O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.
Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.
iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.
Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.
A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.
O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).
Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.
O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.
O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.
A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.
Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.
O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.
Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.
Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.
iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade
O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.
É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.
Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.
Como escolher o melhor iPad em 2026?
A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:
Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.
Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?
As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.
iPad 11– o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.
Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.
Vale a pena comprar o Apple Pencil?
O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.
Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.
PineVoice é um alto-falante inteligente da Pine64 que usa chip RISC-V e é compatível com o Home Assistant, solução aberta de automação residencial;
dispositivo é equipado com um chip RISC-V Bouffalo BL606P, 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones;
preço do PineVoice é de US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas, sendo uma alternativa mais acessível a outros alto-falantes inteligentes do mercado.
Quem está em busca de um alto-falante inteligente que não leva a marca da Amazon ou do Google, por exemplo, pode ter o PineVoice como alternativa. Recém-lançado pela Pine64, o dispositivo chama a atenção por ser comandado por um chip do tipo RISC-V e focado no Home Assistant, uma solução aberta de automação residencial.
A Pine64 já apareceu aqui no Tecnoblog. Ela está por trás do celular PinePhone Pro e do tablet PineNote, que rodam Linux. Mas a empresa é tão ou mais conhecida pelas placas do tipo single board computers que desenvolve.
Já o PineVoice não é exatamente um produto novo. A Pine64 anunciou um alto-falante em 2024. O projeto avançou aos poucos e, agora, foi rebatizado para… PineVoice. Que fique claro, porém, que o foco no Home Assistant existe desde o início do projeto.
Graças ao Home Assistant, é possível usar comandos de voz com o PineVoice para controlar aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas ou tomadas inteligentes, câmeras de segurança, entre outros dispositivos.
Kit do PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)
Equipado com chip RISC-V
Para dar conta dessas tarefas, o PineVoice conta com um chip Bouffalo BL606P que, por sua vez, traz um núcleo T-Head C906 de 480 MHz (64 bits) e um núcleo T-Head E907 de 320 MHz (32 bits). Trata-se de um chip do tipo RISC-V, cuja adoção, aqui, não surpreende: a Pine64 é conhecida justamente por focar em hardware “aberto” ou de baixo custo.
Neste ponto, vale explicar que RISC-V é a sigla de uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA, na sigla em inglês) para chips chamada Reduced Instruction Set Computing. Ao contrário de outras ISAs, como Arm e x86, o RISC-V é um padrão aberto, portanto, não exige pagamento de licenças para ser implementado.
As demais características incluem 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash para armazenamento interno, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE. Há ainda dois microfones, botões físicos para controle (de volume, por exemplo), porta USB-C e, claro, saída de som.
Como se vê, o conjunto de hardware não é muito avançado, mas deve atender aos anseios de quem quer depender menos (ou nada) de big techs para deixar o lar mais inteligente.
O preço também é interessante: US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas. Só para fins de comparação, o novo Google Home Speaker foi lançado com preço sugerido de US$ 99,99 (mas é mais avançado tecnicamente, é verdade, tanto que traz até NPU).
As bolsas globais começaram a terça-feira em queda forte, mas o movimento ganhou velocidade de verdade ao longo do dia. O que era um recuo mais contido na Ásia acabou se transformando em uma onda de vendas que atravessou Europa e Estados Unidos, com a tecnologia no centro da pressão.
O clima já era de cautela logo cedo, mas a leitura piorou conforme os mercados foram abrindo. Investidores foram reduzindo exposição a ações ligadas à inteligência artificial e semicondutores, e isso ajudou a amplificar o movimento.
Tecnologia amplia perdas na Europa, com destaque para o setor de chips e semicondutores sob forte pressão. – Koupei Studio/Shutterstock
Ásia abre o dia com queda pesada
Na Ásia, o tom já veio negativo desde a abertura. O índice sul-coreano Kospi caiu cerca de 10% no pregão, um movimento que rapidamente chamou atenção pela intensidade, comentou a CNBC.
SK Hynix e Samsung foram os principais destaques da queda, com perdas que chegaram a ultrapassar 12% em alguns momentos. No mercado, a leitura foi de fuga mais ampla de risco, não apenas um ajuste pontual.
Europa entra no movimento e amplia o pessimismo
Quando a Europa começou a negociar, o cenário não melhorou. O Stoxx 600 recuou perto de 1%, mas o impacto foi bem mais forte dentro do setor de tecnologia.
A sensação entre operadores era de que o movimento já vinha “contaminado” pela Ásia, e isso apareceu com mais força em ações ligadas a chips e semicondutores.
Nesse trecho do dia, o mercado já trabalhava com um ambiente mais defensivo:
tecnologia caiu com mais intensidade na Europa e na Ásia
semicondutores continuaram liderando as perdas
índice europeu do setor ficou abaixo do mercado geral
futuros do Nasdaq já apontavam nova pressão em Nova York
ações ligadas à IA passaram a oscilar com mais força
SK Hynix e Samsung puxam tombo de até 12% no Kospi, em um dos piores pregões recentes da Ásia. – Imagem: BINK0NTAN/Shutterstock
Nova York entra no jogo e piora o sentimento
Nos Estados Unidos, a virada ficou mais clara ainda antes da abertura oficial. Os futuros do Nasdaq 100 chegaram a cair 2,7%, reforçando que o movimento não era isolado.
No pré-mercado, o setor de chips voltou a ser o ponto mais sensível. Intel, Micron e AMD registraram quedas fortes logo cedo. A Nvidia, que costuma funcionar como termômetro da inteligência artificial, também abriu em baixa.
Entre cautela e leitura de correção
Apesar do tom negativo, nem todo mundo no mercado vê o movimento como algo mais grave. Em entrevista à CNBC, o CEO da Strategy Asset Managers, Tom Hulick, disse não enxergar risco de colapso imediato, destacando que ainda há liquidez no sistema e suporte vindo dos lucros das empresas.
Já em outra leitura, mais otimista, o analista Dan Ives, da Wedbush, afirmou que quedas desse tipo podem abrir oportunidades. Para ele, a chamada “Revolução da IA” ainda está no começo do ciclo.
Futuros do Nasdaq 100 caem 2,7% antes da abertura em Nova York, indicando mais um dia negativo em Wall Street. Imagem: Immersion Imagery / Shutterstock.com
IA continua sendo o centro da atenção
Mesmo com o dia bastante volátil, o pano de fundo segue praticamente o mesmo: a inteligência artificial continua sendo o principal motor do mercado — e também seu ponto mais sensível.
O comportamento desta terça deixa uma sensação clara no mercado: não é só sobre queda ou alta, mas sobre como o setor de tecnologia passou a reagir de forma muito mais intensa a qualquer mudança de humor.
No fim do pregão, o mercado fechou com um recado simples, mas importante — a tecnologia ainda lidera o jogo, mas também é onde as oscilações ficam mais fortes quando o cenário vira.
O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) retornou com o menor preço registrado desde o seu lançamento em maio por R$ 4.499. O celular topo de linha com bastante autonomia e desempenho avançado sai por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Garanta-o já em oferta com 30% de desconto!
Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro apresenta três sensores de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo impressiona pela bateria de 6.500 mAh, um componente de silício-carbono cuja capacidade nominal é superior a de flagships concorrentes. De acordo com a Motorola, o Edge 70 Pro entrega autonomia extensa de até 49 horas de uso. Enquanto oferece suporte a carregamento rápido com adaptador de 90 W.
O celular mais avançado da linha Edge conta com quatro câmeras de 50 MP. Sendo elas: a frontal, e as traseiras wide com estabilização óptica (OIS), ultrawide para fotos panorâmicas e teleobjetiva para capturar detalhes aproximados. O sistema recebe validação de cores Pantone e tem capacidade de gravação em 4K.
A tela AMOLED mede 6,78 polegadas, entrega às imagens resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz que assegura experiência fluida durante o uso; especialmente com vídeos e jogos. Além disso, o painel com revestimento do vidro Gorilla Glass 7i atinge brilho forte de 5.200 nits em condições de alta luminosidade.
O desempenho fica a cargo do chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e de memória RAM de 12 GB que alcança até 24 GB via RAM Boost. O conjunto proporciona um alto poder de fogo para executar aplicações exigentes, como as ferramentas auxiliadas por inteligência artificial pelo Moto AI.
O Edge 70 Pro traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. Em relação a durabilidade, a Motorola afirma que a certificação IP69 assegura ao gadget resistência avançada a poeira, temperaturas extremas e jatos d’água de alta pressão.
O Motorola Edge 70 Pro com promessa de somente três anos de atualizações está à venda por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Adquira-o nesta oferta com o menor preço encontrado desde o seu lançamento.
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Motorola Edge 70 Pro sai pelo menor preço registrado desde o seu lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF. Celular tem bateria de 6.500 mAh e câmera quádrupla de 50 MP
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)Resumo
Samsung pode lançar o Galaxy S27 Pro com Tela de Privacidade, recurso exclusivo do modelo Ultra, e display de 6,47 polegadas.
O Galaxy S27 Pro teria bateria de 5.000 mAh e três sensores traseiros de câmera, compartilhando hardware com o Galaxy S27 Ultra.
Segundo rumores, o aparelho não terá suporte à S Pen e ocuparia uma posição intermediária na linha Galaxy S27.
A Samsung pode estar preparando uma versão mais compacta do topo de linha da marca para 2027, o Galaxy S27 Pro, que deve manter caracterísitas da linha Ultra. Segundo rumores, o modelo também pode herdar a Tela de Privacidade, lançada pela primeira vez no Galaxy S26 Ultra no ano passado.
De acordo com o informante Digital Chat Station, a Samsung iniciou testes de hardware para levar a tecnologia ao Galaxy S27 Pro. A tela, no entanto, seria menor que a do Galaxy S27 Ultra: 6,47 polegadas. O número também é menor do que o apresentado no Galaxy S26 Plus, ao mesmo tempo em que é pouco maior que a versão base.
A proposta seria criar uma opção intermediária para quem busca recursos avançados da linha Galaxy S sem necessariamente escolher o maior aparelho do portfólio. A principal ausência, segundo os rumores, seria a S Pen: o Galaxy S27 Pro não teria suporte nem compartimento dedicado para a caneta.
O aparelho ainda não foi confirmado oficialmente e tudo sobre ele deve ser tratado como rumor. Vale lembrar que, no ano passado, especulações sobre um suposto Galaxy S26 Pro, que substituiria a versão Plus, também circularam e não se concretizaram.
Como funciona a Tela de Privacidade?
Função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
A tecnologia controla a direção da luz emitida pela tela. Quando o modo de privacidade é ativado, o display reduz a emissão lateral, superior e inferior, dificultando a leitura por pessoas ao redor. Quem está olhando diretamente para o celular continua enxergando o conteúdo normalmente.
O recurso pode ser útil em filas, transporte público, aviões, salas de espera e outros ambientes em que o usuário fica próximo de desconhecidos.
O que mais se sabe sobre o Galaxy S27 Pro?
Além da Tela de Privacidade, os vazamentos apontam que o Galaxy S27 Pro terá bateria de 5.000 mAh, idêntica ao do Galaxy S26 Ultra. Segundo o portal GSMArena, a empresa pode ter chegado ao número com a liberação do espaço interno que a S Pen ocuparia.
Nas câmeras, o Galaxy S27 Pro deve trazer três sensores trazeiros, também compartilhando o hardware da câmera principal e da ultrawide com o Galaxy S27 Utra. A diferença deve ficar na telefoto, novamente por causa do corpo menor.
Se os rumores se confirmarem, o Galaxy S27 Pro ocuparia uma posição intermediária na linha: mais avançado que o Galaxy S27 tradicional, com recursos herdados do Ultra, mas sem o tamanho e a S Pen do modelo mais caro.
A versão Ultra da próxima linha deve contar com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 6 for Galaxy, com versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, segundo o Phone Arena.
Rumores indicam que novo modelo da Samsung terá Tela de Privacidade e recursos da linha Ultra em um corpo mais compacto, com display de 6,47 polegadas.
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Teaser da Samsung sugere função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
O Huawei Watch GT 6 Pro está em oferta com 33% de desconto na Amazon. Você pode adquiri-lo por R$ 1.645 em até 12x sem juros. Aproveite a oportunidade para comprar sem a necessidade de ser à vista um smartwatch premium de construção robusta e funções avançadas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem grande autonomia e monitoramento abrangente
Huawei Watch GT 6 Pro possui GPS para monitorar distância percorrida e outras métricas (imagem: Divulgação)
O wearable da Huawei possui a capacidade de fornecer informações extensas relacionadas a saúde. O usuário consegue ter acesso diretamente do pulso dados sobre a frequência cardíaca contínua, nível de saturação de oxigênio no sangue e ECG. Além de outras métricas avançadas, como temperatura corporal e relatório do sono.
A construção robusta é um grande diferencial. O Huawei Watch GT 6 Pro leva uma caixa de 46 mm feita de titânio e o mostrador tem revestimento Cristal de Safira, um vidro mais resistente. A tela de 1,47 polegada possui tecnologia AMOLED no qual reproduz cores vivas e um brilho que atinge até 3.000 nits, possibilitando a leitura sob o sol ou luz intensa.
Segundo a fabricante, o smartwatch entrega uma autonomia extensa de até 21 dias com uso moderado. Em outras circunstâncias com as funções de GPS e Always On Display ativas a todo momento, dura em torno de uma semana, o que ainda sim é um período interessante.
Huawei GT 6 Pro é fortemente indicado para praticantes de atividades físicas (imagem: Divulgação)
Na parte física, a Huawei afirma que o gadget pode realizar o acompanhamento de mais de 100 modalidades esportivas. A exemplo de esportes de força, caminhadas, corridas de alta intensidade e atividades aquáticas por contar com a resistência a 5 ATM em água e certificação IP69 no qual assegura resistência a jatos d’água de alta pressão.
O relógio inteligente apresenta conectividade moderna de Bluetooth 6.0 e integração de sistemas de navegação (GNSS), além de funcionar tanto para iOS como Android, os sistemas operacionais mais populares de smartphones.
Tim Cook garante que aumento de preços em produtos da Apple é “inevitável” (Imagem: Divulgação / Apple)Resumo
O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa os preços dos seus produtos devido à escassez de memória RAM no
A crise dos chips de memória RAM é causada pelo fornecimento menor significativos de preço por parte dos principais fornecedores, Samsung, SK Hynix e Micron.
O aumento de preços deve afetar a próxima linha de iPhones, com uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, tornando-o US$ 1.299.
Nem a Apple escapa: a escassez de memórias RAM no mercado de tecnologia vai afetar os preços dos produtos da maçã. A confirmação foi dada pelo próprio CEO, Tim Cook, nesta quarta-feira (17/06). A má notícia vem em meio a rumores recentes que apontavam para uma manutenção nos preços praticados hoje na próxima linha de iPhones.
Ainda não há informações sobre quando a alta de preços deve chegar, mas algumas mudanças já começaram a acontecer. Entre elas estão a retirada das versões de 256 GB do Mac Studio – que já havia ficado mais cara – e do Mac Mini, agora disponíveis apenas a partir dos 512 GB.
Na entrevista para o Wall Street Journal, Cook afirmou que o aumento é “inevitável”, mesmo com os esforços da empresa para conter os valores mais altos praticados no mercado pelos chips de RAM. Analistas já haviam apontado que a maçã tentaria driblar os custos mais altos barateando componentes como telas e câmeras, mas o CEO afirma que a situação está insustentável.
Crise de memória RAM chega à Apple
Novo iPhone 18 Pro não deve escapar da alta de preços: aumento deve ser de US$ 200 (R$ 1 mil(foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Muitos rumores apontavam para uma contenção no aumento dos preços por parte da Apple, principalmente envolvendo o vindouro iPhone 18. Um relatório da KB Security, fundo de investimento sul-coreano, indicou ainda o aumento de memória RAM no modelo base da linha, que pode chegar com 12 GB para dar conta das novidades da Siri, inteligência artificial da Maçã. A mudança viria sem alteração nos preços, o que fica incerto com a declaração de Cook na entrevista ao WSJ.
O CEO da Apple reforçou que o motivo desses aumentos é, justamente, a crise dos chips de memória RAM. Segundo ele, além do fornecimento menor “os caras da memória” praticam aumentos significativos de preço. Esses “caras”, no caso, seriam os três principais players do mercado de DRAM: Samsung, SK Hynix e Micron.
O cenário atual de fato é favorável para as três empresas, com um aumento de 85,5% nas vendas de componentes em relação ao último trimestre financeiro. Essa alteração está diretamente relacionada ao boom das IAs generativas, já que há uma grande demanda de memória para datacenters de inteligência artificial. A questão é a produção de chips para produtos voltados ao consumidor final, que ficou em segundo plano.
Alta nos preços deve afetar iPhone 18
Depois de rumores favoráveis a uma manutenção dos preços praticados pela Apple nos novos iPhones, a realidade deve ser outra. Ainda não há uma confirmação de quando ou como os aumentos vão acontecer, mas o Wall Stret Journal trouxe uma estimativa de US$ 200 de aumento no iPhone 18 Pro, algo em torno de R$ 1.000. Segundo o jornal, o celular deve custar US$ 1.299 no lançamento, acima dos US$ 1.099 cobrados pela Maçã no iPhone 17 Pro.
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.
A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.
Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.
As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.
Pedidos de mais memória já eram monitorados
A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bellapontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.
Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)
Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.
Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.
Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027
Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (17) uma análise que pode alterar a forma como grandes empresas digitais respondem por conteúdos publicados na internet. Entre os recursos analisados estão questionamentos apresentados por Facebook e Google.
Na prática, explica o G1, a decisão poderá influenciar a maneira como plataformas digitais lidam com conteúdos publicados por usuários e servir de referência para futuras decisões da Justiça em todo o país.
O julgamento pode redefinir como plataformas digitais respondem por conteúdos publicados por usuários. Imagem: Koshiro K/Shutterstock – Imagem: Koshiro K/Shutterstock
O que está em jogo para as Big Techs no julgamento
No centro do julgamento está o entendimento do STF sobre o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece em quais situações as companhias podem responder por danos relacionados a publicações feitas por usuários.
No ano passado, a Corte concluiu que a regra não oferecia proteção suficiente aos direitos fundamentais e definiu que sua interpretação deveria ser ampliada. Com isso, os provedores passaram a ficar sujeitos à responsabilização civil em um número maior de situações.
É justamente nesse ponto que entra a próxima etapa da análise. O ministro Dias Toffoli, relator do caso, deve apresentar a tese que reunirá as regras gerais a serem seguidas pelas empresas.
O julgamento é acompanhado de perto pelas grandes plataformas porque a decisão poderá redefinir a forma como elas respondem a disputas envolvendo conteúdos publicados por terceiros.
O julgamento é acompanhado de perto pelas big techs por seu potencial impacto no setor digital. Imagem: N Universe/Shutterstock – Imagem: N Universe/Shutterstock
Prazo de adaptação e dever de cuidado
Na última semana, o STF formou maioria para estabelecer um prazo de 60 dias para que as empresas implementem as medidas determinadas pela Corte.
Entre as exigências está o chamado dever de cuidado, um conjunto de ações voltadas à redução de riscos e ao combate de conteúdos ilícitos.
As medidas incluem:
Ações para reduzir violações de direitos fundamentais;
Canais específicos para pedidos de retirada de conteúdo;
Mecanismos de combate a práticas ilícitas.
O voto de Toffoli também mantém obrigações relacionadas a casos considerados mais graves, como crimes antidemocráticos, terrorismo, incitação ao racismo e induzimento ao suicídio. Além disso, prevê punições em situações de falha sistêmica dos serviços.
O artigo 19 do Marco Civil da Internet voltou ao centro de uma das discussões mais importantes sobre tecnologia no Brasil. Imagem: Tashatuvango / iStock
Divergências e possíveis impactos
Mas nem todos os ministros concordam sobre quando as novas regras devem começar a valer.
Toffoli defendeu um critério ligado à conclusão da análise. Já o ministro Flávio Dino argumentou que a aplicação deveria ocorrer de forma imediata.
Quanto mais protelar, mais a tecnologia será outra e o julgamento cairá em espécie de desuso.
Flávio Dino, Ministro do Supremo Tribunal Federal, durante julgamento.
Há ainda uma discussão importante sobre os chamados provedores neutros, ou seja, serviços que exercem pouca ou nenhuma interferência na circulação de conteúdos.
O debate busca definir se essas plataformas continuariam dependendo de decisão judicial específica para eventual responsabilização. Durante as discussões, a Wikipedia foi citada como exemplo de serviço que não impulsiona conteúdos.
Quando o julgamento for concluído, a decisão deverá ser seguida por juízes e tribunais de todo o Brasil. As determinações permanecerão válidas até que o Congresso Nacional aprove uma legislação específica para tratar dos deveres dos provedores digitais e da proteção dos usuários na internet.
Independentemente do resultado final, a decisão deve ter efeitos duradouros sobre a atuação das plataformas digitais no Brasil e sobre a forma como disputas envolvendo conteúdo online serão analisadas pela Justiça.
A OpenAI registrou um gasto de US$ 3,7 bilhões no primeiro trimestre de 2026, segundo reportagem do The Information. O portal credita documentos que a empresa compartilhou com acionistas.
O valor representa mais da metade da receita da startup, estimada em US$ 5,7 bilhões.
Lembrando que, no começo de junho, a OpenAI protocolou de forma confidencial um pedido de IPO nos Estados Unidos. A abertura de capital na bolsa de valores pode ocorrer já em setembro.
A expectativa é de que a desenvolvedora do ChatGPT seja avaliada em até US$ 1 trilhão.
ChatGPT ainda lidera em usuários, mas já sente a pressão dos concorrentes no mercado global de IA. Imagem: Primakov / Shutterstock – Imagem: Primakov / Shutterstock
Domínio do ChatGPT encolhe e concorrentes ganham força no mercado de IA
Pela primeira vez desde seu lançamento, o ChatGPT perdeu a marca de 50% de participação no mercado global de assistentes de IA. O movimento reflete o avanço de concorrentes que vêm atraindo cada vez mais usuários, segundo o relatório State of AI 2026, da Sensor Tower.
Embora siga na liderança, o chatbot da OpenAI viu sua fatia de mercado cair para 46,4% em maio. Enquanto isso, Gemini e Claude ganharam espaço em um setor que continua crescendo rapidamente.
Até janeiro de 2026, o ChatGPT concentrava mais da metade do mercado de assistentes de IA. No fim de maio, sua participação havia recuado para 46,4%. O Gemini, do Google, alcançou 27,7%, enquanto o Claude, da Anthropic, chegou a 10,3%.
Apesar da queda relativa, o ChatGPT continua sendo o assistente de IA mais utilizado do mundo, com mais de 1,1 bilhão de usuários mensais. O Gemini aparece em segundo lugar, com 662 milhões, seguido pelo Claude, com 245 milhões.
O relatório também destaca que os usuários estão mais dispostos a experimentar diferentes plataformas. Um dos fatores observados foi o aumento das desinstalações após o anúncio do acordo entre a OpenAI e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos. O episódio sugere que muitos usuários levam em consideração não apenas os recursos oferecidos, mas também as decisões tomadas pelas empresas responsáveis pelas ferramentas.
Enquanto o crescimento do Gemini está ligado à integração com o ecossistema do Google, o Claude ganhou destaque em tarefas de produtividade e vem se aproximando dos índices de retenção do ChatGPT.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon. A oferta representa um desconto de 52% em relação ao preço original do smartwatch, que se destaca pela tela brilhante, recursos fitness e resistência à água.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem painel brilhante e resistência à água
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
O display de 1,82 polegada adota painel AMOLED e apresenta resolução de 480 x 408 pixels, gerando densidade de 347 ppi. A visibilidade sob luz solar intensa permanece nítida devido ao brilho máximo de 3.000 nits. Além disso, a fabricante instalou cristal de safira na parte frontal com o objetivo de evitar riscos profundos na superfície de vidro.
O Huawei Watch Fit 3 oferece uma série de recursos de saúde e monitoramento de atividades físicas, como sensor de frequência cardíaca, análise das fases do sono e medição da oxigenação sanguínea. O relógio inteligente ainda possui rastreamento do ciclo menstrual e detecta picos de estresse diários. E o sistema exibe relatórios detalhados no aplicativo Huawei Health.
O relógio inteligente traz estrutura altamente resistente, combinando vidro de safira, moldura em liga de titânio e traseira em fibra de polímero. Com certificação IP6X contra poeira e resistência à água de 5 ATM, o smartwatch permite o uso em esportes aquáticos como natação e remo.
Huawei Watch Fit 4 Pro (imagem: Divulgação/Huawei)
Por fim, a bateria do smartwatch conta com 400 mAh de capacidade e é compatível com carregamento sem fio de 5 W. Segundo a Huawei, o relógio suporta até 10 dias de uso, ou 7 dias em situação típica. Lembrando que o Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por apenas R$ 1.199 em até 12x sem juros na Amazon.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Itaú firmou parceria com o Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Itaú começou a oferecer a assinatura gratuita do Gemini AI Plus por 1 ano para clientes.
O plano libera 400 GB de armazenamento na nuvem e créditos para recursos de imagem e música.
O benefício está disponível nas plataformas Minhas Vantagens e Mais Vantagens e visa expandir a experiência dos usuários com a IA do Google.
Clientes do Itaú terão acesso gratuito ao plano Gemini AI Plus do Google por até 12 meses. Além de disponibilizar a inteligência artificial na sua versão Gemini Pro 3.1 com Deep Research, a pesquisa avançada do modelo de IA, a assinatura inclui ainda 400 GB de armazenamento na nuvem.
A novidade foi anunciada durante o evento Google for Brasil, nessa quarta-feira (10/06). O benefício libera créditos para utilizar os recursos de imagem via Nano Banana e música, com o Lyria, e fica disponível para resgate no app do Itaú por meio das plataformas Minhas Vantagens, para pessoas físicas, e Mais Vantagens, na versão para empresas.
A opção AI Plus da assinatura do Google é interessante para acelerar trabalhos do dia a dia e permite incluir até cinco pessoas como dependentes, funcionando como plano familiar ou mesmo para pequenas empresas.
Mais acesso à IA do Google
Gemini AI Plus fica gratuito para clientes Itaú por até 12 meses (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A novidade quer facilitar o acesso dos clientes à inteligência artificial do Google. Inclusive, esse não é o primeiro exemplo de benefício envolvendo uma instituição financeira e acesso a recursos avançados de IA: recentemente, o Nubank também liberou acesso gratuito ao ChatGPT Go pelo mesmo período de 12 meses.
Segundo o Itaú, a parceria deve ir além com mais iniciativas envolvendo o Gemini. O banco não deu muitos detalhes, mas falou em “novas formas de interação entre clientes, serviços e plataformas”.
O diretor de Parcerias e Beyond Banking do Itaú, Rodrigo Carneiro, afirma que o objetivo da empresa é simplificar e reforçar o acesso à IA como algo “útil e relevante”.
Planos e preços do Gemini no Brasil
O Gemini AI Plus é o plano mais básico da inteligência artificial oferecido no Brasil e custa R$ 24,99 ao mês. Ou seja, o benefício do banco pode representar uma economia de quase R$ 300.
Há outras assinaturas disponibilizadas pelo Google para um uso mais profissional da IA. O Gemini AI Pro, de R$ 96,99 ao mês, permite edições de imagem e vídeo com o Nano Banana Pro, além de oferecer 5 TB de armazenamento na nuvem.
Já o Gemini AI Ultra tem opções x5 ou x20, com 20 TB e 30 TB para usar no Drive, respectivamente, além de acesso a recursos como Deep Think e maior acesso às versões Pro dos recursos de IA presentes no modelo. Os preços são de R$ 779 e R$ 999 por mês.
O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. A melhor oferta encontrada desde o lançamento oferece o gadget com desconto de 30% sobre o preço original de R$ 4.499.
O celular intermediário premium da Motorola conta com tela AMOLED de 144 Hz, até 24 GB de RAM e câmeras (todas elas) de 50 MP.
Motorola Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 144 Hz
Tela do Motorola Edge 70 Pro traz taxa de 144 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela Extreme AMOLED de 6,78 polegadas do Motorola Edge 70 Pro possui taxa de 144 Hz e brilho de até 5.200 nits, oferecendo cores vibrantes, alta fluidez e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Seu chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam alto desempenho em multitarefa e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O corpo do celular recebe as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m por no máximo 30 minutos, além de proteção em outros cenários extremos.
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Todas as câmeras do Motorola Edge 70 Pro são de 50 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações, e a frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, suporta carregamento ultrarrápido de 90 W e recebe uma carga que dura um dia de uso em apenas 9 minutos.
O Motorola Edge 70 Pro, que roda Android 16 e deve receber três anos de atualizações do Android, sai por R$ 3.149 no Pix com cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza, um abatimento de 30% frente ao valor de lançamento.
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Plaud NotePro pesa 30 gramas e pode ficar anexado ao celular (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
A Plaud, gigante das anotações, lançará no Brasil, em julho, os gravadores NotePro e NotePin S, equipados com IA, após homologação na Anatel.
O NotePro, ultrafino, pesa 30 gramas, tem 5 microfones e custa US$ 189 nos EUA, cerca de R$ 979.
O Brasil lidera as vendas de produtos Plaud na América Latina, com metade dos usuários da região, que utilizam os aparelhos para vida profissional e pessoal.
A gigante das anotações Plaud revelou com exclusividade ao Tecnoblog que a nova geração de gravadores com IA desembarca em breve por aqui: o NotePro e o NotePin S estão previstos para julho. Tudo vai depender da celeridade da homologação na Agência Nacional de Telecomunicações. Os preços são mantidos em segredo.
Já faz mais de um ano que a companhia mantém presença no país, inclusive com vendas dos modelos da geração passada – o Plaud Note e o Plaud NotePin. Os aparelhos acompanham o usuário ao longo do dia e escutam tudo. A partir daí, fazem transcrições, geram relatórios e usam inteligência artificial para interagir com os conteúdos das conversas.
Vem aí: os futuros produtos da Plaud
O Plaud NotePro lembra um cartão de crédito. Ele é ultrafino, com somente 3 mm de espessura e 30 gramas. Traz 5 microfones (5 MEMS + 1 VPU) com alcance de até 5 metros, 30 horas de gravação e 60 dias de standby. Entre os diferenciais está o display AMOLED, o corpo de alumínio com Gorilla Glass (portanto, mais resistente) e um sistema inteligente que alterna entre captura presencial e chamadas telefônicas. Custa US$ 189 nos Estados Unidos, cerca de R$ 979.
Já o Plaud NotePin S lembra um wearable com 17 gramas. Sua bateria promete 20 horas de gravação e 40 dias de standby. A companhia prevê quatro formas de uso: broche magnético, clip, pulseira ou colar. No Brasil, todos os acessórios acompanham o pacote. Sai por US$ 179 no mercado americano, por volta de R$ 928.
Brasil domina as vendas na região
Plaud NotePin S tem formato de wearable (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O chefe de vendas nas Américas, Cyle Kiger, me explicou que o Brasil representa metade de todos os usuários de produtos da Plaud na América do Sul. A conversa ocorreu durante o Web Summit Rio, que acontece nesta semana.
