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Nvidia's $4.9 trillion chip empire has a new problem: its biggest customers

Amazon CEO Andy Jassy
Amazon CEO Andy Jassy has been bullish on the company's Trainium chips.

Bloomberg/Getty Images

  • Google and Amazon have ambitions to sell AI chips to customers.
  • That could make things awkward with Nvidia, which the two tech giants also rely on.
  • Taking on Nvidia won't be easy, but one analyst said the process is now "irreversible."

Two of Nvidia's biggest customers might be turning into its biggest threat.

For three years, Nvidia's stock has defied gravity on the premise that the AI industry needs its chips. On Wednesday, when Google and Amazon reported their Q1 earnings, both signaled ambitions to sell their own custom AI chips directly to customers.

So far, Google's TPUs and Amazon's Trainium chips have only been available through Google and Amazon's cloud services. Customers can pay to use them, but they don't own them.

Nvidia is the undisputed leader in AI chips right now. While that shows no sign of stopping anytime soon, recent remarks from Google and Amazon suggest they are ready to challenge Nvidia's throne.

Andy Jassy, the CEO of Amazon, laid down the gauntlet to Nvidia in his annual letter to shareholders earlier this month.

"Virtually all AI thus far has been done on Nvidia chips, but a new shift has started," Jassy wrote, adding that it's "quite possible" that Amazon could start selling its chips directly to customers.

He put a timeline on this plan on the company's Wednesday earnings call, saying "there's a good chance" Amazon will start offering full racks of Trainium chips beyond its own cloud "over the next couple of years."

Google gave an even stronger commitment — and a nearer timeline.

On Wednesday, Google CEO Sundar Pichai publicly said for the first time that the company plans to deliver TPU chips to a "select group of customers" in their own data centers this year, but said the "vast majority" of revenues from those sales won't be realized until 2027.

Pichai said there was a big opportunity for Google's semiconductor business, which would also help fund the next generation of chips. That flywheel could create a mammoth business for Google. Morgan Stanley said in a December research note that selling 500,000 TPU chips could add roughly $13 billion in revenue to Google's balance sheet in 2027.

The company said in its 10-Q filing that it had so far signed a "limited number of agreements" to supply TPUs to customers.

It's also where things could get awkward. Google and Amazon are also big customers of Nvidia. They purchase Nvidia's chips to lease to their customers in their own data centers. Amazon and Google have both said that they will continue to work with Nvidia.

Nvidia shares were down more thean 4% on Thursday. The company didn't immediately respond to a Business Insider request for comment.

'Concerned but not worried'

Breaking into Nvidia's chip dominance will not be easy, analysts told Business Insider.

"Nvidia should be concerned but not worried," said Alvin Nguyen, a senior analyst at Forrester. Nvidia has built a strong ecosystem of hardware, software, and support that has made it easy for customers to choose them, he said.

"Selling products is very different than access to them," he said, adding that Amazon and Google would need to provide services like education and support to enterprises looking to buy their chips.

Google and Amazon's chip racks are also "very bespoke and proprietary" and customized for their own respective data centers, said Patrick Moorhead, CEO and chief analyst of Moor Insights & Strategy. That poses a challenge for reaching mass adoption, he said.

Plus, the chip market isn't a zero-sum game. AI companies are increasingly diversifying and using chips from multiple suppliers simultaneously. OpenAI, for example, has chip deals with Nvidia, AMD, and Broadcom, among others.

However, custom silicon is becoming an "increasingly important part of the AI story" for Google and Amazon, Bernstein analyst Mark Shmulik wrote in a note on Thursday. Both companies are pitching their chips as being more cost-effective than Nvidia's.

That opportunity is also opening up as the needs of the AI industry shifts. Earlier this month, Google announced a new TPU chip specifically for inference — the process of running the models once they're trained — which is becoming more critical as more companies bring AI agents online.

Beatriz Valle, a senior analyst for enterprise technology & services at GlobalData, called the decision by Google and Amazon an "extraordinary move" that will diversify the chip sector — and reduce cloud providers' dependence on Nvidia chips.

"This process will take years but it is irreversible now," she said.

Read the original article on Business Insider

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Como Apple, Google e Amazon sufocaram uma lei antimonopólio na Califórnia

Apple, Google e Amazon derrubaram em pouco mais de um mês uma proposta de lei na Califórnia que poderia obrigá-las a parar de privilegiar seus próprios produtos em detrimento dos concorrentes — como fazem na App Store, no Google Search e nos resultados de marketplace da Amazon. A ofensiva, capitaneada pela Câmara de Comércio do estado e pelo grupo setorial Chamber of Progress, enterrou o chamado Based Act antes mesmo de ele ganhar tração legislativa.

O projeto havia nascido de uma aliança incomum entre defensores da “little tech” — liderados pela aceleradora Y Combinator e o vasto ecossistema de startups que ela apoia — e grupos de defesa do consumidor. Foi patrocinado pelo senador estadual Scott Wiener, democrata de São Francisco e uma das principais vozes em regulação de tecnologia na Califórnia, que o modelou a partir das normas antitruste europeias que as grandes empresas resistem há anos.

“Eles absolutamente inundaram o Capitólio de lobistas para atacar o projeto e espalhar desinformação”, disse Wiener, que concorre a uma vaga no Congresso federal. “Foi uma maré de lobbying, e estávamos em clara desvantagem”.

Diferente do Brasil, o exercício do lobbying é legalizado nos Estados Unidos.

A ofensiva avassaladora evidencia a poderosa máquina de influência que as maiores empresas de tecnologia do mundo montaram para barrar projetos que ameacem seus negócios — em especial no estado mais populoso dos EUA, onde novas leis podem forçar mudanças de alcance nacional ou global.

O Based Act se assemelhava às regulações antitruste europeias que as empresas resistem há anos e que podem custar dezenas de bilhões de dólares anuais ao setor, segundo algumas estimativas. Só nos últimos dois anos, a Comissão Europeia aplicou mais de US$ 7 bilhões em multas às grandes empresas de tecnologia.

“As empresas estão muito preocupadas que essas regulações não cheguem aos Estados Unidos”, disse Joseph Coniglio, pesquisador antitruste do think tank Information Technology and Innovation Foundation, financiado pelo setor. “Isso arriscaria mudar fundamentalmente a forma como elas operam na economia digital.”

Minutos depois de Wiener começar a apresentar o projeto, em 18 de março — antes mesmo de terminar seu discurso —, a Chamber of Progress já havia divulgado uma nota atacando a proposta.

O grupo, do qual fazem parte o Google (Alphabet), a Amazon e a Apple, mobilizou ligações de eleitores para os gabinetes dos parlamentares, argumentando que o projeto poderia degradar produtos populares como o Google Search e a App Store da Apple. O grupo veiculou anúncios afirmando que a lei tornaria os resultados de busca “menos úteis”, as entregas “mais lentas” e os celulares “menos seguros”.

A Y Combinator e outros tentaram, sem sucesso, contrariar essa narrativa. Argumentaram que as empresas estavam exagerando os impactos sobre seus negócios e disseminando inverdades sobre os custos potenciais para os consumidores.

Escolha de novo CEO da Apple indica preocupação maior com aparelhos como o iPhone
Lançamento da Apple, iPhone 17 – Foto: Getty Images

Não foi a primeira vez que as grandes empresas derrotaram o movimento da “little tech“. Por dois anos, Google, Apple, Amazon e Meta formaram uma frente unida e gastaram mais de US$ 100 milhões em lobbying e publicidade para enterrar o American Innovation and Choice Online Act — um projeto federal bipartidário semelhante ao Based Act — em 2022. Empresas menores como Yelp, DuckDuckGo e Proton AG apoiaram ambos os projetos.

Quando o Based Act de Wiener emergiu, a rede de grupos e lobistas das grandes empresas de tecnologia reaproveitou parte do material utilizado para derrubar a legislação federal e se opor às regulações europeias. Cinco diferentes organizações setoriais ligadas à big tech trabalharam contra o projeto — uma frente inusualmente coesa para grupos que, nos últimos anos, haviam se dividido em diversas questões.

As próprias empresas também intervieram diretamente, um passo raro para um projeto estadual em fase tão inicial. Kent Walker, presidente de assuntos globais do Google, afirmou que o projeto era “ainda pior” do que regulações similares aprovadas pela União Europeia. O setor chegou a mobilizar lobistas da indústria aérea contra o texto, alegando que ele poderia prejudicar a capacidade do Google de direcionar tráfego para os sites das companhias.

Uma das principais testemunhas a depor contra o projeto — uma residente da Califórnia que disse que a medida poderia prejudicar seu pequeno negócio — era apoiada pelo Connected Commerce Council, grupo financiado pelas grandes empresas de tecnologia.

O pequeno empresário Jerick Sobie afirmou, em entrevista, que o Connected Commerce Council — que recebe recursos da Amazon e do Google — o informou sobre o projeto e pediu que testemunhasse. O grupo reembolsou suas despesas. Sobie disse que enxerga o financiamento como um “mal necessário”, já que pequenas empresas geralmente não têm recursos para fazer lobbying.

O Connected Commerce Council, o Google e a Amazon não responderam a pedidos de comentário.

O projeto foi rejeitado em 20 de abril, após derrota em votação numa comissão legislativa dedicada a privacidade — aprovado na semana anterior pela comissão presidida pelo próprio Wiener.

Tela de celular com ícones de apps: Facebook, Amazon, Netflix, Google.
Ícones do aplicativo Facebook, do aplicativo Amazon.com, do aplicativo Netflix Inc. e do aplicativo Google, uma unidade da Alphabet, aparecem em um smartphone iPhone da Apple nesta fotografia organizada em Londres, Reino Unido. Foto: Jason Alden/Bloomberg

O senador estadual Christopher Cabaldon, democrata que preside a comissão de privacidade, ressaltou a importância do setor de tecnologia para a Califórnia.

“Muitas pessoas trabalham ali, há uma grande arrecadação de impostos, comunidades inteiras fundadas sobre esse setor”, disse Cabaldon em entrevista. “Nossa missão é proteger a privacidade e os consumidores, mas também levar em conta — como fazemos com Hollywood ou com a indústria vinícola no meu distrito — a tecnologia como uma indústria fundamental da Califórnia.”

Cabaldon, porém, tem vínculos com a Chamber of Progress por meio da organização política democrata NewDEAL. Diversas pessoas ligadas à NewDEAL, incluindo sua fundadora Helen Milby, integram o conselho consultivo da Chamber of Progress. Cabaldon recusou-se a comentar sobre a entidade.

Após a votação, Ben Golombek, dirigente da Câmara de Comércio da Califórnia, celebrou o resultado em mensagem interna, descrevendo-o como um “verdadeiro trabalho de equipe” para derrotar o projeto, segundo uma cópia do e-mail obtida pela reportagem. Golombek pediu que os destinatários “agradecessem” aos parlamentares que votaram contra.

