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OpenAI wants you to 'blurt out your thoughts' to your phone

Greg Brockman
In July, OpenAI's president, Greg Brockman, revealed an AI audio model that can listen and speak simultaneously.

Bloomberg/Getty Images

  • OpenAI boosts ChatGPT's voice mode on mobile as the competition over personal agents heats up.
  • The new release connects OpenAI's voice model to its agentic text models, which can handle tasks.
  • OpenAI has yet to release a direct competitor to viral AI assistants like Instinct and Meta's Muse.

OpenAI is pushing further into the hotly contested market for personal agents — this time with voice.

The company is adding its most advanced voice system to ChatGPT's website and mobile app on Wednesday. OpenAI's release allows users to speak to delegate single and recurring tasks that require multiple steps, a browser, and disparate apps. The company has been rolling out launches ahead of its big OpenAI DevDay event next week.

OpenAI's product lead for ChatGPT voice, Atty Eleti, gave a demo to Business Insider. Only speaking with the app, he had the tool analyze his DoorDash spending, pay $5 to book a pickleball court, and reorganize his calendar.

"In the future, we really imagine people using voice as the primary modality to interact with AI," Eleti said, "and that's kind of our North Star that we're working towards."

Personal AI assistants like Instinct and Meta's Muse are having a moment in Silicon Valley as the industry peddles apps tailored to handle cumbersome internet tasks. OpenAI has many of these capabilities in ChatGPT, though it hasn't yet released a narrower offshoot. This voice tool is a play for the AI-assistant buzz.

In the short term, the improvements make it easier for people to delegate work to ChatGPT by speaking while they're on the go. In the long run, they'll serve OpenAI's hardware ambitions: Bloomberg has reported that the company is building a smart speaker for release in 2027.

Wednesday's release connects OpenAI's voice model, GPT-Live, to AI models that can perform tasks on computers or in browsers, a focus the company maintained before the personal AI agent craze. GPT-Live, which can listen and respond simultaneously, was already turned on for ChatGPT's basic conversational mode and connected to agentic models on the desktop app.

Voice mode, as Eleti sees it, has three main benefits. Speaking is quick and natural — "you can blurt out your thoughts," he said. You can do it with your hands off a device. And it can help you with vocal tasks, like learning a language or practicing a speech. Eleti and his colleagues use it while commuting and on walks, he said.

Eleti said more than 150 million people already use ChatGPT's dictation and voice mode tools. Still, the team faces an uphill battle. Though smart speakers have shown some staying power, offices are still organized around desktop computers.

Plus, though it's quicker to speak than type, it's also quicker to read than to listen. Eleti said his team considered this dynamic when deciding how ChatGPT would respond to audio prompts.

"We don't think of this as just pure voice in and voice out," Eteli said. "It's about voice in and then the right output back. Sometimes it's text, sometimes it's voice, sometimes it's a mix."

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A 10 pregões do 1º turno, até onde podem ir Ibovespa, Vale e Petrobras?

Ilustração sobre Ibovespa, Vale e Petrobras na reta final antes do primeiro turno, com urna eletrônica, mineração, petróleo e gráficos de mercado.

A dez pregões do primeiro turno das eleições, Ibovespa (IBOV), Vale e Petrobras encerraram a semana em situações diferentes. O índice fechou esta sexta-feira (18) aos 185.229 pontos e acumulou queda de 1,06% em cinco sessões. VALE3 terminou a R$ 73,37, com recuo semanal de 6,18%, enquanto PETR4 encerrou a R$ 48,50, em baixa de 1,02% no período.

No mês, a diferença também aparece. O Ibovespa ainda sobe 4,40% em setembro e acumula alta de 14,96% no ano. PETR4 avança 7,73% no mês e 66,06% em 2026. Já VALE3 recua 5,75% em setembro e mantém ganho de 4,48% no ano.

Vale e Petrobras têm peso relevante nessa conta. VALE3 responde por 11,16% da carteira teórica, enquanto PETR3 e PETR4 somam quase 12,9%. Juntas, as duas companhias representavam perto de um quarto do Ibovespa.

Os fechamentos desta sexta também deixam referências claras para os próximos pregões. O Ibovespa terminou próximo dos 185.200 pontos, região de suporte observada no gráfico diário. Vale perdeu níveis que haviam sustentado a recuperação recente. Petrobras, por sua vez, continua abaixo da máxima de R$ 50,70 registrada neste mês.

Ibovespa termina semana perto dos 185 mil pontos

O Ibovespa fechou aos 185.229 pontos, levemente acima dos 185.200, região que vinha funcionando como suporte no gráfico diário.

Antes do fechamento desta sexta, o índice permanecia acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR de 14 períodos estava em 65,51 pontos, abaixo dos níveis observados no início de setembro, quando o indicador chegou à região de sobrecompra.

