iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, valor que representa um desconto de 40% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a maior oferta desde janeiro de 2026, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Este celular premium tem como principais destaques a tela POLED de 6,7″, 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB e câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é um dos melhores celulares da Motorola, ficando pouco abaixo do novo Signature. Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e abertura f/1,8, uma ultrawide com ângulo de 120º e frontal que tira selfies com qualidade, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra arranhões e quedas.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de IA da Motorola, por meio de um botão dedicado que aciona recursos como edição inteligente de imagens e assistente virtual. Seu corpo de plástico e polímero de silicone conta com certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 5 W.
O Edge 60 Pro (256 GB), um dos melhores celulares da Motorola, foi atualizado para o Android 16 e deve receber mais dois updates do sistema operacional. O gadget está em promoção por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, um abatimento de 40% sobre o preço original e a maior oferta vista desde janeiro de 2026.
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Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.
Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.
Quais são os destaques do Edge 70 Pro?
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.
A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.
A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.
A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.
Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.
Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.
O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)
Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.
O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.
A notificação do Procon
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:
Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação
De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.
A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.
Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, informou o presidente.
Ou seja, se você quer aderir ao Desenrola e também aposta em bets, não poderá apostar pelo período de um ano. Lula afirmou que não foi em seu governo que as bets entraram no Brasil, “mas é nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”.
Presidente brasileiro bradou contra as bets – Imagem: casa.da.photo/Shutterstock
O presidente falou, ainda, do projeto que quer acabar com a escala 6×1 de trabalho;
Para Lula, não faz sentido, em pleno século XXI, com a evolução da tecnologia, que milhões de brasileiros trabalhem seis dias por semana e descansem apenas um;
Ele também citou a crise do petróleo gerada pela guerra entre Estados Unidos e Irã;
Ressaltou ainda as medidas tomadas em prol dos trabalhadores, como a alíquota zero do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil;
Para encerrar, comentou sobre a liberação antecipada do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a licença-paternidade, a conta de luz zerada para quem consome até 80 kW e o programa Gás do Povo.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender a multa diária de R$ 250 mil aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao WhatsApp. A decisão favorável à empresa foi proferida na quarta-feira (29), e os advogados da companhia comunicaram a autarquia sobre a sentença no dia seguinte, quinta-feira (30).
Whatsapp vence (temporariamente) Cade na Justiça
A penalidade havia sido imposta no âmbito de um inquérito conduzido pelo Cade, que investiga suposto descumprimento de medida preventiva relacionada ao funcionamento da plataforma;
A determinação do órgão exigia que a Meta, controladora do WhatsApp, mantivesse o acesso gratuito de inteligências artificiais (IA) de terceiros ao serviço de mensagens — algo que, atualmente, é cobrado;
Além disso, o Cade também questiona a política de preços adotada pela empresa para a utilização da API do WhatsApp Business, ferramenta voltada a empresas que utilizam o aplicativo para comunicação com clientes.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que considera que o Cade extrapolou suas atribuições ao exigir a gratuidade do acesso à plataforma. “Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, declarou a companhia (leia a nota completa abaixo).
Meta, dona do WhatsApp, se mostrou satisfeita com a decisão – Imagem: jackpress/Shutterstock
A empresa sustenta que sua estrutura de custos possui justificativa comercial e afirma que a cobrança de US$ 0,0625 (R$ 0,31) por mensagem está respaldada pela legislação vigente, além de ser equivalente a tarifas praticadas por outras empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
A origem do caso remonta a setembro de 2025, quando as startups Luzia e Zapia apresentaram denúncias ao Cade sobre mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business. Em março deste ano, o tribunal do órgão antitruste rejeitou um recurso da Meta e determinou o retorno às condições anteriores à alteração desses termos.
Com a decisão da Justiça Federal, a multa diária fica suspensa enquanto o caso segue em discussão, em segredo de Justiça. Contudo, o Olhar Digital obteve acesso à solicitação dos advogados da Meta. Leia aqui.
A seguir, leia a nota completa enviada por um porta-voz da Meta:
“Estamos satisfeitos que a Justiça brasileira tenha reconhecido nossas preocupações em relação à decisão do CADE. Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições. Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA.”
O Galaxy Buds 3 Pro entrou em oferta por R$ 1.286 em até 10x sem juros de R$ 126,80 na Amazon. Lançado originalmente por R$ 2.199, o fone de ouvido premium da Samsung com cancelamento de ruído e Galaxy AI fica 46% mais barato nesta promoção.
Galaxy Buds 3 Pro entrega áudio em alta definição, cancelamento de ruído e recursos de IA
Galaxy Buds 3 Pro oferece recurso de IA, como cancelamento de ruído adaptativo (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Buds 3 Pro conta com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo, entregando uma experiência com alta definição e mínima distorção. Além disso, o Seamless CODEC de 24 bits reproduz o áudio com agudos mais nítidos e graves vibrantes.
O acessório com Galaxy AI tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento de ruído ativo (Adaptive ANC). Isso significa que ele utiliza um algoritmo para analisar o som ao redor do usuário e otimizar automaticamente os modos de escuta.
Para quem viaja para o exterior, o Galaxy Buds 3 Pro oferece os modos Escuta e Conversação baseados em IA. Com auxílio de um smartphone Galaxy, o próprio fone de ouvido realiza tradução em tempo real para o idioma escolhido pelo usuário.
Galaxy Buds 3 Pro trazm o visual Light Blades com pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Com design ergonômico e leve (5,4 g cada bud), o fone da Samsung foi feito para o uso confortável durante longas sessões de uso. Ele ainda tem pontas de silicone para maior isolamento sonoro e oferece controle por toque para ajustar o volume ou pular uma música.
O acessório garante até 6 horas de reprodução com o cancelamento de ruído ativo ligado, podendo atingir até 7 horas se o recurso ANC for desligado. Já a caixa de transporte e recarga traz um “banco de energia” de até 30 horas de uso.
Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 1.286 em até 10x sem juros) tem Bluetooth 5.4 e recurso Auto Switch, que detecta e transfere as atividades entre dispositivos. Ademais, o fone de ouvido tem certificação IP57 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1 metro por 30 minutos.
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Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)Resumo
O Edge 70 Pro da Motorola tem três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de 6.500 mAh.
Ele é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
A tela do Edge 70 Pro é AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
Além de dois novos modelos da linha Razr 70, a Motorola apresentou o Edge 70 Pro nesta quarta-feira (29/04). Ele tem características bastante avançadas, como três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de silício-carbono com capacidade para 6.500 mAh. Por enquanto, nada de lançamento no Brasil.
O modelo Pro da linha Edge, em algumas das gerações passadas, costumava ser o smartphone mais avançado da Motorola entre os modelos de formato tradicional. Isso não é mais verdade, já que agora esse posto pertence ao Signature, aposta da empresa para brigar com Apple e Samsung no chamado segmento ultrapremium.
Mesmo assim, não tem como fugir da comparação, e algumas pequenas diferenças separam o Edge 70 Pro e o Signature.
Chip MediaTek e câmeras menos avançadas
Uma dessas diferenças entre os dois está no chip do Edge 70 Pro: um MediaTek Dimensity 8500 Extreme. Os 12 GB de RAM são os mesmos, e há opções de até 1 TB de armazenamento.
As câmeras empregadas pelo Edge 70 Pro também são parecidas, mas não iguais. Apesar de terem 50 MP, assim como o modelo mais caro, elas usam sensores menores. A captação de luz deve continuar boa, mas o Signature está em um patamar superior.
Edge 70 Pro tem tela de 6,78 polegadas (imagem: divulgação)
Na traseira, o trio é composto por uma principal com sensor Sony Lytia 710, uma ultrawide com 122 graus de ângulo de visão e uma teleobjetiva com zoom óptico de 3,5x. A câmera frontal se destaca pela abertura de f/1,9.
Tela e carregamento muito parecidos
A partir daí, começam a surgir mais similaridades entre os modelos. A tela é uma AMOLED 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
O smartphone oferece suporte a recarga de até 90 W com fio e 15 W sem fio. A bateria é até maior, com 6.500 mAh (o Signature tem capacidade para 5.200 mAh).
O CEO da OpenAI, Sam Altman, emitiu um pedido oficial de desculpas à comunidade de Tumbler Ridge, no Canadá, por não ter acionado as autoridades sobre as atividades de Jesse Van Rootselaar. O suspeito é apontado como autor de um massacre em fevereiro que resultou na morte de oito pessoas.
Em carta datada de 23 de abril, Altman expressou condolências e admitiu que a empresa falhou ao não contatar a polícia sobre Van Rootselaar, que teve sua conta no ChatGPT suspensa em junho do ano passado após o sistema de segurança da plataforma identificar conteúdos preocupantes.
“Quero expressar minhas mais profundas condolências a toda a comunidade. (….) Ninguém deveria jamais ter que passar por uma tragédia como esta.”
Trecho da carta de Sam Altman
Mensagens violentas foram ignoradas pela liderança
De acordo com relatos obtidos pelo The Wall Street Journal, o sistema de revisão automatizada da OpenAI sinalizou internamente mensagens do suspeito que descreviam cenários de violência extrema. Na época, embora funcionários tenham interpretado os textos como um indicativo de perigo real e urgido pela denúncia às autoridades canadenses, a liderança da empresa optou por apenas banir o usuário, sem envolver a polícia.
Após o crime em fevereiro, a polícia identificou Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, como a principal suspeita. A OpenAI revelou posteriormente que, após a divulgação da identidade da suspeita, descobriu uma segunda conta que ela utilizava para acessar o chatbot.
Mudanças nos protocolos de segurança
Como resposta à tragédia, a OpenAI afirmou ter reforçado seus protocolos de segurança. A empresa garantiu que, sob as novas regras, uma conta com o mesmo teor de mensagens seria denunciada imediatamente às autoridades se fosse descoberta hoje.
O compromisso de Altman inclui:
Colaboração contínua com governos para prevenir futuras tragédias.
Aperfeiçoamento dos sistemas de detecção proativa de ameaças.
Transparência no diálogo com as comunidades afetadas.
Pressão por regulamentação no Canadá
O caso intensificou o debate sobre a regulação de inteligência artificial no Canadá. Membros do Partido Liberal aprovaram recentemente uma resolução não vinculativa que pede a proibição do uso de chatbots de IA para menores de 16 anos.
O ministro encarregado da pasta de IA no país, Evan Solomon, e outros funcionários de alto escalão confirmaram que estão considerando novas regulamentações para o setor, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento, segundo o WSJ.
A startup chinesa DeepSeek acaba de elevar o tom na disputa pela supremacia da inteligência artificial. Nesta sexta-feira (24), a empresa lançou uma prévia do DeepSeek V4, seu mais novo modelo que promete não apenas competir, mas superar os atuais líderes de mercado em tarefas complexas de desenvolvimento de software.
De acordo com testes da consultoria Vals AI, mencionada pelo The New York Times, o V4 apresentou um desempenho em escrita de código superior a qualquer outro sistema de código aberto disponível, estreitando drasticamente a vantagem que gigantes como OpenAI e Anthropic mantinham até então.
O poder dos agentes de IA
A proficiência do DeepSeek V4 em programação não interessa apenas aos desenvolvedores. Essa habilidade é o motor principal para a criação de agentes de IA, isto é, sistemas autônomos que podem utilizar outros softwares (como planilhas, e-mails e calendários) para executar tarefas complexas sem supervisão humana constante.
Além do ganho de produtividade, o avanço traz novos desafios para o setor de segurança digital. Segundo o jornal, a capacidade de escrever código com precisão permite que a IA identifique vulnerabilidades em redes de forma muito mais rápida, servindo tanto para o fortalecimento da cibersegurança quanto para potenciais ataques.
Estratégia chinesa: o código aberto como arma
Diferente das empresas do Vale do Silício, que guardam seus modelos mais potentes a sete chaves, a China adotou o open-source como estratégia de expansão global. O objetivo é claro: tornar a tecnologia chinesa o padrão mundial por meio da acessibilidade.
Domínio de mercado: no último ano, modelos chineses já representavam cerca de um terço do uso global de IA.
Influência global: países como a Malásia já confirmaram que sua infraestrutura nacional de IA será baseada na tecnologia da DeepSeek, conforme apurado pelo The New York Times.
Adoção em massa: desenvolvedores de mercados emergentes, da Nigéria à Malásia, preferem o modelo chinês por ser mais barato e flexível para experimentação.
Geopolítica e a “técnica de imitação”
O sucesso da DeepSeek ocorre apesar das sanções dos EUA, que tentam limitar o acesso da China a chips de alto desempenho. No entanto, rivais americanos sugerem que o crescimento acelerado da startup pode ter um “atalho”.
Executivos da OpenAI e da Anthropic afirmam que a DeepSeek utiliza um processo chamado destilação. Na prática, isso significa “treinar” um modelo novo fazendo milhões de perguntas a uma IA superior (como o GPT-4) e ensinando o modelo menor a imitar seu comportamento.
Nesta quinta-feira (23), o governo dos Estados Unidos acusou formalmente a China de conduzir uma campanha de roubo de propriedade intelectual voltada para inteligência artificial em “escala industrial”. De acordo com o documento vazado, entidades estrangeiras estão engajadas em esforços para “destilar” sistemas de IA de fronteira desenvolvidos nos EUA.
Apesar das críticas, o “momento DeepSeek” consolidou 2025 e o início de 2026 como a era da explosão das IAs chinesas. Gigantes como Alibaba e ByteDance (dona do TikTok) também entraram na onda, liberando modelos como o Qwen, que já soma mais de um bilhão de downloads, conforme o jornal.
As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
Fones de ouvido Bluetooth são ótimas opções de presente para o Dia das Mães, unindo versatilidade de uso e praticidade. Em 2026, marcas como Samsung, Apple e JBL oferecem modelos variados, dos mais básicos aos fones premium, com cancelamento ativo de ruído e som Hi-Fi.
O Achados do Tecnoblog reuniu as melhores ofertas do momento para ajudar na escolha. A lista inclui modelos de diferentes categorias e preços a partir de R$ 214 — veja qual é o ideal para presentear.
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
AirPods Pro 3 mede frequência cardíaca e tem ANC aprimorado
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
Galaxy Buds Core conta com Galaxy AI e certificação IP54
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 225 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
QCY H3 Pro possui 3 níveis de ANC e bateria para até 55 horas
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
JBL Tune 520BT é dobrável e possui conexão multiponto
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 214 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 239 em até 7x sem juros na Amazon.
JBL Wave Beam 2 tem certificação IP54 e até 40 horas de vida
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
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O iPhone 17 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 8.729,32 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 12.999, o smartphone premium da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED recebe um desconto de 33% nesta promoção.
iPhone 17 Pro tem display de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e chipset de alto desempenho
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com moderno design Dynamic Island, promovendo notificações interativas. O display com taxa de atualização de 120 Hz promete imagens fluidas e detalhadas com os recursos True Tone, ProMotion e HDR.
O telefone traz uma câmera tripla traseira com sensores de 48 MP capazes de filmar em 4K com zoom óptico de 4x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP registra selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 Pro é alimentado pelo chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno podem ser limitados para alguns usuários, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória do aparelho.
iPhone 17 Pro tem câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple conta com uma bateria de 3.998 mAh que, segundo a fabricante, garante uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 40 W, capaz de ir de 0 a 50% em 20 minutos na tomada.
Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o iOS 26 e terá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Além do suporte para eSIM, ele oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.
Trazendo o design premium da Maçã, o iPhone 17 (R$ 8.729,32 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF na página) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro com Ceramic Shield. Para mais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo sobreviver a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
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Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)Resumo
A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.
A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.
A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.
Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.
Estética em linha com a Apple
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)
O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.
O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.
Hardware e câmeras
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)
Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:
Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.
Preço e disponibilidade
Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).
Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.
Este celular intermediário premium tem como destaques a tela POLED de 6,7″, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e até 24 GB de RAM
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro, que figura entre os melhores celulares da Motorola, possui um kit de câmeras similar ao do novo Motorola Signature: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma frontal para tirar selfies, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP no modelo de 2025 e 50 MP no gadget mais recente.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost dão conta do desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas traz taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos e arranhões.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro suporta o Moto AI, a suíte de IA da Motorola, com um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens e assistente virtual. O gadget é reforçado pela certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C e de 15 W sem fio.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) foi atualizado para o Android 16 e deve receber apenas mais dois updates do sistema operacional, parando no Android 18. Um dos melhores celulares da companhia norte-americana sai por R$ 2.469 no Pix com o cupom BLACKAPPTN disponível apenas no app do Magazine Luiza.
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O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em promoção por R$ 2.694 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Motorola, lançado por R$ 3.999, com tela pOLED e bateria com ampla autonomia tem desconto de 33% nesta oferta.
Edge 60 Pro tem 24 GB de RAM, tela de 120 Hz e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro traz tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho MediaTek Dimensity 8350 Extreme e até 24 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, apps e outros arquivos do dia a dia.
O telefone conta com tela pOLED de 6,7 polegadas, entregando uma ampla área de trabalho com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens fluidas e detalhadas, o painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.
Para fotos e vídeos, o Edge 60 Pro possui uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP com zoom híbrido de até 50x e suporte para registros em 4K. Fugindo dos padrões, a câmera frontal de 50 MP promete selfies detalhadas e vídeos em 4K.
Motorola Edge 60 Pro inclui recursos específicos de IA, incluindo um botão dedicado para a funcionalidade (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone da Motorola adota uma bateria de incríveis 6.000 mAh que, segundo a marca, garante até 45 horas de uso. Além disso, o carregamento rápido de 90 W do telefone vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.
Extremamente reforçado, o telefone tem certificado de resistência IP68/IP69 que o protege contra: poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce por até 1,5 metro de profundidade pelo tempo limite de 30 minutos. Enquanto isso, o certificado militar MIL-STD-810H garante proteção contra umidade e temperaturas extremas.
Fechando o pacote, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.694 no Pix) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC. O telefone sai da caixa com o Android 15, mas a marca promete somente duas grandes atualizações do sistema operacional.
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Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.
O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.
De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.
O que mudaria na Dynamic Island?
O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.
A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.
Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Traseira com novos materiais
Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.
Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.
Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.
De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 54% sobre o preço original de R$ 2.499. O acessório também pode ser adquirido por R$ 1.199 em 10x sem juros.
O relógio inteligente possui tela AMOLED com brilho de até 3.000 nits e suporta mais de 100 atividades esportivas diferentes, além de seus sensores avançados oferecerem monitoramento detalhado da saúde do usuário.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria de longa duração
Huawei Watch Fit 4 Pro resiste a até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
O Huawei Watch Fit 4 Pro se destaca por sua tela AMOLED de 1,82 polegada com brilho de até 3.000 nits, que garante visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O painel é revestido pelo vidro cristal de safira e recebe uma moldura de titânio, que juntos adicionam proteção contra riscos e arranhões e resistência contra corrosão.
O corpo robusto de alumínio do gadget atende à norma EN13319 de profundidade, o que o torna apto para uso em esportes aquáticos ao resistir até 40 metros de profundidade. A adição da certificação IP6X que o protege contra poeira, e a resistência geral de até 5 ATM complementam o combo de proteção.
O acessório traz suporte a mais de 100 atividades esportivas diferentes e conta com recursos avançados para monitoramento da saúde, como teste de apneia, monitoramento do sono e do ciclo menstrual, contador de calorias, ECG e oxigenação do sangue.
Também é possível acessar o Huawei Health+, que oferece serviços premium como planejamento alimentar e de treinos. Tornando o smarwatch ainda mais completo para quem quiser assinar.
Contudo, o Huawei Watch Fit 4 Pro possui suporte à conectividade apenas Bluetooth e apresenta limitações quanto ao uso como ferramenta de auxílio em emergências: ele precisa estar pareado a um smartphone e o app Huawei Health configurado para chamar contatos específicos.
Sua bateria de 400 mAh possui autonomia de até 10 dias de uso longe da tomada, e o gadget suporta sistemas de posicionamento GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS e BDS (BeiDou), recurso importante para determinar a posição correta durante a prática de esportes ou em uma emergência.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em oferta por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 54% em comparação ao valor de lançamento. Lembrando que o gadget ainda pode ser comprado por R$ 1.199 em 10x sem juros.
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Huawei Watch Fit 4 Pro possui tela AMOLED, sensores avançados e bateria de longa duração; smartwatch recebe desconto de 54% no Pix sobre preço de lançamento
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em promoção por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 36% em relação ao preço de lançamento de R$ 4.999.
O celular intermediário premium tem como atrativos uma tela POLED de 6,7″, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro é um celular intermediário premium equipado com um painel POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits que oferece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho alto e robusto em multitarefa, apps e games mais exigentes. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço mais do que suficiente para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O kit de câmeras traz sensores wide com estabilizador óptico de imagem (OIS) e ultrawide, dupla voltada a cenas com grande campo de visão, e frontal para captura de selfies com qualidade, todos de 50 MP; somente a telefoto traseira com zoom óptico de 3x para aproximações possui menor resolução, 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Motorola Edge 60 Pro possuem 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Motorola Edge 60 Pro é um composto de plástico e polímero de silicone reforçado pelo combo de certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos em água doce de até 1,5 m por no máximo 30 minutos.
O gadget traz um interessante botão dedicado ao Moto AI, a suíte de inteligência artificial da Motorola, que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente, criação de playlists baseadas no humor do usuário, e outras funções.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 6.000 mAh resiste a até 45 horas de uso moderado, segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de até 90 W via USB-C, sendo capaz de injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e deve receber apenas mais duas atualizações do sistema operacional. O celular intermediário premium sai por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 36% em relação ao valor original.
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A Anthropic anunciou um acordo com o Google e com a Broadcom para ampliar sua infraestrutura de computação em inteligência artificial. A iniciativa busca sustentar o crescimento acelerado da demanda pelos modelos da linha Claude, especialmente no segmento corporativo.
Segundo a empresa, os novos contratos expandem o uso das unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google Cloud (chips desenvolvidos para tarefas avançadas de IA). O acordo também aprofunda uma parceria que já existe desde outubro de 2025. Na ocasião, o acordo previa mais de um gigawatt de capacidade computacional – número que, agora, será ampliado.
A Anthropic não divulgou oficialmente os detalhes completos da expansão, incluindo a quantidade de poder computacional prevista. No entanto, documentos recentes da Broadcom indicam que o novo contrato pode envolver até 3,5 gigawatts de poder computacional.
Segundo o TechCrunch, a maior parte dessa estrutura deverá ser instalada nos Estados Unidos, alinhada ao plano da empresa de investir US$ 50 bilhões em infraestrutura no país. A nova capacidade deve entrar em operação a partir de 2027.
De acordo com a companhia, o movimento representa o maior investimento em computação já realizado pela Anthropic até o momento:
Essa parceria inovadora com o Google e a Broadcom é uma continuidade da nossa abordagem disciplinada para escalar a infraestrutura: estamos construindo a capacidade necessária para atender ao crescimento exponencial que temos visto em nossa base de clientes, ao mesmo tempo em que permitimos que Claude defina a fronteira do desenvolvimento de IA. Estamos fazendo nosso maior investimento em computação até o momento para acompanhar nosso crescimento sem precedentes.
Krishna Rao, CFO da Anthropic
Nem a briga com o governo dos EUA foi suficiente para barrar a demanda pelo Claude – Imagem: RixAiArt / Shutterstock
Expansão da Anthropic e do Claude
O anúncio ocorre em meio a uma rápida expansão do negócio da Anthropic. A desenvolvedora registrou um salto expressivo em sua receita anualizada, que passou de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para cerca de US$ 30 bilhões atualmente. A base de clientes também cresceu, com mais de mil empresas gastando acima de US$ 1 milhão por ano com as soluções.
Esse avanço foi impulsionado pela adoção crescente de modelos de IA generativa em ambientes corporativos. A empresa também concluiu recentemente uma rodada de financiamento Série G de US$ 30 bilhões, que elevou sua avaliação de mercado para US$ 380 bilhões.
Apesar do crescimento, a Anthropic já foi apontada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como um potencial risco para a cadeia de suprimentos – um fator que, por ora, não impediu a expansão da demanda pelos serviços. O Olhar Digital deu os detalhes sobre a briga da empresa com o governo norte-americano neste link.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está disponível por R$ 3.236,15 no Pix no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 4.999, o smartphone premium da Motorola com ampla bateria e tela pOLED recebe um desconto de 35% nesta oferta.
Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED, câmera com Moto AI e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro tem um conjunto de câmera traseira liderado por um sensor de 50 MP da Sony (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e brilho máximo de 4.500 nits. O painel com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ ainda promete imagens fluidas e detalhadas em vídeos e jogos.
O telefone com Moto AI apresenta uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP e suporte para vídeos em 4K e fotos com zoom híbrido de até 50x. Já a câmera frontal de 50 MP também registra vídeos em 4K e selfies extremamente detalhadas.
Um dos principais atrativos do Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh com autonomia para até 45 horas de uso moderado. O aparelho ainda conta com carregamento rápido de até 90 W, podendo ir de 0 a 100% em somente 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro influi o MotoAI e um botão dedicado para a Inteligência Artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone premium da Motorola adota o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Então, os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.
Na parte de software, o telefone está pronto para receber o Android 16 e deve receber apenas mais duas grandes atualizações do sistema operacional. O modelo traz conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix. O valor representa um desconto alto de 44% em comparação ao preço original de R$ 2.999. O smartwatch da multinacional chinesa aposta em design robusto com tela avançada e longa autonomia de bateria.
Huawei Watch GT 6 Pro traz tela AMOLED de 3.000 nits e carcaça de titânio
Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge pico de brilho de 3.000 nits, nível que assegura visualização confortável dos dados mesmo debaixo de sol forte. Além disso, o revestimento do vidro Cristal de Safira proporciona alta resistência a arranhões e a pulseira de fluoroelastômero garante alta durabilidade.
O corpo formado em liga de titânio indica um material ultrarresistente a várias situações e condições climáticas como chuvas e raios solares intensos. O Huawei Watch GT 6 Pro também inclui resistência a 5 ATM em água e a mais alta certificação IP69 contra poeira e jatos d’água de alta pressão.
O smartwatch apresenta sensores capazes de realizar o monitoramento contínuo de aspectos relevantes relacionados a saúde. Entre eles, o acompanhamento tanto da frequência cardíaca como respiratória, execução de eletrocardiograma, medição da saturação de oxigênio no sangue (SpO2) e relatórios do sono.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
Em relação a esportes, o relógio inteligente da Huawei faz bonito e promete monitorar mais de 100 atividades físicas diferentes. O GPS integrado proporciona geolocalização precisa e dados a respeito da distância percorrida, calorias queimadas e número de passos dados, por exemplo.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix promete entregar até 21 dias de autonomia longe das tomadas com o uso moderado por parte do usuário.
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Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.
O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.
Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.
O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.
Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.
Por que ter um plano específico de inteligência artificial?
As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.
O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)
Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.
Preços do Google One
Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.
Padrão
AI Plus
Premium
AI Pro
Preço
R$ 14,99
R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)
R$ 49,99
R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento
200 GB
200 GB
2 TB
5 TB
Gmail, Docs, Sheets e mais
Sim
Sim
Sim
Sim
Créditos de IA
Não
200 créditos
200 créditos
1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais
Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.
Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.
O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.
Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.
O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?
A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.
O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.
Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Uma juíza federal dos Estados Unidos determinou o bloqueio temporário de uma medida do Pentágono que classificava a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic como um “risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional”.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Rita Lin, que apontou indícios de que a medida teria caráter punitivo. Segundo ela, “o registro sustenta uma inferência de que a Anthropic está sendo punida por criticar a posição de contratação do governo na imprensa”.
