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Received today — 18 de Agosto de 2026Negócios

Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade

15 de Agosto de 2026, 09:00

Quem busca construir e proteger patrimônio costuma dar preferência a investimentos mais previsíveis e menos expostos às oscilações do mercado. Pensando nesse perfil, a BTG Asset lançou um fundo de infraestrutura com uma proposta diferente da maioria dos produtos da categoria.

Trata-se do BCDI11 (BTG Pactual Dívida Infra CDI), que passou a ser negociado na B3 em 4 de agosto. Embora a estreia na bolsa seja recente, a estratégia já vinha sendo executada há cerca de dois anos no mercado de balcão, o que permitiu ao fundo chegar à listagem já com um histórico consolidado.

O BCDI11 faz parte de uma categoria chamada FI-Infra: fundos que investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. E aqui está uma vantagem: esses ativos garantem isenção de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas o diferencial do BCDI11 está na sua concepção. A ideia da gestora foi criar uma alternativa mais defensiva dentro de seu portfólio de crédito, com retorno-alvo atrelado ao CDI e menor oscilação da cota no dia a dia.

Mas será que essa combinação realmente faz sentido para você?

Uma estratégia pensada para quem busca não correr grandes riscos

A BTG Asset já tem experiência com outros fundos de infraestrutura. O BDIF11 (BTG Pactual Dívida Infra), “irmão mais velho” do BCDI11, compartilha da mesma equipe de análise, originação e gestão, liderada por Luís Bolfoni.

Os dois fundos, no entanto, seguem caminhos distintos. Enquanto o BDIF11 aceita mais volatilidade no preço da cota em troca de buscar ganhos maiores, o BCDI11 tem outra proposta: buscar retornos próximos ao CDI e oferecer uma experiência de investimento mais alinhada a quem prioriza previsibilidade.

Na prática, isso se traduz em uma carteira mais líquida e com prazos mais curtos, características que tendem a reduzir a volatilidade da estratégia, em comparação com fundos de duration mais longa.

Além disso, a gestora pretende manter cerca de 90% do portfólio do fundo em ativos mais líquidos, de fácil negociação, reservando o restante para operações mais estruturadas. A duration mais curta também ajuda a reduzir a sensibilidade da cota às oscilações dos spreads.

Hoje, o BCDI11 está distribuído em cerca de 58 ativos diferentes, com maior concentração em setores como saneamento, geração de energia e rodovias.

Chance de dinheiro pingando na conta, sem desconto do Leão

Diferentemente dos fundos de infraestrutura distribuídos em plataforma, FI-Infra listados em bolsa, como o BCDI11, pagam dividendos isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, assim como acontece com os fundos imobiliários.

Na prática, as distribuições tendem a acompanhar o movimento dos juros: podem diminuir em um ciclo de queda da Selic, mas também aumentar quando o CDI sobe.

Ainda assim, o potencial de retorno para quem investe hoje depende, também, do preço de compra das cotas, visto que o fundo passou a ser negociado em bolsa.

Com a estreia na B3, a cota do BCDI11 passou a ter uma característica que não existia no mercado de balcão: ela pode ser negociada por um preço diferente do valor da cota patrimonial, o que pode abrir, por exemplo, oportunidades de compra caso a cota esteja sendo negociada com “desconto” (deságio). 

Agora, vale entender o que isso significa para você, investidor: no preço atual, o BCDI11 faz sentido para a sua carteira?

BCDI11: Veja como acessar a análise completa

Você está convidado a conferir um dossiê completo sobre o BCDI11 e suas características, assinado pelos analistas da Empiricus Research.

Para conferir a análise e decidir se vale a pena ou não incluir o BCDI11 na sua carteira, é muito simples.

O relatório está disponível de forma gratuita no BTG Content, plataforma com conteúdos exclusivos do BTG Pactual e da equipe de research da Empiricus.

Para liberar o seu acesso gratuito ao conteúdo completo, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONFIRA A ANÁLISE COMPLETA DO BCDI11

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Após balanço, BTG Pactual eleva participação no Méliuz (CASH3) para 10,5%

13 de Agosto de 2026, 18:21

O Méliuz (CASH3) informou ao mercado na noite desta quinta-feira (13) que recebeu um comunicado do BTG Pactual sobre o aumento de sua participação acionária na companhia.

Segundo o documento, o banco e suas subsidiárias passaram a deter aproximadamente 10,96 milhões de ações ordinárias do Méliuz, o equivalente a cerca de 10,51% do capital social da empresa.

De acordo com o portal de relações com os investidores, o BTG possuía uma participação acionária de 6.987.120 ações, o equivalente a 6,707% do capital acionário da empresa, antes da nova aquisição.

O movimento acontece uma semana após a publicação dos resultados referentes ao segundo trimestre de 2026 (2T26).

A empresa reportou um prejuízo líquido consolidado de R$ 22,4 milhões, revertendo o lucro de R$ 7,6 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. Os números foram pressionados por um impacto contábil negativo de R$ 32,1 milhões relacionado à carteira de bitcoin (BTC) da companhia.

Desconsiderando esse efeito, o lucro líquido ajustado somou R$ 9,7 milhões, o que representa uma alta de 14% na comparação anual. Junto com o release de resultados, o Méliuz também anunciou a criação de um novo programa de recompra de ações de até 8,1 milhões de papéis, equivalente a 10% do free float da companhia.

Outros dados do Méliuz (CASH3)

No comunicado, o BTG destacou que a participação adquirida tem como objetivo apenas a realização de operações financeiras.

O banco também afirmou que não pretende alterar a estrutura de controle ou a administração da companhia, nem busca atingir qualquer percentual específico de participação acionária.

Além da posição acionária, a instituição financeira informou possuir instrumentos derivativos com liquidação exclusivamente financeira referenciados em ações da companhia.

Esses contratos conferem ao banco uma exposição vendida de aproximadamente 8,48 milhões de ações, correspondente a cerca de 8,14% do total de papéis emitidos pelo Méliuz.

Conheça o BCDI11, fundo de infraestrutura da BTG Asset com retorno potencial acima do CDI e isento de IR

13 de Agosto de 2026, 14:00

Na última terça-feira (4), o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11), o fundo de infraestrutura gerido pela BTG Asset, foi listado na Bolsa de Valores. Apesar de existir desde 2024, a estratégia ganhou escala depois de oferta de cerca de R$ 120 milhões, em abril, e alcançou um patrimônio próximo a R$ 190 milhões.

A intenção da BTG Asset com a listagem é transformar o BCDI11 em sua principal estratégia de infraestrutura atrelada ao CDI, com um papel semelhante ao BDIF11 entre os fundos indexados ao IPCA.

Conheça a estratégia por trás do BCDI11

O BCDI11 é um fundo com retorno hedgeado para o CDI. Ou seja, ele busca acompanhar de perto o retorno desse índice.

Com gestores profissionais, os Hedge Funds, como esse, adotam estratégias que tentam reduzir o impacto das oscilações de juros sobre o portfólio.

O BCDI11 possui a mesma equipe de análise e gestão do BTG Pactual Dívida Infra (BDIF11), liderada por Luis Bufoni, gestor do portfólio de crédito da BTG Asset.

Enquanto o BDIF11 tem uma carteira mais exposta à inflação e aceita maior duration e volatilidade, o BCDI11 adota um perfil mais conservador.

O fundo é indicado para investidores que priorizam:

  • Retorno atrelado ao CDI;
  • Menor oscilação da cota; e
  • Maior previsibilidade de renda.

Atualmente, o BCDI11 soma 58 ativos, com cerca de 90% da carteira alocada em debêntures tradicionais e debêntures incentivadas. O restante está em caixa, principalmente em títulos públicos.

Porém, a gestão do fundo pretende destinar 10% a operações estruturadas e com spreads elevados, desde que os riscos sejam protegidos por uma estrutura adequada.

ACESSE RELATÓRIO COMPLETO SOBRE O BCDI11

Saiba vantagens e por que esse pode ser um bom momento para investir do BCDI11

Como os FI-Infras investem principalmente em debêntures incentivadas, esses títulos têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoa física.

Outro ponto de destaque é que, como o retorno é hedgeado para o CDI, a distribuição tende a acompanhar os juros. O valor pode diminuir em um ciclo de queda da taxa, mas também pode aumentar quando a taxa subir.

Desde o início, o BCDI11 entregou CDI +1,9% ao ano.

O momento da listagem também pode ser favorável ao fundo por conta da oferta de R$ 120 milhões concluída em abril. Isso porque os recursos captados ainda estão no período regulatório de enquadramento.

Ou seja, o fundo pode manter, de forma temporária, uma parcela maior em ativos não incentivados e originalmente indexados ao CDI. Essa flexibilidade permite ao BCDI11 aproveitar operações mais curtas e com spreads superiores.

Relatório conta mais detalhes sobre o BCDI11; saiba como acessar

Este texto é apenas uma introdução ao BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11).

Se você deseja conhecer melhor o BCDI11, você pode acessar o relatório “BCDI11: renda isenta em CDI. O material está disponível gratuitamente no BTG Content, a plataforma de conteúdos oficial do BTG Pactual.

Para liberar seu acesso ao conteúdo gratuito, é só clicar no botão abaixo: 

QUERO ACESSAR O RELATÓRIO GRATUITAMENTE

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Trade do dia: Compre SpaceX (SCPX34); confira a recomendação de swing trade do BTG Pactual para hoje (13)

13 de Agosto de 2026, 11:00

O BTG Pactual abriu uma nova operação de swing trade nesta quinta-feira (13), com a recomendações de compra dos BDRs da SpaceX (SPCX34) após sinais de uma melhora consistente da estrutura técnica do ativo no curto prazo.

(Fonte: BTG Pactual) 

Segundo os analistas, o papel reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir uma sequência de topos e fundos ascendentes.

O IFR (Índice de Força Relativa) avançou para a região de 76 pontos, sinalizando força compradora elevada, embora o indicador já esteja em um patamar mais esticado no curto prazo.

Para os analistas do BTG, a manutenção do preço acima de R$ 47,00 preserva o viés construtivo e mantém espaço para a continuidade do movimento em direção aos R$ 50,00. Eles ainda pontuam que, o rompimento consistente desse patamar pode abrir caminho para as próximas resistências em R$ 54,00 e R$ 58,00.

O movimento de SPCX34 mostra, na prática, como a análise técnica pode ser utilizada para identificar mudanças de tendência, níveis importantes de preço e possíveis gatilhos para operações de curto prazo.

Mas, para quem pretende operar nesse horizonte, acompanhar os sinais é apenas parte do processo. É preciso também saber interpretá-los, definir uma estratégia e controlar os riscos envolvidos. Nesse sentido, dominar essa leitura que ganha ainda mais importância.

VEJA MAIS: Empiricus lança treinamento gratuito para participantes da BTG Copa Trader

Do radar do mercado à prática: dominar operações de curto prazo pode render prêmio de até R$ 1 milhão

Seja no day trade ou no swing trade, identificar oportunidades no gráfico é apenas o primeiro passo. Nas operações de curto prazo, transformar uma leitura de mercado em uma chance de lucro exige tomar decisões em um ambiente que pode mudar rapidamente, e cada escolha pode fazer diferença no resultado.

Por isso, o investidor que deseja seguir esse caminho precisa ter disciplina para seguir uma estratégia, capacidade de reagir a diferentes cenários e controle emocional. E é justamente essa combinação de leitura de mercado e tomada de decisão que está no centro da segunda edição da Copa BTG Trader.

Trata-se de uma disputa de trading realizada em ambiente simulado, na qual os participantes podem testar suas habilidades sem colocar o próprio patrimônio em risco.

SAIBA MAIS: Treinamento gratuito da Empiricus pode aumentar suas chances na Copa BTG Trader

Neste ano, o campeonato pagará R$ 1 milhão em prêmio para o campeão, além de premiações para outros participantes que estiverem entre os melhores colocados.

Como mencionamos, realizar esse tipo de operação exige preparo. Por isso, a Empiricus criou um treinamento gratuito para aqueles que desejam chegar mais qualificados para a disputa.

Bootcamp Trader do Milhão: aumente suas chances na Copa BTG Trader

O Bootcamp Trader do Milhão é um curso gratuito da Empiricus criado para ajudar os investidores que querem participar da Copa BTG Trader. O treinamento é organizado pelo analista técnico da casa Marlon Scatolin, profissional com nove anos de experiência no mercado financeiro e atuação em operações estruturadas de câmbio e trading.

Ao longo do bootcamp, os participantes terão acesso a:

  • Conteúdos com especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicações sobre o regulamento da Copa e os ativos negociados;
  • Atualizações de mercado; e
  • Estratégias para as primeiras etapas da competição.

Além disso, quem avançar na disputa também poderá contar com preleção para as semifinais e suporte individual aos classificados para a etapa final.

A competição começa no dia 14 de setembro e as aulas do Bootcamp Trader do Milhão já estão liberadas. Assim, quanto antes você começar o treinamento, mais preparado pode chegar na Copa BTG Trader.

Para participar gratuitamente, basta clicar no botão abaixo se inscrever e começar a preparação com a equipe da Empiricus.

GRATUITO: PARTICIPE DO BOOTCAMP E PREPARE-SE PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Certificado de Autorização SPA/MF 03.051033/2026. Consulte as regras e condições de participação no Regulamento.

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LIQB11: Como um ETF de títulos públicos pode apresentar o mundo da bolsa de valores aos investidores focados em renda fixa

12 de Agosto de 2026, 16:00

A renda fixa domina de forma esmagadora o comportamento do investidor brasileiro. Segundo dados da Anbima, a classe respondeu por 59% de todo o volume de investimentos feitos no país em 2025: R$ 5,14 trilhões movimentados.

O raciocínio faz sentido se considerarmos que, com juros elevados no país, essa é uma forma de fazer seu capital render a uma taxa atrativa e, ao mesmo tempo, com riscos muito menores do que os encontrados na renda variável.

Ao mesmo tempo em que o Ibovespa é amplamente citado nos noticiários e mídias sociais, parece que grande parte da população prefere não chegar perto da bolsa de valores, evitando qualquer tipo de risco mais explícito para seu patrimônio.

E se estamos falando de um investidor com perfil conservador, ou que não possui nada além de sua reserva de emergência, alocá-la na renda fixa é, de longe, a escolha mais sábia. Não é recomendado ultrapassar seus próprios limites.

Porém, tratando-se de investidores de perfil mais arrojado e com mais capital disponível para investir, mantê-lo exclusivamente na renda fixa pode ter um custo implícito: menos diversificação, com uma carteira exposta a apenas um tipo de risco, e a perda de grandes oportunidades de multiplicação de patrimônio em outros mercados.

Mas e se apresentássemos uma forma de colocar um “pezinho” na bolsa, pelo menos para conhecer esse mercado na prática, mas sem tomar riscos muito agressivos?

Investir na renda fixa na bolsa de valores: conheça o LIQB11 e suas vantagens frente ao mercado

Para quem quer conhecer o universo da renda variável, mas inicialmente sem assumir exposição a ativos de alto risco, é possível unir o útil ao agradável por meio de uma proposta inovadora no mercado brasileiro.

Ao mesmo tempo, a proposta também pode se aplicar a investidores que já possuem capital aplicado na bolsa, mas não querem sair dela em busca de uma oportunidade que combine diversificação com exposição à renda fixa.

O ETF LIQB11, lançado em julho deste ano, chegou ao mercado buscando ajudar investidores:

  • Que querem comprar uma cesta de ativos de renda fixa, mas sem sair da bolsa de valores;
  • Com menos propensão ao risco na renda variável;
  • Com pouca ou nenhuma experiência na bolsa.

ETFs são exchange-traded funds, na sigla em inglês. Ou seja, uma categoria de fundos de investimento que são negociados na bolsa, como se fossem ações.

