A movimentação busca suportar o pico de tráfego de dados esperado para as festividades, especialmente em aplicativos de mensageria. O WhatsApp, principal serviço do gênero no Brasil, prevê que 100 bilhões de mensagens serão trocadas globalmente no réveillon, além de aproximadamente 2 bilhões de chamadas de voz e vídeo.

As prestadoras de telefonia confirmaram ao Tecnoblog que o monitoramento será intensificado para evitar instabilidades. O período é conhecido pelo alto volume de transmissões ao vivo e postagens em redes sociais, o que exige uma coordenação técnica específica para suportar a densidade de usuários em pontos turísticos.

Quais operadoras reforçaram o sinal para o Ano Novo?

Ilustração mostra o logotipo das marcas Claro, Vivo e TIM lado a lado. Na parte inferior direita, o logitpo do "tecnoblog" é visível.
Claro, TIM e Vivo manterão equipes de prontidão durante a virada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Claro foi a prestadora que melhor detalhou a operação de fim de ano ao TB. A empresa explicou que houve adição de capacidade de rede em regiões turísticas de capitais como Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Florianópolis e Salvador. A operadora também destacou que a expansão do 5G ao longo de 2025 deve auxiliar na conectividade dos usuários, oferecendo maior largura de banda para quem estiver em áreas cobertas pela nova tecnologia.

Já a Vivo e a TIM informaram que manterão equipes de plantão para garantir a estabilidade e a disponibilidade dos serviços. Ambas as empresas admitem que o réveillon é marcado por uma intensificação drástica no uso da rede. O monitoramento será contínuo a partir de seus centros de operações, permitindo intervenções técnicas rápidas caso ocorra congestionamento em células específicas de sinal móvel.

As novidades do WhatsApp para a virada

Montagem com três imagens promocionais do WhatsApp sobre recursos de Ano Novo. À esquerda, um pacote de figurinhas com personagens desenhados em estilo cartoon usando chapéus festivos, com balões coloridos e estrelas. Ao centro, uma chamada de vídeo com quatro pessoas sorrindo, sobreposta por efeitos de fogos de artifício e interface com ícones de filtros e efeitos. À direita, uma postagem de status com um grupo de cinco pessoas celebrando, sobreposta por um adesivo animado com o número "2026" em verde e cinza. Logomarca do WhatsApp no canto inferior esquerdo.
WhatsApp liberou pacote de figurinhas e mais funções para o momento da virada (imagem: divulgação)

Além das estimativas de tráfego, o WhatsApp destacou recursos desenhados para a celebração. Entre as funções estão os efeitos de fogos de artifício e confetes para as chamadas de vídeo, além das notas de vídeo, que permitem registrar a contagem regressiva de forma rápida. O aplicativo reforçou que todas as comunicações, incluindo as 2 bilhões de chamadas previstas, contam com criptografia de ponta a ponta.

Para a organização de eventos, o serviço de mensagens enfatizou o uso de enquetes e a criação de eventos dentro dos chats, ferramentas que facilitam a confirmação de presença em festas. O pacote de figurinhas de 2026 e as reações animadas com confete também estarão disponíveis para os usuários até o dia dois de janeiro.

Operadoras reforçam rede na virada e WhatsApp prevê 100 bilhões de mensagens

Operadoras reforçaram rede para virada (imagem via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp liberou pacote de figurinhas e mais funções para o momento da virada (imagem: divulgação)
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Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões

Imagem com fundo preto mostra os logos da Manus AI e da Meta
Meta adiciona Manus ao portfólio (imagem: divulgação)
Resumo
  • Meta adquiriu a startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões para integrar agentes autônomos em seus produtos.
  • A Manus encerrará operações na China e mudará sua estrutura societária para evitar entraves regulatórios.
  • Há alguns meses, a dona do Facebook também adquiriu 49% da Scale AI.

A Meta, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou nessa segunda-feira (29/12) a aquisição da startup de IA Manus. O movimento tem como objetivo evoluir as capacidades do assistente Meta AI e incorporar a tecnologia de agentes de IA — projetados para executar tarefas de forma autônoma — à estrutura de produtos da big tech.

A transação é avaliada em mais de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 11 bilhões), segundo fontes ouvidas pelo The Wall Street Journal. Em comunicado oficial, a empresa de Mark Zuckerberg informou que a equipe da startup se juntará ao time de IA da Meta para expandir as capacidades dos agentes, tanto para consumidores finais quanto para clientes empresariais.

A Manus ganhou destaque no mercado global ao desenvolver soluções capazes de realizar fluxos de trabalho completos sem supervisão humana constante. Desde o lançamento de seu primeiro agente no início deste ano, a plataforma afirma ter processado mais de 147 trilhões de tokens e gerado mais de 80 milhões de computadores virtuais.

Para viabilizar o acordo e evitar entraves regulatórios, a estrutura societária da empresa passará por mudanças profundas. À imprensa norte-americana, a Meta afirma que “não haverá mais participação acionária chinesa na Manus AI” após a transação.

A startup também deve encerrar suas operações e serviços na China, rompendo formalmente com o mercado onde construiu parte de sua base tecnológica para se integrar ao ecossistema dos Estados Unidos.

Operação da Manus continua

Logo da Manus AI
Manus deve continuar operando de forma independente, por enquanto (imagem: reprodução/Manus)

Apesar da mudança de controle, a Manus garantiu que seus serviços atuais não serão interrompidos. Em uma postagem no blog oficial da empresa, o CEO Xiao Hong assegura aos clientes que a startup continuará a vender e operar o serviço de assinatura pelos canais existentes.

“Juntar-se à Meta nos permite construir sobre uma base mais forte e sustentável sem mudar como a Manus funciona”, afirmou o executivo. A Manus manterá suas operações baseadas em Singapura. Segundo Xiao, o acordo é uma validação do pioneirismo da empresa no campo dos Agentes de IA Geral e uma oportunidade de escalar a tecnologia para os bilhões de usuários.

Mais um investimento da Meta em IA

A compra da Manus se soma aos reforços de IA pela Meta. Após dificuldades para acelerar o lançamento de novos modelos no início do ano, Mark Zuckerberg passou a priorizar a contratação de pesquisadores e executivos experientes, com pacotes de remuneração elevados, em uma tentativa de acelerar o desenvolvimento interno da área.

Meses atrás, a Meta adquiriu uma participação de 49% na Scale AI. Como parte do acordo, o fundador da startup, Alexandr Wang, assumiu o cargo de Chefe Executivo de IA da companhia.

Meta compra startup de IA Manus por mais de US$ 2 bilhões

Meta compra Manus AI (imagem: divulgação)

(imagem: reprodução/Manus)
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Itália entra na briga da Meta com IAs rivais

Arte com a logomarca da Meta à esquerda e o rosto de Mark Zuckerberg à direita. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Autoridade de Concorrência e Mercado da Itália ordenou que a Meta suspenda o bloqueio de IAs rivais no WhatsApp.
  • O órgão alega risco de “dano irreparável” à concorrência.
  • Meta argumenta que o WhatsApp não foi projetado como uma plataforma de distribuição de chatbots e pretende recorrer da decisão.

A decisão da Meta pelo bloqueio de IAs rivais no WhatsApp segue movimentando agências antitruste ao redor do mundo. Desta vez, a Autoridade de Concorrência e Mercado da Itália (AGCM) determinou, na quarta-feira (24/12), a suspensão da nova política da empresa.

Em outubro, a empresa atualizou os termos de uso de sua API Business para vetar explicitamente o uso da ferramenta para “fornecer, entregar ou vender” serviços de IA generativa de propósito geral. Com a proibição, a operação de assistentes como o ChatGPT dentro do mensageiro são inviabilizadas.

O órgão afirma ter encontrado indícios suficientes de que a conduta da big tech pode configurar um abuso de posição dominante, feito para sufocar a inovação externa e limitar a escolha do consumidor.

Dessa forma, o principal argumento é que a Meta favorece exclusivamente a própria criação, o Meta AI, impedindo que rivais se aproveitem da grande disponibilidade do WhatsApp como canal de distribuição.

A decisão tem caráter cautelar e ocorre enquanto a investigação principal ainda está em andamento. Para os reguladores italianos, a manutenção do bloqueio durante o trâmite do processo poderia causar “dano sério e irreparável” à dinâmica do mercado.

WhatsApp “não é loja de apps”

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta rejeita decisão e diz que não é plataforma de distribuição (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em resposta à ordem italiana, a Meta classificou a decisão como uma falha. Em comunicado enviado ao portal TechCrunch, a companhia argumentou que não projetou a API do WhatsApp Business para funcionar como uma plataforma de distribuição de chatbots de terceiros.

Para a Meta, o órgão italiano presume “que o WhatsApp seja, de fato, uma loja de aplicativos” e que a proliferação recente de chatbots de IA na plataforma colocou uma pressão sobre os sistemas da empresa “que eles não foram projetados para suportar”.

A empresa afirma, ainda, que recorrerá da decisão, e que os desenvolvedores de IA devem distribuir as ferramentas através de lojas de apps tradicionais ou sites próprios.

UE e Brasil enfrentam decisão

No início de dezembro, a Comissão Europeia já havia aberto sua própria investigação antitruste sobre o mesmo tema. O bloco econômico avalia se as novas diretrizes da Meta — que entraram em vigor para novos provedores em outubro e valeriam para os antigos a partir de janeiro de 2026 — violam as leis de concorrência da União Europeia.

Se for comprovado que a empresa infringiu as regras antitruste do bloco ao excluir concorrentes, a Meta poderá enfrentar multas de até 10% de sua receita anual global. Com base nos resultados de 2024, a penalidade poderia superar a marca de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 88,8 bilhões).

Meta AI no Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Meta AI passa a ser IA exclusiva no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Já no Brasil, onde o WhatsApp é a plataforma dominante, a mudança de política da Meta afeta diretamente o modelo de negócios de startups locais. As startups criadoras das IAs Luzia e Zapia acionaram o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As empresas alegam que a nova postura da Meta é anticompetitiva e contraditória.

O argumento levado ao órgão brasileiro é que a própria big tech incentivou o desenvolvimento desse ecossistema no passado recente. Agora, ao cortar o acesso de terceiros, a empresa estaria tentando monopolizar a interface de conversa com inteligência artificial.

Itália entra na briga da Meta com IAs rivais

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Aviso de férias no WhatsApp: veja 4 formas de informar sua ausência

Ilustração de aviso de férias no WhatsApp
Informar sobre as férias no WhatsApp evita contatos e solicitações profissionais no período de descanso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Existem duas formas principais de deixar um aviso de férias no WhatsApp: escrever uma mensagem no campo de Recado ou fazer uma publicação no Status do mensageiro. O Recado exibe uma mensagem em balão de texto no chat individual, enquanto o Status funciona como um post temporário que some após 24 horas.

Se preferir, você também pode mudar a foto de perfil para uma imagem que remeta à sua ausência. E caso use o WhatsApp Business, é possível configurar uma mensagem automática para períodos específicos.

Usar esses recursos ajudam a evitar contatos para demandas profissionais durante o seu período de descanso. Com isso, você pode aproveitar melhor a folga prolongada sem ser incomodado.

A seguir, saiba como configurar o aviso de férias no WhatsApp para evitar notificações indesejadas enquanto você está longe do trabalho.

1. Avise sobre as férias pelo recurso Recado

Uma das formas de colocar um aviso de férias no WhatsApp é pelo recurso Recado do mensageiro. O Recado é basicamente uma funcionalidade que deixa um texto de até 50 caracteres visível (por tempo limitado) na conversa individual e na página de perfil do usuário. É uma boa forma de avisar sobre sua ausência.

Para usar o recurso Recado no WhatsApp, entre nas configurações do mensageiro pelo celular (Android ou iOS), toque em cima do seu nome de usuário e vá em “Recado”. Depois, vale escrever um texto como “De férias”, colocar a duração da sua ausência (limite de até 30 dias) e salvar o Recado. Importante também entrar nos ajustes de privacidade e deixar o recado visível para “Todos”.

Durante o período estipulado, qualquer pessoa que abrir uma conversa individual com você verá um balãozinho com a mensagem de férias no WhatsApp. Logo, as pessoas não terão como afirmar que não sabiam da sua ausência, já que a mensagem será exibida no chat e na sua página de perfil.

Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp
Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Coloque uma foto de férias no perfil

Outra forma de avisar sobre suas férias é trocar a foto de perfil do WhatsApp para uma imagem que remeta a esse período de recesso. Para isso, basta acessar as configurações do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), tocar em sua foto, selecionar “Editar” (pelo celular) ou “Mudar foto de perfil” (pelo PC), e carregar a imagem desejada.

Você pode baixar e usar uma foto de perfil de férias para WhatsApp achada na internet ou criar a sua própria arte. Mas é essencial que a imagem contenha “Férias” para deixar claro que você está no período de descanso e evitar de receber demandas do trabalho.

Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp
Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Informe sobre as férias pelo Status

Você também pode criar um Status de férias para WhatsApp para avisar seu contato que entrou de férias. O Status do WhatsApp funciona como um post de story do Instagram, com prazo de expiração de 24 horas, e que pode ter elementos como texto e figurinhas além da foto.

Para criar um Status de férias, vá na guia “Atualizações” do WhatsApp pelo celular (Android ou iOS) ou PC (WhatsApp Web ou WhatsApp Desktop), selecione “Adicionar status”, e faça uma capture ou carregue uma foto. Vale também tocar no recurso “Aa” e adicionar texto, indicando o período de descanso e informações extras como número de telefone ou e-mail para as pessoas direcionarem as demandas.

Importante destacar dois pontos. O primeiro é que as pessoas só conseguem ver seu Status se elas estiverem salvas em sua agenda, e se elas também salvaram seu número como contato. E o segundo ponto é que o Status dura somente 24 horas antes de sumir automaticamente, logo, quem não visualizou o post não saberá que você está de férias.

Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp
Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Use a mensagem automática do WhatsApp Business

Por fim, você pode configurar uma mensagem automática de férias no WhatsApp Business. Mas vale ressaltar: a funcionalidade só está disponível para a versão Business do mensageiro, e não pode ser habilitada na versão padrão.

Para colocar mensagem de ausência no WhatsApp Business, entre no app do WA Business pelo celular (Android ou iOS), vá na guia “Ferramentas” e selecione “Mensagem de ausência”. Depois, ative a chave “Enviar mensagem de ausência”, escreva o texto desejado, configure “Enviar sempre” em “Horário”, e selecione “Enviar para todos” em “Destinatários”.

Ao fazer essa configuração, sua mensagem de férias no WhatsApp Business será enviada automaticamente quando uma pessoa te chamar no chat dentro do prazo estipulado. Contudo, seu celular precisará estar conectado à internet para que as mensagens sejam enviadas automaticamente.

Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business
Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Para que serve o aviso de férias no WhatsApp?

O aviso de férias no WhatsApp serve para informar aos seus contatos do mensageiro que você está em período de descanso. Isso evita que pessoas te chamem para falar sobre questões profissionais enquanto você está de recesso.

E dependendo da forma escolhida para o aviso de férias no WhatsApp, clientes e colegas de trabalho não ficam sem resposta, e podem receber informações importantes sobre qual setor ou qual pessoa ficará responsável pelas demandas durante a sua ausência.

O que colocar na mensagem de férias do WhatsApp?

O conteúdo do aviso ou mensagem de férias para WhatsApp pode variar, dependendo da forma escolhida. Mas três pontos são essenciais para esse tipo de comunicado:

  • Destacar que está de férias: apesar de parecer algo óbvio, é importante destacar que o motivo da sua ausência é relacionado às suas férias para que terceiros entendam que você estará fora do trabalho por um tempo prolongado; na maioria das situações, um simples “férias” ou “de férias” pode explicar tudo.
  • Período de ausência: além de informar que está de férias, vale indicar até quando estará descansando ou a data de retorno.
  • Informações adicionais: por fim, vale adicionar contatos de colegas de trabalho ou de setores que vão cobrir suas demandas durante seu descanso, ou mesmo informar um contato adicional seu para casos urgentes — se necessário.

Mesmo que você vá avisar sobre suas férias por meio de uma foto de perfil, vale incluir essas informações na foto com algum editor de imagem.

Consigo tirar o aviso de férias do WhatsApp?

Sim, você pode remover o aviso de férias do WhatsApp independentemente do método adotado. No entanto, o processo vai variar de acordo com a forma escolhida.

  • Removendo o aviso de férias via Recado: entre nas configurações do WhatsApp, toque no seu nome, vá na seção “Recado” e selecione “Limpar”; outra maneira consiste em aguardar o prazo de duração estipulado durante a criação do Recado.
  • Tirando o aviso de férias via foto de perfil: vá nas configurações do WhatsApp, toque na sua foto de perfil, selecione “Editar” ou “Mudar foto de perfil”, e carregue uma nova imagem.
  • Excluindo o aviso de férias via Status: abra o seu post de Status, toque no menu de três pontos e escolha “Apagar”; outra maneira consiste em aguardar 24 horas após a publicação para que a postagem se expire automaticamente.
  • Removendo o aviso de férias via mensagem automática: acesse a guia “Ferramentas”, entre em “Mensagem de ausência”, e desmarque a chave “Enviar mensagem de ausência”.

Aviso de férias no WhatsApp: veja 4 formas de informar sua ausência

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias no Recado do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando uma foto de perfil de férias no WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias no Status do WhatsApp (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Colocando o aviso de férias nas mensagens automáticas do WhatsApp Business (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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76% dos anúncios sobre saúde na Meta são golpe, mostra estudo

Exemplos de publicidades falsas (imagem: reprodução/Globo)
Exemplos de publicidades falsas (imagem: reprodução/Globo)
Resumo

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) acende um alerta sobre o volume de anúncios enganosos relacionados à saúde que circulam no Instagram e no Facebook. A pesquisa analisou quase 170 mil peças publicitárias veiculadas nas plataformas da Meta e concluiu que mais de 76% continham algum tipo de irregularidade ou fraude. O resultado foi apresentado ontem (21) no Fantástico, da Globo.

Dentro desse universo, os pesquisadores avaliaram individualmente pouco mais de 6 mil anúncios e identificaram que cerca de 5 mil eram golpes diretamente ligados à área da saúde. As mensagens seguem um padrão recorrente: promessas de cura rápida, resultados garantidos e tratamentos supostamente milagrosos, muitas vezes associados a doenças graves ou condições crônicas.

Como funcionam os golpes mais comuns

Capa Instagram Facebook
Estudo indica que grande parte dos anúncios no Facebook e no Instagram é golpe (Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

De acordo com o estudo, os anúncios fraudulentos se concentram em temas como câncer, diabetes, emagrecimento e disfunção erétil. Em aproximadamente 85% dos casos, basta um clique para que o usuário seja direcionado ao WhatsApp, onde os golpistas passam a pressionar a vítima para concluir a compra do suposto tratamento.

Para aumentar a credibilidade, os criminosos utilizam imagens e vídeos de figuras públicas conhecidas. O médico Drauzio Varella é o nome mais recorrente. Em alguns casos, os conteúdos vão além de imagens estáticas e utilizam vídeos manipulados com inteligência artificial para imitar a voz do médico e vender medicamentos sem registro.

Outros nomes populares também aparecem com frequência, como os de Susana Vieira, Simone Mendes e até do ex-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres. Médicos ouvidos pelos pesquisadores alertam que, além do prejuízo financeiro, esse tipo de fraude pode levar pacientes a abandonar tratamentos adequados, colocando a saúde e a vida em risco.

Ilustração de uma mão segurando um smartphone. A tela exibe uma chamada recebida, com a identificação de golpe. Na parte inferior direita, o logo do "Tecnoblog" é visível.
Criminosos utilizam vídeos manipulados com inteligência artificial para imitar voz (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que esses anúncios continuam no ar?