Ibovespa em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 58,91 pontos, em zona neutra. O índice reagiu nas últimas sessões e voltou a testar uma faixa de resistência. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

Na parte superior, a faixa entre 189.487 e 192.890 pontos permanece como a principal região de resistência. Acima dela, a próxima referência é a máxima histórica de 199.354 pontos.

Na parte inferior, a perda dos 185.200 pontos colocaria novamente no radar as regiões de 178.000 e 176.565 pontos.

O comportamento recente é diferente daquele observado no começo de setembro. Quando o avanço das blue chips levou novamente o índice para perto dos 190 mil pontos, o IFR estava em 79,30 pontos. Desde então, o Ibovespa passou a oscilar em uma faixa mais estreita.

Além dos níveis técnicos, André Moraes, analista, fundador e CEO da Trade ao Vivo e chairman da BFR Investimentos, cita o comportamento do capital estrangeiro entre os pontos que acompanha nesta reta final.

“Fluxo estrangeiro é uma coisa que eu monitoro a partir de agora”, afirma.

A observação ocorre após a redução do diferencial entre os juros brasileiros e americanos, um dos fatores considerados pelo investidor internacional na alocação entre mercados.

Vale perde 6,2% na semana e se aproxima de novo suporte

VALE3 teve o pior desempenho semanal entre os três ativos analisados. A ação fechou a R$ 73,37, acumulando queda de 6,18% em cinco pregões. No mês, a baixa chega a 5,75%.

No início de setembro, o papel havia rompido a parte superior de um canal de baixa e passou a negociar acima das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Naquele momento, R$ 77,35 e R$ 74,70 apareciam como suportes.

Os dois níveis foram perdidos durante a correção recente. Com o fechamento desta sexta, a próxima referência inferior da estrutura anterior aparece em R$ 69,84.

VALE3 em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 45,62 pontos. Após perder força nas últimas sessões, a ação voltou a recuar e se aproxima de uma faixa de suporte. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

Na recuperação, R$ 74,70 e R$ 77,35 passam a ser as primeiras faixas a acompanhar. Acima delas, aparecem novamente R$ 81,31 e R$ 83,35.

Minério e frete entram na conta

A queda de VALE3 ocorreu em um período de pressão também sobre o minério de ferro. A commodity chegou à região de US$ 95 por tonelada em Cingapura, enquanto as margens das siderúrgicas chinesas e os custos de frete continuaram no radar.

A exposição da Vale ao aumento dos custos logísticos, no entanto, é menor do que a de alguns concorrentes domésticos. Segundo análise do Goldman Sachs, cerca de 75% dos volumes exportados pela companhia estão vinculados a contratos logísticos de longo prazo, enquanto a empresa possui hedge para aproximadamente 70% da exposição ao petróleo em 2027. O banco vê a Vale como mais protegida do que outros nomes do setor diante da alta de frete e combustível.

A XP acrescenta outra referência para o preço. Em relatório recente, a corretora estimou que o desconto da Vale em relação às mineradoras globais é menor do que os múltiplos tradicionais sugerem. Pela metodologia ajustada da casa, VALE3 negocia a 5,9 vezes o EV/Ebitda esperado para 2027, ante 6,6 vezes dos pares.

Para os próximos pregões, o gráfico deixa duas faixas imediatas: R$ 69,84 na parte inferior e, numa eventual recuperação, R$ 74,70 e R$ 77,35 acima.

Petrobras segue abaixo da máxima de R$ 50,70

PETR4 fechou a semana a R$ 48,50, com queda de 1,02% em cinco pregões. O papel, no entanto, ainda acumula alta de 7,73% em setembro e de 66,06% no ano.

A ação alcançou recentemente R$ 50,70, máxima que permanece como principal referência na parte superior do gráfico. Abaixo, aparecem as médias de curto prazo e, depois, as regiões de R$ 45,97 e R$ 43,60.

PETR4 em gráfico diário. As linhas verde, azul e laranja mostram, respectivamente, as médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. O IFR (14), na parte inferior, está em 68,21 pontos. A ação voltou a se aproximar da máxima recente, mantendo a trajetória de alta e operando acima das médias curtas. Fonte: Nelogica. Elaboração: Rodrigo Paz

No gráfico semanal, o IFR de 14 períodos estava em 69,27 pontos, próximo da faixa de sobrecompra. O indicador acompanha uma valorização acumulada que colocou PETR4 entre os destaques da Bolsa em 2026.

Petróleo permanece acima de US$ 100

O Brent encerrou esta sexta-feira a US$ 103,87 por barril. O preço da commodity continua sendo uma variável relevante para a Petrobras, embora não seja o único fator que determina os resultados da companhia.