Na avaliação da magistrada, a ação do governo pode configurar retaliação ilegal com base na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “Punir a Anthropic por trazer escrutínio público à posição de contratação do governo é um caso clássico de retaliação ilegal da Primeira Emenda”, escreveu.
A decisão judicial ocorre após audiências realizadas no início desta semana e estabelece que a ordem de bloqueio temporário entre em vigor dentro de sete dias.
Deliberação começou na terça-feira (24) (Imagem: RixAiArt/Shutterstock)
Anthropic vs Pentágono: linha do tempo
11 de julho de 2024: a Anthropic firmou uma parceria com a Palantir para integrar o Claude à plataforma de IA Palantir AIP. O objetivo era permitir que agências de inteligência e defesa dos EUA usassem a IA para analisar grandes volumes de dados complexos de forma segura.
14 de julho de 2025: o Pentágono concedeu à Anthropic um contrato de prototipagem no valor de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). O objetivo era desenvolver capacidades de IA de fronteira para a segurança nacional. Outras empresas, como OpenAI e xAI, também receberam contratos de valores similares na mesma época.
Janeiro de 2026: o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, emitiu um memorando exigindo que todos os contratos de IA do Departamento de Defesa incluíssem uma cláusula de “qualquer uso lícito” em até 180 dias. A medida entrou em conflito direto com as políticas de segurança da Anthropic, que proíbem o uso do Claude para vigilância doméstica em massa ou armas totalmente autônomas.
24 de fevereiro de 2026: Hegseth reuniu-se com o CEO da Anthropic, Dario Amodei, exigindo formalmente a assinatura de um documento que garantisse ao exército acesso total e irrestrito aos modelos Claude, sem as “travas” de segurança da empresa.
27 de fevereiro de 2026:fim do prazo estipulado pelo Pentágono. A Anthropic recusou-se oficialmente a remover as salvaguardas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que todas as agências federais interrompessem o uso dos produtos da Anthropic. No mesmo dia, Hegseth declarou a empresa um “risco à cadeia de suprimentos”, proibindo qualquer contratante militar de fazer negócios com ela.
28 de fevereiro de 2026: a OpenAI, através de Sam Altman, aproveitou o vácuo deixado pela Anthropic e anunciou um novo acordo para implantar seus modelos na rede classificada do Departamento de Defesa, comprometendo-se com os termos de “uso lícito” exigidos pelo governo. Enquanto os Estados Unidos baniam a Anthropic, o Pentágono iniciava a Operação Epic Fury, uma ofensiva aérea contra o Irã, usando as ferramentas de IA da empresa.
24 de março de 2026:Anthropic e governo foram aos tribunais pela primeira vez. Houve uma audiência em um tribunal federal da Califórnia, que deliberou sobre a validade da medida tomada pelo Pentágono.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)Resumo
Intel anunciou GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória GDDR6, focadas em aplicações profissionais;
Arc B70 Pro possui 32 núcleos Xe, 256 motores XMX, e desempenho Int8 de 367 TOPS, enquanto Arc B65 Pro tem 20 núcleos Xe, 160 motores XMX, e desempenho Int8 de 197 TOPS;
Nos EUA, Arc B70 Pro custa US$ 949, e Arc B65 Pro será lançada em abril de 2026; não há informações sobre lançamento no Brasil.
A Intel segue tentando emplacar no segmento de placas de vídeo dedicadas. A companhia aproveitou o evento Intel Pro Day 2026, realizado nesta quarta-feira (25/03), para anunciar oficialmente as GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, ambas com codinome “Big Battlemage”.
Elas até podem ser usadas para jogos, mas as duas novas placas de vídeo da Intel têm foco em aplicações profissionais, podendo ser empregadas em workstations (computadores de alto desempenho), portanto.
Nesse sentido, a própria Intel destaca que as novidades oferecem “forte desempenho e excelente custo-benefício para criação de conteúdo, cargas de trabalho de engenharia e inferência de IA”.
Para tanto, as novas GPUs foram equipadas com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória (VRAM). Como a numeração mais alta no nome sugere, a Arc B70 Pro é o modelo mais avançado.
As principais especificações da dupla são estas:
Arc B70 Pro
Arc B65 Pro
Núcleos Xe
32
20
Unidades Ray Tracing
32
20
Motores XMX
256
160
VRAM
32 GB de GDDR6
32 GB de GDDR6
Largura de memória
608 GB/s
608 GB/s
Interface de memória
256 bits
192 bits
Desempenho (Int8)
367 TOPS
197 TOPS
Consumo
160-290 W
200 W
Sistemas
Windows e Linux
Windows e Linux
Outros
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
Apenas para não restar dúvidas, os núcleos Xe consistem nos blocos de processamento gráfico em si, podendo ser comparados aos núcleos Cuda, da Nvidia.
Já os motores XMX (Xe Matrix Extensions) consistem em componentes direcionados a tarefas de aceleração de inteligência artificial, atuando em processamento de imagens ou upscaling por IA, por exemplo, e podem ser comparados aos núcleos Tensor, da Nvidia.
Disponibilidade e preços das placas Arc B65 Pro e Arc B70 Pro
Nos Estados Unidos, a Intel Arc B70 Pro será lançada nesta quarta-feira com preço sugerido de US$ 949 (R$ 5.005, na conversão direta). O modelo terá variações produzidas por marcas parceiras da Intel, como ARKN, ASRock, Gunnir, Maxsun e Sparkle, que podem trabalhar com valores diferentes.
Já a Intel Arc Pro B65 será lançada em abril de 2026 pelos parceiros da Intel. A faixa de preços do modelo ainda não foi revelada, porém.
Ainda não há informação sobre lançamento oficial no Brasil.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)
Outros anúncios da Intel
As novas placas de vídeo Arc não são as únicas novidades da Intel. A companhia também anunciou os processadores Core Ultra Série 3 para notebooks de alto desempenho voltados ao segmento corporativo. Esses chips têm tecnologia Intel 18A (equivalente, até certo ponto, ao padrão de 2 nanômetros da TSMC) e até 16 núcleos de CPU.
Para estações de trabalho ainda mais avançadas, a Intel confirmou os processadores Xeon 600 com opções que vão de 12 a 86 núcleos de CPU, chips estes que haviam sido revelados em fevereiro.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com um dos melhores preços já encontrados pelo Achados. O smartwatch robusto com tela AMOLED e sensores avançados sai por R$ 1.699 em até 10x sem juros no Mercado Livre. Em termos de comparação, você garante um valor 43% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo de titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro possui caixa de 46 mm (imagem: Divulgação)
O relógio inteligente premium da Huawei tem construção em liga de titânio e Cristal de Safira sobreposto ao painel AMOLED de 1,47 polegadas com brilho de até 3.000 nits sob o sol. Ambos materiais conhecidos pela alta durabilidade, assim como a pulseira pulseira de fluoroelastômero (um tipo de borracha sintética).
Além disso, ao resistir a 5 ATM e possuir certificação IP69, significa que aguenta pressão estática equivalente a 50 metros de profundidade e jatos d’água em alta pressão, respectivamente. Portanto, o usuário não vai precisar retirá-lo do pulso enquanto estiver na piscina ou praticando esportes aquáticos.
Segundo a empresa chinesa, o Huawei Watch GT 6 Pro entrega autonomia para até 21 dias em uso moderado. Apesar de ter uma bateria de longa duração, vale ressaltar que com o uso intenso ou GPS ativado a todo momento o período longe da tomada vai ser menor.
Huawei Watch GT 6 Pro traz uma coroa giratória na lateral (imagem: Divulgação)
O smartwatch possui sensores que possibilitam o acompanhamento contínuo das frequências cardíaca e respiratória, oxigenação no sangue (SpO2), ECG e dados relacionados ao sono. Já na parte física, monitora mais de 100 modalidades esportivas, incluindo exercícios aeróbicos e anaeróbicos.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção que não deve durar muito por R$ 1.699 em até 10x sem juros apresenta compatibilidade tanto a celulares com o sistema Android como iOS.
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A crise que atinge a indústria de jogos eletrônicos acaba de fazer sua vítima mais notável até agora. A Epic Games anunciou nesta terça-feira (24) o corte de mais de 1.000 postos de trabalho, uma decisão motivada pela queda no engajamento de seu principal título, o battle royaleFortnite, de acordo com informações da agência Reuters.
De acordo com um comunicado enviado pelo CEO Tim Sweeney aos funcionários, a empresa está gastando “muito mais do que estamos ganhando”. Para estancar a sangria, a Epic planeja economizar cerca de US$ 500 milhões por meio da redução de gastos com marketing, contratações e a eliminação de cargos abertos.
O fim da “magia” constante?
Embora o gênero de “jogos como serviço” tenha se mostrado resiliente nos últimos anos, manter o interesse do público exige um fluxo constante e caríssimo de novos conteúdos. Sweeney admitiu que a empresa enfrentou desafios para entregar a “magia de Fortnite” de forma consistente e que as condições atuais do mercado são as mais extremas desde a fundação da Epic, em 1991.
Um ponto importante destacado pelo CEO é que as demissões não estão relacionadas à inteligência artificial. Em um momento de medo generalizado de que a tecnologia substitua desenvolvedores, Sweeney fez questão de reforçar que os cortes são uma medida puramente financeira para garantir a sobrevivência da operação.
Esta é a segunda grande rodada de demissões da Epic Games em menos de três anos; em setembro de 2023, a empresa já havia cortado 830 funcionários. No entanto, ela não está sozinha:
EA e Amazon: gigantes como Electronic Arts e a divisão de games da Amazon também realizaram cortes em massa recentemente.
Custo de hardware: a alta nos preços dos chips de memória também pressiona o setor, elevando os custos de semicondutores e forçando fabricantes de consoles a reajustar preços.
O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.
Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.
Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.
A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.
Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.
Confira o nosso review do Poco X8 Pro
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O iPhone 17 Pro de 512 GB está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, com o retorno de um desconto histórico de 23% sobre o valor original de R$ 12.999, e o menor preço já registrado.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ e 120 Hz, chip de ponta A19 Pro e kit principal de câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro vem equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte do Sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e pancadas.
Seu desempenho fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, segundo a Apple, um kit sem paralelos entre a concorrência com 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e a adição da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 Pro conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto, todas de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A traseira do iPhone 17 Pro acomoda as câmeras principais, uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, um abatimento recorde de 23% sobre o preço de lançamento.
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iPhone 17 Pro (512 GB) tem tela de 6,3" e 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple recebe melhor desconto desde lançamento no Pix com cupom
Enquanto aeroportos americanos enfrentam filas intermináveis e funcionários trabalham sem salário há semanas, Elon Musk anunciou que vai cobrir os vencimentos dos agentes da TSA durante a atual paralisação orçamentária do governo federal.
A TSA (Transportation Security Administration) é a agência federal dos EUA, criada após 11 de setembro de 2001, responsável pela segurança em aeroportos e transportes. Ela fiscaliza passageiros e bagagens, define regras de líquidos e itens proibidos, e utiliza chaves mestras para inspecionar malas trancadas com cadeados padronizados.
De acordo com a Reuters, o empresário, considerado a pessoa mais rica do mundo, fez o anúncio no sábado através de sua plataforma X. A decisão surge em meio ao quinto fim de semana consecutivo de impasse no Congresso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela TSA.
“Gostaria de me oferecer para pagar os salários do pessoal da TSA durante este impasse de financiamento que está afetando negativamente a vida de tantos americanos em aeroportos em todo o país”, escreveu Musk na rede social.
(Imagem: Georgiy Datsenko / iStock)
Funcionários prestes a perder segundo salário
Os aproximadamente 50 mil agentes de segurança aeroportuária estão a poucos dias de perder o segundo salário integral em seis meses. Mesmo sem remuneração, eles continuam sendo pressionados a comparecer ao trabalho enquanto os tempos de triagem em alguns aeroportos se estendem por horas.
Segundo dados federais, os funcionários da TSA ganham uma média de 61 mil dólares por ano. A situação se tornou tão crítica que aeroportos estão organizando campanhas de arrecadação de alimentos e aceitando doações para ajudar os trabalhadores da segurança.
Companhias aéreas e grupos de viagem alertam que as ausências entre os agentes de segurança podem aumentar novamente neste fim de semana, agravando ainda mais os atrasos nos aeroportos.
Negociações continuam sem prazo definido
O líder da maioria no Senado, John Thune, disse na sexta-feira que negociadores bipartidários conseguiram reduzir as disputas restantes sobre o financiamento do DHS. No entanto, ainda não há um acordo finalizado.
A atual crise orçamentária tem origem em um acordo firmado pelos democratas no Congresso em fevereiro. Eles concordaram em financiar a maior parte do governo federal, mas retiveram os recursos do DHS após a morte de dois cidadãos americanos em Minnesota por autoridades de imigração.
Aeroporto mais movimentado da Europa(Imagem: GordonBellPhotography/iStock)
Precedente de financiamento privado
Esta não seria a primeira vez que um doador privado intervém durante uma paralisação governamental. No ano passado, o presidente Donald Trump revelou que um doador rico forneceu 130 milhões de dólares para cobrir possíveis déficits no pagamento militar durante uma paralisação que durou 43 dias – a mais longa da história americana.
Até o momento, nem o DHS, nem a TSA, nem representantes de Musk responderam às solicitações de comentários sobre a proposta do bilionário.
A situação continua impactando milhões de passageiros que enfrentam longas esperas nos aeroportos, enquanto os trabalhadores essenciais da segurança aeroportuária permanecem sem seus salários em meio às negociações políticas em Washington.
Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).
Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.
Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)
Episódio piora tensões
O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.
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Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.
O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.
Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.
Um júri na Califórnia (EUA) concluiu que Elon Musk enganou investidores do Twitter (atual X) durante o período que antecedeu a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões (R$ 233,7 bilhões). O veredicto foi emitido nesta sexta-feira (20) e estabelece que os danos totais podem chegar a até US$ 2,6 bilhões (R$ 13,8 bilhões), segundo advogados dos autores da ação.
O processo coletivo, intitulado Pampena v. Musk, foi protocolado em outubro de 2022, após Musk concluir a compra da rede social por US$ 54,20 (R$ 287,99) por ação. Posteriormente, ele renomeou a empresa para X e a integrou à sua companhia de inteligência artificial, a xAI, antes de também vinculá-la à SpaceX.
O que os advogados que acusam Musk dizem
Segundo os advogados dos investidores, o comportamento de Musk prejudicou acionistas comuns;
“Este é um grande exemplo do que você não pode fazer com o investidor médio — pessoas que têm planos de aposentadoria, filhos, fundos de pensão, professores, bombeiros, enfermeiros”, afirmou Joseph Cotchett, representante dos investidores, em entrevista à CNBC no tribunal de São Francisco (EUA). “Era disso que tratava este caso. Não era sobre Musk. Era sobre toda a operação”;
Em comunicado enviado por e-mail, advogados de Musk do escritório Quinn Emanuel afirmaram: “Vemos o veredicto de hoje, em que o júri decidiu tanto a favor quanto contra os autores e não encontrou um esquema de fraude, como um obstáculo no caminho. E esperamos a reabilitação na apelação”;
A controvérsia teve início após a proposta de compra do Twitter feita por Musk em abril de 2022. Pouco depois, o empresário passou a demonstrar dúvidas sobre o negócio, questionando publicamente o nível de contas falsas, bots e spam na plataforma;
Em maio daquele ano, ele escreveu no Twitter que a aquisição estava “temporariamente suspensa” até que o então CEO da empresa comprovasse que as contas inautênticas representavam cerca de 5% do total, conforme divulgado em relatórios enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).
As publicações e declarações adicionais de Musk provocaram uma queda de quase 10% nas ações do Twitter em uma única sessão. Após quatro dias de deliberação, o júri concluiu por unanimidade que os tuítes publicados em 13 e 17 de maio eram materialmente falsos ou enganosos.
Executivo teria forçado queda no valor das ações do Twitter deliberadamente (Imagem: photosince/Shutterstock)
Ex-acionistas da empresa, incluindo investidores de varejo e operadores de opções, argumentaram que as declarações faziam parte de uma estratégia para pressionar o conselho do Twitter a aceitar uma venda por um valor inferior à oferta inicial. Segundo eles, Musk também estaria motivado pela queda nas ações da Tesla, o que o obrigaria a vender mais papéis da empresa para financiar a aquisição.
Os autores da ação afirmaram ainda que venderam suas ações por valores abaixo de US$ 54,20 em resposta às declarações públicas de Musk e entrevistas à imprensa. A estimativa de danos potenciais leva em conta análises de especialistas sobre o impacto das mudanças de posição do empresário no preço das ações durante o período abrangido pelo processo.
De acordo com os advogados dos investidores, o processo de administração das reivindicações deve ser estruturado em cerca de 90 dias. Em seguida, o governo levará mais alguns meses para processar os pedidos e permitir que os investidores comecem a recuperar parte de suas perdas.
A defesa de Musk sustentou que as declarações do empresário se baseavam em preocupações legítimas sobre bots, spam e contas falsas na plataforma, e que não configuravam fraude de valores mobiliários nem uma tentativa deliberada de derrubar o preço das ações.
O júri concluiu que, embora Musk tenha feito declarações falsas e enganosas que prejudicaram alguns acionistas, não houve um esquema específico de fraude contra investidores.
Apesar de representar uma reprimenda significativa ao empresário, o impacto financeiro do veredicto tende a ser limitado diante de sua fortuna, estimada atualmente em cerca de US$ 650 bilhões (R$ 3,4 trilhões), segundo a Bloomberg.
O iPhone 17 Pro (512 GB) baixou um pouco mais o preço no Mercado Livre. Ontem (19) o Achados divulgou o dispositivo com o menor preço histórico, porém com a adição do novo cupom MELHORPROMO, agora sai por R$ 8.639 no Pix. Isso significa uma redução maior de 34% pela versão com o preço de lançamento de R$ 12.999.
iPhone 17 Pro promete desempenho 40% melhor
iPhone 17 Pro possui revestimento antirreflexo e brilho com pico de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A afirmação de que o iPhone 17 Pro entrega um desempenho 40% melhor vem diretamente da Apple. Os ganhos em performance da GPU, CPU e do novo resfriamento térmico ao processador A19 Pro (3 nm) vão possibilitar maior rapidez e potência para executar jogos com gráficos pesados e apps de edição exigentes, por exemplo.
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com o suporte a HDR10 e Dolby Vision, entregando cores mais intensas às imagens exibidas em resolução de 2.622 x 1.206 pixels. O ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz assegura fluidez gráfica em diferentes tipos de conteúdos e maior eficiência energética.
A nova linha Pro, incluindo o Pro Max, apresenta um novo detalhe na traseira. Agora a região mais saltada em relação a carcaça que abriga as câmeras vai de ponta a ponta, e não somente em volta delas. Por falar nelas, as três lentes Wide, Ultrawide e Periscópio são de 48 megapixels. Além disso, o sistema grava vídeos em resolução 4K.
iPhone 17 Pro apresenta novo visual na traseira revestida por alumínio e Ceramic Shield (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone conta com as conexões de Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 e o sistema de NFC via Apple Pay em conectividade. A bateria de 3.998 mAh suporta carregamento rápido de 40 W e entrega autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple.
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
A proposta vai além do uso em ambientes civis. De acordo com Sankaet Pathak, fundador da Foundation Future Industries, o objetivo de longo prazo é desenvolver um sistema capaz de atuar de forma autônoma em operações militares, incluindo navegação em campo e identificação de alvos.
Apesar disso, o executivo afirma que o uso de armamentos ainda dependerá de supervisão humana. A lógica, segundo ele, segue o modelo já adotado em drones militares, que podem operar de forma independente em várias etapas, mas exigem autorização humana para ações ofensivas.
Pathak destaca que a autonomia será aplicada principalmente em tarefas operacionais, como transporte de suprimentos, organização de materiais e outras funções ligadas à logística em cenários de defesa. Para ele, essas atividades são essenciais e podem ser automatizadas com maior segurança.
Outro ponto enfatizado pela empresa é a arquitetura do sistema. O Phantom-01 foi desenvolvido para operar com um computador embarcado, reduzindo a dependência de conexões externas. A estratégia busca diminuir a exposição a possíveis ataques cibernéticos, especialmente em ambientes sensíveis.
Empresa espera lançar novo modelo de robô humanoide no mês que vem (Imagem: Foundation Future Industries)
Próxima geração do robô humanoide está chegando
A companhia já prepara a próxima geração do robô, com lançamento previsto para abril. A nova versão deve trazer melhorias voltadas à produção em larga escala, com a expectativa de comercializar milhares de unidades ainda este ano.
O projeto coloca a Foundation Future Industries em um mercado cada vez mais competitivo, que inclui iniciativas semelhantes de empresas como Tesla, Agility Robotics e Apptronik, todas investindo no desenvolvimento de robôs humanoides com potencial para aplicações industriais e, em alguns casos, estratégicas.
Como demonstração, a empresa divulgou um vídeo do robô desarmando uma bomba:
O iPhone 17 Pro de 512 GB está com desconto histórico de 23% em oferta no Mercado Livre. Anunciado por R$ 12.999, sai por R$ 9.989 no Pix com a adição do cupom MELHORPROMO. O dispositivo traz um design renovado na parte traseira e promete fornecer ainda mais desempenho com o seu novo processador.
iPhone 17 Pro tem chip A19 Pro e trio de câmeras de 48 MP
iPhone 17 Pro carrega trio traseiro de câmeras de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Apple deu uma repaginada no design traseiro da versão Pro do iPhone 17. As câmeras ficam abrigadas em um módulo saltado em relação a carcaça que agora vai de ponta a ponta. Por falar nelas, passaram todas a ter 48 MP: Wide com f/1.8, Ultrawide com ângulo de 120˚ e a Periscópio com zoom óptico 4x que foi aprimorada. O sistema grava vídeos em 4K até 120 fps.
O iPhone 17 Pro obtém desempenho apoiado a 12 GB de memória RAM e ao processador A19 Pro (3 nm). De acordo com a fabricante, o chipset fornece até 40% mais poder em CPU e GPU, o que significa mais poder e velocidade de processamento para multitarefa.
O painel Super Retina XDR de 6,3 polegadas exibe cores mais vibrantes com o suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision. Além disso, a tecnologia ProMotion garante taxa de atualização de 120 Hz que assegura excelente fluidez para navegação, vídeos e jogos. A tela ainda atinge brilho com pico de 3.000 nits.
iPhone 17 Pro traz o Ceramic Shield 2 que promete 3x maior resistência (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 3.998 mAh proporciona autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeos, segundo a Apple. Há o suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e ainda reverso de 4,5 W. Já em conectividade, o Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 possibilitam conexões mais rápidas e estáveis.
O iPhone 17 Pro (512 GB) em oferta histórica por R$ 9.989 no Pix com o cupom MELHORPROMO possui estrutura em alumínio e inclui a certificação IP68 assegurando resistência a poeira e imersão em água doce de até 6 metros.
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O Motorola Edge 60 Pro 5G de 256 GB, que já estava em promoção essa semana, acaba de ficar ainda mais barato. Com o novo cupom MAGALU200, o celular da Motorola sai por apenas R$ 2.249 no Pix no Magalu. A oferta, que é a melhor desde o início de janeiro, representa menos da metade do preço original de R$ 4.999.
Já a ficha técnica do smartphone se destaca pela bateria grande de 6.000 mAh e pela RAM expansível até 26 GB.
Edge 60 Pro promete autonomia de bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz bateria com impressionantes 6.000 mAh de capacidade. Esse número é bastante acima de outros celulares intermediários e topo de linha, que costumam ficar entre 4.000 mAh e 5.000 mAh de capacidade. E como tamanho não é documento, a Motorola ainda promete até 45 horas de uso, e um carregador de 90 W na caixa.
Além disso, o smartphone é equipado com um processador Mediatek Dimensity 8350 Extreme e uma RAM que traz originalmente 12 GB de memória. Essas configurações já tendem a ser suficientes para uma multitarefa satisfatória, mas é possível ainda fazer uma espécie de upgrade subindo a RAM para até 24 GB via tecnologia de RAM virtual.
As câmeras também são destaque. O Motorola Edge 60 Pro traz conjunto fotográfico triplo na traseira, com um sensor principal de 50 megapixels, ultrawide para fotos amplas também de 50 MP e uma telefoto de 10 MP para fotos com zoom. Além de uma lente para selfies com 50 MP, que é outro diferencial em relação a demais celulares da categoria.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Por fim, por pertencer à linha Edge, segundo a política de atualizações da Motorola, o celular será atualizado até o Android 18. A resistência contra água e poeira é assegurada pela certificação IP69. E não custa lembrar, o Motorola Edge 60 cai para R$ 2.249 no Pix hoje aplicando o cupom MAGALU200 no Magazine Luiza.
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O iPhone 17 Pro de 256 GB está em promoção por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 32% em comparação ao valor original de R$ 12.999.
O celular premium da Apple é equipado com um kit principal de câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro traz um design renovado por conta das novas câmeras principais: uma wide com OIS e uma ultrawide, próprias para a captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP Center Stage tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Seu chip A19 Pro de 3 nanômetros, aliado aos 12 GB de RAM, entrega 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior e, segundo a Apple, não tem paralelos entre a concorrência em termos de performance. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio recebe o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, que adicionam resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que oferece cores vibrantes, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte. O display recebe a proteção adicional do vidro Ceramic Shield 2.
Na parte da conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria possui autonomia de 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está em oferta por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 32% sobre o preço de lançamento.
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iPhone 17 Pro (256 GB) tem câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED com ProMotion de 120 Hz; celular premium da Apple sai 32% mais barato que preço original no Pix
O Huawei Watch Fit 4 Pro está com uma das melhores promoções recentes no Mercado Livre. O smartwatch sai por R$ 1.169 no Pix, um desconto de 53% em relação ao preço de lançamento de R$ 2.499. O usuário terá em mãos a possibilidade monitorar mais de 100 tipos de treino e um sistema para saúde bem completo.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bisel em titânio
Huawei Watch Fit 4 Pro tem três cores: verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
Para quem busca um smartwatch resistente para o dia a dia, o Huawei Watch Fit 4 Pro traz uma caixa formada por um bisel de liga de titânio e uma tampa frontal de liga de alumínio. A tela AMOLED de 1,82 polegadas com brilho de até 3.000 nits tem revestimento de vidro de safira artificial. O modelo em oferta ainda conta com pulseira resistente a água e suor.
O dispositivo tem a capacidade de acompanhar mais de 100 modalidades distintas de treinos, de acordo com a fabricante. Incluindo esportes aquáticos, já que possui resistência a água de 5 ATM e um sensor de profundidade que funciona a até 40 metros de profundidade.
Em relação a saúde, há o sistema HUAWEI TruSense que oferece o monitoramento de dados relacionados aos sistemas respiratório, nervoso e endócrino. O smartwatch também conta com sensores para checar a oxigenação no sangue, ECG e ainda detectar apneia.
Huawei Watch Fit 4 Pro suporta mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
A duração da bateria pode variar conforme o uso e a ativação de funções como Always On Display e GPS de dupla frequência. De acordo com a Huawei, o relógio fornece autonomia máxima de até 10 dias e possui carregamento sem fio.
No mais, o Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção por R$ 1.169 no Pix inclui alto-falante e microfone embutidos que possibilita responder ao recebimento de ligações.
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Seu objetivo é o de atualizar a proteção de menores no país e deixá-la preparada para a era da internet atual, cada vez mais utilizada por bons e maus atores. A lei determina que empresas do setor de tecnologia criem mecanismos de certificação de idade e sistemas de supervisão parental.