“A Câmara de Comércio da Califórnia se opôs ao Projeto de Lei 1074 por entender que ele prejudicaria empresas de todos os portes e os consumidores californianos”, disse a entidade em nota. “Como é prática de outras organizações de representação, a CalChamber rotineiramente elogia legisladores que compartilham nossas posições.”

Golombek encerrou sua mensagem pedindo aos aliados que permanecessem “vigilantes”, observando que Wiener é “incansável” e poderia tentar ressuscitar a proposta pela via da Assembleia Estadual. Wiener é favorito para conquistar a cadeira no Congresso federal deixada vaga pela ex-presidente da Câmara Nancy Pelosi.

Perguntado se tentaria retomar o projeto por meio de manobras legislativas, Wiener respondeu: “Aguardem.”

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Como Apple, Google e Amazon sufocaram uma lei antimonopólio na Califórnia

Apple, Google e Amazon derrubaram em pouco mais de um mês uma proposta de lei na Califórnia que poderia obrigá-las a parar de privilegiar seus próprios produtos em detrimento dos concorrentes — como fazem na App Store, no Google Search e nos resultados de marketplace da Amazon. A ofensiva, capitaneada pela Câmara de Comércio do estado e pelo grupo setorial Chamber of Progress, enterrou o chamado Based Act antes mesmo de ele ganhar tração legislativa.

O projeto havia nascido de uma aliança incomum entre defensores da “little tech” — liderados pela aceleradora Y Combinator e o vasto ecossistema de startups que ela apoia — e grupos de defesa do consumidor. Foi patrocinado pelo senador estadual Scott Wiener, democrata de São Francisco e uma das principais vozes em regulação de tecnologia na Califórnia, que o modelou a partir das normas antitruste europeias que as grandes empresas resistem há anos.

“Eles absolutamente inundaram o Capitólio de lobistas para atacar o projeto e espalhar desinformação”, disse Wiener, que concorre a uma vaga no Congresso federal. “Foi uma maré de lobbying, e estávamos em clara desvantagem”.

Diferente do Brasil, o exercício do lobbying é legalizado nos Estados Unidos.

A ofensiva avassaladora evidencia a poderosa máquina de influência que as maiores empresas de tecnologia do mundo montaram para barrar projetos que ameacem seus negócios — em especial no estado mais populoso dos EUA, onde novas leis podem forçar mudanças de alcance nacional ou global.

O Based Act se assemelhava às regulações antitruste europeias que as empresas resistem há anos e que podem custar dezenas de bilhões de dólares anuais ao setor, segundo algumas estimativas. Só nos últimos dois anos, a Comissão Europeia aplicou mais de US$ 7 bilhões em multas às grandes empresas de tecnologia.

“As empresas estão muito preocupadas que essas regulações não cheguem aos Estados Unidos”, disse Joseph Coniglio, pesquisador antitruste do think tank Information Technology and Innovation Foundation, financiado pelo setor. “Isso arriscaria mudar fundamentalmente a forma como elas operam na economia digital.”

Minutos depois de Wiener começar a apresentar o projeto, em 18 de março — antes mesmo de terminar seu discurso —, a Chamber of Progress já havia divulgado uma nota atacando a proposta.

O grupo, do qual fazem parte o Google (Alphabet), a Amazon e a Apple, mobilizou ligações de eleitores para os gabinetes dos parlamentares, argumentando que o projeto poderia degradar produtos populares como o Google Search e a App Store da Apple. O grupo veiculou anúncios afirmando que a lei tornaria os resultados de busca “menos úteis”, as entregas “mais lentas” e os celulares “menos seguros”.

A Y Combinator e outros tentaram, sem sucesso, contrariar essa narrativa. Argumentaram que as empresas estavam exagerando os impactos sobre seus negócios e disseminando inverdades sobre os custos potenciais para os consumidores.

Escolha de novo CEO da Apple indica preocupação maior com aparelhos como o iPhone
Lançamento da Apple, iPhone 17 – Foto: Getty Images

Não foi a primeira vez que as grandes empresas derrotaram o movimento da “little tech“. Por dois anos, Google, Apple, Amazon e Meta formaram uma frente unida e gastaram mais de US$ 100 milhões em lobbying e publicidade para enterrar o American Innovation and Choice Online Act — um projeto federal bipartidário semelhante ao Based Act — em 2022. Empresas menores como Yelp, DuckDuckGo e Proton AG apoiaram ambos os projetos.

Quando o Based Act de Wiener emergiu, a rede de grupos e lobistas das grandes empresas de tecnologia reaproveitou parte do material utilizado para derrubar a legislação federal e se opor às regulações europeias. Cinco diferentes organizações setoriais ligadas à big tech trabalharam contra o projeto — uma frente inusualmente coesa para grupos que, nos últimos anos, haviam se dividido em diversas questões.

As próprias empresas também intervieram diretamente, um passo raro para um projeto estadual em fase tão inicial. Kent Walker, presidente de assuntos globais do Google, afirmou que o projeto era “ainda pior” do que regulações similares aprovadas pela União Europeia. O setor chegou a mobilizar lobistas da indústria aérea contra o texto, alegando que ele poderia prejudicar a capacidade do Google de direcionar tráfego para os sites das companhias.

Uma das principais testemunhas a depor contra o projeto — uma residente da Califórnia que disse que a medida poderia prejudicar seu pequeno negócio — era apoiada pelo Connected Commerce Council, grupo financiado pelas grandes empresas de tecnologia.

O pequeno empresário Jerick Sobie afirmou, em entrevista, que o Connected Commerce Council — que recebe recursos da Amazon e do Google — o informou sobre o projeto e pediu que testemunhasse. O grupo reembolsou suas despesas. Sobie disse que enxerga o financiamento como um “mal necessário”, já que pequenas empresas geralmente não têm recursos para fazer lobbying.

O Connected Commerce Council, o Google e a Amazon não responderam a pedidos de comentário.

O projeto foi rejeitado em 20 de abril, após derrota em votação numa comissão legislativa dedicada a privacidade — aprovado na semana anterior pela comissão presidida pelo próprio Wiener.

Tela de celular com ícones de apps: Facebook, Amazon, Netflix, Google.
Ícones do aplicativo Facebook, do aplicativo Amazon.com, do aplicativo Netflix Inc. e do aplicativo Google, uma unidade da Alphabet, aparecem em um smartphone iPhone da Apple nesta fotografia organizada em Londres, Reino Unido. Foto: Jason Alden/Bloomberg

O senador estadual Christopher Cabaldon, democrata que preside a comissão de privacidade, ressaltou a importância do setor de tecnologia para a Califórnia.

“Muitas pessoas trabalham ali, há uma grande arrecadação de impostos, comunidades inteiras fundadas sobre esse setor”, disse Cabaldon em entrevista. “Nossa missão é proteger a privacidade e os consumidores, mas também levar em conta — como fazemos com Hollywood ou com a indústria vinícola no meu distrito — a tecnologia como uma indústria fundamental da Califórnia.”

Cabaldon, porém, tem vínculos com a Chamber of Progress por meio da organização política democrata NewDEAL. Diversas pessoas ligadas à NewDEAL, incluindo sua fundadora Helen Milby, integram o conselho consultivo da Chamber of Progress. Cabaldon recusou-se a comentar sobre a entidade.

Após a votação, Ben Golombek, dirigente da Câmara de Comércio da Califórnia, celebrou o resultado em mensagem interna, descrevendo-o como um “verdadeiro trabalho de equipe” para derrotar o projeto, segundo uma cópia do e-mail obtida pela reportagem. Golombek pediu que os destinatários “agradecessem” aos parlamentares que votaram contra.

“A Câmara de Comércio da Califórnia se opôs ao Projeto de Lei 1074 por entender que ele prejudicaria empresas de todos os portes e os consumidores californianos”, disse a entidade em nota. “Como é prática de outras organizações de representação, a CalChamber rotineiramente elogia legisladores que compartilham nossas posições.”

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Google “turbina” a Anthropic, dona do Claude, com investimento de US$ 40 bilhões

Na corrida para ser o principal nome de inteligência artificial (IA) do mundo, a Anthropic está buscando recursos e fechando acordos comerciais para não ser atrapalhada pelo próprio sucesso e seguir tranquila rumo ao IPO. O mais recente acerto é com o Google, com quem fechou um aporte adicional que pode alcançar US$ 40 bilhões, […]

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Bezos contra-ataca: Amazon negocia a compra da Globalstar para entrar na órbita da Starlink de Musk

Com fortunas, respectivamente, de US$ 651 bilhões e US$ 233 bilhões, Elon Musk e Jeff Bezos cultivam uma grande rivalidade. Além das trocas de farpas, essa disputa se estende a áreas como a corrida espacial, com a SpaceX e a Blue Origin, e aos robotáxis, com a Tesla e a Zoox, investida da Amazon. Agora, […]

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Amazon wants to 'monetize' speed as it tests a radical new all-day, 10-window delivery service

An Amazon delivery vehicle
An Amazon delivery vehicle

Bloomberg/Getty Images

  • Amazon is testing a new 24/7 delivery service, offering premium slots for faster shipping options.
  • Amazon's new delivery model can add high costs, but increased sales volume could help turn a profit.
  • Amazon is also testing premium, faster deliveries for an extra fee.

Amazon built the "Everything Store." Now it's trying to become the every-hour store.

The e-commerce giant is testing a new delivery system that breaks the day into 10 distinct windows spanning 24 hours, according to internal documents obtained by Business Insider.

That's a meaningful expansion from Amazon's traditional delivery hours, which typically run from 6 am to 10 pm. The new structure effectively turns delivery into a rolling, all-day cycle, with faster options carrying premium fees.

The initiative, led by Udit Madan, Amazon SVP of worldwide operations, began as a pilot program with plans to potentially expand across the network later this year, according to the documents.

Selling speed

If successful, it would mark one of the most significant changes to Amazon's delivery model in years, shifting the company from offering fast shipping as a default to selling speed as a premium product.

As part of the effort, Amazon has explored charging extra fees for fast delivery options, including 45-minute and 2.5-hour services, according to the documents.

By expanding delivery hours and introducing paid upgrades for faster service, Amazon is trying to turn the final and most expensive stretch of its logistics network into a new source of profit.

According to internal projections, Amazon projects the new delivery fees and higher sales volume will ultimately make faster shipping a meaningful profit driver, even as it expects hundreds of millions of dollars in near-term costs.

"Explore avenues to monetize (charge ship-fee) on the last 1-hr of delivery," one of the documents stated.

Starting as a small pilot

An Amazon spokesperson told Business Insider the company is conducting a "small pilot in a few US locations" to test a new delivery structure that will "introduce shorter delivery windows" and provide customers with "more frequent delivery options throughout the day."

