O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.
Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.
Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.
Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.
A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.
O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).
Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.
O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.
O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.
A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.
Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.
O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.
Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.
Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.
iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade
O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.
É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.
Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.
Como escolher o melhor iPad em 2026?
A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:
Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.
Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?
As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.
iPad 11– o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.
Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.
Vale a pena comprar o Apple Pencil?
O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.
Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.
Aplicativo do Celular Seguro para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Governo Federal lançou oficialmente o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), um cadastro nacional de celulares roubados, furtados ou perdidos, com 2,9 milhões de aparelhos já registrados;
BNCR permite que cidadãos verifiquem se um celular usado tem restrição, facilitando a recuperação de aparelhos extraviados e evitando a compra de dispositivos irregulares;
para utilizar o serviço, é necessário baixar o aplicativo ou acessar o site do Celular Seguro e fazer login com uma conta Gov.br.
Entrou em vigor, nesta semana, a nova fase do programa Celular Seguro. A partir de agora, a iniciativa passa a ser um programa de estado, de modo a ser conduzido como política pública permanente de âmbito federal. Para complementar, o Governo Federal oficializou a criação do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).
O BNCR funciona como um cadastro sobre celulares roubados, furtados ou perdidos, cobrindo todo o território nacional, como o próprio nome sugere. Atualmente, 2,9 milhões de aparelhos estão inseridos nessa base de dados.
A intenção, com o BNCR, é facilitar a recuperação do aparelho extraviado pelo proprietário e fornecer informações que ajudam os cidadãos a evitar a compra de dispositivos irregulares:
Antes de comprar um celular usado, o cidadão poderá consultar o IMEI do aparelho e verificar se ele foi roubado, furtado ou se possui alguma restrição. O cidadão terá mais segurança na compra.
Quem vende de forma regular terá mais confiança para negociar, e quem atua de forma criminosa encontrará cada vez mais barreiras para transformar celulares roubados em lucro.
Wellington Lima, Ministro da Justiça e Segurança Pública
Ainda com relação ao BNCR, o Governo Federal destacou o chamado Modo Recuperação (que já existia), que não bloqueia celulares desviados imediatamente. O objetivo é deixar o código IMEI do dispositivo ativo para que, quando ligado, ele possa ser monitorado em todo o país. Quando um número telefônico é ativado no aparelho, o sistema o identifica e inicia o fluxo de recuperação.
Além de novos mecanismos técnicos, a nova fase do Celular Seguro é viabilizada pela colaboração entre autoridades policiais de todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal:
O combate ao roubo e ao furto de celulares passa agora a ser prioridade na agenda de segurança pública. Com a integração proporcionada pelo Banco Nacional de Celulares com Restrição, um policial em São Paulo poderá saber se um aparelho foi roubado no Maranhão [por exemplo].
Chico Lucas, Secretário Nacional de Segurança Pública
Como o ministro Wellington Lima já deixou claro, outro destaque da nova fase do programa é uma ferramenta que permite verificar se um celular usado tem algum tipo de restrição. Se tiver, a compra do dispositivo não deve ser efetuada, obviamente.
Consulta de aparelhos com restrições no Celular Seguro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
PineVoice é um alto-falante inteligente da Pine64 que usa chip RISC-V e é compatível com o Home Assistant, solução aberta de automação residencial;
dispositivo é equipado com um chip RISC-V Bouffalo BL606P, 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones;
preço do PineVoice é de US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas, sendo uma alternativa mais acessível a outros alto-falantes inteligentes do mercado.
Quem está em busca de um alto-falante inteligente que não leva a marca da Amazon ou do Google, por exemplo, pode ter o PineVoice como alternativa. Recém-lançado pela Pine64, o dispositivo chama a atenção por ser comandado por um chip do tipo RISC-V e focado no Home Assistant, uma solução aberta de automação residencial.
A Pine64 já apareceu aqui no Tecnoblog. Ela está por trás do celular PinePhone Pro e do tablet PineNote, que rodam Linux. Mas a empresa é tão ou mais conhecida pelas placas do tipo single board computers que desenvolve.
Já o PineVoice não é exatamente um produto novo. A Pine64 anunciou um alto-falante em 2024. O projeto avançou aos poucos e, agora, foi rebatizado para… PineVoice. Que fique claro, porém, que o foco no Home Assistant existe desde o início do projeto.
Graças ao Home Assistant, é possível usar comandos de voz com o PineVoice para controlar aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas ou tomadas inteligentes, câmeras de segurança, entre outros dispositivos.
Kit do PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)
Equipado com chip RISC-V
Para dar conta dessas tarefas, o PineVoice conta com um chip Bouffalo BL606P que, por sua vez, traz um núcleo T-Head C906 de 480 MHz (64 bits) e um núcleo T-Head E907 de 320 MHz (32 bits). Trata-se de um chip do tipo RISC-V, cuja adoção, aqui, não surpreende: a Pine64 é conhecida justamente por focar em hardware “aberto” ou de baixo custo.
Neste ponto, vale explicar que RISC-V é a sigla de uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA, na sigla em inglês) para chips chamada Reduced Instruction Set Computing. Ao contrário de outras ISAs, como Arm e x86, o RISC-V é um padrão aberto, portanto, não exige pagamento de licenças para ser implementado.
As demais características incluem 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash para armazenamento interno, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE. Há ainda dois microfones, botões físicos para controle (de volume, por exemplo), porta USB-C e, claro, saída de som.
Como se vê, o conjunto de hardware não é muito avançado, mas deve atender aos anseios de quem quer depender menos (ou nada) de big techs para deixar o lar mais inteligente.
O preço também é interessante: US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas. Só para fins de comparação, o novo Google Home Speaker foi lançado com preço sugerido de US$ 99,99 (mas é mais avançado tecnicamente, é verdade, tanto que traz até NPU).
Voz clonada do ator narra A Odisseia (imagem: divulgação/Fox Searchlight)Resumo
ElevenLabs lançou um audiolivro gratuito de 13 horas de A Odisseia, narrado por uma réplica digital autorizada da voz do ator Michael Caine.
A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, e a produção levou seis semanas.
O audiolivro está disponível no aplicativo ElevenReader e inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.
A ElevenLabs lançou uma versão em audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrada por uma réplica gerada por inteligência artificial da voz do ator Michael Caine. A produção tem 13 horas de duração e está disponível gratuitamente no aplicativo ElevenReader.
A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, segundo o site Deadline, e a produção levou seis semanas no sistema da ElevenLabs.
Além da narração principal com a voz clonada de Caine, o audiolivro usa outras vozes de IA para compor o elenco da história. A produção também inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.
Caine defende uso da tecnologia
A clonagem de voz por IA é uma das ferramentas permitidas pela tecnologia que mais causa alvoroço no mundo real, pois é extremamente associada a usos ilegais. Para Caine, porém, a inovação permite reimaginar a obra para o público moderno.
Em comunicado, o ator, que anunciou aposentadoria no ano passado, associou o projeto à tradição oral de A Odisseia, poema que atravessou gerações antes mesmo de circular como texto escrito, e que ganhará nova adaptação pelas mãos do cineasta Christopher Nolan no mês que vem.
“A Odisseia é uma das maiores histórias já contadas. Por quase três milênios, seus temas de perseverança, lealdade, tentação e o chamado duradouro do lar ressoaram em várias culturas e gerações”, afirmou Caine.
Hollywood ainda debate IA
Inteligência artificial ainda gera debates em Hollywood (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A iniciativa do ator ocorre em um contexto sensível para a indústria od entretenimento, que enxerga a IA como um concorrente. Em 2023, o Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) chegou a entrar em greve contra a expansão do uso de IA em produções cinematográfias, em apoio ao Sindicato dos Roteiristas.
Os setores criativos da indústria temem que a inteligência artificial acabe roubando empregos, especialmente de atores menores, e que tecnologias de escaneamento (de voz e imagem) levem a precarização do trabalho.
Mas Caine não é o primeiro grande astro de Hollywood a se envolver com a tecnologia. Ben Affleck e Ashton Kutcher fundaram empresas no setor, enquanto Matthew McConaughey, que trabalhou com Caine no filme Interestelar, é um dos investidores da ElevenLabs.
ElevenLabs vê audiolivro como vitrine
Para a ElevenLabs, o projeto também deve servir como demonstrativo das ferraemtnas de voz sintética, um dos carros-chefe da empresa. O executivo da área de parcerias da ElevenLabs, Dustin Blank, disse ao Deadline que a intenção é tornar o épico mais acessível em um momento de grande interesse pela obra.
O lançamento também serve como vitrine para outros criadores interessados em usar vozes geradas por IA em produções narrativas.
As bolsas globais começaram a terça-feira em queda forte, mas o movimento ganhou velocidade de verdade ao longo do dia. O que era um recuo mais contido na Ásia acabou se transformando em uma onda de vendas que atravessou Europa e Estados Unidos, com a tecnologia no centro da pressão.
O clima já era de cautela logo cedo, mas a leitura piorou conforme os mercados foram abrindo. Investidores foram reduzindo exposição a ações ligadas à inteligência artificial e semicondutores, e isso ajudou a amplificar o movimento.
Tecnologia amplia perdas na Europa, com destaque para o setor de chips e semicondutores sob forte pressão. – Koupei Studio/Shutterstock
Ásia abre o dia com queda pesada
Na Ásia, o tom já veio negativo desde a abertura. O índice sul-coreano Kospi caiu cerca de 10% no pregão, um movimento que rapidamente chamou atenção pela intensidade, comentou a CNBC.
SK Hynix e Samsung foram os principais destaques da queda, com perdas que chegaram a ultrapassar 12% em alguns momentos. No mercado, a leitura foi de fuga mais ampla de risco, não apenas um ajuste pontual.
Europa entra no movimento e amplia o pessimismo
Quando a Europa começou a negociar, o cenário não melhorou. O Stoxx 600 recuou perto de 1%, mas o impacto foi bem mais forte dentro do setor de tecnologia.
A sensação entre operadores era de que o movimento já vinha “contaminado” pela Ásia, e isso apareceu com mais força em ações ligadas a chips e semicondutores.
Nesse trecho do dia, o mercado já trabalhava com um ambiente mais defensivo:
tecnologia caiu com mais intensidade na Europa e na Ásia
semicondutores continuaram liderando as perdas
índice europeu do setor ficou abaixo do mercado geral
futuros do Nasdaq já apontavam nova pressão em Nova York
ações ligadas à IA passaram a oscilar com mais força
SK Hynix e Samsung puxam tombo de até 12% no Kospi, em um dos piores pregões recentes da Ásia. – Imagem: BINK0NTAN/Shutterstock
Nova York entra no jogo e piora o sentimento
Nos Estados Unidos, a virada ficou mais clara ainda antes da abertura oficial. Os futuros do Nasdaq 100 chegaram a cair 2,7%, reforçando que o movimento não era isolado.
No pré-mercado, o setor de chips voltou a ser o ponto mais sensível. Intel, Micron e AMD registraram quedas fortes logo cedo. A Nvidia, que costuma funcionar como termômetro da inteligência artificial, também abriu em baixa.
Entre cautela e leitura de correção
Apesar do tom negativo, nem todo mundo no mercado vê o movimento como algo mais grave. Em entrevista à CNBC, o CEO da Strategy Asset Managers, Tom Hulick, disse não enxergar risco de colapso imediato, destacando que ainda há liquidez no sistema e suporte vindo dos lucros das empresas.
Já em outra leitura, mais otimista, o analista Dan Ives, da Wedbush, afirmou que quedas desse tipo podem abrir oportunidades. Para ele, a chamada “Revolução da IA” ainda está no começo do ciclo.
Futuros do Nasdaq 100 caem 2,7% antes da abertura em Nova York, indicando mais um dia negativo em Wall Street. Imagem: Immersion Imagery / Shutterstock.com
IA continua sendo o centro da atenção
Mesmo com o dia bastante volátil, o pano de fundo segue praticamente o mesmo: a inteligência artificial continua sendo o principal motor do mercado — e também seu ponto mais sensível.
O comportamento desta terça deixa uma sensação clara no mercado: não é só sobre queda ou alta, mas sobre como o setor de tecnologia passou a reagir de forma muito mais intensa a qualquer mudança de humor.
No fim do pregão, o mercado fechou com um recado simples, mas importante — a tecnologia ainda lidera o jogo, mas também é onde as oscilações ficam mais fortes quando o cenário vira.
O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) retornou com o menor preço registrado desde o seu lançamento em maio por R$ 4.499. O celular topo de linha com bastante autonomia e desempenho avançado sai por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Garanta-o já em oferta com 30% de desconto!
Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro apresenta três sensores de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo impressiona pela bateria de 6.500 mAh, um componente de silício-carbono cuja capacidade nominal é superior a de flagships concorrentes. De acordo com a Motorola, o Edge 70 Pro entrega autonomia extensa de até 49 horas de uso. Enquanto oferece suporte a carregamento rápido com adaptador de 90 W.
O celular mais avançado da linha Edge conta com quatro câmeras de 50 MP. Sendo elas: a frontal, e as traseiras wide com estabilização óptica (OIS), ultrawide para fotos panorâmicas e teleobjetiva para capturar detalhes aproximados. O sistema recebe validação de cores Pantone e tem capacidade de gravação em 4K.
A tela AMOLED mede 6,78 polegadas, entrega às imagens resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz que assegura experiência fluida durante o uso; especialmente com vídeos e jogos. Além disso, o painel com revestimento do vidro Gorilla Glass 7i atinge brilho forte de 5.200 nits em condições de alta luminosidade.
O desempenho fica a cargo do chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e de memória RAM de 12 GB que alcança até 24 GB via RAM Boost. O conjunto proporciona um alto poder de fogo para executar aplicações exigentes, como as ferramentas auxiliadas por inteligência artificial pelo Moto AI.
O Edge 70 Pro traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. Em relação a durabilidade, a Motorola afirma que a certificação IP69 assegura ao gadget resistência avançada a poeira, temperaturas extremas e jatos d’água de alta pressão.
O Motorola Edge 70 Pro com promessa de somente três anos de atualizações está à venda por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Adquira-o nesta oferta com o menor preço encontrado desde o seu lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Motorola Edge 70 Pro sai pelo menor preço registrado desde o seu lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF. Celular tem bateria de 6.500 mAh e câmera quádrupla de 50 MP
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)Resumo
Samsung pode lançar o Galaxy S27 Pro com Tela de Privacidade, recurso exclusivo do modelo Ultra, e display de 6,47 polegadas.
O Galaxy S27 Pro teria bateria de 5.000 mAh e três sensores traseiros de câmera, compartilhando hardware com o Galaxy S27 Ultra.
Segundo rumores, o aparelho não terá suporte à S Pen e ocuparia uma posição intermediária na linha Galaxy S27.
A Samsung pode estar preparando uma versão mais compacta do topo de linha da marca para 2027, o Galaxy S27 Pro, que deve manter caracterísitas da linha Ultra. Segundo rumores, o modelo também pode herdar a Tela de Privacidade, lançada pela primeira vez no Galaxy S26 Ultra no ano passado.
De acordo com o informante Digital Chat Station, a Samsung iniciou testes de hardware para levar a tecnologia ao Galaxy S27 Pro. A tela, no entanto, seria menor que a do Galaxy S27 Ultra: 6,47 polegadas. O número também é menor do que o apresentado no Galaxy S26 Plus, ao mesmo tempo em que é pouco maior que a versão base.
A proposta seria criar uma opção intermediária para quem busca recursos avançados da linha Galaxy S sem necessariamente escolher o maior aparelho do portfólio. A principal ausência, segundo os rumores, seria a S Pen: o Galaxy S27 Pro não teria suporte nem compartimento dedicado para a caneta.
O aparelho ainda não foi confirmado oficialmente e tudo sobre ele deve ser tratado como rumor. Vale lembrar que, no ano passado, especulações sobre um suposto Galaxy S26 Pro, que substituiria a versão Plus, também circularam e não se concretizaram.
Como funciona a Tela de Privacidade?
Função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
A tecnologia controla a direção da luz emitida pela tela. Quando o modo de privacidade é ativado, o display reduz a emissão lateral, superior e inferior, dificultando a leitura por pessoas ao redor. Quem está olhando diretamente para o celular continua enxergando o conteúdo normalmente.
O recurso pode ser útil em filas, transporte público, aviões, salas de espera e outros ambientes em que o usuário fica próximo de desconhecidos.
O que mais se sabe sobre o Galaxy S27 Pro?
Além da Tela de Privacidade, os vazamentos apontam que o Galaxy S27 Pro terá bateria de 5.000 mAh, idêntica ao do Galaxy S26 Ultra. Segundo o portal GSMArena, a empresa pode ter chegado ao número com a liberação do espaço interno que a S Pen ocuparia.
Nas câmeras, o Galaxy S27 Pro deve trazer três sensores trazeiros, também compartilhando o hardware da câmera principal e da ultrawide com o Galaxy S27 Utra. A diferença deve ficar na telefoto, novamente por causa do corpo menor.
Se os rumores se confirmarem, o Galaxy S27 Pro ocuparia uma posição intermediária na linha: mais avançado que o Galaxy S27 tradicional, com recursos herdados do Ultra, mas sem o tamanho e a S Pen do modelo mais caro.
A versão Ultra da próxima linha deve contar com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 6 for Galaxy, com versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, segundo o Phone Arena.
Rumores indicam que novo modelo da Samsung terá Tela de Privacidade e recursos da linha Ultra em um corpo mais compacto, com display de 6,47 polegadas.
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Teaser da Samsung sugere função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
NuCel é o serviço de telefonia do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Nubank atinge 1 milhão de clientes na operadora de celular NuCel, em parceria com a Claro, após um ano e meio de funcionamento.
O serviço oferece contratação 100% pelo app, sem fidelidade, cobertura 5G em todo o território nacional, WhatsApp ilimitado e uma Caixinha Turbo com rendimento de 120% do CDI.
A NuCel ampliou recursos desde o lançamento, como chip físico, Reserva de GB e pagamento via saldo da Conta Nubank, e abriu planos para jovens de 16 a 18 anos em 2026.
O Nubank anunciou hoje, pela primeira vez, o número de clientes da operadora móvel NuCel: 1 milhão de pessoas. O número foi alcançado um ano e meio após o lançamento do serviço, em janeiro de 2025. Não custa lembrar: o movimento foi antecipado meses antes, numa reportagem exclusiva do Tecnoblog.
Nesta semana, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) ordenou a divulgação das informações sobre o NuCel, após meses de avaliação de um pedido para que os dados permanecessem sob sigilo.
Gráfico mostra desempenho de MVNOs até abril; em maio, NuCel bateu 1 milhão de clientes (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O NuCel funciona sem fidelidade, com contratação 100% pelo app do Nubank e cobertura 5G em todo o território nacional. A infraestrutura é da Claro. Todos os planos incluem WhatsApp ilimitado, além de uma Caixinha Turbo com rendimento de 120% do CDI. O serviço também sugere ajustes de plano em tempo real, conforme o padrão de uso.
“Chegar a 1 milhão de clientes confirma que os brasileiros valorizam uma proposta simples e transparente, que devolve autonomia às pessoas”, afirmou Livia Chanes, CEO do Nubank no Brasil, em nota à imprensa. Ela destacou que o resultado amplia a presença da empresa na vida de quem já usa os serviços financeiros do Nu.
Para Carlos Araújo, diretor de Novos Negócios da Claro, o resultado mostra “o que é possível quando duas empresas atuam com complementaridade real” e reforça a relevância dos MVNOs na estratégia da operadora.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em oferta com 33% de desconto na Amazon. Você pode adquiri-lo por R$ 1.645 em até 12x sem juros. Aproveite a oportunidade para comprar sem a necessidade de ser à vista um smartwatch premium de construção robusta e funções avançadas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem grande autonomia e monitoramento abrangente
Huawei Watch GT 6 Pro possui GPS para monitorar distância percorrida e outras métricas (imagem: Divulgação)
O wearable da Huawei possui a capacidade de fornecer informações extensas relacionadas a saúde. O usuário consegue ter acesso diretamente do pulso dados sobre a frequência cardíaca contínua, nível de saturação de oxigênio no sangue e ECG. Além de outras métricas avançadas, como temperatura corporal e relatório do sono.
A construção robusta é um grande diferencial. O Huawei Watch GT 6 Pro leva uma caixa de 46 mm feita de titânio e o mostrador tem revestimento Cristal de Safira, um vidro mais resistente. A tela de 1,47 polegada possui tecnologia AMOLED no qual reproduz cores vivas e um brilho que atinge até 3.000 nits, possibilitando a leitura sob o sol ou luz intensa.
Segundo a fabricante, o smartwatch entrega uma autonomia extensa de até 21 dias com uso moderado. Em outras circunstâncias com as funções de GPS e Always On Display ativas a todo momento, dura em torno de uma semana, o que ainda sim é um período interessante.
Huawei GT 6 Pro é fortemente indicado para praticantes de atividades físicas (imagem: Divulgação)
Na parte física, a Huawei afirma que o gadget pode realizar o acompanhamento de mais de 100 modalidades esportivas. A exemplo de esportes de força, caminhadas, corridas de alta intensidade e atividades aquáticas por contar com a resistência a 5 ATM em água e certificação IP69 no qual assegura resistência a jatos d’água de alta pressão.
O relógio inteligente apresenta conectividade moderna de Bluetooth 6.0 e integração de sistemas de navegação (GNSS), além de funcionar tanto para iOS como Android, os sistemas operacionais mais populares de smartphones.
Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)Resumo
O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.
Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.
Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.
Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.
Crise de memória RAM chega à Apple
Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.
O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron.
O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.
Alta nos preços deve afetar iPhone 18
Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.
A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.
Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.
As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.
Pedidos de mais memória já eram monitorados
A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bellapontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.
Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)
Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.
Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.
Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027
Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (17) uma análise que pode alterar a forma como grandes empresas digitais respondem por conteúdos publicados na internet. Entre os recursos analisados estão questionamentos apresentados por Facebook e Google.
Na prática, explica o G1, a decisão poderá influenciar a maneira como plataformas digitais lidam com conteúdos publicados por usuários e servir de referência para futuras decisões da Justiça em todo o país.
O julgamento pode redefinir como plataformas digitais respondem por conteúdos publicados por usuários. Imagem: Koshiro K/Shutterstock – Imagem: Koshiro K/Shutterstock
O que está em jogo para as Big Techs no julgamento
No centro do julgamento está o entendimento do STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece em quais situações as companhias podem responder por danos relacionados a publicações feitas por usuários.
No ano passado, a Corte concluiu que a regra não oferecia proteção suficiente aos direitos fundamentais e definiu que sua interpretação deveria ser ampliada. Com isso, os provedores passaram a ficar sujeitos à responsabilização civil em um número maior de situações.
É justamente nesse ponto que entra a próxima etapa da análise. O ministro Dias Toffoli, relator do caso, deve apresentar a tese que reunirá as regras gerais a serem seguidas pelas empresas.
O julgamento é acompanhado de perto pelas grandes plataformas porque a decisão poderá redefinir a forma como elas respondem a disputas envolvendo conteúdos publicados por terceiros.
O julgamento é acompanhado de perto pelas big techs por seu potencial impacto no setor digital. Imagem: N Universe/Shutterstock – Imagem: N Universe/Shutterstock
Prazo de adaptação e dever de cuidado
Na última semana, o STF formou maioria para estabelecer um prazo de 60 dias para que as empresas implementem as medidas determinadas pela Corte.
Entre as exigências está o chamado dever de cuidado, um conjunto de ações voltadas à redução de riscos e ao combate de conteúdos ilícitos.
As medidas incluem:
Ações para reduzir violações de direitos fundamentais;
Canais específicos para pedidos de retirada de conteúdo;
Mecanismos de combate a práticas ilícitas.
O voto de Toffoli também mantém obrigações relacionadas a casos considerados mais graves, como crimes antidemocráticos, terrorismo, incitação ao racismo e induzimento ao suicídio. Além disso, prevê punições em situações de falha sistêmica dos serviços.
O artigo 19 do Marco Civil da Internet voltou ao centro de uma das discussões mais importantes sobre tecnologia no Brasil. Imagem: Tashatuvango / iStock
Divergências e possíveis impactos
Mas nem todos os ministros concordam sobre quando as novas regras devem começar a valer.
Toffoli defendeu um critério ligado à conclusão da análise. Já o ministro Flávio Dino argumentou que a aplicação deveria ocorrer de forma imediata.
Quanto mais protelar, mais a tecnologia será outra e o julgamento cairá em espécie de desuso.
Flávio Dino, Ministro do Supremo Tribunal Federal, durante julgamento.
Há ainda uma discussão importante sobre os chamados provedores neutros, ou seja, serviços que exercem pouca ou nenhuma interferência na circulação de conteúdos.
O debate busca definir se essas plataformas continuariam dependendo de decisão judicial específica para eventual responsabilização. Durante as discussões, a Wikipedia foi citada como exemplo de serviço que não impulsiona conteúdos.
Quando o julgamento for concluído, a decisão deverá ser seguida por juízes e tribunais de todo o Brasil. As determinações permanecerão válidas até que o Congresso Nacional aprove uma legislação específica para tratar dos deveres dos provedores digitais e da proteção dos usuários na internet.
Independentemente do resultado final, a decisão deve ter efeitos duradouros sobre a atuação das plataformas digitais no Brasil e sobre a forma como disputas envolvendo conteúdo online serão analisadas pela Justiça.
A OpenAI registrou um gasto de US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo reportagem do The Information. O portal credita documentos que a empresa compartilhou com acionistas.
O valor representa mais da metade da receita da startup, estimada em US$ 5,7 bilhões.
Lembrando que, no começo de junho, a OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de IPO nos Estados Unidos. A abertura de capital na bolsa de valores pode ocorrer já em setembro.
A expectativa é de que a desenvolvedora do ChatGPT seja avaliada em até US$ 1 trilhão.
ChatGPT ainda lidera em usuários, mas já sente a pressão dos concorrentes no mercado global de IA. Imagem: Primakov / Shutterstock – Imagem: Primakov / Shutterstock
Domínio do ChatGPT encolhe e concorrentes ganham força no mercado de IA
Pela primeira vez desde seu lançamento, o ChatGPT perdeu a marca de 50% de participação no mercado global de assistentes de IA. O movimento reflete o avanço de concorrentes que vêm atraindo cada vez mais usuários, segundo o relatório State of AI 2026, da Sensor Tower.
Embora siga na liderança, o chatbot da OpenAI viu sua fatia de mercado cair para 46,4% em maio. Enquanto isso, Gemini e Claude ganharam espaço em um setor que continua crescendo rapidamente.
Até janeiro de 2026, o ChatGPT concentrava mais da metade do mercado de assistentes de IA. No fim de maio, sua participação havia recuado para 46,4%. O Gemini, do Google, alcançou 27,7%, enquanto o Claude, da Anthropic, chegou a 10,3%.