Como pena, as companhias que não acatarem as medidas do ECA Digital poderão sofrer sanções que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. A proposta, que agora é lei, ganhou força no debate político após uma denúncia feita pelo youtuber Felca, que revelou redes de exploração infantil e adultização de crianças nas plataformas digitais.
“Vários países começaram a adotar algumas medidas. Chegou ao ponto da Austrália proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, começou a exigir que pelo menos 13 anos fosse a idade mínima para se entrar em redes sociais em boa parte dos países, mas sentiu-se que isso não era suficiente. Por quê? Porque, infelizmente, não há uma verificação sólida e efetiva da idade das crianças”, pontuou Cláudia Costin, especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial, ao Olhar Digital.
“Então, muitas crianças entrando em redes sociais, muitos até ataques a escolas planejados na Dark Web por adolescentes, por vezes, então há riscos muito grandes para essas crianças. Então, pelo menos a partir do dia 17 [hoje], começa a viger o ECA digital e eu acho que isso é um avanço. Não vai ser perfeito, mas é um grande avanço“, prosseguiu.
Quais são os principais pontos do ECA Digital?
Agora, entre as medidas que apps, jogos eletrônicos, redes sociais e serviços digitais precisarão aplicar, estão:
Verificação de idade confiável;
Ferramentas de supervisão familiar;
Resposta ágil a conteúdos ilícitos;
Regras específicas para o tratamento de dados e publicidade dirigida a menores.
As empresas passam a ter mais responsabilidades, devendo garantir mais segurança para o acesso de crianças e adolescentes.
“O que o ECA Digital basicamente fez foi ampliar as responsabilidades daquelas empresas que posicionam produtos e serviços digitais no mercado para que estes sejam mais seguros quando são acessados por crianças e adolescentes”, explicou, ao Olhar Digital, Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Diferentemente de outros países, como a Austrália, o ECA Digital não força o banimento de certa faixa etária, mas estabelece o seguinte: Nas redes sociais, o conjunto de leis dá destaque à supervisão parental. Isso significa que contas de adolescentes com menos de 16 anos precisarão ser vinculadas às de adultos responsáveis.
As redes precisarão, além de fornecer a supervisão parental, utilizar outros métodos de verificação de idade, como a estimativa etária, que algumas plataformas já utilizam. Caberá à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar quais serão os métodos utilizados na verificação de idade de jovens e adolescentes.
Já as lojas de aplicativos e sistemas operacionais precisarão disponibilizar o sinal de idade (informação sobre a idade do usuário) para os apps. Nos casos de sites de pornografia, marketplaces e aplicativos de entrega que vendem bebidas alcoólicas ou cigarros, será necessária a verificação de idade.
Contudo, essa verificação ainda não está disponível, sendo aplicada escalonadamente, segundo Horta. Isso deve levar alguns meses.
“Outros países que aprovaram leis de segurança online levaram um período maior e ainda estão implementando. A gente sempre soube que seis meses era um prazo ambicioso, mas, ao encurtar, o governo Lula estava mandando o recado para todo o ecossistema: vamos nos adaptar rápido para proteger esse público“, explicou.
Enquanto as tecnologias permitidas para aferição da idade não são detalhadas, orienta-se tratar os dados pessoais dos usuários com o mínimo necessário para haver a confirmação da idade desses usuários.
Isso se assemelha ao que vemos em locais físicos, como quando você vai a uma festa para maiores de idade, por exemplo, e seguranças conferem seu RG na entrada para determinar se você pode ou não participar. A ideia é igual, com a diferença de que as empresas e serviços com restrições para menores são os “seguranças” que irão “pedir seu RG digital“.
“A gente está pensando, obviamente, em redes sociais, mas, ao mesmo tempo, o ECA Digital tem um efeito ou impacto sistêmico, porque várias das questões que a própria legislação brasileira sempre proibiu ou sempre definiu que não deveriam acontecer com crianças e adolescentes passam a valer também para a internet de forma muito clara. Então, para ficar no exemplo, o ECA de 1990 já dizia que você não poderia ofertar ou vender álcool ou revistas pornográficas para crianças e adolescentes. O que se observava é que, na internet, você não tinha nenhuma forma de controle ou checagem disso”, disse o secretário.
“Vale lembrar que a aferição de idade não se confunde com verificação de identidade. Para acessar um ambiente proibido para crianças e adolescentes, eu não preciso identificar a pessoa. A pessoa pode manter a privacidade dela, acessar aquele ambiente e, ao mesmo tempo, provar que é adulta. A gente já tem várias tecnologias que permitem fazer isso sem você rastrear o que as pessoas fazem na internet: você pode usar, por exemplo, uma credencial etária, uma credencial de idade, que manda só uma única informação para a aplicação — ‘este usuário tem mais de dezoito anos’, por exemplo. E aí você, de fato, separa crianças e adolescentes de um lado, adultos de outro, e consegue proteger esse público, evitando que ele acesse ambientes que não são adequados para a sua idade”, prosseguiu.
A ANPD informou que o regulamento específico para aferição de idade deve ficar pronto até o fim deste ano e, a partir do ano que vem, este será um de seus temas prioritários.
Agora, a conversa que a gente tem que estimular e que a gente quer que ocorra é que as famílias tenham consciência de que o mundo digital é muita coisa. Eu posso, na internet, ter vários usos muito interessantes, educativos, eu posso ter jogos eletrônicos que ajudam a desenvolver habilidades, eu posso fazer trabalhos escolares na internet, eu posso conectar com amigos, tudo bem. Mas a gente precisa que tenha uma consciência de que a autonomia da criança e do adolescente é progressiva. Se eu dou um celular para a criança, para que ela possa comunicar com o pai ou a mãe, que são separados e vivem em lares distintos, por exemplo, é muito ruim que junto com essa funcionalidade protetiva venha junto todo o risco associado da internet em ambientes que são projetados para adultos.
O ECA Digital vem para acabar com isso. Se eu começo a exigir controles etários, se eu tenho mecanismos de supervisão parental ativa melhores, os pais e as mães podem fazer no ambiente digital aquilo que sempre fizeram no ambiente físico. No ambiente offline, pais e mães, avós, tios, tias sempre tiveram que decidir: a partir de qual idade meu filho pode sair sozinho na rua? A partir de qual idade pode dormir fora de casa? A partir de qual idade pode viajar com o amiguinho? São escolhas que as famílias sempre tiveram que fazer. No fundo, antes do ECA digital, o que estava acontecendo é que o ambiente digital estava desempoderando as famílias, porque elas não tinham sequer a oportunidade de exercer esse poder familiar. Agora a gente vai ter mecanismos e ferramentas para que os pais e as mães consigam separar o joio do trigo, separar onde as crianças podem estar, que são ambientes desenhados para serem seguros, de outros onde elas não deveriam estar porque não foram projetadas para serem seguras para esse público.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
“Na prática, o que a lei define como ‘verificação eficaz‘ é um mecanismo que atenda cumulativamente a três requisitos: confiabilidade (capacidade real de distinguir menores de adultos), auditabilidade (possibilidade de verificação e prestação de contas sobre o funcionamento do sistema) e segurança técnica (proteção dos dados coletados no processo, com uso restrito à finalidade de verificação de idade conforme o art. 13)”, explicou Rafael Soares Magalhães, advogado especializado em crimes cibernéticos e compliance digital, mestre em direito, diretor do núcleo de consultas públicas e legislação da OAB/MG, membro da comissão de direito digital e diretor de assuntos legislativos da comissão de defesa e da cidadania dos interesses coletivos da sociedade da OAB/MG.
“A abordagem que vem prevalecendo no debate regulatório é a de proporcionalidade ao risco: quanto maior o risco oferecido pelo serviço (pornografia, apostas, venda de armas e bebidas, redes sociais), mais rigoroso deve ser o mecanismo de verificação. A regulamentação específica, que será expedida por decreto do Poder Executivo (art. 12), deverá definir os requisitos mínimos concretos. Até lá, as empresas devem buscar soluções que superem a mera autodeclaração e que sejam compatíveis com os princípios da LGPD, especialmente minimização de dados e finalidade”, disse.
Costin, por sua vez, concorda com a medida tomada pela Austrália, além de destacar o quão maléfico é o vício para menores. “Preferia dizer que não [a medida da Austrália foi uma boa decisão], mas eu acho acertada. No começo se dizia, não, mas a discórdia é uma rede social que é voltada a adolescentes, mas boa parte dos problemas de bullying, de agressões, vieram da discórdia. Por quê? Porque sem supervisão parental ou de responsáveis é muito complicado, é viciante, que é um outro ponto, que nós adultos sabemos quantos colegas nossos estão viciados no que a gente chama de scrolling, de não conseguem sair dos celulares, não conseguem se concentrar em jantares familiares ou até em conversas com amigos. Então, imagine a criança ou o adolescente que tem o córtex pré-frontal, que é essa parte do cérebro que lida com autorregulação, com autodisciplina, maduro, ele só fica maduro plenamente a partir dos 25 anos. Então, vício virou uma coisa muito complicada“, explanou.
“E também tentar seduzir crianças e adolescentes para comprar coisas que eles não desejam por meio de identificação de gostos, de características, que os algoritmos vão lidando com isso e jogando publicidade, é muito mais grave do que para adultos, porque em adultos, pelo menos alguns de nós selecionam o que de fato quer comprar ou não. Então, tudo isso para dizer que não acho que nós estamos atrasados. Eu acho que nós temos que agir rápido como os demais países”, disse.
Lei visa dar mais proteção aos menores de idade (Imagem: antoniodiaz/Shutterstock)
O que já está valendo?
Nesta terça-feira (17), já passam a valer pontos, como:
Prevenção e mitigação de riscos previstos no art. 6º (exploração sexual, violência, conteúdos nocivos à saúde etc.);
Obrigação de configuração padrão no modelo mais protetivo de privacidade e proteção de dados;
Vedação à autodeclaração como mecanismo único de verificação de idade para conteúdos impróprios ou proibidos a menores de 18 anos;
Proibição de caixas de recompensa (loot boxes) em jogos eletrônicos direcionados ou de acesso provável por crianças e adolescentes;
Proibição de monetização e impulsionamento de conteúdos que retratem crianças e adolescentes de forma erotizada ou sexualmente sugestiva;
Vinculação obrigatória de contas de menores de 16 anos à conta de um responsável legal no âmbito de redes sociais;
Obrigação de retirada de conteúdo violador de direitos de crianças e adolescentes mediante comunicação da vítima, de seus representantes, do Ministério Público ou de entidades representativas, independentemente de ordem judicial;
Obrigação de manter representante legal no País com poderes para receber citações e notificações.
Grandes empresas e setores “sensíveis”
Enquanto alguns pontos do ECA Digital serão escalonadamente liberados, espera-se que empresas grandes que já tinham a observação governamental desde o ano passado, como Meta, Roblox e Discord, apliquem as regras de controle parental o quanto antes.
Contudo, alguns setores, como o da pornografia, pode ter que esperar mais. Isso é o que diz a distribuidora de conteúdo adulto Aylo, que aguarda orientações complementares dos órgãos reguladores, ajustando assim os planos de conformidade técnica tão logo as diretrizes sobre coleta de dados de idade forem divulgadas.
A gente tem um objetivo comum. O objetivo de todos os agentes que aprovaram no Congresso o ECA Digital, das entidades da sociedade civil, do Ministério Público, enfim, que apoiaram o ECA Digital, mas também das próprias empresas: oferecerem produtos mais seguros.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
Redes sociais concentram o maior número de obrigações específicas, como vinculação de contas de menores de 16 anos a responsável legal (art. 24), proibição de perfilamento para publicidade (art. 26), regras específicas de tratamento de dados de menores (art. 25), verificação contínua de idade com métodos complementares (art. 24), suspensão de contas com indícios de operação por menor em desconformidade (art. 24) e relatórios semestrais de transparência para provedores com mais de um milhão de usuários menores (art. 31).
Jogos eletrônicos têm obrigações próprias: vedação às loot boxes (art. 20), integralidade das salvaguardas da Lei nº 14.852/2024 (Marco Legal dos Jogos Eletrônicos) para jogos com funcionalidades de interação (art. 21) e limitação padrão de funcionalidades de interação com exigência de consentimento dos pais (art. 21).
Plataformas de streaming e serviços com controle editorial recebem tratamento diferenciado favorável. O art. 39 dispensa provedores de serviços com controle editorial e de conteúdos protegidos por direitos autorais previamente licenciados das obrigações mais pesadas, desde que observem a classificação indicativa, ofereçam transparência na classificação etária, disponibilizem mecanismos de mediação parental e mantenham canais de denúncia.
Lojas de aplicativos e sistemas operacionais têm papel de “guardiões da porta de entrada“: devem aferir idade ou faixa etária dos usuários, permitir configuração de supervisão parental e fornecer sinal de idade via API segura aos provedores de aplicativos (art. 12).
Por último, buscadores e marketplaces estão sujeitos às obrigações gerais proporcionalmente ao seu grau de interferência sobre os conteúdos, o que será definido com mais precisão pela regulamentação (art. 39).
Loot boxes: compras com dinheiro de verdade estão contadas
Você (ou seu filho ou filha) já deve ter se deparado com as chamadas loot boxes, mecanismo que realiza estímulos psicológicos para fazer com que usuários, independentemente de serem crianças, adolescentes ou adultos, gastem dinheiro de verdade dentro do jogo eletrônico no qual está “mergulhado”.
Pois, com o ECA Digital, haverá restrições severas a essas caixas de recompensa, com sua proibição total, pois funcionam como uma espécie de jogo de azar digital. Também está proibida a monetização de conteúdos nos quais menores apareçam em contextos sexualizados.
Todos esses pormenores serão verificados pela ANPD, que virou uma agência reguladora. Agora, ela tem autonomia para elaborar normas e punir empresas e serviços que estejam em desacordo com o ECA Digital.
O secretário do Ministério da Justiça disse que o governo está otimista quando se fala da implementação e aceitação das novas leis. “A gente está vendo várias das grandes empresas que já estavam adotando soluções em outros países trazendo para o Brasil rapidamente soluções que tinham desenvolvido lá fora, porque entenderam que a lei é para valer.”
O ECA Digital amplia a lógica de responsabilidade das plataformas ao estabelecer deveres preventivos, e não apenas reativos. Isso significa que provedores não devem agir exclusivamente após denúncias, mas também implementar mecanismos razoáveis de mitigação de riscos, moderação adequada e ferramentas de proteção voltadas a crianças e adolescentes.
A norma dialoga com o debate constitucional em torno do Marco Civil da Internet e com a evolução da jurisprudência do STF, que vem reconhecendo a necessidade de atuação mais diligente das plataformas em situações de risco evidente a direitos fundamentais. Assim, permanece a proteção à liberdade de expressão, mas reforça-se o dever de cuidado ativo quando estiverem em jogo direitos infantojuvenis.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Integração com a LGPD
Segundo Magalhães, o ECA Digital dialoga com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vários pontos. “O ECA Digital e a LGPD não se excluem, mas se complementam, com prevalência da norma mais protetiva quando se trata de dados de crianças e adolescentes. A própria lei faz referências expressas à LGPD em diversos dispositivos, vinculando seus deveres aos princípios de proteção de dados já vigentes. Em vários pontos, porém, o ECA Digital vai além”, afirmou.
“O fator institucional de integração é a designação da ANPD como autoridade administrativa de ambas as leis, o que concentra na mesma agência a fiscalização de proteção de dados e de proteção digital de crianças, evitando conflitos de competência. Na prática, porém, uma mesma conduta pode configurar infração autônoma a cada uma das leis, devendo ser observado o princípio da vedação à dupla punição pelo mesmo fato”, prosseguiu.
O ECA Digital e a LGPD possuem natureza complementar. Enquanto a LGPD estabelece o regime geral de proteção de dados pessoais, o ECA Digital cria obrigações específicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Na prática, as medidas exigidas pelo ECA Digital, como verificação de idade e mecanismos de segurança, devem ser implementadas em conformidade com os princípios da LGPD, especialmente finalidade, necessidade, transparência e segurança.
Isso significa que a proteção do menor não autoriza coleta excessiva de dados, exigindo soluções tecnicamente eficazes e juridicamente proporcionais.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Vai dar certo?
Com todas essas medidas, podemos nos perguntar: o ECA Digital vai dar certo? Ou precisaremos de medidas mais restritivas, como na Austrália?
“Eu acho que nós vamos ter que monitorar o que está acontecendo. Toda legislação, ela começa a atuar a partir da identificação de um fenômeno novo e que merece ser regulado. Nós não temos clareza da extensão dos danos que isso pode trazer, então, eventualmente, nós vamos ter que ir aperfeiçoando durante a implementação”, enfatizou a especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial.
“Agora, o ECA Digital estabeleceu, também junto com as diretrizes ou referenciais que o próprio Ministério da Educação criou, uma autoridade ligada à proteção de dados. E essa autoridade de proteção de dados vai também ter um papel muito importante, porque nós precisamos evitar que, ao fazer reconhecimento facial, por exemplo, das crianças para checagem de idade, que isso não seja usado para outros fins. Então, a proteção de dados das crianças e adolescentes vai ser muito importante.”
“Como fazer isso melhor? Talvez nós não tenhamos clareza ainda. Então, provavelmente, depois de um ano ou um ano e meio de implementação do ECA Digital, nós vamos ter que revisitar e ver se tudo está funcionando, se a implementação está funcionando bem. E especialmente lembrando que o poder das grandes plataformas, das big techs, é muito grande. Então, há lobbies para que a legislação não traga custos adicionais para eles. E nós, cidadãos, temos que proteger as nossas crianças, mesmo que contrariem interesses imediatos das grandes plataformas“, finalizou.
Apple adquiriu a MotionVFX (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas para edição de vídeo.
A empresa é conhecida por efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais.
A aquisição pode expandir o ecossistema criativo da Apple, que desde janeiro oferece o pacote de assinatura Creator Studio.
A Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas avançadas voltadas à edição de vídeo, em especial para o Final Cut Pro, principal software de edição profissional da própria Apple. Os valores da negociação não foram divulgados.
O movimento indica um reforço da estratégia da empresa em expandir seu ecossistema criativo. A expectativa é que os recursos da MotionVFX sejam incorporados gradualmente às soluções da dona do iPhone.
A MotionVFX, com sede em Varsóvia e fundada em 2009, construiu reputação ao longo de mais de 15 anos oferecendo efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais, com planos por assinatura e foco em facilidade de uso.
O que muda com a aquisição?
Com a compra, a Apple passa a ter controle direto sobre ferramentas amplamente utilizadas por criadores que trabalham com o Final Cut Pro. Isso pode resultar em uma integração mais profunda entre software e plugins, simplificando fluxos de trabalho.
Em comunicado publicado em seu site, a MotionVFX afirmou: “Estamos extremamente animados em compartilhar que a MotionVFX está se juntando à equipe da Apple para continuar capacitando criadores e editores a fazerem seu melhor trabalho.”
MotionVFX desenvolve plugins e ferramentas voltadas ao software Final Cut Pro (imagem: divulgação)
Apple quer competir com a Adobe?
A movimentação também pode ser interpretada como parte da disputa com a Adobe, responsável pelo Adobe Premiere Pro e pela suíte Adobe Creative Cloud, amplamente utilizada no mercado.
Nos últimos anos, a Apple tem ampliado sua oferta de serviços para criadores. Em janeiro, a empresa lançou o Creator Studio, um pacote por assinatura que reúne aplicativos como Final Cut Pro, Logic Pro e outros softwares voltados à produção de conteúdo.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com 34% de desconto no Mercado Livre. O smartwatch premium da multinacional chinesa com preço original de R$ 2.499, sai por R$ 1.655 no Pix. O detalhe interessante dessa oferta se dá pelo preço promocional na cor da pulseira marrom, bem incomum.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e monitora mais de 100 treinos
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: divulgação/Huawei)
O smartwatch Pro da Huawei sem dúvidas é indicado para os amantes de esportes. Já que tem a capacidade de monitorar mais de 100 modos de treinos diferentes, segundo a empresa. A resistência a 5 ATM e a avançada certificação IP69 contra poeira, jatos d’água em alta pressão e temperaturas extremas fazem com que não decepcione em esportes aquáticos, de estrada e outros.
Para quem gosta de um wearable mais robusto, o Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa em liga de titânio de 46 mm e revestimento do vidro Cristal de Safira para proteção contra arranhões. A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge brilho forte de até 3.000 nits em ambientes muito iluminados. Enquanto a pulseira leva o material fluoroelastômero.
A bateria promete autonomia prolongada de até 21 dias em uso moderado, de acordo com a fabricante. Para uso mais típico, o período diminui para doze dias. O carregamento oferece suporte sem fio de 10 W.
Huawei Watch GT 6 Pro é desenvolvido com caixa octagonal e coroa giratória em titânio (imagem: Divulgação)
O sistema HUAWEI TruSense integrado ao smartwatch monitora sistemas importantes relacionados a saúde, incluindo frequências cardíaca e respiratória, assim como oxigenação no sangue (SpO2) e ECG. Além disso, fornece um relatório com dados sobre a qualidade do sono na noite passada.
Por fim, o Huawei Watch GT 6 Pro em oferta por R$ 1.655 no Pix conta com NFC para possibilitar compras por aproximação, Bluetooth 6.0 e GPS capaz de fornecer informações a respeito da localização, distância percorrida e quantidades de calorias gastas.
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.590 no Pix com o cupom LU150 no Magazine Luiza. A promoção representa um desconto de 35% sobre o preço de lançamento do celular da Motorola (R$ 3.999) com RAM expansível de até 24 GB e câmera frontal de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem RAM de até 24 GB e 50 MP para selfies
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro entrega performance fluida com o chipset Mediatek Dimensity 8350 Extreme. O processador ainda trabalha com o recurso de expansão da memória RAM de 12 GB para até 24 GB. A configuração elimina travamentos em jogos pesados e garante agilidade extrema no multitarefa.
A câmera de selfies de 50 megapixels garante autorretratos com nitidez extrema e riqueza de detalhes. Este sensor frontal grava vídeos em resolução 4K para vlogs de alta qualidade. Na traseira, o sensor principal de 50 MP captura fotos claras, enquanto o telefoto com zoom óptico de 3x aproxima objetos distantes.
Outro destaque do Motorola Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh. Segundo a Motorola, o smartphone é capaz de aguentar até 45 horas de uso longe das tomadas, e apenas 6 minutos conectado ao carregador de 90 Watts deverão ser suficientes para um dia inteiro de autonomia.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Ademais, o smartphone ainda traz uma tela POLED de 6,7 polegadas com brilho forte de até 4.500 nits e taxa de atualização de 120 Hz. Estas configurações devem garantir excelente visibilidade sob qualquer iluminação e uma experiência fluida entre aplicativos.
Por fim, a fabricante ainda promete atualizações até o Android 18 e oferece certificações de resistência IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H. Sendo assim, pelos R$ 2.590 no pix com cupom LU150, o Motorola Edge 60 Pro de 256 GB pode ser uma ótima opção de celular custo-benefício.
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Quando falamos em Imposto de Renda, a maior parte das pessoas torce o nariz. E, confesso, dá para entender, considerando que a Receita Federal usa uma linguagem difícil de entender. Se você é uma dessas pessoas, nesta matéria você vai descobrir de forma simples se você tem ou não que declarar o Imposto de Renda em 2026.
Ah, e isso não é igual a bingo que você tem que acertar todos os números para ganhar. Se você se encaixa em pelo menos uma das regras, a entrega da declaração é obrigatória, ok? E tem outro detalhe: declarar não significa (necessariamente) que você vai ter que pagar mais imposto; pode significar receber dinheiro de volta, a famosa “restituição”.
O quanto você ganhou no ano: renda tributável
Sabe aquele dinheiro que “carimba” o seu contracheque todo mês? Pois é. Aqui entra o seu salário, aposentadoria, aquele aluguel que você recebe ou o seu pro labore (se você é dono de empresa).
A regra é curta e grossa: se a soma de tudo o que você recebeu desse tipo de renda em 2025 passou de R$ 35.588,00, você está obrigado a declarar.
Se você tem a sensação de que o valor subiu, você está certo. O limite aumentou um pouquinho em relação ao ano passado por causa do ajuste na tabela do IR. Isso é um alívio (ainda que pequeno), pois deixa mais gente fora da obrigatoriedade, mas ainda assim, qualquer um que ganhe pouco mais de R$ 2.965,66 por mês já precisa ficar esperto com o Leão.
A regra dos R$ 5 mil já vale?
Sim e não! Muita gente ouviu falar da isenção de R$ 5 mil e acha que já pode dar adeus ao Leão. A real é a seguinte: essa nova isenção serve para o que é descontado do seu salário hoje (em 2026).
Mas a declaração que você entrega agora é sobre o seu ano de 2025. E, no ano passado, a régua era mais baixa. Ou seja: você pode até ter parado de ter IR descontado no mês passado, mas se em 2025 você ganhou mais de R$ 35.588,00 no total, você ainda está no radar da Receita e precisa declarar!
Dinheiro “livre” de imposto (mas que o Leão vigia): rendimentos isentos ou tributados na fonte
Nem todo dinheiro que cai na conta sofre mordida do Leão na hora. Tem alguns valores que são isentos ou que o imposto já foi pago lá na fonte, antes de chegar em você. Estamos falando de coisas como:
Saque do FGTS (muito comum para quem foi demitido ou comprou um imóvel);
Indenizações trabalhistas;
Heranças ou doações;
Rendimento da poupança.
A regra aqui é para quem “nadou no dinheiro” em 2025: se a soma de tudo isso passou de R$ 200.000,00, você marcou mais um “X” no bingo da obrigatoriedade.
Por que declarar se não paga imposto? Pense na declaração como uma justificativa. Se você comprou um carro novo ou deu entrada num apartamento usando esse dinheiro, a Receita precisa saber que você não “fabricou” essa grana do nada. Declarar esses valores evita que você caia na malha fina por um erro de lógica no seu patrimônio.
Vendeu a casa ou deu um pulinho na Bolsa: ganho de capital e Bolsa de Valores
Aqui é onde o Leão fica de olho em quem fez o dinheiro circular (e render). Tem dois grupos principais que marcam o “X” no bingo aqui:
Venda de bens (lucro no bolso): se você vendeu um carro, um terreno ou um apartamento em 2025 e teve o que a Receita chama de “ganho de capital” – que nada mais é do que vender por um preço maior do que você comprou –, você precisa declarar. Se esse lucro for sujeito a imposto, não tem escapatória.
Investidores da Bolsa: calma, não é porque você comprou duas ações que já está obrigado. A regra é mais “amigável”: você só é obrigado a declarar se em 2025 vendeu ações, ouro ou outros ativos na Bolsa que, somados, passaram de R$ 40.000,00.
Tem uma exceção: se você fez vendas menores, mas teve lucro líquido sujeito a imposto (como no caso de day trade ou vendas de ações acima de R$ 20 mil no mês), você também entra na lista de obrigatoriedade.
Se você é investidor, não deixe para a última hora. O extrato da sua corretora e o CEI (Canal Eletrônico do Investidor) são seus melhores amigos para não errar nenhum centavo e fugir da malha fina.
Vida no campo: atividade rural
Se o seu negócio é a terra, a Receita Federal também tem um cercado para você. Não importa se você produz soja, cria gado ou tem qualquer outra atividade rural, a obrigatoriedade bate à sua porta em dois casos:
Faturamento: se o dinheiro bruto que entrou no seu caixa (a receita total, sem descontar os custos) passou de R$ 177.920,00 em 2025 (era R$ 169.440,00 em 2024).