Amazon has not decided on the future rollout of the new program and is evaluating customer response before deciding whether to expand it more broadly, the spokesperson added.

This is unrelated to last week's launch of 1-hour and 3-hour delivery options, the spokesperson also said. That built on a limited 30-minute ultrafast service introduced last year.

"We are always innovating on behalf of customers and continue to find new ways of offering them lower prices, greater selection, and more convenience," the spokesperson said in an email statement.

Slicing up a day

Under the new system, Amazon divides the day into named, overlapping windows, each roughly three hours long.

The windows span early-morning slots like 3 am to 6 am through evening and overnight periods such as 8 pm to 11 pm and 11 pm to 4 am, each with internal codenames ranging from "Sunrise" and "Coffee" to "Nightowl."

Table

The new system also gives Amazon tighter control over how delivery options are presented.

According to the documents, Amazon wants to show customers specific arrival times, making delivery feel precise and predictable, not just fast. For example, it wants to say the package "arrives in 45 minutes," instead of a window range, the documents showed.

The Amazon spokesperson said the company already provides delivery estimates like "arrive by," and, in some cases, more precise timing as it continues to improve accuracy over time. Amazon is not moving to "exact, minute-by-minute scheduling," the spokesperson added.

Amazon believes a steady, deliberate rollout of the new delivery service will help it better learn and measure the impact before expanding across the full network, according to one of the documents.

Speed is expensive

The plan to charge for faster delivery marks a broader shift for Amazon. For years, the company bundled new perks into Prime at no extra cost. Now it's increasingly charging for premium features, from ad-free Prime Video and Whole Foods deliveries to services like One Medical.

For the faster delivery fee, Amazon benchmarked similar services from Walmart, Instacart, DoorDash, and UberEats, one of the documents showed.

The Amazon spokesperson said this is not a shift away from "fast, free delivery" or "a change in approach." The Prime membership continues to offer "significant value, including fast, free delivery on millions of items, alongside optional faster delivery options in some cases," the spokesperson added.

The push for all-day delivery and speed, however, comes at a cost.

One estimate, based on expanding the service to all sites by July, projects more than $330 million in costs this year and over $780 million next year. A slower rollout, reaching full scale by September 2026, would bring next year's costs closer to $490 million, according to the documents.

At the same time, Amazon expects faster shipping to drive higher order volume and revenue, with the goal of ultimately making the model pay for itself.

The company projects the fully scaled program will increase sub-same-day delivery volume by at least 40 million units this year alone, helping offset the added costs through higher sales and new revenue streams, including premium delivery fees. Those fees are expected to generate at least $20 million in incremental revenue this year, according to the documents.

Over time, Amazon expects the model to turn profitable, projecting about $40 million in operating profit this year and roughly $260 million in 2027 if fully rolled out by September 2026, the documents added.

That helps explain why Amazon is moving quickly to expand all-day delivery. The company wants to "blitz scale" the model across its network this year after the current pilot test, according to one of the documents.

Have a tip? Contact this reporter via email at ekim@businessinsider.com or Signal, Telegram, or WhatsApp at 650-942-3061. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

Read the original article on Business Insider

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Casas Bahia (BHIA3) fecha nova parceria no e-commerce e começa a vender na Amazon

A Casas Bahia (BHIA3) fechou uma parceria comercial com a Amazon para expandir a oferta de produtos disponíveis aos clientes da plataforma no Brasil, mostra fato relevante divulgado nesta segunda-feira (23).

Na prática, a partir de hoje, os produtos da varejista estarão disponíveis no e-commerce da Amazon. De acordo com a Casas Bahia, o movimento amplia o alcance digital e fortalece a estratégia omnicanal da companhia.

“Líder no varejo físico brasileiro nessas categorias, a Casas Bahia vem, nos últimos trimestres, consolidando também sua relevância no e-commerce, com crescimento de dois dígitos. Com a parceria, a companhia amplia sua presença em mais um importante canal de vendas, acelerando a expansão de sua atuação digital”, diz a empresa.

A parceria prevê ainda uma segunda fase, em que a logística da Casas Bahia passará por uma integração com a rede da Amazon, tornando os produtos da varejista elegíveis ao selo Prime, que oferece entrega grátis, entre outros benefícios, para os membros.

Não houve divulgação de detalhes financeiros sobre o acordo.

“Estamos expandindo nossos canais de distribuição mantendo o controle sobre sortimento, preço e, principalmente, a experiência do cliente, alavancando nossa logística como um diferencial competitivo estrutural”, afirma o CEO da Casas Bahia, Renato Franklin.

De acordo com Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil, a parceria une a confiabilidade, conveniência e tecnologia da Amazon com o portfólio e a tradição que a Casas Bahia construiu por décadas.

“Isso facilita o acesso dos brasileiros aos produtos que desejam e precisam, reforçando nosso compromisso de oferecer a maior variedade de portfólio para os mais diversos perfis de consumidor”, diz a executiva.

Casas Bahia e Mercado Livre

A parceria com a Amazon marca a segunda entrada estratégica da Casas Bahia em plataformas de e-commerce. Em outubro de 2025, a companhia fechou parceria estratégia de longo prazo com o Mercado Livre (MELI34).

Dessa maneira, desde novembro do ano passado, os produtos das categorias core (principais) da Casas Bahia — eletrodomésticos, eletrônicos e móveis — estão disponíveis na plataforma do Mercado Livre.

Na acirrada “guerra do e-commerce”, que conta com cada vez mais iniciativas das gigantes do setor acirrando a concorrência, as parcerias entre os nomes visam, no caso da Casas Bahia, expandir o alcance e atrair novos consumidores, enquanto Amazon e Mercado Livre conseguem oferecer produtos de categorias que não são principais na plataforma — principalmente por questões logísticas.

Em conversas com o Money Times, a Casas Bahia já chegou a afirmar que não estava no horizonte se tornar um Mercado Livre ou Amazon, no sentido de oferecer uma pluralidade de produtos imensa, mas sim se tornar o especialista em eletroeletrônicos e móveis, foco que direcionou o processo de reestruturação da companhia.

O Mercado Livre tem grande presença no marketplace (3P), enquanto a parceria atua muito na frente de venda direta (1P).

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I thought using AI and vibe coding could protect me from job cuts, but Amazon still laid me off. Here's what I learned.

Tejal Rives is wearing blue jeans and a white T-shirt, and standing in front of a bookshelf.
Tejal Rives joined Amazon in 2021.

Courtesy of Tejal Rives

  • Tejal Rives hoped adopting AI at work would help keep her safe from tech layoffs.
  • However, she lost her job at Amazon during layoffs in October 2025.
  • Rives was disheartened but was glad the experience taught her about AI.

This as-told-to essay is based on a conversation with Tejal Rives, 35, who lives in Arizona. The following has been edited for length and clarity.

In October 2025, I read a news article that Amazon was planning to cut jobs. I'd survived other layoffs, but this time my gut told me I'd be affected. Sure enough, not long after, I received an email that my position as a product marketer was being eliminated.

I was one of 14,000 people impacted, and even though I understood the decision wasn't personal, it was very disheartening. I thought up-skilling in AI would make me safer from layoffs, but even though it didn't, I still think professionals should focus on learning this one important AI skill: prompt engineering.

I thought working on AI could safeguard my job

At the time of the October layoffs, there was debate around whether AI was the reason.

The company was encouraging us to use AI at the time, but I don't think it took my job. I wrote descriptions for internal products at Amazon, and when I used AI to help, I'd need to ask it to rewrite its output without fluff words. It didn't sound like how people talk. Despite my ethical qualms, I used AI, but, in my opinion, it was nowhere close to replacing my role.

Before I was laid off, I helped build an internal site for Amazon using AI. I hadn't really coded before, but with a colleague's help, I learned how to vibe code with a lot of trial and error.

I thought using AI for this project and showcasing different skills would make me more valuable to the company, but in the end, it didn't keep me from being laid off.

Initially, I felt like I'd wasted time by learning something I likely wouldn't use again, but overall, I don't think my efforts were wasted. The most important thing the experience taught me was prompt engineering, the practice of asking AI the right questions. I want to be minimal with my use of AI for ethical reasons, including around the water resources needed to power data centers. Efficient prompt engineering helps me ask AI my question once, without needing to clarify three or more times.

I'd highly recommend that other professionals learn prompt engineering to up-skill themselves in the age of AI.

The workforce has shifted, and you're likely going to need to learn AI and use it at your job, regardless of your moral qualms. We need to up-skill to survive.

I have my own business, and use AI very rarely

My husband and I already agreed that if I were laid off, I'd focus on being the primary parent to our child as well as on my career coaching business, called Do My Resume LLC, which I was running on the side of my Amazon job. Before being laid off, I planned to eventually quit my job and focus on it full-time.

I didn't realize how burnt out I was after four years at Amazon, though, and it took me a while to pivot into working on my business. For roughly three weeks, I didn't touch my computer. I took up sewing and house-cleaning projects because I needed separation from my screen.

Now, my life is slower than it was at Amazon. I spend roughly four hours a day, six days a week, on the business, and spend the rest of my time taking care of the house and my family.

The business provides career coaching and résumé-writing services, but we don't use AI to write résumés, because it's humans who read them. Recently, I used AI to give me advice about starting a YouTube series for my business, so I will use this technology to help me flesh out ideas, but very rarely. I haven't vibe-coded since the project at Amazon.

My husband is the breadwinner, and we can survive on his income, but the business is bringing in some fun money for me.

I think people should prepare for layoffs in the age of AI

Being laid off helped me remember that, at the end of the day, your job and company shouldn't be your entire life. It shouldn't come before your well-being.

I wish I hadn't sacrificed time with my child to get projects done towards the end of my time at Amazon. I'm glad I'm no longer sacrificing that time.

I think there will be more layoffs that will be attributed to AI's efficiency, and professionals should always be prepared. Reskilling in the age of AI won't necessarily stop a company from laying you off, but it might help you land a role faster.

Amazon did not provide a statement in response to a request for comment from Business Insider.

Do you have a story to share about being laid off in 2026? Contact this reporter at ccheong@businessinsider.com

Read the original article on Business Insider

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9 companies that have signaled they are replacing human employees with AI

Amazon CEO, HP CEO, IBM CEO
Amazon CEO Andy Jassy, HP CEO Enrique Lores, and IBM CEO Arvind Krishna (from left to right).

Noah Berger/Getty; David Becker/Getty; Andy Wenstrand/Getty; Tyler Le/BI

  • Companies like HP and IBM have signaled they're replacing jobs with AI.
  • In February, CEO Jack Dorsey announced that Block was eliminating approximately 40% of staff.
  • Klarna's workforce has halved in the last four years, and its CEO says it will shrink more.