Mas ao invés de investir na ação de uma empresa, um ETF representa uma cesta de ativos. Essa cesta, consequentemente, pode conter ativos de qualquer mercado e, no caso do LIQB11, ela é composta de títulos públicos, atrelados à Selic ou ao IPCA.

LIQB11: Quais as vantagens de investir em um ETF de renda fixa?

Essa combinação de renda fixa com bolsa pode até parecer inusitada à primeira vista, mas pode fazer bastante sentido quando entendemos as demais vantagens de unir o melhor dos dois mundos.

  • Porta de entrada para a bolsa: O investidor aprende a mecânica do mercado de renda variável (como funciona um pregão), por meio de ativos com os quais ele já tem mais familiaridade (renda fixa);
  • Diversificação em um só lugar: o ETF não representa apenas um ativo, mas sim uma cesta de ativos de renda fixa por meio de um único ticker de negociação, diluindo riscos específicos de cada papel;
  • Gestão profissional: a curadoria de ativos do fundo é feita por gestores profissionais, e o investidor não precisa selecionar ativos um a um;
  • Praticidade operacional: comprar e vender como se fosse uma ação, sem precisar gerenciar vencimentos individuais ou renovar aplicações.

E quais os riscos de investir no LIQB11?

Precisamos ressaltar que não existe investimento livre de riscos, nem mesmo os de renda fixa. A diferença está na intensidade.

Como as cotas do LIQB11 são negociadas em bolsa, elas estão sujeitas às oscilações do pregão, além de também estarem expostas à marcação a mercado dos títulos da cesta.

Mas mesmo que o ativo não venha para eliminar riscos, ele pode ser uma alternativa eficiente para quem busca liquidez produtiva dentro de uma carteira diversificada.

Saiba mais sobre o LIQB11 com apenas alguns cliques

Nesse texto, apresentamos algumas informações essenciais sobre o LIQB11. Mas essa é apenas a ponta do iceberg.

Clicando no link ao final da matéria, você está convidado a conhecer mais sobre o ETF e seu funcionamento. Independentemente da decisão que você tomar para a sua carteira de investimentos, vale conferir.

É só seguir o link:

LIQB11: QUERO SABER MAIS SOBRE O ETF

Investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. Certifique-se dos riscos e se o investimento faz sentido para o seu perfil antes de investir. Não há garantia de retorno. Retornos passados não garantem retornos futuros.

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Mais cortes na Selic vêm aí? Tom ‘dovish’ do Copom e IPCA de julho podem dar dicas do que esperar; confira análise

12 de Agosto de 2026, 14:59

O corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, anunciado no dia 5 de agosto, pode não ser o último em 2026. Enquanto os dados de inflação (IPCA) mais recentes apontam para um viés de desaceleração, o Copom parece ter mantido a porta aberta para mais cortes nos juros na ata da sua última reunião, divulgada na última terça-feira (11) – segundo a Empiricus.

O comunicado veio em “um tom marginalmente mais dovish”, segundo Laís Costa, analista da casa. E “reconheceu a desaceleração da atividade, assim como as surpresas baixistas de inflação nas últimas leituras, embora tenha mantido o reconhecimento da desancoragem das expectativas futuras”.

Em semana pós-Copom, IPCA de julho trouxe ‘composição benigna’

Desde o início do conflito no Oriente Médio, e sua consequente pressão inflacionária em nível global, players do mercado, diversas vezes, revisaram para cima suas expectativas para a Selic terminal em 2026.

Mas as últimas leituras da inflação já vinham trazendo surpresas baixistas, que se consolidaram com a divulgação do IPCA de julho, que trouxe um avanço de 0,07%. O número veio levemente acima das expectativas do mercado, que giravam em torno de 0,01%. Mas segundo a analista, “embora o dado cheio tenha superado as estimativas, o indicador trouxe detalhes positivos para o cenário inflacionário doméstico”.

A analista indica uma “composição benigna” dos dados, que trazem deflação em setores como:

  • Bens não-duráveis, com destaque para alimentos in natura;
  • Vestuário, com sua maior deflação no período desde 2010;
  • Gasolina.

Quanto à gasolina, vale ressaltar que, apesar da alta do petróleo, alguns fatores contribuíram para um maior controle nos preços. A Petrobras (PETR4), por exemplo, anunciou reajustes de preço muito abaixo do esperado, graças a um incentivo pontual do governo federal.

Para este mês, a analista acredita que os preços administrados devem continuar contidos graças ao setor de energia. Com o bônus da Usina de Itaipu chegando, o saldo positivo das operações da companhia será repassado às contas de luz em agosto. Esse benefício deve reduzir não apenas os valores nas faturas, mas também os impactos do grupo nos dados de inflação.

Além do nível de “conforto” na inflação no curto prazo, é preciso considerar também as projeções para o chamado “horizonte relevante”, que vai até o 1º trimestre de 2028.

Neste caso, Laís Costa comenta que as projeções para o IPCA do 1T28 estão, atualmente, em 3,2% ao ano – o que “coincide com a precificação dos economistas e com a definição de inflação ‘em torno da meta’ do próprio BC”.

Essas são justamente as evidências que o Copom monitora de perto. Sinais de desaceleração na inflação podem servir de insumo para que a autarquia conduza um caminho de mais redução nos juros – isso de maneira muito generalista, visto que diversos outros fatores precisam ser considerados.

Copom deixou ‘portas abertas’ para mais um corte na Selic, segundo analista

A ata da última reunião destaca que o Copom “não deve reagir aos efeitos primários de choques de oferta, e que segue monitorando a evolução do cenário para manter a restrição adequada à convergência da inflação para a meta”, segundo a analista.

Porém, para a Empiricus, “o conjunto das alterações no documento mantém a porta aberta para a continuação do ciclo de cortes de juros em setembro”. O cenário-base da casa é de mais uma redução de 0,25 ponto percentual a partir da próxima reunião, marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Assim, a Selic deve ir a 13,75% ao ano.

Demais players do mercado também acompanham essa visão. As opções de Copom negociadas na B3 na última quarta-feira (12) mostram uma sustentação da crença em mais um corte, enquanto um cenário de manutenção nos juros perdeu força nas últimas semanas.

Dashboard Público – Opções de Copom. Fonte: B3, consultada em 12/08/2026

Onde investir na renda fixa? Acesse relatório com 3 recomendações da Empiricus

Apesar do certo alívio de curto prazo, é preciso ressaltar que o cenário econômico ainda promete incertezas para os próximos meses.

Além das disrupções geopolíticas, que acompanham o conflito no Oriente Médio, o lado doméstico ganha ainda mais uma pitada de volatilidade por conta das eleições presidenciais, que acontecem em outubro.

Todos esses fatores são de grande relevância para investidores que querem montar uma carteira de renda fixa balanceada tanto para buscar retornos quanto para mitigar riscos.

Lais Costa preparou um relatório especial com três títulos de crédito privado que, em sua visão, são as apostas mais promissoras para quem se posicionar agora.

São títulos avaliados com qualidade, de empresas ligadas a setores promissores da economia, com retornos líquidos esperados de até IPCA + 11,18% ao ano. Taxas reais como essa são consideradas acima da média. A depender da trajetória de queda da Selic, a tendência é que não sejam mais ofertadas no mercado.

E o mais importante: todos os títulos recomendados pela analista são isentos de Imposto de Renda.

Fonte: Empiricus/BTG Pactual

O relatório completo está disponível para você por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual. Lá, você confere os comentários da analista na íntegra, além da ficha técnica completa dos ativos selecionados.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta clicar no botão abaixo para fazer um cadastro rápido, com poucos cliques:

ACESSE O RELATÓRIO NO BTG CONTENT

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Falta 1 mês para a Copa BTG Trader: Você está preparado para disputar até R$ 1 milhão?

4 de Agosto de 2026, 09:00

Disputar R$ 1 milhão no mercado financeiro parece algo reservado a poucos investidores. Mas, no próximo mês, a Copa BTG Trader dará a milhares de participantes a chance de transformar esse objetivo em realidade.

Promovida pelo BTG Pactual, com apoio da B3 e da Nelogica, a competição acontece por meio de operações simuladas. Na prática, isso significa que os competidores podem buscar o prêmio milionário sem expor o próprio patrimônio a riscos.

É isso mesmo: você não precisa investir um único centavo para disputar o prêmio milionário. Mas, quando o assunto é competição, confiar apenas na sorte dificilmente é a melhor estratégia.

Na última edição, a Copa BTG Trader reuniu mais de 60 mil participantes. Em outras palavras, é como entrar em campo diante de um estádio lotado de concorrentes em busca do mesmo objetivo. Por isso, chegar preparado pode fazer toda a diferença.

Pensando nisso, a Empiricus Research se antecipou e criou um bootcamp gratuito para quem quer competir em alto nível.

Por trás do bootcamp ‘Trader do Milhão’

O bootcamp “Trader do Milhão” é um treinamento intensivo criado pela Empiricus Research para ajudar você a chegar mais preparado à Copa BTG Trader e aumentar as suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão.

O curso reúne aulas práticas, estratégias de mercado e orientações conduzidas por Marlon Scatolin, analista técnico da Empiricus com mais de nove anos de experiência em operações e desenvolvimento de estratégias no mercado financeiro.

A boa notícia é que não importa se você já opera ou está dando os primeiros passos no trading.

Isso porque o treinamento foi desenvolvido para qualquer pessoa que:

  • Deseja conhecer as principais estratégias utilizadas por traders;
  • Quer entender quais ativos serão negociados na competição;
  • Busca acompanhar os movimentos do mercado; e
  • Quer dominar todos os detalhes do regulamento da Copa para avançar pelas fases eliminatórias.

E tem mais: os participantes que chegarem às semifinais e à final contarão com um acompanhamento ainda mais próximo e personalizado.

Lembrando que tudo isso é 100% gratuito e você não precisa tirar um único real do bolso. Agora, você deve se perguntar: como acessar o treinamento gratuito e quanto tempo você tem para se preparar?

Descubra como se inscrever no treinamento

A Copa BTG Trader começa no dia 14 de setembro e a disputa promete ser acirrada.

Na fase classificatória, apenas 30% dos participantes mais bem colocados avançam para a semifinal, com base na soma dos resultados obtidos ao longo da competição, já considerando o descarte do pior dia de desempenho.

Na etapa seguinte, 100 participantes serão premiados, mas somente cinco conquistarão uma vaga na grande final.

Os finalistas se enfrentarão em um evento presencial, dividido em dois tempos de 45 minutos.

Ao fim da disputa, o grande campeão leva para casa o prêmio de R$ 1 milhão, enquanto os demais finalistas recebem premiações de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 7,5 mil. Além disso, ao longo da competição, o BTG Pactual também premiará diariamente o melhor trader do dia com R$ 1 mil.

Agora, se você quer chegar à competição mais preparado, confiante e aumentar as suas chances de avançar rumo ao milhão, já pode garantir gratuitamente sua vaga no bootcamp Trader do Milhão.

Basta clicar no botão abaixo e fazer sua inscrição:

QUERO ME PREPARAR PARA A COPA BTG TRADER DE GRAÇA

Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento

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Como aumentar suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão da Copa BTG Trader? Bootcamp gratuito ajuda investidores a chegarem mais preparados

3 de Agosto de 2026, 15:01

O que você faria com R$ 1 milhão? Para muitos brasileiros, o valor representa anos de trabalho, investimentos e planejamento financeiro. Mas uma competição de trading promete pagar exatamente essa quantia a um único vencedor.

O mais curioso é que os participantes não precisam colocar dinheiro real em risco durante a disputa. A Copa BTG Trader acontece em ambiente simulado, permitindo que traders testem suas habilidades e concorram ao prêmio milionário sem utilizar o próprio patrimônio.

Assim, para quem deseja chegar mais preparado à disputa, a Empiricus abriu inscrições para o Bootcamp Trader do Milhão, um treinamento gratuito voltado a investidores que pretendem participar da próxima Copa BTG Trader.

Como funciona a Copa BTG Trader?

A Copa BTG Trader está em sua segunda edição. Neste ano, a disputa contará com quatro etapas, três delas online e a grande final presencial que reunirá os cinco melhores participantes:

  • Fase classificatória (14 a 24 de setembro): avançam para a semifinal apenas os 30% mais bem colocados
  • Repescagem (28 a 30 de setembro): na última chance de continuar na disputa, passarão apenas os 5% mais bem colocados;
  • Semifinais (13 a 16 de outubro): na pré-final, serão 95 premiados, mas apenas 5 traders disputarão a grande final;
  • A Grande Final (29 de outubro): os 5 finalistas se enfrentam presencialmente, disputando em dois tempos de 45 minutos.

Em todas as etapas anteriores à final, será considerada a soma dos resultados acumulados, excluindo o pior dia de desempenho de cada participante.

Entre as novidades para essa edição, o participante poderá escolher entre 4 times para integrar e seguir durante a competição:
  • Tendência: para quem busca identificar a direção do mercado e operar grandes movimentos;
  • Automação: para aqueles quepreferem operar com método, dados, e apoio da tecnologia;
  • Fluxo: uma equipe que gosta de acompanhar o mercado em tempo real e interpretar a força por trás dos movimentos;
  • Contra Tendência: o grupo que procura oportunidades em reversões, e pontos de virada do mercado.

O vencedor receberá um prêmio de R$ 1 milhão. Os outros 4 finalistas serão premiados com valores de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$7,5 mil de acordo com a posição no ranking.

Além disso, os 95 primeiros colocados nas semifinais também poderão receber premiações em dinheiro a partir de R$ 1 mil.

Mais do que uma disputa por prêmios, a Copa BTG Trader representa um desafio para investidores que desejam testar suas habilidades em um ambiente competitivo e simulado.

Para ter mais chances de avançar na Copa BTG Trader, os participantes precisarão conhecer as principais estratégias de trading, entender sobre gestão de risco e, principalmente, controlar a inteligência emocional.

Nesse sentido, pensando nessa preparação, a Empiricus está oferecendo gratuitamente o Bootcamp Trader do Milhão, treinamento gratuito criado para ajudar investidores que desejam participar da Copa BTG Trader.

Bootcamp Trader do Milhão: como se preparar para disputar até R$ 1 milhão

O Bootcamp Trader do Milhão será ministrado pelo analista técnico da Empiricus Marlon Scatolin. Além de preparar tecnicamente os competidores para a disputa, um dos objetivos do bootcamp é aumentar as chances dos traders de conseguirem pelo menos um dos prêmios de R$ 1 mil, que serão distrbuídos em uma das fases da competição.

Portanto, durante o treinamento os investidores vão ter acesso à:

  • Conteúdos com os especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicação do regulamento da Copa e dos ativos operados;
  • Atualizações do mercado;
  • Estratégias para avançar nas primeiras etapas da competição
  • Preleção para as semifinais;
  • Suporte individual em caso de classificação para a grande final.

Os investidores interessados podem aproveitar gratuitamente os conteúdos do Bootcamp Trader do Milhão para conhecer melhor o funcionamento da competição e se preparar para disputar uma premiação que pode chegar a R$ 1 milhão.

Para garantir a sua vaga no preparatório gratuito, clique no link abaixo e siga as instruções na tela:

QUERO PARTICIPAR DO BOOTCAMP TRADER DO MILHÃO 100% GRATUITO

Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento.

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De metalúrgico a milionário: conheça o vencedor da Copa BTG Trader 2025 em novo documentário

9 de Julho de 2026, 17:00

Um novo documentário chegou às telas na última quinta-feira (9). É o “De Metalúrgico a Milionário: A História do Campeão da Copa BTG Trader 2025”,que conta a história de Danillo Ramos Duarte, morador de São Vicente (SP).