Apesar da queda relativa, o ChatGPT continua sendo o assistente de IA mais utilizado do mundo, com mais de 1,1 bilhão de usuários mensais. O Gemini aparece em segundo lugar, com 662 milhões, seguido pelo Claude, com 245 milhões.
O relatório também destaca que os usuários estão mais dispostos a experimentar diferentes plataformas. Um dos fatores observados foi o aumento das desinstalações após o anúncio do acordo entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O episódio sugere que muitos usuários levam em consideração não apenas os recursos oferecidos, mas também as decisões tomadas pelas empresas responsáveis pelas ferramentas.
Enquanto o crescimento do Gemini está ligado à integração com o ecossistema do Google, o Claude ganhou destaque em tarefas de produtividade e vem se aproximando dos índices de retenção do ChatGPT.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 52% em relação ao preço original do smartwatch, que se destaca pela tela brilhante, recursos fitness e resistência à água.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem painel brilhante e resistência à água
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
O display de 1,82 polegada adota painel AMOLED e apresenta resolução de 480 x 408 pixels, gerando densidade de 347 ppi. A visibilidade sob luz solar intensa permanece nítida devido ao brilho máximo de 3.000 nits. Além disso, a fabricante instalou cristal de safira na parte frontal com o objetivo de evitar riscos profundos na superfície de vidro.
O Huawei Watch Fit 3 oferece uma série de recursos de saúde e monitoramento de atividades físicas, como sensor de frequência cardíaca, análise das fases do sono e medição da oxigenação sanguínea. O relógio inteligente ainda possui rastreamento do ciclo menstrual e detecta picos de estresse diários. E o sistema exibe relatórios detalhados no aplicativo Huawei Health.
O relógio inteligente traz estrutura altamente resistente, combinando vidro de safira, moldura em liga de titânio e traseira em fibra de polímero. Com certificação IP6X contra poeira e resistência à água de 5 ATM, o smartwatch permite o uso em esportes aquáticos como natação e remo.
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
Por fim, a bateria do smartwatch conta com 400 mAh de capacidade e é compatível com carregamento sem fio de 5 W. Segundo a Huawei, o relógio suporta até 10 dias de uso, ou 7 dias em situação típica. Lembrando que o Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Modelo da prefeitura do Rio mistura Nex e Qwen (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A prefeitura do Rio de Janeiro está envolvida numa polêmica tecnológica internacional desde a sexta-feira, quando anunciou o lançamento do modelo de inteligência artificial Rio 3.5 Open, com 397 bilhões de parâmetros. A novidade ganhou as discussões na web por supostamente superar outros modelos de referência. No entanto, a própria prefeitura admitiu que se trata da reutilização de modelos já existentes, o que levou a muitas críticas.
Entenda o caso
O IplanRio é a empresa pública carioca de informática. Ela atua no desenvolvimento de várias soluções e plataformas que atendem às necessidades dos moradores da cidade. Mais recentemente, o IplanRio decidiu entrar no campo da inteligência artificial generativa, desenvolvendo uma família de modelos de linguagem de grande porte batizada de Rio Open, construída a partir de modelos de código aberto. A iniciativa foi apresentada pela primeira vez em abril, durante o III Ciclo do Sandbox.Rio, projeto da prefeitura para testar tecnologias emergentes.
A organização soltou o modelo Rio 3.5 Open na última sexta-feira (12/06), com a ideia de oferecer uma solução de IA de uso público, com licença permissiva MIT, que pudesse ser utilizada por outros órgãos de governo e pesquisadores. Isso reduziria a dependência de plataformas privadas e colocaria o debate de soberania tecnológica no âmbito municipal. O projeto teve o custo total de R$ 500 mil, segundo informado pelo município.
A partir daí, os entendidos e entusiastas começaram a conversar nas redes sociais – em especial o X – sobre o que estava por trás do modelo. Como ele conseguia resultados tão robustos em benchmarks como o IMOAnswerBench, superando o Qwen, modelo da Alibaba que serviu de base para o projeto, entre outros?
A polêmica da cópia
Por ser um modelo aberto, qualquer um pode rodá-lo em sua máquina para fazer averiguações independentes. Foi exatamente este o procedimento adotado por vários usuários, que perceberam, por exemplo, que o Rio 3.5 Open que dizia ser o “Nex, da Nex-AGI” quando eram retirados os system prompts. Estas instruções ficavam embutidas no modelo e forçavam que ele se identificasse como “Rio”, além de adotar a identidade da prefeitura. Sem esse disfarce, o modelo revelava sua verdadeira origem.
Aqui é preciso compreender que, como o Nex-N2-Pro e o Qwen3.5-397B foram publicados sob licença de código aberto, qualquer um pode modificá-los e reutilizá-los como quiser. Faz parte do jogo. O problema estaria na falta dos devidos créditos.
The Rio 3.5 model broke the internet this week. The plot twist? It’s essentially our open-source model, Nex N2 Pro, wearing a different hat.
We analyzed the weights, and the recipe is exact: Rio 3.5 ≈ 0.6 * Nex N2 Pro + 0.4 * Qwen 3.5
Além disso, a prefeitura do Rio disse que havia feito o método de destilação. Na realidade, porém, as investigações na web mostram que foi publicado apenas um merge bruto, uma mistura matemática dos dois modelos, sem qualquer treinamento adicional.
Pesquisadores abriram os pesos do modelo camada por camada. Eles encontraram uma colinearidade de 0,99 com uma combinação fixa de 60% Nex e 40% Qwen em todas as camadas analisadas. Esse padrão é matematicamente impossível de ocorrer por coincidência em um modelo que passou por treinamento real.
Prefeitura pede desculpas
IplanRio pede desculpas (imagem: Tecnoblog)
Ao longo do domingo, a página do modelo no Hugging Face ganhou uma nova descrição. Ela assumia o merge feito por meio de operações matemáticas simples, sem treinamento do zero. O trabalho da equipe do IplanRio teria sido o de aplicar, sobre esse merge, uma técnica chamada On-Policy Distillation, em que o modelo combinado aprende a imitar as respostas de um modelo ainda mais potente.
O problema é que, segundo a própria prefeitura, o arquivo publicado era uma versão intermediária (o merge sem a destilação). Com base nas informações disponíveis até o momento, não é possível confirmar se essa etapa de distilação chegou a ser concluída ou se nunca existiu de fato.
O IplanRio pediu desculpas pela confusão na mesma página. O Tecnoblog apurou que a empresa identificou um erro humano ao subir um arquivo antes da hora. No momento, os técnicos estão preparando o envio da nova versão do modelo para repositórios como Hugging Face e GitHub.
O que diz o Iplan?
Confira a resposta na íntegra recebida pelo Tecnoblog em 16/06 às 9h15.
“A IplanRio reitera que o ecossistema global de inteligência artificial baseia-se fundamentalmente na colaboração e no código aberto (open source). O desenvolvimento do projeto Rio 3.5 utiliza a técnica de fusão de pesos (model merge), combinando as arquiteturas públicas do Qwen 3.5 (Alibaba) e do Nex-N2 Pro (Nex-AGI). Ambas as tecnologias são regidas por licenças abertas que autorizam, incentivam e têm como propósito a modificação e o aprimoramento por terceiros. Essa abordagem foi escolhida pela instituição justamente por sua alta eficiência e responsabilidade fiscal, permitindo entregar resultados robustos com baixo custo de processamento computacional para o município.
O cronograma do projeto previa que, após a composição inicial das arquiteturas abertas, o modelo passasse por um processo de pós-treinamento e refinamento nativo (on-policy distillation) conduzido pela equipe técnica, para sua devida customização à realidade do município. Contudo, devido a uma falha humana e estritamente operacional durante a etapa de publicação na plataforma Hugging Face, foram subidos os arquivos de testes da fusão preliminar dos modelos, em vez da versão final refinada. Esse erro material fez com que o modelo temporariamente disponibilizado respondesse com traços da base de dados original da Nex-AGI.
Assim que a inconsistência foi identificada pela comunidade de pesquisadores — cujo escrutínio e colaboração são pilares que a IplanRio apoia e incentiva —, a instituição agiu de forma imediata e transparente.
O arquivo descritivo (README) do projeto foi atualizado prontamente para dar o devido crédito e a atribuição transparente ao modelo Nex-N2 Pro, corrigindo a omissão inicial.
Os fluxos internos de governança e publicação foram revisados para auditoria e compliance da infraestrutura de dados e a a equipe técnica já trabalha no upload da versão final, processada pelas diretrizes e dados específicos da Prefeitura do Rio.
A IplanRio reafirma seu compromisso com a inovação tecnológica na gestão pública, pautada pela transparência e pelo estrito respeito às normas da comunidade global de software livre. O Rio 3.5 segue sua trajetória para se tornar uma ferramenta pioneira de eficiência e atendimento ao cidadão carioca.
Mais do que uma inovação técnica, o Rio 3.5 foi concebido para gerar retornos práticos e diretos para a gestão pública do Rio de Janeiro. Ao desenvolver uma inteligência artificial baseada em código aberto, o município assegura sua soberania tecnológica e garante total independência de fornecedores internacionais de software proprietário, eliminando a dependência de licenças caras pagas em moeda estrangeira. Na prática, essa tecnologia será aplicada diretamente na melhoria e agilização dos serviços públicos oferecidos ao cidadão carioca — como a otimização dos sistemas de atendimento, triagem de chamados de zeladoria e suporte à saúde —, promovendo uma severa redução de custos operacionais para a máquina pública.”
Itaú firmou parceria com o Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú começou a oferecer a assinatura gratuita do Gemini AI Plus por 1 ano para clientes.
O plano libera 400 GB de armazenamento na nuvem e créditos para recursos de imagem e música.
O benefício está disponível nas plataformas Minhas Vantagens e Mais Vantagens e visa expandir a experiência dos usuários com a IA do Google.
Clientes do Itaú terão acesso gratuito ao plano Gemini AI Plus do Google por até 12 meses. Além de disponibilizar a inteligência artificial na sua versão Gemini Pro 3.1 com Deep Research, a pesquisa avançada do modelo de IA, a assinatura inclui ainda 400 GB de armazenamento na nuvem.
A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil, nessa quarta-feira (10/06). O benefício libera créditos para utilizar os recursos de imagem via Nano Banana e música, com o Lyria, e fica disponível para resgate no app do Itaú por meio das plataformas Minhas Vantagens, para pessoas físicas, e Mais Vantagens, na versão para empresas.
A opção AI Plus da assinatura do Google é interessante para acelerar trabalhos do dia a dia e permite incluir até cinco pessoas como dependentes, funcionando como plano familiar ou mesmo para pequenas empresas.
Mais acesso à IA do Google
Gemini AI Plus fica gratuito para clientes Itaú por até 12 meses (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A novidade quer facilitar o acesso dos clientes à inteligência artificial do Google. Inclusive, esse não é o primeiro exemplo de benefício envolvendo uma instituição financeira e acesso a recursos avançados de IA: recentemente, o Nubank também liberou acesso gratuito ao ChatGPT Go pelo mesmo período de 12 meses.
Segundo o Itaú, a parceria deve ir além com mais iniciativas envolvendo o Gemini. O banco não deu muitos detalhes, mas falou em “novas formas de interação entre clientes, serviços e plataformas”.
O diretor de Parcerias e Beyond Banking do Itaú, Rodrigo Carneiro, afirma que o objetivo da empresa é simplificar e reforçar o acesso à IA como algo “útil e relevante”.
Planos e preços do Gemini no Brasil
O Gemini AI Plus é o plano mais básico da inteligência artificial oferecido no Brasil e custa R$ 24,99 ao mês. Ou seja, o benefício do banco pode representar uma economia de quase R$ 300.
Há outras assinaturas disponibilizadas pelo Google para um uso mais profissional da IA. O Gemini AI Pro, de R$ 96,99 ao mês, permite edições de imagem e vídeo com o Nano Banana Pro, além de oferecer 5 TB de armazenamento na nuvem.
Já o Gemini AI Ultra tem opções x5 ou x20, com 20 TB e 30 TB para usar no Drive, respectivamente, além de acesso a recursos como Deep Think e maior acesso às versões Pro dos recursos de IA presentes no modelo. Os preços são de R$ 779 e R$ 999 por mês.
O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. A melhor oferta encontrada desde o lançamento oferece o gadget com desconto de 30% sobre o preço original de R$ 4.499.
O celular intermediário premium da Motorola conta com tela AMOLED de 144 Hz, até 24 GB de RAM e câmeras (todas elas) de 50 MP.
Motorola Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz
Tela do Motorola Edge 70 Pro traz taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela Extreme AMOLED de 6,78 polegadas do Motorola Edge 70 Pro possui taxa de 144 Hz e brilho de até 5.200 nits, oferecendo cores vibrantes, alta fluidez e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Seu chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam alto desempenho em multitarefa e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O corpo do celular recebe as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m por no máximo 30 minutos, além de proteção em outros cenários extremos.
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todas as câmeras do Motorola Edge 70 Pro são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações, e a frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, suporta carregamento ultrarrápido de 90 W e recebe uma carga que dura um dia de uso em apenas 9 minutos.
O Motorola Edge 70 Pro, que roda Android 16 e deve receber três anos de atualizações do Android, sai por R$ 3.149 no Pix com cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza, um abatimento de 30% frente ao valor de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Plaud NotePro pesa 30 gramas e pode ficar anexado ao celular (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Plaud, gigante das anotações, lançará no Brasil, em julho, os gravadores NotePro e NotePin S, equipados com IA, após homologação na Anatel.
O NotePro, ultrafino, pesa 30 gramas, tem 5 microfones e custa US$ 189 nos EUA, cerca de R$ 979.
O Brasil lidera as vendas de produtos Plaud na América Latina, com metade dos usuários da região, que utilizam os aparelhos para vida profissional e pessoal.
A gigante das anotações Plaud revelou com exclusividade ao Tecnoblog que a nova geração de gravadores com IA desembarca em breve por aqui: o NotePro e o NotePin S estão previstos para julho. Tudo vai depender da celeridade da homologação na Agência Nacional de Telecomunicações. Os preços são mantidos em segredo.
Já faz mais de um ano que a companhia mantém presença no país, inclusive com vendas dos modelos da geração passada – o Plaud Note e o Plaud NotePin. Os aparelhos acompanham o usuário ao longo do dia e escutam tudo. A partir daí, fazem transcrições, geram relatórios e usam inteligência artificial para interagir com os conteúdos das conversas.
Vem aí: os futuros produtos da Plaud
O Plaud NotePro lembra um cartão de crédito. Ele é ultrafino, com somente 3 mm de espessura e 30 gramas. Traz 5 microfones (5 MEMS + 1 VPU) com alcance de até 5 metros, 30 horas de gravação e 60 dias de standby. Entre os diferenciais está o display AMOLED, o corpo de alumínio com Gorilla Glass (portanto, mais resistente) e um sistema inteligente que alterna entre captura presencial e chamadas telefônicas. Custa US$ 189 nos Estados Unidos, cerca de R$ 979.
Já o Plaud NotePin S lembra um wearable com 17 gramas. Sua bateria promete 20 horas de gravação e 40 dias de standby. A companhia prevê quatro formas de uso: broche magnético, clip, pulseira ou colar. No Brasil, todos os acessórios acompanham o pacote. Sai por US$ 179 no mercado americano, por volta de R$ 928.
Brasil domina as vendas na região
Plaud NotePin S tem formato de wearable (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O chefe de vendas nas Américas, Cyle Kiger, me explicou que o Brasil representa metade de todos os usuários de produtos da Plaud na América do Sul. A conversa ocorreu durante o Web Summit Rio, que acontece nesta semana.
Os consumidores usam os aparelhos para a vida profissional e pessoal. De acordo com o executivo, um caso de uso interessante por aqui se dá entre os trabalhadores do setor de construção civil, que surpreenderam pelo nível de adoção do produto.
Qual a diferença dos dispositivos Plaud para o gravador do celular? Segundo Kider, o modelo de IA embarcado nos gravadores foi desenvolvido para escutar, transcrever e compreender melhor o contexto da vida da pessoa.
A Plaud oferece tanto o app para celular quanto o acesso no computador (via web ou programa dedicado). Pelo que vimos na demonstração, a interface é minimalista, com muito branco, letras pequenas e quase nenhum elemento gráfico. A compra do NotePin ou de outros aparelhos dá direito a 5 horas por mês de áudio processado nos servidores da empresa. Precisa de mais? É preciso fazer uma assinatura.
O modelo de IA Plaud Intelligence conta com transcrição em 112 idiomas (português incluso), identificação dos participantes e geração de resumos a partir de mais de 10 mil templates.
NotePin pode ficar pendurado no pescoço para facilitar uso (imagem: divulgação)
A geração passada está à venda no país pelos seguintes valores:
Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.
O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.
“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”
A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.
Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr'Ehnl, Nurten Filiz Ak
“Ventos” de buraco negro?
Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
“Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.
“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”
Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).
Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”
Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.
“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.
“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”
A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.
“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.
A empresa estadunidense Elea vai investir US$ 550 milhões (R$ 2,8 bilhões) na primeira etapa do Rio AI City, um campus de data centers a ser instalado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro (RJ). O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo prefeito Eduardo Cavaliere durante coletiva de imprensa no Web Summit Rio, o maior evento de tecnologia da América do Sul.
O projeto prevê capacidade para alcançar até 3,2 gigawatts de geração até 2032. Cavaliere apontou a combinação de ampla oferta de água, conectividade por cabos submarinos e capacidade de formar e atrair talentos locais como pilares do empreendimento.
Educação como parte da estratégia para formação de profissionais para data centers
O prefeito reforçou o investimento da prefeitura em educação voltada para STEM — sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Segundo ele, 312 escolas do município já contam com programas de robótica, programação e lógica desde os primeiros anos. “É preciso aprender matemática, mas também português, para executar bem os prompts”, disse.
Cavaliere também destacou crescimento de 12% nos anos iniciais do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), conforme o relatório de 2024.
Instalações serão criadas no Parque Olímpico – Imagem: Diego Thomazini/iStock
Web Summit Rio cresce 20% ao ano
A coletiva contou com a presença de Paddy Cosgrove, fundador do Web Summit, que organiza cinco edições ao redor do mundo — em Lisboa (Portugal), Rio de Janeiro (RJ), Doha (Catar) e Vancouver (Canadá). No Brasil, o crescimento é de cerca de 20% ao ano desde a primeira edição, há quatro anos.
Para Cosgrove, o Rio percorre o mesmo caminho de Lisboa: “cidades que têm qualidade de vida, retêm e atraem talentos.” Ele afirmou ainda que o Rio é uma porta de entrada para a América Latina e registra interesse crescente de empresas chinesas. Nesta edição, cerca de 40 mil participantes de mais de 100 países devem circular pelo evento, cujo público principal é composto por investidores e empreendedores de startups.
Críticas ao Marco Legal da IA
No último painel do dia, Bruno Lewicki, head de políticas públicas da OpenAI, e o advogado especializado em tecnologia Ronaldo Lemos subiram ao palco principal;
Lewicki destacou a parceria da OpenAI com o TSE no desenvolvimento do Synth ID, protocolo para identificação de imagens geradas por IA. “Com a presença de novas tecnologias, teremos uma eleição de aprendizado mútuo”, afirmou;
Os dois criticaram a tramitação do PL 2338/2023, o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil;
Lemos foi direto: “Copiamos a lei europeia de 2019, que já foi toda modificada. Somos o país que criou o Marco Civil da Internet. Não precisamos copiar ninguém“;
Ao encerrar sua participação, o advogado defendeu a adoção de modelos open source e provocou os presentes. “Precisamos de regulamentação no Brasil para não depender da OpenAI. O Brasil tem desenvolvedores incríveis.”
ANPD abriu processo administrativo contra a Claro (ilustração via IA: Tecnoblog)Resumo
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) notificou a Claro e a Serasa por indícios de violações à LGPD.
Órgão cita compartilhamento irregular de dados de clientes da operadora com a empresa de crédito e diz que contrato foi encerrado após a notificação.
A Serasa não entrou na fase de possíveis sanções, mas passará por uma nova fiscalização.
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) abriu um processo administrativo contra a Claro após notificar a operadora e a Serasa por indícios de violações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A empresa de análise de crédito será submetida a um novo procedimento de fiscalização.
O alvo da ação é uma parceria comercial que teria resultado no compartilhamento indevido de informações pessoais dos clientes da empresa de telefonia. Devido aos questionamentos e à intervenção do órgão, a Claro e a Serasa decidiram encerrar o contrato.
ANPD cita falta de transparência
A movimentação ocorre após a identificação de um compartilhamento de dados considerado excessivo e fora dos padrões exigidos pela legislação brasileira. A raiz do problema seria o acordo comercial firmado entre as duas companhias: pelo contrato, a Claro forneceria de forma contínua dados de sua base de assinantes para a Serasa.
O objetivo dessa transferência de informações, segundo a ANPD, era alimentar o desenvolvimento de metodologias de análise de crédito e realizar avaliações sobre condições do mercado financeiro. No entanto, a escala da operação acendeu o alerta do governo, visto que a Claro teria compartilhado mais de cem dados diferentes de cada cliente com a empresa de crédito.
Entre as principais infrações apontadas pela ANPD contra a operadora estão o compartilhamento desproporcional de dados e a falta de clareza, já que os titulares das linhas não eram devidamente informados sobre o destino de suas informações pessoais.
Claro encerrou o contrato com a Serasa (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Risco de multas milionárias
Com a abertura da fase sancionadora, a Claro entra na zona de risco de penalidades. Caso as infrações sejam confirmadas ao final do processo administrativo, a operadora poderá ser condenada ao pagamento de uma multa de até 2% do seu faturamento bruto no país. A lei estabelece um teto pesado para a punição: a cobrança pode chegar a R$ 50 milhões por cada infração cometida.
A situação da Serasa também será analisada pela ANPD. Embora ainda não tenha entrado na fase sancionadora, a empresa passará por fiscalização para verificar o nível de transparência na comunicação com os titulares de dados.
O órgão vai avaliar se a política de privacidade informa de forma clara quais empresas fornecem dados ao seu banco e com quais terceiros esses perfis são compartilhados. Caso sejam identificadas irregularidades, a companhia também poderá avançar para a fase de sanções e multas.
Operadora diz que cláusulas seguiam a LGPD
Em resposta ao Tecnoblog, a Claro afirmou que respeita a privacidade dos clientes e que o contrato firmado com a Serasa esteve em conformidade com as diretrizes da LGPD e da ANPD.
“Os dados foram utilizados apenas para estudos e análises internas, não foram incorporados a soluções colocadas em mercado e o contrato já não está mais em vigor”, afirma a operadora.
Após o recebimento formal das intimações, tanto a Claro quanto a Serasa têm um prazo de dez dias úteis para elaborar e apresentar suas respectivas defesas.
A legislação prevê que a ausência de resposta dentro deste intervalo pode ser enquadrada como obstrução às atividades de fiscalização do Estado, o que abriria margem para a aplicação de punições e sanções adicionais.
O celular premium da Apple possui trio de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro de alta performance.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
Todas as câmeras do kit principal do iPhone 17 Pro são de 48 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, além de uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam, segundo a Apple, 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e não têm paralelos na concorrência. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o smartphone contra quedas e arranhões. Já a certificação IP68 confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Este celular suporta redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em promoção na Amazon com um desconto de 54%. O smartwatch com sensores avançados e construção robusta sai por R$ 1.156 em até 12x sem juros, o menor preço desde janeiro de acordo com histórico da plataforma Zoom. O dispositivo tem preço de lançamento de R$ 2.499.
Huawei Watch Fit 4 Pro leva tela AMOLED e monitora 100 tipos de treino
Huawei Watch Fit 4 Pro está a venda nas cores verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
O relógio inteligente tem a grande capacidade de fornecer dados de mais de 100 atividades físicas, segundo a fabricante. A empresa destaca o fornecimento de informações relacionadas a esportes de montanha, corridas, ciclismo e aquáticos. Inclusive o gadget inclui resistência a 5 ATM em água e certificação IP6X contra poeira.
Na parte relacionada a saúde, o smartwatch conta com a integração do sistema HUAWEI TruSense que consegue monitorar os sistemas respiratório, nervoso e endócrino. Além disso, há o sensor óptico de frequência cardíaca e o usuário ainda pode obter informações sobre o sono, ECG e SpO2.
O Huawei Watch Fit 4 Pro apresenta uma construção premium e resistente. O display AMOLED de 1,82 polegadas leva o revestimento de Cristal de Safira artificial e atinge brilho alto de até 3.000 nits sob luz intensa. O corpo leva alumínio super-resistente de 550 MPa e o bisel em liga de titânio.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem sensor de profundidade que permite mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
Em termos de autonomia, promete até 10 dias de bateria. No entanto, a depender das horas utilizadas com o Always-On display e o GPS de dupla frequência ativado, o período de duração vai ser menor. O smartwatch ainda possui alto-falante e microfone integrados.
O Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção com o menor preço desde janeiro por R$ 1.156 em até 12x sem juros na Amazon apresenta compatibilidade tanto para o sistema iOS como Android.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.
Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.
O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:
iPhone 17
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 16e
iPhone 16
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 15
iPhone 15 Plus
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 14
iPhone 14 Plus
iPhone 14 Pro
iPhone 14 Pro Max
iPhone 13
iPhone 13 Mini
iPhone 13 Pro
iPhone 13 Pro Max
iPhone 12
iPhone 12 Mini
iPhone 12 Pro
iPhone 12 Pro Max
iPhone 11
iPhone 11 Pro
iPhone 11 Pro Max
iPhone SE de 3ª geração
iPhone SE de 2ª geração
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)
A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.
Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.
Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.
Quando o iOS 27 será lançado?
A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.
Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.
Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.
Night Shift tem o propósito de tornar a visualização mais confortável aos olhos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O Night Shift é um recurso da Apple que altera cores da tela de dispositivos elegíveis para tons mais quentes, com a missão de otimizar o conforto na visualização de conteúdos.
Uma vez ativado, o Night Shift muda a temperatura das cores de maneira automática de acordo com as configurações. É possível deixar a funcionalidade ativada o dia todo, mas seu uso é recomendado entre o pôr do sol e o amanhecer.
Você pode encontrar o Night Shift em iPhones, iPads, iPods touch, Mac e Macbooks, desde que os modelos sejam compatíveis com o recurso.
A seguir, entenda melhor o que é o Night Shift e saiba como ele funciona em dispositivos da Apple.
Night Shift é um recurso proprietário da Apple que altera as cores da tela para tons mais quentes do espectro de maneira automática. A função está presente em aparelhos como iPhone, iPad e Mac.
O que significa Night Shift?
