O Cade arquivou o processo que investigava os investimentos da Amazon na Anthropic e os acordos entre as empresas nesta quarta-feira (23). O tribunal entendeu que a participação minoritária não precisava ser comunicada previamente porque o faturamento da Anthropic no Brasil não atingiu o limite previsto em lei.
A decisão também afastou a possibilidade de gun jumping, quando uma empresa antecipa uma operação que ainda precisaria de autorização do Cade. O arquivamento, porém, não impede uma nova análise se a relação entre as empresas mudar ou gerar problemas para a concorrência.
A investigação do Cade analisou o investimento minoritário feito pela Amazon na Anthropic em 2023. – Imagem: Tada Images/Shutterstock
O que o Cade analisou
O tribunal avaliou o investimento minoritário feito pela Amazon em 2023 e os acordos de colaboração tecnológica entre as duas empresas. Os conselheiros seguiram o voto do relator José Levi Mello do Amaral Jr., que entendeu que os acordos não criaram uma parceria com estrutura própria para dividir decisões, riscos e resultados.
Entre os pontos considerados pelo Cade estavam:
inexistência de órgão de decisão ou orçamento compartilhado;
ausência de ativos, equipe ou preços administrados em conjunto;
falta de metas comerciais comuns ou responsabilidade conjunta pelos clientes;
ausência de uma operação criada em conjunto pelas duas empresas.
A Amazon afirmou que os acordos não eram exclusivos e que a parceria ajudava a estimular a inovação. Para mostrar que a Anthropic não dependia apenas da Amazon, a empresa também citou relações com outros fornecedores e investidores, como Nvidia, Microsoft, Google, Broadcom e SpaceX.
O Cade reconheceu que a cooperação entre Amazon e Anthropic aumentou e que existe uma relação cada vez mais próxima entre as empresas. Ainda assim, o tribunal não encontrou mudanças na forma como as decisões são tomadas que justificassem considerar a parceria um empreendimento conjunto.
“A Lei nº 12.529/2011 oferece instrumentos de natureza estrutural e comportamental que, observados seus respectivos pressupostos, permitem à autoridade examinar operações não capturadas pelos critérios ordinários de notificação e investigar práticas capazes de produzir efeitos anticompetitivos”, ressaltou o relator.
A Anthropic mantém relações com outros fornecedores e investidores, argumento usado pela Amazon durante a investigação. – Imagem: jackpress/Shutterstock
Decisão não impede nova investigação
O Cade poderá analisar novamente a parceria caso Amazon e Anthropic mudem a forma de atuação ou os acordos produzam efeitos que afetem a concorrência. Entre os pontos que podem motivar uma nova avaliação estão dependência tecnológica ou comercial, dificuldade para trocar de fornecedor, acesso a informações sensíveis e possíveis limitações a concorrentes.
A conselheira Camila Cabral resumiu a posição do tribunal: “Ressalto a importância de que operações dessa natureza permaneçam sob especial atenção do Cade”. O procedimento atual, porém, foi arquivado.
Galaxy S27 Pro pode ter bateria superior ao topo de linha do ano passado (imagem: reprodução)Resumo
O Galaxy S27 Pro surgiu em registros do órgão regulador chinês 3C com bateria de 5087mAh, podendo ser anunciada como 5200mAh.
O aparelho deve ter carregamento rápido de 60W e pode ter câmera principal de 200MP e ultrawide de 50MP.
O Galaxy S27 Pro pode ser equipado com o processador Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro e ter até 16GB de RAM.
Está cada vez mais claro que a Samsung prepara um novo da linha Galaxy S no próximo ano, e alguns recursos parecem animadores. O Galaxy S27 Pro apareceu em registros do órgão regulador chinês 3C (China Compulsory Certificate) com uma bateria superior aos 5.000 mAh do atual Galaxy S26 Ultra. Segundo o GSMArena, a certificação também confirma suporte a carregamento rápido de 60 W.
O Galaxy S27 Pro ainda não foi anunciado oficialmente, mas o registro entra na lista de novas informações que temos sobre o provável aparelho, que deve ocupar uma posição abaixo do Ultra do ano que vem.
As baterias serão superiores a 5.200 mAh?
A capacidade nominal registrada no 3C é de 5.087 mAh, mas, como fabricantes de celulares normalmente divulgam a capacidade típica, a expectativa é que a Samsung apresente o componente como uma bateria de 5.200 mAh.
O número representa um aumento de 200 mAh em relação ao Galaxy S26 Ultra, que tem uma bateria de 5.000 mAh, mesmo sendo estabelecido como uma versão menor.
Certificação apresenta capacidade nominal do Galaxy S27 Pro (imagem: reprodução/GSMArena)
O Galaxy S27 Ultra também apareceu em registros do 3C. O modelo foi listado com capacidade nominal de 5.534 mAh, que pode ser anunciada na faixa dos 5.700 mAh. Se confirmado, serão 700 mAh a mais que na geração anterior.
Apesar do aumento na capacidade das baterias, a Samsung não deve fazer uma mudança semelhante na velocidade de carregamento. Os registros indicam que tanto o Galaxy S27 Pro quanto o S27 Ultra terão suporte a carregamento com fio de 60 W. É a mesma potência máxima encontrada no Galaxy S26 Ultra.
Galaxy S27 Pro deve ser mais compacto
Aparelho será menor que versão Ultra, mas compartilhará especificações (imagem: reprodução/Android Headlines)
Antes da certificação, o Galaxy S27 Pro já havia aparecido em renderizações baseadas em arquivos CAD. As imagens mostram um aparelho com dimensões de 154,06 x 73,77 x 7,95 mm e tela de aproximadamente 6,6 polegadas. Ou seja, um smartphone cerca de 9 mm mais baixo e 5 mm mais estreito que o S27 Ultra.
A principal mudança está no espaço para as câmeras. Em vez do módulo elevado estreito na vertical, a empresa pode adotar o design do iPhone 17 Pro, que ocupa quase toda a parte superior. Ele lembra a solução escolhida pelo Xiaomi 17 Pro.
Possível ficha técnica
Falando em câmeras, os vazamentos indicam que o Galaxy S27 Pro deve compartilhar parte do conjunto com o S27 Ultra, incluindo a câmera principal de 200 MP e a ultrawide de 50 MP. A diferença estaria na teleobjetiva, com sensor de 12 MP d zoom óptico de 3x, em vez do sistema periscópio mais avançado do Ultra.
As informações vazadas apontam para o Snapdragon 8 Elite Gen 6 Pro. A Samsung também pode usar o Exynos 2700 em determinados mercados, mas essa divisão regional ainda não foi confirmada. O aparelho deve ter entre 12 GB e 16 GB de memória RAM.
O iPhone Air de 1 TB está saindo por R$ 7.559,10 no Pix na Amazon, uma oferta que representa um desconto de 44% frente ao preço original de R$ 13.499. O celular com design fino da Apple traz um processador quase idêntico ao do iPhone 17 Pro, custando até menos por tanto armazenamento.
iPhone Air tem mede 5,64 mm e vem com chip A19 Pro
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O grande destaque do iPhone Air é naturalmente sua espessura. O smartphone premium compete com modelos como o Samsung Galaxy S25 Edge, que mede 5,8 mm, e com o Motorola Edge 70, de 5,99 mm. Apesar de ser até mais fino, o iPhone Air ainda entrega alto poder de processamento.
Equipado com o chip Apple A19 Pro com apenas um núcleo a menos de GPU em relação ao iPhone 17 Pro, o iPhone Air será capaz de rodar com tranquilidade jogos pesados e aplicativos de edição de fotos e vídeos. Além disso, por ser equipado com o componente Neural Engine, ele suporta os recursos de IA do Apple Intelligence.
Também apesar da finura, seu design é bastante resistente. Com carcaça em titânio, traseira com proteção Ceramic Shield, e certificação IP68, o celular deve suportar contatos acidentais com água e poeira, além de riscos, arranhões e impactos leves do dia a dia.
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Nas câmeras, a principal desvantagem é que o smartphone da Apple só traz um sensor na traseira e um na frontal. Ao menos a lente principal é de 48 MP, e filma em 4K até 60 fps, assim como a da frente, que conta com 18 megapixels para selfies.
Em relação à autonomia de bateria, a Apple promete até 27 horas de reprodução de vídeos, sendo que o componente conta com 3.149 mAh e suporta recarga rápida de até 20 W, chegando aos 50% com meia hora na tomada. Vale lembrar que o acessório é vendido separadamente.
Aproveite a oferta com 44% de desconto pra pagar apenas R$ 7.559 no iPhone Air de 1 TB. Não é barato, e provavelmente nunca será, mas é um dos melhores preços que você pode conseguir nesse ultrafino de alto desempenho e com muito armazenamento da Apple.
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Redmi Note 17 Pro vem em quatro opções de cores (imagem: divulgação)Resumo
Xiaomi prepara o lançamento de dois novos smartphones no Brasil: Redmi Note 17 Pro e Poco X8.
Os aparelhos foram certificados pela Anatel e têm características similares, incluindo tela AMOLED de 6,83″ e processador Snapdragon 6s Gen 4.
Os modelos devem ter baterias de 8.300 mAh ou 9.000 mAh em silício-carbono.
Mais um membro da família Redmi Note 17 recebeu a aprovação da Anatel: é o Redmi Note 17 Pro. O modelo é acompanhado na certificação pelo primo Poco X8, já que ambos compartilham muitas características em comum.
O Redmi Note 17 Pro usa os códigos de modelo 2607DRA18T e 2607DRA18G, enquanto o Poco X8 é o 2607DPC18G. O certificado foi emitido na última terça-feira (15/09) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), conforme revelam os documentos vistos em primeira mão pelo Tecnoblog.
Certificado de homologação do Redmi Note 17 Pro e Poco X8 (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Por dentro e por fora, os dois smartphones têm características quase idênticas:
Câmera traseira principal de 50 megapixels com OIS
Bateria BM7E (ainda não homologada) de 8.300 ou 9.000 mAh em silício-carbono
Dimensões de 163,5 mm, 78,3 mm e 8,3 mm
Os modelos divergem em três aspectos:
O Poco X8 não possui IP, enquanto o Redmi Note 17 Pro tem IP68/69K (dependendo do mercado)
A sua segunda câmera traseira é uma mera câmera de 2 megapixels para detectar profundidade, já o Redmi Note 17 Pro usa uma ultrawide de 8 megapixels
O design, especialmente as cores e o formato da “ilha” das câmeras
Poco X8 tem três opções de cores e design similar ao Redmi Note 17 Pro (imagem: divulgação)
Na caixa, ambos serão acompanhados de carregador de 67 Watts, modelos MDY-15-ET ou MDY-20-EV.
Os celulares também divergem em suas memórias: apenas o Redmi Note 17 Pro oferece opção de 512 GB de armazenamento em alguns países. A memória RAM pode ser de 6 GB, 8 GB ou 12 GB, dependendo de onde é vendido.
A certificação do Redmi Note 17 Pro vem para acompanhar os “irmãos menores” Redmi Note 17 4G e 5G, que já receberam a aprovação da agência. Apenas o Redmi Note 17 Pro Max, com especificações superiores e bateria de até 10.000 mAh, ainda não recebeu o aval.
Carregador MDY-20-EV, uma das opções que virá na caixa do Poco X8 e Redmi Note 17 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
iPhone 18 Pro Max e Pro, lado a lado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Samsung reajustou os preços dos chips de memória para o primeiro trimestre de 2027, o que pode aumentar o custo dos futuros iPhones.
Os novos preços representam uma alta de até 40% em comparação aos preços anteriores, afetando componentes de DRAM e NAND flash.
O aumento pode ser repassado aos consumidores, elevando o preço dos próximos iPhones, após o aumento recente dos modelos iPhone 18 Pro.
A Apple aceitou os novos preços de chips de memória da Samsung para o primeiro trimestre de 2027, segundo informações da cadeia de fornecimento. O acordo envolve componentes de DRAM e NAND flash, que enfrentam uma forte pressão de demanda. A alta pode aumentar novamente os custos dos iPhones.
O reajuste da Samsung ocorre pouco depois do anúncios dos novos modelos iPhone 18 Pro, que já chegaram mais caros em relação ao iPhone 17 Pro. No Brasil, os novos iPhones começam a ser vendidos nesta sexta-feira (18/09), com preços a partir de R$ 11.999. Tanto o Pro quanto o Pro Max tiveram aumento de R$ 500 em relação aos antecessores.
Fabricantes de smartphones chinesas, como Oppo e Vivo (que opera a marca Jovi no Brasil) teriam resistido aos aumentos propostos pela Samsung para o fim de 2026, segundo o Semiconductor Insider.
Memória sobe até 40%
Chips de memória DRAM e NAND sofreram aumentos na Samsung (ilustração: Vitor Pádua/tecnoblog)
As novas cotações negociadas entre Samsung e Apple representam uma alta considerável em comparação aos preços praticados até o momento:
LPDDR5X: cerca de US$ 2 por gigabit (Gb), ante US$ 1,50/Gb no terceiro trimestre de 2026
NAND flash: aproximadamente US$ 0,33/Gb, contra US$ 0,26/Gb.
Dependendo do componente, os valores representam aumentos de aproximadamente 30% a 40%. A alta ocorre em um momento de restrição na oferta de chips de memória, enquanto fabricantes de eletrônicos disputam capacidade de produção com empresas que desenvolvem infraestrutura para inteligência artificial.
Para a Apple, o impacto final dependerá de quanto de memória cada aparelho utiliza e de como a empresa distribuirá o aumento de custos entre fornecedores, margens e preço dos produtos. O novo acordo não significa, necessariamente, que um próximo iPhone — seja uma próxima geração ou o iPhone 18 base, que lança apenas no ano que vem — terá um reajuste equivalente, mas há motivos para acreditar que sim.
Aumento de preço da memória RAM impacta mercado de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A expansão dos data centers de inteligência artificial aumentou a procura por diferentes tipos de memória, especialmente por componentes usados em servidores e aceleradores de IA. Em agosto, a Samsung já havia aumentado os preços de fabricação dos componentes.
Samsung, SK Hynix e Micron, as três maiores fabricantes do setor, vêm direcionando parte de sua capacidade para produtos destinados ao mercado de servidores, incluindo a HBM (High Bandwidth Memory), essencial para aceleradores de IA.
Esse movimento reduz a disponibilidade de componentes usados em outros eletrônicos e aumenta a pressão sobre os preços de DRAM e NAND. Grande parte da capacidade produtiva prevista para 2027 já está até comprometida.
iPhone 18 Pro Max estreia nova cor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Início oficial das vendas no varejo brasileiro acontece hoje (18), acompanhando o calendário dos Estados Unidos.
Preços partem de R$ 11.999 (iPhone 18 Pro) e R$ 12.999 (iPhone 18 Pro Max), representando um aumento de R$ 500 frente à geração anterior.
Principais destaques incluem a inédita lente de abertura variável, o chip A20 Pro de 2 nanômetros e baterias que prometem até 45 horas de uso.
A Apple inicia hoje (18) as vendas oficiais dos novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max no Brasil, com preços a partir de R$ 11.999. Anunciados em 9 de setembro, durante um evento nos Estados Unidos , os smartphones chegam ao mercado nacional com foco em atualizações nas câmeras, na capacidade de processamento e, principalmente, na autonomia energética.
Assim como em 2025, os produtos desembarcam por aqui simultaneamente com o as vendas nos Estados Unidos, um indicativo de que a companhia passou a tratar o Brasil com maior importância, segundo fontes do mercado. Os aparelhos já vêm de fábrica rodando o sistema iOS 27. Cabe lembrar que, nesta safra, a Apple optou por lançar apenas os dispositivos com Pro no nome, enquanto os modelos mais básicos são esperados para o primeiro trimestre de 2027.
Quanto custam o iPhone 18 Pro e Pro Max no Brasil?
A nova linha de celulares premium da Apple desembarca por aqui com uma alta de R$ 500 em relação ao ano anterior. O iPhone 18 Pro tem preço sugerido a partir de R$ 11.999 (256 GB), enquanto o iPhone 18 Pro Max começa em R$ 12.999 (256 GB).
A Apple oferece opções de parcelamento em até 12 vezes sem juros no site oficial, além de um desconto de 10% para compras à vista. Os consumidores que realizaram a reserva na pré-venda têm previsão de entrega entre os dias 7 e 15 de outubro.
Quais são as principais novidades?
Conjunto de câmeras do iPhone 18 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O grande destaque desta geração é a câmera principal de 48 MP, que estreia a primeira lente de abertura variável na história da Apple e permite o controle manual da entrada de luz no sensor. Segundo a Apple, a abertura de f/1.48 consegue entregar um desempenho 50% superior em fotografias noturnas ou ambientes com baixa luminosidade.
Todo o poder de fogo é comandado pelo chip A20 Pro, o primeiro da maçã fabricado na litografia de 2 nanômetros. Na prática, a sua GPU é até 40% mais veloz que a do antecessor A19 Pro, aliada a um ganho de 50% na largura de banda de memória. O componente Neural Engine também teve sua capacidade de operação duplicada justamente para rodar as novas ferramentas de IA.
Entalhe está 25% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A autonomia também foi alvo de melhorias importantes. O iPhone 18 Pro Max promete fôlego para até 45 horas de reprodução de vídeo. Já o iPhone 18 Pro alcança até 36 horas nos modelos restritos ao eSIM. O tempo na tomada encolheu. Cinco minutos de carga rendem até sete horas de tela no modelo Max, enquanto a versão Pro recupera metade da capacidade em apenas 15 minutos, conforme as projeções da Apple.
Em conectividade, a companhia introduziu o C2, um modem de celular desenvolvido internamente que diminui o consumo de energia em 15% e usa algoritmos para manter o sinal de rede mais estável. Por fim, o design frontal trouxe um refinamento no recorte da Dynamic Island, que ficou fisicamente menor, mas pode mostrar até três atividades ao vivo ao mesmo tempo sem interferir nos sensores do Face ID.
O Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm está saindo por apenas R$ 1.471,08 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 41% em relação ao preço original de R$ 2.499. O smartwatch da Huawei tem como destaques o design em titânio, o sistema de posicionamento avançado e as funcionalidades para ciclismo.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e proteção contra água
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo resistente (imagem: divulgação/Huawei)
Outro destaque é o sistema de posicionamento do smartwatch. Além de um GPS de dupla frequência, o Huawei Watch GT 6 Pro conta com sistema “Sunflower”, que ajusta o sinal dinamicamente durante os movimentos do usuário para manter a conexão sempre direcionada para o satélite e melhorar o rastreamento de rotas.
Ademais, o relógio inteligente da Huawei oferece recursos especiais para ciclistas, já que além das funcionalidades comuns de monitoramento de saúde e exercícios, ele ainda vem com medidor de Potência Limiar Funcional (FTP) e cadência das pedaladas.
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)
O sistema HarmonyOS 6.0 garante fluidez e os 64 GB de armazenamento interno permitem salvar centenas de músicas para ouvir offline sem precisar do celular. A bateria de 867 mAh suporta até 21 dias de uso contínuo, segundo a fabricante, atingindo uma média de 12 dias de uso típico e 7 dias com o Always On Display ativado.
Lembrando que o Huawei Watch GT 6 Pro está saindo por apenas R$ 1.471,08 no Pix no Mercado Livre na promoção de hoje, uma queda de 41% frente ao valor original do relógio.
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.429 no Pix na Amazon. O celular da Motorola com tela POLED de 120 Hz e câmeras de 50 MP alcança um dos menores preços de 2026, com desconto de 51% sobre o preço original de R$ 4.999.
Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela POLED de 120 Hz
Tela POLED do Edge 60 Pro reproduz imagens com cores realistas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro possui uma tela POLED de 6,7″ que, com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, é capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições em apps e games, além de apresentar visibilidade garantida em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Este celular possui um kit interno ideal para jogos, que inclui o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme e 12 GB de RAM física expansível até 24 GB via RAM Boost, que rodam mesmo os títulos mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos e fotos.
O conjunto de câmeras é formado por uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam belas cenas ao ar livre, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. Já a telefoto possui 10 MP e zoom óptico de 3x para ganhos de detalhes. Todas filmam em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro traz um botão dedicado da Moto AI, suíte que oferece edição de imagens com IA e assistente virtual. O corpo do celular conta com certificação IP68/IP69, que confere proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.
Sua bateria de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a fabricante. O suporte a carregamento rápido de até 90 W permite injetar uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB (apenas R$ 2.429 no Pix) foi atualizado para o Android 16 e é elegível somente a mais dois updates de sistema operacional. O celular da Motorola possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.
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iPhone 17 ficou 3,75% mais caro no Brasil (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple aumentou os preços do iPhone 17 e iPhone Air vendidos no Brasil.
O iPhone 17 agora custa R$ 8.299, enquanto o iPhone Air agora custa R$ 10.999.
Os novos modelos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max foram anunciados com preços a partir de R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente.
A Apple aumentou os preços dos iPhones de gerações anteriores no país. Estamos falando do iPhone 17, que agora custa R$ 8.299 – R$ 300 a mais –, e do iPhone Air, que passou a ser vendido por R$ 10.999 – um reajuste de R$ 500.
As versões mais acessíveis da linha iPhone 18 (base e 18e) devem ser reveladas no começo de 2027. Enquanto isso, a Apple retirou da loja oficial o iPhone 17 Pro e o iPhone 17 Pro Max. Ou seja, os modelos da geração anterior que continuam à venda são justamente aqueles que ainda não têm substitutos apresentados. Confira os novos preços:
Modelo
Preço antigo
Preço novo
% de reajuste
Valor do aumento
iPhone 17
R$ 7.999
R$ 8.299
3,75%
R$ 300
iPhone 17e
R$ 5.799
R$ 5.999
3,45%
R$ 200
iPhone 17 Pro
R$ 11.499
–
–
–
iPhone 17 Pro Max
R$ 12.499
–
–
–
iPhone 18 Pro
–
R$ 11.999
4,35% mais caro que a versão anterior
R$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone 18 Pro Max
–
R$ 12.999
4% mais caro que a versão anterior
R$ 500 mais caro que a versão anterior
iPhone Air
R$ 10.499
R$ 10.999
4,76%
R$ 500
iPhone Duo
–
R$ 21.999
–
–
Tabela elaborada pelo Tecnoblog
iPhones estão mais caros
Além do reajuste nas versões anteriores, os novos modelos já chegaram mais caros em relação à geração passada. O aumento é de R$ 500 em ambos os casos: o iPhone 18 Pro custa R$ 11.999, ante R$ 11.499 cobrados pelo iPhone 17 Pro no lançamento. Já o iPhone 18 Pro Max passou de R$ 12.499 para R$ 12.999.
Vale lembrar que, até então, o iPhone Pro Max era o modelo mais caro da Apple. Com a estreia do iPhone Duo, o posto passa para o dobrável, que chega ao Brasil por R$ 21.999.
iPhone Duo é apresentado pela Apple (imagem: reprodução/Apple)Resumo
O iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, foi anunciado nos EUA com tela interna de 7,6 polegadas e iOS adaptado para uso com duas mãos.
O smartphone tem processador Apple A20 Pro, bateria com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e custa R$ 21.999 na versão de 256 GB.
O iPhone Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial e tem câmera de 48 megapixels com ultra wide e teleobjetiva de 12 megapixels.
A Apple fez o lançamento do iPhone Duo nesta tarde, junto com a nova leva de iPhone 18 Pro. Trata-se do primeiro smartphone dobrável da companhia, que tem formato “passaporte” e chega ao Brasil por R$ 21.999 na versão de 256 GB. São duas opções de cor: Star White (branco) e Night Sky (preto).