Worries about AI one day replacing human workers have intensified in recent years — and as it turns out, that future has already arrived.

MIT released a study last year that found that AI can already replace 11.7% of the US labor market. The study utilized a labor simulation tool called the Iceberg Index, which models 151 million US workers and measures how AI overlaps with skills in each occupation.

As AI starts to replace human workers and companies invest heavily in the tech, companies have been increasingly open about the role AI adoption is playing in recent layoffs. However, while some companies have directly cited AI as a reason for workforce reductions, others have vacillated with their messaging, leaving ambiguity around the exact reasoning and whether AI is directly replacing workers.

Even as some companies replace human workers with AI, they might end up hiring more people in other roles because of it. A World Economic Forum survey found that 41% of companies globally are expected to reduce their workforces over the next five years because of AI. Meanwhile, tech jobs in big data, fintech, and AI are expected to double by 2030, the WEF said.

Here's a list of companies that are replacing — or signaling they may replace — humans with AI.

Amazon
Amazon CEO Andy Jassy
Amazon CEO Andy Jassy

Noah Berger/Noah Berger

Amazon CEO Andy Jassy has said that AI-driven efficiency gains would shrink the retail giant's workforce in the coming years — but in the company's two recent mass layoffs, Jassy said the cuts were about culture, not AI.

"Our ambition is to be the world's largest startup," Amazon executives wrote in two memos viewed by Business Insider in January. "That means doubling down on a culture of ownership, speed, and experimentation — which requires us to continue evolving how we're structured."

An Amazon spokesperson also previously reiterated to Business Insider that the cuts last October were not driven by AI.

When the October layoffs were announced, Amazon's senior vice president of people experience and technology wrote in a blog post that the move reflected a continued effort to run the company "like the world's largest startup." The SVP, Beth Galetti, also referenced a need to be leaner in the age of AI.

"This generation of AI is the most transformative technology we've seen since the internet, and it's enabling companies to innovate much faster than ever before," Galetti wrote in the post.

Atlassian
Mike Cannon-Brookes walks around during the annual media and tech conference in Sun Valley
Last year, Atlassian CEO Mike Cannon-Brookes said that his company would have more engineers working for it in five years than it did then.

Brendan McDermid/Reuters

Atlassian announced cuts of 1,600 jobs in March, totaling about 10% of its global workforce. The move comes as the Australian-American software company says it is restructuring to focus on AI and enterprise growth.

In a filing with the US Securities and Exchange Commission, the company said the reduction was part of a broader effort to reposition the business for what CEO Mike Cannon-Brookes described as the "AI era."

"It would be disingenuous to pretend AI doesn't change the mix of skills we need or the number of roles required in certain areas. It does," Cannon-Brookes wrote in a message to employees.

On the "20VC" podcast in October last year, prior to the cuts, Cannon-Brookes said he planned to have more engineers at the company in five years.

"They will be more efficient, but technology creation is not output-bound," Cannon-Brookes said.

Block
Jack Dorsey headshot orange background

Joe Raedle/Getty Images

In a post on X last month, billionaire and Block CEO Jack Dorsey said he was slashing nearly half of Block's workforce, cutting its over 10,000-person staff to under 6,000. The move came as he said business was strong and profits were growing, but a new way of working was emerging.

"We're already seeing that the intelligence tools we're creating and using, paired with smaller and flatter teams, are enabling a new way of working which fundamentally changes what it means to build and run a company," Dorsey said in his memo on X.

In the company's earnings call that followed the memo, Dorsey said that more companies will follow suit in using AI to drive efficiency gains. Block is already ahead of the trend that "all companies will eventually" adopt, the CEO said.

Fiverr
Micha Kaufman
Micha Kaufman.

Micha Kaufman

Micha Kaufman, the CEO and founder of Fiverr, said last September that the company was slashing roughly 30% of its workforce. The cut would affect about 250 team members, and the freelancing platform had 762 full-time employees as of 2024, according to an SEC filing.

The CEO said that the cuts were needed to help turn Fiverr into a leaner and faster "AI-first company."

Kaufman said in a staff memo last April that AI was "coming for your jobs," and in May, he told Business Insider that Fiverr would only hire people who know how to use AI.

"If you don't ensure that you sharpen your knives, you're going to be left behind. It's that simple," Kaufman said.

HP
Lores ends each day with reflection about HP's present and future.
Lores ends each day with reflection about HP's present and future.

HP Inc.

HP said it's reducing the size of its corporate workforce as a result of AI initiatives. In an earnings report last November, the company said it plans to cut between 4,000 and 6,000 jobs by the end of 2028, estimating the changes would save around $1 billion.

HP's earnings presentation at the time said part of its strategy was to cut costs through "workforce reductions, platform simplification, programs consolidation, and productivity measures" and to increase customer satisfaction, innovation, and productivity with "artificial intelligence adoption and enablement."

IBM
Arvind Krishna, Chairman and Chief Executive Officer of IBM addresses the gathering on the first day of the three-day B20 Summit in New Delhi on August 25, 2023
Arvind Krishna has been spent his entire career at IBM. He was made CEO of the company in 2020.

Sajjad Hussain/Getty Images

Arvind Krishna, CEO of IBM, told The Wall Street Journal last year that it had replaced hundreds of human resources employees with AI.

More recently, the company announced last November that it would cut thousands of workers in the fourth quarter of 2025, affecting a "single-digit percentage of its global workforce." Its CEO, Arvind Krishna, said the company is shifting priorities to hire more people around AI and quantum. He also said the company plans to increase hiring among recent college graduates over the next year.

Krishna has also said AI adoption has led to the company hiring more employees in programming and sales.

In 2023, Krishna told Bloomberg that IBM had halted or slowed hiring for back-office roles, like in human resources, that could be replaced by AI.

"I could easily see 30% of that getting replaced by AI and automation over a five-year period," he told the outlet at the time.

Klarna
Klarna CEO Sebastian Siemiatkowski
Klarna CEO Sebastian Siemiatkowski

David M. Benett/Getty Images for Klarna

Klarna's CEO says its workforce has halved over the last four years and will shrink further in the coming years.

In an interview with Harry Stebbings on the "20 VC" podcast on Monday, Sebastian Siemiatkowski said there are about 3,000 employees at Klarna, and he expects the company's workforce to drop below 2,000 by 2030. The company had 7,000 employees in 2022, he said.

The CEO said the reduction is a result of layoffs and "natural attrition," which is when the company doesn't replace workers who leave.

Siemiatkowski said on Monday that "human connection" will be vital for the company, and jobs involved in that will not be replaced by AI.

"Those jobs will remain, but for the rest it's going to be definitely smaller," he said.

Klarna declined to comment further when contacted by Business Insider. A spokesperson previously said that its AI assistant handles the equivalent workload of 853 full-time agents, up from 700 at launch. The spokesperson said it was saving the company an estimated $58 million annually.

Salesforce
Salesforce CEO Marc Benioff at the Annual Meeting of the World Economic Forum in Davos, Switzerland, in January 2025.
Salesforce CEO Marc Benioff says Gemini 3 is so advanced that he has stopped using ChatGPT.

AP Photo/Markus Schreiber

Salesforce cut fewer than 1,000 workers in February, including employees from marketing, product management, data analytics, and its Agentforce AI product.

In an episode of "The Logan Bartlett Show" released last August, Salesforce CEO Marc Benioff said the company was using AI agents in its customer support division to replace humans and help the company work through more sales leads.

"I was able to rebalance my head count on my support," he said in the interview. "I've reduced it from 9,000 heads to about 5,000 because I need less heads."

A Salesforce spokesperson told Business Insider previously that Benioff was referencing an organizational transformation that took place over several months to reshape its customer support function.

After deploying Agentforce, the company no longer needed to "actively backfill support engineer roles," the spokesperson said, adding that it successfully redeployed hundreds of employees into other areas of the company, like professional services, sales, and customer success.

Wisetech
Wisetech logo on smartphone screen
Wisetech is cutting 2,000 jobs.

Illustration by Thomas Fuller/SOPA Images/LightRocket via Getty Images

Zubin Appoo, the CEO of Wisetech, said the logistics software maker is cutting 2,000 jobs, or 30% of its staff, because of AI-led efficiency.

In a conference call on February 25, Appoo said that AI enables greater productivity in less time and with fewer employees. The Sydney-based company employed about 7,000 people, according to an annual report released in October.

"I am prepared to say this clearly: the era of manually writing code as the core act of engineering is over," Appoo said. The technology is "unlocking levels of efficiency gains across WiseTech that were previously out of reach."

In some parts of the workforce, such as customer service, one in two workers will disappear, he added.

Correction: December 1, 2025 — The bullet points of this article have been updated to clarify Amazon's statements about how AI may affect its workforce.

Read the original article on Business Insider
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Inside the Vegas bash for elite Amazon sellers doing at least 7 figures in revenue

mds conference

Kathleen Elkins

  • Million Dollar Sellers, MDS, is a community for top Amazon sellers with $1M+ in annual revenue.
  • MDS hosts a variety of events throughout the year, some of which are open to the public.
  • I attended MDS Inspire to observe, ask questions, and try to figure out what these elite sellers obsess over.

When I spoke to the co-founder of the exclusive Million Dollar Sellers club, Eugene Khayman, last year, he likened their member-only events to a family reunion, "where you're actually excited to see everybody there."

Khayman is the chief operating officer of MDS, a community of elite Amazon sellers and e-commerce founders who generate at least $1 million in annual revenue.

The in-person gatherings — where members connect, trade ideas, and swap strategies — are just one piece of the community, but they're a big one. There are multiple MDS chapters in major cities around the world that meet regularly, one member-only summit per year held in exotic locations like Milan (2025) and Singapore (2026), and various events open to the public, like the one I'm attending: MDS Inspire.

I'm going up as a reporter, certainly not an MDS member, though a girl can dream.

On Monday, March 9, I drove from Los Angeles to Las Vegas to spend two days inside the Wynn, surrounded by Amazon sellers doing seven, eight, and even nine figures. My objective was to observe, ask questions, and try to figure out what these elite sellers obsess over, what they're worried about, and what "winning" looks like in e-commerce right now.

Day 1: A 4:15 a.m. alarm, 280 miles of highway, and the Wynn maze

My alarm goes off at 4:15 a.m. By 4:30, I've pulled a double espresso shot, and by 5, I'm on the road to Vegas, about 280 miles northeast of LA.

Sin City is popular for conferences because it has the space and hotels built to host crowds. The one other professional event I attended — a real estate conference — was also in Las Vegas.

MDS conference

Kathleen Elkins

A 5 a.m. departure should get me to the Wynn, a massive luxury resort hosting the conference, with enough time to park and check in before the first scheduled event: a 10:30 a.m. opening statement and remarks.