O termo “Night shift” significa “período noturno” ou “turno da noite”, em tradução livre. A definição ilustra o período mais recomendado para o uso do recurso da Apple, que é após o pôr do sol.
Para que serve o Night Shift?
O Night Shift tem a função de beneficiar a saúde do usuário ao adaptar as cores da tela para tons mais quentes, com o objetivo de tornar a visualização mais confortável principalmente em períodos noturnos.
Como funciona o Night Shift
O funcionamento do Night Shift combina elementos de software (do sistema operacional) e de hardware (telas compatíveis com o recurso). Mas para entender melhor o recurso, é preciso compreender a luz azul.
De dia, as telas de aparelhos eletrônicos costumam intensificar a emissão de luz azul para uma reprodução mais clara e nítida diante dos raios solares.
O problema é que alguns estudos apontam que a luz azul em excesso pode causar fadiga ocular e prejudicar a qualidade do sono, especialmente à noite — embora existam discordâncias sobre o quanto a luz azul pode ser prejudicial.
Há estudos que mencionam que a luz azul em excesso pode prejudicar a saúde dos usuários (Imagem: Ron Lach/Pexels)
Por conta disso, o Night Shift funciona como um filtro de luz azul, adaptando as cores da tela para tons mais amarelados automaticamente após o pôr do sol para reduzir a emissão de luz azul.
De manhã, o recurso é desativado para não afetar a visibilidade da tela. Ao anoitecer, o Night Shift é ativado e fica ligado até a manhã seguinte.
Nas configurações do Night Shift, é possível agendar horários para a ativação do recurso, bem como ajustar a temperatura da cor (menos quente ou mais quente).
Preciso ativar o Night Shift?
Sim. Você pode ativar o Night Shift no iPhone, iPad ou iPod touch elegível ao abrir a Central de Controle, tocar e segurar o ícone de brilho e tocar no ícone de Night Shift até que ele apareça como “Ativado”.
Se preferir, é possível ativar o recurso nesses mesmos dispositivos ao acessar as configurações de tela e brilho do dispositivo, entrar na seção “Night Shift” e configurar o período e tons de cores.
Já em Macs ou Macbooks, você pode configurar o Night Shift ao abrir os “Ajustes de sistema”, acessar a guia “Monitores” e entrar na seção “Night Shift”.
O Night Shift ajuda a melhorar o sono?
Não necessariamente. Em sua página oficial, a Apple menciona que “a exposição a luzes azuis brilhantes à noite pode afetar os ritmos circadianos e causar dificuldades para dormir”.
E como o Night Shift atua como um filtro de luz azul, dá a entender que o recurso poderia melhorar o sono dos usuários.
Artigo da Apple menciona pontos prejudiciais da luz azul (Imagem: Reprodução/Apple)
Quais dispositivos são compatíveis com Night Shift?
O Night Shift é restrito a dispositivos da Apple, e está disponível nos seguintes aparelhos:
iPhone 5s ou posterior;
iPad (5ª geração e posterior), iPad Pro, iPad Air ou posterior e iPad mini 2 ou posterior;
iPod touch (6ª geração e posterior);
Macs lançados em 2012 ou posteriormente, com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente;
Macbooks com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente.
Qual é a diferença entre Night Shift e filtro de luz azul?
Night Shift é um recurso que adapta as cores da tela para tons mais quentes com a missão de melhorar o conforto visual. O Night Shift funciona como um filtro de luz azul, mas é uma funcionalidade proprietária da Apple.
Já filtro de luz azul refere-se a qualquer recurso ou serviço que tenha como objetivo reduzir a emissão de luz azul de um aparelho. Trata-se de um termo mais abrangente da tecnologia na saúde, que não é vinculado a nenhuma marca específica.
Qual é a diferença entre Night Shift e True Tone?
O Night Shift é um recurso focado na saúde do usuário, que modifica as cores da tela para tons mais quentes para tornar a exibição mais confortável. A funcionalidade é mais indicada para o período noturno.
Já o True Tone é um recurso que adapta a temperatura da cor de acordo com a luz ambiente. A função pode ser usada em qualquer período do dia, e foca na fidelidade de cores sob diferentes iluminações.
Qual é a diferença entre Night Shift e Modo Escuro?
Night Shift foca em adaptar as cores da tela para tons mais quentes. Já o Modo Escuro altera a interface do sistema e de aplicativos para o tema escuro, que usa o preto como cor predominante.
O mercado financeiro está de olho no IPO da SpaceX, previsto para os próximos dias. A abertura de capital da empresa de Elon Musk tem tudo para se tornar a maior oferta pública inicial de ações da história.
Se, por um lado, muitos investidores aguardam ansiosamente pela possibilidade de fazer parte do quadro acionário da companhia, por outro, funcionários da empresa aguardam a possibilidade de vender suas ações.
Vendas de ações da SpaceX devem ser acompanhadas de lucros gigantescos
Quando a SpaceX fizer sua estreia na Bolsa de Valores, milhares de funcionários atuais e antigos da companhia poderão negociar suas ações. Não são apenas engenheiros, mas também outros trabalhadores que atuam nos campi da empresa na Califórnia, Texas e Flórida.
Isso acontece porque a companhia de Elon Musk premiou esses funcionários ao longo do tempo com a distribuição de ações da empresa. Alguns desses trabalhadores mantiveram participações que eram avaliadas em menos de US$ 2 por ação quando foram concedidas. Agora, com o IPO, a expectativa é cada ação da SpaceX seja negociada por US$ 135.
SpaceX promete maior IPO da história (Imagem: FellowNeko/Shutterstock) – Imagem: FellowNeko/Shutterstock
É importante destacar que funcionários geralmente não podem vender suas ações pré-IPO por alguns meses, devido a períodos de tranca destinados a evitar uma enxurrada de vendas repentinas. Mas a SpaceX tem regras que podem permitir pequenas vendas já em julho.
Mesmo aguardando alguns meses, é difícil imaginar que uma eventual venda das ações da companhia por esses funcionários antigos não seja acompanhada por lucros importantes. As informações são do The Wall Street Journal.
IPO acontece nos próximos dias
O IPO da SpaceX está marcado para o dia 12 de junho.
A meta é captar US$ 75 bilhões (aproximadamente R$ 376 bilhões) em investimentos.
Elon Musk mira uma avaliação de mercado de US$ 1,75 trilhão (cerca de R$ 9 trilhões).
Isso representa 67 vezes o valor das vendas da empresa.
Se o objetivo for atingido, a SpaceX se tornará uma das empresas mais valiosas do mundo.
O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.
iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.
A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.
O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)
A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.
O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.
O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
GoPro é nova vítima da crise dos chips de memória e pode declarar falência em breve (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses devido à crise dos chips de RAM.
A empresa tem cerca de US$ 50 milhões em empréstimos com bancos e enfrenta dificuldades para cumprir esses acordos.
A GoPro está à venda e aguarda interessados para evitar a falência, tendo anunciado a demissão de 23% dos seus funcionários e queda de 14% no valor das ações.
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses. O alerta veio por meio do chamado formulário 8-K, um aviso dado por empresas de capital aberto nos Estados Unidos quando têm notificações importantes para seus investidores.
De acordo com a mídia especializada, o grande problema é a crise dos chips de RAM, que tem afetado desde o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6 (PS6) até a produção de cartões de memória da Sony. Os preços desses componentes tiveram um aumento de até 115%. Os principais fornecedores estão focando em memórias específicas para data centers de inteligência artificial.
As vendas da empresa já caíram 26% em relação ao último levantamento financeiro, e há ainda uma incerteza quanto ao cumprimento de contratos em empréstimos.
Crise das memórias RAM afeta mercado de eletrônicos
Esse é só mais um caso de problemas envolvendo a escassez de chips de RAM e fabricantes de hardware. A alta demanda de componentes adequados para os servidores de IA tem reajustado a produção global de memória, e a situação vem sendo monitorada desde 2025 pelas big techs.
Ao longo dos últimos meses foram anunciados diversos aumentos de preços em celulares Android e videogames como o Steam Deck, interrupção na produção de cartões de memória da Sony, além de atrasos previstos para a próxima geração de consoles, como o PS6.
Datacenters de inteligência artificial têm aumentado a demanda de memória RAM (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Agora é a vez da GoPro. De acordo com o site financeiro Investing, a empresa tem cerca de US$ 50 milhões (R$ 250 milhões, em conversão direta) em empréstimos com bancos como o estadunidense Wells Fargo. E a expectativa é de dificuldades para cumprir esses compromissos.
Próximos passos da fábrica de câmeras de ação
Na prática, a GoPro fica agora “aberta a novos investimentos” – ou seja, está à venda e aguarda interessados para evitar a falência. A empresa já anunciou a demissão de 23% dos seus funcionários e teve uma queda de 14% no valor das ações.
Vale lembrar que, em novembro, o CEO Nicholas Woodman anunciou a compra de US$ 2 milhões (R$ 10 mi) em ações para demonstrar confiança em seu produto. Hoje, as ações beiram o preço de US$ 1, cerca de R$ 5 em conversão direta.
A China sinalizou que focará sua política para plataformas online no equilíbrio entre apoio ao crescimento e supervisão regulatória aprimorada, segundo comentário publicado em uma das principais publicações do Partido Comunista.
No rascunho do artigo que será publicado na revista Qiushi na segunda-feira (1), Pequim reiterou sua posição sobre conter a competição do tipo “involução” — referência que inclui guerras de preços e subsídios agressivos — enquanto fortalece a supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor.
Novos recursos multiplataforma incluem indicadores de digitação e transferência de arquivos em alta resolução – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT/Olhar Digital)
O documento na Qiushi, revista teórica do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, representa uma continuidade da abordagem chinesa para o setor tecnológico;
A publicação oficial indica que as diretrizes têm respaldo das mais altas esferas governamentais;
A menção específica à competição do tipo “involução” reflete a preocupação das autoridades com práticas consideradas destrutivas para o mercado. O termo abrange estratégias que incluem reduções drásticas de preços e subsídios em níveis considerados insustentáveis;
O fortalecimento da supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor foram destacados como áreas que receberão atenção regulatória intensificada;
As medidas fazem parte de um quadro mais amplo de políticas que visam equilibrar inovação tecnológica com proteção dos direitos dos usuários.
Astronautas da China voltam à Terra após missão espacial recorde
Nesta sexta-feira (29), os três astronautas da missão chinesa Shenzhou 21 retornaram com sucesso à Terra após passarem 210 dias a bordo da estação espacial Tiangong. A cápsula pousou no Centro de Pouso de Dongfeng, na região da Mongólia Interior, às 9h11 da manhã, pelo horário de Brasília – 20h11, no horário padrão da China.
Investidores globais estão ampliando suas apostas em empresas asiáticas que podem se beneficiar da próxima fase de expansão da inteligência artificial (IA), impulsionada pelas esperadas captações bilionárias de companhias, como SpaceX, OpenAI e Anthropic.
A avaliação do mercado é que os recursos levantados por essas empresas deverão alimentar uma nova onda de investimentos em infraestrutura tecnológica, beneficiando fabricantes de componentes, materiais especializados, sistemas de resfriamento e equipamentos de energia em toda a cadeia de suprimentos da Ásia.
Boom da IA impulsiona mercado asiático
A tese vem ganhando força em momento em que os mercados buscam identificar os próximos vencedores do boom da IA;
Segundo analistas e gestores ouvidos pela Bloomberg, parte significativa dos recursos que deverão ser levantados pelas três empresas estadunidenses acabará chegando aos fornecedores asiáticos responsáveis por peças de servidores, componentes eletrônicos, materiais para semicondutores e soluções energéticas utilizadas em data centers;
O movimento ocorre após fabricantes de chips da região se tornarem alguns dos maiores beneficiários da expansão dos centros de dados;
Empresas, como a TSMC, a Samsung e a SK Hynix, alcançaram valorizações que as colocaram no grupo de companhias avaliadas em mais de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões).
Contudo, após fortes altas nos preços das ações, parte dos investidores passou a demonstrar preocupação com os níveis elevados de avaliação dessas empresas. Com isso, cresce a busca por uma nova geração de vencedores ligados à infraestrutura da IA.
“Os IPOs relacionados à IA podem alimentar ainda mais o boom de investimentos em capital em um momento em que as ações asiáticas de semicondutores parecem esticadas”, afirmou Ken Wong, especialista em ações asiáticas da Eastspring Investments Hong Kong.
Segundo ele, a gestora está reduzindo sua exposição ao setor de semicondutores dentro de sua estratégia tecnológica para a Ásia e direcionando maior atenção para fabricantes de componentes eletrônicos.
OpenAI está na mesma linha da SpaceX e visa IPO bilionário – Imagem: Mehaniq/Shutterstock
Nova rodada de investimentos em IA
A disputa pela liderança em IA já levou gigantes da tecnologia, como a Meta e a Amazon, a realizar investimentos massivos em infraestrutura computacional.
Nesse contexto, as futuras ofertas públicas de ações de SpaceX, OpenAI e Anthropic são vistas como um fator que pode aliviar preocupações do mercado sobre a sustentabilidade do financiamento do setor, especialmente diante do aumento dos níveis de endividamento das empresas.
De acordo com Fabien Yip, analista de mercado da IG International, as listagens das três empresas poderão resultar em cerca de US$ 70 bilhões (R$ 352,6 bilhões) adicionais em gastos relacionados à IA, valor que se somaria aos mais de US$ 750 bilhões (R$ 3,8 trilhões) já comprometidos pelas principais empresas de computação em nuvem e infraestrutura digital.
Segundo Yip, os efeitos dessa expansão já podem ser observados nos resultados financeiros divulgados por fabricantes de chips. “O impacto sobre a Ásia é claramente visível”, afirmou. Para ela, à medida que a valorização ligada à IA amadurece, o movimento está se expandindo para além das empresas diretamente associadas ao desenvolvimento de chips.
Entre as operações mais lucrativas do mercado asiático neste ano estão fabricantes de componentes eletrônicos utilizados em servidores e fornecedores de materiais e processos empregados na produção de semicondutores.
A Samsung Electro-Mechanics e a Ibiden figuram entre os destaques do principal índice amplo de ações asiáticas da MSCI em 2026. Entre apostas consideradas menos óbvias, Yip destaca a fabricante japonesa de sanitários Toto, fornecedora de materiais cerâmicos utilizados em equipamentos para fabricação de semicondutores.
Os fabricantes asiáticos de chips vêm registrando lucros expressivos, impulsionados pela IA, beneficiados pelo forte poder de precificação decorrente da escassez de semicondutores. Agora, sinais de restrições de oferta começam a surgir em etapas posteriores da cadeia produtiva, tendência que pode se intensificar com a continuidade dos investimentos.
A maior conscientização dos investidores sobre esses novos gargalos, somada a fatores técnicos de mercado, tem contribuído para a ampliação do interesse por empresas além das grandes fabricantes de chips.
Servidores, conectividade e infraestrutura
Sam Konrad, gestor de portfólio da Jupiter Asset Management, vê oportunidades em empresas taiwanesas responsáveis pela montagem de servidores, como a Hon Hai e a Quanta, além da desenvolvedora de chips MediaTek.
“O ciclo de investimentos em IA vai durar vários anos”, afirmou. “Os investidores provavelmente buscarão empresas que sejam beneficiárias diretas, mas que ainda negociem com múltiplos de avaliação baixos.”
Song Zhe, da BNP Paribas Asset Management, acredita que a próxima etapa da valorização deverá ser mais seletiva. “A próxima fase da alta deve ser específica para determinadas ações, e não uma valorização generalizada dos semicondutores”, afirmou.
Segundo ele, sua equipe está concentrada em empresas ligadas a encapsulamento avançado de chips, substratos, testes, conectividade óptica, energia, sistemas de resfriamento e infraestrutura de servidores em Taiwan e na China, segmentos nos quais as perspectivas de crescimento dos lucros ainda podem justificar as avaliações de mercado.
Além disso, alguns investidores estão direcionando recursos para aplicações de IA além dos chatbots, incluindo robótica e veículos autônomos. Esse segmento emergente, conhecido como “IA física”, recebeu impulso dos esforços da Nvidia para expandir seus negócios nessa área, beneficiando empresas parceiras, como a LG.
Energia surge como novo gargalo
Outro setor que vem atraindo atenção crescente é o de energia, considerado fundamental para sustentar a proliferação de data centers. Fontes nucleares e alternativas de geração ganharam destaque, especialmente em um cenário de alta dos preços do petróleo, provocada pela guerra envolvendo o Irã.
Na Coreia do Sul, empresas, como a HD Hyundai Energy e a Daewoo Engineering & Construction, estão entre os principais destaques do mercado acionário local neste ano.
Na Índia, os investimentos do Adani Group em data centers abastecidos por energia renovável impulsionam o desempenho de suas subsidiárias do setor energético, representando uma das poucas apostas ligadas à inteligência artificial no país.
Jian Shi Cortesi, gestora da GAM Investment Management, considera o fornecimento de energia “o gargalo menos explorado” pelos investidores, mas alerta que a próxima fase da euforia em torno da IA pode envolver riscos maiores.
Segundo ela, caso a demanda por IA não justifique o volume de investimentos realizados, as empresas poderão reduzir seus gastos de capital, deixando o mercado diante de excesso de infraestrutura e de fortes quedas nas avaliações.
Anthropic também está no bolo – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
Fornecedores asiáticos devem ser beneficiados
Brian Ooi, gestor da Swiss-Asia Financial Services, avalia que as futuras captações de recursos de SpaceX, OpenAI e Anthropic representam um sinal positivo para a manutenção de investimentos em ações relacionadas à IA.
Ele também destaca oportunidades ligadas ao setor energético, especialmente em fabricantes de transformadores, células de combustível, cabos, turbinas a gás e outros equipamentos. Segundo Ooi, as três empresas terão mais recursos para sustentar seus planos de expansão.
“As três grandes ofertas relacionadas à IA fornecerão mais liquidez para que elas continuem investindo em gastos de capital, e elas já possuem planos significativos de investimentos”, afirmou. “Os fornecedores asiáticos serão beneficiados.”
Um meteoroexplodiu sobre o nordeste dos Estados Unidos no sábado (30), informou a NASA, gerando estrondos que ecoaram pela região com uma força equivalente a 300 toneladas de TNT.
A bola de fogo se desintegrou sobre o nordeste de Massachusetts e sudeste de New Hampshire pouco depois das 15h (horário de Brasília), segundo Jennifer Dooren, vice-chefe de notícias da agência espacial estadunidense. O meteoro viajava a mais de 120 mil km/h a uma altitude de 64,3 km quando se partiu.
Um meteoro em rota de colisão com a Terra explodiu sobre o nordeste dos Estados Unidos – Imagem composta: Serviço de Satélites e Informações da NOAA
“Esta bola de fogo não estava associada a nenhuma chuva de meteoros atualmente ativa, mas era um objeto natural e não uma reentrada de lixo espacial ou satélite”, explicou Dooren em comunicado à AFP;
“A energia liberada na ruptura é estimada como equivalente a cerca de 300 toneladas de TNT, o que explica os estrondos altos”, acrescentou a porta-voz da NASA;
Moradores da área ficaram alarmados com os estrondos inesperados e intensos. Usuários das redes sociais relataram que os sons foram tão poderosos que fizeram as casas tremerem.
NASA convoca público para identificar meteoros atingindo a Lua
A NASA está solicitando ajuda de cientistas cidadãos para observar e registrar impactos de meteoros na Lua, como parte dos preparativos para estabelecer uma presença humana duradoura no satélite. O projeto Impact Flash busca voluntários dispostos a apontar telescópios para a Lua e capturar os clarões momentâneos causados por meteoroides que atingem sua superfície.
Cerca de 100 meteoroides do tamanho de bolas de pingue-pongue atingem a superfície lunar diariamente, cada impacto liberando energia equivalente a sete quilos de dinamite. Aproximadamente a cada quatro anos, um meteoro com pelo menos 2,4 metros de diâmetro colide com a Lua com força equivalente a um quiloton de TNT.
O vestível chama a atenção pela construção robusta, promessa de longa autonomia e monitoramentos avançados para saúde e atividades físicas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro adere caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
Esse wearable da Huawei apresenta uma tela AMOLED de 1,47 polegadas que atinge brilho de até 3.000 nits. As especificações garantem uma reprodução de cores mais sólidas e visualização do painel sem reflexos sob luz intensa. As presenças do vidro Cristal de Safira e de titânio na caixa de 46 mm fornecem uma proteção ultraresistente.
Os sensores integrados permitem um acompanhamento avançado da saúde e bem-estar, a exemplo da capacidade de análise de arritmia e realização de eletrocardiograma (ECG). Além disso, também é possível aferir a temperatura corporal, obter o nível de saturação de O₂ no sangue e monitorar a frequência cardíaca.
A fabricante afirma que o Huawei Watch GT 6 Pro monitora mais de 100 atividades físicas diferentes. Em relação ao ciclismo, ainda diz que oferece um “medidor de potência virtual” para cálculo do desempenho do ciclista. Aos demais esportes também promete a apuração de dados bem precisos.
(imagem: divulgação/Huawei)
A bateria pode durar um período extenso de até 21 dias com uso leve, segundo a Huawei. Já com o uso moderado, a estimativa é de uma semana, mesmo com o Always On Display habilitado. Em conectividade apresenta compatibilidade a conexões avançadas de Bluetooth 6.0 e GPS multibanda.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção histórica no Mercado Livre por R$ 1.379 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF disponível tem resistência a 5 ATM em água e certificação IP69, assegurando total resistência a poeira e jatos de alta pressão.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)Resumo
A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.
O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.
A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.
Finalmente teremos tela infinita na Apple?
A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)
Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.
Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.
Dois eventos por ano
Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.599,10 no Pix com o cupom MOTO500 no Magazine Luiza. Essa oferta representa um desconto de R$ 900 em relação ao preço original do smartphone, lançado ainda esse mês por R$ 4.499. Considerando que esse é um celular fica entre o Edge 70 e o Motorola Signature, a promoção já chama a atenção.
Motorola Edge 70 Pro tem 4 câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 70 Pro traz três câmeras traseiras uma frontal de 50 megapixels. A lente principal captura imagens nítidas por meio de estabilização óptica, a teleobjetiva realiza zoom óptico de 3,5x em aproximações detalhadas, e a ultrawide captura cenários amplos. Todo o conjunto, incluindo a câmera de selfies, recebe validação de cores Pantone e filma em 4K.
Outro destaque do celular da Motorola é a bateria grande, que conta com 6.500 mAh de capacidade e, segundo a fabricante, suporta até 49 horas de uso. Ainda segundo a marca, apenas nove minutos conectados à tomada com o carregador de 90 W já oferecem horas de bateria para o smartphone, aprimorando sua experiência em praticidade.
Em relação ao desempenho, o chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme processa dados com oito núcleos velozes. O circuito integrado opera em conjunto com a memória RAM veloz de 12 GB, que pode ser ampliada até 24 GB via RAM Boost. Essa configuração executa jogos e aplicativos pesados sem travamentos mecânicos.
Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O display AMOLED de 6,78 polegadas exibe um bilhão de cores vivas. A taxa de atualização alcança 144 Hz para movimentações fluidas em animações complexas. A tela atinge a marca impressionante de 5.200 nits, garantindo visualização brilhante de conteúdos sob qualquer luminosidade. E o vidro Gorilla Glass 7i protege toda a região frontal.
O sistema operacional Android 16 promete três anos de atualização, o que pode ser um ponto negativo a longo prazo. Contudo, em relação à durabilidade, vale destacar que o celular conta com certificação IP69 de resistência contra água e poeira e, segundo a Motorola, suporta temperaturas extremas (entre -20ºC e 60ºc) e índice de até 95% de umidade.
O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.
As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.
Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Flipper One vem aí (imagem: reprodução/Flipper Devices)Resumo
O Flipper One é um minúsculo computador baseado em Linux com processador octa-core Rockchip RK3576, 8 GB de RAM e recursos para análise e exploração de redes.
Ele oferece conectividade com duas portas Gigabit Ethernet, USB Ethernet, Wi-Fi 6E e modem 5G ou LTE, e pode ser expandido via conexão GPIO e M.2;
O dispositivo pode ser usado para testes de segurança, avaliação de sistemas embarcados e análise de desempenho de redes, mas seu potencial uso para ações maliciosas levanta preocupações, como as que ocorreram com o seu antecessor, o Flipper Zero.
Se será polêmico como o seu antecessor, é cedo para sabermos, mas o fato é que o Flipper One foi anunciado. O dispositivo consiste em um minúsculo computador baseado em Linux que oferece diversos recursos para que você possa analisar, ajustar e, bom, explorar redes. Mas vai além disso.
O design peculiar faz o Flipper One parecer um brinquedo “futurista dos anos 1990”, mas estamos falando de um computador completo. A novidade conta com processador octa-core Rockchip RK3576 com GPU Mali-G52, além de 8 GB de RAM, para você ter ideia.
Outro componente presente é o microcontrolador (MCU) RP2350, que aparece no Raspberry Pi Pico 2, por exemplo. Com ele, você pode controlar painéis de LED, telas, botões personalizáveis, touchpads, entre outros componentes.
Já o sistema operacional é o Flipper OS, que é baseado no Debian Linux, mas implementado em formas de perfis de uso. Isso significa que o usuário conta com “snapshots” que trazem pacotes e configurações para tarefas específicas, sendo possível alternar entre eles com relativa facilidade.
Visão interna do Flipper One (imagem: reprodução/Flipper Devices)
Mas o que torna o Flipper One um dispositivo único são seus recursos de conectividade. Por aqui, encontramos duas portas Gigabit Ethernet, USB Ethernet, Wi-Fi 6E e até modem 5G ou LTE, este disponível via módulo M.2.
Além da conexão M.2, o Flipper One pode ter suas funcionalidades expandidas via conexão GPIO. Um pequeno visor LCD na lateral do dispositivo permite controlar os principais recursos da novidade.
Também é possível ligar o dispositivo a uma monitor ou TV via porta HDMI 2.1 — há suporte a 4K e taxa de atualização de 120 Hz aqui.
Flipper One (imagem: reprodução/Flipper Devices)
No que o Flipper One poderá ser usado?
O Flipper One poderá ser usado para testes de segurança, avaliação de sistemas embarcados, apoio para soluções de automação, análise de desempenho de redes e assim por diante.
Mas, neste ponto, chegamos ao aspecto potencialmente polêmico. O antecessor Flipper Zero foi proibido em países como Canadá e até no Brasil por, na prática, ter sido considerado um dispositivo “hacker”. O aparelho tem recursos que, originalmente, servem para testes de segurança, mas que foram (ou são) usados para ações maliciosas envolvendo RFID, NFC, Bluetooth e afins.