O anúncio ocorreu na sede da empresa nos Estados Unidos. Com este movimento, a Apple começa a atuar num mercado com diversas opções de dobráveis: Samsung com o Z Fold 8, Motorola com o Razr Fold, Xiaomi com o recém-lançado 18 Fold e Oppo com o Find N6.
O novo CEO John Ternus disse que “um dispositivo com uma tela maior abriria muitas outras possibilidades”. De acordo com a empresa, o Duo é construído em titânio de qualidade aeroespacial, um material reconhecido pela durabilidade. Há ainda Ceramic Shield na frente e atrás. A companhia ainda prometeu uma dobradiça com controle preciso de abertura.
As telas do Duo
O iPhone Duo tem tela externa de 5,4 polegadas. No entanto, a graça está no display interno dobrável de OLED: ele se abre em 7,6 polegadas, fazendo com que o smartphone ganhe um aspecto mais parecido com o de um tablet diminuto. Ele é 50% maior que o iPhone 18 Pro Max e 80% maior que o iPhone 18 Pro.
De acordo com a Apple, a tela interna traz um acabamento de nano-textura que evita marcas de dedos e arranhões. A laminação prevê um display reto e muito durável.
Tela externa do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)
Câmeras
Falemos de fotografia. A nova aposta da Apple tem duas câmeras na traseira, uma na frontal e uma no interior (quando a tela está aberta).
Traseira: Fusion Camera de 48 megapixels (com ultra wide); teleobjetiva de 12 megapixels (zoom de 2x)
Frontal: Câmera Center Stage de 12 megapixels, capaz de reconhecer a cena e enquadrar melhor as pessoas
Tela interna: Câmera FaceTime
iOS
Todo o sistema iOS foi adaptado para o iPhone Duo. Isso significa que a gestão de janelas e apps está mais próxima da vista no iPad, já que o comprador poderá rodar vários deles simultaneamente – inclusive diversas instâncias de um mesmo aplicativo. O dock de apps fica do lado direito (e não embaixo) quando a tela está aberta.
O desbloqueio se dá pelo Touch ID, com um leitor de impressões digitais na lateral do aparelho. Os usuários podem cadastrar vários dedos, já que existem diversas formas de manuseá-lo.
Mais detalhes da ficha técnica
Dobradiça do iPhone Duo (imagem: reprodução/Apple)
O iPhone Duo usa processador Apple A20 Pro, o mesmo presente na linha iPhone 18 Pro, com direito a um motor específico para cuidar das duas telas. Há ainda uma câmara de vapor que possibilita conforto térmico, mesmo com uso prolongado.
A Apple promete uma bateria “para um dia inteiro”, com 31 horas de reprodução de vídeo no display interno e 44 horas no display externo. São duas células posicionadas dentro das metades do produto. Já a recarga rápida prevê 5 horas de autonomia na reprodução de vídeo após 15 minutos na tomada.
Cabe uma ressalva: muito se falou sobre um possível iPhone Ultra, porém os cabeças da Apple optaram pela nomenclatura Duo. Ela não é exatamente inédita no mundo da tecnologia, visto que a Microsoft comercializou o telefone Surface Duo entre 2019 e 2020 (quem lembra?). Ele tinha duas telas em seu interior, mas não era dobrável.
Confira as primeiras impressões do telefone “passaporte” da Samsung
Apple anuncia iPhone 18 Pro e 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)Resumo
A Apple lançou os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, equipados com o chip A20 Pro de 2 nm, telas OLED de até 6,9 polegadas e câmeras com sensores de 48 megapixels.
Os novos iPhones trazem uma Dynamic Island menor e uma bateria com maior autonomia: até 36 horas de reprodução de vídeo no iPhone 18 Pro e até 45 horas no iPhone 18 Pro Max.
Os preços no Brasil variam de R$ 11.999 para o iPhone 18 Pro de 256 GB a R$ 21.999 para o iPhone 18 Pro Max de 2 TB.
Correspondendo aos rumores, a Apple acaba de fazer o anúncio oficial do iPhone 18 Pro e do iPhone 18 Pro Max. Os dois aparelhos trazem o chip Apple A20 Pro de apenas 2 nm entre os destaques, mas alguns atributos visuais chamam mais atenção no primeiro contato, como a Dynamic Island (Ilha Dinâmica) menor. No Brasil, os preços começam em R$ 11.999. Há quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô.
Antes de seguirmos com os detalhes sobre ambos os aparelhos, convém responder a uma pergunta que talvez você esteja se fazendo: onde está o iPhone 18 “normal”? Esse e outros modelos mais acessíveis, como a segunda geração do iPhone Air, só devem ser anunciados em 2027.
Trata-se de uma mudança na estratégia de lançamentos da Apple. Ou uma questão de prioridade: o grande lançamento do evento realizado hoje pela companhia é o aguardado iPhone Duo, com corpo dobrável.
Como são o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max por fora?
Tal como seus antecessores, o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max têm telas de 6,3 e 6,9 polegadas, respectivamente. O design externo pouco mudou em relação à linha iPhone 17 Pro. Na traseira, por exemplo, continuamos encontrando um módulo de câmeras que ocupa todo o espaço superior.
Uma das poucas diferenças de design está na já mencionada Dynamic Island, aquele recorte na tela que abriga câmera frontal e sensores, e que se expande virtualmente quando determinados aplicativos ou recursos do iPhone estão em uso.
iPhone 18 Pro com “entalho” menor (imagem: reprodução/Apple)
Tanto no iPhone 18 Pro quanto no 18 Pro Max, o entalhe ficou aproximadamente 35% menor, permitindo que a Ilha Dinâmica tenha uma capacidade de expansão mais generosa.
Sobre a tela em si, os novos modelos contam com painéis OLED com tecnologia LTPO+ e taxa de atualização ProMotion de até 120 Hz.
Ambos os aparelhos foram anunciados com quatro opções de cores: preto, prata, branco e bordô (vinho). Observe que não há opção na cor laranja metálica que marcou os iPhones 17 Pro e 17 Pro Max.
Como são as câmeras dos novos iPhones?
A nova linha manteve um trio de câmeras na traseira, todas com sensor de 48 megapixels. A principal tem como novidade um sistema de abertura variável, com seis lâminas, que permite ajustar o diafragma automaticamente para posições entre f/1,4 e f/4,0 de modo a favorecer fotos com fundo desfocado ou a qualidade de imagens registradas sob baixa iluminação, por exemplo.
Já a segunda câmera é uma teleobjetiva com zoom óptico de até 8x. Aqui, a abertura permanece fixa, mas está maior. Por fim, a terceira câmera é a ultrawide. Ah, sim: a câmera frontal permanece com um sensor de 18 megapixels.
Um recurso notável sobre fotografia é a tecnologia Apple Reference Image, que faz a câmera “assinar” os dados da imagem no momento do disparo, permitindo verificar modificações, bem como validar a autenticidade de fotos.
As cores do iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max (imagem: reprodução/Apple)
Chip A20 Pro no comando e baterias maiores
A Apple equipou o iPhone 18 Pro e o 18 Pro Max com o novíssimo chip A20 Pro, fabricado com o processo N2 da TSMC, de 2 nanômetros. A otimização da litografia permitiu ao chip ter mais transistores e, com isso, oferecer mais desempenho.
Encontramos seis núcleos de CPU por aqui acompanhados de sete núcleos de GPU, um núcleo gráfico a mais na comparação com o A19 Pro. O conjunto oferece até 20% mais desempenho de CPU e ganho de 40% de GPU.
Para completar, o A20 Pro trabalha com 50% mais largura de banda de memória e traz um novo Neural Engine de 32 núcleos, que dobra a capacidade de processamento de tarefas de IA em relação ao chip antecessor.
Chip Apple A20 Pro equipa linha iPhone 18 Pro (imagem: reprodução/Apple)
No aspecto do consumo de energia, agora há uma maior autonomia de bateria, segundo a Apple. Ficou assim (considerando reprodução de vídeo):
iPhone 18 Pro: até 36 horas de autonomia com uma carga completa
iPhone 18 Pro Max: até 45 horas de autonomia com uma carga completa
Disponibilidade e preços dos iPhones 18 Pro e o 18 Pro Max
Nos Estados Unidos, os preços do iPhone 18 Pro partirão de US$ 1.199, enquanto o iPhone 18 Pro Max custará a partir de US$ 1.299. Ambos os modelos serão comercializados em opções que vão de 256 GB a 2 TB de capacidade. A pré-venda começa em 12 de setembro. A disponibilidade oficial está marcada para 18 de setembro.
Já no Brasil, os preços oficiais são os seguintes:
Embora o gadget continue caro, esta oferta do 9.9, data em que o varejo oferece condições especiais, é uma das melhores dos últimos meses.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz
O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam belas cenas em ambientes abertos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP tira excelentes selfies na horizontal mesmo com o celular em pé.
Seu chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam performance de ponta em apps e games; segundo a Apple, este celular é 40% mais poderoso que concorrentes diretos. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir imagens com cores excelentes e alta fluidez nas transições, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do iPhone 17 Pro conta com o vidro Ceramic Shield de ambos os lados, resistente a pancadas e quedas. A certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.
Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo, segundo a fabricante. O suporte ao MagSafe o permite receber uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C, um recurso excelente para usuários com pouco tempo para carregar durante a correria diária.
Apple lança hoje a linha iPhone 18 e o esperado Duo
A comunidade tech e o mundo conhecerá hoje, 9 de setembro, de forma oficial os mais novos smartphones da maçã. São esperados os lançamentos do iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e o iPhone Duo, o primeiro dobrável da Apple.
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iPhone 17 Pro (256 GB) tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple alcança um dos menores preços dos últimos meses com desconto de 28% no Pix
O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 3.149,10 no Pix com no Magazine Luiza. Lançado em abril deste ano por R$ 4.499, o celular topo de linha da Motorola com câmeras de 50 MP e tela AMOLED recebe um desconto de 30% nesta promoção de 9.9.
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas e bateria de até 49 horas
Motorola Edge 70 Pro tem uma tela ampla de 6,8 polegadas com taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 70 Pro traz uma ampla tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, exibindo imagens detalhadas com resolução 1.5K e taxa de atualização de 144 Hz. O painel com cores validadas pela Pantone tem recurso HDR10+ e brilho máximo de 5.200 nites.
A câmera tripla traseira do telefone é composta por sensores de 50 MP, prontos para gravações de vídeos em 4K e fotos com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Superior a diversos rivais, a câmera frontal também traz um sensor de 50 MP que filma em 4K.
A bateria de silício-carbono de 6.500 mAh do Motorola Edge 70 Pro promete até 49 horas de uso moderado. Já o carregador TurboPower de 90 W, incluso na caixa, vai de 0 a 100% em apenas 9 minutos na tomada.
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Com foco em alto desempenho, o smartphone premium da Motorola usa o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme e 12 GB de RAM (ou até 24 GB de memória virtual com RAM Boost). O modelo conta com 256 GB de armazenamento interno para mídias, aplicativos e outros arquivos.
Na parte externa, o telefone tem estrutura em plástico com acabamento traseiro em acetato e imitação de couro ou seda. Então, os certificados IP68/IP69 e MIL-STD-810H protegem o aparelho em mergulhos de até 1,5 metro em água doce por até meia hora.
Fechando o pacote, o Motorola Edge 70 Pro (R$ 3.149,10 no Pix) traz conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com o Android 16, mas receberá somente 3 grandes atualizações do sistema operacional.
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Evento da Apple começa às 14 h no horário de Brasília (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Apple apresenta novos iPhones nesta quarta-feira (09/09) às 14h, no horário de Brasília, com transmissão ao vivo no site da Apple e no YouTube.
Os novos modelos incluem o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Duo, com melhorias como um novo chip de 2 nanômetros e um jogo de câmeras aprimorado.
A transmissão ao vivo pode ser assistida no site da Apple ou no YouTube, com opções para adicionar um lembrete ao calendário e receber notificações.
Entre as novidades aguardadas estão um novo chip de 2 nanômetros na linha Pro da marca, além de melhorias no jogo de câmeras da versão Max. Além disso, o modelo Ultra promete ser a primeira opção dobrável da Maçã, chegando com opções de até 1 TB e valores mais salgados em relação aos outros celulares da marca.
A transmissão do evento será feita tanto pelo site da maçã quanto no YouTube, pela conta oficial da empresa. A seguir, confira o passo a passo para ver as novidades da Apple ao vivo.
Como assistir ao lançamentos dos novos iPhones ao vivo
No site da Apple, a transmissão acontece logo na primeira página. Basta entrar no apple.com na hora do evento para começar a assistir. Quem entrar antes da hora também pode adicionar um lembrete ao calendário clicando no botão sinalizado. A partir disso, você faz o download de um arquivo ICS, que pode ser importado ao calendário de sua preferência. No iPhone, o evento é adicionado de forma automática ao calendário da Maçã, assim como no macOS.
Já para quem preferir assistir no YouTube, é necessário buscar pela conta oficial da Apple no site ou no app. Ao entrar no canal da maçã, o vídeo do evento estará em destaque. Assim como no site, é possível adicionar um lembrete para assistir ao evento: basta clicar em “Receber notificação”.
O que esperar do evento do iPhone?
Em 2026, o evento de lançamento dos novos iPhones deve focar nas opções premium da linha. O iPhone 18 padrão e o iPhone 18e, por exemplo, são esperados apenas para o início de 2027.
Nesta quarta, três principais modelos devem ser anunciados: os iPhones 18 Pro e 18 Pro Max, além do iPhone Ultra. Os dois primeiros prometem trazer o que há de melhor na linha mobile da Apple, incluindo um novo chip com litografia de 2 nanômetros. Uma diferença importante entre as duas versões é a possibilidade de um sensor de abertura físico no jogo de câmeras do iPhone 18 Pro Max, uma melhoria interessante nos controles de profundidade e captação de luz do modelo.
iPhone Ultra deve trazer formato “passaporte” e sistema de duas câmeras traseiras (imagem: reprodução/Jam Online)
Já o iPhone Duo será o primeiro dobrável da maçã, que chega com formate “passaporte” e rivaliza diretamente com o Galaxy Z Fold 8 da Samsung, lançado no início de agosto. Ainda não há uma confirmação dos preços, mas a expectativa é por um aumento significativo: o iPhone 18 Pro deve custar a partir de US$ 1.299 (R$ 6.598), enquanto o Pro Max pode chegar por US$ 1.399 (R$ 7.106). Rumores apontam para um valor mais salgado no iPhone Ultra, com a versão base de US$ 2 mil a US$ 2,5 mil (até R$ 12.700), com uma opção de 1 TB esperada por até US$ 2,9 mil (R$ 14.732).
Seu nome, inclusive, figurou num dos últimos rumores sobre os lançamentos desta quarta. A informação de última hora foi levantada pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, conhecido por acertar diversos vazamentos da maçã.
O Huawei Watch Fit 5 Pro está em oferta com um preço interessante e possibilidade de parcelamento na Amazon. O smartwatch premium lançado em 2026 por R$ 1.999 se encontra por R$ 1.149 em até 12x sem juros.
Uma oportunidade de economizar 43% na compra de um wearable com recursos avançados de monitoramento de saúde e construção robusta, sem precisar pagar à vista.
Huawei Watch Fit 5 Pro: tela AMOLED de 1,92″ e bateria para 10 dias
Huawei Watch Fit 5 Pro (Imagem: divulgação/Huawei)
O gadget possui uma tela AMOLED de 1,92 polegada que traz proteção em vidro de safira 2.5D e pico de brilho de 3.000 nits. Na prática, o usuário consegue obter excelente visibilidade ao ar livre, mesmo sob a luz do sol, e um display resistente a riscos comuns no dia a dia, envolto por uma moldura elegante de titânio de grau aeroespacial.
Equipado por diversos sensores, como ECG, temperatura e frequência cardíaca, o relógio monitora sistemas cardiovascular, respiratório e entre outros com precisão. O Huawei Watch Fit 5 Pro é capaz de acompanhar mais de 100 tipos de treinos e identificar alterações corporais rapidamente, funcionando como um verdadeiro assistente de bem-estar.
Como prova disso, o recurso Mini Treino monitora a frequência de movimentos de partes do corpo para sugerir mais de 30 tipos de alongamentos ao longo dia. A bateria proporciona autonomia para até 10 dias em uso leve ou até 4 dias com o Always-On Display ativo, função que facilita o acesso aos dados durante a prática de esportes.
Huawei Watch Fit 5 Pro fornece relatório completo a respeito da qualidade do sono do usuário (imagem: Divulgação)
O wearable é compatível com dispositivos Android e iOS, possibilitando receber notificações e atender chamadas diretamente pelo alto-falante e microfone integrados. O GPS de dupla banda (L1 +L5) garante o fornecimento com maior precisão a distância percorrida durante corridas, por exemplo.
O Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 2.838 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular da Motorola com câmeras de 50 MP e tela POLED de 6,7″ de 120 Hz atinge o menor preço visto em 2026, com desconto de 43% sobre o original de R$ 4.999.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz
Tela do Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é equipado com uma tela POLED de 6,7″ que possui taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits. Tal combinação lhe permite reproduzir cores vibrantes com alta fluidez nas transições em apps e games, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.
O chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost sustentam apps pesados em multitarefa e entregam alto desempenho em games. Para quem gosta de fotografar e filmar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.
O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam situações em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP possui zoom óptico de 3x. Todas filmam em 4K.
Edge 60 Pro traz botão dedicado ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro tem um botão dedicado à suite Moto AI, que aciona recursos como edição inteligente de imagens e chatbots. O corpo possui as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que adicionam proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso moderado, segundo a Motorola. O carregamento rápido de até 90 W via USB-C permite injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.
Novo iPhone 18 Pro Max pode trazer câmera melhor que a versão Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iPhone 18 Pro Max pode ter câmera com zoom óptico de 6x e abertura variável da lente com diafragma ajustável, de acordo com rumores.
A abertura variável permitiria fotos melhores no escuro, com ajuste de entrada de luz e noção de profundidade ajustável, diferentemente do foco fixo atual.
O modelo iPhone 18 Pro Max seria maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max, com lançamento previsto para setembro, junto ao iPhone Ultra.
Na próxima geração do iPhone, a versão Pro Max pode suplantar o Pro não apenas no tamanho, mas também nas melhores especificações de câmera. A suposta vantagem teria a ver com o alcance do zoom, que seria maior, e uma variação no diafragma da lente, recurso inédito nos celulares da Apple.
Caso a informação se confirme, essa seria apenas a segunda vez na história do iPhone que a versão Pro Max chegaria melhor que a Pro. A primeira aconteceu no iPhone 15 Pro Max, com a lente de tetraprisma, ausente no tamanho menor. Uma abertura variável permitiria fotos mais avançadas no escuro, independentemente do Modo Noturno.
Desejo antigo na câmera do iPhone
A abertura variável de lente em câmeras é um recurso interessante para quem busca o modelo premium pela maior qualidade nas fotos e vídeos. Atualmente, o foco dos celulares da Apple é fixo, com alguns ajustes acontecendo de forma digital. O novo recurso seria mecânico, com um pequeno shutter em uma das câmeras.
iPhone 17 Pro Max tem diafragma fixo em f/1.7, o que deve mudar na nova geração (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Modo Retrato, por exemplo, simula essa alteração na profundidade garantida pela mudança de abertura no diafragma. Ao invés do f/1.7 fixo utilizado no iPhone 17 Pro e Pro Max, o modelo permitiria ajustar outros padrões, com entrada de mais ou menos luz – e uma noção de profundidade ajustável. Segundo o MacRumors, ainda não está certo se o ajuste será manual ou automático, mas seria uma funcionalidade a mais para posicionar o iPhone como uma DSLR.
A possibilidade de ajustar o diafragma não seria algo inédito em smartphones: a Samsung já utilizou o recurso em modelos mais antigos, como o Galaxy S9 e o Galaxy S10, último da empresa lançado com a abertura variável. Inclusive, rumores recentes apontam que a gigante sul-coreana estaria trabalhando para trazer a funcionalidade de volta no Galaxy S27 Ultra, previsto para o início de 2027 – justamente para concorrer com o iPhone 18 Pro Max.
Atualmente, marcas chinesas têm oferecido os principais celulares no mercado com abertura variável de lente. Entre elas, a Honor, com o Magic6 Pro, e a Huawei, que oferece o recurso nas linhas Pura e Mate, casos do Huawei Pura 70 Ultra e o Huawei Mate 60 Pro+, entre outros. Nos três casos, o ajuste é mecânico e varia entre f/1.4 e f/2.0, no caso do modelo da Honor, chegando a f/4.0, nos modelos top de linha da Huawei.
Câmera melhor estaria, enfim, ligada ao tamanho
O vazamento de junho já indicava a abertura variável, a partir de documentos internos da Tata Electronics, fornecedora de lentes para os celulares da Maçã. A expectativa é por sensores Sony IMX905 no modelo, que permitiriam o ajuste no diafragma. Além disso, o site 9to5Mac indica que o modelo iPhone 18 Pro Max viria com zoom óptico de 6x e melhor desempenho para fotos em ambientes escuros.
iPhone 18 Pro Max pode ser lançado junto ao iPhone Ultra, dobrável aguardado para setembro (imagem: reprodução/Jam Online)
A novidade indica que, no final das contas, o tamanho maior da linha seria aproveitado pela Apple para aprimorar seu jogo de câmeras. Os rumores também apontam para um modelo maior e mais pesado que o iPhone 17 Pro Max. Já quanto ao lançamento, a expectativa por chegada em setembro, junto ao iPhone Ultra, primeiro dobrável da Apple.
O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.299 em até 12x sem juros com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e câmeras (todas elas) de 50 MP recebe desconto de 27% sobre o preço original de R$ 4.499.
Motorola Edge 70 Pro traz câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todas as câmeras do Edge 70 Pro, um dos lançamentos mais recentes da Motorola, são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que capturam cenas em ambientes amplos, telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost suportam a execução de apps pesados em multitarefa e soluções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.
Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ possui taxa alta de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+, sendo capaz de reproduzir imagens e vídeos com cores excelentes e alta fluidez, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
Tela Extreme AMOLED do Edge 70 Pro tem taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Edge 70 Pro traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que aumentam a durabilidade ao adicionarem proteção em cenários extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite injetar uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, sendo este um ótimo recurso para usuários que dependem de cargas duradouras com pouco tempo de tomada.
Suposto AirPod com câmera vaza em vídeo (imagem: reprodução)Resumo
A Apple está desenvolvendo AirPods com câmeras integradas, segundo informações encontradas em um vídeo incluído na versão release candidate do macOS Tahoe 26.7.
Os novos AirPods podem ser lançados junto com o iPhone 18, em setembro.
A tecnologia Inteligência Visual da Apple permitirá que os AirPods com câmeras “vejam” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.
Fones de ouvido com câmeras integradas formam uma ideia inusitada, mas que está prestes a se tornar realidade no ecossistema da Apple: surgiram indícios de que a companhia está desenvolvendo AirPods que contam justamente com esse recurso. Existe a possibilidade de que eles sejam anunciados em breve — talvez já em setembro, junto com a linha iPhone 18.
Uma referência para os tais fones foi encontrada em um pequeno vídeo incluído na recém-liberada versão release candidate do macOS Tahoe 26.7. Publicado pelo perfil @aaronp613, no X, o vídeo mostra um homem usando AirPods enquanto segura e olha para um livro. Enquanto isso, uma narração menciona a tecnologia Inteligência Visual (Visual Intelligence), da Apple:
Com a Inteligência Visual, seu mundo pode ser guardado. Viu algo que gostou? Basta pedir para que eu salve para mais tarde.