A XP estima Ebitda de US$ 17,8 bilhões no terceiro trimestre, abaixo do trimestre anterior, mesmo com aumento de produção e petróleo mais caro. Segundo a casa, parte da diferença está no repasse incompleto dos preços internacionais aos combustíveis vendidos no Brasil. Ainda assim, a XP projeta cerca de US$ 3,8 bilhões em dividendos referentes ao terceiro trimestre.

A política de preços também segue na análise do mercado. Após o reajuste de R$ 1 por litro no diesel, o Itaú BBA calculou que a diferença em relação à paridade de importação cairia de aproximadamente 36% para 22%. Para o banco, o reajuste reduziu a defasagem, mas não eliminou a distância em relação à referência internacional.

Em avaliação mais ampla sobre o setor, o BBA manteve recomendação outperform para PETR4 e apontou ambiente operacional favorável com o petróleo elevado, ao mesmo tempo em que registrou preocupações de investidores com a política de preços e o processo decisório da companhia.

No gráfico, a faixa de R$ 50,70 continua como a principal referência acima. Abaixo, R$ 45,97 e R$ 43,60 delimitam as próximas zonas de suporte.

enquanto ICON e IMOB permaneciam em estruturas de recuperação mais incompletas. A diferença entre bancos, consumo e imobiliário foi detalhada pelo InfoMoney após o último corte da Selic.

Ibovespa, Vale e Petrobras: preços no radar

AtivoFaixa superiorFaixa inferior
IBOV189.487/192.890 pts; depois 199.354 pts185.200 pts; depois 178.000/176.565 pts
VALE3R$ 74,70/R$ 77,35; depois R$ 81,31/R$ 83,35R$ 69,84
PETR4R$ 50,70R$ 45,97; depois R$ 43,60/R$ 39,71

As faixas funcionam como referências para acompanhar a evolução dos preços nos próximos pregões. Um rompimento ou uma perda de suporte, isoladamente, não determina o comportamento futuro de um ativo, mas altera a configuração técnica observada até aqui.

Desempenho até 18 de setembro

AtivoFechamentoVariação
IBOV185.304,37 ptsSemana -1,02%; setembro +4,44%; 2026 +15,01%; 12 meses +27,28%
VALE3R$ 73,37Semana -6,18%; setembro -5,75%; 2026 +4,48%; 12 meses +36,42%
PETR4R$ 48,45Semana -1,12%; setembro +7,62%; 2026 +65,89%; 12 meses +65,69%

Fonte: Profit/Nelogica. Dados até o fechamento de 18 de setembro de 2026.

A dez pregões do primeiro turno, os três ativos chegam, portanto, com referências diferentes no gráfico. No Ibovespa, os 185.200 pontos permanecem próximos do fechamento. Em VALE3, a queda semanal levou o papel para abaixo de suportes recentes. Em PETR4, a máxima de R$ 50,70 segue como a principal faixa superior.

Os próximos pregões dirão se essas regiões serão preservadas, recuperadas ou superadas.

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T.)

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A arma secreta da Covenant: um arsenal de US$ 250 milhões e “aliados” de Trump como investidores

Startup americana de tecnologia de defesa, a Covenant vinha operando silenciosamente, em modo stealth, desde a sua fundação, em 2024. Agora, a empresa está saindo dos bastidores e revelando o seu segredo militar, disposta a desafiar os principais players desse front. A companhia anunciou na quarta-feira, 9 de setembro, a inauguração de uma fábrica de […]

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Solfácil aciona os “motores” e entra em financiamento de carros elétricos

No mercado desde 2018, a Solfácil ganhou tração financiando projetos de energia solar para residências e pequenas empresas. Agora, a nova tese é o financiamento de veículos elétricos e híbridos. A linha está chegando oficialmente à carteira da empresa após um período de soft launch iniciado há cerca de um mês. “Estamos iniciando um processo […]

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Salesforce has held talks to buy Listen Labs, an AI customer research platform, for around $2 billion

Salesforce CEO Marc Benioff onstage at his company's annual Dreamforce in San Francisco, September, 2024.
Salesforce CEO Marc Benioff speaks to thousands at the Moscone South Hall during Dreamforce in San Francisco on Tuesday, Sept. 17, 2024.

Brontë Wittpenn/San Francisco Chronicle via Getty Images

  • Salesforce has been in talks to acquire AI startup Listen Labs for around $2 billion.
  • Listen Labs, which was last valued at $500 million, sells an AI market analysis platform.
  • Recent AI M&A deals include Nvidia's $12.9 billion acquisition of AI startup Hugging Face.

Salesforce could be on the hunt for acquisitions to beef up its AI capabilities.

The software giant has recently been in talks to buy Listen Labs, an AI-powered customer research platform for around $2 billion, according to people familiar with the matter. The talks have not been finalized and could ultimately be unsuccessful, according to a person with knowledge of the deal.

Salesforce and Listen Labs did not respond to requests for comment.