Os consumidores usam os aparelhos para a vida profissional e pessoal. De acordo com o executivo, um caso de uso interessante por aqui se dá entre os trabalhadores do setor de construção civil, que surpreenderam pelo nível de adoção do produto.
Qual a diferença dos dispositivos Plaud para o gravador do celular? Segundo Kider, o modelo de IA embarcado nos gravadores foi desenvolvido para escutar, transcrever e compreender melhor o contexto da vida da pessoa.
A Plaud oferece tanto o app para celular quanto o acesso no computador (via web ou programa dedicado). Pelo que vimos na demonstração, a interface é minimalista, com muito branco, letras pequenas e quase nenhum elemento gráfico. A compra do NotePin ou de outros aparelhos dá direito a 5 horas por mês de áudio processado nos servidores da empresa. Precisa de mais? É preciso fazer uma assinatura.
O modelo de IA Plaud Intelligence conta com transcrição em 112 idiomas (português incluso), identificação dos participantes e geração de resumos a partir de mais de 10 mil templates.
NotePin pode ficar pendurado no pescoço para facilitar uso (imagem: divulgação)
A geração passada está à venda no país pelos seguintes valores:
A empresa estadunidense Elea vai investir US$ 550 milhões (R$ 2,8 bilhões) na primeira etapa do Rio AI City, um campus de data centers a ser instalado no Parque Olímpico do Rio de Janeiro (RJ). O anúncio foi feito nesta terça-feira (9) pelo prefeito Eduardo Cavaliere durante coletiva de imprensa no Web Summit Rio, o maior evento de tecnologia da América do Sul.
O projeto prevê capacidade para alcançar até 3,2 gigawatts de geração até 2032. Cavaliere apontou a combinação de ampla oferta de água, conectividade por cabos submarinos e capacidade de formar e atrair talentos locais como pilares do empreendimento.
Educação como parte da estratégia para formação de profissionais para data centers
O prefeito reforçou o investimento da prefeitura em educação voltada para STEM — sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Segundo ele, 312 escolas do município já contam com programas de robótica, programação e lógica desde os primeiros anos. “É preciso aprender matemática, mas também português, para executar bem os prompts”, disse.
Cavaliere também destacou crescimento de 12% nos anos iniciais do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), conforme o relatório de 2024.
Instalações serão criadas no Parque Olímpico – Imagem: Diego Thomazini/iStock
Web Summit Rio cresce 20% ao ano
A coletiva contou com a presença de Paddy Cosgrove, fundador do Web Summit, que organiza cinco edições ao redor do mundo — em Lisboa (Portugal), Rio de Janeiro (RJ), Doha (Catar) e Vancouver (Canadá). No Brasil, o crescimento é de cerca de 20% ao ano desde a primeira edição, há quatro anos.
Para Cosgrove, o Rio percorre o mesmo caminho de Lisboa: “cidades que têm qualidade de vida, retêm e atraem talentos.” Ele afirmou ainda que o Rio é uma porta de entrada para a América Latina e registra interesse crescente de empresas chinesas. Nesta edição, cerca de 40 mil participantes de mais de 100 países devem circular pelo evento, cujo público principal é composto por investidores e empreendedores de startups.
Críticas ao Marco Legal da IA
No último painel do dia, Bruno Lewicki, head de políticas públicas da OpenAI, e o advogado especializado em tecnologia Ronaldo Lemos subiram ao palco principal;
Lewicki destacou a parceria da OpenAI com o TSE no desenvolvimento do Synth ID, protocolo para identificação de imagens geradas por IA. “Com a presença de novas tecnologias, teremos uma eleição de aprendizado mútuo”, afirmou;
Os dois criticaram a tramitação do PL 2338/2023, o Marco Legal da Inteligência Artificial no Brasil;
Lemos foi direto: “Copiamos a lei europeia de 2019, que já foi toda modificada. Somos o país que criou o Marco Civil da Internet. Não precisamos copiar ninguém“;
Ao encerrar sua participação, o advogado defendeu a adoção de modelos open source e provocou os presentes. “Precisamos de regulamentação no Brasil para não depender da OpenAI. O Brasil tem desenvolvedores incríveis.”
O celular premium da Apple possui trio de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro de alta performance.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
Todas as câmeras do kit principal do iPhone 17 Pro são de 48 MP: há uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam cenas com maior enquadramento, além de uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM entregam, segundo a Apple, 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e não têm paralelos na concorrência. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio recebe o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que protege o smartphone contra quedas e arranhões. Já a certificação IP68 confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.
Este celular suporta redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em promoção na Amazon com um desconto de 54%. O smartwatch com sensores avançados e construção robusta sai por R$ 1.156 em até 12x sem juros, o menor preço desde janeiro de acordo com histórico da plataforma Zoom. O dispositivo tem preço de lançamento de R$ 2.499.
Huawei Watch Fit 4 Pro leva tela AMOLED e monitora 100 tipos de treino
Huawei Watch Fit 4 Pro está a venda nas cores verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
O relógio inteligente tem a grande capacidade de fornecer dados de mais de 100 atividades físicas, segundo a fabricante. A empresa destaca o fornecimento de informações relacionadas a esportes de montanha, corridas, ciclismo e aquáticos. Inclusive o gadget inclui resistência a 5 ATM em água e certificação IP6X contra poeira.
Na parte relacionada a saúde, o smartwatch conta com a integração do sistema HUAWEI TruSense que consegue monitorar os sistemas respiratório, nervoso e endócrino. Além disso, há o sensor óptico de frequência cardíaca e o usuário ainda pode obter informações sobre o sono, ECG e SpO2.
O Huawei Watch Fit 4 Pro apresenta uma construção premium e resistente. O display AMOLED de 1,82 polegadas leva o revestimento de Cristal de Safira artificial e atinge brilho alto de até 3.000 nits sob luz intensa. O corpo leva alumínio super-resistente de 550 MPa e o bisel em liga de titânio.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem sensor de profundidade que permite mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
Em termos de autonomia, promete até 10 dias de bateria. No entanto, a depender das horas utilizadas com o Always-On display e o GPS de dupla frequência ativado, o período de duração vai ser menor. O smartwatch ainda possui alto-falante e microfone integrados.
O Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção com o menor preço desde janeiro por R$ 1.156 em até 12x sem juros na Amazon apresenta compatibilidade tanto para o sistema iOS como Android.
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Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.
Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.
O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:
iPhone 17
iPhone 17 Pro
iPhone 17 Pro Max
iPhone Air
iPhone 16e
iPhone 16
iPhone 16 Pro
iPhone 16 Pro Max
iPhone 15
iPhone 15 Plus
iPhone 15 Pro
iPhone 15 Pro Max
iPhone 14
iPhone 14 Plus
iPhone 14 Pro
iPhone 14 Pro Max
iPhone 13
iPhone 13 Mini
iPhone 13 Pro
iPhone 13 Pro Max
iPhone 12
iPhone 12 Mini
iPhone 12 Pro
iPhone 12 Pro Max
iPhone 11
iPhone 11 Pro
iPhone 11 Pro Max
iPhone SE de 3ª geração
iPhone SE de 2ª geração
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)
A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.
Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.
Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.
Quando o iOS 27 será lançado?
A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.
Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.
Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.
Night Shift tem o propósito de tornar a visualização mais confortável aos olhos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O Night Shift é um recurso da Apple que altera cores da tela de dispositivos elegíveis para tons mais quentes, com a missão de otimizar o conforto na visualização de conteúdos.
Uma vez ativado, o Night Shift muda a temperatura das cores de maneira automática de acordo com as configurações. É possível deixar a funcionalidade ativada o dia todo, mas seu uso é recomendado entre o pôr do sol e o amanhecer.
Você pode encontrar o Night Shift em iPhones, iPads, iPods touch, Mac e Macbooks, desde que os modelos sejam compatíveis com o recurso.
A seguir, entenda melhor o que é o Night Shift e saiba como ele funciona em dispositivos da Apple.
Night Shift é um recurso proprietário da Apple que altera as cores da tela para tons mais quentes do espectro de maneira automática. A função está presente em aparelhos como iPhone, iPad e Mac.
O que significa Night Shift?
O termo “Night shift” significa “período noturno” ou “turno da noite”, em tradução livre. A definição ilustra o período mais recomendado para o uso do recurso da Apple, que é após o pôr do sol.
Para que serve o Night Shift?
O Night Shift tem a função de beneficiar a saúde do usuário ao adaptar as cores da tela para tons mais quentes, com o objetivo de tornar a visualização mais confortável principalmente em períodos noturnos.
Como funciona o Night Shift
O funcionamento do Night Shift combina elementos de software (do sistema operacional) e de hardware (telas compatíveis com o recurso). Mas para entender melhor o recurso, é preciso compreender a luz azul.
De dia, as telas de aparelhos eletrônicos costumam intensificar a emissão de luz azul para uma reprodução mais clara e nítida diante dos raios solares.
O problema é que alguns estudos apontam que a luz azul em excesso pode causar fadiga ocular e prejudicar a qualidade do sono, especialmente à noite — embora existam discordâncias sobre o quanto a luz azul pode ser prejudicial.
Há estudos que mencionam que a luz azul em excesso pode prejudicar a saúde dos usuários (Imagem: Ron Lach/Pexels)
Por conta disso, o Night Shift funciona como um filtro de luz azul, adaptando as cores da tela para tons mais amarelados automaticamente após o pôr do sol para reduzir a emissão de luz azul.
De manhã, o recurso é desativado para não afetar a visibilidade da tela. Ao anoitecer, o Night Shift é ativado e fica ligado até a manhã seguinte.
Nas configurações do Night Shift, é possível agendar horários para a ativação do recurso, bem como ajustar a temperatura da cor (menos quente ou mais quente).
Preciso ativar o Night Shift?
Sim. Você pode ativar o Night Shift no iPhone, iPad ou iPod touch elegível ao abrir a Central de Controle, tocar e segurar o ícone de brilho e tocar no ícone de Night Shift até que ele apareça como “Ativado”.
Se preferir, é possível ativar o recurso nesses mesmos dispositivos ao acessar as configurações de tela e brilho do dispositivo, entrar na seção “Night Shift” e configurar o período e tons de cores.
Já em Macs ou Macbooks, você pode configurar o Night Shift ao abrir os “Ajustes de sistema”, acessar a guia “Monitores” e entrar na seção “Night Shift”.
O Night Shift ajuda a melhorar o sono?
Não necessariamente. Em sua página oficial, a Apple menciona que “a exposição a luzes azuis brilhantes à noite pode afetar os ritmos circadianos e causar dificuldades para dormir”.
E como o Night Shift atua como um filtro de luz azul, dá a entender que o recurso poderia melhorar o sono dos usuários.
Artigo da Apple menciona pontos prejudiciais da luz azul (Imagem: Reprodução/Apple)
Quais dispositivos são compatíveis com Night Shift?
O Night Shift é restrito a dispositivos da Apple, e está disponível nos seguintes aparelhos:
iPhone 5s ou posterior;
iPad (5ª geração e posterior), iPad Pro, iPad Air ou posterior e iPad mini 2 ou posterior;
iPod touch (6ª geração e posterior);
Macs lançados em 2012 ou posteriormente, com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente;
Macbooks com macOS Sierra 10.12.4 ou versão mais recente.
Qual é a diferença entre Night Shift e filtro de luz azul?
Night Shift é um recurso que adapta as cores da tela para tons mais quentes com a missão de melhorar o conforto visual. O Night Shift funciona como um filtro de luz azul, mas é uma funcionalidade proprietária da Apple.
Já filtro de luz azul refere-se a qualquer recurso ou serviço que tenha como objetivo reduzir a emissão de luz azul de um aparelho. Trata-se de um termo mais abrangente da tecnologia na saúde, que não é vinculado a nenhuma marca específica.
Qual é a diferença entre Night Shift e True Tone?
O Night Shift é um recurso focado na saúde do usuário, que modifica as cores da tela para tons mais quentes para tornar a exibição mais confortável. A funcionalidade é mais indicada para o período noturno.
Já o True Tone é um recurso que adapta a temperatura da cor de acordo com a luz ambiente. A função pode ser usada em qualquer período do dia, e foca na fidelidade de cores sob diferentes iluminações.
Qual é a diferença entre Night Shift e Modo Escuro?
Night Shift foca em adaptar as cores da tela para tons mais quentes. Já o Modo Escuro altera a interface do sistema e de aplicativos para o tema escuro, que usa o preto como cor predominante.
O mercado financeiro está de olho no IPO da SpaceX, previsto para os próximos dias. A abertura de capital da empresa de Elon Musk tem tudo para se tornar a maior oferta pública inicial de ações da história.
Se, por um lado, muitos investidores aguardam ansiosamente pela possibilidade de fazer parte do quadro acionário da companhia, por outro, funcionários da empresa aguardam a possibilidade de vender suas ações.
Vendas de ações da SpaceX devem ser acompanhadas de lucros gigantescos
Quando a SpaceX fizer sua estreia na Bolsa de Valores, milhares de funcionários atuais e antigos da companhia poderão negociar suas ações. Não são apenas engenheiros, mas também outros trabalhadores que atuam nos campi da empresa na Califórnia, Texas e Flórida.
Isso acontece porque a companhia de Elon Musk premiou esses funcionários ao longo do tempo com a distribuição de ações da empresa. Alguns desses trabalhadores mantiveram participações que eram avaliadas em menos de US$ 2 por ação quando foram concedidas. Agora, com o IPO, a expectativa é cada ação da SpaceX seja negociada por US$ 135.
SpaceX promete maior IPO da história (Imagem: FellowNeko/Shutterstock) – Imagem: FellowNeko/Shutterstock
É importante destacar que funcionários geralmente não podem vender suas ações pré-IPO por alguns meses, devido a períodos de tranca destinados a evitar uma enxurrada de vendas repentinas. Mas a SpaceX tem regras que podem permitir pequenas vendas já em julho.
Mesmo aguardando alguns meses, é difícil imaginar que uma eventual venda das ações da companhia por esses funcionários antigos não seja acompanhada por lucros importantes. As informações são do The Wall Street Journal.
IPO acontece nos próximos dias
O IPO da SpaceX está marcado para o dia 12 de junho.
A meta é captar US$ 75 bilhões (aproximadamente R$ 376 bilhões) em investimentos.
Elon Musk mira uma avaliação de mercado de US$ 1,75 trilhão (cerca de R$ 9 trilhões).
Isso representa 67 vezes o valor das vendas da empresa.
Se o objetivo for atingido, a SpaceX se tornará uma das empresas mais valiosas do mundo.
O iPad Pro de 13 polegadas está em oferta histórica encontrada no Magazine Luiza por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30. O modelo com chip M4 foi lançado pela Apple em 2024 por R$ 15.899, o que indica uma queda generosa de 61%. Para quem busca um tablet de alto desempenho, este nunca esteve tão barato como agora.
iPad Pro conta com chip M4 e tela OLED de 13″
iPad Pro (2024) inaugurou o painel OLED para os tablets da Apple (imagem: Divulgação/Apple)
O iPad Pro de 2024 estreou no painel a tecnologia OLED, reconhecida por proporcionar maior ângulo de visão e reprodução de cores vibrantes através de materiais orgânicos autoemissores de luz. As cenas escuras notadamente atingem um preto mais denso.
A tela de 13 polegadas também apresenta resolução de 2.752 x 2.064 pixels, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho máximo de 1.600 nits em conteúdos compatíveis com HDR.
O tablet com 256 GB de armazenamento possui chip M4 com CPU de 9 núcleos (sendo três de desempenho) e GPU deca-core com suporte a Ray Tracing, tecnologia responsável por proporcionar uma renderização gráfica mais realista. Além disso, é feito para Apple Intelligence. Em resumo, será possível executar tarefas exigentes e simultâneas em alta performance.
iPad Pro tem design ultrafino com espessura de 5,1 mm (Imagem: Reprodução/Apple)
A câmera grande-angular traseira de 12 MP, com abertura ƒ/1.8 e zoom digital de até 5X, registra vídeos em 4K no formato ProRes. Logo, fornece resultados para filmagens com grande nível de detalhes. A câmera frontal de 12 MP também traz recursos avançados como Modo Retrato com efeito bokeh e Controle de Profundidade.
O tablet compõe quatro alto-falantes e quatro microfones para possibilitar gravações de áudio e chamadas de vídeo. Para carregamento, possui uma porta Thunderbolt e inclui cabo USB-C e adaptador de energia de 20W. Em termos de autonomia, a bateria de lítio pode proporcionar até 10 horas de reprodução, segundo a Apple.
O iPad Pro apresenta conexões de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e suporte a eSIM. Por meio do FaceID ainda é possível desbloquear a tela e realizar pagamentos via Apple Pay. Aproveite para garanti-lo pelo menor preço histórico por R$ 6.272 no Pix com o cupom PEGA30 no Magalu.
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GoPro é nova vítima da crise dos chips de memória e pode declarar falência em breve (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses devido à crise dos chips de RAM.
A empresa tem cerca de US$ 50 milhões em empréstimos com bancos e enfrenta dificuldades para cumprir esses acordos.
A GoPro está à venda e aguarda interessados para evitar a falência, tendo anunciado a demissão de 23% dos seus funcionários e queda de 14% no valor das ações.
A GoPro publicou um documento financeiro indicando possíveis problemas para seguir operando nos próximos meses. O alerta veio por meio do chamado formulário 8-K, um aviso dado por empresas de capital aberto nos Estados Unidos quando têm notificações importantes para seus investidores.
De acordo com a mídia especializada, o grande problema é a crise dos chips de RAM, que tem afetado desde o desenvolvimento do vindouro PlayStation 6 (PS6) até a produção de cartões de memória da Sony. Os preços desses componentes tiveram um aumento de até 115%. Os principais fornecedores estão focando em memórias específicas para data centers de inteligência artificial.
As vendas da empresa já caíram 26% em relação ao último levantamento financeiro, e há ainda uma incerteza quanto ao cumprimento de contratos em empréstimos.
Crise das memórias RAM afeta mercado de eletrônicos
Esse é só mais um caso de problemas envolvendo a escassez de chips de RAM e fabricantes de hardware. A alta demanda de componentes adequados para os servidores de IA tem reajustado a produção global de memória, e a situação vem sendo monitorada desde 2025 pelas big techs.
Ao longo dos últimos meses foram anunciados diversos aumentos de preços em celulares Android e videogames como o Steam Deck, interrupção na produção de cartões de memória da Sony, além de atrasos previstos para a próxima geração de consoles, como o PS6.
Datacenters de inteligência artificial têm aumentado a demanda de memória RAM (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)
Agora é a vez da GoPro. De acordo com o site financeiro Investing, a empresa tem cerca de US$ 50 milhões (R$ 250 milhões, em conversão direta) em empréstimos com bancos como o estadunidense Wells Fargo. E a expectativa é de dificuldades para cumprir esses compromissos.
Próximos passos da fábrica de câmeras de ação
Na prática, a GoPro fica agora “aberta a novos investimentos” – ou seja, está à venda e aguarda interessados para evitar a falência. A empresa já anunciou a demissão de 23% dos seus funcionários e teve uma queda de 14% no valor das ações.
Vale lembrar que, em novembro, o CEO Nicholas Woodman anunciou a compra de US$ 2 milhões (R$ 10 mi) em ações para demonstrar confiança em seu produto. Hoje, as ações beiram o preço de US$ 1, cerca de R$ 5 em conversão direta.
A China sinalizou que focará sua política para plataformas online no equilíbrio entre apoio ao crescimento e supervisão regulatória aprimorada, segundo comentário publicado em uma das principais publicações do Partido Comunista.
No rascunho do artigo que será publicado na revista Qiushi na segunda-feira (1), Pequim reiterou sua posição sobre conter a competição do tipo “involução” — referência que inclui guerras de preços e subsídios agressivos — enquanto fortalece a supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor.
Novos recursos multiplataforma incluem indicadores de digitação e transferência de arquivos em alta resolução – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT/Olhar Digital)
O documento na Qiushi, revista teórica do Comitê Central do Partido Comunista Chinês, representa uma continuidade da abordagem chinesa para o setor tecnológico;
A publicação oficial indica que as diretrizes têm respaldo das mais altas esferas governamentais;
A menção específica à competição do tipo “involução” reflete a preocupação das autoridades com práticas consideradas destrutivas para o mercado. O termo abrange estratégias que incluem reduções drásticas de preços e subsídios em níveis considerados insustentáveis;
O fortalecimento da supervisão de algoritmos, uso de dados e proteção ao consumidor foram destacados como áreas que receberão atenção regulatória intensificada;
As medidas fazem parte de um quadro mais amplo de políticas que visam equilibrar inovação tecnológica com proteção dos direitos dos usuários.
Astronautas da China voltam à Terra após missão espacial recorde
Nesta sexta-feira (29), os três astronautas da missão chinesa Shenzhou 21 retornaram com sucesso à Terra após passarem 210 dias a bordo da estação espacial Tiangong. A cápsula pousou no Centro de Pouso de Dongfeng, na região da Mongólia Interior, às 9h11 da manhã, pelo horário de Brasília – 20h11, no horário padrão da China.
Investidores globais estão ampliando suas apostas em empresas asiáticas que podem se beneficiar da próxima fase de expansão da inteligência artificial (IA), impulsionada pelas esperadas captações bilionárias de companhias, como SpaceX, OpenAI e Anthropic.
A avaliação do mercado é que os recursos levantados por essas empresas deverão alimentar uma nova onda de investimentos em infraestrutura tecnológica, beneficiando fabricantes de componentes, materiais especializados, sistemas de resfriamento e equipamentos de energia em toda a cadeia de suprimentos da Ásia.
Boom da IA impulsiona mercado asiático
A tese vem ganhando força em momento em que os mercados buscam identificar os próximos vencedores do boom da IA;
Segundo analistas e gestores ouvidos pela Bloomberg, parte significativa dos recursos que deverão ser levantados pelas três empresas estadunidenses acabará chegando aos fornecedores asiáticos responsáveis por peças de servidores, componentes eletrônicos, materiais para semicondutores e soluções energéticas utilizadas em data centers;
O movimento ocorre após fabricantes de chips da região se tornarem alguns dos maiores beneficiários da expansão dos centros de dados;
Empresas, como a TSMC, a Samsung e a SK Hynix, alcançaram valorizações que as colocaram no grupo de companhias avaliadas em mais de US$ 1 trilhão (R$ 5 trilhões).
Contudo, após fortes altas nos preços das ações, parte dos investidores passou a demonstrar preocupação com os níveis elevados de avaliação dessas empresas. Com isso, cresce a busca por uma nova geração de vencedores ligados à infraestrutura da IA.
“Os IPOs relacionados à IA podem alimentar ainda mais o boom de investimentos em capital em um momento em que as ações asiáticas de semicondutores parecem esticadas”, afirmou Ken Wong, especialista em ações asiáticas da Eastspring Investments Hong Kong.
Segundo ele, a gestora está reduzindo sua exposição ao setor de semicondutores dentro de sua estratégia tecnológica para a Ásia e direcionando maior atenção para fabricantes de componentes eletrônicos.
OpenAI está na mesma linha da SpaceX e visa IPO bilionário – Imagem: Mehaniq/Shutterstock
Nova rodada de investimentos em IA
A disputa pela liderança em IA já levou gigantes da tecnologia, como a Meta e a Amazon, a realizar investimentos massivos em infraestrutura computacional.
Nesse contexto, as futuras ofertas públicas de ações de SpaceX, OpenAI e Anthropic são vistas como um fator que pode aliviar preocupações do mercado sobre a sustentabilidade do financiamento do setor, especialmente diante do aumento dos níveis de endividamento das empresas.
De acordo com Fabien Yip, analista de mercado da IG International, as listagens das três empresas poderão resultar em cerca de US$ 70 bilhões (R$ 352,6 bilhões) adicionais em gastos relacionados à IA, valor que se somaria aos mais de US$ 750 bilhões (R$ 3,8 trilhões) já comprometidos pelas principais empresas de computação em nuvem e infraestrutura digital.
Segundo Yip, os efeitos dessa expansão já podem ser observados nos resultados financeiros divulgados por fabricantes de chips. “O impacto sobre a Ásia é claramente visível”, afirmou. Para ela, à medida que a valorização ligada à IA amadurece, o movimento está se expandindo para além das empresas diretamente associadas ao desenvolvimento de chips.
Entre as operações mais lucrativas do mercado asiático neste ano estão fabricantes de componentes eletrônicos utilizados em servidores e fornecedores de materiais e processos empregados na produção de semicondutores.
A Samsung Electro-Mechanics e a Ibiden figuram entre os destaques do principal índice amplo de ações asiáticas da MSCI em 2026. Entre apostas consideradas menos óbvias, Yip destaca a fabricante japonesa de sanitários Toto, fornecedora de materiais cerâmicos utilizados em equipamentos para fabricação de semicondutores.
Os fabricantes asiáticos de chips vêm registrando lucros expressivos, impulsionados pela IA, beneficiados pelo forte poder de precificação decorrente da escassez de semicondutores. Agora, sinais de restrições de oferta começam a surgir em etapas posteriores da cadeia produtiva, tendência que pode se intensificar com a continuidade dos investimentos.
A maior conscientização dos investidores sobre esses novos gargalos, somada a fatores técnicos de mercado, tem contribuído para a ampliação do interesse por empresas além das grandes fabricantes de chips.
Servidores, conectividade e infraestrutura
Sam Konrad, gestor de portfólio da Jupiter Asset Management, vê oportunidades em empresas taiwanesas responsáveis pela montagem de servidores, como a Hon Hai e a Quanta, além da desenvolvedora de chips MediaTek.
“O ciclo de investimentos em IA vai durar vários anos”, afirmou. “Os investidores provavelmente buscarão empresas que sejam beneficiárias diretas, mas que ainda negociem com múltiplos de avaliação baixos.”
Song Zhe, da BNP Paribas Asset Management, acredita que a próxima etapa da valorização deverá ser mais seletiva. “A próxima fase da alta deve ser específica para determinadas ações, e não uma valorização generalizada dos semicondutores”, afirmou.
Segundo ele, sua equipe está concentrada em empresas ligadas a encapsulamento avançado de chips, substratos, testes, conectividade óptica, energia, sistemas de resfriamento e infraestrutura de servidores em Taiwan e na China, segmentos nos quais as perspectivas de crescimento dos lucros ainda podem justificar as avaliações de mercado.
Além disso, alguns investidores estão direcionando recursos para aplicações de IA além dos chatbots, incluindo robótica e veículos autônomos. Esse segmento emergente, conhecido como “IA física”, recebeu impulso dos esforços da Nvidia para expandir seus negócios nessa área, beneficiando empresas parceiras, como a LG.
Energia surge como novo gargalo
Outro setor que vem atraindo atenção crescente é o de energia, considerado fundamental para sustentar a proliferação de data centers. Fontes nucleares e alternativas de geração ganharam destaque, especialmente em um cenário de alta dos preços do petróleo, provocada pela guerra envolvendo o Irã.
Na Coreia do Sul, empresas, como a HD Hyundai Energy e a Daewoo Engineering & Construction, estão entre os principais destaques do mercado acionário local neste ano.
Na Índia, os investimentos do Adani Group em data centers abastecidos por energia renovável impulsionam o desempenho de suas subsidiárias do setor energético, representando uma das poucas apostas ligadas à inteligência artificial no país.
Jian Shi Cortesi, gestora da GAM Investment Management, considera o fornecimento de energia “o gargalo menos explorado” pelos investidores, mas alerta que a próxima fase da euforia em torno da IA pode envolver riscos maiores.
Segundo ela, caso a demanda por IA não justifique o volume de investimentos realizados, as empresas poderão reduzir seus gastos de capital, deixando o mercado diante de excesso de infraestrutura e de fortes quedas nas avaliações.
Anthropic também está no bolo – Imagem: Samuel Boivin/Shutterstock
Fornecedores asiáticos devem ser beneficiados
Brian Ooi, gestor da Swiss-Asia Financial Services, avalia que as futuras captações de recursos de SpaceX, OpenAI e Anthropic representam um sinal positivo para a manutenção de investimentos em ações relacionadas à IA.
Ele também destaca oportunidades ligadas ao setor energético, especialmente em fabricantes de transformadores, células de combustível, cabos, turbinas a gás e outros equipamentos. Segundo Ooi, as três empresas terão mais recursos para sustentar seus planos de expansão.
“As três grandes ofertas relacionadas à IA fornecerão mais liquidez para que elas continuem investindo em gastos de capital, e elas já possuem planos significativos de investimentos”, afirmou. “Os fornecedores asiáticos serão beneficiados.”
O vestível chama a atenção pela construção robusta, promessa de longa autonomia e monitoramentos avançados para saúde e atividades físicas.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro adere caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
Esse wearable da Huawei apresenta uma tela AMOLED de 1,47 polegadas que atinge brilho de até 3.000 nits. As especificações garantem uma reprodução de cores mais sólidas e visualização do painel sem reflexos sob luz intensa. As presenças do vidro Cristal de Safira e de titânio na caixa de 46 mm fornecem uma proteção ultraresistente.
Os sensores integrados permitem um acompanhamento avançado da saúde e bem-estar, a exemplo da capacidade de análise de arritmia e realização de eletrocardiograma (ECG). Além disso, também é possível aferir a temperatura corporal, obter o nível de saturação de O₂ no sangue e monitorar a frequência cardíaca.
A fabricante afirma que o Huawei Watch GT 6 Pro monitora mais de 100 atividades físicas diferentes. Em relação ao ciclismo, ainda diz que oferece um “medidor de potência virtual” para cálculo do desempenho do ciclista. Aos demais esportes também promete a apuração de dados bem precisos.
(imagem: divulgação/Huawei)
A bateria pode durar um período extenso de até 21 dias com uso leve, segundo a Huawei. Já com o uso moderado, a estimativa é de uma semana, mesmo com o Always On Display habilitado. Em conectividade apresenta compatibilidade a conexões avançadas de Bluetooth 6.0 e GPS multibanda.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção histórica no Mercado Livre por R$ 1.379 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF disponível tem resistência a 5 ATM em água e certificação IP69, assegurando total resistência a poeira e jatos de alta pressão.
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Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)Resumo
A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.
O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.
A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.
Finalmente teremos tela infinita na Apple?
A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)
Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.
Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.
Dois eventos por ano
Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.
O Motorola Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 3.599,10 no Pix com o cupom MOTO500 no Magazine Luiza. Essa oferta representa um desconto de R$ 900 em relação ao preço original do smartphone, lançado ainda esse mês por R$ 4.499. Considerando que esse é um celular fica entre o Edge 70 e o Motorola Signature, a promoção já chama a atenção.
Motorola Edge 70 Pro tem 4 câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 70 Pro traz três câmeras traseiras uma frontal de 50 megapixels. A lente principal captura imagens nítidas por meio de estabilização óptica, a teleobjetiva realiza zoom óptico de 3,5x em aproximações detalhadas, e a ultrawide captura cenários amplos. Todo o conjunto, incluindo a câmera de selfies, recebe validação de cores Pantone e filma em 4K.