Compensação de prejuízo: se você teve um ano difícil e quer avisar a Receita que teve prejuízo (seja em 2025 ou em anos anteriores) para abater isso do imposto e pagar menos lá na frente. É como se você estivesse guardando um “crédito” para os anos de colheita farta.
Mesmo que você não more no campo, mas tenha participações em resultados de atividades rurais, vale dar uma conferida no seu informe de rendimentos para não ser pego de surpresa.
O tamanho do seu patrimônio: bens e direitos
Aqui a regra não é sobre o dinheiro que entrou na conta, mas sobre o que você já conquistou. Se no dia 31 de dezembro de 2025 a soma de tudo o que você possui passava de R$ 800.000,00, você marcou o último “X” do nosso bingo.
Nessa conta, você deve somar tudo:
Sua casa ou apartamento;
Seu carro ou moto;
O saldo nas suas contas bancárias e investimentos;
Criptoativos e joias;
Até a chamada “terra nua” (terrenos rurais sem nenhuma construção).
Para a Receita, o que vale é o valor de compra dos seus bens, e não o valor de mercado atualizado. Se você comprou um apartamento por R$ 700 mil anos atrás e hoje ele vale R$ 1 milhão, o que conta para o Leão ainda são os R$ 700 mil (a menos que você tenha feito reformas e declarado as benfeitorias).
Imposto de Renda 2026: calendário
Confira as principais datas do IRPF:
20/03/2026: liberação do programa para download (mas sem transmissão ainda);
23/03/2026, às 8h: início das entregas das declarações (inclusive das pré-preenchidas);
27/03/2026: início de processamento e liberação do extrato;
10/05/2026: prazo de envio da declaração para concorrer ao primeiro lote de restiuição e prazo para optar pelo débito automático da primeira cota (para aqueles que pagam IR);
29/05/2026: fim das entregas das declarações às 23h59; liberação do pagamento do 1º lote de restituição; vencimento da primeira parcela, cota única e DARF de destinação.
30/06/2026: liberação do pagamento do 2º lote de restituição;
15/07/2026: liberação do pagamento da restituição automática do IRPF (o “cashback“);
31/07/2026: liberação do pagamento do 3º lote de restituição;
31/08/2026: liberação do pagamento do 4º lote de restituição.
E aí, vai ter que declarar o IR?
Se você se encaixou em qualquer uma dessas situações, não tem para onde correr: a entrega da declaração é obrigatória. Ignorar o Leão pode custar caro, com multas que começam em R$ 165,74 e podem chegar a 20% do imposto devido, além de deixar seu CPF “pendente”, o que trava a vida de qualquer um.
Mesmo se você passou longe de todas as regras acima, ainda vale dar uma olhada no seu informe de rendimentos. Se em algum mês de 2025 você teve imposto retido na fonte (aquele desconto maroto no contracheque, talvez por causa de um bônus ou férias), você pode ter direito à restituição. Nesse caso, declarar não é um dever, é um direito de pegar seu dinheiro de volta!
Independentemente de você estar no grupo da obrigação ou da restituição, a melhor forma de fazer as pazes com a Receita é usar a declaração pré-preenchida. Ela já puxa quase tudo automaticamente (salários, despesas médicas e saldos bancários), o que economiza um tempo precioso e, o mais importante: reduz drasticamente as chances de você cometer um erro bobo e cair na temida malha fina.
Agora que você já sabe se está no radar da Receita, é hora de separar os documentos e não deixar para o último dia!
O fundador e ex-CEO do Uber, Travis Kalanick, está de volta ao centro das atenções com o lançamento da Atoms. A nova companhia marca o retorno do executivo ao universo dos veículos autônomos e da automação, mas com um foco diferente do passado: em vez de transportar pessoas, o objetivo agora é dominar setores industriais pesados, como mineração, logística e até a produção de alimentos.
Robôs especializados e a aquisição da Pronto
Diferente de empresas que apostam em robôs humanoides, Kalanick revelou que a Atoms focará em robôs especializados. Em entrevista recente ao canal TBPN nesta sexta-feira (13), o executivo afirmou que, embora os humanoides tenham seu lugar, há um mercado massivo para máquinas desenhadas para eficiência em escala industrial. A Atoms já anunciou o desenvolvimento de uma base sobre rodas universal que poderá ser adaptada para diferentes funções robóticas.
Para acelerar a entrada no setor de mineração, Kalanick confirmou que está prestes a adquirir a Pronto, uma startup de veículos autônomos focada em locais industriais. Curiosamente, a Pronto foi criada por Anthony Levandowski, antigo colega de Kalanick no Uber e figura central no processo de segredos industriais que envolveu a Waymo (Google) anos atrás.
O fim das “cozinhas-fantasma” e o suporte do Uber
Como parte da estratégia, a atual empresa de Kalanick, a CloudKitchens (famosa pelo modelo de ghost kitchens), será integrada à Atoms. A ideia é automatizar processos dentro da produção de alimentos, utilizando a expertise em robótica da nova startup.
Embora Kalanick tenha deixado o Uber em 2017 após uma série de crises, rumores indicam que a gigante dos aplicativos pode estar apoiando financeiramente o novo projeto. Informações do TechCrunch sugerem que Kalanick pretende ser “mais agressivo” na implementação de tecnologia autônoma do que a Waymo, corrigindo o que ele mesmo chamou de “erro” quando o Uber vendeu sua divisão de carros autônomos em 2020.
O movimento sinaliza que a “segunda onda” da robótica não será apenas sobre robôs que andam como humanos, mas sobre máquinas invisíveis que tornam indústrias base da economia (como a mineração) muito mais produtivas.
Há 40 anos, o computador pessoal (PC para os íntimos) tem sido a ferramenta definitiva para criação e trabalho. No entanto, a AMD afirma que essa era está evoluindo. Em vez de uma máquina que espera por seus comandos para abrir aplicativos, surge o Computador de Agentes (ou “Agent Computer” em inglês). O conceito abandona a ideia de “operação passo a passo” e introduz a “delegação”: você não usa os apps; a inteligência artificial da máquina usa os apps por você.
O que é um Computador de Agentes?
Diferente de um PC tradicional, o Computador de Agentes é projetado para rodar agentes de IA de forma persistente e ininterrupta. Enquanto um chatbot comum apenas responde perguntas, esses novos agentes realizam ações: eles pesquisam, planejam e executam tarefas complexas através de diferentes ferramentas e softwares, funcionando de forma independente mesmo enquanto você dorme.
A ideia é que o dispositivo se torne um colaborador “sempre ativo” em sua casa ou escritório. Em vez de abrir o Slack ou o WhatsApp para gerenciar pendências, você simplesmente delega a tarefa ao seu agente local, que cuida da logística e entrega o resultado final pronto.
Ainda não existe um termo fixo para essa inovação no Brasil, e sabemos que muitas vezes a própria palavra em inglês domina nosso dia a dia. O que você precisa saber é que independentemente do nome (Computador de Agentes, Computador Agêntico ou Computador Autônomo), a forma convencional como usamos este dispositivo pode estar com os dias contados.
Como a IA da AMD impulsiona essa evolução
Para que essa autonomia funcione, é necessário um novo tipo de poder computacional. A AMD destaca que processadores como o Ryzen AI Max+ 395 foram desenvolvidos especificamente para essa arquitetura. Essas máquinas possuem largura de banda de memória massiva e processamento paralelo eficiente, permitindo que múltiplos agentes de IA rodem localmente ao mesmo tempo.
Imagem: AMD / Divulgação
Diferente de um console de videogame, o Agent Computer não é um modelo único, mas uma categoria de dispositivos. Você já pode encontrar essa tecnologia em sistemas equipados com os novos processadores Ryzen AI Max ou em plataformas modulares como o Framework Desktop, que oferecem o poder de processamento necessário para manter os agentes rodando localmente.
A grande vantagem de manter esse processamento de forma local, e não na nuvem, é a privacidade e o controle de dados. Empresas e profissionais podem usar IA de alto nível sem limites de uso ou preocupações com o compartilhamento de informações confidenciais em data centers externos.
A transição para a computação “agêntica” promete mudar a rotina de criadores e desenvolvedores. Imagine acordar e encontrar suas mensagens urgentes já respondidas e um briefing completo da sua primeira reunião preparado pela IA.
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em oferta por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 29% sobre o preço original de R$ 4.999, mas válida apenas para o modelo na cor Azul.
O smartphone premium traz tela POLED com brilho de até 4.500 nits, bateria de 6.000 mAh e câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP iguais às presentes no recém-lançado Motorola Signature.
Motorola Edge 60 Pro tem tela POLED e câmeras do Signature
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7 polegadas do Motorola Edge 60 Pro conta com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos, arranhões e outros incidentes.
No desempenho, o celular conta com o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost, combinação que entrega performance alta em multitarefa, apps e games pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O kit principal de câmeras do Edge 60 Pro é bem similar ao do novo Motorola Signature, sendo uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 50 MP e voltadas para captar cenas com grande campo de visão. A diferença fica por conta da telefoto com zoom óptico de 3x para aproximações, de 10 MP no Edge 60 Pro e de 50 MP no Signature. A frontal também possui 50 MP e é a mesma em ambos os celulares.
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro incluem wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo em plástico do Motorola Edge 60 Pro possui certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água e mergulhos acidentais de até 1,5 m de profundidade por no máximo 30 minutos.
O celular se conecta a redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de 6.000 mAh é maior que a de 5.200 mAh do Signature, mas ambas suportam carregamento rápido de até 90 W no USB-C. O novo gadget, entretanto, conta com carregamento rápido sem fio de 50 W.
Ambos trazem suporte ao Moto AI, a suíte de Inteligência Artificial da Motorola, tendo um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente e outras funções.
Motorola Edge 60 Pro tem botão dedicado ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e receberá apenas mais dois updates do sistema operacional. Você pode adquiri-lo somente na cor azul por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 29% sobre o valor de lançamento.
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor 2026 será comemorado em 15 de março, mas diversas promoções com condições especiais serão oferecidas pela rede varejista ao longo do mês inteiro. Não fique de fora da cobertura do Achados do TB para aproveitar todas as principais ofertas.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
A ByteDance, empresa dona do TikTok, estabeleceu uma rota logística e jurídica para contornar o bloqueio tecnológico dos Estados Unidos e usar GPUs Nvidia Blackwell (B200), considerados os “motores” mais potentes da inteligência artificial (IA) atual. É o que o Wall Street Journal revelou na quinta-feira (12).
A manobra é basicamente montar data centers fora da China. Isso porque o fornecimento direto dos processadores ao território chinês é proibido por Washington sob justificativa de segurança nacional.
O plano foca na instalação de aproximadamente 36 mil chips em data centers localizados na Malásia, operados em parceria com a Aolani Cloud. Como a Aolani é uma parceira certificada da Nvidia no Sudeste Asiático, ela possui acesso prioritário ao hardware.
Na prática, a empresa vai servir como ponte para a ByteDance competir com empresas como OpenAI e Google no desenvolvimento de modelos de linguagem.
Parceria da ByteDance garante hardware topo de linha da Nvidia para data centers
A complexa operação logística para viabilizar esse projeto envolve a compra de servidores da Aivres, empresa especializada em montar os sistemas que abrigam a tecnologia da Nvidia.
Estima-se que o investimento total apenas para a infraestrutura na Malásia ultrapasse os US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 13 bilhões).
Esses sistemas funcionam como grandes “cérebros eletrônicos” capazes de processar volumes massivos de dados em frações de segundo.
(Imagem: rafapress/Shutterstock)
O apetite por expansão não se limita ao território malaio. A ByteDance já negocia infraestruturas similares na Indonésia, onde planeja instalar mais de 7 mil chips B200, além de avaliar mercados na Coreia do Sul, Austrália e Europa.
Paralelamente, a ByteDance reforça sua presença técnica no Ocidente com a abertura de mais de 100 vagas para especialistas em IA em seus escritórios de San Jose e Seattle, nos Estados Unidos.
Essa movimentação garante que a empresa chinesa mantenha talentos próximos ao polo de inovação americano, enquanto o hardware opera em jurisdições mais flexíveis.
Essa infraestrutura externa sustenta o ecossistema de produtos da empresa, que hoje já gera cerca de 25% de sua receita fora da China.
Atualmente, a ByteDance detém cinco dos 50 aplicativos de IA voltados ao consumidor mais populares do mundo. Entre eles, estão: o chatbot Dola, o assistente escolar Gauth e o modelo de vídeo Seedance, que gera cenas realistas a partir de textos.
Sem o acesso aos chips da Nvidia, a capacidade de resposta e a evolução dessas ferramentas seriam severamente limitadas pela falta de potência de processamento.
A viabilidade jurídica da operação repousa numa brecha nas regras de exportação de Washington: as normas impedem a venda dos chips para a China, mas não proíbem que empresas chinesas utilizem o poder de processamento desses chips em “nuvens” localizadas em países terceiros.
Um porta-voz da Nvidia confirmou ao WSJ que as diretrizes permitem que infraestruturas de processamento remoto sejam construídas e operadas por parceiros fora das nações controladas, desde que os equipamentos não cruzem as fronteiras restritas.
Para assegurar a conformidade, a Aolani Cloud enfatiza que seus clientes, como a ByteDance, não detêm a propriedade física dos chips, mas apenas alugam o poder de processamento por meio de contratos de serviço.
Essa estrutura permite que a companhia avance em sua meta de “alcançar o cume mais alto” da IA, conforme definido pelo CEO Liang Rubo, apesar das tensões geopolíticas entre Pequim e Washington.
MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.
A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.
Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)
O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.
Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).
Mais um MacBook Pro a caminho
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.
A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.
Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.
O conflito no Irã, que já dura quase duas semanas, tem influência e impacto em todos os setores, como os de energia e data centers.
A reação dos iranianos ameaçou o transporte e preços de petróleo e gás, já que o país tenta impedir que os navios passem pelo Estreito de Ormuz, um dos lugares-chave para transporte das substâncias;
Israel também atacou depósitos de combustível iranianos, que miram a infraestrutura de petróleo e gás dos demais países do Golfo;
Para entender o real impacto do conflito, especialmente o controle do Estreito de Ormuz, no setor de petróleo e gás e nos planos das gigantes de tecnologia para construir data centers de inteligência artificial (IA) consumidores de alta demanda energética, a jornalista Justine Calma, do The Verge, conversou com Reed Blakemore, diretor de pesquisa e programas do Centro de Energia Global do Atlantic Council;
A seguir, veja os principais pontos da conversa e o que o especialista pensa sobre a questão.
Conflito no Irã: como vai afetar o setor energético e o de data centers?
Justine Calma:Qual é a sua perspectiva atual sobre como o conflito provavelmente afetará os preços do petróleo e da gasolina?
Reed Blakemore: A questão fundamental neste momento, em termos das implicações energéticas do conflito, é como o mercado está reagindo à incerteza em torno da passagem segura pelo Estreito de Ormuz. No início do conflito, quando vimos os prêmios de seguro desses navios subindo, estávamos falando principalmente sobre isso no contexto de: “Ei, ficou muito mais caro para um navio atravessar o Golfo e, portanto, eles estão evitando navegar.”
Passamos dessa preocupação para a questão real da segurança ao atravessar o estreito; portanto, não se trata mais tanto de um problema de custo de seguro, mas sim de uma questão de segurança.
Praticamente não temos tráfego passando pelo Estreito de Ormuz. Muitos países estão começando a interromper a produção. Portanto, já existe um efeito cascata surgindo, simplesmente porque o mercado e, basicamente, os petroleiros, estão fundamentalmente preocupados com a possibilidade de não conseguirem ou não atravessarem o estreito com segurança.
Outro fator que, acredito, influenciou fortemente o mercado nos últimos dias foi a percepção da duração do conflito. E podemos observar os comentários do presidente [dos EUA, Donald Trump] nas últimas 72 horas e a reação do mercado como uma importante evidência nesse sentido. Com a chegada do fim de semana, em que a campanha eleitoral claramente se intensificou, a incerteza sobre a abertura ou não do Estreito de Ormuz atingiu níveis alarmantes.
A reação dos mercados asiáticos na abertura do domingo [8], com o preço do barril ultrapassando os US$ 100 [R$ 520,47] e chegando perto de US$ 120 [R$ 624,56], reflete a incerteza do mercado quanto ao fim do conflito. A correção observada ontem foi uma resposta à declaração do presidente, que afirmou que o fim do conflito está próximo.
Os Estados Unidos são um grande produtor de petróleo. Acredito que a estratégia de domínio energético americano desempenhou um papel significativo na proteção dos consumidores americanos contra as consequências iniciais da decisão de entrar em guerra com o Irã.
Os aumentos de preços que vimos até agora teriam sido muito mais responsivos à volatilidade do mercado. Isso deu ao governo um pouco de tempo em relação a quanto tempo levará até que os preços da gasolina comecem a subir de fato no mercado interno. Mas, à medida que esse conflito persistir e a volatilidade do mercado continuar, infelizmente, começaremos a ver uma pressão de alta nos preços da gasolina ao longo do tempo.
A dominância energética dos EUA tem um limite para proteger os consumidores americanos de um mercado de petróleo globalizado. Como os Estados Unidos são um grande produtor nacional de petróleo, têm a capacidade de exercer alguma pressão para baixo sobre os preços da gasolina em seu próprio território.
Mas, como participa de um mercado global por meio de suas exportações de petróleo, está exposta à volatilidade do mercado global de petróleo.
Barris de petróleo não podem ser transportados pelo Estreito de Ormuz (Imagem: PhonlamaiPhoto/iStock)
Calma:Podemos esperar que os preços da eletricidade também subam? Por quê?
Blakemore: Para os Estados Unidos, a situação do gás é um pouco melhor, mas não está imune ao mercado global. O gás natural é comercializado principalmente em âmbito regional dentro dos Estados Unidos.
Os EUA são um grande produtor de gás natural para consumo interno, o que os protege ainda mais. Isso torna a situação dos Estados Unidos muito diferente da sensibilidade ao preço do gás que observamos na Europa, no Japão ou em outras partes do Leste Asiático.
O problema é semelhante ao do petróleo, pois os Estados Unidos são um grande exportador de GNL [gás]. À medida que os preços do gás natural aumentam em outros lugares, os exportadores de GNL serão incentivados a exportar mais gás, pois é aí que reside a oportunidade de arbitragem, o que criará pressão de alta nos preços internos dos Estados Unidos.
Calma:Que riscos isso representa para as empresas de tecnologia e para esse esforço de construção de mais centros de dados de IA e infraestrutura energética relacionada?
Blakemore: Nos Estados Unidos, a maior parte da construção de data centers já começou a ser alimentada por gás natural. Não veremos os preços da eletricidade atingirem um ponto crítico nos Estados Unidos no curto prazo por causa desse conflito. O horizonte temporal que estamos considerando em relação ao gás e, portanto, aos preços da eletricidade, provavelmente é de meses, e não de semanas, como seria de se esperar com o petróleo.
No entanto, quanto mais esse conflito se prolongar e quanto mais apertada for a oferta no mercado global de gás, isso acabará por se espalhar pelos Estados Unidos e criar uma pressão ascendente sobre os preços do gás, o que, por sua vez, afetará os preços da eletricidade e, consequentemente, trará à tona a questão dos data centers.
Acho que o ponto singular é que isso não afeta necessariamente a capacidade dos data centers de comprar energia. Os custos de eletricidade representam uma proporção relativamente marginal do custo de construção e operação de um data center.
O que isso faz é apenas agravar ainda mais os desafios de acessibilidade energética que atualmente estão deteriorando a aceitação social dos data centers no país. Portanto, o impacto nos preços da eletricidade provavelmente não prejudicará diretamente a expansão dos data centers. Os desafios indiretos de acessibilidade que isso criará irão consolidar ainda mais o descontentamento popular com a expansão dos data centers, porque os data centers estão simplesmente encarecendo muito as contas de luz dos consumidores.
O Googleanunciou, nesta quarta-feira (11), a conclusão da aquisição da Wiz, plataforma de segurança em nuvem e inteligência artificial (IA) sediada em Nova York (EUA). Com a operação finalizada, a empresa passará a integrar a divisão Google Cloud, mantendo sua marca e a finalidade de proteger clientes em diferentes ambientes de computação em nuvem.
Segundo o Google, a compra representa um investimento para reforçar a segurança em nuvem e permitir que organizações desenvolvam soluções com rapidez e segurança em qualquer plataforma de nuvem ou de IA.
Wiz agora é do Google
A empresa destacou que, na atual era da IA, empresas e governos estão migrando dados e sistemas críticos para a nuvem e adotando práticas de desenvolvimento de software mais ágeis e contínuas;
Nesse cenário, organizações passam a operar em ambientes multicloud e a utilizar cada vez mais recursos de IA. Ao mesmo tempo, de acordo com a companhia, atacantes também estão explorando a IA para realizar ações com maior velocidade e sofisticação;
Ainda conforme a big tech, a Wiz oferece plataforma de segurança considerada de fácil utilização, com forte especialização em ambientes de nuvem e em código. O sistema se conecta às principais plataformas de nuvem e ajuda empresas a prevenir e responder a incidentes de cibersegurança;
De acordo com o Google, essas capacidades complementam o Google Cloud em infraestrutura de nuvem e seu conhecimento em inteligência artificial, incluindo ferramentas de inteligência de ameaças e operações de segurança baseadas em IA.
Com a integração das duas empresas, a expectativa é criar uma plataforma unificada de segurança capaz de acelerar a detecção, prevenção e resposta a ameaças.
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)
A proposta também inclui identificar ameaças emergentes criadas com modelos de IA, proteger sistemas de inteligência artificial contra ataques e utilizar modelos de IA para auxiliar profissionais de segurança na busca por riscos de forma mais eficiente.
A plataforma conjunta deverá oferecer um conjunto consistente de ferramentas, processos e políticas de segurança em todos os principais ambientes de nuvem e em diferentes camadas da infraestrutura tecnológica — do código à nuvem e ao ambiente de execução.
Segundo o Google, a combinação das tecnologias também deve ampliar a adoção de soluções de segurança multicloud, aumentando a capacidade das empresas de utilizar múltiplas plataformas de nuvem e estimulando a inovação em computação em nuvem e aplicações de inteligência artificial.
A empresa afirma que organizações e órgãos governamentais poderão melhorar significativamente a forma como a segurança é projetada, operada e automatizada, ampliando a escala das equipes de cibersegurança e reduzindo custos relacionados à implementação e gestão de controles de proteção.
A companhia também destacou que a nova plataforma pode ajudar pequenas empresas, que muitas vezes não dispõem de recursos ou conhecimento especializado para se proteger, a enfrentar ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e destrutivas.
Disponibilidade
Os produtos da Wiz continuarão funcionando e disponíveis em diversas plataformas de nuvem, incluindo Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform, Microsoft Azure e Oracle Cloud. As soluções também serão oferecidas por meio de diferentes parceiros de segurança.
Além disso, o Google informou que seguirá oferecendo aos clientes uma variedade de opções por meio das soluções de parceiros disponíveis no marketplace do Google Cloud.
O iPhone 17 Pro de 1 TB está saindo por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 22% em comparação ao valor original de R$ 14.999 e o maior já registrado, segundo plataformas de monitoramento.
O celular premium da Apple conta com um kit principal de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro traz um design atualizado para acomodar o trio de câmeras principais: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Sobre o desempenho, o celular é equipado com o poderoso chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, um conjunto que segundo a Apple entrega 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e que não tem paralelos entre a concorrência. O 1 TB de armazenamento entregam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, que adicionam resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O display recebe a proteção adicional do vidro Ceramic Shield 2.
O celular premium é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (1 TB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está em oferta por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre, um abatimento inédito de 22% sobre o preço de lançamento.
Corpo de alumínio do iPhone 17 Pro conta com certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor 2026 será comemorado em 15 de março, mas as ofertas e descontos com condições especiais da rede varejista começaram no início do mês e devem seguir até o fim de março. Fique de olho na cobertura do Achados do TB para não ficar de fora de nenhuma promoção.
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iPhone 17 Pro (1 TB) tem câmeras de 48 MP e tela OLED com ProMotion de 120 Hz; celular premium da Apple recebe desconto inédito de 22% no Pix na Semana do Consumidor
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por apenas R$ 3.500,90 no Pix no Mercado. A oferta da Semana do Consumidor 2026 representa um desconto de 38% em relação ao recém-lançado Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 5.599), além de 30% abaixo do valor original do Edge 60 Pro em promoção (R$ 4.999).
Em comparação com o novo celular da Motorola, o Edge 60 Pro sai na frente nos quesitos câmeras, bateria e desempenho.
Motorola Edge 60 Pro supera câmeras do Motorola Edge 70
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além da espessura, que é um destaque claro do novo Motorola Edge 70, outro dos fatores que chamou a atenção foi o conjunto fotográfico. O lançamento veio com três lentes de 50 megapixels, sendo duas traseiras (wide para retratos e ultrawide para cenários amplos) e uma frontal para selfies.
Contudo, o Motorola Edge 60 Pro também já traz essas mesmas câmeras, com a adição de uma telefoto de 10 MP, que zoom óptico de 3x para a melhor captura de detalhes ou imagens distantes. Todas também filmam em 4K, com a pequena diferença de que o Edge 70 atinge 60 fps nas traseiras enquanto o Edge 60 Pro chega até 30 fps.
Outro chamariz do Edge 60 Pro em comparação com o Edge 70 é a bateria, com o celular mais recente oferecendo 4.800 mAh de capacidade, enquanto o modelo Pro da linha passada traz 6.000 mAh. O carregamento também é superior no smartphone em oferta, que suporta até 90 Watts.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além disso, testes de benchmark revelam um desempenho superior no Edge 60 Pro (por R$ 3.500,90) em comparação com o novo Edge 70 (R$ 5.599). Contudo, nenhum dos celulares da Motorola passou por análises mais aprofundadas do Tecnoblog.
Sobre a política de atualizações da Motorola, é esperado que o Edge 60 Pro se mantenha atualizado até o Android 18, enquanto o Edge 70 até o Android 19. Pagando menos, ainda vale a pena apostar no modelo da geração passada nessa linha se não quiser esperar o lançamento de um Edge 70 Pro ou semelhantes.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
Estamos na semana do Dia do Consumidor em 2026, que será no dia 15 de março. E o Achados do TB está cobrindo as melhores promoções em celulares, tablets, notebooks e outros itens de tecnologia, e até eletrodomésticos. Acompanhe nossos grupos no WhatsApp ou Telegram para não perder nenhum desconto.
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O Google faz como a OpenAI e está aproveitando o litígio entre Pentágono e Anthropic para reforçar seu relacionamento com o governo dos Estados Unidos.
Um dia após a startup de Dario Amodei processar o Pentágono, a gigante das buscas está expandindo o papel de seus modelos de inteligência artificial (IA) no âmbito militar.
Nesta terça-feira (10), o Google informou que vai lançar recurso que permitirá a civis e militares criar agentes de IA personalizados para trabalhos não classificados no GenAI.mil, portal de IA corporativa do Pentágono.
Agora, os funcionários do Departamento de Defesa podem usar ferramenta sem ou com pouco código, de nome Agent Designer, para criar assistentes digitais para tarefas administrativas repetitivas.
GenAI.mil poderá gerar agentes de IA para civis e militares (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)
Google e as novas ferramentas para funcionários do Departamento de Defesa
O Google disse que os agentes podem auxiliar em tarefas, como redação de atas de reuniões, criação de listas de ações e divisão de grandes projetos em planos detalhados por etapas;
A princípio, funcionarão em redes não classificadas. Contudo, segundo a Bloomberg, há informações de que as negociações para expansão para ambientes classificados e ultrassecretos;
Ao portal, Emil Michael, chefe de tecnologia do Departamento de Defesa, disse que está “confiante” de que o Google será “um ótimo parceiro em todas as redes“;
Ele também falou que o Pentágono está “seguindo em frente” ante à disputa com a Anthropic e que isso não será resolvido nos tribunais.