Em 2025, Danillo esteve entre os competidores da anual Copa BTG Trader e conquistou o primeiro lugar ao mostrar as suas habilidades com negociações da categoria de trading. Na estreia audiovisual, Danillo conta sobre a sua trajetória trabalhando como metalúrgico até levar o prêmio de R$ 1 milhão para casa.

Além disso, no documentário, você também descobre como se inspirar na história do ex-metalúrgico para buscar uma oportunidade capaz de transformar o seu futuro – assim como o dele foi transformado.

ASSISTA AQUI AO DOCUMENTÁRIO

Conheça a história do vencedor da Copa BTG Trader

“Eu estava pesquisando opções de investimento e o day trade chamou a minha atenção. Comecei a ver uns vídeos indo para o trabalho, no fretado”, Danillo conta sobre como começou a investir.

Na época, ele vivia uma vida simples, trabalhava como metalúrgico em uma empresa no litoral paulista e operava em horários fora do expediente. Apesar de reconhecer que foi um caminho pouco tradicional, ele diz que começou a operar com trading pois achava os lucros mais atraentes.

“Um dia, fiz uma operação de day trade que me pagou R$ 50 rápido. Então, no dia seguinte, eu dobrei. Numa semana, eu cheguei a fazer R$ 7 mil. Não sabia, mas estava operando super alavancado”, relata ele no documentário.

Entretanto, sem conhecimento técnico e fazendo negociações arriscadas, depois de três meses operando com muita exposição, Danillo conta que perdeu todo o dinheiro.

  • Quer conhecer em detalhes essa virada de trajetória? Assista ao documentário completo e veja como ele transformou os erros iniciais em aprendizado.

“Pela minha falta de conhecimento, eu não tinha paciência de esperar, saia clicando o tempo inteiro e perdia muito dinheiro. Hoje eu tenho mais cautela”, conta Danillo.

O trader conta que um grande passo para sua experiência foi começar a participar de campeonatos, pois “desperta o espírito competidor”. Assim, ele diz que se dedicava mais porque estava em um ambiente de alta performance e que conseguia comparar o seu desempenho com o de outros negociadores.

A competição que transformou a vida financeira de Danillo

Até que em 2025, Danillo resolveu participar da Copa BTG Trader. O campeonato, que libera inscrições gratuitas, normalmente acontece no segundo semestre do ano. Foi então que ele dedicou todo o seu conhecimento e expertise para as negociações.

E no final, veio a recompensa: R$ 1 milhão para o primeiro lugar do campeonato.

“Quando terminou, eu não acreditava ainda, até me chamarem ao palco no microfone”, ele se emociona ao lembrar.

“Não é só pelo dinheiro, o prêmio em si é um mérito de tudo que eu fiz nos meus 40 anos. O dinheiro traz segurança para viver de uma forma melhor, ele rende de uma forma que o meu salário não pagava”, conta Danillo, que agora consegue dedicar mais tempo da sua vida às negociações.

Como conta Danillo, participar de campeonatos anuais como a Copa BTG Trader podem mudar o patamar financeiro de uma pessoa pelo resto da vida.

Uma das cabeças por trás do projeto, o analista de trading do BTG Lucas Costa, conta que a competição nasceu de uma pergunta muito simples: “Quem é o melhor trader do Brasil?”

“Pelo campeonato a gente consegue promover a educação sobre mercado, sobre investimento, sobre trading de uma forma gamificada, que desafia as pessoas e permite que ela sinta um impulso maior para poder iniciar no mercado e aprender dentro deste ambiente”, conta Costa.

O analista explica que tudo acontece em um ambiente simulado, sem os competidores arriscarem o próprio dinheiro. “Como tem o fator do prêmio principal de R$ 1 milhão, isso faz com que a pessoa opere se desafiando, sentindo como é o mercado no dia a dia, não só pela parte técnica, mas pelo aspecto emocional,” explica Costa.

Ele também relembra que a participação no campeonato é gratuita, sem taxa de inscrição. Além disso, o primeiro classificado não é o único premiado – outros competidores que tiverem um bom desempenho e se classificarem entre os melhores colocados também podem receber prêmios.

Em breve, as inscrições para a próxima edição da Copa BTG Trader serão abertas. Essa é uma ótima oportunidade para quem busca se desafiar, fazer networking com os maiores traders do Brasil e, claro, ficar mais perto da realização dos objetivos financeiros.

Para quer saber mais sobre a jornada de Danillo até o prêmio de R$ 1 milhão na Copa BTG Trader e mais detalhes do concurso, não deixe de conferir o documentário a seguir:

Certificado de Autorização SPA/MF 03.051033/2026. Consulte as regras e condições de participação no Regulamento.

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BTG Pactual abre inscrições para programa de formação de assessores de investimento; participe

7 de Julho de 2026, 10:00

Se você está em busca de uma porta de entrada para o mercado financeiro ou da oportunidade de fazer uma transição de carreira, precisa saber que o BTG Pactual abriu inscrições para o BTG Evolution. Trata-se do programa de formação de Assessores de Investimentos, promovido pelo banco de investimentos.

O objetivo é capacitar recém-formados, universitários no final da graduação e profissionais em transição de carreira para construir uma trajetória sólida no mercado financeiro.

Diferentemente de outros programas de formação de assessores, a proposta do BTG Pactual não é simplesmente oferecer um curso que ajude esses profissionais a conseguirem uma certificação. A intenção é trazer os candidatos para o dia a dia do banco e ensiná-los como ser um assessor.

As inscrições seguem abertas até 22 de julho e a primeira fase da formação acontecerá no dia 1 de agosto em um evento presencial. Veja a seguir como vai funcionar o programa.

BTG Evolution: conheça os pré-requisitos e todas as etapas do programa

O BTG Evolution é voltado a profissionais recém-formados ou com graduação concluída em até três anos, em qualquer área de conhecimento. O programa também é para universitários no último semestre de graduação em Economia, Administração ou áreas correlatas. Não é necessária experiência prévia, contudo, a certificação CPA-20 (atual C-Pro R) é obrigatória.

Assim, o programa de formação de assessores de investimentos do BTG Pactual foi elaborado em seis etapas:

  • Período de inscrições (22/06 a 22/07) – neste link;
  • Convite para o Evento (28/07 a 30/07);
  • Evento Presencial + Case técnico (01/08);
  • Conversa com Líderes (03/08 a 07/08);
  • Propostas (10/08 a 11/08);
  • Formação B2C (duração de 3 a 6 meses): Entrada prevista para 24/08.

No dia 1º de agosto os candidatos vão ter o primeiro contato com o universo de assessoria do BTG Pactual. Na ocasião, os participantes vão entender quais os caminhos possíveis para construir uma carreira na área, por meio de conversas com especialistas do banco.

Ao final dessa experiência, ainda durante o evento, os participantes vão resolver um case técnico. O desafio será baseado em situações reais do dia a dia de um assessor de investimentos e os candidatos vão poder colocar em prática suas habilidades analíticas e conhecimentos.

Os participantes que preformarem melhor nessa fase serão selecionados para ingressar na Assessoria Digital e podem ser promovidos para o time de Relacionamento ao final de três meses.

Assim, os candidatos que avançarem na trilha do programa terão três meses de experiência dentro do BTG Pactual. Nesse período, eles vão seguir os mesmos objetivos que um assessor do banco e terão formação técnica e prática por meio de:

  • Treinamentos;
  • Simulações e roleplays reais;
  • Feedbacks individuais;
  • Acompanhamento de performance;
  • Mentoria com líderes de mercado.

BTG EVOLUTION: SAIBA COMO DAR O PRÓXIMO PASSO NA SUA CARREIRA

Por que participar do BTG Evolution?

A profissão assessor de investimentos está ganhando cada vez mais espaço no Brasil. De acordo com dados da ANCORD (Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias), em maio, o país contava com mais de 27 mil profissionais certificados. Destes, 20 mil já estavam vinculados a alguma instituição financeira.

Na prática, estamos falando de um crescimento de 3,6% em 12 meses, que reforça a procura por serviços especializados de investimento, mas que ainda esta longe de atender à demanda crescente do mercado.

Nesse sentido, o BTG Evolution pode ser uma porta para o desenvolvimento acelerado na carreira de assessor de investimentos, com acesso direto a especialistas e a oportunidade de efetivação em um dos times mais estratégicos do BTG Pactual.

O profissional ainda poderá contar com a estrutura robusta do maior Banco de Investimentos da América Latina com acesso à um portfólio amplo de produtos internos e ativos externos, selecionados rigorosamente.

Outro diferencial são as plataformas que dão suporte ao trabalho diário e permitem:

  • Gestão de carteiras;
  • Acompanhamento do mercado em tempo real;
  • Análise de riscos e oportunidades;
  • Tomada de decisão com mais agilidade e precisão.

Por fim, os assessores de investimento vinculados ao BTG Pactual contam com uma jornada de formação contínua que inclui cursos, workshops, trilhas focadas em comunicação, liderança, gestão do tempo e competências comportamentais.

O BTG Evolution é o primeiro passo para quem deseja desenvolver uma carreira de sucesso como assessor de investimentos, dentro do BTG Pactual.

Por isso, se você está em busca da sua primeira oportunidade no mercado ou deseja fazer uma transição de carreira, garanta a sua vaga no evento de lançamento e esteja entre os primeiros a entrar nessa trilha de formação:

BTG EVOLUTION: INSCREVA-SE E TENHA A CHANCE DE MUDAR A SUA CARREIRA

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Quem investiu em Itaú (ITUB4) pôde lucrar até 500% em 10 anos seguindo uma estratégia específica; veja qual

6 de Julho de 2026, 15:53

Quando falamos de dividendos, o potencial deles pode estar menos no pagamento e mais na forma como eles são usados. Para o analista da Empiricus, Ruy Hungria, reinvestir proventos é uma das estratégias mais eficientes para quem busca construir patrimônio no longo prazo.

Assim, ao invés de sacar os dividendos, o investidor aplica o valor para comprar novas ações da mesma empresa. Com maior participação na companhia, ele amplia o seu potencial e passa a receber dividendos ainda maiores nas próximas distribuições.

“Obviamente, isso não vai fazer uma grande diferença em um ou dois meses. No entanto, em uma janela mais longa a vantagem pode ser brutal”, afirma o analista.

Para apresentar sua tese, ele usa uma comparação dos retornos de quem tinha ações do Itaú (ITUB4) e optou por reinvestir os dividendos nos papéis do banco ao longo dos últimos 10 anos.

Valorização das ações ITUB4 sem reinvestimento indicado na linha azul mais clara; valorização de ITUB4 junto com os dividendos reinvestidos gradualmente indicado na linha azul mais escura.

Como mostra o gráfico, quem optou por não reinvestir teve um lucro da ordem de 300% em uma década, enquanto quem reinvestiu os dividendos obteve um retorno de cerca de 500% no período.

Nesse ritmo, uma pessoa que investiu R$ 10 mil em ITUB4 em janeiro de 2016 poderia transformar o valor em R$ 40 mil somando a valorização e os dividendos do papel. Já quem reinvestiu todos os dividendos recebidos ao longo desse período poderia ter chegado ao final desse período com cerca de R$ 60 mil.

Essa diferença está no efeito dos juros compostos ao longo prazo. Ao reinvestir dividendos, o investidor que aumenta a sua quantidade de ações e passa a receber proventos sobre uma base gradualmente maior.

ITUB4 e mais: quais empresas investir para dividendos?

No caso apresentado por Ruy Hungria, as ações ITUB4 foram apenas um exemplo. Mas, na verdade, o analista ressalta que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno.

“No caso de Itaú, a estratégia funcionou muito bem porque o banco apresentou bons resultados ao longo dos anos e suas ações continuaram se valorizando. Reinvestir neste caso é o que chamamos de colocar ‘dinheiro bom atrás de dinheiro bom’”, explica.

Entretanto, caso Itaú fosse uma “empresa ruim”, com resultados decepcionantes, o analista alerta que o reinvestimento poderia resultar em perdas adicionais.

Por isso, na hora de essa estratégia, Hungria recomenda seguir uma carteira de ações de boas empresas, que crescem e, além disso, pagam bons dividendos, como ITUB4.

É por isso que a companhia faz parte da Carteira Mensal de Dividendos, que ainda conta com outras sete ações com esse mesmo perfil e que já se valoriza 16,7% neste ano, contra 6,8% do Ibovespa – uma valorização equivalente a 245% do índice.

Desde a sua criação, em novembro de 2023, a carteira já desponta uma valorização de 76,9%, enquanto o índice da bolsa valorizou 52,2%.

Veja como investir na Carteira de dividendos da Empiricus

Conforme conta Hungria, na montagem de um portfólio focado em dividendos, o objetivo é selecionar empresas que possuem:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • Dividendos que proporcionam aos seus acionistas o benefício dos juros compostos (compounding).

Por isso, nas recomendações da casa, a preferência está em negócios resilientes, com vantagens competitivas, em setores de fortes tendências, previsibilidade de resultados e boa margem de segurança.

Para manter sua estratégia fortalecida, todos os meses, a equipe de analistas da Empiricus disponibiliza um relatório recomendando os ativos com o maior potencial para essa estratégia.

O portfólio completo pode ser encontrado na íntegra na plataforma do BTG Content, e junto a ele o investidor também confere uma forma muito prática para investir nos ativos. Para isso:

  • Acesse o BTG Content nos links deste texto (teste gratuito por 30 dias, caso não tenha cadastro);
  • Conheça os ativos e as teses da carteira de dividendos;
  • Clique em “Investir” para aportar de forma automatizada na carteira mensal.

Na prática, isso significa que, além de poder conferir os ativos recomendados e comprar manualmente, o investidor tem como aplicar em todo o portfólio com poucos cliques de maneira automatizada.

Ao optar por essa modalidade, toda recomendação de compra ou venda de ativos é feita sem que o investidor precise fazer nada. Além disso, a própria plataforma faz o rebalanceamento.

Para começar, clique no botão abaixo e veja como acessar a carteira de dividendos automatizada da Empiricus:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Day trade: Compre Copasa (CSMG3) e venda Brava Energia (BRAV3) para ganhar até 1,48% hoje (23), segundo a Ágora

23 de Junho de 2026, 09:42

A Copasa (CSMG3) é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta terça-feira (23).

As ações da empresa fecharam a sessão da última segunda-feira (22) cotadas a R$ 59,32. O potencial de ganho é de 1,48% e o stop sugerido é de R$ 59,03.

Compra
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
BTG PactualBPAC1152,3453,091,43%51,96-0,73%
CopasaCSMG359,4660,341,48%59,03-0,72%
NaturaNATU37,697,801,43%7,64-0,65%

a Brava Energia (BRAV3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,44%. O stop sugerido é em R$ 18,85.

Venda
EmpresaTickerEntrada (R$)Objetivo (R$)Potencial de ganhoStop (R$)Stop (%)
Brava EnergiaBRAV318,7118,441,44%18,85-0,75%
Caixa SeguridadeCXSE319,3919,111,44%19,53-0,72%
São MartinhoSMTO314,5614,351,44%14,67-0,76%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

*Sob supervisão de Juliana Américo

BTG Pactual lança Research Ideas para conectar análises de mercado à execução automatizada de operações

22 de Junho de 2026, 15:00

Transformar uma análise de mercado em uma operação executada nem sempre é uma tarefa simples. Muitas vezes, o investidor precisa interpretar relatórios, definir parâmetros de entrada e saída e acompanhar constantemente a posição para que a estratégia seja seguida corretamente.

Foi pensando em facilitar o acesso a diferentes estratégias de investimento que o BTG Pactual acaba de lançar o Research Ideas, uma ferramenta gratuita que conecta análises produzidas pelo time de Research do banco à execução automatizada de operações na Bolsa de Valores.

A proposta é reunir, em um único ambiente, a oportunidade de investimento, a tese de mercado e a execução operacional da estratégia. Dessa forma, o investidor consegue entender os fundamentos por trás de cada recomendação e implementar a operação de maneira simples, sem precisar recorrer a plataformas externas ou realizar configurações mais complexas.