Essas ações maliciosas consistem em emulação de crachás, aberturas de portas eletrônicas e invasões de redes, por exemplo. No Canadá, o Flipper Zero foi banido principalmente por facilitar o furto de carros.
Com base nesse histórico, não vai ser estranho se o Flipper One também for usado para o “mal”.
O antecessor Flipper Zero (imagem: reprodução/Flipper Devices)
O Flipper One já foi lançado?
Ainda não. Por ora, a Flipper Devices só fez o anúncio do dispositivo. Ainda não há data definida de lançamento, até porque as características do Flipper One podem ser mudadas até lá — o produto segue em desenvolvimento.
Além de questões técnicas, Pavel Zhovner, CEO da Flipper Devices, explica que há desafios financeiros a serem superados para o lançamento do Flipper One, razão pela qual o anúncio, na verdade, veio na forma de pedido de ajuda à comunidade:
Há muita incerteza neste projeto, juntamente com desafios técnicos e riscos financeiros (como a atual crise dos chips de RAM). Não sei se conseguiremos fazer tudo o que planejamos, mas daremos tudo de nós. Obrigado a todos e sejam bem-vindos a uma nova aventura.
Pavel Zhovner, CEO da Flipper Devices
Com base nisso, é provável que o aparelho seja lançado com preço superior aos US$ 199 sugeridos pelo Flipper Zero nos Estados Unidos.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon e com o melhor preço desde março, segundo plataforma de monitoramento. O smartwatch premium da fabricante está à venda por R$ 1.599 em até 12x sem juros, valor que representa uma economia de 47% comparado ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem sensores avançados e corpo em titânio
Huawei Watch GT 6 Pro conta com coroa giratória que facilita a navegação (imagem: divulgação/Huawei)
O relógio inteligente da empresa chinesa tem como um de seus destaques a construção robusta. A caixa de formato octagonal tem revestimento em titânio, material ultrarresistente e durável. Além disso, inclui as resistências IP69 e de 5 ATM em água, habilitando seu uso com segurança durante o banho, em piscinas e mergulhos.
O Huawei Watch GT 6 Pro inclui a integração de sensores avançados, a exemplo de possibilitar a aferição da temperatura corporal, nível de saturação de oxigênio no sague e ECG, permitindo o acompanhamento da frequência cardíaca. No âmbito esportivo, promete ser compatível a mais de 100 modos de treino, segundo a Huawei.
A tela AMOLED de 1,47 polegadas fornece boa fidelidade a reprodução das cores e atinge brilho forte com pico de 3.000 nits sob luz intensa. Logo, não vai ser um problema conferir notificações e dados debaixo do sol. O display conta com a proteção do vidro Cristal de Safira, bastante resistente contra arranhões e outras situações.
Huawei Watch GT 6 Pro é indicado principalmente a praticantes de esportes (imagem: Divulgação)
A autonomia prometida pela fabricante de até 21 dias com uso moderado também é outra vantagem positiva do smartwatch. No mais, em termos de conectividade apresenta compatibilidade a Bluetooth 6.0 e GPS multibanda no qual fornece apuração de métricas mais avançadas.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.599 em até 12x sem juros utiliza o sistema HarmonyOS 6.0 compatível a usuários que utilizam smartphones Android e também iPhones.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, valor que representa um desconto de 40% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a maior oferta desde janeiro de 2026, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Este celular premium tem como principais destaques a tela POLED de 6,7″, 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB e câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é um dos melhores celulares da Motorola, ficando pouco abaixo do novo Signature. Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e abertura f/1,8, uma ultrawide com ângulo de 120º e frontal que tira selfies com qualidade, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra arranhões e quedas.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de IA da Motorola, por meio de um botão dedicado que aciona recursos como edição inteligente de imagens e assistente virtual. Seu corpo de plástico e polímero de silicone conta com certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 5 W.
O Edge 60 Pro (256 GB), um dos melhores celulares da Motorola, foi atualizado para o Android 16 e deve receber mais dois updates do sistema operacional. O gadget está em promoção por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, um abatimento de 40% sobre o preço original e a maior oferta vista desde janeiro de 2026.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
Leilão de 700 MHz ocorreu em 04/05 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) recebeu o aval definitivo para concluir o novo leilão de faixas de 700 MHz, realizado há dez dias. Diversas organizações tentavam invalidar o resultado, mas um magistrado da 5ª Turma do TRF-1 negou o pedido e permitiu tanto a homologação quanto a assinatura das outorgas.
A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel) havia entrado com um pedido no judiciário para impedir “atos de adjudicação, homologação e assinatura dos Termos”. Nela, estão as prestadoras Claro, TIM e Vivo.
Layout da banda 28 do 3GPP no Brasil, incluindo o espectro licitado no dia 4 (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Mais uma derrota para o trio nacional
Espectro de Unifique e Consórcio Amazônia 5G são parte da controvérsia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Não é a primeira vez que o leilão é questionado. A TelComp (Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas) e a Acel já haviam apresentado recursos ao Conselho Diretor da Anatel e depois ingressaram no Judiciário, tanto que o leilão, marcado originalmente para 30/4, acabou sendo adiado.
Outro ponto de controvérsia são as transferências de licenças de 3,5 GHz. A Ligga (que adquiriu espectro no PR) pretende transmitir as faixas para a Unifique, enquanto a Sercomtel (que adquiriu licença para o estado de São Paulo e Região Norte) pretende transferi-las ao Consórcio Amazônia 5G.
A cláusula 7.1 do edital de 2021 que proíbe a transferência caso as obrigações de cobertura não estejam cumpridas integralmente. A Anatel aprovou os movimentos, mas a Acel defende a tese de que ainda falta concluir certos compromissos que ainda estão por vencer. Os prazos começam a expirar neste ano e vão até o fim de 2029.
Uma das associadas da Acel é a Sercomtel, empresa do fundo Bordeaux (de Nelson Tanure, investigado no caso do Banco Master), que vendeu seu espectro para a Unifique e o Consórcio Amazônia 5G. Ela será prejudicada caso a Acel tenha êxito.
Como o próprio juiz do caso destaca, o atraso nas assinaturas causaria atraso na expansão da cobertura móvel, principalmente em localidades remotas e rodovias, que são alvos dos compromissos de cobertura.
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.
Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.
Quais são os destaques do Edge 70 Pro?
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.
A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.
A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.
A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.
Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.
Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.
O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)
Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.
O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.
A notificação do Procon
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:
Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação
De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.
A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.
Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, informou o presidente.
Ou seja, se você quer aderir ao Desenrola e também aposta em bets, não poderá apostar pelo período de um ano. Lula afirmou que não foi em seu governo que as bets entraram no Brasil, “mas é nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”.
Presidente brasileiro bradou contra as bets – Imagem: casa.da.photo/Shutterstock
O presidente falou, ainda, do projeto que quer acabar com a escala 6×1 de trabalho;
Para Lula, não faz sentido, em pleno século XXI, com a evolução da tecnologia, que milhões de brasileiros trabalhem seis dias por semana e descansem apenas um;
Ele também citou a crise do petróleo gerada pela guerra entre Estados Unidos e Irã;
Ressaltou ainda as medidas tomadas em prol dos trabalhadores, como a alíquota zero do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil;
Para encerrar, comentou sobre a liberação antecipada do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a licença-paternidade, a conta de luz zerada para quem consome até 80 kW e o programa Gás do Povo.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender a multa diária de R$ 250 mil aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao WhatsApp. A decisão favorável à empresa foi proferida na quarta-feira (29), e os advogados da companhia comunicaram a autarquia sobre a sentença no dia seguinte, quinta-feira (30).
Whatsapp vence (temporariamente) Cade na Justiça
A penalidade havia sido imposta no âmbito de um inquérito conduzido pelo Cade, que investiga suposto descumprimento de medida preventiva relacionada ao funcionamento da plataforma;
A determinação do órgão exigia que a Meta, controladora do WhatsApp, mantivesse o acesso gratuito de inteligências artificiais (IA) de terceiros ao serviço de mensagens — algo que, atualmente, é cobrado;
Além disso, o Cade também questiona a política de preços adotada pela empresa para a utilização da API do WhatsApp Business, ferramenta voltada a empresas que utilizam o aplicativo para comunicação com clientes.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que considera que o Cade extrapolou suas atribuições ao exigir a gratuidade do acesso à plataforma. “Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, declarou a companhia (leia a nota completa abaixo).
Meta, dona do WhatsApp, se mostrou satisfeita com a decisão – Imagem: jackpress/Shutterstock
A empresa sustenta que sua estrutura de custos possui justificativa comercial e afirma que a cobrança de US$ 0,0625 (R$ 0,31) por mensagem está respaldada pela legislação vigente, além de ser equivalente a tarifas praticadas por outras empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
A origem do caso remonta a setembro de 2025, quando as startups Luzia e Zapia apresentaram denúncias ao Cade sobre mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business. Em março deste ano, o tribunal do órgão antitruste rejeitou um recurso da Meta e determinou o retorno às condições anteriores à alteração desses termos.
Com a decisão da Justiça Federal, a multa diária fica suspensa enquanto o caso segue em discussão, em segredo de Justiça. Contudo, o Olhar Digital obteve acesso à solicitação dos advogados da Meta. Leia aqui.
A seguir, leia a nota completa enviada por um porta-voz da Meta:
“Estamos satisfeitos que a Justiça brasileira tenha reconhecido nossas preocupações em relação à decisão do CADE. Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições. Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA.”
O Galaxy Buds 3 Pro entrou em oferta por R$ 1.286 em até 10x sem juros de R$ 126,80 na Amazon. Lançado originalmente por R$ 2.199, o fone de ouvido premium da Samsung com cancelamento de ruído e Galaxy AI fica 46% mais barato nesta promoção.
Galaxy Buds 3 Pro entrega áudio em alta definição, cancelamento de ruído e recursos de IA
Galaxy Buds 3 Pro oferece recurso de IA, como cancelamento de ruído adaptativo (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Buds 3 Pro conta com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo, entregando uma experiência com alta definição e mínima distorção. Além disso, o Seamless CODEC de 24 bits reproduz o áudio com agudos mais nítidos e graves vibrantes.
O acessório com Galaxy AI tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento de ruído ativo (Adaptive ANC). Isso significa que ele utiliza um algoritmo para analisar o som ao redor do usuário e otimizar automaticamente os modos de escuta.
Para quem viaja para o exterior, o Galaxy Buds 3 Pro oferece os modos Escuta e Conversação baseados em IA. Com auxílio de um smartphone Galaxy, o próprio fone de ouvido realiza tradução em tempo real para o idioma escolhido pelo usuário.
Galaxy Buds 3 Pro trazm o visual Light Blades com pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Com design ergonômico e leve (5,4 g cada bud), o fone da Samsung foi feito para o uso confortável durante longas sessões de uso. Ele ainda tem pontas de silicone para maior isolamento sonoro e oferece controle por toque para ajustar o volume ou pular uma música.
O acessório garante até 6 horas de reprodução com o cancelamento de ruído ativo ligado, podendo atingir até 7 horas se o recurso ANC for desligado. Já a caixa de transporte e recarga traz um “banco de energia” de até 30 horas de uso.
Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 1.286 em até 10x sem juros) tem Bluetooth 5.4 e recurso Auto Switch, que detecta e transfere as atividades entre dispositivos. Ademais, o fone de ouvido tem certificação IP57 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1 metro por 30 minutos.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)Resumo
O Edge 70 Pro da Motorola tem três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de 6.500 mAh.
Ele é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
A tela do Edge 70 Pro é AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
Além de dois novos modelos da linha Razr 70, a Motorola apresentou o Edge 70 Pro nesta quarta-feira (29/04). Ele tem características bastante avançadas, como três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de silício-carbono com capacidade para 6.500 mAh. Por enquanto, nada de lançamento no Brasil.
O modelo Pro da linha Edge, em algumas das gerações passadas, costumava ser o smartphone mais avançado da Motorola entre os modelos de formato tradicional. Isso não é mais verdade, já que agora esse posto pertence ao Signature, aposta da empresa para brigar com Apple e Samsung no chamado segmento ultrapremium.
Mesmo assim, não tem como fugir da comparação, e algumas pequenas diferenças separam o Edge 70 Pro e o Signature.
Chip MediaTek e câmeras menos avançadas
Uma dessas diferenças entre os dois está no chip do Edge 70 Pro: um MediaTek Dimensity 8500 Extreme. Os 12 GB de RAM são os mesmos, e há opções de até 1 TB de armazenamento.
As câmeras empregadas pelo Edge 70 Pro também são parecidas, mas não iguais. Apesar de terem 50 MP, assim como o modelo mais caro, elas usam sensores menores. A captação de luz deve continuar boa, mas o Signature está em um patamar superior.
Edge 70 Pro tem tela de 6,78 polegadas (imagem: divulgação)
Na traseira, o trio é composto por uma principal com sensor Sony Lytia 710, uma ultrawide com 122 graus de ângulo de visão e uma teleobjetiva com zoom óptico de 3,5x. A câmera frontal se destaca pela abertura de f/1,9.
Tela e carregamento muito parecidos
A partir daí, começam a surgir mais similaridades entre os modelos. A tela é uma AMOLED 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
O smartphone oferece suporte a recarga de até 90 W com fio e 15 W sem fio. A bateria é até maior, com 6.500 mAh (o Signature tem capacidade para 5.200 mAh).
Neste domingo (26), Atlético Mineiro e Flamengo se enfrentam em duelo válido pela 13ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 20h30 (horário de Brasília) na Arena MRV, em Belo Horizonte (MG).
O Atlético Mineiro enfrenta um momento de oscilação na temporada. Com três derrotas e duas vitórias nos últimos cinco jogos, o time mineiro é o atual décimo segundo colocado no Brasileirão e ainda não se firmou na briga pela classificação na Copa Sul-Americana.
Por outro lado, o Flamengo tem seis vitórias seguidas e ocupa a segunda colocação do Campeonato Brasileiro, com 23 pontos. Na CopaLibertadores, a equipe venceu as duas partidas e lidera o grupo A da competição.
Neste domingo (26), Red Bull Bragantino e Palmeiras se enfrentam em duelo válido pela 13ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 18h30 (horário de Brasília) no Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança (SP).
Red Bull Bragantino x Palmeiras
Competição: Campeonato Brasileiro (Brasileirão)
Rodada: 13ª
Data: 26/04 (domingo)
Horário: 18h30 (horário de Brasília)
Local: Estádio Municipal Cícero de Souza Marques, em Bragança (SP).
Red Bull Bragantino e Palmeiras na atual temporada:
O Red Bull Bragantino enfrenta um período de oscilação. O time comandado por Vagner Mancini soma duas vitórias e duas derrotas nos últimos quatro jogos. No Campeonato Brasileiro, a equipe ocupa a oitava colocação, com 17 pontos. NaCopa Sul-Americana, o Bragantino perdeu na estreia para o Carabobo (VEN) e venceu o Blooming (BOL).
Já o Palmeiras atravessa um bom momento na temporada. Líder do Campeonato Brasileiro, a equipe acumula uma invencibilidade de sete partidas, chegando a 29 pontos na competição. Na Libertadores, empatou com o Junior Barranquilla (COL) e venceu o Sporting Cristal (PER).
Neste domingo (26), Corinthians e Vasco se enfrentam em duelo válido pela 13ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 16h (horário de Brasília) na Neo Química Arena, em São Paulo.
Onde assistir ao Corinthians x Vasco pelo Brasileirão 2026?
O jogo entre Corinthians e Vasco terá transmissão ao vivo na TV Globo e Premiere.
*Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.
Prováveis escalações:
Corinthians: Kauê, Pedro Milans, André Ramalho, Gabriel Paulista (Gustavo Henrique) e Matheus Bidu; Breno Bidon, André e Raniele; Rodrigo Garro; Yuri Alberto e Lingard (Vitinho).
Técnico: Fernando Diniz
Vasco: Leo Jardim, Cuiabano, Robert Renan, Saldivia, Pumita; Tchê Tchê, Cauan Barros, Thiago Mendes; Andrés Gómez, David, Johan Rojas.
Técnico: Renato Gaúcho
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Corinthians vive bom momento na temporada, apesar da urgência no Brasileirão. Invicto e sem sofrer gols há cinco jogos, com três vitórias e dois empates, a equipe alvinegra tem apresentado evolução. Desde que o novo técnico Fernando Diniz estreou, o time vem conquistando bons resultados e ainda não perdeu, com 100% de aproveitamento em competições como a Libertadores e a Copa do Brasil.
A adversidade no Campeonato Brasileiro, porém, foi construída após um período sem vitórias, que culminou na demissão do técnico Dorival Júnior. Atualmente, o Corinthians se encontra na zona de rebaixamento, com 12 pontos.
Já o Vasco da Gama tem apresentado uma temporada regular. Nas últimas três partidas, conquistou duas vitórias e sofreu uma derrota. Em décimo lugar no Brasileirão 2026, o time comandado por Renato Gaúcho acumula 16 pontos e venceu sua primeira partida na Copa do Brasil 2026, contra o Paysandu.
Na Copa Sul-Americana, o Vasco ainda não venceu, com um empate diante do Barracas Central (ARG) e uma derrota em casa para o Audax Italiano (CHI).
O CEO da OpenAI, Sam Altman, emitiu um pedido oficial de desculpas à comunidade de Tumbler Ridge, no Canadá, por não ter acionado as autoridades sobre as atividades de Jesse Van Rootselaar. O suspeito é apontado como autor de um massacre em fevereiro que resultou na morte de oito pessoas.
Em carta datada de 23 de abril, Altman expressou condolências e admitiu que a empresa falhou ao não contatar a polícia sobre Van Rootselaar, que teve sua conta no ChatGPT suspensa em junho do ano passado após o sistema de segurança da plataforma identificar conteúdos preocupantes.
“Quero expressar minhas mais profundas condolências a toda a comunidade. (….) Ninguém deveria jamais ter que passar por uma tragédia como esta.”
Trecho da carta de Sam Altman
Mensagens violentas foram ignoradas pela liderança
De acordo com relatos obtidos pelo The Wall Street Journal, o sistema de revisão automatizada da OpenAI sinalizou internamente mensagens do suspeito que descreviam cenários de violência extrema. Na época, embora funcionários tenham interpretado os textos como um indicativo de perigo real e urgido pela denúncia às autoridades canadenses, a liderança da empresa optou por apenas banir o usuário, sem envolver a polícia.
Após o crime em fevereiro, a polícia identificou Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, como a principal suspeita. A OpenAI revelou posteriormente que, após a divulgação da identidade da suspeita, descobriu uma segunda conta que ela utilizava para acessar o chatbot.
Mudanças nos protocolos de segurança
Como resposta à tragédia, a OpenAI afirmou ter reforçado seus protocolos de segurança. A empresa garantiu que, sob as novas regras, uma conta com o mesmo teor de mensagens seria denunciada imediatamente às autoridades se fosse descoberta hoje.
O compromisso de Altman inclui:
Colaboração contínua com governos para prevenir futuras tragédias.
Aperfeiçoamento dos sistemas de detecção proativa de ameaças.
Transparência no diálogo com as comunidades afetadas.
Pressão por regulamentação no Canadá
O caso intensificou o debate sobre a regulação de inteligência artificial no Canadá. Membros do Partido Liberal aprovaram recentemente uma resolução não vinculativa que pede a proibição do uso de chatbots de IA para menores de 16 anos.
O ministro encarregado da pasta de IA no país, Evan Solomon, e outros funcionários de alto escalão confirmaram que estão considerando novas regulamentações para o setor, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento, segundo o WSJ.
A startup chinesa DeepSeek acaba de elevar o tom na disputa pela supremacia da inteligência artificial. Nesta sexta-feira (24), a empresa lançou uma prévia do DeepSeek V4, seu mais novo modelo que promete não apenas competir, mas superar os atuais líderes de mercado em tarefas complexas de desenvolvimento de software.
De acordo com testes da consultoria Vals AI, mencionada pelo The New York Times, o V4 apresentou um desempenho em escrita de código superior a qualquer outro sistema de código aberto disponível, estreitando drasticamente a vantagem que gigantes como OpenAI e Anthropic mantinham até então.
O poder dos agentes de IA
A proficiência do DeepSeek V4 em programação não interessa apenas aos desenvolvedores. Essa habilidade é o motor principal para a criação de agentes de IA, isto é, sistemas autônomos que podem utilizar outros softwares (como planilhas, e-mails e calendários) para executar tarefas complexas sem supervisão humana constante.
Além do ganho de produtividade, o avanço traz novos desafios para o setor de segurança digital. Segundo o jornal, a capacidade de escrever código com precisão permite que a IA identifique vulnerabilidades em redes de forma muito mais rápida, servindo tanto para o fortalecimento da cibersegurança quanto para potenciais ataques.
Estratégia chinesa: o código aberto como arma
Diferente das empresas do Vale do Silício, que guardam seus modelos mais potentes a sete chaves, a China adotou o open-source como estratégia de expansão global. O objetivo é claro: tornar a tecnologia chinesa o padrão mundial por meio da acessibilidade.
Domínio de mercado: no último ano, modelos chineses já representavam cerca de um terço do uso global de IA.
Influência global: países como a Malásia já confirmaram que sua infraestrutura nacional de IA será baseada na tecnologia da DeepSeek, conforme apurado pelo The New York Times.
Adoção em massa: desenvolvedores de mercados emergentes, da Nigéria à Malásia, preferem o modelo chinês por ser mais barato e flexível para experimentação.
Geopolítica e a “técnica de imitação”
O sucesso da DeepSeek ocorre apesar das sanções dos EUA, que tentam limitar o acesso da China a chips de alto desempenho. No entanto, rivais americanos sugerem que o crescimento acelerado da startup pode ter um “atalho”.
Executivos da OpenAI e da Anthropic afirmam que a DeepSeek utiliza um processo chamado destilação. Na prática, isso significa “treinar” um modelo novo fazendo milhões de perguntas a uma IA superior (como o GPT-4) e ensinando o modelo menor a imitar seu comportamento.
Nesta quinta-feira (23), o governo dos Estados Unidos acusou formalmente a China de conduzir uma campanha de roubo de propriedade intelectual voltada para inteligência artificial em “escala industrial”. De acordo com o documento vazado, entidades estrangeiras estão engajadas em esforços para “destilar” sistemas de IA de fronteira desenvolvidos nos EUA.
Apesar das críticas, o “momento DeepSeek” consolidou 2025 e o início de 2026 como a era da explosão das IAs chinesas. Gigantes como Alibaba e ByteDance (dona do TikTok) também entraram na onda, liberando modelos como o Qwen, que já soma mais de um bilhão de downloads, conforme o jornal.
As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
Fones de ouvido Bluetooth são ótimas opções de presente para o Dia das Mães, unindo versatilidade de uso e praticidade. Em 2026, marcas como Samsung, Apple e JBL oferecem modelos variados, dos mais básicos aos fones premium, com cancelamento ativo de ruído e som Hi-Fi.
O Achados do Tecnoblog reuniu as melhores ofertas do momento para ajudar na escolha. A lista inclui modelos de diferentes categorias e preços a partir de R$ 214 — veja qual é o ideal para presentear.
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
AirPods Pro 3 mede frequência cardíaca e tem ANC aprimorado
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
Galaxy Buds Core conta com Galaxy AI e certificação IP54
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 225 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
QCY H3 Pro possui 3 níveis de ANC e bateria para até 55 horas
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
JBL Tune 520BT é dobrável e possui conexão multiponto
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 214 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 239 em até 7x sem juros na Amazon.
JBL Wave Beam 2 tem certificação IP54 e até 40 horas de vida
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Magnetômetros são sensores que estão presentes na maioria dos smartphones atuais (Imagem: Reprodução)
Magnetômetro é um sensor capaz de medir a intensidade e direção de campos magnéticos para indicar orientações (como norte, sul, leste e oeste) em relação à Terra. Por isso, o magnetômetro também é conhecido como “bússola digital”.
O sensor tem papel importante em sistemas de navegação e geolocalização, mostrando para qual direção o dispositivo está apontando. Ele também costuma ser aplicado na detecção de minérios e metais.
Os magnetômetros compõem diversos tipos de dispositivos e veículos, incluindo smarthpones, relógios inteligentes, drones, aviões ou instrumentos de geofísica.
A seguir, entenda melhor o que é um magnetômetro e como ele funciona em seu celular.
Magnetômetro é um componente de hardware do tipo sensor que mede a intensidade e direção de campos magnéticos, o que ajuda a indicar a direção e orientação do dispositivo em relação à Terra.
A bússola é um exemplo de magnetômetro, que detecta o campo magnético da Terra e indica direções como norte, sul, leste e oeste com base na posição em que ela está.
Para que serve um magnetômetro?
Um magnetômetro tem a função de medir a direção e intensidade de campos magnéticos, sejam eles da Terra ou gerados por ímãs e correntes elétricas.
Tratando-se de usos comuns, esse sensor serve como uma “bússola digital” para smartphones, tablets, smartwatches, entre outros eletrônicos: ele indica os pontos cardeais para otimizar ferramentas de geolocalização e também ajuda a alinhar elementos virtuais no ambiente real — no campo de realidade aumentada.
E por detectar campos magnéticos gerados por ímãs e correntes elétricas, um magnetômetro também pode ser usado como detector de metais, mapeando metais magnéticos na área de arqueologia ou identificando minas e submarinos em âmbito militar.
Magnetômetros são considerados “bússolas digitais” de smartphones e outros eletrônicos (Imagem: Tima Miroshnichenko/Pexels)
Como funciona o magnetômetro
O funcionamento de um magnetômetro é baseado na conversão de campos magnéticos em sinais elétricos. E para ilustrar melhor esse processo, podemos dividi-lo em três etapas: detecção, mapeamento e indicação.
No processo de detecção, componentes do magnetômetro reagem aos campos magnéticos da Terra ou de ímãs e geram variações elétricas. Essa alteração no fluxo de eletricidade do sensor representa a força do magnetismo no ponto exato em que o dispositivo se encontra.
A partir desses sinais, o magnetômetro analisa as variações elétricas em três eixos: X (para os lados), Y (para frente e trás) e Z (para cima e para baixo). Ao cruzar esses três sinais, é possível calcular a orientação do aparelho no espaço
Por fim, o sistema recebe, processa e traduz esses dados em informações úteis, como a direção do aparelho em um sistema de navegação ou geolocalização. E é por conta de todo esse processo, por exemplo, que o ponteiro do seu Waze ou Google Maps se mantém apontado para frente mesmo quando você muda de direção.
Onde fica o magnetômetro no celular?
O magnetômetro fica localizado no interior dos smartphones, e não pode ser visto sem que você abra o aparelho. A posição exata do sensor pode variar de modelo para modelo, mas engenheiros o posicionam estrategicamente para evitar interferências de ímãs e fluxos de correntes elétricas.