Concorrência
Com o litígio com a Anthropic, surgiram outras concorrentes no caminho: OpenAI e xAI. Ambas foram adicionadas às redes restritas, enquanto o Google expandiu sua colaboração. Mas, até pouco tempo, a Anthropic era a única fornecedora de IA na nuvem do Pentágono.
A tensão entre as empresas de IA sobre a validade do uso da tecnologia para fins militares só cresce. Jeff Dean, chefe de IA do Google, assinou, junto a dezenas de outros funcionários de OpenAI e da gigante das buscas, um parecer jurídico que apoia a Anthropic contra o Pentágono.
Dean, anteriormente, já expressou simpatias por preocupações envolvendo IA militar e vigilância, quando funcionários circularam cartas solicitando limites claros sobre como a empresa atua com os militares.
MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)Resumo
Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.
Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).
Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.
O que eles têm de novo?
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.
Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.
Preços dos novos MacBooks
MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999
iPad Air também está homologado
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).
Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.
Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O ar-condicionado T-PRO 2 da TCL está saindo por apenas R$ 2.086,20 no Pix no Magazine Luiza. A promoção, que coincide com a época de antecipação de ofertas para o Dia do Consumidor, oferece 35% de desconto sobre o preço original de R$ 3.209.
Dentre os destaques desse ar-condicionado da TCL, estão a tecnologia split inverter, que é mais econômica, a conectividade Wi-Fi e com assistentes virtuais, e a presença de funcionalidades inteligentes como o autodiagnóstico.
TCL T-PRO 2 é ar-condicionado split inverter inteligente
Modo autodiagnóstico do TCL T-PRO 2 (imagem: Divulgação)
Começando pelas funcionalidades inteligentes do ar-condicionado, se destaca primeiramente o autodiagnóstico, no qual o aparelho faz a autoverificação para identificar possíveis problemas de funcionamento e exibe um código no painel. Além disso, também há um filtro inteligente que notifica quando é necessária a limpeza.
Além disso, ar-condicionado da TCL também conta com conectividade Wi-Fi, permitindo sua conexão tanto com o aplicativo de controle remoto da fabricante quanto com assistentes virtuais como Alexa e Google Assistente. Desta forma, é possível controlar o aparelho dentro e fora de casa.
Por fim, os 12.000 BTUs de potência de resfriamento devem ser suficientes para resfriar um ambiente entre 15 e 25 m², como uma sala de estar pequena ou um quarto de casal. Lembrando que o ar-condicionado inteligente split inverter da TCL está saindo por apenas R$ 2.086,20 no Pix no Magalu.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor é 15 de março, e é uma das melhores épocas para economizar nas compras do primeiro semestre. Não só no dia, mas durante toda a primeira metade do mês. Então, fique de olho na cobertura do Achados do TB para não perder nenhuma oportunidade.
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O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 3.502 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 30% sobre o preço de lançamento de R$ 4.999 durante o Mês do Consumidor.
O smartphone premium traz tela pOLED com brilho de até 4.500 nits, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e bateria de 6.000 mAh.
Motorola Edge 60 Pro tem câmera de 50 MP e bateria de 6.000 mAh
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro incluem wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O conjunto principal de câmeras do Motorola Edge 60 Pro traz uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 50 MP e voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal também possui 50 MP e todas gravam vídeos em 4k a 30 fps.
O desempenho é amparado pelo chip Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost, que entregam bom desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas possui taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos, arranhões e outros incidentes.
Tela de 6,7″do Motorola Edge 60 Pro conta com brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de Inteligência Artificial da Motorola, com direito a um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente e outras funções.
Este celular se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de amplos 6.000 mAh resiste a 45 horas de uso moderado segundo a Motorola, e é compatível com carregamento rápido de até 90 W para uma carga de apenas 6 minutos.
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e receberá mais dois updates do sistema operacional. Ele está em oferta por R$ 3.502 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 30% em comparação ao valor original durante o Mês do Consumidor.
Recursos de IA do Motorola Edge 60 Pro incluem botão dedicado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor será comemorado no dia 15 de março, mas as principais ofertas começam a ser oferecidas no início do mês e continuarão até o fim de março. Não deixe de acompanhar a cobertura do Achados do TB pelo site ou nossos canais no Telegram e WhatsApp e aproveite as melhores promoções.
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Em mais um movimento de reestruturação interna, a Amazon confirmou na terça-feira (4) a demissão de funcionários em sua divisão de robótica. De acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto ouvidas pela agência Reuters, ao menos 100 cargos administrativos foram afetados.
A área atingida é responsável pelo desenvolvimento de robôs e sistemas de transporte utilizados principalmente na automação de armazéns da empresa. Em comunicado, a Amazon afirmou que revisa regularmente sua estrutura organizacional para garantir que as equipes estejam alinhadas com as prioridades de inovação e atendimento aos clientes, mas não informou oficialmente o número de demissões.
Os novos cortes ocorrem após uma série de reduções no quadro corporativo ao longo do último ano. Em outubro, a Amazon dispensou cerca de 14 mil trabalhadores. Já em janeiro, anunciou a demissão de mais 16 mil funcionários como parte de um plano mais amplo para cortar 30 mil postos corporativos (cerca de 10% da força de trabalho administrativa). O Olhar Digital deu os detalhes aqui.
A empresa atribui parte dessa redução aos ganhos de eficiência proporcionados pela adoção de tecnologias baseadas em inteligência artificial, além de mudanças internas na cultura organizacional.
Amazon tem plano de cortar 30 mil postos de trabalho (Imagem: Amazon / Divulgação)
Demissão é na divisão de robótica
As demissões da vez são exclusivamente na divisão de robótica. Segundo a agência, o anúncio veio poucos meses depois de a companhia interromper o desenvolvimento de um projeto interno de automação conhecido como Blue Jay.
O sistema, apresentado publicamente em outubro, consistia em um braço robótico com múltiplos manipuladores capazes de separar vários itens simultaneamente, projetado para auxiliar trabalhadores em espaços reduzidos dentro dos armazéns.
A Anthropic e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos retomaram as negociações nesta quinta-feira (05) para definir o uso de inteligência artificial (IA) em sistemas militares, revelou o Financial Times nesta quinta-feira (05). O diálogo ocorre após o colapso das conversas na semana passada, quando o governo americano ameaçou designar a startup como um “risco à cadeia de suprimentos”, medida que proibiria agências federais de utilizarem suas ferramentas.
A divergência central envolve as salvaguardas de segurança da empresa, que resiste ao uso de sua tecnologia para vigilância em massa ou operação de armas autônomas. Enquanto a concorrente OpenAI já firmou acordos para o uso de modelos em redes confidenciais (sistemas protegidos por sigilo de segurança nacional), a Anthropic busca garantias contratuais de que sua tecnologia não executará análises indiscriminadas de grandes volumes de dados.
Pressão de investidores e risco de exclusão aceleram retomada de diálogo entre Anthropic e Pentágono
O retorno às negociações foi motivado por uma pressão de grandes investidores, como Amazon e Nvidia. Por meio de um conselho de tecnologia, essas empresas enviaram uma carta ao governo na qual manifestaram preocupação com a possível punição à Anthropic, o que poderia prejudicar todo o mercado de tecnologia dos Estados Unidos.
Agora, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, conversa diretamente com Emil Michael, um alto funcionário do Pentágono responsável por pesquisas e engenharia. O objetivo é criar um contrato que permita aos militares usar a tecnologia, mas garanta que os limites éticos da startup não sejam desrespeitados.
Enquanto a OpenAI opera em redes secretas, a Anthropic exige garantias contra o uso de sua IA na análise indiscriminada de dados em massa (Imagem: Ascannio/Shutterstock)
A Anthropic está numa fase de crescimento e espera faturar US$ 20 bilhões (R$ 105 bilhões) por ano, o que torna o governo um cliente estratégico. Se fosse expulsa desse mercado, a empresa perderia espaço para concorrentes que possuem menos travas de segurança em seus sistemas de IA.
O impasse ocorreu porque o governo americano queria retirar uma cláusula que impedia a IA de analisar grandes volumes de dados coletados de forma massiva. Oficiais do Pentágono criticam a startup há meses, afirmando que a preocupação exagerada com a segurança da IA atrapalha o desenvolvimento de ferramentas de defesa do país.
O desfecho dessa negociação vai definir como as empresas do Vale do Silício e os militares trabalharão juntos no futuro. Um novo acordo permitiria que o exército voltasse a usar o sistema Claude (a IA da Anthropic) e mostraria se o governo aceita as regras de controle ético propostas pelos desenvolvedores.
(Essa matéria também usou informações de Reuters.)
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques com drones contra centros de dados da Amazon no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (4) pela agência estatal iraniana Fars.
As ações teriam como objetivo investigar o papel dessas instalações no apoio a atividades militares e de inteligência consideradas adversárias por Teerã.
Como foi o ataque a drones contra o centro de dados da Amazon
De acordo com a mídia estatal iraniana, o ataque contra o data center localizado no Bahrein foi realizado após a inteligência do país concluir que as instalações da empresa estariam sendo utilizadas para apoiar operações militares e de inteligência dos Estados Unidos;
A agência Fars afirmou que a ofensiva foi lançada “para identificar o papel desses centros no apoio às atividades militares e de inteligência do inimigo”;
O Irã também sustenta que a instalação da Amazon no Bahrein é a maior da companhia na região e funciona como porta de entrada para os serviços avançados de computação em nuvem da empresa nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.
A Amazon Web Services (AWS), divisão de computação em nuvem da companhia de Jeff Bezos, informou, na segunda-feira (2), que suas instalações foram afetadas por ataques na região. Segundo a empresa, dois centros de dados nos Emirados Árabes Unidos foram atingidos diretamente por drones, enquanto no Bahrein um ataque nas proximidades causou danos à infraestrutura.
“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto, no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura”, informou a AWS.
Página de status da AWS aponta problemas na região (Imagem: IB Photography/Shutterstock)
A empresa também relatou que os ataques provocaram danos estruturais, interrupções no fornecimento de energia e a necessidade de combater incêndios, resultando em mais danos provocados pela água.
“Essas descargas elétricas causaram danos estruturais, interromperam o fornecimento de energia à nossa infraestrutura e, em alguns casos, exigiram ações de combate a incêndios que resultaram em danos adicionais causados pela água”, afirmou a companhia.
Segundo o painel de monitoramento da AWS, todas as instalações afetadas permanecem fora do ar após os ataques. Alguns aplicativos populares hospedados na plataforma passaram a registrar “taxas de erro elevadas e disponibilidade degradada”.
Diante da situação, a empresa orientou clientes a adotarem medidas de contingência, incluindo a realização de backups de dados, a migração de cargas de trabalho para outras regiões e o redirecionamento do tráfego para fora do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos.
Guerra
De acordo com a Fars, os ataques fazem parte de operações recentes conduzidas pela Guarda Revolucionária Islâmica contra centros de dados da Amazon em Dubai e outros pontos estratégicos da região.
Os incidentes ocorreram após ataques conjuntos realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã durante o fim de semana. Em resposta, o governo iraniano lançou ações retaliatórias contra bases militares israelenses e estadunidenses ao longo da região do Golfo.
Até o momento de publicação desta matéria, a Amazon não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Empresas gigantes do setor de tecnologia e inteligência artificial (IA), as chamadas big techs, selaram compromisso com a Casa Branca para mitigar o impacto do consumo de energia de seus data centers sobre as contas de eletricidade dos cidadãos estadunidenses.
O acordo, denominado “Ratepayer Protection Pledge” (Compromisso de Proteção ao Consumidor), visa impedir o aumento dos custos de energia para os residentes à medida que a demanda por data centers, que consomem muita energia, cresce exponencialmente.
Entre as empresas que aderiram à iniciativa estão nomes de peso, como Amazon, Google, Meta, Microsoft, OpenAI, Oracle e xAI. A participação de algumas delas, notadamente Amazon, Google e Meta, coincidiu com a divulgação de comunicados de imprensa elogiando suas próprias políticas e esforços para reduzir os efeitos negativos da construção de data centers.
Demanda energética em centros de dados é uma preocupação mundial (Imagem: vectorfusionart/Shutterstock)
As cláusulas centrais deste compromisso federal estabelecem que as empresas de tecnologia se comprometem a “construir, trazer ou comprar os novos recursos de geração e eletricidade necessários para satisfazer suas novas demandas de energia, pagando o custo total desses recursos”;
Isso significa que as companhias devem garantir que a infraestrutura que usam para operar seus data centers não gere custos adicionais para os consumidores residenciais;
Além disso, a promessa estipula que essas empresas se responsabilizarão por quaisquer reformas ou melhorias na infraestrutura de energia que se fizerem necessárias devido às suas operações;
Elas também deverão operar sob estruturas de tarifa de energia distintas, nas quais os pagamentos serão efetuados independentemente do volume de eletricidade consumido por seus negócios.
Um relatório do Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês da Câmara dos Representantes dos EUA aponta que a Chinaopera ou possui acesso a várias instalações espaciais na América Latina com potencial militar. E o Brasil está na lista.
O documento cita a “Estação Terrestre de Tucano“, apresentada, da mesma forma que as demais citadas, como projeto civil e científico. Contudo, congressistas estadunidenses a veem com capacidade de uso duplo, ou seja, também podendo servir ao exército chinês.
Explicações
Com a exposição do relatório, o Ministério da Defesa foi convocado para dar explicações à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) sobre o que seria a Estação Terrestre de Tucano.
Nesta terça-feira (3), o CREDN aprovou requerimento de informação destinado à Defesa, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP);
Segundo o presidente, “o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular”;
“Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa”, prosseguiu.
Estação Terrestre de Tucano e relatório dos EUA
No relatório, são apontadas 11 instalações ligadas à China no Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Chile e outros. Tucano foi estabelecida em acordo realizado em 2020 como um projeto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Não se sabe a localização exata da estação, apenas que se encontra na região de Salvador (BA). No relatório estadunidense, é descrito o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, concebido em 2025 após acordo entre Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Paraíba (UFPB).
A Beijing Tianlian é vinculada à Academia Chinesa de Tecnologia Espacial e à China Aerospace Science and Technology Corporation, do governo. Ambas são chaves do programa espacial da China.
Além disso, a falta de informações concisas sobre o uso da estação preocupa os congressistas, que apontam risco de uso para fins militares. Na documentação oficial, o que a estação faz é apoiar satélites de observação da Terra e comunicações espaciais.
O relatório indica que a Beijing Tianlian fornece comunicações de voz e dados entre satélites e o planeta, inclusive para missões tripuladas e satélites desenvolvidos para reconhecimentos. A Alya declarou que a estação daria suporte à constelação de satélites comerciais Alya-1, que observa a Terra.
Os congressistas estadunidenses dão conta de que o acordo entre as empresas prevê troca e armazenamento de dados operacionais por meio de suas redes de antenas interligadas. Eles entendem que essa conexão aumentaria a cobertura de órbitas polares e equatoriais e, por consequência, a capacidade de rastreamento de satélites.
Os parlamentares entendem, ainda, que essa combinação é capaz de aprimorar a “consciência situacional espacial”, o que envolve monitoramento e rastreamento de objetos espaciais.
Dessa forma, diz o documento, seria possível contribuir para inteligência militar, orientação de mísseis e acompanhamento de ativos estrangeiros. Além disso, há uma citação a uma parceria entre Alya e o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB) como apoio à Tucano.
Assim sendo, o comitê entende que essa ligação é uma integração sensível entre a estação em si e estruturas de defesa do Brasil. Ele recomenda que o governo dos EUA reavalie sua cooperação espacial com países que detenham infraestrutura da China e limite a expansão dessas estruturas no hemisfério ocidental.
O relatório aponta ainda que bases, como Tucano, podem aumentar a capacidade chinesa de vigilância e possível interferência em sistemas espaciais de nações consideradas adversárias por Pequim.
Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, diminuiu a importância do relatório. “Está muito claro hoje que, pelo nível de desenvolvimento tecnológico que esses dois países [Estados Unidos e China] alcançaram, não há qualquer necessidade de uma base fixa localizada em uma área extremamente fácil de ser rastreada e de fácil espionagem“, afirmou ao UOL.
“Não imagino um chinês colocando sua tecnologia, principalmente na área militar e com equipamentos sofisticados, em uma área tão vulnerável como o Brasil. Isso é uma piada, não dá nem para levar a sério e mostra o nível de um grupo muito específico nos Estados Unidos que ainda traz esse tipo de discussão”, prosseguiu.
Apesar da preocupação estadunidense, não há provas públicas de uso militar dessa base. Inclusive, o próprio texto admite que as instalações são apresentadas como civis e comerciais e que as suspeitas são originárias da análise de capacidades técnicas e vínculos institucionais com a área espacial da China, operada com políticas de integração civil-militar.
Mapa com indicação da localização das supostas bases militares chinesas (Imagem: Reprodução/The Select Committee on the Chinese Communist Party)
A Alya Space alegou, em nota, que atua junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à União Internacional de Telecomunicações (UIT) e nega ter envolvimento com atividades militares ou de vigilância estratégica. Lembrou, ainda, que sua atuação é inteiramente civil e alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia a nota na íntegra:
A Alya Space é uma empresa brasileira do setor espacial, sediada em Salvador (BA) e fundada no final de 2019, dedicada ao desenvolvimento de soluções espaciais sustentáveis voltadas ao monitoramento ambiental, análise territorial e apoio à tomada de decisão estratégica por meio do uso responsável da tecnologia espacial.
A empresa está desenvolvendo uma constelação e possui as licenças de operação expedidas pela UIT (União das Nações para telecomunicações – Genebra) para o lançamento de 216 satélites em órbita baixa da Terra, destinada à geração de imagens de alta resolução e dados analíticos aplicados a áreas como agricultura sustentável, resiliência climática, energia e gestão ambiental.
Atualmente, suas atividades concentram-se em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e provas de conceito tecnológicas, etapa necessária à construção segura e estruturada de um projeto espacial de longo prazo, com operação comercial ativa prevista para 2027.
A conformidade regulatória é um dos pilares centrais da Alya Space. A empresa conduz seus processos em estrita observância às legislações brasileiras e internacionais aplicáveis, atuando junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para licenciamento de radiofrequências e coordenação internacional junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), onde obteve o status de operadora de satélites e autorização para uso orbital de sua constelação, seguindo rigorosamente as normas vigentes em todas as etapas do projeto.
Como parte de sua estratégia, a Alya Space participa de iniciativas internacionais voltadas ao uso sustentável do espaço e à cooperação tecnológica global, alinhando suas atividades à Agenda 2030 das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 17, que promove parcerias internacionais para o desenvolvimento sustentável.As interpretações que associam a empresa a atividades secretas de vigilância estratégica ou aplicações militares não refletem sua atuação. A Alya Space opera sob princípios estritamente civis, comerciais e alinhados às legislações nacionais e internacionais aplicáveis.
A empresa permanece à disposição das autoridades, parceiros institucionais e da sociedade para quaisquer esclarecimentos adicionais, reiterando que todas as suas atividades são conduzidas dentro dos marcos legais vigentes e orientadas ao desenvolvimento sustentável da economia espacial e ao benefício coletivo da humanidade.
Alya Space, em nota
O Olhar Digital entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores (por conta de se tratar de um assunto que envolve atores estrangeiros), com o Ministério da Defesa (responsável pela FAB e chamado pela CREDN para dar explicações) e com o Ministério da Ciência, Tenologia e Inovações (que cuida do programa espacial brasileiro). Assim que obtivermos um retorno, atualizaremos esta reportagem.
O X/Twitter iniciou a fase de testes externos do seu serviço de pagamentos, o X Money,nesta semana. Para distribuir os primeiros convites, a empresa organizou um leilão beneficente em parceria com o ator William Shatner, famoso pela franquia Star Trek.
A iniciativa libera o acesso à ferramenta que, até então, era testada apenas por funcionários da própria rede social. O lançamento é um passo para o plano de Elon Musk de transformar a plataforma num “aplicativo para tudo“. A visão do bilionário é reunir finanças, mensagens e vídeos num só lugar.
X Money oferece cartão de metal e rendimento sobre dinheiro guardado
O sistema funciona com abas para organizar a conta, os prêmios e o histórico de uso. Por meio desses menus, os usuários podem depositar, enviar dinheiro para outras pessoas ou cobrar.
Existe a opção de configurar o depósito direto para que o dinheiro parado renda juros de até 6% ao ano. Esse rendimento é identificado pela sigla APY, termo técnico para lucro acumulado entregue a uma conta ao longo de 12 meses (em português, geralmente é o Rendimento Percentual Anual).
Os primeiros escolhidos para o teste receberão um cartão de débito feito de metal com o seu próprio nome de usuário do X. Os pagamentos são processados pela rede Visa, que garante a tecnologia para a transferência de valores entre os usuários.
Embora o X/Twitter não seja um banco, o dinheiro dos clientes fica guardado no Cross River Bank, que possui seguro do governo dos Estados Unidos (FDIC) para valores de até US$ 250 mil. A empresa já obteve licenças para operar como transmissora de dinheiro em mais de 40 estados norte-americanos.
Musk planeja que o serviço seja liberado para todo o mundo em cerca de dois meses. O objetivo do X Money é competir diretamente com outros aplicativos financeiros já consolidados, como o PayPal.
Elon Musk depôs num tribunal federal de São Francisco, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (04). O empresário se defende de acusações de fraude civil em investimentos durante a compra do Twitter por US$ 44 bilhões (R$ 229 bilhões, na cotação atual), ocorrida em 2022.
Antigos investidores da rede social acusam Musk de manipular o mercado ao criticar publicamente o sistema da empresa e ameaçar desistir do negócio. Segundo o processo, ele teria usado o problema das contas falsas (bots) para pressionar a diretoria a aceitar um preço menor pela venda.
Musk nega intenção de prejudicar mercado e afirma que bolsa de valores é instável
Durante o depoimento, o bilionário foi questionado se entendia que suas postagens na internet afetavam o valor das ações. Musk respondeu que o mercado financeiro funciona como um “maníaco-depressivo”. E que suas mensagens nem sempre geram o resultado que as pessoas esperam.
O grupo de investidores que move a ação afirma que sofreu prejuízos ao vender suas ações por acreditar que o bilionário iria cancelar o acordo. Eles alegam que Musk criou um esquema para derrubar o valor do Twitter antes de concluir a compra pelo preço prometido de US$ 54,20 por ação (aproximadamente R$ 280 na época).
A defesa de Musk garante que ele nunca teve o objetivo de prejudicar os acionistas durante a negociação. No entanto, o empresário também é alvo de um órgão regulador por ter demorado a revelar que já possuía uma parte da empresa antes de fazer a proposta oficial de compra.
Uma derrota neste julgamento pode obrigar Musk a indenizar os antigos acionistas pelas perdas relatadas. Atualmente, o empresário lidera a X Corp., que uniu o Twitter (hoje chamado de X) à xAI e SpaceX, outras empresas de Musk. Atualmente, investidores privados consideram que a companhia vale US$ 1,25 trilhão (R$ 6,5 bilhões).
Nesta quarta-feira (4), a Keeta, app de delivery do grupo chinês Meituan e que desembarcou há pouco no Brasil, realizou cortes de funcionários no Rio de Janeiro (RJ) pouco depois de anunciar o adiamento de sua estreia na cidade carioca.
As demissões foram confirmadas pela empresa. Contudo, alega que são poucas em relação ao total. Ainda diz que os postos de trabalho serão mantidos, mas passarão a integrar a equipe do Estado de São Paulo. Na região paulista, a Keeta atua desde o fim de 2025.
Keeta culpa contratos de exclusividade
Na semana passada, ao anunciar o adiamento do lançamento no Rio, a companhia colocou a culpa em contratos de exclusividade existentes entre restaurantes e seus concorrentes, o iFood e o 99Food;
Isso, segundo a Keeta, inviabilizou a operação em solo carioca;
O CEO da empresa, Tony Qiu, disse, à Folha de S.Paulo, que reportaria a situação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em nota publicada nesta quarta-feira (4), ao confirmar as demissões, a Keeta voltou a bater na mesma tecla. “Cláusulas de exclusividade colocam em risco a livre concorrência no Brasil, não apenas no setor de delivery, mas também em diferentes indústrias, retirando a liberdade de escolha e restringindo oportunidades de geração de renda para os participantes do mercado, incluindo consumidores e parceiros comerciais”, apontou.
Por sua vez, o iFood questiona o posicionamento da concorrente. “Nos causa estranheza que os contratos de exclusividade estejam impactando uma determinada plataforma, sem atingir outros concorrentes que seguem investindo na cidade e expandindo suas operações”, pontuou, também em nota.
Keeta culpa concorrentes 99Food e iFood e seus contratos de exclusividade (Imagem: Divulgação/99Food/Keeta)
Contudo, a Keeta não adiou suas operações somente no Rio de Janeiro. A empresa optou por se manter em São Paulo antes de seguir para outras regiões para ajustar as questões regulatórias, incluindo “resolver questões estruturais que inibem a concorrência saudável no segmento de delivery brasileiro”.
Apesar das mudanças, a chinesa manteve o plano anunciado no ano passado, que envolve investir R$ 5,6 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos.
Meituan em baixa
Na terça-feira (3), a Meituan, empresa que controla a Keeta, viu sua nota de crédito ser rebaixada de A- para BBB+ pela agência de classificação de risco S&P Global.
Uma das razões principais é a concorrência com o Alibaba na China, mas, também, o “pé no freio” no Brasil. “Acreditamos que ela limitará a escala e o ritmo de entrada no Brasil até que seu negócio de entrega de alimentos na China se estabilize”, explica.
MacBook Neo tem quatro opções de cor (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou o MacBook Neo, que utiliza o chip A18 Pro de iPhone.
O computador tem tela de 13 polegadas, 8 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e bateria com autonomia para 16 horas.
Ele chega ao Brasil por R$ 7.299, sendo R$ 6.700 mais barato que o MacBook Air vendido por aqui.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (04/03) o MacBook Neo. No Brasil, ele tem preço sugerido de R$ 7.299 — para efeito de comparação, o MacBook Air mais barato está saindo por R$ 13.999. Nos Estados Unidos, esses dois valores são de US$ 599 e US$ 1.099, respectivamente.
O grande diferencial (que muita gente pode considerar negativo, nesse caso) está no chip: em vez de adotar um processador da linha M, como o resto da linha Mac, ele vem com um A18 Pro, o mesmo presente no iPhone 16 Pro, lançado em 2024.
Os smartphones da Apple são bastante potentes, mas ainda precisamos ver na prática como isso se traduz em um computador completo. A empresa promete, na comparação com PCs com Intel Core Ultra 5, 50% mais velocidade em navegação na web e até três vezes mais velocidade em tarefas de inteligência artificial executadas no próprio dispositivo.
Como é o MacBook Neo?
Em outras especificações importantes, temos tela de 13 polegadas Liquid Retina, 8 GB de RAM, duas portas USB-C (sendo uma USB 3 e outra USB 2) e saída para fone de ouvido, câmera FaceTime HD de 1080p e bateria para até 16 horas de streaming de vídeo, nas estimativas da Apple.
O MacBook Neo tem suporte a um monitor externo de até 4K a 60 Hz, com seu próprio monitor funcionando simultaneamente. Em som, são dois alto-falantes, com suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.