Segundo Ricardo Hessel, diretor executivo de IT do BTG Pactual, o objetivo é aproximar análise e execução. “O cliente encontra a tese de investimento, define o valor que deseja aplicar e a execução acontece de forma automatizada”, explica.

Conheça os recursos do Research Ideas

Hessel explica que o Research Ideas reúne oportunidades selecionadas pelo time de Research do BTG Pactual e as apresenta de forma estruturada ao investidor. Além da recomendação, a plataforma disponibiliza os fundamentos da tese, análises de suporte, potencial de ganho, risco estimado e demais informações relevantes para a tomada de decisão.

Em geral, quando o cliente deseja realizar uma operação de swing trade, long&short e até mesmo opções, ele contrata na corretora uma plataforma para operacionalizar toda a estratégia.

Contudo, por meio do Research Ideas, a operação é montada de forma automatizada, em uma única plataforma, para que o cliente não precise “contratar uma plataforma terceira, nem ter algum outro tipo de assinatura para conseguir operacionalizar isso”, pontua Ricardo Hessel.

Atualmente, a ferramenta conta com estratégias de swing trade, permitindo que investidores acompanhem operações com horizonte de curto e médio prazo de forma automatizada. “Após escolher uma oportunidade, basta informar o valor que será destinado à estratégia”, explica o diretor executivo de IT do BTG Pactual.

A partir daí, a tecnologia assume a execução operacional. Entradas, saídas, stop gain e stop loss são monitorados automaticamente de acordo com os parâmetros definidos para cada operação.

Para Bruno Henriques Lima, diretor executivo de Research do BTG Pactual, a ferramenta contribui para aproximar investidores das ideias produzidas pela equipe de análise. “A gente acredita que é uma forma de deixar o processo muito mais fluido entre ter uma ideia, entender os fundamentos por trás dela e, se fizer sentido, conseguir adotá-la rapidamente”, afirma.

Veja como automatizar operações com o Research Ideas

Atualmente, o acesso ao Research Ideas acontece dentro do próprio ecossistema do BTG Pactual, através do BTG Content, a plataforma de publicações do banco. Também é possível acessar por meio do BTG Trader Desk, a plataforma proprietária desenvolvida exclusivamente para os clientes.

De acordo com Ricardo Hessel, os próximos passos é disponibilizar o Research Ideas tanto no aplicativo do BTG Investimentos, quanto no home broker. Além disso, ao longo dos próximos meses, a equipe espera incluir outras estratégias de investimento de forma automatizada na ferramenta. Entre elas, long&short e derivativos.

Para aqueles que já são clientes e desejam acessar a ferramenta por meio do BTG Content , basta entrar na plataforma. Então, no menu, selecionar “Research Ideas”. Assim, você será direcionado para as recomendações ativas.

Fonte: BTG Content

No Content, você confere todos os detalhes da operação: a tese, direcional (compra ou venda), potencial de ganho e perda, os riscos, entre outros. Além disso, pode investir na estratégia com apenas um clique, desde que o seu perfil de investidor seja compatível com a operação sugerida.

Já para aqueles que preferem acessar o Research Ideas por meio do BTG Trader Desk, o primeiro passo é acessar a conta de investimentos no desktop e ativar gratuitamente a plataforma.
Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Depois de instalar o BTG Trader, na aba “Negociação” você vai encontrar a opção “Research Ideas”. Ao clicar, abrirá uma nova janela com todas as recomendações disponíveis.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

Assim como no BTG Content, por meio do Trader Desk é possível navegar pelas estratégias disponíveis e consultar os detalhes da tese de investimento. Por fim, basta definir o valor que deseja investir e confirmar a operação.

Fonte: Plataforma BTG Trader Desk

A partir daí, todo o processo é feito de forma automatizada. Ou seja, se a recomendação atingir o lucro esperado ou se chegar no limite de perda, a operação será automaticamente encerrada. Esse mecanismo facilita a vida do investidor e evita que a emoção tome conta, levando a resultados indesejados.

Hessel ainda aponta que, por fazer parte de um ecossistema integrado, o investidor pode conectar as operações realizadas por meio do Research Ideas com outros serviços. Um exemplo é a Calculadora de IR, que também é gratuita e “ajuda o cliente a operacionalizar esse acompanhamento do pagamento de imposto sobre as operações.”

Tenha acesso ao Research Ideas e outras soluções do BTG Pactual: abra sua conta gratuita

Segundo Bruno Henriques Lima, o lançamento do Research Ideas representa mais um passo do BTG Pactual na integração entre conteúdo, tecnologia e investimentos.

Ao reunir análises produzidas por especialistas, automação operacional e acompanhamento em tempo real em uma única experiência, a ferramenta busca tornar o acesso a estratégias de mercado mais simples e eficiente.

Se você ainda não é cliente do BTG Pactual, mas deseja conhecer o Research Ideas e saber como acompanhar oportunidades de investimento e executar estratégias de maneira prática, basta fazer o seu cadastro gratuito.

Você não paga nada para se tornar cliente do maior Banco de Investimentos da América Latina. Com alguns cliques é possível abrir a sua conta gratuita no BTG Pactual e ter acesso ao Research Ideas. Você ainda pode acessar outras ferramentas disponibilizadas pelo banco para tornar o seu dia a dia mais prático e levar os seus investimentos para o próximo nível.

Então, se você quer conhecer esta e outras funcionalidades oferecidas pelo BTG Pactual, clique no botão abaixo e abra a sua conta gratuita:

ABRA SUA CONTA GRATUITA NO BTG PACTUAL

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).”

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

21 de Junho de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

18 de Junho de 2026, 16:36

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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BTG Pactual escala family office e traça plano para liderar wealth na América Latina

16 de Junho de 2026, 07:58

Pouco mais de um ano após comprar a operação brasileira do banco suíço Julius Baer e a área de wealth da JGP, de André Jakuski, o BTG Pactual concluiu a integração das duas aquisições que mudaram seu tamanho no segmento de grandes fortunas e começa a traçar uma estratégia para ganhar ainda mais espaço na […]

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Kinea Infra (KDIF11) e mais: veja ativos para investir com foco em renda extra em junho

6 de Junho de 2026, 12:00

Maio foi um mês complicado para os investidores. O mercado sofreu com a escalada da tensão geopolítica, as oscilações nas expectativas para os juros globais e as variações no mercado de commodities e câmbio.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, para quem quer investir em renda extra, o cenário reforça a necessidade da previsibilidade dos fluxos de caixa, a diversificação entre diferentes fontes de retorno e o dimensionamento adequado das posições na hora de escolher os ativos.

“Em um mundo de juros mais elevados por mais tempo, ativos como crédito privado, debêntures incentivadas, fundos imobiliários e empresas com forte geração de caixa continuam oferecendo oportunidades relevantes de geração de renda”, afirma Spiess.

Por que o Kinea Infra é uma das recomendações do analista

Entre as recomendações do analista está o Kinea Infra (KDIF11), um fundo listado especializado em debêntures incentivadas de infraestrutura. O fundo possui cerca de R$ 2,9 bilhões de patrimônio líquido e conta com 69 ativos na carteira.

Spiess destaca que, ao longo dos anos, a Kinea “construiu uma reputação sólida na seleção de ativos de infraestrutura, combinando rigor na análise de risco com profundo conhecimento nos setores em que atua”.

Apesar do mercado de debêntures incentivadas ter passado por um período de forte compressão de spreads recentemente, impulsionado por uma demanda excepcional pela classe de ativos, o analista aponta que a estratégia do KDIF11 foi bem-sucedida.

“Como o fundo ingressou no período de abertura de spreads com uma posição de caixa mais elevada, conseguiu reduzir a sensibilidade da carteira às oscilações do mercado e preservar a flexibilidade para realizar novas alocações em condições potencialmente mais favoráveis”, explica.

O fundo concentra ativos de infraestrutura com contratos de longo prazo, receitas corrigidas pela inflação e elevada previsibilidade de fluxo de caixa, além de oferecer um retorno estimado de IPCA +8,04 ao ano, já líquido de taxas.

Spiess ainda afirma que, caso o cenário da recente abertura de spreads se confirme, “o fundo poderá captar retornos mais elevados nas próximas alocações, reforçando o potencial de geração de renda”.

Mas essa não é a única recomendação do analista para quem quer investir em uma fonte mensal de renda passiva.

Kinea Infra e quem mais? Veja outros fundos e ações para a carteira de renda extra

O Kinea Infra (KDIF11) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira recomendada de Renda Extra de junho.

Se você quer conhecer as outras recomendações, a boa notícia é que o portfólio está liberado gratuitamente, na íntegra.

Acessando a área do assinante da Empiricus, você pode conhecer os ativos e investir de forma automatizada com poucos cliques.

Ou seja, você pode investir no portfólio completo e acompanhar a execução das ordens. Além disso, a plataforma faz o rebalanceamento de forma automática sempre que há mudanças na carteira.

Para conhecer a carteira de Renda Extra, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

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HSML11 e mais 15 fundos imobiliários para investir em junho, segundo o BTG Pactual

6 de Junho de 2026, 10:00

Junho começou e, com o novo mês, o BTG Pactual já atualizou a sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs).

A atualização da tese de investimentos feita pelo banco acontece em um ambiente ainda desafiador para os investidores, marcado por incertezas macroeconômicas e mudanças nas expectativas para juros.

A combinação de fatores eleva a cautela e influencia o comportamento do mercado, especialmente entre os investidores mais sensíveis ao risco.

As tensões entre Irã e EUA contribuíram para a alta de commodities importantes, aumentando as preocupações com a inflação e seus desdobramentos sobre a política monetária.

Além disso, no Brasil, o cenário político intensificou a percepção de risco, tornando o ambiente menos favorável para ativos ligados ao crescimento.

Dessa forma, a expectativa é de que os juros continuem elevados por um período mais longo, o que tende a reduzir o interesse por ativos de risco, como os fundos imobiliários.

No entanto, investidores mais atentos ao mercado e com estratégias de alocação fundamentadas, tendem a aproveitar melhor cenários mais desafiadores como este. Inclusive no setor de FIIs.

Em maio, a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual apresentou um dividend yield anualizado de 11,5%, equivalente a 89,2% do CDI.

Qual é a estratégia do BTG para junho?

Neste mês, os analistas do BTG decidiram reduzir a exposição no RBR Crédito Imobiliário Estruturado FII (RBRY11), revelando uma estratégia mais cautelosa, diante de um cenário mais instável para os FIIs.

O FII ainda continua na carteira, contudo, diante da recente alta do preço das cotas do fundo na bolsa, o BTG aproveitou o momento para reduzir a posição de RBRY11 no portfólio.

Dessa forma, o banco garantiu parte dos lucros acumulados, além de abrir espaço para ativos que, hoje, na visão da casa, oferecem uma relação risco-retorno mais interessante, como o HSML11.

Assim, os analistas do banco decidiram aumentar a exposição no fundo de tijolo que combina três pontos positivos: geração de renda, portfólio de qualidade e desconto relevante em relação ao valor patrimonial.

Hoje, o HMSL11apresenta um dividend yield de 10% e está sendo negociado com cerca de 15% de desconto em relação ao valor seu valor patrimonial.

Segundo os analistas, o fundo possui reservas que podem contribuir para maior estabilidade na distribuição de rendimentos no curto prazo, o que fortalece a geração de renda pelo HMSL11.

Além de HMSL11 e RBRY11, o BTG Pactual indica mais 14 fundos imobiliários para investir em junho.

Conheça a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual para junho

O que você viu aqui é apenas um “pedacinho” da carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual.

Agora, você pode acessar a seleção completa do banco e conferir todos os detalhes. Se você está construindo ou revisitando sua carteira de FIIs em junho, vale a pena acessar o material completo.

E boa notícia é que essa seleção pode ser acessada gratuitamente, com a possibilidade de investir no portfólio de forma automatizada, sem a necessidade de replicar manualmente cada ajuste mensal.

Essa é uma oportunidade de conhecer análises de qualidade e com a chancela de um grande banco de investimentos.

Para conferir a carteira completa, basta clicar aqui e fazer um cadastro simples e gratuito no BTG Content, a plataforma de conteúdos exclusivos do banco.

Além de baixar a carteira de FIIs, você também pode aplicar na estratégia completa de forma automatizada com apenas alguns cliques.

E tem mais: no BTG Content, você ainda encontra outras carteiras recomendadas, como dividendos, small caps, ações e BDRs.

Clique no botão abaixo para acessar a carteira completa de FIIs do BTG para junho:

GRATUITO: CONFIRA OS 16 FIIS RECOMENDADOS PARA INVESTIR EM JUNHO, SEGUNDO O BTG PACTUAL

DISCLAIMER

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”

Na contramão do mercado? Carteira de criptomoedas da Empiricus superou o Bitcoin (BTC) desde abril; saiba como e por quê

5 de Junho de 2026, 08:00

Após o rali de 2025, o mercado de criptomoedas desceu do topo até se manter em tendência de lateralização durante boa parte desse primeiro semestre de 2026.

Dentre os principais motivos, destacam-se a aversão ao risco desencadeada pela guerra no Oriente Médio, o ritmo mais lento dos avanços regulatórios do mercado cripto nos EUA, além da realização de lucros em massa após as altas históricas.

O Bitcoin (BTC), que chegou a atingir US$ 126 mil – sua máxima histórica – no dia 6 de outubro, era negociado em cerca de US$ 65 mil até o fechamento deste texto, na tarde de quarta-feira (3).

A visão do mercado, atualmente, está muito longe dos níveis vistos cerca de seis meses atrás. “Estamos na ‘bacia das almas’ do bear market”, afirma Valter Rebelo, head de pesquisa com criptoativos da Empiricus Research.

Porém, justamente em meio ao período turbulento, no último dia 15 de abril, nasceu a Crypto Momentum: carteira recomendada da Empiricus cujo objetivo é buscar retornos em qualquer cenário de mercado, por meio de criptoativos selecionados. E, até agora, é o que tem ocorrido na visão acumulada.

Crypto Momentum: entenda como carteira buscou retornos acima do Bitcoin (BTC)

Desde o seu início, em 15 de abril, até o dia 1º de junho, a carteira Empiricus Crypto Momentum acumula um retorno positivo de 4,81%.

A título comparativo, o bitcoin (BTC) fechou o mesmo período em queda de 0,82%. O NCI (Nasdaq CME Crypto Index, índice usado para mensurar o desempenho do mercado cripto) também fechou esse intervalo em queda de 1,21%, refletindo o bear market.

Fonte: Empiricus Crypto

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, e o mercado cripto não deixar de ter seus riscos, o resultado não deixa de ser notável. E grande pergunta é: qual o segredo por trás do bom desempenho? Responsável pela carteira, Valter Rebelo explica alguns detalhes por trás da estratégia.

1. Acompanhar as tendências de mercado…

“Quais ativos eu compro? Os líderes de cada momento”, afirma. “A carteira é sistemática, não discricionária. Ela seleciona ativos pelo momentum, ou seja, pelo que o mercado já está comprando com força. A cada 30 dias, o modelo reavalia a força relativa: quem perdeu momentum sai; quem ganhou, entra. Um ativo negativo hoje pode voltar no próximo ciclo se a tendência mudar.”

Mas por que comprar o que já está em tendência de alta? “A intuição é a mesma de uma corrida de 10 km: quem correu os primeiros 5 km mais rápido, na média, tende a correr os outros 5 km mais rápido também. Tendências costumam persistir, e isso tem evidência tanto acadêmica quanto empírica”.

2. …E nem sempre as tendências acompanham o Bitcoin

Apesar de o Bitcoin ainda ser considerado uma espécie de “barômetro” do mercado cripto, nem sempre as moedas em tendência estão diretamente correlacionadas a ele. Por isso, a carteira pode buscar boa performance mesmo quando o BTC parece não desempenhar.