Listen Labs was founded in 2023 by Alfred Wahlforss and Florian Juengermann, who first met as undergraduates at Harvard University while building an AI avatar app that went viral, attracting 20,000 users on its first day, according to Sequoia Capital. Juengermann was previously a national champion in competitive programming in Germany.

They used an early version of what would become Listen Labs to interview users, which helped them realize that using AI for market research would be extremely valuable.

The company's software automates much of the qualitative research process, which has typically been expensive and time-consuming.

Customers include Microsoft, Anthropic, Google, Nestle, Sweetgreen, and Perplexity. At the beginning of the year, Listen Labs said it had grown its annualized revenue by 15x and interviewed more than one million people in nine months.

For Salesforce, the deal would strengthen its broader quest to make its agentic AI platform, Agentforce, more than just about automating repetitive work. Listen Labs could boost Agentforce by understanding what customers are thinking. It could recommend which products they might buy and craft the perfect pitch for salespeople to close a deal.

If the deal were finalized, it would be part of a wave of AI acquisitions in recent weeks, with Nvidia acquiring HuggingFace for around $12.9 billion and Stripe buying OpenRouter for around $8 billion.

Salesforce has been pushing to improve its AI efforts, with a particular focus on enterprise agents. The Information reported that they considered acquiring HuggingFace before it was sold to Nvidia.

Listen Labs was last valued at $500 million in a financing round earlier this year. Its backers include Sequoia Capital, Ribbit Capital, Conviction Partners, and Pear VC.

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A IA virou rotina nas startups brasileiras. Mas, no caixa da maioria, o resultado ainda não chegou

Nos últimos três anos, o rápido avanço da inteligência artificial e dos modelos generativos transformou sua adoção em uma das principais ferramentas para ganho de produtividade, eficiência e escala no mundo corporativo. Para as empresas de rápido crescimento, o entusiasmo é grande, mas a implementação ainda precisa avançar para se converter em resultado financeiro, apontou […]

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Menos bobagem, mais ambição global: a nova fase das startups brasileiras, segundo Rodrigo Baer, da 14B

No auge da euforia de 2020 e 2021, o mercado de venture capital parecia viver em um universo paralelo: valuations estratosféricos e rodadas gigantescas, frutos do excesso de liquidez da época. Era um tempo que, como disse Rodrigo Baer, naquela época à frente da estratégia de early stage do Softbank, “tinha muita gente fazendo bobagem”. […]

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SpaceX de Elon Musk pode chegar a US$ 800 bilhões e virar a startup mais valiosa do planeta

A SpaceX, empresa de transporte espacial e de satélites fundada por Elon Musk, está lançando uma venda secundária de ações que poderia avaliar a companhia em US$ 800 bilhões, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, relatou o jornal americano Wall Street Journal.

Se confirmado, a nova transação faria da SpaceX, mais uma vez, a startup mais valiosa do mundo, superando o recorde anterior de US$ 500 bilhões estabelecido pela OpenAI, dona do ChatGPT, em outubro.

A última oferta pública da empresa, discutida pelo conselho de diretores na quinta-feira (4) no hub Starbase da SpaceX no Texas, poderia mudar dependendo do interesse de vendedores e compradores internos, disseram as fontes, que pediram anonimato por se tratar de informações não públicas.

Sob um cenário preliminar, a SpaceX poderia incluir um preço por ação de cerca de US$ 300, o que avaliaria a empresa em aproximadamente US$ 560 bilhões, segundo duas das fontes. Os detalhes da transação ainda podem mudar antes do fechamento, podendo alcançar avaliações ainda mais altas, disse uma terceira pessoa.

Um representante da SpaceX não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O último valor representaria um aumento substancial em relação aos US$ 212 por ação estabelecidos em julho, quando a empresa levantou recursos e vendeu ações com uma avaliação de US$ 400 bilhões.

O Wall Street Journal e o Financial Times, citando fontes não identificadas, relataram anteriormente que o negócio avaliaria a SpaceX em impressionantes US$ 800 bilhões, embora a Bloomberg não tenha conseguido confirmar a informação de forma independente.

A notícia sobre o valor da SpaceX fez as ações da EchoStar Corp., empresa de TV por satélite e telecomunicações, subirem até 18%. No mês passado, a EchoStar havia concordado em vender licenças de espectro à SpaceX por US$ 2,6 bilhões, somando-se a um acordo anterior de venda de cerca de US$ 17 bilhões em espectro sem fio para a empresa de Musk.

A SpaceX, lançadora de foguetes mais prolífica do mundo, domina a indústria espacial com seu foguete Falcon 9, que coloca satélites e pessoas em órbita.

A empresa também lidera o setor de serviços de internet via satélite em órbita baixa com o Starlink, um sistema com mais de 9.000 satélites, muito à frente de concorrentes como o Amazon Leo, da Amazon.com Inc.