MacBook Neo tem duas portas USB-C (imagem: divulgação)
Em dimensões, ele tem 1,27 cm de espessura, 29,75 cm de largura e 20,64 cm de comprimento, sendo um pouco menor que o MacBook Air de 13,6 polegadas. O peso é o mesmo: 1,23 kg.
Em comparação com outros modelos da linha, ficou de fora o carregador MagSafe (com encaixe magnético na lateral do aparelho), o teclado retroiluminado e câmeras com Center Stage. Mas, justiça seja feita, estamos falando de aparelhos que custam o dobro do Neo (ou até mais).
Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)
O modelo básico, de R$ 7.299, tem 256 GB de armazenamento e não conta com Touch ID no teclado. A versão superior custa R$ 8.499, vem com 512 GB e leitor de digitais. Há quatro opções de cor: prata, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (cinza azulado escuro).
O que a Apple quer com o MacBook Neo?
O Neo é o MacBook mais barato que a Apple lança no Brasil em mais de uma década, até onde eu consegui checar. O MacBook de 2015 (que pode ser lido como um equivalente do Neo, já que não era Air nem Pro) chegou custando R$ 8.699 — e aí teríamos que considerar inflação e variação do dólar em 11 anos para saber a equivalência em valores atuais.
Apple apresenta Neo como “seu primeiro Mac” (imagem: divulgação)
Pode parecer um preço caro para um notebook com chip de celular? Sim. Mas, ao mesmo tempo, mostra uma estratégia da Apple de marcar presença em um segmento onde ela não estava disponível. E como o varejo quase sempre pratica preços menores do que os sugeridos, ele pode se tornar ainda mais competitivo.
De novo: temos que ver como é o desempenho do A18 Pro em um computador. Só aí vai dar para saber se o Neo é um concorrente sério para laptops com Windows.
Embora o CEO tenha afirmado inicialmente que o projeto envolveria redes confidenciais da aliança militar, uma porta-voz da empresa esclareceu depois ao WSJ que o foco são as redes não confidenciais da Otan.
Para explicar a diferença entre esses dois tipos de redes no contexto militar e de inteligência, imagine uma escala de “segredo”:
Redes confidenciais (classified networks): São redes altamente restritas e protegidas. Elas são usadas para processar e armazenar informações que o governo considera sensíveis ou secretas para a segurança nacional. No caso da OpenAI, o acordo com o Pentágono envolve esse tipo de trabalho sigiloso;
Redes não confidenciais (unclassified networks): São redes usadas para informações que não exigem o mesmo nível de proteção de segurança nacional. Elas lidam com dados do dia a dia, comunicações administrativas e informações que, embora não sejam públicas, não são consideradas “segredos de Estado” que colocariam o país em risco se vazassem.
OpenAI ocupa ‘vácuo’ deixado pela Anthropic e acelera integração militar
O interesse da Otan na tecnologia da OpenAI surge no momento em que a startup assume um papel central na estratégia de defesa do governo Donald Trump. A aliança, composta por 32 países, representa um novo mercado para a implementação de sistemas que podem acelerar o processamento de informações de inteligência. O acordo é visto como uma forma de garantir que a tecnologia americana tenha “um lugar na mesa” nas decisões sobre o futuro das operações militares.
A Anthropic recusou termos do Pentágono que exigiam flexibilidade para o uso de IA em vigilância doméstica e monitoramento de cidadãos (Imagem: Ahyan Stock Studios/Shutterstock)
A ascensão da OpenAI no setor militar veio após o colapso das negociações entre o Departamento de Defesa dos EUA e a Anthropic. A empresa de Dario Amodei recusou termos que exigiam flexibilidade para o uso de IA em vigilância doméstica e monitoramento de cidadãos. Como consequência da resistência ética em pontos de segurança e dados pessoais, a empresa companhia foi designada como um risco à cadeia de suprimentos pelo governo federal.
Para viabilizar juridicamente esses contratos, a OpenAI removeu de sua política de uso a proibição explícita para fins militares e bélicos. Essa mudança facilitou a integração do modelo GPT-4 em infraestruturas de segurança nacional e análise de dados de vigilância. O Pentágono planeja utilizar essas ferramentas para o processamento massivo de informações e o desenvolvimento de sistemas autônomos.
Inclusive, este foi o tema da coluna Fala AI, do programa Olhar Digital News de terça-feira (03). Assista abaixo:
A decisão de colaborar com o setor de defesa gerou reações negativas entre funcionários e pesquisadores da OpenAI (entre usuários também, diga-se). Críticos questionam a conformidade do pacto com os princípios originais da empresa, temendo o uso da tecnologia para vigilância em massa ou armas sem supervisão humana. Altman defendeu a posição afirmando que a eficiência de uma força militar traz benefícios à humanidade, apesar de discordar de ações específicas.
Após o fechamento do contrato com o Pentágono, a OpenAI atualizou seus termos para declarar que seus sistemas não serão usados para vigilância doméstica de cidadãos americanos.
O primeiro voo partindo de Dubai para São Paulo está a caminho do Aeroporto de Guarulhos. O espaço aéreo por aqui não foi 100% aberto, são voos controlados para repatriação. Ou seja, não dá para ir ao aeroporto e comprar uma passagem. As companhias aéreas são responsáveis por avisar os viajantes “presos” aqui o dia e horário do novo voo. Apenas quem tem essa confirmação deve se deslocar aos aeroportos.
Imagem: Flight Aware
Eu conversei com uma brasileira que estava apenas de passagem por Dubai e precisou ficar na cidade. Colegas de trabalho dela embarcaram nesse primeiro voo e relataram uma situação tranquila no aeroporto.
O voo decolou às 9h37 no horário local, 2h37 no horário de Brasília. A previsão de chegada é por volta das 17h30, no horário de Brasília.
Ataques do Irã aos Emirados Árabes Unidos
Desde sábado, quando os ataques começaram, o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos contabiliza os seguintes números:
186 mísseis balísticos lançados em direção aos Emirados Árabes Unidos. Destes, 172 mísseis foram destruídos, 13 caíram no mar e um atingiu o território do país.
Oito mísseis de cruzeiro foram detectados e destruídos.
812 drones iranianos foram detectados, dos quais 755 foram interceptados e 57 caíram em território nacional.
Três pessoas morreram e 68 ficaram feridas
Nesta outra reportagem, explicamos como funciona o sistema de proteção antimísseis dos Emirados Árabes.
Novos monitores Studio Display, todos com 27 polegadas (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple Studio Display possui tela Retina LCD de 27 polegadas, resolução 5K, taxa de atualização de 60 Hz e brilho de 600 nits;
novo modelo, Apple Studio Display XDR tem painel LCD com mini-LED, retroiluminação de 2.304 zonas, brilho de até 2.000 nits em HDR, gamas de cores P3 e Adobe RGB, além de taxa de atualização de 120 Hz;
preços no Brasil variam entre R$ 18.999 (Studio Display) e R$ 41.999 (Studio Display XDR com vidro nano-texture).
A Apple não reservou esta terça-feira (03/03) para anunciar apenas as novas versões do MacBook Pro e do MacBook Air. A linha Studio Display também foi renovada, ganhando até uma versão XDR que trabalha a 120 Hz. No Brasil, os preços variam entre R$ 18.999 e R$ 41.999.
Como é o novo Apple Studio Display?
Agora em sua segunda geração, o Apple Studio Display continua trazendo uma tela Retina LCD de 27 polegadas com resolução 5K (5120×2880 pixels). Além disso, a taxa de atualização máxima permanece em 60 Hz e, o brilho, em 600 nits.
As novidades aparecem em recursos complementares. Um exemplo: a webcam continua tendo um sensor de 12 megapixels, mas promete melhorar o processamento das imagens para torná-las superiores em relação ao Apple Studio Display de primeira geração.
Além disso, agora o monitor conta com um sistema de seis alto-falantes que reproduz áudio espacial e graves até 30% mais profundos. Sendo exato, são quatro woofers e dois tweeters de alto desempenho, conjunto que é complementado com três microfones com “qualidade de estúdio”, de acordo com a Apple.
Outra novidade é o suporte à tecnologia Thunderbolt 5 para alta velocidade na transmissão de imagens e conexão de até quatro monitores da linha em sequência.
Novo Apple Studio Display (imagem: reprodução/Apple)
Como é o Apple Studio Display XDR?
O Apple Studio Display XDR é um modelo novo e que, pelo menos até certo ponto, substitui o Apple Pro Display XDR, que foi descontinuado.
Aqui, também falamos de um monitor Retina de 27 polegadas com resolução 5K e webcam melhorada de 12 megapixels. O conjunto de seis alto-falantes e o trio de microfones novamente marcam presença.
Um dos diferenciais é o painel LCD, que tem retroiluminação com mini-LED que usa 2.304 zonas locais de controle de intensidade do brilho, o que faz esse parâmetro chegar a 1.000 nits em SDR e a até 2.000 nits de pico para HDR.
Também há suporte às gamas de cores P3 e Adobe RGB. A tecnologia Thunderbolt 5 aparece outra vez, com o adendo de poder atuar como hub de recarga de até 140 W, funcionalidade que pode ser útil para o carregamento de um MacBook Pro, por exemplo.
Outra diferença notável do Studio Display XDR é a sua taxa de atualização de até 120 Hz.
Apple Studio Display XDR (imagem: reprodução/Apple)
Quais Macs são compatíveis?
Logo após o anúncio dos novos monitores, o MacRumors checou a lista de compatibilidade do Studio Display e do Studio Display XDR, e descobriu que Macs com chips Intel não estão por ali. Talvez esses equipamentos até possam funcionar com as novidades (aguardemos pelos testes independentes), mas não há garantia disso.
A lista de compatibilidade é esta:
MacBook Pro de 16 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 14 polegadas (2021 ou superior)
MacBook Pro de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
MacBook Air de 15 polegadas (2023 ou superior)
MacBook Air de 13 polegadas (M1, 2020 ou superior)
Mac Studio (2022 ou superior)
Mac Mini (2020 ou superior)
Mac Pro (2023 ou superior)
iMac de 24 polegadas (2021 ou superior)
Dois monitores Studio Display XDR interconectados (imagem: reprodução/Apple)
Preços do Studio Display e do Studio Display XDR no Brasil
Os dois monitores entrarão em pré-venda nesta quarta-feira (04/03) no site brasileiro da Apple, com as entregas começando no dia 11 deste mês. Os preços oficiais são estes:
Apple Studio Display: R$ 18.999
Apple Studio Display com vidro nano-texture: R$ 21.999
Apple Studio Display XDR: R$ 38.999
Apple Studio Display XDR com vidro nano-texture: R$ 41.999
Vale destacar que os monitores chegam na esteira de outros lançamentos da Apple para esta semana. São eles:
iPad dobrável continua em desenvolvimento nos bastidores da Apple, aponta rumor (imagem: reprodução/Apple)
A Apple estaria desenvolvendo um iPad dobrável de 18 polegadas, com previsão de lançamento para 2029. Segundo informações apuradas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o projeto busca entregar uma tela de Mac, mas mantendo a portabilidade de um tablet. O cronograma de desenvolvimento, no entanto, teria sofrido atrasos por obstáculos técnicos associados ao peso do aparelho e à tecnologia do display.
Notícias do ano passado indicavam que a empresa havia pausado a iniciativa. Contudo, os novos rumores apontam que o projeto segue vivo, embora a meta original de lançamento tenha passado de 2028 para o final da década.
Como deve ser o iPad dobrável?
Quando fechado, o equipamento seria parecido com um MacBook, com exterior em alumínio e nenhuma tela externa. Ao ser desdobrado, ele atingiria proporções próximas às de um MacBook Air de 13 polegadas, só que operando pela tela sensível ao toque e sem um teclado físico integrado.
A ausência de teclas físicas tem gerado debates internos sobre a praticidade da digitação, um fator considerado crítico para a produtividade. Além disso, os protótipos atuais pesariam cerca de 1,6 kg. Isso tornaria o dispositivo bem mais pesado que os modelos atuais da linha iPad Pro, contrariando a premissa de ultraportabilidade dos tablets.
Apesar de Gurman afirmar que o dobrável é projetado como um “iPad puro” e não um dispositivo híbrido, as linhas entre os ecossistemas da Apple estão cada vez mais próximas. Rumores recentes apontam que o MacBook Pro de 2026 pode ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID. Com os Macs ganhando recursos de toque e os iPads ganhando telas de 18 polegadas, a estratégia da empresa parece ser unificar a experiência do usuário.
Fabricação e preço salgado
A tela OLED dobrável estaria sendo fabricada pela Samsung, com a Apple concentrando esforços de engenharia para minimizar o temido vinco central do display. A companhia deve utilizar o aprendizado da produção do aguardado iPhone dobrável — previsto para o final deste ano — para aperfeiçoar o tablet.
O custo de um painel flexível nessas proporções, no entanto, impactaria o bolso do consumidor. Estimativas apontam que ele poderia custar até três vezes mais que o atual iPad Pro de 13 polegadas, comercializado por US$ 1.299. Sendo assim, o valor final poderia alcançar US$ 3.900 (cerca de R$ 20.500 em conversão direta e sem impostos).
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
A Apple apresentou, nesta terça-feira (03/03), dois novos chips da sua família M: o M5 Pro e o M5 Max. Eles já estão disponíveis na linha MacBook Pro, com preços a partir de R$ 26.999 para o M5 Pro e R$ 44.999 para o M5 Max. Além disso, a empresa trouxe uma versão renovada do MacBook Air, agora com M5, a partir de R$ 13.999.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
O M5 Pro agora conta com CPU de até 18 núcleos, contra 14 do M4 Pro. A disposição deles também é diferente: o novo modelo tem até 6 “super núcleos”, como chamou a Apple, e 12 núcleos de performance, enquanto a geração passada tinha 10 núcleos de performance e 4 de eficiência.
Outra diferença são os aceleradores neurais, que prometem facilitar a execução local de modelos de linguagem de larga escala avançados (LLMs). A Apple também aumentou a largura de banda de memória, que passou de 273 GB/s para 307 GB/s.
Entre aqueles números que as empresas sempre prometem, estão desempenho de inteligência artificial de quatro vezes em relação à geração passada, e oito vezes os chips da geração M1. O desempenho do SSD também está duas vezes mais rápido, e as opções de armazenamento agora começam em 1 TB no modelo Pro.
O M5 Max repete as configurações de CPU do modelo Pro e também traz aceleradores neurais como novidade. A largura de banda da memória também recebeu melhorias, passando de 546 GB/s para 614 GB/s. As opções de RAM seguem as mesmas, indo de 36 GB a 128 GB, enquanto o armazenamento agora começa em 2 TB.
Entre os comparativos divulgados pela Apple, temos processamentos de prompts de LLMs com quatro vezes mais velocidade em relação à geração passada e geração de imagens oito vezes mais rápida que na família M1. A companhia fala ainda em desempenho gráfico 50% melhor do que o da linha anterior.
Ambos os chips equipam modelos de 2026 do MacBook Pro, que não tiveram outras alterações em relação aos anteriores. Vale notar que o M5 Pro e o M5 Max ainda não estão disponíveis em desktops, como o Mac Studio e o Mac Pro.
Entre as mudanças da versão com M5 em relação à com M4, estão CPU com 4 super núcleos e 6 núcleos de eficiência, aceleradores neurais para tarefas de IA e largura de banda de memória de 153 GB/s (contra 120 GB/s da geração anterior).
Outra diferença está no armazenamento, que agora começa em 512 GB e vai até 4 TB. A conectividade também melhorou, com suporte a Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.
Estes são os preços iniciais de cada modelo. A Apple agora oferece configurações predefinidas de memória e chip, e não é mais possível escolher os componentes de modo separado.
MacBook Air M5 13′: R$ 13.999
MacBook Air M5 15′: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14′: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14′: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16′: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16′: R$ 47.999
A configuração mais cara — MacBook Pro M5 16′ com GPU de 40 núcleos, 128 GB de RAM e 8 TB de SSD — sai por R$ 88.599.
M5 Pro e M5 Max fazem sua estreia nos notebooks avançados da marca e prometem desempenho superior em modelos de IA locais. Laptop de entrada recebe atualização.
Apple indica novos MacBooks Pro para trabalhos da indústria criativa (imagem: divulgação)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por R$ 8.314 à vista no cartão na Amazon. Essa é a melhor oferta já registrada e concede um desconto de 36% sobre o valor original de R$ 12.999 em oferta de 3.3 que vai acabar logo.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″, 12 GB de RAM e o poderoso processador A19 Pro.
iPhone 17 Pro conta com câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro entrega desempenho de ponta através do chip A19 Pro de 3 nanômetros e dos 12 GB de RAM, que segundo a Apple têm desempenho 40% maior em comparação à geração passada. Esse kit garante usabilidade sem paralelo entre a concorrência, tanto em multitarefa quanto em apps e games pesados.
O design modificado acomoda o conjunto de câmeras na traseira, todas com 48 MP: uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas para captar imagens em lugares amplos, além de lente telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. O sensor frontal de 18 MP tira selfies em modo paisagem mesmo com o celular na vertical.
A proteção do smartphone fica por conta do corpo de alumínio com certificação IP68, que resiste a poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos. O vidro Ceramic Shield na traseira protege-a contra riscos, pancadas e quedas.
Tela OLED do iPhone 17 Pro tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina OLED XDR de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vivas, alta visibilidade e fluidez na rolagem. O revestimento do Ceramic Shield 2 garante três vezes mais durabilidade da tela, segundo a Apple.
Sobre conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 37 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suportando carregamento rápido de 40 W via cabo USB-C e MagSafe, recurso incluído no recém-lançado iPhone 17e.
O iPhone 17 Pro roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele está em oferta por R$ 8.314 à vista no cartão, um desconto de 36% sobre o preço de lançamento em uma oferta imperdível no 3.3 na Amazon.
Câmeras wide, ultrawide e telefoto do iPhone 17 Pro contam com sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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O Huawei Watch GT 6 pro está saindo por apenas R$ 1.639 em até 10x sem juros com o cupom PAGAMENOS no Mercado Livre. Essa é a melhor oferta registrada por ele, representando 34% de desconto sobre o lançamento. Na ficha técnica, se destaca o corpo em titânio e a autonomia prolongada de bateria.
Huawei Watch GT Pro traz resistência e autonomia
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)
O design do Huawei Watch GT 6 Pro já é um destaque graças ao uso de titânio na lateral e vidro cristal de safira na tela, protegendo contra riscos e arranhões. Além disso, ele conta com certificação militar 5 ATM e resistência IP69 contra água e poeira.
A bateria de 867 mAh é outro chamariz, já que segundo a Huawei, a autonomia pode chegar até 21 dias de uso moderado ou 12 dias com uso padrão. Já os sensores entregam medição de frequência cardíaca, de temperatura corporal, oxigenação do sangue e outras funcionalidades para o acompanhamento de saúde e exercícios.
Na tela, o Huawei Watch GT 6 Pro conta com um AMOLED de 1,47 polegadas com brilho de até 3.000 nits. Consequentemente, o relógio inteligente deve oferecer excelente visualização dos dados de saúde mesmo durante esportes ao ar livre em ambientes bastante iluminados. São mais de 100 modos de treino disponíveis.
O Dia do Consumidor em 2026 é 15 de março, e cai em um sábado. Mas as melhores ofertas já começaram agora e estão prontas para você aproveitar. Acompanhe a cobertura do Achados do TB e veja o que mais está valendo a pena.
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O iPhone 17 Pro (512 GB) está em oferta histórica no Mercado Livre que o leva a custar R$ 9.989 no Pix com o cupom VALEPROMO sendo adicionado. A promoção registra um valor 23% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 12.999. Segundo a plataforma Zoom, esse é o menor preço já encontrado no varejo.
A nova geração da linha Pro do smartphone da Apple apresenta como destaques os sensores avançados, a promessa de processador mais potente e um novo design.
iPhone 17 Pro conta com chip A19 Pro e câmeras de 48 MP
O smartphone traz três câmeras traseiras como de costume, mas agora todas possuem 48 megapixels. As lentes grande-angular, periscópio e ultrawide fornecem versatilidade para diversas situações além de registrar fotos em alta qualidade e vídeos em resolução 4K. O sensor frontal também foi aprimorado para 18 MP.
O iPhone 17 Pro vem equipado pelo chip Apple A19 Pro (3 nm) com promessa pela empresa de desempenho 40% superior em comparação ao SoC da geração passada. O processador atua em conjunto com 12 GB de RAM e fornece desempenho de ponta em todos os sentidos. O novo resfriamento térmico a vapor auxilia na melhor dissipação do calor no sistema.
Embora a bateria ofereça uma capacidade nominal de apenas 3.998 mAh, a Apple afirma que a autonomia para reprodução de vídeo é superior a um dia, de especificamente 31 horas. O celular fornece suporte a carregamento rápido de 40 W, com 50% de carga em 20 minutos.
iPhone 17 Pro possui proteção frontal do vidro Ceramic Shield 2 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com resolução de 2.622 x 1.206 pixels, brilho máximo de 3.000 nits para visualização em ambientes muito iluminados e tecnologia ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz garantido excelente fluidez gráfica e eficiência energética.
O smartphone de última geração ainda apresenta Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC em conectividade, além de possuir certificação IP68 garantindo resistência a entrada de poeira e imersão em água doce.
O iPhone 17 Pro de 512 GB atingiu o menor preço histórico durante o Mês do Consumidor e está em oferta no Mercado Livre por R$ 9.989 no Pix com o cupom VALEPROMO.
Quando é o Dia do Consumidor?
O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente em 15 de Março. No entanto, existe a cultura no varejo brasileiro de oferecer promoções e descontos já no início do mês e que se estendem até o dia 31. Portanto, acompanhe diariamente a cobertura do Achados do Tecnoblog para não perder as melhores ofertas sobre eletrônicos.
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O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 8.819 no Pix ao aplicar o cupom de R$ 200 OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. A oferta, que representa um desconto de 23% sobre o lançamento (R$ 11.499), é a melhor que já vimos pelo celular premium da Apple.
Porém, é melhor correr, porque descontos históricos tendem a durar pouco e o cupom é válido apenas para o modelo na cor preta. Apesar de, vale dizer, o preço sem o cupom também valer a pena. Já o smartphone em si se destaca pelo altíssimo desempenho e pelas câmeras avançadas.
iPhone 17 Pro tem três câmeras de 48 MP na traseira
Quanto à versatilidade do conjunto, o celular da Apple é equipado com um sensor wide com estabilização óptica (OIS), uma telefoto com zoom óptico de 4x e uma ultrawide com ângulo de 120º. Com estas câmeras, você poderá fazer ótimos retratos, registrar cenários amplos e até detalhes pequenos ou muito distantes com facilidade.
Além disso, o iPhone 17 Pro ainda conta com o avançado processador Apple A19 Pro combinado com uma RAM 12 GB. Esse conjunto tem capacidade para rodar jogos e aplicativos pesados como os de edição de vídeo sem travamentos, enquanto ainda mantém a eficiência energética do smartphone.
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na tela, o celular traz um display do tipo OLED com 6,3 polegadas, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits. Consequentemente, deve entregar excelente visualização, cores e contraste em qualquer situação de iluminação, facilitando o consumo de conteúdos de streaming por exemplo.
Sendo que, segundo a Apple, para a reprodução de vídeos a bateria deve aguentar até 37 horas de uso. Lembrando, por fim, que ao aplicar o cupom de R$ 200 que aparece na página, o iPhone 17 Pro de 256 GB cai para apenas R$ 8.819 no Pix, sendo este o menor preço que já vimos por ele.
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Possível mudança no recorte da câmera abre caminho para recurso de segurança (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog) Resumo
MacBook Pro de 2026 deverá ter tela OLED touch, Dynamic Island e Face ID, com processadores M6 Pro e M6 Max de 2 nanômetros;
já macOS terá interface dinâmica que alterna entre toques e cliques, mantendo teclado físico e trackpad grande;
Dynamic Island substituirá o notch, exibindo notificações e integrando Face ID.
A Apple deve lançar os primeiros modelos de MacBook Pro equipados com tela sensível ao toque e painel OLED no final de 2026. Reportagens recentes indicam que a novidade estará presente nas versões de 14 e 16 polegadas do notebook profissional da marca.
Segundo o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, o lançamento destes dispositivos não será no evento programado para o início de março de 2026. Os modelos com suporte a toque e tela OLED, conhecidos internamente pelos códigos K114 e K116, devem chegar ao mercado apenas no fim do ano equipados com processadores M6 Pro e M6 Max, construídos em um novo processo de fabricação de 2 nanômetros.
Nova interface do macOS será focada apenas no toque?
Pelo visto, não. O portal MacRumors destaca que o laptop manterá seu design tradicional, preservando o teclado físico completo e o trackpad grande, ainda que a estrutura possa ficar mais fina. O diferencial estará no software.
O macOS receberá uma interface dinâmica, projetada para alternar entre controles otimizados para cliques e toques. Se o usuário tocar na barra de menus, por exemplo, o sistema ampliará os ícones e opções disponíveis, facilitando a seleção com os dedos.
Essa adaptação inclui suporte a gestos já consolidados no ecossistema móvel da empresa, como o movimento de pinça para aplicar zoom em imagens e a rolagem rápida de PDFs e páginas web. Sinais dessa preparação já aparecem no macOS Tahoe, cuja interface trouxe maior espaçamento ao redor de ícones e notificações, além de controles deslizantes na Central de Controle com visual mais adaptado para interações manuais.
Comandos por toque devem estrear no MacBook Pro com chip M6 (imagem: reprodução/Apple)
Fim do notch e Face ID
Outra alteração no design dos novos computadores pode ser o fim do entalhe na parte superior (o notch). Em seu lugar, a Apple adotará a Dynamic Island. A versão para Mac aparentemente utilizará um recorte menor, em formato de furo na tela, para abrigar a câmera, ocupando menos espaço que nos iPhones atuais — um design que deve, inclusive, antecipar o visual do futuro iPhone 18 Pro.
Esta área interativa exibirá notificações e permitirá que os usuários acompanhem resultados esportivos, reprodução de mídia e mais no topo da tela. O Tom’s Guide observa ainda que a integração de um novo módulo de câmera pode abrir margem para um recurso aguardado há anos pelos usuários: o Face ID. Atualmente, a biometria nos Macs é restrita ao Touch ID no botão de liga/desliga.
Mudança de postura da Apple
A chegada de telas sensíveis ao toque nos MacBooks representa um recuo em relação ao discurso mantido pela Apple por décadas. O cofundador Steve Jobs chegou a classificar a ergonomia de laptops com telas de toque como “terrível”.
Em 2021, John Ternus, chefe de hardware da companhia, declarou que o iPad já cumpria o papel de “melhor computador de toque” e que não havia razão para alterar a essência dos computadores tradicionais. A única tentativa prévia de inserir controles de toque nos laptops da marca foi a Touch Bar, um pequeno painel OLED que acabou descontinuado após baixa aceitação do público e desenvolvedores.
O Huawei Watch 4 Fit Pro está saindo por apenas R$ 1.234,05 no Pix ou R$ 1.299 em até 10x sem juros no Mercado Livre. A oferta representa metade do preço original do smartwatch (R$ 2.499), mas deve acabar dentro das próximas quatro horas, segundo a varejista.
E o relógio inteligente, que está com 50% de desconto, se destaca pelos seus recursos de monitoramento de saúde e atividade física, além da tela AMOLED brilhante e construção robusta.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela de 1,82″ e resistência 5 ATM
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,82 polegada conta com brilho intenso de até 3.000 nits, o que garante excelente visibilidade mesmo quando sob luz solar intensa. O painel, que permite o acesso a configurações rápidas e dados de monitoramento, conta com vidro em cristal safira e moldura de titânio para garantir sua maior proteção.