A narração sugere que as câmeras não foram integradas aos AirPods para registrar fotos ou vídeos. Bom, talvez isso seja possível de alguma forma, com o conteúdo resultante sendo salvo no iPhone, por exemplo. Mas o foco parece estar em permitir que a Inteligência Visual “veja” o que o usuário vê para realizar ações relacionadas, como responder a perguntas sobre um objeto.
Nesse sentido, os AirPods com câmeras também podem servir de “olhos” para a Siri, permitindo que a assistente realize ações como traduzir uma placa em outro idioma ou fornecer informações sobre uma obra de arte.
Here is your first look at AirPods with Cameras in action using Visual Intelligence.
Ainda de acordo com @aaronp613, os novos AirPods serão capazes de avisar quando cabelos estiverem bloqueando as câmeras e ainda oferecerão um modo de emparelhamento seguro, que pede para os fones serem colocados no estojo para esse procedimento ser realizado.
Ainda não há detalhes sobre o aspecto físico dos supostos novos AirPods. Mas, no vídeo, eles parecem ser muito semelhantes aos AirPods Pro atuais, com a diferença principal de terem hastes um pouco mais grossas.
Airpods Pro 3 (imagem: divulgação/Apple)
Quando os AirPods com câmeras serão lançados?
Até o momento, não há nenhuma informação sobre esses AirPods por parte da Apple, razão pela qual também não há detalhes sobre datas. Mas, como o vídeo apareceu em uma versão release candidate (de pré-lançamento) do macOS Tahoe 26.7, é de se presumir que o anúncio oficial esteja próximo.
Em setembro, a Apple fará um evento que, muito provavelmente, servirá de palco para a linha iPhone 18. É possível que os AirPods com câmeras sejam revelados na mesma ocasião. Fiquemos de olho!
A OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT, atingiu receita anualizada superior a US$ 40 bilhões (cerca de R$ 207,7 bilhões), segundo informações divulgadas pela Bloomberg nesta quinta-feira (13). O valor representa aproximadamente o dobro do ritmo de receita registrado pela companhia no fim de 2025.
O chamado run rate é uma estimativa que projeta para um período de 12 meses o ritmo atual de geração de receita da empresa. Portanto, o número não significa que a OpenAI já tenha efetivamente faturado US$ 40 bilhões no ano.
A aceleração ocorre enquanto a companhia amplia seus negócios de inteligência artificial (IA) e se prepara para uma possível abertura de capital.
Assinaturas e produtos de IA impulsionam receita
O crescimento da OpenAI estaria sendo sustentado principalmente pela forte demanda por serviços de assinatura, além de iniciativas de publicidade ainda em estágio inicial e de softwares especializados;
Entre os produtos que vêm contribuindo para o avanço estão o Codex, agente de IA voltado para programação, e aplicações empresariais do ChatGPT Work;
A expansão desses produtos representa uma tentativa da OpenAI de diversificar suas fontes de receita para além das assinaturas tradicionais do ChatGPT;
O avanço também acontece em momento de forte disputa pelo mercado corporativo de IA, especialmente com a Anthropic.
ChatGPT pertence à OpenAI – Imagem: Primakov/Shutterstock
OpenAI enfrenta concorrência da Anthropic
A rival Anthropic também vem registrando forte crescimento na adoção de suas ferramentas por empresas e teria alcançado run rate de US$ 47 bilhões (aproximadamente R$ 244,1 bilhões) em maio, segundo dados citados pela Bloomberg.
A comparação direta entre as duas empresas, porém, exige cautela. Como são companhias privadas, suas metodologias para calcular e divulgar receitas anualizadas podem ser diferentes.
Ainda assim, os números mostram a intensidade da disputa pelo mercado de IA corporativa, no qual empresas de tecnologia buscam conquistar contratos de grande porte para utilização de seus modelos e ferramentas.
Possível IPO aumenta importância da receita
O avanço da receita ocorre enquanto a OpenAI se aproxima de uma possível oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês). Nesse contexto, a capacidade de transformar a enorme popularidade do ChatGPT em receitas recorrentes é um dos principais indicadores para investidores interessados em avaliar o negócio.
O crescimento também mostra a expansão do mercado de produtos especializados de IA. Além dos chatbots destinados ao público geral, empresas, como a OpenAI, passaram a desenvolver ferramentas específicas para programação, produtividade e outras atividades profissionais.
Com a receita anualizada agora acima de US$ 40 bilhões, a OpenAI amplia sua escala comercial enquanto enfrenta uma competição cada vez mais acirrada por clientes corporativos e participação no mercado global de IA.
O Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm está saindo por apenas R$ 1.471 no Pix no Mercado Livre, sendo uma ótima oferta pelo smartwatch com sistema de posicionamento completo. Com GPS de dupla frequência e tecnologia “Sunflower”, o dispositivo fica 41% mais barato se comparado ao preço original de R$ 2.499.
Huawei Watch GT 6 Pro monitora rotas e traz corpo em titânio
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)
O sistema de GPS do relógio inteligente da Huawei combina as frequências L1 e L2, e vem acompanhado pelo sistema de posicionamento “Sunflower” da marca. Basicamente, o que essa tecnologia faz é agir como um girassol, que ajusta dinamicamente o sinal de conexão com o satélite conforme a movimentação do usuário.
Com caixa em liga de titânio e traseira de cerâmica, o smartwatch une leveza e extrema resistência no pulso. O design do dispositivo ainda oferece proteção IP69 e certificação 5 ATM, habilitando-o para mergulhos de até 40 metros de profundidade.
A tela AMOLED de 1,47 polegada alcança incríveis 3.000 nits de brilho máximo, garantindo visualização perfeita das notificações e dados de treino mesmo sob a luz direta do sol forte. O conjunto de sensores integra eletrocardiograma (ECG), acelerômetro, barômetro, termômetro, e mais.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
Com isso, o smartwatch da Huawei é capaz de monitorar mais de 100 modalidades esportivas, assim como oferecer recursos especiais para alguns desses esportes. Ciclistas, por exemplo, podem se beneficiar do cadência das pedaladas, enquanto golfistas poderão aproveitar a função de rastreamento do campo.
Equipado com o sistema HarmonyOS 6.0 e 64 GB de espaço interno, o relógio oferece uma navegação fluida e rápida. A bateria de 867 mAh, por sua vez, suporta carregamento sem fio de 10 W e garante autonomia para até 21 dias economizando a energia ou até 12 dias em uso típico, segundo a Huawei.
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O governo de Donald Trump criou um programa que permitirá a empresas privadas dos Estados Unidos realizar operações cibernéticas (ciberataques) contra organizações criminosas estrangeiras, desde que atuem sob direção e supervisão federal. A medida foi formalizada em um memorando presidencial assinado na última quarta-feira (12).
A iniciativa envolve os Departamentos de Justiça e Segurança Interna e pretende ampliar a capacidade americana de combater crimes digitais como fraudes, ransomware, extorsão sexual e phishing. As empresas autorizadas poderão coletar informações e executar ações destinadas a alterar, interromper, degradar ou destruir sistemas utilizados pelos grupos-alvo.
O programa será restrito a organizações criminosas transnacionais estrangeiras que não façam parte formalmente de governos estrangeiros nem estejam totalmente subordinadas a eles. As regras operacionais ainda serão detalhadas nos próximos 60 dias, enquanto as companhias interessadas terão de passar por uma seleção rigorosa e poderão ser obrigadas a manter uma garantia de pelo menos US$ 1 milhão.
Como funcionará a participação das empresas
Casa Branca nos Estados Unidos – Imagem: Waqas_creatives/Shutterstock
A estrutura criada pela Casa Branca ficará sob responsabilidade do National Coordination Center, órgão que deverá administrar o programa e autorizar a participação de empresas privadas americanas. A supervisão será compartilhada por dois diretores executivos, um indicado pelo Departamento de Justiça e outro pelo Departamento de Segurança Interna.
Nenhuma companhia poderá agir por conta própria dentro da iniciativa. Cada operação deverá ser submetida à análise dos responsáveis pelo programa e receber autorização e orientação por escrito antes de ser executada. O memorando determina ainda que as ações sejam realizadas exclusivamente em nome do governo federal e dentro das competências legais atribuídas às autoridades americanas.
Para ingressar no programa, as empresas terão de demonstrar capacidade técnica, experiência comprovada em operações cibernéticas, segurança de suas instalações, qualificação de pessoal, confiabilidade e outros requisitos que venham a ser definidos. A intenção declarada é permitir tanto a participação de grandes companhias, capazes de oferecer maior escala, quanto de empresas menores, voltadas a tarefas especializadas.
As participantes também deverão firmar contratos com o Departamento de Justiça ou com o Departamento de Segurança Interna. Esses acordos poderão exigir uma caução ou depósito de, no mínimo, US$ 1 milhão, valor sujeito a perda caso a empresa descumpra as obrigações estabelecidas pelo governo.
O modelo prevê ainda uma ponte entre as companhias participantes e outros agentes. Empresas privadas poderão fornecer informações sobre ameaças obtidas durante suas atividades comerciais, enquanto órgãos federais, estaduais, locais, tribais e territoriais poderão indicar ameaças para que as companhias apresentem propostas de operações ao centro responsável pelo programa.
Que tipo de ação poderá ser executada?
Linhas de um código-fonte – (Reprodução: Chris Ried/Unsplash)
O memorando diferencia dois grandes grupos de atividades. As operações de vigilância cibernética terão como objetivo obter informações de sistemas e redes sem autorização dos proprietários ou além dos limites de acesso concedidos, inclusive para reunir dados que possam subsidiar ações futuras.
Já as chamadas operações de efeitos cibernéticos terão um caráter mais disruptivo. A definição adotada pelo governo inclui ações capazes de manipular, interromper, negar, degradar ou destruir sistemas de informação, redes, infraestruturas físicas ou virtuais controladas por sistemas digitais e dados armazenados nesses ambientes.
Há, porém, uma barreira expressa para determinadas ações. Os diretores responsáveis pelo programa não poderão aprovar operações classificadas como capazes de produzir resultados críticos, categoria que abrange situações com probabilidade de provocar morte ou ferimentos graves ou de atingir o patamar de uso da força ou ataque armado segundo o direito internacional.
O texto também estabelece mecanismos para situações em que uma operação saia dos limites autorizados. Caso uma empresa descubra que atingiu inadvertidamente uma pessoa nos Estados Unidos, um sistema localizado no país ou uma infraestrutura controlada por cidadão americano, deverá interromper a atividade, aplicar medidas de contenção e comunicar imediatamente o centro responsável.
As empresas também terão de informar rapidamente qualquer ameaça iminente contra infraestrutura crítica americana ou qualquer indício de que uma operação aprovada possa produzir consequências classificadas como críticas. O programa deverá, ainda, ser submetido a avaliações anuais para determinar se cada participante continuará habilitado.
O risco jurídico e geopolítico
Apesar de colocar as companhias sob o comando do governo americano, a iniciativa deixa questões importantes em aberto. Os textos que detalham a medida ainda não esclarecem como serão tratadas eventuais acusações criminais contra empresas ou funcionários em países onde estiverem localizados os computadores ou sistemas atingidos.
Especialistas ouvidos também apontaram dificuldades para determinar se um grupo criminoso possui vínculos com um governo estrangeiro. Jason Healey, pesquisador sênior de conflitos cibernéticos da Universidade Columbia, avaliou, em entrevista ao Cybersecurity Dive, que pessoas envolvidas nessas operações podem assumir um risco jurídico considerável.
Jake Williams, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da Hunter Strategy, apresentou outro possível problema em entrevista ao TechCrunch. Para ele, americanos envolvidos nesse tipo de atividade no exterior poderiam ser tratados como combatentes sem uniforme.
Ben Bernstein, gerente da equipe de consultoria de segurança da Huntress, chamou atenção para uma dificuldade operacional adicional em declaração ao Cybersecurity Dive. Segundo ele, criminosos digitais frequentemente utilizam infraestrutura de terceiros que foi comprometida, o que pode fazer uma ação de retaliação atingir sistemas de empresas e instituições que nada têm a ver com o ataque original.
O governo americano já realizava operações cibernéticas contra ameaças estrangeiras antes da criação desse modelo, mas a nova política abre espaço formal para a participação de empresas privadas. O memorando afirma que o setor privado possui capacidades tecnológicas que, até agora, teriam sido pouco aproveitadas no combate a redes criminosas transnacionais.
A adoção de inteligência artificial (IA) pode acrescentar até R$ 986,7 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro entre 2027 e 2030, segundo estudo realizado pelo Reglab a pedido da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.
O levantamento calcula o impacto potencial da tecnologia em 12 grandes setores da economia brasileira. O valor estimado, trazido a valores presentes e descontado pela taxa Selic de 13% ao ano, corresponde a aproximadamente 7,6% do PIB projetado para 2026, de R$ 12,9 trilhões.
De acordo com o estudo, a IA poderia gerar impacto acumulado equivalente a 2,77% do PIB ao longo dos quatro anos, com expansão média de 0,69 ponto percentual por ano na economia associada à tecnologia.
Os autores, porém, destacam que os ganhos não devem ocorrer de uma só vez. A materialização do potencial dependerá da velocidade com que empresas, trabalhadores e governos adotarem as novas ferramentas.
Indústria deve concentrar maior impacto
Entre os setores analisados, as indústrias de transformação aparecem com o maior potencial de ganho. O estudo estima um impacto de R$ 264,2 bilhões entre 2027 e 2030 para atividades que transformam matérias-primas e insumos em novos produtos.
Na sequência, estão outras atividades de serviços, com R$ 165,4 bilhões, e o comércio, com R$ 131,2 bilhões.
O levantamento divide os efeitos da IA em dois canais principais: o aumento da produtividade dos trabalhadores e a maior eficiência de máquinas, equipamentos e estruturas produtivas. No cenário analisado, 65% do impacto total viria do aumento da produtividade do trabalho, enquanto os 35% restantes seriam resultado da maior eficiência do capital.
A proporção, entretanto, varia bastante de acordo com a atividade econômica. Na agropecuária, por exemplo, 92% do impacto seria capturado por meio do capital. O setor poderia acumular R$ 48,2 bilhões em ganhos, principalmente pela incorporação de IA a máquinas, equipamentos e infraestrutura produtiva.
Já em setores com maior concentração de atividades cognitivas, o efeito sobre a produtividade dos trabalhadores seria predominante.
Nas atividades financeiras, 87% do impacto estimado estaria relacionado ao trabalho, maior percentual entre os 12 setores analisados. Bancos, seguradoras e gestoras de investimentos poderiam utilizar IA em tarefas, como revisão de documentos, avaliação de riscos, classificação de sinistros e atendimento a clientes.
No setor de informação e comunicação, que inclui desenvolvedores de software, data centers e empresas de telecomunicações, o impacto estimado chega a R$ 49,3 bilhões. Nesse caso, 97% do efeito estaria relacionado ao fator trabalho.
IA não significa necessariamente substituição de trabalhadores
O estudo também faz distinção entre a exposição de determinadas tarefas à IA e a substituição completa de profissionais;
Segundo os autores, uma ocupação pode ter diversas atividades expostas à tecnologia sem que isso signifique que a função inteira será automatizada;
No cenário central considerado pela pesquisa, de cada 100 tarefas cognitivamente expostas à IA, 23 poderiam passar pelo teste de custo-benefício para automação plena. As outras 77 seriam consideradas atividades em que a tecnologia atuaria como complemento à produtividade humana;
“Na prática, as ocupações raramente desaparecem por completo: o que a IA reorganiza é o conjunto de tarefas dentro de cada função”, afirma o estudo.
Pesquisa foi encomendada pela OpenAI – Imagem: Henry Franklin/Shutterstock
Um dos exemplos apresentados é o de um assistente administrativo. Atividades repetitivas e codificáveis, como classificação de documentos, conciliação de agendas e lançamento de dados, poderiam ser mais suscetíveis à automação.
Em contrapartida, um engenheiro de software poderia usar IA para acelerar tarefas, como correção de códigos e produção de documentação, enquanto atividades relacionadas a julgamento, coordenação e definição de projetos continuariam dependendo do profissional.
Brasil pode levar mais tempo para capturar os ganhos
Apesar do potencial estimado, a pesquisa considera que a adoção da IA no Brasil tende a ocorrer de maneira mais lenta do que em economias avançadas. Entre os fatores apontados estão a heterogeneidade entre empresas, o custo elevado do crédito, as lacunas de qualificação profissional e limitações de infraestrutura.
Pelas projeções do estudo, até 2030 terão sido realizados 66,6% dos ganhos potenciais relacionados ao aumento da produtividade dos trabalhadores e 62,4% dos ganhos associados a máquinas, equipamentos e estruturas mais produtivas.
Os R$ 986,7 bilhões, entretanto, não representam previsão de crescimento garantido. O valor corresponde a um potencial estimado, cuja concretização dependerá da velocidade de adoção da tecnologia e das condições institucionais, regulatórias e educacionais do país.
O que pode acelerar a adoção da IA
O estudo aponta uma série de medidas que poderiam ajudar o Brasil a transformar o potencial estimado em ganhos efetivos para a economia.
Entre elas, estão a requalificação profissional de trabalhadores em atividades com maior potencial de substituição, a expansão da infraestrutura digital no campo e a criação de incentivos para que empresas com menor produtividade adotem IA.
Os autores também defendem a implementação de um marco regulatório previsível, políticas de governança e dados abertos e a utilização da tecnologia nos serviços públicos.
“Assim, a materialização desses ganhos dependerá não apenas do avanço tecnológico em si, mas também da capacidade de criar condições institucionais, regulatórias e educacionais que favoreçam sua difusão ampla e produtiva”, conclui o estudo.
Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)Resumo
O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.
Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.
O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.
De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.
Mudança radical no design?
O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.
iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.
Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.
Unidades do display estariam em produção
Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.
Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)
A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.
Nova linha Pixel 11 traz poucas novidades (imagem: reprodução/Google)Resumo
O Google lançou a linha Pixel 11, incluindo os modelos Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e Pixel 11 Pro Fold, com o novo processador Tensor G6 e preços a partir de US$ 899.
A nova geração traz mudanças nas câmeras, com o Pixel 11 tendo um sistema triplo de câmeras de 48 MP, 13 MP e 10,8 MP, enquanto os modelos Pro têm câmeras de 50 MP, 48 MP e 48 MP.
Os aparelhos contam com um LED RGB chamado HiLight, que sinaliza notificações específicas, como ligações de contatos favoritos e interações com o Gemini Intelligence.
O Google anunciou nesta quarta-feira (12/08) a nova geração da linha Pixel, formada pelo Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e o dobrável Pixel 11 Pro Fold. Os aparelhos chegam com o novo processador Tensor G6, mudanças no conjunto de câmeras e recursos de IA, mas poucas grandes novidades.
A geração também estreia um LED de notificação ao lado das câmeras, chamado HiLight, e mantém a aposta do Google em fotografia computacional, sem trazer sensores com números extravagantes.
O Pixel 11 será lançado nos Estados Unidos por preços a partir de US$ 899 (aproximadamente R$ 4.650, em conversão direta), enquanto as versões Pro começam em US$ 1.099 (R$ 5.680) e US$ 1.299 (R$ 6.720) respectivamente — um aumento de US$ 100 em todos eles em relação a geração anterior.
Nos modelos Pro e no Pixel 11 Pro Fold, bem ao lado das câmeras, o Google adicionou o recurso HiLight, um anel de LED RGB que sinalizará algumas notificações.
A empresa deu grande destaque ao recurso em teasers antes do lançamento, criando uma expectativa de possibilidades para o HiLight, entre cores indicando o nível de bateria e novas conexões, atualizando a famosa luz de notificação dos aparelhos BlackBerry.
Mas, como diria Thanos, “a realidade tende a ser decepcionante”. Neste primeiro momento, não há muitas opções de configuração. São só duas: reagir a interações com a Gemini Intelligence e piscar (em cores pré-definidas) ao receber chamadas de contatos favoritos.
Seguindo o vídeo de divulgação, a ideia é que o usuário não seja interrompido por inúmeras notificações diferentes, mas apenas aquelas ligações realmente importantes.
Tensor G6 estreia em toda a linha
O novo Tensor G6 é a principal atualização da família Pixel 11. O chip, primeiro do Google fabricado pela TSMC em litografia de 2 nm, promete eficiência energética até 20% maior em relação ao Tensor G5. Nos três modelos tradicionais, o armazenamento começa em 256 GB e a memória RAM parte de 12 GB.
Na tela, o Pixel 11 traz painel OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 60 a 120 Hz. Já o Pixel 11 Pro mantém as 6,3 polegadas, mas usa tela LTPO OLED de 1280 × 2856 pixels, com variação de 1 a 120 Hz, que sobe para 6,8 polegadas no Pixel 11 Pro XL.
Na bateria, o Pixel 11 traz capacidade típica de 4.985 mAh, enquanto o Pixel 11 Pro tem 4.850 mAh e o Pixel 11 Pro XL chega a 5.115 mAh. Todos têm suporte a carregamento sem fio magnético Qi2.2 e certificação IP68 contra água e poeira.
Câmeras e novos recursos para fotos
Google segue apostando em recursos de software para fotografia (imagem: divulgação/Google)
O Pixel 11 traz um sistema triplo com câmera principal de 48 MP (f/1.7), ultrawide de 13 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 10,8 MP (f/3.1) com zoom óptico de 5x e estabilização óptica.
O conjunto é mais robusto nas versões Pro: ambos usam uma câmera principal de 50 MP (f/1.68), ultrawide de 48 MP com foco automático e macro (f/1.7), além de uma teleobjetiva de 48 MP (f/2.8).
Entre os recursos de software, a linha estreia o Camera Looks, que altera o procesamento para entregar fotografias estilizadas. O aplicativo também ganha o Magic Capture, capaz de criar pequenos clipes e fotos híbridas a partir de gravações longas, e o pacote Creator Suite, com teleprompter, guias de enquadramento para redes sociais e isolamento de voz.
Pixel 11 Pro Fold sem grandes novidades
Google Pixel 11 Pro Fold mantém estilo da geração passada (imagem: reprodução/Google)
Finalizando a lista de lançamentos da linha, o Pixel 11 Pro Fold mantém a proposta de dobrável premium do Google. A marca não se rendeu à moda dos dobráveis “passaporte” e manteve o estilo tradicional, com uma tela externa maior, de 6,5 polegadas, e uma interna (quando aberto) de 8 polegadas.
O modelo usa o mesmo Tensor G6 da linha principal, tem suporte a Qi2.2, câmera principal de 48 MP herdada do Pixel 11 e, diferente dos irmãos “comuns”, chega já na versão de entrada com 16 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
A bateria, porém, foi reduzida para 4.800 mAh, contra 5.015 mAh no Pixel 10 Pro Fold. Ainda assim, o Google promete até 24 horas de uso.
O iPhone 17 Pro de 256 GB está disponível por R$ 8.271 no Pix no Magazine Luiza. O celular da Apple com chip A19 Pro, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz atinge o segundo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações com qualidade, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP possui função para tirar selfies na horizontal, mesmo com o celular em pé.
O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM são, segundo a Apple, o kit mais potente do mercado e entregam 40% mais performance do que a geração anterior para rodar apps pesados em multitarefa, games exigentes e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.
O corpo de alumínio conta com o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que resiste a pancadas e quedas, enquanto a certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, combinação capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e com alta fluidez nas transições gráficas, e que oferece visibilidade garantida em qualquer lugar.
Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e é capaz de injetar uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C. Dessa forma, o usuário não ficará sem energia no corre-corre diário.
O iPhone 17 Pro de 256 GB (apenas R$ 8.271 no Pix) roda iOS 26 e é elegível para pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.
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iPhone 17 Pro (256 GB) conta com câmeras de 48 MP e chip de ponta A19 Pro; celular da Apple atinge o 2.º menor preço já visto, com desconto de 28% no Pix
O Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 6,7″, até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP recebe desconto de 38% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a melhor oferta do gadget vista nos últimos meses.
Edge 60 Pro traz tela POLED de 120 Hz e até 24 GB de RAM
Tela do Edge 60 Pro possui design com bordas infinitas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits do Edge 60 Pro permite a reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Os 12 GB de RAM física, expansíveis até 24 GB de memória RAM via RAM Boost, assim como no Edge 70 Pro, e o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme suportam apps pesados e games mais exigentes. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de vídeos e fotos.
O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x oferece ganhos para aproximações, e todas filmam em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro possui um botão dedicado à suíte Moto AI, que suporta edição inteligente de imagens e vídeos com IA. O corpo do celular conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e temperaturas extremas.
A bateria grande de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de até 90 W fornece uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, ideal principalmente para usuários gamers.
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta primeira fase do programa Nuvem Soberana (imagem: divulgação/Governo Federal)Resumo
O Governo Federal iniciou o programa Nuvem Soberana do SUS, migrando dados de saúde para servidores locais administrados pelo Serpro, visando garantir soberania digital e reduzir dependência de tecnologias estrangeiras.
A primeira fase envolve 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), com investimento inicial de R$ 18 milhões.
A migração busca melhorar a acessibilidade e segurança dos dados, seguindo a LGPD, e integrando mais de 450 aplicações de forma unificada.
O Governo Federal deu início nesta terça-feira (11) ao programa Nuvem Soberana do SUS, uma grande migração dos dados nacionais de saúde para servidores locais. Os computadores serão administrados pelo Estado por meio do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), e a ideia é garantir soberania digital na área. A promessa também passa por uma acessibilidade maior aos dados dos pacientes pelas instituições de saúde, além de menor dependência de tecnologias estrangeiras.
A primeira fase vai levar em conta os mais de 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), enquanto a segunda etapa vai focar na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), com 5 bilhões de registros. Por fim, o governo fala em consolidação, com mais de 450 aplicações funcionando de forma integrada.
Segundo o Ministério da Saúde, a experiência dos brasileiros ao utilizar os serviços digitais do SUS será a mesma, mas com maiores garantias de segurança seguindo a LGPD e integração de dados a nível federal. O ministro Alexandre Padilha anunciou o investimento inicial de R$ 18 milhões na primeira fase, chamada de Fundação, com previsão de finalizar a migração do CadSUS até o fim de 2027.
Soberania digital no centro do debate
A iniciativa tem a ver com a chamada governança digital. De acordo com o governo, a China, a Rússia e países do continente europeu passam por processo similar. A busca é por controle interno de serviços públicos, hoje totalmente integrados ao ambiente digital.
Um estudo divulgado pelo Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2025 apontou os problemas de hospedar dados sensíveis do SUS em serviços de empresas estrangeiras. A RNDS, por exemplo, é hospedada atualmente no Serpro MultiCloud, infraestrutura que utiliza serviços de big techs como a Amazon Web Services (AWS). A migração dos dados seria uma forma de driblar essa dependência tecnológica.
Projeto está dividido em três fases (imagem: divulgação/Ministério da Saúde)
Durante o evento, em Brasília, o Governo Federal trouxe alguns dados a respeito da digitalização do SUS. Atualmente, são mais de 70 milhões de downloads do app SUS Digital, enquanto a versão profissional do app já tem integração com 84% dos municípios pelo país. Com a unificação das informações, por exemplo, a promessa é de que o acesso destes profissionais será mais fácil.
Além disso, o ministério também aponta a importância da digitalização para oferecer serviços como teleatendimento, que registrou um aumento no último ano. Essa é outra área que pode ganhar com a migração de dados para servidores inteiramente nacionais, com maior agilidade no cruzamento de dados e informações sobre atendimentos especializados, redes de apoio, entre outros exemplos.
O iPhone 17 Pro Max (512 GB) está em oferta por R$ 10.334,71 no Pix no Mercado Livre. O smartphone premium da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 13.999, está com um desconto de 25% e um dos preços mais baixos já visto pela equipe do Achados do TB.
iPhone 17 Pro Max traz Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmeras que filmam em 4K
iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro Max usa o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte ao Apple Intelligence. Já os 512 GB de armazenamento interno oferecem espaço bem considerável para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.
Com o design Dynamic Island, o modelo traz uma ampla tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel ainda conta com os recursos ProMotion e True Tone, além de brilho máximo de 3.000 nits.
Focado em fotos e vídeos, o iPhone 17 Pro Max possui uma câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP fica responsável por selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de gravar vídeos em 4K.
iPhone 17 Pro Max tem câmera tripla traseira com sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone topo de linha da Apple adota uma bateria de 4.823 mAh, entregando uma autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo. Ao utilizar um adaptador de 40 W ou superior, o carregamento rápido vai de 0 a 50% em cerca de 20 minutos.
Na parte de conexões, o dispositivo tem 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.
Fechando o pacote, o iPhone 17 Pro Max (R$ 10.339,71 no Pix) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro e tela protegida com Ceramic Shield. Além disso, a certificação IP68 de resistência à água garante que o dispositivo sobreviva a mergulhos acidentais de até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.
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O Huawei Watch Fit 4 Pro está com 53% de desconto no Magazine Luiza, saindo por R$ 1.169 no Pix. O smartwatch com preço original de R$ 2.499 entrega recursos avançados de monitoramento, construção premium e suporte a uma série de modalidades esportivas.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria para até 10 dias
Huawei Watch Fit 4 Pro tem pulseiras nas cores verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
A tela AMOLED chama a atenção pelo tamanho grande de 1,82″, assim como pela reprodução de cores vibrantes e por atingir brilho forte de 3.000 nits, garantindo visualização clara mesmo sob sol forte. Além disso, o revestimento Cristal de Safira proporciona proteção resistente contra arranhões, quedas e outros riscos no uso diário.
O smartwatch apresenta recursos voltados principalmente para aventureiros e praticantes de esportes. Uma vez que o Huawei Watch Fit 4 Pro realiza o acompanhamento de mais de 100 esportes, segundo a fabricante. A cobertura abrange funções especiais como análise detalhada pós-jogo de golfe e barômetro aprimorado para corridas em trilha, por exemplo.
Além disso, o GPS de dupla frequência integrado possibilita geolocalização mais precisa e dados coletados mais apurados. A bateria promete longa autonomia de até 10 dias, ideal para viagens com pouco tempo disponível para parar e carregar. Todavia, vale ressaltar que o período pode ser menor a depender da intensidade de uso.
Huawei Watch Fit 4 Pro conta com sensor de profundidade que possibilita mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
O relógio inteligente possui caixa em liga de titânio e o modelo em oferta leva a pulseira de fluoroelastômero. Além de possuir materiais conhecidos pela alta durabilidade, ainda combina certificação IP6X contra poeira e resistência a 5 ATM em água para proporcionar resistência completa.
No aspecto de saúde, o sistema HUAWEI TruSense monitora seis sistemas vitais do corpo humano, a exemplo dos respiratório, nervoso e endócrino. Além de ter a capacidade de monitorar a qualidade do sono, ciclo menstrual, SpO2 e realização de Eletrocardiograma (ECG). Logo, proporciona uma vasta cobertura para o bem-estar do usuário.
Aproveita para adquirir um smartwatch premium em oferta por um preço bem menor a de outros concorrentes. O Huawei Watch Fit 4 Pro está com 53% de desconto, por R$ 1.169 no Pix no Magazine Luiza.
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O Huawei Watch GT 6 Pro está saindo por apenas R$ 1.500 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch premium com corpo de titânio, tela AMOLED e suporte a mais de 100 atividades físicas recebe desconto de 40% sobre o preço original de R$ 2.499, mas apenas no modelo de cor marrom-claro.
Huawei Watch GT 6 Pro tem tela AMOLED e corpo em titânio
Huawei Watch GT 6 Pro conta com coroa giratória que facilita a navegação (imagem: divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,47″ do Huawei Watch GT 6 Pro possui de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir imagens com cores excelentes e garantir visibilidade em qualquer ambiente. Já o vidro Cristal de Safira protege o display em acidentes diversos.
O smartwatch da Huawei para esportistas suporta mais de 100 modalidades diferentes, incluindo recursos para ciclismo e outros esportes. Seus sensores avançados incluem medidor de Potência Limiar Funcional (FTP) e cadência das pedaladas.
Para acompanhamento de saúde, o wearable ainda oferece sensores como eletrocardiograma (ECG), medidor das frequências cardíaca e respiratória, monitores do sono, da saúde da mulher e da oxigenação no sangue (SpO2).
Este relógio inteligente também pode fazer a diferença em situações de risco. No caso de uma emergência médica, o acessório inicia uma contagem regressiva e, se o usuário não se recuperar sozinho, pode ligar para números de emergência como 190 (polícia) e 192 (ambulância), desde que esteja pareado a um celular.
Seu design em liga de titânio de 46 mm é reforçado pela certificação IP69 e 5 ATM, adicionando resistência para a prática de esportes aquáticos, e contra poeira e temperaturas extremas. A pulseira de fluorelastômero também garante durabilidade e flexibilidade.
A bateria de 867 mAh promete autonomia de até 21 dias em uso moderado segundo a Huawei, e de 12 dias em uso normal. O wearable possui suporte a carregamento sem fio de 10 W, assim, o usuário não ficará sem energia quando mais precisar.
O Huawei Watch GT 6 Pro (apenas R$ 1.500 no Pix) possui conectividade Bluetooth 6.0 e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.
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O Galaxy Buds 3 Pro está saindo por R$ 999 em até 10x sem juros na Amazon. Os fones de ouvido sem fio da Samsung com suporte ao Galaxy AI e ANC recebem desconto de 55% sobre o preço original de R$ 2.199, mas corra, pois há poucas unidades restantes.
Galaxy Buds 3 Pro têm ANC, áudio em alta definição e recursos de IA
Galaxy Buds 3 Pro filtram a maioria dos ruídos externos (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O cancelamento de ruído ativo adaptativo (Adaptive ANC) do Galaxy Buds 3 Pro usa a suíte Galaxy AI para filtrar o som ambiente e melhorar a experiência sonora do usuário. Enquanto o Adaptive EQ, outra função baseada em algoritmos generativos, oferece equalização inteligente baseada no formato do ouvido.
Os alto-falantes bidirecionais e o amplificador duplo reproduzem áudio com alta definição e o mínimo de distorções, apoiados no Seamless CODEC de 24 bits que reforça agudos e graves. Assim, o áudio fica cristalino ao ouvir músicas e participar de conversas.
Ainda sobre IA, os modos Escuta e Conversação contam com tradução em tempo real para o idioma escolhido, permitindo ao smartphone exibir a resposta no idioma da pessoa com quem o usuário estiver conversando. Essa funcionalidade é exclusiva dos celulares Samsung Galaxy, entretanto.
Galaxy Buds 3 Pro têm pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones pesam apenas 5,4 g e possuem design ergonômico, provendo conforto durante longas sessões de uso, enquanto as pontas de silicone isolam melhor o som externo. É possível controlar o player de música, ajustar o volume e atender chamadas por meio de comandos por voz e de toque.
Segundo a Samsung, a bateria dos fones resiste até 6 horas de reprodução com o ANC ativo ou 7 horas com o recurso desligado. Já a caixa de transporte e recarga fornece energia suficiente para mais 24 horas, somando um total de 30 horas de uso.
O Galaxy Buds 3 Pro (R$ 999 em até 10x sem juros) traz conectividade Bluetooth 5.4 e o recurso Auto Switch, que transfere as atividades entre dispositivos. Por fim, a certificação IP57 inclusa confere resistência contra poeira, água e suor.
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O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.
Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.
Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.
A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.
O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).
Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.
O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.
O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.
A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.
Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.
O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.
Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.
Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.
iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade
O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.
É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.
Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.
Como escolher o melhor iPad em 2026?
A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:
Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.
Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?
As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.
iPad 11– o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.
Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.
Vale a pena comprar o Apple Pencil?
O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.
Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.
PineVoice é um alto-falante inteligente da Pine64 que usa chip RISC-V e é compatível com o Home Assistant, solução aberta de automação residencial;
dispositivo é equipado com um chip RISC-V Bouffalo BL606P, 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones;
preço do PineVoice é de US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas, sendo uma alternativa mais acessível a outros alto-falantes inteligentes do mercado.
Quem está em busca de um alto-falante inteligente que não leva a marca da Amazon ou do Google, por exemplo, pode ter o PineVoice como alternativa. Recém-lançado pela Pine64, o dispositivo chama a atenção por ser comandado por um chip do tipo RISC-V e focado no Home Assistant, uma solução aberta de automação residencial.
A Pine64 já apareceu aqui no Tecnoblog. Ela está por trás do celular PinePhone Pro e do tablet PineNote, que rodam Linux. Mas a empresa é tão ou mais conhecida pelas placas do tipo single board computers que desenvolve.
Já o PineVoice não é exatamente um produto novo. A Pine64 anunciou um alto-falante em 2024. O projeto avançou aos poucos e, agora, foi rebatizado para… PineVoice. Que fique claro, porém, que o foco no Home Assistant existe desde o início do projeto.
Graças ao Home Assistant, é possível usar comandos de voz com o PineVoice para controlar aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas ou tomadas inteligentes, câmeras de segurança, entre outros dispositivos.
Kit do PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)
Equipado com chip RISC-V
Para dar conta dessas tarefas, o PineVoice conta com um chip Bouffalo BL606P que, por sua vez, traz um núcleo T-Head C906 de 480 MHz (64 bits) e um núcleo T-Head E907 de 320 MHz (32 bits). Trata-se de um chip do tipo RISC-V, cuja adoção, aqui, não surpreende: a Pine64 é conhecida justamente por focar em hardware “aberto” ou de baixo custo.
Neste ponto, vale explicar que RISC-V é a sigla de uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA, na sigla em inglês) para chips chamada Reduced Instruction Set Computing. Ao contrário de outras ISAs, como Arm e x86, o RISC-V é um padrão aberto, portanto, não exige pagamento de licenças para ser implementado.
As demais características incluem 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash para armazenamento interno, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE. Há ainda dois microfones, botões físicos para controle (de volume, por exemplo), porta USB-C e, claro, saída de som.
Como se vê, o conjunto de hardware não é muito avançado, mas deve atender aos anseios de quem quer depender menos (ou nada) de big techs para deixar o lar mais inteligente.
O preço também é interessante: US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas. Só para fins de comparação, o novo Google Home Speaker foi lançado com preço sugerido de US$ 99,99 (mas é mais avançado tecnicamente, é verdade, tanto que traz até NPU).
As bolsas globais começaram a terça-feira em queda forte, mas o movimento ganhou velocidade de verdade ao longo do dia. O que era um recuo mais contido na Ásia acabou se transformando em uma onda de vendas que atravessou Europa e Estados Unidos, com a tecnologia no centro da pressão.
O clima já era de cautela logo cedo, mas a leitura piorou conforme os mercados foram abrindo. Investidores foram reduzindo exposição a ações ligadas à inteligência artificial e semicondutores, e isso ajudou a amplificar o movimento.
Tecnologia amplia perdas na Europa, com destaque para o setor de chips e semicondutores sob forte pressão. – Koupei Studio/Shutterstock
Ásia abre o dia com queda pesada
Na Ásia, o tom já veio negativo desde a abertura. O índice sul-coreano Kospi caiu cerca de 10% no pregão, um movimento que rapidamente chamou atenção pela intensidade, comentou a CNBC.
SK Hynix e Samsung foram os principais destaques da queda, com perdas que chegaram a ultrapassar 12% em alguns momentos. No mercado, a leitura foi de fuga mais ampla de risco, não apenas um ajuste pontual.
Europa entra no movimento e amplia o pessimismo
Quando a Europa começou a negociar, o cenário não melhorou. O Stoxx 600 recuou perto de 1%, mas o impacto foi bem mais forte dentro do setor de tecnologia.
A sensação entre operadores era de que o movimento já vinha “contaminado” pela Ásia, e isso apareceu com mais força em ações ligadas a chips e semicondutores.
Nesse trecho do dia, o mercado já trabalhava com um ambiente mais defensivo:
tecnologia caiu com mais intensidade na Europa e na Ásia
semicondutores continuaram liderando as perdas
índice europeu do setor ficou abaixo do mercado geral
futuros do Nasdaq já apontavam nova pressão em Nova York
ações ligadas à IA passaram a oscilar com mais força
SK Hynix e Samsung puxam tombo de até 12% no Kospi, em um dos piores pregões recentes da Ásia. – Imagem: BINK0NTAN/Shutterstock
Nova York entra no jogo e piora o sentimento
Nos Estados Unidos, a virada ficou mais clara ainda antes da abertura oficial. Os futuros do Nasdaq 100 chegaram a cair 2,7%, reforçando que o movimento não era isolado.
No pré-mercado, o setor de chips voltou a ser o ponto mais sensível. Intel, Micron e AMD registraram quedas fortes logo cedo. A Nvidia, que costuma funcionar como termômetro da inteligência artificial, também abriu em baixa.
Entre cautela e leitura de correção
Apesar do tom negativo, nem todo mundo no mercado vê o movimento como algo mais grave. Em entrevista à CNBC, o CEO da Strategy Asset Managers, Tom Hulick, disse não enxergar risco de colapso imediato, destacando que ainda há liquidez no sistema e suporte vindo dos lucros das empresas.
Já em outra leitura, mais otimista, o analista Dan Ives, da Wedbush, afirmou que quedas desse tipo podem abrir oportunidades. Para ele, a chamada “Revolução da IA” ainda está no começo do ciclo.
Futuros do Nasdaq 100 caem 2,7% antes da abertura em Nova York, indicando mais um dia negativo em Wall Street. Imagem: Immersion Imagery / Shutterstock.com
IA continua sendo o centro da atenção
Mesmo com o dia bastante volátil, o pano de fundo segue praticamente o mesmo: a inteligência artificial continua sendo o principal motor do mercado — e também seu ponto mais sensível.
O comportamento desta terça deixa uma sensação clara no mercado: não é só sobre queda ou alta, mas sobre como o setor de tecnologia passou a reagir de forma muito mais intensa a qualquer mudança de humor.
No fim do pregão, o mercado fechou com um recado simples, mas importante — a tecnologia ainda lidera o jogo, mas também é onde as oscilações ficam mais fortes quando o cenário vira.
O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) retornou com o menor preço registrado desde o seu lançamento em maio por R$ 4.499. O celular topo de linha com bastante autonomia e desempenho avançado sai por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Garanta-o já em oferta com 30% de desconto!
Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro apresenta três sensores de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo impressiona pela bateria de 6.500 mAh, um componente de silício-carbono cuja capacidade nominal é superior a de flagships concorrentes. De acordo com a Motorola, o Edge 70 Pro entrega autonomia extensa de até 49 horas de uso. Enquanto oferece suporte a carregamento rápido com adaptador de 90 W.
O celular mais avançado da linha Edge conta com quatro câmeras de 50 MP. Sendo elas: a frontal, e as traseiras wide com estabilização óptica (OIS), ultrawide para fotos panorâmicas e teleobjetiva para capturar detalhes aproximados. O sistema recebe validação de cores Pantone e tem capacidade de gravação em 4K.
A tela AMOLED mede 6,78 polegadas, entrega às imagens resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz que assegura experiência fluida durante o uso; especialmente com vídeos e jogos. Além disso, o painel com revestimento do vidro Gorilla Glass 7i atinge brilho forte de 5.200 nits em condições de alta luminosidade.
O desempenho fica a cargo do chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e de memória RAM de 12 GB que alcança até 24 GB via RAM Boost. O conjunto proporciona um alto poder de fogo para executar aplicações exigentes, como as ferramentas auxiliadas por inteligência artificial pelo Moto AI.
O Edge 70 Pro traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. Em relação a durabilidade, a Motorola afirma que a certificação IP69 assegura ao gadget resistência avançada a poeira, temperaturas extremas e jatos d’água de alta pressão.
O Motorola Edge 70 Pro com promessa de somente três anos de atualizações está à venda por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Adquira-o nesta oferta com o menor preço encontrado desde o seu lançamento.
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Motorola Edge 70 Pro sai pelo menor preço registrado desde o seu lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF. Celular tem bateria de 6.500 mAh e câmera quádrupla de 50 MP
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)Resumo
Samsung pode lançar o Galaxy S27 Pro com Tela de Privacidade, recurso exclusivo do modelo Ultra, e display de 6,47 polegadas.
O Galaxy S27 Pro teria bateria de 5.000 mAh e três sensores traseiros de câmera, compartilhando hardware com o Galaxy S27 Ultra.
Segundo rumores, o aparelho não terá suporte à S Pen e ocuparia uma posição intermediária na linha Galaxy S27.
A Samsung pode estar preparando uma versão mais compacta do topo de linha da marca para 2027, o Galaxy S27 Pro, que deve manter caracterísitas da linha Ultra. Segundo rumores, o modelo também pode herdar a Tela de Privacidade, lançada pela primeira vez no Galaxy S26 Ultra no ano passado.
De acordo com o informante Digital Chat Station, a Samsung iniciou testes de hardware para levar a tecnologia ao Galaxy S27 Pro. A tela, no entanto, seria menor que a do Galaxy S27 Ultra: 6,47 polegadas. O número também é menor do que o apresentado no Galaxy S26 Plus, ao mesmo tempo em que é pouco maior que a versão base.
A proposta seria criar uma opção intermediária para quem busca recursos avançados da linha Galaxy S sem necessariamente escolher o maior aparelho do portfólio. A principal ausência, segundo os rumores, seria a S Pen: o Galaxy S27 Pro não teria suporte nem compartimento dedicado para a caneta.
O aparelho ainda não foi confirmado oficialmente e tudo sobre ele deve ser tratado como rumor. Vale lembrar que, no ano passado, especulações sobre um suposto Galaxy S26 Pro, que substituiria a versão Plus, também circularam e não se concretizaram.
Como funciona a Tela de Privacidade?
Função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
A tecnologia controla a direção da luz emitida pela tela. Quando o modo de privacidade é ativado, o display reduz a emissão lateral, superior e inferior, dificultando a leitura por pessoas ao redor. Quem está olhando diretamente para o celular continua enxergando o conteúdo normalmente.
O recurso pode ser útil em filas, transporte público, aviões, salas de espera e outros ambientes em que o usuário fica próximo de desconhecidos.
O que mais se sabe sobre o Galaxy S27 Pro?
Além da Tela de Privacidade, os vazamentos apontam que o Galaxy S27 Pro terá bateria de 5.000 mAh, idêntica ao do Galaxy S26 Ultra. Segundo o portal GSMArena, a empresa pode ter chegado ao número com a liberação do espaço interno que a S Pen ocuparia.
Nas câmeras, o Galaxy S27 Pro deve trazer três sensores trazeiros, também compartilhando o hardware da câmera principal e da ultrawide com o Galaxy S27 Utra. A diferença deve ficar na telefoto, novamente por causa do corpo menor.
Se os rumores se confirmarem, o Galaxy S27 Pro ocuparia uma posição intermediária na linha: mais avançado que o Galaxy S27 tradicional, com recursos herdados do Ultra, mas sem o tamanho e a S Pen do modelo mais caro.