Um dos pontos mais críticos apontados pelo estudo é a duração dessas campanhas fraudulentas. Alguns anúncios permanecem ativos por mais de dois anos e, quando são removidos, outros muito semelhantes rapidamente surgem em seu lugar, explorando brechas nos sistemas de moderação.

Em nota ao Fantástico, a Meta afirmou que os golpes têm se tornado mais sofisticados e que os esforços para combatê-los foram intensificados. A empresa disse estar testando tecnologias como reconhecimento facial, além de aplicar políticas específicas e ferramentas de segurança para tentar reduzir esse tipo de prática nas plataformas.

Drauzio Varella, que move processos contra a empresa, reforça o alerta aos usuários: “O Código de Ética Médica proíbe que médicos façam propaganda de medicamentos”. O médico ainda é direto ao orientar o público: “Toda vez que você vir meu nome ligado a um medicamento, é mentira. Cai fora, porque isso é golpe”.

76% dos anúncios sobre saúde na Meta são golpe, mostra estudo

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

Criminosos criaram rede de celular para enviar SMSs golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Golpe no WhatsApp finge ser post no Facebook e rouba conta do usuário

Hacker segura notebook com dados pessoais vazados, incluindo CPFs, organizados em pastas
Novo tipo de golpe digital no WhatsApp explora o recurso de dispositivos conectados (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • Criminosos usam o recurso de dispositivos conectados do WhatsApp para assumir contas sem senha e acessar conversas.
  • O golpe, chamado GhostPairing, foi identificado pela Gen Digital e já ocorreu na República Tcheca, com potencial para se espalhar globalmente.
  • Vítimas são enganadas por links de contatos conhecidos, levando a páginas falsas que ativam o pareamento de dispositivos do WhatsApp.

O WhatsApp voltou a ser alvo de um novo tipo de golpe digital que dispensa invasões complexas e se apoia em engenharia social. A estratégia explora o próprio recurso de dispositivos conectados para assumir contas de usuários e monitorar conversas em tempo real, sem que a vítima perceba de imediato.

Batizada de GhostPairing, a campanha foi identificada pela Gen Digital, empresa de segurança que reúne marcas como Symantec e Norton. Embora os primeiros registros tenham ocorrido na República Tcheca, especialistas alertam que o método facilita a disseminação global, já que contas comprometidas podem ser usadas como porta de entrada para outros ataques.

Como funciona o golpe do pareamento falso

O ataque começa com uma mensagem curta enviada por um contato conhecido da vítima. O texto costuma incluir um link que supostamente leva a uma foto ou conteúdo pessoal, acompanhado de uma prévia que imita uma postagem do Facebook, o que aumenta a sensação de legitimidade.

Ao clicar, o usuário é direcionado a uma página falsa hospedada em domínios muito semelhantes aos oficiais. Nela, surge um aviso de que é necessário verificar a identidade para visualizar o conteúdo. Esse processo, porém, não tem relação com as redes sociais.

Na prática, a página aciona o fluxo real de pareamento de dispositivos do WhatsApp. A vítima é induzida a informar seu número de telefone, permitindo que o criminoso inicie o processo legítimo de vinculação de um novo dispositivo. Em seguida, um código de pareamento é exibido na tela falsa e o WhatsApp solicita que o usuário o confirme.

Apesar de o aplicativo indicar que se trata da adição de um novo dispositivo, a mensagem costuma passar despercebida. Após a confirmação, o atacante obtém acesso total à conta via WhatsApp Web.

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Engenharia social transforma pareamento do WhatsApp em risco de segurança (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que esse ataque é tão difícil de perceber?

Uma vez conectado, o criminoso passa a acompanhar conversas, baixar mídias e enviar mensagens em nome da vítima. O acesso acontece em segundo plano, o que dificulta a detecção imediata.

Segundo a Gen Digital, “muitas vítimas não percebem que um segundo dispositivo foi adicionado em segundo plano, o que torna o golpe ainda mais perigoso”.

A única forma de identificar o problema é acessar Configurações > Dispositivos Conectados e verificar se há sessões desconhecidas ativas.

Para reduzir riscos, especialistas recomendam desconfiar de links inesperados, mesmo quando enviados por contatos conhecidos, ativar a verificação em duas etapas e nunca agir sob pressão. Caso haja suspeita de golpe, o ideal é encerrar imediatamente sessões não reconhecidas e reportar a mensagem no próprio aplicativo.

Golpe no WhatsApp finge ser post no Facebook e rouba conta do usuário

Dados no megavazamento de CPFs estava organizado demais, afirma especialista (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Meta transforma aplicativo nativo em um “web wrapper” (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp para Windows agora usa um web wrapper baseado em WebView2, aumentando o consumo de RAM em até sete vezes em uso intenso.
  • A nova versão unifica o código com o WhatsApp Web, acelerando atualizações e mudanças na interface gráfica.
  • A mudança afeta principalmente computadores com menos de 16 GB de RAM, causando lentidão.

O WhatsApp está realizando uma profunda mudança no aplicativo para Windows. A versão Desktop passou a mostrar avisos de que a conta foi desconectada. Na sequência, segundo relatos na internet, o usuário é direcionado para o download de uma nova versão do WhatsApp Desktop que ficou famosa por causa das muitas críticas.

Essa atualização substitui o software por um web wrapper, ou seja, um programa que repete o funcionamento de uma aba do navegador aberta no WhatsApp Web e que consome mais recursos de hardware. Ela utiliza a tecnologia WebView2, baseada no motor Chromium do Microsoft Edge, uma estratégia que permite à Meta liberar atualizações com mais facilidade.

7 vezes mais RAM

A principal diferença técnica reside na forma como o aplicativo gerencia a memória. Enquanto aplicativos nativos são otimizados para se comunicarem diretamente com as APIs do sistema operacional, a nova versão baseada em WebView2 funciona como uma aba de navegador dedicada, conforme explicamos acima. Isso exige a execução de mais processos para renderização gráfica, controle de rede e armazenamento.

Análises técnicas realizadas pelo portal Windows Latest indicaram que o novo aplicativo pode consumir até sete vezes mais memória RAM em cenários de uso intenso. Testes anteriores já apontavam um consumo de cerca de 30% mais recursos, dividindo a execução em diversos sub-processos como “WebView2 GPU Process”, “WebView2 Manager” e “Crashpad”.

Janela do Gerenciador de Tarefas do Windows 11 exibindo a aba “Processes” (Processos), com destaque para o aplicativo “WhatsApp Beta”, que aparece expandido e consome 5,4% da CPU e 206,1 MB de memória. O aplicativo está subdividido em oito processos, incluindo “Crashpad”, “Runtime Broker” e vários processos do WebView2, como “WebView2 GPU Process”, “WebView2 Manager” e “WebView2: WhatsApp”. Os campos de uso de disco e rede mostram 0%.
Mudança faz mensageiro rodar sobre a base do Chromium (imagem: reprodução/Windows Latest)

Para computadores mais potentes e equipados com pelo menos 16 GB de memória RAM, a mudança pode passar despercebida. No entanto, para máquinas antigas com especificações modestas ou para usuários que mantêm softwares pesados abertos simultaneamente, a transição pode resultar em lentidão no sistema.

O que muda no WhatsApp para Windows?

Uma vantagem do novo app é a paridade de recursos. O WhatsApp Web costuma receber novidades — como atualizações nos Canais, Status e ferramentas de Comunidade — com mais agilidade do que as versões desktop. Ao unificar o código, a empresa elimina a necessidade de adaptar cada nova função para linguagens de programação diferentes, acelerando o ciclo de desenvolvimento.

A interface gráfica também sofreu alterações. A estética, que antes seguia elementos visuais do Windows 10 e 11, agora apresenta um design mais genérico, idêntico ao visualizado no Chrome ou Edge.

Novidade promete agilizar a chegada de recursos exclusivos (imagem: reprodução/Windows Latest)

A decisão da Meta marca uma inversão curiosa de postura. Até pouco tempo, a página de suporte da empresa destacava a superioridade dos aplicativos nativos, afirmando que as versões para Windows e Mac ofereciam “maior desempenho e confiabilidade”. Esse texto foi removido recentemente, dando lugar a uma lista genérica de funcionalidades.

Até o momento, a mudança parece restrita ao Windows. Não há confirmação se a versão para macOS seguirá o mesmo caminho.

WhatsApp força usuários de Windows a instalarem app muito mais pesado

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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O que é Telegram? Saiba para que serve e como funciona a rede social

Telegram
Conheça a historia do Telegram e os principais recursos da plataforma de mensagens (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Telegram é uma rede social e aplicativo de mensagens que prioriza a velocidade e a segurança, sendo concorrente direto do WhatsApp da Meta. Ele se diferencia por oferecer armazenamento em nuvem ilimitado e ser multiplataforma.

Com origem russa, o app foi fundado pelos irmãos Pavel e Nikolai Durav em 2013. Embora tenha sido desenvolvido pelos empresários russos, o Telegram é uma organização descentralizada e sem fins lucrativos.

Os recursos do Telegram incluem chats individuais e em grupo, chamadas de voz e vídeo, e a criação de canais para transmissão de conteúdo público. O aplicativo também oferece bots personalizáveis, criptografia para bate-papo individuais e permite o envio de arquivos de qualquer tipo e tamanho.

A seguir, conheça mais sobre o Telegram, sua origem, funcionamento e principais funções. Também conheça as vantagens e desvantagens do popular aplicativo de mensagens.

O que é Telegram?

O Telegram é um aplicativo de mensagens instantâneas baseado em nuvem, permitindo a sincronização multiplataforma em diversos dispositivos. Atuando também como plataforma social, permite criar grupos, canais públicos e chats privados, oferecendo armazenamento ilimitado de mídia e dados para os usuários.

O que significa Telegram?

O nome “Telegram” deriva das palavras gregas “tele”, que significa “distante”, e “gramma”, que significa “algo escrito” ou “carta”. O nome foi historicamente aplicado aos telegramas, mensagens escritas e enviadas por sinais elétricos do telégrafo, significando literalmente “escrita distante” e sendo estendido à plataforma digital moderna.

Telegram na Play Store (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Telegram está disponível para celulares Android, iPhone, além de versões desktop para Windows, macOS e navegadores (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Para que serve o Telegram?

O Telegram possibilita a comunicação privada e pública, desde conversas pessoais e grupos até canais com audiências ilimitadas. Ele prioriza a segurança e a privacidade, oferecendo envio de mensagens, mídias, arquivos de grande porte com criptografia, além de sincronização em nuvem.

Seu objetivo é fornecer uma plataforma robusta para interação e colaboração entre amigos, empresas e grandes comunidades. Acessível em múltiplos dispositivos, ele possui recursos como armazenamento na nuvem ilimitado, chamadas de voz e vídeo, e a criação de bots para automação.

Quando foi criado o Telegram?

O Telegram foi concebido pelos irmãos russos Pavel e Nikolai Durov, sendo criado e lançado em 2013. A ideia surgiu do desejo de desenvolver um serviço de mensagens focado em segurança e velocidade, buscando privacidade diante da crescente vigilância governamental da Rússia que enfrentaram ao administrar a rede social VKontakte.

O lançamento inicial do Telegram ocorreu em 14 de agosto de 2013 para iOS, seguido pela versão para Android em outubro do mesmo ano. Desde o início, o aplicativo se destacou pela criptografia de ponta a ponta e a infraestrutura descentralizada para garantir a privacidade dos dados dos usuários.

imagem do empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram
Empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram (imagem: TechCrunch/WikiMedia)

Quem criou o Telegram?

O Telegram foi fundado pelos empresários russos Pavel Durov, que atua como CEO e figura pública, e Nikolai Durov, responsável por desenvolver o protocolo de criptografia MTProto e a tecnologia central focada em velocidade e segurança da plataforma.

O Telegram é de qual país?

O Telegram tem sua origem na Rússia, mas a empresa adota uma estrutura descentralizada e opera globalmente. A mudança foi motivada pela busca por independência e liberdade após pressão do governo russo.

Atualmente, o Telegram tem sede principal registrado nas Ilhas Virgens Britânicas e mantém o centro de operações em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Essa estrutura atual garante que o ele possa oferecer uma plataforma segura, privada e livre de interferência estatal.

Aplicativo do Telegram (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Apesar da origem na Russia, o Telegram opera globalmente (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como funciona o Telegram?

O Telegram opera com uma arquitetura de armazenamento baseado em nuvem, mantendo mensagens e mídias em data centers distribuídos globalmente e não apenas nos dispositivos. Essa configuração permite que os dados permaneçam acessíveis e seguros em qualquer lugar, mesmo com falhas em uma localização específica.

Para otimizar o acesso, o sistema usa uma Rede de Distribuição de Conteúdo (CDN) com servidores locais para armazenar cópias de arquivos, acelerando a recuperação de dados. Quando um arquivo é solicitado, o sistema reconstrói rapidamente a partir de partes menores localizadas em diferentes data centers, garantindo velocidade e eficiência.

Em termos de segurança, o Telegram oferece criptografia de ponta a ponta nos “chats secretos”, assegurando que somente os participantes leiam o conteúdo. Nos chats comuns, ele adota a Transport Layer Security (TLS), que criptografa a comunicação no trânsito entre o dispositivo e os servidores.

A infraestrutura desse tipo de rede social é projetada para alta escalabilidade e balanceamento de carga, distribuindo eficientemente as requisições entre servidores. Isso possibilita o suporte a um volume massivo de usuários e dados, garantindo um serviço de mensagens rápido e consistentemente confiável.

Telegram no Android (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Os conteúdos do Telegram ficam salvos em servidores na nuvem, facilitando o acesso em qualquer dispositivo (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Quais são as funções do Telegram?

O Telegram oferece uma ampla gama de recursos para os usuários. Os principais são:

  • Conversas
  • Canais de transmissão
  • Chamadas de vídeo e voz
  • Bots dinâmicos
  • Armazenamento em nuvem e arquivos grandes
  • Pagamentos integrados
  • Privacidade e segurança
  • Ferramentas de organização e personalização
  • Telegram Premium

1. Conversas

Permite chats individuais e em grupos para troca de textos, mídias e documentos, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) somente nos Chats Secretos para máxima privacidade.

2. Canais de transmissão

Canais que possibilitam o envio de mensagens para uma audiência ilimitada. Eles funcionam como um broadcast onde somente os administradores publicam conteúdos, mas com opção de comentários abertos.

3. Chamadas de vídeo e voz

Oferece chamadas de voz e vídeo criptografadas pela internet, sendo uma alternativa robusta e privada às ligações convencionais ou a outras plataformas de videoconferência.

4. Bots dinâmicos

Como uma interface de programação de aplicativos (API) aberta, é possível criar bots para automatizar tarefas diversas, desde suporte ao cliente em comércios eletrônicos até a criação de jogos interativos diretamente pelo aplicativo.

imagem de um celular exibindo um bot do Telegram
Os bots são um importante diferencial do Telegram (imagem: Iana Codes/Unsplash)

5. Armazenamento em nuvem e arquivos grandes

Permite a transferência de arquivos de até 2 GB, um limite superior à concorrência, e funciona como um serviço de armazenamento em nuvem gratuito para backup de todas as mídias e documentos.

6. Pagamentos integrados

Possibilita que empresas e pequenos empreendedores configurem lojas virtuais e processem transações e pagamentos diretamente no próprio aplicativo de mensagens.

7. Privacidade e segurança

Prioriza o uso de nomes de usuários em vez do número do telefone para manter a privacidade, e reforça a segurança com a verificação em duas etapas para proteger a conta.

8. Ferramentas de organização e personalização

Permite aos usuários otimizar a usabilidade organizando chats em pastas e personalizando a interface com temas, além de fixar mensagens cruciais no topo da lista.

9. Telegram Premium

Pacote de recursos exclusivos obtidos por meio de uma assinatura paga, incluindo limetes dobrados de canais, pastas, uploads e download de arquivos. Também permite o uso ilimitado das ferramentas de transcrição de mensagens de voz em texto e tradução em tempo real de chats e canais.

Telegram Premium é oficialmente lançado (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Telegram Premium oferece recursos extras para os usuários do mensageiro (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Quais são as vantagens do Telegram?

Estes são os pontos fortes do Telegram?

  • Sincronização na nuvem ilimitada: armazena todo o histórico de mensagens e mídias em uma nuvem segura e acessível, garantindo acesso imediato em qualquer dispositivo, mesmo que o celular principal esteja offline;
  • Capacidade de grupos e canais elevada: suporta a criação de supergrupos com até 200 mil membros e canais públicos ou privados com um número ilimitado de inscritos para transmissões em massa;
  • Compartilhamento de arquivos de grande porte: facilita o envio de qualquer tipo de arquivo, como documentos e vídeos, suportando um tamanho máximo de até 2 GB por item, sem compressão ou perda de qualidade;
  • Recursos de privacidade e segurança: oferece “chats secretos” com criptografia de ponta a ponta (E2EE), recurso de autodestruição de mensagens e proteção adicional com verificação em duas etapas (2FA);
  • Funcionalidades de bots e automação: possui uma API aberta para desenvolver bots customizados que podem automatizar tarefas, criar jogos interativos ou fornecer serviços completos como atendimento de e-commerce.

Quais são as desvantagens do Telegram?

Estes são os pontos fracos do Telegram:

  • Ausência de criptografia de ponta a ponta (E2EE) por padrão: apenas os “Chats secretos” oferecem criptografia completa. As conversas comuns usam criptografia cliente-servidor, tornando-as potencialmente mais vulneráveis a interceptações;
  • Preocupações com privacidade e armazenamento de dados na nuvem: o app armazena histórico de chats e metadados em seus servidores, o que, apesar de ser conveniente, levanta questões sobre a segurança dos dados na nuvem;
  • Código do lado do servidor fechado e protocolo próprio (MTProto): o código do servidor não é aberto para auditoria de segurança externa, e o seu protocolo de criptografia MTProto não é tão amplamente testado e validado quanto padrões mais consolidados;
  • Moderação de conteúdo deficiente e facilidade para conteúdo nocivo: a pouca moderação permite a proliferação de canais e grupos que hospedem facilmente material ilegal, golpes, conteúdo extremista e grande volume de desinformação;
  • Associação com atividades ilegais e riscos de reputação: a reputação do app é prejudicada pela grande atração de hackers e criminosos para atividades ilícitas e golpes, criando preocupações de segurança para o usuário médio.
Ilustração de recuperação de conta do Telegram
O Telegram oferece diversos recursos de segurança, mas peca na moderação de conteúdo mais branda (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre Telegram e WhatsApp?

O Telegram é uma plataforma focada em recursos avançados para comunidades, permitindo grupos massivos, canais de transmissão e o compartilhamento de arquivos de até 2 GB. Sua criptografia padrão é baseada em nuvem, garantindo a sincronização instantânea e o acesso completo em múltiplos dispositivos sem o telefone principal estar online.

O WhatsApp é um mensageiro da Meta que prioriza a facilidade de uso e a segurança em comunicações privadas por meio da criptografia de ponta a ponta em todas as conversas. Ideal para interação pessoal diária, mas possui limitações em grupos e dependência inicial do telefone para acesso em outros dispositivos.

Qual é a diferença entre Telegram e Facebook Messenger?

O Telegram é um serviço de mensagens independente focado em privacidade, recursos avançados de nuvem e grandes capacidades de grupo, como canais e bots. Ele oferece sincronização em nuvem multi-dispositivos e usa criptografia de ponta a ponta somente em “Chats Secretos”, não por padrão.