Ainda em relação à robustez, o smartwatch da Huawei atende à norma EN13319, e portanto é resistente para o uso em mergulhos de até 40 metros de profundidade. Além disso, ele conta com a certificação IP6X, contra poeira, e 5 ATM, para aguentar a pressão estática da água até a profundidade indicada pela marca.
Em relação à saúde, o Huawei Watch Fit 4 Pro conta com recursos como teste de apneia, monitoramento de ciclo menstrual, contabilização de calorias, aplicativo ECG e insights de bem-estar emocional. Com o Huawei Health +, ainda é possível ter acesso a serviços premium como planejamento alimentar e de treino.
Já para a prática de atividades físicas, mais de 100 modos de treino estão disponíveis através do relógio inteligente, incluindo esportes aquáticos e montanhismo. O sistema também conta com diversas funcionalidades especiais para praticantes de esportes específicos, como golfe e mergulho, incluindo visualizações 3D e alertas de profundidade.
Ainda é possível fazer o acompanhamento de rotas em corridas, caminhadas e trilhas graças ao GPS integrado. E segundo a fabricante, a bateria deve entregar até 10 dias de autonomia. Lembrando que, na oferta do Mercado Livre, o Huawei Watch Fit 4 Pro sai por apenas R$ 1.234,05 no Pix ou R$ 1.299 em até 10x sem juros.
Mas é bom correr, pois o tempo está acabando.
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O iPhone 17 Pro de 512 GB está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom PROMOAQUI no Mercado Livre, um desconto de 23% em comparação ao valor original de R$ 12.999.
O celular premium da Apple entrega desempenho sem paralelos com processador A19 Pro, 12 GB de RAM e tela OLED ProMotion de 120 Hz.
iPhone 17 Pro conta com tela OLED de 120 Hz e 12 GB de RAM
O desempenho do iPhone 17 Pro fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e dos 12 GB de RAM. O conjunto, segundo a Apple, garante 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Já os 512 GB de armazenamento entregam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e documentos.
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com ProMotion de até 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits entrega cores vivas e fluidez na rolagem. E o display também recebe a proteção do vidro Ceramic Shield 2, resistente a quedas e arranhões.
Ainda sobre a proteção, o corpo de alumínio do celular conta com o Ceramic Shield na traseira. Além de certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 Pro traz câmeras wide, telefoto e ultrawide de 48 MP (Imagem: thiago japyassu/Pexels)
O design do iPhone 17 Pro foi atualizado para acomodar as câmeras principais de 48 MP: wide com estabilizador óptico de imagem (OIS), telefoto com zoom óptico de 4x e ultrawide, que gravam vídeos em 4K a 120 fps. A frontal de 18 MP capta selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Sobre conectividade, o smartphone é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom PROMOAQUI no Mercado Livre, um abatimento de 23% sobre o preço de lançamento.
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O Galaxy S26 Ultra poderá contar com o Genius Display, que restringiria o ângulo de visão e suporte a carregamento de até 60 W. Modelos Galaxy S26 e S26 Plus devem contar com opções de armazenamento de 256 GB e 512 GB.
O Galaxy S26 Ultra provavelmente usará o Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto Galaxy S26 e S26 Plus devem trazer o Exynos 2600.
A linha Galaxy S26 integrará o assistente da Perplexity e deve manter bandejas físicas de chip SIM no Brasil e na Europa. Preços podem aumentar devido à crise de chips de memória.
Na próxima quarta-feira (25/02), a Samsung subirá ao palco do Galaxy Unpacked, nos Estados Unidos — com cobertura in loco do Tecnoblog. Saberemos, então, quais rumores estavam corretos ou equivocados sobre os três aparelhos da linha: Galaxy S26, Galaxy S26 Plus (que pode adotar o nome Pro) e o poderoso Galaxy S26 Ultra.
Mas você se lembra de tudo o que comentamos sobre os dispositivos nesses últimos meses? As promessas para a nova família incluem avanços no carregamento, conectividade via satélite, privacidade da tela e, claro, inteligência artificial.
Display privativo e design
Tecnologia restringe o ângulo de visão da tela (imagem: reprodução/Sahil Karoul)
A grande atração da nova geração estaria no painel do Galaxy S26 Ultra. A tecnologia, antecipada há semanas, apareceu recentemente em um vazamento de uma possível unidade comprada em Dubai. Chamada “Genius Display”, a função utiliza pixels dinâmicos integrados ao hardware do painel OLED para restringir o ângulo de visão.
Com ela ativada, apenas quem estivesse olhando diretamente para o aparelho conseguiria enxergar o conteúdo, dispensando o uso de películas de privacidade de terceiros e evitando a queda de qualidade da imagem.
Smartphone traz de volta módulo de câmera ao redor das lentes (imagem: reprodução/Sahil Karoul)
No quesito design, a versão Ultra pode contar com pelo menos seis opções de cores e voltar a abrigar as câmeras em uma ilha elevada, abandonando o visual de lentes “soltas” na traseira. Outra leve mudança está nas bordas: imagens vazadas e renderizações mostram elas um pouco mais curvas que no Galaxy S25 Ultra.
Ainda no modelo premium, a clássica S Pen continuaria presente e sem suporte a Bluetooth, mas pode ganhar um mecanismo físico de segurança que projeta a caneta para fora caso o usuário tente inseri-la de forma invertida, evitando danos internos.
Processadores e armazenamento
Galaxy S26 Plus em renderização não oficial (imagem: reprodução)
Por dentro, o Galaxy S26 Ultra deve ser equipado globalmente com o Snapdragon 8 Elite Gen 5, da Qualcomm. Segundo o portal Android Authority, as outras duas versões receberiam o chip proprietário Exynos 2600 na maior parte do mundo.
De acordo com o site SammyGuru, o chip da Samsung traz uma arquitetura deca-core com um layout de três clusters, operando apenas núcleos de alto desempenho. O conjunto é liderado por um núcleo primário C1 Ultra rodando a 3,8 GHz. Na parte gráfica, inclui a nova GPU Xclipse 960, baseada em tecnologia da AMD.
No quesito memória, a nova geração deve abandonar a opção de 128 GB, e as opções ficam da seguinte forma:
Galaxy S26 e S26 Plus: opções de 256 GB e 512 GB.
Galaxy S26 Ultra: mantendo a base de 256 GB, com opções de 512 GB e 1 TB.
Outra grande novidade pode ser o controle térmico. Os aparelhos com o Exynos 2600 devem trazer a tecnologia Heat Pass Block (HPB) para uma dissipação de calor mais eficiente.
Conectividade espacial
É também no campo da conectividade que a linha S26 promete. Impulsionados pelo novo modem Exynos 5410, os aparelhos seriam capazes de se conectar a redes não terrestres (NTN) e satélites de baixa órbita.
Diferente das soluções de emergência da concorrência, a Samsung teria implementado o modo LTE DTC (Direct to Cell), permitindo a realização de chamadas de voz e vídeo convencionais em áreas completamente sem cobertura de celular, como oceanos e desertos.
Completando o pacote de conexões, certificações indicam suporte nativo a 5G, Wi-Fi 7 e NFC. Na contramão do mercado estadunidense, a fabricante deve manter as bandejas físicas de chip SIM para os usuários do Brasil e da Europa, então nada de smartphone exclusivamente eSIM por aqui.
Bateria e avanços em carregamento
Samsung aposta em maior velocidade de carregamento (imagem: reprodução)
Após anos tomando menos riscos, a Samsung estaria pronta para atualizar as velocidades de carregamento na linha. Vazamentos indicam que o Galaxy S26 base abandonará os antigos 25 W e passará a suportar recarga de 45 W, igualando-se ao modelo superior.
Já o Galaxy S26 Ultra pode inaugurar um novo protocolo. O Super Fast Charging 3.0 deve permitir o suporte a carregadores de até 60 W. As capacidades das baterias, já homologadas pela Anatel no Brasil, devem ficar em 4.175 mAh (nominais) para o modelo base e 5.000 mAh para o Ultra.
Outro ponto de intensa especulação envolve o carregamento magnético. Rumores indicam que deve, sim, haver o suporte aos 25 W de carregamento sem fio pela tecnologia Qi2. Entretanto, os ímãs não devem ser embutidos no aparelho: para usufruir da fixação magnética, o usuário ainda precisaria recorrer a capas específicas.
Integração à Perplexity
“Hey, Plex” será uma forma de ativar o agente (imagem: divulgação)
Além da aguardada integração com o Gemini e de uma Bixby totalmente renovada (capaz de operar como um agente conversacional de linguagem natural), a linha Galaxy S26 virá com suporte nativo ao assistente da Perplexity.
Seguindo uma negociação entre Samsung e Perplexity revelada em meados de 2025, a intenção é que os usuários possam invocar a IA através do comando “Hey, Plex” ou segurando o botão lateral.
O agente funcionará integrado a aplicativos nativos do sistema — como Notas, Relógio e Galeria —, com a promessa de executar fluxos de trabalho complexos e em múltiplos passos sem que o usuário precise saltar de um aplicativo para outro.
Os preços, que devem ser revelados durante o evento na quarta-feira, aparentemente seguirão a tendência de aumento por aqui, especialmente com a crise no mercado de chips de memória.
Poco F8 Pro vem em três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)
A Xiaomi se prepara para lançar quatro novos celulares no Brasil, um deles sendo o Poco F8 Pro, que se destaca pela ficha técnica parruda. Os outros modelos são o Poco X8 Pro e os irmãos Poco M8 Pro e Redmi Note 15 Pro Plus.
A expectativa é de que o lançamento deles aconteça nas próximas semanas. Não há vestígios sobre os preços para o mercado brasileiro.
Poco F8 Pro tem SoC Snapdragon 8 Elite
Poco F8 Pro vem com o chip Snapdragon 8 Elite da Qualcomm (imagem: divulgação/Xiaomi)
O Poco F8 Pro é o modelo mais parrudo da lista: ele vem com SoC Snapdragon 8 Elite da Qualcomm, 12 GB de RAM, memória interna de 256 ou 512 GB.
O trio de câmeras traseiras inclui principal de 50 megapixels com PDAF multi-direcional, EIS e OIS; câmera teleobjetiva de 2,5x de zoom, também de 50 MP com OIS; e uma ultrawide de 8 megapixels. A conectividade inclui 5G, Wi-Fi 7 de duas bandas (sem 6 GHz, infelizmente), Bluetooth e NFC. Tudo isso rodando o Android 16 com a HyperOS 3 da Xiaomi.
Na frente, a tela AMOLED tem 6,59 polegadas e pode exibir conteúdo em Dolby Vision e HDR10+. A câmera frontal tem 20 megapixels e a bateria com ânodos de silício-carbono tem 6.200 mAh e recarregará com o carregador MDY-19-ER de 100 W, incluso na caixa.
Poco X8 Pro 5G ainda não foi anunciado
Poco X8 Pro 5G preto em render vazado (imagem: reprodução/passionategkeez)
O Poco X8 Pro 5G é o modelo mais interessante por ainda não ter sido anunciado oficialmente pela Xiaomi. Seu certificado de homologação, emitido em 19/02, revela que o modelo 2511FPC34G corresponde ao Poco X8 Pro 5G.
Rumores e vazamentos apontam que o smartphone deve utilizar o SoC Dimensity 8500 Ultra da taiwanesa Mediatek, com um núcleo ARM Cortex-A725 de 3,4 GHz, três núcleos A725 de 3,2 GHz e quatro núcleos de 2,2 GHz combinados à GPU Mali-G720 MC8 (8 núcleos) e a NPU 880 da Mediatek, tudo isso na litografia de 4 nm da TSMC.
Certificado de homologação do Poco X8 Pro 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O modelo tem conectividade 5G (como o nome indica), Wi-Fi 6, Bluetooth e NFC, características que se alinham as capacidades do chip utilizado (com a exceção do Wi-Fi 6E, não presente).
No Brasil o X8 Pro 5G será vendido com carregador de 100 W na caixa, o mesmo MDY-19-ER que virá com o F8 Pro, que recarregará a bateria BM6Q, que outras certificações apontam ser de 6.500 mAh.
Poco X8 Pro durante a certificação para a Anatel (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O Poco X8 Pro também deverá ter um irmão maior, o Poco X8 Pro Max, com SoC melhor e tela maior. Não temos informações se ele será vendido no Brasil, e ele ainda não está certificado aqui.
Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro+ são irmãos
Redmi Note 15 Pro+ vem em três cores (imagem: reprodução/Xiaomi)
Poco M8 Pro 5G e Redmi Note 15 Pro Plus foram homologados no mesmo certificado, com códigos de modelo 2510EPC8BG e 2510ERA8BG, respectivamente.
Eles mantêm características muito similares entre si: SoC Snapdragon 7s Gen 4, tela AMOLED de 6,83 polegadas compatível com Dolby Vision e HDR10+ e bateria de silício-carbono de 6.500 mAh, que recarrega com o mesmo carregador de 100 W utilizado nos outros dois smartphones.
Os modelos também se destacam por possuírem conexão Wi-Fi 6E, característica que não está presente nos outros modelos mencionados neste post.
A principal divergência entre suas fichas técnicas está nas câmeras: o Redmi vem com câmera principal de 200 megapixels, já o Poco se contenta com uma câmera de apenas 50 megapixels. A outra câmera traseira é igual entre os modelos: uma ultrawide de 8 megapixels.
Poco M8 Pro tem três opções de cores (imagem: divulgação/Xiaomi)
O design também é um ponto de diferenciação dos modelos: o Redmi 15 Pro+ vem com traseira em plástico reforçado com fibra ou silicone que imita couro, dependendo da cor, e o Poco M8 Pro 5G utiliza apenas plástico reforçado em fibra, com design mais agressivo em dois tons, típico da linha Poco.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu publicamente que a Netflix retire Susan Rice de seu conselho de administração. A declaração foi feita no sábado, por meio da rede social Truth Social, em meio às negociações da empresa para adquirir ativos da Warner Bros. Discovery, operação que depende de análise antitruste do Departamento de Justiça.
No centro do embate estão declarações recentes de Rice em um podcast, nas quais ela mencionou a possibilidade de uma futura agenda de responsabilização contra empresas que, segundo ela, tenham se alinhado ao presidente. A movimentação ocorre em um momento considerado delicado para a plataforma de streaming, que busca aprovação regulatória para um acordo bilionário.
Netflix vive conflito com o presidente dos Estados Unidos no momento em que tenta finalizar uma grande aquisição (Imagem: Mijansk786 / Shutterstock.com)
Pressão pública em meio a análise antitruste
Em sua publicação, Trump afirmou que a Netflix deveria “imediatamente demitir” Susan Rice do conselho “ou pagar as consequências”. Ele também compartilhou críticas feitas pela ativista conservadora Laura Loomer, que pediu que o presidente bloqueasse o acordo entre a Netflix e a Warner.
A Netflix deveria demitir a racista e obcecada por Trump Susan Rice, IMEDIATAMENTE, ou pagar as consequências. Ela não tem talento nem habilidades – Puramente uma oportunista política! SEU PODER ACABOU, E NUNCA MAIS VOLTARÁ. Quanto ela está sendo paga, e por quê??? Obrigado pela sua atenção a este assunto. Presidente DJT
Donald Trump em post na Truth Social
Rice atuou como embaixadora dos Estados Unidos na ONU e como assessora de segurança nacional nas administrações de Barack Obama e Joe Biden. Ela integrou o conselho da Netflix entre 2018 e 2021 e retornou ao cargo em 2023.
Susan Rice, hoje parte do conselho administrativo da Netflix, foi embaixadora dos Estados Unidos na ONU e assessora de segurança nacional de Obama e Biden (Imagem: lev radin / Shutterstock.com)
As declarações que motivaram a reação de Trump foram feitas no podcast “Stay Tuned with Preet Bharara”, apresentado pelo ex-procurador federal Preet Bharara. Na entrevista, Rice afirmou que, caso os democratas voltem ao poder, empresas que “dobraram os joelhos” ao presidente e tenham violado leis não deveriam esperar perdão, prevendo uma possível “agenda de responsabilização”.
Representantes da Netflix e Susan Rice não responderam aos pedidos de comentário da imprensa internacional.
A ofensiva política ocorre enquanto a Netflix tenta concluir a aquisição dos estúdios de cinema e televisão da Warner e da plataforma de streaming HBO Max. O acordo é avaliado em US$ 83 bilhões e depende de aprovação da divisão antitruste do Departamento de Justiça.
O órgão analisa se a transação pode reforçar excessivamente o poder de mercado da Netflix ou resultar em monopólio. Em dezembro, Trump declarou que a empresa já detinha uma “participação de mercado muito grande” e que a aquisição poderia representar um problema.
Departamento de Justiça dos Estados Unidos deve definir se a aquisição pode representar um monopólio (Imagem: Blossom Stock Studio / Shutterstock.com)
Em fevereiro, no entanto, o presidente afirmou que não deveria se envolver diretamente no caso e que a investigação caberia ao Departamento de Justiça. Ainda assim, voltou a comentar o tema publicamente.
Paralelamente, a Paramount apresentou uma oferta hostil avaliada em US$ 77,9 bilhões para adquirir toda a Warner, incluindo sua unidade de canais a cabo, como CNN e TNT. A Warner concedeu um prazo de sete dias para que a Paramount apresente uma proposta final. Esse período se encerra na segunda-feira (23), e a Netflix terá o direito de igualar qualquer oferta.
O iPhone 17 Pro de 256 GB está saindo por R$ 9.260 no Pix com o cupom VALEDESCONTO no Mercado Livre. Essa oferta representa um desconto de 19% em relação ao lançamento. Mas nossa recomendação é aproveitar rápido, porque os cupons do site têm acabado bem rápido ultimamente.
Vale saber, principalmente, que o iPhone 17 Pro é um celular premium da Apple (como o preço já indica), com processador A19 Pro, RAM de 12 GB, três câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz.
iPhone 17 Pro traz Apple A19 Pro e 48 MP nas três câmeras
Como destacado acima, um dos pontos fortes do iPhone 17 Pro é o seu poder de processamento. O celular da Apple traz o recente processador Apple A19 Pro com tecnologia de 3 nanômetros e GPU e CPU de seis núcleos. Aliado aos 12 GB de RAM, o chip deve entregar poder de processamento impressionante para jogos e edição de vídeos.
Já nas câmeras, o iPhone não poupa resolução. Todas as lentes tiram fotos de 48 megapixels, o que significa que você deve conseguir editá-las, revelá-las ou ampliá-las com facilidade sem grandes perdas de qualidade. São três: wide (principal), ultrawide e telefoto. Além disso, os 18 MP da frontal também chamam a atenção para uma câmera de selfies.
A tela de 6,3 polegadas, por sua vez, é do tipo OLED utilizado nos displays da Apple. E conta com brilho forte de até 3.000 nits, taxa de atualização de 120 Hz, e proteção Ceramic Shield 2 contra riscos ou arranhões. Essas características devem garantir excelente visualização e fluidez na reprodução de conteúdos.
iPhones ficam suspensos em bases com MagSafe nas lojas da Apple (imagem: reprodução/Consomac)
Ademais, a bateria, graças às otimizações de consumo do iPhone, deve chegar até 37 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple. E suporta carregamento USB-C 3.2, com transferência de dados e alimentação mais rápida se comparado a versões anteriores.
Lembrando que, com o cupom VALEDESCONTO, o preço do iPhone 17 Pro de 256 GB cai para R$ 9.260 no Pix no Mercado Livre.
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O Huawei Watch GT 6 Pro está em oferta imperdível no Mercado Livre com o menor preço do ano. O smartwatch com design robusto, longa autonomia e sensores modernos sai por R$ 1.799 em até 10x sem juros. É o menor valor desde dezembro de 2025 e você garante 28% de desconto sobre o preço original de R$ 2.499.
Huawei Watch GT 6 Pro leva corpo em titânio e autonomia de até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro possui três cores: preto, marrom e titânio (imagem: Divulgação)
Para quem busca um relógio inteligente mais resistente para o dia a dia ou esportes, vai encontrar nele uma construção robusta. Isso porque o wearable da Huawei possui caixa em liga de titânio de 46 mm e revestimento de Cristal de Safira. Além disso, ainda traz resistência à água de 5 ATM e certificação IP69.
A tela AMOLED de 1,47 polegadas tem resolução de 466 x 466 pixels e oferece brilho máximo de 3.000 nits, nível que possibilita obter visualização clara do display em ambientes ensolarados.
A bateria equipada chama a atenção pela autonomia prolongada. De acordo com a empresa, o smartwatch entrega até 21 dias de uso moderado, 12 em uso padrão e uma semana com o Always On Display ativo. O carregamento é feito sem fio de 10 W.
Huawei Watch GT 6 Pro monitora uma ampla quantidade de esportes, incluindo ciclismo (imagem: divulgação/Huawei)
O smartwatch conta com o rastreamento de mais de 100 modos de treino, incluindo exercícios de força, corrida e na água suportando até 40 metros de profundidade. O GPS integrado fornece informações precisas sobre quantidade de passos, localização, distância e gastos calóricos.
No aspecto de saúde, o sistema HUAWEI TruSense tem a capacidade de fornecer insights sobre sobre o sono em geral, incluindo frequências cardíaca e respiratória, oxigenação do sangue. Não menos importante, o usuário também vai poder obter um relatório sobre ECG.
O Huawei Watch GT 6 Pro ainda inclui em conectividade Bluetooth 6.0 e NFC para compras por aproximação. O relógio inteligente premium está com a melhor oferta do ano no Mercado Livre e sai por R$ 1.799 em até 10x sem juros.
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As principais redes sociais enfrentam, ao mesmo tempo, diferentes frentes de pressão na Justiça dos Estados Unidos. Julgamentos contra estas empresas no país discutem desde o impacto do design das plataformas sobre crianças até a responsabilidade das empresas por falhas na proteção de menores. Embora os casos tenham origens e estratégias distintas, a maioria gira em torno da responsabilidade das plataformas por danos causados a crianças e adolescentes.
De um lado, ações individuais e coletivas discutem se o design dos aplicativos pode ser considerado viciante. De outro, procuradores estaduais tentam responsabilizar empresas por falhas na proteção de menores contra exploração sexual. Paralelamente, o setor passou a aceitar avaliações voluntárias de segurança para adolescentes, em meio ao avanço dos processos judiciais.
Julgamento na Califórnia discute vício em redes sociais
Em Los Angeles, corre um julgamento considerado de referência sobre supostos danos causados pelo uso de redes sociais na infância. O caso envolve uma jovem de 20 anos que acusa a Meta e o YouTube de terem desenvolvido produtos deliberadamente viciantes, comparados por seus advogados a “cassinos digitais”.
A acusação sustenta que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e recomendações algorítmicas foram pensados para prolongar o tempo de uso, mesmo com conhecimento interno sobre riscos à saúde mental de crianças e adolescentes. Documentos internos apresentados ao júri indicariam que executivos discutiam efeitos negativos dessas ferramentas desde a década passada.
Um grande julgamento avalia supostos danos causados por redes sociais à saúde mental de crianças e adolescentes (Imagem: Kaspars Grinvalds / Shutterstock.com)
As empresas negam as acusações. A defesa afirma que não há consenso científico de que redes sociais causem dependência e argumenta que os problemas de saúde mental da autora do processo teriam origem em fatores familiares anteriores ao uso das plataformas. TikTok e Snap também estavam no caso anteriormente, mas chegaram em acordos com os autores da ação.
O julgamento deve durar de seis a oito semanas e é o primeiro de uma série de ações semelhantes contra Meta, Google, TikTok e Snap. O resultado pode influenciar centenas de outros processos individuais em andamento.
Caso no Novo México foca exploração sexual de crianças
No Novo México, um processo movido pelo procurador-geral do estado segue uma linha diferente. A acusação afirma que a Meta violou leis de proteção ao consumidor ao não divulgar adequadamente o que sabia sobre riscos de exploração sexual de menores em suas plataformas.
Segundo o estado, investigações conduzidas com perfis controlados por autoridades identificaram um volume elevado de interações inadequadas envolvendo crianças, além de falhas no monitoramento e na resposta da empresa. Promotores alegam que executivos priorizaram crescimento e engajamento em detrimento da segurança infantil.
Processo movido pelo procurador-geral do estado do Novo México acusa a Meta de não divulgar que sabia dos riscos de exploração sexual de menores em suas plataformas (Imagem: PJ McDonnell / Shutterstock.com)
A Meta contesta o processo e afirma que sempre divulgou riscos associados ao uso de seus serviços, além de investir em ferramentas de moderação e segurança. A empresa também acusa os investigadores de conduzirem uma apuração “eticamente comprometida”.
Esse é o primeiro julgamento individual movido por um estado a chegar à fase de tribunal, entre dezenas de ações semelhantes apresentadas por procuradores-gerais em todo o país.
Distritos escolares buscam indenizações bilionárias de plataformas de redes sociais
Além dos casos individuais, mais de 1,2 mil distritos escolares processam empresas como Meta, Google, TikTok e Snap na Califórnia. As ações alegam que as redes sociais contribuíram para uma crise de saúde mental entre estudantes, o que teria aumentado gastos das escolas com apoio psicológico e educacional.
Uma juíza federal decidiu recentemente que essas ações podem seguir adiante, rejeitando o argumento das empresas de que estariam protegidas por leis que limitam a responsabilidade sobre conteúdos publicados por usuários. As indenizações pedidas somam centenas de bilhões de dólares.
O primeiro julgamento com júri nesse conjunto de ações está previsto para 2026.
Avaliações voluntárias de segurança para adolescentes
Enquanto os processos avançam, Meta, TikTok e Snap aceitaram participar de um sistema voluntário de avaliação independente sobre segurança para adolescentes. O modelo prevê cerca de duas dezenas de critérios, elaborados por especialistas em saúde mental, para analisar políticas internas, design dos aplicativos e resposta a conteúdos sensíveis.
Entre os pontos avaliados estão a existência de pausas obrigatórias, a possibilidade de desligar a rolagem infinita e o tratamento de conteúdos relacionados a automutilação e suicídio. Aplicativos que obtiverem boas notas receberão um selo azul de aprovação.
(Imagem: mooremedia / Shutterstock.com)
As organizações responsáveis pelo sistema afirmam que a iniciativa não substitui leis ou decisões judiciais, mas funciona como um instrumento de orientação para pais e jovens, em um cenário de pressão crescente sobre o setor.
Caso antitruste contra a Meta segue em fase de apelação
Além dos processos ligados a danos a menores, a Meta ainda enfrenta um caso antitruste de grande repercussão nos Estados Unidos. A ação foi movida pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e por estados do país, com o argumento de que a empresa eliminou concorrentes ao adquirir o Instagram e o WhatsApp.
(Imagem: mundissima / Shutterstock.com)
Em novembro de 2025, um juiz federal decidiu a favor da Meta, ao entender que a empresa não detém poder monopolístico suficiente no mercado atual de redes sociais. Em janeiro de 2026, no entanto, a FTC anunciou que vai recorrer da decisão, mantendo o processo vivo em instâncias superiores. O caso é visto como um teste importante para os limites da atuação das big techs e da política antitruste nos EUA.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está disponível por R$ 2.859 para pagamentos por Pix no Mercado Livre. O valor representa uma redução de 29% em comparação ao preço de referência de R$ 3.999 e também o menor registrado desde o 2.2.
O smartphone é uma alternativa mais acessível a celulares premium de outras marcas que apresenta como destaques desempenho avançado, alta resistência e autonomia prolongada.