Executivos da SpaceX já cogitaram transformar o Starlink em uma empresa separada de capital aberto — ideia sugerida inicialmente pela presidente Gwynne Shotwell em 2020.

No entanto, Musk repetidamente questionou publicamente a possibilidade ao longo dos anos, e o CFO Bret Johnsen afirmou em 2024 que um IPO do Starlink aconteceria provavelmente “nos próximos anos”.

O site The Information, citando pessoas próximas às discussões, relatou separadamente na sexta-feira que a SpaceX informou investidores e representantes de instituições financeiras que planeja um IPO para toda a empresa na segunda metade do próximo ano.

Uma chamada oferta secundária ou tender, na qual funcionários e alguns acionistas iniciais podem vender ações, oferece aos investidores de empresas privadas como a SpaceX uma forma de gerar liquidez.

A SpaceX também trabalha no desenvolvimento do novo foguete Starship, anunciado como o mais potente já desenvolvido, capaz de lançar grande quantidade de satélites Starlink, além de transportar carga e pessoas para a Lua e, eventualmente, para Marte.

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Jeff Bezos volta à cadeira de presidente ao assumir a startup Project Prometheus

Jeff Bezos assumirá o cargo de codiretor executivo de uma nova startup de inteligência artificial voltada para aplicações industriais e aeroespaciais, informou o New York Times na segunda-feira (17). A empresa, batizada de Project Prometheus, já arrecadou US$ 6,2 bilhões em financiamento — parte dele investida pelo próprio fundador da Amazon —, tornando-se uma das startups em estágio inicial mais bem capitalizadas do mundo, segundo três fontes ouvidas pelo jornal.

A iniciativa marca o retorno de Bezos a um cargo operacional formal desde que deixou a presidência-executiva da Amazon, em julho de 2021. Embora esteja profundamente envolvido com a Blue Origin, sua empresa espacial, Bezos detém ali apenas o título de fundador.

Com o Project Prometheus, o bilionário entra de vez em um mercado de inteligência artificial cada vez mais competitivo, dominado por gigantes como OpenAI, Meta, Google e Microsoft, enquanto dezenas de startups disputam espaço com produtos e modelos próprios.

O novo empreendimento será comandado por Bezos em parceria com Vik Bajaj, físico e químico que já trabalhou de perto com Sergey Brin no laboratório de inovação do Google, conhecido como X (antigo Google X).

Segundo o The New York Times, o jornal norte-americano, o Project Prometheus já contratou cerca de 100 pesquisadores vindos de empresas de IA, como OpenAI, DeepMind e Meta, em meio a uma acirrada disputa global por talentos.

A tecnologia em desenvolvimento da startup é direcionada a aplicações de IA para engenharia e produção em setores como informática, indústria automotiva e aeroespacial — áreas alinhadas ao interesse de longa data de Bezos em acelerar o acesso humano ao espaço. Ainda não está claro onde a startup está sediada nem quando exatamente foi fundada, já que a empresa manteve um perfil discreto até agora.

Vida de Bezos

Desde que deixou o comando da Amazon, Bezos tem dividido os holofotes entre seus negócios e sua vida pessoal — incluindo um casamento repleto de celebridades em Veneza neste ano. Ele também intensificou seu envolvimento com a Blue Origin e ampliou seus investimentos no setor de IA. Segundo a CNBC, todos os aportes feitos em 2024 pela família Bezos, por meio da gestora Bezos Expeditions, foram direcionados a empresas de inteligência artificial.

O lançamento do Project Prometheus ocorre em um momento de forte pressão por mão de obra especializada. Grandes empresas de tecnologia vêm oferecendo salários recordes e bônus milionários para atrair cientistas de IA — alguns chegando a valores de US$ 100 milhões. O mercado continua marcado por uma rotatividade intensa, com talentos migrando entre OpenAI, Meta, Google e startups emergentes.

Mesmo diante de uma competição bilionária, o Project Prometheus desponta como um novo peso pesado. Com US$ 6,2 bilhões já captados, a empresa tem margem para adquirir poder computacional escasso, atrair pesquisadores de elite e desenvolver conjuntos de dados proprietários difíceis e caros de produzir em ambientes industriais, segundo especialistas ouvidos pelo Times.

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O prodígio dos chips que virou bilionário com o protecionismo da China

Em 2019, Chen Tianshi estava longe de se tornar uma das pessoas mais ricas do planeta.
O maior cliente de sua startup de chips de inteligência artificial de apenas três anos — a gigante chinesa de telecomunicações Huawei Technologies — havia abruptamente cortado quase todos os negócios, optando por desenvolver seus próprios semicondutores. Até então, a Huawei representava mais de 95% da receita da empresa.