O Facebook Messenger é a plataforma de mensagens da Meta, integrada com o ecossistema do Facebook e priorizando a conexão social. Sua criptografia de ponta a ponta está disponível por padrão em todas as conversas, mas o app realiza uma ampla coleta de dados para a empresa controladora.

O Telegram é seguro?

O Telegram é moderadamente seguro para uso geral, oferecendo criptografia de ponta a ponta (E2EE) nos Chats Secretos e recursos essenciais como autenticação de dois fatores (2FA). A sua segurança é forte, mas não é ativada por padrão na sua configuração mais alta.

O maior risco reside nos chats individuais ou em grupo em nuvem, que usa apenas criptografia cliente-servidor, o que significa que o Telegram tem acesso teórico aos dados armazenados. A criptografia total só é aplicada nos “Chats Secretos”, que precisam ser ativados manualmente para proteger conversas sensíveis.

Para maior segurança, o usuário deve habilitar o 2FA, usar sempre os “Chats Secretos” para comunicações privadas e limitar quem pode encontrá-lo nas configurações de privacidade. Também é necessário cuidado pessoal contra golpes e phishing, devido à política de moderação mais branda da plataforma.

O que é Telegram? Saiba para que serve e como funciona a rede social

Telegram (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Empresário russo Pavel Durov, criador do Telegram (imagem: TechCrunch/WikiMedia)

Aplicativo do Telegram (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

(imagem: Iana Codes/Unsplash)

Telegram Premium é oficialmente lançado (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Você pode recuperar a conta do Telegram se tiver outra sessão aberta ou se recuperar o número de telefone (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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União Europeia investiga Meta por banir IAs rivais do WhatsApp

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta baniu integração de chatbots de terceiros na plataforma (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Comissão Europeia investiga a Meta por possível violação de leis antitruste ao banir chatbots de IA rivais do WhatsApp.
  • A Meta atualizou as diretrizes da API do WhatsApp Business, proibindo o uso para integrar tecnologias de IA como assistentes de uso geral.
  • No Brasil, as startups Luzia e Zapia contestam as restrições no Cade, alegando que a política contradiz incentivos anteriores da Meta.

A Comissão Europeia investiga se a Meta abusa da posição no mercado após mudanças nos termos de serviço do WhatsApp, que restringiram chatbots de IA de concorrentes. A ação antitruste visa, segundo o órgão regulador, “prevenir danos irreparáveis à concorrência” no setor de IA.

A decisão ocorre após a Meta atualizar as diretrizes da API do WhatsApp Business em outubro. As novas regras proíbem que provedores de tecnologia utilizem a interface do mensageiro para distribuir chatbots de IA.

O bloqueio impede que milhões de usuários usem alternativas à própria ferramenta da casa, Meta AI, que permanece acessível e integrada ao app. Se for comprovada a infração às leis de concorrência do bloco, a empresa de Mark Zuckerberg pode enfrentar multas de até 10% da receita anual global. Isso, com base nos ganhos de 2024, equivaleria a aproximadamente US$ 16,4 bilhões (R$ 85 bilhões, em conversão direta).

Chatbots não funcionarão no WhatsApp

Imagem mostra a tela de um iPhone aberta no aplicativo WhatsApp, recebendo perguntas no chat da Meta AI
Medida prioriza uso da Meta AI no WhatsApp (imagem: reprodução/WhatsApp)

A política implementada pela Meta distingue como IAs de terceiros podem ser usadas no WhatsApp. Empresas ainda podem utilizar automação para suporte ao cliente (como bots de atendimento), mas veta o uso da API para integrar tecnologias de IA como assistentes de uso geral.

Para novos provedores, a restrição entrou em vigor em 15 de outubro de 2025. Para empresas que já operavam na plataforma, o prazo final para adequação é 15 de janeiro de 2026.

Nesse período, a OpenAI, criadora do ChatGPT, foi uma das empresas que removeu a tecnologia do WhatsApp. Segundo a companhia, mais de 50 milhões de pessoas utilizam o chatbot pela interface do mensageiro.

Caso no Brasil

No Brasil, as startups Luzia e Zapia, impactadas pela decisão, entraram com um pedido semelhante no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Segundo as empresas, que desenvolvem chatbots integrados à plataforma, as limitações da nova política contrariam a postura da própria big tech — que incentivou anteriormente essas soluções no mensageiro.

Procurada pelo The Register, um porta-voz do WhatsApp classificou as acusações de anticompetitividade como “infundadas”.

A defesa da empresa alega questões técnicas: segundo a Meta, os sistemas do WhatsApp Business não foram projetados para suportar a carga de processamento exigida por chatbots de IA de uso geral operando em larga escala. A companhia também argumenta que já existe competição suficiente no mercado de inteligência artificial.

União Europeia investiga Meta por banir IAs rivais do WhatsApp

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fazendo perguntas no chat da Meta AI no WhatsApp (Imagem: Reprodução/WhatsApp)
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WhatsApp Web tem erro inesperado e fica sem funcionar nesta quarta (3)

Ilustração mostra o logotipo do WhatsApp com um leve blur na imagem, em um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
WhatsApp passou a apresentar problemas por volta das 9h (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O WhatsApp Web ficou fora do ar na manhã desta quarta-feira (03/12). Ao tentar abrir a plataforma, a mensagem “Ocorreu um erro inesperado” era exibida. Não era possível nem mesmo visualizar a lista de conversas.

Limpar os cookies do navegador — um método trivial para solucionar falhas técnicas — não resolvia o problema. Desconectar e conectar novamente a conta também não funcionava.

Print do WhatsApp Web com a mensagem "Ocorreu um erro inesperado" e um botão "Recarregar"
Mensagem de alerta não dá mais detalhes sobre erro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

De acordo com o DownDetector, os relatos sobre problemas no WhatsApp começaram pouco antes das 9h e atingiram um pico às 10h. A queda não afetou o WhatsApp em celulares (Android e iOS) nem nos apps nativos para desktop (Windows e macOS).

Gráfico com número de reclamações ao longo de 24 horas. Na parte direita, há um pico a partir das 9h.
Número de reclamações atingiu pico por volta das 10h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

WhatsApp Web tem erro inesperado e fica sem funcionar nesta quarta (3)

WhatsApp fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Número de reclamações atingiu pico por volta das 10h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Startups temem nova regra no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • As startups Luzia e Zapia, que atuam no desenvolvimento de chatbots, protocolaram no Cade pedido de medida preventiva contra a Meta.
  • A ação ocorre após a plataforma atualizar os termos do WhatsApp Business, proibindo empresas de IA de operarem a partir de janeiro de 2026.
  • Segundo as companhias, a medida visa beneficiar a Meta AI e contraria a postura da big tech nos últimos anos.

As startups Luzia e Zapia, que atuam no desenvolvimento de chatbots de inteligência artificial, protocolaram no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um pedido de medida preventiva contra a Meta. As empresas afirmam que uma nova política do WhatsApp pode restringir de forma determinante a atuação de agentes independentes no setor.

A informação foi publicada pelo blog Pipeline, do jornal Valor Econômico. O movimento ocorre após a Meta atualizar os termos do WhatsApp Business, impondo limitações específicas a empresas classificadas como “desenvolvedoras de IA”. A autoridade concorrencial instaurou um procedimento preparatório e deu o prazo de 8 de dezembro para que a Meta apresente esclarecimentos.

Entenda o caso

Na revisão das regras, a Meta determinou que companhias cujo produto principal seja inteligência artificial — e não apenas o uso auxiliar dessa tecnologia — estarão proibidas de operar o WhatsApp Business Solution a partir de janeiro de 2026.

Com isso, contas de negócios baseados em IA poderão ser desativadas. Para as companhias Luzia e Zapia, essa alteração ameaça a continuidade das operações de ambos os serviços, que atendem milhões de usuários pelo próprio app de mensagens.

As startups afirmam, no documento enviado ao Cade, que a medida tende a favorecer o Meta AI, assistente nativo da plataforma. Elas argumentam que a restrição contraria a postura da big tech nos últimos anos, período em que a empresa incentivou a integração de soluções de IA com o WhatsApp.

O CEO da Luzia, Álvaro Martínez, afirmou que ao site que o objetivo “não é antagonizar a Meta, mas garantir que as autoridades entendam claramente o que essa decisão significa para os operadores independentes e para a concorrência nos serviços de IA no Brasil e além”.

Imagem mostra o app do WhatsApp Business na tela de um iPhone. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog".
Mudança no WhatsApp Business determinou ação das startups (foto: Gabrielle Lancellotti/Tecnoblog)

O que diz o WhatsApp?

A Meta declarou que a API do WhatsApp não foi projetada para uso por chatbots de IA, alegando que isso poderia gerar “pressão severa” na infraestrutura técnica. A companhia reforça que negócios de varejo que utilizem IA para funções secundárias, como suporte automatizado, não serão impactados.

Ao Tecnoblog, o WhatsApp também afirma que as alegações das startups são “infundadas”.

“Rejeitamos essas alegações e as consideramos infundadas. A API do WhatsApp nunca foi projetada para ser usada por chatbots de IA, e fazê-lo colocaria uma pressão severa em nossos sistemas. A atualização recente não afeta as dezenas de milhares de empresas que oferecem suporte ao cliente e enviam atualizações relevantes, nem as empresas que utilizam o assistente de IA de sua escolha para conversar com seus clientes.”

– WhatsApp, em nota ao Tecnoblog

Como funcionam as startups?

Imagem promocional mostra o chatbot LuzIA em funcionamento no WhatsApp
Chatbot LuzIA no WhatsApp (imagem: reprodução/LuzIA)

As duas companhias atuam com assistentes que executam tarefas bastante difundidas no mercado — criação de imagens, transcrição de áudios, buscas rápidas e outras funções generalistas —, realizadas diretamente no WhatsApp, sem que o usuário precise acessar um app externo.

A Luzia, criada em Madri em 2023, direciona boa parte de sua operação ao público brasileiro. Segundo a empresa, são mais de 83 milhões de usuários no planeta, e o Brasil responde por aproximadamente metade desse volume.

Em maio, a startup recebeu um aporte de US$ 13,5 milhões (cerca de R$ 72 milhões) da Prosus, grupo que também é investidor do iFood. Com o investimento, a companhia ampliou sua presença local com a abertura de uma unidade em São Paulo.

A Zapia, por sua vez, nasceu no Uruguai pelas mãos de três fundadores e também tem o Brasil como principal mercado de expansão. Em abril, a empresa levantou US$ 7 milhões (R$ 37 milhões) — igualmente com participação da Prosus — para acelerar seu crescimento e desenvolver novos recursos.

Empresas de IA abrem processo contra WhatsApp no Brasil

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

LuzIA no WhatsApp (Imagem: Reprodução/LuzIA)
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Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, cercado por círculos vermelhos com um x branco, indicando instabilidade. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
WhatsApp pode ser banido na Rússia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente, e já exige que dispositivos venham com o rival russo, o Max, pré-instalado.
  • Segundo a agência federal responsável pelas comunicações no país, o bloqueio ocorrerá se o WhatsApp não cumprir a legislação local.
  • As medidas ampliam o controle digital e seguem bloqueios a serviços ocidentais.

A Rússia pode banir o WhatsApp definitivamente na região. Nesta sexta-feira (28/11), a Roskomnadzor, agência federal responsável pela supervisão de comunicações no país, emitiu um alerta sobre o possível bloqueio do app. O órgão regulador informou que a medida definitiva será implementada caso o aplicativo da Meta não cumpra integralmente a legislação local.

A notificação ocorre em meio a um movimento do Kremlin para substituir tecnologias ocidentais por soluções domésticas, sob a alegação de que o aplicativo é utilizado para organizar ataques terroristas e recrutar criminosos. Desde agosto, as chamadas de voz e vídeo sofrem restrições, embora o envio de mensagens de texto continue funcionando.

A mídia local já indica que operadoras de telefonia móvel foram instruídas a bloquear o envio de códigos SMS para autenticação de usuários. Em resposta, a Meta implementou uma opção de login via senha para contornar o bloqueio dos códigos de verificação.

Segundo as agências de notícias Interfax e TASS, as limitações continuarão gradualmente até o cumprimento das exigências estatais. Desde o início da guerra na Ucrânia em 2022, a Rússia intensificou o controle sobre o espaço digital, banindo redes sociais americanas como Facebook, Instagram e X/Twitter, além de restringir o acesso ao YouTube e limitar conteúdos estrangeiros no TikTok.

Max será a alternativa obrigatória

Captura de tela do site oficial do aplicativo de mensagens russo "Max" (escrito como мах). A imagem exibe texto em russo, botões de download para lojas como RuStore, App Store e Google Play, e um celular mostrando a interface de chats do aplicativo em modo escuro.
Captura de tela da página do Max, app que deve substituir o WhatsApp (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

O endurecimento contra o mensageiro coincide com a promoção de alternativas locais. A principal delas é o Max, um superaplicativo estatal desenvolvido pela VK Co., empresa que controla a maior rede social da Rússia, conhecida como “Facebook russo”.

Inspirado no WeChat chinês, o Max centralizará serviços governamentais, armazenamento de documentos, transações bancárias e mensagens instantâneas. Desde setembro, celulares e tablets vendidos no país devem comercializar os produtos com o Max pré-instalado. O objetivo oficial é criar um canal de comunicação integrado aos serviços públicos.

Segundo a Reuters, essa centralização de dados no aplicativo pode facilitar a vigilância estatal sobre os cidadãos, acusação negada pela mídia oficial russa, que defende que o app solicita menos permissões que seus concorrentes ocidentais.

A estratégia também se estende a outros dispositivos. A partir de janeiro de 2026, todas as smart TVs vendidas no território russo deverão incluir o aplicativo Lime HD TV, garantindo acesso facilitado aos canais estatais de televisão. As medidas visam reduzir a dependência de ecossistemas controlados por empresas dos Estados Unidos.

Com informações da Bloomberg

Rússia ameaça banir o WhatsApp definitivamente no país

WhatsApp fora do ar (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Página promocional do "Max", o novo aplicativo de mensagens estatal da Rússia que deve substituir o WhatsApp (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
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Microsoft Copilot será removido do WhatsApp em janeiro

Conversa com o Copilot no WhatsApp. O usuário pede mais informações sobre o Tecnoblog e o Copilot responde
Microsoft Copilot no WhatsApp (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft encerrará integração do Copilot ao WhatsApp devido a mudanças nas regras da plataforma;

  • Meta decidiu restringir, no serviço de mensagens, uso de chatbots de IA de empresas com modelos próprios;

  • OpenAI confirmou medida semelhante para o ChatGPT.

Há pouco mais de um ano, a Microsoft anunciava a chegada do Copilot ao WhatsApp. Mas essa integração não vai durar muito mais tempo: a companhia revelou que irá remover o seu chatbot de inteligência artificial do serviço de mensagens instantâneas após 15 de janeiro de 2026.

Para acessar o Microsoft Copilot, era preciso apenas ler, com a câmera do celular, um QR Code presente em uma página da Microsoft. Essa página já foi removida pela companhia, mas ainda é possível experimentar o Copilot no WhatsApp adicionando o número 1 (877) 224-1042 como contato.

A partir daí, você pode fazer perguntas ao Copilot por texto ou voz, bem como pedir para o chatbot realizar tarefas específicas, como revisar um texto ou gerar uma imagem. No fim das contas, o chatbot de IA da Microsoft acaba funcionando como uma alternativa à Meta AI, recurso de inteligência artificial nativo do WhatsApp.

Porém, como já ficou claro, a integração entre as duas ferramentas deixará de existir após 15 de janeiro do próximo ano. A Microsoft explica que o usuário que quiser continuar usando o Copilot em seu celular deverá recorrer ao aplicativo oficial da ferramenta para iOS ou Android, ou à sua versão web.

Usuário pede ao Copilot no WhatsApp uma imagem de um cachorro branco, em estilo de desenho. Copilot envia a imagem.
Copilot gerando imagens no WhatsApp (Imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Por que o Copilot vai ser removido do WhatsApp?

A própria Microsoft afirma que “o WhatsApp atualizou as suas políticas de plataforma e, como consequência, o Copilot não estará mais disponível no WhatsApp após 15 de janeiro de 2026”.

Ainda que vaga, a explicação da Microsoft deixa claro que essa é uma decisão que vem da Meta. No fim de outubro, a companhia alterou as suas políticas para empresas de modo a proibir que organizações que contam com modelos próprios de IA integrem seus chatbots ao WhatsApp.

Não por acaso, a OpenAI anunciou uma medida similar à da Microsoft relacionada ao ChatGPT:

Infelizmente, devido a uma alteração na política e nos termos do WhatsApp, o ChatGPT não estará mais disponível no aplicativo após 15 de janeiro de 2026. (…) Você pode retomar suas conversas no ChatGPT, disponível para iOS, Android, web e ChatGPT Atlas no macOS.

É importante esclarecer que as mudanças impostas pela Meta não impedirão empresas de usarem recursos de IA para oferecer atendimento a clientes, por exemplo. A nova política afeta somente provedores e desenvolvedores de tecnologias de inteligência artificial.

Isso porque esses serviços podem sobrecarregar o WhatsApp e exigiriam um tipo de suporte que a plataforma não estará preparada para oferecer, explicou a Meta ao TechCrunch.

Microsoft Copilot será removido do WhatsApp em janeiro

Copilot responde a perguntas feitas no WhatsApp (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)

Copilot é capaz de gerar imagens também no WhatsApp (Imagem: Giovanni Santa Rosa / Tecnoblog)
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WhatsApp vai deixar você avisar que está ocupado ou de férias

A imagem mostra duas telas do WhatsApp destacando o novo aviso temporário exibido abaixo da foto de perfil. Na conversa, o perfil “Lúcia” aparece com o recado “🌞 Curtindo o sol” logo sob a foto, em posição mais visível. Na tela de perfil, o mesmo aviso aparece novamente abaixo da imagem dela. O recurso ilustra a novidade que permite configurar mensagens temporárias como status destacados.
Novo Recado está mais visível (imagem: divulgação)
Resumo
  • O WhatsApp agora permite exibir avisos temporários abaixo da foto de perfil na tela de conversa.
  • Os usuários podem configurar mensagens como “Disponível para conversar” ou “Viajando”, com validade de um minuto a uma semana.
  • A atualização visa tornar os Recados mais visíveis, corrigindo a localização anterior, que era pouco acessada.

A Meta anunciou nesta quinta-feira (20/11) que o WhatsApp passará a contar com uma nova versão da ferramenta Recado. Com ela, os usuários poderão exibir avisos de forma temporária. Segundo a empresa, o recurso chegará a partir desta semana para todos os usuários no Android e no iOS.

“Pensado para aqueles dias em que você só tem um minuto livre, o Recado indica às pessoas por que você não pode conversar ou sobre o que você quer falar com apenas um emoji e uma frase curta”, diz o comunicado da Meta.

Tela de conversa do WhatsApp mostrando o perfil “Giovanni”, marcado como “online”. Abaixo da foto aparece um recado temporário em destaque com o texto “🕵‍♂ Testando o Recado”. O fundo traz ilustrações claras e discretas do aplicativo.
Usuário passa a ver aviso ao abrir a conversa (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como colocar um Recado no seu WhatsApp?

Para definir um recado, vá até “Configurações” e toque em “O que você está fazendo?”, logo ao lado da foto de perfil. O app dá algumas opções, como “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde” e “Viajando”. Também é possível configurar manualmente um emoji e uma mensagem.

O usuário ainda escolhe a validade do aviso (de um minuto a uma semana) e a privacidade (para todos no WhatsApp, apenas contatos, apenas contatos com exceções ou ninguém).