Traffic behaves, and I pull into the self-parking lot just after 9, with plenty of time to collect myself and begin the long, winding journey through ornate hallways, past the casino, and down an escalator. I refer to the event app for directions and, a couple thousand steps later, I reach the conference check-in.

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Kathleen Elkins

While waiting to collect my credentials, I meet Jake, who's in from Dallas. He runs a beauty brand and tells me he's here to learn about sales channels outside Amazon. For subscription-heavy businesses like his, Amazon can be complicated.

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Kathleen Elkins

The conference area consists of a main room for keynotes and smaller rooms for breakout sessions. Partners providing services in logistics, advertising, and growth have booths set up inside and outside. There's also a barista serving up made-to-order espresso drinks.

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There are plenty of hydration options, too.

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The space spills out onto a patio with more beverages and booths, as well as a "wellness area" offering massages and stretch therapy.

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"Amazon is still king"

At 10:30, Khayman kicks off the conference with a schedule run-through and his "state of commerce" presentation. He said he started doing this a couple of years ago by pulling census data and stitching it together himself. It used to take weeks, but has become dramatically easier with AI.

This year, it took him closer to 15 minutes, "because Claude Cowork did a way better job of analyzing data," he says. AI remains a hot topic throughout the conference, and everyone seems to prefer Claude.

According to Khayman's breakdown, there are 139 brands in the room. The majority are $1 million to $5 million brands, though a healthy percentage do $10 million or more in annual revenue. Around 78% are MDS members.

One main takeaway from the report: "Amazon is still king," he said.

For most sellers, most of their revenue still flows through Amazon, but one in three had built "a meaningful secondary channel," he said, and are driving more than 15% of revenue from somewhere else, like retail, TikTok Shop, or direct-to-consumer.

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Kathleen Elkins

The 'signature MDS' event: speed networking

At 11, the "signature MDS" event begins: "Meet N' Speed."

We're each handed a card with five table numbers. Those are the tables we'll travel to for each 12-minute networking round. The groups are small — six or seven people — and lively. Everyone naturally falls into a pattern: go around the table, answer the designated prompt for the round, and build off each other's answers.

It's a smart way to break the ice and allows introverts like me to network more easily than having to walk up to a stranger and start a conversation from scratch.

I meet sellers from all corners of the country: Charleston, Seattle, Boston. The prompts range from "If you had an extra $500,000, where would you deploy it?" to "What's your biggest challenge right now?"

Most sellers agree they'd spend extra capital on inventory or talent acquisition. That leads to a conversation around how to find good employees, and I witness one member connecting another to the hiring agency he's had success with on the spot.

The vibe feels less like a traditional conference and more like friends catching up, especially among members. As we transition tables, people stop to greet each other like old classmates.

At 12, we break for lunch.

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Kathleen Elkins

The Mediterranean-inspired spread is impressive. There's sea bass! Attendees use the lunch break to network, while I use it to jot down notes, check emails, and give my social battery a moment to recharge.

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Kathleen Elkins

Breakout sessions begin in the afternoon. These are 20- to 30-minute presentations led by members on specific topics, such as scaling on YouTube or breaking into retail.

There are three breakout blocks, with three rooms running at once. Attendees choose the sessions that are most useful to their business. The sessions transport me back to college: you grab a seat, listen to the lecture, take notes, ask questions, and then spill back out into the main hallway.

Between sessions, "coffee chats" take place in a roped-off area. These are scheduled mini-meetings for sellers to connect one-on-one.

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Kathleen Elkins

During one of the breaks between breakout sessions, I meet Prudence, an MDS member since 2019, who does eight figures selling a tanning product. She tells me that what she likes about the events is that you always leave with one or two insights that change how you think about your business. Plus, she adds, it's hard to beat being surrounded by people who are smarter than you.

A little before 6, the final breakout sessions end, and we're released back into the main hall for light bites, an open bar, and networking.

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Kathleen Elkins

A waiter hands me a glass of champagne. At this point, I've been awake for 14 hours. I retreat to my corner table to take notes (and a few sips of bubbly).

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Kathleen Elkins

After happy hour, there's a group dinner for those who signed up.

On my way out, I run into Jake again, and it leads to my favorite interaction of the day with him and his friend Stuart, who's a tennis nerd like me.

I leave a little before 7 p.m., pay $25 to exit the Wynn parking garage, and stop at Whole Foods to grab dinner before checking into my more economical hotel about 15 minutes away.

Day 2: matcha pudding, a hack contest, and the future of live shopping

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Kathleen Elkins

On Tuesday, I'm back in the convention center by 9 a.m. and greeted with an elaborate breakfast, including matcha chia seed pudding.

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Kathleen Elkins

I meet more sellers, including a member who has been with the group for six years and sells kids' toys with his business partner.

The "hack contest" begins at 9:30, with members taking the stage to share their top business hacks. They're allowed one slide and a few minutes to present. After each pitch, the audience decides who "wins" by applause — the last presenter goes head-to-head with whoever is holding the "streak." One member keeps the streak alive for four rounds.

The main event is a 10:30 a.m. panel featuring Khayman interviewing two sellers and the founder of Outlandish, a company that helps brands scale through TikTok Shop and live commerce.

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Kathleen Elkins

After closing remarks and member awards, many sellers stay through the rest of the day and into Wednesday morning for more coffee chats and focus groups. Some conference-goers will merge with another e-commerce conference, Prosper, happening simultaneously in the same conference space.

By the end of my 15 or so hours in the conference hall, the takeaway that stuck with me wasn't one specific tactic or strategy (though I did note that running through most conversations was the importance of leveraging AI and TikTok Shop). It was the atmosphere: being in a room where nearly everyone is a high achiever and willing to swap strategies felt like a cheat code.

The experience also felt different as an observer than it probably does as a seller. If I were attending as a true participant, I'd do things differently: I wouldn't drive on the day of. These are long, high-output days, and I'd want to be well rested to get the most out of them. I'd also network more intentionally. I retreated to my corner table to take notes whenever my social battery dipped, which made sense for reporting, but probably isn't how you maximize a networking-heavy conference like this.

The vibe was professional and enthusiastic. There were photographers, videographers, and even a "swag" table featuring MDS merch. Everyone spoke with confidence and intention. I did feel a bit like an outsider without a $1 million brand, and some of the more strategic lectures went over my head. The room skewed male, and even though everyone was technically a competitor, there was still a sense of trust and camaraderie.

My last interaction happens in the women's bathroom. Bina, whom I'd met during speed networking on Monday, says hello. She's one of the few women in attendance. She lives between NYC and France, has been a member for about a year and a half, and sells in the beauty space.

I get her contact info, then begin to work my way back through the maze that is the Wynn.

Read the original article on Business Insider
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Carteira internacional da Empiricus passa por ajustes após resultados das empresas; veja novas recomendações

Para o mês de março, em meio a conflitos globais e volatilidade nas bolsas ao redor do mundo, a Empiricus Research apresentou alterações na sua carteira recomendada de ações internacionais. A relação de ações indicadas é formada por Brazilian Depositary Receipts (BDRs).

Alphabet (GOOGL),  Visa e Microsoft (MSFT34) tiveram suas posições aumentadas. As duas primeiras subiram para o peso 15%, enquanto a última dobrou o seu espaço, saindo de 5% em fevereiro, para 10% neste mês.

Já as ações da Amazon,  Berkshire Hathaway (BERK34) e TSMC (TSMC34) foram reduzidas. As duas primeiras saíram de 15% para 10%, já a terceira perdeu metade do espaço de fevereiro, saindo de 10% para 5%.

De acordo com o relatório, a nova formatação da carteira foi realizada a partir da análise dos resultados do quarto trimestre de 2025 divulgado em fevereiro pelas companhias.

O analista Enzo Pacheco, que assina a carteira, explicou que o aumento de espaço da Alphabet aproveita o enfraquecimento da ação, visando ainda um potencial de crescimento consistente da plataforma de nuvem Google Cloud e da aceleração do ciclo de Inteligência Artificial.

Apesar dos riscos competitivos entre ferramentas de pesquisa e de regulamentações sobre publicidade, a Alphabet ainda possui uma diversificação de receitas advindas de assinaturas pagas, que contrapõem possíveis impactos negativos.

Sobre a valorização da Visa, o relatório afirma que a tese se sustenta após a companhia divulgar resultados “acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo”. Para a Empiricus, o preço de negociação do papel segue atrativo em um bom ponto de entrada

No caso da Microsoft, Pacheco enxerga boas perspectivas para a empresa, após recente desvalorização desde a divulgação dos resultados. “Entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, conclui.

Já entre as baixas, a perda e espaço da TSMC foi justificada pela aposta em teses de mercado mais favorável, uma vez que a ação foi valorizada recentemente. Apesar da redução, a análise ainda ressalta a aposta em companhias no mercado de semicondutores, que avalia como “essencial”.

A queda da Berkshire Hathaway e da Amazon seguem a mesma lógica, segundo a Empiricus.

Para a Berkshire, a redução aconteceu antes da divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025, prevendo uma possível reação negativa do mercado que considera a recente mudança de CEO no início de janeiro, quando a companhia finalizou a gestão de Warren Buffett e Greg Abel assumiu o cargo.

Ainda assim, Pacheco ressalta que a Empiricus mantém a exposição em teses de tecnologia, ainda que com a ressalva sobre o sentimento negativo sobre o setor. Segundo o relatório, a casa busca a diversificação na carteira.

As 10 melhores ações internacionais para investir em março:

Empresa BDR Ação (EUA) Peso (%)
Alphabet GOGL34 GOOGL 15
Novo Nordisk N1VO34 NVO 15
Visa VISA34 V 15
Amazon AMZO34 AMZN 10
Berkshire Hathaway BERK34 BRK/B 10
Coinbase C2OI34 COIN 10
Microsoft MSFT34 MSFT 10
Alibaba BABA34 BABA 5
Baidu BIDU34 BIDU 5
Taiwan Semiconductor (TSMC) TSMC34 TSM 5

*Com supervisão de Juliana Américo

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Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, abre o jogo sobre como é uma reunião perfeita para ele

Enquanto muitos ficam nervosos na hora de preparar uma reunião no trabalho, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, diz ter descoberto a fórmula perfeita. Durante sua gestão, a Amazon se tornou uma das 7 magníficas, as big techs mais relevantes do mercado de investimento.

Mesmo após ter deixado o cargo de CEO da big tech, Bezos segue defendendo as regras que aplica em suas reuniões.

A preparação é essencial para o bilionário da tecnologia — e nada de copiar e colar modelos e PowerPoints, essas apresentações são proibidas. Antes do encontro, Bezos prepara um dcumento objetivo de seis páginas, que fala sobre o que será discutido.

Para ele, essa é a fórmula perfeita para uma boa reunião.