Outro destaque do celular da Motorola é a bateria grande, que conta com 6.500 mAh de capacidade e, segundo a fabricante, suporta até 49 horas de uso. Ainda segundo a marca, apenas nove minutos conectados à tomada com o carregador de 90 W já oferecem horas de bateria para o smartphone, aprimorando sua experiência em praticidade.
Em relação ao desempenho, o chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme processa dados com oito núcleos velozes. O circuito integrado opera em conjunto com a memória RAM veloz de 12 GB, que pode ser ampliada até 24 GB via RAM Boost. Essa configuração executa jogos e aplicativos pesados sem travamentos mecânicos.
Motorola Edge 70 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O display AMOLED de 6,78 polegadas exibe um bilhão de cores vivas. A taxa de atualização alcança 144 Hz para movimentações fluidas em animações complexas. A tela atinge a marca impressionante de 5.200 nits, garantindo visualização brilhante de conteúdos sob qualquer luminosidade. E o vidro Gorilla Glass 7i protege toda a região frontal.
O sistema operacional Android 16 promete três anos de atualização, o que pode ser um ponto negativo a longo prazo. Contudo, em relação à durabilidade, vale destacar que o celular conta com certificação IP69 de resistência contra água e poeira e, segundo a Motorola, suporta temperaturas extremas (entre -20ºC e 60ºc) e índice de até 95% de umidade.
O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.
As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.
Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.
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O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon e com o melhor preço desde março, segundo plataforma de monitoramento. O smartwatch premium da fabricante está à venda por R$ 1.599 em até 12x sem juros, valor que representa uma economia de 47% comparado ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem sensores avançados e corpo em titânio
Huawei Watch GT 6 Pro conta com coroa giratória que facilita a navegação (imagem: divulgação/Huawei)
O relógio inteligente da empresa chinesa tem como um de seus destaques a construção robusta. A caixa de formato octagonal tem revestimento em titânio, material ultrarresistente e durável. Além disso, inclui as resistências IP69 e de 5 ATM em água, habilitando seu uso com segurança durante o banho, em piscinas e mergulhos.
O Huawei Watch GT 6 Pro inclui a integração de sensores avançados, a exemplo de possibilitar a aferição da temperatura corporal, nível de saturação de oxigênio no sague e ECG, permitindo o acompanhamento da frequência cardíaca. No âmbito esportivo, promete ser compatível a mais de 100 modos de treino, segundo a Huawei.
A tela AMOLED de 1,47 polegadas fornece boa fidelidade a reprodução das cores e atinge brilho forte com pico de 3.000 nits sob luz intensa. Logo, não vai ser um problema conferir notificações e dados debaixo do sol. O display conta com a proteção do vidro Cristal de Safira, bastante resistente contra arranhões e outras situações.
Huawei Watch GT 6 Pro é indicado principalmente a praticantes de esportes (imagem: Divulgação)
A autonomia prometida pela fabricante de até 21 dias com uso moderado também é outra vantagem positiva do smartwatch. No mais, em termos de conectividade apresenta compatibilidade a Bluetooth 6.0 e GPS multibanda no qual fornece apuração de métricas mais avançadas.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.599 em até 12x sem juros utiliza o sistema HarmonyOS 6.0 compatível a usuários que utilizam smartphones Android e também iPhones.
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iPhone 17 Pro supera rivais em teste e tem melhor desempenho de recarga do mercado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Panorama geral: O iPhone 17 Pro foi eleito o celular com a recarga mais rápida do mercado em testes da CNET, superando 32 modelos na média combinada entre os critérios com e sem fio.
Apenas com cabo: O Galaxy S26 Ultra liderou este segmento, atingindo 76% de carga em 30 minutos com 60 Watts de potência, enquanto o iPhone 17 Pro alcançou 74% no mesmo período com 40 Watts.
Apenas indução: O iPhone 17 Pro dominou a categoria sem fio ao carregar 55% da bateria em 30 minutos, ficando à frente de outros modelos da Apple e do Galaxy S26 Ultra, que atingiu 39%.
O iPhone 17 Pro recebeu o título de celular com o carregamento mais rápido do mercado após testes realizados em laboratório. O modelo top de linha da Apple teve um aproveitamento maior que os outros 32 modelos quando considerados os critérios de recarga por fio e sem fio. Ele ficou à frente do iPhone 17 Pro Max e rivais de marcas como Samsung, Motorola e OnePlus.
Apesar da vantagem no cômputo geral, o celular da maçã ficou atrás do Galaxy S26 Ultra especificamente no carregamento via cabo, dominado pelo top de linha da Samsung. Outros modelos considerados nos testes foram o Galaxy Z Fold 7, Galaxy S25 FE, Moto G Stylus 2025 e OnePlus 15.
Os testes foram feitos com os respectivos cabos que acompanham os aparelhos, todos plugados em um adaptador de tomada com velocidade máxima de carga equivalente ou maior que o celular em questão. Nesse cenário padrão, o Galaxy S26 Ultra chegou aos 76% de bateria nos 30 minutos, enquanto o iPhone 17 Pro ficou com 74%.
Vale reforçar que o modelo da Apple tem suporte a 40 Watts, enquanto o aparelho da Samsung alcançou a carga maior com seus 60 Watts de potência máxima. Ambos foram testados em seus cenários ideais.
Além deles, outros modelos chamaram atenção: o Moto G Style 2025, que também foi a 74%, e o OnePlus 15, com 72%. Logo em seguida aparecem os iPhones 17 e 17 Pro Max, com 69%, mesmo nível de recarga do Galaxy S25 FE.
Recarga sem fio
Ao considerar o carregamento por indução, o iPhone 17 Pro chegou a 55% dentro de 30 minutos, superando outros modelos da maçã, como iPhone 17 Pro Max (53%), iPhone 17 (49%) e iPhone Air (47%). Já o Galaxy S26 Ultra chegou a 39% durante o período.
As avaliações foram realizadas pela equipe técnica do site especializado CNET, que tentou descobrir o comportamento do smartphone com uma recarga partindo de 10%, pelo período de 30 minutos. Eles fizeram duas tabelas: uma com a recarga por cabo e outra com a recarga por indução (nos padrões Qi, Qi2 e Qi2.2). Um dos motivos apontados para a vantagem do iPhone 17 Pro foi o tamanho da bateria, com 4.252 mAh, menor que os 5.000 mAh presentes em outros telefones.
O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, valor que representa um desconto de 40% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a maior oferta desde janeiro de 2026, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Este celular premium tem como principais destaques a tela POLED de 6,7″, 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB e câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro é um dos melhores celulares da Motorola, ficando pouco abaixo do novo Signature. Seu kit de câmeras inclui uma wide com OIS e abertura f/1,8, uma ultrawide com ângulo de 120º e frontal que tira selfies com qualidade, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
No desempenho, o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entrega cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra arranhões e quedas.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de IA da Motorola, por meio de um botão dedicado que aciona recursos como edição inteligente de imagens e assistente virtual. Seu corpo de plástico e polímero de silicone conta com certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 5 W.
O Edge 60 Pro (256 GB), um dos melhores celulares da Motorola, foi atualizado para o Android 16 e deve receber mais dois updates do sistema operacional. O gadget está em promoção por R$ 2.419 no Pix com cupom INFLU200 no Magazine Luiza, um abatimento de 40% sobre o preço original e a maior oferta vista desde janeiro de 2026.
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Apple Vision Pro chamou atenção no lançamento, mas teve vendas fracas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Apple Vision Pro não deve ter uma nova versão nos próximos dois anos, segundo a agência Bloomberg.
A empresa, no entanto, não encerrará o projeto e a equipe do Vision Pro será realocada para desenvolver óculos de realidade aumentada.
Os óculos de realidade aumentada da Apple devem trazer funções como gravação de vídeos e inteligência artificial.
O Apple Vision Pro, headset de realidade virtual da Maçã, não terá uma nova versão pelos próximos dois anos, pelo menos. É o que afirma o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. Segundo ele, não se trata de uma desistência completa do produto, mas o foco será conseguir desenvolver alternativas mais leves e baratas no futuro.
Ainda de acordo com Gurman, a equipe responsável pelo Vision Pro foi realocada para o desenvolvimento desses óculos inteligentes, assim como para atividades voltadas à integração da Apple Intelligence em seus acessórios.
Mudança de foco expõe dificuldades
A Apple lançou o seu Vision Pro em 2023, mas o preço sugerido chamou atenção: US$ 3.499, algo próximo a R$ 17,5 mil na cotação atual. O Tecnoblog testou o produto logo após seu anúncio e o design foi um dos grandes destaques, apesar do tamanho.
Sem nenhuma previsão de lançamento no Brasil, o Apple Vision Pro teve dificuldades nesses quase três anos à venda: segundo divulgado pelo The Guardian, logo no início de 2026 houve um corte na produção do headset pelo insucesso nas vendas.
Apesar de trazer uma proposta que supera o principal concorrente no mercado atualmente, o Meta Quest, o Vision Pro vendeu apenas 45 mil unidades nos últimos meses de 2025.
Meta Quest 3 é o principal concorrente do Apple Vision Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O segmento em si também apresentou uma queda significativa de 14% em relação a 2024, indicando uma desaceleração do mercado. Em contrapartida, a Meta conseguiu impulsionar o sucesso do seu Meta Glasses, com cerca de 7 milhões de unidades vendidas em 2025.
Bem mais leves e intuitivos, os óculos de realidade aumentada (ou óculos com IA) permitem gravar vídeos, ouvir músicas sem a necessidade de fones de ouvido e trazem recursos de inteligência artificial embarcada para atividades do dia a dia.
A proposta é bem mais simples, assim como o investimento: é possível encontrar versões do Meta Ray-Ban a partir de R$ 1.628 no e-commerce nacional, valor bem menos salgado que os R$ 17,5 mil convertidos do Vision Pro ou até os R$ 2.549 cobrados no Meta Quest 3s, versão de entrada do headset da empresa de Mark Zuckerberg.
Apple deve apostar em óculos de realidade aumentada
De acordo com Gurman, o segmento que faz sucesso com a concorrente Meta será a nova aposta da Apple em relação a wearables, inclusive com a transferência do time responsável pelo projeto cancelado do Vision Air para o desenvolvimento desses novos óculos de realidade aumentada.
Até o momento, os rumores apontam para uma primeira versão com uso integrado ao iPhone, tal qual os AirPods, com funções semelhantes às encontradas nos Meta Glasses. Entre elas, vale citar gravação de vídeos, fotos, ligações, identificação de objetos, entre outras interações de realidade aumentada com IA, assim como a função Find My, que integra todos os produtos da Maçã.
Em termos de design, há informações sobre testes feitos com impressão 3D, além de opções em diferentes cores. O desenvolvimento do novo óculos seria acompanhado ainda por outros wearables, como um pingente com Apple Intelligence e AirPods com câmera integrada.
Além da opção integrada ao iPhone, uma outra versão também estaria nos planos, com tela própria e maior independência de hardware, mas previsto apenas para 2028.
iPhone 18 Pro pode manter o preço do atual iPhone 17 Pro (imagem: reprodução/Consomac)Resumo
O iPhone 18 Pro pode manter o preço do iPhone 17 Pro, segundo o analista de mercado Jeff Pu.
Ele afirma que, mesmo com a crise dos chips de RAM que afeta fabricantes de celulares Android, a Apple deve conseguir segurar os preços.
A estratégia pode garantir preços mais agressivos graças à produção em larga escala e à redução de custos em componentes como telas e câmeras.
O iPhone 18 Pro pode manter a mesma faixa de preço do atual iPhone 17 Pro, interrompendo a sequência agressiva de aumentos vista nos últimos lançamentos da Apple. É o que sugere o analista de mercado Jeff Pu, que aponta a atual crise no mercado de memória RAM como um problema para a próxima geração de celulares Android — mas não necessariamente para os modelos da Maçã.
De acordo com o insider, a empresa deve superar a concorrência com uma “estratégia agressiva de preços”, sobretudo no iPhone 18 Pro. Atualmente, o iPhone 17 Pro é comercializado no Brasil por R$ 11.499 na opção de 256 GB. A expectativa é que a próxima geração tenha um valor aproximado.
Conforme divulgado pelo site MacRumors, isso aconteceria devido à produção em larga escala de modelos específicos por parte da Apple, além da diminuição de custos em outros componentes, como tela e câmeras. No entanto, como o próprio Tim Cook declarou, a Maçã não vai passar imune da crise e deve sofrer com o aumento nos preços de memórias.
Expansão de data centers de inteligência artificial é a principal causa da escassez (imagem: divulgação)
Crise de chips afeta fabricantes pelo mundo
A indústria de hardware tem sofrido com a baixa oferta de componentes relacionados à fabricação das memórias RAM, que vêm sendo utilizadas principalmente na expansão dos servidores de inteligência artificial. O setor também sofre impactos da escassez de hélio — insumo essencial na produção de chips —, agravada pelos conflitos no Oriente Médio.
Assim, além de celulares, data centers, computadores e até videogames estão sendo impactados — o prazo para a chegada do PlayStation 6 sofreu atrasos e houve cortes na produção de memory cards da Sony.
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além de renovar sua linha de dobráveis, a Motorola apresentou ao mercado brasileiro o Edge 70 Pro, com preço sugerido de R$ 4.499. O aparelho é um “quase topo de linha”, com muitas especificações avançadas, mas ainda abaixo do Signature, carro chefe da marca.
Entre os destaques, estão quatro câmeras de 50 megapixels, bateria com capacidade para 6.500 mAh e chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme.
Quais são os destaques do Edge 70 Pro?
Edge 70 Pro tem tela de 6,8 polegadas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 70 Pro tem muitas características que poderiam estar em um smartphone flagship e outras que ficam bem próximas. Entre elas, há um trio de câmeras traseiras (principal, ultrawide e teleobjetiva com zoom de 3,5x) de 50 megapixels. A frontal também tem 50 megapixels.
A bateria usa a tecnologia de silício-carbono, atingindo a capacidade de 6.500 mAh e contando com suporte a recarga rápida de 90 W com fio e 15 W sem fio. O Edge 70 Pro usa chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, que trabalha com 12 GB de RAM. No Brasil, estão disponíveis versões de 256 GB e 512 GB.
A tela do aparelho usa tecnologia AMOLED, tem 6,8 polegadas, resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz. Um detalhe de design interessante são as curvas nas quatro bordas.
Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.
A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.
Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.
O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.
Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.
O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)
Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.
O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.
A notificação do Procon
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:
Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação
De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.
A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.
Nesta quinta-feira (30), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou um pronunciamento especial pelo Dia do Trabalho nas rádios e TVs para anunciar um novo programa do governo federal voltado para endividados, o chamado Desenrola.
Segundo Lula, a proposta permitirá renegociações do cartão de crédito, cheque especial, crédito pessoal e Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) com juros de até 1,99% e descontos de 30% a 90%. O trabalhador poderá utilizar 20% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).
E as bets?
“Agora, o que não pode é renegociar a dívida e continuar perdendo dinheiro apostando em bet. Por isso, quem aderir ao Novo Desenrola Brasil ficará bloqueado por um ano em todas as plataformas de apostas on-line. Não é justo que as mulheres tenham que trabalhar ainda mais para pagar as dívidas de jogo dos maridos”, informou o presidente.
Ou seja, se você quer aderir ao Desenrola e também aposta em bets, não poderá apostar pelo período de um ano. Lula afirmou que não foi em seu governo que as bets entraram no Brasil, “mas é nosso governo que vai colocar um limite à destruição que elas vêm causando”.
Presidente brasileiro bradou contra as bets – Imagem: casa.da.photo/Shutterstock
O presidente falou, ainda, do projeto que quer acabar com a escala 6×1 de trabalho;
Para Lula, não faz sentido, em pleno século XXI, com a evolução da tecnologia, que milhões de brasileiros trabalhem seis dias por semana e descansem apenas um;
Ele também citou a crise do petróleo gerada pela guerra entre Estados Unidos e Irã;
Ressaltou ainda as medidas tomadas em prol dos trabalhadores, como a alíquota zero do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil;
Para encerrar, comentou sobre a liberação antecipada do 13º salário para aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a licença-paternidade, a conta de luz zerada para quem consome até 80 kW e o programa Gás do Povo.
A Justiça Federal de São Paulo decidiu suspender a multa diária de R$ 250 mil aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) ao WhatsApp. A decisão favorável à empresa foi proferida na quarta-feira (29), e os advogados da companhia comunicaram a autarquia sobre a sentença no dia seguinte, quinta-feira (30).
Whatsapp vence (temporariamente) Cade na Justiça
A penalidade havia sido imposta no âmbito de um inquérito conduzido pelo Cade, que investiga suposto descumprimento de medida preventiva relacionada ao funcionamento da plataforma;
A determinação do órgão exigia que a Meta, controladora do WhatsApp, mantivesse o acesso gratuito de inteligências artificiais (IA) de terceiros ao serviço de mensagens — algo que, atualmente, é cobrado;
Além disso, o Cade também questiona a política de preços adotada pela empresa para a utilização da API do WhatsApp Business, ferramenta voltada a empresas que utilizam o aplicativo para comunicação com clientes.
Em nota, um porta-voz da Meta afirmou que considera que o Cade extrapolou suas atribuições ao exigir a gratuidade do acesso à plataforma. “Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, declarou a companhia (leia a nota completa abaixo).
Meta, dona do WhatsApp, se mostrou satisfeita com a decisão – Imagem: jackpress/Shutterstock
A empresa sustenta que sua estrutura de custos possui justificativa comercial e afirma que a cobrança de US$ 0,0625 (R$ 0,31) por mensagem está respaldada pela legislação vigente, além de ser equivalente a tarifas praticadas por outras empresas tanto no Brasil quanto no exterior.
A origem do caso remonta a setembro de 2025, quando as startups Luzia e Zapia apresentaram denúncias ao Cade sobre mudanças nos termos de uso do WhatsApp Business. Em março deste ano, o tribunal do órgão antitruste rejeitou um recurso da Meta e determinou o retorno às condições anteriores à alteração desses termos.
Com a decisão da Justiça Federal, a multa diária fica suspensa enquanto o caso segue em discussão, em segredo de Justiça. Contudo, o Olhar Digital obteve acesso à solicitação dos advogados da Meta. Leia aqui.
A seguir, leia a nota completa enviada por um porta-voz da Meta:
“Estamos satisfeitos que a Justiça brasileira tenha reconhecido nossas preocupações em relação à decisão do CADE. Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições. Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA.”
O Galaxy Buds 3 Pro entrou em oferta por R$ 1.286 em até 10x sem juros de R$ 126,80 na Amazon. Lançado originalmente por R$ 2.199, o fone de ouvido premium da Samsung com cancelamento de ruído e Galaxy AI fica 46% mais barato nesta promoção.
Galaxy Buds 3 Pro entrega áudio em alta definição, cancelamento de ruído e recursos de IA
Galaxy Buds 3 Pro oferece recurso de IA, como cancelamento de ruído adaptativo (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Buds 3 Pro conta com alto-falantes bidirecionais e amplificador duplo, entregando uma experiência com alta definição e mínima distorção. Além disso, o Seamless CODEC de 24 bits reproduz o áudio com agudos mais nítidos e graves vibrantes.
O acessório com Galaxy AI tem recursos adaptativos de equalização (Adaptive EQ) e cancelamento de ruído ativo (Adaptive ANC). Isso significa que ele utiliza um algoritmo para analisar o som ao redor do usuário e otimizar automaticamente os modos de escuta.
Para quem viaja para o exterior, o Galaxy Buds 3 Pro oferece os modos Escuta e Conversação baseados em IA. Com auxílio de um smartphone Galaxy, o próprio fone de ouvido realiza tradução em tempo real para o idioma escolhido pelo usuário.
Galaxy Buds 3 Pro trazm o visual Light Blades com pontas de silicone para maior isolamento (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Com design ergonômico e leve (5,4 g cada bud), o fone da Samsung foi feito para o uso confortável durante longas sessões de uso. Ele ainda tem pontas de silicone para maior isolamento sonoro e oferece controle por toque para ajustar o volume ou pular uma música.
O acessório garante até 6 horas de reprodução com o cancelamento de ruído ativo ligado, podendo atingir até 7 horas se o recurso ANC for desligado. Já a caixa de transporte e recarga traz um “banco de energia” de até 30 horas de uso.
Por fim, o Galaxy Buds 3 Pro (R$ 1.286 em até 10x sem juros) tem Bluetooth 5.4 e recurso Auto Switch, que detecta e transfere as atividades entre dispositivos. Ademais, o fone de ouvido tem certificação IP57 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 1 metro por 30 minutos.
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Motorola aposta em design para conquistar clientes (imagem: divulgação)Resumo
O Edge 70 Pro da Motorola tem três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de 6.500 mAh.
Ele é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8500 Extreme, 12 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento.
A tela do Edge 70 Pro é AMOLED de 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
Além de dois novos modelos da linha Razr 70, a Motorola apresentou o Edge 70 Pro nesta quarta-feira (29/04). Ele tem características bastante avançadas, como três câmeras traseiras e uma frontal de 50 megapixels, recarga rápida de 90 W e bateria de silício-carbono com capacidade para 6.500 mAh. Por enquanto, nada de lançamento no Brasil.
O modelo Pro da linha Edge, em algumas das gerações passadas, costumava ser o smartphone mais avançado da Motorola entre os modelos de formato tradicional. Isso não é mais verdade, já que agora esse posto pertence ao Signature, aposta da empresa para brigar com Apple e Samsung no chamado segmento ultrapremium.
Mesmo assim, não tem como fugir da comparação, e algumas pequenas diferenças separam o Edge 70 Pro e o Signature.
Chip MediaTek e câmeras menos avançadas
Uma dessas diferenças entre os dois está no chip do Edge 70 Pro: um MediaTek Dimensity 8500 Extreme. Os 12 GB de RAM são os mesmos, e há opções de até 1 TB de armazenamento.
As câmeras empregadas pelo Edge 70 Pro também são parecidas, mas não iguais. Apesar de terem 50 MP, assim como o modelo mais caro, elas usam sensores menores. A captação de luz deve continuar boa, mas o Signature está em um patamar superior.
Edge 70 Pro tem tela de 6,78 polegadas (imagem: divulgação)
Na traseira, o trio é composto por uma principal com sensor Sony Lytia 710, uma ultrawide com 122 graus de ângulo de visão e uma teleobjetiva com zoom óptico de 3,5x. A câmera frontal se destaca pela abertura de f/1,9.
Tela e carregamento muito parecidos
A partir daí, começam a surgir mais similaridades entre os modelos. A tela é uma AMOLED 6,8 polegadas com resolução 1.5K, 144 Hz de taxa de atualização e curvas nas quatro bordas.
O smartphone oferece suporte a recarga de até 90 W com fio e 15 W sem fio. A bateria é até maior, com 6.500 mAh (o Signature tem capacidade para 5.200 mAh).
O CEO da OpenAI, Sam Altman, emitiu um pedido oficial de desculpas à comunidade de Tumbler Ridge, no Canadá, por não ter acionado as autoridades sobre as atividades de Jesse Van Rootselaar. O suspeito é apontado como autor de um massacre em fevereiro que resultou na morte de oito pessoas.
Em carta datada de 23 de abril, Altman expressou condolências e admitiu que a empresa falhou ao não contatar a polícia sobre Van Rootselaar, que teve sua conta no ChatGPT suspensa em junho do ano passado após o sistema de segurança da plataforma identificar conteúdos preocupantes.
“Quero expressar minhas mais profundas condolências a toda a comunidade. (….) Ninguém deveria jamais ter que passar por uma tragédia como esta.”
Trecho da carta de Sam Altman
Mensagens violentas foram ignoradas pela liderança
De acordo com relatos obtidos pelo The Wall Street Journal, o sistema de revisão automatizada da OpenAI sinalizou internamente mensagens do suspeito que descreviam cenários de violência extrema. Na época, embora funcionários tenham interpretado os textos como um indicativo de perigo real e urgido pela denúncia às autoridades canadenses, a liderança da empresa optou por apenas banir o usuário, sem envolver a polícia.
Após o crime em fevereiro, a polícia identificou Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, como a principal suspeita. A OpenAI revelou posteriormente que, após a divulgação da identidade da suspeita, descobriu uma segunda conta que ela utilizava para acessar o chatbot.
Mudanças nos protocolos de segurança
Como resposta à tragédia, a OpenAI afirmou ter reforçado seus protocolos de segurança. A empresa garantiu que, sob as novas regras, uma conta com o mesmo teor de mensagens seria denunciada imediatamente às autoridades se fosse descoberta hoje.
O compromisso de Altman inclui:
Colaboração contínua com governos para prevenir futuras tragédias.
Aperfeiçoamento dos sistemas de detecção proativa de ameaças.
Transparência no diálogo com as comunidades afetadas.
Pressão por regulamentação no Canadá
O caso intensificou o debate sobre a regulação de inteligência artificial no Canadá. Membros do Partido Liberal aprovaram recentemente uma resolução não vinculativa que pede a proibição do uso de chatbots de IA para menores de 16 anos.
O ministro encarregado da pasta de IA no país, Evan Solomon, e outros funcionários de alto escalão confirmaram que estão considerando novas regulamentações para o setor, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento, segundo o WSJ.
A startup chinesa DeepSeek acaba de elevar o tom na disputa pela supremacia da inteligência artificial. Nesta sexta-feira (24), a empresa lançou uma prévia do DeepSeek V4, seu mais novo modelo que promete não apenas competir, mas superar os atuais líderes de mercado em tarefas complexas de desenvolvimento de software.
De acordo com testes da consultoria Vals AI, mencionada pelo The New York Times, o V4 apresentou um desempenho em escrita de código superior a qualquer outro sistema de código aberto disponível, estreitando drasticamente a vantagem que gigantes como OpenAI e Anthropic mantinham até então.
O poder dos agentes de IA
A proficiência do DeepSeek V4 em programação não interessa apenas aos desenvolvedores. Essa habilidade é o motor principal para a criação de agentes de IA, isto é, sistemas autônomos que podem utilizar outros softwares (como planilhas, e-mails e calendários) para executar tarefas complexas sem supervisão humana constante.
Além do ganho de produtividade, o avanço traz novos desafios para o setor de segurança digital. Segundo o jornal, a capacidade de escrever código com precisão permite que a IA identifique vulnerabilidades em redes de forma muito mais rápida, servindo tanto para o fortalecimento da cibersegurança quanto para potenciais ataques.
Estratégia chinesa: o código aberto como arma
Diferente das empresas do Vale do Silício, que guardam seus modelos mais potentes a sete chaves, a China adotou o open-source como estratégia de expansão global. O objetivo é claro: tornar a tecnologia chinesa o padrão mundial por meio da acessibilidade.
Domínio de mercado: no último ano, modelos chineses já representavam cerca de um terço do uso global de IA.
Influência global: países como a Malásia já confirmaram que sua infraestrutura nacional de IA será baseada na tecnologia da DeepSeek, conforme apurado pelo The New York Times.
Adoção em massa: desenvolvedores de mercados emergentes, da Nigéria à Malásia, preferem o modelo chinês por ser mais barato e flexível para experimentação.
Geopolítica e a “técnica de imitação”
O sucesso da DeepSeek ocorre apesar das sanções dos EUA, que tentam limitar o acesso da China a chips de alto desempenho. No entanto, rivais americanos sugerem que o crescimento acelerado da startup pode ter um “atalho”.
Executivos da OpenAI e da Anthropic afirmam que a DeepSeek utiliza um processo chamado destilação. Na prática, isso significa “treinar” um modelo novo fazendo milhões de perguntas a uma IA superior (como o GPT-4) e ensinando o modelo menor a imitar seu comportamento.
Nesta quinta-feira (23), o governo dos Estados Unidos acusou formalmente a China de conduzir uma campanha de roubo de propriedade intelectual voltada para inteligência artificial em “escala industrial”. De acordo com o documento vazado, entidades estrangeiras estão engajadas em esforços para “destilar” sistemas de IA de fronteira desenvolvidos nos EUA.
Apesar das críticas, o “momento DeepSeek” consolidou 2025 e o início de 2026 como a era da explosão das IAs chinesas. Gigantes como Alibaba e ByteDance (dona do TikTok) também entraram na onda, liberando modelos como o Qwen, que já soma mais de um bilhão de downloads, conforme o jornal.
As ações da Nvidia fecharam em alta recorde nesta sexta-feira (24) pela primeira vez desde outubro, empurrando o valor de mercado da empresa para além dos US$ 5 trilhões (R$ 25 trilhões) mais uma vez, em meio ao movimento dos investidores em direção ao setor de chips de inteligência artificial (IA) antes dos resultados das grandes empresas de tecnologia na próxima semana.
As ações subiram 4,3% para fechar a US$ 208,27 (R$ 1.043,08). A Nvidia acumula alta de mais de 14 vezes desde o final de 2022, impulsionada pela crescente demanda por serviços e modelos de IA. As unidades de processamento gráfico (GPUs, na sigla em inglês) da Nvidia são utilizadas por Google, Microsoft, Meta e Amazon, bem como pelos desenvolvedores de modelos de IA OpenAI e Anthropic.
O movimento de sexta foi provocado pelos resultados melhores que o esperado da Intel, divulgados na quinta-feira (23). A fabricante de chips havia sido amplamente deixada de fora do mercado de IA até recentemente. As ações da Intel dispararam 24%, seu melhor desempenho desde 1987.
A AMD, que compete com Nvidia e Intel, saltou 14%, enquanto a fabricante de chips para dispositivos móveis Qualcomm subiu 11%. Os investidores vinham se afastando das ações de tecnologia de grande capitalização conforme os preços do petróleo disparavam devido à guerra no Irã e às interrupções da cadeia de suprimentos que se seguiram.
Resultados das concorrentes animaram os investidores da Nvidia – Imagem: alexgo.photography/Shutterstock
Amplos segmentos da tecnologia voltaram a favor recentemente, com a demanda por infraestrutura de IA não mostrando sinais de desaceleração. O Nasdaq agora sobe 15% em abril, caminhando para seu melhor mês desde abril de 2020.
A Nvidia enfrenta crescente competição em IA. A Alphabet, grande cliente da Nvidia, anunciou novos chips que tentarão competir com as ofertas da Nvidia quando ficarem disponíveis para clientes em nuvem ainda este ano.
Fones de ouvido Bluetooth são ótimas opções de presente para o Dia das Mães, unindo versatilidade de uso e praticidade. Em 2026, marcas como Samsung, Apple e JBL oferecem modelos variados, dos mais básicos aos fones premium, com cancelamento ativo de ruído e som Hi-Fi.
O Achados do Tecnoblog reuniu as melhores ofertas do momento para ajudar na escolha. A lista inclui modelos de diferentes categorias e preços a partir de R$ 214 — veja qual é o ideal para presentear.
Os AirPods de 3ª Geração estão sendo vendidos por R$ 1.249 em até 10x sem juros na Amazon. O valor representa uma redução de 48% pelo wearable lançado pela Apple em 2021 por R$ 2.399. Entre os destaques, entrega áudio espacial aprimorado e um equalizador adaptativo de acordo com o estilo da música para elevar a experiência sonora.