Tela de configuração de “Recado” no WhatsApp. No topo aparecem as opções “Cancelar” e “Salvar”. O usuário edita o texto “Disponível”, que será exibido em conversas. Abaixo, há a seção “Duração”, definida como “1 dia”, e uma lista de sugestões de recados: “Disponível para conversar”, “Respondo mais tarde”, “Com amigos” e “Viajando”, cada um com seu respectivo emoji.
Recado tem opções predefinidas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Recado já existia e está sendo atualizado

A empresa trata a novidade como um relançamento. Presente desde as primeiras versões do WhatsApp, o Recado era uma mensagem rápida que aparecia ao abrir o perfil do usuário.

Essa localização não ajudava muito, já que ficava meio escondida, em um lugar que pouca gente olha. Isso levava a algumas gambiarras, como colocar um aviso de férias na foto de perfil, por exemplo.

Nesta nova versão, a Meta tenta resolver justamente esse problema: o recurso ficará mais visível, aparecendo na janela de conversa, logo abaixo do avatar.

WhatsApp vai deixar você avisar que está ocupado ou de férias

Novo Recado fica mais visível (imagem: divulgação)

Recado tem opções predefinidas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

lustração que representa o processo de transferência de dados entre um celular Android e um iPhone. Dois smartphones estão dispostos lado a lado, com o robô Android no dispositivo de origem e o ícone da Apple no de destino. Ícones de mídia e aplicativos como Mensagens (chat), Vídeo, Áudio, Fotos, Contatos e WhatsApp flutuam entre os dois telefones, com uma seta verde indicando o fluxo de dados.
App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)
Resumo
  • O aplicativo WatsGo transfere dados do Android para o iPhone sem resetar o aparelho. Ele usa cabo USB-C para Lightning ou adaptador OTG.
  • O WatsGo move dados como histórico do WhatsApp, fotos, vídeos, SMS e chamadas.
  • O Migrar para iOS só funciona em iPhones não configurados. A transferência manual via nuvem é incompleta e demorada.

Quem troca um Android por um iPhone logo descobre que a ferramenta de migrar dados para o iOS já não funciona mais após a configuração inicial do smartphone. A Apple exige que o iPhone seja resetado aos padrões de fábrica para que a migração aconteça, forçando o usuário a recomeçar do zero.

Para contornar essa limitação, aplicativos de terceiros podem fazer a ponte. O WatsGo é um deles. A ferramenta, disponível para Android, usa uma conexão direta via cabo (OTG ou USB-C para Lightning) para mover o histórico do WhatsApp, fotos e outros dados sem exigir que o iPhone seja formatado.

Como transferir dados do Android para iPhone via app?

Ilustração mostrando duas telas de smartphone do aplicativo WatsGo (ou similar) durante e após a transferência de dados. A tela à esquerda mostra o "Data transfer in progress... 50%" (Transferência de dados em andamento... 50%), detalhando a contagem de itens e tamanho de Mensagens e Logs de Chamadas. A tela à direita mostra o "Data transfer successful!" (Transferência de dados bem-sucedida!) com a confirmação "Data transferred: 382 items, 84.66GB". Ícones flutuantes de dados (mensagens, fotos, vídeos) cercam os telefones.
WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)

Se você já configurou o iPhone e precisa transferir os dados do aparelho Android, mas não quer passar por tudo isso novamente formatando o dispositivo, ainda tem como transferir dados do Android para iPhone usando o WatsGo.

Com ele, em vez de depender de Wi-Fi ou nuvem, o usuário utiliza um cabo (USB-C para Lightning ou um adaptador OTG) para ligar o Android ao iPhone, tornando a transferência mais estável e rápida.

O app é capaz de mover dados que os métodos manuais ignoram, como o histórico de chamadas e as mensagens SMS, além de fotos, vídeos, áudios e documentos, sendo uma solução completa para transferir dados do Android para o iPhone.

Como usar o WatsGo?

O WatsGo transfere os dados básicos do Android para o iPhone, como fotos, vídeos, SMS e histórico de chamadas. O processo utiliza uma conexão direta:

1. Faça o download do WatsGo na Play Store.

2. Abra o app e, no menu principal, toque em “Phone to Phone” e escolha “Android to iPhone” como direção da transferência.

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Escolha o que transferir: autorize o acesso aos arquivos. Depois, selecione as categorias desejadas — Fotos, Vídeos, Áudio, Documentos, SMS e Histórico de Chamadas — e toque em “Transfer”.

Captura de tela de um aplicativo de transferência de dados móveis mostrando a tela "Basic Data" (Dados Básicos). O usuário pode selecionar categorias de dados para transferência, como "Photo" (Foto), "Video", "Audio" e "Document", exibindo a contagem de itens e o tamanho total (por exemplo, 28 itens, 5.82 MB para Fotos). Um botão verde "Transfer" (Transferir) está na parte inferior.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Conecte os dispositivos: o app pedirá permissões de Wi-Fi, Localização e Dispositivos Próximos para criar a conexão. Em seguida, o WatsGo no Android exibirá um QR Code.

Duas capturas de tela do aplicativo WatsGo (ou similar) detalhando as permissões e a conexão entre dispositivos. A tela à esquerda mostra o "Permission Reminder" (Lembrete de Permissão), solicitando acesso a "Wi-Fi Access", "Location Services" e "Nearby Devices". A tela à direita exibe as instruções de "Device Connection" (Conexão do Dispositivo), incluindo a necessidade de instalar um aplicativo no iOS via TestFlight, e a exibição de um código QR para escanear e estabelecer a conexão de transferência.
Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Configure o iPhone: no iPhone, instale o app WatsGo (via TestFlight). Abra-o, toque em “Receber dados” e escaneie o QR Code mostrado no Android.

Conclua a transferência: a conexão será feita automaticamente. O progresso aparecerá na tela, e o app exibirá uma mensagem de sucesso ao finalizar o processo.

Como transferir dados do WhatsApp para o iPhone?

O WatsGo possui uma função dedicada para transferir Whatsapp do Android para iPhone. O processo é feito em etapas e exige o backup mais recente do mensageiro:

1. Inicie a transferência: no menu principal, toque em “Transfer WhatsApp” e selecione se é o WhatsApp normal ou o Business.

Captura de tela de um aplicativo de transferência de dados do WhatsApp. A tela inicial, intitulada "WhatsApp Transfer", mostra uma ilustração de dois smartphones (Android e iPhone) trocando dados. Há um menu suspenso para "Choose Transfer App" (Escolher Aplicativo de Transferência) com a opção "WhatsApp Business" selecionada. Um botão verde "Start" (Iniciar) está na parte inferior.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

2. Faça o backup no Android: siga as instruções no app. No seu WhatsApp, ative o backup criptografado de ponta-a-ponta e salve ou copie a chave de 64 bits gerada.

Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

3. Insira a chave no WatsGo: retorne ao WatsGo e digite a chave de 64 bits. O aplicativo também oferece uma opção “Upload a screenshot” para reconhecer a chave automaticamente.

Captura de tela da tela de "Decryption" (Descriptografia) do processo de transferência do WhatsApp. A tela exibe a instrução "Please enter the 64-bit key" (Por favor, insira a chave de 64 bits) em uma grade de 12 campos tracejados. Abaixo, há um link para "Upload a screenshot" (Carregar uma captura de tela) e outro link para "Forgot 64-bit key reset" (Esquecer chave de 64 bits). Um botão "Verify" (Verificar) está na parte inferior para prosseguir.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

4. Escolha o método e conecte: após a verificação da chave, o WatsGo perguntará como você quer transferir. O app oferece duas opções: com cabo USB ou sem (utilizando o software de desktop da iToolab como intermediário). Para o iPhone receber os dados, ele precisará do app “WatsGo”.

Captura de tela da tela de seleção de método de transmissão do aplicativo de transferência do WhatsApp. A tela pede ao usuário para "Please select the transmission method" (Por favor, selecione o método de transmissão), oferecendo duas opções: "With USB Cable" (Com Cabo USB) para transferência direta (usando cabos Lightning ou USB-C) e "No USB Cable" (Sem Cabo USB) para completar a transferência usando o kit de ferramentas de desktop.
Transferência do WhatsApp pelo WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

5. Aguarde a conclusão: assim que os aparelhos estiverem conectados, a transferência é iniciada. Ao final, o WatsGo exibirá a tela “Data transfer successful”.

Basta abrir o WhatsApp no iPhone, pular a etapa de restauração do iCloud e seu histórico de conversas do Android estará disponível.

Como usar o Migrar para iOS?

Ferramenta “Migrar para iOS” da Apple exige celular limpo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para quem acabou de ligar o aparelho pela primeira vez, a solução oferecida pela própria Apple é o app “Migrar para iOS”. Como fazer:

  1. Inicie o iPhone até chegar à tela “Início Rápido”.
  2. Toque em “Configurar sem Outro Dispositivo”.
  3. No Android, abra o app Migrar para iOS.
  4. Conecte-se à rede Wi-Fi temporária criada pelo iPhone.
  5. Escolha o que deseja transferir — contatos, SMS e até o histórico do WhatsApp.

A ferramenta é eficiente para transferir contatos, fotos e calendários, mas, além da demora no processo, só funciona na tela de boas-vindas do iPhone.

Ou seja, se o usuário já passou da tela “Olá” e começou a usar o aparelho, o “Migrar para iOS” deixa de ser uma opção. A partir dali, para usá-lo é necessário formatar o iPhone, o que leva à perda todos os apps e configurações já feitas. Só após esse processo é possível trazer os dados do Android.

Para formatar, o caminho é simples: indo em Ajustes > Geral > Transferir ou Redefinir o iPhone > Apagar Conteúdo e Ajustes.

Transferência manual de dados

Os melhores serviços de armazenamento em nuvem
Usuário pode usar serviços em nuvem para mover dados (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Uma outra opção para obter dados sem formatar o smartphone é recorrer a uma transferência manual, usando a nuvem.

É possível sincronizar os contatos e a agenda através da conta Google, e fazer o backup de fotos e vídeos para um serviço como o Google Fotos, para depois baixá-los no iPhone.

Embora seja um método gratuito (caso você tenha espaço nos drives), é um processo que demanda tempo, muito trabalho e, o mais importante, é incompleto.

Através dele, você deixa para trás dados essenciais do smartphone, como o registro de chamadas, histórico de SMS e, principalmente, o backup de conversas do WhatsApp, que não pode ser transferido dessa forma.

Qual o melhor método?

Cada forma de migrar do Android para o iPhone tem seus próprios prós, custos e níveis de segurança dos dados. A escolha ideal depende da situação do usuário e de quais informações ele considera indispensáveis.

  • Migrar para iOS: é a alternativa oficial e conta com o suporte da Apple (chat e telefone). No entanto, a exigência de resetar o aparelho torna o método inviável para quem já começou a usar o dispositivo. Além disso, o processo pode falhar facilmente devido a interrupções no Android ou de instabilidades na rede Wi-Fi.
  • Transferência manual: apesar de gratuita, é demorada e exige várias etapas, além de deixar de fora partes importantes do histórico digital (como mensagens, chamadas e apps) e não possuir nenhum tipo de suporte técnico.
  • WatsGo: é uma alternativa mais completa e prática. Ele permite transferir dados mesmo em um iPhone já configurado, sem precisar restaurar o sistema — mas os recursos são pagos. Em compensação, é possível transferir Whatsapp do Android para iPhone, além de histórico de SMS e registros de chamadas nessa situação. Em caso de falhas, a iToolab oferece suporte direto por e-mail (contact@itoolab.com).

Como transferir dados do Android para o iPhone sem precisar resetar o aparelho

App para Android permite transferência de dados sem formatar o iPhone (imagem: reprodução/iToolab)

WatsGo transfere dados do Android para iOS, inclusive WhatsApp (imagem: reprodução/iToolab)

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

Interface do WatsGo (imagem: reprodução/iToolab)

iOS é o sistema operacional do iPhone (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os melhores serviços de armazenamento em nuvem (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
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WhatsApp para iPhone começa a receber suporte a múltiplas contas

Uma composição de várias telas de smartphone, todas exibindo a interface do aplicativo WhatsApp na cor verde, característica de sua identidade visual. As telas mostram a lista de "CHATS" com contatos genéricos como "Username 01". No topo de cada tela, aparece "WhatsApp". A imagem é repetida e organizada em um padrão diagonal, com o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito.
Múltiplas contas ajudam quem tem números diferentes para conversas pessoais e de trabalho (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp Beta para iOS começou a receber suporte a múltiplas contas, recurso disponível no Android há mais de dois anos.
  • A função permite adicionar um segundo número no app, separando conversas pessoais e profissionais.
  • A novidade está em fase de testes e não tem previsão de lançamento para o público geral.

O WhatsApp Beta para iOS começou a receber o suporte a múltiplas contas em um mesmo dispositivo. A novidade está sendo liberada gradualmente para participantes do programa de testes do app para iPhone. A ferramenta deverá ajudar quem quer ter números diferentes para separar conversas pessoais e profissionais, por exemplo.

Em junho de 2025, esse recurso tinha aparecido no código do aplicativo beta para iOS, mas não estava ativado. Ainda não há previsão de lançamento para o público geral, mas essa distribuição indica que a ferramenta está quase pronta.

Três telas do WhatsApp no iPhone mostram o suporte a múltiplas contas. A primeira exibe a área de “Settings” com a opção “Account list” e, abaixo, uma janela “Accounts” com um perfil listado e o botão “Add account”. A segunda mostra a aba “Chats” com conversas recentes e um aviso de troca de conta na parte inferior. A terceira mostra o menu “Account” com a opção “Switch account” destacada.
Usuário poderá trocar contas por meio de atalho no botão de configurações (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Com a novidade, a Meta fica perto de equiparar essa versão ao app para Android, que conta com o recurso há mais de dois anos. Na ocasião, a empresa advertiu contra o uso de soluções que “clonavam” o aplicativo, permitindo ter duas instalações paralelas.

Para usuários do sistema da Apple, a forma mais fácil de driblar a restrição era recorrer ao WhatsApp Business. A versão profissional do app permite usar um número diferente, em um perfil voltado a negócios.

Como funciona o suporte a múltiplas contas no WhatsApp?

O funcionamento do recurso é praticamente idêntico ao encontrado no Android — inclusive, em ambas as plataformas, o limite é de duas contas por aparelho.

Na tela de configurações, haverá uma opção chamada “Lista de contas”, próxima ao perfil do usuário. Por lá, é possível adicionar um segundo cadastro ao app. Basicamente, existem três cenários para essa função:

  1. Cadastrar um novo número no WhatsApp, gerando assim um novo perfil.
  2. Mover uma conta já existente para aquele aparelho.
  3. Usar o app como acesso secundário a uma conta atualmente em funcionamento em outro dispositivo.

Para alternar entre contas, a forma mais fácil é tocar e segurar o botão de configurações, que fica na barra inferior do aplicativo.

Como explica o WABetaInfo, cada conta tem suas próprias configurações, como notificações, sons, download automático, ajustes de privacidade e frequência de backup. Mesmo assim, o WhatsApp receberá notificações das duas contas, independentemente da que estiver ativa no momento.

Com informações do WABetaInfo e do 9to5Mac

WhatsApp para iPhone começa a receber suporte a múltiplas contas

WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Usuário poderá trocar contas por meio de atalho no botão de configurações (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Justiça dos EUA decide: Meta não precisa vender WhatsApp e Instagram

Ilustração com os ícones de WhatsApp, Instagram e Facebook inseridos numa caixa com a marca da Meta
Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Justiça dos EUA decidiu que a Meta não precisa vender o WhatsApp e o Instagram, rejeitando a alegação da FTC de monopólio.
  • O tribunal destacou o crescimento de plataformas como o TikTok, indicando um mercado de redes sociais mais dinâmico.
  • A FTC expressou desapontamento e planeja recorrer da decisão.

A Meta não será forçada a se desfazer do WhatsApp e Instagram, conforme uma decisão hoje da Justiça dos Estados Unidos. Foi um revés para a Comissão Federal de Comércio (FTC), que argumentava que a companhia manteve um poder de monopólio ilegal no que chama de mercado de “redes sociais pessoais”.

A ação, que se arrastava nos tribunais estadunidenses há anos, buscava reverter as compras que consolidaram o poder da Meta. A FTC alegava que as aquisições do WhatsApp e do Instagram foram estratégicas para sufocar a concorrência.

Erro na definição de mercado

De acordo com o juiz distrital James Boasberg, a agência falhou em provar que a Meta monopolizou o mercado de redes sociais ilegalmente. Nas palavras do juiz, “o cenário que existia há apenas cinco anos, quando a Comissão Federal de Comércio apresentou esta ação antitruste, mudou notavelmente”.

Com isso, o tribunal reconheceu que o ecossistema atual é mais amplo e dinâmico, forçando a FTC a considerar concorrentes que não se encaixam na definição inicial de redes sociais. O argumento da Meta citou o rápido crescimento de plataformas como o TikTok.

A FTC se diz “profundamente desapontada” e afirma estar revisando o caso para apresentar um recurso. Essa é a segunda grande derrota antitruste da agência contra a Meta, que perdeu um processo contra a aquisição da startup de fitness em realidade virtual Within.

Relembre as aquisições

Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg fez investidas por concorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quando ainda era Facebook, a Meta expandiu seu império digital a partir da aquisição de concorrentes — não muito diferente do que faz agora, na era da IA. As duas maiores operações, centro do processo antitruste, foram as compras do Instagram e WhatsApp.

A primeira, com o Instagram, ocorreu em abril de 2012, por um valor aproximado de US$ 1 bilhão em dinheiro e ações. A transação foi concluída apenas dois anos após o lançamento do app (e poucos meses após a chegada da versão para Android).

Dois anos depois, em fevereiro de 2014, foi a vez do app de mensagens WhatsApp. A operação foi ainda maior, avaliada em cerca de US$ 22 bilhões, um dos maiores negócios da história da tecnologia até então. Um ano antes, o Snapchat resistiu às investidas de Mark Zuckerberg.

Justiça dos EUA decide: Meta não precisa vender WhatsApp e Instagram

Meta é dona de WhatsApp, Instagram e Facebook (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Pesquisadores encontraram 3,5 bilhões de números expostos no WhatsApp

Imagem mostra o logotipo do WhatsApp com um blur
Brecha de segurança permitiu encontrar bilhões de usuários (ilustrações: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores da Universidade de Viena identificaram 3,5 bilhões de números de telefone no WhatsApp devido a uma falha de segurança.
  • O Brasil teve 206 milhões de contas expostas, com 61% das fotos de perfil visíveis.
  • A Meta corrigiu a vulnerabilidade em outubro, após ser alertada em abril, mas minimizou a gravidade do vazamento.

Uma falha de segurança no sistema de descoberta de contatos do WhatsApp permitiu que um grupo de pesquisadores da Universidade de Viena compilasse um banco de dados com 3,5 bilhões de números de telefone cadastrados na plataforma.

A brecha, que explorava a facilidade do app em encontrar novos usuários, detectou números de telefone, fotos de perfil e recados de status de grande parcela de usuários do mundo todo. O Brasil, como um dos maiores mercados do mensageiro, teve 206 milhões de contas identificadas, sendo que 61% delas tinham foto de perfil visíveis para qualquer um.

A investigação também encontrou milhões de contas ativas em países onde o app é oficialmente banido, como a China (2,3 milhões) e Mianmar (1,6 milhão). Segundo a Wired, a preocupação dos pesquisadores é de que governos desses lugares poderiam utilizar a mesma técnica para identificar e perseguir cidadãos.

Como a lista foi criada?