“Eu compro o que está em tendência contra o Bitcoin, não o que simplesmente sobe junto”, afirma Rebelo.

3. Respeitar níveis de risco por ativo

Uma questão é, também, saber exatamente quanto alocar em cada ativo em especial: “A carteira aloca respeitando um teto de volatilidade semelhante ao do Bitcoin, de modo que nenhum ativo isolado contribua com risco de maneira desproporcional”, afirma.

“O tamanho da exposição é tático: quando o Bitcoin está em tendência de alta, a carteira amplia a volatilidade para capturar mais retorno. Quando o ambiente não favorece, ela tira risco da mesa: vai 80% para dólar, e mantém apenas uma pequena posição em BTC.”

O que esperar do desempenho da carteira no futuro próximo?

Aqui, vale destacar que o contexto global segue rodeado de incertezas, especialmente em torno do “efeito dominó” que se iniciou com a guerra no Oriente Médio e agora pressiona índices de inflação e perspectivas de juros ao redor do mundo – o que também afeta o fluxo do mercado cripto.

“Crescimento, inflação e liquidez são as três variáveis das quais nunca tiramos os olhos, especialmente porque cripto é a classe de ativos de risco mais sensível à liquidez”, afirma. Porém, o especialista indica que a carteira segue preparada para lidar com qualquer cenário:

“A beleza de uma carteira sistemática é que eu não preciso ter uma visão forte sobre isso para ela funcionar. Se o mercado lateralizar, a carteira busca os ativos com maior momentum ou permanece em caixa dolarizado. Se o mercado cair de forma consistente, ela vai para caixa. Se romper para cima, amplia a exposição. O fio condutor é simples: em qualquer um desses cenários, a carteira não precisa que eu acerte o gatilho. Meu trabalho é manter o método funcionando e ser transparente sobre os riscos.”

Relatório completo da carteira Empiricus Crypto Momentum está disponível; saiba como acessá-lo

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Crypto Momentum na íntegra, ela está disponível por meio do BTG Content – plataforma online de conteúdos do BTG Pactual.

Acessando a plataforma do banco, você pode conferir o relatório completo da carteira, e conhecer de perto a tese por trás de todos os ativos que a compõem no momento.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios e recomendações oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta fazer um cadastro rápido, com poucos cliques, pelo link disponibilizado no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Petróleo em alta, tarifas no radar e juros elevados: especialista aponta oportunidade em meio ao cenário conturbado

4 de Junho de 2026, 09:31

Os mercados globais iniciaram junho sob a influência de velhas preocupações e de novos fatores de risco que voltaram a ganhar destaque nos últimos dias. Em um ambiente marcado por incertezas, que vão da escalada das tensões no Oriente Médio às ameaças tarifárias, investidores buscam estratégias para proteger seus portfólios e identificar oportunidades em meio à volatilidade.

Este foi um dos assuntos abordado no Morning Call, do BTG Pactual, com participação do estrategista da Empiricus Research, Matheus Spiess, e do responsável pelo segmento de fundos indexados passivos e ETFs e sócio do BTG Pactual, Eduardo Miquelotti.

O que está na mira dos mercados em junho?

No campo geopolítico, o conflito no Oriente Médio ganhou desdobramentos com a nova rodada de ataques entre EUA e Irã, que elevou o preço do barril de petróleo do tipo brent ao patamar de US$ 98.

As preocupações tarifárias também voltaram à cena na última terça-feira (2), com a recente ofensiva norte-americana contra cerca de 60 parceiros comerciais.

A medida do governo Donald Trump prevê uma alíquota mínima de 10% para produtos originários de economias como Canadá, México, União Europeia, Reino Unido e Taiwan, enquanto países como China, Índia, Japão, Coreia do Sul, Suíça e Brasil poderão ser submetidos a tarifas de 12,5%.

No caso brasileiro, o tema é ainda mais relevante por surgir logo após a recomendação de tarifas de 25% sobre diversos produtos brasileiros no âmbito de outra investigação conduzida pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), relacionada à Seção 301, na segunda-feira (1).

Em um ambiente de pressão inflacionária e incertezas, Spiess vê o Banco Central brasileiro “forçado a pausar o ciclo de corte de juros”. O BTG Pactual, inclusive, revisou as projeções para a Selic terminal para 14,5%, o que representaria um corte de 50 pontos-base na próxima reunião, seguido de uma pausa.

“Existem muitas pressões que impedem aquela projeção de orçamento de corte de juros que existia no começo do ano. Não significa que não possamos retomar essa pauta em um segundo momento, mas, no curto prazo, na falta de uma âncora fiscal, precisamos de uma âncora monetária que segure as pontas”, disse Spiess.

Em um cenário como este, é natural que os ativos de risco sofram. No Brasil, o Ibovespa, que chegou a atingir os 198 mil pontos em abril, devolveu parte dos ganhos de 2026 e tenta sustentar os 170 mil pontos.

Por outro lado, o setor de tecnologia dos EUA, principalmente voltado à inteligência artificial continua a mostrar resiliência, destaca o analista Matheus Spiess.

Não por acaso, os principais índices norte-americanos, como Nasdaq e S&P 500, têm renovado as máximas históricas com frequência em meio ao ambiente conturbado.

Especialista aponta oportunidade em meio à nova onda de turbulência global?

Eduardo Miquelotti, do BTG Pactual, destaca que em um cenário como este, os ETFs podem ser uma boa maneira de se expor à diferentes teses sem sair da Bolsa brasileira.

No caso do investimento em empresas voltadas à inteligência artificial, Miquelotti cita o GENB11, um produto desenvolvido pelo BTG Pactual composto por BDRs das companhias americanas do setor de tecnologia.

“Estamos falando de [empresas de] semicondutores, como Nvidia, de pagamentos, como Mastercard e Visa, da parte de defesa e também empresas techs conhecidas, como Alphabet, Amazon, Google, Netflix, Apple e mais”, destacou.

Dessa maneira, continua o sócio do BTG Pactual, o investidor brasileiro consegue “investir em dezenas de companhias americanas, mantendo a exposição cambial e tendo uma parcela do investimento nesse perfil de ativos”.

Um outro ETF citado por Miquelotti é o CMDB11, que, até o fechamento de maio, registrou alta de 17% em 2026 – mais que o dobro do Ibovespa no período. Trata-se de um produto que investe em companhias brasileiras vinculadas ao ecossistema de commodities, como Petrobras (PETR4), Vale (VALE3), Gerdau (GGBR4) e mais.

Em um ambiente de pressão inflacionária e preço do petróleo brent mais alto, o investidor consegue se beneficiar desse movimento investindo de forma super acessível”, afirmou Miquelotti.

Entre os benefícios dos ETFs para os investidores, Miquelotti destaca o que chamou de “cinco pilares dos ETFs”:

  • Vantagem tributária;
  • Alta liquidez;
  • Eficiência de custos;
  • Transparência; e
  • Flexibilidade.

“Os investidores brasileiros cada vez mais começaram a entender a funcionalidade dos ETFs, que basicamente são uma ferramenta para dar acesso à construção de um portfólio para qualquer perfil de ativo que ele queira acessar”, aponta.

Para assistir ao Morning Call completo, com todas as análises de Matheus Spiess e Eduardo Miquelotti, basta clicar no player abaixo:

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Carteira de ETFs: veja o que levar em conta na hora de investir e um portfólio completo com 10 recomendações

3 de Junho de 2026, 14:00

Um dos questionamentos que podem surgir ao montar um portfólio de investimentos é “quais ativos vão subir mais?”. Mas, para investidores que já conhecem o mercado, essa não é a pergunta correta, pois o futuro é imprevisível.

O melhor caminho é a diversificação de risco, destaca a analista Lais Costa, da Empiricus Research. Essa, inclusive, foi uma das estratégias adotadas para a nova carteira de ETFs de Thiago Salomão, CEO e fundador do Market Makers.

Saiba a estratégia com ETFs utilizada na carteira do Salomão

O portfólio de ETFs foi montado por Lais Costa e Salomão com o objetivo de gerar ganho de capital ao longo do tempo.

Para isso, a analista pensou de que forma poderia diversificar o risco para montar uma carteira de longo prazo capaz de oferecer um retorno consistente para a multiplicação do investimento.

“Hoje, os gestores tentam maximizar a consistência entre vários vetores de risco”, explica a analista. Para isso, Costa aplicou o modelo de Hierarchical Risk Parity para entender o comportamento dos ativos e separá-los com base nisso.

O modelo aplicado permite menos erros estatísticos do que outras análises tradicionais, afirma a analista. Isso permite que a diversificação do portfólio seja feita de forma mais segura para os investidores.

No backtest realizado entre 2019 e 2026, a carteira gerou um retorno médio superior a CDI+ 3% ao ano.

Aumento do investimento em ETFs impulsiona o mercado

Salomão lembra que muitos investidores que querem viver de renda ao se aposentarem cometem o erro de investir em ativos geradores de renda logo cedo.

Ele aponta que, caso o leitor não precise de renda imediatamente, o melhor é investir em uma carteira de acumulação de capital para posteriormente, com um bom patrimônio acumulado, migrar para ativos pagadores de proventos.

E qual o melhor caminho para esse investimento? “São os ETFs”, afirma o executivo.

Os ETFs (Exchange Trade Funds, na sigla em inglês) são fundos de investimento negociados na bolsa de valores que replicam a performance de índices de mercado.

Segundo dados da Anbima, os ETFs foram o segundo investimento que mais cresceu, em porcentagem, em 2025. O aumento foi de 47,8% e ficou atrás apenas do Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Mas por quais motivos esse tipo de investimento está chamando tanta atenção?

ETFs na mira do mercado; veja por que

Os ETFs oferecem uma grande variedade de ativos e podem replicar desde índices de renda variável, como o Ibovespa, até os de renda fixa.

Alguns ETFs permitem que os investidores acessem mercados internacionais e setores específicos, como commodities, small caps, crédito privado e criptoativos.

Esse tipo de investimento, geralmente, oferece taxas de administração menores do que fundos tradicionais. Os ETFs são fáceis de negociar e por serem negociados na bolsa de valores, oferecem alta liquidez.

Em resumo, trata-se de um produto financeiro que permite o investimento em diferentes mercados, classes de ativos e teses de uma maneira simples, sem sair da Bolsa brasileira.

Saiba como acessar a carteira de ETFs do Salomão

A carteira elaborada por Lais conta com 10 recomendações, sendo 9 ETFs e um BDR de ETF. Agora que você sabe como o portfólio foi montado, pode conhecer os ativos selecionados através deste link.

Caso tenha interesse, também é possível investir no portfólio de Thiago Salomão com apenas alguns cliques, pois a carteira pode ser “copiada” de forma automatizada no BTG Pactual.

Ao optar por essa modalidade, o portfólio é atualizado de maneira automática sempre que houver uma mudança por parte dos analistas, sem que o investidor precise fazer o rebalanceamento manualmente.

Se você quer investir em ETFs e ficou interessado em conhecer mais detalhes sobre a carteira do Salomão, basta clicar neste link ou no botão abaixo para saber mais informações.

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE ETFS DO SALOMÃO

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Irani (RANI3) inicia nova fase de crescimento e BTG reforça recomendação de compra; veja motivos

31 de Maio de 2026, 11:57

O BTG Pactual vê com bons olhos a transição do plano de investimentos da Irani (RANI3), anunciada na última semana. Durante o Investor Day, a companhia apresentou a etapa final do ciclo Gaia (Gaia XII) e a aprovação estratégica de sua próxima fase de investimentos, chamada Neos.

A equipe de analistas do banco avalia que o evento evidenciou a capacidade estrutural da companhia de gerar valor no longo prazo, com um retorno total anualizado ao acionista de 16% desde o IPO, um desempenho fora da curva.

“Mais importante, o histórico de execução do projeto Gaia dentro do prazo e do orçamento deve reforçar a confiança do mercado para este novo ciclo de alocação de capital. Diferentemente do Gaia, que teve forte foco em eficiência e otimização de ativos, a plataforma Neos será voltada para o crescimento orgânico”, diz o banco.

A ambição da Irani envolve dobrar sua participação no mercado de embalagens de papelão ondulado, saindo de aproximadamente 4% para 8% ao longo da próxima década.

Para o BTG, ainda que um plano de expansão mais ambicioso naturalmente envolva um perfil de risco superior ao do Gaia, é positivo o compromisso da administração com uma implementação gradual ao longo de vários anos.

Os analistas chamam atenção para o compromisso da Irani de manter a alavancagem abaixo de 2,5 vezes, o que traz conforto ao mercado de que sua política de distribuição de dividendos, com payout de 50%, deverá ser preservada durante todo o ciclo.

Vale destacar que os projetos do Neos ainda dependem de aprovação formal do conselho de administração e serão reavaliados de forma dinâmica conforme a evolução das condições de mercado.

“Continuamos vendo a Irani como uma operadora altamente resiliente e confiável, com baixa volatilidade nos resultados e sólido histórico de execução. Negociando a 4,8 vezes EV/Ebitda e oferecendo um retorno ao acionista atrativo entre 10% e 11%, reiteramos nossa recomendação de Compra”, dizem os analistas.

Plataforma Neos

A Irani avalia três projetos a serem potencialmente executados até 2034, dentro do novo ciclo de investimento.

O primeiro deles é a construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão
ondulado), sendo a terceira planta de embalagens da companhia, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, localizada na região sudeste do Estado de São Paulo ou sul de Minas Gerais.

Somado a isso, está na mesa a construção de uma nova planta de embalagens sustentáveis (papelão ondulado), sendo a quarta planta de embalagens da Irani, com capacidade de conversão de 120 mil toneladas por ano, em localidade ainda a ser definida.

Por fim, a companhia mira a construção de nova máquina de papel reciclado, voltada à produção de papéis rígidos para conversão em embalagens sustentáveis (papelão ondulado) com capacidade de 132 mil toneladas por ano, a ser integrada à terceira planta de embalagens.

Até o final deste ano, a diretoria pretende submeter para aprovação do conselho de administração proposta relacionada à implantação de uma das novas plantas de embalagem.

Projeto Gaia XII

O projeto Gaia XII prevê investimentos no montante de R$ 514 milhões (capex bruto), sendo R$ 61 milhões em impostos creditáveis, resultando em capex líquido de R$ 453 milhões, mostra o documento divulgado pela Irani.

A iniciativa tem como principais objetivos:

  • Aumento da capacidade produtiva, com incremento estimado de aproximadamente 36 mil toneladas/ano, representando expansão de 60% em relação à produção atual da unidade;
  • Melhoria da qualidade e da performance dos papéis produzidos, com impactos positivos na operação de embalagens na Unidade de Indaiatuba -SP, responsável pela conversão dos papéis;
  • Ganhos de eficiência operacional, incluindo redução de custos com vapor e energia;
  • Avanços em sustentabilidade, com maior reciclagem de aparas, redução no consumo específico de água e efluentes e diminuição das emissões de gases de efeito estufa.

O projeto contempla a substituição da atual caldeira de gás natural por uma nova caldeira de biomassa, alinhada ao plano de descarbonização, com potencial de redução de aproximadamente 87,6% nas emissões de CO₂ equivalente (11.867 mil tCO2e / ano) associadas ao processo, resultando na redução nos custos com energia.

“O projeto possui taxa interna de retorno (TIR) superior ao custo médio ponderado de capital (WACC), refletindo disciplina na alocação de capital e geração de valor para os acionistas”, destaca a companhia.

Quem perde e quem ganha com o fim da escala 6×1? Mercado já calcula os impactos

31 de Maio de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (27), a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1, reduzindo a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais em até 14 meses. O texto ainda estabelece a manutenção dos salários dos trabalhadores e a opção por acordos coletivos no formato 12×36 – com 12 horas trabalhadas seguidas e 36 horas de descanso posteriormente.