Um ponto a ser levado em consideração, por ser um modelo mais antigo, é a dependência ao carregamento exclusivo via conexão Lightning.
AirPods Pro 3 mede frequência cardíaca e tem ANC aprimorado
Os AirPods Pro 3 são os fones de última geração da Apple e entregam desempenho em todos os sentidos. A começar pelo recurso ANC duas vezes melhor ao antecessor, segundo a empresa. O gadget traz o chip H2 com alto alcance dinâmico para graves. Um sensor inédito em cada fone permite acompanhar a frequência cardíaca através do app Fitness.
Já em questão de conectividade, apresenta Bluetooth 5.3 e compatibilidade com carregamento USB-C e também MagSafe. A certificação IP57 entrega boa resistência contra poeira e água. Atualmente estão à venda na Amazon por R$ 2.108 no Pix.
O Galaxy Buds 3 está por R$ 799 no Pix em oferta no Mercado Livre, o que significa uma redução de 53% comparado ao preço original de R$ 1.699. O gadget da Samsung possui áudio Hi-Fi de 24 bits que entrega alta definição e fidelidade as músicas.
Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, apresenta função ANC adaptativa que reconhece o nível de ruído do ambiente e o modo Detecção de Voz que reduz o volume e ativa o som ambiente quando identifica que o usuário está em uma conversa.
Galaxy Buds Core conta com Galaxy AI e certificação IP54
O Galaxy Buds Core são os fones custo-benefício da Samsung. A melhor oferta encontrada hoje faz ele custar R$ 225 no Pix no Mercado Livre. Integrado com o Galaxy AI, possui função de Intérprete em Tempo Real para permitir a comunicação em outro idioma. Além disso, a autonomia de até 35 horas com ANC desativado impressiona.
QCY H3 Pro possui 3 níveis de ANC e bateria para até 55 horas
O fone de ouvido over-ear QCY H3 Pro está disponível por R$ 359,10 no Pix com o cupom ABRIL5 no Magazine Luiza. O valor é um pouco abaixo ao praticado pela loja oficial. O modelo apresenta ficha técnica interessante com drivers potentes de 40 mm, três níveis de ANC e conexão multiponto que permite parear com dois dispositivos simultaneamente.
JBL Tune 520BT é dobrável e possui conexão multiponto
O JBL Tune 520BT é uma boa opção de fone on-ear com boa relação custo-benefício. O dispositivo está à venda em oferta no Magazine Luiza por R$ 214 no Pix. Os destaques são a tecnologia JBL Pure Bass no qual entregam graves bem profundos e a autonomia extensa de até 57 horas. O design dobrável também facilita o transporte em mochilas ou bolsas médias.
O JBL Wave Buds 2 é outra opção de custo-benefício pelo que entrega. Uma das funções principais, o Smart Ambient possibilita controlar o nível de vedação para abafar os ruídos externos indesejados. Além disso, o Bluetooth 5.3 entrega boa estabilidade de conexão ao smartphone. O dispositivo sai por R$ 239 em até 7x sem juros na Amazon.
JBL Wave Beam 2 tem certificação IP54 e até 40 horas de vida
Assim como o Wave Buds 2, o JBL Wave Beam 2 é um fone de entrada que no geral entrega uma boa proposta. O gadget também possui a função Smart Ambient para vedar sons externos e conexão multiponto que permite pareamento com dois dispositivos simultâneos. O fone de ouvido sai com 31% de desconto, por R$ 255 em até 8x sem juros na Amazon.
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O iPhone 17 Pro (256 GB) entrou em oferta por R$ 8.729,32 no Pix aplicando o cupom de R$ 250 OFF na página do produto no Mercado Livre. Lançado em setembro de 2025 por R$ 12.999, o smartphone premium da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED recebe um desconto de 33% nesta promoção.
iPhone 17 Pro tem display de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e chipset de alto desempenho
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro tem uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com moderno design Dynamic Island, promovendo notificações interativas. O display com taxa de atualização de 120 Hz promete imagens fluidas e detalhadas com os recursos True Tone, ProMotion e HDR.
O telefone traz uma câmera tripla traseira com sensores de 48 MP capazes de filmar em 4K com zoom óptico de 4x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 18 MP registra selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de captar vídeos em 4K.
Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 17 Pro é alimentado pelo chip Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno podem ser limitados para alguns usuários, exigindo o uso do iCloud para expandir a memória do aparelho.
iPhone 17 Pro tem câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Apple conta com uma bateria de 3.998 mAh que, segundo a fabricante, garante uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 40 W, capaz de ir de 0 a 50% em 20 minutos na tomada.
Na parte de software, o telefone vem de fábrica com o iOS 26 e terá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. Além do suporte para eSIM, ele oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação.
Trazendo o design premium da Maçã, o iPhone 17 (R$ 8.729,32 no Pix utilizando o cupom de R$ 250 OFF na página) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro com Ceramic Shield. Para mais, o dispositivo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo sobreviver a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.
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Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)Resumo
A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.
A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.
A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.
Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.
Estética em linha com a Apple
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)
O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.
O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.
Hardware e câmeras
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)
Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:
Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.
Preço e disponibilidade
Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).
Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.
Este celular intermediário premium tem como destaques a tela POLED de 6,7″, câmeras de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e até 24 GB de RAM
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro inluem wide, ultrawide e frontal de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Pro, que figura entre os melhores celulares da Motorola, possui um kit de câmeras similar ao do novo Motorola Signature: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma frontal para tirar selfies, todas de 50 MP. A telefoto com zoom óptico de 3x possui 10 MP no modelo de 2025 e 50 MP no gadget mais recente.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via recurso RAM Boost dão conta do desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas traz taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos e arranhões.
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro suporta o Moto AI, a suíte de IA da Motorola, com um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens e assistente virtual. O gadget é reforçado pela certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Este celular é compatível com redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de generosos 6.000 mAh promete autonomia de até 45 horas de uso segundo a fabricante, suportando carregamento rápido de até 90 W no USB-C e de 15 W sem fio.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) foi atualizado para o Android 16 e deve receber apenas mais dois updates do sistema operacional, parando no Android 18. Um dos melhores celulares da companhia norte-americana sai por R$ 2.469 no Pix com o cupom BLACKAPPTN disponível apenas no app do Magazine Luiza.
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O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) entrou em promoção por R$ 2.694 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Motorola, lançado por R$ 3.999, com tela pOLED e bateria com ampla autonomia tem desconto de 33% nesta oferta.
Edge 60 Pro tem 24 GB de RAM, tela de 120 Hz e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro traz tela pOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro usa o chipset de alto desempenho MediaTek Dimensity 8350 Extreme e até 24 GB de RAM por meio do recurso RAM Boost. Já os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para mídias, apps e outros arquivos do dia a dia.
O telefone conta com tela pOLED de 6,7 polegadas, entregando uma ampla área de trabalho com resolução Super HD 1.5K e taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens fluidas e detalhadas, o painel ainda tem brilho máximo de 4.500 nits e suporte ao recurso HDR10+.
Para fotos e vídeos, o Edge 60 Pro possui uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP com zoom híbrido de até 50x e suporte para registros em 4K. Fugindo dos padrões, a câmera frontal de 50 MP promete selfies detalhadas e vídeos em 4K.
Motorola Edge 60 Pro inclui recursos específicos de IA, incluindo um botão dedicado para a funcionalidade (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone da Motorola adota uma bateria de incríveis 6.000 mAh que, segundo a marca, garante até 45 horas de uso. Além disso, o carregamento rápido de 90 W do telefone vai de 0 a 100% em apenas 6 minutos na tomada.
Extremamente reforçado, o telefone tem certificado de resistência IP68/IP69 que o protege contra: poeira, areia, jatos d’água e imersão em água doce por até 1,5 metro de profundidade pelo tempo limite de 30 minutos. Enquanto isso, o certificado militar MIL-STD-810H garante proteção contra umidade e temperaturas extremas.
Fechando o pacote, o Motorola Edge 60 Pro (R$ 2.694 no Pix) tem conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC. O telefone sai da caixa com o Android 15, mas a marca promete somente duas grandes atualizações do sistema operacional.
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Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.
O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.
De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.
O que mudaria na Dynamic Island?
O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.
A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.
Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Traseira com novos materiais
Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.
Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.
Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.
De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está saindo por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 54% sobre o preço original de R$ 2.499. O acessório também pode ser adquirido por R$ 1.199 em 10x sem juros.
O relógio inteligente possui tela AMOLED com brilho de até 3.000 nits e suporta mais de 100 atividades esportivas diferentes, além de seus sensores avançados oferecerem monitoramento detalhado da saúde do usuário.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria de longa duração
Huawei Watch Fit 4 Pro resiste a até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
O Huawei Watch Fit 4 Pro se destaca por sua tela AMOLED de 1,82 polegada com brilho de até 3.000 nits, que garante visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O painel é revestido pelo vidro cristal de safira e recebe uma moldura de titânio, que juntos adicionam proteção contra riscos e arranhões e resistência contra corrosão.
O corpo robusto de alumínio do gadget atende à norma EN13319 de profundidade, o que o torna apto para uso em esportes aquáticos ao resistir até 40 metros de profundidade. A adição da certificação IP6X que o protege contra poeira, e a resistência geral de até 5 ATM complementam o combo de proteção.
O acessório traz suporte a mais de 100 atividades esportivas diferentes e conta com recursos avançados para monitoramento da saúde, como teste de apneia, monitoramento do sono e do ciclo menstrual, contador de calorias, ECG e oxigenação do sangue.
Também é possível acessar o Huawei Health+, que oferece serviços premium como planejamento alimentar e de treinos. Tornando o smarwatch ainda mais completo para quem quiser assinar.
Contudo, o Huawei Watch Fit 4 Pro possui suporte à conectividade apenas Bluetooth e apresenta limitações quanto ao uso como ferramenta de auxílio em emergências: ele precisa estar pareado a um smartphone e o app Huawei Health configurado para chamar contatos específicos.
Sua bateria de 400 mAh possui autonomia de até 10 dias de uso longe da tomada, e o gadget suporta sistemas de posicionamento GPS, GLONASS, GALILEO, QZSS e BDS (BeiDou), recurso importante para determinar a posição correta durante a prática de esportes ou em uma emergência.
O Huawei Watch Fit 4 Pro está em oferta por R$ 1.139 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 54% em comparação ao valor de lançamento. Lembrando que o gadget ainda pode ser comprado por R$ 1.199 em 10x sem juros.
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Huawei Watch Fit 4 Pro possui tela AMOLED, sensores avançados e bateria de longa duração; smartwatch recebe desconto de 54% no Pix sobre preço de lançamento
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em promoção por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 36% em relação ao preço de lançamento de R$ 4.999.
O celular intermediário premium tem como atrativos uma tela POLED de 6,7″, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB.
Motorola Edge 60 Pro tem câmeras de 50 MP e tela de 120 Hz
Tela do Motorola Edge 60 Pro tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro é um celular intermediário premium equipado com um painel POLED de 6,7 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits que oferece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e os 12 GB de RAM expansíveis até 24 GB via RAM Boost entregam desempenho alto e robusto em multitarefa, apps e games mais exigentes. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço mais do que suficiente para guardar fotos, vídeos e arquivos.
O kit de câmeras traz sensores wide com estabilizador óptico de imagem (OIS) e ultrawide, dupla voltada a cenas com grande campo de visão, e frontal para captura de selfies com qualidade, todos de 50 MP; somente a telefoto traseira com zoom óptico de 3x para aproximações possui menor resolução, 10 MP. Todas gravam vídeos em 4K.
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Motorola Edge 60 Pro possuem 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Motorola Edge 60 Pro é um composto de plástico e polímero de silicone reforçado pelo combo de certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos em água doce de até 1,5 m por no máximo 30 minutos.
O gadget traz um interessante botão dedicado ao Moto AI, a suíte de inteligência artificial da Motorola, que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente, criação de playlists baseadas no humor do usuário, e outras funções.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 6.000 mAh resiste a até 45 horas de uso moderado, segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de até 90 W via USB-C, sendo capaz de injetar uma carga para um dia inteiro de uso em apenas 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e deve receber apenas mais duas atualizações do sistema operacional. O celular intermediário premium sai por R$ 3.178 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 36% em relação ao valor original.
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A Anthropic anunciou um acordo com o Google e com a Broadcom para ampliar sua infraestrutura de computação em inteligência artificial. A iniciativa busca sustentar o crescimento acelerado da demanda pelos modelos da linha Claude, especialmente no segmento corporativo.
Segundo a empresa, os novos contratos expandem o uso das unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google Cloud (chips desenvolvidos para tarefas avançadas de IA). O acordo também aprofunda uma parceria que já existe desde outubro de 2025. Na ocasião, o acordo previa mais de um gigawatt de capacidade computacional – número que, agora, será ampliado.
A Anthropic não divulgou oficialmente os detalhes completos da expansão, incluindo a quantidade de poder computacional prevista. No entanto, documentos recentes da Broadcom indicam que o novo contrato pode envolver até 3,5 gigawatts de poder computacional.
Segundo o TechCrunch, a maior parte dessa estrutura deverá ser instalada nos Estados Unidos, alinhada ao plano da empresa de investir US$ 50 bilhões em infraestrutura no país. A nova capacidade deve entrar em operação a partir de 2027.
De acordo com a companhia, o movimento representa o maior investimento em computação já realizado pela Anthropic até o momento:
Essa parceria inovadora com o Google e a Broadcom é uma continuidade da nossa abordagem disciplinada para escalar a infraestrutura: estamos construindo a capacidade necessária para atender ao crescimento exponencial que temos visto em nossa base de clientes, ao mesmo tempo em que permitimos que Claude defina a fronteira do desenvolvimento de IA. Estamos fazendo nosso maior investimento em computação até o momento para acompanhar nosso crescimento sem precedentes.
Krishna Rao, CFO da Anthropic
Nem a briga com o governo dos EUA foi suficiente para barrar a demanda pelo Claude – Imagem: RixAiArt / Shutterstock
Expansão da Anthropic e do Claude
O anúncio ocorre em meio a uma rápida expansão do negócio da Anthropic. A desenvolvedora registrou um salto expressivo em sua receita anualizada, que passou de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para cerca de US$ 30 bilhões atualmente. A base de clientes também cresceu, com mais de mil empresas gastando acima de US$ 1 milhão por ano com as soluções.
Esse avanço foi impulsionado pela adoção crescente de modelos de IA generativa em ambientes corporativos. A empresa também concluiu recentemente uma rodada de financiamento Série G de US$ 30 bilhões, que elevou sua avaliação de mercado para US$ 380 bilhões.
Apesar do crescimento, a Anthropic já foi apontada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como um potencial risco para a cadeia de suprimentos – um fator que, por ora, não impediu a expansão da demanda pelos serviços. O Olhar Digital deu os detalhes sobre a briga da empresa com o governo norte-americano neste link.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
A Intel anunciou, nesta terça-feira (7), que participará do projeto Terafab, complexo de fabricação de chips de inteligência artificial (IA) idealizado por Elon Musk em parceria com a SpaceX e a Tesla. A iniciativa tem como objetivo desenvolver processadores capazes de sustentar as ambições do bilionário em áreas, como robótica e infraestrutura de data centers.
Após o anúncio, as ações da Intel subiram mais de 2%, segundo a Reuters. A empresa também divulgou uma imagem em que seu CEO, Lip-Bu Tan, aparece apertando as mãos de Musk, informando que recebeu o empresário em seu campus no último fim de semana.
A entrada da Intel no projeto ocorre meses depois de Musk apresentar planos para que a Tesla construa uma gigantesca fábrica de chips de IA, voltada a acelerar o desenvolvimento de tecnologias autônomas. Na ocasião, ele já havia sugerido a possibilidade de colaboração com a fabricante de semicondutores.
Segundo a Intel, suas capacidades industriais devem acelerar o objetivo do Terafab de produzir um terawatt por ano em capacidade computacional, com foco em avanços futuros em IA e robótica.
Em publicação no X, Lip-Bu Tan afirmou: “Elon tem um histórico comprovado de reinventar indústrias inteiras. Isso é exatamente o que é necessário na fabricação de semicondutores hoje. O Terafab representa uma mudança significativa na forma como lógica de silício, memória e empacotamento serão construídos no futuro.”
Elon has a proven track record of reimagining entire industries. This is exactly what is needed in semiconductor manufacturing today. Terafab represents a step change in how silicon logic, memory and packaging will get built in the future. Intel is proud to be a partner and work… https://t.co/PmzsTLNmad
No mês passado, Musk afirmou que sua empresa de foguetes, a SpaceX — que recentemente se fundiu com a empresa de redes sociais e inteligência artificial xAI —, junto com a Tesla, pretende construir duas fábricas avançadas de chips em um grande complexo em Austin, Texas (EUA).
Uma dessas unidades será voltada para veículos e robôs humanoides, enquanto a outra será projetada para data centers de IA no espaço.
Paralelamente, a SpaceX entrou com pedido confidencial para realizar uma oferta pública inicial (IPO) nos Estados Unidos, o que pode resultar em uma das maiores aberturas de capital da história. A expectativa é de que o lançamento no mercado ocorra ainda este ano.
Para a Intel, que vinha ficando atrás de concorrentes na corrida pela IA, a parceria tende a reforçar a confiança dos investidores à medida que seus esforços de reestruturação avançam;
A empresa vem registrando melhora financeira, impulsionada pelo aumento da demanda por seus processadores;
“A Intel precisa mostrar que pode atender os maiores clientes em seus projetos mais importantes, e isso parece ser o caso com a parceria com a Tesla”, afirmou o analista Gil Luria, da D.A. Davidson, à Reuters, classificando o movimento como um “passo importante” na reestruturação da companhia;
Sob a liderança de Lip-Bu Tan há mais de um ano, a Intel vem adotando medidas agressivas para recuperar sua saúde financeira, incluindo cortes de empregos e venda de ativos;
A empresa também recebeu bilhões de dólares em investimentos da Nvidia e do governo dos Estados Unidos, que atualmente é seu maior acionista.
Um dos pilares da estratégia de recuperação é o negócio de fabricação de chips sob contrato, conhecido como Intel Foundry, que ainda registra prejuízos significativos. Em 2025, a divisão teve um prejuízo operacional de US$ 10,3 bilhões (R$ 53,3 bilhões), enquanto sua receita cresceu apenas 3%.
Apesar disso, a Intel tem apostado na tecnologia de fabricação 18A. No mês passado, a companhia indicou que essa tecnologia poderá ser oferecida a clientes externos, após ter sido utilizada majoritariamente para fins internos no ano anterior.
O Motorola Edge 60 Pro (256 GB) está disponível por R$ 3.236,15 no Pix no Mercado Livre. Lançado originalmente por R$ 4.999, o smartphone premium da Motorola com ampla bateria e tela pOLED recebe um desconto de 35% nesta oferta.
Motorola Edge 60 Pro tem tela pOLED, câmera com Moto AI e bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro tem um conjunto de câmera traseira liderado por um sensor de 50 MP da Sony (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro tem uma ampla tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução Super HD 1.5K e brilho máximo de 4.500 nits. O painel com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ ainda promete imagens fluidas e detalhadas em vídeos e jogos.
O telefone com Moto AI apresenta uma câmera tripla traseira com sensor principal Sony Lytia 700C de 50 MP e suporte para vídeos em 4K e fotos com zoom híbrido de até 50x. Já a câmera frontal de 50 MP também registra vídeos em 4K e selfies extremamente detalhadas.
Um dos principais atrativos do Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh com autonomia para até 45 horas de uso moderado. O aparelho ainda conta com carregamento rápido de até 90 W, podendo ir de 0 a 100% em somente 6 minutos.
Motorola Edge 60 Pro influi o MotoAI e um botão dedicado para a Inteligência Artificial (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O smartphone premium da Motorola adota o chipset de alto desempenho Mediatek Dimensity 8350 Extreme combinado com até 24 GB de RAM via RAM Boost. Então, os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para mídias, aplicativos e outros arquivos.
Na parte de software, o telefone está pronto para receber o Android 16 e deve receber apenas mais duas grandes atualizações do sistema operacional. O modelo traz conexões 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.
O Huawei Watch GT 6 Pro está em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix. O valor representa um desconto alto de 44% em comparação ao preço original de R$ 2.999. O smartwatch da multinacional chinesa aposta em design robusto com tela avançada e longa autonomia de bateria.
Huawei Watch GT 6 Pro traz tela AMOLED de 3.000 nits e carcaça de titânio
Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa octagonal e coroa giratória (imagem: divulgação/Huawei)
A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge pico de brilho de 3.000 nits, nível que assegura visualização confortável dos dados mesmo debaixo de sol forte. Além disso, o revestimento do vidro Cristal de Safira proporciona alta resistência a arranhões e a pulseira de fluoroelastômero garante alta durabilidade.
O corpo formado em liga de titânio indica um material ultrarresistente a várias situações e condições climáticas como chuvas e raios solares intensos. O Huawei Watch GT 6 Pro também inclui resistência a 5 ATM em água e a mais alta certificação IP69 contra poeira e jatos d’água de alta pressão.
O smartwatch apresenta sensores capazes de realizar o monitoramento contínuo de aspectos relevantes relacionados a saúde. Entre eles, o acompanhamento tanto da frequência cardíaca como respiratória, execução de eletrocardiograma, medição da saturação de oxigênio no sangue (SpO2) e relatórios do sono.
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)
Em relação a esportes, o relógio inteligente da Huawei faz bonito e promete monitorar mais de 100 atividades físicas diferentes. O GPS integrado proporciona geolocalização precisa e dados a respeito da distância percorrida, calorias queimadas e número de passos dados, por exemplo.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção na Amazon por R$ 1.687,50 no Pix promete entregar até 21 dias de autonomia longe das tomadas com o uso moderado por parte do usuário.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Google One AI Pro dobra capacidade máxima de armazenamento para assinantes (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Google One AI Pro oferece mais que o dobro de armazenamento agora: 5 TB; preço fica em R$ 48,49 nos dois primeiros meses, depois R$ 96,99 mensais;
O plano inclui 1.000 créditos de IA para serviços como Flow e Whisk com o modelo Veo 3.1;
Outras opções para Inteligência Artificial incluem o Google One AI Plus com 200 GB e 200 créditos, e o Google One Ultra com 30 TB e 25 mil créditos.
O Google One AI Pro, assinatura para armazenamento extra na nuvem, recebeu um reajuste de espaço e agora oferece até 5 TB para os clientes. A novidade já está disponível no Brasil e sai a partir de R$ 48,49 em período promocional nos dois primeiros meses; depois, o valor volta aos R$ 96,99 originais. Esse é mais que o dobro de espaço oferecido no plano até então, que permitia guardar arquivos até 2 TB.
Agora, usuários interessados em uma quantidade menor de armazenamento podem optar pelo Google One Premium, com os mesmos 2 TB e mensalidade de R$ 49,99. Vale lembrar que os planos de IA começam em R$ 12,49 (One IA Plus de 200 GB), em preço promocional pelos seis primeiros meses.
O anúncio foi feito pelo Google nesta quarta-feira (01/04), conforme repercutiu o site especializado 9to5 Google, e logo em seguida o plano foi revisto no Brasil.
Com a novidade, agora são três opções de assinatura voltadas para o uso de inteligência artificial: Plus, Pro e Ultra. Enquanto os dois primeiros ficam em 200 GB e 5 TB, o plano mais alto permite até 30 TB de arquivos armazenados, entre fotos, documentos, emails e recursos premium de IA. Entre os serviços oferecidos pelo Google estão Gemini, NotebookLM, Flow, Whisk, entre outros.
Por que ter um plano específico de inteligência artificial?
As assinaturas oferecidas pelo Google para usuários profissionais das IAs têm, além do armazenamento extra, outras vantagens específicas. Entre elas estão a oferta de créditos de IA, que podem ser usados para acessar mais funções dentro dos serviços Flow e Whisk, voltados para criação de imagens e vídeos a partir do modelo Veo 3.1.
O plano One AI Plus, por exemplo, permite usar até 200 créditos mensais, enquanto o Google One AI Pro disponibiliza mil créditos para os usuários. Na opção Ultra, que custa elevados R$ 1.209,99 por mês, são 25 mil créditos. Este é claramente um plano mais adequado para empresas ligadas à criatividade, e não é o mais indicado para usuários que trabalham com a ferramenta de forma independente.
Recursos como o Gemini Live podem ser explorados com mais armazenamento disponível via Google One AI (imagem: divulgação)
Quem busca apenas expandir o armazenamento em serviços básicos do Google, por exemplo, pode recorrer aos planos One básicos, como o Lite, o Básico e o Padrão, com 30 GB, 100 GB e 200 GB, respectivamente. A opção Premium, por sua vez, tem 2 TB e também cobre recursos de IA.
Preços do Google One
Vamos considerar abaixo os principais planos do Google One oferecidos no Brasil, incluindo o Padrão, o AI Plus, o Premium e o AI Pro, já com os reajustes anunciados.
Padrão
AI Plus
Premium
AI Pro
Preço
R$ 14,99
R$ 12,50 (6 primeiros meses) / R$ 24,99 (padrão)
R$ 49,99
R$ 48,49 (2 primeiros meses) / R$ 96,99 (padrão)
Armazenamento
200 GB
200 GB
2 TB
5 TB
Gmail, Docs, Sheets e mais
Sim
Sim
Sim
Sim
Créditos de IA
Não
200 créditos
200 créditos
1.000 créditos
Tabela elaborada pelo Tecnoblog com base em dados oficiais
Apple Pro Display XDR ao lado de um Mac Pro (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)Resumo
Apple descontinuou o Mac Pro, modelo lançado em 2019 com processador Intel Xeon de 28 núcleos e até 1,5 TB de RAM;
Mac Pro foi atualizado em 2021 com novas GPUs AMD e em 2023 com o chip Apple Silicon M2 Ultra;
Apple pode focar no Mac Studio a partir de agora, que oferece chips M4 Max e M3 Ultra, com até 256 GB de RAM.
Reparou que faz tempo que o Mac Pro não ganha o noticiário? Quem achava que isso era o prenúncio do fim da linha, acertou: o modelo direcionado a atividades profissionais foi descontinuado pela Apple nesta semana, razão pela qual já não aparece no site da companhia.
O até então atual Mac Pro foi lançado em 2019 com um visual sofisticado, mas que o fez virar “meme”: houve quem comparasse o modelo a um ralador de queijo por conta dos furos em seu gabinete.
Parou por aí. O Mac Pro ficou sem atualizações relevantes desde então. Intervalos longos como esse sugerem que o equipamento iria passar por uma grande atualização ou ser descontinuado. A Apple acabou seguindo pelo segundo caminho. Se você entrar na página do Mac Pro agora, será redirecionado à página de toda a linha Mac.
O Mac Pro lançado em 2019 (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Por que a Apple descontinuou o Mac Pro?
A Apple não explicou o motivo da decisão, até porque esta foi uma descontinuação “silenciosa”. Mas é de se presumir, porém, que a companhia pretende direcionar seus esforços ao Mac Studio no segmento profissional.
O Mac Studio tem menos poder de fogo em relação ao Mac Pro, mas é muito mais compacto e ainda consegue oferecer recursos suficientes para atividades profissionais exigentes, que envolvem edição de imagens ou produção de vídeo 3D, por exemplo.
Atualmente, o Mac Studio pode ser equipado com um chip M4 Max e de 36 GB a 256 GB de memória RAM. Outra versão inclui um chip M3 Ultra com algo entre 96 GB e 256 GB de RAM. Por motivos não esclarecidos, a Apple descontinuou a expansão de 512 GB de RAM do Mac Studio.
Uma juíza federal dos Estados Unidos determinou o bloqueio temporário de uma medida do Pentágono que classificava a empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic como um “risco à cadeia de suprimentos para a segurança nacional”.
A decisão foi proferida pela juíza distrital Rita Lin, que apontou indícios de que a medida teria caráter punitivo. Segundo ela, “o registro sustenta uma inferência de que a Anthropic está sendo punida por criticar a posição de contratação do governo na imprensa”.
Na avaliação da magistrada, a ação do governo pode configurar retaliação ilegal com base na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos. “Punir a Anthropic por trazer escrutínio público à posição de contratação do governo é um caso clássico de retaliação ilegal da Primeira Emenda”, escreveu.
A decisão judicial ocorre após audiências realizadas no início desta semana e estabelece que a ordem de bloqueio temporário entre em vigor dentro de sete dias.
Deliberação começou na terça-feira (24) (Imagem: RixAiArt/Shutterstock)
Anthropic vs Pentágono: linha do tempo
11 de julho de 2024: a Anthropic firmou uma parceria com a Palantir para integrar o Claude à plataforma de IA Palantir AIP. O objetivo era permitir que agências de inteligência e defesa dos EUA usassem a IA para analisar grandes volumes de dados complexos de forma segura.
14 de julho de 2025: o Pentágono concedeu à Anthropic um contrato de prototipagem no valor de US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão). O objetivo era desenvolver capacidades de IA de fronteira para a segurança nacional. Outras empresas, como OpenAI e xAI, também receberam contratos de valores similares na mesma época.
Janeiro de 2026: o Secretário de Defesa, Pete Hegseth, emitiu um memorando exigindo que todos os contratos de IA do Departamento de Defesa incluíssem uma cláusula de “qualquer uso lícito” em até 180 dias. A medida entrou em conflito direto com as políticas de segurança da Anthropic, que proíbem o uso do Claude para vigilância doméstica em massa ou armas totalmente autônomas.
24 de fevereiro de 2026: Hegseth reuniu-se com o CEO da Anthropic, Dario Amodei, exigindo formalmente a assinatura de um documento que garantisse ao exército acesso total e irrestrito aos modelos Claude, sem as “travas” de segurança da empresa.
27 de fevereiro de 2026:fim do prazo estipulado pelo Pentágono. A Anthropic recusou-se oficialmente a remover as salvaguardas. Em resposta, o presidente Donald Trump ordenou que todas as agências federais interrompessem o uso dos produtos da Anthropic. No mesmo dia, Hegseth declarou a empresa um “risco à cadeia de suprimentos”, proibindo qualquer contratante militar de fazer negócios com ela.
28 de fevereiro de 2026: a OpenAI, através de Sam Altman, aproveitou o vácuo deixado pela Anthropic e anunciou um novo acordo para implantar seus modelos na rede classificada do Departamento de Defesa, comprometendo-se com os termos de “uso lícito” exigidos pelo governo. Enquanto os Estados Unidos baniam a Anthropic, o Pentágono iniciava a Operação Epic Fury, uma ofensiva aérea contra o Irã, usando as ferramentas de IA da empresa.
24 de março de 2026:Anthropic e governo foram aos tribunais pela primeira vez. Houve uma audiência em um tribunal federal da Califórnia, que deliberou sobre a validade da medida tomada pelo Pentágono.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)Resumo
Intel anunciou GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória GDDR6, focadas em aplicações profissionais;
Arc B70 Pro possui 32 núcleos Xe, 256 motores XMX, e desempenho Int8 de 367 TOPS, enquanto Arc B65 Pro tem 20 núcleos Xe, 160 motores XMX, e desempenho Int8 de 197 TOPS;
Nos EUA, Arc B70 Pro custa US$ 949, e Arc B65 Pro será lançada em abril de 2026; não há informações sobre lançamento no Brasil.