Print do WhatsApp exibindo contatos favoritos
Pesquisadores usaram recurso da agenda do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para gerar o banco de dados, os pesquisadores se aproveitaram do recurso do WhatsApp que informa instantaneamente se determinado número salvo na agenda tem uma conta no mensageiro. Eles automatizaram o processo, testando bilhões de combinações de números possíveis através da versão web do aplicativo.

Sem barreiras de velocidade, eles conseguiram verificar cerca de 100 milhões de números por hora. À Wired, os pesquisadores afirmaram que essa foi “a exposição mais extensa de números de telefone e dados de usuários já documentada”.

Parte dos usuários espera justamente mais segurança com dados com a chegada dos nomes de usuário ao WhatsApp. Entretanto, a Meta não divulgou, até o momento, se o uso de número de celular continuará sendo obrigatório no app.

Após a descoberta e a conclusão do trabalho, os pesquisadores deletaram a cópia dos dados e alertaram a Meta em abril. Seis meses depois, em outubro, a empresa corrigiu a vulnerabilidade, implementando limites mais rígidos.

Meta diz que dados já eram públicos

Arte com o rosto de Mark Zuckerberg em tom azul. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Empresa de Mark Zuckerberg diz que falha não foi usada por agentes mal-intencionados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Em comunicado, a Meta agradeceu aos pesquisadores, que submeteram a descoberta através do programa de recompensa por bugs da empresa.

No entanto, a gigante da tecnologia minimizou a gravidade do vazamento, classificando os dados coletados como “informações básicas publicamente disponíveis”, uma vez que fotos e recados só foram capturados de usuários que optaram por não restringir a privacidade nas configurações.

“Nós – assim como muitos outros apps de mensagens – usamos números de telefone para descoberta de contatos porque é importante que as pessoas possam encontrar e conversar facilmente com quem conhecem. Tratar a descoberta de contatos por número como uma falha fundamental é não entender as expectativas e padrões de comunicação dos usuários. Todas as principais plataformas de mensagens – Signal, Telegram, iMessage – usam números de telefone para descoberta de contatos pelo mesmo motivo: é assim que bilhões de pessoas preferem se conectar.

Como os próprios pesquisadores afirmam, eles só conseguiram ver informações publicamente acessíveis – fotos de perfil e o texto do ‘Sobre’ — caso os usuários escolhessem tornar essas informações públicas para ‘todos’ no WhatsApp.“

– WhatsApp, em nota

A empresa afirma ainda que não encontrou evidências de que atores mal-intencionados tenham abusado dessa mesma falha antes da correção. Vale lembrar que a companhia foi denunciada, em setembro desse ano, por ignorar deliberadamente falhas de segurança e privacidade no aplicativo.

Por fim, a Meta questiona o uso do termo “exposição” para designar o que foi divulgado pelos pesquisadores.

Pesquisadores encontraram 3,5 bilhões de números expostos no WhatsApp

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Contatos favoritos no WhatsApp (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp vai conversar com outros apps de mensagens… na Europa

Uma composição de várias telas de smartphone, todas exibindo a interface do aplicativo WhatsApp na cor verde, característica de sua identidade visual. As telas mostram a lista de "CHATS" com contatos genéricos como "Username 01". No topo de cada tela, aparece "WhatsApp". A imagem é repetida e organizada em um padrão diagonal, com o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito.
WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp terá interoperabilidade com BirdyChat e Haiket na Europa, seguindo o Regulamento de Mercados Digitais (DMA).
  • Meta garante que a criptografia de ponta a ponta (E2EE) será mantida, e exige que apps terceiros usem o mesmo nível de segurança.
  • A função será opcional e limitada, na fase inicial, a smartphones, com exigência de contrato e protocolo de criptografia compatível.

O WhatsApp deve abrir as portas para conversar com outros aplicativos de mensagens. A Meta anunciou que está prestes a lançar a integração com chats de terceiros na Europa e deve começar a liberar o recurso nos próximos meses.

A integração segue uma medida obrigatória imposta pelo Regulamento de Mercados Digitais (DMA) da região, que classificou o WhatsApp — assim como o Messenger — como intermediários do mercado digital. A Meta garante que manterá o nível de criptografia de ponta a ponta (E2EE) do mensageiro.

Os dois primeiros serviços a implementar a interoperabilidade serão BirdyChat e Haiket, pouco conhecidos pelo grande público. A função será limitada a usuários com números de telefone registrados em países cobertos pelo DMA. Desde 2024, está em vigor a regra que obriga o WhatsApp a funcionar de forma interoperável com serviços concorrentes na região.

Como funcionará?

Telas de WhatsApp e Messenger mostrando opções para integrar ou separar conversas de outros apps
Conversas de outros apps poderão ficar na mesma lista ou em uma área separada (imagem: divulgação/Meta)

A integração com outros apps de mensagens será um recurso opcional (opt-in). Os usuários do WhatsApp na Europa verão uma notificação na aba de “Configurações” explicando como ativar e, depois disso, poderão decidir ver as mensagens de apps terceiros em uma caixa de entrada separada ou na pasta principal.

Com a integração, será possível enviar texto, fotos, vídeos, mensagens de voz e documentos. No entanto, a Meta informa que, nesta fase inicial, a função estará restrita aos apps para smartphones (iOS e Android), não funcionando nas versões desktop, web ou para tablets.

Telas de WhatsApp e Messenger com notificação sobre novos apps compatíveis
Sempre que um novo serviço de mensagens estiver disponível, usuários receberão notificação (imagem: divulgação/Meta)

Meta exige nível de segurança

A principal exigência da Meta sobre os aplicativos terceiros é a segurança: eles devem usar “o mesmo nível” de E2EE do WhatsApp. A empresa garante que não poderá ver as mensagens criptografadas em trânsito.

Apesar de manter essa criptografia, a Meta não se responsabiliza pelo tratamento dos dados coletados pela empresa parceira. A companhia alerta que os apps de terceiros podem lidar com os dados “de maneira diferente” do que a plataforma faria.

Para que um app terceiro possa se conectar ao WhatsApp, ele deverá assinar um contrato com a Meta. A principal cláusula desse acordo é a exigência de que o app utilize um protocolo de criptografia “tão bom ou mais sofisticado” que o Protocolo Signal, usado pelo WhatsApp, Skype e Google Mensagens.

WhatsApp vai conversar com outros apps de mensagens… na Europa

WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Conversas de outros apps poderão ficar na mesma lista ou em uma área separada (Imagem: Divulgação / Meta)
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WhatsApp pode exigir Instagram ou Facebook para reserva de nome de usuário

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Reserva de nomes de usuário pode ser vinculada às da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp pode exigir que os futuros nomes de usuário estejam registrados no Instagram ou Facebook para reserva antecipada.
  • Segundo o WABetaInfo, a verificação será feita pela Central de Contas da Meta, associando o nome à conta do WhatsApp após confirmação.
  • A função pode chegar a testadores até 2026, com regras próprias de formatação para os identificadores.

A reserva antecipada de nomes de usuário do WhatsApp pode ser integrada ao ecossistema da Meta. Aparentemente, o usuário precisará ter o nome de usuário desejado no Instagram ou no Facebook para conseguir reivindicá-lo no mensageiro.

O sistema, descoberto pelo site especializado WABetaInfo na versão beta 2.25.34.3 do app para Android, indica que a Meta priorizará a unificação de identidade digital, exigindo que o usuário comprove ser o “dono” do username em outra plataforma da casa.

O WhatsApp prepara esse sistema de reserva para que usuários garantam seus @ antes do lançamento global da ferramenta.

Como vai funcionar?

Capturas de tela do sistema de nomes de usuário no WhatsApp
Reserva de nome de usuário no WhatsApp (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Segundo o portal, o usuário deverá inserir o nome de usuário que já utiliza no Instagram ou Facebook. Em seguida, o WhatsApp o guiará por um processo de verificação através da Central de Contas da Meta para confirmar a propriedade.

Uma vez confirmada a posse, o nome de usuário será automaticamente associado à conta do WhatsApp e ficará “reservado”. Isso garante que, mesmo quando a função for liberada para todos, ninguém poderá pegar o nome que você já verificou. Para empresas, a medida deve proteger a identidade da marca.

Entretanto, a obrigação de posse no ecossistema da Meta limitaria o recurso (ou ao menos a reserva) para quem já possui um Facebook ou Instagram.

Usuários que desejam criar um nome de usuário completamente novo, sem qualquer vínculo com suas outras contas da Meta, provavelmente terão que esperar o lançamento completo do sistema de @ para o público geral.

Quando chega a atualização?

A imagem apresenta o ícone do WhatsApp em verde, ao lado de um bloco de anotações com listas de tarefas marcadas com cheques e um despertador verde. O fundo da imagem é suavemente esverdeado, e a logomarca do Tecnoblog aparece no canto inferior direito. A composição visual destaca temas relacionados à organização e comunicação.
Meta prevê nova funcionalidade até 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A reserva dos nomes de usuário deve ser liberada em uma atualização futura, primeiro para um grupo limitado de testadores. Ainda não há data definida para isso, mas a expectativa é que o sistema completo de nomes de usuário comece a funcionar no WhatsApp até o segundo semestre de 2026.

Para quem aguarda a liberação, vale relembrar as regras de formatação que o WhatsApp deve impor para os @. Embora o foco da reserva seja em nomes existentes, o formato final dos identificadores deve seguir um padrão:

  • Tamanho: entre 3 e 30 caracteres;
  • Conteúdo: deve incluir ao menos uma letra, podendo usar números, pontos e underlines;
  • Proibições: o sistema deve bloquear nomes que comecem com “www”, terminem com domínios (como “.com”), comecem ou terminem com pontos, ou que contenham pontos em sequência (..).

WhatsApp pode exigir Instagram ou Facebook para reserva de nome de usuário

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/WABetaInfo)

Função de agendamento de mensagens faz falta no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como saber se uma pessoa está online no WhatsApp

Aplicação móvel em dois smartphones inclinados, focada em rastrear o status online e o tempo de atividade de contatos, semelhante ao WhatsApp. A tela em primeiro plano exibe uma lista de usuários com seu status atual ("Online" ou "Offline") e o "Online time" (Tempo online), como "Online time: 32:06". Um balão de notificação flutuante destaca o usuário 'Tom Riddle' com "Online time: 12:01". O design geral é limpo, com círculos de avatar espalhados pela composição.
Ferramentas do WhatsApp limitam acompanhamento de status de usuários (imagem: reprodução/iToolab)
Resumo
  • O iToolab WaTracker notifica em tempo real quando um contato do WhatsApp fica online ou offline e gera relatórios de atividade.
  • O aplicativo permite adicionar vários contatos para monitoramento e alternar entre eles sem notificar o usuário monitorado.
  • A configuração do WaTracker envolve baixar o app, adicionar contatos, vincular a conta do WhatsApp e ativar o monitoramento.

Saber se uma pessoa está online no WhatsApp já foi um processo simples: abrir a conversa e checar o status logo abaixo do nome do contato. Entretanto, com as constantes atualizações da plataforma, essa informação é cada vez mais rara. 

Ainda assim, existem métodos e ferramentas que se propõem a contornar essas restrições e automatizar o monitoramento, como o iToolab WaTracker. Saiba por que o status online não está aparecendo para você e maneiras alternativas de acompanhá-lo.

Por que a pessoa não aparece online?

Nas próprias configurações do WhatsApp, o app permite que os usuários controlem quem pode ver suas informações de atividade. Isso inclui duas configurações distintas: o “Visto por Último” e o “Online”. 

Para ambas as opções, o usuário pode definir quem terá acesso a essa informação, escolhendo entre quatro níveis de privacidade: “Todos”, “Meus contatos”, “Meus contatos, exceto…” ou “Ninguém”. 

Se um contato específico configurou o “Visto por último e online” para “Ninguém” ou para uma opção que não inclui você, o status fica invisível. 

Como saber se alguém está online?

Ilustração destaca o ícone do WhatsApp junto a balões de mensagens e outros elementos vistos em conversas
WhatsApp ainda dá indicativos de atividade de outra pessoa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mesmo com as restrições de privacidade ativadas, o WhatsApp ainda oferece alguns indicadores que podem revelar a atividade de um contato. Esses métodos, no entanto, funcionam de forma limitada, dependendo de quais camadas de privacidade a outra pessoa ativou.

Um deles é verificar os recibos de leitura, os famosos azuizinhos. A lógica é que, se o visto por último estiver desabilitado, o recebimento dos vistos azuis ao menos confirma que a pessoa abriu a conversa e leu sua mensagem.

Vale lembrar, entretanto, que o WhatsApp também permite desativar a confirmação de leitura. Se o usuário desabilitá-la, os vistos passam a indicar apenas o recebimento da mensagem (dois vistos cinzas), tornando esse método tão ineficaz quanto checar o visto por último.

Outro método comum é abrir a janela de bate-papo com o contato e observar se o indicador “digitando…” aparece. Entretanto, ele não é útil se a outra pessoa não está conversando com você no momento.

Ou seja, manualmente, é impossível saber quando o contato esteve online caso ela tenha as configurações de privacidade habilitadas. O WhatsApp, nesse caso, permite saber apenas se ela está conectada à internet e recebeu a mensagem — o que não significa que ela tenha lido.

Algum app avisa quando a pessoa está online?

iToolab Watracker está disponível para Android (imagem: reprodução/iToolab)

Para quem busca uma forma de monitoramento ativo, existem apps dedicados a essa função, como o iToolab Watracker, disponível para Android pela Google Play Store, que se concentra em rastrear a atividade online no WhatsApp. 

O app é voltado para diferentes cenários, como pais que desejam monitorar o tempo de uso dos filhos na plataforma ou o gerenciamento de contatos de negócios para saber o melhor momento de contatá-los. 

Segundo o desenvolvedor, o WaTracker utiliza apenas dados publicamente disponíveis e oferece um conjunto de recursos focados no monitoramento: 

  • Envio de notificações em tempo real instantâneas, assim que o contato monitorado fica online ou offline. 
  • Possibilidade de gerar e acessar históricos detalhados da atividade do número, mostrando horários exatos de cada conexão, tempo que o usuário permaneceu online em cada sessão e a duração total diária. 
  • Adicionar vários contatos ao aplicativo e alternar o monitoramento entre eles.
  • Rastreamento sem que o usuário monitorado seja notificado. 

Para usuários que se perguntam como ver o visto por último no WhatsApp mesmo desabilitado, uma nova função, em breve, permitirá rastrear esse status mesmo quando ele estiver oculto.

Como configurar o iToolab WaTracker?

Três capturas de tela sequenciais de um aplicativo de rastreamento de atividade de contato, em um smartphone Android. 1) 'Edit Contact' (Editar Contato) com campos para Nome, Número e opções de 'Online Notification' (Notificação Online) e 'Offline Notification' (Notificação Offline). 2) 'Binding connection code' (Código de conexão de vínculo), fornecendo instruções passo a passo para vincular o aplicativo ao WhatsApp usando um código de conexão e a opção "Linked devices" (Dispositivos conectados). 3) 'Activity Details' (Detalhes da Atividade) para o usuário 'Tom Riddle', mostrando o histórico diário de status, com duração online e offline em diferentes horários e datas, como "Total online duration today: 00:01:13".
iToolab WaTracker tem configuração simples (imagem: reprodução/iToolab)

A instalação e configuração do aplicativo é simples, mas envolve alguns passos. Importante apontar que o app pedirá permissão de acesso aos contatos e será vinculado à conta do WhatsApp para que o monitoramento seja ativado. 

O processo é feito da seguinte forma: 

  1. Baixe o iToolab WaTracker: primeiro, é preciso fazer o download grátis do app de rastreamento do WhatsApp
  2. Adicione um contato para monitorar: a tela inicial exibirá a opção “+ add a contact”. O WaTracker solicitará permissão para acessar a agenda, o que é necessário para selecionar o número. 
  3. Adicione os dados: na tela “Edit Contact”, insira um apelido, o número de telefone do alvo e selecione o país. Após, você precisará vincular a própria conta do WhatsApp para que o rastreamento funcione. 
  4. Ative a conexão: o aplicativo solicitará seu número de telefone e, em seguida, gerará um código de conexão. 
  5. Siga as instruções na tela: abra seu WhatsApp, vá até o Menu (três pontos), clique em “Aparelhos conectados” e use a opção para conectar um novo aparelho, assim como faria com o WhatsApp Web. 
  6. Inicie o monitoramento: uma vez que a vinculação é concluída, o status do contato no WaTracker mudará para “Online” ou “Offline”, confirmando que o monitoramento está ativo. 

A partir daí, o aplicativo passa a registrar toda a atividade e a enviar as notificações. Você pode tocar em “Detalhes” para ver o histórico completo de horários. 

Para quem busca uma solução de monitoramento ativo, o iToolab WaTracker automatiza esse processo. O site oficial da ferramenta oferece um guia aprofundado sobre como saber se a pessoa está online no WhatsApp e detalha o funcionamento do aplicativo. 

Como saber se uma pessoa está online no WhatsApp

Conversas do WhatsApp podem ser via texto ou áudio, de forma individual ou em grupo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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WhatsApp: Meta confirma que nomes de usuário estão a caminho

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp: Meta confirma que nomes de usuário estão a caminho (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Em aviso a empresas, Meta confirma que está desenvolvendo função de nome de usuário para o WhatsApp;
  • Empresas e pessoas físicas poderão usar nomes de usuário como alternativa ao número de telefone, melhorando a privacidade;
  • A expectativa é a de que o novo recurso seja liberado até o segundo semestre de 2026.

Já faz algum tempo que a Meta vem trabalhando em uma atualização que fará o WhatsApp suportar nomes de usuário como alternativa à identificação por número de telefone. Quando? Ainda não está claro, mas não deve demorar. A companhia passou a avisar empresas de que os nomes de usuário estão a caminho.

O aviso começou a ser emitido por e-mail. Na mensagem, a Meta dá a entender que tanto pessoas físicas quanto organizações poderão exibir seus nomes de usuário nas interações via WhatsApp, sem necessidade de ter que divulgar um número de telefone para esse fim.

Isso significa que, se você estiver conversando com o serviço de atendimento de uma empresa e ambas as partes estiverem usando um nome de usuário, um lado não precisará saber o número de telefone do outro, o que contribui para o aspecto da privacidade.

No caso de empresas, o nome de usuário também poderá ajudar a prevenir fraudes baseadas em números de telefone que se passam pela companhia no WhatsApp. Para tanto, os nomes de usuários corporativos poderão exibir o selo de verificação que já é oferecido pela Meta.

Criação de nome de usuário no WhatsApp
Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: divulgação/WABetaInfo)

Quando os nomes de usuário finalmente chegarão ao WhatsApp?

Como já informado, ainda não há data definida para isso. Mas a expectativa é a de que os nomes de usuário comecem a funcionar no WhatsApp até o segundo semestre de 2026. Isso porque a Meta avisou as empresas que usam o WhatsApp Business de que elas têm até junho de 2026 para atualizar os seus sistemas de modo a torná-los compatíveis com a nova abordagem em seu lançamento.

Isso se houver interesse pelo uso de nome de usuário, pois esse recurso será opcional.

Antes do lançamento oficial da novidade, o WhatsApp deverá permitir que o usuário reserve o nome de seu interesse. Mas os nomes do WhatsApp terão que seguir algumas regras, como ter pelo menos uma letra, não terminar como um domínio (como “.com”) e ter entre três e 30 caracteres.

Vale destacar que serviços de mensagens como Telegram e Signal já suportam nomes de usuário, e há bastante tempo.