“Não sigo um cronograma rígido. Minhas reuniões costumam durar mais do que eu planejo, porque acredito em explorar possibilidades”, disse ele em um episódio do Lex Fridman Podcast.

Bezos é direto e reto na hora de reunião

Propor ideias para o chefe é o maior pesadelo de muitos, afinal, ninguém quer parecer tolo em frente de quem paga seu salário. Por isso, o bilionário acredita que ao pedir um membro da equipe elaborar um memorando de seis páginas da reunião, ele poderá saber a opinião genuína dessa pessoa sobre o que foi abordado.

“O autor do memorando precisa se expor. Precisa colocar todos os seus pensamentos ali e precisa começar falando”, afirmou Bezos.

“Isso é ótimo porque faz com que a pessoa realmente capriche e permite que você veja suas ideias reais — elas não se perdem sem querer no meio de uma grande apresentação de PowerPoint.”

Ainda, o bilionário permite que os funcionários conduzam as reuniões. O objetivo dele é incentivar que a equipe fale o que realmente pensa sem que sejam influenciados pela opinião dele.

E o mais curioso: pensando em ouvir a opinião sincera de todos, ele gosta que o funcionário mais júnior comece falando. Na opinião de Bezos, escutar o que alguém que respeitamos tenha a dizer pode influenciar diretamente nossa opinião — ele quer individualidade.

“Se eu falar primeiro, até participantes muito determinados, altamente inteligentes e com ótimo discernimento vão pensar: ‘Bem, se Jeff pensa isso, talvez eu esteja errado’”, ele explicou. “Se você é a pessoa mais sênior na sala, fale por último.”

Para o fundador da Amazon, improdutividade e insegurança são sinônimos

Para evitar encontros improdutivos, Bezos dá o benefício da dúvida às ideias mais cabulosas, mesmo que os dados não as comprovem.

A intuição é valiosa para ele, mesmo quando faltam evidências. Nesses casos, ele recomenda que a pessoa investigue a fundo esse insight. Na visão dele, ainda que os números não confirmem o palpite, é provável que o funcionário esteja certo.

“Quando os dados e os relatos não concordam, geralmente os relatos estão certos (…) E isso não significa que você simplesmente siga cegamente os relatos. Significa que você deve examinar os dados. Normalmente, o problema é que você não está medindo a coisa certa”, disse o bilionário.

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Nem as big techs escapam do conflito no Irã: drones atingem data centers da Amazon

Nem mesmo a infraestrutura que sustenta a inteligência artificial escapou dos impactos do conflito no Irã. A Amazon confirmou danos a três data centers após ataques com drones nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein.

A empresa de Jeff Bezos afirmou nesta terça-feira (3) que trabalha para restaurar serviços de computação em nuvem no Oriente Médio, em um lembrete de que até o setor de tecnologia pode ser impactado pelo conflito envolvendo o Irã e países vizinhos.

A Amazon disse ainda que clientes com cargas de trabalho hospedadas na região devem transferi-las para outros mercados onde a unidade Amazon Web Services (AWS) mantém servidores, após danos a instalações nos Emirados Árabes Unidos e no Bahrein.

“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram diretamente atingidas, enquanto no Bahrein um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas unidades causou impactos físicos à nossa infraestrutura”, afirmou a companhia em atualização de status divulgada na segunda-feira. 

Nos últimos anos, grandes empresas de tecnologia ampliaram investimentos no Oriente Médio, aproveitando a abundância de energia da região para operar data centers voltados a inteligência artificial e outras tecnologias de alto consumo energético.

A Microsoft anunciou em novembro a intenção de investir quase US$ 8 bilhões nos Emirados Árabes Unidos ao longo de quatro anos.

Já a Alphabet, controladora do Google, informou no ano passado que faria um investimento conjunto de US$ 10 bilhões com o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF) para desenvolver um polo de inteligência artificial no país.

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A Amazon decidiu gastar US$ 200 bilhões em IA e data centers — para o temor dos investidores

A Amazon vai gastar US$ 200 bilhões neste ano em data centers, chips e outros equipamentos, o que preocupou investidores com a possibilidade de a aposta colossal da empresa em inteligência artificial pressionar os lucros enquanto ela espera os investimentos se pagarem.

As ações caíram cerca de 7% no after-market, após fecharem a US$ 222,69 em Nova York. O papel da Amazon acumulava queda de 3,5% no ano até o fechamento de quinta-feira (5).

Em 2025, o gasto ficou abaixo do esperado por analistas. A empresa informou ter gasto aproximadamente US$ 130 bilhões em propriedades e equipamentos em 2025. A expectativa do mercado era de que esses desembolsos chegassem a cerca de US$ 150 bilhões neste ano.

“Com uma demanda tão forte pelas nossas ofertas atuais e oportunidades transformadoras como IA, chips, robótica e satélites em órbita baixa, esperamos investir cerca de US$ 200 bilhões em despesas de capital em toda a Amazon em 2026 e antecipamos um forte retorno de longo prazo sobre o capital investido”, disse o CEO Andy Jassy em comunicado.

Lucro sob risco

O gasto deve pesar sobre o lucro, e a Amazon divulgou uma previsão de lucro operacional no trimestre atual entre US$ 16,5 bilhões e US$ 21,5 bilhões. Os analistas, em média, estimavam US$ 22,2 bilhões.

Microsoft e Alphabet, que divulgaram resultados mais cedo, também gastaram mais do que o esperado, fazendo suas ações recuarem em meio à crescente preocupação de que a demanda por serviços de IA não justifique desembolsos tão grandes.

A receita do Amazon Web Services (AWS), unidade de computação em nuvem da companhia, no quarto trimestre, cresceu 24%, para US$ 35,6 bilhões. O lucro operacional do AWS foi de US$ 12,5 bilhões.

“A reação negativa é resultado de aumentos maiores no capex do que na receita do AWS”, disse Gil Luria, analista da DA Davidson & Co. “Assim como no caso da Microsoft, os investidores estão preocupados porque os investimentos estão crescendo mais rápido do que os retornos, e porque Amazon, Google e Microsoft estão presas a uma escalada de expansão de infraestrutura que pode não dar certo para todas elas.”

Demissões e fim de outros negócios

Para compensar o peso dos gastos com IA, a Amazon reduziu investimentos em outras frentes. A empresa anunciou outra rodada de demissões em janeiro, elevando o total de cortes para cerca de 30 mil desde outubro — aproximadamente 10% da força de trabalho corporativa.

Fachada da loja Amazon Go com letreiros "Just Walk Out" e "No Lines. No Checkout". Pessoa passando com guarda-chuva.
Fachada de loja Amazon Go. Foto: Divulgação/Amazon

Também anunciou o encerramento de suas lojas de supermercado Fresh and Go. Vai se concentrar em expandir a rede de lojas Whole Foods Market e construir mais centros de distribuição para oferecer entrega de supermercado no mesmo dia.

A empresa também afirmou que está reduzindo o serviço Amazon One, que permitia que pessoas pagassem com a palma da mão. O sistema deixará de estar disponível em lojas de varejo a partir de 6 de junho, embora o serviço continue sendo usado em clínicas.

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Investimento em IA é bolha? BTG elenca 16 motivos para defender que não

A demanda por cada vez mais poder computacional é o pilar da valorização das empresas de IA. E falou em IA, falou em “bolha” – algo que mais hora menos hora estoura.

É impossível saber se estamos ou não diante de uma. E sempre há a outra possibilidade: a de que os preços das ações simplesmente tenham alcançado um platô permanentemente elevado.

Essa é basicamente a conclusão de uma análise divulgada pelo BTG Pactual. Ela mostra que as grandes empresas do setor, a começar por Nvidia, Google e Microsoft, têm fundamentos sólidos, ou seja: margens saudáveis, baixa alavancagem e geração robusta de caixa.

Por outro lado, sempre vale lembrar a frase do economista americano Irving Fisher. Semanas antes do crash de 1929, o maior estouro de bolha da história, ele disse justamente que “os preços das ações atingiram um platô permanentemente elevado”. Não era o caso.

Seja como for, o BTG lista 16 motivos para acreditar que a revolução da IA tem características estruturais, e que o espaço para a expansão tecnológica e de infraestrutura ainda é vasto. Veja os pontos.

1. Ganhos de produtividade

Eles chegam a 1,3 ponto percentual por ano com a adoção rampante de IA, ou US$ 1,5 trilhão de produção global extra anual. É um choque de produtividade “amplo e duradouro”, de acordo com a análises e, mesmo com concorrência elevada e com o fracasso de algumas companhias com o passar do tempo, a tecnologia em si prospera.

2. Rentabilidade consistente nos investimentos em IA

Os investimentos na área não têm nada de especulativos: o US$ 1,2 trilhão por ano aplicado em infraestrutura – data centers, chips e redes – formam uma base de ativos de US$ 2,4 trilhões, que precisa gerar US$ 1,68 trilhão anuais em retorno para a economia global para dar lucro. Esse volume é, na visão do banco, plenamente compatível com o impacto de produtividade estimado por estudos independentes.

3. Margens mais elevadas

O receio de que a “bolha de IA” esteja se formando faz referência à “bolha ponto com” – a das empresas que, no final da década de 1990, foram superestimadas. A situação é diferente, segundo o BTG, porque as 10 maiores empresas do S&P 500 apresentavam margens líquidas de 17%, em média, naquela época, enquanto os atuais líderes têm 32%. Quer dizer: o ciclo de investimentos em IA é mais lucrativo e mais resiliente hoje.

4. Geração de caixa robusta

Lucro é uma demonstração contábil. Um dado mais sólido é o “fluxo de caixa livre”, o dinheiro que efetivamente sobra no caixa da empresa depois de todos os gastos a cada trimestre. Entre as empresas do S&P 500, ele é hoje de 3,5%. Ou seja, para cada US$ 100 que a empresa coloca no negócio, US$ 3,5 ficam no caixa. Isso é quase três vezes mais do que o período de 2000 a 2001. Em outras palavras: o ciclo atual das empresas é financiado por caixa real e não por dívidas excessivas.

5. Preços bem abaixo dos níveis da última bolha

O Nasdaq 100, índice que reúne as empresas americanas de tecnologia, é negociado entre 29 e 30 vezes o lucro, distante do nível de 44 vezes em 1999 e de 89 vezes em 2000. Você lê essa métrica da seguinte forma: considerando o preço atual, o mercado está disposto a pagar cerca de US$ 29 a US$ 30 por cada US$ 1 de lucro anual da empresa.

É, em resumo, um indicador para as expectativas de crescimento das companhias. Para o BTG, a precificação das ações das big techs hoje é “mais moderada” e também amparada por lucros muito maiores.