A Intel segue tentando emplacar no segmento de placas de vídeo dedicadas. A companhia aproveitou o evento Intel Pro Day 2026, realizado nesta quarta-feira (25/03), para anunciar oficialmente as GPUs Arc B65 Pro e Arc B70 Pro, ambas com codinome “Big Battlemage”.
Elas até podem ser usadas para jogos, mas as duas novas placas de vídeo da Intel têm foco em aplicações profissionais, podendo ser empregadas em workstations (computadores de alto desempenho), portanto.
Nesse sentido, a própria Intel destaca que as novidades oferecem “forte desempenho e excelente custo-benefício para criação de conteúdo, cargas de trabalho de engenharia e inferência de IA”.
Para tanto, as novas GPUs foram equipadas com até 32 núcleos Xe e 32 GB de memória (VRAM). Como a numeração mais alta no nome sugere, a Arc B70 Pro é o modelo mais avançado.
As principais especificações da dupla são estas:
Arc B70 Pro
Arc B65 Pro
Núcleos Xe
32
20
Unidades Ray Tracing
32
20
Motores XMX
256
160
VRAM
32 GB de GDDR6
32 GB de GDDR6
Largura de memória
608 GB/s
608 GB/s
Interface de memória
256 bits
192 bits
Desempenho (Int8)
367 TOPS
197 TOPS
Consumo
160-290 W
200 W
Sistemas
Windows e Linux
Windows e Linux
Outros
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
PCIe 5 x16, DisplayPort 2.1 (4)
Apenas para não restar dúvidas, os núcleos Xe consistem nos blocos de processamento gráfico em si, podendo ser comparados aos núcleos Cuda, da Nvidia.
Já os motores XMX (Xe Matrix Extensions) consistem em componentes direcionados a tarefas de aceleração de inteligência artificial, atuando em processamento de imagens ou upscaling por IA, por exemplo, e podem ser comparados aos núcleos Tensor, da Nvidia.
Disponibilidade e preços das placas Arc B65 Pro e Arc B70 Pro
Nos Estados Unidos, a Intel Arc B70 Pro será lançada nesta quarta-feira com preço sugerido de US$ 949 (R$ 5.005, na conversão direta). O modelo terá variações produzidas por marcas parceiras da Intel, como ARKN, ASRock, Gunnir, Maxsun e Sparkle, que podem trabalhar com valores diferentes.
Já a Intel Arc Pro B65 será lançada em abril de 2026 pelos parceiros da Intel. A faixa de preços do modelo ainda não foi revelada, porém.
Ainda não há informação sobre lançamento oficial no Brasil.
Placa de vídeo Arc B70 Pro (imagem: reprodução/Intel)
Outros anúncios da Intel
As novas placas de vídeo Arc não são as únicas novidades da Intel. A companhia também anunciou os processadores Core Ultra Série 3 para notebooks de alto desempenho voltados ao segmento corporativo. Esses chips têm tecnologia Intel 18A (equivalente, até certo ponto, ao padrão de 2 nanômetros da TSMC) e até 16 núcleos de CPU.
Para estações de trabalho ainda mais avançadas, a Intel confirmou os processadores Xeon 600 com opções que vão de 12 a 86 núcleos de CPU, chips estes que haviam sido revelados em fevereiro.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com um dos melhores preços já encontrados pelo Achados. O smartwatch robusto com tela AMOLED e sensores avançados sai por R$ 1.699 em até 10x sem juros no Mercado Livre. Em termos de comparação, você garante um valor 43% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 2.999.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo de titânio e bateria para até 21 dias
Huawei Watch GT 6 Pro possui caixa de 46 mm (imagem: Divulgação)
O relógio inteligente premium da Huawei tem construção em liga de titânio e Cristal de Safira sobreposto ao painel AMOLED de 1,47 polegadas com brilho de até 3.000 nits sob o sol. Ambos materiais conhecidos pela alta durabilidade, assim como a pulseira pulseira de fluoroelastômero (um tipo de borracha sintética).
Além disso, ao resistir a 5 ATM e possuir certificação IP69, significa que aguenta pressão estática equivalente a 50 metros de profundidade e jatos d’água em alta pressão, respectivamente. Portanto, o usuário não vai precisar retirá-lo do pulso enquanto estiver na piscina ou praticando esportes aquáticos.
Segundo a empresa chinesa, o Huawei Watch GT 6 Pro entrega autonomia para até 21 dias em uso moderado. Apesar de ter uma bateria de longa duração, vale ressaltar que com o uso intenso ou GPS ativado a todo momento o período longe da tomada vai ser menor.
Huawei Watch GT 6 Pro traz uma coroa giratória na lateral (imagem: Divulgação)
O smartwatch possui sensores que possibilitam o acompanhamento contínuo das frequências cardíaca e respiratória, oxigenação no sangue (SpO2), ECG e dados relacionados ao sono. Já na parte física, monitora mais de 100 modalidades esportivas, incluindo exercícios aeróbicos e anaeróbicos.
O Huawei Watch GT 6 Pro em promoção que não deve durar muito por R$ 1.699 em até 10x sem juros apresenta compatibilidade tanto a celulares com o sistema Android como iOS.
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A crise que atinge a indústria de jogos eletrônicos acaba de fazer sua vítima mais notável até agora. A Epic Games anunciou nesta terça-feira (24) o corte de mais de 1.000 postos de trabalho, uma decisão motivada pela queda no engajamento de seu principal título, o battle royaleFortnite, de acordo com informações da agência Reuters.
De acordo com um comunicado enviado pelo CEO Tim Sweeney aos funcionários, a empresa está gastando “muito mais do que estamos ganhando”. Para estancar a sangria, a Epic planeja economizar cerca de US$ 500 milhões por meio da redução de gastos com marketing, contratações e a eliminação de cargos abertos.
O fim da “magia” constante?
Embora o gênero de “jogos como serviço” tenha se mostrado resiliente nos últimos anos, manter o interesse do público exige um fluxo constante e caríssimo de novos conteúdos. Sweeney admitiu que a empresa enfrentou desafios para entregar a “magia de Fortnite” de forma consistente e que as condições atuais do mercado são as mais extremas desde a fundação da Epic, em 1991.
Um ponto importante destacado pelo CEO é que as demissões não estão relacionadas à inteligência artificial. Em um momento de medo generalizado de que a tecnologia substitua desenvolvedores, Sweeney fez questão de reforçar que os cortes são uma medida puramente financeira para garantir a sobrevivência da operação.
Esta é a segunda grande rodada de demissões da Epic Games em menos de três anos; em setembro de 2023, a empresa já havia cortado 830 funcionários. No entanto, ela não está sozinha:
EA e Amazon: gigantes como Electronic Arts e a divisão de games da Amazon também realizaram cortes em massa recentemente.
Custo de hardware: a alta nos preços dos chips de memória também pressiona o setor, elevando os custos de semicondutores e forçando fabricantes de consoles a reajustar preços.
O Poco X7 Pro 5G de 512 GB está saindo por apenas R$ 2.631,59 com o cupom PEGA100 no Magalu. O desconto representa quase metade do preço do smartphone da Xiaomi, lançado por R$ 5.199 no Brasil. A ficha técnica concorre com a de outros celulares da categoria intermediário premium, e se destaca pelo desempenho e bateria.
Poco X7 Pro tem RAM de até 24 GB e bateria de 6.000 mAh
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
O Poco X7 Pro 5G é equipado com processador Dimensity 8400 Ultra de 4 nanômetros e RAM nativa de 12 GB, suportando ainda uma expansão para até 24 GB via RAM Virtual. A título de comparação, o conjunto oferece desempenho superior ao do Samsung Galaxy A56, que roda jogos exigentes na qualidade máxima sem engasgos.
Outro destaque é a grande capacidade da bateria, que com 6.000 mAh deve entregar 20 horas de reprodução de vídeos, segundo a Poco. Além disso, o smartphone ainda vem com carregador de 90 Watts na caixa, garantindo um carregamento rápido e maior praticidade para o usuário.
A tela é outro fator em que o Poco X7 Pro se sai melhor que o concorrente mais próximo Galaxy A56, graças à resolução 1.220 x 2.712 pixels. Demais especificações do display são bastante semelhantes, incluindo tecnologia AMOLED, taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 3.200 nits para boa visualização sob qualquer luz.
Xiaomi Poco X7 Pro (imagem: Divulgação)
Contudo, o jogo de câmeras é um pouco mais simples, trazendo apenas dois sensores na traseira: um principal de 50 MP e uma ultrawide de 8 MP. Para selfies, o sensor é de 20 MP. E a promessa de atualizações do sistema operacional pela Xiaomi também é mais curta, com o celular se limitando até o Android 18.
Vale notar ainda que o Poco X7 Pro não é o modelo mais recente da linha, porém, apesar de já ter sido analisado pelo Tecnoblog, o Poco X8 Pro ainda não foi oficialmente lançado no Brasil. Lembrando que para chegar ao valor de R$ 2.631,59 no Pix pelo Poco X7 Pro, é necessário aplicar o cupom PEGA100 no Magazine Luiza.
Confira o nosso review do Poco X8 Pro
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O iPhone 17 Pro de 512 GB está saindo por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, com o retorno de um desconto histórico de 23% sobre o valor original de R$ 12.999, e o menor preço já registrado.
O celular premium da Apple possui tela OLED de 6,3″ e 120 Hz, chip de ponta A19 Pro e kit principal de câmeras de 48 MP.
iPhone 17 Pro traz tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro vem equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte do Sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e pancadas.
Seu desempenho fica por conta do chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, segundo a Apple, um kit sem paralelos entre a concorrência com 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e a adição da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
iPhone 17 Pro conta com câmeras wide, ultrawide e telefoto, todas de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A traseira do iPhone 17 Pro acomoda as câmeras principais, uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (512 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium da Apple está em oferta por R$ 9.989 no Pix com cupom MELHORPROMO no Mercado Livre, um abatimento recorde de 23% sobre o preço de lançamento.
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iPhone 17 Pro (512 GB) tem tela de 6,3" e 120 Hz, chip A19 Pro e câmeras de 48 MP; celular premium da Apple recebe melhor desconto desde lançamento no Pix com cupom
Enquanto aeroportos americanos enfrentam filas intermináveis e funcionários trabalham sem salário há semanas, Elon Musk anunciou que vai cobrir os vencimentos dos agentes da TSA durante a atual paralisação orçamentária do governo federal.
A TSA (Transportation Security Administration) é a agência federal dos EUA, criada após 11 de setembro de 2001, responsável pela segurança em aeroportos e transportes. Ela fiscaliza passageiros e bagagens, define regras de líquidos e itens proibidos, e utiliza chaves mestras para inspecionar malas trancadas com cadeados padronizados.
De acordo com a Reuters, o empresário, considerado a pessoa mais rica do mundo, fez o anúncio no sábado através de sua plataforma X. A decisão surge em meio ao quinto fim de semana consecutivo de impasse no Congresso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela TSA.
“Gostaria de me oferecer para pagar os salários do pessoal da TSA durante este impasse de financiamento que está afetando negativamente a vida de tantos americanos em aeroportos em todo o país”, escreveu Musk na rede social.
(Imagem: Georgiy Datsenko / iStock)
Funcionários prestes a perder segundo salário
Os aproximadamente 50 mil agentes de segurança aeroportuária estão a poucos dias de perder o segundo salário integral em seis meses. Mesmo sem remuneração, eles continuam sendo pressionados a comparecer ao trabalho enquanto os tempos de triagem em alguns aeroportos se estendem por horas.
Segundo dados federais, os funcionários da TSA ganham uma média de 61 mil dólares por ano. A situação se tornou tão crítica que aeroportos estão organizando campanhas de arrecadação de alimentos e aceitando doações para ajudar os trabalhadores da segurança.
Companhias aéreas e grupos de viagem alertam que as ausências entre os agentes de segurança podem aumentar novamente neste fim de semana, agravando ainda mais os atrasos nos aeroportos.
Negociações continuam sem prazo definido
O líder da maioria no Senado, John Thune, disse na sexta-feira que negociadores bipartidários conseguiram reduzir as disputas restantes sobre o financiamento do DHS. No entanto, ainda não há um acordo finalizado.
A atual crise orçamentária tem origem em um acordo firmado pelos democratas no Congresso em fevereiro. Eles concordaram em financiar a maior parte do governo federal, mas retiveram os recursos do DHS após a morte de dois cidadãos americanos em Minnesota por autoridades de imigração.
Aeroporto mais movimentado da Europa(Imagem: GordonBellPhotography/iStock)
Precedente de financiamento privado
Esta não seria a primeira vez que um doador privado intervém durante uma paralisação governamental. No ano passado, o presidente Donald Trump revelou que um doador rico forneceu 130 milhões de dólares para cobrir possíveis déficits no pagamento militar durante uma paralisação que durou 43 dias – a mais longa da história americana.
Até o momento, nem o DHS, nem a TSA, nem representantes de Musk responderam às solicitações de comentários sobre a proposta do bilionário.
A situação continua impactando milhões de passageiros que enfrentam longas esperas nos aeroportos, enquanto os trabalhadores essenciais da segurança aeroportuária permanecem sem seus salários em meio às negociações políticas em Washington.
Um marinheiro francês expôs, involuntariamente, a localização de um porta-aviões da França ao manter ativado o aplicativo de exercícios Strava durante uma corrida a bordo da embarcação. As informações foram divulgadas pelo jornal Le Monde nesta quinta-feira (19).
Segundo a publicação, no dia 13 de março, às 10h35, o militar percorreu pouco mais de sete quilômetros em cerca de 35 minutos enquanto utilizava um relógio conectado ao aplicativo. Ao compartilhar os dados da atividade física, ele também tornou pública a localização quase exata do porta-aviões Charles de Gaulle, que operava no Mar Mediterrâneo, a noroeste do Chipre e a aproximadamente 100 quilômetros da costa da Turquia.
Embora a presença do grupo aeronaval francês na região já fosse conhecida, a divulgação de sua posição precisa é considerada uma falha grave em um contexto de guerra, no qual a localização de forças militares é um dado estratégico essencial. No início do mês, em 3 de março, o presidente Emmanuel Macron havia anunciado o envio da força poucos dias após o início do conflito no Oriente Médio.
App entregou “de bandeja” a localização do porta-aviões (Imagem: Reprodução/Strava)
Episódio piora tensões
O episódio ocorre em meio a tensões crescentes na região;
A França registrou recentemente sua primeira baixa confirmada no conflito, apesar de não participar diretamente dos combates;
O suboficial Arnaud Frion morreu após um ataque de grupos pró-Irã na região de Erbil, no Iraque. Além disso, bases francesas já foram alvo de mísseis iranianos;
De acordo com o Le Monde, os dados públicos do perfil do marinheiro permitem reconstituir parte dos deslocamentos do porta-aviões e de sua escolta nas últimas semanas;
Em fevereiro, registros indicam atividades em alto-mar próximo à costa francesa. Dias depois, o militar aparece em terra, em Copenhague (Dinamarca), durante uma escala.
Leia mais:
Já em 13 de março, os dados o situam nas proximidades de Chipre — informação posteriormente confirmada por imagens de satélite. Em um dos registros, captado pouco mais de uma hora após a corrida, é possível identificar o formato característico do navio, que possui 262 metros de comprimento.
O trajeto registrado pelo relógio mostra voltas em alto-mar, possivelmente realizadas a bordo de uma embarcação em movimento. O percurso aparece a cerca de seis quilômetros do ponto onde o porta-aviões foi fotografado. Essa diferença pode ser explicada tanto pelo deslocamento do navio quanto pela possibilidade de o militar estar em uma embarcação da escolta.
Em ambos os cenários, segundo o jornal, o compartilhamento público das atividades físicas foi suficiente para permitir a identificação da localização do grupo naval em tempo quase real.
Um júri na Califórnia (EUA) concluiu que Elon Musk enganou investidores do Twitter (atual X) durante o período que antecedeu a aquisição da empresa por US$ 44 bilhões (R$ 233,7 bilhões). O veredicto foi emitido nesta sexta-feira (20) e estabelece que os danos totais podem chegar a até US$ 2,6 bilhões (R$ 13,8 bilhões), segundo advogados dos autores da ação.
O processo coletivo, intitulado Pampena v. Musk, foi protocolado em outubro de 2022, após Musk concluir a compra da rede social por US$ 54,20 (R$ 287,99) por ação. Posteriormente, ele renomeou a empresa para X e a integrou à sua companhia de inteligência artificial, a xAI, antes de também vinculá-la à SpaceX.
O que os advogados que acusam Musk dizem
Segundo os advogados dos investidores, o comportamento de Musk prejudicou acionistas comuns;
“Este é um grande exemplo do que você não pode fazer com o investidor médio — pessoas que têm planos de aposentadoria, filhos, fundos de pensão, professores, bombeiros, enfermeiros”, afirmou Joseph Cotchett, representante dos investidores, em entrevista à CNBC no tribunal de São Francisco (EUA). “Era disso que tratava este caso. Não era sobre Musk. Era sobre toda a operação”;
Em comunicado enviado por e-mail, advogados de Musk do escritório Quinn Emanuel afirmaram: “Vemos o veredicto de hoje, em que o júri decidiu tanto a favor quanto contra os autores e não encontrou um esquema de fraude, como um obstáculo no caminho. E esperamos a reabilitação na apelação”;
A controvérsia teve início após a proposta de compra do Twitter feita por Musk em abril de 2022. Pouco depois, o empresário passou a demonstrar dúvidas sobre o negócio, questionando publicamente o nível de contas falsas, bots e spam na plataforma;
Em maio daquele ano, ele escreveu no Twitter que a aquisição estava “temporariamente suspensa” até que o então CEO da empresa comprovasse que as contas inautênticas representavam cerca de 5% do total, conforme divulgado em relatórios enviados à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).
As publicações e declarações adicionais de Musk provocaram uma queda de quase 10% nas ações do Twitter em uma única sessão. Após quatro dias de deliberação, o júri concluiu por unanimidade que os tuítes publicados em 13 e 17 de maio eram materialmente falsos ou enganosos.
Executivo teria forçado queda no valor das ações do Twitter deliberadamente (Imagem: photosince/Shutterstock)
Ex-acionistas da empresa, incluindo investidores de varejo e operadores de opções, argumentaram que as declarações faziam parte de uma estratégia para pressionar o conselho do Twitter a aceitar uma venda por um valor inferior à oferta inicial. Segundo eles, Musk também estaria motivado pela queda nas ações da Tesla, o que o obrigaria a vender mais papéis da empresa para financiar a aquisição.
Os autores da ação afirmaram ainda que venderam suas ações por valores abaixo de US$ 54,20 em resposta às declarações públicas de Musk e entrevistas à imprensa. A estimativa de danos potenciais leva em conta análises de especialistas sobre o impacto das mudanças de posição do empresário no preço das ações durante o período abrangido pelo processo.
De acordo com os advogados dos investidores, o processo de administração das reivindicações deve ser estruturado em cerca de 90 dias. Em seguida, o governo levará mais alguns meses para processar os pedidos e permitir que os investidores comecem a recuperar parte de suas perdas.
A defesa de Musk sustentou que as declarações do empresário se baseavam em preocupações legítimas sobre bots, spam e contas falsas na plataforma, e que não configuravam fraude de valores mobiliários nem uma tentativa deliberada de derrubar o preço das ações.
O júri concluiu que, embora Musk tenha feito declarações falsas e enganosas que prejudicaram alguns acionistas, não houve um esquema específico de fraude contra investidores.
Apesar de representar uma reprimenda significativa ao empresário, o impacto financeiro do veredicto tende a ser limitado diante de sua fortuna, estimada atualmente em cerca de US$ 650 bilhões (R$ 3,4 trilhões), segundo a Bloomberg.
O iPhone 17 Pro (512 GB) baixou um pouco mais o preço no Mercado Livre. Ontem (19) o Achados divulgou o dispositivo com o menor preço histórico, porém com a adição do novo cupom MELHORPROMO, agora sai por R$ 8.639 no Pix. Isso significa uma redução maior de 34% pela versão com o preço de lançamento de R$ 12.999.
iPhone 17 Pro promete desempenho 40% melhor
iPhone 17 Pro possui revestimento antirreflexo e brilho com pico de 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A afirmação de que o iPhone 17 Pro entrega um desempenho 40% melhor vem diretamente da Apple. Os ganhos em performance da GPU, CPU e do novo resfriamento térmico ao processador A19 Pro (3 nm) vão possibilitar maior rapidez e potência para executar jogos com gráficos pesados e apps de edição exigentes, por exemplo.
A tela Super Retina XDR de 6,3 polegadas conta com o suporte a HDR10 e Dolby Vision, entregando cores mais intensas às imagens exibidas em resolução de 2.622 x 1.206 pixels. O ProMotion com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz assegura fluidez gráfica em diferentes tipos de conteúdos e maior eficiência energética.
A nova linha Pro, incluindo o Pro Max, apresenta um novo detalhe na traseira. Agora a região mais saltada em relação a carcaça que abriga as câmeras vai de ponta a ponta, e não somente em volta delas. Por falar nelas, as três lentes Wide, Ultrawide e Periscópio são de 48 megapixels. Além disso, o sistema grava vídeos em resolução 4K.
iPhone 17 Pro apresenta novo visual na traseira revestida por alumínio e Ceramic Shield (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone conta com as conexões de Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 e o sistema de NFC via Apple Pay em conectividade. A bateria de 3.998 mAh suporta carregamento rápido de 40 W e entrega autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple.
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
A proposta vai além do uso em ambientes civis. De acordo com Sankaet Pathak, fundador da Foundation Future Industries, o objetivo de longo prazo é desenvolver um sistema capaz de atuar de forma autônoma em operações militares, incluindo navegação em campo e identificação de alvos.
Apesar disso, o executivo afirma que o uso de armamentos ainda dependerá de supervisão humana. A lógica, segundo ele, segue o modelo já adotado em drones militares, que podem operar de forma independente em várias etapas, mas exigem autorização humana para ações ofensivas.
Pathak destaca que a autonomia será aplicada principalmente em tarefas operacionais, como transporte de suprimentos, organização de materiais e outras funções ligadas à logística em cenários de defesa. Para ele, essas atividades são essenciais e podem ser automatizadas com maior segurança.
Outro ponto enfatizado pela empresa é a arquitetura do sistema. O Phantom-01 foi desenvolvido para operar com um computador embarcado, reduzindo a dependência de conexões externas. A estratégia busca diminuir a exposição a possíveis ataques cibernéticos, especialmente em ambientes sensíveis.
Empresa espera lançar novo modelo de robô humanoide no mês que vem (Imagem: Foundation Future Industries)
Próxima geração do robô humanoide está chegando
A companhia já prepara a próxima geração do robô, com lançamento previsto para abril. A nova versão deve trazer melhorias voltadas à produção em larga escala, com a expectativa de comercializar milhares de unidades ainda este ano.
O projeto coloca a Foundation Future Industries em um mercado cada vez mais competitivo, que inclui iniciativas semelhantes de empresas como Tesla, Agility Robotics e Apptronik, todas investindo no desenvolvimento de robôs humanoides com potencial para aplicações industriais e, em alguns casos, estratégicas.
Como demonstração, a empresa divulgou um vídeo do robô desarmando uma bomba:
O iPhone 17 Pro de 512 GB está com desconto histórico de 23% em oferta no Mercado Livre. Anunciado por R$ 12.999, sai por R$ 9.989 no Pix com a adição do cupom MELHORPROMO. O dispositivo traz um design renovado na parte traseira e promete fornecer ainda mais desempenho com o seu novo processador.
iPhone 17 Pro tem chip A19 Pro e trio de câmeras de 48 MP
iPhone 17 Pro carrega trio traseiro de câmeras de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A Apple deu uma repaginada no design traseiro da versão Pro do iPhone 17. As câmeras ficam abrigadas em um módulo saltado em relação a carcaça que agora vai de ponta a ponta. Por falar nelas, passaram todas a ter 48 MP: Wide com f/1.8, Ultrawide com ângulo de 120˚ e a Periscópio com zoom óptico 4x que foi aprimorada. O sistema grava vídeos em 4K até 120 fps.
O iPhone 17 Pro obtém desempenho apoiado a 12 GB de memória RAM e ao processador A19 Pro (3 nm). De acordo com a fabricante, o chipset fornece até 40% mais poder em CPU e GPU, o que significa mais poder e velocidade de processamento para multitarefa.
O painel Super Retina XDR de 6,3 polegadas exibe cores mais vibrantes com o suporte as tecnologias HDR10 e Dolby Vision. Além disso, a tecnologia ProMotion garante taxa de atualização de 120 Hz que assegura excelente fluidez para navegação, vídeos e jogos. A tela ainda atinge brilho com pico de 3.000 nits.
iPhone 17 Pro traz o Ceramic Shield 2 que promete 3x maior resistência (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 3.998 mAh proporciona autonomia de até 31 horas para reprodução de vídeos, segundo a Apple. Há o suporte a carregamento rápido de 40 W, MagSafe de 25 W e ainda reverso de 4,5 W. Já em conectividade, o Bluetooth 6.0 e Wi-Fi 7 possibilitam conexões mais rápidas e estáveis.
O iPhone 17 Pro (512 GB) em oferta histórica por R$ 9.989 no Pix com o cupom MELHORPROMO possui estrutura em alumínio e inclui a certificação IP68 assegurando resistência a poeira e imersão em água doce de até 6 metros.
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O Motorola Edge 60 Pro 5G de 256 GB, que já estava em promoção essa semana, acaba de ficar ainda mais barato. Com o novo cupom MAGALU200, o celular da Motorola sai por apenas R$ 2.249 no Pix no Magalu. A oferta, que é a melhor desde o início de janeiro, representa menos da metade do preço original de R$ 4.999.
Já a ficha técnica do smartphone se destaca pela bateria grande de 6.000 mAh e pela RAM expansível até 26 GB.
Edge 60 Pro promete autonomia de bateria de até 45 horas
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz bateria com impressionantes 6.000 mAh de capacidade. Esse número é bastante acima de outros celulares intermediários e topo de linha, que costumam ficar entre 4.000 mAh e 5.000 mAh de capacidade. E como tamanho não é documento, a Motorola ainda promete até 45 horas de uso, e um carregador de 90 W na caixa.
Além disso, o smartphone é equipado com um processador Mediatek Dimensity 8350 Extreme e uma RAM que traz originalmente 12 GB de memória. Essas configurações já tendem a ser suficientes para uma multitarefa satisfatória, mas é possível ainda fazer uma espécie de upgrade subindo a RAM para até 24 GB via tecnologia de RAM virtual.
As câmeras também são destaque. O Motorola Edge 60 Pro traz conjunto fotográfico triplo na traseira, com um sensor principal de 50 megapixels, ultrawide para fotos amplas também de 50 MP e uma telefoto de 10 MP para fotos com zoom. Além de uma lente para selfies com 50 MP, que é outro diferencial em relação a demais celulares da categoria.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Por fim, por pertencer à linha Edge, segundo a política de atualizações da Motorola, o celular será atualizado até o Android 18. A resistência contra água e poeira é assegurada pela certificação IP69. E não custa lembrar, o Motorola Edge 60 cai para R$ 2.249 no Pix hoje aplicando o cupom MAGALU200 no Magazine Luiza.
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O iPhone 17 Pro de 256 GB está em promoção por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 32% em comparação ao valor original de R$ 12.999.
O celular premium da Apple é equipado com um kit principal de câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED de 120 Hz.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro traz um design renovado por conta das novas câmeras principais: uma wide com OIS e uma ultrawide, próprias para a captura de cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP Center Stage tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Seu chip A19 Pro de 3 nanômetros, aliado aos 12 GB de RAM, entrega 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior e, segundo a Apple, não tem paralelos entre a concorrência em termos de performance. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O corpo de alumínio recebe o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, que adicionam resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone 17 Pro possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que oferece cores vibrantes, fluidez na rolagem da tela e visibilidade sob luz forte. O display recebe a proteção adicional do vidro Ceramic Shield 2.
Na parte da conectividade, o celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria possui autonomia de 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está em oferta por R$ 8.819 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 32% sobre o preço de lançamento.
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iPhone 17 Pro (256 GB) tem câmeras de 48 MP, chip A19 Pro e tela OLED com ProMotion de 120 Hz; celular premium da Apple sai 32% mais barato que preço original no Pix
O Huawei Watch Fit 4 Pro está com uma das melhores promoções recentes no Mercado Livre. O smartwatch sai por R$ 1.169 no Pix, um desconto de 53% em relação ao preço de lançamento de R$ 2.499. O usuário terá em mãos a possibilidade monitorar mais de 100 tipos de treino e um sistema para saúde bem completo.
Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bisel em titânio
Huawei Watch Fit 4 Pro tem três cores: verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)
Para quem busca um smartwatch resistente para o dia a dia, o Huawei Watch Fit 4 Pro traz uma caixa formada por um bisel de liga de titânio e uma tampa frontal de liga de alumínio. A tela AMOLED de 1,82 polegadas com brilho de até 3.000 nits tem revestimento de vidro de safira artificial. O modelo em oferta ainda conta com pulseira resistente a água e suor.
O dispositivo tem a capacidade de acompanhar mais de 100 modalidades distintas de treinos, de acordo com a fabricante. Incluindo esportes aquáticos, já que possui resistência a água de 5 ATM e um sensor de profundidade que funciona a até 40 metros de profundidade.
Em relação a saúde, há o sistema HUAWEI TruSense que oferece o monitoramento de dados relacionados aos sistemas respiratório, nervoso e endócrino. O smartwatch também conta com sensores para checar a oxigenação no sangue, ECG e ainda detectar apneia.
Huawei Watch Fit 4 Pro suporta mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)
A duração da bateria pode variar conforme o uso e a ativação de funções como Always On Display e GPS de dupla frequência. De acordo com a Huawei, o relógio fornece autonomia máxima de até 10 dias e possui carregamento sem fio.
No mais, o Huawei Watch Fit 4 Pro em promoção por R$ 1.169 no Pix inclui alto-falante e microfone embutidos que possibilita responder ao recebimento de ligações.
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Seu objetivo é o de atualizar a proteção de menores no país e deixá-la preparada para a era da internet atual, cada vez mais utilizada por bons e maus atores. A lei determina que empresas do setor de tecnologia criem mecanismos de certificação de idade e sistemas de supervisão parental.
Como pena, as companhias que não acatarem as medidas do ECA Digital poderão sofrer sanções que podem chegar a R$ 50 milhões por infração. A proposta, que agora é lei, ganhou força no debate político após uma denúncia feita pelo youtuber Felca, que revelou redes de exploração infantil e adultização de crianças nas plataformas digitais.
“Vários países começaram a adotar algumas medidas. Chegou ao ponto da Austrália proibir o acesso a redes sociais para menores de 16 anos, começou a exigir que pelo menos 13 anos fosse a idade mínima para se entrar em redes sociais em boa parte dos países, mas sentiu-se que isso não era suficiente. Por quê? Porque, infelizmente, não há uma verificação sólida e efetiva da idade das crianças”, pontuou Cláudia Costin, especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial, ao Olhar Digital.