Com informações de WABetaInfo

WhatsApp: Meta confirma que nomes de usuário estão a caminho

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Criação de nome de usuário no WhatsApp (imagem: divulgação/WABetaInfo)
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WhatsApp Web caiu? Aplicativo passa por instabilidade nesta terça (4)

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, cercado por círculos vermelhos com um x branco, indicando instabilidade. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
WhatsApp Web está fora do ar (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O WhatsApp enfrentou problemas na manhã desta terça-feira (04/11). De acordo com relatos nas redes sociais, a versão web do mensageiro da Meta ficou fora do ar. O Tecnoblog realizou testes e comprovou o erro: o WhatsApp Web ficava travado na tela de carregamento por um bom tempo. Depois disso, a interface até aparecia, mas sem exibir as conversas.

Os problemas afetaram apenas o WhatsApp Web. As versões para Android e iOS funcionavam normalmente, bem como os apps para desktop no Windows e no macOS.

De acordo com a plataforma DownDetector, que monitora serviços da web, os relatos de problemas com o WhatsApp começaram por volta das 10h30, com uma subida muito repentina em poucos minutos. As reclamações atingiram um pico às 11h30 e começaram a cair logo em seguida.

Gráfico do DownDetector com relatos de problemas no WhatsApp. A linha começa a subir pouco antes das 11h e atinge um pico por volta das 11h30, descendo gradualmente até ficar próxima a zero.
Pico de reclamações ocorreu por volta de 11h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nas redes sociais, usuários expressaram frustração com a indisponibilidade do WhatsApp Web.

Whatsapp web caiu aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa pic.twitter.com/PVKxQUj2LY

— Jaleel Barroso (@BarrosoJaleel) November 4, 2025

WhatsApp caiu pic.twitter.com/mzKZpm4Jom

— Fernanda Freitas (@feerfreitaas__) November 4, 2025

Atualizado às 13h12 com o reestabelecimento do serviço.

WhatsApp Web caiu? Aplicativo passa por instabilidade nesta terça (4)

WhatsApp fora do ar (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pico de reclamações ocorreu por volta de 11h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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WhatsApp libera versão beta de aplicativo para Apple Watch

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp deve chegar a mais uma plataforma em breve (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp lançou um aplicativo para Apple Watch, disponível na versão 25.32.10.71 via TestFlight.
  • O app permite acessar conversas, enviar mensagens, reagir com emojis e visualizar mídias, mas não funciona de forma independente.
  • A Meta tem focado em expandir seus serviços para dispositivos Apple, lançando versões do WhatsApp e Instagram para iPad em 2025.

Um aplicativo oficial do WhatsApp para Apple Watch está a caminho. A versão 25.32.10.71 do mensageiro, distribuída a inscritos no programa TestFlight, inclui um app dedicado ao smartwatch da Apple, algo até então inédito. Por enquanto, não há previsão de lançamento para o público geral.

Segundo o WABetaInfo, o WhatsApp para Apple Watch não funciona de maneira totalmente independente — ele precisa estar pareado e conectado ao app do iPhone para funcionar. Mesmo assim, ele inclui alguns recursos importantes do mensageiro. É possível acessar a lista de conversas, ler e enviar mensagens, reagir com emojis e visualizar mídias, por exemplo.

Imagem com três telas do WhatsApp exibidas em um Apple Watch. Na primeira, aparece a lista de conversas com contatos identificados como “WBI”. Na segunda, uma conversa mostra balões verdes com mensagens. Na terceira, surge um painel de reações com emojis. O fundo é escuro e a interface segue o estilo visual do aplicativo no iPhone.
Lista de conversas, áudios e emojis estão no WhatsApp para watchOS (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Um ponto interessante é a possibilidade de enviar áudios, o que pode ajudar na comunicação — digitar na telinha não é muito confortável, e o ditado nem sempre entende direito o que você fala. O mensageiro ainda conta com mensagens padrão e emojis para facilitar as conversas.

WhatsApp para Apple Watch é inédito

Até agora, não havia uma versão do WhatsApp para o smartwatch da Apple. Por isso, o único jeito de usar o WhatsApp no relógio era enviando respostas a notificações. Não dava para selecionar uma conversa e mandar uma mensagem, por exemplo.

Por isso, a chegada do app para watchOS deve melhorar consideravelmente a experiência para quem é usuário do ecossistema da maçã.

Do outro lado do muro, consumidores do Android já podiam acessar o WhatsApp pelo relógio há algum tempo — o app está disponível oficialmente para o Wear OS desde julho de 2023.

Meta dá atenção especial para a Apple

O WhatsApp para watchOS está mais perto de ser lançado, o que consolida uma tendência dos últimos meses: a Meta tem trabalhado para suprir antigas lacunas de seus produtos nos sistemas da Apple. Um exemplo disso é o próprio WhatsApp, que ganhou uma versão para iPad em maio de 2025. Até então, só era possível mandar mensagens no tablet por meio da versão web.

Interface do WhatsApp para iPad, com visual adaptado à tela ampla. À esquerda, a coluna "Conversas" mostra chats organizados em abas como "Todas" e "Grupos". À direita, a conversa aberta com Gabriela Ferreira exibe um áudio longo, uma mensagem e uma foto de família.
Interface adaptada é uma das vantagens em relação à versão web (imagem: divulgação)

Outro serviço da empresa que chegou aos tablets foi o Instagram: a rede social ganhou um app adaptado ao iPadOS em setembro de 2025. Até então, o aplicativo tinha a mesma interface do iPhone e aparecia “esticado”, deixando espaços em branco nas laterais. A Meta dizia que sua presença na plataforma não era uma prioridade, mas o crescimento do TikTok fez a empresa de Mark Zuckerberg se mexer.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp libera versão beta de aplicativo para Apple Watch

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Lista de conversas, áudios e emojis estão no WhatsApp para watchOS (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Interface adaptada é uma das vantagens em relação à versão web (imagem: divulgação)
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WhatsApp testa recurso de perfil que lembra o LinkedIn

Ilustração mostra um celular com a tela de "Editar perfil" no WhatsApp para Android
WhatsApp pode ganhar opção para inserir foto de capa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp testa um recurso de foto de capa para perfis, semelhante ao de outras redes sociais.
  • Segundo o site WABetaInfo, a função deve incluir ajustes de privacidade e seguir o modelo do WhatsApp Business.
  • A Meta tem focado em tornar o app mais social e personalizável, e informações anteriores sugerem mudanças visuais nesse sentido.

O WhatsApp pode disponibilizar uma opção para adicionar foto de capa aos perfis. A função, semelhante à existente em plataformas como Facebook, LinkedIn e X, permitiria que cada usuário escolhesse uma imagem para exibir no topo do seu perfil pessoal.

Segundo o site especializado WABetaInfo, o recurso está sendo testado na versão beta 2.25.32.2 do aplicativo para Android. A novidade ainda não tem data confirmada para chegar à versão estável do app, mas pode ser liberada em uma atualização futura.

Como seriam as capas de perfil?

Imagem mostra uma captura de tela do WhatsApp com a opção, ainda em teste, para adicionar foto de capa ao perfil
Recurso seria acessível no perfil do usuário (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A ideia seria expandir um recurso que já existe no WhatsApp Business. Hoje, contas comerciais podem incluir uma imagem em formato de banner no topo do perfil, ajudando a reforçar a identidade visual da marca e causar uma boa primeira impressão.

Caso a novidade seja confirmada para perfis pessoais, os usuários comuns poderão fazer o mesmo. A foto de capa ficaria posicionada no topo da página do perfil e também apareceria nas configurações do aplicativo, sempre que o usuário acessasse essa área.

Além disso, o WhatsApp estaria desenvolvendo configurações de privacidade específicas para o recurso. O WABetaInfo menciona as opções “Todos”, “Meus contatos” e “Ninguém”, permitindo controlar quem pode ver a imagem. Mas, diferente do Status, ainda não haveria a opção “Meus contatos exceto”, que exclui pessoas específicas.

Por que o WhatsApp está testando fotos de capa?

A introdução dessa ferramenta reforçaria o movimento da Meta em tornar o WhatsApp um ambiente mais personalizável, aproximando o mensageiro de outras redes sociais. O app, que sempre se destacou pela simplicidade, tem testado recursos que dão mais liberdade ao usuário — como nomes de usuário personalizados.

Essa mudança também seria estratégica: com a chegada dos nomes de usuário, perfis mais visuais e identificáveis podem ajudar a tornar as contas mais reconhecíveis e, ao mesmo tempo, seguras.

Embora ainda não haja previsão para o lançamento global, o recurso deverá ser liberado primeiro para um grupo restrito de testadores. Caso os testes sejam bem-sucedidos, a função poderá chegar a todos os usuários nas próximas atualizações.

WhatsApp testa recurso de perfil que lembra o LinkedIn

Colocar ou trocar a foto de perfil é um processo simples que pode ser feito pelo celular, PC ou via web (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp vai facilitar limpeza de conversas para liberar espaço do celular

Uma composição de várias telas de smartphone, todas exibindo a interface do aplicativo WhatsApp na cor verde, característica de sua identidade visual. As telas mostram a lista de "CHATS" com contatos genéricos como "Username 01". No topo de cada tela, aparece "WhatsApp". A imagem é repetida e organizada em um padrão diagonal, com o logotipo do "tecnoblog" no canto inferior direito.
WhatsApp vai mostrar arquivos mais pesados de cada conversa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está testando um atalho para visualização de mídias pesadas na página de detalhes da conversa na versão beta 2.25.31.13 para Android.
  • A nova função facilita o acesso a arquivos grandes, permitindo apagá-los para liberar espaço de armazenamento.
  • A função está disponível para alguns usuários beta, sem previsão oficial de lançamento para o público geral.

O WhatsApp prepara uma nova opção para visualizar as mídias e os arquivos mais pesados de uma conversa. A ideia é que fique mais fácil apagá-los para liberar espaço no armazenamento.

A mudança foi vista pelo site WABetaInfo, especializado no mensageiro, na versão 2.25.31.13 do app para Android, ainda em versão beta. Alguns participantes do programa de testes já receberam essa função, e espera-se que o acesso seja ampliado ao longo das próximas semanas.

Como funciona a nova opção para visualizar mídias?

Nas configurações do WhatsApp, há a opção “Gerenciar armazenamento”. Ela mostra itens grandes e encaminhados com frequência, que são ótimos “candidatos” na hora de escolher o que apagar e liberar espaço.

Por lá, há uma lista de contatos e grupos, em que dá para ver quais foram os arquivos mais pesados trocados em cada conversa. Também existe a opção de ordenar pelos mais recentes ou mais antigos. É possível selecionar vários e apagar de uma só vez.

O que o WhatsApp está testando é colocar um novo atalho para essa visualização. Ele ficaria na página de detalhes, aquela que aparece ao tocar no nome de um contato e que reúne opções como notificações, privacidade e tema, entre outras.

Imagem mostra três capturas de tela do WhatsApp em um celular Android. A primeira tela exibe os detalhes do grupo “WBI GROUP”, com opções como “Audio”, “Video”, “Add”, “Search” e o botão “Manage Storage”. As duas telas seguintes mostram a nova interface para gerenciar armazenamento, com uma imagem verde do logotipo “WBI” listada e a indicação do tamanho do arquivo, “17 kB”.
Atalho fica nos detalhes da conversa (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Atualmente, o WhatsApp conta com a opção “Mídias, links e docs” nas conversas, que mostra um histórico de fotos, vídeos e arquivos trocados naquele chat. Esses itens estão ordenados apenas de forma cronológica, começando com os mais recentes.

A ideia da Meta, ao que tudo indica, é facilitar o acesso a um recurso das configurações que pouca gente conhece. Além disso, faz sentido verificar quais são os arquivos mais pesados de conversas específicas — provavelmente você vai querer apagar vídeos encaminhados no grupo da família, por exemplo.

Por enquanto, não há nenhum anúncio oficial sobre essa mudança, nem previsão de quando ela chegará à versão pública do WhatsApp. Além disso, por se tratar de um teste, pode haver alterações até o lançamento oficial.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp vai facilitar limpeza de conversas para liberar espaço do celular

WhatsApp passa a destacar rascunhos em lista de chats (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Atalho fica nos detalhes da conversa (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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WhatsApp ganha proteção adicional contra golpistas

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp adiciona pop-up para barrar ações de golpistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp vai exibir um aviso de confirmação ao compartilhar a tela com contatos desconhecidos para prevenir golpes.
  • O aviso é voltado principalmente para idosos, grupo mais vulnerável a golpes de engenharia social.
  • O Messenger também terá ferramentas de detecção de golpes, incluindo análise por IA e opções de bloqueio e denúncia.

O WhatsApp exibirá um aviso de confirmação sempre que alguém tentar usar o compartilhamento de tela em uma chamada de vídeo com um contato que não está salvo na agenda. De acordo com a Meta, empresa-mãe do mensageiro, a nova camada de segurança deve proteger os usuários contra golpistas.

A medida visa combater táticas de engenharia social, nas quais golpistas se passam por atendentes de banco ou suporte técnico para induzir a vítima a compartilhar a tela e, assim, roubar dados sensíveis, como informações de login e senhas de aplicativos financeiros.

O principal público-alvo do novo aviso são pessoas idosas, que costumam ser enganadas por esquemas golpistas na internet — ainda mais com a ascensão da IA e o uso das ferramentas para aprimorar os ataques. Dados do FBI, citados pela própria Meta, revelam que adultos com 60 anos ou mais perderam um total de US$ 4,8 bilhões em golpes online apenas em 2024.

Como vai funcionar o alerta?

Captura de tela do WhatsApp com pop-up contendo aviso para o compartilhamento de tela seguro
WhatsApp reforça em mensagem que compartilhamento inclui dados sensíveis (imagem: reprodução/Meta)

Ao iniciar o compartilhamento de tela com um número desconhecido, uma janela de aviso aparecerá com a seguinte mensagem: “Só compartilhe sua tela com pessoas em quem você confia”. O texto ainda reforça que o interlocutor poderá ver tudo o que for exibido no aparelho, incluindo dados bancários.

Essa etapa extra serve como um momento de reflexão para o usuário, dando-lhe a chance de reconsiderar a ação antes que seja tarde demais. A Meta aposta que o alerta pode ser o suficiente para quebrar o roteiro dos golpistas e evitar que o crime se concretize.

Messenger também terá aviso

Capturas de tela do Messenger com aviso de possível golpe
Messenger detectará e mostrará aos usuários sinais comuns de golpe (imagem: reprodução/Meta)

A nova função faz parte de uma iniciativa da Meta para combater redes criminosas. A empresa afirma que golpistas criam sites e anúncios falsos prometendo benefícios governamentais ou serviços de renegociação de dívidas para roubar informações pessoais.

Por isso, além do reforço no WhatsApp, a companhia também anunciou que está testando, no Messenger, ferramentas avançadas de detecção de golpes. Quando um usuário receber uma mensagem suspeita, um aviso aparecerá, permitindo que o conteúdo seja encaminhado para uma análise de IA da Meta.

Se o sistema detectar um golpe em potencial, ele mostrará ao usuário uma lista com sinais comuns de fraude e a opção de bloquear e denunciar a conta. A Meta ainda não informou quando liberará essa funcionalidade.

O Messenger é uma das principais vias para golpistas, especialmente pelo marketplace do Facebook, já que as negociações se dão pelo mensageiro. Na rede social, são comuns golpes como anúncios falsos, propagandas enganosas e outras fraudes que envolvem engenharia social.

Com informações do Engadget

WhatsApp ganha proteção adicional contra golpistas

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Meta)
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WhatsApp proíbe presença do ChatGPT e outras IAs

Mão segurando smartphone com o WhatsApp aberto em uma conversa com o ChatGPT. A mensagem enviada pede ao chat para sugerir um cardápio de natal para cinco pessoas, e a IA responde abaixo com as sugestões.
ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta proibiu o uso de chatbots de IA na API do WhatsApp Business a partir de 15 de janeiro de 2026.
  • A API do WhatsApp Business deve ser usada apenas para comunicação entre empresas e clientes, segundo a empresa.
  • A Meta AI será o único assistente disponível no WhatsApp após a mudança.

A Meta atualizou as políticas de API do WhatsApp e inviabilizou a presença de chatbots de inteligência artificial na plataforma. É o caso do ChatGPT, que podia ser acessado pelo mensageiro. Perplexity e Luzia também estavam entre as empresas que ofereciam suas tecnologias por meio do app.

O que muda com a nova política?

O texto diz que, a partir de 15 de janeiro de 2026, fornecedores de inteligência artificial estão proibidos de acessar as soluções do WhatsApp Business, direta ou indiretamente, com o objetivo de disponibilizar essas tecnologias, caso elas sejam o principal serviço oferecido.

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
ChatGPT, Perplexity e outras IAs podem ser acessadas pelo WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Isso significa que empresas que usam IA como parte de seu atendimento ou vendas poderão seguir com as ferramentas atuais. Ao TechCrunch, a Meta explicou que uma companhia de viagens, por exemplo, poderá continuar com um chatbot para solucionar dúvidas ou problemas de seus clientes.

A OpenAI já entendeu o recado. Em sua página de suporte, a companhia avisa que seu chatbot não vai mais funcionar no WhatsApp a partir de 15 de janeiro de 2026, quando a nova regra entra em vigor. Ela recomenda fazer login no ChatGPT e conectar a conta ao app para não perder o histórico de conversas.

Por que o WhatsApp proibiu outros chatbots de IA?

Ao TechCrunch, um porta-voz da Meta declarou que os chatbots de IA demandam muito dos sistemas da empresa, uma vez que representam um grande volume de mensagens e precisam de um tipo diferente de suporte. Além disso, a companhia explica que a API do WhatsApp Business é destinada a ajudar negócios no atendimento de seus clientes e envio de atualizações, e que este é o foco da Meta no momento.

O TechCrunch também observa que, com a proibição, a Meta AI passa a ser o único assistente disponível no WhatsApp. A publicação ainda nota que as mensagens enviadas pela API são cobradas com base em uma categorização que não prevê chatbots de IA, o que dificultava a cobrança adequada desse serviço.

Com informações do TechCrunch

WhatsApp proíbe presença do ChatGPT e outras IAs

ChatGPT responde mensagens via WhatsApp (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp testa limite para mensagens sem resposta

Ilustração com logo do WhatsApp no celular e diversas mensagens com lorem ipsum no fundo
Mudança não deve afetar usuário comum, diz WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp testa limites mensais para mensagens enviadas a números desconhecidos sem resposta.
  • A Meta confirmou que o objetivo é reduzir spam e que haverá avisos antes de atingir o limite.
  • A empresa também testa limites em listas de transmissão e criou um botão para sinalizar desinteresse em mensagens de marketing.

O WhatsApp trabalha para impor um limite de mensagens que pessoas e empresas podem mandar para números desconhecidos sem haver uma resposta. A empresa ainda não decidiu qual será essa quantidade e está testando diferentes tetos mensais de envios.

As informações foram obtidas pelo site TechCrunch e confirmadas pela Meta, desenvolvedora do mensageiro. A ideia é que a norma ajude a reduzir o problema de spam na plataforma. Os testes devem começar nas próximas semanas em diferentes países.

Como vai funcionar o limite de mensagens do WhatsApp?

De acordo com a publicação, se você enviar três mensagens para alguém que não tem seu contato salvo, aquelas três mensagens serão consideradas no cálculo do limite mensal. Se a pessoa em questão responder, as três mensagens deixam de contar.

Quando uma pessoa ou uma empresa estiver próxima de estourar o teto, haverá um aviso no aplicativo, indicando o número de mensagens restantes. Assim, ninguém será bloqueado sem ser advertido previamente.

A Meta diz que o usuário médio do WhatsApp não deverá ter problemas com o limite. A regra visa reprimir pessoas e empresas que praticam spam e fazem envio em massa de mensagens.