Edge 60 Pro traz até 24 GB de RAM e bateria para 40 horas
Moto Edge 60 Pro possui inteligência artificial própria da Motorola (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo vem equipado pelo chipset MediaTek Dimensity 8350 Extreme com arquitetura de 4 nanômetros e boa eficiência energética. O processador acompanhado por 12 GB de memória RAM expansível até 24 GB por RAM Boost vai permitir ao usuário executar tarefas pesadas, como jogos e aplicações do Moto AI, sem travamentos.
O painel POLED de 6,7 polegadas exibe um bilhão de cores certificadas pela Pantone, segundo a Motorola. Além disso, ainda entrega navegação fluida com taxa de atualização de 120 Hz, resolução de 2.712 x 1.220 pixels e atinge um dos maiores picos de brilho do mercado de 4.500 nits.
O Motorola Edge 60 Pro possui bateria de 6.000 mAh, capacidade nominal acima de concorrentes. De acordo com a empresa, o componente proporciona até 40 horas de uso longe das tomadas. Em complemento a uma autonomia extensa, entrega um carregamento ultrarrápido de 90 W.
Motorola Edge 60 Pro possui design diferente para câmeras traseiras (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Para quem busca um celular que tire boas fotos, saiba que ele entrega uma câmera frontal de 50 MP, duas lentes traseiras de 50 MP (a principal com estabilização óptica (OIS) e ultrawide para registros panorâmicos) e ainda teleobjetiva de 10 MP. O sistema possui integração do Moto AI com ferramentas de edição, como remoção de objetos.
O smartphone conta com resistência avançada por unir as certificações IP68, IP69 e padrão militar MIL-STD-810H contra adversidades extremas de clima. Por fim, um ponto a ser levado em consideração é a sua garantia de atualizações somente até o Android 18. Você pode levar o Motorola Edge 60 Pro (256 GB) por R$ 2.859 no Pix.
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O iPhone 17 Pro de 512 GB está em promoção por R$ 10.529 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 19% sobre o preço original de R$ 12.999. A oferta é válida apenas para o modelo na cor azul intenso.
O celular premium da Apple recebeu um novo design em 2025, é equipado com um processador A19 Pro e uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas.
iPhone 17 Pro traz chip A19 Pro e tela de 120 Hz
O iPhone 17 Pro entrega desempenho de sobra, graças ao processador Apple A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM. Segundo a Apple, a performance é 40% maior em comparação ao modelo da geração anterior. Já os 512 GB de armazenamento garantem bastante espaço para apps, músicas, vídeos e arquivos.
Outro elemento de destaque é a tela de 6,3 polegadas, um painel Super Retina XDR OLED com ProMotion de até 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que entrega imagens com cores vivas e brilho bem forte.
O vidro Ceramic Shield 2 de nível 5 na escala de Mohs confere proteção à tela contra riscos e outros danos. A certificação IP68, por sua vez, garante resistência ao celular em casos de mergulhos acidentais.
As três câmeras principais do iPhone 17 Pro (wide, telefoto e ultrawide) possuem 48 MP (Imagem: thiago japyassu/Pexels)
O design do iPhone 17 Pro mudou devido ao novo conjunto de câmeras principal, uma wide, uma telefoto com zoom óptico de 8x e uma ultrawide, todas com 48 MP que gravam vídeos em 4K a até 120 fps. A câmera frontal Center Stage de 18 MP capta imagens no modo Paisagem sem que o celular precise ser virado na horizontal.
A conectividade do smartphone é vasta, com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Já a bateria entrega uma autonomia de 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple. E o carregamento rápido injeta uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C.
O iPhone 17 Pro (512 GB) na cor azul-intenso está saindo por R$ 10.529 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 19% sobre o valor de lançamento do atual smartphone de ponta da Apple.
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Módulo de câmera infravermelha seria similar ao utilizado no Face ID (imagem: divulgação/Apple)Resumo
A Apple planeja lançar AirPods Pro com câmeras infravermelhas em 2026 para comandos por gestos e integração com o Vision Pro.
Os novos sensores permitirão controlar funções como volume e cancelamento de ruído sem tocar nos fones.
A produção dos componentes começará no início de 2026, com possível lançamento em setembro.
A Apple pode introduzir uma das maiores atualizações para a sua linha de fones de ouvido no segundo semestre de 2026. Segundo informações de analistas e vazamentos recentes, a próxima versão dos AirPods Pro virá equipada com módulos de câmera infravermelha. O objetivo seria enxergar o ambiente ao redor do usuário, habilitando novos comandos por gestos e aprofundando a integração com o headset Vision Pro.
A informação ganhou força nesta segunda-feira (9), após publicações do colecionador de protótipos Kosutami e do analista Ming-Chi Kuo no X. Os relatos indicam que, embora os AirPods Pro 3 tenham sido lançados em setembro de 2025, a Apple estaria trabalhando em uma revisão de hardware para este ano – uma estratégia parecida com o ciclo dos AirPods Pro 2, que receberam o conector USB-C e resistência a poeira cerca de um ano após o lançamento, sem alterar o nome comercial.
Por que a Apple quer colocar câmeras nos AirPods Pro?
Com as novas câmeras, clientes poderiam ajustar funções apenas movimentando as mãos (imagem: divulgação/Apple)
De acordo com Ming-Chi Kuo, o hardware não seria uma câmera convencional voltada para fotografia, mas sim um sensor infravermelho similar ao utilizado no Face ID. A ideia seria detectar “mudanças ambientais”, permitindo que os fones traduzam movimentos físicos em comandos.
O usuário poderia controlar o volume, alternar entre modos de cancelamento de ruído ou atender chamadas apenas movimentando as mãos à frente do rosto, eliminando a necessidade de tocar nas hastes dos fones ou pegar o iPhone.
Além da conveniência, a funcionalidade mudaria a experiência de áudio espacial: os AirPods mapeariam a posição da cabeça e o ambiente com mais precisão, ajustando o som de forma dinâmica para garantir mais imersão em conteúdos de realidade aumentada (AR) e virtual (VR).
Outro ponto destacado pelos vazamentos seria o ganho em segurança. Os sensores infravermelhos poderiam, em tese, alertar o usuário sobre obstáculos físicos ou veículos se aproximando.
A produção em massa dos componentes de câmera infravermelha estaria prevista para começar no início de 2026. Se o cronograma histórico for seguido, o anúncio oficial deve ocorrer durante o evento de lançamento do iPhone, em setembro.
Lançamentos e preços
Mesmo com novos sensores, a Apple pode manter o mesmo preço do modelo atual (imagem: divulgação/Apple)
Tradicionalmente, a Apple atualiza a linha Pro de fones de ouvido em ciclos de três anos. Contudo, o lançamento previsto para 2026 interromperia o padrão. Essa pressa estaria ligada à competição agressiva de marcas como Sony, Bose e Sennheiser, que têm investido pesado em sensores de percepção ambiental.
Ainda há divergências sobre valores. Enquanto Kosutami afirma que o modelo atualizado custaria os mesmos US$ 249 de agora (R$ 1.290, em conversão direta), o vazador Instant Digital sugere que a Apple estaria criando uma variante premium, que coexistiria com o AirPods Pro, criando uma nova faixa de preço no catálogo.
No Brasil, o AirPods Pro 3 é comercializado atualmente por R$ 2.999 na loja oficial ou cerca de R$ 2.599 em revendedores autorizados.
O PlayStation 5 Pro está em promoção por R$ 5.393 no Pix com o cupom KABUM100 no Magazine Luiza. A versão mais poderosa do console da Sony, que promete alto desempenho e melhores gráficos, tem desconto de 23% em comparação ao preço de lançamento de R$ 6.999.
PlayStation 5 Pro tem GPU mais poderosa e SSD de 2 TB
PlayStation 5 Pro tem uma GPU poderosa, que promete melhores gráficos em jogos (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O PlayStation 5 Pro conta com melhorias significativas em relação ao PS5 padrão. Segundo a Sony, a GPU está 68% mais poderosa, e a memória 28% mais rápida, permitindo rodar jogos com resoluções maiores e com uma maior taxa de quadros.
Além disso, o maior espaço de armazenamento confere maior tranquilidade na hora de instalar games, que estão ficando cada vez maiores. Para quem precisa de ainda mais espaço, é possível instalar um SSD M.2 adicional de até 8 TB.
Na prática, o PlayStation 5 Pro ainda apresenta alguma lentidão, e o jogador terá que em muitos casos escolher entre mais quadros, ou uma maior resolução. Vale destacar que alguns games oferecem opções de ajustes que não estão disponíveis no PS5 padrão, seja o Fat (original) ou o Slim.
PlayStation 5 Pro (dir.) é bem parecido com o PS5 padrão (Foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O design do PlayStation 5 Pro é o mesmo do original, com ajustes visuais presentes também na versão Slim. É importante lembrar, entretanto, que ele não vem com um leitor de discos, e caso o usuário possua jogos físicos do PS4, que rodam via retrocompatibilidade, será preciso adquirir o acessório à parte.
O console tem acesso à PSN, o serviço digital da Sony que oferece jogos (pagos e free-to-play) e planos da PS+ que oferecem a possibilidade de jogar online, armazenamento ampliado na nuvem, e títulos selecionados oferecidos mês a mês, disponíveis enquanto a assinatura estiver ativa.
O PlayStation 5 Pro está saindo por R$ 5.393 no Pix com o cupom KABUM100 no Magazine Luiza, um abatimento de 23% sobre o valor original do console de mesa mais poderoso da Sony.
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O Motorola Edge Pro 60 (256 GB) está em promoção por R$ 2.799 no Pix na Amazon, um desconto de 30% em comparação ao preço de lançamento de R$ 3.999. O celular premium traz uma tela POLED, câmera de 50 MP e uma interessante bateria de 6.000 mAh.
Motorola Edge 60 Pro tem bateria de 6.000 mAh e tela de 120 Hz
Motorola Edge 60 Pro tem bateria avantajada e tela de 6,7 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro é uma exceção entre celulares premium graças à sua bateria de 6.000 mAh que, segundo a fabricante, resiste a 45 horas de uso moderado. O componente é compatível com carregamento rápido de até 90 W, oferecendo carga para o dia todo em apenas 6 minutos na tomada, via cabo USB-C.
Outro destaque é a tela POLED de 6,7 polegadas com resolução de 2.712 x 1.220 pixels, taxa de atualização de 120 Hz, brilho de 4.500 nits e suporte a HDR10+. As especificações fornecem experiência com alta qualidade de imagem, cores e contraste, além de visibilidade clara mesmo sob luz forte do Sol.
O Motorola Edge 60 Pro vem com o chip Dimensity 8350 Extreme da MediaTek com clock de até 3,35 GHz e 12 GB de RAM expansível até 24 GB com o recurso RAM Boost. O kit garante alto desempenho em apps e jogos, mesmo os pesados.
Motorola Edge 60 Pro tem botão dedicado ao modo Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Já o conjunto principal de câmeras traz uma lente wide de 50 MP equipada com estabilizador óptico de imagem (OIS), teleobjetiva de 10 MP de zoom óptico de 3x e ultrawide de 50 MP; enquanto a frontal também possui 50 MP. Todas gravam vídeos em 4K a 30 fps.
Este celular tem suporte ao Moto AI, a suíte de soluções de IA da Motorola, com direito a um botão dedicado para acionar recursos de edição de imagens, assistente inteligente e mais funcionalidades.
Por fim, o gadget é compatível com conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para pagamentos por aproximação e já recebe atualização para o Android 16 ao sair da caixa. Por outro lado, terá somente mais duas atualizações de sistema operacional.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) sai por R$ 2.799 no Pix na Amazon, um abatimento de 30% sobre o valor original e uma promoção interessante para um celular Android com uma grande tela e bateria.
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O iPhone 17 Pro (256 GB) lançado há poucos meses está com 21% de desconto no Mercado Livre. O smartphone topo de linha na cor azul-intenso sai por R$ 9.111 no pagamento por Pix. Anunciado pela Apple por R$ 11.499, apresenta um novo design na traseira, câmera frontal aprimorada e ainda mais desempenho.
iPhone 17 Pro traz chip A19 Pro e câmera Central Stage de 18 MP
iPhone 17 Pro traz uma tela Pro imersiva com antirreflexo atualizado (imagem: Divulgação/Apple)
A nova geração recebe o processador Apple A19 Pro de 3 nanômetros somado a memória RAM de 12 GB. De acordo com a empresa, o chip fornece um desempenho 40% superior ao equipado no iPhone 16 Pro. Portanto, permite a experiência multitarefa em alto nível e o novo resfriamento térmico a vapor promete auxiliar na execução de tarefas pesadas por mais tempo.
O display Super Retina XDR mede 6,3 polegadas, proporciona efeitos mais brilhantes as imagens e um ProMotion de até 120 Hz para garantir fluidez às transições gráficas e de telas. Revestido pelo Ceramic Shield 2, o painel atinge até 3.000 nits de brilho para proporcionar clareza a visualização em ambientes iluminados.
O iPhone 17 Pro passou a receber três câmeras traseiras de 48 MP. A mudança fica para o avanço da lente teleobjetiva com zoom óptico 8x, acompanhada pela principal e ultra-angular. A frontal Center Stage passou para 18 MP e o modo Paisagem funciona sem precisar virar o celular na horizontal.
iPhone 17 Pro e Pro Max receberam um novo design traseiro (imagem: divulgação/Apple)
A Apple apostou em um novo design para as versões Pro com toda a parte superior ocupada pela moldura de câmeras. Em termos de autonomia o iPhone 17 Pro promete entregar até 31 horas para reprodução de vídeo, de acordo com a empresa. Enquanto o carregamento via cabo fornece 50% de carga em apenas 20 minutos.
Já em conectividade, o suporte a Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 possibilita conexões mais rápidas e estáveis. O iPhone 17 Pro (256 GB) em oferta com 21% de desconto no Mercado Livre inclui a certificação IP68, garantindo resistência contra a entrada de poeira e imersão em água.
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Página está fora do ar, mas foi salva no Wayback Machine (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)Resumo
A Apple descontinuou o pacote Pro Apps para estudantes, que oferecia quase 70% de desconto em aplicativos como Final Cut Pro e Logic Pro.
A empresa lançou o Creator Studio, uma assinatura que inclui apps como Logic Pro e Final Cut Pro, por R$ 39,90 mensais ou R$ 399 anuais.
Estudantes e profissionais da educação têm desconto na assinatura, pagando R$ 14,90 mensais ou R$ 149 anuais, válido apenas durante o curso.
A Apple acabou com o pacote Pro Apps para estudantes, que trazia o Final Cut Pro, o Logic Pro, o Motion, o Compressor e o MainStage para Mac por R$ 1.299. Era um desconto enorme, de quase 70%: para comprar todos separadamente, é necessário desembolsar R$ 4.099,50.
Os programas – que oferecem nível profissional e são bastante usados por quem trabalha com áudio e vídeo – continuam sendo vendidos de maneira individual, pelos seguintes preços:
Logic Pro (estação de trabalho digital para áudio): R$ 1.299,90
Final Cut Pro (editor de vídeos): R$ 1.999,90
Motion (criador de animações): R$ 299,90
Compressor (conversor de vídeos): R$ 299,90
MainStage (ferramenta de áudio para performances ao vivo): R$ 199,90
Por que a Apple parou de vender o Pro Apps para estudantes?
O fim das vendas ocorre duas semanas após o lançamento do Creator Studio. O pacote é oferecido como assinatura, custando R$ 39,90 por mês ou R$ 399 por ano. Ele contém esses cinco programas, com extras e algumas diferenças.
O Creator Studio traz o Logic Pro, o Final Cut Pro e também o Pixelmator Pro, nas versões para Mac e iPad — Motion, Compressor e MainStage continuam valendo apenas para o Mac.
O conjunto vem ainda com recursos extras e conteúdo premium no Keynote, Pages e Numbers. Futuramente, esses diferenciais chegarão ao Freeform. Esses quatro apps continuam disponíveis gratuitamente.
Apple lança Apple Creator Studio (imagem: divulgação/Apple)
Estudantes e profissionais da educação ainda contam com benefícios, pagando R$ 14,90 por mês ou R$ 149 por ano. É uma redução considerável, mas que, no caso dos alunos, vale apenas durante o curso.
Com o desconto do Pro Apps, era possível comprar os programas gastando menos e continuar usando depois de concluir os estudos.
Apple migra para modelo de assinaturas
Aos poucos, a Apple segue um caminho trilhado por Microsoft e Adobe, entre muitas outras empresas, que hoje concentram seus esforços em pacotes por assinatura.
A Adobe foi mais extrema: aboliu a venda de licenças vitalícias em 2013 e passou a oferecer apenas o Creative Cloud. Desde então, programas como Photoshop e Illustrator só podem ser acessados mediante pagamento de mensalidade ou anuidade. Recentemente, a companhia reduziu seus preços no Brasil, já que concorrentes como o Canva têm ganhado terreno.
Do ponto de vista do modelo de negócio das empresas, trocar vendas únicas por assinaturas ajuda a reforçar as chamadas receitas recorrentes. Em vez de ter grandes oscilações a cada lançamento de software, elas passam a receber quantias mensais de maneira constante.
Para os usuários, há vantagens e desvantagens. Por um lado, as assinaturas são acessíveis, incluem atualização dos programas e trazem serviços adicionais. Por outro, o gasto total ao longo dos anos pode ser maior do que o preço da compra de uma licença.
A principal diferença, no entanto, é que, ao comprar uma licença, você consegue continuar usando aquele programa para sempre, mesmo que ele esteja defasado; no modelo de assinaturas, você precisa continuar pagando para sempre.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 2.799 no Pix na Amazon. O smartphone top de linha com tela pOLED e câmera de 50 MP, lançado por R$ 3.999, fica 30% mais barato nesta promoção.
Motorola Edge 60 Pro tem câmera frontal de 50 MP, ampla bateria e certificados de ultrarresistência
Motorola Edge 60 Pro traz câmera tripla tarseira com sensor principal de 50 MP (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme com 12 GB de RAM, atingindo até 24 GB de RAM com o recurso RAM Boost. O modelo tem 256 GB de armazenamento interno, oferecendo um espaço equilibrado para guardar fotos, vídeos, apps e demais arquivos.
O telefone traz uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução 1.5K Super HD e taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens detalhadas e fluidas em jogos e vídeos. O painel ainda oferece recurso HDR10+ e brilho máximo de 4.500 nits.
Outro destaque do Motorola Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh, garantindo até 45 horas de uso moderado. Além disso, o aparelho tem opção de carregamento rápido de até 90 W, indo de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.
Motorola Edge 60 Pro traz recursos Moto AI e botão dedicado para a ferramenta (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Com suporte ao Moto AI, o aparelho traz uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony LYTIA 700c de 50 MP, zoom híbrido de 50x e gravação de vídeos em 4K. Ele também traz uma câmera frontal de 50 MP para selfies extremamente detalhadas e vídeos em 4K.
O telefone da Motorola oferece conexão 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. O dispositivo já recebe atualização para o Android 16 e com isso deve receber somente mais duas grandes atualizações do sistema operacional devido às antigas políticas da empresa.
Por fim, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.799 no Pix) tem certificados de ultrarresistência IP68 e IP69 contra poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce. Já o certificado militar MIL-STD-810H protege o aparelho contra temperaturas extremas e umidade.
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O Galaxy Buds 3 Pro por R$ 1.004 no Pix com o cupom TEMCUPOM na Amazon. A oferta representa um desconto de 54% em relação ao preço de lançamento dos fones por R$ 2.199. Dentre os destaques da ficha técnica, estão o cancelamento de ruído ativo (ANC), a IA integrada e a proteção IP57 para resistência a água e poeira.
Galaxy Buds 3 Pro traz ANC e inteligência artificial
Galaxy Buds 3 Pro (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O cancelamento de ruído e Bluetooth 5.4 oferecem isolamento acústico eficiente com conexão estável. O sistema ANC utiliza seis microfones integrados para filtrar sons externos indesejados durante o uso diário. A tecnologia de conectividade versão 5.4 reduz a latência sonora e melhora a eficiência energética dos fones.
Já o Galaxy AI, inteligência artificial da Samsung que vem integrada aos fones, além de auxiliar na otimização do cancelamento de ruído, ainda oferece novas funcionalidades. A IA oferece possibilidade de tradução em tempo real de palestras e outros eventos em tempo real.
Cada fone pesa 5,4 gramas e possui certificação IP57 contra água ou poeira. A bateria entrega 6 horas de reprodução contínua com o cancelamento ativo ligado no acessório. O estojo de carregamento armazena 515 mAh, totalizando 26 horas de autonomia para música.
O design inclui hastes laterais que facilitam o ajuste ergonômico dentro do canal auditivo. Além de sensores de pressão e toque permitem controlar funções sem encostar no smartphone conectado. Vale lembrar que com o cupom TEMCUPOM ativado, o preço do Galaxy Buds 3 Pro cai para R$ 1.004 via Pix na Amazon.
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O iPhone 16 Pro de 128 GB está com uma oferta por R$ 6.999 no Mercado Livre, vendido pela loja oficial Cell Tronics — classificada como uma das melhores vendedoras no marketplace. Mas não demore muito para aproveitar, pois parecem ser poucas unidades disponíveis.
Em relação ao preço de lançamento do celular (R$ 10.499), o desconto é de cerca de 33%, e é o melhor que encontramos atualmente pelo iPhone 16 Pro. Dentre os destaques da ficha técnica, estão as câmeras avançadas e o processador Apple A18 Pro.
iPhone 16 Pro traz Apple A18 Pro e ultrawide de 48 MP
iPhone 16 Pro (imagem: Divulgação/Apple)
O iPhone 16 Pro é equipado com chip Apple A18 Pro, uma versão mais avançada daquele utilizado no iPhone 16 padrão. O processador de 3 nanômetros executa tarefas complexas com baixo consumo energético. Esse componente garante fluidez em jogos pesados ou edições de vídeos.
Já conjunto de câmeras triplas utiliza sensor principal de 48 megapixels. A lente ultrawide de 48 megapixels é capaz de registrar paisagens amplas com riqueza de detalhes. E a periscópica de 12 MP oferece zoom óptico de 5x para objetos distantes. Vídeos em 4K alcançam 120 quadros por segundo, gerando imagens fluidas.
Ademais, painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas entrega brilho máximo de 2.000 nits. Tal luminosidade permite visualização clara sob luz solar direta. Outro destaque é a taxa de atualização de 120 Hz, disponível apenas em modelos Pro do iPhone mesmo na mais recente linha iPhone 17, lançada no ano passado.
A estrutura de titânio grau 5 reduz o peso total para 199 gramas. O chassi metálico confere alta resistência contra impactos acidentais. O botão de Controle da Câmera facilita ajustes rápidos durante as capturas fotográficas. E a conectividade Wi-Fi 7 assegura velocidades superiores em redes compatíveis.
Por fim, a bateria de 3.582 mAh promete até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e o smartphone suporta carregamento via MagSafe de 25 W para maior praticidade. Lembrando que, na promoção, o iPhone 16 Pro de 128 GB sai por apenas R$ 6.999 à vista.
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Aplicativo Meu MEI Digital já está disponível nas lojas Google Play e App Store (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
O Governo Federal lançou o aplicativo Meu MEI Digital, uma nova plataforma voltada aos microempreendedores individuais que centraliza, no celular, serviços antes disponíveis apenas no Portal do Empreendedor. A proposta é facilitar o acesso a informações fiscais, regularização do CNPJ e programas de apoio, sem depender do computador.
A ferramenta foi desenvolvida pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), em parceria com Sebrae, Receita Federal e Serpro. O aplicativo já pode ser baixado gratuitamente nas lojas Google Play e App Store. Ele funciona com autenticação pelo gov.br.
Com mais de 16 milhões de MEIs registrados no país, o app surge como um canal único para acompanhar obrigações, consultar dados cadastrais e receber avisos oficiais. A ideia é reduzir a dispersão de informações e oferecer um ambiente digital mais organizado para quem atua como microempreendedor individual.
Quais serviços estão disponíveis no Meu MEI Digital?
O aplicativo reúne uma série de funcionalidades para o dia a dia do MEI. Entre elas, estão atalhos para formalização, alteração de dados cadastrais e regularização de débitos. Também é possível emitir a Carteira do MEI, documento que comprova a formalização do negócio.
O app permite ainda consultar o Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN), acessar informações sobre novas formas de pagamento do Documento de Arrecadação do Simples (DAS) e emitir notas fiscais, conforme as regras vigentes.
Outro ponto é o acesso a informações sobre programas e iniciativas voltadas ao microempreendedor. O usuário encontra dados sobre linhas de crédito como o ProCred 360, além de projetos de orientação e apoio ao MEI. O aplicativo também direciona para conteúdos oficiais sobre o Cartão MEI, oferecido pelo Banco do Brasil, e para orientações relacionadas ao CadÚnico e a programas sociais, como o Bolsa Família.
O Meu MEI Digital centraliza serviços antes disponíveis apenas no Portal do Empreendedor (Imagem: Divulgação/MEMP)
Como funciona a assistente virtual com IA?
Um dos diferenciais do Meu MEI Digital é a presença da assistente virtual Meire, um chatbot que utiliza inteligência artificial para responder dúvidas em tempo real. A ferramenta orienta sobre prazos, direitos e obrigações do MEI, além de explicar procedimentos comuns de forma simplificada.
De acordo com o governo, Meire também pode sugerir conteúdos de capacitação e informações úteis com base no perfil do negócio, ajudando o microempreendedor a entender melhor suas responsabilidades e oportunidades.
O Meu MEI Digital não substitui outros canais oficiais, mas passa a concentrar, em um único aplicativo, serviços essenciais para a gestão do MEI. A expectativa é que a centralização reduza erros, atrasos e a dependência de fontes não oficiais de informação.
O iPhone 17 Pro de 256 GB está com o melhor preço desde novembro em oferta no Mercado Livre. Uma oportunidade de levar o smartphone de última geração e com especificações de peso por R$ 9.314,10 no Pix. A Apple o lançou por R$ 11.499, ou seja, um desconto de 19% em relação ao preço original.
iPhone 17 Pro traz novo visual traseiro e câmera frontal aprimorada
Apple apostou em reformular o design da traseira para o iPhone 17 Pro (imagem: divulgação/Apple)
Uma das grandes novidades no qual recebeu o iPhone 17 pro foi a repaginada no visual. O celular agora possui a traseira com toda a parte superior ocupada pela moldura de câmeras. Por falar nelas, as três lentes (grande-angular, periscópio e ultrawide) possuem 48 MP. A nova câmera frontal Central Stage de 18 MP tira selfies na horizontal sem precisar virar o celular.
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas proporciona uma taxa de atualização de 120 Hz capaz de viabilizar uma experiência visual fluida para o consumo multimídia. Além disso, atinge um brilho de até 3.000 nits que garante a visibilidade do painel até em ambientes muito iluminados. O Ceramic Shield 2 completa a construção.
O iPhone 17 Pro vem equipado pelo chip Apple A19 Pro (3 nanômetros), seis núcleos tanto em CPU como GPU e 16 núcleos Neural Engine. Em termos de performance, a Apple garante que o processador possui desempenho 40% superior em relação a geração anterior. Portanto, vai lidar sem dificuldades com tarefas pesadas.
iPhone 17 Pro entrega uma resolução de 2.622 x 1.206 pixels a 460 ppp (imagem: Divulgação/Apple)
A bateria de 4.252 mAh promete uma autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeo, segundo a empresa. O celular traz suporte a carregamento rápido de 40 W, além do já conhecido MagSafe. As conexões de Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0 se destacam por entregar mais agilidade e estabilidade.
O iPhone 17 Pro (256 GB) em oferta por R$ 9.314,10 no Pix apresenta construção total em alumínio e certificação IP68 que garante resistência contra poeira e imersão em água.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.