A versão Ultra da próxima linha deve contar com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 6 for Galaxy, com versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, segundo o Phone Arena.
Rumores indicam que novo modelo da Samsung terá Tela de Privacidade e recursos da linha Ultra em um corpo mais compacto, com display de 6,47 polegadas.
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Teaser da Samsung sugere função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
O Huawei Watch GT 6 Pro está em oferta com 33% de desconto na Amazon. Você pode adquiri-lo por R$ 1.645 em até 12x sem juros. Aproveite a oportunidade para comprar sem a necessidade de ser à vista um smartwatch premium de construção robusta e funções avançadas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem grande autonomia e monitoramento abrangente
Huawei Watch GT 6 Pro possui GPS para monitorar distância percorrida e outras métricas (imagem: Divulgação)
O wearable da Huawei possui a capacidade de fornecer informações extensas relacionadas a saúde. O usuário consegue ter acesso diretamente do pulso dados sobre a frequência cardíaca contínua, nível de saturação de oxigênio no sangue e ECG. Além de outras métricas avançadas, como temperatura corporal e relatório do sono.
A construção robusta é um grande diferencial. O Huawei Watch GT 6 Pro leva uma caixa de 46 mm feita de titânio e o mostrador tem revestimento Cristal de Safira, um vidro mais resistente. A tela de 1,47 polegada possui tecnologia AMOLED no qual reproduz cores vivas e um brilho que atinge até 3.000 nits, possibilitando a leitura sob o sol ou luz intensa.
Segundo a fabricante, o smartwatch entrega uma autonomia extensa de até 21 dias com uso moderado. Em outras circunstâncias com as funções de GPS e Always On Display ativas a todo momento, dura em torno de uma semana, o que ainda sim é um período interessante.
Huawei GT 6 Pro é fortemente indicado para praticantes de atividades físicas (imagem: Divulgação)
Na parte física, a Huawei afirma que o gadget pode realizar o acompanhamento de mais de 100 modalidades esportivas. A exemplo de esportes de força, caminhadas, corridas de alta intensidade e atividades aquáticas por contar com a resistência a 5 ATM em água e certificação IP69 no qual assegura resistência a jatos d’água de alta pressão.
O relógio inteligente apresenta conectividade moderna de Bluetooth 6.0 e integração de sistemas de navegação (GNSS), além de funcionar tanto para iOS como Android, os sistemas operacionais mais populares de smartphones.
Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)Resumo
O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.
Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.
Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.
Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.
Crise de memória RAM chega à Apple
Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.
O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron.
O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.
Alta nos preços deve afetar iPhone 18
Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.
A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.
Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.
As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.
Pedidos de mais memória já eram monitorados
A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bellapontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.
Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)
Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.
Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.
Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027
Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (17) uma análise que pode alterar a forma como grandes empresas digitais respondem por conteúdos publicados na internet. Entre os recursos analisados estão questionamentos apresentados por Facebook e Google.
Na prática, explica o G1, a decisão poderá influenciar a maneira como plataformas digitais lidam com conteúdos publicados por usuários e servir de referência para futuras decisões da Justiça em todo o país.
O julgamento pode redefinir como plataformas digitais respondem por conteúdos publicados por usuários. Imagem: Koshiro K/Shutterstock – Imagem: Koshiro K/Shutterstock
O que está em jogo para as Big Techs no julgamento
No centro do julgamento está o entendimento do STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece em quais situações as companhias podem responder por danos relacionados a publicações feitas por usuários.
No ano passado, a Corte concluiu que a regra não oferecia proteção suficiente aos direitos fundamentais e definiu que sua interpretação deveria ser ampliada. Com isso, os provedores passaram a ficar sujeitos à responsabilização civil em um número maior de situações.
É justamente nesse ponto que entra a próxima etapa da análise. O ministro Dias Toffoli, relator do caso, deve apresentar a tese que reunirá as regras gerais a serem seguidas pelas empresas.
O julgamento é acompanhado de perto pelas grandes plataformas porque a decisão poderá redefinir a forma como elas respondem a disputas envolvendo conteúdos publicados por terceiros.
O julgamento é acompanhado de perto pelas big techs por seu potencial impacto no setor digital. Imagem: N Universe/Shutterstock – Imagem: N Universe/Shutterstock
Prazo de adaptação e dever de cuidado
Na última semana, o STF formou maioria para estabelecer um prazo de 60 dias para que as empresas implementem as medidas determinadas pela Corte.
Entre as exigências está o chamado dever de cuidado, um conjunto de ações voltadas à redução de riscos e ao combate de conteúdos ilícitos.
As medidas incluem:
Ações para reduzir violações de direitos fundamentais;
Canais específicos para pedidos de retirada de conteúdo;
Mecanismos de combate a práticas ilícitas.
O voto de Toffoli também mantém obrigações relacionadas a casos considerados mais graves, como crimes antidemocráticos, terrorismo, incitação ao racismo e induzimento ao suicídio. Além disso, prevê punições em situações de falha sistêmica dos serviços.
O artigo 19 do Marco Civil da Internet voltou ao centro de uma das discussões mais importantes sobre tecnologia no Brasil. Imagem: Tashatuvango / iStock
Divergências e possíveis impactos
Mas nem todos os ministros concordam sobre quando as novas regras devem começar a valer.
Toffoli defendeu um critério ligado à conclusão da análise. Já o ministro Flávio Dino argumentou que a aplicação deveria ocorrer de forma imediata.
Quanto mais protelar, mais a tecnologia será outra e o julgamento cairá em espécie de desuso.
Flávio Dino, Ministro do Supremo Tribunal Federal, durante julgamento.
Há ainda uma discussão importante sobre os chamados provedores neutros, ou seja, serviços que exercem pouca ou nenhuma interferência na circulação de conteúdos.
O debate busca definir se essas plataformas continuariam dependendo de decisão judicial específica para eventual responsabilização. Durante as discussões, a Wikipedia foi citada como exemplo de serviço que não impulsiona conteúdos.
Quando o julgamento for concluído, a decisão deverá ser seguida por juízes e tribunais de todo o Brasil. As determinações permanecerão válidas até que o Congresso Nacional aprove uma legislação específica para tratar dos deveres dos provedores digitais e da proteção dos usuários na internet.
Independentemente do resultado final, a decisão deve ter efeitos duradouros sobre a atuação das plataformas digitais no Brasil e sobre a forma como disputas envolvendo conteúdo online serão analisadas pela Justiça.
A OpenAI registrou um gasto de US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo reportagem do The Information. O portal credita documentos que a empresa compartilhou com acionistas.
O valor representa mais da metade da receita da startup, estimada em US$ 5,7 bilhões.
Lembrando que, no começo de junho, a OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de IPO nos Estados Unidos. A abertura de capital na bolsa de valores pode ocorrer já em setembro.
A expectativa é de que a desenvolvedora do ChatGPT seja avaliada em até US$ 1 trilhão.
ChatGPT ainda lidera em usuários, mas já sente a pressão dos concorrentes no mercado global de IA. Imagem: Primakov / Shutterstock – Imagem: Primakov / Shutterstock
Domínio do ChatGPT encolhe e concorrentes ganham força no mercado de IA
Pela primeira vez desde seu lançamento, o ChatGPT perdeu a marca de 50% de participação no mercado global de assistentes de IA. O movimento reflete o avanço de concorrentes que vêm atraindo cada vez mais usuários, segundo o relatório State of AI 2026, da Sensor Tower.
Embora siga na liderança, o chatbot da OpenAI viu sua fatia de mercado cair para 46,4% em maio. Enquanto isso, Gemini e Claude ganharam espaço em um setor que continua crescendo rapidamente.
Até janeiro de 2026, o ChatGPT concentrava mais da metade do mercado de assistentes de IA. No fim de maio, sua participação havia recuado para 46,4%. O Gemini, do Google, alcançou 27,7%, enquanto o Claude, da Anthropic, chegou a 10,3%.
Apesar da queda relativa, o ChatGPT continua sendo o assistente de IA mais utilizado do mundo, com mais de 1,1 bilhão de usuários mensais. O Gemini aparece em segundo lugar, com 662 milhões, seguido pelo Claude, com 245 milhões.
O relatório também destaca que os usuários estão mais dispostos a experimentar diferentes plataformas. Um dos fatores observados foi o aumento das desinstalações após o anúncio do acordo entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O episódio sugere que muitos usuários levam em consideração não apenas os recursos oferecidos, mas também as decisões tomadas pelas empresas responsáveis pelas ferramentas.
Enquanto o crescimento do Gemini está ligado à integração com o ecossistema do Google, o Claude ganhou destaque em tarefas de produtividade e vem se aproximando dos índices de retenção do ChatGPT.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 52% em relação ao preço original do smartwatch, que se destaca pela tela brilhante, recursos fitness e resistência à água.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem painel brilhante e resistência à água
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
O display de 1,82 polegada adota painel AMOLED e apresenta resolução de 480 x 408 pixels, gerando densidade de 347 ppi. A visibilidade sob luz solar intensa permanece nítida devido ao brilho máximo de 3.000 nits. Além disso, a fabricante instalou cristal de safira na parte frontal com o objetivo de evitar riscos profundos na superfície de vidro.
O Huawei Watch Fit 3 oferece uma série de recursos de saúde e monitoramento de atividades físicas, como sensor de frequência cardíaca, análise das fases do sono e medição da oxigenação sanguínea. O relógio inteligente ainda possui rastreamento do ciclo menstrual e detecta picos de estresse diários. E o sistema exibe relatórios detalhados no aplicativo Huawei Health.
O relógio inteligente traz estrutura altamente resistente, combinando vidro de safira, moldura em liga de titânio e traseira em fibra de polímero. Com certificação IP6X contra poeira e resistência à água de 5 ATM, o smartwatch permite o uso em esportes aquáticos como natação e remo.
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
Por fim, a bateria do smartwatch conta com 400 mAh de capacidade e é compatível com carregamento sem fio de 5 W. Segundo a Huawei, o relógio suporta até 10 dias de uso, ou 7 dias em situação típica. Lembrando que o Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon.
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Itaú firmou parceria com o Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú começou a oferecer a assinatura gratuita do Gemini AI Plus por 1 ano para clientes.
O plano libera 400 GB de armazenamento na nuvem e créditos para recursos de imagem e música.
O benefício está disponível nas plataformas Minhas Vantagens e Mais Vantagens e visa expandir a experiência dos usuários com a IA do Google.
Clientes do Itaú terão acesso gratuito ao plano Gemini AI Plus do Google por até 12 meses. Além de disponibilizar a inteligência artificial na sua versão Gemini Pro 3.1 com Deep Research, a pesquisa avançada do modelo de IA, a assinatura inclui ainda 400 GB de armazenamento na nuvem.
A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil, nessa quarta-feira (10/06). O benefício libera créditos para utilizar os recursos de imagem via Nano Banana e música, com o Lyria, e fica disponível para resgate no app do Itaú por meio das plataformas Minhas Vantagens, para pessoas físicas, e Mais Vantagens, na versão para empresas.
A opção AI Plus da assinatura do Google é interessante para acelerar trabalhos do dia a dia e permite incluir até cinco pessoas como dependentes, funcionando como plano familiar ou mesmo para pequenas empresas.
Mais acesso à IA do Google
Gemini AI Plus fica gratuito para clientes Itaú por até 12 meses (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A novidade quer facilitar o acesso dos clientes à inteligência artificial do Google. Inclusive, esse não é o primeiro exemplo de benefício envolvendo uma instituição financeira e acesso a recursos avançados de IA: recentemente, o Nubank também liberou acesso gratuito ao ChatGPT Go pelo mesmo período de 12 meses.
Segundo o Itaú, a parceria deve ir além com mais iniciativas envolvendo o Gemini. O banco não deu muitos detalhes, mas falou em “novas formas de interação entre clientes, serviços e plataformas”.
O diretor de Parcerias e Beyond Banking do Itaú, Rodrigo Carneiro, afirma que o objetivo da empresa é simplificar e reforçar o acesso à IA como algo “útil e relevante”.
Planos e preços do Gemini no Brasil
O Gemini AI Plus é o plano mais básico da inteligência artificial oferecido no Brasil e custa R$ 24,99 ao mês. Ou seja, o benefício do banco pode representar uma economia de quase R$ 300.
Há outras assinaturas disponibilizadas pelo Google para um uso mais profissional da IA. O Gemini AI Pro, de R$ 96,99 ao mês, permite edições de imagem e vídeo com o Nano Banana Pro, além de oferecer 5 TB de armazenamento na nuvem.
Já o Gemini AI Ultra tem opções x5 ou x20, com 20 TB e 30 TB para usar no Drive, respectivamente, além de acesso a recursos como Deep Think e maior acesso às versões Pro dos recursos de IA presentes no modelo. Os preços são de R$ 779 e R$ 999 por mês.
O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. A melhor oferta encontrada desde o lançamento oferece o gadget com desconto de 30% sobre o preço original de R$ 4.499.
O celular intermediário premium da Motorola conta com tela AMOLED de 144 Hz, até 24 GB de RAM e câmeras (todas elas) de 50 MP.
Motorola Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz
Tela do Motorola Edge 70 Pro traz taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela Extreme AMOLED de 6,78 polegadas do Motorola Edge 70 Pro possui taxa de 144 Hz e brilho de até 5.200 nits, oferecendo cores vibrantes, alta fluidez e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Seu chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam alto desempenho em multitarefa e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O corpo do celular recebe as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m por no máximo 30 minutos, além de proteção em outros cenários extremos.
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todas as câmeras do Motorola Edge 70 Pro são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações, e a frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, suporta carregamento ultrarrápido de 90 W e recebe uma carga que dura um dia de uso em apenas 9 minutos.
O Motorola Edge 70 Pro, que roda Android 16 e deve receber três anos de atualizações do Android, sai por R$ 3.149 no Pix com cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza, um abatimento de 30% frente ao valor de lançamento.
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Plaud NotePro pesa 30 gramas e pode ficar anexado ao celular (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Plaud, gigante das anotações, lançará no Brasil, em julho, os gravadores NotePro e NotePin S, equipados com IA, após homologação na Anatel.
O NotePro, ultrafino, pesa 30 gramas, tem 5 microfones e custa US$ 189 nos EUA, cerca de R$ 979.
O Brasil lidera as vendas de produtos Plaud na América Latina, com metade dos usuários da região, que utilizam os aparelhos para vida profissional e pessoal.
A gigante das anotações Plaud revelou com exclusividade ao Tecnoblog que a nova geração de gravadores com IA desembarca em breve por aqui: o NotePro e o NotePin S estão previstos para julho. Tudo vai depender da celeridade da homologação na Agência Nacional de Telecomunicações. Os preços são mantidos em segredo.
Já faz mais de um ano que a companhia mantém presença no país, inclusive com vendas dos modelos da geração passada – o Plaud Note e o Plaud NotePin. Os aparelhos acompanham o usuário ao longo do dia e escutam tudo. A partir daí, fazem transcrições, geram relatórios e usam inteligência artificial para interagir com os conteúdos das conversas.
Vem aí: os futuros produtos da Plaud
O Plaud NotePro lembra um cartão de crédito. Ele é ultrafino, com somente 3 mm de espessura e 30 gramas. Traz 5 microfones (5 MEMS + 1 VPU) com alcance de até 5 metros, 30 horas de gravação e 60 dias de standby. Entre os diferenciais está o display AMOLED, o corpo de alumínio com Gorilla Glass (portanto, mais resistente) e um sistema inteligente que alterna entre captura presencial e chamadas telefônicas. Custa US$ 189 nos Estados Unidos, cerca de R$ 979.
Já o Plaud NotePin S lembra um wearable com 17 gramas. Sua bateria promete 20 horas de gravação e 40 dias de standby. A companhia prevê quatro formas de uso: broche magnético, clip, pulseira ou colar. No Brasil, todos os acessórios acompanham o pacote. Sai por US$ 179 no mercado americano, por volta de R$ 928.
Brasil domina as vendas na região
Plaud NotePin S tem formato de wearable (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O chefe de vendas nas Américas, Cyle Kiger, me explicou que o Brasil representa metade de todos os usuários de produtos da Plaud na América do Sul. A conversa ocorreu durante o Web Summit Rio, que acontece nesta semana.
Os consumidores usam os aparelhos para a vida profissional e pessoal. De acordo com o executivo, um caso de uso interessante por aqui se dá entre os trabalhadores do setor de construção civil, que surpreenderam pelo nível de adoção do produto.
Qual a diferença dos dispositivos Plaud para o gravador do celular? Segundo Kider, o modelo de IA embarcado nos gravadores foi desenvolvido para escutar, transcrever e compreender melhor o contexto da vida da pessoa.
A Plaud oferece tanto o app para celular quanto o acesso no computador (via web ou programa dedicado). Pelo que vimos na demonstração, a interface é minimalista, com muito branco, letras pequenas e quase nenhum elemento gráfico. A compra do NotePin ou de outros aparelhos dá direito a 5 horas por mês de áudio processado nos servidores da empresa. Precisa de mais? É preciso fazer uma assinatura.
O modelo de IA Plaud Intelligence conta com transcrição em 112 idiomas (português incluso), identificação dos participantes e geração de resumos a partir de mais de 10 mil templates.
NotePin pode ficar pendurado no pescoço para facilitar uso (imagem: divulgação)
A geração passada está à venda no país pelos seguintes valores:
A empresa estadunidense Elea vai investir US$ 550 milhões (R$ 2,8 bilhões) na primeira etapa do Rio AI City, um campus de data centers a ser instalado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro (RJ). O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo prefeito Eduardo Cavaliere durante coletiva de imprensa no Web Summit Rio, o maior evento de tecnologia da América do Sul.
O projeto prevê capacidade para alcançar até 3,2 gigawatts de geração até 2032. Cavaliere apontou a combinação de ampla oferta de água, conectividade por cabos submarinos e capacidade de formar e atrair talentos locais como pilares do empreendimento.
Educação como parte da estratégia para formação de profissionais para data centers
O prefeito reforçou o investimento da prefeitura em educação voltada para STEM — sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Segundo ele, 312 escolas do município já contam com programas de robótica, programação e lógica desde os primeiros anos. “É preciso aprender matemática, mas também português, para executar bem os prompts”, disse.
Cavaliere também destacou crescimento de 12% nos anos iniciais do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), conforme o relatório de 2024.
Instalações serão criadas no Parque Olímpico – Imagem: Diego Thomazini/iStock
Web Summit Rio cresce 20% ao ano
A coletiva contou com a presença de Paddy Cosgrove, fundador do Web Summit, que organiza cinco edições ao redor do mundo — em Lisboa (Portugal), Rio de Janeiro (RJ), Doha (Catar) e Vancouver (Canadá). No Brasil, o crescimento é de cerca de 20% ao ano desde a primeira edição, há quatro anos.
Para Cosgrove, o Rio percorre o mesmo caminho de Lisboa: “cidades que têm qualidade de vida, retêm e atraem talentos.” Ele afirmou ainda que o Rio é uma porta de entrada para a América Latina e registra interesse crescente de empresas chinesas. Nesta edição, cerca de 40 mil participantes de mais de 100 países devem circular pelo evento, cujo público principal é composto por investidores e empreendedores de startups.
Críticas ao Marco Legal da IA
No último painel do dia, Bruno Lewicki, head de políticas públicas da OpenAI, e o advogado especializado em tecnologia Ronaldo Lemos subiram ao palco principal;
Lewicki destacou a parceria da OpenAI com o TSE no desenvolvimento do Synth ID, protocolo para identificação de imagens geradas por IA. “Com a presença de novas tecnologias, teremos uma eleição de aprendizado mútuo”, afirmou;
Os dois criticaram a tramitação do PL 2338/2023, o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil;
Lemos foi direto: “Copiamos a lei europeia de 2019, que já foi toda modificada. Somos o país que criou o Marco Civil da Internet. Não precisamos copiar ninguém“;
Ao encerrar sua participação, o advogado defendeu a adoção de modelos open source e provocou os presentes. “Precisamos de regulamentação no Brasil para não depender da OpenAI. O Brasil tem desenvolvedores incríveis.”
O celular premium da Apple possui trio de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro de alta performance.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
Todas as câmeras do kit principal do iPhone 17 Pro são de 48 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, além de uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam, segundo a Apple, 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e não têm paralelos na concorrência. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o smartphone contra quedas e arranhões. Já a certificação IP68 confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Este celular suporta redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em promoção na Amazon com um desconto de 54%. O smartwatch com sensores avançados e construção robusta sai por R$ 1.156 em até 12x sem juros, o menor preço desde janeiro de acordo com histórico da plataforma Zoom. O dispositivo tem preço de lançamento de R$ 2.499.
Huawei Watch Fit 4 Pro leva tela AMOLED e monitora 100 tipos de treino
Huawei Watch Fit 4 Pro está a venda nas cores verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
O relógio inteligente tem a grande capacidade de fornecer dados de mais de 100 atividades físicas, segundo a fabricante. A empresa destaca o fornecimento de informações relacionadas a esportes de montanha, corridas, ciclismo e aquáticos. Inclusive o gadget inclui resistência a 5 ATM em água e certificação IP6X contra poeira.
Na parte relacionada a saúde, o smartwatch conta com a integração do sistema HUAWEI TruSense que consegue monitorar os sistemas respiratório, nervoso e endócrino. Além disso, há o sensor óptico de frequência cardíaca e o usuário ainda pode obter informações sobre o sono, ECG e SpO2.
O Huawei Watch Fit 4 Pro apresenta uma construção premium e resistente. O display AMOLED de 1,82 polegadas leva o revestimento de Cristal de Safira artificial e atinge brilho alto de até 3.000 nits sob luz intensa. O corpo leva alumínio super-resistente de 550 MPa e o bisel em liga de titânio.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem sensor de profundidade que permite mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
Em termos de autonomia, promete até 10 dias de bateria. No entanto, a depender das horas utilizadas com o Always-On display e o GPS de dupla frequência ativado, o período de duração vai ser menor. O smartwatch ainda possui alto-falante e microfone integrados.
O Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção com o menor preço desde janeiro por R$ 1.156 em até 12x sem juros na Amazon apresenta compatibilidade tanto para o sistema iOS como Android.
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Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.
Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.
O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:
iPhone 17
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 16e
iPhone 16
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 15
iPhone 15 Plus
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 14
iPhone 14 Plus
iPhone 14 Pro
iPhone 14 Pro Max
iPhone 13
iPhone 13 Mini
iPhone 13 Pro
iPhone 13 Pro Max
iPhone 12
iPhone 12 Mini
iPhone 12 Pro
iPhone 12 Pro Max
iPhone 11
iPhone 11 Pro
iPhone 11 Pro Max
iPhone SE de 3ª geração
iPhone SE de 2ª geração
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)
A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.
Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.
Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.
Quando o iOS 27 será lançado?
A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.
Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.
Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.
Night Shift tem o propósito de tornar a visualização mais confortável aos olhos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O Night Shift é um recurso da Apple que altera cores da tela de dispositivos elegíveis para tons mais quentes, com a missão de otimizar o conforto na visualização de conteúdos.
Uma vez ativado, o Night Shift muda a temperatura das cores de maneira automática de acordo com as configurações. É possível deixar a funcionalidade ativada o dia todo, mas seu uso é recomendado entre o pôr do sol e o amanhecer.
Você pode encontrar o Night Shift em iPhones, iPads, iPods touch, Mac e Macbooks, desde que os modelos sejam compatíveis com o recurso.
A seguir, entenda melhor o que é o Night Shift e saiba como ele funciona em dispositivos da Apple.