6. Líderes de mercado mais baratos do que no passado

Na bolha das ponto com, Cisco, Intel, Microsoft e outras eram negociadas entre 50 vezes a 70 vezes o lucro. Muitas superavam o nível de 100 vezes. Hoje, as gigantes de IA – Google, Nvidia, Meta, Microsoft de novo… – são negociadas entre 20 vezes e 35 vezes o lucro.

7. Capex financiado internamente

Só 46% do fluxo de caixa das empresas hoje é reinvestido, muito baixo dos 75% em 2001. Pode parecer um contrassenso avaliar positivamente empresas que estão investindo menos, mas a leitura do BTG é de que as companhias estão destinando seus recursos de forma mais equilibrada.

8. Alavancagem muito menor

As maiores empresas americanas operam com caixa líquido: a relação entre a dívida líquida e o Ebitda, é de 0,3 vez. Essa relação é conhecida como alavancagem e indica quantos anos a empresa levaria para pagar suas dívidas usando todo o lucro operacional. Em geral, um indicador abaixo de 2x é um sinal de que a empresa está financeiramente saudável. Ou seja, 0,3x é um nível extremamente conservador.

9. Demanda firme e chips duráveis sustentam o ciclo da IA

A demanda por computação em nuvem e IA continua acelerando: os serviços AWS (da Amazon), Azure (da Microsoft) e Google Cloud voltaram a crescer entre 20% e 40% ao ano. Ao mesmo tempo, as GPUs – processadores especializados usados para treinar e operar modelos de IA – têm vida útil longa, de aproximadamente seis anos.

Isso significa que as gigantes globais de computação em nuvem têm receitas futuras mais previsíveis e conseguem extrair valor dos chips por um bom tempo, fortalecendo a sustentabilidade do ciclo de investimentos em IA.

10. A tecnologia está longe do seu potencial máximo

Os avanços recentes mostram que a IA ainda tem muito espaço para evoluir. A redução das alucinações, por exemplo, avança paulatinamente, mas ainda está longe do ideal. Isso indica que a tecnologia não está madura – e que a demanda por mais computação e novos modelos deve seguir crescendo.

11. O mercado de IPOs ainda é fraco

Nos últimos 12 meses, houve 56 IPOs no segmento de IA, contra 511 no auge da bolha das ponto com. Ou seja, o ciclo atual não mostra exuberância especulativa em novas emissões como já ocorreu no passado.

12. O mercado não está em euforia

Mesmo com toda a atenção sobre IA, o humor geral dos investidores ainda é negativo: o índice de “Medo e Ganância”, criado pela CNN, aponta para “Pessimismo Extremo” – próximo de 19 pontos, bem abaixo da linha neutra de 50. Isso significa que, apesar do avanço das empresas de IA, o mercado como um todo não demonstra um comportamento eufórico, nem demanda excessiva por ativos de risco, que é uma condição típica de bolhas. A postura predominante ainda é de cautela, não de entusiasmo.

13. O medo da bolha freia os excessos que poderiam levar a uma bolha

O BTG cita uma pesquisa recente do Bank of America. Ela mostra que 54% dos gestores profissionais creem estar vivendo uma bolha de IA. E isso é bom. Quando o medo de bolha cresce entre profissionais de mercado, os investidores tendem a reduzir posições arriscadas e a operar de forma comedida. Ou seja, paradoxalmente, o fato de muitos acreditarem que há uma bolha diminui a probabilidade de uma bolha clássica se formar, pois os próprios agentes atuam para evitar excessos.

14. O investidor de varejo também está cauteloso

O índice AAII Bull/Bear, que mede o sentimento do investidor individual americano, permanece em território negativo. Isso indica que o pequeno investidor, o primeiro a responder aos ciclos especulativos, não está otimista. A falta de entusiasmo tanto entre profissionais (item 13), quanto no varejo reforça que não há clima emocional típico de bolha.

15. Investimento em IA é pequeno quando comparado a grandes ciclos históricos

O BTG calcula que, hoje, os investimentos em data centers de IA representam 1,3% do PIB. Há quem diga que estão construindo demais. Só que talvez não. Data center é o que há de mais moderno em infraestrutura. Nos momentos do passado em que o hype de infra era a construção de ferrovias, gastava-se muito mais: até 6% do PIB.

16. Queda de juros favorece teses de longo prazo

Juros menores tornam mais valioso cada dólar de lucro futuro. Quando os juros caem, os investidores calculam que o valor presente dos lucros que as empresas vão gerar no futuro é maior. Isso beneficia especialmente negócios cujo potencial econômico está mais avançado, como as empresas de IA, que investem muito agora para colher resultados maiores nos próximos anos.

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Apple, Microsoft, Amazon… 5 dos BDRs das 7 Magníficas estão no negativo em 2025

É um massacre. Enquanto o Ibovespa sobe 30% no ano, o grosso dos BDRs das sete companhias mais valiosas dos EUA amargam quedas. Em alguns casos, duras quedas. 

BDRs, vale lembrar, são “recibos” de ações gringas. Você negocia na B3 em reais, como se fossem papéis brasileiros. E eles refletem a variação das ações para valer, aquelas negociadas em Nova York.

Esses papéis também flutuam ao sabor do câmbio – já que ações americanas são precificadas em moeda americana, lógico. As quedas do dólar puxam os BDRs para baixo. E haja queda. No ano, as notas verdes cedem 15,5%. E o cenário que temos é o seguinte: 

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O tombo da moeda americana cria distorções interessantes. A Alphabet vai bem, obrigado – até a Berkshire, que não tem comprado quase nada, fez uma fezinha de US$ 5 bilhões na dona do Google. A alta, na bolsa americana, é de 50,1% ano ano. Em reais, porém, a alta se restringe a 26,4%. 

A Nvidia, rainha da IA, também segue testando limites, você sabe. Em julho, virou a primeira empresa a romper a barreira dos US$ 4 trilhões em valor de mercado. No final de outubro, inaugurou o patamar dos US$ 5 trilhões. Desde lá, Nvidia cai 12% (US$ 600 bilhões) – e o termo “bolha da IA” entrou de vez para o léxico popular do planeta. Mesmo assim, ela ainda sobe 35% no ano. Em reais, perém, a alta é menos gráfica: 14,5%.

E daí para baixo é todo mundo debaixo d’água: Microsoft (-0,8%), Apple (-8%), Meta (-13,8%) Amazon (-14,1%), Tesla (-17,2%). 

Mas o dólar não é o único vilão, claro. À parte a Microsoft, que sobe razoáveis 17,1% em sua moeda natal, o cenário é modorrento, com Apple abaixo dos 10%; e Amazon, Meta e Tesla praticamente no zero a zero. Aqui:

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Não é novidade: tem crescido entre investidores a percepção de que a bolsa americana está cara. E na letra fria dos dados está mesmo.

Sabe-se se uma bolsa está cara quando você olha o P/L (preço sobre lucro). Você soma o valor de mercado de todas as empresas do índice e divide pelo lucro que elas deram nos últimos 12 meses.

Se essa divisão dá 10, por exemplo, significa que as empresas valem, na média, 10 anos do lucro que elas propiciam hoje. Quanto dá o do S&P 500? 27,6. É mais do que a média dos últimos 10 anos, 22,8. E bem mais do que série de longo prazo (desde 1950), de 19. 

No Brasil é o contrário. P/L de 8,6, contra uma média maior, de 10,5, para os últimos 20 anos.

Em outros países emergentes, a situação é parecida. E tal como o Brasil eles têm recebido mais dinheiro de fora. Tanto dinheiro que as bolsas de alguns países latino americanos estão até mais exuberantes do que a nossa no ano: 

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Mas o fato é que os movimentos de mercado e de câmbio se retroalimentam. Quando cresce o fluxo de dólares para as bolsas dos emergentes, aumenta a oferta de dólares nesses países. E a moeda americana desvaloriza. É justamente o que está acontecendo: 

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Seja como for, a negociação de BDRs é relativamente pequena na B3. Um levantamento da Quantum Finance mostra que as Mag 7 movimentam algo entre 100 mil e 200 mil negócios por dia. Trata-se de um patamar equivalente ao de empresas brasileiras menos expressivas, que ficam de fora do ranking das 100 mais negociadas.

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Jeff Bezos volta à cadeira de presidente ao assumir a startup Project Prometheus

Jeff Bezos assumirá o cargo de codiretor executivo de uma nova startup de inteligência artificial voltada para aplicações industriais e aeroespaciais, informou o New York Times na segunda-feira (17). A empresa, batizada de Project Prometheus, já arrecadou US$ 6,2 bilhões em financiamento — parte dele investida pelo próprio fundador da Amazon —, tornando-se uma das startups em estágio inicial mais bem capitalizadas do mundo, segundo três fontes ouvidas pelo jornal.

A iniciativa marca o retorno de Bezos a um cargo operacional formal desde que deixou a presidência-executiva da Amazon, em julho de 2021. Embora esteja profundamente envolvido com a Blue Origin, sua empresa espacial, Bezos detém ali apenas o título de fundador.

Com o Project Prometheus, o bilionário entra de vez em um mercado de inteligência artificial cada vez mais competitivo, dominado por gigantes como OpenAI, Meta, Google e Microsoft, enquanto dezenas de startups disputam espaço com produtos e modelos próprios.

O novo empreendimento será comandado por Bezos em parceria com Vik Bajaj, físico e químico que já trabalhou de perto com Sergey Brin no laboratório de inovação do Google, conhecido como X (antigo Google X).

Segundo o The New York Times, o jornal norte-americano, o Project Prometheus já contratou cerca de 100 pesquisadores vindos de empresas de IA, como OpenAI, DeepMind e Meta, em meio a uma acirrada disputa global por talentos.

A tecnologia em desenvolvimento da startup é direcionada a aplicações de IA para engenharia e produção em setores como informática, indústria automotiva e aeroespacial — áreas alinhadas ao interesse de longa data de Bezos em acelerar o acesso humano ao espaço. Ainda não está claro onde a startup está sediada nem quando exatamente foi fundada, já que a empresa manteve um perfil discreto até agora.

Vida de Bezos

Desde que deixou o comando da Amazon, Bezos tem dividido os holofotes entre seus negócios e sua vida pessoal — incluindo um casamento repleto de celebridades em Veneza neste ano. Ele também intensificou seu envolvimento com a Blue Origin e ampliou seus investimentos no setor de IA. Segundo a CNBC, todos os aportes feitos em 2024 pela família Bezos, por meio da gestora Bezos Expeditions, foram direcionados a empresas de inteligência artificial.

O lançamento do Project Prometheus ocorre em um momento de forte pressão por mão de obra especializada. Grandes empresas de tecnologia vêm oferecendo salários recordes e bônus milionários para atrair cientistas de IA — alguns chegando a valores de US$ 100 milhões. O mercado continua marcado por uma rotatividade intensa, com talentos migrando entre OpenAI, Meta, Google e startups emergentes.