A proposta segue para o Senado e deve passar por comissões antes de ir ao plenário. Por se tratar de uma PEC, caso conquiste três quintos dos votos no Senado, pelo menos, 49 senadores favoráveis. Em meio aos avanços da proposta, o mercado debate quais seriam os impactos do novo modelo trabalhista sobre a economia, analisando quais seriam os setores mais afetados pela decisão.

De acordo com estudo realizado pelo BTG Pactual, o agronegócio, os setores de alojamento, restaurantes e da construção civil são as categorias no centro da possível decisão.

Bruno Perri, estrategista de investimentos da Fórum Investimentos, explica: “esses são setores que ‘não desligam’, Em construção civil, por exemplo, sempre tem os canteiros que trabalham aos sábados. Isso também serve para shoppings, bares e restaurantes, que funcionam aos sábados e aos domingos com maior demanda”.

Uma nota técnica publicada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) listou 31 setores que “demandam atenção especial para processos de transição em casos de implementação de uma redução da jornada de trabalho”, incluindo as categorias mencionadas pelo BTG. Todavia, o Instituto pondera que “alguns setores muito diretamente impactados tem uma relevância menor quando considerado o conjunto da economia brasileira”.

Os pesquisadores também apontaram os setores comparativamente menos impactados, destacando saúde e educação como categorias que “têm uma contribuição importante para o aumento geral do custo da mão de obra”.

O BTG calcula que uma redução do limite de 44 horas semanais para 40 horas provocaria uma redução de 7,7% no total de horas trabalhadas no Brasil, sendo que os salários pagos pelas horas não mais trabalhadas representariam 6,5% da despesa total com salários das empresas.

Outro impacto, segundo Perri, seria o desafio operacional das empresas na reorganização das contratações. “O empresário vai ter que fazer contratações diferentes, muitas vezes temporárias, ou ter um horário de funcionamento menor, dependendo do setor”, explicou.

Na opinião do professor doutor Marcelo de Carvalho, da Escola Paulista de Política, Economia e Negócios (EPPEN) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), na prática, essa seria uma questão relativa, “sobretudo, com a reforma trabalhista que foi aprovada em 2017”. Ele explica que na legislação trabalhista atual, a abertura para exceções, como contratações no regime de Pessoa Jurídica (PJ), já é uma tendência do mercado.

Segundo o economista, a maior preocupação está direcionada às pequenas empresas, avaliadas por ele como tradicionalmente grandes absorvedoras de mão de obra. “Pensamos normalmente nas grandes empresas, por uma série de questões técnicas, mas as empresas de pequeno e médio porte que utilizam o trabalho formal vão precisar de políticas públicas de apoio, durante o período de transição”, afirmou.

Nesse caso, a sugestão encontrada por Carvalho, é o uso de recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O BNDES poderia estender linhas de crédito para as micro, pequenas e médias empresas, nesse período de transição”. Ele ainda afirma que esse tipo de medida também poderia favorecer a troca de mão de obra humana por mão de obra mecânica: “essa já é uma tendência, diga-se de passagem, em tempos de inteligência artificial”, completou.

Quem ganha com a redução da jornada?

No debate sobre os possíveis efeitos da redução da jornada de trabalho sobre as empresas, o mercado ainda discute quais setores poderiam se beneficiar da mudança, especialmente pelo aumento da demanda.

Para Perri, da Fórum Investimentos, as categorias de entretenimento e consumo são o destaque: “com mais tempo livre, a pessoa pode consumir mais cinema, streaming, até mesmo bets. Bares e restaurantes também podem se beneficiar, mas não acredito que esse impacto é suficiente para compensar o efeito negativo na folha para os empresários”.

Além do entretenimento, o setor de transportes também deve ganhar com a proposta. “As famílias agora vão poder se reunir, para o seu lazer, se deslocando, para um clube, para uma praça, para um parque, por exemplo”, emenda Carvalho, da Unifesp. “Provedores de bens de consumo não duráveis, certamente serão impactados, porque essas pessoas devem consumir produtos de alimentação e entretenimento”, concluiu.

O estrategista da Fórum ainda indica uma preocupação relacionada ao impacto da redução da jornada sobre os próprios consumidores. “Acredito que o consumidor final vai sentir, uma vez que a tendência é repassar do aumento de custo para preço. Geralmente isso também causa uma redução no volume demandado, com impacto negativo no PIB”, apontou.

O professor da UNIFESP discorda, ressaltando uma fragilidade na capacidade de consumo dos brasileiros: “Não me parece que esse seja o caso, porque a gente tem mantido um crescimento da economia limitado. Tivemos uma queda histórica na taxa de desemprego, mas as famílias brasileiras estão profundamente endividadas. A capacidade de consumo nos domicílios já está muito contida”.

Pontos de atenção para os investidores

Com o avanço do projeto agora no Senado, Perri ainda destacou que o mercado deve monitorar a curva de juros e a inflação, além do “impacto fiscal de algum tipo de compensação”. “Produtividade e crescimento potencial são outros dados importantes”, completa.

O estrategista afirma que a tendência é que o mercado antecipe uma reação à progressão do debate, o que deve estar no radar dos investidores.

Agora, tramitando no Senado, a PEC aguarda a avaliação das comissões temáticas, antes de ser votada no Plenário também em dois turnos. É importante ter em vista que o texto ainda está sujeito a mudanças, o que implicaria em um retorno para análise na Câmara dos Deputados.

*Com supervisão de Gustavo Porto

Embraer (EMBJ3) chega a cair 25% após o 1T26, mas BTG mantém otimismo e recomenda compra; veja motivos

21 de Maio de 2026, 16:20

Apesar do sentimento de frustração que se instaurou após os números do primeiro trimestre de 2026 (1T26) da Embraer (EMBR3), o BTG Pactual espera uma recuperação e tem visão otimista para a fabricante de aeronaves brasileira.

Do ponto de vista operacional, a equipe de analistas liderada por Lucas Marquiori destaca que a principal crítica recaiu sobre as margens, que ficaram abaixo das expectativas, especialmente nas divisões de aviação comercial e executiva.

A Embraer atribuiu o desempenho abaixo do esperado a fatores como impactos tarifários, mix de clientes/produtos e aumento nos custos de logística.

“O mercado não pareceu convencido e o papel entrou em um movimento negativo, com queda de cerca de 25% desde a divulgação dos resultados do 1T26”, pontua o BTG.

Na leitura do banco, outros fatores macroeconômicos, como a volatilidade no conflito do Oriente Médio e seu impacto nos preços do petróleo, e as negociações de cessar-fogo na Ucrânia, que contribuíram para a compressão dos múltiplos de empresas de defesa, também tiveram papel secundário nessa queda.

“Sabemos que a tese de investimento da Embraer em 2026 tem mais a ver com execução do que com crescimento da carteira de pedidos (catalisador recorrente nos últimos anos), mas o book atual é sólido o suficiente para sustentar um desempenho robusto ao longo do ano.

Tendo em vista a pressão estrutural do setor de aviação e a perspectiva de uma trajetória crescente de lucros, os analistas veem as ações Embraer com uma boa relação risco/retorno nos níveis atuais.

Derating injustificado

Desde o início da guerra em 28 de fevereiro, o BTG observa uma redução dos múltiplos no setor aeronáutico amplo, de companhias aéreas a montadoras.

Na visão do banco, o movimento refletiu a elevação dos preços internacionais de combustível de aviação, o que levou o mercado a questionar se os
fundamentos do setor de transporte aéreo poderiam ser estruturalmente afetados.

Por outro lado, as empresas de defesa permaneceram resilientes no geral, com o ambiente reforçando a tendência de alta nos orçamentos globais de defesa, especialmente na Europa.

O BTG vê o backlog (carteira de pedidos) da Embraer crescente de US$ 32 bilhões reportado no 1T26
como evidência de demanda forte, assegurando volumes de produção por aproximadamente quatro anos e maior nível de confiança do ponto de vista de pedidos.

“Diante disso, continuamos esperando lucros robustos no curto prazo, com opcionalidade de captação de pedidos acima do esperado movendo as ações”, dizem os analistas.

1T26 da Embraer

A Embraer reportou lucro líquido ajustado de R$ 145,4 milhões referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), excluindo itens extraordinários de -R$ 29,4 milhões referentes aos resultados da Eve.

A cifra representa uma redução no lucro ante os R$ 299,9 milhões registrados no mesmo período de 2025 e R$ 522,7 milhões do trimestre imediatamente anterior.

A companhia decidiu, a partir de 2026, deixar de classificar os impostos diferidos como item extraordinário pois seu impacto a longo prazo é próximo de zero e, consequentemente, ajustou os resultados comparáveis de 2025 apresentados para uma comparação justa, conforme o documento.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), que mede o desempenho operacional, ficou em R$ 749,4 milhões, acima dos R$ 631 milhões reportados no mesmo período do ano anterior.

Já a margem Ebitda ajustada permaneceu estável na comparação anual, em 9,9%.

No caso do lucro antes de juros e impostos (Ebit) ajustado, a companhia registrou R$ 488,6 milhões, com margem Ebit de ajustada crescendo para 6,4%.

No período de janeiro a março deste ano, as receitas líquidas da fabricante brasileira de aeronaves totalizaram R$ 7,6 bilhões, superando os R$ 6,4 bilhões reportados no primeiro trimestre de 2025, um aumento de 18%.

‘Smart Fit (SMFT3) é uma das maiores histórias de geração de valor da América Latina’

15 de Março de 2026, 14:00

O time de analistas do BTG Pactual, liderado por Carlos Sequeira, incluiu a Smart Fit (SMFT3) na carteira recomendada de small caps. Essa é “uma das maiores histórias de geração de valor da América Latina”, publicaram em relatório.

O portfólio considera empresas com valor de mercado ao redor dos R$ 15 bilhões e recomenda 10 companhias atualmente, considerando a rede de academias.

Neste texto, você pode saber o que levou à escolha da rede de academias, ter acesso à carteira na íntegra e saber quem saiu das recomendações.

Veja mais: A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual acumula alta de 6.686%, muito acima dos 127,6% do SMLL no mesmo período, e você pode acessá-la aqui

Por que investir em SMFT3 agora

O time liderado por Sequeira acompanha a Smart Fit desde o IPO, em 2021, e vê a empresa “combinando expansão consistente de receita com alavancagem operacional”.

A tese de investimento está baseada em três aspectos:

  1. “Escala incomparável na América Latina”;
  2. Rentabilidade alta, com possibilidade de melhora por meio da alavancagem operacional;
  3. Atuação em um mercado fragmentado, que deixa espaço para consolidação.

Os analistas também destacam riscos de curto prazo, “como ambiente macro desafiador em algumas geografias, potencial canibalização e maior competição”.

Mesmo assim, os analistas do BTG Pactual acreditam no potencial de crescimento no longo prazo das ações SMFT3, ressaltam que se trata de “uma tese diferenciada na América Latina”, e têm visto a liquidez dos papéis melhorar nos últimos meses.

Confira: A Smart Fit integra uma seleção de 10 small caps escolhidas a dedo por profissionais do BTG Pactual; clique aqui para conhecer

A carteira que já subiu 6.686%

A carteira recomendada de small caps do BTG Pactual recebe atualizações mensais, e a adoção da Smart Fit faz parte dos ajustes mais recentes. Até fevereiro, o banco Inter ocupava o espaço que hoje é da rede de academias.

O portfólio teve alta de 3,7% no mês passado, frente ao desempenho de 1,9% do Índice Small Cap (SMLL), indicador da B3 para ações do tipo e referência adotada pela carteira remunerada.

O analista Carlos Sequeira está à frente da seleção de ativos desde julho de 2010. De lá até aqui, as ações acumulam alta de 6.686%, enquanto o SMLL avançou 127,6% no mesmo período e o Ibovespa (IBOV, o principal índice de ações da bolsa), 209,8%.

Os dados de rentabilidade apresentados aqui consideram o último preço de fechamento registrado em 2 de março.

Gráfico da rentabilidade acumulada pela carteira recomendada de small caps do BTG Pactual de julho de 2010 a fevereiro de 2025 em comparação a IBOV e SMLL

Uma das melhores características dessa carteira é a simplicidade para acessá-la e conhecer todo o portfólio na íntegra. Bata clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONHECER A CARTEIRA DE SMALL CAPS RECOMENDADA PELO BTG PACTUAL

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

Mercado ganha fôlego com possível fim da guerra; veja o que esperar de Ibovespa, petróleo e dólar no Giro do Mercado

10 de Março de 2026, 16:15

Nesta terça-feira (10), os ativos globais mostram sinais de acomodação, após a forte aversão ao risco que impactou os mercados nas últimas semanas. A sinalização do possível encerramento da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã impulsionou a recuperação das bolsas após as perdas recentes.

No Giro do Mercado desta terça-feira, a jornalista Paula Comassetto conversa com o Lucas Costa, analista técnico do BTG Pactual, sobre os principais destaques que movimentam os mercados no Brasil e no exterior.

Nesta manhã, o mercado apresentou um alívio após as quedas da última semana, com incertezas sobre o preço do petróleo e a duração da guerra no Oriente Médio.

“Nos últimos anos, o mercado americano era o mais atrativo para os investidores, mas nos últimos meses aconteceu uma rotação global para países emergentes. Outra mudança veio com o aumento das tensões geopolíticas, o que incentivou a fuga de fluxo e a busca por ativos mais seguros”, explicou Costa.

Outro destaque do dia é a decisão dos ministros de Energia do G7 sobre a liberação conjunta de 300 milhões a 400 milhões de barris de petróleo. A esse respeito, o especialista do BTG afirmou que “hoje o que vemos são as reações da fala do Trump e essas notícias que saíram. Eu costumo trabalhar com alguns níveis de preço que são referências. Entre US$ 76 e US$ 78 é a expectativa de suporte a curto prazo”.

Hoje, o dólar apresentava movimento lateral em relação aos principais pares desenvolvidos, enquanto subia frente ao real. De acordo com Castro, o suporte técnico da moeda americana está em R$ 5, R$ 4,90 e R$ 4,85. Já as resistências são próximas de R$ 5,28, enquanto a média móvel de 200 dias é R$ 5,39.

No cenário doméstico, o Ibovespa (IBOV) subia na manhã desta terça. “Quando olhamos para a tendência de longo e médio prazo, a expectativa é de alta. O Ibov teve uma alta muito forte desde 2025, o que faz com que a visão fique um pouco distorcida. Mesmo com a queda da semana passada, não chegamos próximo da média móvel de 21 semanas”, afirmou o especialista do BTG.

Segundo Castro, ainda que o índice caísse até o patamar de 171 mil pontos, “tecnicamente ele ainda estaria em tendência de alta”.

No mundo corporativo, o GPA (PCAR3) anunciou um pedido de recuperação extrajudicial após firmar acordo com credores que representam R$ 2,1 bilhões em dívidas, com adesão de 46% dos créditos afetados.

*Com supervisão de Renan Sousa.

Tombo do Ibovespa, conflito no Irã e dividendos da Petrobras (PETR4): o que bombou na semana

7 de Março de 2026, 09:28

O derretimento de 5% do Ibovespa na semana com a aversão a risco, diante do conflito no Oriente Médio, e o anúncio do pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) de R$ 8,1 bilhões pela Petrobras (PETR4) foram o centro das atenções entre os leitores.

Entre os temas mais lidos aqui no Money Times, estão também a ação que pode ser beneficiada pelo conflito no Irã, segundo o BTG Pactual, e a data de divulgação das regras para o Imposto de Renda (IR) de 2026. Confira o que mais ganhou destaque nos últimos dias:

Ibovespa tomba 5% na semana

Diante do sentimento de aversão a risco, com a escalada de tensão no conflito dos Estados Unidos e Israel com o Irã, o Ibovespa, o principal índice da bolsa brasileira, caiu 5% nesta semana.