Ilustração de um magnetômetro dentro de um smartphone (Imagem: K. Dill/NIST)
Quais dispositivos usam magnetômetro?
O sensor magnetômetro pode ser encontrado em diversos dispositivos ou veículos, a exemplo de:
Você pode confirmar se seu celular tem ou não magnetômetro a partir de apps que mapeiam os sensor do seu smartphone, como CPU-Z e Sensor Box. Basta rodar essas ferramentas e buscar por “magnetômetro”, “magnetometer”, “campo magnético” ou “magnetic field”. Se encontrar alguma dessas opções, saberá que seu celular tem o sensor.
Importante destacar que praticamente todos os smartphones modernos contam com magnetômetro, mesmo que o sensor não seja mencionado na ficha técnica dos aparelhos. Mas alguns celulares de entrada podem não contar com o sensor por questões relacionadas a redução de custos.
Quais são os tipos de magnetômetro?
Os magnetômetros podem ser divididos em dois tipos, com base no que medem e em suas respectivas finalidades:
Magnetômetros vetoriais: medem a direção e intensidade do campo magnético em relação aos eixos X, Y e Z; são usados em sistemas de navegação e costumam integrar smartphones, drones e aviões.
Magnetômetros de campo total: focam na detecção de variações de campos magnéticos para mapear minérios e formações geológicas; geralmente compõem instrumentos geofísicos e satélites.
Qual é a diferença entre magnetômetro, giroscópio e acelerômetro?
Magnetômetro é um sensor que mede a intensidade e direções de campos magnéticos para indicar orientações (como norte, sul, leste e oeste) ao dispositivo. Em outras palavras, magnetômetro funciona como uma bússola digital.
Já giroscópio e acelerômetro são sensores responsáveis por identificar rotações e inclinações do dispositivo, respectivamente. Tratam-se de sensores comuns de smartphones, mas que focam na estabilização de vídeo mesmo quando o celular gira ou se inclina.
Qual é a diferença entre magnetômetro e GPS?
O magnetômetro indica as orientações para onde você está olhando ou para onde o dispositivo está apontando. Já o Sistema de Posicionamento Global (GPS) mostra sua localização, ou seja, onde você está no mapa.
Ambos os sensores se complementam em sistemas de navegação e geolocalização, mas com funções distintas: sem o GPS, o magnetômetro só indicaria pontos cardeais, sem saber exatamente onde você está; sem o magnetômetro, o GPS mostraria sua localização, mas sem detalhar se você está apontado para o norte ou sul.
Entenda a importância do barômetro em smartphones e smartwatches premium (imagem: Reprodução/How To Geek)
O barômetro é um sensor que mede a pressão atmosférica ao detectar o “peso” da massa de ar sobre um diafragma interno. O nome remete à medição dessa pressão (milibares), convertendo variações físicas em sinais digitais essenciais para o sistema operacional.
Em celulares e smartwatches premium, o componente é usado para calcular a altitude e identificar movimentos verticais. Essa tecnologia permite saber, por exemplo, quantos lances de escada a pessoa subiu durante um treino ou uma trilha.
Além do posicionamento, o sensor fornece dados para prever mudanças climáticas locais com base em variações na pressão. Ele também calibra outros componentes internos, garantindo que as informações de navegação e saúde sejam sempre exatas.
A seguir, saiba mais sobre o que é o barômetro em eletrônicos, como ele funciona e os diferentes tipos utilizados em dispositivos. Também descubra como identificar se um celular ou smartwatch possui o sensor.
Barômetro é um sensor utilizado para medir a pressão atmosférica por meio de deformações de um minúsculo diafragma interno. Esse componente converte variações físicas em sinais elétricos, permitindo que smartphones e vestíveis monitorem mudanças climáticas e altitudes com alta precisão.
Para que serve o barômetro nos eletrônicos?
O barômetro converte a pressão atmosférica em sinais digitais para calcular a altitude e detectar movimentos verticais com precisão. Em smartphones e vestíveis, ele registra mudanças sutis de andar ou elevação em trilhas, refinando o monitoramento de atividades físicas.
Além do posicionamento, o componente fornece dados para previsões meteorológicas locais e calibra outros sensores internos via compensação de pressão. Isso garante que dispositivos médicos e redes de Internet das Coisas (IoT) operem com máxima exatidão técnica.
Os sensores barômetros são componentes extremamente minusculos (imagem: Reprodução/Eletronics Lab)
Como funciona um barômetro?
O barômetro moderno usa sensores de sistemas microeletromecânicos (MEMS) para converter a pressão atmosférica em sinais digitais com alta precisão. O funcionamento baseia-se em um diafragma microscópico de silício que se flexiona conforme o “peso” do ar sobre o componente.
Essa deformação física altera a resistência elétrica em sistemas piezoresistivos ou a capacitância em modelos capacitivos. Um circuito integrado (ASIC) processa essa variação, compensa oscilações de temperatura e transforma os dados analógicos em bits.
Em alguns modelos, a informação filtrada é enviada via interfaces I²C ou SPI para o processador principal calcular a altitude ou prever o clima. Essa tecnologia miniaturizada é essencial para funções de navegação por GPS e monitoramento de atividades em tempo real.
Dessa forma, o componente garante que dispositivos portáteis entreguem dados ambientais complexos de maneira instantânea e eficiente. A engenharia por trás desses sensores permite que tarefas sofisticadas de calibração ocorram de forma invisível para o usuário.
Funcionamento de um barômetro digital (imagem: Reprodução/PC Basic)
Quais são os tipos de barômetro?
Os barômetros usados em dispositivos eletrônicos adotam sensores de pressão MEMS divididos em diferentes categorias, com base em como detectam a pressão:
Piezoresistivos: utilizam um diafragma de silício que altera a condução elétrica ao ser deformado, sendo o padrão da indústria pelo equilíbrio entre baixo custo e alta sensibilidade;
Capacitivos: medem a variação de energia entre uma membrana móvel e uma base fixa, destacando-se pelo baixíssimo consumo de bateria e mínima interferência de ruído;
Digitais integrados: são chips compactos que processam o sinal inteiramente e entregam dados prontos via protocolos I²C ou SPI, sendo o “coração” de smartphones e vestíveis;
Módulos industriais: unidades robustas com calibração avançada e proteção ambiental, projetadas para entregar precisão máxima em estações meteorológicas e aviação.
Smartphones topo de linha, como Galaxy S25 Ultra, costuma adotar barômetros digitais integrados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Qual é a diferença entre barômetro e acelerômetro?
Barômetro é o sensor responsável por medir a pressão atmosférica, convertendo o “peso” da massa de ar em sinais digitais precisos. Ele identifica mudanças climáticas e variações de altitude, auxiliando na localização vertical dentro de edifícios.
Acelerômetro monitora as forças de aceleração e a inércia em três eixos, detectando qualquer alteração de velocidade ou orientação do hardware. Ele permite funções como o contador de passos (pedômetro) e o ajuste automático da tela conforme a pessoa gira o celular.
Qual é a diferença entre barômetro e giroscópio?
Barômetro é o sensor que mede a pressão atmosférica para calcular a altitude do dispositivo e detectar variações meteorológicas. É essencial para identificar deslocamentos verticais, como subir escadas, convertendo a massa de ar em dados digitais precisos.
Giroscópio é responsável por medir a velocidade angular, identificando a rapidez com que o aparelho rotaciona em torno dos próprios eixos. Ele garante a precisão em movimentos circulares e na orientação espacial, sendo essencial para a estabilidade de drones e navegação.
Smartwatches premium, como o Apple Watch Ultra, incluem o barômetro como um dos sensores essenciais (imagem: Divulgação/Apple)
Todos os dispositivos eletrônicos têm barômetro?
Nem todo eletrônico conta com um barômetro, componente restrito a aparelhos que exigem precisão em altitude e pressão atmosférica. É um recurso padrão em smartphones e smartwatches premium, auxiliando no monitoramento de trilhas e previsão do tempo.
Por outro lado, modelos básicos abrem mão dessa tecnologia para reduzir custos de produção e complexidade técnica. Por exemplo, celulares de entrada ou pulseiras inteligentes focam em funções essenciais, onde dados de pressão do ar são irrelevantes.
Tem como saber se o celular tem barômetro?
É possível descobrir se o smartphone possui barômetro acessando os menus de diagnósticos nativos do sistema ou utilizando aplicativos de verificação técnica, como o CPU-Z. Essas ferramentas fazem uma varredura no hardware e listam todos os sensores integrados ao dispositivo.
Outro caminho prático é consultar a ficha técnica do fabricante no site oficial ou nas páginas de produtos do Tecnoblog. Após buscar pelo modelo específico, basta localizar a seção “Sensores” para confirmar se o componente está presente no aparelho.
O iPhone 17 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 8.729,32 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 12.999, o smartphone premium da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED recebe um desconto de 33% nesta promoção.
iPhone 17 Pro tem display de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e chipset de alto desempenho
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com moderno design Dynamic Island, promovendo notificações interativas. O display com taxa de atualização de 120 Hz promete imagens fluidas e detalhadas com os recursos True Tone, ProMotion e HDR.
O telefone traz uma câmera tripla traseira com sensores de 48 MP capazes de filmar em 4K com zoom óptico de 4x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP registra selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 Pro é alimentado pelo chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno podem ser limitados para alguns usuários, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória do aparelho.
iPhone 17 Pro tem câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple conta com uma bateria de 3.998 mAh que, segundo a fabricante, garante uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 40 W, capaz de ir de 0 a 50% em 20 minutos na tomada.
Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o iOS 26 e terá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Além do suporte para eSIM, ele oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.
Trazendo o design premium da Maçã, o iPhone 17 (R$ 8.729,32 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF na página) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro com Ceramic Shield. Para mais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo sobreviver a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)Resumo
A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.
A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.
A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.
Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.
Estética em linha com a Apple
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)
O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.
O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.
Hardware e câmeras
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)
Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:
Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.
Preço e disponibilidade
Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).
Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.
Márcio Carvalho, CMO da Claro, anunciando os planos de até 10 Gb/s (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
operadora Claro iniciou oferta de planos de fibra óptica com velocidades de 1, 5 e 10 Gb/s;
novos serviços utilizam roteadores com Wi-Fi 7 e tecnologia de rede XGS-PON;
novas opções da Claro Fibra custam entre R$ 199,90 e R$ 1.999,90 na assinatura individual.
Além de anunciar planos pós de celular com Google One ou iCloud+ entre os benefícios, a Claro escolheu esta quinta-feira (23/04) para revelar novas opções de internet fixa por fibra óptica. São opções bem generosas, com velocidades de até 10 Gb/s (gigabits por segundo), tanto no download quanto no upload.
São três novas opções de planos Claro Fibra, na verdade, com os seguintes preços na assinatura individual:
Claro Fibra 1 Giga (1 Gb/s): R$ 199,90 por mês
Claro Fibra 5 Giga (5 Gb/s): R$ 499,90 por mês
Claro Fibra 10 Giga (10 Gb/s): R$ 1.999,90 por mês
Os três planos também podem ser contratados dentro de um pacote Claro Multi, que inclui telefonia celular e TV. Neste caso, os preços mensais são de R$ 149,90 (1 Giga), R$ 449,90 (5 Giga) e R$ 1.949,90 (10 Giga).
Observe que o plano 1 Giga oferece uma boa relação custo-benefício. Basta levarmos em conta que o plano imediatamente abaixo, de 500 Mb/s (megabits por segundo), sai por R$ 119,90 mensais no plano individual ou R$ 99,90 por mês no pacote Claro Multi.
Os novos planos Claro Fibra Giga são baseados na tecnologia de rede XGS-PON e são oferecidos com roteador compatível com Wi-Fi 7 funcionando nas frequências de 2,4 GHz, 5 GHz e 6 GHz (Tri-Band).
O lançamento das velocidades de 5 e 10 Giga com Wi-Fi 7 marca um novo patamar de excelência para a conectividade dentro das casas dos nossos clientes. Queremos que a tecnologia seja uma aliada invisível, garantindo estabilidade tanto para o entretenimento em altíssima resolução quanto para as demandas mais críticas do trabalho remoto.
Márcio Carvalho, CMO da Claro
Novos planos Claro Fibra tem até 10 Gb/s no download e upload (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Disponibilidade dos novos planos Claro Fibra Giga
Os novos planos Claro Fibra de até 10 Gb/s começarão a ser oferecidos oficialmente a partir desta semana. A disponibilidade dependerá da localização geográfica, porém.
Além de usuários residenciais, os planos de 5 Gb/s e 10 Gb/s serão oferecidos a pequenos e médios negócios por meio da divisão Claro Empresas.
Essas opções têm franquias de dados que vão de 50 GB a 200 GB. Já as opções de capacidade de armazenamento nas nuvens variam entre 50 GB a 2 TB. Contudo, é necessário escolher entre uma plataforma ou outra, ou seja, não é possível ter tanto o Google One quanto o iCloud+ na mesma assinatura.
Claro passa a oferecer iCloud+ e Google One em planos pós (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Claro passa a oferecer, em planos pós-pagos móveis, armazenamento em nuvem com integração ao Google One e ao iCloud+ no Brasil;
Os planos oferecem franquias de 50 GB a 2 TB no iCloud+ ou Google One, em pacotes individual e família, e incluem WhatsApp ilimitado, Passaporte Claro e Claro Sync;
Claro Multi permite até 5 linhas no plano e, novamente, até 2 TB de armazenamento nos serviços em nuvem, com início da disponibilidade oficial em 24/04.
Serviços de streaming, mensagens instantâneas e redes sociais não bastam. Agora, a Claro também passa a oferecer opções de armazenamento nas nuvens em seus planos de celular pós-pagos. Isso graças a uma parceria com o Google e com a Apple no Brasil. Os preços individuais partem de R$ 124,90 por mês.
Para ser exato, os novos planos pós da Claro são integrados ao Google One e ao iCloud+. A parceria com as duas plataformas visa atender tanto usuários de Android quanto de iPhone, apesar de ambos os serviços serem multiplataforma (você pode usar o Google One no ecossistema da Apple e, indiretamente, o iCloud+ no Android).
Os planos pós-pagos beneficiados oferecem franquias de 50 GB a 2 TB nas nuvens em pacotes individuais e família. Essas opções oferecem também benefícios como WhatsApp ilimitado, Passaporte Claro (roaming internacional para viagens ao exterior) e Claro Sync (para integração de conectividade com o smartwatch).
Quem optar por um pacote Claro Multi (reúne serviços de celular, TV e internet por fibra) pode incluir até cinco linhas móveis no plano e, novamente, contar com até 2 TB de armazenamento nos mencionados serviços nas nuvens.
Inovar faz parte do nosso DNA e a convergência de serviços é parte central da nossa estratégia. A Claro é a primeira operadora do Brasil a fazer este movimento. Ao integrar a oferta de armazenamento em parceria com Google e Apple ao nosso portfólio, garantimos experiências que facilitam a vida dos nossos clientes e geram benefícios econômicos imediatos.
Márcio Carvalho, CMO da Claro
Márcio Carvalho apresentando os planos pós-pagos da Claro com iCloud+ ou Google One (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Disponibilidade e preços dos planos iCloud+ e Google One
As capacidades de armazenamento nas nuvens estarão disponíveis para novos planos pós-pagos. Quem já é assinante de um plano do tipo terá que migrar para uma das novas opções para contar com o iCloud+ ou o Google One.
Os preços mensais para os novos planos são os seguintes:
Plano
Nuvem
Preço Individual
Preço Multi
Claro Pós 5G de 50 GB
iCloud+ de 50 GB ou Google One de 100 GB
R$ 124,90
R$ 79,90
Claro Pós 5G de 100 GB
iCloud+ ou Google One de 200 GB
R$ 179,90
R$ 124,90
Claro Pós 5G de 150 GB
iCloud+ ou Google One de até 2 TB
R$ 239,90
R$ 179,90
Claro Pós 5G de 200 GB
iCloud+ ou Google One de até 2 TB
R$ 339,90
R$ 239,90
Observe, porém, que é necessário escolher entre a plataforma de nuvem da Apple e a plataforma do Google. Não é possível contar com os dois serviços ao mesmo tempo em uma única assinatura, seja ela individual ou família.
Os novos planos começarão a ser disponibilizados oficialmente pela Claro a partir desta sexta-feira (24/04) em todo o Brasil.
Claro também anunciou planos fibra com até 10 Gb/s
O acelerômetro ajuda a rotacionar a tela dos smartphones automaticamente, além de ter outras utilidades (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O acelerômetro é um sensor que identifica inclinações e gestos ao converter forças físicas em sinais digitais. Ele é fundamental em celulares para funções como a rotação automática da tela e o monitoramento de atividades físicas.
Por meio da tecnologia MEMS, o componente monitora deslocamentos nos eixos x, y e z usando uma massa microscópica suspensa. Para maior precisão espacial, o sistema atua em conjunto com o giroscópio para isolar o movimento real do hardware.
Além de smartphones, o acelerômetro está presente em smartwatches, controles de videogames, notebooks e carros. Geralmente, eles ficam soldados na placa-mãe dos aparelhos para garantir respostas instantâneas a qualquer vibração física detectada.
A seguir, conheça mais sobre o sensor acelerômetro, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos ele costuma equipar. Também saiba a diferença do componente com o giroscópio.
O acelerômetro é um sensor eletromecânico que capta mudanças na aceleração linear, permitindo que dispositivos identifiquem inclinações, gestos e até quedas bruscas. Ele converte as forças físicas em sinais digitais, viabilizando recursos essenciais, como a rotação automática de telas em celulares e tablets.
Para que serve o acelerômetro?
O acelerômetro monitora a aceleração linear e a inclinação do aparelho nos eixos x, y e z. Ao detectar forças inerciais e a gravidade, ele informa ao sistema a orientação espacial exata do hardware em tempo real.
Na prática, esse componente gerencia a rotação automática da interface de celulares e viabiliza o pedômetro para contagem de passos em aplicativos de saúde. Ele também permite comandos por movimentos em jogos e atua com o giroscópio para garantir estabilidade em ferramentas de realidade aumentada.
Exemplo de um sensor acelerômetro (imagem: Reprodução)
Como funciona um acelerômetro
O sensor acelerômetro opera geralmente por meio da tecnologia MEMS, um chip de silício que abriga uma massa de prova suspensa por molas microscópicas. Quando o celular se move, a inércia desloca essa peça, alterando a carga elétrica entre placas capacitivas para medir a força aplicada.
O sistema monitora três eixos espaciais (x, y, z), permitindo que o processador identifique inclinações e deslocamentos em um ambiente 3D. Para maior precisão, o software utiliza a fusão de sensores com o giroscópio, filtrando a gravidade para isolar apenas o movimento real.
Esses componentes têm alta sensibilidade e conseguem registrar amostras milhares de vezes por segundo para detectar desde passos até quedas. Essa velocidade permite que o smartphone reaja instantaneamente, convertendo vibrações físicas em comandos digitais úteis para o sistema operacional.
A calibração constante garante que o dispositivo identifique a orientação espacial correta, ajustando a interface entre os modos vertical e horizontal. Além de girar a tela, essa tecnologia é essencial para estabilizar fotos, contar calorias em exercícios e acionar recursos de segurança.
A parte interior de um sensor acelerômetro MEMS (imagem: Reprodução/YoungWonks)
Quais são os tipos de acelerômetro?
Os acelerômetros são categorizados por mecanismos de detecção, números de eixos e design. Os mais comuns são:
Monoxiais (Single-axis): focados em medir a aceleração em uma única direção (eixo x), sendo ideais para monitorar vibrações lineares e constantes em maquinário industrial;
Multiaxiais (Dual/Tri-axial): capturam movimentos em dois ou três eixos perpendiculares, permitindo o rastreamento em 3D para drones e dispositivos de realidade virtual;
MEMS capacitivos: microchips que detectam mudanças na carga elétrica (capacitância) quando uma massa interna se move. São sensores compactos e econômicos, responsáveis por girar a tela do smartphone;
MEMS piezoresistivos: utilizam materiais que alteram a resistência elétrica ao serem deformados, tornando-os ultra-resistentes para testes de colisão e cenários de impactos severos;
Piezoelétricos: geram picos de voltagem ao comprimir cristais internos durante a aceleração, sendo a escolha padrão para captar vibrações acústicas e dinâmicas de alta frequência;
IEPE (Integrated Electronic Piezoelectric): evolução do modelo piezoelétrico com amplificação interna de sinal, reduzindo ruídos e facilitando a conexão direta em sistemas de aquisição de dados;
Servo (Force-balanced): operam por meio de um circuito magnético que anula o movimento da massa interna para garantir estabilidade e precisão absoluta em sistemas de navegação inercial.
Os acelerômetros MEMS capacitivos são os mais comuns em smartphones (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Quais dispositivos usam acelerômetro?
Estas são as categorias de dispositivos que utilizam o sensor acelerômetro:
Smartphones e tablets: os sensores ajustam a orientação da tela via rotação automática e transformam o aparelho em um volante em jogos de corrida, além de atuarem como contadores de passos integrados;
Smartwatches e smartbands: monitoram o gasto calórico ao converter oscilações do pulso em passos e identificam padrões de movimento para analisar a qualidade do sono do usuário;
Controles de videogame: detectam gestos e inclinações em tempo real usando os sensores, replicando as ações físicas do jogador no ambiente virtual;
Notebooks e HDs externos: acionam o sistema de proteção ativa ao detectar quedas livres, estacionando a cabeça de leitura do disco rígido para evitar perda de dados;
Equipamentos industriais: monitoram a vibração e o desgaste de motores pesados, garantindo que ferramentas de precisão mantenham o alinhamento e a inclinação correta em obras;
Veículos e aeronaves: disparam airbags instantaneamente em caso de desaceleração brusca (colisão) e auxiliam a navegação inercial quando o sinal de GPS fica indisponível.
Os acelerômetros também são usados em tablets (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Onde fica o acelerômetro do celular?
O sensor acelerômetro é soldado diretamente na placa-mãe do celular, operando via sistemas eletromecânicos. Sua localização estratégica, geralmente centralizada ou próxima às bordas, permite captar movimentos com máxima precisão e agilidade.
O componente costuma ser posicionado próximo ao processador principal no iPhone, enquanto frequentemente reside perto da câmera em modelos Android. A proximidade com o giroscópio é essencial para o sistema processar inclinações e rotações da tela instantaneamente.
Os acelerômetros costumam ser soldados no centro da placa-mãe dos celulares (imagem: Reprodução/EDN)
Qual é a diferença entre acelerômetro e giroscópio?
O acelerômetro é um sensor de smartphone com a função de medir a aceleração linear em três eixos, detectando variações de velocidade e a força gravitacional para identificar inclinações. Ele é o responsável por funções básicas, como contar passos ou ajustar a orientação da tela quando a pessoa vira o aparelho.
O giroscópio monitora a velocidade angular, rastreando a taxa de rotação em torno dos eixos para determinar mudanças precisas de orientação. Esse sensor oferece uma camada extra de precisão, permitindo que o sistema entenda exatamente a posição do celular no espaço 3D.
Este celular intermediário premium tem como destaques a tela POLED de 6,7″, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e até 24 GB de RAM
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro, que figura entre os melhores celulares da Motorola, possui um kit de câmeras similar ao do novo Motorola Signature: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma frontal para tirar selfies, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP no modelo de 2025 e 50 MP no gadget mais recente.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost dão conta do desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas traz taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos e arranhões.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro suporta o Moto AI, a suíte de IA da Motorola, com um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens e assistente virtual. O gadget é reforçado pela certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C e de 15 W sem fio.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) foi atualizado para o Android 16 e deve receber apenas mais dois updates do sistema operacional, parando no Android 18. Um dos melhores celulares da companhia norte-americana sai por R$ 2.469 no Pix com o cupom BLACKAPPTN disponível apenas no app do Magazine Luiza.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em promoção por R$ 2.694 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Motorola, lançado por R$ 3.999, com tela pOLED e bateria com ampla autonomia tem desconto de 33% nesta oferta.
Edge 60 Pro tem 24 GB de RAM, tela de 120 Hz e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro traz tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho MediaTek Dimensity 8350 Extreme e até 24 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, apps e outros arquivos do dia a dia.
O telefone conta com tela pOLED de 6,7 polegadas, entregando uma ampla área de trabalho com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens fluidas e detalhadas, o painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.
Para fotos e vídeos, o Edge 60 Pro possui uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP com zoom híbrido de até 50x e suporte para registros em 4K. Fugindo dos padrões, a câmera frontal de 50 MP promete selfies detalhadas e vídeos em 4K.
Motorola Edge 60 Pro inclui recursos específicos de IA, incluindo um botão dedicado para a funcionalidade (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone da Motorola adota uma bateria de incríveis 6.000 mAh que, segundo a marca, garante até 45 horas de uso. Além disso, o carregamento rápido de 90 W do telefone vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.
Extremamente reforçado, o telefone tem certificado de resistência IP68/IP69 que o protege contra: poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce por até 1,5 metro de profundidade pelo tempo limite de 30 minutos. Enquanto isso, o certificado militar MIL-STD-810H garante proteção contra umidade e temperaturas extremas.
Fechando o pacote, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.694 no Pix) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC. O telefone sai da caixa com o Android 15, mas a marca promete somente duas grandes atualizações do sistema operacional.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.
O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.
De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.
O que mudaria na Dynamic Island?
O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.
A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.
Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Traseira com novos materiais
Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.
Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.
Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.
De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 54% sobre o preço original de R$ 2.499. O acessório também pode ser adquirido por R$ 1.199 em 10x sem juros.
O relógio inteligente possui tela AMOLED com brilho de até 3.000 nits e suporta mais de 100 atividades esportivas diferentes, além de seus sensores avançados oferecerem monitoramento detalhado da saúde do usuário.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria de longa duração
Huawei Watch Fit 4 Pro resiste a até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
O Huawei Watch Fit 4 Pro se destaca por sua tela AMOLED de 1,82 polegada com brilho de até 3.000 nits, que garante visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O painel é revestido pelo vidro cristal de safira e recebe uma moldura de titânio, que juntos adicionam proteção contra riscos e arranhões e resistência contra corrosão.
O corpo robusto de alumínio do gadget atende à norma EN13319 de profundidade, o que o torna apto para uso em esportes aquáticos ao resistir até 40 metros de profundidade. A adição da certificação IP6X que o protege contra poeira, e a resistência geral de até 5 ATM complementam o combo de proteção.
O acessório traz suporte a mais de 100 atividades esportivas diferentes e conta com recursos avançados para monitoramento da saúde, como teste de apneia, monitoramento do sono e do ciclo menstrual, contador de calorias, ECG e oxigenação do sangue.
Também é possível acessar o Huawei Health+, que oferece serviços premium como planejamento alimentar e de treinos. Tornando o smarwatch ainda mais completo para quem quiser assinar.