WhatsApp vem adotando medidas contra spam

Há alguns meses, o WhatsApp começou a realizar testes com outro tipo de limite de mensagens: as enviadas em listas de transmissão. A Meta está realizando esse experimento em mais de dez países. A empresa também criou um botão para sinalizar que você não está interessado nas mensagens de marketing enviadas por uma empresa.

Além disso, nas configurações de privacidade, é possível ativar uma opção que bloqueia envios de alguém que não está na sua lista de contatos após uma certa quantidade, que não está especificada no app.

Com informações do TechCrunch

WhatsApp testa limite para mensagens sem resposta

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp Business

ilustração mostra a tela "Catálogo" do WhatsApp
Veja o passo a passo para acessar o catálogo de contas comerciais do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Você pode ver o catálogo de produtos do WhatsApp em chats com empresas que usam o WhatsApp Business pelo aplicativo para Android e iPhone ou pelo WhatsApp Web. Para visualizar a lista de produtos ou serviços disponíveis, basta acessar uma conversa com uma conta comercial e tocar na opção “Catálogo”.

O catálogo do WhatsApp tem objetivo de ser uma vitrine virtual para as empresas, apresentando itens com fotos, descrições e preços organizadamente. Isso simplifica a navegação dos clientes, a escolha de produtos ou serviços e agiliza o processo de compra.

A seguir, saiba o passo a passo para visitar um catálogo de produtos do WhatsApp.

Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp pelo celular

1. Acesse a conversa com a empresa no WhatsApp

Abra o WhatsApp no seu celular e acesse o bate-papo com a empresa que você deseja ver o catálogo de produtos.

Importante: este guia serve tanto para usuários de Android quanto para donos de iPhone. Embora o layout seja diferente, o caminho será o mesmo nas duas versões do aplicativo de mensagens.

Abrindo a conversa com uma conta comercial do WhatsApp
Abrindo a conversa com uma conta comercial do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Toque no ícone de loja do WhatsApp

Caso a conta comercial tenha um catálogo de produtos no WhatsApp, um ícone de loja será exibido no canto superior direito da tela. Então, toque nele para ver os itens disponíveis para compra.

Acessando o catálogo da empresa
Acessando o catálogo da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Explore o catálogo da empresa no WhatsApp

Navegue pela loja do WhatsApp para ver todos os serviços ou produtos disponibilizados pela empresa.

Explorando o catálogo de produtos e serviços da empresa
Explorando o catálogo de produtos e serviços da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Adicione os produtos ou serviços ao carrinho da loja

Em alguns casos, a empresa possibilita fazer a compra diretamente pelo aplicativo WhatsApp. Para isso, toque no botão “+” ao lado do item desejado para adicioná-lo ao carrinho e, em seguida, toque em “Mostrar Pedido”.

Selecionando os itens do pedido
Selecionando os itens do pedido (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Conclua a compra do item pelo WhatsApp

Na tela “Seu pedido”, verifique as informações da compra e toque em “Enviar pedido”. Depois, siga as instruções para realizar o pagamento e obter o produtor ou serviço.

Enviando o pedido para a empresa via WhatsApp
Enviando o pedido para a empresa via WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp pelo PC

1. Abra a conversa com a empresa no WhatsApp

Use o navegador para acessar web.whatsapp.com e, se necessário, faça login na sua conta. Então, abra a conversa com a empresa que você deseja acessar o catálogo do WhatsApp Business.

Acessando o bate-papo com uma conta comercial no WhatsApp
Acessando o bate-papo com uma conta comercial no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique no ícone de loja para abrir o catálogo

Se a empresa tiver um catálogo disponível no WhatsApp, um ícone de loja aparece no canto superior direito da tela do chat. Então, clique nele para abrir o catálogo de produtos ou serviços ofertados.

Abrindo a opção "Catálogo"
Abrindo a opção “Catálogo” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Conheça o catálogo da empresa

Na janela na parte direita da tela, explore os produtos ou serviços cadastrados pela empresa no WhatsApp.

Visualizando o catálogo da empresa no WhatsApp
Visualizando o catálogo da empresa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Adicione itens ao carrinho do WhatsApp

Algumas empresas oferecem a opção de compra direta pelo WhatsApp. Nesses casos, clique no botão “+” ao lado do produto ou serviço que você deseja adquirir e, em seguida, clique no ícone de carrinho no canto superior direito da tela.

Selecionando os produtos e acessando o carrinho
Selecionando os produtos e acessando o carrinho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Finalize a compra pelo WhatsApp

Na tela “Seu Pedido”, revise as informações da sua compra. Se estiver tudo certo, clique em “Enviar pedido” e siga as instruções para concluir a aquisição do produto ou serviço.

Enviando o pedido para empresa pelo WhatsApp
Enviando o pedido para empresa pelo WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Consigo acessar o catálogo de uma loja no WhatsApp via link?

Sim, a empresa consegue gerar um link de catálogo do WhatsApp para o acesso direto à loja no aplicativo de mensagens. Depois, a conta comercial pode compartilhar o link diretamente em conversas individuais ou em grupos e no Status.

Também há opção de criar links para o compartilhamento externo em outras plataformas, como redes sociais, sites e e-mail. Tudo isso simplifica a navegação do cliente e o acesso direto aos produtos e serviços disponíveis.

Por que não consigo ver o catálogo da loja no WhatsApp?

Há alguns cenários nos quais você não consegue ver o catálogo da loja no WhatsApp. Os mais comuns são:

  • A loja não usa o WhatsApp Business: a funcionalidade de catálogo é exclusiva da versão WhatsApp Business, mas a loja pode estar usando a versão para contas pessoais do aplicativo;
  • A loja ainda não criou o catálogo: o negócio pode não ter finalizado a etapa de criar catálogo do WhatsApp Business ou não ter adicionado itens;
  • Itens ocultos ou excluídos: a empresa pode ter ocultado produtos específicos ou os itens podem ter sido excluídos do catálogo virtual;
  • Catálogo em processo de análise: novos catálogos ou itens adicionados estão sob análise do WhatsApp, o que pode levar um breve período antes de ficarem visíveis para o público;
  • Produtos rejeitados por violação de regras: os itens adicionados pela loja foram reprovados por não cumprirem as Políticas Comerciais do WhatsApp e, por isso, não são exibidos no catálogo;
  • Conta do WhatsApp bloqueada: se a loja bloqueou seu número do WhatsApp, não será possível ver as informações do perfil business, incluindo o catálogo;
  • Problemas de conexão com a internet: uma conexão fraca ou instável pode impedir que o catálogo carregue corretamente. Tente se conectar a uma rede Wi-Fi robusta ou com sinal de dados móveis mais forte;
  • Aplicativo desatualizado: o aplicativo instalado no celular pode precisar ser atualizado para a versão mais recente para que todos os recursos funcionem como esperado. Acesse a App Store do iPhone ou a Play Store do Android para obter a atualização.

Posso deixar de ver o catálogo da loja no WhatsApp?

Não dá para ocultar o catálogo de uma loja no WhatsApp quando a pessoa é um cliente, pois a vitrine digital é uma funcionalidade padrão de contas comerciais. Mesmo bloqueando o contato da loja, o catálogo permanecerá visível ao acessar o perfil.

Contudo, a empresa que gerencia a conta via WhatsApp Business tem controle total para ocultar individualmente os itens do catálogo ou simplesmente desativar a ferramenta. Assim, os produtos ou serviços não serão mais acessíveis a todos os clientes.

Como ver o catálogo de uma loja no WhatsApp Business

Veja o passo a passo para acessar o catálogo de contas comerciais do WhatsApp (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Abrindo a conversa com uma conta comercial do WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o catálogo da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Explorando o catálogo de produtos e serviços da empresa (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando os itens do pedido (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o pedido para a empresa via WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o bate-papo com uma conta comercial no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Catálogo" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Visualizando o catálogo da empresa no WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando os produtos e acessando o carrinho (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o pedido para empresa pelo WhatsApp (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Como criar um catálogo de produtos no WhatsApp Business

ilustração mostra a tela "Gerenciador de Catálogos" do WhatsApp Business
Veja o passo a passo para criar um catálogo para sua empresa no WhatsApp Business (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

É possível fazer um catálogo no WhatsApp usando o WhatsApp Business. A versão comercial do aplicativo de mensagens traz o recurso exclusivo “Catálogo”, um espaço para adicionar os produtos ou serviços com nome, foto, descrição, links e preços.

Ao montar o catálogo no WhatsApp, a empresa transforma o perfil em uma vitrine digital e permite que clientes visualizem os itens detalhadamente. A funcionalidade também oferece opção para organizar os produtos em coleções, agilizando o atendimento e a decisão de compra.

Apenas contas registradas no WhatsApp Business, o app para pequenos e médios negócios, podem criar e gerenciar um catálogo de produtos. A ferramenta é gratuita e centraliza a exposição dos itens diretamente no perfil, melhorando a experiência do cliente.

A seguir, veja o passo a passo para criar um catálogo no WhatsApp Business pelo celular ou PC e facilitar a divulgação de serviços e produtos de uma empresa.

Índice

Como criar e gerenciar um catálogo no WhatsApp Business pelo celular

1. Acesse a guia “Ferramentas” do WhatsApp Business

Abra o WhatsApp Business no seu celular e toque na aba “Ferramentas Comerciais”, ícone de loja na parte inferior da tela, para ver os recursos disponíveis para sua empresa.

Acessando o menu "Ferramentas" do WhatsApp Business
Acessando o menu “Ferramentas” do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Catálogo”

Toque em “Catálogo” para acessar a funcionalidade para criar um catálogo de produtos no WhatsApp Business.

Abrindo o menu "Catálogos"
Abrindo o menu “Catálogos” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Adicione um item ao catálogo do WhatsApp Business

Na tela “Gerenciador de Catálogos”, toque em “Adicionar item” para começar a construir o catálogo digital no WhatsApp Business.

Tocando em "Adicionar item" para iniciar a criação do catálogo
Tocando em “Adicionar item” para iniciar a criação do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Cadastre o item na loja

Toque em “Adicionar fotos e vídeos” para escolher a imagem do produto ou serviço que você está disponibilizando para os clientes. Em seguida, preencha as informações sobre o item como “Nome”, “Preço”, “Preço Promocional”, “Descrição” e “País de origem”.

Importante: os campos “Nome do item” e “País de origem” são obrigatórios para finalizar o cadastro do produto ou serviço.

Cadastrando o item no catálogo
Cadastrando o item no catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Salve o item no catálogo do WhatsApp Business

Toque no botão “Salvar”, no canto superior direito, após preencher as informações do item que será exposto no catálogo da empresa no WhatsApp Business.

Dica: os itens não são disponibilizados automaticamente para o público, pois eles passam por uma avaliação da equipe do WhatsApp.

Salvando o item no catálogo do WhatsApp Business
Salvando o item no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Edite os detalhes do item do catálogo

Na tela “Gerenciador de catálogos” do WhatsApp Business, toque em cima do item para ver mais detalhes. Em seguida, siga os seguintes passos para acessar a página para editar as informações:

  • No iPhone (iOS): toque no ícone de três pontos, no canto superior direito, e selecione a opção “Editar” no submenu na parte inferior;
  • No Android: toque no ícone de lápis, no canto inferior direito.
Acessando a opção de edição do item
Acessando a opção de edição do item (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Oculte o item do catálogo

Para ocultar o item do catálogo digital do WhatsApp Business, você deve:

  • No iPhone (iOS): abra a tela de edição do item, desça a página até o final e toque na chave ao lado da opção “Ocultar este item”;
  • No Android: na tela de detalhes do item, toque no botão de três pontos no canto superior direito, selecione a opção “Ocultar” e confirme a ação.
Ocultando o item do catálogo
Ocultando o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Exclua o item do catálogo do WhatsApp Business

Para excluir o item do catálogo da sua empresa, faça as seguintes ações:

  • No iPhone (iOS): abra a tela de edição do item, desça a página até o final, toque na opção “Apagar” e confirme a ação;
  • No Android: na tela sobre as informações do item, toque no botão de três pontos no canto superior direito, selecione a opção “Apagar” e confirme a ação.
Excluindo o item do catálogo
Excluindo o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Acesse o menu “Coleção” no WhatsApp Business

No menu “Gerenciador de Catálogos”, toque no botão de três pontos no canto superior direito da tela. Em seguida, toque em “Coleções” e acesse o menu para organizar o catálogo no WhatsApp Business em seções específicas.

Abrindo o menu "Coleções"
Abrindo o menu “Coleções” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

10. Crie uma “Coleção” no WhatsApp Business

Na tela “Coleções”, faça o seguinte passo para criar uma coleção de itens:

  • No iPhone (iOS): toque na opção “Nova Coleção”, dê um nome para a vitrine especial e toque em “Avançar”;
  • No Android: toque no botão “+” no canto inferior direito da tela, dê um nome para a coleção e toque em “Avançar”.
Criando uma coleção no catálogo do WhatsApp Business
Criando uma coleção no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

11. Selecione os itens da “Coleção” da sua empresa

Marque os itens que você deseja organizar na coleção de itens do catálogo do WhatsApp Business. Em seguida, toque em “OK” para salvar as alterações.

Selecionando e salvando os itens da coleção
Selecionando e salvando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como criar e gerenciar um catálogo no WhatsApp Business pelo PC

1. Selecione a opção “Catálogo” no WhatsApp Web

Use o navegador para acessar web.whatsapp.com e, se necessário, faça login na sua conta comercial do WhatsApp. Em seguida, clique no botão de três pontos, em cima das conversas, e selecione a opção “Catálogo”

Abrindo a opção "Catálogo" do WhatsApp Business
Abrindo a opção “Catálogo” do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Clique em “Adicionar item” ao catálogo

Clique na opção “Adicionar item”, na parte superior esquerda da tela, para começar a criar um catálogo no WhatsApp Business.

Clicando em "Adicionar item" para criar o catálogo
Clicando em “Adicionar item” para criar o catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Preencha o cadastro do item

Clique em “Adicionar imagens”, na parte superior direita da tela, para enviar fotos ou vídeos do produto que será exposto aos clientes. Depois, preencha as informações sobre o item, como “Nome”, “Preço”, “Descrição” e “País de origem”.

Importante: o campo “Nome” e “País de origem” devem ser preenchidos para concluir o cadastro do item no WhatsApp Business.

Cadastrando o novo item no catálogo
Cadastrando o novo item no catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Adicione o item ao catálogo do WhatsApp Business

Toque no botão “Adicionar ao catálogo”, no canto superior direito, após preencher as informações para avançar.

Adicionando o novo item ao catálogo
Adicionando o novo item ao catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Edite as informações do item

Na área “Catálogo”, clique em cima do item para selecioná-lo e ver mais detalhes. Então, toque no botão “Editar” no canto superior direito para acessar mais opções.

Abrindo a opção de editar o item do catálogo
Abrindo a opção de editar o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Oculte ou apague o item do catálogo

Na tela “Editar item”, desça a página até o final para ver as seguintes opções:

  • Ocultar item: marque a caixa de opção para ocultar o item do catálogo, mas mantê-lo cadastrado;
  • Apagar item: clique no botão para excluir o cadastro do item do catálogo do WhatsApp Business.
Vendo a opção "Ocultar item" e "Apagar item"
Vendo a opção “Ocultar item” e “Apagar item” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Inicie uma coleção de itens

Na área “Catálogo”, na parte esquerda da tela, clique em “Adicionar coleção” para ver as opções para organizar os itens em uma vitrine especial.

Iniciando uma nova coleção no catálogo do WhatsApp Business
Iniciando uma nova coleção no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Selecione os itens da coleção

Dê um nome para a coleção de serviços ou produtos da vitrine do WhatsApp Business. Em seguida, marque os itens que serão exibidos.

Dando um nome e selecionando os itens da coleção
Dando um nome e selecionando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Finalize a criação da coleção do WhatsApp Business

Após selecionar os itens, clique no ícone de check (✓) na parte inferior da tela para salvar as alterações da coleção de serviços ou produtos.

Salvando os itens da coleção
Salvando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo criar um catálogo no WhatsApp?

Há alguns pontos que podem impedir a criação de um catálogo no WhatsApp:

  • Aplicativo incorreto: não é possível criar um catálogo no WhatsApp normal, o aplicativo para contas pessoais. A funcionalidade exige o uso do WhatsApp Business e uma conta comercial configurada;
  • Tempo de aprovação: os novos produtos adicionados ao catálogo passam por uma análise da equipe de WhatsApp e só serão exibidos após a aprovação;
  • Violação de políticas: se a conta tiver violado alguma Política Comercial ou Termos de Serviço do WhatsApp, a criação e exibição do catálogo podem ser temporariamente restritas;
  • Conexão de rede fraca: a ferramenta pode não carregar ou falhar no envio das informações se o dispositivo estiver com uma conexão de internet instável. Tente usar uma rede Wi-Fi robusta ou dados móveis com bom sinal;
  • Instabilidade do sistema: o WhatsApp pode estar enfrentando alguma falha técnica ou passando por manutenção. Nesses casos, aguarde um pouco e tente criar ou editar o catálogo novamente mais tarde;
  • Versão desatualizada: se a versão do WhatsApp Business instalado for antiga, ela pode conter bugs ou não suportar a funcionalidade. Verifique a App Store do iPhone ou a Play Store do Android para baixar uma atualização do aplicativo.

Por que meu catálogo do WhatsApp Business sumiu?

O catálogo do WhatsApp Business pode sumir devido à rejeição de itens cadastrados por violar as políticas de comércio do WhatsApp. Uma solução é realizar uma rigorosa revisão e edição dos produtos para garantir a conformidade com as regras da plataforma.

Outra causa comum é uma falha técnica ou bug temporário no aplicativo para contas comerciais. A recomendação é verificar e atualizar o WhatsApp Business para a versão mais recente na loja de aplicativos para restaurar o acesso e a funcionalidade do catálogo.

Quantos itens posso adicionar a um catálogo do WhatsApp?

O catálogo do WhatsApp Business permite a adição de até 500 itens no total. Este limite abrange a soma de todos os produtos ou serviços que a conta comercial pode exibir na plataforma.

Além do limite total de itens, cada produto individual pode incluir até 10 mídias associadas (fotos ou vídeos). É importante notar que o tamanho máximo permitido para cada vídeo é de 50 MB.

Quais são os itens ou serviços proibidos no catálogo do WhatsApp?

O catálogo do WhatsApp Business proíbe o cadastro dos seguintes itens ou serviços:

  • Armas: inclui armas de fogo, munições, explosivos e quaisquer componentes ou acessórios relacionados;
  • Álcool e tabaco: engloba a venda de bebidas alcoólicas e produtos de tabacaria, como cigarros, charutos, cachimbos e vaporizadores;
  • Drogas: proíbe drogas recreativas, substâncias sujeitas a receita médica (medicamentos, salvos algumas exceções para farmácias), drogas ilícitas e acessórios relacionados;
  • Produtos médicos e de saúde: restringe, em geral, medicamentos (com exceções limitadas para farmácias e itens não-medicamentosos), suplementos alimentares de risco e dispositivos médicos sujeitos a regulamentação;
  • Vida selvagem e plantas: inclui espécies ameaçadas de extinção (vida selvagem e plantas) e animais vivos não ameaçados (com exceção de gado);
  • Materiais e produtos perigosos: materiais radioativos, tóxicos, pesticidas, explosivos e itens que representam risco à segurança;
  • Moeda e instrumentos financeiros: não permite a comercialização de moeda real, virtual (incluindo criptomoedas), falsa, instrumentos financeiros (como ofertas iniciais de moedas) e outros instrumentos monetários;
  • Partes ou fluidos corporais: proíbe o comércio de partes do corpo humano, órgãos, sangue e fluidos corporais em geral;
  • Conteúdo ofensivo, enganoso ou inadequado: modelos de negócios, bens, itens ou serviços que possam ser fraudulentos, enganosos, ofensivos, inadequados ou intimidem indevidamente grupos específicos;
  • Jogos de azar e apostas: inclui jogos de azar e apostas com dinheiro real (incluindo apostas online);
  • Produtos e serviços para adultos: proíbe pornografia, serviços sexuais e produtos ou itens com posicionamento claramente sexualizado;
  • Serviços de encontros/relacionamentos: serviços destinados à busca de relacionamentos, encontros românticos ou casamentos;
  • Marketing multinível e esquema de pirâmide: modelos de negócios que envolvam recrutamento ou esquemas fraudulentos;
  • Serviços financeiros de alto risco: restrições aplicadas a créditos consignados, adiantamentos de salário, empréstimos, cobrança de dívidas e serviços de fiadores.