“Então, muitas crianças entrando em redes sociais, muitos até ataques a escolas planejados na Dark Web por adolescentes, por vezes, então há riscos muito grandes para essas crianças. Então, pelo menos a partir do dia 17 [hoje], começa a viger o ECA digital e eu acho que isso é um avanço. Não vai ser perfeito, mas é um grande avanço“, prosseguiu.
Quais são os principais pontos do ECA Digital?
Agora, entre as medidas que apps, jogos eletrônicos, redes sociais e serviços digitais precisarão aplicar, estão:
Verificação de idade confiável;
Ferramentas de supervisão familiar;
Resposta ágil a conteúdos ilícitos;
Regras específicas para o tratamento de dados e publicidade dirigida a menores.
As empresas passam a ter mais responsabilidades, devendo garantir mais segurança para o acesso de crianças e adolescentes.
“O que o ECA Digital basicamente fez foi ampliar as responsabilidades daquelas empresas que posicionam produtos e serviços digitais no mercado para que estes sejam mais seguros quando são acessados por crianças e adolescentes”, explicou, ao Olhar Digital, Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
Diferentemente de outros países, como a Austrália, o ECA Digital não força o banimento de certa faixa etária, mas estabelece o seguinte: Nas redes sociais, o conjunto de leis dá destaque à supervisão parental. Isso significa que contas de adolescentes com menos de 16 anos precisarão ser vinculadas às de adultos responsáveis.
As redes precisarão, além de fornecer a supervisão parental, utilizar outros métodos de verificação de idade, como a estimativa etária, que algumas plataformas já utilizam. Caberá à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar quais serão os métodos utilizados na verificação de idade de jovens e adolescentes.
Já as lojas de aplicativos e sistemas operacionais precisarão disponibilizar o sinal de idade (informação sobre a idade do usuário) para os apps. Nos casos de sites de pornografia, marketplaces e aplicativos de entrega que vendem bebidas alcoólicas ou cigarros, será necessária a verificação de idade.
Contudo, essa verificação ainda não está disponível, sendo aplicada escalonadamente, segundo Horta. Isso deve levar alguns meses.
“Outros países que aprovaram leis de segurança online levaram um período maior e ainda estão implementando. A gente sempre soube que seis meses era um prazo ambicioso, mas, ao encurtar, o governo Lula estava mandando o recado para todo o ecossistema: vamos nos adaptar rápido para proteger esse público“, explicou.
Enquanto as tecnologias permitidas para aferição da idade não são detalhadas, orienta-se tratar os dados pessoais dos usuários com o mínimo necessário para haver a confirmação da idade desses usuários.
Isso se assemelha ao que vemos em locais físicos, como quando você vai a uma festa para maiores de idade, por exemplo, e seguranças conferem seu RG na entrada para determinar se você pode ou não participar. A ideia é igual, com a diferença de que as empresas e serviços com restrições para menores são os “seguranças” que irão “pedir seu RG digital“.
“A gente está pensando, obviamente, em redes sociais, mas, ao mesmo tempo, o ECA Digital tem um efeito ou impacto sistêmico, porque várias das questões que a própria legislação brasileira sempre proibiu ou sempre definiu que não deveriam acontecer com crianças e adolescentes passam a valer também para a internet de forma muito clara. Então, para ficar no exemplo, o ECA de 1990 já dizia que você não poderia ofertar ou vender álcool ou revistas pornográficas para crianças e adolescentes. O que se observava é que, na internet, você não tinha nenhuma forma de controle ou checagem disso”, disse o secretário.
“Vale lembrar que a aferição de idade não se confunde com verificação de identidade. Para acessar um ambiente proibido para crianças e adolescentes, eu não preciso identificar a pessoa. A pessoa pode manter a privacidade dela, acessar aquele ambiente e, ao mesmo tempo, provar que é adulta. A gente já tem várias tecnologias que permitem fazer isso sem você rastrear o que as pessoas fazem na internet: você pode usar, por exemplo, uma credencial etária, uma credencial de idade, que manda só uma única informação para a aplicação — ‘este usuário tem mais de dezoito anos’, por exemplo. E aí você, de fato, separa crianças e adolescentes de um lado, adultos de outro, e consegue proteger esse público, evitando que ele acesse ambientes que não são adequados para a sua idade”, prosseguiu.
A ANPD informou que o regulamento específico para aferição de idade deve ficar pronto até o fim deste ano e, a partir do ano que vem, este será um de seus temas prioritários.
Agora, a conversa que a gente tem que estimular e que a gente quer que ocorra é que as famílias tenham consciência de que o mundo digital é muita coisa. Eu posso, na internet, ter vários usos muito interessantes, educativos, eu posso ter jogos eletrônicos que ajudam a desenvolver habilidades, eu posso fazer trabalhos escolares na internet, eu posso conectar com amigos, tudo bem. Mas a gente precisa que tenha uma consciência de que a autonomia da criança e do adolescente é progressiva. Se eu dou um celular para a criança, para que ela possa comunicar com o pai ou a mãe, que são separados e vivem em lares distintos, por exemplo, é muito ruim que junto com essa funcionalidade protetiva venha junto todo o risco associado da internet em ambientes que são projetados para adultos.
O ECA Digital vem para acabar com isso. Se eu começo a exigir controles etários, se eu tenho mecanismos de supervisão parental ativa melhores, os pais e as mães podem fazer no ambiente digital aquilo que sempre fizeram no ambiente físico. No ambiente offline, pais e mães, avós, tios, tias sempre tiveram que decidir: a partir de qual idade meu filho pode sair sozinho na rua? A partir de qual idade pode dormir fora de casa? A partir de qual idade pode viajar com o amiguinho? São escolhas que as famílias sempre tiveram que fazer. No fundo, antes do ECA digital, o que estava acontecendo é que o ambiente digital estava desempoderando as famílias, porque elas não tinham sequer a oportunidade de exercer esse poder familiar. Agora a gente vai ter mecanismos e ferramentas para que os pais e as mães consigam separar o joio do trigo, separar onde as crianças podem estar, que são ambientes desenhados para serem seguros, de outros onde elas não deveriam estar porque não foram projetadas para serem seguras para esse público.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
“Na prática, o que a lei define como ‘verificação eficaz‘ é um mecanismo que atenda cumulativamente a três requisitos: confiabilidade (capacidade real de distinguir menores de adultos), auditabilidade (possibilidade de verificação e prestação de contas sobre o funcionamento do sistema) e segurança técnica (proteção dos dados coletados no processo, com uso restrito à finalidade de verificação de idade conforme o art. 13)”, explicou Rafael Soares Magalhães, advogado especializado em crimes cibernéticos e compliance digital, mestre em direito, diretor do núcleo de consultas públicas e legislação da OAB/MG, membro da comissão de direito digital e diretor de assuntos legislativos da comissão de defesa e da cidadania dos interesses coletivos da sociedade da OAB/MG.
“A abordagem que vem prevalecendo no debate regulatório é a de proporcionalidade ao risco: quanto maior o risco oferecido pelo serviço (pornografia, apostas, venda de armas e bebidas, redes sociais), mais rigoroso deve ser o mecanismo de verificação. A regulamentação específica, que será expedida por decreto do Poder Executivo (art. 12), deverá definir os requisitos mínimos concretos. Até lá, as empresas devem buscar soluções que superem a mera autodeclaração e que sejam compatíveis com os princípios da LGPD, especialmente minimização de dados e finalidade”, disse.
Costin, por sua vez, concorda com a medida tomada pela Austrália, além de destacar o quão maléfico é o vício para menores. “Preferia dizer que não [a medida da Austrália foi uma boa decisão], mas eu acho acertada. No começo se dizia, não, mas a discórdia é uma rede social que é voltada a adolescentes, mas boa parte dos problemas de bullying, de agressões, vieram da discórdia. Por quê? Porque sem supervisão parental ou de responsáveis é muito complicado, é viciante, que é um outro ponto, que nós adultos sabemos quantos colegas nossos estão viciados no que a gente chama de scrolling, de não conseguem sair dos celulares, não conseguem se concentrar em jantares familiares ou até em conversas com amigos. Então, imagine a criança ou o adolescente que tem o córtex pré-frontal, que é essa parte do cérebro que lida com autorregulação, com autodisciplina, maduro, ele só fica maduro plenamente a partir dos 25 anos. Então, vício virou uma coisa muito complicada“, explanou.
“E também tentar seduzir crianças e adolescentes para comprar coisas que eles não desejam por meio de identificação de gostos, de características, que os algoritmos vão lidando com isso e jogando publicidade, é muito mais grave do que para adultos, porque em adultos, pelo menos alguns de nós selecionam o que de fato quer comprar ou não. Então, tudo isso para dizer que não acho que nós estamos atrasados. Eu acho que nós temos que agir rápido como os demais países”, disse.
Lei visa dar mais proteção aos menores de idade (Imagem: antoniodiaz/Shutterstock)
O que já está valendo?
Nesta terça-feira (17), já passam a valer pontos, como:
Prevenção e mitigação de riscos previstos no art. 6º (exploração sexual, violência, conteúdos nocivos à saúde etc.);
Obrigação de configuração padrão no modelo mais protetivo de privacidade e proteção de dados;
Vedação à autodeclaração como mecanismo único de verificação de idade para conteúdos impróprios ou proibidos a menores de 18 anos;
Proibição de caixas de recompensa (loot boxes) em jogos eletrônicos direcionados ou de acesso provável por crianças e adolescentes;
Proibição de monetização e impulsionamento de conteúdos que retratem crianças e adolescentes de forma erotizada ou sexualmente sugestiva;
Vinculação obrigatória de contas de menores de 16 anos à conta de um responsável legal no âmbito de redes sociais;
Obrigação de retirada de conteúdo violador de direitos de crianças e adolescentes mediante comunicação da vítima, de seus representantes, do Ministério Público ou de entidades representativas, independentemente de ordem judicial;
Obrigação de manter representante legal no País com poderes para receber citações e notificações.
Grandes empresas e setores “sensíveis”
Enquanto alguns pontos do ECA Digital serão escalonadamente liberados, espera-se que empresas grandes que já tinham a observação governamental desde o ano passado, como Meta, Roblox e Discord, apliquem as regras de controle parental o quanto antes.
Contudo, alguns setores, como o da pornografia, pode ter que esperar mais. Isso é o que diz a distribuidora de conteúdo adulto Aylo, que aguarda orientações complementares dos órgãos reguladores, ajustando assim os planos de conformidade técnica tão logo as diretrizes sobre coleta de dados de idade forem divulgadas.
A gente tem um objetivo comum. O objetivo de todos os agentes que aprovaram no Congresso o ECA Digital, das entidades da sociedade civil, do Ministério Público, enfim, que apoiaram o ECA Digital, mas também das próprias empresas: oferecerem produtos mais seguros.
Ricardo Lins Horta, Secretário Nacional Interino de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública, em entrevista ao Olhar Digital
Redes sociais concentram o maior número de obrigações específicas, como vinculação de contas de menores de 16 anos a responsável legal (art. 24), proibição de perfilamento para publicidade (art. 26), regras específicas de tratamento de dados de menores (art. 25), verificação contínua de idade com métodos complementares (art. 24), suspensão de contas com indícios de operação por menor em desconformidade (art. 24) e relatórios semestrais de transparência para provedores com mais de um milhão de usuários menores (art. 31).
Jogos eletrônicos têm obrigações próprias: vedação às loot boxes (art. 20), integralidade das salvaguardas da Lei nº 14.852/2024 (Marco Legal dos Jogos Eletrônicos) para jogos com funcionalidades de interação (art. 21) e limitação padrão de funcionalidades de interação com exigência de consentimento dos pais (art. 21).
Plataformas de streaming e serviços com controle editorial recebem tratamento diferenciado favorável. O art. 39 dispensa provedores de serviços com controle editorial e de conteúdos protegidos por direitos autorais previamente licenciados das obrigações mais pesadas, desde que observem a classificação indicativa, ofereçam transparência na classificação etária, disponibilizem mecanismos de mediação parental e mantenham canais de denúncia.
Lojas de aplicativos e sistemas operacionais têm papel de “guardiões da porta de entrada“: devem aferir idade ou faixa etária dos usuários, permitir configuração de supervisão parental e fornecer sinal de idade via API segura aos provedores de aplicativos (art. 12).
Por último, buscadores e marketplaces estão sujeitos às obrigações gerais proporcionalmente ao seu grau de interferência sobre os conteúdos, o que será definido com mais precisão pela regulamentação (art. 39).
Loot boxes: compras com dinheiro de verdade estão contadas
Você (ou seu filho ou filha) já deve ter se deparado com as chamadas loot boxes, mecanismo que realiza estímulos psicológicos para fazer com que usuários, independentemente de serem crianças, adolescentes ou adultos, gastem dinheiro de verdade dentro do jogo eletrônico no qual está “mergulhado”.
Pois, com o ECA Digital, haverá restrições severas a essas caixas de recompensa, com sua proibição total, pois funcionam como uma espécie de jogo de azar digital. Também está proibida a monetização de conteúdos nos quais menores apareçam em contextos sexualizados.
Todos esses pormenores serão verificados pela ANPD, que virou uma agência reguladora. Agora, ela tem autonomia para elaborar normas e punir empresas e serviços que estejam em desacordo com o ECA Digital.
O secretário do Ministério da Justiça disse que o governo está otimista quando se fala da implementação e aceitação das novas leis. “A gente está vendo várias das grandes empresas que já estavam adotando soluções em outros países trazendo para o Brasil rapidamente soluções que tinham desenvolvido lá fora, porque entenderam que a lei é para valer.”
O ECA Digital amplia a lógica de responsabilidade das plataformas ao estabelecer deveres preventivos, e não apenas reativos. Isso significa que provedores não devem agir exclusivamente após denúncias, mas também implementar mecanismos razoáveis de mitigação de riscos, moderação adequada e ferramentas de proteção voltadas a crianças e adolescentes.
A norma dialoga com o debate constitucional em torno do Marco Civil da Internet e com a evolução da jurisprudência do STF, que vem reconhecendo a necessidade de atuação mais diligente das plataformas em situações de risco evidente a direitos fundamentais. Assim, permanece a proteção à liberdade de expressão, mas reforça-se o dever de cuidado ativo quando estiverem em jogo direitos infantojuvenis.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Integração com a LGPD
Segundo Magalhães, o ECA Digital dialoga com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em vários pontos. “O ECA Digital e a LGPD não se excluem, mas se complementam, com prevalência da norma mais protetiva quando se trata de dados de crianças e adolescentes. A própria lei faz referências expressas à LGPD em diversos dispositivos, vinculando seus deveres aos princípios de proteção de dados já vigentes. Em vários pontos, porém, o ECA Digital vai além”, afirmou.
“O fator institucional de integração é a designação da ANPD como autoridade administrativa de ambas as leis, o que concentra na mesma agência a fiscalização de proteção de dados e de proteção digital de crianças, evitando conflitos de competência. Na prática, porém, uma mesma conduta pode configurar infração autônoma a cada uma das leis, devendo ser observado o princípio da vedação à dupla punição pelo mesmo fato”, prosseguiu.
O ECA Digital e a LGPD possuem natureza complementar. Enquanto a LGPD estabelece o regime geral de proteção de dados pessoais, o ECA Digital cria obrigações específicas voltadas à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital.
Na prática, as medidas exigidas pelo ECA Digital, como verificação de idade e mecanismos de segurança, devem ser implementadas em conformidade com os princípios da LGPD, especialmente finalidade, necessidade, transparência e segurança.
Isso significa que a proteção do menor não autoriza coleta excessiva de dados, exigindo soluções tecnicamente eficazes e juridicamente proporcionais.
Daniella Avelar, advogada e presidente da comissão educação digital da OAB-MG, em entrevista ao Olhar Digital
Vai dar certo?
Com todas essas medidas, podemos nos perguntar: o ECA Digital vai dar certo? Ou precisaremos de medidas mais restritivas, como na Austrália?
“Eu acho que nós vamos ter que monitorar o que está acontecendo. Toda legislação, ela começa a atuar a partir da identificação de um fenômeno novo e que merece ser regulado. Nós não temos clareza da extensão dos danos que isso pode trazer, então, eventualmente, nós vamos ter que ir aperfeiçoando durante a implementação”, enfatizou a especialista em educação e ex-diretora global de educação do Banco Mundial.
“Agora, o ECA Digital estabeleceu, também junto com as diretrizes ou referenciais que o próprio Ministério da Educação criou, uma autoridade ligada à proteção de dados. E essa autoridade de proteção de dados vai também ter um papel muito importante, porque nós precisamos evitar que, ao fazer reconhecimento facial, por exemplo, das crianças para checagem de idade, que isso não seja usado para outros fins. Então, a proteção de dados das crianças e adolescentes vai ser muito importante.”
“Como fazer isso melhor? Talvez nós não tenhamos clareza ainda. Então, provavelmente, depois de um ano ou um ano e meio de implementação do ECA Digital, nós vamos ter que revisitar e ver se tudo está funcionando, se a implementação está funcionando bem. E especialmente lembrando que o poder das grandes plataformas, das big techs, é muito grande. Então, há lobbies para que a legislação não traga custos adicionais para eles. E nós, cidadãos, temos que proteger as nossas crianças, mesmo que contrariem interesses imediatos das grandes plataformas“, finalizou.
Apple adquiriu a MotionVFX (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas para edição de vídeo.
A empresa é conhecida por efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais.
A aquisição pode expandir o ecossistema criativo da Apple, que desde janeiro oferece o pacote de assinatura Creator Studio.
A Apple comprou a MotionVFX, desenvolvedora de plugins, templates e ferramentas avançadas voltadas à edição de vídeo, em especial para o Final Cut Pro, principal software de edição profissional da própria Apple. Os valores da negociação não foram divulgados.
O movimento indica um reforço da estratégia da empresa em expandir seu ecossistema criativo. A expectativa é que os recursos da MotionVFX sejam incorporados gradualmente às soluções da dona do iPhone.
A MotionVFX, com sede em Varsóvia e fundada em 2009, construiu reputação ao longo de mais de 15 anos oferecendo efeitos visuais e pacotes gráficos para editores profissionais, com planos por assinatura e foco em facilidade de uso.
O que muda com a aquisição?
Com a compra, a Apple passa a ter controle direto sobre ferramentas amplamente utilizadas por criadores que trabalham com o Final Cut Pro. Isso pode resultar em uma integração mais profunda entre software e plugins, simplificando fluxos de trabalho.
Em comunicado publicado em seu site, a MotionVFX afirmou: “Estamos extremamente animados em compartilhar que a MotionVFX está se juntando à equipe da Apple para continuar capacitando criadores e editores a fazerem seu melhor trabalho.”
MotionVFX desenvolve plugins e ferramentas voltadas ao software Final Cut Pro (imagem: divulgação)
Apple quer competir com a Adobe?
A movimentação também pode ser interpretada como parte da disputa com a Adobe, responsável pelo Adobe Premiere Pro e pela suíte Adobe Creative Cloud, amplamente utilizada no mercado.
Nos últimos anos, a Apple tem ampliado sua oferta de serviços para criadores. Em janeiro, a empresa lançou o Creator Studio, um pacote por assinatura que reúne aplicativos como Final Cut Pro, Logic Pro e outros softwares voltados à produção de conteúdo.
O Huawei Watch GT 6 Pro está com 34% de desconto no Mercado Livre. O smartwatch premium da multinacional chinesa com preço original de R$ 2.499, sai por R$ 1.655 no Pix. O detalhe interessante dessa oferta se dá pelo preço promocional na cor da pulseira marrom, bem incomum.
Huawei Watch GT 6 Pro tem corpo em titânio e monitora mais de 100 treinos
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: divulgação/Huawei)
O smartwatch Pro da Huawei sem dúvidas é indicado para os amantes de esportes. Já que tem a capacidade de monitorar mais de 100 modos de treinos diferentes, segundo a empresa. A resistência a 5 ATM e a avançada certificação IP69 contra poeira, jatos d’água em alta pressão e temperaturas extremas fazem com que não decepcione em esportes aquáticos, de estrada e outros.
Para quem gosta de um wearable mais robusto, o Huawei Watch GT 6 Pro apresenta caixa em liga de titânio de 46 mm e revestimento do vidro Cristal de Safira para proteção contra arranhões. A tela AMOLED de 1,47 polegadas atinge brilho forte de até 3.000 nits em ambientes muito iluminados. Enquanto a pulseira leva o material fluoroelastômero.
A bateria promete autonomia prolongada de até 21 dias em uso moderado, de acordo com a fabricante. Para uso mais típico, o período diminui para doze dias. O carregamento oferece suporte sem fio de 10 W.
Huawei Watch GT 6 Pro é desenvolvido com caixa octagonal e coroa giratória em titânio (imagem: Divulgação)
O sistema HUAWEI TruSense integrado ao smartwatch monitora sistemas importantes relacionados a saúde, incluindo frequências cardíaca e respiratória, assim como oxigenação no sangue (SpO2) e ECG. Além disso, fornece um relatório com dados sobre a qualidade do sono na noite passada.
Por fim, o Huawei Watch GT 6 Pro em oferta por R$ 1.655 no Pix conta com NFC para possibilitar compras por aproximação, Bluetooth 6.0 e GPS capaz de fornecer informações a respeito da localização, distância percorrida e quantidades de calorias gastas.
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O Motorola Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.590 no Pix com o cupom LU150 no Magazine Luiza. A promoção representa um desconto de 35% sobre o preço de lançamento do celular da Motorola (R$ 3.999) com RAM expansível de até 24 GB e câmera frontal de 50 MP.
Motorola Edge 60 Pro tem RAM de até 24 GB e 50 MP para selfies
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro entrega performance fluida com o chipset Mediatek Dimensity 8350 Extreme. O processador ainda trabalha com o recurso de expansão da memória RAM de 12 GB para até 24 GB. A configuração elimina travamentos em jogos pesados e garante agilidade extrema no multitarefa.
A câmera de selfies de 50 megapixels garante autorretratos com nitidez extrema e riqueza de detalhes. Este sensor frontal grava vídeos em resolução 4K para vlogs de alta qualidade. Na traseira, o sensor principal de 50 MP captura fotos claras, enquanto o telefoto com zoom óptico de 3x aproxima objetos distantes.
Outro destaque do Motorola Edge 60 Pro é a bateria de 6.000 mAh. Segundo a Motorola, o smartphone é capaz de aguentar até 45 horas de uso longe das tomadas, e apenas 6 minutos conectado ao carregador de 90 Watts deverão ser suficientes para um dia inteiro de autonomia.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Ademais, o smartphone ainda traz uma tela POLED de 6,7 polegadas com brilho forte de até 4.500 nits e taxa de atualização de 120 Hz. Estas configurações devem garantir excelente visibilidade sob qualquer iluminação e uma experiência fluida entre aplicativos.
Por fim, a fabricante ainda promete atualizações até o Android 18 e oferece certificações de resistência IP68, IP69 e militar MIL-STD-810H. Sendo assim, pelos R$ 2.590 no pix com cupom LU150, o Motorola Edge 60 Pro de 256 GB pode ser uma ótima opção de celular custo-benefício.
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Quando falamos em Imposto de Renda, a maior parte das pessoas torce o nariz. E, confesso, dá para entender, considerando que a Receita Federal usa uma linguagem difícil de entender. Se você é uma dessas pessoas, nesta matéria você vai descobrir de forma simples se você tem ou não que declarar o Imposto de Renda em 2026.
Ah, e isso não é igual a bingo que você tem que acertar todos os números para ganhar. Se você se encaixa em pelo menos uma das regras, a entrega da declaração é obrigatória, ok? E tem outro detalhe: declarar não significa (necessariamente) que você vai ter que pagar mais imposto; pode significar receber dinheiro de volta, a famosa “restituição”.
O quanto você ganhou no ano: renda tributável
Sabe aquele dinheiro que “carimba” o seu contracheque todo mês? Pois é. Aqui entra o seu salário, aposentadoria, aquele aluguel que você recebe ou o seu pro labore (se você é dono de empresa).
A regra é curta e grossa: se a soma de tudo o que você recebeu desse tipo de renda em 2025 passou de R$ 35.588,00, você está obrigado a declarar.
Se você tem a sensação de que o valor subiu, você está certo. O limite aumentou um pouquinho em relação ao ano passado por causa do ajuste na tabela do IR. Isso é um alívio (ainda que pequeno), pois deixa mais gente fora da obrigatoriedade, mas ainda assim, qualquer um que ganhe pouco mais de R$ 2.965,66 por mês já precisa ficar esperto com o Leão.
A regra dos R$ 5 mil já vale?
Sim e não! Muita gente ouviu falar da isenção de R$ 5 mil e acha que já pode dar adeus ao Leão. A real é a seguinte: essa nova isenção serve para o que é descontado do seu salário hoje (em 2026).
Mas a declaração que você entrega agora é sobre o seu ano de 2025. E, no ano passado, a régua era mais baixa. Ou seja: você pode até ter parado de ter IR descontado no mês passado, mas se em 2025 você ganhou mais de R$ 35.588,00 no total, você ainda está no radar da Receita e precisa declarar!
Dinheiro “livre” de imposto (mas que o Leão vigia): rendimentos isentos ou tributados na fonte
Nem todo dinheiro que cai na conta sofre mordida do Leão na hora. Tem alguns valores que são isentos ou que o imposto já foi pago lá na fonte, antes de chegar em você. Estamos falando de coisas como:
Saque do FGTS (muito comum para quem foi demitido ou comprou um imóvel);
Indenizações trabalhistas;
Heranças ou doações;
Rendimento da poupança.
A regra aqui é para quem “nadou no dinheiro” em 2025: se a soma de tudo isso passou de R$ 200.000,00, você marcou mais um “X” no bingo da obrigatoriedade.
Por que declarar se não paga imposto? Pense na declaração como uma justificativa. Se você comprou um carro novo ou deu entrada num apartamento usando esse dinheiro, a Receita precisa saber que você não “fabricou” essa grana do nada. Declarar esses valores evita que você caia na malha fina por um erro de lógica no seu patrimônio.
Vendeu a casa ou deu um pulinho na Bolsa: ganho de capital e Bolsa de Valores
Aqui é onde o Leão fica de olho em quem fez o dinheiro circular (e render). Tem dois grupos principais que marcam o “X” no bingo aqui:
Venda de bens (lucro no bolso): se você vendeu um carro, um terreno ou um apartamento em 2025 e teve o que a Receita chama de “ganho de capital” – que nada mais é do que vender por um preço maior do que você comprou –, você precisa declarar. Se esse lucro for sujeito a imposto, não tem escapatória.
Investidores da Bolsa: calma, não é porque você comprou duas ações que já está obrigado. A regra é mais “amigável”: você só é obrigado a declarar se em 2025 vendeu ações, ouro ou outros ativos na Bolsa que, somados, passaram de R$ 40.000,00.
Tem uma exceção: se você fez vendas menores, mas teve lucro líquido sujeito a imposto (como no caso de day trade ou vendas de ações acima de R$ 20 mil no mês), você também entra na lista de obrigatoriedade.
Se você é investidor, não deixe para a última hora. O extrato da sua corretora e o CEI (Canal Eletrônico do Investidor) são seus melhores amigos para não errar nenhum centavo e fugir da malha fina.
Vida no campo: atividade rural
Se o seu negócio é a terra, a Receita Federal também tem um cercado para você. Não importa se você produz soja, cria gado ou tem qualquer outra atividade rural, a obrigatoriedade bate à sua porta em dois casos:
Faturamento: se o dinheiro bruto que entrou no seu caixa (a receita total, sem descontar os custos) passou de R$ 177.920,00 em 2025 (era R$ 169.440,00 em 2024).
Compensação de prejuízo: se você teve um ano difícil e quer avisar a Receita que teve prejuízo (seja em 2025 ou em anos anteriores) para abater isso do imposto e pagar menos lá na frente. É como se você estivesse guardando um “crédito” para os anos de colheita farta.
Mesmo que você não more no campo, mas tenha participações em resultados de atividades rurais, vale dar uma conferida no seu informe de rendimentos para não ser pego de surpresa.
O tamanho do seu patrimônio: bens e direitos
Aqui a regra não é sobre o dinheiro que entrou na conta, mas sobre o que você já conquistou. Se no dia 31 de dezembro de 2025 a soma de tudo o que você possui passava de R$ 800.000,00, você marcou o último “X” do nosso bingo.
Nessa conta, você deve somar tudo:
Sua casa ou apartamento;
Seu carro ou moto;
O saldo nas suas contas bancárias e investimentos;
Criptoativos e joias;
Até a chamada “terra nua” (terrenos rurais sem nenhuma construção).
Para a Receita, o que vale é o valor de compra dos seus bens, e não o valor de mercado atualizado. Se você comprou um apartamento por R$ 700 mil anos atrás e hoje ele vale R$ 1 milhão, o que conta para o Leão ainda são os R$ 700 mil (a menos que você tenha feito reformas e declarado as benfeitorias).
Imposto de Renda 2026: calendário
Confira as principais datas do IRPF:
20/03/2026: liberação do programa para download (mas sem transmissão ainda);
23/03/2026, às 8h: início das entregas das declarações (inclusive das pré-preenchidas);
27/03/2026: início de processamento e liberação do extrato;
10/05/2026: prazo de envio da declaração para concorrer ao primeiro lote de restiuição e prazo para optar pelo débito automático da primeira cota (para aqueles que pagam IR);
29/05/2026: fim das entregas das declarações às 23h59; liberação do pagamento do 1º lote de restituição; vencimento da primeira parcela, cota única e DARF de destinação.
30/06/2026: liberação do pagamento do 2º lote de restituição;
15/07/2026: liberação do pagamento da restituição automática do IRPF (o “cashback“);
31/07/2026: liberação do pagamento do 3º lote de restituição;
31/08/2026: liberação do pagamento do 4º lote de restituição.
E aí, vai ter que declarar o IR?
Se você se encaixou em qualquer uma dessas situações, não tem para onde correr: a entrega da declaração é obrigatória. Ignorar o Leão pode custar caro, com multas que começam em R$ 165,74 e podem chegar a 20% do imposto devido, além de deixar seu CPF “pendente”, o que trava a vida de qualquer um.
Mesmo se você passou longe de todas as regras acima, ainda vale dar uma olhada no seu informe de rendimentos. Se em algum mês de 2025 você teve imposto retido na fonte (aquele desconto maroto no contracheque, talvez por causa de um bônus ou férias), você pode ter direito à restituição. Nesse caso, declarar não é um dever, é um direito de pegar seu dinheiro de volta!
Independentemente de você estar no grupo da obrigação ou da restituição, a melhor forma de fazer as pazes com a Receita é usar a declaração pré-preenchida. Ela já puxa quase tudo automaticamente (salários, despesas médicas e saldos bancários), o que economiza um tempo precioso e, o mais importante: reduz drasticamente as chances de você cometer um erro bobo e cair na temida malha fina.
Agora que você já sabe se está no radar da Receita, é hora de separar os documentos e não deixar para o último dia!
O fundador e ex-CEO do Uber, Travis Kalanick, está de volta ao centro das atenções com o lançamento da Atoms. A nova companhia marca o retorno do executivo ao universo dos veículos autônomos e da automação, mas com um foco diferente do passado: em vez de transportar pessoas, o objetivo agora é dominar setores industriais pesados, como mineração, logística e até a produção de alimentos.
Robôs especializados e a aquisição da Pronto
Diferente de empresas que apostam em robôs humanoides, Kalanick revelou que a Atoms focará em robôs especializados. Em entrevista recente ao canal TBPN nesta sexta-feira (13), o executivo afirmou que, embora os humanoides tenham seu lugar, há um mercado massivo para máquinas desenhadas para eficiência em escala industrial. A Atoms já anunciou o desenvolvimento de uma base sobre rodas universal que poderá ser adaptada para diferentes funções robóticas.
Para acelerar a entrada no setor de mineração, Kalanick confirmou que está prestes a adquirir a Pronto, uma startup de veículos autônomos focada em locais industriais. Curiosamente, a Pronto foi criada por Anthony Levandowski, antigo colega de Kalanick no Uber e figura central no processo de segredos industriais que envolveu a Waymo (Google) anos atrás.
O fim das “cozinhas-fantasma” e o suporte do Uber
Como parte da estratégia, a atual empresa de Kalanick, a CloudKitchens (famosa pelo modelo de ghost kitchens), será integrada à Atoms. A ideia é automatizar processos dentro da produção de alimentos, utilizando a expertise em robótica da nova startup.
Embora Kalanick tenha deixado o Uber em 2017 após uma série de crises, rumores indicam que a gigante dos aplicativos pode estar apoiando financeiramente o novo projeto. Informações do TechCrunch sugerem que Kalanick pretende ser “mais agressivo” na implementação de tecnologia autônoma do que a Waymo, corrigindo o que ele mesmo chamou de “erro” quando o Uber vendeu sua divisão de carros autônomos em 2020.
O movimento sinaliza que a “segunda onda” da robótica não será apenas sobre robôs que andam como humanos, mas sobre máquinas invisíveis que tornam indústrias base da economia (como a mineração) muito mais produtivas.
Há 40 anos, o computador pessoal (PC para os íntimos) tem sido a ferramenta definitiva para criação e trabalho. No entanto, a AMD afirma que essa era está evoluindo. Em vez de uma máquina que espera por seus comandos para abrir aplicativos, surge o Computador de Agentes (ou “Agent Computer” em inglês). O conceito abandona a ideia de “operação passo a passo” e introduz a “delegação”: você não usa os apps; a inteligência artificial da máquina usa os apps por você.
O que é um Computador de Agentes?
Diferente de um PC tradicional, o Computador de Agentes é projetado para rodar agentes de IA de forma persistente e ininterrupta. Enquanto um chatbot comum apenas responde perguntas, esses novos agentes realizam ações: eles pesquisam, planejam e executam tarefas complexas através de diferentes ferramentas e softwares, funcionando de forma independente mesmo enquanto você dorme.
A ideia é que o dispositivo se torne um colaborador “sempre ativo” em sua casa ou escritório. Em vez de abrir o Slack ou o WhatsApp para gerenciar pendências, você simplesmente delega a tarefa ao seu agente local, que cuida da logística e entrega o resultado final pronto.
Ainda não existe um termo fixo para essa inovação no Brasil, e sabemos que muitas vezes a própria palavra em inglês domina nosso dia a dia. O que você precisa saber é que independentemente do nome (Computador de Agentes, Computador Agêntico ou Computador Autônomo), a forma convencional como usamos este dispositivo pode estar com os dias contados.
Como a IA da AMD impulsiona essa evolução
Para que essa autonomia funcione, é necessário um novo tipo de poder computacional. A AMD destaca que processadores como o Ryzen AI Max+ 395 foram desenvolvidos especificamente para essa arquitetura. Essas máquinas possuem largura de banda de memória massiva e processamento paralelo eficiente, permitindo que múltiplos agentes de IA rodem localmente ao mesmo tempo.
Imagem: AMD / Divulgação
Diferente de um console de videogame, o Agent Computer não é um modelo único, mas uma categoria de dispositivos. Você já pode encontrar essa tecnologia em sistemas equipados com os novos processadores Ryzen AI Max ou em plataformas modulares como o Framework Desktop, que oferecem o poder de processamento necessário para manter os agentes rodando localmente.
A grande vantagem de manter esse processamento de forma local, e não na nuvem, é a privacidade e o controle de dados. Empresas e profissionais podem usar IA de alto nível sem limites de uso ou preocupações com o compartilhamento de informações confidenciais em data centers externos.
A transição para a computação “agêntica” promete mudar a rotina de criadores e desenvolvedores. Imagine acordar e encontrar suas mensagens urgentes já respondidas e um briefing completo da sua primeira reunião preparado pela IA.
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está em oferta por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 29% sobre o preço original de R$ 4.999, mas válida apenas para o modelo na cor Azul.
O smartphone premium traz tela POLED com brilho de até 4.500 nits, bateria de 6.000 mAh e câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP iguais às presentes no recém-lançado Motorola Signature.
Motorola Edge 60 Pro tem tela POLED e câmeras do Signature
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A tela POLED de 6,7 polegadas do Motorola Edge 60 Pro conta com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos, arranhões e outros incidentes.
No desempenho, o celular conta com o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost, combinação que entrega performance alta em multitarefa, apps e games pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
O kit principal de câmeras do Edge 60 Pro é bem similar ao do novo Motorola Signature, sendo uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 50 MP e voltadas para captar cenas com grande campo de visão. A diferença fica por conta da telefoto com zoom óptico de 3x para aproximações, de 10 MP no Edge 60 Pro e de 50 MP no Signature. A frontal também possui 50 MP e é a mesma em ambos os celulares.
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro incluem wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo em plástico do Motorola Edge 60 Pro possui certificação IP68/IP69, que confere resistência contra poeira, jatos d’água e mergulhos acidentais de até 1,5 m de profundidade por no máximo 30 minutos.
O celular se conecta a redes Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. A bateria de 6.000 mAh é maior que a de 5.200 mAh do Signature, mas ambas suportam carregamento rápido de até 90 W no USB-C. O novo gadget, entretanto, conta com carregamento rápido sem fio de 50 W.
Ambos trazem suporte ao Moto AI, a suíte de Inteligência Artificial da Motorola, tendo um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente e outras funções.
Motorola Edge 60 Pro tem botão dedicado ao Moto AI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e receberá apenas mais dois updates do sistema operacional. Você pode adquiri-lo somente na cor azul por R$ 3.565,80 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 29% sobre o valor de lançamento.
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor 2026 será comemorado em 15 de março, mas diversas promoções com condições especiais serão oferecidas pela rede varejista ao longo do mês inteiro. Não fique de fora da cobertura do Achados do TB para aproveitar todas as principais ofertas.
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A ByteDance, empresa dona do TikTok, estabeleceu uma rota logística e jurídica para contornar o bloqueio tecnológico dos Estados Unidos e usar GPUs Nvidia Blackwell (B200), considerados os “motores” mais potentes da inteligência artificial (IA) atual. É o que o Wall Street Journal revelou na quinta-feira (12).
A manobra é basicamente montar data centers fora da China. Isso porque o fornecimento direto dos processadores ao território chinês é proibido por Washington sob justificativa de segurança nacional.
O plano foca na instalação de aproximadamente 36 mil chips em data centers localizados na Malásia, operados em parceria com a Aolani Cloud. Como a Aolani é uma parceira certificada da Nvidia no Sudeste Asiático, ela possui acesso prioritário ao hardware.
Na prática, a empresa vai servir como ponte para a ByteDance competir com empresas como OpenAI e Google no desenvolvimento de modelos de linguagem.
Parceria da ByteDance garante hardware topo de linha da Nvidia para data centers
A complexa operação logística para viabilizar esse projeto envolve a compra de servidores da Aivres, empresa especializada em montar os sistemas que abrigam a tecnologia da Nvidia.
Estima-se que o investimento total apenas para a infraestrutura na Malásia ultrapasse os US$ 2,5 bilhões (aproximadamente R$ 13 bilhões).
Esses sistemas funcionam como grandes “cérebros eletrônicos” capazes de processar volumes massivos de dados em frações de segundo.
(Imagem: rafapress/Shutterstock)
O apetite por expansão não se limita ao território malaio. A ByteDance já negocia infraestruturas similares na Indonésia, onde planeja instalar mais de 7 mil chips B200, além de avaliar mercados na Coreia do Sul, Austrália e Europa.
Paralelamente, a ByteDance reforça sua presença técnica no Ocidente com a abertura de mais de 100 vagas para especialistas em IA em seus escritórios de San Jose e Seattle, nos Estados Unidos.
Essa movimentação garante que a empresa chinesa mantenha talentos próximos ao polo de inovação americano, enquanto o hardware opera em jurisdições mais flexíveis.
Essa infraestrutura externa sustenta o ecossistema de produtos da empresa, que hoje já gera cerca de 25% de sua receita fora da China.
Atualmente, a ByteDance detém cinco dos 50 aplicativos de IA voltados ao consumidor mais populares do mundo. Entre eles, estão: o chatbot Dola, o assistente escolar Gauth e o modelo de vídeo Seedance, que gera cenas realistas a partir de textos.
Sem o acesso aos chips da Nvidia, a capacidade de resposta e a evolução dessas ferramentas seriam severamente limitadas pela falta de potência de processamento.
A viabilidade jurídica da operação repousa numa brecha nas regras de exportação de Washington: as normas impedem a venda dos chips para a China, mas não proíbem que empresas chinesas utilizem o poder de processamento desses chips em “nuvens” localizadas em países terceiros.
Um porta-voz da Nvidia confirmou ao WSJ que as diretrizes permitem que infraestruturas de processamento remoto sejam construídas e operadas por parceiros fora das nações controladas, desde que os equipamentos não cruzem as fronteiras restritas.
Para assegurar a conformidade, a Aolani Cloud enfatiza que seus clientes, como a ByteDance, não detêm a propriedade física dos chips, mas apenas alugam o poder de processamento por meio de contratos de serviço.
Essa estrutura permite que a companhia avance em sua meta de “alcançar o cume mais alto” da IA, conforme definido pelo CEO Liang Rubo, apesar das tensões geopolíticas entre Pequim e Washington.
MacBook Neo é o novo laptop de entrada da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
MacBook Neo e MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro foram homologados pela Anatel e podem ser vendidos no Brasil.
O Neo vem com SoC A18 Pro, mesmo do iPhone 16 Pro, e custa a partir de R$ 7.299.
Já o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro tem GPU de 20 núcleos, largura de banda de memória de 307 GB/s e custa R$ 33.999.
A Apple tem pressa: pouco mais de uma semana após o anúncio, o novo MacBook Neo, laptop de entrada da fabricante americana, foi homologado pela Anatel e já pode ser vendido no país.
Ele tem o código de modelo A3404 e consta na agência com status “Homologação Emitida”, mas infelizmente ainda não é possível acessar a documentação. No site oficial da Apple no Brasil, o Neo custa a partir de R$ 7.299.
MacBook Neo tem quatro opções de cores (imagem: divulgação)
O MacBook Neo vem com o SoC A18 Pro da Apple, já utilizado no iPhone 16 Pro e Pro Max, lançados no final de 2024. O laptop será comercializado em opções com 256 GB de armazenamento ou 512 GB de armazenamento e leitor de digitais Touch ID.
Ambos os modelos vêm com 8 GB de RAM e estão disponíveis em quatro cores: prateado, blush (rosa claro), amarelo-cítrico ou índigo (azul escuro).
Mais um MacBook Pro a caminho
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Pro (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Como noticiamos na segunda-feira (09/03), vários dos MacBooks com os novos chips M5 foram homologados, mas ainda faltavam três com esta linha de SoCs. Agora só faltam dois: o MacBook Pro de 16 polegadas com chip M5 Pro (modelo A3428) também foi homologado pela Anatel.
A diferença para o seu irmão mais potente fica na GPU, na largura de banda da memória e na capacidade de codificação e decodificação de vídeo ProRes: o M5 Max é oferecido em opções de GPUs de 32 e 40 núcleos com dois motores de vídeo ProRes e larguras de banda de memória de 460 e 614 GB/s.
Já o M5 Pro possui “apenas” 20 núcleos em sua GPU, um motor de conversão de vídeo ProRes e largura de banda de memória de 307 GB/s. Tudo isso tem seu preço: o MacBook Pro de 16 polegadas mais barato (com o M5 Pro) custa R$ 33.999 no site da empresa.
O conflito no Irã, que já dura quase duas semanas, tem influência e impacto em todos os setores, como os de energia e data centers.
A reação dos iranianos ameaçou o transporte e preços de petróleo e gás, já que o país tenta impedir que os navios passem pelo Estreito de Ormuz, um dos lugares-chave para transporte das substâncias;
Israel também atacou depósitos de combustível iranianos, que miram a infraestrutura de petróleo e gás dos demais países do Golfo;
Para entender o real impacto do conflito, especialmente o controle do Estreito de Ormuz, no setor de petróleo e gás e nos planos das gigantes de tecnologia para construir data centers de inteligência artificial (IA) consumidores de alta demanda energética, a jornalista Justine Calma, do The Verge, conversou com Reed Blakemore, diretor de pesquisa e programas do Centro de Energia Global do Atlantic Council;
A seguir, veja os principais pontos da conversa e o que o especialista pensa sobre a questão.
Conflito no Irã: como vai afetar o setor energético e o de data centers?
Justine Calma:Qual é a sua perspectiva atual sobre como o conflito provavelmente afetará os preços do petróleo e da gasolina?
Reed Blakemore: A questão fundamental neste momento, em termos das implicações energéticas do conflito, é como o mercado está reagindo à incerteza em torno da passagem segura pelo Estreito de Ormuz. No início do conflito, quando vimos os prêmios de seguro desses navios subindo, estávamos falando principalmente sobre isso no contexto de: “Ei, ficou muito mais caro para um navio atravessar o Golfo e, portanto, eles estão evitando navegar.”
Passamos dessa preocupação para a questão real da segurança ao atravessar o estreito; portanto, não se trata mais tanto de um problema de custo de seguro, mas sim de uma questão de segurança.
Praticamente não temos tráfego passando pelo Estreito de Ormuz. Muitos países estão começando a interromper a produção. Portanto, já existe um efeito cascata surgindo, simplesmente porque o mercado e, basicamente, os petroleiros, estão fundamentalmente preocupados com a possibilidade de não conseguirem ou não atravessarem o estreito com segurança.
Outro fator que, acredito, influenciou fortemente o mercado nos últimos dias foi a percepção da duração do conflito. E podemos observar os comentários do presidente [dos EUA, Donald Trump] nas últimas 72 horas e a reação do mercado como uma importante evidência nesse sentido. Com a chegada do fim de semana, em que a campanha eleitoral claramente se intensificou, a incerteza sobre a abertura ou não do Estreito de Ormuz atingiu níveis alarmantes.
A reação dos mercados asiáticos na abertura do domingo [8], com o preço do barril ultrapassando os US$ 100 [R$ 520,47] e chegando perto de US$ 120 [R$ 624,56], reflete a incerteza do mercado quanto ao fim do conflito. A correção observada ontem foi uma resposta à declaração do presidente, que afirmou que o fim do conflito está próximo.
Os Estados Unidos são um grande produtor de petróleo. Acredito que a estratégia de domínio energético americano desempenhou um papel significativo na proteção dos consumidores americanos contra as consequências iniciais da decisão de entrar em guerra com o Irã.
Os aumentos de preços que vimos até agora teriam sido muito mais responsivos à volatilidade do mercado. Isso deu ao governo um pouco de tempo em relação a quanto tempo levará até que os preços da gasolina comecem a subir de fato no mercado interno. Mas, à medida que esse conflito persistir e a volatilidade do mercado continuar, infelizmente, começaremos a ver uma pressão de alta nos preços da gasolina ao longo do tempo.
A dominância energética dos EUA tem um limite para proteger os consumidores americanos de um mercado de petróleo globalizado. Como os Estados Unidos são um grande produtor nacional de petróleo, têm a capacidade de exercer alguma pressão para baixo sobre os preços da gasolina em seu próprio território.
Mas, como participa de um mercado global por meio de suas exportações de petróleo, está exposta à volatilidade do mercado global de petróleo.
Barris de petróleo não podem ser transportados pelo Estreito de Ormuz (Imagem: PhonlamaiPhoto/iStock)
Calma:Podemos esperar que os preços da eletricidade também subam? Por quê?
Blakemore: Para os Estados Unidos, a situação do gás é um pouco melhor, mas não está imune ao mercado global. O gás natural é comercializado principalmente em âmbito regional dentro dos Estados Unidos.
Os EUA são um grande produtor de gás natural para consumo interno, o que os protege ainda mais. Isso torna a situação dos Estados Unidos muito diferente da sensibilidade ao preço do gás que observamos na Europa, no Japão ou em outras partes do Leste Asiático.
O problema é semelhante ao do petróleo, pois os Estados Unidos são um grande exportador de GNL [gás]. À medida que os preços do gás natural aumentam em outros lugares, os exportadores de GNL serão incentivados a exportar mais gás, pois é aí que reside a oportunidade de arbitragem, o que criará pressão de alta nos preços internos dos Estados Unidos.
Calma:Que riscos isso representa para as empresas de tecnologia e para esse esforço de construção de mais centros de dados de IA e infraestrutura energética relacionada?
Blakemore: Nos Estados Unidos, a maior parte da construção de data centers já começou a ser alimentada por gás natural. Não veremos os preços da eletricidade atingirem um ponto crítico nos Estados Unidos no curto prazo por causa desse conflito. O horizonte temporal que estamos considerando em relação ao gás e, portanto, aos preços da eletricidade, provavelmente é de meses, e não de semanas, como seria de se esperar com o petróleo.
No entanto, quanto mais esse conflito se prolongar e quanto mais apertada for a oferta no mercado global de gás, isso acabará por se espalhar pelos Estados Unidos e criar uma pressão ascendente sobre os preços do gás, o que, por sua vez, afetará os preços da eletricidade e, consequentemente, trará à tona a questão dos data centers.
Acho que o ponto singular é que isso não afeta necessariamente a capacidade dos data centers de comprar energia. Os custos de eletricidade representam uma proporção relativamente marginal do custo de construção e operação de um data center.
O que isso faz é apenas agravar ainda mais os desafios de acessibilidade energética que atualmente estão deteriorando a aceitação social dos data centers no país. Portanto, o impacto nos preços da eletricidade provavelmente não prejudicará diretamente a expansão dos data centers. Os desafios indiretos de acessibilidade que isso criará irão consolidar ainda mais o descontentamento popular com a expansão dos data centers, porque os data centers estão simplesmente encarecendo muito as contas de luz dos consumidores.
O Googleanunciou, nesta quarta-feira (11), a conclusão da aquisição da Wiz, plataforma de segurança em nuvem e inteligência artificial (IA) sediada em Nova York (EUA). Com a operação finalizada, a empresa passará a integrar a divisão Google Cloud, mantendo sua marca e a finalidade de proteger clientes em diferentes ambientes de computação em nuvem.
Segundo o Google, a compra representa um investimento para reforçar a segurança em nuvem e permitir que organizações desenvolvam soluções com rapidez e segurança em qualquer plataforma de nuvem ou de IA.
Wiz agora é do Google
A empresa destacou que, na atual era da IA, empresas e governos estão migrando dados e sistemas críticos para a nuvem e adotando práticas de desenvolvimento de software mais ágeis e contínuas;
Nesse cenário, organizações passam a operar em ambientes multicloud e a utilizar cada vez mais recursos de IA. Ao mesmo tempo, de acordo com a companhia, atacantes também estão explorando a IA para realizar ações com maior velocidade e sofisticação;
Ainda conforme a big tech, a Wiz oferece plataforma de segurança considerada de fácil utilização, com forte especialização em ambientes de nuvem e em código. O sistema se conecta às principais plataformas de nuvem e ajuda empresas a prevenir e responder a incidentes de cibersegurança;
De acordo com o Google, essas capacidades complementam o Google Cloud em infraestrutura de nuvem e seu conhecimento em inteligência artificial, incluindo ferramentas de inteligência de ameaças e operações de segurança baseadas em IA.
Com a integração das duas empresas, a expectativa é criar uma plataforma unificada de segurança capaz de acelerar a detecção, prevenção e resposta a ameaças.
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)
A proposta também inclui identificar ameaças emergentes criadas com modelos de IA, proteger sistemas de inteligência artificial contra ataques e utilizar modelos de IA para auxiliar profissionais de segurança na busca por riscos de forma mais eficiente.
A plataforma conjunta deverá oferecer um conjunto consistente de ferramentas, processos e políticas de segurança em todos os principais ambientes de nuvem e em diferentes camadas da infraestrutura tecnológica — do código à nuvem e ao ambiente de execução.
Segundo o Google, a combinação das tecnologias também deve ampliar a adoção de soluções de segurança multicloud, aumentando a capacidade das empresas de utilizar múltiplas plataformas de nuvem e estimulando a inovação em computação em nuvem e aplicações de inteligência artificial.
A empresa afirma que organizações e órgãos governamentais poderão melhorar significativamente a forma como a segurança é projetada, operada e automatizada, ampliando a escala das equipes de cibersegurança e reduzindo custos relacionados à implementação e gestão de controles de proteção.
A companhia também destacou que a nova plataforma pode ajudar pequenas empresas, que muitas vezes não dispõem de recursos ou conhecimento especializado para se proteger, a enfrentar ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e destrutivas.
Disponibilidade
Os produtos da Wiz continuarão funcionando e disponíveis em diversas plataformas de nuvem, incluindo Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform, Microsoft Azure e Oracle Cloud. As soluções também serão oferecidas por meio de diferentes parceiros de segurança.
Além disso, o Google informou que seguirá oferecendo aos clientes uma variedade de opções por meio das soluções de parceiros disponíveis no marketplace do Google Cloud.
O iPhone 17 Pro de 1 TB está saindo por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 22% em comparação ao valor original de R$ 14.999 e o maior já registrado, segundo plataformas de monitoramento.
O celular premium da Apple conta com um kit principal de câmeras de 48 MP, tela OLED de 120 Hz e chip A19 Pro.
iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro
O iPhone 17 Pro traz um design atualizado para acomodar o trio de câmeras principais: uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações, todas de 48 MP. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o smartphone na vertical.
Sobre o desempenho, o celular é equipado com o poderoso chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, um conjunto que segundo a Apple entrega 40% mais poder de processamento em relação à geração anterior, e que não tem paralelos entre a concorrência. O 1 TB de armazenamento entregam espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
Seu corpo de alumínio conta com o revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira e certificação IP68, que adicionam resistência contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.
Tela OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro tem brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, oferecendo cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O display recebe a proteção adicional do vidro Ceramic Shield 2.
O celular premium é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC para ações por aproximação. A bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carregamento rápido de 0 a 50% em 20 minutos via USB-C, além do MagSafe.
O iPhone 17 Pro (1 TB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular premium de última geração da Apple está em oferta por R$ 11.699 no Pix no Mercado Livre, um abatimento inédito de 22% sobre o preço de lançamento.
Corpo de alumínio do iPhone 17 Pro conta com certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor 2026 será comemorado em 15 de março, mas as ofertas e descontos com condições especiais da rede varejista começaram no início do mês e devem seguir até o fim de março. Fique de olho na cobertura do Achados do TB para não ficar de fora de nenhuma promoção.
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iPhone 17 Pro (1 TB) tem câmeras de 48 MP e tela OLED com ProMotion de 120 Hz; celular premium da Apple recebe desconto inédito de 22% no Pix na Semana do Consumidor
O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por apenas R$ 3.500,90 no Pix no Mercado. A oferta da Semana do Consumidor 2026 representa um desconto de 38% em relação ao recém-lançado Motorola Edge 70 de 512 GB (R$ 5.599), além de 30% abaixo do valor original do Edge 60 Pro em promoção (R$ 4.999).
Em comparação com o novo celular da Motorola, o Edge 60 Pro sai na frente nos quesitos câmeras, bateria e desempenho.
Motorola Edge 60 Pro supera câmeras do Motorola Edge 70
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além da espessura, que é um destaque claro do novo Motorola Edge 70, outro dos fatores que chamou a atenção foi o conjunto fotográfico. O lançamento veio com três lentes de 50 megapixels, sendo duas traseiras (wide para retratos e ultrawide para cenários amplos) e uma frontal para selfies.
Contudo, o Motorola Edge 60 Pro também já traz essas mesmas câmeras, com a adição de uma telefoto de 10 MP, que zoom óptico de 3x para a melhor captura de detalhes ou imagens distantes. Todas também filmam em 4K, com a pequena diferença de que o Edge 70 atinge 60 fps nas traseiras enquanto o Edge 60 Pro chega até 30 fps.
Outro chamariz do Edge 60 Pro em comparação com o Edge 70 é a bateria, com o celular mais recente oferecendo 4.800 mAh de capacidade, enquanto o modelo Pro da linha passada traz 6.000 mAh. O carregamento também é superior no smartphone em oferta, que suporta até 90 Watts.
Motorola Edge 60 Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Além disso, testes de benchmark revelam um desempenho superior no Edge 60 Pro (por R$ 3.500,90) em comparação com o novo Edge 70 (R$ 5.599). Contudo, nenhum dos celulares da Motorola passou por análises mais aprofundadas do Tecnoblog.
Sobre a política de atualizações da Motorola, é esperado que o Edge 60 Pro se mantenha atualizado até o Android 18, enquanto o Edge 70 até o Android 19. Pagando menos, ainda vale a pena apostar no modelo da geração passada nessa linha se não quiser esperar o lançamento de um Edge 70 Pro ou semelhantes.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
Estamos na semana do Dia do Consumidor em 2026, que será no dia 15 de março. E o Achados do TB está cobrindo as melhores promoções em celulares, tablets, notebooks e outros itens de tecnologia, e até eletrodomésticos. Acompanhe nossos grupos no WhatsApp ou Telegram para não perder nenhum desconto.
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O Google faz como a OpenAI e está aproveitando o litígio entre Pentágono e Anthropic para reforçar seu relacionamento com o governo dos Estados Unidos.
Um dia após a startup de Dario Amodei processar o Pentágono, a gigante das buscas está expandindo o papel de seus modelos de inteligência artificial (IA) no âmbito militar.
Nesta terça-feira (10), o Google informou que vai lançar recurso que permitirá a civis e militares criar agentes de IA personalizados para trabalhos não classificados no GenAI.mil, portal de IA corporativa do Pentágono.
Agora, os funcionários do Departamento de Defesa podem usar ferramenta sem ou com pouco código, de nome Agent Designer, para criar assistentes digitais para tarefas administrativas repetitivas.
GenAI.mil poderá gerar agentes de IA para civis e militares (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)
Google e as novas ferramentas para funcionários do Departamento de Defesa
O Google disse que os agentes podem auxiliar em tarefas, como redação de atas de reuniões, criação de listas de ações e divisão de grandes projetos em planos detalhados por etapas;
A princípio, funcionarão em redes não classificadas. Contudo, segundo a Bloomberg, há informações de que as negociações para expansão para ambientes classificados e ultrassecretos;
Ao portal, Emil Michael, chefe de tecnologia do Departamento de Defesa, disse que está “confiante” de que o Google será “um ótimo parceiro em todas as redes“;
Ele também falou que o Pentágono está “seguindo em frente” ante à disputa com a Anthropic e que isso não será resolvido nos tribunais.
Concorrência
Com o litígio com a Anthropic, surgiram outras concorrentes no caminho: OpenAI e xAI. Ambas foram adicionadas às redes restritas, enquanto o Google expandiu sua colaboração. Mas, até pouco tempo, a Anthropic era a única fornecedora de IA na nuvem do Pentágono.
A tensão entre as empresas de IA sobre a validade do uso da tecnologia para fins militares só cresce. Jeff Dean, chefe de IA do Google, assinou, junto a dezenas de outros funcionários de OpenAI e da gigante das buscas, um parecer jurídico que apoia a Anthropic contra o Pentágono.
Dean, anteriormente, já expressou simpatias por preocupações envolvendo IA militar e vigilância, quando funcionários circularam cartas solicitando limites claros sobre como a empresa atua com os militares.
MacBook Pro com M5 Max (imagem: divulgação/Apple)Resumo
Anatel homologou os MacBooks Air e Pro com chip M5 e o iPad Air com processador M4 para venda no Brasil.
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max custa entre R$ 47.999 e R$ 90.399, enquanto os MacBooks Air de 13 e 15 polegadas custam R$ 13.999 e R$ 15.999, respectivamente.
Os iPads Air com processador M4, modelos A3459 a A3462, variam de R$ 7.499 a R$ 17.999.
Foi rápido: a Apple anunciou na semana passada os novos MacBooks Air e Pro com chips M5, e eles já podem ser vendidos no Brasil, após serem certificados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) na sexta-feira (06/03).
Com a certificação, chegam ao país o Macbook Pro de 16 polegadas com o M5 Max (modelo A3429); MacBook Air de 15 polegadas com M5 (A3448) e MacBook Air de 13 polegadas (A3449), também com M5.
O que eles têm de novo?
Certificado de homologação do MacBook Pro de 16″ com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Max é o mais potente entre eles, contando com o novo chip de 18 CPUs e GPU em duas opções: 32 e 40 núcleos.
Também é o mais caro entre as novidades, custando a partir de R$ 47.999 e podendo ir até R$ 90.399 na especificação com tela Nano Texture, 128 GB de RAM e 8 TB de armazenamento.
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Os MacBooks Air com M5 custam bem menos: no site oficial, o modelo de 13 polegadas parte de R$ 13.999 e o de 15 polegadas, de R$ 15.999. Ambos vêm com 16 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
Para completar os lançamentos, ainda faltam as certificações dos novos MacBook Pro de 14 polegadas com M5 Pro e Max, o MacBook Pro de 16 polegadas com M5 Pro e o novo MacBook Neo.
Preços dos novos MacBooks
MacBook Air M5 13″: R$ 13.999
MacBook Air M5 15“: R$ 15.999
MacBook Pro M5 Pro 14″: R$ 26.999
MacBook Pro M5 Max 14″: R$ 44.999
MacBook Pro M5 Pro 16″: R$ 33.999
MacBook Pro M5 Max 16″: R$ 47.999
iPad Air também está homologado
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Já a nova linha de iPads Air com processador M4 está completa: os modelos A3459, A3460, A3461 e A3462 estão homologados. Eles correspondem, respectivamente, aos iPad Air de 11 polegadas (Wi-Fi e 5G) e aos iPad Air de 13 polegadas (Wi-Fi e 5G).
Os modelos começam em R$ 7.499 (11 polegadas com 128 GB) e vão até R$ 17.999 (13 polegadas com 1 TB de armazenamento).
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13″ com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Apple recebeu autorização para vender MacBook Air e MacBook Pro com chip M5 no Brasil. Novo iPad Air com processador M4 também foi certificado pela agência.
Certificado Anatel do MacBook Pro de 16" com M5 Max (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Novos modelos têm foco em IA, com aceleradores neurais (imagem: divulgação)
Apple enfatiza capacidades multitarefas do iPad Air M4 e do iOS 26 (imagem: divulgação)
Certificado de homologação do iPad Air M4 de 13" com 5G (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O ar-condicionado T-PRO 2 da TCL está saindo por apenas R$ 2.086,20 no Pix no Magazine Luiza. A promoção, que coincide com a época de antecipação de ofertas para o Dia do Consumidor, oferece 35% de desconto sobre o preço original de R$ 3.209.
Dentre os destaques desse ar-condicionado da TCL, estão a tecnologia split inverter, que é mais econômica, a conectividade Wi-Fi e com assistentes virtuais, e a presença de funcionalidades inteligentes como o autodiagnóstico.
TCL T-PRO 2 é ar-condicionado split inverter inteligente
Modo autodiagnóstico do TCL T-PRO 2 (imagem: Divulgação)
Começando pelas funcionalidades inteligentes do ar-condicionado, se destaca primeiramente o autodiagnóstico, no qual o aparelho faz a autoverificação para identificar possíveis problemas de funcionamento e exibe um código no painel. Além disso, também há um filtro inteligente que notifica quando é necessária a limpeza.
Além disso, ar-condicionado da TCL também conta com conectividade Wi-Fi, permitindo sua conexão tanto com o aplicativo de controle remoto da fabricante quanto com assistentes virtuais como Alexa e Google Assistente. Desta forma, é possível controlar o aparelho dentro e fora de casa.
Por fim, os 12.000 BTUs de potência de resfriamento devem ser suficientes para resfriar um ambiente entre 15 e 25 m², como uma sala de estar pequena ou um quarto de casal. Lembrando que o ar-condicionado inteligente split inverter da TCL está saindo por apenas R$ 2.086,20 no Pix no Magalu.
Quando será o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor é 15 de março, e é uma das melhores épocas para economizar nas compras do primeiro semestre. Não só no dia, mas durante toda a primeira metade do mês. Então, fique de olho na cobertura do Achados do TB para não perder nenhuma oportunidade.
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O Motorola Edge 60 Pro de 512 GB está saindo por R$ 3.502 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 30% sobre o preço de lançamento de R$ 4.999 durante o Mês do Consumidor.
O smartphone premium traz tela pOLED com brilho de até 4.500 nits, câmeras wide, ultrawide e frontal de 50 MP e bateria de 6.000 mAh.
Motorola Edge 60 Pro tem câmera de 50 MP e bateria de 6.000 mAh
Câmeras do Motorola Edge 60 Pro incluem wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O conjunto principal de câmeras do Motorola Edge 60 Pro traz uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 50 MP e voltadas para captar cenas com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. A frontal também possui 50 MP e todas gravam vídeos em 4k a 30 fps.
O desempenho é amparado pelo chip Dimensity 8350 Extreme de 4 nanômetros e 12 GB de RAM expansível até 24 GB via RAM Boost, que entregam bom desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 512 GB de armazenamento oferecem espaço de sobra para guardar vídeos, fotos e arquivos.
A tela POLED de 6,7 polegadas possui taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, oferecendo cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Gorilla Glass 7i protege o display contra riscos, arranhões e outros incidentes.
Tela de 6,7″do Motorola Edge 60 Pro conta com brilho de até 4.500 nits (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Motorola Edge 60 Pro traz suporte ao Moto AI, a suíte de Inteligência Artificial da Motorola, com direito a um botão dedicado que aciona recursos de edição inteligente de imagens, assistente inteligente e outras funções.
Este celular se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de amplos 6.000 mAh resiste a 45 horas de uso moderado segundo a Motorola, e é compatível com carregamento rápido de até 90 W para uma carga de apenas 6 minutos.
O Motorola Edge 60 Pro (512 GB) é compatível com o Android 16 e receberá mais dois updates do sistema operacional. Ele está em oferta por R$ 3.502 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 30% em comparação ao valor original durante o Mês do Consumidor.
Recursos de IA do Motorola Edge 60 Pro incluem botão dedicado (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia Mundial do Consumidor será comemorado no dia 15 de março, mas as principais ofertas começam a ser oferecidas no início do mês e continuarão até o fim de março. Não deixe de acompanhar a cobertura do Achados do TB pelo site ou nossos canais no Telegram e WhatsApp e aproveite as melhores promoções.
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Em mais um movimento de reestruturação interna, a Amazon confirmou na terça-feira (4) a demissão de funcionários em sua divisão de robótica. De acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto ouvidas pela agência Reuters, ao menos 100 cargos administrativos foram afetados.
A área atingida é responsável pelo desenvolvimento de robôs e sistemas de transporte utilizados principalmente na automação de armazéns da empresa. Em comunicado, a Amazon afirmou que revisa regularmente sua estrutura organizacional para garantir que as equipes estejam alinhadas com as prioridades de inovação e atendimento aos clientes, mas não informou oficialmente o número de demissões.
Os novos cortes ocorrem após uma série de reduções no quadro corporativo ao longo do último ano. Em outubro, a Amazon dispensou cerca de 14 mil trabalhadores. Já em janeiro, anunciou a demissão de mais 16 mil funcionários como parte de um plano mais amplo para cortar 30 mil postos corporativos (cerca de 10% da força de trabalho administrativa). O Olhar Digital deu os detalhes aqui.
A empresa atribui parte dessa redução aos ganhos de eficiência proporcionados pela adoção de tecnologias baseadas em inteligência artificial, além de mudanças internas na cultura organizacional.
Amazon tem plano de cortar 30 mil postos de trabalho (Imagem: Amazon / Divulgação)
Demissão é na divisão de robótica
As demissões da vez são exclusivamente na divisão de robótica. Segundo a agência, o anúncio veio poucos meses depois de a companhia interromper o desenvolvimento de um projeto interno de automação conhecido como Blue Jay.
O sistema, apresentado publicamente em outubro, consistia em um braço robótico com múltiplos manipuladores capazes de separar vários itens simultaneamente, projetado para auxiliar trabalhadores em espaços reduzidos dentro dos armazéns.
A Anthropic e o Departamento de Defesa dos Estados Unidos retomaram as negociações nesta quinta-feira (05) para definir o uso de inteligência artificial (IA) em sistemas militares, revelou o Financial Times nesta quinta-feira (05). O diálogo ocorre após o colapso das conversas na semana passada, quando o governo americano ameaçou designar a startup como um “risco à cadeia de suprimentos”, medida que proibiria agências federais de utilizarem suas ferramentas.
A divergência central envolve as salvaguardas de segurança da empresa, que resiste ao uso de sua tecnologia para vigilância em massa ou operação de armas autônomas. Enquanto a concorrente OpenAI já firmou acordos para o uso de modelos em redes confidenciais (sistemas protegidos por sigilo de segurança nacional), a Anthropic busca garantias contratuais de que sua tecnologia não executará análises indiscriminadas de grandes volumes de dados.
Pressão de investidores e risco de exclusão aceleram retomada de diálogo entre Anthropic e Pentágono
O retorno às negociações foi motivado por uma pressão de grandes investidores, como Amazon e Nvidia. Por meio de um conselho de tecnologia, essas empresas enviaram uma carta ao governo na qual manifestaram preocupação com a possível punição à Anthropic, o que poderia prejudicar todo o mercado de tecnologia dos Estados Unidos.
Agora, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, conversa diretamente com Emil Michael, um alto funcionário do Pentágono responsável por pesquisas e engenharia. O objetivo é criar um contrato que permita aos militares usar a tecnologia, mas garanta que os limites éticos da startup não sejam desrespeitados.
Enquanto a OpenAI opera em redes secretas, a Anthropic exige garantias contra o uso de sua IA na análise indiscriminada de dados em massa (Imagem: Ascannio/Shutterstock)
A Anthropic está numa fase de crescimento e espera faturar US$ 20 bilhões (R$ 105 bilhões) por ano, o que torna o governo um cliente estratégico. Se fosse expulsa desse mercado, a empresa perderia espaço para concorrentes que possuem menos travas de segurança em seus sistemas de IA.
O impasse ocorreu porque o governo americano queria retirar uma cláusula que impedia a IA de analisar grandes volumes de dados coletados de forma massiva. Oficiais do Pentágono criticam a startup há meses, afirmando que a preocupação exagerada com a segurança da IA atrapalha o desenvolvimento de ferramentas de defesa do país.
O desfecho dessa negociação vai definir como as empresas do Vale do Silício e os militares trabalharão juntos no futuro. Um novo acordo permitiria que o exército voltasse a usar o sistema Claude (a IA da Anthropic) e mostraria se o governo aceita as regras de controle ético propostas pelos desenvolvedores.
(Essa matéria também usou informações de Reuters.)
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã realizou ataques com drones contra centros de dados da Amazon no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos, segundo informações divulgadas nesta quarta-feira (4) pela agência estatal iraniana Fars.
As ações teriam como objetivo investigar o papel dessas instalações no apoio a atividades militares e de inteligência consideradas adversárias por Teerã.
Como foi o ataque a drones contra o centro de dados da Amazon
De acordo com a mídia estatal iraniana, o ataque contra o data center localizado no Bahrein foi realizado após a inteligência do país concluir que as instalações da empresa estariam sendo utilizadas para apoiar operações militares e de inteligência dos Estados Unidos;
A agência Fars afirmou que a ofensiva foi lançada “para identificar o papel desses centros no apoio às atividades militares e de inteligência do inimigo”;
O Irã também sustenta que a instalação da Amazon no Bahrein é a maior da companhia na região e funciona como porta de entrada para os serviços avançados de computação em nuvem da empresa nos países do Golfo Pérsico e no Oriente Médio.
A Amazon Web Services (AWS), divisão de computação em nuvem da companhia de Jeff Bezos, informou, na segunda-feira (2), que suas instalações foram afetadas por ataques na região. Segundo a empresa, dois centros de dados nos Emirados Árabes Unidos foram atingidos diretamente por drones, enquanto no Bahrein um ataque nas proximidades causou danos à infraestrutura.
“Nos Emirados Árabes Unidos, duas de nossas instalações foram atingidas diretamente, enquanto, no Bahrein, um ataque de drone nas proximidades de uma de nossas instalações causou impactos físicos em nossa infraestrutura”, informou a AWS.
Página de status da AWS aponta problemas na região (Imagem: IB Photography/Shutterstock)
A empresa também relatou que os ataques provocaram danos estruturais, interrupções no fornecimento de energia e a necessidade de combater incêndios, resultando em mais danos provocados pela água.
“Essas descargas elétricas causaram danos estruturais, interromperam o fornecimento de energia à nossa infraestrutura e, em alguns casos, exigiram ações de combate a incêndios que resultaram em danos adicionais causados pela água”, afirmou a companhia.
Segundo o painel de monitoramento da AWS, todas as instalações afetadas permanecem fora do ar após os ataques. Alguns aplicativos populares hospedados na plataforma passaram a registrar “taxas de erro elevadas e disponibilidade degradada”.
Diante da situação, a empresa orientou clientes a adotarem medidas de contingência, incluindo a realização de backups de dados, a migração de cargas de trabalho para outras regiões e o redirecionamento do tráfego para fora do Bahrein e dos Emirados Árabes Unidos.
Guerra
De acordo com a Fars, os ataques fazem parte de operações recentes conduzidas pela Guarda Revolucionária Islâmica contra centros de dados da Amazon em Dubai e outros pontos estratégicos da região.
Os incidentes ocorreram após ataques conjuntos realizados por Estados Unidos e Israel contra o Irã durante o fim de semana. Em resposta, o governo iraniano lançou ações retaliatórias contra bases militares israelenses e estadunidenses ao longo da região do Golfo.
Até o momento de publicação desta matéria, a Amazon não se pronunciou oficialmente sobre o assunto.
Empresas gigantes do setor de tecnologia e inteligência artificial (IA), as chamadas big techs, selaram compromisso com a Casa Branca para mitigar o impacto do consumo de energia de seus data centers sobre as contas de eletricidade dos cidadãos estadunidenses.
O acordo, denominado “Ratepayer Protection Pledge” (Compromisso de Proteção ao Consumidor), visa impedir o aumento dos custos de energia para os residentes à medida que a demanda por data centers, que consomem muita energia, cresce exponencialmente.
Entre as empresas que aderiram à iniciativa estão nomes de peso, como Amazon, Google, Meta, Microsoft, OpenAI, Oracle e xAI. A participação de algumas delas, notadamente Amazon, Google e Meta, coincidiu com a divulgação de comunicados de imprensa elogiando suas próprias políticas e esforços para reduzir os efeitos negativos da construção de data centers.
Demanda energética em centros de dados é uma preocupação mundial (Imagem: vectorfusionart/Shutterstock)
As cláusulas centrais deste compromisso federal estabelecem que as empresas de tecnologia se comprometem a “construir, trazer ou comprar os novos recursos de geração e eletricidade necessários para satisfazer suas novas demandas de energia, pagando o custo total desses recursos”;
Isso significa que as companhias devem garantir que a infraestrutura que usam para operar seus data centers não gere custos adicionais para os consumidores residenciais;
Além disso, a promessa estipula que essas empresas se responsabilizarão por quaisquer reformas ou melhorias na infraestrutura de energia que se fizerem necessárias devido às suas operações;
Elas também deverão operar sob estruturas de tarifa de energia distintas, nas quais os pagamentos serão efetuados independentemente do volume de eletricidade consumido por seus negócios.
Um relatório do Comitê Seleto sobre o Partido Comunista Chinês da Câmara dos Representantes dos EUA aponta que a Chinaopera ou possui acesso a várias instalações espaciais na América Latina com potencial militar. E o Brasil está na lista.
O documento cita a “Estação Terrestre de Tucano“, apresentada, da mesma forma que as demais citadas, como projeto civil e científico. Contudo, congressistas estadunidenses a veem com capacidade de uso duplo, ou seja, também podendo servir ao exército chinês.
Explicações
Com a exposição do relatório, o Ministério da Defesa foi convocado para dar explicações à Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN) sobre o que seria a Estação Terrestre de Tucano.
Nesta terça-feira (3), o CREDN aprovou requerimento de informação destinado à Defesa, de autoria do presidente do Colegiado, Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL/SP);
Segundo o presidente, “o relatório do Comitê Seletivo do Congresso dos EUA sobre Competição Estratégica entre os EUA e o Partido Comunista Chinês analisa como a República Popular da China está expandindo sua infraestrutura espacial na América Latina, usando projetos civis e comerciais como fachada para fortalecer a Consciência de Domínio Espacial (CDE) do Exército de Libertação Popular”;
“Considerando as implicações sensíveis que o tema acarreta para a segurança do Estado e a integridade do território nacional, impõe-se o pleno esclarecimento dos fatos pelo Ministério da Defesa”, prosseguiu.
Estação Terrestre de Tucano e relatório dos EUA
No relatório, são apontadas 11 instalações ligadas à China no Brasil, Argentina, Venezuela, Bolívia, Chile e outros. Tucano foi estabelecida em acordo realizado em 2020 como um projeto entre a startup brasileira Ayla Nanossatélites e a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Não se sabe a localização exata da estação, apenas que se encontra na região de Salvador (BA). No relatório estadunidense, é descrito o laboratório conjunto de radioastronomia em Serra do Urubu, concebido em 2025 após acordo entre Instituto de Pesquisa em Comunicação de Redes de Ciência e Tecnologia Elétrica da China (CESTNCRI) e universidades federais de Campina Grande (UFCG) e Paraíba (UFPB).
A Beijing Tianlian é vinculada à Academia Chinesa de Tecnologia Espacial e à China Aerospace Science and Technology Corporation, do governo. Ambas são chaves do programa espacial da China.
Além disso, a falta de informações concisas sobre o uso da estação preocupa os congressistas, que apontam risco de uso para fins militares. Na documentação oficial, o que a estação faz é apoiar satélites de observação da Terra e comunicações espaciais.
O relatório indica que a Beijing Tianlian fornece comunicações de voz e dados entre satélites e o planeta, inclusive para missões tripuladas e satélites desenvolvidos para reconhecimentos. A Alya declarou que a estação daria suporte à constelação de satélites comerciais Alya-1, que observa a Terra.
Os congressistas estadunidenses dão conta de que o acordo entre as empresas prevê troca e armazenamento de dados operacionais por meio de suas redes de antenas interligadas. Eles entendem que essa conexão aumentaria a cobertura de órbitas polares e equatoriais e, por consequência, a capacidade de rastreamento de satélites.
Os parlamentares entendem, ainda, que essa combinação é capaz de aprimorar a “consciência situacional espacial”, o que envolve monitoramento e rastreamento de objetos espaciais.
Dessa forma, diz o documento, seria possível contribuir para inteligência militar, orientação de mísseis e acompanhamento de ativos estrangeiros. Além disso, há uma citação a uma parceria entre Alya e o Departamento de Ciência e Tecnologia da Força Aérea Brasileira (FAB) como apoio à Tucano.
Assim sendo, o comitê entende que essa ligação é uma integração sensível entre a estação em si e estruturas de defesa do Brasil. Ele recomenda que o governo dos EUA reavalie sua cooperação espacial com países que detenham infraestrutura da China e limite a expansão dessas estruturas no hemisfério ocidental.
O relatório aponta ainda que bases, como Tucano, podem aumentar a capacidade chinesa de vigilância e possível interferência em sistemas espaciais de nações consideradas adversárias por Pequim.
Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Processamento de Imagens de Satélite (Lapis) da Universidade Federal de Alagoas, diminuiu a importância do relatório. “Está muito claro hoje que, pelo nível de desenvolvimento tecnológico que esses dois países [Estados Unidos e China] alcançaram, não há qualquer necessidade de uma base fixa localizada em uma área extremamente fácil de ser rastreada e de fácil espionagem“, afirmou ao UOL.
“Não imagino um chinês colocando sua tecnologia, principalmente na área militar e com equipamentos sofisticados, em uma área tão vulnerável como o Brasil. Isso é uma piada, não dá nem para levar a sério e mostra o nível de um grupo muito específico nos Estados Unidos que ainda traz esse tipo de discussão”, prosseguiu.
Apesar da preocupação estadunidense, não há provas públicas de uso militar dessa base. Inclusive, o próprio texto admite que as instalações são apresentadas como civis e comerciais e que as suspeitas são originárias da análise de capacidades técnicas e vínculos institucionais com a área espacial da China, operada com políticas de integração civil-militar.
Mapa com indicação da localização das supostas bases militares chinesas (Imagem: Reprodução/The Select Committee on the Chinese Communist Party)
A Alya Space alegou, em nota, que atua junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e à União Internacional de Telecomunicações (UIT) e nega ter envolvimento com atividades militares ou de vigilância estratégica. Lembrou, ainda, que sua atuação é inteiramente civil e alinhada à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU).
Leia a nota na íntegra:
A Alya Space é uma empresa brasileira do setor espacial, sediada em Salvador (BA) e fundada no final de 2019, dedicada ao desenvolvimento de soluções espaciais sustentáveis voltadas ao monitoramento ambiental, análise territorial e apoio à tomada de decisão estratégica por meio do uso responsável da tecnologia espacial.
A empresa está desenvolvendo uma constelação e possui as licenças de operação expedidas pela UIT (União das Nações para telecomunicações – Genebra) para o lançamento de 216 satélites em órbita baixa da Terra, destinada à geração de imagens de alta resolução e dados analíticos aplicados a áreas como agricultura sustentável, resiliência climática, energia e gestão ambiental.
Atualmente, suas atividades concentram-se em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e provas de conceito tecnológicas, etapa necessária à construção segura e estruturada de um projeto espacial de longo prazo, com operação comercial ativa prevista para 2027.
A conformidade regulatória é um dos pilares centrais da Alya Space. A empresa conduz seus processos em estrita observância às legislações brasileiras e internacionais aplicáveis, atuando junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para licenciamento de radiofrequências e coordenação internacional junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), onde obteve o status de operadora de satélites e autorização para uso orbital de sua constelação, seguindo rigorosamente as normas vigentes em todas as etapas do projeto.
Como parte de sua estratégia, a Alya Space participa de iniciativas internacionais voltadas ao uso sustentável do espaço e à cooperação tecnológica global, alinhando suas atividades à Agenda 2030 das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 17, que promove parcerias internacionais para o desenvolvimento sustentável.As interpretações que associam a empresa a atividades secretas de vigilância estratégica ou aplicações militares não refletem sua atuação. A Alya Space opera sob princípios estritamente civis, comerciais e alinhados às legislações nacionais e internacionais aplicáveis.
A empresa permanece à disposição das autoridades, parceiros institucionais e da sociedade para quaisquer esclarecimentos adicionais, reiterando que todas as suas atividades são conduzidas dentro dos marcos legais vigentes e orientadas ao desenvolvimento sustentável da economia espacial e ao benefício coletivo da humanidade.
Alya Space, em nota
O Olhar Digital entrou em contato com o Ministério das Relações Exteriores (por conta de se tratar de um assunto que envolve atores estrangeiros), com o Ministério da Defesa (responsável pela FAB e chamado pela CREDN para dar explicações) e com o Ministério da Ciência, Tenologia e Inovações (que cuida do programa espacial brasileiro). Assim que obtivermos um retorno, atualizaremos esta reportagem.
O X/Twitter iniciou a fase de testes externos do seu serviço de pagamentos, o X Money,nesta semana. Para distribuir os primeiros convites, a empresa organizou um leilão beneficente em parceria com o ator William Shatner, famoso pela franquia Star Trek.
A iniciativa libera o acesso à ferramenta que, até então, era testada apenas por funcionários da própria rede social. O lançamento é um passo para o plano de Elon Musk de transformar a plataforma num “aplicativo para tudo“. A visão do bilionário é reunir finanças, mensagens e vídeos num só lugar.
X Money oferece cartão de metal e rendimento sobre dinheiro guardado
O sistema funciona com abas para organizar a conta, os prêmios e o histórico de uso. Por meio desses menus, os usuários podem depositar, enviar dinheiro para outras pessoas ou cobrar.
Existe a opção de configurar o depósito direto para que o dinheiro parado renda juros de até 6% ao ano. Esse rendimento é identificado pela sigla APY, termo técnico para lucro acumulado entregue a uma conta ao longo de 12 meses (em português, geralmente é o Rendimento Percentual Anual).
Os primeiros escolhidos para o teste receberão um cartão de débito feito de metal com o seu próprio nome de usuário do X. Os pagamentos são processados pela rede Visa, que garante a tecnologia para a transferência de valores entre os usuários.
Embora o X/Twitter não seja um banco, o dinheiro dos clientes fica guardado no Cross River Bank, que possui seguro do governo dos Estados Unidos (FDIC) para valores de até US$ 250 mil. A empresa já obteve licenças para operar como transmissora de dinheiro em mais de 40 estados norte-americanos.
Musk planeja que o serviço seja liberado para todo o mundo em cerca de dois meses. O objetivo do X Money é competir diretamente com outros aplicativos financeiros já consolidados, como o PayPal.
Elon Musk depôs num tribunal federal de São Francisco, nos Estados Unidos, nesta quarta-feira (04). O empresário se defende de acusações de fraude civil em investimentos durante a compra do Twitter por US$ 44 bilhões (R$ 229 bilhões, na cotação atual), ocorrida em 2022.
Antigos investidores da rede social acusam Musk de manipular o mercado ao criticar publicamente o sistema da empresa e ameaçar desistir do negócio. Segundo o processo, ele teria usado o problema das contas falsas (bots) para pressionar a diretoria a aceitar um preço menor pela venda.
Musk nega intenção de prejudicar mercado e afirma que bolsa de valores é instável
Durante o depoimento, o bilionário foi questionado se entendia que suas postagens na internet afetavam o valor das ações. Musk respondeu que o mercado financeiro funciona como um “maníaco-depressivo”. E que suas mensagens nem sempre geram o resultado que as pessoas esperam.
O grupo de investidores que move a ação afirma que sofreu prejuízos ao vender suas ações por acreditar que o bilionário iria cancelar o acordo. Eles alegam que Musk criou um esquema para derrubar o valor do Twitter antes de concluir a compra pelo preço prometido de US$ 54,20 por ação (aproximadamente R$ 280 na época).
A defesa de Musk garante que ele nunca teve o objetivo de prejudicar os acionistas durante a negociação. No entanto, o empresário também é alvo de um órgão regulador por ter demorado a revelar que já possuía uma parte da empresa antes de fazer a proposta oficial de compra.
Uma derrota neste julgamento pode obrigar Musk a indenizar os antigos acionistas pelas perdas relatadas. Atualmente, o empresário lidera a X Corp., que uniu o Twitter (hoje chamado de X) à xAI e SpaceX, outras empresas de Musk. Atualmente, investidores privados consideram que a companhia vale US$ 1,25 trilhão (R$ 6,5 bilhões).
Nesta quarta-feira (4), a Keeta, app de delivery do grupo chinês Meituan e que desembarcou há pouco no Brasil, realizou cortes de funcionários no Rio de Janeiro (RJ) pouco depois de anunciar o adiamento de sua estreia na cidade carioca.
As demissões foram confirmadas pela empresa. Contudo, alega que são poucas em relação ao total. Ainda diz que os postos de trabalho serão mantidos, mas passarão a integrar a equipe do Estado de São Paulo. Na região paulista, a Keeta atua desde o fim de 2025.
Keeta culpa contratos de exclusividade
Na semana passada, ao anunciar o adiamento do lançamento no Rio, a companhia colocou a culpa em contratos de exclusividade existentes entre restaurantes e seus concorrentes, o iFood e o 99Food;
Isso, segundo a Keeta, inviabilizou a operação em solo carioca;
O CEO da empresa, Tony Qiu, disse, à Folha de S.Paulo, que reportaria a situação ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Em nota publicada nesta quarta-feira (4), ao confirmar as demissões, a Keeta voltou a bater na mesma tecla. “Cláusulas de exclusividade colocam em risco a livre concorrência no Brasil, não apenas no setor de delivery, mas também em diferentes indústrias, retirando a liberdade de escolha e restringindo oportunidades de geração de renda para os participantes do mercado, incluindo consumidores e parceiros comerciais”, apontou.
Por sua vez, o iFood questiona o posicionamento da concorrente. “Nos causa estranheza que os contratos de exclusividade estejam impactando uma determinada plataforma, sem atingir outros concorrentes que seguem investindo na cidade e expandindo suas operações”, pontuou, também em nota.
Keeta culpa concorrentes 99Food e iFood e seus contratos de exclusividade (Imagem: Divulgação/99Food/Keeta)
Contudo, a Keeta não adiou suas operações somente no Rio de Janeiro. A empresa optou por se manter em São Paulo antes de seguir para outras regiões para ajustar as questões regulatórias, incluindo “resolver questões estruturais que inibem a concorrência saudável no segmento de delivery brasileiro”.
Apesar das mudanças, a chinesa manteve o plano anunciado no ano passado, que envolve investir R$ 5,6 bilhões no Brasil ao longo de cinco anos.
Meituan em baixa
Na terça-feira (3), a Meituan, empresa que controla a Keeta, viu sua nota de crédito ser rebaixada de A- para BBB+ pela agência de classificação de risco S&P Global.
Uma das razões principais é a concorrência com o Alibaba na China, mas, também, o “pé no freio” no Brasil. “Acreditamos que ela limitará a escala e o ritmo de entrada no Brasil até que seu negócio de entrega de alimentos na China se estabilize”, explica.
MacBook Neo tem quatro opções de cor (imagem: divulgação)Resumo
A Apple lançou o MacBook Neo, que utiliza o chip A18 Pro de iPhone.
O computador tem tela de 13 polegadas, 8 GB de RAM, até 512 GB de armazenamento e bateria com autonomia para 16 horas.
Ele chega ao Brasil por R$ 7.299, sendo R$ 6.700 mais barato que o MacBook Air vendido por aqui.
A Apple apresentou nesta quarta-feira (04/03) o MacBook Neo. No Brasil, ele tem preço sugerido de R$ 7.299 — para efeito de comparação, o MacBook Air mais barato está saindo por R$ 13.999. Nos Estados Unidos, esses dois valores são de US$ 599 e US$ 1.099, respectivamente.
O grande diferencial (que muita gente pode considerar negativo, nesse caso) está no chip: em vez de adotar um processador da linha M, como o resto da linha Mac, ele vem com um A18 Pro, o mesmo presente no iPhone 16 Pro, lançado em 2024.
Os smartphones da Apple são bastante potentes, mas ainda precisamos ver na prática como isso se traduz em um computador completo. A empresa promete, na comparação com PCs com Intel Core Ultra 5, 50% mais velocidade em navegação na web e até três vezes mais velocidade em tarefas de inteligência artificial executadas no próprio dispositivo.
Como é o MacBook Neo?
Em outras especificações importantes, temos tela de 13 polegadas Liquid Retina, 8 GB de RAM, duas portas USB-C (sendo uma USB 3 e outra USB 2) e saída para fone de ouvido, câmera FaceTime HD de 1080p e bateria para até 16 horas de streaming de vídeo, nas estimativas da Apple.
O MacBook Neo tem suporte a um monitor externo de até 4K a 60 Hz, com seu próprio monitor funcionando simultaneamente. Em som, são dois alto-falantes, com suporte a áudio espacial e Dolby Atmos.
MacBook Neo tem duas portas USB-C (imagem: divulgação)
Em dimensões, ele tem 1,27 cm de espessura, 29,75 cm de largura e 20,64 cm de comprimento, sendo um pouco menor que o MacBook Air de 13,6 polegadas. O peso é o mesmo: 1,23 kg.
Em comparação com outros modelos da linha, ficou de fora o carregador MagSafe (com encaixe magnético na lateral do aparelho), o teclado retroiluminado e câmeras com Center Stage. Mas, justiça seja feita, estamos falando de aparelhos que custam o dobro do Neo (ou até mais).
Teclado do Neo não tem iluminação (imagem: divulgação)
O modelo básico, de R$ 7.299, tem 256 GB de armazenamento e não conta com Touch ID no teclado. A versão superior custa R$ 8.499, vem com 512 GB e leitor de digitais. Há quatro opções de cor: prata, blush (rosa), amarelo-cítrico e índigo (cinza azulado escuro).
O que a Apple quer com o MacBook Neo?
O Neo é o MacBook mais barato que a Apple lança no Brasil em mais de uma década, até onde eu consegui checar. O MacBook de 2015 (que pode ser lido como um equivalente do Neo, já que não era Air nem Pro) chegou custando R$ 8.699 — e aí teríamos que considerar inflação e variação do dólar em 11 anos para saber a equivalência em valores atuais.
Apple apresenta Neo como “seu primeiro Mac” (imagem: divulgação)
Pode parecer um preço caro para um notebook com chip de celular? Sim. Mas, ao mesmo tempo, mostra uma estratégia da Apple de marcar presença em um segmento onde ela não estava disponível. E como o varejo quase sempre pratica preços menores do que os sugeridos, ele pode se tornar ainda mais competitivo.
De novo: temos que ver como é o desempenho do A18 Pro em um computador. Só aí vai dar para saber se o Neo é um concorrente sério para laptops com Windows.