Mas então ele teve uma sorte inesperada. A decisão dos EUA de cortar o acesso da China a chips avançados e a determinação de Pequim em fomentar tecnologia doméstica acabaram criando um ambiente de forte apoio estatal e um vasto mercado protegido para a empresa do prodígio da computação — impulsionando-o a se tornar um dos bilionários self-made mais ricos do mundo.

As ações da sua frabricante de chips, Cambricon Technologies, dispararam mais de 765% nos últimos 24 meses. Sua fortuna — quase toda derivada de sua participação de 28% na fabricante de aceleradores de IA com sede em Pequim — mais que dobrou em 2025, alcançando US$ 22,5 bilhões, segundo o Bloomberg Billionaires Index.

A ascensão meteórica de Chen destaca como o robusto apoio da China à indústria doméstica de IA está criando uma nova elite tecnológica alinhada ao Estado, poucos anos depois de o país ter reprimido seus titãs do setor privado. Com as sanções dos EUA sufocando o acesso da China a chips avançados, empresas como a Cambricon emergiram como campeãs nacionais, protegidas por políticas públicas e entusiasmo dos investidores — símbolos de uma nova ordem industrial em que o favoritismo político, e não a livre concorrência, define os vencedores.

Questionamentos sobre quanto desse avanço se deve ao protecionismo estatal — e não à competitividade dos chips — dividem analistas quanto à longevidade dessa trajetória.

“Crescimentos explosivos como o da Cambricon vêm de uma base muito baixa; sua avaliação atual pode estar inflada sem um apoio político contínuo”, disse Shen Meng, diretor do banco de investimento Chanson & Co., de Pequim.

Embora Chen ainda esteja longe da fortuna de Jensen Huang, fundador da Nvidia, ele já é a terceira pessoa mais rica do mundo com 40 anos ou menos, atrás apenas de Lukas Walton e Mark Mateschitz, herdeiros das fortunas Walmart e Red Bull, respectivamente.

As ações da Cambricon — e, por extensão, o patrimônio de Chen — dispararam em agosto, quando Pequim instruiu empresas locais a evitarem usar os processadores H20 da Nvidia, especialmente em projetos governamentais.

A empresa tentou esfriar o frenesi dos investidores, advertindo em documento à Bolsa de Xangai que ainda enfrenta sanções dos EUA e ressaltando as dificuldades de escalar tecnologicamente. Também desmentiu rumores sobre produtos inexistentes em desenvolvimento.

Relatórios de corretoras mencionavam seu próximo chip Siyuan 690, embora se acredite que ainda esteja anos atrás do produto equivalente da Nvidia.

“É cedo demais para dizer se Cambricon ou Huawei, as líderes em chips de IA na China, se tornarão a ‘Nvidia chinesa’, porque o ecossistema completo da Nvidia, incluindo o CUDA, é extraordinariamente difícil de replicar rapidamente”, disse Sunny Cheung, pesquisador no think tank Jamestown Foundation, em Washington.

A Cambricon não respondeu aos pedidos de comentário da Bloomberg.

Apesar das dúvidas sobre a avaliação da empresa, a trajetória de Chen tornou-se um caso de estudo do pipeline acadêmico apoiado pelo Estado que também impulsionou o avanço surpreendente da startup DeepSeek e de seu fundador millennial, Liang Wenfeng.

Aluno superdotado

Nascido em 1985, filho de um engenheiro elétrico e de uma professora de história na cidade de Nanchang, sudeste da China, Chen teve seu talento identificado cedo. Ele e seu irmão mais velho, Chen Yunji, foram escolhidos para um programa de alunos superdotados na prestigiosa Universidade de Ciência e Tecnologia da China, em Hefei, onde obteve PhD em ciência da computação em 2010.

Depois, juntou-se ao irmão como pesquisador no Instituto de Computação da Academia Chinesa de Ciências — centro das ambições científicas do país e financiado pelo Estado.

Foi ali que os irmãos ganharam atenção com artigos acadêmicos de prestígio internacional sobre seu acelerador DianNao, em 2014. Um ano depois, apresentaram seu primeiro chip — um processador inspirado no cérebro para deep learning, batizado de Cambricon, referência à explosão Cambriana, simbolizando um ponto inicial de evolução para a IA.

Em 2016, o projeto virou empresa, com a Academia como uma das primeiras investidoras.

O primeiro grande avanço veio em 2017, quando a Huawei usou a tecnologia de processadores de IA da Cambricon para melhorar fotografia e jogos no smartphone Mate 10. A parceria terminou em 2019, quando a Huawei começou a desenvolver soluções próprias. Desde então, a Cambricon migrou gradualmente para projetar e vender chips de IA para servidores de nuvem e dispositivos de borda.

Ela abriu capital em 2020, no STAR Market, em Xangai, mas permaneceu no vermelho até registrar lucro trimestral pela primeira vez no quarto trimestre de 2024.