Mesmo diante de uma competição bilionária, o Project Prometheus desponta como um novo peso pesado. Com US$ 6,2 bilhões já captados, a empresa tem margem para adquirir poder computacional escasso, atrair pesquisadores de elite e desenvolver conjuntos de dados proprietários difíceis e caros de produzir em ambientes industriais, segundo especialistas ouvidos pelo Times.

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Amazon busca US$ 12 bilhões em primeira emissão de dívida nos Estados Unidos em três anos

A Amazon está tentando levantar cerca de US$ 12 bilhões por meio de uma emissão de dívida — seu primeiro negócio desse tipo em dólares norte-americanos em cerca de três anos — em meio a uma corrida generalizada no setor para construir infraestrutura de inteligência artificial.

A Amazon está vendendo títulos de grau de investimento em até seis tranches, segundo pessoas com conhecimento do assunto, que pediram anonimato ao discutir detalhes privados. As discussões iniciais de preço para a parte mais longa do acordo, um título de 40 anos, apontam para um prêmio de cerca de 1,15 ponto percentual acima dos Treasuries, acrescentaram as fontes.

Goldman Sachs, JPMorgan Chase & Co. e Morgan Stanley estão coordenando a venda dos títulos. Os recursos da oferta podem ser usados para tudo — de aquisições e investimentos em capital a recompra de ações, disseram as fontes.

A venda desta segunda-feira ocorre após a Alphabet, controladora do Google, ter vendido no início do mês US$ 25 bilhões em títulos nos EUA e na Europa. A Meta Platforms vendeu US$ 30 bilhões em títulos corporativos no mês passado, a maior oferta do tipo no ano. Enquanto isso, a Oracle vendeu US$ 18 bilhões em títulos de alto grau em setembro.

A onda de emissões das empresas de tecnologia ajudou a impulsionar a emissão global para um recorde de mais de US$ 6 trilhões neste ano. O JPMorgan Chase prevê que a nova enxurrada de gastos para financiar investimentos em inteligência artificial levará o mercado de títulos de grau de investimento dos EUA a um recorde de US$ 1,81 trilhão no próximo ano.

A Amazon é a maior fornecedora mundial de computação em nuvem, essencial para alimentar sistemas de inteligência artificial. Assim como suas maiores rivais, a empresa vem investindo pesadamente em data centers e chips para construir e operar modelos de IA capazes de gerar textos ou imagens e automatizar processos. Os investimentos da Amazon em capital subiram 61%, alcançando US$ 34,2 bilhões no terceiro trimestre.

A capacidade energética da rede de data centers da Amazon dobrou desde 2022, e o CEO Andy Jassy afirmou que espera que ela dobre novamente até 2027. No início deste mês, a unidade de nuvem da empresa assinou um acordo de US$ 38 bilhões para fornecer à OpenAI acesso a centenas de milhares de GPUs da Nvidia como parte de um contrato de computação de sete anos.

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Amazon deve demitir até 30 mil funcionários administrativos

A Amazon está planejando cortar até 30 mil empregos corporativos a partir de terça-feira (28), enquanto a empresa trabalha para reduzir despesas e compensar contrações ocorridas no pico de demanda gerada pela pandemia, de acordo com três fontes familiarizadas com o assunto.

O número representa uma pequena porcentagem do total de 1,55 milhão de trabalhadores da Amazon, mas quase 10% dos cerca de 350 mil funcionários administrativos da empresa.

Isso representa o maior processo de demissão na Amazon desde que cerca de 27 mil pessoas foram dispensadas da empresa no final de 2022.

O porta-voz da Amazon não comentou o assunto.

A informação, antecipada pela Reuters, acontece três dias antes da divulgação dos resultados do terceiro trimestre da Amazon, que será nesta quinta-feira (30).

Segundo a Bloomberg, entre 2022 e início de 2023, o CEO Andy Jassy buscava cortar custos após a rápida expansão da empresa durante a pandemia. De lá pra cá, houve um fluxo constante de cortes, porém mais modestos.

A Amazon não respondeu imediatamente a um pedido de entrevista.

Mais IA, mais demissões na Amazon

Em junho, Jassy sinalizou que a força de trabalho da Amazon provavelmente diminuiria à medida que a empresa aumentasse o uso de inteligência artificial para concluir tarefas normalmente realizadas por pessoas.

O comentário gerou pânico entre os trabalhadores, que vasculharam salas de bate-papo anônimas online em busca de informações sobre possíveis cortes de empregos, que muitas vezes vazam.

“Precisaremos de menos pessoas realizando algumas das tarefas que estão sendo realizadas hoje e de mais pessoas realizando outros tipos de trabalho”, escreveu Jassy em um memorando aos funcionários. “É difícil saber exatamente onde isso se refletirá ao longo do tempo, mas, nos próximos anos, esperamos que isso reduza nossa força de trabalho corporativa total, à medida que obtivermos ganhos de eficiência com o uso extensivo de IA em toda a empresa.”

A empresa também ordenou que alguns funcionários administrativos se aproximassem de seus gerentes e equipes.

Os trabalhadores foram orientados a se mudar para cidades como Seattle; Arlington, Virgínia; e Washington, D.C., o que, em alguns casos, exigiria que se mudassem para o outro lado do país, de acordo com pessoas familiarizadas com a situação.

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Fundador da Amazon vê bolha da IA, mas aposta em legado para a sociedade

O fundador da Amazon, Jeff Bezos, disse que os gastos com inteligência artificial se assemelham a uma “bolha industrial” que pode levar à perda de investimentos. Por outro lado, Bezos acredita que a IA vai trazer benefícios para a sociedade.

“Quando as pessoas ficam muito entusiasmadas, como acontece hoje com a inteligência artificial, tudo recebe dinheiro. Todo experimento é financiado, toda empresa é financiada. Isso vale para as boas e as más ideias”, disse Bezos. “Os investidores têm dificuldade em distinguir entre tantos projetos.”

“Ainda assim, a IA vai mudar todos os setores e melhorar a produtividade”, disse ele na Semana Italiana de Tecnologia em Turim, nesta sexta-feira (3).

“O que está acontecendo atualmente é uma bolha industrial semelhante à bolha da biotecnologia na década de 1990, quando empresas faliram e investidores perderam dinheiro, mas conseguimos alguns medicamentos que salvaram vidas”.

Bezos também apontou a bolha das pontocom como um período de investimento efervescente que beneficia o mundo hoje.

‘Tenha visão de longo prazo’, diz fundador da Amazon

As empresas que desenvolvem IA, bem como a tecnologia em torno dela, como data centers e chips, estão recebendo enormes quantias de financiamento. Os chamados provedores de neocloud, que fornecem às grandes empresas de tecnologia poder computacional extra e acesso a chips especializados para executar IA, estão sendo financiados antes mesmo de construírem a infraestrutura.

O entusiasmo em torno da IA ​​e seu potencial levou a enormes avaliações para essas empresas.

Uma empresa da BlackRock está em negociações para comprar a Aligned Data Centers em um acordo que pode ser avaliado em cerca de US$ 40 bilhões, informou a Bloomberg News nesta sexta.

A OpenAI, fabricante do ChatGPT, tornou-se a empresa privada mais valiosa, com uma avaliação de US$ 500 bilhões em uma recente venda secundária de ações.

Alguns investidores alertaram sobre a quantidade de dinheiro investido em empresas do ecossistema de IA. O diretor de investimentos da GIC disse nesta semana que uma “bolha de hype” está se formando, especialmente em investimentos de risco em IA em estágio inicial.

O que fazer?

Para o fundador da Amazon, é preciso ter uma visão de longo prazo.

“Quando a poeira baixar e você vir quem são os vencedores, a sociedade se beneficiará dessas invenções”, disse ele. “Os benefícios da IA ​​para a sociedade serão gigantescos.”

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Amazon isenta vendedores de taxa logística e aquece ainda mais disputa com Mercado Livre e Shopee

A Amazon anunciou na noite desta terça-feira (30) uma das medidas mais agressivas de sua operação no Brasil: a isenção de todas as tarifas logísticas do modelo de fulfillment para todos os vendedores. Nesse modelo, todo o processo logístico é sob responsabilidade da plataforma: é a Amazon que guarda o estoque do vendedor, separa o pedido e faz a entrega. A plataforma também vai isentar taxas cobradas sobre pedidos de novos sellers que aderirem ao serviço. 

A iniciativa vale até 3 de dezembro, com possibilidade de prorrogação por dois meses caso os vendedores também aumentem gastos com publicidade e adesão ao fulfillment.

Segundo o Itaú BBA, o movimento “representa uma das manobras mais agressivas da Amazon até hoje, destacando sua determinação em ganhar escala significativa no Brasil e disputar de igual para igual com o MELI e a Shopee.” Dias antes, a Bloomberg noticiou que a Amazon tinha investido US$ 25 milhões na plataforma de delivery Rappi, o que sugere o interesse em ampliar sua presença na última milha. 

Para o banco, a competição no e-commerce brasileiro está chegando ao ponto mais implacável. Com penetração online ainda baixa — cerca de 14% a 15% das vendas totais — há espaço para o crescimento de Amazon, Mercado Livre e Shopee, mas a consequência deve ser pressão sobre as margens: “o que parece incontestável é que a lucratividade marginal tende a cair conforme as pressões competitivas aumentam.”

Diante da notícia, as ações do Mercado Livre registraram a pior sessão desde novembro. O papel recuou 6,8% nesta quarta, para US$ 2.176,91. Isso após uma baixa de 6,6% no pregão anterior, com a companhia perdendo US$ 16,4 bilhões em valor de mercado desde segunda-feira.

A estratégia da Amazon se apoia em três pilares: sortimento, velocidade e preços. A companhia ainda é considerada frágil em variedade de produtos e base de sellers, por isso o incentivo para que vendedores armazenem estoques em seus centros de distribuição. Ao mesmo tempo, investe para reduzir o tempo de entrega e aproximar sua operação da capilaridade do Mercado Livre.

Fontes do setor citadas pelo Itaú BBA indicam que a Amazon está disposta a investir até US$ 25 bilhões no Brasil nos próximos 3 a 5 anos em investimentos. No quesito preços, a empresa tem adotado postura mais agressiva, igualando rivais em diversas categorias e ampliando o uso de cupons direcionados.

O Mercado Livre, que tem operação no país cerca de três vezes maior que a da Amazon, já havia anunciado mudanças em sua política de frete grátis para pedidos mínimos de R$ 19 em junho, numa resposta a essa disputa do e-commerce. 

Agora, o Itaú BBA avalia que a empresa pode ser forçada a espelhar as condições mais recentes da rival, sacrificando margens de curto prazo para defender sua liderança.

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