Night Shift é um recurso proprietário da Apple que altera as cores da tela para tons mais quentes do espectro de maneira automática. A função está presente em aparelhos como iPhone, iPad e Mac.
O que significa Night Shift?
O termo “Night shift” significa “período noturno” ou “turno da noite”, em tradução livre. A definição ilustra o período mais recomendado para o uso do recurso da Apple, que é após o pôr do sol.
Para que serve o Night Shift?
O Night Shift tem a função de beneficiar a saúde do usuário ao adaptar as cores da tela para tons mais quentes, com o objetivo de tornar a visualização mais confortável principalmente em períodos noturnos.
Como funciona o Night Shift
O funcionamento do Night Shift combina elementos de software (do sistema operacional) e de hardware (telas compatíveis com o recurso). Mas para entender melhor o recurso, é preciso compreender a luz azul.
De dia, as telas de aparelhos eletrônicos costumam intensificar a emissão de luz azul para uma reprodução mais clara e nítida diante dos raios solares.
O problema é que alguns estudos apontam que a luz azul em excesso pode causar fadiga ocular e prejudicar a qualidade do sono, especialmente à noite — embora existam discordâncias sobre o quanto a luz azul pode ser prejudicial.
Há estudos que mencionam que a luz azul em excesso pode prejudicar a saúde dos usuários (Imagem: Ron Lach/Pexels)
Por conta disso, o Night Shift funciona como um filtro de luz azul, adaptando as cores da tela para tons mais amarelados automaticamente após o pôr do sol para reduzir a emissão de luz azul.
De manhã, o recurso é desativado para não afetar a visibilidade da tela. Ao anoitecer, o Night Shift é ativado e fica ligado até a manhã seguinte.
Nas configurações do Night Shift, é possível agendar horários para a ativação do recurso, bem como ajustar a temperatura da cor (menos quente ou mais quente).
Preciso ativar o Night Shift?
Sim. Você pode ativar o Night Shift no iPhone, iPad ou iPod touch elegível ao abrir a Central de Controle, tocar e segurar o ícone de brilho e tocar no ícone de Night Shift até que ele apareça como “Ativado”.
Se preferir, é possível ativar o recurso nesses mesmos dispositivos ao acessar as configurações de tela e brilho do dispositivo, entrar na seção “Night Shift” e configurar o período e tons de cores.
Já em Macs ou Macbooks, você pode configurar o Night Shift ao abrir os “Ajustes de sistema”, acessar a guia “Monitores” e entrar na seção “Night Shift”.
O Night Shift ajuda a melhorar o sono?
Não necessariamente. Em sua página oficial, a Apple menciona que “a exposição a luzes azuis brilhantes à noite pode afetar os ritmos circadianos e causar dificuldades para dormir”.
E como o Night Shift atua como um filtro de luz azul, dá a entender que o recurso poderia melhorar o sono dos usuários.
Artigo da Apple menciona pontos prejudiciais da luz azul (Imagem: Reprodução/Apple)
Quais dispositivos são compatíveis com Night Shift?
O Night Shift é restrito a dispositivos da Apple, e está disponível nos seguintes aparelhos:
iPhone 5s ou posterior;
iPad (5ª geração e posterior), iPad Pro, iPad Air ou posterior e iPad mini 2 ou posterior;
iPod touch (6ª geração e posterior);
Macs lançados em 2012 ou posteriormente, com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente;
Macbooks com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente.
Qual é a diferença entre Night Shift e filtro de luz azul?
Night Shift é um recurso que adapta as cores da tela para tons mais quentes com a missão de melhorar o conforto visual. O Night Shift funciona como um filtro de luz azul, mas é uma funcionalidade proprietária da Apple.
Já filtro de luz azul refere-se a qualquer recurso ou serviço que tenha como objetivo reduzir a emissão de luz azul de um aparelho. Trata-se de um termo mais abrangente da tecnologia na saúde, que não é vinculado a nenhuma marca específica.
Qual é a diferença entre Night Shift e True Tone?
O Night Shift é um recurso focado na saúde do usuário, que modifica as cores da tela para tons mais quentes para tornar a exibição mais confortável. A funcionalidade é mais indicada para o período noturno.
Já o True Tone é um recurso que adapta a temperatura da cor de acordo com a luz ambiente. A função pode ser usada em qualquer período do dia, e foca na fidelidade de cores sob diferentes iluminações.
Qual é a diferença entre Night Shift e Modo Escuro?
Night Shift foca em adaptar as cores da tela para tons mais quentes. Já o Modo Escuro altera a interface do sistema e de aplicativos para o tema escuro, que usa o preto como cor predominante.
O mercado financeiro está de olho no IPO da SpaceX, previsto para os próximos dias. A abertura de capital da empresa de Elon Musk tem tudo para se tornar a maior oferta pública inicial de ações da história.
Se, por um lado, muitos investidores aguardam ansiosamente pela possibilidade de fazer parte do quadro acionário da companhia, por outro, funcionários da empresa aguardam a possibilidade de vender suas ações.
Vendas de ações da SpaceX devem ser acompanhadas de lucros gigantescos
Quando a SpaceX fizer sua estreia na Bolsa de Valores, milhares de funcionários atuais e antigos da companhia poderão negociar suas ações. Não são apenas engenheiros, mas também outros trabalhadores que atuam nos campi da empresa na Califórnia, Texas e Flórida.
Isso acontece porque a companhia de Elon Musk premiou esses funcionários ao longo do tempo com a distribuição de ações da empresa. Alguns desses trabalhadores mantiveram participações que eram avaliadas em menos de US$ 2 por ação quando foram concedidas. Agora, com o IPO, a expectativa é cada ação da SpaceX seja negociada por US$ 135.
SpaceX promete maior IPO da história (Imagem: FellowNeko/Shutterstock) – Imagem: FellowNeko/Shutterstock
É importante destacar que funcionários geralmente não podem vender suas ações pré-IPO por alguns meses, devido a períodos de tranca destinados a evitar uma enxurrada de vendas repentinas. Mas a SpaceX tem regras que podem permitir pequenas vendas já em julho.
Mesmo aguardando alguns meses, é difícil imaginar que uma eventual venda das ações da companhia por esses funcionários antigos não seja acompanhada por lucros importantes. As informações são do The Wall Street Journal.
IPO acontece nos próximos dias
O IPO da SpaceX está marcado para o dia 12 de junho.
A meta é captar US$ 75 bilhões (aproximadamente R$ 376 bilhões) em investimentos.
Elon Musk mira uma avaliação de mercado de US$ 1,75 trilhão (cerca de R$ 9 trilhões).
Isso representa 67 vezes o valor das vendas da empresa.
Se o objetivo for atingido, a SpaceX se tornará uma das empresas mais valiosas do mundo.
O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.
iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.
A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.
O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)
A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.
O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.
O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.
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GoPro é nova vítima da crise dos chips de memória e pode declarar falência em breve (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses devido à crise dos chips de RAM.
A empresa tem cerca de US$ 50 milhões em empréstimos com bancos e enfrenta dificuldades para cumprir esses acordos.
A GoPro está à venda e aguarda interessados para evitar a falência, tendo anunciado a demissão de 23% dos seus funcionários e queda de 14% no valor das ações.
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses. O alerta veio por meio do chamado formulário 8-K, um aviso dado por empresas de capital aberto nos Estados Unidos quando têm notificações importantes para seus investidores.
De acordo com a mídia especializada, o grande problema é a crise dos chips de RAM, que tem afetado desde o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6 (PS6) até a produção de cartões de memória da Sony. Os preços desses componentes tiveram um aumento de até 115%. Os principais fornecedores estão focando em memórias específicas para data centers de inteligência artificial.
As vendas da empresa já caíram 26% em relação ao último levantamento financeiro, e há ainda uma incerteza quanto ao cumprimento de contratos em empréstimos.
Crise das memórias RAM afeta mercado de eletrônicos
Esse é só mais um caso de problemas envolvendo a escassez de chips de RAM e fabricantes de hardware. A alta demanda de componentes adequados para os servidores de IA tem reajustado a produção global de memória, e a situação vem sendo monitorada desde 2025 pelas big techs.
Ao longo dos últimos meses foram anunciados diversos aumentos de preços em celulares Android e videogames como o Steam Deck, interrupção na produção de cartões de memória da Sony, além de atrasos previstos para a próxima geração de consoles, como o PS6.
Datacenters de inteligência artificial têm aumentado a demanda de memória RAM (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Agora é a vez da GoPro. De acordo com o site financeiro Investing, a empresa tem cerca de US$ 50 milhões (R$ 250 milhões, em conversão direta) em empréstimos com bancos como o estadunidense Wells Fargo. E a expectativa é de dificuldades para cumprir esses compromissos.
Próximos passos da fábrica de câmeras de ação
Na prática, a GoPro fica agora “aberta a novos investimentos” – ou seja, está à venda e aguarda interessados para evitar a falência. A empresa já anunciou a demissão de 23% dos seus funcionários e teve uma queda de 14% no valor das ações.
Vale lembrar que, em novembro, o CEO Nicholas Woodman anunciou a compra de US$ 2 milhões (R$ 10 mi) em ações para demonstrar confiança em seu produto. Hoje, as ações beiram o preço de US$ 1, cerca de R$ 5 em conversão direta.
A China sinalizou que focará sua política para plataformas online no equilíbrio entre apoio ao crescimento e supervisão regulatória aprimorada, segundo comentário publicado em uma das principais publicações do Partido Comunista.
No rascunho do artigo que será publicado na revista Qiushi na segunda-feira (1), Pequim reiterou sua posição sobre conter a competição do tipo “involução” — referência que inclui guerras de preços e subsídios agressivos — enquanto fortalece a supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor.
Novos recursos multiplataforma incluem indicadores de digitação e transferência de arquivos em alta resolução – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT/Olhar Digital)
O documento na Qiushi, revista teórica do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, representa uma continuidade da abordagem chinesa para o setor tecnológico;
A publicação oficial indica que as diretrizes têm respaldo das mais altas esferas governamentais;
A menção específica à competição do tipo “involução” reflete a preocupação das autoridades com práticas consideradas destrutivas para o mercado. O termo abrange estratégias que incluem reduções drásticas de preços e subsídios em níveis considerados insustentáveis;
O fortalecimento da supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor foram destacados como áreas que receberão atenção regulatória intensificada;
As medidas fazem parte de um quadro mais amplo de políticas que visam equilibrar inovação tecnológica com proteção dos direitos dos usuários.
Astronautas da China voltam à Terra após missão espacial recorde
Nesta sexta-feira (29), os três astronautas da missão chinesa Shenzhou 21 retornaram com sucesso à Terra após passarem 210 dias a bordo da estação espacial Tiangong. A cápsula pousou no Centro de Pouso de Dongfeng, na região da Mongólia Interior, às 9h11 da manhã, pelo horário de Brasília – 20h11, no horário padrão da China.
Investidores globais estão ampliando suas apostas em empresas asiáticas que podem se beneficiar da próxima fase de expansão da inteligência artificial (IA), impulsionada pelas esperadas captações bilionárias de companhias, como SpaceX, OpenAI e Anthropic.
A avaliação do mercado é que os recursos levantados por essas empresas deverão alimentar uma nova onda de investimentos em infraestrutura tecnológica, beneficiando fabricantes de componentes, materiais especializados, sistemas de resfriamento e equipamentos de energia em toda a cadeia de suprimentos da Ásia.
Boom da IA impulsiona mercado asiático
A tese vem ganhando força em momento em que os mercados buscam identificar os próximos vencedores do boom da IA;
Segundo analistas e gestores ouvidos pela Bloomberg, parte significativa dos recursos que deverão ser levantados pelas três empresas estadunidenses acabará chegando aos fornecedores asiáticos responsáveis por peças de servidores, componentes eletrônicos, materiais para semicondutores e soluções energéticas utilizadas em data centers;
O movimento ocorre após fabricantes de chips da região se tornarem alguns dos maiores beneficiários da expansão dos centros de dados;
Empresas, como a TSMC, a Samsung e a SK Hynix, alcançaram valorizações que as colocaram no grupo de companhias avaliadas em mais de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões).
Contudo, após fortes altas nos preços das ações, parte dos investidores passou a demonstrar preocupação com os níveis elevados de avaliação dessas empresas. Com isso, cresce a busca por uma nova geração de vencedores ligados à infraestrutura da IA.
“Os IPOs relacionados à IA podem alimentar ainda mais o boom de investimentos em capital em um momento em que as ações asiáticas de semicondutores parecem esticadas”, afirmou Ken Wong, especialista em ações asiáticas da Eastspring Investments Hong Kong.
Segundo ele, a gestora está reduzindo sua exposição ao setor de semicondutores dentro de sua estratégia tecnológica para a Ásia e direcionando maior atenção para fabricantes de componentes eletrônicos.
OpenAI está na mesma linha da SpaceX e visa IPO bilionário – Imagem: Mehaniq/Shutterstock
Nova rodada de investimentos em IA
A disputa pela liderança em IA já levou gigantes da tecnologia, como a Meta e a Amazon, a realizar investimentos massivos em infraestrutura computacional.
Nesse contexto, as futuras ofertas públicas de ações de SpaceX, OpenAI e Anthropic são vistas como um fator que pode aliviar preocupações do mercado sobre a sustentabilidade do financiamento do setor, especialmente diante do aumento dos níveis de endividamento das empresas.
De acordo com Fabien Yip, analista de mercado da IG International, as listagens das três empresas poderão resultar em cerca de US$ 70 bilhões (R$ 352,6 bilhões) adicionais em gastos relacionados à IA, valor que se somaria aos mais de US$ 750 bilhões (R$ 3,8 trilhões) já comprometidos pelas principais empresas de computação em nuvem e infraestrutura digital.
Segundo Yip, os efeitos dessa expansão já podem ser observados nos resultados financeiros divulgados por fabricantes de chips. “O impacto sobre a Ásia é claramente visível”, afirmou. Para ela, à medida que a valorização ligada à IA amadurece, o movimento está se expandindo para além das empresas diretamente associadas ao desenvolvimento de chips.
Entre as operações mais lucrativas do mercado asiático neste ano estão fabricantes de componentes eletrônicos utilizados em servidores e fornecedores de materiais e processos empregados na produção de semicondutores.
A Samsung Electro-Mechanics e a Ibiden figuram entre os destaques do principal índice amplo de ações asiáticas da MSCI em 2026. Entre apostas consideradas menos óbvias, Yip destaca a fabricante japonesa de sanitários Toto, fornecedora de materiais cerâmicos utilizados em equipamentos para fabricação de semicondutores.
Os fabricantes asiáticos de chips vêm registrando lucros expressivos, impulsionados pela IA, beneficiados pelo forte poder de precificação decorrente da escassez de semicondutores. Agora, sinais de restrições de oferta começam a surgir em etapas posteriores da cadeia produtiva, tendência que pode se intensificar com a continuidade dos investimentos.
A maior conscientização dos investidores sobre esses novos gargalos, somada a fatores técnicos de mercado, tem contribuído para a ampliação do interesse por empresas além das grandes fabricantes de chips.
Servidores, conectividade e infraestrutura
Sam Konrad, gestor de portfólio da Jupiter Asset Management, vê oportunidades em empresas taiwanesas responsáveis pela montagem de servidores, como a Hon Hai e a Quanta, além da desenvolvedora de chips MediaTek.
“O ciclo de investimentos em IA vai durar vários anos”, afirmou. “Os investidores provavelmente buscarão empresas que sejam beneficiárias diretas, mas que ainda negociem com múltiplos de avaliação baixos.”
Song Zhe, da BNP Paribas Asset Management, acredita que a próxima etapa da valorização deverá ser mais seletiva. “A próxima fase da alta deve ser específica para determinadas ações, e não uma valorização generalizada dos semicondutores”, afirmou.
Segundo ele, sua equipe está concentrada em empresas ligadas a encapsulamento avançado de chips, substratos, testes, conectividade óptica, energia, sistemas de resfriamento e infraestrutura de servidores em Taiwan e na China, segmentos nos quais as perspectivas de crescimento dos lucros ainda podem justificar as avaliações de mercado.
Além disso, alguns investidores estão direcionando recursos para aplicações de IA além dos chatbots, incluindo robótica e veículos autônomos. Esse segmento emergente, conhecido como “IA física”, recebeu impulso dos esforços da Nvidia para expandir seus negócios nessa área, beneficiando empresas parceiras, como a LG.
Energia surge como novo gargalo
Outro setor que vem atraindo atenção crescente é o de energia, considerado fundamental para sustentar a proliferação de data centers. Fontes nucleares e alternativas de geração ganharam destaque, especialmente em um cenário de alta dos preços do petróleo, provocada pela guerra envolvendo o Irã.
Na Coreia do Sul, empresas, como a HD Hyundai Energy e a Daewoo Engineering & Construction, estão entre os principais destaques do mercado acionário local neste ano.
Na Índia, os investimentos do Adani Group em data centers abastecidos por energia renovável impulsionam o desempenho de suas subsidiárias do setor energético, representando uma das poucas apostas ligadas à inteligência artificial no país.
Jian Shi Cortesi, gestora da GAM Investment Management, considera o fornecimento de energia “o gargalo menos explorado” pelos investidores, mas alerta que a próxima fase da euforia em torno da IA pode envolver riscos maiores.
Segundo ela, caso a demanda por IA não justifique o volume de investimentos realizados, as empresas poderão reduzir seus gastos de capital, deixando o mercado diante de excesso de infraestrutura e de fortes quedas nas avaliações.
Anthropic também está no bolo – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
Fornecedores asiáticos devem ser beneficiados
Brian Ooi, gestor da Swiss-Asia Financial Services, avalia que as futuras captações de recursos de SpaceX, OpenAI e Anthropic representam um sinal positivo para a manutenção de investimentos em ações relacionadas à IA.
Ele também destaca oportunidades ligadas ao setor energético, especialmente em fabricantes de transformadores, células de combustível, cabos, turbinas a gás e outros equipamentos. Segundo Ooi, as três empresas terão mais recursos para sustentar seus planos de expansão.
“As três grandes ofertas relacionadas à IA fornecerão mais liquidez para que elas continuem investindo em gastos de capital, e elas já possuem planos significativos de investimentos”, afirmou. “Os fornecedores asiáticos serão beneficiados.”
O vestível chama a atenção pela construção robusta, promessa de longa autonomia e monitoramentos avançados para saúde e atividades físicas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro adere caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
Esse wearable da Huawei apresenta uma tela AMOLED de 1,47 polegadas que atinge brilho de até 3.000 nits. As especificações garantem uma reprodução de cores mais sólidas e visualização do painel sem reflexos sob luz intensa. As presenças do vidro Cristal de Safira e de titânio na caixa de 46 mm fornecem uma proteção ultraresistente.
Os sensores integrados permitem um acompanhamento avançado da saúde e bem-estar, a exemplo da capacidade de análise de arritmia e realização de eletrocardiograma (ECG). Além disso, também é possível aferir a temperatura corporal, obter o nível de saturação de O₂ no sangue e monitorar a frequência cardíaca.
A fabricante afirma que o Huawei Watch GT 6 Pro monitora mais de 100 atividades físicas diferentes. Em relação ao ciclismo, ainda diz que oferece um “medidor de potência virtual” para cálculo do desempenho do ciclista. Aos demais esportes também promete a apuração de dados bem precisos.
(imagem: divulgação/Huawei)
A bateria pode durar um período extenso de até 21 dias com uso leve, segundo a Huawei. Já com o uso moderado, a estimativa é de uma semana, mesmo com o Always On Display habilitado. Em conectividade apresenta compatibilidade a conexões avançadas de Bluetooth 6.0 e GPS multibanda.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção histórica no Mercado Livre por R$ 1.379 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF disponível tem resistência a 5 ATM em água e certificação IP69, assegurando total resistência a poeira e jatos de alta pressão.
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Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)Resumo
A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.
O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.
A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.
Finalmente teremos tela infinita na Apple?
A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)
Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.
Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.
Dois eventos por ano
Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.599,10 no Pix com o cupom MOTO500 no Magazine Luiza. Essa oferta representa um desconto de R$ 900 em relação ao preço original do smartphone, lançado ainda esse mês por R$ 4.499. Considerando que esse é um celular fica entre o Edge 70 e o Motorola Signature, a promoção já chama a atenção.
Motorola Edge 70 Pro tem 4 câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 70 Pro traz três câmeras traseiras uma frontal de 50 megapixels. A lente principal captura imagens nítidas por meio de estabilização óptica, a teleobjetiva realiza zoom óptico de 3,5x em aproximações detalhadas, e a ultrawide captura cenários amplos. Todo o conjunto, incluindo a câmera de selfies, recebe validação de cores Pantone e filma em 4K.
Outro destaque do celular da Motorola é a bateria grande, que conta com 6.500 mAh de capacidade e, segundo a fabricante, suporta até 49 horas de uso. Ainda segundo a marca, apenas nove minutos conectados à tomada com o carregador de 90 W já oferecem horas de bateria para o smartphone, aprimorando sua experiência em praticidade.
Em relação ao desempenho, o chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme processa dados com oito núcleos velozes. O circuito integrado opera em conjunto com a memória RAM veloz de 12 GB, que pode ser ampliada até 24 GB via RAM Boost. Essa configuração executa jogos e aplicativos pesados sem travamentos mecânicos.
Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O display AMOLED de 6,78 polegadas exibe um bilhão de cores vivas. A taxa de atualização alcança 144 Hz para movimentações fluidas em animações complexas. A tela atinge a marca impressionante de 5.200 nits, garantindo visualização brilhante de conteúdos sob qualquer luminosidade. E o vidro Gorilla Glass 7i protege toda a região frontal.
O sistema operacional Android 16 promete três anos de atualização, o que pode ser um ponto negativo a longo prazo. Contudo, em relação à durabilidade, vale destacar que o celular conta com certificação IP69 de resistência contra água e poeira e, segundo a Motorola, suporta temperaturas extremas (entre -20ºC e 60ºc) e índice de até 95% de umidade.
O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.
As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.
Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.
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O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon e com o melhor preço desde março, segundo plataforma de monitoramento. O smartwatch premium da fabricante está à venda por R$ 1.599 em até 12x sem juros, valor que representa uma economia de 47% comparado ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem sensores avançados e corpo em titânio
Huawei Watch GT 6 Pro conta com coroa giratória que facilita a navegação (imagem: divulgação/Huawei)
O relógio inteligente da empresa chinesa tem como um de seus destaques a construção robusta. A caixa de formato octagonal tem revestimento em titânio, material ultrarresistente e durável. Além disso, inclui as resistências IP69 e de 5 ATM em água, habilitando seu uso com segurança durante o banho, em piscinas e mergulhos.
O Huawei Watch GT 6 Pro inclui a integração de sensores avançados, a exemplo de possibilitar a aferição da temperatura corporal, nível de saturação de oxigênio no sague e ECG, permitindo o acompanhamento da frequência cardíaca. No âmbito esportivo, promete ser compatível a mais de 100 modos de treino, segundo a Huawei.
A tela AMOLED de 1,47 polegadas fornece boa fidelidade a reprodução das cores e atinge brilho forte com pico de 3.000 nits sob luz intensa. Logo, não vai ser um problema conferir notificações e dados debaixo do sol. O display conta com a proteção do vidro Cristal de Safira, bastante resistente contra arranhões e outras situações.