Importante: essa proibição se aplica integralmente ao catálogo do WhatsApp Business, independentemente da empresa possuir licenças, registros ou outras aprovações globais ou locais para vender esses itens fora da plataforma.

É possível importar catálogos para o WhatsApp Business?

Sim, dá para importar catálogos para o WhatsApp Business por meio do Meta Business Suite. Para isso, a conta comercial do WhatsApp deve estar vinculada tanto à página da empresa no Facebook quanto ao catálogo da Meta com os produtos.

Para importar um catálogo, basta acessar as configurações do Meta Business Suite e navegar por “Todas as ferramentas” para selecionar a opção “WhatsApp Manager”. Lá, a pessoa deve escolher a conta que deseja e, no menu no canto esquerdo, clicar em “Catálogo” para selecionar a lista de itens que quer conectar ao WhatsApp comercial.

Posso compartilhar meu catálogo de produtos do WhatsApp?

Sim, é possível compartilhar o link para o cliente ver o catálogo do WhatsApp em conversas individuais ou em grupo. Para enviar o link, acesse a opção de anexos no chat (ícone de clipes ou “+”) e selecione “Catálogo”.

Também dá para criar um link de catálogo no WhatsApp para divulgar em outras plataformas. Essa função de compartilhamento externo pode ser encontrada no menu “Gerenciador de catálogo” tanto na versão web quanto no aplicativo para Android e iPhone.

Consigo excluir o catálogo do WhatsApp Business?

Sim, há duas maneiras de excluir o catálogo do WhatsApp Business. A forma mais simples é apagar os itens individualmente na área “Gerenciador de catálogo” no aplicativo para Android e iPhone ou pelo WhatsApp Web conectado à conta comercial.

Para remover o catálogo completo do WhatsApp Business de uma só vez, é necessário acessar o Meta Business Suite. Lá, vá ao menu “WhatsApp Manager”, localize o catálogo vinculado e use a opção de “Desconectar catálogo” ou remova o número de telefone da conta do WhatsApp.

Como criar um catálogo de produtos no WhatsApp Business

Veja o passo a passo para criar um catálogo para sua empresa no WhatsApp Business (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Acessando o menu "Ferramentas" do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Catálogos" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Adicionar item" para iniciar a criação do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cadastrando o item no catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando o item no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a opção de edição do item (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ocultando o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Excluindo o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o menu "Coleções" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Criando uma coleção no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando e salvando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção "Catálogo" do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando em "Adicionar item" para criar o catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cadastrando o novo item no catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Adicionando o novo item ao catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a opção de editar o item do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Vendo a opção "Ocultar item" e "Apagar item" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando uma nova coleção no catálogo do WhatsApp Business (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dando um nome e selecionando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Salvando os itens da coleção (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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WhatsApp não compartilha contato? Aqui está a solução

WhatsApp fora do ar
Problema incomoda usuários de WhatsApp há pelo menos uma semana (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp corrigiu um bug que impedia o compartilhamento completo de contatos no iPhone.
  • A atualização para a versão mais recente do app está disponível na App Store.

Os usuários de WhatsApp no iPhone vêm enfrentando dificuldades para compartilhar contatos com outras pessoas. O app dá um erro e envia somente o nome da pessoa, mas não o mais importante: o telefone. Depois de quase uma semana de pane, o WhatsApp confirmou ao Tecnoblog que a situação está corrigida.

De acordo com a empresa, trata-se de uma instabilidade causada “por um bug pontual no aplicativo”. O que fazer a partir de agora? Atualizar o WhatsApp no iOS para a versão mais recente. Para isso, basta acessar a App Store e forçar a atualização do aplicativo, controlado pela Meta.

Apesar do contratempo ao compartilhar contatos, esse problema não trouxe maiores problemas para os mais de 120 milhões de usuários do mensageiro no país.

WhatsApp não compartilha contato? Aqui está a solução

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Captura de tela da ferramenta Meta AI
Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Resumo
  • A partir de 16 de dezembro, interações com a Meta AI no Instagram e Facebook serão usadas para segmentação de anúncios;
  • Mudança afeta apenas perfis na Central de Contas da Meta; dados sensíveis não serão usados para a segmentação;
  • Interações com a Meta AI também serão usadas para recomendação de conteúdo ao usuário.

A partir de 16 de dezembro deste ano, as interações que você tiver com a Meta AI a partir do Instagram e Facebook servirão de base para a exibição de anúncios segmentados nesses serviços. Usuários estão sendo avisados por e-mail e notificações sobre a mudança desde o último dia 7.

Isso significa que, se você for à área de mensagens do Instagram e perguntar à Meta AI sobre exercícios físicos, poderá ver anúncios sobre tênis ou roupas de academia no decorrer dos dias seguintes, só para dar um exemplo.

Também é possível que você comece a se deparar com publicações sobre o mesmo assunto. Isso porque as suas interações com a Meta AI poderão influenciar não só os anúncios direcionados a você, como também as recomendações personalizadas de conteúdo.

Em linhas gerais, a Meta classifica a mudança como uma evolução dos parâmetros que já são usados para recomendação de conteúdo e anúncios direcionados, como curtidas e comentários em publicações.

Embora a nova abordagem possa envolver todas as plataformas da Meta, a mudança valerá apenas para os perfis que o usuário tem na Central de Contas. Se ali estiverem os seus perfis no Instagram e Facebook, mas não a sua conta no WhatsApp, por exemplo, as interações com a Meta AI por meio deste último não serão consideradas.

Se o seu perfil do WhatsApp estiver cadastrado na Central de Contas, as interações com a Meta AI a partir do serviço poderão ser usadas para segmentação de anúncios no Instagram e Facebook. Contudo, não há indicativos de que o WhatsApp em si exibirá anúncios.

Saiba como conferir, adicionar ou remover perfis na Central de Contas da Meta.

Ainda de acordo com a companhia, dados sensíveis, que envolvem religião, orientação sexual e preferências políticas, por exemplo, não serão usados para a segmentação de anúncios.

E-mail da Meta informando o uso das interações com a IA para anúncios
E-mail da Meta informando o uso das interações com a IA para anúncios (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

É possível impedir que as interações com a Meta AI sejam usadas para anúncios?

Até o momento, não há nenhuma configuração nativa que desative o uso da Meta AI para recomendação de conteúdo e anúncios segmentados. O que o usuário pode fazer é acessar a área Preferência de anúncios para realizar ajustes específicos, como ocultar as publicações de determinados anunciantes, mas não para impedir o uso da Meta IA para esse fim.

A quem se preocupa com a nova abordagem só resta uma opção: evitar o uso da Meta AI, tanto quanto possível.

Instagram vai usar suas conversas com a IA para mostrar anúncios

Meta AI possui integração com Instagram, Facebook, WhatsApp e Messenger (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

E-mail da Meta informando o uso das interações com a IA para anúncios (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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IA do WhatsApp lê e resume as suas mensagens; confira nosso teste

Resumo de mensagens no WhatsApp (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Meta AI no WhatsApp permite criar resumos de chats individuais e grupos, agilizando a leitura de conversas longas.
  • O processamento é feito de forma privada na nuvem, usando hardware e software projetados para apagar os dados após gerar o resumo.
  • A função é opcional, discreta e primeiro lançada no Brasil, com expectativa de chegada a outros idiomas e países.

A Meta anunciou hoje uma nova função no WhatsApp que coloca a inteligência artificial para ler e resumir as mensagens. De acordo com a empresa, isso permite que o usuário rapidamente se atualize sobre uma conversa longa sem ler cada mensagem individualmente. Será que funciona bem mesmo? Nos nossos testes, o saldo inicial é positivo.

A equipe do Tecnoblog teve acesso antecipado à ferramenta por aproximadamente duas semanas. Tivemos a possibilidade de ver os resultados tanto em mensagens de chats individuais quanto em grupos.

Como funciona o resumo da Meta AI?

Não custa lembrar: Meta AI é a marca da Meta para serviços com inteligência artificial nas variadas plataformas online, como Instagram e Messenger, além do próprio WhatsApp. Eles decidiram usar este mesmo nome para o resumo das mensagens.

Digamos que você recebeu cinco novas mensagens numa conversa desde a última vez que mexeu no smartphone. Um ícone aparece no ponto do chat que antecede o papo mais novo. Ao tocar nele, o WhatsApp realiza o processamento de tudo que veio a seguir e exibe uma caixa de resumo, tal qual nos acostumamos a ver, por exemplo, no Tecnoblog e em outros sites com resumos de informações.

Meta promete privacidade na nova função (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Aqui há um ponto importante: as suas mensagens são enviadas para a nuvem e passam pelo que a empresa chama de processamento privado. Para tanto, são utilizados hardware e software projetados para receber estes dados (confidenciais, é importante que se diga), processá-los, devolver o resumo para o smartphone do usuário e imediatamente apagá-los. É uma abordagem similar à da Apple com o Private Cloud Compute, que será usado na Apple Intelligence.

Os representantes da Meta destacaram que nem a companhia, nem o WhatsApp veem as suas mensagens ou os resumos. A criptografia de ponta a ponta também continua em uso.

Nosso teste com a Meta AI no WhatsApp

Durante duas semanas, ficamos com o resumo do WhatsApp ativado por padrão e pudemos notar que ele cumpre bem o que promete. A ferramenta costuma exibir entre um e três tópicos, a depender da quantidade de interações. O processo de geração de resumos leva um, dois segundos no máximo. É bem rápido, pelo menos neste período em que supostamente há poucas pessoas utilizando.

Os resumos em conversas em grupo costumam ter uma estrutura mais ou menos assim: “Fulano disse que alguma coisa iria acontecer” ou “Beltrano concordou em marcar a festa da empresa para 13 de dezembro”.

Resumo de mensagens no WhatsApp (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

É razoável pressupor que a Meta AI desconsidera tópicos sensíveis. No entanto, não sabemos quais são as regras do processamento privado para esse tipo de coisa. Os meus grupos de amigos são muito comportados e pouco se fala sobre política, por exemplo, então não tive como checar este aspecto. Nós levamos o assunto à Meta e não tivemos uma resposta.

Se você frequenta grupos com muitas figurinhas, fotos ou vídeos, saiba que o resumo do WhatsApp não lê as mídias compartilhadas entre os amigos. Esse avanço está previsto para o futuro.

Ah! Seus contatos não são avisados de que você utilizou a função. Tanto é assim que surge o seguinte aviso: “exibido somente para você”.

Ferramenta é opcional

Essa nova ferramenta com Meta AI é muito discreta, com um botão que já ficaria normalmente no miolo da janela de conversas. Seus criadores não estão tentando enfiá-lo a forceps na vida dos consumidores, ao contrário daquele botão circular roxo de conversa com a Meta AI, que irrita muitas pessoas – e não temos qualquer indício de que será removido.

Além disso, o resumo é totalmente opcional e está desativado por padrão. Ele só é executado quando a pessoa toca no botão. “No WhatsApp, acreditamos que você deve sempre estar no controle da sua experiência”, disse a empresa numa nota.

O Brasil, considerado há anos um mercado prioritário do WhatsApp, sai na frente ao receber a novidade já na primeira leva. O recurso chegará de forma gradual aos milhões de adeptos do mensageiro por aqui. “Esperamos disponibilizá-lo em outros idiomas e países em breve.”

Você pretende usar a funcionalidade em quais chats? Me conte nos comentários.

IA do WhatsApp lê e resume as suas mensagens; confira nosso teste

Resumo de mensagens no WhatsApp (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mark Zuckerberg é CEO da Meta (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Resumo de mensagens no WhatsApp (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Sorvepotel: o que é o vírus que vem atacando o WhatsApp no Brasil?

WhatsApp com símbolo de atenção
Arquivo malicioso se espalha pelo WhatsApp Web (ilustraçãao: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Sorvepotel é um malware que simula arquivos legítimos para monitorar atividades financeiras e roubar senhas, principalmente no Brasil.
  • O malware é distribuído via WhatsApp e email, disfarçado como arquivos ZIP que parecem ser recibos, comprovantes ou documentos de saúde.
  • Ao ser executado, o malware replica mensagens no WhatsApp Web e baixa um trojan que monitora acessos a sites bancários, exibindo páginas falsas para capturar dados.

Uma campanha envolvendo o malware Sorvepotel está ocorrendo principalmente no Brasil, com distribuição via WhatsApp no computador e também via email. O programa malicioso visa monitorar atividades bancárias das vítimas e roubar senhas.

O que é o Sorvepotel?

O Sorvepotel é um malware, nome dado a um programa com fins escusos. Em uma das fases do ataque, ele se conecta a diversos endereços da web derivados da expressão “sorvete no pote” — daí o seu nome. Empresas de cibersegurança também atribuíram o nome “Water Saci” à campanha.

Ilustração de cadeado vermelho, representando segurança
Anexo infecta máquina e passa a monitorar atividade do navegador (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Essa campanha tem distribuído o programa por meio de um arquivo ZIP enviado por WhatsApp. Esse arquivo geralmente se passa por um recibo, comprovante ou orçamento. Em alguns casos, o disfarce é relacionado à saúde. O email pode ser outro vetor de contaminação.

O Brasil é a principal vítima do Sorvepotel. Segundo a Trend Micro, dos 477 casos identificados até o momento, 457 estão no país.

O que o Sorvepotel faz?

A mensagem recomenda baixar o anexo em um computador e não no celular. Ao abrir o ZIP, há um atalho (no formato LNK, que funciona no Windows) que, quando executado, faz o dispositivo se conectar a um servidor externo e realizar diversas atividades.

Uma delas é usar o próprio WhatsApp Web para replicar a mensagem e enviar o arquivo ZIP para mais pessoas. Em alguns casos, os usuários vêm sendo banidos pelo mensageiro da Meta por envio de spam.

Outra atividade do falso atalho é baixar um trojan, que monitora a atividade do navegador da vítima e checa se o usuário está acessando o site de um banco ou de uma empresa de criptomoedas.

A lista compartilhada pela Trend Micro, que vem investigando o caso, inclui nomes diversos, como BB, Bradesco, Caixa, Itaú, Santander, Banestes, Banrisul, Binance, Foxbit, Mercado Bitcoin e muitos outros.

Caso detecte o acesso a um dos endereços, o trojan dá mais um passo e ganha a capacidade de executar mais tarefas no computador infectado. O objetivo é interferir no acesso e exibir páginas falsas do banco da vítima, visando roubar dados de acesso.

O que fazer para se proteger?

A Trend Micro dá algumas sugestões de como se defender da ameaça. Para usuários comuns, a principal atitude é desligar os downloads automáticos do WhatsApp, como forma de reduzir a exposição acidental a arquivos maliciosos. Desconfiar dos anexos enviados e checar os remetentes também são boas práticas.

Como a campanha se dá principalmente entre computadores, acredita-se que o mercado corporativo seja o principal alvo dos criminosos. Por isso, muitas recomendações são voltadas a empresas.

Uma delas é bloquear ou restringir a transferência de arquivos por aplicativos pessoais, como WhatsApp, Telegram ou WeTransfer. Caso a empresa tenha uma política de BYOD (traga seu próprio dispositivo), é importante implementar conteinerização para proteger ambientes sensíveis ou proibir o uso de determinados aplicativos, além de alertar os funcionários sobre os riscos envolvendo o download de arquivos recebidos.

Com informações da Trend Micro

Sorvepotel: o que é o vírus que vem atacando o WhatsApp no Brasil?

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WhatsApp vai permitir reservar nomes de usuário

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
Aplicativo deve permitir que usuários reservem seu “@” preferido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp deve disponibilizar um sistema de reserva de nomes de usuário antes do lançamento oficial do recurso.
  • Segundo o WABetaInfo, a novidade ainda está em desenvolvimento e não tem data oficial de lançamento.
  • Antes, o site especializado já identificou um conjunto de regras que incluem ter entre 3 e 30 caracteres e não começar com “www”.

O WhatsApp está avançando no lançamento de nomes de usuário e deve permitir que os perfis reservem seu próprio username antes do lançamento oficial. A principal vantagem seria a possibilidade de ocultar o número de telefone pessoal.

Segundo o site especializado WABetaInfo, a versão beta 2.25.22.9 para Android revela o desenvolvimento da função, que permite reservar um identificador desejado mesmo antes da novidade principal chegar para todos. No entanto, ainda não há previsão de disponibilidade.

Como deve funcionar?

Captura de tela mostra o perfil de configurações do WhatsApp beta, com um novo recurso de "Username" e "Reserve username" abaixo.
Opção de reserva aparece abaixo do número de telefone (imagem: reprodução/WABetaInfo)

A reserva de nome de usuário é uma etapa preliminar ao novo sistema de usernames, ainda sem prazo definido para chegar na versão estável do WhatsApp. É um recurso dedicado que deve ser liberado para todos em breve e que permitirá garantir seu nome de usuário antes que a funcionalidade completa esteja amplamente disponível em uma atualização futura.

O sistema de nomes de usuário, por sua vez, é um projeto de longo prazo, com os primeiros indícios no código do aplicativo surgindo ainda em 2023, mas que tem avançado neste ano. Apesar do progresso, a Meta ainda não definiu um cronograma público para o lançamento.

Vale mencionar que a empresa já estabeleceu um conjunto de regras para a criação desses identificadores únicos. Os nomes de usuário deverão ter entre três e 30 caracteres e poderão conter apenas letras, números, pontos e underlines.

Além disso, existem restrições para evitar fraudes ou confusão com endereços de internet: os nomes não poderão começar com “www” nem terminar com um domínio, como “.com”. Também não será permitido começar ou terminar um username com ponto ou usar sequência de pontos.

A mudança deve ter grande impacto no Brasil, considerado um dos principais mercados do app. A possibilidade de interagir sem expor o número de telefone pessoal também deve ajudar no combate a golpes e spam.

Mais camadas de proteção

WhatsApp Beta (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
Medida prepara terreno para a chegada dos nomes de usuário (imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)

Paralelamente, o aplicativo trabalha em camadas extras de segurança para proteger os usuários de mensagens não solicitadas. Um dos recursos em desenvolvimento é a “chave de acesso”, que funcionará como um código ou senha opcional que o usuário poderá configurar. Dessa forma, mesmo que alguém descubra o seu nome de usuário, só poderá enviar uma mensagem se souber a chave correspondente.

A função foi encontrada na versão de testes 2.25.22.9 para Android e confirma a estratégia do WhatsApp de dar mais controle aos usuários, preparando o aplicativo para o sistema de nomes de usuário.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp vai permitir reservar nomes de usuário

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp Beta (Imagem: Bruno Gall De Blasi/Tecnoblog)
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