Um dos destaques positivos na bolsa, porém, foi a Petrobras (PETR4), com as ações ordinárias e preferenciais fechando em alta de 5% nesta sexta-feira (6), entre as maiores altas do índice, em reação ao balanço do quarto trimestre (4T25), ao anúncio de dividendos e à disparada do petróleo.

Petrobras (PETR4) paga R$ 8,1 bilhões de JCP

Na quinta-feira (5), a Petrobras (PETR4) informou que seu conselho de administração aprovou o encaminhamento à assembleia de acionistas da proposta de distribuição de R$ 8,1 bilhões em remuneração aos acionistas, referentes ao quarto trimestre de 2025.

A proposta será analisada na Assembleia Geral Ordinária (AGO) marcada para 16 de abril de 2026.

Caso a proposta seja aprovada, os proventos serão pagos em duas parcelas, ambas na forma de juros sobre capital próprio: R$ 0,31311454 por ação em 20 de maio de 2026; R$ 0,31311454 por ação em 22 de junho de 2026.

Disparada do Brent pode beneficiar uma ação, segundo o BTG

Na semana, o petróleo Brent acumulou alta de 27%, superando os US$ 90 com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas de transporte de petróleo bruto.

Nesse contexto, o BTG Pactual, recomenda a compra e preço-alvo de R$ 56 para a Prio (PRIO3), considerada a principal escolha do banco no setor. Segundo os analistas, apesar das discussões recentes sobre o grau de captura da alta do petróleo pela companhia, o papel tende a acompanhar o movimento do Brent.

O resultado do quarto trimestre de 2025 e o início da produção em Wahoo reforçam a tese, que ganha ainda mais força com preços mais elevados da commodity — ao menos nos mercados futuros.

Receita Federal anuncia regras em 16 de março

Receita Federal comunicou que a divulgação das normas para a Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda 2026 ocorrerá no dia 16 de março, às 10 horas, durante coletiva de imprensa.

O anúncio, que habitualmente acontece na primeira quinzena do mês, foi postergado para o início da segunda quinzena, o que deve resultar em um período menor para o envio do documento pelos contribuintes em comparação a anos anteriores.

Como o dia 15 de março cai em um domingo e a divulgação das regras está agendada para o dia 16 (segunda-feira), a expectativa é que o início das transmissões das declarações ocorra apenas a partir do dia 17 de março.

O encerramento do prazo de entrega está previsto para o dia 29 de maio, uma vez que os dias 30 e 31 de maio coincidem com o final de semana,. Essa configuração resultará em menos tempo para preencher e transmitir a declaração do que o registrado em 2025.

XP aumenta projeção do Ibovespa

XP Investimentos revisou o preço-alvo do Ibovespa para 196 mil pontos, aumentando a projeção anterior de 190 mil, ao levar em conta o início do ciclo de cortes de juros e revisões positivas de preço-alvo de ações pelos analistas.

Durante o mês de fevereiro, o fluxo de capital estrangeiro para fora dos Estados Unidos se manteve. Além das tensões geopolíticas que envolveram o presidente dos EUA, Donald Trump, a insegurança sobre uma bolha de IA criou um cenário favorável aos mercados emergentes, incluindo o Brasil.

Ao longo do mês o Ibovespa atingiu máximas históricas, com um forte rali, que a XP acredita que pode “persistir no curto prazo”. Ainda assim, os analistas ressaltam a possibilidade de que os investidores migrem para um “trade de convergência, buscando nomes e setores que ficaram para trás”.

China ou retenção? BTG vê incerteza na alta do boi, mas já projeta margens menores para frigoríficos

5 de Março de 2026, 11:40

Desde o começo de 2026, os preços do boi subiram 10% em reais e 14% em dólares. Para o BTG Pactual, é difícil dizer se a recente alta nos preços do gado reflete sinais iniciais de retenção de vacas para abate, uma corrida para antecipar embarques para a China diante de uma cota mais apertada em comparação com os volumes exportados no ano passado, ou uma combinação desses dois fatores.

Segundo Thiago Duarte e Guilherme Guttilla, se a retenção ganhar força a partir de agora, apostar em uma reversão significativa de preços parece uma decisão difícil.

“Isso deve resultar em um ambiente de margens mais pressionado para frigoríficos, e por isso projetamos queda nas margens em 2026 em relação a 2025”, explicam.

De acordo com os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o abate de bovinos atingiu 42,7 milhões de cabeças em 2025, alta de 7,6% ano contra ano, com crescimento de 13% apenas no 4º trimestre.

Ao mesmo tempo, os preços de bezerros subiram de forma agressiva, fortalecendo o incentivo para os pecuaristas iniciarem a retenção de vacas.

O que é o ciclo do boi?

Embora pareça complexo, o ciclo pecuário é essencialmente determinado pela oferta de gado. Os preços tendem a se mover de forma inversa à proporção de vacas abatidas — ou seja, quanto menor o abate de fêmeas, maior tende a ser o preço do boi.

Quando menos fêmeas são enviadas aos frigoríficos, a oferta de animais para abate diminui, pressionando os preços para cima. Quando ocorre o contrário, com maior envio de vacas para o abate, a oferta aumenta e os preços geralmente recuam.

Nos últimos anos, a oferta atingiu níveis historicamente elevados, o que pressionou os preços do gado para baixo até meados de 2024. Desde então, porém, os preços voltaram a subir — um movimento que chama atenção porque o ritmo de abate continua forte.

Além disso, um ambiente favorável para exportações, puxado pelos Estados Unidos e pela China, provavelmente ajudou a sustentar a disposição dos frigoríficos em pagar mais pelo gado, mesmo com a recente valorização dos preços.

Rio Open e ascensão de João Fonseca reacendem ligação entre tênis e mercado financeiro

22 de Fevereiro de 2026, 08:02

A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.

Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.

E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.

Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.

Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.

Apostando no futuro

A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.

Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.

Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.

A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.

O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)

O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.

A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.

Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.

Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)

Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.

A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.

No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.

Paixão empresarial

A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.

O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país. 

A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.

João Fonseca entrando em quadra no Rio Open
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)

A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.

Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.

Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.

O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.

No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global. 

PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)

A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.

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Rio Open e ascensão de João Fonseca reacendem ligação entre tênis e mercado financeiro

22 de Fevereiro de 2026, 08:02

A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.

Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.

E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.

Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.

Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.

Apostando no futuro

A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.

Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.

Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.

A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.

O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)

O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.

A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.

Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.

Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)

Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.

A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.

No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.

Paixão empresarial

A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.

O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país. 

A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.

João Fonseca entrando em quadra no Rio Open
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)

A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.

Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.

Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.

O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.

No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global. 

PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)

A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.

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O BTG além do banco: como a holding de André Esteves e sócios virou um dos maiores grupos empresariais do país

26 de Novembro de 2025, 06:00

Sob a gestão do banqueiro carioca e hoje chairman André Esteves, o BTG Pactual não apenas consolidou sua posição como maior banco de investimentos do país, como também viu a holding formada pelos seus 410 sócios – a chamada “partnership” – se transformar em um dos grupos empresariais mais influentes do Brasil. Tudo isso uma década depois de o banco atravessar sua maior crise.

Energia, telecomunicações, varejo, educação e logística compõem um portfólio que, pela diversidade e pela escala, ocupa um terreno que grupos empresariais tradicionais e holdings financeiras, como Itaúsa e Bradespar, jamais tiveram.

São histórias de grandes negócios, mas também de apostas frustradas, como a tentativa de consolidar o varejo farmacêutico com a BR Pharma, que terminou em falência, ou o da Sete Brasil, projeto criado para atender o pré-sal e que desmoronou em meio a denúncias de corrupção na Petrobras e que chegou a levar Esteves à prisão em 2015. Naquele momento, o grupo de sócios assumiu a dianteira dos negócios e manteve o banco de pé. O processo foi posteriormente anulado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A compra de participações em empresas pela partnership dos sócios do BTG tem uma mecânica própria. Os sócios estruturam as operações considerando que os fundos administrados pela casa e grandes clientes tenham prioridade no investimento. Só depois dessa alocação entra a partnership.

O resultado é que boa parte das participações é compartilhada entre a holding dos sócios e veículos administrados pelo banco, o que torna mais difícil distinguir o que pertence exclusivamente a partnership e o que são dos fundos da casa. O BTG não usa capital próprio nas operações.

Ainda assim, é possível identificar a amplitude dessa atuação: a rede de investimentos se espalha por setores centrais da economia brasileira.

Os investimentos do sócios do BTG e de seus fundos de investimento
Os investimentos do sócios do BTG e de seus fundos de investimento

A partnership do BTG, o “CNPJ” que reúne o capital dos sócios e administra os dividendos do grupo, ganhou o formato atual a partir de 2009, quando André Esteves e outros executivos recompraram o Pactual do UBS por US$ 2,5 bilhões. O negócio foi emblemático porque voltou a priorizar o modelo de gestão adotado pelo Pactual antes da venda aos suíços.

Uma fonte ouvida pelo InvestNews lembra que a partnership do BTG não nasceu com a ambição de se tornar um grupo empresarial. Mas que, de certa forma, a holding acabou evoluindo para isso. “No fim do dia, é um grupo de investidores empreendedores, são todos banqueiros ali”, disse.

Dos quase R$ 10 bilhões distribuídos em JCP pelo BTG Pactual em 2024, cerca de R$ 6,9 bilhões foram para a partnership. Parte desses recursos é distribuída proporcionalmente aos sócios, enquanto outra parcela permanece na holding para novos investimentos do grupo.

A mecânica

A governança da holding de sócios se organiza em três círculos decisórios. O primeiro é o comitê principal da partnership, o núcleo duro formado pelos sete principais acionistas, responsáveis pela estratégia e pela alocação de capital. São eles: André Esteves; o CEO do BTG, Roberto Sallouti; Renato Santos – o “Renatão” – (tesouraria); Guilherme Paes (banco de investimento); Renato Cohn (CFO); Rogério Pessoa (gestão de patrimônio); e Rodrigo Góes (sales & trading).

O segundo é o comitê ampliado, composto por cerca de 12 sócios seniores – líderes das principais unidades de negócios, que apresentam propostas ao núcleo principal. Além dos sete principais acionistas, existem outros nomes proeminentes no grupo, como Antônio “Totó” Porto (institucional), Huw Jenkins (vice-chairman), Renato Mazzola (private equity), João Marcello Dantas (controladoria), Alexandre Camara (special situations), Marcelo Flora (varejo) e Rubens Henriques (gestão de ativos).

O terceiro núcleo envolve os comitês temáticos, que reúnem outros sócios em discussões sobre crédito, risco e modelagem de investimentos. São eles que sustentam a máquina que permite ao BTG executar investimentos bilionários com velocidade.

Um caso recente que ilustra bem a forma de trabalhar da partnership é a entrada na Cosan, negócio que envolveu um cheque total de R$ 4,5 bilhões. A operação transformou o grupo de sócios do BTG no maior acionista individual do conglomerado de Rubens Ometto, que vive uma crise de endividamento causada pela Raízen e por uma aposta mal-sucedida na Vale.

Eis o modus operandi. A operação foi estruturada pelo BTG e oferecida aos fundos administrados pelo banco abertos ao público, que têm prioridade.

O fundo de infraestrutura gerido pelo BTG alocou R$ 600 milhões no negócio. Como os fundos de private equity têm um limite de exposição de 25% do seu patrimônio, esse era o valor o máximo que o veículo em questão poderia investir. Em seguida, a mesma oportunidade foi aberta a clientes institucionais e de alta renda – que aportaram outros R$ 400 milhões por meio de coinvestimento.

Só depois desse duplo filtro (fundos e clientes) foi que a operação chegou aos sócios do BTG, que completaram o cheque com os R$ 3,5 bilhões restantes, ganhando maior peso nessa composição. A partnership nunca disputa com o cliente, mas completa a operação – muitas vezes com o maior cheque.

André Esteves e Rubens Ometto, controladores da Cosan
André Esteves e Rubens Ometto, controladores da Cosan (Ilustração: João Brito)

Luiz Cezar Fernandes, fundador do Pactual e um dos poucos que acompanharam as duas eras do banco por dentro, lembra que o negócio envolvendo a Cosan é o que diferencia os sócios do BTG. “O banqueiro de investimento entra onde o banco comercial não entra: em empresas pressionadas, nas operações complexas – naquilo que precisa ser salvo”.

No caso da Cosan, com alto endividamento, o que os sócios do BTG viram foi um potencial de retorno alto com a reestruturação da dívida e a exposição a setores onde a capacidade de execução faz toda a diferença – ferrovias, combustíveis e terras agrícolas. Esse diferencial colocou o grupo de Ometto exatamente no tipo de jogo que o BTG gosta de jogar. “A estratégia é sempre oportunística, no bom sentido. É entrar no ponto mais baixo para criar valor”, prossegue Cezar, em entrevista ao InvestNews.

O avanço da partnership para dentro da economia real também ampliou, de forma inevitável, o raio de influência de André Esteves nas conversas com Brasília.

Um banco que estrutura operações de financiamento para grandes empresas já é relevante; agora um banco cujos sócios têm participações expressivas em setores que empregam milhares de pessoas, operam infraestrutura crítica e afetam preços regulados ocupa um degrau completamente diferente.

Erros…

O começo da trajetória de André Esteves e dos sócios do BTG como força empresarial não seguiu um linha reta rumo ao sucesso.

Um dos primeiros investimentos do grupo, a BR Pharma, nasceu em 2009 com a ambição de consolidar redes regionais e criar uma gigante nacional do varejo farmacêutico. Dona da bandeira Farmais, a companhia enfrentou problemas de integração, não conseguiu capturar sinergias e acumulou prejuízos. Dez anos depois, a empresa teve sua falência decretada pela Justiça, com dívidas que superam R$ 1 bilhão.

Mas nenhum revés se compara ao da Sete Brasil, empresa que o BTG pagou US$ 1 bilhão em 2012 para ter 30% do negócio. O projeto, concebido para criar a frota de sondas do pré-sal, ruiu em meio a denúncias de corrupção, atrasos crônicos e contratos inviáveis. Um “super fiasco”, nas palavras do próprio Esteves. O colapso da Sete Brasil ganhou força na Lava-Jato e respingou diretamente no BTG. Em novembro de 2015, André Esteves, então CEO do banco, foi preso preventivamente e ficou um mês detido.

Anos depois, em 2018, o STF arquivou um dos processos e, em 2020, suspendeu outro, mas o episódio deixou marcas profundas, exigiu uma reestruturação interna e redefiniu a percepção de risco dentro da casa. O BTG continuou entrando onde o mercado hesitava, mas passou a escolher melhor os terrenos onde pisa. O episódio também fortaleceu o núcleo duro de sócios para além de Esteves.

…e acertos

A Eneva foi uma das apostas mais bem-sucedidas do grupo de sócios do BTG. Originária da MPX Energia, uma das empresas de Eike Batista, a companhia entrou em recuperação judicial em 2014 com cerca de R$ 2,3 bilhões em dívidas – um dos casos mais sensíveis do setor elétrico brasileiro. 

No ano seguinte, os credores optaram por converter parte da dívida em ações. E o BTG acabou se tornando um dos principais acionistas. No ano passado, após um aumento de capital, o BTG e a partnership ampliaram sua posição e passaram a deter 48,06% do capital da Eneva, tornando-se o maior acionista da companhia, que é uma das maiores operadoras de usinas termelétricas do Brasil, rivalizando com a Âmbar Energia, dos irmãos Batista.