Contudo, o Huawei Watch Fit 4 Pro possui suporte à conectividade apenas Bluetooth e apresenta limitações quanto ao uso como ferramenta de auxílio em emergências: ele precisa estar pareado a um smartphone e o app Huawei Health configurado para chamar contatos específicos.
Sua bateria de 400 mAh possui autonomia de até 10 dias de uso longe da tomada, e o gadget suporta sistemas de posicionamento GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS e BDS (BeiDou), recurso importante para determinar a posição correta durante a prática de esportes ou em uma emergência.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em oferta por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 54% em comparação ao valor de lançamento. Lembrando que o gadget ainda pode ser comprado por R$ 1.199 em 10x sem juros.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Huawei Watch Fit 4 Pro possui tela AMOLED, sensores avançados e bateria de longa duração; smartwatch recebe desconto de 54% no Pix sobre preço de lançamento
Negócio inclui orelhões e manutenção da base de clientes até 2028 (imagem: Barbara Eckstein/Flickr)Resumo
Justiça do Rio de Janeiro aprovou a venda da telefonia fixa da Oi para a Método Telecom por R$ 60,1 milhões à vista.
A empresa de Minas Gerais assume a UPI Serviços Telefônicos da Oi, que inclui infraestrutura, base de clientes e operação de serviços de emergência.
O negócio, no entanto, depende da aprovação da Anatel, que tenta barrar a operação alegando que o edital do leilão viola uma lei federal.
A Justiça do Rio de Janeiro aprovou nesta quarta-feira (08/04) a venda da operação de telefonia fixa da Oi para a empresa mineira Método Telecom. A transação, avaliada em R$ 60,1 milhões, ocorreu por meio de um leilão conduzido pela 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), como parte do processo de falência da companhia de telecomunicações.
O certame contou com a participação de duas concorrentes. A Sercomtel Comunicações apresentou uma oferta de R$ 60 milhões, porém com a previsão de pagamento parcelado em dez vezes.
A Método Telecom, por sua vez, ofereceu R$ 60,1 milhões com pagamento à vista, cumprindo as exigências financeiras do edital. O formato de quitação imediata foi determinante para a escolha da vencedora, que recebeu o aval do Ministério Público e dos órgãos de fiscalização.
Com a homologação do leilão, a Justiça fluminense intimou a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o Tribunal de Contas da União (TCU) e as Fazendas Públicas para acompanharem o resultado do negócio.
O que a Método Telecom leva na compra?
Ao vencer o leilão, a Método Telecom adquire a Unidade Produtiva Isolada (UPI) Serviços Telefônicos da Oi, assumindo infraestruturas críticas e obrigações de longo prazo. A nova operadora passa a ser a responsável pela gestão direta de serviços de utilidade pública, que inclui a operação das linhas de números de emergência, como o 190 (Polícia Militar), 192 (Samu) e 193 (Corpo de Bombeiros).
Como lembra o site Convergência Digital, a transação também engloba a transferência de toda a infraestrutura física remanescente da telefonia fixa da tele. O pacote é composto por postes, torres, cabos, mastros, bases de rádio e os tradicionais orelhões. A compradora também absorve a base de clientes atual que ainda paga por linhas fixas da Oi (cerca de 3,82 milhões, segundo dados da Anatel).
A companhia terá a obrigação de manter a continuidade da prestação desses serviços até, pelo menos, dezembro de 2028. Essa exigência é vital para o atendimento em mais de 7,4 mil localidades brasileiras onde a Oi opera como a única provedora de infraestrutura de telecomunicações.
Impasse com a Anatel
Agência quer suspender o leilão alegando violação de acordos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apesar da aprovação na Justiça estadual, a concretização da venda depende da Anatel. O problema é que a agência reguladora tenta barrar a transferência dos ativos, argumentando que as regras do edital violam as diretrizes da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) e passam por cima de acordos previamente firmados.
O centro do questionamento é o Termo de Autocomposição. As regras do contrato proíbem a venda de equipamentos essenciais em municípios onde a operadora é a única prestadora disponível. A agência alega que o edital libera a transferência desses ativos sem um filtro rigoroso, gerando o risco de deixar milhares de cidadãos sem sinal. Devido ao que seria um desrespeito às regras, a Anatel pode mudar o curso do negócio.
Além das questões de infraestrutura, a agência aponta a ausência de garantias financeiras para assegurar a operação e defende que a competência para julgar o caso é da Justiça Federal, por envolver o Governo Federal e o Ministério das Comunicações.
Por fim, a autarquia reitera que nenhuma venda no setor pode ser finalizada sem a sua anuência prévia e exige a anulação do edital atual para participar da elaboração de novas regras.
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em promoção por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 36% em relação ao preço de lançamento de R$ 4.999.
O celular intermediário premium tem como atrativos uma tela POLED de 6,7″, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro é um celular intermediário premium equipado com um painel POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits que oferece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho alto e robusto em multitarefa, apps e games mais exigentes. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço mais do que suficiente para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O kit de câmeras traz sensores wide com estabilizador óptico de imagem (OIS) e ultrawide, dupla voltada a cenas com grande campo de visão, e frontal para captura de selfies com qualidade, todos de 50 MP; somente a telefoto traseira com zoom óptico de 3x para aproximações possui menor resolução, 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Motorola Edge 60 Pro possuem 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Motorola Edge 60 Pro é um composto de plástico e polímero de silicone reforçado pelo combo de certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos em água doce de até 1,5 m por no máximo 30 minutos.
O gadget traz um interessante botão dedicado ao Moto AI, a suíte de inteligência artificial da Motorola, que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente, criação de playlists baseadas no humor do usuário, e outras funções.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 6.000 mAh resiste a até 45 horas de uso moderado, segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de até 90 W via USB-C, sendo capaz de injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e deve receber apenas mais duas atualizações do sistema operacional. O celular intermediário premium sai por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 36% em relação ao valor original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
A Anthropic anunciou um acordo com o Google e com a Broadcom para ampliar sua infraestrutura de computação em inteligência artificial. A iniciativa busca sustentar o crescimento acelerado da demanda pelos modelos da linha Claude, especialmente no segmento corporativo.
Segundo a empresa, os novos contratos expandem o uso das unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google Cloud (chips desenvolvidos para tarefas avançadas de IA). O acordo também aprofunda uma parceria que já existe desde outubro de 2025. Na ocasião, o acordo previa mais de um gigawatt de capacidade computacional – número que, agora, será ampliado.
A Anthropic não divulgou oficialmente os detalhes completos da expansão, incluindo a quantidade de poder computacional prevista. No entanto, documentos recentes da Broadcom indicam que o novo contrato pode envolver até 3,5 gigawatts de poder computacional.
Segundo o TechCrunch, a maior parte dessa estrutura deverá ser instalada nos Estados Unidos, alinhada ao plano da empresa de investir US$ 50 bilhões em infraestrutura no país. A nova capacidade deve entrar em operação a partir de 2027.
De acordo com a companhia, o movimento representa o maior investimento em computação já realizado pela Anthropic até o momento:
Essa parceria inovadora com o Google e a Broadcom é uma continuidade da nossa abordagem disciplinada para escalar a infraestrutura: estamos construindo a capacidade necessária para atender ao crescimento exponencial que temos visto em nossa base de clientes, ao mesmo tempo em que permitimos que Claude defina a fronteira do desenvolvimento de IA. Estamos fazendo nosso maior investimento em computação até o momento para acompanhar nosso crescimento sem precedentes.
Krishna Rao, CFO da Anthropic
Nem a briga com o governo dos EUA foi suficiente para barrar a demanda pelo Claude – Imagem: RixAiArt / Shutterstock
Expansão da Anthropic e do Claude
O anúncio ocorre em meio a uma rápida expansão do negócio da Anthropic. A desenvolvedora registrou um salto expressivo em sua receita anualizada, que passou de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para cerca de US$ 30 bilhões atualmente. A base de clientes também cresceu, com mais de mil empresas gastando acima de US$ 1 milhão por ano com as soluções.
Esse avanço foi impulsionado pela adoção crescente de modelos de IA generativa em ambientes corporativos. A empresa também concluiu recentemente uma rodada de financiamento Série G de US$ 30 bilhões, que elevou sua avaliação de mercado para US$ 380 bilhões.
Apesar do crescimento, a Anthropic já foi apontada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como um potencial risco para a cadeia de suprimentos – um fator que, por ora, não impediu a expansão da demanda pelos serviços. O Olhar Digital deu os detalhes sobre a briga da empresa com o governo norte-americano neste link.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está disponível por R$ 3.236,15 no Pix no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 4.999, o smartphone premium da Motorola com ampla bateria e tela pOLED recebe um desconto de 35% nesta oferta.
Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED, câmera com Moto AI e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro tem um conjunto de câmera traseira liderado por um sensor de 50 MP da Sony (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e brilho máximo de 4.500 nits. O painel com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ ainda promete imagens fluidas e detalhadas em vídeos e jogos.
O telefone com Moto AI apresenta uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP e suporte para vídeos em 4K e fotos com zoom híbrido de até 50x. Já a câmera frontal de 50 MP também registra vídeos em 4K e selfies extremamente detalhadas.
Um dos principais atrativos do Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh com autonomia para até 45 horas de uso moderado. O aparelho ainda conta com carregamento rápido de até 90 W, podendo ir de 0 a 100% em somente 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro influi o MotoAI e um botão dedicado para a Inteligência Artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone premium da Motorola adota o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Então, os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.
Na parte de software, o telefone está pronto para receber o Android 16 e deve receber apenas mais duas grandes atualizações do sistema operacional. O modelo traz conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix. O valor representa um desconto alto de 44% em comparação ao preço original de R$ 2.999. O smartwatch da multinacional chinesa aposta em design robusto com tela avançada e longa autonomia de bateria.
Huawei Watch GT 6 Pro traz tela AMOLED de 3.000 nits e carcaça de titânio
Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge pico de brilho de 3.000 nits, nível que assegura visualização confortável dos dados mesmo debaixo de sol forte. Além disso, o revestimento do vidro Cristal de Safira proporciona alta resistência a arranhões e a pulseira de fluoroelastômero garante alta durabilidade.
O corpo formado em liga de titânio indica um material ultrarresistente a várias situações e condições climáticas como chuvas e raios solares intensos. O Huawei Watch GT 6 Pro também inclui resistência a 5 ATM em água e a mais alta certificação IP69 contra poeira e jatos d’água de alta pressão.
O smartwatch apresenta sensores capazes de realizar o monitoramento contínuo de aspectos relevantes relacionados a saúde. Entre eles, o acompanhamento tanto da frequência cardíaca como respiratória, execução de eletrocardiograma, medição da saturação de oxigênio no sangue (SpO2) e relatórios do sono.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
Em relação a esportes, o relógio inteligente da Huawei faz bonito e promete monitorar mais de 100 atividades físicas diferentes. O GPS integrado proporciona geolocalização precisa e dados a respeito da distância percorrida, calorias queimadas e número de passos dados, por exemplo.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix promete entregar até 21 dias de autonomia longe das tomadas com o uso moderado por parte do usuário.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.
O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.
Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.
O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.
Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.
Por que ter um plano específico de inteligência artificial?
As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.
O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)
Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.
Preços do Google One
Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.
Padrão
AI Plus
Premium
AI Pro
Preço
R$ 14,99
R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)
R$ 49,99
R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento
200 GB
200 GB
2 TB
5 TB
Gmail, Docs, Sheets e mais
Sim
Sim
Sim
Sim
Créditos de IA
Não
200 créditos
200 créditos
1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais
Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.
Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.
O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.
Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.
O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?
A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.
O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.
Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Uma juíza federal dos Estados Unidos determinou o bloqueio temporário de uma medida do Pentágono que classificava a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic como um “risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional”.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Rita Lin, que apontou indícios de que a medida teria caráter punitivo. Segundo ela, “o registro sustenta uma inferência de que a Anthropic está sendo punida por criticar a posição de contratação do governo na imprensa”.
Na avaliação da magistrada, a ação do governo pode configurar retaliação ilegal com base na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “Punir a Anthropic por trazer escrutínio público à posição de contratação do governo é um caso clássico de retaliação ilegal da Primeira Emenda”, escreveu.
A decisão judicial ocorre após audiências realizadas no início desta semana e estabelece que a ordem de bloqueio temporário entre em vigor dentro de sete dias.
Deliberação começou na terça-feira (24) (Imagem: RixAiArt/Shutterstock)
Anthropic vs Pentágono: linha do tempo
11 de julho de 2024: a Anthropic firmou uma parceria com a Palantir para integrar o Claude à plataforma de IA Palantir AIP. O objetivo era permitir que agências de inteligência e defesa dos EUA usassem a IA para analisar grandes volumes de dados complexos de forma segura.
14 de julho de 2025: o Pentágono concedeu à Anthropic um contrato de prototipagem no valor de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). O objetivo era desenvolver capacidades de IA de fronteira para a segurança nacional. Outras empresas, como OpenAI e xAI, também receberam contratos de valores similares na mesma época.
Janeiro de 2026: o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, emitiu um memorando exigindo que todos os contratos de IA do Departamento de Defesa incluíssem uma cláusula de “qualquer uso lícito” em até 180 dias. A medida entrou em conflito direto com as políticas de segurança da Anthropic, que proíbem o uso do Claude para vigilância doméstica em massa ou armas totalmente autônomas.
24 de fevereiro de 2026: Hegseth reuniu-se com o CEO da Anthropic, Dario Amodei, exigindo formalmente a assinatura de um documento que garantisse ao exército acesso total e irrestrito aos modelos Claude, sem as “travas” de segurança da empresa.
27 de fevereiro de 2026:fim do prazo estipulado pelo Pentágono. A Anthropic recusou-se oficialmente a remover as salvaguardas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que todas as agências federais interrompessem o uso dos produtos da Anthropic. No mesmo dia, Hegseth declarou a empresa um “risco à cadeia de suprimentos”, proibindo qualquer contratante militar de fazer negócios com ela.
28 de fevereiro de 2026: a OpenAI, através de Sam Altman, aproveitou o vácuo deixado pela Anthropic e anunciou um novo acordo para implantar seus modelos na rede classificada do Departamento de Defesa, comprometendo-se com os termos de “uso lícito” exigidos pelo governo. Enquanto os Estados Unidos baniam a Anthropic, o Pentágono iniciava a Operação Epic Fury, uma ofensiva aérea contra o Irã, usando as ferramentas de IA da empresa.
24 de março de 2026:Anthropic e governo foram aos tribunais pela primeira vez. Houve uma audiência em um tribunal federal da Califórnia, que deliberou sobre a validade da medida tomada pelo Pentágono.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)Resumo
Intel anunciou GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória GDDR6, focadas em aplicações profissionais;
Arc B70 Pro possui 32 núcleos Xe, 256 motores XMX, e desempenho Int8 de 367 TOPS, enquanto Arc B65 Pro tem 20 núcleos Xe, 160 motores XMX, e desempenho Int8 de 197 TOPS;
Nos EUA, Arc B70 Pro custa US$ 949, e Arc B65 Pro será lançada em abril de 2026; não há informações sobre lançamento no Brasil.
A Intel segue tentando emplacar no segmento de placas de vídeo dedicadas. A companhia aproveitou o evento Intel Pro Day 2026, realizado nesta quarta-feira (25/03), para anunciar oficialmente as GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, ambas com codinome “Big Battlemage”.
Elas até podem ser usadas para jogos, mas as duas novas placas de vídeo da Intel têm foco em aplicações profissionais, podendo ser empregadas em workstations (computadores de alto desempenho), portanto.
Nesse sentido, a própria Intel destaca que as novidades oferecem “forte desempenho e excelente custo-benefício para criação de conteúdo, cargas de trabalho de engenharia e inferência de IA”.
Para tanto, as novas GPUs foram equipadas com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória (VRAM). Como a numeração mais alta no nome sugere, a Arc B70 Pro é o modelo mais avançado.
As principais especificações da dupla são estas:
Arc B70 Pro
Arc B65 Pro
Núcleos Xe
32
20
Unidades Ray Tracing
32
20
Motores XMX
256
160
VRAM
32 GB de GDDR6
32 GB de GDDR6
Largura de memória
608 GB/s
608 GB/s
Interface de memória
256 bits
192 bits
Desempenho (Int8)
367 TOPS
197 TOPS
Consumo
160-290 W
200 W
Sistemas
Windows e Linux
Windows e Linux
Outros
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
Apenas para não restar dúvidas, os núcleos Xe consistem nos blocos de processamento gráfico em si, podendo ser comparados aos núcleos Cuda, da Nvidia.
Já os motores XMX (Xe Matrix Extensions) consistem em componentes direcionados a tarefas de aceleração de inteligência artificial, atuando em processamento de imagens ou upscaling por IA, por exemplo, e podem ser comparados aos núcleos Tensor, da Nvidia.
Disponibilidade e preços das placas Arc B65 Pro e Arc B70 Pro
Nos Estados Unidos, a Intel Arc B70 Pro será lançada nesta quarta-feira com preço sugerido de US$ 949 (R$ 5.005, na conversão direta). O modelo terá variações produzidas por marcas parceiras da Intel, como ARKN, ASRock, Gunnir, Maxsun e Sparkle, que podem trabalhar com valores diferentes.
Já a Intel Arc Pro B65 será lançada em abril de 2026 pelos parceiros da Intel. A faixa de preços do modelo ainda não foi revelada, porém.
Ainda não há informação sobre lançamento oficial no Brasil.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)
Outros anúncios da Intel
As novas placas de vídeo Arc não são as únicas novidades da Intel. A companhia também anunciou os processadores Core Ultra Série 3 para notebooks de alto desempenho voltados ao segmento corporativo. Esses chips têm tecnologia Intel 18A (equivalente, até certo ponto, ao padrão de 2 nanômetros da TSMC) e até 16 núcleos de CPU.
Para estações de trabalho ainda mais avançadas, a Intel confirmou os processadores Xeon 600 com opções que vão de 12 a 86 núcleos de CPU, chips estes que haviam sido revelados em fevereiro.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com um dos melhores preços já encontrados pelo Achados. O smartwatch robusto com tela AMOLED e sensores avançados sai por R$ 1.699 em até 10x sem juros no Mercado Livre. Em termos de comparação, você garante um valor 43% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo de titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro possui caixa de 46 mm (imagem: Divulgação)
O relógio inteligente premium da Huawei tem construção em liga de titânio e Cristal de Safira sobreposto ao painel AMOLED de 1,47 polegadas com brilho de até 3.000 nits sob o sol. Ambos materiais conhecidos pela alta durabilidade, assim como a pulseira pulseira de fluoroelastômero (um tipo de borracha sintética).
Além disso, ao resistir a 5 ATM e possuir certificação IP69, significa que aguenta pressão estática equivalente a 50 metros de profundidade e jatos d’água em alta pressão, respectivamente. Portanto, o usuário não vai precisar retirá-lo do pulso enquanto estiver na piscina ou praticando esportes aquáticos.
Segundo a empresa chinesa, o Huawei Watch GT 6 Pro entrega autonomia para até 21 dias em uso moderado. Apesar de ter uma bateria de longa duração, vale ressaltar que com o uso intenso ou GPS ativado a todo momento o período longe da tomada vai ser menor.
Huawei Watch GT 6 Pro traz uma coroa giratória na lateral (imagem: Divulgação)
O smartwatch possui sensores que possibilitam o acompanhamento contínuo das frequências cardíaca e respiratória, oxigenação no sangue (SpO2), ECG e dados relacionados ao sono. Já na parte física, monitora mais de 100 modalidades esportivas, incluindo exercícios aeróbicos e anaeróbicos.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção que não deve durar muito por R$ 1.699 em até 10x sem juros apresenta compatibilidade tanto a celulares com o sistema Android como iOS.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
A crise que atinge a indústria de jogos eletrônicos acaba de fazer sua vítima mais notável até agora. A Epic Games anunciou nesta terça-feira (24) o corte de mais de 1.000 postos de trabalho, uma decisão motivada pela queda no engajamento de seu principal título, o battle royaleFortnite, de acordo com informações da agência Reuters.
De acordo com um comunicado enviado pelo CEO Tim Sweeney aos funcionários, a empresa está gastando “muito mais do que estamos ganhando”. Para estancar a sangria, a Epic planeja economizar cerca de US$ 500 milhões por meio da redução de gastos com marketing, contratações e a eliminação de cargos abertos.
O fim da “magia” constante?
Embora o gênero de “jogos como serviço” tenha se mostrado resiliente nos últimos anos, manter o interesse do público exige um fluxo constante e caríssimo de novos conteúdos. Sweeney admitiu que a empresa enfrentou desafios para entregar a “magia de Fortnite” de forma consistente e que as condições atuais do mercado são as mais extremas desde a fundação da Epic, em 1991.
Um ponto importante destacado pelo CEO é que as demissões não estão relacionadas à inteligência artificial. Em um momento de medo generalizado de que a tecnologia substitua desenvolvedores, Sweeney fez questão de reforçar que os cortes são uma medida puramente financeira para garantir a sobrevivência da operação.
Esta é a segunda grande rodada de demissões da Epic Games em menos de três anos; em setembro de 2023, a empresa já havia cortado 830 funcionários. No entanto, ela não está sozinha:
EA e Amazon: gigantes como Electronic Arts e a divisão de games da Amazon também realizaram cortes em massa recentemente.
Custo de hardware: a alta nos preços dos chips de memória também pressiona o setor, elevando os custos de semicondutores e forçando fabricantes de consoles a reajustar preços.
O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.
Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.
Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.
A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.
Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.
Confira o nosso review do Poco X8 Pro
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O iPhone 17 Pro de 512 GB está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, com o retorno de um desconto histórico de 23% sobre o valor original de R$ 12.999, e o menor preço já registrado.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ e 120 Hz, chip de ponta A19 Pro e kit principal de câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro vem equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte do Sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e pancadas.
Seu desempenho fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, segundo a Apple, um kit sem paralelos entre a concorrência com 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e a adição da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 Pro conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto, todas de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A traseira do iPhone 17 Pro acomoda as câmeras principais, uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, um abatimento recorde de 23% sobre o preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
iPhone 17 Pro (512 GB) tem tela de 6,3" e 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple recebe melhor desconto desde lançamento no Pix com cupom
Claro anuncia acordo para adquirir cerca de 73% da Desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Claro firmou um acordo para comprar 73% da Desktop por R$ 2,4 bilhões.
O valor total da Desktop foi estimado em R$ 4 bilhões, mas o valor da compra surgiu do endividamento líquido de R$ 1,5 bilhão registrado pela empresa.
O pagamento inclui valor inicial e ajustes posteriores, com parte retida em conta garantia para obrigações futuras.
A Claro anunciou nesse domingo (22/03) que fechou um acordo para comprar a Desktop S.A., uma das maiores provedoras regionais de serviços de internet do Brasil. A operadora assinou um contrato para adquirir aproximadamente 73% do capital da empresa, em uma transação estimada em R$ 2,4 bilhões.
Segundo a Claro, o acordo envolve a aquisição de cerca de 84,7 milhões de ações pertencentes a fundadores e investidores, e marca a saída do executivo Denio Alves Lindo, um dos fundadores da companhia. A venda, vale lembrar, precisa ser aprovada pelo Cade e pela Anatel para ser concluída.
A Desktop foi criada em 1997 e consolidou-se como uma das principais operadoras regionais de internet, com forte atuação fora dos grandes centros.
Como foi estruturado o acordo?
De acordo com o comunicado, o valor total da Desktop foi estimado em R$ 4 bilhões. Para chegar ao preço final da operação, foi descontado o endividamento líquido da companhia, que girava em torno de R$ 1,5 bilhão até setembro de 2025.
Com isso, o valor base da transação ficou em cerca de R$ 2,4 bilhões, equivalente a R$ 20,82 por ação, sujeito a ajustes no momento da conclusão do negócio. O pagamento será dividido entre um valor inicial na data de fechamento e eventuais ajustes posteriores, conforme a apuração final da dívida.
Parte do montante ficará retida em uma conta garantia (escrow), utilizada para cobrir possíveis obrigações futuras dos vendedores. Esse valor será liberado de forma gradual ao longo de cinco anos, conforme acordado entre as partes.
As negociações entre as empresas tiveram início ainda em 2025 e avançaram nos meses seguintes. A Desktop chegou a avaliar uma possível transação com a Telefônica Brasil, dona da Vivo, mas o processo não avançou.
A conclusão do negócio ainda depende de aprovações regulatórias. Após o fechamento, a Claro deverá realizar uma oferta pública de aquisição de ações (tag along), garantindo aos acionistas minoritários o direito de vender seus papéis pelo mesmo valor pago aos controladores.
Enquanto aeroportos americanos enfrentam filas intermináveis e funcionários trabalham sem salário há semanas, Elon Musk anunciou que vai cobrir os vencimentos dos agentes da TSA durante a atual paralisação orçamentária do governo federal.
A TSA (Transportation Security Administration) é a agência federal dos EUA, criada após 11 de setembro de 2001, responsável pela segurança em aeroportos e transportes. Ela fiscaliza passageiros e bagagens, define regras de líquidos e itens proibidos, e utiliza chaves mestras para inspecionar malas trancadas com cadeados padronizados.
De acordo com a Reuters, o empresário, considerado a pessoa mais rica do mundo, fez o anúncio no sábado através de sua plataforma X. A decisão surge em meio ao quinto fim de semana consecutivo de impasse no Congresso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela TSA.
“Gostaria de me oferecer para pagar os salários do pessoal da TSA durante este impasse de financiamento que está afetando negativamente a vida de tantos americanos em aeroportos em todo o país”, escreveu Musk na rede social.
(Imagem: Georgiy Datsenko / iStock)
Funcionários prestes a perder segundo salário
Os aproximadamente 50 mil agentes de segurança aeroportuária estão a poucos dias de perder o segundo salário integral em seis meses. Mesmo sem remuneração, eles continuam sendo pressionados a comparecer ao trabalho enquanto os tempos de triagem em alguns aeroportos se estendem por horas.
Segundo dados federais, os funcionários da TSA ganham uma média de 61 mil dólares por ano. A situação se tornou tão crítica que aeroportos estão organizando campanhas de arrecadação de alimentos e aceitando doações para ajudar os trabalhadores da segurança.
Companhias aéreas e grupos de viagem alertam que as ausências entre os agentes de segurança podem aumentar novamente neste fim de semana, agravando ainda mais os atrasos nos aeroportos.
Negociações continuam sem prazo definido
O líder da maioria no Senado, John Thune, disse na sexta-feira que negociadores bipartidários conseguiram reduzir as disputas restantes sobre o financiamento do DHS. No entanto, ainda não há um acordo finalizado.
A atual crise orçamentária tem origem em um acordo firmado pelos democratas no Congresso em fevereiro. Eles concordaram em financiar a maior parte do governo federal, mas retiveram os recursos do DHS após a morte de dois cidadãos americanos em Minnesota por autoridades de imigração.
Aeroporto mais movimentado da Europa(Imagem: GordonBellPhotography/iStock)
Precedente de financiamento privado
Esta não seria a primeira vez que um doador privado intervém durante uma paralisação governamental. No ano passado, o presidente Donald Trump revelou que um doador rico forneceu 130 milhões de dólares para cobrir possíveis déficits no pagamento militar durante uma paralisação que durou 43 dias – a mais longa da história americana.
Até o momento, nem o DHS, nem a TSA, nem representantes de Musk responderam às solicitações de comentários sobre a proposta do bilionário.
A situação continua impactando milhões de passageiros que enfrentam longas esperas nos aeroportos, enquanto os trabalhadores essenciais da segurança aeroportuária permanecem sem seus salários em meio às negociações políticas em Washington.
Pesquisadores decidiram monitorar o que acontece com uma bituca de cigarro durante uma década inteira, e o resultado é um alerta vermelho para o meio ambiente. O estudo, publicado na revista Environmental Pollution, mostra que, mesmo em condições ideais de decomposição, quase nada desse lixo realmente desaparece. Em vez de sumir, o material se fragmenta em agregados microscópicos que continuam liberando toxicidade na terra.
O plástico “disfarçado” de filtro
O grande problema reside na composição: o filtro do cigarro é feito de acetato de celulose, um polímero plástico modificado quimicamente para ser extremamente durável. Segundo reportado pelo Phys.org, essas fibras são compactadas de forma tão densa que se tornam altamente resistentes ao ataque de microrganismos.
Para testar a resistência desse material, os cientistas rastrearam o destino de milhares de bitucas em cenários reais, desde o asfalto urbano até solos férteis, por 120 meses.
Os dados revelam que o ambiente dita a velocidade da degradação, mas o destino final é quase sempre o mesmo: a persistência.
Ambientes urbanos: no asfalto ou em superfícies cimentadas, a degradação estagnou rapidamente. Após 10 anos, cerca de 48% do material original ainda estava lá, praticamente intacto.
Solos férteis: em gramados ricos em nutrientes, a perda de massa foi maior (84%), mas isso não significa “sumiço”. As bitucas passaram por uma mutação estrutural.
A mutação para microplástico
Com o auxílio de microscopia eletrônica, o estudo identificou que, sob condições favoráveis, as fibras do filtro perdem sua forma original e se fundem à matriz do solo. Elas se tornam agregados microscópicos, ou seja, esferas minúsculas de plástico que se misturam a minerais e resíduos biológicos.
Essa transformação é um caminho perigoso, pois cria microplásticos secundários que são impossíveis de coletar e podem ser transportados facilmente pela água ou ingeridos por pequenos animais, entrando na cadeia alimentar.
A pesquisa também derrubou a ideia de que, com o tempo, a bituca deixa de ser tóxica. Embora o “pico” de veneno (nicotina e metais pesados) ocorra logo após o descarte, o processo de quebra das fibras libera substâncias químicas que estavam presas no interior do filtro.
Após uma década, os resíduos ainda apresentavam efeitos biológicos mensuráveis em organismos de teste. Isso prova que, mesmo quando ficam “invisíveis” no solo, as bitucas continuam agindo como poluentes ativos, e não apenas como sujeira inerte.
Dia de Choque-Rei! Neste sábado (21), São Paulo e Palmeiras se enfrentam pela 8ª rodada do Brasileirão2026. A bola rola às 21h (horário de Brasília) no Estádio MorumBIS, em São Paulo (SP).
Onde assistir São Paulo x Palmeiras no Brasileirão?
O duelo entre São Paulo e Palmeiras terá transmissão pela TV fechada, no SporTV e pelo canal pay-per-view Premiere.
Prováveis escalações
São Paulo: Rafael; Lucas Ramon, Alan Franco, Sabino e Enzo Díaz; Danielzinho, Bobadilla, Marcos Antônio e Cauly; Luciano e Calleri.
Técnico: Roger Machado.
Palmeiras: Carlos Miguel; Khellven, Gustavo Gómez, Murilo e Piquerez (Arthur); Marlon Freitas, Andreas Pereira, Maurício e Arias; Flaco López e Vitor Roque.
Técnico: Abel Ferreira.
Arbitragem
Árbitro: Anderson Daronco (RS).
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Maira Mastella Moreira (RS).
VAR: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Tricolor paulista é o segundo colocado, com 16 pontos, e busca reação após perder por 1 a 0 para o Atlético Mineiro. A derrota encerrou a invencibilidade e custou a liderança do Brasileirão, agora nas mãos do próprio rival.
O Palmeiras chega embalado após vencer o Botafogo por 2 a 1, resultado que garantiu a liderança, com 16 pontos e vantagem no saldo. O Verdão ainda aposta na invencibilidade de 11 jogos contra o rival para se manter no topo.
Neste sábado (21), Fluminense e Atlético-MG se enfrentam em jogo válido pela 8ª rodada doBrasileirão 2026. A bola rola para a partida às 18h30 (horário de Brasília) no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Onde assistir Fluminense x Atlético-MG pelo Brasileirão?
O duelo entre Fluminense e Atlético-MG será transmitido ao vivo e com exclusividade pelo streaming Amazon Prime.
Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui.
Prováveis escalações e arbitragem
Fluminense: Fábio; Samuel Xavier, Jemmes, Ignácio e Renê (Guilherme Arana); Martinelli, Hércules e Lucho Acosta; Savarino, Canobbio e John Kennedy (Rodrigo Castillo).
Técnico: Luis Zubeldía.
Atlético-MG: Everson; Preciado (Lyanco), Ivan Román, Junior Alonso e Renan Lodi; Alan Franco, Tomás Perez e Victor Hugo; Cuello, Hulk e Cassierra.
Técnico: Eduardo Domínguez.
Arbitragem:
Arbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP).
Assistentes: Alex Ang Ribeiro (SP) e Anderson Jose de Moraes Coelho (SP).
Quarto Árbitro: Daniel Alejandro Hidalgo Blanco (RR).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP).
As escalações confirmadas são divulgadas cerca de uma hora antes do jogo.
O Fluminense começou bem a temporada e segue entre os primeiros colocados. Apesar dos tropeços contra Palmeiras e Vasco, o time de Luis Zubeldía mantém força ofensiva. A meta é somar pontos antes de o calendário apertar.
O Atlético Mineiro ganhou novo fôlego com a chegada de Eduardo Domínguez. O time venceu os últimos jogos e busca manter a evolução, sobretudo fora de casa, onde ainda não pontuou no Brasileirão, tentando provar que a reação é consistente.
Neste sábado (21), RB Bragantino e Botafogo se enfrentam pela 8ª rodada do Brasileirão 2026. A bola rola às 16h (horário de Brasília) no Estádio Cícero de Souza Marques, Bragança, SP.
RB Bragantino x Botafogo:
Competição: Brasileirão 2026
Rodada: 8ª
Data: 21/03 (quarta-feira)
Horário: 16h (horário de Brasília)
Local: Estádio Cícero de Souza Marques, Bragança, SP.
O Red Bull Bragantino é o 12º, com oito pontos, e vive instabilidade. A campanha irregular inclui duas vitórias, dois empates e três derrotas, além de cinco jogos sem vencer. No Nabi Abi Chedid, o time vê chance de reagir e retomar a briga por competições continentais.
O Botafogo vive situação crítica: é o 18º, com três pontos. Com uma vitória e quatro derrotas, soma quatro tropeços nos últimos cinco jogos. Sob forte pressão, pontuar fora de casa virou questão de sobrevivência para tentar conter a crise.
Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).
Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.
Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)
Episódio piora tensões
O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.
Leia mais:
Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.
O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.
Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.
Um júri na Califórnia (EUA) concluiu que Elon Musk enganou investidores do Twitter (atual X) durante o período que antecedeu a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões (R$ 233,7 bilhões). O veredicto foi emitido nesta sexta-feira (20) e estabelece que os danos totais podem chegar a até US$ 2,6 bilhões (R$ 13,8 bilhões), segundo advogados dos autores da ação.
O processo coletivo, intitulado Pampena v. Musk, foi protocolado em outubro de 2022, após Musk concluir a compra da rede social por US$ 54,20 (R$ 287,99) por ação. Posteriormente, ele renomeou a empresa para X e a integrou à sua companhia de inteligência artificial, a xAI, antes de também vinculá-la à SpaceX.
O que os advogados que acusam Musk dizem
Segundo os advogados dos investidores, o comportamento de Musk prejudicou acionistas comuns;
“Este é um grande exemplo do que você não pode fazer com o investidor médio — pessoas que têm planos de aposentadoria, filhos, fundos de pensão, professores, bombeiros, enfermeiros”, afirmou Joseph Cotchett, representante dos investidores, em entrevista à CNBC no tribunal de São Francisco (EUA). “Era disso que tratava este caso. Não era sobre Musk. Era sobre toda a operação”;
Em comunicado enviado por e-mail, advogados de Musk do escritório Quinn Emanuel afirmaram: “Vemos o veredicto de hoje, em que o júri decidiu tanto a favor quanto contra os autores e não encontrou um esquema de fraude, como um obstáculo no caminho. E esperamos a reabilitação na apelação”;
A controvérsia teve início após a proposta de compra do Twitter feita por Musk em abril de 2022. Pouco depois, o empresário passou a demonstrar dúvidas sobre o negócio, questionando publicamente o nível de contas falsas, bots e spam na plataforma;
Em maio daquele ano, ele escreveu no Twitter que a aquisição estava “temporariamente suspensa” até que o então CEO da empresa comprovasse que as contas inautênticas representavam cerca de 5% do total, conforme divulgado em relatórios enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).
As publicações e declarações adicionais de Musk provocaram uma queda de quase 10% nas ações do Twitter em uma única sessão. Após quatro dias de deliberação, o júri concluiu por unanimidade que os tuítes publicados em 13 e 17 de maio eram materialmente falsos ou enganosos.
Executivo teria forçado queda no valor das ações do Twitter deliberadamente (Imagem: photosince/Shutterstock)
Ex-acionistas da empresa, incluindo investidores de varejo e operadores de opções, argumentaram que as declarações faziam parte de uma estratégia para pressionar o conselho do Twitter a aceitar uma venda por um valor inferior à oferta inicial. Segundo eles, Musk também estaria motivado pela queda nas ações da Tesla, o que o obrigaria a vender mais papéis da empresa para financiar a aquisição.
Os autores da ação afirmaram ainda que venderam suas ações por valores abaixo de US$ 54,20 em resposta às declarações públicas de Musk e entrevistas à imprensa. A estimativa de danos potenciais leva em conta análises de especialistas sobre o impacto das mudanças de posição do empresário no preço das ações durante o período abrangido pelo processo.
De acordo com os advogados dos investidores, o processo de administração das reivindicações deve ser estruturado em cerca de 90 dias. Em seguida, o governo levará mais alguns meses para processar os pedidos e permitir que os investidores comecem a recuperar parte de suas perdas.
A defesa de Musk sustentou que as declarações do empresário se baseavam em preocupações legítimas sobre bots, spam e contas falsas na plataforma, e que não configuravam fraude de valores mobiliários nem uma tentativa deliberada de derrubar o preço das ações.
O júri concluiu que, embora Musk tenha feito declarações falsas e enganosas que prejudicaram alguns acionistas, não houve um esquema específico de fraude contra investidores.
Apesar de representar uma reprimenda significativa ao empresário, o impacto financeiro do veredicto tende a ser limitado diante de sua fortuna, estimada atualmente em cerca de US$ 650 bilhões (R$ 3,4 trilhões), segundo a Bloomberg.
O iPhone 17 Pro (512 GB) baixou um pouco mais o preço no Mercado Livre. Ontem (19) o Achados divulgou o dispositivo com o menor preço histórico, porém com a adição do novo cupom MELHORPROMO, agora sai por R$ 8.639 no Pix. Isso significa uma redução maior de 34% pela versão com o preço de lançamento de R$ 12.999.
iPhone 17 Pro promete desempenho 40% melhor
iPhone 17 Pro possui revestimento antirreflexo e brilho com pico de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A afirmação de que o iPhone 17 Pro entrega um desempenho 40% melhor vem diretamente da Apple. Os ganhos em performance da GPU, CPU e do novo resfriamento térmico ao processador A19 Pro (3 nm) vão possibilitar maior rapidez e potência para executar jogos com gráficos pesados e apps de edição exigentes, por exemplo.
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com o suporte a HDR10 e Dolby Vision, entregando cores mais intensas às imagens exibidas em resolução de 2.622 x 1.206 pixels. O ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz assegura fluidez gráfica em diferentes tipos de conteúdos e maior eficiência energética.
A nova linha Pro, incluindo o Pro Max, apresenta um novo detalhe na traseira. Agora a região mais saltada em relação a carcaça que abriga as câmeras vai de ponta a ponta, e não somente em volta delas. Por falar nelas, as três lentes Wide, Ultrawide e Periscópio são de 48 megapixels. Além disso, o sistema grava vídeos em resolução 4K.
iPhone 17 Pro apresenta novo visual na traseira revestida por alumínio e Ceramic Shield (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone conta com as conexões de Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 e o sistema de NFC via Apple Pay em conectividade. A bateria de 3.998 mAh suporta carregamento rápido de 40 W e entrega autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple.
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
A proposta vai além do uso em ambientes civis. De acordo com Sankaet Pathak, fundador da Foundation Future Industries, o objetivo de longo prazo é desenvolver um sistema capaz de atuar de forma autônoma em operações militares, incluindo navegação em campo e identificação de alvos.
Apesar disso, o executivo afirma que o uso de armamentos ainda dependerá de supervisão humana. A lógica, segundo ele, segue o modelo já adotado em drones militares, que podem operar de forma independente em várias etapas, mas exigem autorização humana para ações ofensivas.
Pathak destaca que a autonomia será aplicada principalmente em tarefas operacionais, como transporte de suprimentos, organização de materiais e outras funções ligadas à logística em cenários de defesa. Para ele, essas atividades são essenciais e podem ser automatizadas com maior segurança.
Outro ponto enfatizado pela empresa é a arquitetura do sistema. O Phantom-01 foi desenvolvido para operar com um computador embarcado, reduzindo a dependência de conexões externas. A estratégia busca diminuir a exposição a possíveis ataques cibernéticos, especialmente em ambientes sensíveis.
Empresa espera lançar novo modelo de robô humanoide no mês que vem (Imagem: Foundation Future Industries)
Próxima geração do robô humanoide está chegando
A companhia já prepara a próxima geração do robô, com lançamento previsto para abril. A nova versão deve trazer melhorias voltadas à produção em larga escala, com a expectativa de comercializar milhares de unidades ainda este ano.
O projeto coloca a Foundation Future Industries em um mercado cada vez mais competitivo, que inclui iniciativas semelhantes de empresas como Tesla, Agility Robotics e Apptronik, todas investindo no desenvolvimento de robôs humanoides com potencial para aplicações industriais e, em alguns casos, estratégicas.
Como demonstração, a empresa divulgou um vídeo do robô desarmando uma bomba:
O iPhone 17 Pro de 512 GB está com desconto histórico de 23% em oferta no Mercado Livre. Anunciado por R$ 12.999, sai por R$ 9.989 no Pix com a adição do cupom MELHORPROMO. O dispositivo traz um design renovado na parte traseira e promete fornecer ainda mais desempenho com o seu novo processador.
iPhone 17 Pro tem chip A19 Pro e trio de câmeras de 48 MP
iPhone 17 Pro carrega trio traseiro de câmeras de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Apple deu uma repaginada no design traseiro da versão Pro do iPhone 17. As câmeras ficam abrigadas em um módulo saltado em relação a carcaça que agora vai de ponta a ponta. Por falar nelas, passaram todas a ter 48 MP: Wide com f/1.8, Ultrawide com ângulo de 120˚ e a Periscópio com zoom óptico 4x que foi aprimorada. O sistema grava vídeos em 4K até 120 fps.
O iPhone 17 Pro obtém desempenho apoiado a 12 GB de memória RAM e ao processador A19 Pro (3 nm). De acordo com a fabricante, o chipset fornece até 40% mais poder em CPU e GPU, o que significa mais poder e velocidade de processamento para multitarefa.
O painel Super Retina XDR de 6,3 polegadas exibe cores mais vibrantes com o suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision. Além disso, a tecnologia ProMotion garante taxa de atualização de 120 Hz que assegura excelente fluidez para navegação, vídeos e jogos. A tela ainda atinge brilho com pico de 3.000 nits.
iPhone 17 Pro traz o Ceramic Shield 2 que promete 3x maior resistência (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 3.998 mAh proporciona autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeos, segundo a Apple. Há o suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e ainda reverso de 4,5 W. Já em conectividade, o Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 possibilitam conexões mais rápidas e estáveis.
O iPhone 17 Pro (512 GB) em oferta histórica por R$ 9.989 no Pix com o cupom MELHORPROMO possui estrutura em alumínio e inclui a certificação IP68 assegurando resistência a poeira e imersão em água doce de até 6 metros.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Motorola Edge 60 Pro 5G de 256 GB, que já estava em promoção essa semana, acaba de ficar ainda mais barato. Com o novo cupom MAGALU200, o celular da Motorola sai por apenas R$ 2.249 no Pix no Magalu. A oferta, que é a melhor desde o início de janeiro, representa menos da metade do preço original de R$ 4.999.
Já a ficha técnica do smartphone se destaca pela bateria grande de 6.000 mAh e pela RAM expansível até 26 GB.
Edge 60 Pro promete autonomia de bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz bateria com impressionantes 6.000 mAh de capacidade. Esse número é bastante acima de outros celulares intermediários e topo de linha, que costumam ficar entre 4.000 mAh e 5.000 mAh de capacidade. E como tamanho não é documento, a Motorola ainda promete até 45 horas de uso, e um carregador de 90 W na caixa.
Além disso, o smartphone é equipado com um processador Mediatek Dimensity 8350 Extreme e uma RAM que traz originalmente 12 GB de memória. Essas configurações já tendem a ser suficientes para uma multitarefa satisfatória, mas é possível ainda fazer uma espécie de upgrade subindo a RAM para até 24 GB via tecnologia de RAM virtual.
As câmeras também são destaque. O Motorola Edge 60 Pro traz conjunto fotográfico triplo na traseira, com um sensor principal de 50 megapixels, ultrawide para fotos amplas também de 50 MP e uma telefoto de 10 MP para fotos com zoom. Além de uma lente para selfies com 50 MP, que é outro diferencial em relação a demais celulares da categoria.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Por fim, por pertencer à linha Edge, segundo a política de atualizações da Motorola, o celular será atualizado até o Android 18. A resistência contra água e poeira é assegurada pela certificação IP69. E não custa lembrar, o Motorola Edge 60 cai para R$ 2.249 no Pix hoje aplicando o cupom MAGALU200 no Magazine Luiza.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O iPhone 17 Pro de 256 GB está em promoção por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 32% em comparação ao valor original de R$ 12.999.
O celular premium da Apple é equipado com um kit principal de câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro traz um design renovado por conta das novas câmeras principais: uma wide com OIS e uma ultrawide, próprias para a captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP Center Stage tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Seu chip A19 Pro de 3 nanômetros, aliado aos 12 GB de RAM, entrega 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior e, segundo a Apple, não tem paralelos entre a concorrência em termos de performance. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio recebe o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, que adicionam resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que oferece cores vibrantes, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte. O display recebe a proteção adicional do vidro Ceramic Shield 2.
Na parte da conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria possui autonomia de 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está em oferta por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 32% sobre o preço de lançamento.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
iPhone 17 Pro (256 GB) tem câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED com ProMotion de 120 Hz; celular premium da Apple sai 32% mais barato que preço original no Pix
O Huawei Watch Fit 4 Pro está com uma das melhores promoções recentes no Mercado Livre. O smartwatch sai por R$ 1.169 no Pix, um desconto de 53% em relação ao preço de lançamento de R$ 2.499. O usuário terá em mãos a possibilidade monitorar mais de 100 tipos de treino e um sistema para saúde bem completo.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bisel em titânio
Huawei Watch Fit 4 Pro tem três cores: verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
Para quem busca um smartwatch resistente para o dia a dia, o Huawei Watch Fit 4 Pro traz uma caixa formada por um bisel de liga de titânio e uma tampa frontal de liga de alumínio. A tela AMOLED de 1,82 polegadas com brilho de até 3.000 nits tem revestimento de vidro de safira artificial. O modelo em oferta ainda conta com pulseira resistente a água e suor.
O dispositivo tem a capacidade de acompanhar mais de 100 modalidades distintas de treinos, de acordo com a fabricante. Incluindo esportes aquáticos, já que possui resistência a água de 5 ATM e um sensor de profundidade que funciona a até 40 metros de profundidade.
Em relação a saúde, há o sistema HUAWEI TruSense que oferece o monitoramento de dados relacionados aos sistemas respiratório, nervoso e endócrino. O smartwatch também conta com sensores para checar a oxigenação no sangue, ECG e ainda detectar apneia.
Huawei Watch Fit 4 Pro suporta mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
A duração da bateria pode variar conforme o uso e a ativação de funções como Always On Display e GPS de dupla frequência. De acordo com a Huawei, o relógio fornece autonomia máxima de até 10 dias e possui carregamento sem fio.
No mais, o Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção por R$ 1.169 no Pix inclui alto-falante e microfone embutidos que possibilita responder ao recebimento de ligações.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Nova linha traz visual premium e corpo resistente (imagem: divulgação/Xiaomi)Resumo
Xiaomi anunciou a nova linha Poco X8 Pro com três versões, incluindo modelo Max e edição especial do Homem de Ferro.
Os smartphones trazem chips MediaTek Dimensity inéditos, baterias grandes e carregamento rápido de 100 W.
Poco X8 Pro já foi homologado pela Anatel, mas ainda não há informação sobre o preço; em marketplaces, ele é encontrado por cerca de R$ 3 mil.
A Poco, marca da Xiaomi, lança globalmente nesta terça-feira (17/03) a nova geração de smartphones da linha X: a série Poco X8 Pro. A família inclui os modelos Poco X8 Pro, Poco X8 Pro Max e uma edição especial temática do Homem de Ferro.
Ainda não se sabe se os três modelos serão oficialmente lançados no Brasil, mas o X8 Pro está homologado na Anatel desde o mês passado. Os preços para o mercado nacional devem ser anunciados em evento marcado para as 20h de hoje.
Os aparelhos trazem hardware avançado, baterias de alta capacidade e design atualizado, em uma tentativa de acirrar a concorrência na categoria. A proposta é reforçar a presença da empresa no segmento de alto desempenho, com foco em público gamer e usuários mais exigentes.
Desempenho e resfriamento líquido
O Poco X8 Pro Max marca a estreia global do processador Dimensity 9500s, da MediaTek. Fabricado no processo de 3 nanômetros, o chip atinge até 3,73 GHz. Segundo a fabricante, o hardware garante mais de 3 milhões de pontos em testes de benchmark no AnTuTu.
O modelo padrão, Poco X8 Pro, é equipado com o também inédito Dimensity 8500-Ultra, que promete um salto de 25% no desempenho gráfico em comparação à geração passada, além de maior eficiência energética.
Ambas as versões oferecem suporte a ray tracing via hardware para entregar iluminação mais realista em jogos compatíveis. Para controlar a temperatura durante o uso intenso, os dispositivos utilizam sistemas de resfriamento líquido.
Maior bateria e recarga de 100 W
Bateria do Poco X8 Pro Max promete até dois dias longe da tomada (imagem: divulgação/Xiaomi)
A nova linha se destaca em autonomia. O Poco X8 Pro Max é equipado com a maior bateria da história da marca, com 8.500 mAh e promessa de até dois dias de uso com uma única carga. A célula de energia foi projetada para manter mais de 80% da saúde mesmo após 1.600 ciclos, garantindo maior longevidade. Já o Poco X8 Pro traz uma bateria de silício-carbono de 6.500 mAh.
Toda a linha suporta carregamento rápido HyperCharge de 100 W e carregamento reverso de 27 W, permitindo que o celular funcione como um power bank para recarregar outros eletrônicos.
Telas mais brilhantes e RGB
Os dois aparelhos contam com painéis com picos de brilho de até 3.500 nits, garantindo ótima visibilidade em ambientes externos. O Poco X8 Pro, com tela de 6,59 polegadas, apresenta um ganho adicional de 20% em eficiência luminosa em relação à geração anterior.
A versão Max traz um painel de 6,83 polegadas, mas ambos suportam escurecimento PWM de 3.840 Hz para maior conforto ocular, além de áudio estéreo com Dolby Atmos.
No design, os novos smartphones se destacam pelas bordas ultrafinas. A fabricante também incluiu iluminação RGB dinâmica na traseira, que reage a notificações, jogos, música e uso da câmera. A durabilidade é reforçada com vidro Corning Gorilla Glass 7i e certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K contra água e poeira.
Câmeras e conectividade
O conjunto fotográfico traz melhorias em IA, câmeras principais de 50 MP — com o sensor Light Fusion 600 no modelo Max e o Sony IMX882 no Poco X8 Pro — e lentes frontais de 20 MP. Rodando o Xiaomi HyperOS 3, os aparelhos contam com o recurso HyperIsland, que amplia as interações em tempo real no topo da tela.
A linha também traz integração com o Google Gemini e a ferramenta Circle to Search. Outro diferencial é a comunicação offline, que permite chamadas de voz a curtas distâncias mesmo sem rede de operadora. A versão Pro Max também suporta eSIM.
Edição especial de Homem de Ferro
Estendendo a parceria com a Marvel, a empresa revelou ainda o Poco X8 Pro – Edição Homem de Ferro. O aparelho traz design exclusivo em preto com detalhes dourados, com uma interface de sistema totalmente personalizada para os fãs da franquia.
Edição especial da Marvel chega em versão única (imagem: divulgação/Xiaomi)
Qual é a expectativa de preço?
No mercado internacional, o Poco X8 Pro começa a ser vendido por US$ 299 (cerca de R$ 1.564, em conversão direta) na versão de 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. O Poco X8 Pro Max tem preço inicial de US$ 429 (aproximadamente R$ 2.236).
Já a versão do Homem de Ferro, ainda sem preço revelado, será comercializada apenas na configuração de 12 GB de RAM e 512 GB de espaço interno.
Alguns varejistas e marketplaces já começam a listar os aparelhos por importação. Nesses canais, o Poco X8 Pro aparece perto da faixa dos R$ 3 mil, enquanto a versão Max é encontrada por mais de R$ 4 mil.
Novo smartphone da subsidiária da Xiaomi tem bateria de 6.500 mAh. Modelos apostam em chips inéditos da MediaTek, ferramentas de inteligência artificial e construção robusta.
Um estudo publicado na revista Nature Astronomy relata que um buraco negro recém-formado foi lançado pelo espaço a cerca de 180 mil quilômetros por hora. Esta foi a primeira vez que cientistas conseguiram medir não só a velocidade, como também a direção desse movimento após a fusão que deu origem ao objeto.
O fenômeno foi identificado a partir do sinal chamado GW190412, gerado pela colisão entre dois buracos negros de massas diferentes. Esse tipo de evento produz ondas gravitacionais – ondulações no espaço-tempo que carregam informações detalhadas sobre a dinâmica da fusão.
Uma fusão de buracos negros gera ondas gravitacionais. Crédito: LIGO/T. Pyle
A pesquisa buscou responder a uma questão central: com que intensidade um buraco negro é “empurrado” após uma fusão e para onde ele segue. Esse impulso, conhecido como recuo, acontece porque as ondas gravitacionais são emitidas de forma desigual, criando uma espécie de desequilíbrio que lança o objeto na direção oposta.
O trabalho foi liderado por Juan Calderón-Bustillo, da Universidade de Santiago de Compostela. Segundo ele, é possível reconstruir essa trajetória analisando as características do sinal captado. Isso permite transformar dados complexos em um mapa tridimensional do movimento do buraco negro.
Para alcançar esse nível de detalhe, os cientistas analisaram componentes mais sutis das ondas gravitacionais, chamados de modos de ordem superior. Esses sinais adicionais variam conforme o ângulo de observação e ajudam a determinar como o objeto se desloca em relação à Terra.
Evento com massas diferentes amplia precisão das medições
De acordo com um comunicado, o evento GW190412 foi considerado especial porque envolveu buracos negros com massas muito diferentes. Essa assimetria intensificou os sinais mais fracos e forneceu as informações necessárias para calcular não apenas a velocidade, mas também a direção do movimento com maior precisão.
A velocidade estimada ultrapassa 50 quilômetros por segundo, valor suficiente para que o buraco negro escape de ambientes densos, como aglomerados globulares. Nesses locais, a gravidade costuma manter os objetos unidos, mas um impulso dessa magnitude pode expulsar o remanescente para o espaço.
Esse tipo de ejeção tem consequências importantes. Ao deixar seu ambiente de origem, o buraco negro pode deixar de participar de novas fusões naquele local, alterando a dinâmica de formação de sistemas mais massivos ao longo do tempo.
A direção do recuo também influencia os efeitos observáveis após o evento. Se o objeto atravessar regiões com grande quantidade de gás, pode gerar um brilho temporário. Em áreas mais vazias, esse fenômeno tende a ser muito mais discreto ou até imperceptível.
Buraco negro é lançado a 180 mil km/h após fusão, com velocidade e direção medidas pela primeira vez. Crédito: Imagem gerada por IA/ChatGPT
Pesquisadores projetam avanços em estudos de buraco negro
Os pesquisadores também analisaram a relação entre o movimento do buraco negro e o momento angular do sistema, que indica a orientação da órbita antes da fusão. Essa combinação de dados permite entender melhor a geometria do evento e transformar um sinal complexo em uma trajetória clara.
O avanço se baseia em anos de estudos que mostraram que esses impulsos não são apenas teóricos, mas podem ser medidos diretamente nas ondas gravitacionais. Trabalhos anteriores já indicavam como extrair essas informações, mas agora foi possível obter um retrato mais completo do fenômeno.
Desde a primeira detecção de ondas gravitacionais em 2015, esse campo da astronomia tem evoluído rapidamente. Cada novo evento registrado amplia a capacidade dos cientistas de entender colisões cósmicas e o comportamento dos objetos resultantes.
No futuro, os pesquisadores pretendem combinar dados de ondas gravitacionais com observações de luz para identificar possíveis sinais associados a esses recuos. Regiões como núcleos galácticos ativos, ricos em gás, são consideradas ideais para esse tipo de investigação.
Os resultados indicam que as ondas gravitacionais se tornaram ferramentas essenciais para mapear o universo. Elas permitem não apenas detectar fusões de buracos negros, mas também acompanhar como esses objetos se movem após eventos extremos.
Com a melhoria dos detectores e o aumento do número de observações, os cientistas esperam construir um mapa cada vez mais detalhado desses movimentos. Isso deve ajudar a esclarecer como buracos negros crescem, interagem e evoluem ao longo da história do cosmos.
Seu objetivo é o de atualizar a proteção de menores no país e deixá-la preparada para a era da internet atual, cada vez mais utilizada por bons e maus atores. A lei determina que empresas do setor de tecnologia criem mecanismos de certificação de idade e sistemas de supervisão parental.
Como pena, as companhias que não acatarem as medidas do ECA Digital poderão sofrer sanções que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. A proposta, que agora é lei, ganhou força no debate político após uma denúncia feita pelo youtuber Felca, que revelou redes de exploração infantil e adultização de crianças nas plataformas digitais.
“Vários países começaram a adotar algumas medidas. Chegou ao ponto da Austrália proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, começou a exigir que pelo menos 13 anos fosse a idade mínima para se entrar em redes sociais em boa parte dos países, mas sentiu-se que isso não era suficiente. Por quê? Porque, infelizmente, não há uma verificação sólida e efetiva da idade das crianças”, pontuou Cláudia Costin, especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial, ao Olhar Digital.
“Então, muitas crianças entrando em redes sociais, muitos até ataques a escolas planejados na Dark Web por adolescentes, por vezes, então há riscos muito grandes para essas crianças. Então, pelo menos a partir do dia 17 [hoje], começa a viger o ECA digital e eu acho que isso é um avanço. Não vai ser perfeito, mas é um grande avanço“, prosseguiu.
Quais são os principais pontos do ECA Digital?
Agora, entre as medidas que apps, jogos eletrônicos, redes sociais e serviços digitais precisarão aplicar, estão:
Verificação de idade confiável;
Ferramentas de supervisão familiar;
Resposta ágil a conteúdos ilícitos;
Regras específicas para o tratamento de dados e publicidade dirigida a menores.
As empresas passam a ter mais responsabilidades, devendo garantir mais segurança para o acesso de crianças e adolescentes.
“O que o ECA Digital basicamente fez foi ampliar as responsabilidades daquelas empresas que posicionam produtos e serviços digitais no mercado para que estes sejam mais seguros quando são acessados por crianças e adolescentes”, explicou, ao Olhar Digital, Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Diferentemente de outros países, como a Austrália, o ECA Digital não força o banimento de certa faixa etária, mas estabelece o seguinte: Nas redes sociais, o conjunto de leis dá destaque à supervisão parental. Isso significa que contas de adolescentes com menos de 16 anos precisarão ser vinculadas às de adultos responsáveis.
As redes precisarão, além de fornecer a supervisão parental, utilizar outros métodos de verificação de idade, como a estimativa etária, que algumas plataformas já utilizam. Caberá à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar quais serão os métodos utilizados na verificação de idade de jovens e adolescentes.
Já as lojas de aplicativos e sistemas operacionais precisarão disponibilizar o sinal de idade (informação sobre a idade do usuário) para os apps. Nos casos de sites de pornografia, marketplaces e aplicativos de entrega que vendem bebidas alcoólicas ou cigarros, será necessária a verificação de idade.
Contudo, essa verificação ainda não está disponível, sendo aplicada escalonadamente, segundo Horta. Isso deve levar alguns meses.
“Outros países que aprovaram leis de segurança online levaram um período maior e ainda estão implementando. A gente sempre soube que seis meses era um prazo ambicioso, mas, ao encurtar, o governo Lula estava mandando o recado para todo o ecossistema: vamos nos adaptar rápido para proteger esse público“, explicou.
Enquanto as tecnologias permitidas para aferição da idade não são detalhadas, orienta-se tratar os dados pessoais dos usuários com o mínimo necessário para haver a confirmação da idade desses usuários.
Isso se assemelha ao que vemos em locais físicos, como quando você vai a uma festa para maiores de idade, por exemplo, e seguranças conferem seu RG na entrada para determinar se você pode ou não participar. A ideia é igual, com a diferença de que as empresas e serviços com restrições para menores são os “seguranças” que irão “pedir seu RG digital“.
“A gente está pensando, obviamente, em redes sociais, mas, ao mesmo tempo, o ECA Digital tem um efeito ou impacto sistêmico, porque várias das questões que a própria legislação brasileira sempre proibiu ou sempre definiu que não deveriam acontecer com crianças e adolescentes passam a valer também para a internet de forma muito clara. Então, para ficar no exemplo, o ECA de 1990 já dizia que você não poderia ofertar ou vender álcool ou revistas pornográficas para crianças e adolescentes. O que se observava é que, na internet, você não tinha nenhuma forma de controle ou checagem disso”, disse o secretário.
“Vale lembrar que a aferição de idade não se confunde com verificação de identidade. Para acessar um ambiente proibido para crianças e adolescentes, eu não preciso identificar a pessoa. A pessoa pode manter a privacidade dela, acessar aquele ambiente e, ao mesmo tempo, provar que é adulta. A gente já tem várias tecnologias que permitem fazer isso sem você rastrear o que as pessoas fazem na internet: você pode usar, por exemplo, uma credencial etária, uma credencial de idade, que manda só uma única informação para a aplicação — ‘este usuário tem mais de dezoito anos’, por exemplo. E aí você, de fato, separa crianças e adolescentes de um lado, adultos de outro, e consegue proteger esse público, evitando que ele acesse ambientes que não são adequados para a sua idade”, prosseguiu.
A ANPD informou que o regulamento específico para aferição de idade deve ficar pronto até o fim deste ano e, a partir do ano que vem, este será um de seus temas prioritários.
Agora, a conversa que a gente tem que estimular e que a gente quer que ocorra é que as famílias tenham consciência de que o mundo digital é muita coisa. Eu posso, na internet, ter vários usos muito interessantes, educativos, eu posso ter jogos eletrônicos que ajudam a desenvolver habilidades, eu posso fazer trabalhos escolares na internet, eu posso conectar com amigos, tudo bem. Mas a gente precisa que tenha uma consciência de que a autonomia da criança e do adolescente é progressiva. Se eu dou um celular para a criança, para que ela possa comunicar com o pai ou a mãe, que são separados e vivem em lares distintos, por exemplo, é muito ruim que junto com essa funcionalidade protetiva venha junto todo o risco associado da internet em ambientes que são projetados para adultos.
O ECA Digital vem para acabar com isso. Se eu começo a exigir controles etários, se eu tenho mecanismos de supervisão parental ativa melhores, os pais e as mães podem fazer no ambiente digital aquilo que sempre fizeram no ambiente físico. No ambiente offline, pais e mães, avós, tios, tias sempre tiveram que decidir: a partir de qual idade meu filho pode sair sozinho na rua? A partir de qual idade pode dormir fora de casa? A partir de qual idade pode viajar com o amiguinho? São escolhas que as famílias sempre tiveram que fazer. No fundo, antes do ECA digital, o que estava acontecendo é que o ambiente digital estava desempoderando as famílias, porque elas não tinham sequer a oportunidade de exercer esse poder familiar. Agora a gente vai ter mecanismos e ferramentas para que os pais e as mães consigam separar o joio do trigo, separar onde as crianças podem estar, que são ambientes desenhados para serem seguros, de outros onde elas não deveriam estar porque não foram projetadas para serem seguras para esse público.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
“Na prática, o que a lei define como ‘verificação eficaz‘ é um mecanismo que atenda cumulativamente a três requisitos: confiabilidade (capacidade real de distinguir menores de adultos), auditabilidade (possibilidade de verificação e prestação de contas sobre o funcionamento do sistema) e segurança técnica (proteção dos dados coletados no processo, com uso restrito à finalidade de verificação de idade conforme o art. 13)”, explicou Rafael Soares Magalhães, advogado especializado em crimes cibernéticos e compliance digital, mestre em direito, diretor do núcleo de consultas públicas e legislação da OAB/MG, membro da comissão de direito digital e diretor de assuntos legislativos da comissão de defesa e da cidadania dos interesses coletivos da sociedade da OAB/MG.
“A abordagem que vem prevalecendo no debate regulatório é a de proporcionalidade ao risco: quanto maior o risco oferecido pelo serviço (pornografia, apostas, venda de armas e bebidas, redes sociais), mais rigoroso deve ser o mecanismo de verificação. A regulamentação específica, que será expedida por decreto do Poder Executivo (art. 12), deverá definir os requisitos mínimos concretos. Até lá, as empresas devem buscar soluções que superem a mera autodeclaração e que sejam compatíveis com os princípios da LGPD, especialmente minimização de dados e finalidade”, disse.
Costin, por sua vez, concorda com a medida tomada pela Austrália, além de destacar o quão maléfico é o vício para menores. “Preferia dizer que não [a medida da Austrália foi uma boa decisão], mas eu acho acertada. No começo se dizia, não, mas a discórdia é uma rede social que é voltada a adolescentes, mas boa parte dos problemas de bullying, de agressões, vieram da discórdia. Por quê? Porque sem supervisão parental ou de responsáveis é muito complicado, é viciante, que é um outro ponto, que nós adultos sabemos quantos colegas nossos estão viciados no que a gente chama de scrolling, de não conseguem sair dos celulares, não conseguem se concentrar em jantares familiares ou até em conversas com amigos. Então, imagine a criança ou o adolescente que tem o córtex pré-frontal, que é essa parte do cérebro que lida com autorregulação, com autodisciplina, maduro, ele só fica maduro plenamente a partir dos 25 anos. Então, vício virou uma coisa muito complicada“, explanou.
“E também tentar seduzir crianças e adolescentes para comprar coisas que eles não desejam por meio de identificação de gostos, de características, que os algoritmos vão lidando com isso e jogando publicidade, é muito mais grave do que para adultos, porque em adultos, pelo menos alguns de nós selecionam o que de fato quer comprar ou não. Então, tudo isso para dizer que não acho que nós estamos atrasados. Eu acho que nós temos que agir rápido como os demais países”, disse.
Lei visa dar mais proteção aos menores de idade (Imagem: antoniodiaz/Shutterstock)
O que já está valendo?
Nesta terça-feira (17), já passam a valer pontos, como:
Prevenção e mitigação de riscos previstos no art. 6º (exploração sexual, violência, conteúdos nocivos à saúde etc.);
Obrigação de configuração padrão no modelo mais protetivo de privacidade e proteção de dados;
Vedação à autodeclaração como mecanismo único de verificação de idade para conteúdos impróprios ou proibidos a menores de 18 anos;
Proibição de caixas de recompensa (loot boxes) em jogos eletrônicos direcionados ou de acesso provável por crianças e adolescentes;
Proibição de monetização e impulsionamento de conteúdos que retratem crianças e adolescentes de forma erotizada ou sexualmente sugestiva;
Vinculação obrigatória de contas de menores de 16 anos à conta de um responsável legal no âmbito de redes sociais;
Obrigação de retirada de conteúdo violador de direitos de crianças e adolescentes mediante comunicação da vítima, de seus representantes, do Ministério Público ou de entidades representativas, independentemente de ordem judicial;
Obrigação de manter representante legal no País com poderes para receber citações e notificações.
Grandes empresas e setores “sensíveis”
Enquanto alguns pontos do ECA Digital serão escalonadamente liberados, espera-se que empresas grandes que já tinham a observação governamental desde o ano passado, como Meta, Roblox e Discord, apliquem as regras de controle parental o quanto antes.
Contudo, alguns setores, como o da pornografia, pode ter que esperar mais. Isso é o que diz a distribuidora de conteúdo adulto Aylo, que aguarda orientações complementares dos órgãos reguladores, ajustando assim os planos de conformidade técnica tão logo as diretrizes sobre coleta de dados de idade forem divulgadas.
A gente tem um objetivo comum. O objetivo de todos os agentes que aprovaram no Congresso o ECA Digital, das entidades da sociedade civil, do Ministério Público, enfim, que apoiaram o ECA Digital, mas também das próprias empresas: oferecerem produtos mais seguros.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
Redes sociais concentram o maior número de obrigações específicas, como vinculação de contas de menores de 16 anos a responsável legal (art. 24), proibição de perfilamento para publicidade (art. 26), regras específicas de tratamento de dados de menores (art. 25), verificação contínua de idade com métodos complementares (art. 24), suspensão de contas com indícios de operação por menor em desconformidade (art. 24) e relatórios semestrais de transparência para provedores com mais de um milhão de usuários menores (art. 31).
Jogos eletrônicos têm obrigações próprias: vedação às loot boxes (art. 20), integralidade das salvaguardas da Lei nº 14.852/2024 (Marco Legal dos Jogos Eletrônicos) para jogos com funcionalidades de interação (art. 21) e limitação padrão de funcionalidades de interação com exigência de consentimento dos pais (art. 21).
Plataformas de streaming e serviços com controle editorial recebem tratamento diferenciado favorável. O art. 39 dispensa provedores de serviços com controle editorial e de conteúdos protegidos por direitos autorais previamente licenciados das obrigações mais pesadas, desde que observem a classificação indicativa, ofereçam transparência na classificação etária, disponibilizem mecanismos de mediação parental e mantenham canais de denúncia.
Lojas de aplicativos e sistemas operacionais têm papel de “guardiões da porta de entrada“: devem aferir idade ou faixa etária dos usuários, permitir configuração de supervisão parental e fornecer sinal de idade via API segura aos provedores de aplicativos (art. 12).
Por último, buscadores e marketplaces estão sujeitos às obrigações gerais proporcionalmente ao seu grau de interferência sobre os conteúdos, o que será definido com mais precisão pela regulamentação (art. 39).
Loot boxes: compras com dinheiro de verdade estão contadas
Você (ou seu filho ou filha) já deve ter se deparado com as chamadas loot boxes, mecanismo que realiza estímulos psicológicos para fazer com que usuários, independentemente de serem crianças, adolescentes ou adultos, gastem dinheiro de verdade dentro do jogo eletrônico no qual está “mergulhado”.
Pois, com o ECA Digital, haverá restrições severas a essas caixas de recompensa, com sua proibição total, pois funcionam como uma espécie de jogo de azar digital. Também está proibida a monetização de conteúdos nos quais menores apareçam em contextos sexualizados.
Todos esses pormenores serão verificados pela ANPD, que virou uma agência reguladora. Agora, ela tem autonomia para elaborar normas e punir empresas e serviços que estejam em desacordo com o ECA Digital.
O secretário do Ministério da Justiça disse que o governo está otimista quando se fala da implementação e aceitação das novas leis. “A gente está vendo várias das grandes empresas que já estavam adotando soluções em outros países trazendo para o Brasil rapidamente soluções que tinham desenvolvido lá fora, porque entenderam que a lei é para valer.”
O ECA Digital amplia a lógica de responsabilidade das plataformas ao estabelecer deveres preventivos, e não apenas reativos. Isso significa que provedores não devem agir exclusivamente após denúncias, mas também implementar mecanismos razoáveis de mitigação de riscos, moderação adequada e ferramentas de proteção voltadas a crianças e adolescentes.
A norma dialoga com o debate constitucional em torno do Marco Civil da Internet e com a evolução da jurisprudência do STF, que vem reconhecendo a necessidade de atuação mais diligente das plataformas em situações de risco evidente a direitos fundamentais. Assim, permanece a proteção à liberdade de expressão, mas reforça-se o dever de cuidado ativo quando estiverem em jogo direitos infantojuvenis.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Integração com a LGPD
Segundo Magalhães, o ECA Digital dialoga com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vários pontos. “O ECA Digital e a LGPD não se excluem, mas se complementam, com prevalência da norma mais protetiva quando se trata de dados de crianças e adolescentes. A própria lei faz referências expressas à LGPD em diversos dispositivos, vinculando seus deveres aos princípios de proteção de dados já vigentes. Em vários pontos, porém, o ECA Digital vai além”, afirmou.
“O fator institucional de integração é a designação da ANPD como autoridade administrativa de ambas as leis, o que concentra na mesma agência a fiscalização de proteção de dados e de proteção digital de crianças, evitando conflitos de competência. Na prática, porém, uma mesma conduta pode configurar infração autônoma a cada uma das leis, devendo ser observado o princípio da vedação à dupla punição pelo mesmo fato”, prosseguiu.
O ECA Digital e a LGPD possuem natureza complementar. Enquanto a LGPD estabelece o regime geral de proteção de dados pessoais, o ECA Digital cria obrigações específicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Na prática, as medidas exigidas pelo ECA Digital, como verificação de idade e mecanismos de segurança, devem ser implementadas em conformidade com os princípios da LGPD, especialmente finalidade, necessidade, transparência e segurança.
Isso significa que a proteção do menor não autoriza coleta excessiva de dados, exigindo soluções tecnicamente eficazes e juridicamente proporcionais.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Vai dar certo?
Com todas essas medidas, podemos nos perguntar: o ECA Digital vai dar certo? Ou precisaremos de medidas mais restritivas, como na Austrália?
“Eu acho que nós vamos ter que monitorar o que está acontecendo. Toda legislação, ela começa a atuar a partir da identificação de um fenômeno novo e que merece ser regulado. Nós não temos clareza da extensão dos danos que isso pode trazer, então, eventualmente, nós vamos ter que ir aperfeiçoando durante a implementação”, enfatizou a especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial.
“Agora, o ECA Digital estabeleceu, também junto com as diretrizes ou referenciais que o próprio Ministério da Educação criou, uma autoridade ligada à proteção de dados. E essa autoridade de proteção de dados vai também ter um papel muito importante, porque nós precisamos evitar que, ao fazer reconhecimento facial, por exemplo, das crianças para checagem de idade, que isso não seja usado para outros fins. Então, a proteção de dados das crianças e adolescentes vai ser muito importante.”
“Como fazer isso melhor? Talvez nós não tenhamos clareza ainda. Então, provavelmente, depois de um ano ou um ano e meio de implementação do ECA Digital, nós vamos ter que revisitar e ver se tudo está funcionando, se a implementação está funcionando bem. E especialmente lembrando que o poder das grandes plataformas, das big techs, é muito grande. Então, há lobbies para que a legislação não traga custos adicionais para eles. E nós, cidadãos, temos que proteger as nossas crianças, mesmo que contrariem interesses imediatos das grandes plataformas“, finalizou.
A preservação da informação humana acaba de ganhar um aliado eterno: o cristal de memória 5D. Pesquisadores desenvolveram uma tecnologia capaz de armazenar dados por bilhões de anos sem qualquer degradação física ou perda de arquivos. Este avanço promete revolucionar o arquivamento digital, superando as limitações dos discos rígidos atuais.
O que torna o cristal de memória 5D tão resistente?
De acordo com um estudo da University of Southampton, o cristal de memória 5D utiliza quartzo fundido, um dos materiais mais quimicamente e termicamente estáveis da Terra. Essa estrutura permite que o dispositivo suporte temperaturas extremas de até 1.000°C e radiações cósmicas sem perder a integridade da informação gravada.
A técnica de gravação utiliza lasers de femtossegundo para criar nanoestruturas dentro do vidro, garantindo que a informação permaneça legível por um período estimado que supera a idade atual do universo. É uma solução definitiva para a fragilidade das mídias magnéticas e ópticas tradicionais que conhecemos hoje.
🔬 Gravação Laser: Pulsos de luz ultrarrápidos criam nanoestruturas permanentes no vidro.
💎 Quartzo Fundido: O material base oferece estabilidade térmica e resistência a pressões colossais.
⏳ Eternidade Digital: Dados preservados por bilhões de anos sem necessidade de energia elétrica.
Como funciona a tecnologia de gravação a laser?
O processo envolve a criação de pequenos pontos chamados voxels dentro do vidro, que possuem propriedades ópticas específicas dependendo da orientação do laser. Diferente de um CD comum, que grava dados apenas em sua superfície, o cristal utiliza a profundidade do material para maximizar a densidade de bits.
Essa multidimensionalidade, que dá nome ao formato 5D, refere-se às três coordenadas espaciais somadas a duas dimensões ópticas influenciadas pela birrefringência do vidro. O resultado é um sistema de armazenamento extremamente compacto, seguro e virtualmente indestrutível para o uso humano.
Densidade massiva: Capacidade de armazenar até 360 terabytes em um disco pequeno.
Estabilidade térmica: Mantém os dados intactos em ambientes de calor extremo.
Leitura óptica: Informações recuperadas através de microscópios e filtros polarizadores.
Sustentabilidade: Não requer refrigeração ou manutenção ativa para preservar os arquivos.
A tecnologia utiliza voxels dentro do quartzo fundido para gravar informações em cinco dimensões ópticas – Créditos: Universidade de Southampton / Divulgação
Quais as vantagens do cristal de memória 5D sobre o HD?
Comparar o cristal de memória 5D com um HD convencional revela um abismo tecnológico em termos de longevidade e confiabilidade. Enquanto dispositivos magnéticos sofrem com oxidação e falhas mecânicas em poucos anos, o vidro de quartzo permanece inerte ao tempo e ao ambiente.
Além da durabilidade, a densidade de dados é outro fator crucial, permitindo que bibliotecas inteiras sejam condensadas em um pequeno fragmento de vidro. A tabela abaixo detalha as principais diferenças técnicas entre essas gerações de armazenamento de dados e sua capacidade de sobrevivência.
Característica
HD Convencional
Cristal 5D
Vida Útil
3 a 5 anos
Bilhões de anos
Resistência Calor
Baixa (máx 60°C)
Extrema (até 1.000°C)
Mecanismo
Magnético/Mecânico
Nanoestrutura Óptica
O genoma humano já está salvo nessas estruturas?
Sim, a equipe de cientistas utilizou a tecnologia para gravar o genoma humano completo como um teste de prova de conceito extremamente bem-sucedido. O objetivo é criar um “cofre genético” que possa ser recuperado por civilizações futuras ou inteligências externas caso a humanidade enfrente uma extinção em massa.
Além do DNA, documentos históricos fundamentais e obras de arte estão sendo digitalizados para garantir que o legado da nossa espécie não desapareça com o tempo. O cristal funciona como uma cápsula do tempo digital de altíssima precisão e resistência absoluta contra as intempéries da natureza.
Qual é o futuro do armazenamento de dados eterno?
O próximo passo para os pesquisadores é tornar a leitura e escrita desses cristais mais acessível para grandes empresas e governos ao redor do mundo. Atualmente, o custo dos lasers de alta precisão limita o uso comercial em massa, mas o potencial para museus e bibliotecas nacionais é imediato.
Com o aumento exponencial da produção de dados no mundo moderno, métodos de preservação que não dependam de energia constante tornam-se essenciais. O cristal 5D surge não apenas como uma curiosidade científica, mas como a base para a memória coletiva da Terra para as próximas eras.