Huawei Watch GT 6 Pro é indicado principalmente a praticantes de esportes (imagem: Divulgação)
A autonomia prometida pela fabricante de até 21 dias com uso moderado também é outra vantagem positiva do smartwatch. No mais, em termos de conectividade apresenta compatibilidade a Bluetooth 6.0 e GPS multibanda no qual fornece apuração de métricas mais avançadas.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.599 em até 12x sem juros utiliza o sistema HarmonyOS 6.0 compatível a usuários que utilizam smartphones Android e também iPhones.
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iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, valor que representa um desconto de 40% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a maior oferta desde janeiro de 2026, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Este celular premium tem como principais destaques a tela POLED de 6,7″, 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB e câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é um dos melhores celulares da Motorola, ficando pouco abaixo do novo Signature. Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e abertura f/1,8, uma ultrawide com ângulo de 120º e frontal que tira selfies com qualidade, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra arranhões e quedas.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de IA da Motorola, por meio de um botão dedicado que aciona recursos como edição inteligente de imagens e assistente virtual. Seu corpo de plástico e polímero de silicone conta com certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 5 W.
O Edge 60 Pro (256 GB), um dos melhores celulares da Motorola, foi atualizado para o Android 16 e deve receber mais dois updates do sistema operacional. O gadget está em promoção por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, um abatimento de 40% sobre o preço original e a maior oferta vista desde janeiro de 2026.
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Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.
Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.
Quais são os destaques do Edge 70 Pro?
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.
A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.
A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.
A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.
Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.
Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.
O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)
Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.
O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.
A notificação do Procon
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:
Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação
De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.
A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.
Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, informou o presidente.
Ou seja, se você quer aderir ao Desenrola e também aposta em bets, não poderá apostar pelo período de um ano. Lula afirmou que não foi em seu governo que as bets entraram no Brasil, “mas é nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”.
Presidente brasileiro bradou contra as bets – Imagem: casa.da.photo/Shutterstock
O presidente falou, ainda, do projeto que quer acabar com a escala 6×1 de trabalho;
Para Lula, não faz sentido, em pleno século XXI, com a evolução da tecnologia, que milhões de brasileiros trabalhem seis dias por semana e descansem apenas um;
Ele também citou a crise do petróleo gerada pela guerra entre Estados Unidos e Irã;
Ressaltou ainda as medidas tomadas em prol dos trabalhadores, como a alíquota zero do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil;
Para encerrar, comentou sobre a liberação antecipada do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a licença-paternidade, a conta de luz zerada para quem consome até 80 kW e o programa Gás do Povo.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender a multa diária de R$ 250 mil aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao WhatsApp. A decisão favorável à empresa foi proferida na quarta-feira (29), e os advogados da companhia comunicaram a autarquia sobre a sentença no dia seguinte, quinta-feira (30).
Whatsapp vence (temporariamente) Cade na Justiça
A penalidade havia sido imposta no âmbito de um inquérito conduzido pelo Cade, que investiga suposto descumprimento de medida preventiva relacionada ao funcionamento da plataforma;
A determinação do órgão exigia que a Meta, controladora do WhatsApp, mantivesse o acesso gratuito de inteligências artificiais (IA) de terceiros ao serviço de mensagens — algo que, atualmente, é cobrado;
Além disso, o Cade também questiona a política de preços adotada pela empresa para a utilização da API do WhatsApp Business, ferramenta voltada a empresas que utilizam o aplicativo para comunicação com clientes.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que considera que o Cade extrapolou suas atribuições ao exigir a gratuidade do acesso à plataforma. “Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, declarou a companhia (leia a nota completa abaixo).
Meta, dona do WhatsApp, se mostrou satisfeita com a decisão – Imagem: jackpress/Shutterstock
A empresa sustenta que sua estrutura de custos possui justificativa comercial e afirma que a cobrança de US$ 0,0625 (R$ 0,31) por mensagem está respaldada pela legislação vigente, além de ser equivalente a tarifas praticadas por outras empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
A origem do caso remonta a setembro de 2025, quando as startups Luzia e Zapia apresentaram denúncias ao Cade sobre mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business. Em março deste ano, o tribunal do órgão antitruste rejeitou um recurso da Meta e determinou o retorno às condições anteriores à alteração desses termos.
Com a decisão da Justiça Federal, a multa diária fica suspensa enquanto o caso segue em discussão, em segredo de Justiça. Contudo, o Olhar Digital obteve acesso à solicitação dos advogados da Meta. Leia aqui.
A seguir, leia a nota completa enviada por um porta-voz da Meta:
“Estamos satisfeitos que a Justiça brasileira tenha reconhecido nossas preocupações em relação à decisão do CADE. Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições. Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA.”
O Galaxy Buds 3 Pro entrou em oferta por R$ 1.286 em até 10x sem juros de R$ 126,80 na Amazon. Lançado originalmente por R$ 2.199, o fone de ouvido premium da Samsung com cancelamento de ruído e Galaxy AI fica 46% mais barato nesta promoção.
Galaxy Buds 3 Pro entrega áudio em alta definição, cancelamento de ruído e recursos de IA
Galaxy Buds 3 Pro oferece recurso de IA, como cancelamento de ruído adaptativo (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Buds 3 Pro conta com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo, entregando uma experiência com alta definição e mínima distorção. Além disso, o Seamless CODEC de 24 bits reproduz o áudio com agudos mais nítidos e graves vibrantes.
O acessório com Galaxy AI tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento de ruído ativo (Adaptive ANC). Isso significa que ele utiliza um algoritmo para analisar o som ao redor do usuário e otimizar automaticamente os modos de escuta.
Para quem viaja para o exterior, o Galaxy Buds 3 Pro oferece os modos Escuta e Conversação baseados em IA. Com auxílio de um smartphone Galaxy, o próprio fone de ouvido realiza tradução em tempo real para o idioma escolhido pelo usuário.
Galaxy Buds 3 Pro trazm o visual Light Blades com pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Com design ergonômico e leve (5,4 g cada bud), o fone da Samsung foi feito para o uso confortável durante longas sessões de uso. Ele ainda tem pontas de silicone para maior isolamento sonoro e oferece controle por toque para ajustar o volume ou pular uma música.
O acessório garante até 6 horas de reprodução com o cancelamento de ruído ativo ligado, podendo atingir até 7 horas se o recurso ANC for desligado. Já a caixa de transporte e recarga traz um “banco de energia” de até 30 horas de uso.
Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 1.286 em até 10x sem juros) tem Bluetooth 5.4 e recurso Auto Switch, que detecta e transfere as atividades entre dispositivos. Ademais, o fone de ouvido tem certificação IP57 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1 metro por 30 minutos.
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Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)Resumo
O Edge 70 Pro da Motorola tem três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de 6.500 mAh.
Ele é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
A tela do Edge 70 Pro é AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
Além de dois novos modelos da linha Razr 70, a Motorola apresentou o Edge 70 Pro nesta quarta-feira (29/04). Ele tem características bastante avançadas, como três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de silício-carbono com capacidade para 6.500 mAh. Por enquanto, nada de lançamento no Brasil.
O modelo Pro da linha Edge, em algumas das gerações passadas, costumava ser o smartphone mais avançado da Motorola entre os modelos de formato tradicional. Isso não é mais verdade, já que agora esse posto pertence ao Signature, aposta da empresa para brigar com Apple e Samsung no chamado segmento ultrapremium.
Mesmo assim, não tem como fugir da comparação, e algumas pequenas diferenças separam o Edge 70 Pro e o Signature.
Chip MediaTek e câmeras menos avançadas
Uma dessas diferenças entre os dois está no chip do Edge 70 Pro: um MediaTek Dimensity 8500 Extreme. Os 12 GB de RAM são os mesmos, e há opções de até 1 TB de armazenamento.
As câmeras empregadas pelo Edge 70 Pro também são parecidas, mas não iguais. Apesar de terem 50 MP, assim como o modelo mais caro, elas usam sensores menores. A captação de luz deve continuar boa, mas o Signature está em um patamar superior.
Edge 70 Pro tem tela de 6,78 polegadas (imagem: divulgação)
Na traseira, o trio é composto por uma principal com sensor Sony Lytia 710, uma ultrawide com 122 graus de ângulo de visão e uma teleobjetiva com zoom óptico de 3,5x. A câmera frontal se destaca pela abertura de f/1,9.
Tela e carregamento muito parecidos
A partir daí, começam a surgir mais similaridades entre os modelos. A tela é uma AMOLED 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
O smartphone oferece suporte a recarga de até 90 W com fio e 15 W sem fio. A bateria é até maior, com 6.500 mAh (o Signature tem capacidade para 5.200 mAh).
O CEO da OpenAI, Sam Altman, emitiu um pedido oficial de desculpas à comunidade de Tumbler Ridge, no Canadá, por não ter acionado as autoridades sobre as atividades de Jesse Van Rootselaar. O suspeito é apontado como autor de um massacre em fevereiro que resultou na morte de oito pessoas.
Em carta datada de 23 de abril, Altman expressou condolências e admitiu que a empresa falhou ao não contatar a polícia sobre Van Rootselaar, que teve sua conta no ChatGPT suspensa em junho do ano passado após o sistema de segurança da plataforma identificar conteúdos preocupantes.
“Quero expressar minhas mais profundas condolências a toda a comunidade. (….) Ninguém deveria jamais ter que passar por uma tragédia como esta.”
Trecho da carta de Sam Altman
Mensagens violentas foram ignoradas pela liderança
De acordo com relatos obtidos pelo The Wall Street Journal, o sistema de revisão automatizada da OpenAI sinalizou internamente mensagens do suspeito que descreviam cenários de violência extrema. Na época, embora funcionários tenham interpretado os textos como um indicativo de perigo real e urgido pela denúncia às autoridades canadenses, a liderança da empresa optou por apenas banir o usuário, sem envolver a polícia.
Após o crime em fevereiro, a polícia identificou Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, como a principal suspeita. A OpenAI revelou posteriormente que, após a divulgação da identidade da suspeita, descobriu uma segunda conta que ela utilizava para acessar o chatbot.
Mudanças nos protocolos de segurança
Como resposta à tragédia, a OpenAI afirmou ter reforçado seus protocolos de segurança. A empresa garantiu que, sob as novas regras, uma conta com o mesmo teor de mensagens seria denunciada imediatamente às autoridades se fosse descoberta hoje.
O compromisso de Altman inclui:
Colaboração contínua com governos para prevenir futuras tragédias.
Aperfeiçoamento dos sistemas de detecção proativa de ameaças.
Transparência no diálogo com as comunidades afetadas.
Pressão por regulamentação no Canadá
O caso intensificou o debate sobre a regulação de inteligência artificial no Canadá. Membros do Partido Liberal aprovaram recentemente uma resolução não vinculativa que pede a proibição do uso de chatbots de IA para menores de 16 anos.
O ministro encarregado da pasta de IA no país, Evan Solomon, e outros funcionários de alto escalão confirmaram que estão considerando novas regulamentações para o setor, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento, segundo o WSJ.
A startup chinesa DeepSeek acaba de elevar o tom na disputa pela supremacia da inteligência artificial. Nesta sexta-feira (24), a empresa lançou uma prévia do DeepSeek V4, seu mais novo modelo que promete não apenas competir, mas superar os atuais líderes de mercado em tarefas complexas de desenvolvimento de software.
De acordo com testes da consultoria Vals AI, mencionada pelo The New York Times, o V4 apresentou um desempenho em escrita de código superior a qualquer outro sistema de código aberto disponível, estreitando drasticamente a vantagem que gigantes como OpenAI e Anthropic mantinham até então.
O poder dos agentes de IA
A proficiência do DeepSeek V4 em programação não interessa apenas aos desenvolvedores. Essa habilidade é o motor principal para a criação de agentes de IA, isto é, sistemas autônomos que podem utilizar outros softwares (como planilhas, e-mails e calendários) para executar tarefas complexas sem supervisão humana constante.
Além do ganho de produtividade, o avanço traz novos desafios para o setor de segurança digital. Segundo o jornal, a capacidade de escrever código com precisão permite que a IA identifique vulnerabilidades em redes de forma muito mais rápida, servindo tanto para o fortalecimento da cibersegurança quanto para potenciais ataques.
Estratégia chinesa: o código aberto como arma
Diferente das empresas do Vale do Silício, que guardam seus modelos mais potentes a sete chaves, a China adotou o open-source como estratégia de expansão global. O objetivo é claro: tornar a tecnologia chinesa o padrão mundial por meio da acessibilidade.
Domínio de mercado: no último ano, modelos chineses já representavam cerca de um terço do uso global de IA.
Influência global: países como a Malásia já confirmaram que sua infraestrutura nacional de IA será baseada na tecnologia da DeepSeek, conforme apurado pelo The New York Times.
Adoção em massa: desenvolvedores de mercados emergentes, da Nigéria à Malásia, preferem o modelo chinês por ser mais barato e flexível para experimentação.
Geopolítica e a “técnica de imitação”
O sucesso da DeepSeek ocorre apesar das sanções dos EUA, que tentam limitar o acesso da China a chips de alto desempenho. No entanto, rivais americanos sugerem que o crescimento acelerado da startup pode ter um “atalho”.
Executivos da OpenAI e da Anthropic afirmam que a DeepSeek utiliza um processo chamado destilação. Na prática, isso significa “treinar” um modelo novo fazendo milhões de perguntas a uma IA superior (como o GPT-4) e ensinando o modelo menor a imitar seu comportamento.
Nesta quinta-feira (23), o governo dos Estados Unidos acusou formalmente a China de conduzir uma campanha de roubo de propriedade intelectual voltada para inteligência artificial em “escala industrial”. De acordo com o documento vazado, entidades estrangeiras estão engajadas em esforços para “destilar” sistemas de IA de fronteira desenvolvidos nos EUA.
Apesar das críticas, o “momento DeepSeek” consolidou 2025 e o início de 2026 como a era da explosão das IAs chinesas. Gigantes como Alibaba e ByteDance (dona do TikTok) também entraram na onda, liberando modelos como o Qwen, que já soma mais de um bilhão de downloads, conforme o jornal.
As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
Fones de ouvido Bluetooth são ótimas opções de presente para o Dia das Mães, unindo versatilidade de uso e praticidade. Em 2026, marcas como Samsung, Apple e JBL oferecem modelos variados, dos mais básicos aos fones premium, com cancelamento ativo de ruído e som Hi-Fi.
O Achados do Tecnoblog reuniu as melhores ofertas do momento para ajudar na escolha. A lista inclui modelos de diferentes categorias e preços a partir de R$ 214 — veja qual é o ideal para presentear.
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
AirPods Pro 3 mede frequência cardíaca e tem ANC aprimorado
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
Galaxy Buds Core conta com Galaxy AI e certificação IP54
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 225 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
QCY H3 Pro possui 3 níveis de ANC e bateria para até 55 horas
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
JBL Tune 520BT é dobrável e possui conexão multiponto
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 214 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 239 em até 7x sem juros na Amazon.
JBL Wave Beam 2 tem certificação IP54 e até 40 horas de vida
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
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O iPhone 17 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 8.729,32 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 12.999, o smartphone premium da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED recebe um desconto de 33% nesta promoção.
iPhone 17 Pro tem display de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e chipset de alto desempenho
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com moderno design Dynamic Island, promovendo notificações interativas. O display com taxa de atualização de 120 Hz promete imagens fluidas e detalhadas com os recursos True Tone, ProMotion e HDR.
O telefone traz uma câmera tripla traseira com sensores de 48 MP capazes de filmar em 4K com zoom óptico de 4x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP registra selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 Pro é alimentado pelo chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno podem ser limitados para alguns usuários, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória do aparelho.
iPhone 17 Pro tem câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple conta com uma bateria de 3.998 mAh que, segundo a fabricante, garante uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 40 W, capaz de ir de 0 a 50% em 20 minutos na tomada.
Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o iOS 26 e terá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Além do suporte para eSIM, ele oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.
Trazendo o design premium da Maçã, o iPhone 17 (R$ 8.729,32 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF na página) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro com Ceramic Shield. Para mais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo sobreviver a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
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Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)Resumo
A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.
A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.
A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.
Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.
Estética em linha com a Apple
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)
O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.
O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.
Hardware e câmeras
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)
Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:
Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.
Preço e disponibilidade
Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).
Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.
Este celular intermediário premium tem como destaques a tela POLED de 6,7″, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e até 24 GB de RAM
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro, que figura entre os melhores celulares da Motorola, possui um kit de câmeras similar ao do novo Motorola Signature: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma frontal para tirar selfies, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP no modelo de 2025 e 50 MP no gadget mais recente.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost dão conta do desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas traz taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos e arranhões.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro suporta o Moto AI, a suíte de IA da Motorola, com um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens e assistente virtual. O gadget é reforçado pela certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C e de 15 W sem fio.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) foi atualizado para o Android 16 e deve receber apenas mais dois updates do sistema operacional, parando no Android 18. Um dos melhores celulares da companhia norte-americana sai por R$ 2.469 no Pix com o cupom BLACKAPPTN disponível apenas no app do Magazine Luiza.
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O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em promoção por R$ 2.694 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Motorola, lançado por R$ 3.999, com tela pOLED e bateria com ampla autonomia tem desconto de 33% nesta oferta.
Edge 60 Pro tem 24 GB de RAM, tela de 120 Hz e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro traz tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho MediaTek Dimensity 8350 Extreme e até 24 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, apps e outros arquivos do dia a dia.
O telefone conta com tela pOLED de 6,7 polegadas, entregando uma ampla área de trabalho com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens fluidas e detalhadas, o painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.
Para fotos e vídeos, o Edge 60 Pro possui uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP com zoom híbrido de até 50x e suporte para registros em 4K. Fugindo dos padrões, a câmera frontal de 50 MP promete selfies detalhadas e vídeos em 4K.
Motorola Edge 60 Pro inclui recursos específicos de IA, incluindo um botão dedicado para a funcionalidade (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone da Motorola adota uma bateria de incríveis 6.000 mAh que, segundo a marca, garante até 45 horas de uso. Além disso, o carregamento rápido de 90 W do telefone vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.
Extremamente reforçado, o telefone tem certificado de resistência IP68/IP69 que o protege contra: poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce por até 1,5 metro de profundidade pelo tempo limite de 30 minutos. Enquanto isso, o certificado militar MIL-STD-810H garante proteção contra umidade e temperaturas extremas.
Fechando o pacote, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.694 no Pix) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC. O telefone sai da caixa com o Android 15, mas a marca promete somente duas grandes atualizações do sistema operacional.
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Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.
O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.
De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.
O que mudaria na Dynamic Island?
O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.
A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.
Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Traseira com novos materiais
Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.
Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.
Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.
De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 54% sobre o preço original de R$ 2.499. O acessório também pode ser adquirido por R$ 1.199 em 10x sem juros.
O relógio inteligente possui tela AMOLED com brilho de até 3.000 nits e suporta mais de 100 atividades esportivas diferentes, além de seus sensores avançados oferecerem monitoramento detalhado da saúde do usuário.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria de longa duração
Huawei Watch Fit 4 Pro resiste a até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
O Huawei Watch Fit 4 Pro se destaca por sua tela AMOLED de 1,82 polegada com brilho de até 3.000 nits, que garante visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O painel é revestido pelo vidro cristal de safira e recebe uma moldura de titânio, que juntos adicionam proteção contra riscos e arranhões e resistência contra corrosão.
O corpo robusto de alumínio do gadget atende à norma EN13319 de profundidade, o que o torna apto para uso em esportes aquáticos ao resistir até 40 metros de profundidade. A adição da certificação IP6X que o protege contra poeira, e a resistência geral de até 5 ATM complementam o combo de proteção.
O acessório traz suporte a mais de 100 atividades esportivas diferentes e conta com recursos avançados para monitoramento da saúde, como teste de apneia, monitoramento do sono e do ciclo menstrual, contador de calorias, ECG e oxigenação do sangue.
Também é possível acessar o Huawei Health+, que oferece serviços premium como planejamento alimentar e de treinos. Tornando o smarwatch ainda mais completo para quem quiser assinar.
Contudo, o Huawei Watch Fit 4 Pro possui suporte à conectividade apenas Bluetooth e apresenta limitações quanto ao uso como ferramenta de auxílio em emergências: ele precisa estar pareado a um smartphone e o app Huawei Health configurado para chamar contatos específicos.
Sua bateria de 400 mAh possui autonomia de até 10 dias de uso longe da tomada, e o gadget suporta sistemas de posicionamento GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS e BDS (BeiDou), recurso importante para determinar a posição correta durante a prática de esportes ou em uma emergência.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em oferta por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 54% em comparação ao valor de lançamento. Lembrando que o gadget ainda pode ser comprado por R$ 1.199 em 10x sem juros.
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Huawei Watch Fit 4 Pro possui tela AMOLED, sensores avançados e bateria de longa duração; smartwatch recebe desconto de 54% no Pix sobre preço de lançamento
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em promoção por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 36% em relação ao preço de lançamento de R$ 4.999.
O celular intermediário premium tem como atrativos uma tela POLED de 6,7″, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro é um celular intermediário premium equipado com um painel POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits que oferece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho alto e robusto em multitarefa, apps e games mais exigentes. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço mais do que suficiente para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O kit de câmeras traz sensores wide com estabilizador óptico de imagem (OIS) e ultrawide, dupla voltada a cenas com grande campo de visão, e frontal para captura de selfies com qualidade, todos de 50 MP; somente a telefoto traseira com zoom óptico de 3x para aproximações possui menor resolução, 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Motorola Edge 60 Pro possuem 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Motorola Edge 60 Pro é um composto de plástico e polímero de silicone reforçado pelo combo de certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos em água doce de até 1,5 m por no máximo 30 minutos.
O gadget traz um interessante botão dedicado ao Moto AI, a suíte de inteligência artificial da Motorola, que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente, criação de playlists baseadas no humor do usuário, e outras funções.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 6.000 mAh resiste a até 45 horas de uso moderado, segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de até 90 W via USB-C, sendo capaz de injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e deve receber apenas mais duas atualizações do sistema operacional. O celular intermediário premium sai por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 36% em relação ao valor original.
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A Anthropic anunciou um acordo com o Google e com a Broadcom para ampliar sua infraestrutura de computação em inteligência artificial. A iniciativa busca sustentar o crescimento acelerado da demanda pelos modelos da linha Claude, especialmente no segmento corporativo.
Segundo a empresa, os novos contratos expandem o uso das unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google Cloud (chips desenvolvidos para tarefas avançadas de IA). O acordo também aprofunda uma parceria que já existe desde outubro de 2025. Na ocasião, o acordo previa mais de um gigawatt de capacidade computacional – número que, agora, será ampliado.
A Anthropic não divulgou oficialmente os detalhes completos da expansão, incluindo a quantidade de poder computacional prevista. No entanto, documentos recentes da Broadcom indicam que o novo contrato pode envolver até 3,5 gigawatts de poder computacional.
Segundo o TechCrunch, a maior parte dessa estrutura deverá ser instalada nos Estados Unidos, alinhada ao plano da empresa de investir US$ 50 bilhões em infraestrutura no país. A nova capacidade deve entrar em operação a partir de 2027.
De acordo com a companhia, o movimento representa o maior investimento em computação já realizado pela Anthropic até o momento:
Essa parceria inovadora com o Google e a Broadcom é uma continuidade da nossa abordagem disciplinada para escalar a infraestrutura: estamos construindo a capacidade necessária para atender ao crescimento exponencial que temos visto em nossa base de clientes, ao mesmo tempo em que permitimos que Claude defina a fronteira do desenvolvimento de IA. Estamos fazendo nosso maior investimento em computação até o momento para acompanhar nosso crescimento sem precedentes.