Eneva Complexo de Parnaíba
Complexo de Parnaíba da Eneva (Divulgação)

Outros investimentos promissores são a V.tal, rede neutra de fibra óptica, e a Nio, provedora de internet, ambas derivadas do processo de recuperação judicial da Oi. Na V.tal, o BTG fez parte de um consórcio que pagou R$ 12,9 bilhões por 57,9% das ações da companhia, enquanto a Nio custou cerca de R$ 5,8 bilhões.

Há também negócios menos visíveis, mas muito relevantes, como a Engelhart, trading de commodities que nasceu dentro do BTG, e o Timberland Investment Group (TIG), braço florestal do banco, que compra, administra e arrenda áreas para produção de madeira e projetos de carbono.

Outras apostas recentes vieram da compra de ativos diretamente de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, liquidado extrajudicialmente pelo Banco Central. Por R$ 1,5 bilhão, o grupo de sócios do BTG levou ações da Veste, Metalfrio e Light – nas três empresas, o BTG figura entre os principais acionistas. Além disso, o pacote incluia o hotel Fasano Itaim, um ícone imobiliário de São Paulo.

Donos

A ideia de que o BTG pudesse ir além do investment banking não é nova e nasceu ainda no Pactual original, nos anos 1980, quando Luiz Cezar Fernandes tentava convencer seus sócios André Jakurski e Paulo Guedes de que seria possível ter um banco capaz de aconselhar, financiar e, quando necessário, virar sócio dos clientes. 

Quem acabou executando aquilo que Cezar idealizou – e em uma escala ainda maior do que ele próprio imaginava – foi André Esteves, o estagiário quieto que entrou no Pactual em 1989 e nunca mais saiu daquele universo.

Recentemente, viralizou uma foto de André Esteves sozinho lendo jornal na sede do BTG no que parece ser um fim de semana, gerando curiosidade nas redes sociais.

André Esteves, chairman do BTG, no escritório do banco em São Paulo (Reprodução/Redes Sociais)
André Esteves, chairman do BTG, no escritório do banco em São Paulo (Reprodução/Redes Sociais)

Quem convive com ele garante que aquilo é rotineiro. Esteves repete em palestras e entrevistas que a única forma de construir algo duradouro é cercar-se de gente tão boa quanto ou melhor. “Aqui eu contrato donos, não funcionários”, costuma dizer.

Na prática, isso significa povoar o BTG de pessoas que tratam cada decisão como se o capital fosse delas – porque, em boa parte dos casos, é mesmo.

Procurado pelo InvestNews, o BTG não comentou.

Tudo ou nada: Light espera concessão para anunciar investimento de R$ 12 bilhões no Rio

15 de Outubro de 2025, 06:00

Com mais de 100 anos de operação no Rio de Janeiro, a companhia elétrica Light vive um momento decisivo em sua vasta história. Responsável pelo fornecimento de energia para 31 municípios do estado fluminense, onde atende a mais de 11 milhões de pessoas, a empresa corre contra o relógio para conseguir acertar a renovação da concessão estadual, que vence em junho de 2026. A decisão é fundamental para destravar um aumento de capital de R$ 1,5 bilhão na companhia e um ciclo de investimentos de R$ 12 bilhões em cinco anos, segundo apurou o InvestNews.

Em recuperação judicial desde maio de 2023, quando declarou mais de R$ 11 bilhões em dívidas, a Light conta com o apoio das prefeituras para conseguir avançar em um acordo com a Aneel, a Agência Nacional de Energia Elétrica, pela renovação da concessão no Rio. No fim de setembro, os prefeitos dos 31 municípios onde a empresa presta serviço assinaram um abaixo-assinado solicitando que a autarquia desse tração à análise da renovação.

Outro fator que faz o mercado crer em uma virada de chave na empresa tem a ver com o leque de investidores que hoje compõem seu quadro societário: o fundo Samambaia, de Ronaldo Cezar Coelho, é o maior acionista com 20% do capital da Light; seguido pela WNT, ligada ao empresário Nelson Tanure, com 18,9%; e pelos bancos BTG Pactual (14,8%) e Santander (10,2%).

Principal investidor da Light atualmente, o banqueiro e ex-deputado Ronaldo Cezar Coelho foi figura ativa no processo de pulverização do controle da empresa. Se hoje o papel é cotado a cerca de R$ 5, quando Cezar Coelho montou sua posição na companhia, em 2020, a ação superava a faixa dos R$ 20. “Eu comandei a privatização da Light. Comprei essas ações a R$ 20 da Cemig e a R$ 23 do BNDES. E aconteceu o que aconteceu depois. Mas estou aqui e estou pensando em cinco anos para frente”, afirma ele, em entrevista ao InvestNews.

Entusiasta de longa data da empresa, o megainvestidor carioca sonha com novos tempos para a Light, prevê a saída da recuperação judicial em breve e aposta em novas frentes de negócios. Cezar Coelho também acredita no bom relacionamento com a Aneel para aprovar a renovação da concessão até o início de 2026. “A relação política e com a Aneel está ótima, como nunca esteve”, diz ele.

O investidor também prevê que a renovação da concessão tenha um gatilho para as perdas não técnicas (o que ficou conhecido popularmente como “gatos”). Um balanço da empresa, divulgado em 2024, estimou que 35% dos clientes da Light fazem ligações clandestinas no Rio. “Para o balanço de 2026, vai nascer uma nova Light, uma empresa com um passivo bem menor e com um contrato com cláusulas melhores negociadas em relação aos próximos 30 anos, especialmente no que se diz respeito ao ICMS que a Light paga sobre energia roubada, que é desviada no meio do caminho”, diz Cezar Coelho.

O InvestNews apurou que a empresa pretende investir cerca de R$ 12 bilhões no estado fluminense nos próximos cinco anos. A arrecadação de parte desse montante deve se dar por meio de debêntures incentivadas e o valor servirá para suportar as melhorias nas linhas de distribuição da companhia, para mitigar as perdas por desvios na rede. “A Light tem uma rede muito antiga e atua em áreas que vão necessitar de uma grande renovação dos equipamentos da rede nos próximos cinco anos”, diz uma fonte ligada à companhia. 

Com o fim da recuperação no horizonte, a companhia pretende contratar financiamentos mais baratos e de longo prazo.

Acionista de referência e ativo nas negociações envolvendo a companhia, Cezar Coelho não poupa elogios a seus pares na empreitada, sobretudo a Nelson Tanure. Ele conta que acompanhará o aumento de capital, que será composto por aportes e conversão de dívidas em equity, e também elogia o BTG, que entrou na companhia em uma negociação pelos ativos que pertenciam ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Master.

“O BTG tem planos de ser uma grande empresa de energia. Esse movimento que eles fizeram agora com a Cosan e antes com a Eneva mostra que os donos do BTG estão criando uma grande holding de energia”, afirma Cezar Coelho. “Uma vez que a Light esteja saneada, com gente como o BTG dentro, vai ter gente querendo comprar a Light. Seria uma grande compra para a Equatorial, Energisa ou Iberdrola. A Equatorial conhece bem a Light. Já foi acionista e conselheira.”

Uma luz no fim do túnel 

Com endividamento elevado, a Light precisou driblar uma regra da legislação brasileira para conseguir solicitar sua recuperação judicial em 2023. É que pelas regras vigentes, concessionárias de serviços públicos de energia não podem usufruir do método que prevê a paralisação de cobranças e negociação das dívidas com credores. 

A manobra, perpetrada com sucesso pelo ex-CEO Octavio Lopes, que acabava de assumir a operação para organizar seu turnaround, foi entrar com o pedido pela holding Light S.A., e não da concessionária. A estratégia foi o estopim para um intenso embate da companhia com os credores – que culminou em um acordo assinado em abril de 2024. Mas, para Cezar Coelho, a manobra foi “corajosa” e o único caminho possível para manter a empresa em pé. “Quando ele [Lopes] viu a mudança na lei do ICMS, ficou claro que o caixa ia drenar, e isso era uma condenação da empresa à morte”, diz Cezar Coelho.

A lei citada pelo megainvestidor é a 14.385, sancionada em 28 de junho de 2022, que obrigava as distribuidoras a devolverem o crédito fiscal que as empresas ganharam na Justiça depois que o STF entendeu que o ICMS havia sido indevidamente incluído na base de cobrança do PIS.

chart visualization

À época do pedido de recuperação da Light, a alternativa encontrada recebeu diversas críticas de políticos, como o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, que cobrava melhorias e modernizações por parte da distribuidora de energia elétrica. Ele pedia que a empresa mirasse no exemplo das prestadoras de serviço de saneamento básico, que haviam conseguido mitigar os problemas com os ‘gatos’. “Ela [a Light] precisa se modernizar para conseguir receitas de locais onde seja fácil recuperar, agregar valor à operação dela”, disse o governador em 2023.

Antes de recorrer à RJ, a empresa também foi desinvestida por estatais. Em 2020, o BNDESPar anunciou a saída da operação. No ano seguinte, foi a vez de a Cemig vender suas ações na companhia, da qual era a maior acionista, por meio de uma oferta subsequente de ações (follow-on).

Linhas paralelas

Maior acionista atualmente da companhia, Cezar Coelho quer pensar no futuro. O investidor diz ter planos para a empresa que vão além da operação no setor de energia. A Light é dona, por exemplo, de uma das maiores reservas particulares de Mata Atlântica no país, uma área de preservação que abrange os municípios de Rio Claro e Piraí. O investidor acredita que a empresa poderia usar a área para a comercialização de créditos de carbono. Outra ideia seria usar a vasta rede de dados de consumidores como uma forma de entrar no mercado financeiro, oferecendo, por exemplo, serviço de crédito aos clientes. 

“São ideias brutas, que eu tenho há alguns anos, mas que eu acho viáveis. Só que eu sou realista. Hoje, nós estamos com um caminhão caído na beira da estrada. Estamos tirando o caminhão da ribanceira, mas ao mesmo tempo estamos arrumando o motor e trocando os pneus, com a nova concessão. Quando ele vier pra estrada, a Light vai voltar para a estrada numa outra fase da economia brasileira, podendo apostar em inteligência artificial e meios de pagamento. Esse é o futuro.”

BTG Pactual passa a deter 49,71% da Veste SA Estilo

10 de Outubro de 2025, 10:09

A Veste SA Estilo informou na noite de quinta-feira (10) que o Banco BTG Pactual exerceu o direito de compra de suas ações. Assim, o banco passou a deter 56,8 milhões de ações ordinárias da companhia, equivalendo a 49,71% do capital social.

O BTG também reteve a possibilidade de adquirir 4,4 milhões de ações da Veste, que representam aproximadamente 3,81% do capital da companhia.

A aquisição tem como finalidade exclusiva a realização de operações financeiras, alinhadas à estratégia de investimento e consistindo em oportunidade de geração de valor para o BTG Pactual.

“Não tem como objetivo – nesse momento – qualquer alteração na estrutura atual de controle ou na governança da companhia”, informou a Veste em comunicado, citando notificação do BTG.

Em nota, a Veste declarou que a WNT Gestora de Recursos reduziu a sua posição acionária em 30,67% na companhia, passando a deter 0,58% do capital social.

BTG disputa linha de transmissão da Brookfield, dizem fontes

8 de Outubro de 2025, 15:04

Um fundo de infraestrutura do BTG Pactual está entre os interessados ​​em adquirir uma linha de transmissão de energia da Brookfield Asset Management no Brasil, segundo pessoas familiarizadas com o assunto.

Um fundo gerido pelo banco, a State Grid, o Grupo Energia Bogotá e um consórcio formado pela Taesa e a Cemig avançaram para uma segunda fase, explorando a compra da linha de transmissão Mantiqueira da Quantum Participações, empresa da Brookfield, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas, pois as negociações não são públicas. Um processo de due diligence está em andamento, disseram as pessoas.

A Bloomberg noticiou em junho que a State Grid e a GEB estavam em negociações para comprar o ativo e haviam contratado assessores. O processo de venda está sendo conduzido pelo Itaú BBA e Bradesco BBI, disseram pessoas familiarizadas com o assunto em março.

BTG, Taesa e Brookfield não quiseram comentar. State Grid, GEB e Cemig não retornaram pedidos de comentários. 

Fundada em 2017, a Quantum foi criada para gerir o fundo Brasil Energia, da Brookfield, que investe no setor de transmissão de energia. A empresa administra concessões para construir, operar e manter mais de 3.000 quilômetros de linhas de transmissão.

O projeto Mantiqueira compreende mais de 1.200 quilômetros de linhas de transmissão que atravessam 50 municípios do estado de Minas Gerais e tem 18 subestações.

MRV, Cury, Tenda, Direcional e Plano&Plano: construtoras dobram de valor mesmo com Selic a 15%

8 de Outubro de 2025, 06:00

Que o Brasil é o país dos juros altos, todo mundo já sabe. E, naturalmente, quando os juros estão nas alturas, a construção civil costuma sofrer: financiamento caro, crédito restrito, demanda menor. Mas em 2025 a lógica se inverteu. Mesmo com a Selic a 15%, no maior nível dos últimos 20 anos, construtoras de baixa renda mais do que dobraram de valor na Bolsa.

E o mais impressionante é que, mesmo depois dessa arrancada histórica, parte do mercado ainda vê espaço para mais, afinal as ações seguem negociando a múltiplos baixos e com expectativa de dividendos relevantes.

O que explica essa força é o Minha Casa Minha Vida, que foi turbinado em 2023 com mais subsídios, teto maior e a criação da Faixa 4, que atende a famílias com renda mensal de até R$ 12 mil e imóveis de até R$ 500 mil. Apenas dois anos depois, já se discute ampliar novamente o programa, incluindo imóveis de até R$ 650 mil para famílias com renda de até R$ 15 mil. Só em 2025, o MCMV já consumiu 88 bilhões de reais do FGTS, 66% de todo o orçamento previsto para o ano.

Com esse suporte, o setor continuou realizando novos lançamentos em ritmo intenso. Em 2024, 53% dos projetos imobiliários do país foram do Minha Casa Minha Vida e, em São Paulo, o programa respondeu por 60% dos financiamentos. Esse volume de atividade ajuda a sustentar as projeções de resultados fortes esperados pelos analistas para os próximos anos.

Segundo o BTG Pactual, mesmo depois da forte alta das ações, as construtoras ainda estão com preços atrativos. Hoje, elas valem na Bolsa algo entre 4,5 e 7,2 vezes o lucro que devem gerar em 2026 — enquanto empresas do mesmo setor, em países desenvolvidos como os Estados Unidos, costumam valer de 12 a 20 vezes esse lucro. Em outras palavras: as ações subiram, mas os lucros também cresceram, o que mantém a relação entre preço e lucro em níveis considerados baixos. Além disso, essas companhias devem pagar bons dividendos neste ano, entre 7% e 11%.

Na avaliação do banco, Cury, Direcional e Plano&Plano são as mais sólidas. Já MRV e Tenda carregam o maior risco – mas também o maior potencial de retorno.

No caso da MRV, os números mais recentes mostraram a fraqueza do momento: os lançamentos de novos empreendimentos caíram 42% e as vendas líquidas diminuíram 27% em relação ao ano passado. A empresa também “queimou caixa” – gastou mais do que arrecadou, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. Isso, mesmo depois de vender parte de seus ativos no exterior.

Segundo o BTG, os resultados foram piores do que o esperado e podem pesar sobre a ação no curto prazo. Ainda assim, o banco destaca que o papel continua barato, sendo negociado por cerca de 0,8 vez o valor do seu patrimônio e 5 vezes o lucro estimado para 2026, o que abre espaço para forte valorização se a empresa conseguir melhorar seus resultados.

Já a Tenda carrega riscos semelhantes, mas conta com a Alea, sua subsidiária de construção modular, que pode se tornar um motor adicional de crescimento e ainda não está refletida no preço da ação.

No fim das contas, as construtoras de baixa renda deixaram de ser carta fora do baralho. E hoje sustentam uma das teses mais fortes da Bolsa brasileira.

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