A empresa sofreu um revés em 2022, quando o Departamento de Comércio dos EUA a colocou na “entity list”, por supostamente buscar itens de origem americana para apoiar a modernização militar da China — restrição que limita o acesso da Cambricon a tecnologias ocidentais.

Mas as limitações não frearam as perspectivas da empresa. Quando Washington endureceu os controles e impediu Nvidia e AMD de vender chips avançados à China, criou um enorme vácuo de suprimentos. Pequim reagiu exigindo que empresas domésticas “comprassem local”, o que significa que companhias chinesas agora precisam adquirir ao menos parte de seus chips de fabricantes nacionais como Huawei ou Cambricon.

A demanda explodiu. A receita da Cambricon cresceu mais de 500% nos últimos 12 meses, mesmo competindo com a Huawei e várias outras startups chinesas.

Embora hoje seja um dos principais investimentos domésticos em IA, investidores podem voltar-se a outras rivais à medida que Moore Threads e MetaX avançam rumo a IPOs na China. Enquanto isso, as fabricantes de chips Biren Technology e Iluvatar CoreX estariam preparando aberturas de capital em Hong Kong.

“O crescimento delas é diretamente causado pela necessidade urgente de países terem infraestrutura de hardware”, disse Shuman Ghosemajumder, cofundador e CEO da Reken, startup de IA de São Francisco. “Assim como a Nvidia, acredito que elas devem enfrentar grande volatilidade nas ações, à medida que o mercado tenta determinar quanta infraestrutura realmente é necessária para modelos de IA generativa úteis — e quanto dessas expectativas foi exagerado.”

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O Brasil – e a bolsa – pode ser o maior ganhador do novo ciclo de cortes de juros nos EUA

Poucos países reagem tanto às decisões do Federal Reserve, o Banco Central dos Estados Unidos, quanto o Brasil. Quando os juros americanos caem, o dólar tende a perder força e investidores passam a buscar mercados onde há melhores opções de retorno. Nesse cenário, com a Selic ainda em 15%, o Brasil se torna um destino atrativo para parte desse capital. E, como consequência, a bolsa brasileira também ganha.

O efeito acontece em cadeia:

  • O Fed corta juros, o que diminui a atratividade dos produtos de renda fixa nos Estados Unidos.;
  • Em busca de melhores oportunidades de retorno, investidores estrangeiros trazem recursos para o Brasil e compram títulos de renda fixa, como títulos públicos, que pagam mais;
  • Com mais dólares chegando ao país, o real se valoriza e, ao mesmo tempo, melhora a percepção de risco do país no mercado;
  • A inflação sente o alívio do real mais valorizado e, com isso, o Banco Central brasileiro pode ganhar espaço para reduzir a Selic nos próximos anos;
  • Juros mais baixos no Brasil tendem a estimular consumo e investimentos, o que ajuda a impulsionar a bolsa.
  • Em 2025, o real já se valorizou cerca de 11% frente ao dólar, que hoje gira em torno de R$ 5,20. Essa força da moeda reforça o interesse de investidores em ativos locais e reduz pressões inflacionárias internas.

A experiência de outros ciclos reforça esse ponto: em períodos de queda de juros, o Ibovespa subiu em média 10% nos seis meses seguintes ao primeiro corte. Agora, o mercado projeta que a Selic siga elevada até o fim de 2025, mas comece a cair em 2026. E que termine o próximo ano em 12,25% e atinja 9,75% em 2027, segundo estimativas do Goldman Sachs.

Do lado externo, o Goldman também projeta que o Fed faça mais dois cortes em 2025 e outros dois em 2026, levando a taxa americana para algo entre 3% e 3,25% até meados de 2026. Essa trajetória define o ritmo de desvalorização do dólar e o tamanho do fluxo que pode chegar a emergentes como o Brasil.

Esse pano de fundo recoloca a bolsa brasileira no radar de grandes investidores globais. E cria oportunidades em diferentes setores. Analistas dividem essas ações brasileiras em dois blocos:

  • Cíclicas domésticas: companhias ligadas a crédito e consumo, como Localiza, Cyrela, BTG Pactual, Nubank, GPS e Smartfit.
  • Defensivas sensíveis a juros: empresas que mantêm receitas estáveis, mas aumentam margens com custo de financiamento mais baixo, como Eletrobras e Equatorial em energia, Copel e Sabesp em saneamento, Multiplan em shoppings e Rede D’Or na saúde.

Mas é bom lembrar que essa dinâmica positiva não elimina os riscos do cenário: as contas públicas brasileiras seguem pressionadas, a economia chinesa dá sinais de enfraquecimento e o ambiente geopolítico pode atrapalhar o fluxo de capital para emergentes.

Mesmo com essas incertezas, a combinação atual de Selic alta, bolsa negociada a múltiplos baixos e real mais valorizado coloca o Brasil em posição de destaque. Se a dinâmica observada em ciclos anteriores se repetir, o país pode novamente estar entre os maiores beneficiados pelo movimento de cortes de juros iniciado pelo Federal Reserve.

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A aposta de US$ 40 bilhões da BlackRock em uma empresa de data center menos conhecida

No início do ano, uma empresa de infraestrutura distante dos holofotes chamada Aligned Data Centers conseguiu arrecadar US$ 12 bilhões — mais do que algumas das principais startups de inteligência artificial do mundo conseguiram em uma única rodada. O objetivo: expandir drasticamente sua presença para atender à crescente demanda pelas instalações que alimentam os sistemas de IA.

Nove meses depois, com grande parte dessa expansão ainda em andamento, a Aligned está em negociações avançadas para ser adquirida pela Global Infrastructure Partners (GIP), fundo da BlackRock, em um acordo de US$ 40 bilhões. A transação está a caminho de ser uma das maiores do ano e, potencialmente, a maior já realizada por uma empresa de data centers. 

As negociações de aquisição, noticiadas pela Bloomberg na noite de quinta-feira (2), citando pessoas familiarizadas com o tema, são indicativas de quanto dinheiro os investidores estão dispostos a investir em empresas consideradas essenciais para o boom da IA. De acordo com um relatório do Goldman Sachs, empresas relacionadas à IA responderam por US$ 141 bilhões em emissões de crédito corporativo até agora neste ano, superando os US$ 127 bilhões em dívida total do ano passado.

À medida que as empresas de tecnologia se dizem preparadas para investir centenas de bilhões, senão trilhões, em infraestrutura física para IA, há uma demanda crescente por empresas como a Aligned, que prometem atender a essas necessidades. Isso é verdade mesmo que a maior parte da capacidade do data center da Aligned – e a receita esperada com ele – ainda esteja em fase de planejamento. 

“Eles têm muita atividade planejada”, disse Ari Klein, analista da BMO Capital Markets, sobre a Aligned em particular. “Você provavelmente está vendo empresas pagando por essa atividade planejada, ou pelo que pode vir a acontecer.”

Fundada em 2013, quase uma década antes do boom da IA ​​generativa, a Aligned há muito tempo se concentra em fornecer data centers personalizados para empresas, com ênfase em eficiência e sustentabilidade. A empresa conta com o apoio da Macquarie Asset Management e possui 78 data centers sob gestão ou em desenvolvimento nas Américas, de acordo com seu portal. 

Assim como outros provedores de data centers, a Aligned tem enfrentado novas pressões nos últimos anos para construir mais e maiores data centers para IA. Em janeiro, a Aligned anunciou ter levantado US$ 12 bilhões em capital e dívida para acelerar seus planos de construir 5 gigawatts de capacidade de data center, o suficiente para abastecer metade da cidade de Nova York em um dia quente.

O investimento tinha como objetivo ajudar a Aligned a “aproveitar oportunidades impulsionadas pela crescente demanda por infraestrutura preparada para IA”, disse Andrew Schaap, CEO da empresa, em uma publicação nas redes sociais na época. “A Align está pronta para enfrentar este momento.”

O único desafio é que os data centers — e toda a infraestrutura, incluindo as fontes de alimentação para apoiá-los — levam tempo. Atualmente, a Aligned tem pouco mais de 600 megawatts de capacidade de data center em operação, com outros 700 megawatts em construção, de acordo com a DC Byte, empresa de inteligência de mercado que monitora o setor. Ainda assim, a capacidade combinada torna a Aligned uma “operação de tamanho razoável”, segundo o fundador da DC Byte, Edward Galvin. 

A Coreweave, provedora de nuvem que fechou acordos com a OpenAI e a Nvidia, possui 470 megawatts de capacidade ativa, de acordo com documentos públicos , com muito mais planejado. A CoreWeave reportou pouco mais de US$ 1,91 bilhão em receita em 2024. E embora a Aligned esteja em negociações para ser vendida por potencialmente US$ 40 bilhões, a Coreweave tem um valor de mercado de mais de US$ 65 bilhões.

A Aligned não divulgou publicamente seus números de vendas. Se cobrasse cerca de US$ 210 por quilowatt por mês, o padrão do setor para preços de data center, segundo a empresa de serviços imobiliários comerciais CBRE, a receita anual da Aligned seria de quase US$ 1,6 bilhão. Esse valor subiria para US$ 3,4 bilhões, incluindo a capacidade em construção. 

Representantes da Aligned não responderam a um pedido de comentário. 

A Aligned também está desenvolvendo um novo data center no Texas para a Lambda, uma empresa de infraestrutura em nuvem apoiada pela Nvidia . O projeto ainda está em construção.

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