Krishna Rao, CFO da Anthropic
Nem a briga com o governo dos EUA foi suficiente para barrar a demanda pelo Claude – Imagem: RixAiArt / Shutterstock
Expansão da Anthropic e do Claude
O anúncio ocorre em meio a uma rápida expansão do negócio da Anthropic. A desenvolvedora registrou um salto expressivo em sua receita anualizada, que passou de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para cerca de US$ 30 bilhões atualmente. A base de clientes também cresceu, com mais de mil empresas gastando acima de US$ 1 milhão por ano com as soluções.
Esse avanço foi impulsionado pela adoção crescente de modelos de IA generativa em ambientes corporativos. A empresa também concluiu recentemente uma rodada de financiamento Série G de US$ 30 bilhões, que elevou sua avaliação de mercado para US$ 380 bilhões.
Apesar do crescimento, a Anthropic já foi apontada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como um potencial risco para a cadeia de suprimentos – um fator que, por ora, não impediu a expansão da demanda pelos serviços. O Olhar Digital deu os detalhes sobre a briga da empresa com o governo norte-americano neste link.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está disponível por R$ 3.236,15 no Pix no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 4.999, o smartphone premium da Motorola com ampla bateria e tela pOLED recebe um desconto de 35% nesta oferta.
Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED, câmera com Moto AI e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro tem um conjunto de câmera traseira liderado por um sensor de 50 MP da Sony (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e brilho máximo de 4.500 nits. O painel com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ ainda promete imagens fluidas e detalhadas em vídeos e jogos.
O telefone com Moto AI apresenta uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP e suporte para vídeos em 4K e fotos com zoom híbrido de até 50x. Já a câmera frontal de 50 MP também registra vídeos em 4K e selfies extremamente detalhadas.
Um dos principais atrativos do Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh com autonomia para até 45 horas de uso moderado. O aparelho ainda conta com carregamento rápido de até 90 W, podendo ir de 0 a 100% em somente 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro influi o MotoAI e um botão dedicado para a Inteligência Artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone premium da Motorola adota o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Então, os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.
Na parte de software, o telefone está pronto para receber o Android 16 e deve receber apenas mais duas grandes atualizações do sistema operacional. O modelo traz conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix. O valor representa um desconto alto de 44% em comparação ao preço original de R$ 2.999. O smartwatch da multinacional chinesa aposta em design robusto com tela avançada e longa autonomia de bateria.
Huawei Watch GT 6 Pro traz tela AMOLED de 3.000 nits e carcaça de titânio
Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge pico de brilho de 3.000 nits, nível que assegura visualização confortável dos dados mesmo debaixo de sol forte. Além disso, o revestimento do vidro Cristal de Safira proporciona alta resistência a arranhões e a pulseira de fluoroelastômero garante alta durabilidade.
O corpo formado em liga de titânio indica um material ultrarresistente a várias situações e condições climáticas como chuvas e raios solares intensos. O Huawei Watch GT 6 Pro também inclui resistência a 5 ATM em água e a mais alta certificação IP69 contra poeira e jatos d’água de alta pressão.
O smartwatch apresenta sensores capazes de realizar o monitoramento contínuo de aspectos relevantes relacionados a saúde. Entre eles, o acompanhamento tanto da frequência cardíaca como respiratória, execução de eletrocardiograma, medição da saturação de oxigênio no sangue (SpO2) e relatórios do sono.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
Em relação a esportes, o relógio inteligente da Huawei faz bonito e promete monitorar mais de 100 atividades físicas diferentes. O GPS integrado proporciona geolocalização precisa e dados a respeito da distância percorrida, calorias queimadas e número de passos dados, por exemplo.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix promete entregar até 21 dias de autonomia longe das tomadas com o uso moderado por parte do usuário.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.
O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.
Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.
O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.
Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.
Por que ter um plano específico de inteligência artificial?
As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.
O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)
Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.
Preços do Google One
Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.
Padrão
AI Plus
Premium
AI Pro
Preço
R$ 14,99
R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)
R$ 49,99
R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento
200 GB
200 GB
2 TB
5 TB
Gmail, Docs, Sheets e mais
Sim
Sim
Sim
Sim
Créditos de IA
Não
200 créditos
200 créditos
1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais
Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.
Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.
O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.
Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.
O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?
A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.
O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.
Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Uma juíza federal dos Estados Unidos determinou o bloqueio temporário de uma medida do Pentágono que classificava a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic como um “risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional”.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Rita Lin, que apontou indícios de que a medida teria caráter punitivo. Segundo ela, “o registro sustenta uma inferência de que a Anthropic está sendo punida por criticar a posição de contratação do governo na imprensa”.
Na avaliação da magistrada, a ação do governo pode configurar retaliação ilegal com base na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “Punir a Anthropic por trazer escrutínio público à posição de contratação do governo é um caso clássico de retaliação ilegal da Primeira Emenda”, escreveu.
A decisão judicial ocorre após audiências realizadas no início desta semana e estabelece que a ordem de bloqueio temporário entre em vigor dentro de sete dias.
Deliberação começou na terça-feira (24) (Imagem: RixAiArt/Shutterstock)
Anthropic vs Pentágono: linha do tempo
11 de julho de 2024: a Anthropic firmou uma parceria com a Palantir para integrar o Claude à plataforma de IA Palantir AIP. O objetivo era permitir que agências de inteligência e defesa dos EUA usassem a IA para analisar grandes volumes de dados complexos de forma segura.
14 de julho de 2025: o Pentágono concedeu à Anthropic um contrato de prototipagem no valor de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). O objetivo era desenvolver capacidades de IA de fronteira para a segurança nacional. Outras empresas, como OpenAI e xAI, também receberam contratos de valores similares na mesma época.
Janeiro de 2026: o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, emitiu um memorando exigindo que todos os contratos de IA do Departamento de Defesa incluíssem uma cláusula de “qualquer uso lícito” em até 180 dias. A medida entrou em conflito direto com as políticas de segurança da Anthropic, que proíbem o uso do Claude para vigilância doméstica em massa ou armas totalmente autônomas.
24 de fevereiro de 2026: Hegseth reuniu-se com o CEO da Anthropic, Dario Amodei, exigindo formalmente a assinatura de um documento que garantisse ao exército acesso total e irrestrito aos modelos Claude, sem as “travas” de segurança da empresa.
27 de fevereiro de 2026:fim do prazo estipulado pelo Pentágono. A Anthropic recusou-se oficialmente a remover as salvaguardas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que todas as agências federais interrompessem o uso dos produtos da Anthropic. No mesmo dia, Hegseth declarou a empresa um “risco à cadeia de suprimentos”, proibindo qualquer contratante militar de fazer negócios com ela.
28 de fevereiro de 2026: a OpenAI, através de Sam Altman, aproveitou o vácuo deixado pela Anthropic e anunciou um novo acordo para implantar seus modelos na rede classificada do Departamento de Defesa, comprometendo-se com os termos de “uso lícito” exigidos pelo governo. Enquanto os Estados Unidos baniam a Anthropic, o Pentágono iniciava a Operação Epic Fury, uma ofensiva aérea contra o Irã, usando as ferramentas de IA da empresa.
24 de março de 2026:Anthropic e governo foram aos tribunais pela primeira vez. Houve uma audiência em um tribunal federal da Califórnia, que deliberou sobre a validade da medida tomada pelo Pentágono.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)Resumo
Intel anunciou GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória GDDR6, focadas em aplicações profissionais;
Arc B70 Pro possui 32 núcleos Xe, 256 motores XMX, e desempenho Int8 de 367 TOPS, enquanto Arc B65 Pro tem 20 núcleos Xe, 160 motores XMX, e desempenho Int8 de 197 TOPS;
Nos EUA, Arc B70 Pro custa US$ 949, e Arc B65 Pro será lançada em abril de 2026; não há informações sobre lançamento no Brasil.
A Intel segue tentando emplacar no segmento de placas de vídeo dedicadas. A companhia aproveitou o evento Intel Pro Day 2026, realizado nesta quarta-feira (25/03), para anunciar oficialmente as GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, ambas com codinome “Big Battlemage”.
Elas até podem ser usadas para jogos, mas as duas novas placas de vídeo da Intel têm foco em aplicações profissionais, podendo ser empregadas em workstations (computadores de alto desempenho), portanto.
Nesse sentido, a própria Intel destaca que as novidades oferecem “forte desempenho e excelente custo-benefício para criação de conteúdo, cargas de trabalho de engenharia e inferência de IA”.
Para tanto, as novas GPUs foram equipadas com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória (VRAM). Como a numeração mais alta no nome sugere, a Arc B70 Pro é o modelo mais avançado.
As principais especificações da dupla são estas:
Arc B70 Pro
Arc B65 Pro
Núcleos Xe
32
20
Unidades Ray Tracing
32
20
Motores XMX
256
160
VRAM
32 GB de GDDR6
32 GB de GDDR6
Largura de memória
608 GB/s
608 GB/s
Interface de memória
256 bits
192 bits
Desempenho (Int8)
367 TOPS
197 TOPS
Consumo
160-290 W
200 W
Sistemas
Windows e Linux
Windows e Linux
Outros
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
Apenas para não restar dúvidas, os núcleos Xe consistem nos blocos de processamento gráfico em si, podendo ser comparados aos núcleos Cuda, da Nvidia.
Já os motores XMX (Xe Matrix Extensions) consistem em componentes direcionados a tarefas de aceleração de inteligência artificial, atuando em processamento de imagens ou upscaling por IA, por exemplo, e podem ser comparados aos núcleos Tensor, da Nvidia.
Disponibilidade e preços das placas Arc B65 Pro e Arc B70 Pro
Nos Estados Unidos, a Intel Arc B70 Pro será lançada nesta quarta-feira com preço sugerido de US$ 949 (R$ 5.005, na conversão direta). O modelo terá variações produzidas por marcas parceiras da Intel, como ARKN, ASRock, Gunnir, Maxsun e Sparkle, que podem trabalhar com valores diferentes.
Já a Intel Arc Pro B65 será lançada em abril de 2026 pelos parceiros da Intel. A faixa de preços do modelo ainda não foi revelada, porém.
Ainda não há informação sobre lançamento oficial no Brasil.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)
Outros anúncios da Intel
As novas placas de vídeo Arc não são as únicas novidades da Intel. A companhia também anunciou os processadores Core Ultra Série 3 para notebooks de alto desempenho voltados ao segmento corporativo. Esses chips têm tecnologia Intel 18A (equivalente, até certo ponto, ao padrão de 2 nanômetros da TSMC) e até 16 núcleos de CPU.
Para estações de trabalho ainda mais avançadas, a Intel confirmou os processadores Xeon 600 com opções que vão de 12 a 86 núcleos de CPU, chips estes que haviam sido revelados em fevereiro.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com um dos melhores preços já encontrados pelo Achados. O smartwatch robusto com tela AMOLED e sensores avançados sai por R$ 1.699 em até 10x sem juros no Mercado Livre. Em termos de comparação, você garante um valor 43% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo de titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro possui caixa de 46 mm (imagem: Divulgação)
O relógio inteligente premium da Huawei tem construção em liga de titânio e Cristal de Safira sobreposto ao painel AMOLED de 1,47 polegadas com brilho de até 3.000 nits sob o sol. Ambos materiais conhecidos pela alta durabilidade, assim como a pulseira pulseira de fluoroelastômero (um tipo de borracha sintética).
Além disso, ao resistir a 5 ATM e possuir certificação IP69, significa que aguenta pressão estática equivalente a 50 metros de profundidade e jatos d’água em alta pressão, respectivamente. Portanto, o usuário não vai precisar retirá-lo do pulso enquanto estiver na piscina ou praticando esportes aquáticos.
Segundo a empresa chinesa, o Huawei Watch GT 6 Pro entrega autonomia para até 21 dias em uso moderado. Apesar de ter uma bateria de longa duração, vale ressaltar que com o uso intenso ou GPS ativado a todo momento o período longe da tomada vai ser menor.
Huawei Watch GT 6 Pro traz uma coroa giratória na lateral (imagem: Divulgação)
O smartwatch possui sensores que possibilitam o acompanhamento contínuo das frequências cardíaca e respiratória, oxigenação no sangue (SpO2), ECG e dados relacionados ao sono. Já na parte física, monitora mais de 100 modalidades esportivas, incluindo exercícios aeróbicos e anaeróbicos.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção que não deve durar muito por R$ 1.699 em até 10x sem juros apresenta compatibilidade tanto a celulares com o sistema Android como iOS.
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A crise que atinge a indústria de jogos eletrônicos acaba de fazer sua vítima mais notável até agora. A Epic Games anunciou nesta terça-feira (24) o corte de mais de 1.000 postos de trabalho, uma decisão motivada pela queda no engajamento de seu principal título, o battle royaleFortnite, de acordo com informações da agência Reuters.
De acordo com um comunicado enviado pelo CEO Tim Sweeney aos funcionários, a empresa está gastando “muito mais do que estamos ganhando”. Para estancar a sangria, a Epic planeja economizar cerca de US$ 500 milhões por meio da redução de gastos com marketing, contratações e a eliminação de cargos abertos.
O fim da “magia” constante?
Embora o gênero de “jogos como serviço” tenha se mostrado resiliente nos últimos anos, manter o interesse do público exige um fluxo constante e caríssimo de novos conteúdos. Sweeney admitiu que a empresa enfrentou desafios para entregar a “magia de Fortnite” de forma consistente e que as condições atuais do mercado são as mais extremas desde a fundação da Epic, em 1991.
Um ponto importante destacado pelo CEO é que as demissões não estão relacionadas à inteligência artificial. Em um momento de medo generalizado de que a tecnologia substitua desenvolvedores, Sweeney fez questão de reforçar que os cortes são uma medida puramente financeira para garantir a sobrevivência da operação.
Esta é a segunda grande rodada de demissões da Epic Games em menos de três anos; em setembro de 2023, a empresa já havia cortado 830 funcionários. No entanto, ela não está sozinha:
EA e Amazon: gigantes como Electronic Arts e a divisão de games da Amazon também realizaram cortes em massa recentemente.
Custo de hardware: a alta nos preços dos chips de memória também pressiona o setor, elevando os custos de semicondutores e forçando fabricantes de consoles a reajustar preços.
O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.
Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.
Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.
A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.
Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.
Confira o nosso review do Poco X8 Pro
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O iPhone 17 Pro de 512 GB está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, com o retorno de um desconto histórico de 23% sobre o valor original de R$ 12.999, e o menor preço já registrado.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ e 120 Hz, chip de ponta A19 Pro e kit principal de câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro vem equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte do Sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e pancadas.
Seu desempenho fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, segundo a Apple, um kit sem paralelos entre a concorrência com 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e a adição da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 Pro conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto, todas de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A traseira do iPhone 17 Pro acomoda as câmeras principais, uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, um abatimento recorde de 23% sobre o preço de lançamento.
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iPhone 17 Pro (512 GB) tem tela de 6,3" e 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple recebe melhor desconto desde lançamento no Pix com cupom
Enquanto aeroportos americanos enfrentam filas intermináveis e funcionários trabalham sem salário há semanas, Elon Musk anunciou que vai cobrir os vencimentos dos agentes da TSA durante a atual paralisação orçamentária do governo federal.
A TSA (Transportation Security Administration) é a agência federal dos EUA, criada após 11 de setembro de 2001, responsável pela segurança em aeroportos e transportes. Ela fiscaliza passageiros e bagagens, define regras de líquidos e itens proibidos, e utiliza chaves mestras para inspecionar malas trancadas com cadeados padronizados.
De acordo com a Reuters, o empresário, considerado a pessoa mais rica do mundo, fez o anúncio no sábado através de sua plataforma X. A decisão surge em meio ao quinto fim de semana consecutivo de impasse no Congresso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela TSA.
“Gostaria de me oferecer para pagar os salários do pessoal da TSA durante este impasse de financiamento que está afetando negativamente a vida de tantos americanos em aeroportos em todo o país”, escreveu Musk na rede social.
(Imagem: Georgiy Datsenko / iStock)
Funcionários prestes a perder segundo salário
Os aproximadamente 50 mil agentes de segurança aeroportuária estão a poucos dias de perder o segundo salário integral em seis meses. Mesmo sem remuneração, eles continuam sendo pressionados a comparecer ao trabalho enquanto os tempos de triagem em alguns aeroportos se estendem por horas.
Segundo dados federais, os funcionários da TSA ganham uma média de 61 mil dólares por ano. A situação se tornou tão crítica que aeroportos estão organizando campanhas de arrecadação de alimentos e aceitando doações para ajudar os trabalhadores da segurança.
Companhias aéreas e grupos de viagem alertam que as ausências entre os agentes de segurança podem aumentar novamente neste fim de semana, agravando ainda mais os atrasos nos aeroportos.
Negociações continuam sem prazo definido
O líder da maioria no Senado, John Thune, disse na sexta-feira que negociadores bipartidários conseguiram reduzir as disputas restantes sobre o financiamento do DHS. No entanto, ainda não há um acordo finalizado.
A atual crise orçamentária tem origem em um acordo firmado pelos democratas no Congresso em fevereiro. Eles concordaram em financiar a maior parte do governo federal, mas retiveram os recursos do DHS após a morte de dois cidadãos americanos em Minnesota por autoridades de imigração.
Aeroporto mais movimentado da Europa(Imagem: GordonBellPhotography/iStock)
Precedente de financiamento privado
Esta não seria a primeira vez que um doador privado intervém durante uma paralisação governamental. No ano passado, o presidente Donald Trump revelou que um doador rico forneceu 130 milhões de dólares para cobrir possíveis déficits no pagamento militar durante uma paralisação que durou 43 dias – a mais longa da história americana.
Até o momento, nem o DHS, nem a TSA, nem representantes de Musk responderam às solicitações de comentários sobre a proposta do bilionário.
A situação continua impactando milhões de passageiros que enfrentam longas esperas nos aeroportos, enquanto os trabalhadores essenciais da segurança aeroportuária permanecem sem seus salários em meio às negociações políticas em Washington.
Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).
Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.
Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)
Episódio piora tensões
O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.
Leia mais:
Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.
O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.
Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.
Um júri na Califórnia (EUA) concluiu que Elon Musk enganou investidores do Twitter (atual X) durante o período que antecedeu a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões (R$ 233,7 bilhões). O veredicto foi emitido nesta sexta-feira (20) e estabelece que os danos totais podem chegar a até US$ 2,6 bilhões (R$ 13,8 bilhões), segundo advogados dos autores da ação.
O processo coletivo, intitulado Pampena v. Musk, foi protocolado em outubro de 2022, após Musk concluir a compra da rede social por US$ 54,20 (R$ 287,99) por ação. Posteriormente, ele renomeou a empresa para X e a integrou à sua companhia de inteligência artificial, a xAI, antes de também vinculá-la à SpaceX.
O que os advogados que acusam Musk dizem
Segundo os advogados dos investidores, o comportamento de Musk prejudicou acionistas comuns;
“Este é um grande exemplo do que você não pode fazer com o investidor médio — pessoas que têm planos de aposentadoria, filhos, fundos de pensão, professores, bombeiros, enfermeiros”, afirmou Joseph Cotchett, representante dos investidores, em entrevista à CNBC no tribunal de São Francisco (EUA). “Era disso que tratava este caso. Não era sobre Musk. Era sobre toda a operação”;
Em comunicado enviado por e-mail, advogados de Musk do escritório Quinn Emanuel afirmaram: “Vemos o veredicto de hoje, em que o júri decidiu tanto a favor quanto contra os autores e não encontrou um esquema de fraude, como um obstáculo no caminho. E esperamos a reabilitação na apelação”;
A controvérsia teve início após a proposta de compra do Twitter feita por Musk em abril de 2022. Pouco depois, o empresário passou a demonstrar dúvidas sobre o negócio, questionando publicamente o nível de contas falsas, bots e spam na plataforma;
Em maio daquele ano, ele escreveu no Twitter que a aquisição estava “temporariamente suspensa” até que o então CEO da empresa comprovasse que as contas inautênticas representavam cerca de 5% do total, conforme divulgado em relatórios enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).
As publicações e declarações adicionais de Musk provocaram uma queda de quase 10% nas ações do Twitter em uma única sessão. Após quatro dias de deliberação, o júri concluiu por unanimidade que os tuítes publicados em 13 e 17 de maio eram materialmente falsos ou enganosos.
Executivo teria forçado queda no valor das ações do Twitter deliberadamente (Imagem: photosince/Shutterstock)
Ex-acionistas da empresa, incluindo investidores de varejo e operadores de opções, argumentaram que as declarações faziam parte de uma estratégia para pressionar o conselho do Twitter a aceitar uma venda por um valor inferior à oferta inicial. Segundo eles, Musk também estaria motivado pela queda nas ações da Tesla, o que o obrigaria a vender mais papéis da empresa para financiar a aquisição.
Os autores da ação afirmaram ainda que venderam suas ações por valores abaixo de US$ 54,20 em resposta às declarações públicas de Musk e entrevistas à imprensa. A estimativa de danos potenciais leva em conta análises de especialistas sobre o impacto das mudanças de posição do empresário no preço das ações durante o período abrangido pelo processo.
De acordo com os advogados dos investidores, o processo de administração das reivindicações deve ser estruturado em cerca de 90 dias. Em seguida, o governo levará mais alguns meses para processar os pedidos e permitir que os investidores comecem a recuperar parte de suas perdas.
A defesa de Musk sustentou que as declarações do empresário se baseavam em preocupações legítimas sobre bots, spam e contas falsas na plataforma, e que não configuravam fraude de valores mobiliários nem uma tentativa deliberada de derrubar o preço das ações.
O júri concluiu que, embora Musk tenha feito declarações falsas e enganosas que prejudicaram alguns acionistas, não houve um esquema específico de fraude contra investidores.
Apesar de representar uma reprimenda significativa ao empresário, o impacto financeiro do veredicto tende a ser limitado diante de sua fortuna, estimada atualmente em cerca de US$ 650 bilhões (R$ 3,4 trilhões), segundo a Bloomberg.
O iPhone 17 Pro (512 GB) baixou um pouco mais o preço no Mercado Livre. Ontem (19) o Achados divulgou o dispositivo com o menor preço histórico, porém com a adição do novo cupom MELHORPROMO, agora sai por R$ 8.639 no Pix. Isso significa uma redução maior de 34% pela versão com o preço de lançamento de R$ 12.999.
iPhone 17 Pro promete desempenho 40% melhor
iPhone 17 Pro possui revestimento antirreflexo e brilho com pico de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A afirmação de que o iPhone 17 Pro entrega um desempenho 40% melhor vem diretamente da Apple. Os ganhos em performance da GPU, CPU e do novo resfriamento térmico ao processador A19 Pro (3 nm) vão possibilitar maior rapidez e potência para executar jogos com gráficos pesados e apps de edição exigentes, por exemplo.
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com o suporte a HDR10 e Dolby Vision, entregando cores mais intensas às imagens exibidas em resolução de 2.622 x 1.206 pixels. O ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz assegura fluidez gráfica em diferentes tipos de conteúdos e maior eficiência energética.
A nova linha Pro, incluindo o Pro Max, apresenta um novo detalhe na traseira. Agora a região mais saltada em relação a carcaça que abriga as câmeras vai de ponta a ponta, e não somente em volta delas. Por falar nelas, as três lentes Wide, Ultrawide e Periscópio são de 48 megapixels. Além disso, o sistema grava vídeos em resolução 4K.
iPhone 17 Pro apresenta novo visual na traseira revestida por alumínio e Ceramic Shield (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone conta com as conexões de Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 e o sistema de NFC via Apple Pay em conectividade. A bateria de 3.998 mAh suporta carregamento rápido de 40 W e entrega autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple.