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Received today — 18 de Agosto de 2026Negócios

É hoje: Descubra como aproveitar a volatilidade máxima das eleições para buscar lucros de anos em até 12 semanas

17 de Agosto de 2026, 09:00

Anos eleitorais costumam aumentar a sensação de incerteza entre os investidores. Com o mercado mais sensível a pesquisas, debates e expectativas políticas, surge a dúvida: vale a pena adotar uma postura mais defensiva ou seguir o plano de investimentos sem se deixar levar pelas oscilações do mercado?

De acordo com um estudo da corretora Ágora, a volatilidade média do Ibovespa em anos não eleitorais é de 20,91%. Já nos anos eleitorais, considerando o período desde 1994, esse índice sobe para 23,93%.

Na prática, isso representa uma oscilação cerca de 14% maior. Portanto, não é surpreendente que muitos investidores adotem uma postura mais cautelosa durante esse período.

Agora, a verdade é que falta pouco para as eleições. Estamos a cerca de um mês e meio da votação, e as campanhas já começam a ocupar espaço na TV, no rádio e nas redes sociais.

E, nessa altura do campeonato, se torna um pouco mais tenso tomar melhores decisões nos investimentos.

No entanto, se você acredita que existem apenas duas alternativas, reduzir os riscos até a definição das urnas ou simplesmente manter a estratégia atual apesar da volatilidade, pode deixar passar oportunidades valiosas que costumam surgir justamente em momentos de maior turbulência no mercado.

Como aproveitar oportunidades valiosas no ciclo eleitoral

Nos últimos dois ciclos eleitorais, mesmo em meio à forte volatilidade dos mercados, algumas recomendações da Empiricus Research entregaram ganhos expressivos, chegando a até 586% em menos de 15 dias. E isso não aconteceu por acaso.

Períodos eleitorais costumam criar um ambiente especialmente rico em oportunidades. Mas por quê? A resposta está na velocidade com que os preços reagem às expectativas dos investidores.

Mudanças nas pesquisas, novas alianças e propostas econômicas podem alterar rapidamente a percepção do mercado sobre o futuro da economia.

Se um candidato visto como menos comprometido com o equilíbrio fiscal ganha força nas pesquisas, por exemplo, parte dos investidores pode passar a projetar mais gastos públicos, juros elevados e maior pressão sobre a inflação.

Nesse contexto, ações, dólar e títulos de renda fixa costumam reagir quase imediatamente. Por outro lado, sinais capazes de reduzir essas preocupações podem provocar movimentos na direção oposta.

É justamente essa mudança constante de expectativas que cria oportunidades para investidores atentos. Durante uma campanha eleitoral, novas propostas, apoios políticos e pesquisas alteram as projeções do mercado quase diariamente.

Foi exatamente esse tipo de dinâmica que a Empiricus procurou analisar nas eleições de 2022. Após o resultado das urnas, ações de empresas como Petrobras e Banco do Brasil sofreram forte pressão, refletindo preocupações dos investidores com possíveis interferências na gestão das estatais.

Porém, os analistas da Empiricus avaliaram que parte desse movimento poderia ter sido exagerado e que havia espaço para recuperação dos preços. Com base nessa leitura, a casa recomendou a compra de ações do Banco do Brasil e da Petrobras.

Dessa maneira, nas janelas analisadas, as recomendações chegaram a entregar ganhos de aproximadamente 40% em Banco do Brasil e 206% em Petrobras, reforçando como momentos de forte volatilidade também podem abrir espaço para oportunidades relevantes.

Agora, isso está prestes a acontecer novamente e a partir de hoje você poderá acessar um plano de “tiro curto” para aproveitar oportunidades como essas.

Conheça o “Sprint Eleitoral” e descubra como buscar lucros de até 586% com a volatilidade máxima das eleições

O Sprint Eleitoral é uma estratégia criada pela Empiricus Research para um dos momentos mais intensos do mercado brasileiro: o período das eleições.

Enquanto grande parte dos investidores enxerga a volatilidade como um risco a ser evitado, a proposta do Sprint é justamente transformá-la em oportunidade.

A ideia é simples: identificar os movimentos que podem surgir à medida em que as mudanças de expectativa mexem com os preços dos ativos e buscar capturar esses deslocamentos ao longo de uma janela de até 12 semanas.

Ao longo do Sprint Eleitoral, os participantes terão acesso a oportunidades em diferentes classes de ativos, incluindo:

  • Ações e fundos imobiliários que podem se beneficiar de cada cenário;
  • Estratégias de renda fixa para proteção ou ganho com marcação a mercado;
  • Operações com opções voltadas para movimentos de curto prazo;
  • E outras oportunidades que surgirem conforme o cenário evoluir.

Além das recomendações, o plano conta com acompanhamento diário e atualizações constantes da carteira sugerida, refletindo as mudanças de cenário que tendem a se intensificar na reta final da disputa eleitoral.

Foi justamente esse trabalho de monitoramento e interpretação dos ciclos eleitorais que permitiu à Empiricus identificar algumas oportunidades marcantes em eleições anteriores. Em diferentes momentos, recomendações da casa chegaram a registrar ganhos de:

  • Até 586% em menos de 15 dias;
  • Até 375% em apenas 6 dias;
  • Até 120% em 7 dias.

Naturalmente, retornos passados não garantem resultados futuros. Ainda assim, a dinâmica observada em eleições anteriores mostra como períodos de elevada incerteza podem gerar movimentos significativos nos mercados, criando oportunidades para investidores preparados.

Saiba como acessar no Sprint Eleitoral

Para mostrar exatamente como essa estratégia funciona na prática, a Empiricus realizará um encontro gratuito hoje.

Nele, Matheus Spiess, estrategista de macroeconomia da casa, vai explicar os principais gatilhos que podem movimentar o mercado durante a corrida eleitoral e como o Sprint Eleitoral foi estruturado para navegar esse cenário.

Se você deseja entender como investidores profissionais se posicionam em momentos de alta volatilidade, basta clicar no botão abaixo e garantir sua participação.

QUERO CONHECER O PLANO QUE JÁ CAPTUROU GANHOS DE ATÉ 586%

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Possibilidade de renda recorrente isenta de IR: BTG Asset lança FI-Infra para investidores que buscam mais previsibilidade

15 de Agosto de 2026, 09:00

Quem busca construir e proteger patrimônio costuma dar preferência a investimentos mais previsíveis e menos expostos às oscilações do mercado. Pensando nesse perfil, a BTG Asset lançou um fundo de infraestrutura com uma proposta diferente da maioria dos produtos da categoria.

Trata-se do BCDI11 (BTG Pactual Dívida Infra CDI), que passou a ser negociado na B3 em 4 de agosto. Embora a estreia na bolsa seja recente, a estratégia já vinha sendo executada há cerca de dois anos no mercado de balcão, o que permitiu ao fundo chegar à listagem já com um histórico consolidado.

O BCDI11 faz parte de uma categoria chamada FI-Infra: fundos que investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. E aqui está uma vantagem: esses ativos garantem isenção de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas o diferencial do BCDI11 está na sua concepção. A ideia da gestora foi criar uma alternativa mais defensiva dentro de seu portfólio de crédito, com retorno-alvo atrelado ao CDI e menor oscilação da cota no dia a dia.

Mas será que essa combinação realmente faz sentido para você?

Uma estratégia pensada para quem busca não correr grandes riscos

A BTG Asset já tem experiência com outros fundos de infraestrutura. O BDIF11 (BTG Pactual Dívida Infra), “irmão mais velho” do BCDI11, compartilha da mesma equipe de análise, originação e gestão, liderada por Luís Bolfoni.

Os dois fundos, no entanto, seguem caminhos distintos. Enquanto o BDIF11 aceita mais volatilidade no preço da cota em troca de buscar ganhos maiores, o BCDI11 tem outra proposta: buscar retornos próximos ao CDI e oferecer uma experiência de investimento mais alinhada a quem prioriza previsibilidade.

Na prática, isso se traduz em uma carteira mais líquida e com prazos mais curtos, características que tendem a reduzir a volatilidade da estratégia, em comparação com fundos de duration mais longa.

Além disso, a gestora pretende manter cerca de 90% do portfólio do fundo em ativos mais líquidos, de fácil negociação, reservando o restante para operações mais estruturadas. A duration mais curta também ajuda a reduzir a sensibilidade da cota às oscilações dos spreads.

Hoje, o BCDI11 está distribuído em cerca de 58 ativos diferentes, com maior concentração em setores como saneamento, geração de energia e rodovias.

Chance de dinheiro pingando na conta, sem desconto do Leão

Diferentemente dos fundos de infraestrutura distribuídos em plataforma, FI-Infra listados em bolsa, como o BCDI11, pagam dividendos isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, assim como acontece com os fundos imobiliários.

Na prática, as distribuições tendem a acompanhar o movimento dos juros: podem diminuir em um ciclo de queda da Selic, mas também aumentar quando o CDI sobe.

Ainda assim, o potencial de retorno para quem investe hoje depende, também, do preço de compra das cotas, visto que o fundo passou a ser negociado em bolsa.

Com a estreia na B3, a cota do BCDI11 passou a ter uma característica que não existia no mercado de balcão: ela pode ser negociada por um preço diferente do valor da cota patrimonial, o que pode abrir, por exemplo, oportunidades de compra caso a cota esteja sendo negociada com “desconto” (deságio). 

Agora, vale entender o que isso significa para você, investidor: no preço atual, o BCDI11 faz sentido para a sua carteira?

BCDI11: Veja como acessar a análise completa

Você está convidado a conferir um dossiê completo sobre o BCDI11 e suas características, assinado pelos analistas da Empiricus Research.

Para conferir a análise e decidir se vale a pena ou não incluir o BCDI11 na sua carteira, é muito simples.

O relatório está disponível de forma gratuita no BTG Content, plataforma com conteúdos exclusivos do BTG Pactual e da equipe de research da Empiricus.

Para liberar o seu acesso gratuito ao conteúdo completo, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

CONFIRA A ANÁLISE COMPLETA DO BCDI11

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Esta inteligência artificial pode buscar até R$ 214 mil na ‘3ª onda das nanocoins’; entenda

14 de Agosto de 2026, 08:00

O ano não tem sido fácil para o mercado de criptomoedas. O bitcoin, principal ativo do segmento, caiu cerca de 28% em 2026. É hora de fugir dos ativos digitais?

Na visão de especialistas do segmento, a resposta é não. Isso porque o mercado cripto pode ter atingido o preço de fundo do bear market, e uma janela para comprar nanocoins a preços atrativos pode se abrir neste exato momento.

Exatamente por isso, a Empiricus desenvolveu o Nano IA, uma inteligência artificial que atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas, em busca de nanocoins que podem valorizar até 214 vezes, em média.

Por que a ‘3ª onda das nanocoins’ pode estar a caminho

Dados do departamento de criptomoedas da Empiricus Research mostram que em cenários de bear market anteriores — como são conhecidos os momentos de desvalorização ou pessimismo no mercado —, o espaço para queda se torna limitado depois que o ponto mais baixo foi atingido.

E a chance de uma disparada logo em seguida é muito alta, especialmente para as chamadas nanocoins. Essas moedas possuem um baixo valor de mercado, inferior a US$ 1 bilhão, e têm alto potencial de valorização.

Os pontos do gráfico acima destacam datas nas quais o Bitcoin (BTC), principal criptomoeda do mercado, atingiu seu preço de fundo em fase de bear market: quando a linha azul encontra a linha marrom, a tendência é que o preço aumente expressivamente logo em seguida.

Segundo os dados, podemos estar na 3ª onda das nanocoins, já que as linhas se encontraram novamente. Por isso, este pode ser um bom momento para investir.

Para auxiliar os investidores que querem aproveitar este cenário, surgiu o Nano IA, uma inteligência artificial desenvolvida por Luis Kuniyoshi, pesquisador e vice-diretor do departamento de criptomoedas da Empiricus Research.

A ferramenta busca três categorias de moedas:

  • Nanocoins de inteligência artificial com potencial de até 5.200% de lucro;
  • Nanocoins especulativas com potencial de lucro de até 30.000% e
  • Nanocoins ultra especulativas, que podem valorizar até 257.000%.

O Nano IA é responsável por identificar as melhores oportunidades e executar as operações de forma automatizada. A inteligência artificial está programada para buscar até R$ 214 mil de retorno, a partir de um investimento inicial de R$ 1 mil.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros e as criptomoedas serem ativos de risco, o protótipo do Nano IA já conseguiu um retorno de 87,6% em uma operação realizada entre os dias 8 e 10 de julho.

Veja como participar de evento gratuito de lançamento do Nano IA

Se você ficou interessado, no dia 24 de agosto, às 19h, o Nano IA será apresentado para o mercado em um evento gratuito.

Durante o evento, Kuniyoshi vai explicar com mais detalhes como a ferramenta pode buscar até R$ 214 mil.

A participação no evento é gratuita, mas precisa de inscrição prévia. Para reservar seu lugar, basta clicar no botão abaixo:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 214 MIL

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É possível lucrar até 586% com as eleições: Conheça estratégia que multiplicou o capital dos investidores nos últimos ciclos eleitorais

13 de Agosto de 2026, 16:02

Quem acompanha o mercado financeiro de perto, sabe que o período eleitoral pode mexer com os ativos da bolsa de valores. Ações podem explodir ou derreter diante da fala de um candidato, de uma nova pesquisa ou da definição de um ministério.

Por isso, as eleições são conhecidas pela volatilidade elevada que trazem ao mercado. Segundo dados da corretora Ágora, as estatísticas mostram que, em anos de votação, a bolsa de valores oscila, em média, 14% a mais. Ou seja, ao mesmo tempo que a possibilidade de ganhos é maior, os riscos também são.

Com a estratégia correta, investidores podem buscar ganhos de, por exemplo, 120%, 375% e até mesmo 586% em poucos dias. E não é exagero: lucros como esses foram realidade nas últimas eleições para um grupo de pessoas que seguiram um método que tem crescido cada vez mais entre os brasileiros.

Esta estratégia combina dois fatores: análise acurada do cenário e o mercado de opções.

Com essa combinação, é possível buscar antecipar lucros que demorariam anos, em poucas semanas.

Quer saber como? Eu explico…

Conheça a estratégia que pode gerar lucros com as eleições

O mercado de opções permite que investidores se posicionem para cenários de alta (calls) ou de baixa (puts) dos ativos negociados na bolsa, utilizando contratos que custam apenas uma fração do valor das ações.

Isso porque, ao comprar uma opção, o investidor não adquire a ação diretamente, mas o direito de comprá-la ou vendê-la em um período de tempo determinado. Dependendo da estratégia utilizada, é possível buscar ganhos tanto com movimentos de valorização quanto de desvalorização do mercado.

Uma boa analogia é o sinal de compra de um imóvel. Você paga um valor pequeno hoje para garantir o direito de comprar o imóvel por um preço combinado no futuro. Se o imóvel valorizar, o contrato fica valioso. Se não, você perde apenas o valor do sinal.

Quando isso é feito com estratégia, é possível buscar retornos expressivos em períodos curtos, especialmente em momentos de maior volatilidade.

Foi justamente esse tipo de movimento que permitiu ao analista Ruy Hungria, da Empiricus, registrar ganhos relevantes com operações envolvendo opções:

Ganhos registrados pela carteira de opções da Empiricus Research. Retornos passados não garantem lucros futuros.

Como é possível observar, os valores pagos por cada opção raramente ultrapassam R$ 1. Por outro lado, os retornos podem ser exponenciais em poucos dias.

Ruy Hungria destaca que, apesar da estratégia de opções ser útil em diferentes cenários, os ganhos acima da média são provenientes, principalmente, de ambientes imprevisíveis e com alta volatilidade – justamente o caso das eleições.

As opções se alimentam de volatilidade“, resume o analista.

Na avaliação de Hungria, embora o mercado de opções seja frequentemente visto como algo complexo, operar esses contratos é mais simples do que muitos investidores imaginam.

“Elas são baratas e podem ser negociadas em praticamente qualquer corretora”, afirma.

Pensando no cenário atual, que é propício para buscar grandes valorizações com a volatilidade do mercado, a Empiricus Research irá lançar o projeto Sprint Eleitoral.

Sprint Eleitoral busca antecipar ganhos de anos em um ‘tiro curto’

O plano do Sprint Eleitoral é antecipar anos de ganhos em apenas 12 semanas com a volatilidade máxima da campanha eleitoral, como ocorreu nas eleições de 2018 e 2022.

Na ocasião, quem seguiu a recomendação dos analistas da Empiricus pôde buscar lucros como estes:

*Resultados de operações indicadas pela Empiricus ao longo das campanhas eleitorais de 2018 e 2022. Retornos passados não são garantia de ganhos futuros. Investimentos têm riscos.

Durante o projeto, os participantes receberão não apenas recomendações de opções que podem se multiplicar por várias vezes em questão de dias, mas também:

  • Ações que se beneficiam de cada cenário;
  • Renda fixa para se proteger ou antecipar ganhos com a marcação a mercado;
  • Carteira recomendada em caso de vitória de cada candidato;
  • Informações matinais com acontecimentos, pesquisas e bastidores.

Além disso, o investidor terá um acompanhamento completo por 3 meses desde o início da campanha eleitoral até a definição das alianças, equipes de governo e Ministros de Estado.

Ou seja, a ideia é dar aos brasileiros todas as ferramentas disponíveis para ganhar dinheiro com as eleições, independente de quem for o candidato vencedor.

Como garantir acesso ao Sprint Eleitoral?

O analista Matheus Spiess, da Empiricus, vai explicar todos os detalhes de como funcionará o Sprint Eleitoral na próxima segunda-feira (17), às 19h, em um evento online e gratuito.

E você está convidado para tirar todas as dúvidas e fazer parte da estratégia que já possibilitou ganhos de até 586% nas últimas eleições.

Para reservar sua participação sem custos no encontro online da próxima segunda-feira, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

[INSCRIÇÃO GRATUITA: QUERO CONHECER O SPRINT ELEITORAL]

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Conheça o BCDI11, fundo de infraestrutura da BTG Asset com retorno potencial acima do CDI e isento de IR

13 de Agosto de 2026, 14:00

Na última terça-feira (4), o BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11), o fundo de infraestrutura gerido pela BTG Asset, foi listado na Bolsa de Valores. Apesar de existir desde 2024, a estratégia ganhou escala depois de oferta de cerca de R$ 120 milhões, em abril, e alcançou um patrimônio próximo a R$ 190 milhões.

A intenção da BTG Asset com a listagem é transformar o BCDI11 em sua principal estratégia de infraestrutura atrelada ao CDI, com um papel semelhante ao BDIF11 entre os fundos indexados ao IPCA.

Conheça a estratégia por trás do BCDI11

O BCDI11 é um fundo com retorno hedgeado para o CDI. Ou seja, ele busca acompanhar de perto o retorno desse índice.

Com gestores profissionais, os Hedge Funds, como esse, adotam estratégias que tentam reduzir o impacto das oscilações de juros sobre o portfólio.

O BCDI11 possui a mesma equipe de análise e gestão do BTG Pactual Dívida Infra (BDIF11), liderada por Luis Bufoni, gestor do portfólio de crédito da BTG Asset.

Enquanto o BDIF11 tem uma carteira mais exposta à inflação e aceita maior duration e volatilidade, o BCDI11 adota um perfil mais conservador.

O fundo é indicado para investidores que priorizam:

  • Retorno atrelado ao CDI;
  • Menor oscilação da cota; e
  • Maior previsibilidade de renda.

Atualmente, o BCDI11 soma 58 ativos, com cerca de 90% da carteira alocada em debêntures tradicionais e debêntures incentivadas. O restante está em caixa, principalmente em títulos públicos.

Porém, a gestão do fundo pretende destinar 10% a operações estruturadas e com spreads elevados, desde que os riscos sejam protegidos por uma estrutura adequada.

ACESSE RELATÓRIO COMPLETO SOBRE O BCDI11

Saiba vantagens e por que esse pode ser um bom momento para investir do BCDI11

Como os FI-Infras investem principalmente em debêntures incentivadas, esses títulos têm isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoa física.

Outro ponto de destaque é que, como o retorno é hedgeado para o CDI, a distribuição tende a acompanhar os juros. O valor pode diminuir em um ciclo de queda da taxa, mas também pode aumentar quando a taxa subir.

Desde o início, o BCDI11 entregou CDI +1,9% ao ano.

O momento da listagem também pode ser favorável ao fundo por conta da oferta de R$ 120 milhões concluída em abril. Isso porque os recursos captados ainda estão no período regulatório de enquadramento.

Ou seja, o fundo pode manter, de forma temporária, uma parcela maior em ativos não incentivados e originalmente indexados ao CDI. Essa flexibilidade permite ao BCDI11 aproveitar operações mais curtas e com spreads superiores.

Relatório conta mais detalhes sobre o BCDI11; saiba como acessar

Este texto é apenas uma introdução ao BTG Pactual Dívida Infra CDI (BCDI11).

Se você deseja conhecer melhor o BCDI11, você pode acessar o relatório “BCDI11: renda isenta em CDI. O material está disponível gratuitamente no BTG Content, a plataforma de conteúdos oficial do BTG Pactual.

Para liberar seu acesso ao conteúdo gratuito, é só clicar no botão abaixo: 

QUERO ACESSAR O RELATÓRIO GRATUITAMENTE

Disclaimer: As informações contidas nesta apresentação não podem ser consideradas como única fonte de informações no processo decisório do investidor, que, antes de tomar qualquer decisão, deverá realizar uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos, face aos seus objetivos pessoais e ao seu perfil de risco (“Suitability”). RENTABILIDADE PASSADA NÃO REPRESENTA GARANTIA DE RENTABILIDADE FUTURA. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. O BTG Pactual não assume que os investidores vão obter lucros, nem se responsabiliza pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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Trade do dia: Compre SpaceX (SCPX34); confira a recomendação de swing trade do BTG Pactual para hoje (13)

13 de Agosto de 2026, 11:00

O BTG Pactual abriu uma nova operação de swing trade nesta quinta-feira (13), com a recomendações de compra dos BDRs da SpaceX (SPCX34) após sinais de uma melhora consistente da estrutura técnica do ativo no curto prazo.

(Fonte: BTG Pactual) 

Segundo os analistas, o papel reverteu a dinâmica de curto prazo após formar fundo na região de R$ 35,20 e passou a construir uma sequência de topos e fundos ascendentes.

O IFR (Índice de Força Relativa) avançou para a região de 76 pontos, sinalizando força compradora elevada, embora o indicador já esteja em um patamar mais esticado no curto prazo.

Para os analistas do BTG, a manutenção do preço acima de R$ 47,00 preserva o viés construtivo e mantém espaço para a continuidade do movimento em direção aos R$ 50,00. Eles ainda pontuam que, o rompimento consistente desse patamar pode abrir caminho para as próximas resistências em R$ 54,00 e R$ 58,00.

O movimento de SPCX34 mostra, na prática, como a análise técnica pode ser utilizada para identificar mudanças de tendência, níveis importantes de preço e possíveis gatilhos para operações de curto prazo.

Mas, para quem pretende operar nesse horizonte, acompanhar os sinais é apenas parte do processo. É preciso também saber interpretá-los, definir uma estratégia e controlar os riscos envolvidos. Nesse sentido, dominar essa leitura que ganha ainda mais importância.

VEJA MAIS: Empiricus lança treinamento gratuito para participantes da BTG Copa Trader

Do radar do mercado à prática: dominar operações de curto prazo pode render prêmio de até R$ 1 milhão

Seja no day trade ou no swing trade, identificar oportunidades no gráfico é apenas o primeiro passo. Nas operações de curto prazo, transformar uma leitura de mercado em uma chance de lucro exige tomar decisões em um ambiente que pode mudar rapidamente, e cada escolha pode fazer diferença no resultado.

Por isso, o investidor que deseja seguir esse caminho precisa ter disciplina para seguir uma estratégia, capacidade de reagir a diferentes cenários e controle emocional. E é justamente essa combinação de leitura de mercado e tomada de decisão que está no centro da segunda edição da Copa BTG Trader.

Trata-se de uma disputa de trading realizada em ambiente simulado, na qual os participantes podem testar suas habilidades sem colocar o próprio patrimônio em risco.

SAIBA MAIS: Treinamento gratuito da Empiricus pode aumentar suas chances na Copa BTG Trader

Neste ano, o campeonato pagará R$ 1 milhão em prêmio para o campeão, além de premiações para outros participantes que estiverem entre os melhores colocados.

Como mencionamos, realizar esse tipo de operação exige preparo. Por isso, a Empiricus criou um treinamento gratuito para aqueles que desejam chegar mais qualificados para a disputa.

Bootcamp Trader do Milhão: aumente suas chances na Copa BTG Trader

O Bootcamp Trader do Milhão é um curso gratuito da Empiricus criado para ajudar os investidores que querem participar da Copa BTG Trader. O treinamento é organizado pelo analista técnico da casa Marlon Scatolin, profissional com nove anos de experiência no mercado financeiro e atuação em operações estruturadas de câmbio e trading.

Ao longo do bootcamp, os participantes terão acesso a:

  • Conteúdos com especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicações sobre o regulamento da Copa e os ativos negociados;
  • Atualizações de mercado; e
  • Estratégias para as primeiras etapas da competição.

Além disso, quem avançar na disputa também poderá contar com preleção para as semifinais e suporte individual aos classificados para a etapa final.

A competição começa no dia 14 de setembro e as aulas do Bootcamp Trader do Milhão já estão liberadas. Assim, quanto antes você começar o treinamento, mais preparado pode chegar na Copa BTG Trader.

Para participar gratuitamente, basta clicar no botão abaixo se inscrever e começar a preparação com a equipe da Empiricus.

GRATUITO: PARTICIPE DO BOOTCAMP E PREPARE-SE PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Certificado de Autorização SPA/MF 03.051033/2026. Consulte as regras e condições de participação no Regulamento.

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LIQB11: Como um ETF de títulos públicos pode apresentar o mundo da bolsa de valores aos investidores focados em renda fixa

12 de Agosto de 2026, 16:00

A renda fixa domina de forma esmagadora o comportamento do investidor brasileiro. Segundo dados da Anbima, a classe respondeu por 59% de todo o volume de investimentos feitos no país em 2025: R$ 5,14 trilhões movimentados.

O raciocínio faz sentido se considerarmos que, com juros elevados no país, essa é uma forma de fazer seu capital render a uma taxa atrativa e, ao mesmo tempo, com riscos muito menores do que os encontrados na renda variável.

Ao mesmo tempo em que o Ibovespa é amplamente citado nos noticiários e mídias sociais, parece que grande parte da população prefere não chegar perto da bolsa de valores, evitando qualquer tipo de risco mais explícito para seu patrimônio.

E se estamos falando de um investidor com perfil conservador, ou que não possui nada além de sua reserva de emergência, alocá-la na renda fixa é, de longe, a escolha mais sábia. Não é recomendado ultrapassar seus próprios limites.

Porém, tratando-se de investidores de perfil mais arrojado e com mais capital disponível para investir, mantê-lo exclusivamente na renda fixa pode ter um custo implícito: menos diversificação, com uma carteira exposta a apenas um tipo de risco, e a perda de grandes oportunidades de multiplicação de patrimônio em outros mercados.

Mas e se apresentássemos uma forma de colocar um “pezinho” na bolsa, pelo menos para conhecer esse mercado na prática, mas sem tomar riscos muito agressivos?

Investir na renda fixa na bolsa de valores: conheça o LIQB11 e suas vantagens frente ao mercado

Para quem quer conhecer o universo da renda variável, mas inicialmente sem assumir exposição a ativos de alto risco, é possível unir o útil ao agradável por meio de uma proposta inovadora no mercado brasileiro.

Ao mesmo tempo, a proposta também pode se aplicar a investidores que já possuem capital aplicado na bolsa, mas não querem sair dela em busca de uma oportunidade que combine diversificação com exposição à renda fixa.

O ETF LIQB11, lançado em julho deste ano, chegou ao mercado buscando ajudar investidores:

  • Que querem comprar uma cesta de ativos de renda fixa, mas sem sair da bolsa de valores;
  • Com menos propensão ao risco na renda variável;
  • Com pouca ou nenhuma experiência na bolsa.

ETFs são exchange-traded funds, na sigla em inglês. Ou seja, uma categoria de fundos de investimento que são negociados na bolsa, como se fossem ações.

Mas ao invés de investir na ação de uma empresa, um ETF representa uma cesta de ativos. Essa cesta, consequentemente, pode conter ativos de qualquer mercado e, no caso do LIQB11, ela é composta de títulos públicos, atrelados à Selic ou ao IPCA.

LIQB11: Quais as vantagens de investir em um ETF de renda fixa?

Essa combinação de renda fixa com bolsa pode até parecer inusitada à primeira vista, mas pode fazer bastante sentido quando entendemos as demais vantagens de unir o melhor dos dois mundos.

  • Porta de entrada para a bolsa: O investidor aprende a mecânica do mercado de renda variável (como funciona um pregão), por meio de ativos com os quais ele já tem mais familiaridade (renda fixa);
  • Diversificação em um só lugar: o ETF não representa apenas um ativo, mas sim uma cesta de ativos de renda fixa por meio de um único ticker de negociação, diluindo riscos específicos de cada papel;
  • Gestão profissional: a curadoria de ativos do fundo é feita por gestores profissionais, e o investidor não precisa selecionar ativos um a um;
  • Praticidade operacional: comprar e vender como se fosse uma ação, sem precisar gerenciar vencimentos individuais ou renovar aplicações.

E quais os riscos de investir no LIQB11?

Precisamos ressaltar que não existe investimento livre de riscos, nem mesmo os de renda fixa. A diferença está na intensidade.

Como as cotas do LIQB11 são negociadas em bolsa, elas estão sujeitas às oscilações do pregão, além de também estarem expostas à marcação a mercado dos títulos da cesta.

Mas mesmo que o ativo não venha para eliminar riscos, ele pode ser uma alternativa eficiente para quem busca liquidez produtiva dentro de uma carteira diversificada.

Saiba mais sobre o LIQB11 com apenas alguns cliques

Nesse texto, apresentamos algumas informações essenciais sobre o LIQB11. Mas essa é apenas a ponta do iceberg.

Clicando no link ao final da matéria, você está convidado a conhecer mais sobre o ETF e seu funcionamento. Independentemente da decisão que você tomar para a sua carteira de investimentos, vale conferir.

É só seguir o link:

LIQB11: QUERO SABER MAIS SOBRE O ETF

Investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. Certifique-se dos riscos e se o investimento faz sentido para o seu perfil antes de investir. Não há garantia de retorno. Retornos passados não garantem retornos futuros.

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Mais cortes na Selic vêm aí? Tom ‘dovish’ do Copom e IPCA de julho podem dar dicas do que esperar; confira análise

12 de Agosto de 2026, 14:59

O corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, anunciado no dia 5 de agosto, pode não ser o último em 2026. Enquanto os dados de inflação (IPCA) mais recentes apontam para um viés de desaceleração, o Copom parece ter mantido a porta aberta para mais cortes nos juros na ata da sua última reunião, divulgada na última terça-feira (11) – segundo a Empiricus.

O comunicado veio em “um tom marginalmente mais dovish”, segundo Laís Costa, analista da casa. E “reconheceu a desaceleração da atividade, assim como as surpresas baixistas de inflação nas últimas leituras, embora tenha mantido o reconhecimento da desancoragem das expectativas futuras”.

Em semana pós-Copom, IPCA de julho trouxe ‘composição benigna’

Desde o início do conflito no Oriente Médio, e sua consequente pressão inflacionária em nível global, players do mercado, diversas vezes, revisaram para cima suas expectativas para a Selic terminal em 2026.

Mas as últimas leituras da inflação já vinham trazendo surpresas baixistas, que se consolidaram com a divulgação do IPCA de julho, que trouxe um avanço de 0,07%. O número veio levemente acima das expectativas do mercado, que giravam em torno de 0,01%. Mas segundo a analista, “embora o dado cheio tenha superado as estimativas, o indicador trouxe detalhes positivos para o cenário inflacionário doméstico”.

A analista indica uma “composição benigna” dos dados, que trazem deflação em setores como:

  • Bens não-duráveis, com destaque para alimentos in natura;
  • Vestuário, com sua maior deflação no período desde 2010;
  • Gasolina.

Quanto à gasolina, vale ressaltar que, apesar da alta do petróleo, alguns fatores contribuíram para um maior controle nos preços. A Petrobras (PETR4), por exemplo, anunciou reajustes de preço muito abaixo do esperado, graças a um incentivo pontual do governo federal.

Para este mês, a analista acredita que os preços administrados devem continuar contidos graças ao setor de energia. Com o bônus da Usina de Itaipu chegando, o saldo positivo das operações da companhia será repassado às contas de luz em agosto. Esse benefício deve reduzir não apenas os valores nas faturas, mas também os impactos do grupo nos dados de inflação.

Além do nível de “conforto” na inflação no curto prazo, é preciso considerar também as projeções para o chamado “horizonte relevante”, que vai até o 1º trimestre de 2028.

Neste caso, Laís Costa comenta que as projeções para o IPCA do 1T28 estão, atualmente, em 3,2% ao ano – o que “coincide com a precificação dos economistas e com a definição de inflação ‘em torno da meta’ do próprio BC”.

Essas são justamente as evidências que o Copom monitora de perto. Sinais de desaceleração na inflação podem servir de insumo para que a autarquia conduza um caminho de mais redução nos juros – isso de maneira muito generalista, visto que diversos outros fatores precisam ser considerados.

Copom deixou ‘portas abertas’ para mais um corte na Selic, segundo analista

A ata da última reunião destaca que o Copom “não deve reagir aos efeitos primários de choques de oferta, e que segue monitorando a evolução do cenário para manter a restrição adequada à convergência da inflação para a meta”, segundo a analista.

Porém, para a Empiricus, “o conjunto das alterações no documento mantém a porta aberta para a continuação do ciclo de cortes de juros em setembro”. O cenário-base da casa é de mais uma redução de 0,25 ponto percentual a partir da próxima reunião, marcada para os dias 15 e 16 de setembro. Assim, a Selic deve ir a 13,75% ao ano.

Demais players do mercado também acompanham essa visão. As opções de Copom negociadas na B3 na última quarta-feira (12) mostram uma sustentação da crença em mais um corte, enquanto um cenário de manutenção nos juros perdeu força nas últimas semanas.

Dashboard Público – Opções de Copom. Fonte: B3, consultada em 12/08/2026

Onde investir na renda fixa? Acesse relatório com 3 recomendações da Empiricus

Apesar do certo alívio de curto prazo, é preciso ressaltar que o cenário econômico ainda promete incertezas para os próximos meses.

Além das disrupções geopolíticas, que acompanham o conflito no Oriente Médio, o lado doméstico ganha ainda mais uma pitada de volatilidade por conta das eleições presidenciais, que acontecem em outubro.

Todos esses fatores são de grande relevância para investidores que querem montar uma carteira de renda fixa balanceada tanto para buscar retornos quanto para mitigar riscos.

Lais Costa preparou um relatório especial com três títulos de crédito privado que, em sua visão, são as apostas mais promissoras para quem se posicionar agora.

São títulos avaliados com qualidade, de empresas ligadas a setores promissores da economia, com retornos líquidos esperados de até IPCA + 11,18% ao ano. Taxas reais como essa são consideradas acima da média. A depender da trajetória de queda da Selic, a tendência é que não sejam mais ofertadas no mercado.

E o mais importante: todos os títulos recomendados pela analista são isentos de Imposto de Renda.

Fonte: Empiricus/BTG Pactual

O relatório completo está disponível para você por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual. Lá, você confere os comentários da analista na íntegra, além da ficha técnica completa dos ativos selecionados.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta clicar no botão abaixo para fazer um cadastro rápido, com poucos cliques:

ACESSE O RELATÓRIO NO BTG CONTENT

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Seu caixa com estratégia: Conheça as vantagens de investir em ETFs de renda fixa que buscam mais eficiência na carteira

12 de Agosto de 2026, 08:00

Em uma carteira de investimentos, nem todos os recursos precisam estar comprometidos com objetivos de longo prazo. É comum que parte do patrimônio seja mantida em caixa para atender necessidades eservir de reserva de emergência ou aguardar novas oportunidades de alocação.

Ainda assim, esses recursos também podem desempenhar um papel estratégico. Não por acaso, cresce o interesse por soluções que buscam conciliar alta liquidez, praticidade e potencial de remuneração para essa parcela da carteira.

Hoje, existem estratégias que buscam oferecer remuneração competitiva sem exigir exposição excessiva a riscos ou comprometer o acesso aos recursos quando necessário.

Não é à toa que tem crescido o interesse por soluções voltadas à gestão eficiente do caixa na carteira. E, entre elas, os ETFs de renda fixa vêm conquistando espaço entre os investidores.

Quais são as vantagens de investir em ETFs de renda fixa?

Entre os benefícios comuns aos ETFs estão a diversificação, a liquidez, a transparência, a flexibilidade e a eficiência de custos e tributária.

Já os ETFs de renda fixa contam com algumas particularidades. De forma mais detalhada, alguns dos benefícios dessa classe incluem:

  • Liquidez: Os ETFs de renda fixa podem ser comprados e vendidos direto na Bolsa de Valores e contam com liquidação em D+1, o que significa que o dinheiro é recebido em até um dia útil;
  • Tributação baseada na carteira: O Imposto de Renda é definido pelo prazo médio da carteira do ETF, e não pelo período em que o dinheiro permanece investido. Ou seja, o investidor encontra mais previsibilidade tributária; e
  • Possibilidade de alíquota mínima de IR: Alguns ETFs de renda fixa conseguem se enquadrar diretamente na faixa de 15% de Imposto de Renda, mesmo para investidores com horizonte de aplicação mais curto.

Assim, não surpreende que os ETFs de renda fixa estejam atraindo cada mais a atenção dos investidores.

Agora, entre os produtos com potencial de destaque nesse segmento está o LIQB11, um ETF de renda fixa gerido pelo BTG Pactual e criado com foco na administração do caixa e na busca por maior eficiência.

Em relatório recente, a Empiricus Research revelou todos os detalhes por trás da estrutura do LIQB11. Dentre as características que o tornam uma alternativa interessante para a gestão do caixa da carteira, os analistas apontam:

  • A segurança dos ativos;
  • A busca por retornos próximos aos juros de curto prazo;
  • A praticidade operacional;
  • Os custos competitivos; e
  • A negociação em bolsa.

A boa notícia é que o relatório completo já está disponível para que você possa acessar.

Saiba como acessar mais detalhes sobre o LIQB11

Se você está em busca de uma alternativa para dar mais eficiência aos recursos que permanece temporariamente em caixa na sua carteira, vale a pena conhecer melhor o LIQB11.

O ETF foi desenvolvido com o objetivo de funcionar como uma ferramenta de gestão de liquidez, combinando uma carteira majoritariamente composta por títulos atrelados à Selic com uma parcela menor de títulos indexados à inflação.

Entre os pontos que chamam a atenção na estratégia está a busca por um equilíbrio entre liquidez, baixa volatilidade e eficiência tributária.

Outro diferencial é a proposta de servir como uma alternativa para recursos destinados a futuras alocações, rebalanceamentos da carteira ou posições mais defensivas, permitindo que esses valores permaneçam investidos enquanto aguardam uma nova destinação.

Para entender em detalhes como o LIQB11 funciona, quais são seus riscos, diferenciais e em quais cenários ele pode fazer sentido dentro de uma estratégia de investimentos, a Empiricus Research preparou um relatório gratuito sobre o tema.

Basta clicar no botão abaixo acessar o material completo e conhecer todos os detalhes do LIQB11:

ACESSE O RELATÓRIO COMPLETO AQUI

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Eleições 2026 podem entregar lucro de anos em apenas 12 semanas; saiba como

11 de Agosto de 2026, 14:11

O calendário das eleições 2026 segue avançando. Com o fim das convenções, os partidos devem registrar suas candidaturas nos próximos dias e, em breve, veremos propagandas eleitorais na televisão, rádio e internet.

Para os mercados, a aproximação do pleito representa o início de um período crítico: uma época de máxima volatilidade. E é justamente neste ambiente que os investidores têm a chance de capturar, em 12 semanas, retornos que geralmente levariam anos.

Pensando em “surfar” as oportunidades desse período, a Empiricus lançará o Sprint Eleitoral. Trata-se de um plano de “tiro curto” que busca antecipar lucros aproveitando a volatilidade desse período.

ELEIÇÕES 2026: ENTENDA COMO BUSCAR LUCROS COM A DISPUTA

Nas últimas eleições, estratégia da Empiricus gerou ganhos de 120% a 375% em poucos dias, e isso pode se repetir em 2026

No primeiro trimestre de 2026, o Ibovespa valorizou 16%, entregando um retorno acima da Selic anual — que naquele momento era de 15% ao ano — e de quase metade da valorização do índice durante todo o ano de 2025 (34%).

Entretanto, desde abril até o último fechamento (10), o Ibovespa já recuou –8%, performance 24% inferior à dos mercados emergentes no mesmo período. Segundo o JP Morgan, esse comportamento é compatível com o padrão apresentado pelos ativos de risco brasileiros em outras disputas eleitorais.

O banco norte-americano fez um levantamento que mostra que, historicamente, em ano de eleições, a bolsa brasileira tende a apresentar fraqueza nos meses que antecedem o pleito.

VEJA MAIS: lucros de até 586% nas próximas 12 semanas? Entenda como buscar ganhos com as eleições 2026

Contudo, esse movimento tende a ser sucedido por um rali durante o mês do pleito.  Nesse sentido, a análise do JP Morgan sugere uma alta de 10% no IBOV após o primeiro turno em 2026, independentemente de quem seja o líder nas pesquisas presidenciais.

Segundo a Empiricus, é justamente nesse intervalo entre fraqueza e um provável rali que moram as oportunidades de capturar lucros relevantes.

Neste momento, os investidores estão mais sensíveis ao noticiário político e econômico, e “ativos podem explodir ou derreter diante da fala de um candidato, de uma nova pesquisa ou da definição de um ministério”, explica Matheus Spiess, estrategista de macroeconomia da casa.

Foi acompanhando todo esse contexto que, nos ciclos anteriores, a Empiricus foi capaz de fazer recomendações que entregaram retornos de até:

  • 375% em seis dias;
  • 220% em 19 dias;
  • 120% em sete dias.

É claro que retornos passados não são garantia de retornos futuros. Contudo, o comportamento do Ibovespa aponta que o mercado brasileiro está repetindo a trajetória dos pleitos passados.

Assim, de acordo com o estrategista, o período eleitoral em 2026 pode gerar lucros que o investidor levaria anos para acumular, em apenas 12 semanas. E a janela para capturar retornos está prestes a se abrir. Para aproveitá-la, na próxima segunda-feira (17), a Empiricus inaugurará o Sprint.

Sprint Eleitoral: participe do plano para buscar até 586% em lucros com as eleições 2026

O Sprint será um plano de “tiro curto” para os investidores que desejam buscar lucros com a volatilidade do mercado durante o período eleitoral. Serão 12 semanas em que os participantes receberão recomendações de:

  • Ações – aquelas com maior potencial de retorno de acordo com cada cenário;
  • Títulos de renda fixa – para buscar proteção ou “turbinar” ganhos com a curva de juros;
  • Opções – que podem explodir e multiplicar o investimento por várias vezes.

Além disso, quem seguir o plano terá acompanhamento diário e uma carteira recomendada que será ajustada à medida que o cenário for mudando com o avanço das eleições. Tudo isso para buscar lucros de até 586%, como ocorreu nos últimos ciclos.

O primeiro encontro será no próximo dia 17, e qualquer investidor interessado poderá participar gratuitamente. Nele, Matheus Spiess trará mais detalhes sobre como funcionará o Sprint, e os requisitos para fazer parte do grupo.

Então, se você ficou interessado e deseja participar, basta clicar no botão abaixo:

QUERO BUSCAR LUCROS DE ATÉ 586% COM AS ELEIÇÕES 2026

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É hoje: Conheça ferramenta que busca retornos de até R$ 1.960 por semana com criptomoedas

10 de Agosto de 2026, 08:00

Já pensou em investir em criptomoedas sem depender da alta do bitcoin para ganhar dinheiro?  Essa dúvida pode parecer contraditória, mas é exatamente o que uma estratégia específica vem buscando responder desde 2020.

O responsável por validar essa maneira de operar no mercado de criptomoedas é Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, que a aplica de forma consistente desde então.

E os números chamam atenção: seguindo essa estratégia desde o início, o investidor poderia multiplicar o capital em até 37 vezes, o equivalente a um retorno acumulado superior a 3.600%.

Para efeito de comparação, o bitcoin multiplicou o capital em 9,4 vezes no mesmo intervalo, o equivalente a uma valorização de 843%.

Em termos de retorno acumulado, a estratégia entregou um desempenho cerca de 4,3 vezes superior ao do bitcoin no mesmo período.

A diferença fica ainda mais evidente em momentos de crise. Em 2022, ano marcado pelo colapso do ecossistema Terra e da corretora FTX, a estratégia registrou alta de mais de 36%, enquanto o bitcoin caiu 64% no mesmo período.

Como uma estratégia pode conseguir ganhar dinheiro mesmo com o bitcoin caindo

A estratégia em questão, conhecida como Long & Short, não depende de prever se o mercado vai subir ou cair para gerar resultados.

Na prática, ela consiste em assumir posições compradas (long) em ativos com potencial de alta  e, simultaneamente, posições vendidas (short) em ativos com potencial de queda, geralmente dentro do mesmo mercado.

Essa combinação ajuda a reduzir a dependência de um único cenário. Enquanto uma ponta da operação pode gerar lucro com a valorização de um ativo, a outra pode lucrar com a desvalorização de outro.

Na prática, isso pode ajudar a diminuir os impactos das grandes oscilações do mercado. E os resultados observados durante o período em que Valter Rebelo aplicou e acompanhou essa estratégia ajudam a validá-la.

Ao longo de mais de seis anos, enquanto o bitcoin chegou a cair 77% , a maior queda registrada pela estratégia foi de 24%, no mesmo período. Ou seja, três vezes mais.

Vale lembrar, porém, que retornos passados não são garantia de ganhos futuros e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, podendo trazer perdas ao investidor.

Outro indicador usado para avaliar a relação entre risco e retorno é o Sharpe Ratio, que mede quanto uma estratégia entrega de retorno para cada unidade de risco assumida.

Nesse quesito, dentro do período de janeiro de 2020 a março de 2026, o bitcoin registrou índice de 0,71, enquanto a estratégia de Rebelo alcançou 2,21.

Foi justamente essa lógica de operar comprado e vendido ao mesmo tempo que deu origem ao Delta IA.

Até R$ 1.960 semanais com o Delta IA?

O Delta IA é uma inteligência artificial desenvolvida pela Empiricus Research para aplicar a estratégia Long & Short no mercado de criptomoedas de forma automatizada, sem que o investidor precise operar manualmente.

Com essa ferramenta, o investidor deixa de depender exclusivamente de um bull market para buscar resultado.

A proposta é identificar oportunidades também nas distorções entre ativos, independentemente da direção geral do mercado.

Na prática, o Delta IA monitora centenas de criptoativos simultaneamente. A partir dessa análise, ele assume posições compradas nos ativos com potencial de valorização e posições vendidas naqueles com potencial de queda.

O objetivo não é acertar se o mercado vai subir ou cair, mas capturar a diferença de desempenho entre esses dois grupos de ativos.

Não é à toa que o Delta IA pode buscar até R$ 1.960 por semana, uma meta baseada nos resultados dos backtests realizados entre janeiro de 2020 e março de 2026 e no histórico de resultados de usuários da estratégia.

E a partir de hoje às 19h, a Empiricus vai liberar novos acessos ao Delta IA durante uma transmissão online e gratuita.

Clique no botão abaixo para garantir a sua inscrição gratuita e conhecer a ferramenta:

QUERO CONHECER O DELTA IA

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Criptomoedas: Clarity Act é adiado mais uma vez; mas ferramenta da Empiricus pode buscar ganhos independentemente disso

8 de Agosto de 2026, 08:00

O mercado de criptomoedas vive um período de baixa, e investidores acreditam que a aprovação do Clarity Act, nos Estados Unidos, pode ajudar na recuperação desse mau momento. Porém, é preciso esperar o retorno do recesso de agosto do Senado norte-americano.

O período de descanso tem início marcado para este sábado (8), e adia mais uma vez a votação do projeto de lei, que visa dar mais segurança regulatória às negociações de ativos digitais.

Restante do texto

Os senadores retomam os trabalhos em meados de setembro, e haverá poucas semanas para a votação do Clarity Act antes que as atenções se voltem para as eleições de meio de mandato (midterms), marcadas para novembro.

O bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo, costuma servir como “termômetro” desse mercado como um todo, tanto em momentos de alta quanto de baixa. Seu desempenho tem sido ruim desde outubro do ano passado, quando passou a cair após atingir sua máxima histórica de US$ 126 mil.

Por volta das 15h desta sexta-feira (7), a moeda era negociada por US$ 64,8 mil.

DESCUBRA COMO INVESTIR EM CRIPTO SEM DEPENDER DA DIREÇÃO DO MERCADO

A solução da Empiricus para investir em criptomoedas

Valter Rebelo, especialista em criptomoedas da Empiricus Research, explica que os investidores com mais tempo nesse mercado já devem ter passado por diferentes estratégias na busca por bons retornos:

  • Fundos de investimento;
  • Buy and hold – estratégia em que a pessoa compra um ativo e espera ele se valorizar;
  • E até mesmo day trade.

“Todas elas têm um aspecto em comum: só funcionam se o investidor acertar a direção do mercado”, revela. Então, se a carteira estiver preparada para um momento de alta e as cotações caírem, ele perde dinheiro.

De modo geral, é possível lucrar no mercado de duas formas: ao comprar um ativo que vai subir de preço, ou com a venda de outro que cai.

O sistema desenvolvido por Valter considera os dois lados, e busca ganhos na diferença de preços entre eles.

Saiba mais: estratégia adotada pela Empiricus pode buscar ganhos em diferentes cenários do mercado de criptomoedas

Delta IA: ferramenta da Empiricus Research busca lucros com cripto em qualquer cenário

A solução desenvolvida pelo especialista da Empiricus é o Delta IA, sistema que utiliza inteligência artificial para identificar as criptomoedas com maiores potenciais de alta e de baixa, independentemente do cenário macro.

Afinal, existem ativos que caem nos períodos de alta, assim como outros que sobem quando o mercado está em baixa.

Dessa forma, a ferramenta divide os valores investidos entre as criptomoedas identificadas, em busca de ganhos baseados na diferença de preço atingida entre elas.

Esse processo é atualizado semana após semana. Portanto, mesmo que o momento ruim das criptomoedas continue antes da votação do Clarity Act, investidores podem buscar bons resultados em cripto com ajuda do Delta IA.

A partir de R$ 3 mil iniciais, o sistema é capaz de buscar ganhos de até R$ 1.960 por semana, em média.

Novas vagas para o Delta IA serão abertas em evento online e gratuito

A estratégia do Delta IA foi testada de janeiro de 2020 a março de 2026 em backtest. A partir dos resultados nesse período, junto ao histórico de usuários, a equipe definiu a meta de R$ 1.960 por semana, em média, para a ferramenta.

Retornos passados não garantem ganhos futuros e investir em criptomoedas tem seus riscos. Porém, tanto o tempo de desenvolvimento do sistema quanto as possibilidades da estratégia usada podem ser positivos na busca por lucros.

Na próxima segunda-feira, dia 10 de agosto, serão liberados novos acessos à IA em um evento online e gratuito, que terá início às 19h. Nele, você poderá entender melhor:

  • O funcionamento do Delta IA;
  • Por que ele não depende de acertar a direção do mercado como um todo; e
  • Como você pode testar a ferramenta.

Para fazer parte desse momento e entender as possibilidades de forma mais aprofundada, garanta a sua participação no evento – lembrando que ele será gratuito. Clique no link abaixo e se inscreva par não ficar de fora.

QUERO SABER COMO O DELTA IA BUSCA ATÉ R$ 1.960 POR SEMANA

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Eli Lilly (LILY34): fabricante do Mounjaro estreia na carteira de ações internacionais da Empiricus; entenda por que investir

7 de Agosto de 2026, 10:00

A carteira recomendada de ações internacionais (BDRs) da Empiricus Research trouxe a Eli Lilly (LILY34) como uma das novidades para o mês de agosto. A fabricante do Mounjaro entrou no lugar da Novo Nordisk (N1VO34), farmacêutica responsável pelo Ozempic.

Matheus Spiess, analista da casa, afirma que a escolha leva em consideração o fato de a Eli Lilly apresentar “um valuation atrativo e uma sequência de gatilhos relevantes para os próximos meses” que podem mantê-la na liderança do mercado.

Saiba por que a Eli Lilly (LILY34) está entre as recomendações da carteira de BDRs

Spiess destaca três pontos principais para a entrada das ações da Eli Lilly na carteira:

  • Conjunto mais robusto de catalisadores que impulsionem papéis; 
  • Maior potencial de valorização e
  • Melhor assimetria para o momento.

Tratando-se de catalisadores, os avanços recentes podem exemplificar. Os principais produtos de incretinas da empresa, Mounjaro e Zepbound, somaram US$ 14,8 bilhões em receita no 2º trimestre (2T26), quase 65% da receita total da companhia.

A Eli Lily também lançou o Foundayo, medicamento oral para diabetes, em abril deste ano, além de ter concluído a Fase 3 de estudos da retatrutida. O medicamento é um agonista triplo, capaz de simular o GLP-1, GIP e glucagon, para o tratamento da obesidade e diabetes.

Mesmo assim, em termos de valuation, suas ações seguem negociadas a 27,7x os lucros projetados para os próximos 12 meses, patamar inferior à média dos últimos cinco anos, de 37,3x. Ou seja, as ações podem estar em um bom ponto de entrada para investir.

“Esse desconto, aliado à sólida execução operacional e ao potencial do pipeline, sustenta nossa recomendação em Eli Lilly”, afirma Spiess.

Carteira de BDRs da Empiricus conta com 12 recomendações

Além da Eli Lilly, a carteira Empiricus BDR conta com mais 11 recomendações, e você pode acessar o relatório completo de forma 100% gratuita.

O portfólio conta com ativos internacionais de diversos setores da economia, como:

  • Tecnologia;
  • Saúde;
  • Financeiro;
  • Energia;
  • Dentre outros.

Ao acessar, você pode conhecer todas as ações recomendadas e saber o quanto investir em cada um para buscar os melhores resultados.

Clique no botão abaixo e conheça os BDRs mais promissores na visão da Empiricus:

QUERO CONHECER A CARTEIRA EMPIRICUS BDR GRATUITAMENTE

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Renda extra: Empiricus aposta em ‘estratégia 60/25/15’ para agosto; veja as recomendações

6 de Agosto de 2026, 11:23

Julho terminou deixando um recado importante para os investidores: em um cenário cada vez mais influenciado por fatores geopolíticos, inflação e juros, buscar renda extra exige mais do que simplesmente escolher ativos com dividendos elevados.

Ao longo do mês, o mercado passou de um ambiente de otimismo para outro de cautela. A expectativa inicial de alívio nas tensões envolvendo o Oriente Médio deu lugar a novos conflitos, que voltaram a pressionar o preço do petróleo e reacenderam preocupações sobre inflação e política monetária.

No Brasil, embora os indicadores de preços tenham surpreendido positivamente, as incertezas fiscais continuaram limitando uma queda mais acelerada dos juros de longo prazo.

Na avaliação de Matheus Spiess, analista responsável pela Carteira Empiricus Renda Extra, o período reforçou a necessidade de combinar diferentes fontes de retorno para atravessar momentos de maior volatilidade sem depender de um único cenário econômico.

Foi justamente com esse objetivo que o analista promoveu mudanças pontuais na carteira recomendada para agosto. Por trás dessas alterações está a chamada “estratégia 60/25/15”.

Mas, afinal, o que significam esses números e por que eles podem fazer diferença para quem busca construir uma fonte de renda passiva?

CONFIRA 12 ATIVOS PARA BUSCAR RENDA EXTRA EM AGOSTO

Corte na Selic, balanços do 2T26, eleições: o que está no ‘radar’ do mercado para agosto?

Agosto começa com uma série de eventos capazes de definir os próximos passos dos mercados. Por aqui, os investidores digerem a decisão do Copom da última quarta-feira (5) que reduziu a Selic para 14% ao ano , e aguardam a divulgação da ata da reunião.

Outros fatores domésticos também devem mexer com os mercados. Destaque especial para a temporada de resultados do segundo trimestre de 2026, que ganha força ao longo da primeira quinzena do mês, bem como a disputa eleitoral que passa a ter mais relevância com a definição dos candidatos.

No exterior, as atenções seguem voltadas aos indicadores de emprego e inflação dos Estados Unidos, além dos desdobramentos das tensões no Oriente Médio.

Na visão de Matheus Spiess, esse conjunto de fatores exige uma postura equilibrada. Embora, ainda existam riscos relevantes vindos do cenário fiscal e das incertezas internacionais, os ativos de renda continuam encontrando oportunidades em diferentes classes de investimento.

VEJA MAIS: Confira gratuitamente 12 ativos para buscar renda extra em agosto

Assim, a diversificação continua sendo a principal ferramenta para enfrentar um ambiente marcado por oscilações nos juros, no câmbio e no mercado internacional. É justamente essa leitura que orienta a “estratégia 60/25/15”, utilizada pelo analista na construção da Carteira Renda Extra.

Na prática, o modelo distribui os ativos da seguinte forma:

  • 60% do portfólio em renda fixa;
  • 25% em ações; e
  • 15% em fundos imobiliários.

A proposta não é concentrar a carteira em ativos que oferecem o maior rendimento momentâneo, mas equilibrar diferentes fontes de receita recorrente, com potencial de valorização patrimonial ao longo do tempo.

Contudo, além da estratégia de alocação, o analista fez alguns ajustes pontuais no portfólio.

Sai KDIF11 e CYRE3, entra JURO11 e DIRR3

Uma das principais mudanças da carteira nesse mês aconteceu no alocação de renda fixa com a troca do Kinea Infra (KDIF11) por Sparta Infra (JURO11). Segundo Spiess, a mudança não representa uma perda de confiança na gestora anterior, mas uma escolha tática diante da assimetria mais favorável observada atualmente.

  • Entre os fatores que levaram a mudança estão:
  • O desconto em relação ao valor patrimonial;
  • O retorno implícito próximo de IPCA + 9,5% ao ano; e
  • A retomada da distribuição de rendimentos anunciada pela Sparta

Já na alocação de ações, a Cyrela (CYRE3) deu lugar à Direcional (DIRR3), mantendo a exposição ao setor de construção civil, porém em uma empresa mais concentrada no segmento de habitação popular.

Matheus Spiess ressalta que a atuação da Direcional no programa Minha Casa, Minha Vida tende a tornar a demanda mais resiliente mesmo em um ambiente de juros elevados. Além disso, a companhia combina crescimento operacional consistente com expectativa de dividend yield próxima de 11% para 2027.

Mas Direcional e Sparta Infra não são as únicas recomendações para agosto…

As duas mudanças anunciadas para agosto representam apenas parte da estratégia desenhada por Spiess. Além delas, a Carteira Empiricus Renda Extra reúne uma seleção de ativos distribuídos entre renda fixa, fundos imobiliários e ações.

Apesar do nome, a carteira vai além de identificar os maiores dividendos do momento. A estratégia busca combinar ativos com capacidade consistente de distribuir proventos — como juros, dividendos e rendimentos de fundos imobiliários — com oportunidades de ganho de capital.

A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo de forma 100% gratuita. A Empiricus está liberando como cortesia o acesso a todas as recomendações da Carteira Empricus Renda Extra.

Além do ticker de cada ativo, você poderá entender os motivos por trás de cada recomendação e conferir a análise detalhada de Matheus Spiess. Para liberar o seu acesso ao portfólio, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

QUERO BUSCAR RENDA EXTRA EM AGOSTO

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FIIs: Empiricus coloca ALZR11 no lugar do BRCO11 em carteira recomendada; entenda a mudança

6 de Agosto de 2026, 09:02

A Empiricus TOP FIIs, carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus Research, acaba de trazer suas atualizações para agosto, que incluem a troca do Bresco Logística (BRCO11) pelo Alianza Trust Renda Imobiliária (ALZR11).

A mudança foi motivada por questões estratégicas do portfólio, e não por problemas do fundo da Bresco, conforme explicado por Caio Araujo, analista responsável pela carteira – o movimento será explicado com mais detalhes adiante.

O portfólio da Empiricus Research mantém um histórico de rendimentos acima do Ifix, principal índice de FIIs da bolsa brasileira e referência para essa seleção de ativos. A partir de agora, ela conta com oito papéis para buscar a manutenção do desempenho positivo.

O especialista explica que o ALZR11 se destaca pela maior previsibilidade de dividendos aos investidores devido aos contratos atípicos.

Esse tipo de contrato busca atender necessidades específicas do locador e do locatário e costumam incluir características como prazos de locação longos, superiores a 10 anos, e condições de reajuste diferentes do padrão do mercado.

Caio ainda ressalta que o valuation (valordas cotas do fundo) e a estratégia de alocação do Alianza Trust são mais interessantes para a carteira no momento. “Vemos um pouco mais de espaço para o ALZR11 hoje”, resume.

Saiba mais: a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus Research mantém um histórico de desempenho acima do IFIX, o principal índice de FIIs da bolsa brasileira

Mais informações sobre o Alianza Trust Renda Imobiliária (ALZR11)

O Alianza Trust Renda Imobiliária é um fundo que se dedica a investir em imóveis não residenciais, geralmente adquiridos em operações de dois tipos:

  • Built-to-suit: modalidade em que o FII constrói um imóvel para atender as demandas de um cliente específico. Esse tipo de contrato pode ter prazos de 10 a 20 anos.
  • Sale and leaseback: nesse caso, uma empresa vende o próprio imóvel para um fundo imobiliário e se torna locatária. É uma estratégia que pode gerar caixa para o antigo dono.

A carteira do ALZR11 é composta por galpões logísticos, edifícios comerciais, data centers e renda urbana – este último, imóveis menores e que fazem parte do dia a dia da maior parte das pessoas, como mercados e laboratórios médicos.

A taxa de ocupação é próxima a 100% e as cotas do fundo têm sido negociadas ao redor dos R$ 10.

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Conheça a Empiricus TOP FIIs

O Alianza Trust passa a integrar uma carteira de FIIs com bom histórico de retorno aos investidores.

Em julho, o portfólio teve alta de 0,33%, enquanto o Ifix (principal índice dos fundos imobiliários) caiu 0,32% no mesmo período. A vantagem frente ao benchmark também aparece no acumulado do ano, até o encerramento do mês sete, o portfólio avança 7,85%, contra apenas 1,14% do índice de referência.

Além disso, o dividend yield médio da carteira nos últimos 12 meses foi de 11,6%.

Caio explica que “a Empiricus TOP FIIs é uma carteira compacta de ativos dedicados a diferentes setores e estratégias de atuação, com objetivo de gerar diversificação e eficiência para a alocação”.

Vale destacar também que a entrada do ALZR11 não foi a única atualização de agosto da carteira. Para conferir as mudanças e todos os ativos presentes no portfólio, o acesso é simples e gratuito.

Basta se cadastrar na área logada da Empiricus e, em poucos cliques, conferir todas as recomendações da carteira de fundos imobiliários. Clique no link abaixo e acesse:

QUERO ACESSAR A EMPIRICUS TOP FIIs

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Sai Cyrela (CYRE3), entra Direcional (DIRR3): Com eleições no radar, Empiricus atualiza carteira de ações para buscar dividendos

5 de Agosto de 2026, 12:00

O ambiente econômico brasileiro, que já convive com pressão inflacionária e juros elevados por mais tempo que o previsto, ganhou mais um fator que influencia nas percepções de risco: as eleições presidenciais, marcadas para o início de outubro.

Esse contexto pode fazer com que investidores precisem de um apoio a mais na hora de tomar suas decisões. E se você é um dos que desejam buscar lucros e dividendos na sua conta independentemente do cenário, a Empiricus pode ajudar: a casa trouxe atualizações na sua carteira de dividendos, com foco nas melhores oportunidades do momento.

De olho no desempenho das incorporadoras da bolsa, a casa propôs a saída da Cyrela (CYRE3) em favor da Direcional (DIRR3) entre as 8 ações selecionadas na carteira.

Empiricus Dividendos: Por que a Direcional (DIRR3) entrou no lugar da Cyrela (CYRE3)?

As incorporadoras vêm marcando forte presença no radar do mercado e das casas de análise nos últimos meses. Isso porque, em ambiente de juros elevados e pressão inflacionária, o setor está logo na “linha de frente” dos impactos.

No acumulado de julho, nomes como Direcional (DIRR3) e Cury (CURY3) estiveram entre as maiores quedas do Ibovespa, reforçando a sensibilidade do setor ao ambiente desfavorável. A principal explicação para isso é que juros mais altos por mais tempo impactam diretamente no volume de financiamentos de imóveis em todo o país.

Segundo os analistas da Empiricus, a Cyrela (CYRE3), que estava na carteira recomendada até então, também foi um dos destaques negativos do mês, justamente por conta do cenário macro incerto e os receios do mercado com o segmento de construção civil.

Em outras ocasiões, os analistas reiteraram que a tese estrutural de Cyrela passa, principalmente, por um ambiente de juros mais baixos.

“Apesar disso, seguimos construtivos com o setor”, afirmam. Por isso, mês após mês, os analistas não deixam de manter uma ação que represente as incorporadoras na carteira – apenas propondo a troca por outro nome que esteja em um ponto interessante de entrada.

Dessa vez, a escolhida foi a Direcional (DIRR3). Dentre os principais motivos, estão:

  • Forte presença no programa Minha Casa, Minha Vida, que segue em boa fase mesmo com a Selic alta, por conta dos juros subsidiados;
  • Bom crescimento, rentabilidade e qualidade operacional (que também passam pela exposição ao MCMV);
  • Queda de 20% nas ações em julho, o que, na visão dos analistas, abre oportunidade de compra, e
  • Claro, o alto potencial quando o assunto é pagamento de dividendos.

E o que esperar do cenário macro daqui para a frente?

A corrida eleitoral chegou para, oficialmente, “fazer preço” no mercado. Seus possíveis desfechos podem exercer influência direta nas estratégias de um portfólio exposto aos ativos locais.  

A vitória de um candidato considerado pró-mercado, e comprometido com um ajuste fiscal, pode trazer otimismo em torno dos ativos de risco. O contrário também é verdadeiro, e é o que parece estar no radar do mercado, considerando as últimas pesquisas de intenção de voto.

Porém, para a Empiricus, até mesmo o mais desfavorável dos cenários pode abrir oportunidades de compra – considerando ativos resilientes e de qualidade.

“Com o mercado parecendo precificar algo perto do pior cenário, vemos alguma assimetria positiva a depender do desfecho. Seja como for, apesar de alguns possíveis ventos favoráveis e um valuation atrativo, seguimos sugerindo alocação seletiva em empresas descontadas, geradoras de caixa e que sejam capazes de atravessar até mesmo o pior dos cenários.”

Independentemente do que aconteça, a carteira Empiricus Dividendos está preparada para enfrentar qualquer cenário. Em 2026 até aqui, a carteira já acumula retorno de 17,7%, contra 10,5% do Ibovespa – além de um dividend yield de 6%.  

Ou seja, apesar de ser uma carteira voltada para proventos, a ideia dos analistas é capturar ganhos também com a valorização dos papéis – e o desempenho no ano frente ao Ibovespa mostra bem isso.

Acesso liberado: conheça a carteira Empiricus Dividendos gratuitamente

Você está convidado a conferir o relatório completo da carteira Empiricus Dividendos, de forma 100% gratuita.

Além da troca de Cyrela por Direcional, a seleção de agosto traz 7 outros nomes brasileiros para quem quer dividendos. São empresas que compartilham características como:

  • Previsibilidade de resultados;
  • Boa margem de segurança (em níveis de valuation e carrego);
  • Histórico de distribuição de proventos sustentáveis.

O relatório está disponível na Área Logada da Empiricus. Para acessá-lo, basta fazer um cadastro rápido clicando no link abaixo:

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Falta 1 mês para a Copa BTG Trader: Você está preparado para disputar até R$ 1 milhão?

4 de Agosto de 2026, 09:00

Disputar R$ 1 milhão no mercado financeiro parece algo reservado a poucos investidores. Mas, no próximo mês, a Copa BTG Trader dará a milhares de participantes a chance de transformar esse objetivo em realidade.

Promovida pelo BTG Pactual, com apoio da B3 e da Nelogica, a competição acontece por meio de operações simuladas. Na prática, isso significa que os competidores podem buscar o prêmio milionário sem expor o próprio patrimônio a riscos.

É isso mesmo: você não precisa investir um único centavo para disputar o prêmio milionário. Mas, quando o assunto é competição, confiar apenas na sorte dificilmente é a melhor estratégia.

Na última edição, a Copa BTG Trader reuniu mais de 60 mil participantes. Em outras palavras, é como entrar em campo diante de um estádio lotado de concorrentes em busca do mesmo objetivo. Por isso, chegar preparado pode fazer toda a diferença.

Pensando nisso, a Empiricus Research se antecipou e criou um bootcamp gratuito para quem quer competir em alto nível.

Por trás do bootcamp ‘Trader do Milhão’

O bootcamp “Trader do Milhão” é um treinamento intensivo criado pela Empiricus Research para ajudar você a chegar mais preparado à Copa BTG Trader e aumentar as suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão.

O curso reúne aulas práticas, estratégias de mercado e orientações conduzidas por Marlon Scatolin, analista técnico da Empiricus com mais de nove anos de experiência em operações e desenvolvimento de estratégias no mercado financeiro.

A boa notícia é que não importa se você já opera ou está dando os primeiros passos no trading.

Isso porque o treinamento foi desenvolvido para qualquer pessoa que:

  • Deseja conhecer as principais estratégias utilizadas por traders;
  • Quer entender quais ativos serão negociados na competição;
  • Busca acompanhar os movimentos do mercado; e
  • Quer dominar todos os detalhes do regulamento da Copa para avançar pelas fases eliminatórias.

E tem mais: os participantes que chegarem às semifinais e à final contarão com um acompanhamento ainda mais próximo e personalizado.

Lembrando que tudo isso é 100% gratuito e você não precisa tirar um único real do bolso. Agora, você deve se perguntar: como acessar o treinamento gratuito e quanto tempo você tem para se preparar?

Descubra como se inscrever no treinamento

A Copa BTG Trader começa no dia 14 de setembro e a disputa promete ser acirrada.

Na fase classificatória, apenas 30% dos participantes mais bem colocados avançam para a semifinal, com base na soma dos resultados obtidos ao longo da competição, já considerando o descarte do pior dia de desempenho.

Na etapa seguinte, 100 participantes serão premiados, mas somente cinco conquistarão uma vaga na grande final.

Os finalistas se enfrentarão em um evento presencial, dividido em dois tempos de 45 minutos.

Ao fim da disputa, o grande campeão leva para casa o prêmio de R$ 1 milhão, enquanto os demais finalistas recebem premiações de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$ 7,5 mil. Além disso, ao longo da competição, o BTG Pactual também premiará diariamente o melhor trader do dia com R$ 1 mil.

Agora, se você quer chegar à competição mais preparado, confiante e aumentar as suas chances de avançar rumo ao milhão, já pode garantir gratuitamente sua vaga no bootcamp Trader do Milhão.

Basta clicar no botão abaixo e fazer sua inscrição:

QUERO ME PREPARAR PARA A COPA BTG TRADER DE GRAÇA

Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento

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Como aumentar suas chances de disputar o prêmio de R$ 1 milhão da Copa BTG Trader? Bootcamp gratuito ajuda investidores a chegarem mais preparados

3 de Agosto de 2026, 15:01

O que você faria com R$ 1 milhão? Para muitos brasileiros, o valor representa anos de trabalho, investimentos e planejamento financeiro. Mas uma competição de trading promete pagar exatamente essa quantia a um único vencedor.

O mais curioso é que os participantes não precisam colocar dinheiro real em risco durante a disputa. A Copa BTG Trader acontece em ambiente simulado, permitindo que traders testem suas habilidades e concorram ao prêmio milionário sem utilizar o próprio patrimônio.

Assim, para quem deseja chegar mais preparado à disputa, a Empiricus abriu inscrições para o Bootcamp Trader do Milhão, um treinamento gratuito voltado a investidores que pretendem participar da próxima Copa BTG Trader.

Como funciona a Copa BTG Trader?

A Copa BTG Trader está em sua segunda edição. Neste ano, a disputa contará com quatro etapas, três delas online e a grande final presencial que reunirá os cinco melhores participantes:

  • Fase classificatória (14 a 24 de setembro): avançam para a semifinal apenas os 30% mais bem colocados
  • Repescagem (28 a 30 de setembro): na última chance de continuar na disputa, passarão apenas os 5% mais bem colocados;
  • Semifinais (13 a 16 de outubro): na pré-final, serão 95 premiados, mas apenas 5 traders disputarão a grande final;
  • A Grande Final (29 de outubro): os 5 finalistas se enfrentam presencialmente, disputando em dois tempos de 45 minutos.

Em todas as etapas anteriores à final, será considerada a soma dos resultados acumulados, excluindo o pior dia de desempenho de cada participante.

Entre as novidades para essa edição, o participante poderá escolher entre 4 times para integrar e seguir durante a competição:
  • Tendência: para quem busca identificar a direção do mercado e operar grandes movimentos;
  • Automação: para aqueles quepreferem operar com método, dados, e apoio da tecnologia;
  • Fluxo: uma equipe que gosta de acompanhar o mercado em tempo real e interpretar a força por trás dos movimentos;
  • Contra Tendência: o grupo que procura oportunidades em reversões, e pontos de virada do mercado.

O vencedor receberá um prêmio de R$ 1 milhão. Os outros 4 finalistas serão premiados com valores de R$ 50 mil, R$ 30 mil, R$ 15 mil e R$7,5 mil de acordo com a posição no ranking.

Além disso, os 95 primeiros colocados nas semifinais também poderão receber premiações em dinheiro a partir de R$ 1 mil.

Mais do que uma disputa por prêmios, a Copa BTG Trader representa um desafio para investidores que desejam testar suas habilidades em um ambiente competitivo e simulado.

Para ter mais chances de avançar na Copa BTG Trader, os participantes precisarão conhecer as principais estratégias de trading, entender sobre gestão de risco e, principalmente, controlar a inteligência emocional.

Nesse sentido, pensando nessa preparação, a Empiricus está oferecendo gratuitamente o Bootcamp Trader do Milhão, treinamento gratuito criado para ajudar investidores que desejam participar da Copa BTG Trader.

Bootcamp Trader do Milhão: como se preparar para disputar até R$ 1 milhão

O Bootcamp Trader do Milhão será ministrado pelo analista técnico da Empiricus Marlon Scatolin. Além de preparar tecnicamente os competidores para a disputa, um dos objetivos do bootcamp é aumentar as chances dos traders de conseguirem pelo menos um dos prêmios de R$ 1 mil, que serão distrbuídos em uma das fases da competição.

Portanto, durante o treinamento os investidores vão ter acesso à:

  • Conteúdos com os especialistas em análise técnica da Empiricus;
  • Explicação do regulamento da Copa e dos ativos operados;
  • Atualizações do mercado;
  • Estratégias para avançar nas primeiras etapas da competição
  • Preleção para as semifinais;
  • Suporte individual em caso de classificação para a grande final.

Os investidores interessados podem aproveitar gratuitamente os conteúdos do Bootcamp Trader do Milhão para conhecer melhor o funcionamento da competição e se preparar para disputar uma premiação que pode chegar a R$ 1 milhão.

Para garantir a sua vaga no preparatório gratuito, clique no link abaixo e siga as instruções na tela:

QUERO PARTICIPAR DO BOOTCAMP TRADER DO MILHÃO 100% GRATUITO

Certificado de Autorização SPA/MF nº 03.051033/2026. Consulte regras e condições de participação no Regulamento.

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Essas 5 ações são ‘vencedoras’ na bolsa brasileira para investidores que desejam enfrentar ciclo inflacionário; confira análise

11 de Julho de 2026, 10:00

Para investidores, o segundo semestre de 2026 se inicia dando continuidade ao sentimento de alerta deixado pela primeira metade do ano – especialmente no mundo das ações e outros ativos de renda variável. Os efeitos do conflito no Oriente Médio, e a consequente incerteza em torno da liberação do fluxo no Estreito de Ormuz, devem continuar “fazendo preço” na economia global por tempo indeterminado.

A disrupção na cadeia global de suprimentos (devido ao conflito) deu maior protagonismo à inflação, que voltou a ocupar papel central na alocação dos investidores – especialmente os brasileiros, segundo analistas da Empiricus Research.

“A inflação voltou a ser uma variável estrutural, e não apenas cíclica, na construção de portfólios”, afirmam os analistas em relatório publicado na última segunda-feira (6). “[O Brasil] historicamente amplifica movimentos globais de juros, câmbio, commodities e apetite por risco”.

Voltando-se para o Brasil, mesmo com leituras mais recentes da inflação indicando um leve alívio (como o IPCA-15 de junho, que veio levemente abaixo das expectativas do mercado), os analistas comentam que, somado aos fatores externos, um agravante doméstico entra na equação: a fragilidade fiscal, sem previsão para ser endereçada pelo governo.

Narrativas mais otimistas para com a bolsa brasileira deram lugar a um sentimento de aversão ao risco. Após um período de rali no mês de abril, o Ibovespa devolveu ganhos e, até a quarta-feira (8), negociava na casa dos 170 mil pontos, sem tendência clara de alta ou de baixa, mesmo com desempenho positivo no acumulado de 2026.

Porém, em um cenário em que tudo pode até parecer “jogar contra” os ativos de riscos brasileiros, os analistas indicam que os preços descontados na bolsa abrem uma oportunidade, justamente, para investir e buscar lucros. Mas não de forma generalista: é preciso disciplina.

“Esse quadro não elimina oportunidades na bolsa. Pelo contrário, pode criá-las. Mas exige uma seleção mais criteriosa”, afirmam. “Em ambientes mais difíceis, a bolsa deixa de ser um bloco homogêneo.”

Qual a chave para investir em ações em tempos de turbulência na inflação?

“Em um cenário de inflação relevante, juros altos e maior volatilidade, a exposição genérica à bolsa deixa de ser suficiente.”

Enquanto alguns investidores pessoa física optam por um posicionamento mais conservador, abstendo-se totalmente da bolsa em prol de títulos de renda fixa, ou defensivo, mirando em ativos de proteção, como o ouro, a Empiricus indica essa pode ser uma boa chance de investir em um seleto grupo de ações de qualidade por preços mais baixos.

“A oportunidade aparece quando empresas de qualidade passam a negociar com desconto, mas seguem preservando os atributos que sustentam a tese: geração de caixa, dividendos, previsibilidade, balanço sólido e capacidade de repasse de preços.”

5 ações ‘vencedoras’ para tempos de inflação: três representam o mesmo setor

Nem todo investidor está apto a fazer um stock picking por conta própria, sabendo exatamente em quais ações investir. Por isso que, nesses momentos, faz-se ainda mais relevante acompanhar as indicações de analistas especializados.

No relatório, os analistas apontam 5 ideias de investimento em ações que, em sua visão, são as mais promissoras para investidores em busca de um portfólio resiliente em tempos de inflação:

  • Itaú (ITUB4);
  • Axia Energia (AXIA6);
  • Copel (CPLE3);
  • Compass (PASS3);
  • Cury (CURY3).

Tratando-se de Itaú (ITUB4), os analistas destacam a “elevada capacidade de gestão de risco ao longo dos ciclos”, além da alta recorrência de resultados e dividendos. Para Cury (CURY3),a incorporadora tem se beneficiado, atualmente, do forte momentum do programa Minha Casa, Minha Vida, apresentando forte crescimento e geração de caixa, além de bons dividendos.

Porém, chama atenção o fato de o restante das ações escolhidas representarem um mesmo setor da economia: o de serviços básicos. No caso, papéis ligados serviços indispensáveis do cotidiano, como energia elétrica, saneamento ou gás.

Axia Energia (AXIA6)

Para os analistas, a Axia (AXIA6), antiga Eletrobras, se diferencia pela relevância de seu portfólio de ativos, além de seu “profundo processo de transformação pós-privatização”.

“A empresa vem se destacando pela estratégia de manter boa parte da capacidade de geração descontratada, o que tem garantido boa captura de receita em um ambiente de preços elevados de energia. Além disso, negocia por múltiplos atrativos em comparação ao restante do setor.”

Copel (CPLE3)

Outra representante do ramo de energia elétrica, a Copel (CPLE3) “apresenta forte presença em distribuição, com uma agenda de transformação pós-privatização, potencial de captura de ganhos de eficiência e evolução de governança. Além disso, negocia em níveis atrativos frente ao potencial de geração de valor, e ainda distribui bons dividendos.”

Compass (PASS3)

Segundo analistas, a Compass (PASS3), parte do grupo Cosan, já se destaca por um perfil defensivo, de crescimento consistente e valuation atrativo em seu setor. Além disso, “combina ativos regulados de distribuição, com geração de caixa previsível e proteção inflacionária, e uma plataforma integrada de gás que amplia oportunidades via comercialização e infraestrutura”.

Por que o setor de serviços básicos se destaca, afinal?

Isabelle Oliveira, uma das analistas responsáveis pelo relatório, destaca que “o diferencial das teses ligadas a serviços básicos é a capacidade de retorno real do setor mesmo em períodos macroeconômicos conturbados”, por conta de três fatores:

  • Reajustes de receita atrelados à inflação;
  • Alto poder de repasse aos acionistas;
  • Elevada previsibilidade de caixa.

“Neste cenário de incertezas globais, inflação elevada e juros altos, que atrapalham o consumo e atividade econômica, essas teses voltam a ganhar atratividade relativa, frente a outras mais cíclicas.”

Onde investir agora? Empiricus+ apresenta os ativos mais promissores do mercado

Apesar desse relatório em especial dar destaque a 5 ações, vale ressaltar que a diversificação segue sendo um dos principais pilares para quem deseja criar um portfólio de ações de forma a mitigar riscos.

Portanto, somadas a essas indicações, você pode conhecer diversas outras para complementar sua estratégia e buscar lucros em 2026 – com ajuda da Empiricus+.

A Empiricus+ é a plataforma “streaming” da casa: em um só lugar, você pode ter acesso a dezenas de recomendações de investimento, séries especiais e, também, relatórios como o citado neste texto.

Uma condição especial está liberada por tempo limitado: você pode testar a plataforma por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial.

Para liberar seu período de teste, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

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Em tempos de inflação, 5 ações podem se sair ‘vencedoras’, segundo analistas da Empiricus; entenda o porquê

10 de Julho de 2026, 11:00

O ano de 2026 já passou da metade, e o mercado segue operando sob tons de incerteza – especialmente quando o assunto é ações e demais ativos de risco. O conflito no Oriente Médio segue sem previsão de encerramento, e a normalização do fluxo no Estreito de Ormuz ainda é posta sob dúvidas. Ambos os fatores devem reverberar na economia global por tempo indeterminado.

A disrupção na cadeia global de suprimentos (devido ao conflito) deu maior protagonismo à inflação, que voltou a ocupar papel central na alocação dos investidores – especialmente os brasileiros, segundo analistas da Empiricus Research.

“A inflação voltou a ser uma variável estrutural, e não apenas cíclica, na construção de portfólios”, afirmam os analistas em relatório publicado na última segunda-feira (6). “[O Brasil] historicamente amplifica movimentos globais de juros, câmbio, commodities e apetite por risco”.

Voltando-se para o Brasil, mesmo com leituras mais recentes da inflação indicando um leve alívio (como o IPCA-15 de junho, que veio levemente abaixo das expectativas do mercado), os analistas comentam que, somado aos fatores externos, um agravante doméstico entra na equação: a fragilidade fiscal, sem previsão para ser endereçada pelo governo.

Narrativas mais otimistas para com a bolsa brasileira deram lugar a um sentimento de aversão ao risco. Após um período de rali no mês de abril, o Ibovespa devolveu ganhos e, até a quarta-feira (8), negociava na casa dos 170 mil pontos, sem tendência clara de alta ou de baixa, mesmo com desempenho positivo no acumulado de 2026.

Porém, em um cenário em que tudo pode até parecer “jogar contra” os ativos de riscos brasileiros, os analistas indicam que os preços descontados na bolsa abrem uma oportunidade, justamente, para investir e buscar lucros. Mas não de forma generalista: é preciso disciplina.

“Esse quadro não elimina oportunidades na bolsa. Pelo contrário, pode criá-las. Mas exige uma seleção mais criteriosa”, afirmam. “Em ambientes mais difíceis, a bolsa deixa de ser um bloco homogêneo.”

O modus operandi de investidores em tempo de inflação: o que fazer no mercado de ações?

“Em um cenário de inflação relevante, juros altos e maior volatilidade, a exposição genérica à bolsa deixa de ser suficiente.”

Enquanto alguns investidores pessoa física optam por um posicionamento mais conservador, abstendo-se totalmente da bolsa em prol de títulos de renda fixa, ou defensivo, mirando em ativos de proteção, como o ouro, a Empiricus indica essa pode ser uma boa chance de investir em um seleto grupo de ações de qualidade por preços mais baixos.

“A oportunidade aparece quando empresas de qualidade passam a negociar com desconto, mas seguem preservando os atributos que sustentam a tese: geração de caixa, dividendos, previsibilidade, balanço sólido e capacidade de repasse de preços.”

5 ações ‘vencedoras’ para tempos de inflação: três representam o mesmo setor

Nem todo investidor está apto a fazer um stock picking por conta própria, sabendo exatamente em quais ações investir. Por isso que, nesses momentos, faz-se ainda mais relevante acompanhar as indicações de analistas especializados.

No relatório, os analistas apontam 5 ideias de investimento em ações que, em sua visão, são as mais promissoras para investidores em busca de um portfólio resiliente em tempos de inflação:

  • Itaú (ITUB4);
  • Axia Energia (AXIA6);
  • Copel (CPLE3);
  • Compass (PASS3);
  • Cury (CURY3).

Tratando-se de Itaú (ITUB4), os analistas destacam a “elevada capacidade de gestão de risco ao longo dos ciclos”, além da alta recorrência de resultados e dividendos. Para Cury (CURY3),a incorporadora tem se beneficiado, atualmente, do forte momentum do programa Minha Casa, Minha Vida, apresentando forte crescimento e geração de caixa, além de bons dividendos.

Porém, chama atenção o fato de o restante das ações escolhidas representarem um mesmo setor da economia: o de serviços básicos. No caso, papéis ligados serviços indispensáveis do cotidiano, como energia elétrica, saneamento ou gás.

Axia Energia (AXIA6)

Para os analistas, a Axia (AXIA6), antiga Eletrobras, se diferencia pela relevância de seu portfólio de ativos, além de seu “profundo processo de transformação pós-privatização”.

“A empresa vem se destacando pela estratégia de manter boa parte da capacidade de geração descontratada, o que tem garantido boa captura de receita em um ambiente de preços elevados de energia. Além disso, negocia por múltiplos atrativos em comparação ao restante do setor.”

Copel (CPLE3)

Outra representante do ramo de energia elétrica, a Copel (CPLE3) “apresenta forte presença em distribuição, com uma agenda de transformação pós-privatização, potencial de captura de ganhos de eficiência e evolução de governança. Além disso, negocia em níveis atrativos frente ao potencial de geração de valor, e ainda distribui bons dividendos.”

Compass (PASS3)

Segundo analistas, a Compass (PASS3), parte do grupo Cosan, já se destaca por um perfil defensivo, de crescimento consistente e valuation atrativo em seu setor. Além disso, “combina ativos regulados de distribuição, com geração de caixa previsível e proteção inflacionária, e uma plataforma integrada de gás que amplia oportunidades via comercialização e infraestrutura”.

Por que o setor de serviços básicos se destaca, afinal?

Isabelle Oliveira, uma das analistas responsáveis pelo relatório, destaca que “o diferencial das teses ligadas a serviços básicos é a capacidade de retorno real do setor mesmo em períodos macroeconômicos conturbados”, por conta de três fatores:

  • Reajustes de receita atrelados à inflação;
  • Alto poder de repasse aos acionistas;
  • Elevada previsibilidade de caixa.

“Neste cenário de incertezas globais, inflação elevada e juros altos, que atrapalham o consumo e atividade econômica, essas teses voltam a ganhar atratividade relativa, frente a outras mais cíclicas.”

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Apesar desse relatório em especial dar destaque a 5 ações, vale ressaltar que a diversificação segue sendo um dos principais pilares para quem deseja criar um portfólio de ações de forma a mitigar riscos.

Portanto, somadas a essas indicações, você pode conhecer diversas outras para complementar sua estratégia e buscar lucros em 2026 – com ajuda da Empiricus+.

A Empiricus+ é a plataforma “streaming” da casa: em um só lugar, você pode ter acesso a dezenas de recomendações de investimento, séries especiais e, também, relatórios como o citado neste texto.

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Analista da Empiricus explica cenário com fim do cessar-fogo entre EUA e Irã

10 de Julho de 2026, 09:00

A possibilidade de um aumento das tensões no Estreito de Ormuz voltou ao radar dos investidores após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarar na quarta-feira (8) que o acordo provisório com o Irã acabou.

De acordo com Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, o ponto mais sensível é o esforço de Teerã para ampliar sua influência sobre a navegação na região. Segundo ele, isso daria ao país maior capacidade de monitorar embarcações, impor condições de passagem e até cobrar taxas, em uma disputa direta com os Estados Unidos pelo controle da rota.

A reação dos mercados foi imediata. O petróleo do tipo Brent saiu de um patamar abaixo de US$ 75 por barril para perto dos US$ 80 e encerrou o dia cotado aos US$ 78. Enquanto isso, recuou 0,79%, aos 170,6 mil pontos.

VEJA: 30 DIAS GRÁTIS PARA TESTAR O “STREAMING DOS INVESTIMENTOS”

Entre otimistas e pessimistas

O analista explica que há interpretações diferentes sobre o assunto no momento. De um lado, visões pessimistas enxergam um “excesso de confiança” sobre a possibilidade de paz permanente entre Washigton e Teerã.

Essa ideia é apoiada por confrontos semanais que ocorrem entre os dois países, além de atritos sobre o controle de Ormuz, questões nucleares e ataques ao Líbano.

“Os otimistas, por sua vez, argumentam que nenhum dos lados parece interessado em retomar uma guerra em larga escala”, explica.

Spiess procura um equilíbrio entre as duas visões.

Para ele, um acordo de paz duradouro é algo que realmente se mostra difícil de atingir. Porém, “a relutância de Trump em reabrir totalmente as hostilidades sugere que esta nova rodada de confrontos tende a permanecer contida, ainda que acompanhada de volatilidade elevada para energia e ativos globais”.

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‘Processo de acomodação turbulento’

Pouco antes de Donald Trump perder a paciência com o acordo de paz, o analista da Empiricus Research já explicava para clientes da casa que o caminho seria turbulento.

Ele lembrou em relatório que, “os, novos ataques e respostas militares voltaram a provocar volatilidade no Estreito de Ormuz, reforçando a leitura de que o processo de acomodação será turbulento, sujeito a escaladas de retórica, episódios de violência e novos choques pontuais”.

Porém, Spiess destacou que, para os mercados, o ponto central de todo esse processo é outro. De acordo com ele, o pior momento do choque energético relacionado ao fechamento de Ormuz já ficou para trás.

Na visão do analista, o mundo não está mais sob ameaça de uma ruptura prolongada da oferta de energia. O que existe agora é um alívio parcial das pressões, “frágil, incompleto, mas suficiente para mudar a temperatura da discussão sobre inflação, juros e ativos de risco”.

O analista também relembra que a ameaça de um petróleo caro é fácil de entender.

  • Quando os preços de energia sobem, eles pressionam “combustíveis, frentes, custos industriais, expectativas de inflação e, no limite, forçam bancos centrais a manterem juros mais altos por mais tempo”.

Daí a importância de acompanhar de perto o que está acontecendo no Oriente Médio.

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O “streaming dos investimentos” da Empiricus em meio às incertezas

As explicações de um analista experiente como Matheus Spiess podem até dar a impressão de que é simples entender o mercado para tomar as melhores decisões de investimentos.

Porém, esse tipo de trabalho leva anos de estudos, preparações e análises. É natural que investidores comuns não tenham a mesma disponibilidade de tempo para se aprofundar nos seus estudos. O trabalho, a família e a vida pessoal tendem a ocupar boa parte dos momentos disponíveis.

Além disso, é possível utilizar a inteligência artificial para isso. Porém, uma aplicação correta da IA também exige tempo investido em elaboração de prompt, leitura do que ela produz e checagem das informações.

Para ajudar investidores a lidar com esses desafios é que surgiu a Empiricus+, plano de assinatura de casa de análises que é com um “streaming dos investimentos”.

Por meio de um único pagamento mensal, você pode acessar relatórios, carteiras recomendadas, cursos, lives, plantões de dúvidas e muito mais. São conteúdos que abordam as diversas classes de ativos, da renda fixa às criptomoedas.

Ela reúne em um só lugar inúmeras informações profissionais para basear as alocações da sua carteira.

Também é fácil descobrir se a Empiricus+ faz sentido para você. Afinal, a assinatura conta com 30 dias de teste grátis.

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De metalúrgico a milionário: conheça o vencedor da Copa BTG Trader 2025 em novo documentário

9 de Julho de 2026, 17:00

Um novo documentário chegou às telas na última quinta-feira (9). É o “De Metalúrgico a Milionário: A História do Campeão da Copa BTG Trader 2025”,que conta a história de Danillo Ramos Duarte, morador de São Vicente (SP).

Em 2025, Danillo esteve entre os competidores da anual Copa BTG Trader e conquistou o primeiro lugar ao mostrar as suas habilidades com negociações da categoria de trading. Na estreia audiovisual, Danillo conta sobre a sua trajetória trabalhando como metalúrgico até levar o prêmio de R$ 1 milhão para casa.

Além disso, no documentário, você também descobre como se inspirar na história do ex-metalúrgico para buscar uma oportunidade capaz de transformar o seu futuro – assim como o dele foi transformado.

ASSISTA AQUI AO DOCUMENTÁRIO

Conheça a história do vencedor da Copa BTG Trader

“Eu estava pesquisando opções de investimento e o day trade chamou a minha atenção. Comecei a ver uns vídeos indo para o trabalho, no fretado”, Danillo conta sobre como começou a investir.

Na época, ele vivia uma vida simples, trabalhava como metalúrgico em uma empresa no litoral paulista e operava em horários fora do expediente. Apesar de reconhecer que foi um caminho pouco tradicional, ele diz que começou a operar com trading pois achava os lucros mais atraentes.

“Um dia, fiz uma operação de day trade que me pagou R$ 50 rápido. Então, no dia seguinte, eu dobrei. Numa semana, eu cheguei a fazer R$ 7 mil. Não sabia, mas estava operando super alavancado”, relata ele no documentário.

Entretanto, sem conhecimento técnico e fazendo negociações arriscadas, depois de três meses operando com muita exposição, Danillo conta que perdeu todo o dinheiro.

  • Quer conhecer em detalhes essa virada de trajetória? Assista ao documentário completo e veja como ele transformou os erros iniciais em aprendizado.

“Pela minha falta de conhecimento, eu não tinha paciência de esperar, saia clicando o tempo inteiro e perdia muito dinheiro. Hoje eu tenho mais cautela”, conta Danillo.

O trader conta que um grande passo para sua experiência foi começar a participar de campeonatos, pois “desperta o espírito competidor”. Assim, ele diz que se dedicava mais porque estava em um ambiente de alta performance e que conseguia comparar o seu desempenho com o de outros negociadores.

A competição que transformou a vida financeira de Danillo

Até que em 2025, Danillo resolveu participar da Copa BTG Trader. O campeonato, que libera inscrições gratuitas, normalmente acontece no segundo semestre do ano. Foi então que ele dedicou todo o seu conhecimento e expertise para as negociações.

E no final, veio a recompensa: R$ 1 milhão para o primeiro lugar do campeonato.

“Quando terminou, eu não acreditava ainda, até me chamarem ao palco no microfone”, ele se emociona ao lembrar.

“Não é só pelo dinheiro, o prêmio em si é um mérito de tudo que eu fiz nos meus 40 anos. O dinheiro traz segurança para viver de uma forma melhor, ele rende de uma forma que o meu salário não pagava”, conta Danillo, que agora consegue dedicar mais tempo da sua vida às negociações.

Como conta Danillo, participar de campeonatos anuais como a Copa BTG Trader podem mudar o patamar financeiro de uma pessoa pelo resto da vida.

Uma das cabeças por trás do projeto, o analista de trading do BTG Lucas Costa, conta que a competição nasceu de uma pergunta muito simples: “Quem é o melhor trader do Brasil?”

“Pelo campeonato a gente consegue promover a educação sobre mercado, sobre investimento, sobre trading de uma forma gamificada, que desafia as pessoas e permite que ela sinta um impulso maior para poder iniciar no mercado e aprender dentro deste ambiente”, conta Costa.

O analista explica que tudo acontece em um ambiente simulado, sem os competidores arriscarem o próprio dinheiro. “Como tem o fator do prêmio principal de R$ 1 milhão, isso faz com que a pessoa opere se desafiando, sentindo como é o mercado no dia a dia, não só pela parte técnica, mas pelo aspecto emocional,” explica Costa.

Ele também relembra que a participação no campeonato é gratuita, sem taxa de inscrição. Além disso, o primeiro classificado não é o único premiado – outros competidores que tiverem um bom desempenho e se classificarem entre os melhores colocados também podem receber prêmios.

Em breve, as inscrições para a próxima edição da Copa BTG Trader serão abertas. Essa é uma ótima oportunidade para quem busca se desafiar, fazer networking com os maiores traders do Brasil e, claro, ficar mais perto da realização dos objetivos financeiros.

Para quer saber mais sobre a jornada de Danillo até o prêmio de R$ 1 milhão na Copa BTG Trader e mais detalhes do concurso, não deixe de conferir o documentário a seguir:

Certificado de Autorização SPA/MF 03.051033/2026. Consulte as regras e condições de participação no Regulamento.

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Descubra como proteger o seu patrimônio da inflação sem depender apenas da renda fixa

9 de Julho de 2026, 10:00

Ouvir que há uma boa e uma má notícia costuma gerar expectativa. Agora, quando a conversa gira em torno de proteger o seu patrimônio da inflação, o assunto pode ganhar um peso ainda maior.

Isso porque o rumo dos preços afeta diretamente o seu dinheiro, seja por meio da perda de poder de compra ou dos reflexos sobre os seus investimentos.

Após 16 semanas de alta, a projeção para a inflação de 2026 caiu pela primeira vez desde fevereiro no Boletim Focus. Uma notícia positiva, certo?

Em partes. O ponto é que, apesar do recuo, a inflação segue acima do teto da meta de 4,5%. A estimativa recuou de 5,33% para 5,30%, uma melhora singela, mas ainda distante de aliviar as preocupações com o cenário inflacionário.

Diante desse contexto, muitos investidores tendem a adotar uma postura mais defensiva, o que abre mais espaço para a renda fixa e costuma reduzir a confiança em renda variável.

Inflação pressionada, renda fixa como solução?

Em relatório recente da carteira Palavra do Estrategista, disponível na Empiricus+, os analistas da casa apontaram que, em ambientes como o atual, a Bolsa deixa de ser um “bloco homogêneo”. 

“Nem toda empresa protege contra a inflação. Nem todo setor consegue repassar custos. Nem toda receita é igualmente resiliente. E nem todo lucro contábil se transforma em dinheiro disponível para o acionista”.

Em um cenário inflacionário mais apertado, a renda fixa continua desempenhando um papel importante na carteira, mas ainda está longe de ser considerada a única salvadora da pátria.

Para muitos investidores, seu principal atrativo é justamente trazer mais previsibilidade e equilíbrio em momentos de incerteza.

Contudo, ainda assim, quem busca proteger o patrimônio da inflação não precisa limitar sua estratégia apenas à renda fixa. Isso porque existem ativos que conseguem atravessar períodos inflacionários.

Na visão dos analistas da Empiricus, as oportunidades costumam surgir quando empresas e fundos de qualidade passam a negociar com desconto. E isso sem que haja deterioração dos fundamentos que sustentam a tese de investimento.

Entre os principais atributos observados pelos analistas na hora de investir em renda variável neste ambiente estão:

  • Capacidade de geração de caixa;
  • Distribuição consistente de dividendos;
  • Previsibilidade dos resultados;
  • Solidez do balanço patrimonial; e
  • Capacidade de repasse de preços.

Logo, a proteção do patrimônio não está necessariamente em evitar riscos por completo, mas em selecionar ativos capazes de atravessar períodos de inflação mais elevada preservando valor para o investidor.

Não à toa, em relatório recente, a Empiricus revelou quais são “os vencedores em tempos de inflação”. Os analistas avaliaram o cenário atual e recomendaram cinco ações e sete fundos que sustentam os seus fundamentos mesmo com o IPCA em alta.

Veja como conhecer “os vencedores em tempos de inflação”

Para o investidor mais atento, cenários como este costumam ser vistos não apenas como um motivo de preocupação, mas também como uma oportunidade de revisar estratégias e buscar formas mais eficientes de proteger o patrimônio da inflação.

A boa notícia é que você não precisa fazer essa análise sozinho. O relatório completo com a visão dos analistas da Empiricus sobre o cenário atual e as recomendações para navegar este momento está disponível na Empiricus+.

E tem mais: você acaba de receber 30 dias de acesso gratuito à plataforma. Durante esse período, poderá explorar todo o conteúdo sem precisar desembolsar nenhum centavo.

A Empiricus+ funciona como um verdadeiro streaming de investimentos. Em um único lugar, você encontra as principais recomendações da casa em diferentes classes de ativos, desde ações e fundos imobiliários a renda fixa e criptomoedas. Tudo isso para ajudar a turbinar sua carteira.

Ao final do período gratuito, caso decida continuar com o acesso, a assinatura será renovada automaticamente pelo valor promocional anual de 12 parcelas de R$ 14,90.

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Weg (WEGE3) subiu 9% em junho: o que está por trás do movimento? Analista explica 

8 de Julho de 2026, 16:00

Nos últimos meses, a discussão sobre o consumo de energia ganhou novos contornos, impulsionada especialmente pelo conflito no Oriente Médio, mas também pelos avanços no desenvolvimento de inteligência artificial (IA) e por mudanças na forma como a energia é distribuída globalmente.

É nesse contexto que as ações da Weg (WEGE3) voltam a chamar atenção. Os papéis subiram cerca de 9% no mês de junho. Esse movimento em curto tempo chama atenção pela velocidade, porém levanta uma questão importante: como o investidor deve interpretá-lo?

Segundo Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus, a alta recente não foi originada por um gatilho específico, mas dois vetores podem explicar por que a companhia voltou ao centro das discussões.

O que está impulsionando a Weg (WEGE3) agora

Em primeiro, Hungria aponta que um dos fatores que podem ajudar a empresa é o leilão de baterias do governo brasileiro, divulgado em 3 de junho e previsto para ocorrer entre os dias 2 e 4 de dezembro deste ano. Diversas empresas devem concorrer à licitação; dentre elas, a Weg.

Além disso, o analista coloca em destaque o crescimento dos investimentos em data centers — impulsionados pela inteligência artificial, computação em nuvem e expansão dos hyperscalers —, que tem ampliado a demanda por infraestrutura elétrica no cenário global e, consequentemente, por equipamentos ligados a essa cadeia.

Esse avanço tecnológico acaba direcionando mais atenção e investimentos para empresas expostas a esse ciclo, como fornecedores de motores, transformadores e sistemas elétricos. É nesse contexto que a Weg se insere, como uma possível beneficiária desse aumento estrutural de demanda.

Ao mesmo tempo, há um fator importante do lado da oferta. Equipamentos mais complexos, como transformadores de grande porte, possuem prazos de entrega longos, que podem variar de três a cinco anos. A expansão da capacidade produtiva também não acontece de forma imediata, esbarrando em limitações como construção de novas fábricas e escassez de mão de obra qualificada.

Na prática, isso cria um desequilíbrio: enquanto a demanda avança, a oferta permanece restrita no curto e médio prazo. Esse cenário tende a beneficiar empresas que já estão posicionadas e investiram com antecedência, como a própria Weg, permitindo capturar melhor esse ciclo e, potencialmente, operar com condições mais favoráveis ao longo do tempo.

Como olhar para a Weg (WEGE3) no cenário atual

As ações da Weg (WEGE3) seguem entre as recomendações de compra de Ruy Hungria, como parte do portfólio da carteira Empiricus Ações.

Nesse contexto, mais do que reagir aos movimentos recentes, a leitura passa por entender o posicionamento da companhia no longo prazo. Para o analista, a Weg combina atuação global, presença consolidada em mercados relevantes e um histórico consistente de alocação de capital — fatores que ajudam a sustentar sua trajetória de crescimento.

Além disso, o setor em que está inserida conta com perspectivas positivas de demanda, enquanto os investimentos realizados nos últimos anos começam a se traduzir em aumento de capacidade produtiva, o que pode destravar novas avenidas de crescimento para a companhia.

É justamente esse tipo de análise que a Empiricus busca oferecer aos seus assinantes: uma leitura mais aprofundada das oportunidades do mercado, ajudando o investidor a navegar entre ruídos e sinais com mais clareza.


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Em um cenário de mudanças rápidas, em que nem tudo é imediatamente precificado pelo mercado, acompanhar análises bem fundamentadas faz diferença ao ajudar o investidor a distinguir tendências estruturais de movimentos pontuais e agir com mais clareza.

A Empiricus reúne esse tipo de análise por meio da Empiricus+: uma plataforma completa, com acesso a relatórios, carteiras recomendadas e acompanhamento contínuo do mercado. Assim, você tem o ponto de vista de diversos especialistas para tomar decisões mais informadas e estratégicas.

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Meta (M1TA34) se prepara para monetizar sua infraestrutura computacional e papéis sobem 9%; é o momento de investir?

7 de Julho de 2026, 14:00

Meta (M1TA34) anunciou que está planejando monetizar sua infraestrutura computacional ociosa por meio do Meta Compute. A notícia foi suficiente para fazer os papéis da empresa subirem 9% na última quarta-feira (2). 

Inicialmente, o aumento dos recursos para capacidade computacional seria apenas para fins internos, mas as novas exigências do mercado para as empresas de tecnologia que querem investir em IA, alteraram os planos da companhia. 

Meta Compute: nova frente de negócios foca em monetizar a capacidade computacional ociosa da empresa

O fim de junho trouxe mudanças para a tese da inteligência artificial. Ela saiu de um ambiente guiado pela euforia para outro em que resultados, margens e Retornos sobre Investimento (ROI) passam a definir quais empresas vão continuar na liderança.

Para Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, o momento é um convite à disciplina, onde os investidores precisam “separar empresas com demanda real, poder de preço e geração de caixa daquelas sustentadas por narrativa”.

Assim, entre as companhias que estão na corrida para expandir o hardware para IA, como a Amazon e a Microsoft, a Meta era a única que não possuía nenhum produto que monetizava diretamente essa capacidade.

Por conta disso, os papéis da Meta foram punidos pelo mercado. Em abril, as ações caíram 13% depois da empresa divulgar planos de “investir agressivamente” em inteligência artificial. Já em junho, as ações recuaram 5% após notícias sobre a venda de ações para financiar novos investimentos em IA.

Essas quedas aconteceram justamente pela desconfiança dos investidores em relação a capacidade da Meta de monetizar os investimentos bilionários em infraestrutura para inteligência artificial.

Porém, isto pode estar prestes a mudar. Segundo a Bloomberg, o Meta Compute, nova frente de negócios da empresa, será focado em monetizar o excesso de poder computacional ocioso.

Apesar de ainda estar em planejamento, a linha deve ter duas frentes principais. “Na primeira, desenvolvedores pagariam para acessar modelos de IA hospedados na infraestrutura da Meta, semelhante às ofertas de nuvem da AWS”, explica Spiess.

Já na segunda, “a empresa venderia capacidade bruta de processamento, como fazem CoreWeave e Nebius, as chamadas neoclouds”, destaca o analista.

A notícia, pesou sobre as ações da CoreWeave e Nebius que recuaram na faixa de 14% a 17% na última quarta-feira (2).

Spiess aponta que ainda existem incertezas, já que a estratégia pode mudar, mas “a existência de capacidade computacional disponível, combinada à demanda crescente de outras empresas por poder de processamento, cria uma oportunidade importante.”

Por esse motivo, a Meta (M1TA34) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira IA Cash da Empiricus de julho.

Meta (M1TA34) e mais: veja outras empresas para investir no mercado de inteligência artificial

A carteira IA Cash reúne 13 ativos, entre ações e criptomoedas, que visam capturar as melhores oportunidades de investimento na área da inteligência artificial.

Se você quer conhecer as outras recomendações, basta se cadastrar no BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual.

Além disso, você também pode investir no portfólio completo de forma automatizada.

Com apenas um clique é possível investir na carteira completa sem precisar se preocupar com os pesos de cada ativo e nem com o rebalanceamento, pois a plataforma faz de forma automática, quando necessário.

Para conhecer a carteira IA Cash, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

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Quem investiu em Itaú (ITUB4) pôde lucrar até 500% em 10 anos seguindo uma estratégia específica; veja qual

6 de Julho de 2026, 15:53

Quando falamos de dividendos, o potencial deles pode estar menos no pagamento e mais na forma como eles são usados. Para o analista da Empiricus, Ruy Hungria, reinvestir proventos é uma das estratégias mais eficientes para quem busca construir patrimônio no longo prazo.

Assim, ao invés de sacar os dividendos, o investidor aplica o valor para comprar novas ações da mesma empresa. Com maior participação na companhia, ele amplia o seu potencial e passa a receber dividendos ainda maiores nas próximas distribuições.

“Obviamente, isso não vai fazer uma grande diferença em um ou dois meses. No entanto, em uma janela mais longa a vantagem pode ser brutal”, afirma o analista.

Para apresentar sua tese, ele usa uma comparação dos retornos de quem tinha ações do Itaú (ITUB4) e optou por reinvestir os dividendos nos papéis do banco ao longo dos últimos 10 anos.

Valorização das ações ITUB4 sem reinvestimento indicado na linha azul mais clara; valorização de ITUB4 junto com os dividendos reinvestidos gradualmente indicado na linha azul mais escura.

Como mostra o gráfico, quem optou por não reinvestir teve um lucro da ordem de 300% em uma década, enquanto quem reinvestiu os dividendos obteve um retorno de cerca de 500% no período.

Nesse ritmo, uma pessoa que investiu R$ 10 mil em ITUB4 em janeiro de 2016 poderia transformar o valor em R$ 40 mil somando a valorização e os dividendos do papel. Já quem reinvestiu todos os dividendos recebidos ao longo desse período poderia ter chegado ao final desse período com cerca de R$ 60 mil.

Essa diferença está no efeito dos juros compostos ao longo prazo. Ao reinvestir dividendos, o investidor que aumenta a sua quantidade de ações e passa a receber proventos sobre uma base gradualmente maior.

ITUB4 e mais: quais empresas investir para dividendos?

No caso apresentado por Ruy Hungria, as ações ITUB4 foram apenas um exemplo. Mas, na verdade, o analista ressalta que a estratégia de reinvestimento só deve ser aplicada em teses com boas perspectivas de retorno.

“No caso de Itaú, a estratégia funcionou muito bem porque o banco apresentou bons resultados ao longo dos anos e suas ações continuaram se valorizando. Reinvestir neste caso é o que chamamos de colocar ‘dinheiro bom atrás de dinheiro bom’”, explica.

Entretanto, caso Itaú fosse uma “empresa ruim”, com resultados decepcionantes, o analista alerta que o reinvestimento poderia resultar em perdas adicionais.

Por isso, na hora de essa estratégia, Hungria recomenda seguir uma carteira de ações de boas empresas, que crescem e, além disso, pagam bons dividendos, como ITUB4.

É por isso que a companhia faz parte da Carteira Mensal de Dividendos, que ainda conta com outras sete ações com esse mesmo perfil e que já se valoriza 16,7% neste ano, contra 6,8% do Ibovespa – uma valorização equivalente a 245% do índice.

Desde a sua criação, em novembro de 2023, a carteira já desponta uma valorização de 76,9%, enquanto o índice da bolsa valorizou 52,2%.

Veja como investir na Carteira de dividendos da Empiricus

Conforme conta Hungria, na montagem de um portfólio focado em dividendos, o objetivo é selecionar empresas que possuem:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • Dividendos que proporcionam aos seus acionistas o benefício dos juros compostos (compounding).

Por isso, nas recomendações da casa, a preferência está em negócios resilientes, com vantagens competitivas, em setores de fortes tendências, previsibilidade de resultados e boa margem de segurança.

Para manter sua estratégia fortalecida, todos os meses, a equipe de analistas da Empiricus disponibiliza um relatório recomendando os ativos com o maior potencial para essa estratégia.

O portfólio completo pode ser encontrado na íntegra na plataforma do BTG Content, e junto a ele o investidor também confere uma forma muito prática para investir nos ativos. Para isso:

  • Acesse o BTG Content nos links deste texto (teste gratuito por 30 dias, caso não tenha cadastro);
  • Conheça os ativos e as teses da carteira de dividendos;
  • Clique em “Investir” para aportar de forma automatizada na carteira mensal.

Na prática, isso significa que, além de poder conferir os ativos recomendados e comprar manualmente, o investidor tem como aplicar em todo o portfólio com poucos cliques de maneira automatizada.

Ao optar por essa modalidade, toda recomendação de compra ou venda de ativos é feita sem que o investidor precise fazer nada. Além disso, a própria plataforma faz o rebalanceamento.

Para começar, clique no botão abaixo e veja como acessar a carteira de dividendos automatizada da Empiricus:

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DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Veja o que analista da Empiricus diz sobre a Petrobras (PETR4) com proximidade das eleições

5 de Julho de 2026, 09:00

Na última quarta-feira (1º), a Empiricus Research divulgou a atualização de julho da sua carteira recomendada de dividendos, que manteve alocação na Petrobras (PETR4).

No dia seguinte, o Ministério da Gestão e Inovação (MGI) informou que o lucro das estatais federais subiu para R$ 169,4 bilhões em 2025, uma alta de 45,4% em relação ao ano anterior.

A petrolífera sozinha foi responsável por cerca de 65% desse valor, com R$ 110,6 bilhões. Entretanto, mesmo com notícias positivas, os investidores podem se sentir preocupados com a aproximação do período eleitoral.

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A Petrobras perto do período eleitoral

O analista Ruy Hungria, responsável pela carteira de dividendos da Empiricus, acredita que diferentes pontos apoiam a tese de investimento nas ações PETR4.

O primeiro deles é o pré-sal, destacado pelo profissional por ser um “petróleo leve, de ótima qualidade e valor comercial”. Ele também chama atenção para a alta quantidade de óleo disponível e o nível de produção intenso da estatal.

Outro ponto levantado pelo especialista é o preço do petróleo. A commodity se manteve em alta no primeiro semestre, principalmente por conta do conflito no Oriente Médio, o que favorece a geração de caixa da estatal.

“Além disso, conflitos geopolíticos apenas reforçam sua importância como hedge [estratégia de proteção da carteira]”.

Também fica o destaque para a concentração de investimentos da companhia em sua atividade principal, exploração e produção (E&P), “o que é positivo para a rentabilidade e dividendos”.

Hungria também afirma que possíveis interferências políticas são de fato um risco para a Petrobras. Entretanto, esse fator é “mitigado pela Lei das Estatais [13.303/16]”.

E o analista destaca ainda que a empresa pode ser uma das maiores beneficiadas por uma possível mudança no cenário político após as eleições.

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Próximos meses podem ser de turbulência

Ainda no cenário eleitoral, a AtasIntel divulgou na última quarta-feira (1º) o resultado de sua mais recente pesquisa em parceria com a Bloomberg.

O levantamento traz o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na disputa, com vantagem de 10 pontos percentuais sobre Flávio Bolsonaro (PL) no 1º turno.

Além disso, os próximos meses devem servir de cenário para mais um corte na taxa Selic e para um El Niño com potencial de ser um dos mais fortes já registrados na história.

Momentos como esse reforçam ainda mais a importância de investir com base em análises de profissionais qualificados do mercado financeiro.

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As eleições podem mexer com o seu bolso

Neste momento marcado por incertezas, a Empiricus faz um convite para que novas pessoas conheçam a sua assinatura considerada um “streaming dos investimentos”.

Trata-se da Empiricus+, um único plano que oferece acesso a carteiras recomendadas, cursos, séries, lives e plantões de dúvidas sobre diversos ativos, como renda fixa, ações, criptomoedas e fundos de investimento, incluindo os imobiliários (FIIs).

Além disso, não é necessário pagar para conhecer o produto na prática. Atualmente e por tempo limitado, a Empiricus+ é oferecida de forma totalmente gratuita até o fim do período eleitoral (no segundo turno).

Portanto, se as eleições vão mexer com o seu bolso, você pode se preparar com inúmeros conteúdos produzidos pela casa de análises, incluindo carteiras, como a de dividendos.

Quando essa fase passar, você pode decidir se manterá sua assinatura.

Durante esse período, os investidores poderão sentir na própria carteira a diferença de fazer aportes a partir de orientações profissionais. Essa é uma oferta que surge diante da confiança da casa de análises na qualidade do seu trabalho.

Para tudo com mais detalhes e começar o período de teste gratuito, basta clicar no link abaixo:

EMPIRICUS+ DE GRAÇA ATÉ O PERÍODO ELEITORAL

Disclaimer: a assinatura da Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Tudo calculado? O que pode estar no radar de Michelle Bolsonaro e como isso afeta o mercado? Confira análise de CEO da Empiricus

4 de Julho de 2026, 14:00

A crise envolvendo Michelle Bolsonaro, seu enteado Flávio Bolsonaro e o PL, ganhou mais um capítulo que, ao que tudo indica, está longe de ser o final. Na última terça-feira (30) a ex-primeira-dama comunicou a sua saída da presidência do PL Mulher.

De acordo com Michelle, a decisão foi motivada pelo desejo de se dedicar aos cuidados da filha e do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Mas, para o mercado, os motivos podem ir além da simples intenção de cuidar da família. Especialmente porque o anúncio da decisão veio após a publicação de um vídeo nas redes sociais em que Michelle expôs o conflito com o principal nome da direita na disputa eleitoral.

Na visão de Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus Research, os eventos envolvendo a ex-primeira-dama talvez sejam o gatilho que pode mudar tudo na disputa eleitoral.

“É sempre difícil analisar trajetórias históricas enquanto elas acontecem, mas existe uma chance de que essa peça transformadora tenha surgido nesta semana, mediante o vídeo publicado por Michelle Bolsonaro em suas redes sociais”, escreveu Amstalden em relatório da Empiricus.

Saiba mais: não sabe como proteger os investimentos dos ruídos políticos? Libere agora mesmo o Empiricus+ de graça, até o fim das eleições.

Um passo muito bem calculado, mas rumo a quê?

Enquanto muitos entenderam o vídeo publicado por Michelle como uma impulsividade, o CEO da Empiricus acredita que a gravação foi cuidadosamente planejada e faz parte de uma estratégia política maior, ainda em desenvolvimento.

“Embora parte das fontes (críticas) classifique o post de Michelle como impensado ou impetuoso, entendemos que se trata de um sinal, e não de ruído. […] o vídeo foi cuidadosamente preparado; não é uma peça aleatória.”

Outro ponto que chama a atenção de Amstalden é o fato de a manifestação ter acontecido com o aval do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na mesma linha, ele acredita que o vídeo não representa um movimento isolado, mas o início de uma sequência de acontecimentos ainda desconhecidos.

“Michelle não teria gravado um vídeo desse quilate se não houvesse um vislumbre objetivo dos próximos passos e das negociações vindouras.”, reforçou.

Ainda em sua newsletter, publicada nesta terça-feira (1º), após o anúncio da saída de Michelle do PL Mulher, o analista reforçou essa tese. Segundo ele, ainda não é possível afirmar que a disputa eleitoral mudou definitivamente de rumo, mas os acontecimentos recentes criaram um fator de incerteza.

‘Grandes viradas de mercado ocorrem por flexões não só de número e grau, mas também de gênero’: como se posicionar na Bolsa?

Na visão de Amstalden, a importância política de Michelle Bolsonaro pode ser comparada ao papel desempenhado por Simone Tebet na eleição presidencial de 2022.

Embora Tebet não tenha chegado ao segundo turno, seus quase cinco milhões de votos no primeiro turno foram determinantes para a vantagem obtida por Luiz Inácio Lula da Silva sobre Jair Bolsonaro na etapa decisiva da disputa.

Para o CEO da Empiricus, o momento atual pode representar uma dinâmica semelhante. Mesmo sem saber exatamente quais serão os próximos desdobramentos, Michelle passa a ocupar uma posição capaz de influenciar o equilíbrio da disputa eleitoral.

“Grandes viradas de mercado ocorrem por flexões não só de número e grau, mas também de gênero”, disse em sua newsletter.

Essa possibilidade também influencia a forma como Amstalden enxerga o mercado. Em seu entendimento, o cenário eleitoral permanece aberto e a volatilidade tende a aumentar nos próximos meses, por isso, ele recomenda cautela ao investidor.

Na visão de Rodolfo Amstalden, neste momento cabe ao investidor preservar ao máximo a exposição em Bolsa. Pelo menos até o mês de agosto, avalia.

E a Empiricus vai ajudar os investidores a fazer isso, passo a passo, de forma 100% gratuita, até o fim das eleições.

Empiricus+: veja como garantir o acesso gratuito às principais séries até o fim das eleições

As eleições costumam ser um dos períodos de maior volatilidade para os mercados financeiros. O evento envolvendo Michelle Bolsonaro é um exemplo disso.

Mas para além dele, mudanças nas pesquisas, decisões judiciais e novos acontecimentos políticos podem alterar rapidamente as expectativas dos investidores e provocar fortes oscilações na Bolsa, no dólar e nos juros.

Pensando em ajudar o investidor a navegar por esse cenário, a maior casa de análise independente do país está liberando o acesso gratuito à Empiricus+ até o fim do ciclo eleitoral.

Até outubro, o investidor poderá acompanhar às 11 principais séries da casa. Na Empiricus+ você terá:

Análises e relatórios que vão te ajudar a entender como os principais acontecimentos políticos afetam os mercados;

As estratégias que os analistas consideram mais adequadas para proteger e aproveitar oportunidadesem um ambiente de maior incerteza;

Recomendações para investir em ações, renda fixa, fundos imobiliários, estratégias alternativas, entre outros.

Para garantir seu acesso gratuito à Empiricus+ e acompanhar a cobertura completa das eleições e seus impactos sobre os investimentos, é muito simples: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções.

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Quer construir uma carteira de renda extra no longo prazo? Conheça as 12 recomendações da Empiricus

4 de Julho de 2026, 12:00

Para o investidor que almeja montar um portfólio de renda extra com estratégias de longo prazo, é preciso não olhar só para o futuro, mas estar atualizado com os eventos relevantes no tempo presente.

É justamente com essa premissa que a Empiricus atualiza mensalmente sua carteira de renda extra. Segundo Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, “na construção do portfólio, a prioridade é previsibilidade, qualidade e potencial de retorno, combinando análise fundamentalista com leitura tática para otimizar pontos de entrada e ajustes”.

Por isso, o analista mantém o olhar atento ao macro e ressalta alguns eventos de junho que podem continuar ressoando nos investimentos de julho em diante. Confira:

Petróleo, inflação e IA: o que foi manchete em junho

O acordo entre Estados Unidos e Irã trouxe alívio aos mercados, contribuindo para a queda do preço do petróleo e para a redução das expectativas de inflação em diferentes economias. Ainda assim, o último mês evidenciou que o ambiente internacional segue sensível aos desdobramentos geopolíticos.

Conforme relembra Spiess, junho começou com a sensação de que o mercado global ainda conseguia conviver com duas forças contraditórias: o entusiasmo estrutural com inteligência artificial (IA) e a persistência de riscos geopolíticos relevantes no Oriente Médio.

“Na prática, essa convivência ficou mais difícil ao longo do mês. O petróleo deixou de ser apenas uma variável de commodity e voltou a funcionar como canal de transmissão para inflação, juros e apetite por risco”, comenta.

O que o cenário brasileiro indica para o investidor em busca de renda extra?

Já no Brasil, o cenário econômico está mais concentrado em dados, segundo Spiess. A inflação corrente, expectativas, câmbio, e mercado de trabalho podem ajudar a determinar um eventual novo corte da Selic após o último, de 0,25 ponto percentual.

Atualmente, a taxa básica de juros reside em 14,25% ao ano, e o tom permanece de cautela. “A queda de juros não deve ser tratada como destino garantido, ela ainda depende de um conjunto de confirmações”, afirma o analista.

Além disso, a política fiscal segue como o maior ponto de risco, com o deterioramento das contas públicas e a possibilidade de um agravamento ante a disputa eleitoral.  

Diante de todo esse contexto, em junho, a Bolsa brasileira andou de lado, com o Ibovespa abrindo e fechando o mês na casa dos 170 mil pontos.  

Mesmo com todos esses fatores, o analista acredita que renda continua sendo uma das teses mais relevantes do mercado brasileiro, “não porque o cenário ficou fácil, mas justamente porque permanece exigente. Quando a incerteza é alta, o prêmio aparece.”

Nesse contexto, para os investidores que chegam a julho tentando entender onde estão as oportunidades para buscar renda extra , Matheus Spiess aponta 12 possibilidades de renda passiva. 

Onde investir em julho com foco em renda extra?

Para uma carteira focada em renda, a mudança de regime em torno da Selic é importante, pois o debate muda de foco: “Ao invés de pensar ‘quando os juros caem?’, passa a ser ‘que tipo de prêmio o investidor deve receber para carregar risco em um mundo de inflação mais resistente?’”, afirma.

Segundo Spiess, “a leitura para uma carteira de renda é construtiva, mas seletiva”, e não se trata de abandonar duration, crédito, FIIs ou dividendos.

“É preciso organizar a carteira em camadas: uma base líquida e pós-fixada bem remunerada, uma parcela de inflação com carrego real, uma exposição gradual a prefixados e duration, crédito privado de alta qualidade e ativos de renda variável apenas quando a geração de caixa justificar o risco assumido”, detalha.

Em sua carteira de renda extra, o analista busca unir ativos que historicamente demonstram capacidade consistente de pagar bons proventos com oportunidades que também possam se valorizar ao longo do tempo.

“Não buscamos apenas ‘renda alta’, mas sim qualidade, sustentabilidade e equilíbrio. O investidor passa a ter uma carteira pensada para gerar fluxo mensal passivo, ao mesmo tempo em que participa do crescimento de empresas e setores estratégicos da economia”, afirma Spiess.

O portfólio de renda extra da Empiricus em julho é composto de 12 ativos, diversificados em diferentes classes. Um desses ativos, inclusive, é uma ação conhecida do mercado:de uma companhia do setor imobiliário.

Segundo Spiess, a posição na empresa tem maior potencial de ganho de capital, visto que tende a se beneficiar de juros menores, melhora das condições de financiamento imobiliário e recuperação gradual do apetite por ativos domésticos de maior duration.

Confira a carteira completa de renda extra da Empiricus

A boa notícia é que, se você quer descobrir qual é essa ação, além dos outros 11 ativos recomendados pela Empiricus Research para compor um portfólio de renda extra, não é preciso pagar R$ 1 sequer.

A carteira recomendada está disponível na área logada da Empiricus. O cadastro é gratuito e, ao acessar, você pode conhecer todos os ativos recomendados e saber o quanto investir em cada um para buscar os melhores resultados.

Clique no botão abaixo e veja a carteira de renda extra de julho da Empiricus:

CONFIRA A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DE JULHO

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Inteligência artificial: o investidor que não usa, ‘cada dia que passa, vai ficando para trás’, alerta especialista

4 de Julho de 2026, 09:00

Você ainda não usa inteligência artificial para investir? Segundo Leonardo Dawadji, especialista em IA aplicada ao mercado financeiro, cada dia de espera aumenta a distância para quem já incorporou a tecnologia ao processo de análise.

Para o especialista, o maior erro não é deixar de usar uma ferramenta específica, mas adiar o aprendizado enquanto a tecnologia evolui em ritmo acelerado.

“Quanto mais tarde você demora para começar a usar, mais você vai demorar para alcançar tudo o que está acontecendo”, afirma.

Foi com essa provocação que começou o novo episódio do Empiricus Podca$t. Nesta semana, o programa discutiu como a inteligência artificial está transformando a forma de tomar decisões de investimento. Tanto entre os grandes players do mercado, quanto entre os investidores pessoa física.

A IA virou a ponte entre a tecnologia e as boas ideias

Durante o programa, Dawadji explicou que a inteligência artificial deve ser encarada como uma aliada do investidor, e não como um substituto do pensamento crítico.

Na prática, essa tecnologia pode acelerar tarefas que antes consumiam horas de trabalho. Entre os principais exemplos: resumir relatórios, organizar informações, analisar documentos extensos e estruturar teses de investimento.

Outra grande vantagem da IA para os investidores é a capacidade de colocar em prática ideias que, anteriormente, exigiriam alto conhecimento técnico em ferramentas de programação. Nesse sentido, o especialista apresentou algumas funcionalidades específicas do Claude, ferramenta que ele considera uma das mais avançadas.

Ele aponta que esta IA pode ajudar o investidor a rodar comandos como instalar pacotes, executar scripts e desenvolver aplicações. Tudo isso sem necessariamente conhecer linguagem de programação.

Entretanto, mais importante do que decorar comandos ou dominar uma plataforma específica, é aprender a utilizar a IA para resolver problemas reais do dia a dia. Durante o programa, Dawadji ainda apresentou três aplicações simples que qualquer investidor iniciante pode começar a usar hoje mesmo para ganhar produtividade e melhorar sua rotina de análise.

Você já pode conferir quais são essas funcionalidades no novo episódio do Empiricus Podca$t. Além de discutir como a inteligência artificial já está mudando o mercado financeiro, o programa aborda o impacto da IA no mercado de trabalho. Além dos limites da tecnologia e os cuidados que o investidor deve tomar antes de delegar tarefas à inteligência artificial.

Se você quer entender por que a IA deixou de ser apenas uma tendência e como utilizá-la de forma prática nos investimentos, vale a pena assistir ao episódio completo do Empiricus PodCa$t:

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Lula ou Flávio, Selic e El Niño: Como preparar sua carteira para o restante de 2026?

4 de Julho de 2026, 08:00

As eleições presidenciais de 2026 já estão no radar do mercado. A última pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg, nesta quarta-feira (1º), apontou que o atual presidente Lula (PT) lidera os dois cenários contra Flávio Bolsonaro (PL), chegando a mais de 10 pontos percentuais (p.p.) de diferença no 1º turno.

Enquanto novas pesquisas de intenções de voto para presidente da República ainda circulam, outro ponto que atrai a atenção do mercado é o patamar elevado das taxas de juros.

“O Caged de maio apontou uma desaceleração gradual de empregos. O dado soma-se ao IPCA-15 mais benigno, à PNAD Contínua e à comunicação mais clara de Gabriel Galípolo após o Relatório de Política Monetária, fortalecendo as apostas em um novo corte de 0,25 p.p. da Selic em agosto”, comenta Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research.

Além disso, investidores também acompanham a possibilidade de um novo episódio de El Niño de forte intensidade. O fenômeno climático, que atinge regiões de todo o país, coloca em risco a produção global de alimentos e os preços das commodities agrícolas.

Como investir diante desses 3 fatores de risco?

Na hora de investir com sabedoria e sem colocar o seu patrimônio em riscos desnecessários, é preciso olhar para o cenário como um todo.

O El Niño se trata de um fenômeno climático, restando como medidas tentar antecipar os danos e preveni-los, tanto fisicamente quanto financeiramente.

Já no aspecto das expectativas para a taxa Selic, Spiess aponta que a desaceleração forte dos dados de atividade pode dar mais espaço para o BC cortar juros, ainda que o tamanho dessa margem dependa do fiscal – isto é, das despesas do governo.

Ambos os fatores (El Niño e cortes da Selic) estão sendo levados em conta ao longo de todo o ano de 2026 na hora dos analistas da Empiricus escolherem os melhores ativos recomendados para seus investidores.

Agora, com a chegada do segundo semestre do ano, a tendência é que o terceiro fator passe a concentrar mais a atenção do mercado.

As votações das eleições de 2026 estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro e ainda não está definido quais serão os políticos a concorrer. Por enquanto, a lista de pré-candidaturas conta com nomes como:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)

Nas próximas semanas, a oficialização das candidaturas e o início do período de campanhas até a contagem final de votos, deve trazer muita volatilidade aos preços do mercado.

Historicamente, são em momentos como este que quem está posicionado da maneira correta tem a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro.

Isso porque em momentos de volatilidade podem ocorrer grandes perdas, mas também aparecem grandes oportunidades para quem está preparado.

Em períodos semelhantes a este, os analistas da Empiricus já conseguiram entregar lucros de 300%, 1.000% e 1.700%, em meio à alta variação de preços acompanhando as urnas.

Claro que os retornos passados são garantia de lucros futuros. Mas o que se desenha neste cenário é um ambiente econômico com algumas similaridades ao que possibilitou os lucros anteriores.

Por isso, os analistas da Empiricus estão muito confiantes de que é possível surfar nessas oportunidades – e acreditam que os investidores podem começar a preparar seu portfólio o mais cedo possível para o que vem por aí.

Na visão da casa, nem mesmo importa se um dos nomes acima ou outro vai vencer as eleições em outubro. É possível buscar ganhos em qualquer cenário, com a estratégia ideal para os seus objetivos financeiros. 

E para encontrar carteiras preparadas para ter a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro, a casa convida a conhecer a Empiricus+ gratuitamente até o fim das eleições.

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A Empiricus+ é a assinatura “streaming” da casa. De ações a criptomoedas, o investidor pode conhecer, em um único lugar, as principais recomendações da Empiricus para turbinar sua carteira de investimentos a partir de agora.

Confiante na qualidade de seu trabalho e no potencial estratégico do momento atual para os investidores, a casa liberou a assinatura da Empiricus+ com gratuidade por todo o período eleitoral de 2026 (até o segundo turno das eleições).

Assim, os investidores podem acompanhar pessoalmente o diferencial de investir com boas orientações – não apenas em períodos de riscos mais urgentes, como também no longo prazo.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos, como lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes tudo isso com acesso gratuito até o final das eleições.

Uma oportunidade como essas não se vê todos os dias e é por isso mesmo que quem estiver interessado, deve se inscrever o quanto antes, pois essa condição estará disponível por tempo limitado.

Se ficou curioso para conhecer a Empiricus+ e acessar as principais carteiras da casa de forma gratuita para preparar o bolso para os riscos do 2º semestre de 2026, é só clicar no botão abaixo:

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DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Carteira recomendada de BDRs da Empiricus inclui ‘a maior empresa mais desconhecida do mundo’; veja

3 de Julho de 2026, 14:00

Empiricus Research acaba de atualizar sua carteira recomendada de BDRs com a inclusão da “maior empresa mais desconhecida do mundo“, definição lembrada por Matheus Spiess, analista responsável pelo portfólio.

Ele explica que essa é a forma pela qual parte dos investidores se refere à líder mundial na fundição de semicondutores, materiais essenciais para a tecnologia digital – de computadores pessoais a data centers de inteligência artificial (IA).

A companhia passa a integrar um portfólio que conta com 12 BDRs, no total, para quem busca exposição a mercados internacionais com diversificação entre diferentes países, mas sem deixar de lado o predomínio do mercado acionário norte-americano.

SAIBA QUAL EMPRESA É GIGANTE MUNDIAL DOS SEMICONDUTORES

Gigante de seu segmento

Sobre a nova companhia que integra o portfólio, Spiess detalha que “seu modelo permitiu que empresas do mundo inteiro concentrassem esforços no design de chips, enquanto a fabricação ficava a cargo dela”. 

De origem asiática, ela detém cerca de 73% do mercado global de fundição desses componentes eletrônicos. “Em chips voltados à inteligência artificial, sua participação supera os 90%”. 

O analista destaca três pontos como os principais responsáveis por essa liderança:

  • Escala; 
  • Investimentos intensivos em capital; e
  • Décadas de experiência acumulada no desenvolvimento de tecnologias de fabricação cada vez mais avançadas.

Como resultado, a companhia colhe “margens elevadas e forte geração de caixa para financiar novos avanços tecnológicos”. 

Avaliada em US$ 2,4 trilhões, a empresa faz parte do seleto grupo das trilionárias em dólar. De acordo com um levantamento da B3, apenas 12 companhias integram essa seleção e negociam BDRs na bolsa brasileira, sendo onze delas sedeadas nos Estados Unidos.

CONHEÇA O PORTFÓLIO DE BDRS DA EMPIRICUS NA ÍNTEGRA

Descubra a empresa indicada pela Empiricus

Como mencionado, a carteira recomendada de BDRs da Empiricus Research traz 12 ativos na busca por ganhos com mercados internacionais. Eles ocupam pesos que variam entre 5% e 15% do valor total do portfólio. 

Empresas de tecnologia representam 55% da carteira, enquanto o restante está distribuído entre financeiras, energia, consumo, saúde, indústria e comunicação. 

Ao acessar, você pode conhecer todos os ativos recomendados e saber o quanto investir em cada um para buscar os melhores resultados. 

Clique no botão abaixo e veja os melhores BDRs na visão da Empiricus:

QUERO SABER QUAL É A MAIOR EMPRESA MAIS DESCONHECIDA DO MUNDO

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Em mês de ‘jogo empatado’ para o Ibovespa, 3 ações do mesmo setor subiram mais de 10%: o que exatamente aconteceu?

3 de Julho de 2026, 12:00

O Ibovespa fechou o mês de junho no “zero a zero”. Em meio a altos e baixos, o índice encerrou o pregão da última terça-feira (30) em 172.024 pontos, diferença quase imperceptível em relação ao pregão que abriu o mês, em 1º de junho (172.098 pontos). Ou seja, jogo praticamente empatado, mesmo com os últimos dias trazendo uma certa melhora de sentimento em relação às semanas anteriores.

Mas apesar de o índice ser um indicador da “saúde” da renda variável brasileira como um todo, não significa que todos as ações se comportaram da mesma forma nesse período. Algumas, por si, brilharam no mês de junho – e compartilham caraterísticas em comum, que fazem sentido quando analisadas de perto.

Seriam essas ações, então, boas pedidas para quem quer investir no momento? Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, trouxe sua visão sobre o assunto no programa Giro do Mercado, do Money Times, da terça-feira (30). Confira:

Caixa Seguridade (CXSE3), BB Seguridade (BBSE3), Porto (PSSA3): seguradoras estão entre as maiores altas do Ibovespa em junho

Após o fechamento da terça-feira (30), a lista final das 10 maiores altas do Ibovespa no mês de junho traz os seguintes nomes:

  • Copasa (CSMG3): 14,3%
  • Marfrig (MBRF3): 12,62%
  • Embraer (EMBJ3): 11%
  • Caixa Seguridade (CXSE3): 11,29%
  • BB Seguridade (BBSE3): 10,65%
  • Cury (CURY3): 10,49%
  • Porto (PSSA3): 10%
  • Smart Fit (SMFT3): 6,58%
  • Weg (WEGE3): 6,58%
  • Itaú (ITUB4): 6,17%

Especificamente para o caso da Copasa, que liderou as altas, Ruy Hungria explica que sua privatização, concluída no último dia 16 de junho, “reduz drasticamente os riscos e converge para aquilo que os investidores enxergam como um ambiente mais favorável para investimentos e eficiência”, contribuindo para sua valorização na B3.

Porém, não se pode deixar de notar que, entre as 9 outras ações no topo, três delas são papéis de seguradoras: Caixa Seguridade (CXSE3), BB Seguridade (BBSE3) e Porto (PSSA3). O analista afirma que isso não é coincidência.

Paradoxalmente, o bom desempenho das seguradoras está diretamente relacionado ao contexto de juros altos, e de possível interrupção no ciclo de cortes da Selic, que estamos vivendo. A “fórmula”, a princípio, parece simples:

“No caso das empresas de seguros, temos sempre que lembrar que elas recebem o prêmio do seguro ‘na frente’ e investem esse dinheiro, normalmente em renda fixa”.

Ou seja, a “carta na manga” é ter o core do negócio diretamente exposto à ponta vencedora dos juros. “Quanto mais os juros permanecerem elevados, mais essa parcela dos resultados tende a ser beneficiada”, afirma.

CXSE3, BBSE3, PSSA3: Vale a pena investir em ações de seguradoras agora?

É possível que surja a pergunta: para o momento, essas são as ações nas quais devemos “mirar” ao investir na Bolsa a partir de agora?

Para Hungria, comprar ações de seguradoras “é uma forma do investidor se expor a empresas na renda variável que não sofram tanto em um contexto de juros elevados”, o que pode ser positivo. Ao contrário do que é visto em outros dos principais setores listados em bolsa:

“Em um contexto em que temos uma perspectiva de juros mais altos, ou que não caiam tanto, empresas mais cíclicas, de construção ou de varejo, acabam sofrendo mais, porque ou seus clientes dependem de crédito, ou elas mesmas trabalham com endividamento elevado, o que acaba prejudicando os resultados.”

Porém, ainda “não é para ir de peito aberto” ao mar da Bolsa, segundo o analista. Em nome da diversificação, é essencial montar uma carteira com ativos de setores variados e com qualidade, que possam estar preparadas para qualquer desdobramento que 2026 possa trazer:

  • Se o Ibovespa estiver em tendência de alta ou de baixa;
  • Se o ciclo de cortes na Selic for eventualmente interrompido;
  • Independentemente do nível de impacto das eleições nos seus investimentos. 

“A ideia é sempre ter na carteira ações que você sabe que vão conseguir atravessar qualquer um desses cenários”, conclui o analista.

Dito isso, apenas uma ação de seguradora está entre as recomendações de Ruy Hungria por ora. Negociada a um múltiplo de 10,8 vezes seu preço sobre lucros esperados para os próximos 12 meses (valuation considerado atrativo, na visão dos analistas da casa), está presente na série Empiricus Dividendos – uma curadoria de ações pensada para quem busca renda extra mesmo no atual momento de mercado.

Se você deseja conhecer a ação de seguradora recomendada agora, além dos outros nomes que a acompanham nas indicações para buscar dividendos, você está convidado a conferir por meio da Empiricus+.

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Empiricus atualiza carteira de FIIs que rendeu 500% do Ifix em 2026; veja as novas recomendações

3 de Julho de 2026, 10:00

Com a virada para julho, investidores voltam a olhar para a carteira de investimentos e avaliar possíveis ajustes. Nesse cenário, a Empiricus Research divulgou sua Carteira TOP FIIs do mês, em um momento em que o mercado de fundos imobiliários exige mais atenção.

Junho foi marcado por um ambiente de incerteza, com o mercado reagindo a eventos relevantes no cenário macroeconômico. Entre eles, o avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, que contribuiu para diminuir os temores sobre o fornecimento global de energia.

Por outro lado, a inflação seguiu no centro das decisões dos bancos centrais, tanto no Brasil quanto no exterior. 

No cenário doméstico, o Copom decidiu pelo corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, chegando à 14,25% ao ano. A decisão em si já era esperada pelo mercado.  

No entanto, o tom do comunicado gerou dúvidas. Para alguns analistas, a autoridade monetária sinalizou espaço para novos cortes mesmo com a inflação acima da meta. 

Com essa combinação de acontecimentos, houve uma queda na cotação dos fundos imobiliários. O IFIX, principal indicador de desempenho dos FIIs, recuou 1,2% no mês, puxado pela relação inversa que esses ativos têm com os juros. 

Logo, em um cenário assim, escolher bem quais FIIs manter ou não na carteira faz toda a diferença. 

Dois FIIs na mira dos analistas 

Entre os segmentos de fundos imobiliários, logística segue como uma das principais escolhas entre os gestores, segundo Caio Araujo, analista da Empiricus Research. 

Os fundos de CRI também aparecem bem avaliados. Já renda urbana, residencial e agronegócio exigem mais cautela. 

Para Araujo, dois fatores puxam essa análise mais de perto: o desconto em relação ao valor patrimonial e o reajuste dos aluguéis. Na Carteira TOP FIIs de julho, o analista lembra que os últimos meses trouxeram correções relevantes nas cotações dos FIIs, principalmente nos fundos de tijolo. 

Apesar de um curto prazo ainda incerto, o analista avalia que o momento é um bom ponto de entrada para quem deseja investir na classe de ativos. 

Agora, na seleção deste mês, dois FIIs se destacam por características distintas: Vinci Logística (VILG11) e Mauá Capital Recebíveis Imobiliários (MCCI11). 

O VILG11 é um dos fundos mais consolidados do segmento, com participação em 12 imóveis espalhados por 7 estados. Mesmo após forte valorização em 2025, ainda negocia com desconto frente ao valor patrimonial e tem yield anualizado de 10,5%. 

Já o MCCI11 segue outra estratégia, focada em CRIs. Cerca de 76% do portfólio está alocado nesses papéis, com taxa média contratada de IPCA +8,5% ao ano. O fundo distribui um provento mensal entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, com yield anualizado de 12,7%. 

Mas esses são apenas dois dos 7 FIIs que compõem a seleção da Empiricus para investir no mês de julho. 

Veja como acessar a Carteira TOP FIIs de julho

A Carteira TOP FIIs da Empiricus segue entregando desempenho superior ao seu referencial em 2026. Até o momento, a seleção acumula alta de 7,5% no ano, frente a 1,5% do IFIX – um retorno equivalente a 500% do benchmark.  

Além da valorização das cotas, a carteira também se destaca pela geração de renda: considerando os proventos distribuídos pelos fundos nos últimos 12 meses, o dividend yield médio dos ativos selecionados é de 11,1%. 

Se você deseja conhecer a seleção completa, o acesso à Carteira TOP FIIs está disponível dentro da área logada da Empiricus e você pode incorporar os ativos ao seu portfólio de forma simples e prática. 

Por lá, você confere todos os fundos recomendados e ainda descobre como investir na carteira de maneira automatizada. Na prática, isso permite aplicar em todos os FIIs com poucos cliques. 

Para acessar, basta fazer login na área logada da Empiricus e consultar a Carteira TOP FIIs do mês. 

QUERO ACESSAR A CARTEIRA TOP FIIS

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Sai Direcional (DIRR3), entra Cyrela (CYRE3): veja as ações recomendadas pela Empiricus para buscar dividendos em julho

3 de Julho de 2026, 08:57

Pensando em uma nova estratégia para julho, a Empiricus Research acaba de atualizar sua carteira recomendada de dividendos. Os analistas da casa dão destaque para as reviravoltas econômicas das últimas semanas, como o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã e leituras de inflação mais positivas nos EUA e no Brasil, para embasar a novidade trazida nas recomendações.

“Junho terminou com um tom mais favorável do que começou”, afirmam no relatório. “Além de ajudar o Ibovespa a recuperar boa parte das quedas do mês, isso também deixa perspectivas melhores para o início do segundo semestre”.

Com essa possível melhora de sentimento no radar, os analistas propuseram uma alteração na carteira em julho: a saída de Direcional (DIRR3), dando lugar à Cyrela (CYRE3).

Por que investir em Cyrela (CYRE3) ao invés de Direcional (DIRR3) para buscar dividendos em julho?

Segundo a Empiricus, a entrada de Cyrela (CYRE3) na carteira vem com uma explicação direto ao ponto: um posicionamento de olho em uma possível melhora do sentimento macro, devido a fatores observados no final de junho, como:

  • Reaproximação entre Estados Unidos e Irã, “trazendo esperanças de que a guerra esteja próxima do fim”;
  • Leituras de inflação positivas tanto nos EUA quanto no Brasil, “o que volta a dar esperanças de um ambiente de juros mais baixos”;
  • Maior ceticismo dos investidores internacionais para com as teses de tecnologia e inteligência artificial (IA) na bolsa americana, “o que parece ter ajudado a trazer de volta parte do fluxo para emergentes”.

Os analistas entendem que CYRE3 é uma das ações de construtoras mais bem-posicionadas para capturar novo viés possivelmente positivo no mercado, por dois motivos em especial:

1. Ciclo de cortes nos juros:é uma das empresas mais beneficiadas pelo ciclo de cortes da Selic, especialmente no segmento de média renda.”

2. Bom posicionamento em cenário mais desfavorável: “Apesar de estar em um setor cíclico, possui estrutura de capital defensiva, e a enorme disciplina financeira a deixa preparada mesmo em um cenário de desaceleração mais forte.”

A Empiricus ressalta, também, seu valuation atrativo: atualmente, a empresa negocia a 5,3 vezes seus lucros esperados para 2026, “em linha com a média do setor, mesmo com qualidade muito superior”, afirmam. Além disso, o dividend yield esperado para o ano é de cerca de 5,5%.

Abrindo espaço para a entrada de Cyrela na carteira, saem os papéis da Direcional (DIRR3). Assim, a carteira segue trazendo nomes diversificados, de diversos setores da economia, mitigando riscos e otimizando a busca por bons dividendos

Empiricus Dividendos: acesse relatório completo da carteira gratuitamente

Essa foi apenas uma pequena amostra do que você pode encontrar no relatório completo da carteira Empiricus Dividendos para o mês de julho.

E a boa notícia é que o relatório está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto que queiram conhecer as teses mais a fundo. Essa é uma chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos nesse mês.

Para acessá-lo, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

EMPIRICUS DIVIDENDOS: ACESSE O RELATÓRIO GRATUITO

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Petrobras (PETR4) pode sofrer com o fim da guerra no Oriente Médio? Entenda os possíveis impactos 

2 de Julho de 2026, 14:00

A possibilidade de uma resolução para a guerra no Oriente Médio voltou a pressionar os preços do petróleo nos mercados internacionais e reacendeu discussões sobre como um barril mais barato pode afetar a Petrobras (PETR4), principal empresa do setor na B3.  

Com a expectativa da redução de tensões na região, investidores passaram a enxergar um risco menor de interrupções na oferta global, levando o Brent, principal referência para o preço do petróleo, a perder parte da valorização registrada nas últimas semanas. 

Essa percepção ganhou força após o acordo preliminar firmado entre os Estados Unidos e o Irã no dia 17 de junho, que estabeleceu um cessar-fogo de 60 dias e abriu caminho para negociações de uma trégua permanente. 

Após atingir US$ 126 no auge da guerra, petróleo recua para a faixa de US$ 73 

Desde o início do conflito, as preocupações com uma possível interrupção do fluxo do petróleo pelo Oriente Médio impulsionaram o preço da commodity. No auge da tensão, entre março e abril, o valor do barril chegou a ultrapassar a marca de US$ 120. 

A região concentra alguns dos principais produtores mundiais e abriga o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo consumido globalmente.  

Com o arrefecimento do conflito e as sinalizações de uma possível resolução, o preço do petróleo Brent recuou para o patamar de US$ 73,91 até o fechamento de mercado da última segunda (29). 

Como a possível resolução do conflito impacta a Petrobras (PETR4)?

Em um cenário de alta do petróleo, as empresas do setor tendem a se beneficiar com a maior geração de receita. No Brasil, a Petrobras foi uma das que sentiram esse movimento: as ações da estatal chegaram a valorizar mais de 60% entre janeiro e abril deste ano, embora tenham devolvido parte dos ganhos nos meses seguintes.  

Agora, com a possível resolução do conflito, a companhia voltou ao radar dos investidores, que questionam se a queda no preço do barril poderá impactar os resultados da empresa e sua distribuição de dividendos. 

Na avaliação dos analistas da Empiricus Research, no entanto, a relação entre o preço do petróleo e o desempenho da Petrobras é menos direta do que pode parecer

Segundo a equipe, aproximadamente 80% da produção da empresa é destinada ao segmento de refino. Como os preços dos combustíveis são reajustados com menor frequência, as oscilações do Brent não são repassadas imediatamente para os resultados da estatal. 

Os analistas lembram que, durante a alta do petróleo provocada pela guerra, a Petrobras elevou o preço da gasolina apenas uma vez e do diesel duas vezes. Na visão da casa, isso mostra que, da mesma forma que a empresa não capturou toda a alta da commodity, também não deve sentir integralmente uma eventual queda

A área mais sensível continua sendo a de exploração e produção, principalmente no petróleo exportado, que é vendido com base nos preços internacionais. Ainda assim, a Empiricus avalia que essa parcela representa somente parte do desempenho da companhia

Mesmo em um cenário com o Brent próximo de US$ 70 por barril, a casa segue com uma perspectiva positiva para a Petrobras. Os analistas destacam a produtividade do pré-sal, o baixo custo de extração, a geração de caixa e o potencial de distribuição de dividendos para sustentar a recomendação da ação. 

O possível fim do conflito no Oriente Médio é apenas um dos fatores que podem mudar rapidamente as perspectivas sobre diferentes investimentos.  

Por isso, os analistas da Empiricus Research acompanham diariamente os principais acontecimentos do mercado para revisar suas teses e identificar novas oportunidades. 

Empiricus+: Como investir com estratégia independentemente do cenário de mercado

Na Empiricus+, o investidor tem acesso, em um só lugar, às carteiras recomendadas, relatórios, cursos e conteúdos exclusivos produzidos pelos especialistas da casa.  

Assim, é possível acompanhar os temas mais relevantes do mercado e esclarecer dúvidas em tempo real. 

A plataforma também reúne atualizações das sugestões sempre que o cenário econômico muda e lives semanais com analistas, auxiliando o investidor a tomar decisões mais bem-informadas. 

Ao clicar no botão abaixo, você pode experimentar o Empiricus+ gratuitamente por 30 dias e conhecer todas as ferramentas disponíveis antes de decidir pela assinatura.  

Acesse o seu benefício: 

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Valter Rebelo, da Empiricus, quer usar IA para pagar viagem à Copa do Mundo; entenda se é possível

2 de Julho de 2026, 10:00

Enquanto acompanha a Copa do Mundo de 2026 diretamente dos Estados Unidos, o especialista em criptoativos da Empiricus, Valter Rebelo, testa na prática uma proposta inusitada: usar seu sistema de trade por meio de inteligência artificial para tentar custear toda a viagem.

A ferramenta utilizada é o Delta IA, desenvolvido para operar no mercado de criptomoedas e que será disponibilizado a investidores interessados.

Durante a estadia nos EUA, ele tem compartilhado registros da competição, como a vitória do Brasil sobre o Japão por 2 a 1.

A iniciativa chama atenção porque assistir ao torneio de perto exige um investimento elevado. Levantamentos apontam que um torcedor que queira acompanhar apenas uma partida pode gastar entre R$ 15 mil e mais de R$ 20 mil.

Saiba mais: sistema criado na Empiricus utiliza IA para buscar renda extra com potencial de atingir, em média, até R$ 191 por dia. Criador vai explicar como funciona

Especialista da Empiricus na Copa do Mundo 

Valter Rebelo usa seu perfil no Instagram para compartilhar a rotina da viagem à Copa do Mundo. 

Além de mostrar o clima nos estádios e dar palpites sobre resultados, ele mostra lugares onde almoça, como faz para pagar suas compras usando criptomoedas e já postou até um veículo da Uber 100% autônomo utilizado em um de seus deslocamentos. 

O próprio Valter brincou sobre ter utilizado dinheiro conquistado por meio da IA para custear a corrida em um carro totalmente controlado por IA

O especialista percorreu um longo caminho para chegar até esse ponto. Economista formado pelo Insper, ele possui MBA em ciência de dados e inteligência artificial pela USP/Esalq. Além disso, integrou a primeira entidade voltada para a pesquisa e estudo da tecnologia de blockchain no Brasil, o Blockchain Insper, em 2019. 

Ao longo das próximas semanas, Valter seguirá compartilhando sua jornada na Copa do Mundo, além de explicar como funciona seu sistema automatizado para negociar criptoativos.

[PARTICIPAÇÃO GRATUITA] SISTEMA SERÁ MOSTRADO DIA 13

Delta IA: A ferramenta utilizada por especialista da Empiricus na Copa

Delta IA foi desenvolvido na Empiricus por uma equipe liderada pelo próprio Valter Rebelo. A ferramenta utiliza a estratégia Long & Short

Em resumo, o sistema utiliza inteligência artificial para analisar constantemente uma lista de centenas de ativos e, toda semana, gera dois grupos de criptomoedas:

  • Um das criptos com maior probabilidade de valorização nos próximos dias;
  • Outro com aquelas que podem perder valor no mesmo período.

Então, o próprio sistema monta posições compradas para as criptos com potencial de alta ao mesmo tempo em que realiza operações vendidas com moedas que devem cair. 

Essa estratégia é usada para que, caso o mercado suba, a ponta comprada compense as perdas ocorridas na ponta vendida. O contrário também é esperado caso se concretize um cenário de baixa. 

De acordo com dados divulgados pela Empiricus sobre o mês de maio, usuários do Delta IA puderam receber até R$ 6.117 de renda extra no período, valor equivalente a R$ 191 por dia, em média. 

No mesmo período, o bitcoin (BTC), principal criptomoeda do mercado, registrou queda na casa dos 20%

RENDA EXTRA: COMO BUSCAR ATÉ R$ 191 POR DIA, EM MÉDIA

Empiricus vai oferecer novos acessos ao Delta IA

Agora, além de acompanhar Valter Rebelo na Copa, novos investidores também poderão buscar sua renda extra de até R$ 191 por dia, em média. 

É claro que ganhos passados não garantem retornos futuros, mas a confiança dos profissionais da Empiricus em um sistema que já conquistou resultados comprovados faz a diferença. 

Assim, surgiu a ida do especialista à Copa do Mundo, além da abertura de vagas para novas pessoas no Delta IA

Assim, no dia 13 de julho, investidores interessados poderão assistir a uma transmissão especial. Valter apresentará sua estratégia e vai explicar o funcionamento do Delta IAO evento será totalmente gratuito.

Também serão liberados novos acessos à ferramenta durante a transmissão. A partir deles, qualquer investidor interessado em buscar renda passiva poderá fazer isso sem a necessidade de acompanhar o mercado como um especialista

Apesar da gratuidade, é necessário fazer um cadastro simples para receber o link do evento. 

Clique no botão abaixo para se inscrever rapidamente e ter a oportunidade de testar o Delta IA:

BUSCAR ATÉ R$ 6.117 POR MÊS COM IA

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Pensando em comprar apartamento na Vila Mariana? Antes de decidir, confira outra estratégia que pode render 79% mais

2 de Julho de 2026, 08:00

Receber aluguel continua sendo uma das formas preferidas do brasileiro de construir patrimônio e gerar renda recorrente. E, quando o assunto é investir em imóveis em São Paulo, as buscas por “comprar apartamento na Vila Mariana” se destacam nas pesquisas do Google.

A indicação do mecanismo de buscas corrobora com o levantamento do QuintoAndar que aponta que a região lidera o ranking dos bairros mais procurados por quem deseja comprar imóveis para investimento na capital paulista.

A combinação de infraestrutura, mobilidade, universidades, hospitais e alta demanda por locação são os principais motivos pelos quais tantos investidores enxergam no bairro uma oportunidade para obter renda mensal com aluguel.

Mas será que adquirir um apartamento para alugar ainda é a estratégia mais eficiente para transformar patrimônio em renda?

Nos últimos anos, os fundos imobiliários (FIIs) passaram a disputar espaço com o imóvel físico justamente por oferecerem uma proposta semelhante: receber “aluguéis” mensais.

Para entender qual estratégia pode fazer mais sentido simulamos dois cenários: a compra de um studio na Vila Mariana e a aplicação do mesmo valor em uma carteira de fundos imobiliários.

Tem R$ 500 mil para investir? Veja o retorno de apartamento na Vila Mariana e de aplicar em fundos imobiliários

Se você está pensando em comprar um apartamento na Vila Mariana, deve estar preparado para fazer um investimento relativamente alto. De acordo com o QuintoAndar, o preço médio de um studio na região gira em torno de R$ 450 mil a R$ 800 mil.

Assim, para essa simulação, consideramos um studio de aproximadamente 30 m², um quarto, um banheiro e sem vaga de garagem, à venda por R$ 500 mil na Vila Mariana:

(Fonte: Viva Real)

Suponha que o apartamento está em perfeito estado de conservação e você não terá de realizar nenhuma reforma antes de colocá-lo para locação. Assim, segundo a estimativa de aluguel do QuintoAndar, o imóvel poderia ser locado por cerca de R$ 3.464 mensais.

No entanto, depois de descontar os custos com condomínio (R$ 600), IPTU (R$ 170) e taxas de administração, a renda líquida estimada cai para aproximadamente R$ 2.585 por mês.

(Fonte: QuintoAndar)

Ou seja, considerando o retorno líquido, estamos falando de um rendimento de 6,38% ao ano. Uma rentabilidade levemente acima da média registrada para a cidade de São Paulo na pesquisa FipeZap de maio (6,11% ao ano).

Agora imagine investir exatamente os mesmos R$ 500 mil na seguinte carteira de fundos imobiliários:
(Fonte: Empiricus Research)

Considerando a carteira recomendada pela Empiricus Research, a aplicação de R$ 500 mil poderia ter gerado, em média, R$ 4.614,46 por mês em dividendos ao longo dos últimos 12 meses.

É claro que, retornos passados não são garantia de retornos futuros. Contudo, tomando como base o valor líquido que o investidor recebe no aluguel do imóvel físico, estamos falando de um retorno potencial até 79% maior na estratégia com fundos imobiliários.

Mas não é só isso. Enquanto o investidor que compra um apartamento concentra todo o patrimônio em um único imóvel, uma carteira de FIIs distribui o investimento entre diferentes segmentos do mercado imobiliário.

Em outras palavras, você pode investir em galpões logísticos, lajes corporativas, shoppings, imóveis de renda urbana e títulos imobiliários, reduzindo riscos e aumentando as fontes de receita.

Vale ainda destacar que, no caso do apartamento, você só vai conseguir investir se tiver os R$ 500 mil. Nos fundos imobiliários, é possível começar com muito menos. Obviamente, o valor a ser recebido será proporcional ao seu investimento. Contudo, você pode receber até 10 “aluguéis” em julho, com a estratégia de FIIs.

VEJA COMO BUSCAR ATÉ 10 PAGAMENTOS EM JULHO COM FIIs

Teste por 30 dias a estratégia de fundos imobiliários da Empiricus e tenha a chance de receber até 10 ‘aluguéis’ em julho

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários, é o responsável pela carteira de FIIs da Empiricus. Além de selecionar os ativos, o analista acompanha constantemente o mercado para realizar ajustes sempre que identifica oportunidades ou mudanças relevantes no cenário econômico. Isso permite que a carteira permaneça alinhada às melhores perspectivas para o setor.

Como os fundos distribuem dividendos em datas diferentes, a composição do portfólio ainda oferece a possibilidade de receber pagamentos ao longo de praticamente todo o mês.

Por isso, antes de comprometer R$ 500 mil na compra de um único imóvel, vale a pena conhecer a estratégia que busca transformar o mesmo patrimônio em até 10 ‘aluguéis’ mensais.

Para quem aderir agora, a Empiricus está liberando gratuitamente por 30 dias o acesso à sua carteira recomendada de fundos imobiliários.

Durante esse período, será possível conhecer os 10 FIIs que compõem o portfólio, entender os critérios utilizados na seleção dos ativos e acompanhar todas as atualizações feitas pelo analista responsável.

E o melhor: os primeiros dividendos poderão começar a “pingar na sua conta” a partir de julho, desde que respeitadas as datas de elegibilidade de cada fundo.

Além da carteira de fundos imobiliários, o período de acesso também inclui outras 10 carteiras recomendadas da Empiricus. Isso permitirá que o investidor conheça diferentes estratégias antes de decidir como alocar seu patrimônio.

Se, ao final do período gratuito, a estratégia fizer sentido para seus objetivos, basta continuar seguindo as recomendações da carteira. Caso contrário, você poderá simplesmente encerrar o acesso, sem nenhum compromisso.

Então, se você quer ter a chance de receber até 10 “aluguéis” a partir de julho, basta clicar no botão abaixo:

QUERO BUSCAR ATÉ 10 ‘ALUGUÉIS’ COM FIIs EM JULHO

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Alibaba (BABA34): ações caíram 38%, mas essa pode ser uma oportunidade de investir, segundo a Empiricus 

1 de Julho de 2026, 10:00

Alibaba (NYSE: BABA; B3: BABA34), empresa chinesa de tecnologia, acumula queda de cerca de 38% no ano na NYSE, bolsa de valores dos EUA. A recente volatilidade dos mercados, somadas às tensões econômicas e regulatórias da China, podem ser alguns motivos por trás da queda.  

Mas, para Matheus Spiess, analista da Empiricus, esse pode ser justamente um bom ponto de entrada para investir nas ações. Diante da concorrência das big techs americanas, o desconto relevante das ações da empresa chinesa mostra-se atrativo, na visão do analista. 

Bom momento para comprar ações da Alibaba (BABA34), segundo analista

A Alibaba é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, e tem se alinhado às práticas de outras gigantes do setor, como a Microsoft (MSFT34) e OpenAI, direcionando seus esforços para “soluções corporativas capazes de gerar receita recorrente e ganhos concretos de produtividade”, segundo Spiess. No mês passado, a empresa chinesa reorganizou sua divisão de IA de forma a tratá-la como prioridade estratégica central para os próximos anos. 

O analista da Empiricus enxerga que a companhia continua expandindo seus negócios e fortalecendo sua geração de caixa, ou seja, os resultados continuam evoluindo.  

Além disso, a companhia está em uma posição bem-estabelecida para capturar o crescimento da demanda por IA, tanto por meio de suas operações de computação e nuvem quanto pela incorporação dessas tecnologias em seu ecossistema de comércio eletrônico. 

Apesar disso, o preço da ação não acompanhou a tese. O que significa que o mercado pode estar ignorando o potencial de crescimento da empresa — e abrindo espaço para investidores que sabem identificar essas distorções. 

Os papéis da Alibaba seguem como recomendação de compra da Empiricus, presentes na carteira IA Cash, que traz esse e outros ativos ligados à tecnologia e inteligência artificial. 

Conheça a carteira IA Cash da Empiricus e faça seus investimentos com estratégia 

Como enxergar outras oportunidades de compra em ações como a Alibaba (BABA34)? 

Encontrar empresas com potencial de valorização e convicção suficiente para investir nos papéis exige análise constante, acompanhamento de mercado e acesso a informações de qualidade — algo que nem sempre é viável para a maioria dos investidores. 

É justamente esse trabalho que a Empiricus faz diariamente. Hoje, por exemplo, a Alibaba (BABA34) continua entre as indicações da carteira IA Cash, ao lado de outras gigantes globais ligadas à inovação e ao avanço da inteligência artificial, como Microsoft (MSFT34)Amazon (AMZO34) Nvidia (NVDC34)

Ao acessar o relatório completo da IA Cash, você poderá conhecer toda a tese de investimento por trás das recomendações, entender por que os analistas seguem enxergando valor nessas empresas e conferir o posicionamento atual da carteira. 

Além disso, você pode investir nas indicações da carteira de forma totalmente automatizada pela plataforma do BTG Pactual, sem precisar monitorar o mercado diariamente ou realizar ajustes por conta própria. 

Acesse agora o relatório completo da IA Cash e veja como investir nessa estratégia de forma prática e automatizada: 

QUERO CONHECER A CARTEIRA EMPIRICUS IA CASH  

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Três riscos que podem definir seus investimentos em 2026 no Brasil

5 de Julho de 2026, 08:00

As eleições presidenciais de 2026 começam a ganhar espaço nas projeções do mercado financeiro. A pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg na quarta-feira (1º) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando os cenários de disputa contra Flávio Bolsonaro (PL), com vantagem superior a 10 pontos percentuais no 1º turno.

Paralelamente ao cenário político, investidores observam de perto a trajetória da taxa Selic, que segue em patamar elevado.

“O Caged de maio apontou uma desaceleração gradual de empregos. O dado soma-se ao IPCA-15 mais benigno, à PNAD Contínua e à comunicação mais clara de Gabriel Galípolo após o Relatório de Política Monetária, fortalecendo as apostas em um novo corte de 0,25 p.p. da Selic em agosto”, comenta Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research.

Além disso, investidores também acompanham a possibilidade de um novo episódio de El Niño de forte intensidade. O fenômeno climático, que atinge regiões de todo o país, coloca em risco a produção global de alimentos e os preços das commodities agrícolas.

Veja como investir diante dos 3 eventos de risco

Na hora de investir com sabedoria e sem colocar o seu patrimônio em riscos desnecessários, é preciso olhar para o cenário como um todo.

O El Niño se trata de um fenômeno climático, restando como medidas tentar antecipar os danos e preveni-los, tanto fisicamente quanto financeiramente.

Já no aspecto das expectativas para a taxa Selic, Spiess aponta que a desaceleração forte dos dados de atividade pode dar mais espaço para o BC cortar juros, ainda que o tamanho dessa margem dependa do fiscal – isto é, das despesas do governo.

Ambos os fatores (El Niño e cortes da Selic) estão sendo levados em conta ao longo de todo o ano de 2026 na hora dos analistas da Empiricus escolherem os melhores ativos recomendados para seus investidores.

Agora, com a chegada do segundo semestre do ano, a tendência é que o terceiro fator passe a concentrar mais a atenção do mercado.

As votações das eleições de 2026 estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro e ainda não está definido quais serão os políticos a concorrer. Por enquanto, a lista de pré-candidaturas conta com nomes como:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)

Nas próximas semanas, a oficialização das candidaturas e o início do período de campanhas até a contagem final de votos, deve trazer muita volatilidade aos preços do mercado.

Historicamente, são em momentos como este que quem está posicionado da maneira correta tem a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro.

Isso porque em momentos de volatilidade podem ocorrer grandes perdas, mas também aparecem grandes oportunidades para quem está preparado.

Em períodos semelhantes a este, os analistas da Empiricus já conseguiram entregar lucros de 300%, 1.000% e 1.700%, em meio à alta variação de preços acompanhando as urnas.

Claro que os retornos passados são garantia de lucros futuros. Mas o que se desenha neste cenário é um ambiente econômico com algumas similaridades ao que possibilitou os lucros anteriores.

Por isso, os analistas da Empiricus estão muito confiantes de que é possível surfar nessas oportunidades – e acreditam que os investidores podem começar a preparar seu portfólio o mais cedo possível para o que vem por aí.

Na visão da casa, nem mesmo importa se um dos nomes acima ou outro vai vencer as eleições em outubro. É possível buscar ganhos em qualquer cenário, com a estratégia ideal para os seus objetivos financeiros.

E para encontrar carteiras preparadas para ter a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro, a casa convida a conhecer a Empiricus+ gratuitamente até o fim das eleições.

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Confiante na qualidade de seu trabalho e no potencial estratégico do momento atual para os investidores, a casa liberou a assinatura da Empiricus+ com gratuidade por todo o período eleitoral de 2026 (até o segundo turno das eleições).

Assim, os investidores podem acompanhar pessoalmente o diferencial de investir com boas orientações – não apenas em períodos de riscos mais urgentes, como também no longo prazo.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos, como lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes tudo isso com acesso gratuito até o final das eleições.

Uma oportunidade como essas não se vê todos os dias e é por isso mesmo que quem estiver interessado, deve se inscrever o quanto antes, pois essa condição estará disponível por tempo limitado.

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É hoje: ferramenta que pode buscar até R$ 1 milhão será apresentada às 19h; participe do evento

23 de Junho de 2026, 10:00

Nesta terça-feira, dia 23 de junho, a Empiricus Research vai liberar os acessos à inteligência artificial de investimentos criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Diferentemente de ferramentas que apresentam soluções a partir de prompts dos usuários, esse modelo opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas.

Mas os acessos serão limitados, por isso, confira como receber o seu.

Veja como essa nova IA busca as melhores oportunidade no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial atua de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as melhores oportunidades em tempo real. Dessa forma, a ferramenta identifica os ativos mais potencialmente promissores e executa as operações automaticamente.

O modelo foi desenvolvido por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, profissional do mercado de ativos digitais há seis anos, com um MBA em ciências de dados pela USP.

Unindo automação, análise e estratégia, o objetivo da ferramenta é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil.

Como a IA lida atua com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado durante um evento online e gratuito para investidores interessados em testar a ferramenta.

Novos acessos serão liberados durante evento gratuito; veja como participar

Nesta terça, 23 de junho, a partir das 19h, será realizado um evento online e gratuito para apresentar mais detalhes sobre o funcionamento da inteligência artificial e explicar como ela pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de em média R$ 3,5 mil.

Durante a apresentação, Valter Rebelo deve mostrar como a ferramenta funciona na prática, quais critérios que a IA usa para selecionar ativos digitais e executar.

Será liberado um novo lote de acessos para investidores interessados em testar a tecnologia, porém, de forma limitada e distribuídos por ordem de chegada.

Por isso, se você ficou interessado em saber mais sobre a ferramenta, clique no link abaixo para participar do evento:

QUERO CONHECER A IA QUE PODE BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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3 investimentos ‘obrigatórios’ após o acordo de paz entre Estados Unidos e Irã

21 de Junho de 2026, 10:00

Na última quarta-feira (17), os presidentes dos Estados Unidos e Irã — Donald Trump e Masoud Pezeshkian, respectivamente — assinaram o acordo de paz na guerra no Oriente Médio. O documento já está em vigou e trouxe 14 pontos que devem ser endereçados por ambos países.

Entre os principais tópicos do acordo de paz está o fim imediato da guerra em todas as frentes, inclusive no Líbano, a reabertura do Estreito de Ormuz pelo Irã e fim do bloqueio naval dos Estados Unidos aos portos iranianos.

Além disso, o acordo estabeleceu um prazo de 60 dias para que os países negociem a questão nuclear, além de prever a liberação do dinheiro de fundos iranianos no exterior e um programa de US$ 300 bilhões para a reconstrução do Irã.

Nos mercados, o impacto positivo da decisão foi observado nos preços. Com a iminência da decisão e a confirmação do acordo, o petróleo tipo Brent caiu mais 9% ao longo desta semana. Na quinta-feira (18), a commodity era negociada na casa dos US$ 79, patamar observado pela última vez em 3 de março deste ano.

Da mesma forma, os principais índices ao redor do mundo operavam no positivo. O S&P500 subia 1,12%, enquanto o Nasdaq apresentava uma alta de 1,94%. No Japão e na Europa, as bolsas também indicavam alívio com o Nikkei 225 e o Euro Stoxx50 subindo 1,65% e 0,29%, respectivamente.

Mas apesar da recepção positiva, Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, aponta que o acordo “está longe de encerrar as incertezas que cercam a região”. Além disso, o analista avalia que o conflito evidencia um movimento de consolidação de uma nova ordem global.

E, nesse novo cenário, três teses de investimento são estratégicas. Veja a seguir quais são e como se expor a elas.

Uma nova ordem global tripolar

Enquanto o mundo acompanha os desdobramentos do acordo entre Estado Unidos e Irã, Matheus Spiess chama a atenção para o “volume sem precedentes de investimentos” em três frentes que ele considera estratégicas. São elas: inteligência artificial, defesa e transição energética.

Ele aponta que, só em 2026, os gastos públicos e privados nessas três áreas já somam US$ 10 trilhões e a expectativa é de um adicional de aproximadamente US$ 6 trilhões até o fim da década.

De acordo com Spiess, esse comportamento reflete mais do que movimentos isolados. Trata-se de uma transformação estrutural “que vem sendo descrita como um novo superciclo global de investimentos.”

Um dos principais motores para o crescimento dessas teses nas carteiras dos investidores vem de uma mudança na forma com o mundo se organiza. O analista aponta que está surgindo uma estrutura descentralizada em que diferentes blocos econômicos e geopolíticos se unem para defender os próprios interesses.

Diante deste contexto, surgem divergências entre os blocos a respeito de temas como: comércio internacional, governança da internet, regulação da inteligência artificial, o papel dos EUA na arquitetura global e apoio à Ucrânia.

“Nesse ambiente, a geopolítica deixa de atuar apenas como fonte de risco e passa a desempenhar um papel cada vez mais relevante como direcionadora dos fluxos de capital, estimulando investimentos em infraestrutura, tecnologia, energia e segurança nacional”, aponta Spiess.

Assim, Matheus avalia que diante dessas mudanças, o investimento não deve se pautar apenas nos fundamentos econômicos tradicionais. Segundo ele, agora o investidor precisa estar atento às “prioridades geopolíticas que moldarão a próxima fase do crescimento global”.

Matheus aponta que, neste momento, há uma lista de ativos que o investidor deveria ter para se expor aos três temas mais relevantes do momento.

Carteira Empiricus Megatendências: confira as recomendações para ‘capturar’ as mudanças na economia global

Pensando em estar posicionado nos principais temas globais, a Empiricus lançou a Carteira Empiricus Megatendências. Por meio de investimentos simples, acessíveis e negociados na bolsa local, é possível ter acesso a ativos ligados às principais mudanças em curso, sejam elas tecnológicas, geopolíticas ou econômicas.

Assim, a estratégia do portfólio inclui a utilização de ETFs (Exchange Trade Funds). Esses fundos de índice, listados na B3, permitem ao investidor acessar uma exposição diversificada e com maior praticidade no acompanhamento.

Atualmente, a carteira conta com 14 ativos que posicionam o investidor nos principais temas globais, inclusive defesa, inteligência artificial e transição energética. E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de publicações do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 14 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Megatendências automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas pelo Matheus Spiess são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente.

Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é fazer um cadastro gratuita no BTG Content. 

Ao realizar o cadastro na plataforma de publicações gratuitas do BTG Pactual, você poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada Empiricus Megatendências. Bem como a uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento. 

Para diversificar o portfólio e ter acesso aos investimentos que podem mudar os rumos da economia global, clique no botão abaixo e siga as instruções:

QUERO INVESTIR NOS PRINCIPAIS TEMAS GLOBAIS

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Dividendos: Petrobras (PETR4) e mais 7 empresas da bolsa pagam proventos de até R$ 2,50 por ação nesta semana

21 de Junho de 2026, 09:00

A partir desta segunda-feira (22), 7 ações listadas na Bolsa brasileira têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para pagamento aos seus investidores. Para que você se mantenha bem-informado, preparamos um calendário completo, organizados por valores e datas de pagamento.

Porém, é preciso estar atento a dois pontos de grande importância:

  • “Data com” (data de corte): somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estão aptos a receber os pagamentos;
  • Tributação: JCPs estão sujeitos ao Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos são tributados em 10% na fonte, isso quando ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Calendário de dividendos: 22 a 26 de junho

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data de pagamentoData de corte
CPFL EnergiaCPFE3Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA3Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA5Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA6Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
Equatorial ParáEQPA7Dividendo0,13422/06/202629/04/2026
EternitETER3Dividendo0,08522/06/202630/03/2026
PetrobrasPETR4JCP0,31322/06/202622/04/2026
ComgásCGAS3JCP1,69825/06/202615/06/2026
ComgásCGAS3Dividendo2,28925/06/202615/06/2026
ComgásCGAS5JCP1,86825/06/202615/06/2026
ComgásCGAS5Dividendo2,51825/06/202615/06/2026
AssaíASAI3JCP0,10426/06/202606/01/2026
BanrisulBRSR3Dividendo0,22026/06/202612/06/2026
BanrisulBRSR5JCP0,22026/06/202612/06/2026
BanrisulBRSR6JCP0,22026/06/202612/06/2026
SaneparSAPR11JCP0,55226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR11JCP1,40826/06/202630/06/2025
SaneparSAPR3JCP0,10226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR3JCP0,26026/06/202630/06/2025
SaneparSAPR4JCP0,11226/06/202630/12/2025
SaneparSAPR4JCP0,28626/06/202630/06/2025

Quais as melhores ações pagadoras de dividendos da Bolsa? Confira recomendações no Empiricus+

Se você deseja otimizar ao máximo a busca por dividendos em sua carteira de investimentos, é preciso contar com uma curadoria das ações mais promissoras nesse sentido: e o Empiricus+ pode te ajudar com isso.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa e conhecer os papéis indicados para a sua carteira no momento atual.

Você, leitor desse texto, tem direito a testar o serviço por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu benefício:

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A 3ª fase do mercado de fundos imobiliários: CEO do Patria explica novo momento da indústria em episódio do Empiricus Podca$t

20 de Junho de 2026, 09:00

Durante muito tempo, investir em fundos imobiliários parecia uma história relativamente simples. Os juros caíam, os FIIs subiam. Os investidores buscavam renda mensal isenta de imposto e a indústria crescia em ritmo acelerado.

Mas, segundo Rodrigo Abbud, CEO da área de Real Estate do Patria, essa fase ficou para trás. O executivo defendeu a tese de que o mercado brasileiro de fundos imobiliários está entrando em um novo estágio de desenvolvimento.

No episódio desta semana do Empiricus Podca$t, Abbud explicou o que ele considera ser o terceiro ciclo da indústria e o que o investidor pode esperar dos fundos imobiliários daqui para frente.

Nascimento, expansão e agora consolidação: a nova fase dos fundos imobiliários no Brasil

Na visão de Abbud, o primeiro ciclo foi marcado pelo surgimento dos fundos imobiliários no Brasil. O segundo veio com a expansão da classe de ativos, impulsionada pela queda dos juros, pela popularização dos investimentos e pelo crescimento acelerado da base de cotistas.

Agora, porém, a dinâmica parece diferente. “Estamos no início do terceiro ciclo”, afirmou o executivo durante a conversa. Desta vez, o foco deixa de ser apenas crescimento e passa a envolver consolidação, profissionalização e ganho de escala, avalia Abbud.

O CEO de real estate do Patria aponta que, hoje, a indústria brasileira reúne mais de 500 fundos listados e cerca de R$ 200 bilhões em patrimônio. O mercado cresceu de forma significativa na última década, mas ainda está distante da dimensão observada em mercados mais maduros.

Nos Estados Unidos, por exemplo, os REITs — equivalentes aos FIIs brasileiros — somam aproximadamente US$ 1,4 trilhão em patrimônio distribuído entre cerca de 250 veículos. Para Abbud, essa comparação sugere que o Brasil ainda está apenas no começo de um processo de amadurecimento.

Nesse sentido, uma pergunta permanece no ar:

Quem serão os grandes vencedores dessa nova fase?

Fundos maiores vão dominar o mercado? A consolidação da indústria está apenas começando? E quais segmentos do mercado imobiliário podem concentrar as melhores oportunidades nos próximos anos?

Rodrigo Abbud responde a essas e outras questões no episódio completo do Empiricus Podca$t. Assista à conversa e entenda por que o futuro dos fundos imobiliários pode ser bastante diferente do que a maioria dos investidores imagina hoje.

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Mesmo com Selic reduzida para 14,25% ao ano, pausa nos cortes de juros é ‘praticamente inevitável’, segundo analista

18 de Junho de 2026, 16:36

A semana que se encerra nesta sexta-feira (19) trouxe desdobramentos relevantes ao mercado. Além da Super Quarta (que combinou decisões de juros do Copom, no Brasil, e do Federal Reserve, nos Estados Unidos), a assinatura de um acordo preliminar entre EUA e Irã pode ser um dos primeiros passos rumo ao fim do conflito no Oriente Médio.

No Brasil, o Copom optou por reduzir a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, levando-a aos 14,25% ao ano. A princípio, a combinação de possível fim da guerra e cortes nos juros pode parecer um bom sinal – mas é preciso dar alguns passos para trás e entender que há mais em jogo.

Para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus, os efeitos da guerra podem perdurar, e uma pausa no ciclo de cortes da taxa Selic eventualmente virá.  

“Do ponto de vista analítico, a pausa parece praticamente inevitável. A combinação entre inflação corrente elevada, expectativas desancoradas, fiscal mais ruidoso e bancos centrais globais mais duros reduz drasticamente o espaço para a continuidade do afrouxamento monetário.”

Cenário brasileiro: ‘fiscal mais ruidoso’ é protagonista das expectativas

Destrinchando os fatores trazidos pelo analista, o próprio cenário doméstico brasileiro contribui para que os cortes na Selic não perdurem.

O atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros altos por mais tempo.

Para Spiess, por mais que o acordo entre EUA e Irã ajude reduzir a pressão imediata sobre o petróleo e o câmbio, “o cenário segue desconfortável”, especialmente do ponto de vista fiscal, que “continua sendo o principal limitador de uma normalização monetária mais limpa”.

 “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”, afirma. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais que, em sua visão, devem vir “obrigatoriamente” em 2027.

Além disso, a comunicação do Copom nesta última reunião pode ter trazido mais incertezas em relação às próximas decisões. Na intepretação de Spiess, “o Comitê parece desejar preservar espaço para eventuais cortes adicionais, caso o cenário permita”. O que, paradoxalmente, pode ser custoso para o câmbio e os vértices mais longos dos juros.

“Embora o Comitê tenha elevado a exigência para novas reduções de juros, preservou uma flexibilidade em sua função de reação, evitando condicionar de forma clara os próximos passos. Para parte do mercado, essa abordagem pode ser interpretada como um sinal de maior tolerância à desancoragem inflacionária, o que levanta questionamentos sobre a credibilidade futura da política monetária”.

Segundo o último boletim Focus, publicado na segunda-feira (15), expectativas do mercado giram em torno de uma Selic terminal a 13,75% em 2026. Vale monitorar se haverá alguma mudança nas perspectivas nos próximos dias.

Cenário global: juros podem permanecer mais altos globalmente, mesmo com o possível fim da guerra

Além do cenário doméstico, Spiess reforça que a decisão do Copom vem em um período em que as principais economias globais possivelmente caminham na contramão: endurecendo o tom. Isso porque, por mais que o conflito no Oriente Médio acabe, ele “não devolve o mundo ao conforto monetário anterior à crise”, diz o analista.

O chamado “G4 dos bancos centrais” (EUA, Japão, Reino Unido e Zona do Euro) podem acabar por “validar um regime global de juros mais altos por mais tempo”, segundo o analista.

A Zona do Euro elevou seus juros pela primeira vez desde 2023 na quinta-feira passada (11) e, na última quarta-feira (17), o Federal Reserve (Fed) manteve a taxa de juros dos EUA no intervalo entre 3,50 e 3,75%, com parte dos membros do comitê prevendo pelo menos uma decisão pela elevação dos juros ainda em 2026.

“A paz reduz a probabilidade de um choque de oferta, mas não apaga o legado inflacionário. Energia mais cara se espalha pelo frete, pelos custos industriais, pela produção de alimentos, pelas tarifas de serviços e, sobretudo, pelas expectativas. Um choque desse tipo deixa de ser apenas um evento de mercado e passa a contaminar a formação de preços de maneira mais ampla. Por isso, o alívio em Ormuz não entrega, por si só, uma folga automática aos bancos centrais.”

Onde e como investir em um cenário global tão incerto?

Esse é um cenário que pede por mais cautela do que o usual na hora de escolher onde investir. Mas não significa que o investidor precisa, necessariamente, tomar decisões sozinho, sem orientação profissional.

Matheus Spiess é um dos responsáveis pela Empiricus Megatendências, carteira recomendada criada para em um mundo em constante transformação, que exige investimentos feitos de forma tática.

“A estratégia parte da identificação de principais mudanças em curso – sejam tecnológicas, geopolíticas e econômicas – para direcionar a alocação a setores, regiões e temas que tendem a se beneficiar dessas transformações”, afirma o analista. A atual seleção da Empiricus Megatendências traz ativos voltados para temas como:

  • Commodities;
  • Corrida aeroespacial;
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Dentre outros.

Você está convidado a conhecer, na íntegra, o relatório completo com todas as indicações da carteira no momento. Ele está disponível no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Além disso, por meio da plataforma do banco, você também pode investir nos ativos recomendados de forma 100% automática.

Isso mesmo: você não precisa buscar os ativos “a dedo” em sua corretora. Com alguns cliques, o BTG faz o trabalho para você – inclusive de rebalanceamento e troca de ativos, quando necessário.

Para acessar o conteúdo e saber mais, é só clicar no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Sparta Infra (JURO11): queda e corte de rendimentos são alerta ou oportunidade?

18 de Junho de 2026, 09:00

A reprecificação no mercado de crédito incentivado tem gerado um clima mais conturbado para os fundos da categoria. O Sparta Infra (JURO11) é um dos fundos que ficaram mais expostos à marcação a mercado nesse contexto de saída de recursos.

No início do mês, a Sparta anunciou uma redução temporária na distribuição de rendimentos do JURO11, passando de R$ 1,00 para R$ 0,75 por cota em maio, e R$ 0,50 neste mês. O movimento se refletiu na queda do preço das cotas, que acumulam desvalorização próxima de 7% desde o início de maio.

Diante de um cenário mais pressionado para a categoria de debêntures incentivados, há oportunidade nas cotas do JURO11?

Para entender o posicionamento da empresa, os analistas da série Os Melhores Fundos, da Empiricus Research, conversaram com Caio Palma, gestor de infraestrutura da Sparta, e com a Natália Coura, responsável pelo relacionamento com investidores.

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JURO11: O que mudou de verdade?

Na avaliação dos analistas da casa, a queda nas cotas está muito mais ligada a um contexto mais amplo da categoria do que um problema estrutural do fundo.

A combinação entre dificuldades enfrentadas por emissores relevantes, o enfraquecimento do desempenho de fundos e a continuidade dos resgates levou a uma reprecificação significativa das debêntures, explica a equipe de analistas dos Melhores Fundos da Empiricus.

“Nos últimos anos, parte relevante dos rendimentos distribuídos foi sustentada não apenas pelo carrego dos títulos, mas também pelos ganhos de capital proporcionados pelo fechamento dos spreads de crédito. Com a recente abertura desses spreads e a elevação dos juros reais, fator particularmente relevante para um fundo indexado ao IPCA, esse componente adicional de retorno deixou de existir, exigindo uma postura mais conservadora na distribuição”, afirmam.

A avaliação dos analistas após a conversa com a gestora é de que os preços dos ativos já apresentam melhora em relação aos momentos mais críticos, embora a dinâmica de resgates nos fundos abertos da indústria ainda continue contribuindo para a volatilidade no curto prazo.

Nesse ambiente, os especialistas enxergam uma oportunidade interessante no JURO11. “Por ser um fundo fechado, o veículo não enfrenta pressão de vender ativos para fazer frente a resgates, o que lhe confere maior capacidade de atravessar períodos de turbulência com disciplina e flexibilidade”, avaliam.

Com isso, a gestão pode reciclar gradualmente a carteira em níveis mais elevados de spread, aproveitando distorções criadas pelo estresse recente do mercado.

Quanto à reação negativa dos investidores ao corte de distribuição, os analistas enxergam uma ampliação do desconto da cota de mercado para cerca de 4%, além de uma elevação da taxa implícita de negociação para aproximadamente IPCA + 9,8% ao ano, líquida de taxas.

“Na nossa avaliação, a redução dos rendimentos possui caráter muito mais conjuntural do que estrutural. A combinação entre spreads mais atrativos, desconto na cota de mercado e benefícios inerentes à estrutura fechada cria uma relação risco-retorno particularmente interessante para investidores com horizonte de médio e longo prazo”, avaliam.

Aproveite e veja esse e mais tipos de relatórios completos na plataforma do Empiricus+

Como ir além do olhar superficial do mercado?

Nem sempre as oportunidades mais atraentes à primeira vista são as que despertam entusiasmo imediato no mercado.

O JURO11 é um exemplo disso.  Mas, ao analisar os fundamentos e o contexto de mercado com mais profundidade, os analistas da Empiricus chegam a conclusões diferentes das que predominam no consenso.

E é justamente esse tipo de análise que você encontra na Empiricus+.

A plataforma reúne relatórios exclusivos, recomendações de investimento, carteiras recomendadas e análises produzidas por especialistas que buscam identificar valor onde a maioria dos investidores não está olhando.

Ao se tornar assinante, você passa a acompanhar não apenas as recomendações dos analistas, mas também o raciocínio por trás de cada tese de investimento.

Para conhecer mais sobre a plataforma, a Empiricus está liberando 30 dias de acesso gratuito ao Empiricus+, onde você pode conferir todas as análises que te ajudarão a fazer as melhores decisões para os seus investimentos.

A plataforma oferece carteiras recomendadas pensadas para diferentes perfis e objetivos de investimento, além de reunir conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e diversas outras classes de ativos, proporcionando uma visão mais ampla do mercado.

Se você busca uma visão além do senso comum e quer entender por que determinados ativos entram no radar dos especialistas, vale a pena conhecer o Empiricus+.

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Esses dois fatores podem fazer com que o Ibovespa volte ‘rapidamente’ à casa dos 190 mil pontos, segundo analistas

17 de Junho de 2026, 12:00

São tempos difíceis para o Ibovespa. O índice, que bateu sua máxima histórica de 199 mil pontos em abril, passou a despencar logo em seguida, salvo alguns momentos pontuais de otimismo.

Foi o caso do pregão da segunda-feira (15), no qual chegou a bater 174 mil pontos no pico intraday, surfando o bom humor do mercado após o anúncio de um acordo entre os EUA e o Irã no domingo (14). No entanto, o Ibovespa voltou a recuar e negociava na casa dos 169 mil pontos até o fechamento deste texto, na terça-feira (16).

Ou seja, a princípio, pode parecer que nem os sinais de uma resolução no Oriente Médio sejam o suficiente para sustentar a Bolsa brasileira. Será mesmo?

Para os analistas da Empiricus Research, há motivo para acreditar em uma recuperação do índice – até mesmo de volta à casa dos 190 mil pontos, como vimos em abril. Porém, essa recuperação depende da convergência de alguns fatores em especial.

Entenda os fatores que podem contribuir para uma ‘volta por cima’ do Ibovespa

Somando a contribuição de valuation e fundamentos, e supondo que a guerra vai finalmente se resolver, podemos imaginar o Ibovespa voltando rapidamente para um patamar de 180 a 190 mil pontos”, afirmam os analistas em relatório da última sexta-feira (12).

A partir dessa afirmação, podemos destrinchar os gatilhos que, se alinhados, podem contribuir para a “volta por cima” do Ibovespa.

Fim do conflito no Oriente Médio

Como falamos anteriormente, o Ibovespa pareceu não sustentar um pregão inteiro de alta com o anúncio de um acordo entre EUA e Irã, que pode, enfim, apontar para o fim da guerra no Oriente Médio. Mas vale lembrar que o fim das tensões pode ser um processo longo.

O conflito trouxe um sentimento generalizado de aversão ao risco nos mercados. Seu fim pode ainda não trazer normalização imediata. “Seria praticamente impossível alcançar um acordo rápido diante de um contexto tão complexo de direitos e deveres entre as partes”, afirmam os analistas.

Mas, aos poucos, investidores podem recuperar otimismo e reduzir o foco em posições mais defensivas, o que pode contribuir para a valorização dos ativos brasileiros.

“Contribuição” de valuation e fundamentos

O mercado brasileiro, referência em teses de commodities, tornou-se de grande interesse de estrangeiros após o início da guerra, especialmente após retirarem capital de teses ligadas ao mercado norte-americano. Inclusive, esse foi um dos principais gatilhos que carregaram a alta do Ibovespa alguns meses atrás.

Para os analistas, uma possível “ressaca” nas teses ligadas à inteligência artificial (IA) – que tem movido o otimismo de mercado nos EUA – pode “ser bom para o Kit Brasil”, considerando que poderia contribuir um retorno do fluxo estrangeiro ao país. Isso “salvo o caso de espraiamento sistêmico”, ou seja, de algum problema que afete os mercados globais de forma geral.

O valuation também entra como um ponto forte da bolsa brasileira. Em diversas ocasiões, os analistas da Empiricus reforçam a perspectiva de que os ativos brasileiros estão atualmente descontados, especialmente na ausência de fluxo comprador.

Inclusive, picos positivos recentes, como o visto no pregão da última quinta-feira (11), “não teriam acontecido se as ações brasileiras não estivessem negociando a múltiplos tão atrativos”, afirmam.

“O mercado local está bem-posicionado em fundamentos para captar esse fluxo gringo quando ele estiver pronto para voltar, e agora está bem-posicionado em valuation também”.

Empiricus+: com ou sem rali do Ibovespa, saiba como posicionar sua carteira de investimentos

O investidor bem-posicionado, dentro das estratégias corretas, pode otimizar os retornos de sua carteira independentemente do que acontecer com o Ibovespa nos próximos meses.

Os analistas da Empiricus estão sempre à postos para recomendar e atualizar suas recomendações de investimento, de acordo com cada passo que o mercado e a conjuntura geopolítica dão.

Se você está em busca desse tipo de apoio para seus investimentos, está convidado a conhecer o Empiricus+.

O Empiricus+ é a nova modalidade de assinatura “streaming” da casa. Em uma única plataforma, e de uma só vez, você tem acesso às principais recomendações do momento em:

  • Ações;
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  • Fundos Imobiliários;
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É possível ganhar dinheiro com IA? Ferramenta da Empiricus pode buscar até R$ 1 milhão em 12 meses

17 de Junho de 2026, 10:24

A inteligência artificial tem se consolidado como uma forma de otimizar a rotina de trabalho, auxiliando na produção de textos, vídeos e na estruturação de dados.

Porém, a IA também é útil na área de finanças, e uma nova ferramenta desenvolvida pela Empiricus foca exatamente na busca por geração de renda.

Esta inteligência artificial de investimentos foi criada para buscar até R$ 1 milhão no mercado de criptomoedas a partir de um capital inicial de R$ 3,5 mil.

Saiba como esta nova IA busca as melhores oportunidades no mercado de criptomoedas

A inteligência artificial foi desenvolvida por Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, que atua há 6 anos no mercado de ativos digitais e possui um MBA em ciências de dados pela USP. 

A ferramenta opera de forma automatizada no mercado de criptomoedas e busca as mais promissoras em tempo real. Assim, a IA identifica oportunidades e executa operações sem a necessidade de intervenção manual do investidor. 

Com automação, análise e estratégia, o objetivo é buscar até R$ 1 milhão a partir de um investimento inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses

O modelo procura características de moedas digitais que dispararam até 300 vezes no passado em sua base de dados.  

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, esse histórico permite a ferramenta buscar novos ativos com o mesmo perfil. 

Como a inteligência artificial lida com ativos digitais em um mercado volátil e de risco, o acesso a ela é limitado. No entanto, um novo lote de acessos será liberado para investidores interessados em testar a ferramenta. 

Evento gratuito vai liberar novos acessos; confira como participar

Para quem ficou interessado, no dia 23 de junho, às 19h, investidores poderão ter acesso a essa inteligência artificial de investimentos. 

Além do novo lote de acessos, será realizado um evento online e gratuito com mais detalhes sobre como esta IA pode buscar até R$ 1 milhão com um investimento inicial de R$ 3,5 mil. 

Contudo, a quantidade de acessos será limitada. Então, se você quer saber mais sobre como utilizar essa ferramenta, basta fazer sua pré-inscrição gratuita no botão abaixo: 

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Selic: gestores da Faria Lima cravam juros altos por mais tempo, aponta pesquisa; confira

16 de Junho de 2026, 14:21

As expectativas para as taxas de juros permanecem tão firmes quanto alguns goleiros desta Copa do Mundo. Essa opinião foi coletada pela pesquisa da série Os Melhores Fundos de Investimentos, da Empiricus Research.

A pesquisa buscou entender a visão de 30 gestores de multimercados sobre o nível da taxa Selic, para os próximos três anos e no longo prazo.

Leitura da Selic para 2026 e 2027 piora

As opiniões dos gestores, que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido em suas estratégias da classe, estão representadas em dot plot (gráfico de pontos), como é possível observar abaixo.

O modelo de gráfico em dot plot é tradicionalmente usado nos EUA para representar as projeções de cada membro do FOMC para a taxa básica de juros dos EUA.

Analisando a percepção do Brasil, o analista Alexandre Alvarenga comenta: “O dot plot veio mais duro ao longo de toda a curva para a taxa brasileira. A mediana para 2026 subiu de forma relevante e sugere menos espaço para cortes no curto prazo.”

O gráfico aponta que predomina entre os gestores a percepção de uma Selic entre 14,00% e 14,25% ao final do ano.

Além disso, Alvarenga também nota que houve uma piora na leitura para 2027 e no longo prazo, indicando que o mercado passou a embutir uma Selic estruturalmente alta por mais tempo, em linha com uma inflação ainda desconfortável e maior cautela com a convergência do juro real.

“O descolamento em relação ao Boletim Focus reforça a mensagem de prêmio de risco mais elevado na precificação dos juros. O movimento não é só de revisão no curto prazo, mas também no longo prazo”, reforça Alvarenga.

Na segunda-feira (15), o Focus elevou a estimativa para a taxa Selic ao fim do ano de 13,50% para 13,75%.

“No Brasil, pioraram de forma clara as leituras sobre inflação e fiscal. A combinação de inflação ainda pressionada, dúvidas sobre a trajetória das contas públicas e menor espaço para afrouxamento monetário manteve o ambiente mais difícil para ativos locais”, afirma o analista.

Além dos juros brasileiros, a pesquisa da Empiricus também se aprofundou na percepção dos gestores sobre os juros dos EUA e o pontos relevantes sobre o sentimento macroeconômico e a percepção do nível de risco.

“O dotplot americano ficou mais hawkish no médio prazo. A mediana para 2026 subiu de forma relevante, sugerindo menos cortes no horizonte próximo, enquanto 2027 e 2028 também avançaram, o que indica maior disposição do FOMC (Comitê de política monetária dos EUA) em manter a taxa acima do nível neutro por mais tempo”, comenta Alvarenga.

Diante dessa deterioração do quadro inflacionário, Alexandre Alvarenga e a equipe de analistas da Empiricus Research seguem diariamente se debruçando sobre os principais eventos e indicadores econômicos.

É com base nesses estudos que eles conseguem montar carteiras de investimento atualizadas para o investidor ter a chance de buscar lucros nesse cenário.

Carteiras que já valorizaram até 545%: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Mesmo diante de um cenário ainda turbulento por fatores econômicos e geopolíticos, os analistas da Empiricus Research seguem buscando oportunidades de investimento. Seja na bolsa de valores ou em outras classes de investimento, o objetivo é que o investidor brasileiro consiga posicionar seu portfólio no panorama atual de forma a mitigar prejuízos e otimizar as chances de lucros.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para perfis de investidor variados. Nelas, estão carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as diferentes classes de ativos. Alguns exemplos são:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, carteira de ações focada em valorização dos papéis: mais de 420,18% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Empiricus SmallCaps, carteira focada em ações de empresas de baixa capitalização: mais de 544,67% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Empiricus Dividendos, portfólio concentrado em ativos para dividendos: valorização de 447,94%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, também é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives para responder as dúvidas dos assinantes. Para complementar, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível. 

Atualmente, o Empiricus+ está disponível em duas opções de planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; e
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90. Mais de 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para ajudar a fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 30 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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Acordo entre EUA e Irã dá fôlego ao mercado com abertura imediata do Estreito de Ormuz; como se posicionar agora?

16 de Junho de 2026, 09:09

O Ibovespa começou a semana no verde, após a bandeira branca sinalizada entre os Estados Unidos e o Irã na noite de domingo (14). Os dois países, que vinham se enfrentando desde o final de fevereiro, oficializaram um acordo provisório de reabertura do Estreito de Ormuz.

Além disso, as nações devem iniciar um período de 60 dias de negociações sobre o programa nuclear iraniano, com assinatura formal prevista para sexta-feira (19), na Suíça. No rol dos tópicos sensíveis, o destino do programa nuclear iraniano e as tarifas de exportação americanas sobre o país não fazem parte das discussões preliminares.

Na segunda-feira (15) pela manhã, os principais mercados globais reagiam positivamente à notícia:

  • Bolsas na Ásia, na Europa e nos Estados Unidos subindo;
  • Preço do barril de petróleo em queda;
  • Recuo do dólar;
  • Recuperação do apetite ao risco, refletindo a redução do temor de uma interrupção prolongada no Estreito de Ormuz.

No Brasil, o Ibovespa também reagia positivamente, voltando a superar a marca dos 170 mil pontos no intradia da segunda-feira (15).

“O acordo também devolve protagonismo aos bancos centrais em uma semana marcada por decisões monetárias”, comenta o analista da Empiricus, Matheus Spiess.

Nesta semana, as reuniões do Copom e do Federal Reserve (a primeira com Kevin Warsh na presidência) se concentram com o encerramento na quarta-feira (17), além das decisões do Banco do Japão (terça, 16) e do Banco da Inglaterra (quinta, 18).

“Ainda assim, o alívio geopolítico não elimina os desafios inflacionários”, comenta Spiess, em referência ao aumento nos custos de produção e transporte de diversos produtos em escala global, para além do choque inicial sobre a oferta global de petróleo.

Alerta parecido veio de Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, que alertou que os preços elevados de energia já começam a se transmitir para outras partes da economia europeia. Além disso, “investidores também seguem atentos ao risco de efeitos secundários sobre salários, inflação subjacente e política monetária”, explica o analista em sua newsletter diária, Mercado em 5 minutos.

Descompressão de risco e mais apetite: onde posicionar a carteira agora?

Para Spiess, enquanto o acordo reduz um importante risco energético global, o estrago da crise que vivemos já foi feito.

Além disso, o especialista acredita que o preço do petróleo ainda deve trazer novas oscilações, com a economia da commodity adquirindo um ritmo diferente do conhecido anteriormente.

“Devemos voltar a ter conflitos na região, até mesmo porque a guarda revolucionária iraniana quase que se beneficia de um estado contínuo de conflito. Ela utiliza de desse ambiente para ampliar sua força dentro do Irã e na região como um todo”, afirma Spiess.

Contudo, enquanto o acordo se sustentar, o mercado deverá ver o dólar mais comportado, juros menores, menos risco global brando, “uma descompressão de risco importante”.

Diante desse cenário, marcado por mudanças rápidas e diferentes possibilidades de desdobramentos para os mercados, a forma do investidor preparar seu portfólio pode ser decisiva para os seus lucros.

Como parte da equipe de analistas da Empiricus Research, Spiess explica que as carteiras recomendadas pela casa foram estruturadas justamente para navegar em ambientes de maior incerteza.

Segundo ele, alguns portfólios buscam capturar ganhos caso um cenário mais favorável impulsione os mercados, enquanto outros mantêm exposição a empresas negociadas a múltiplos historicamente descontados, oferecendo potencial de valorização mesmo em contextos mais desafiadores.

Para investidores que desejam acompanhar essas análises e conhecer as estratégias recomendadas pelos especialistas da Empiricus Research, a casa reúne seu conteúdo principal em uma única plataforma.

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O Empiricus+ funciona como um “streaming” do mercado financeiro: em um só lugar, o investidor encontra sugestões de investimentos em ações, dividendos, renda fixa e estratégias de renda extra, entre outras oportunidades.

Além das recomendações, a plataforma oferece tutoriais e guias práticos para ajudar o investidor a colocar as estratégias em prática de forma simples, além de lives semanais com os analistas. Assim, é possível acompanhar os temas mais relevantes do mercado e esclarecer dúvidas em tempo real.

Para quem deseja aprofundar seus conhecimentos, o Empiricus+ disponibiliza ainda cursos completos sobre diferentes temas de investimento.

Ao assinar o plano anual do Empiricus+, você paga apenas R$ 14,90 por mês para ter acesso a todo esse conteúdo.

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Amazon (AMZO34) expande serviço de frete para outras empresas: é hora de investir?

15 de Junho de 2026, 15:35

A Amazon (B3: AMZO34 | Nasdaq: AMZN) abriu sua operação de transporte de cargas fracionadas (Less Than Truckload, ou LTL, na sigla em inglês) para empresas externas, na última semana.

“O episódio reforça uma das principais virtudes da companhia: a capacidade de extrair novas fontes de receita a partir de ativos já existentes”, afirma Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Confira a tese da Amazon (AMZO34) e por que investir

O serviço, disponível apenas nos Estados Unidos, conta com mais de 80 mil reboques e 24 mil contêineres e integra a plataforma Amazon Supply Chain Services, que abrange frete, distribuição, fulfillment (conjunto de processos logísticos que abrange todas as etapas entre a compra online do cliente e a entrega do produto) e envio.

A expansão da oferta LTL da Amazon (AMZO34) permitirá que companhias, que utilizam ou não o marketplace da plataforma, enviem paletes para armazéns de terceiros, centros de distribuição e varejistas parceiros.

Na visão de Spiess, o movimento remete diretamente à fórmula de sucesso da Amazon de “transformar uma infraestrutura originalmente desenvolvida para atender necessidades internas em uma plataforma de serviços escalável para terceiros”.

Veja também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Com a abertura, a Amazon passa a competir diretamente com operadores tradicionais de logística, que sentiram a reação imediata do mercado: as ações da FedEx Freight caíram cerca de 10%, e da Old Dominion, 5%.

Mesmo que o impacto financeiro imediato deva ser limitado diante da escala da Amazon, a abertura “fortalece a tese de longo prazo ao aumentar a utilização de sua infraestrutura, ampliar a integração de seu ecossistema e abrir novas avenidas de crescimento”, afirma Spiess.

“Nesse contexto, seguimos enxergando a Amazon como uma das companhias mais bem posicionadas para capturar tendências estruturais ligadas à digitalização, logística, inteligência artificial e serviços empresariais”, destaca o analista.

AMZO34 é uma das recomendações de ações internacionais de analista; veja mais

Spiess recomenda as BDRs AMZO34 para investidores brasileiros que querem acessar de forma eficiente essa tese, que faz parte da série de ações internacionais da Empiricus.

Você pode conhecer as outras recomendações por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa.

Com o Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações de investimento dos analistas em ações, fundos imobiliários, renda fixa e outros ativos.

Além disso, você também conta com relatórios, tutoriais e guias práticos para descobrir como investir em cada tese recomendada de maneira simples.

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Chegou o dia: Acesso às 5 criptomoedas para buscar até R$ 1 milhão nos próximos será revelado hoje

15 de Junho de 2026, 08:00

A possibilidade de transformar R$ 2.500 em até R$ 1 milhão é a proposta que será apresentada pelo trader profissional Jader Nogueira a investidores nesta segunda-feira (15). Ele divulgará cinco ativos digitais que considera promissores para os próximos meses, além de revelar como sua estratégia pode ser copiada.

De acordo com o especialista, as criptomoedas selecionadas possuem potencial para entregar retornos de até 500 vezes o valor investido. A estratégia sugerida por ele consiste em destinar R$ 500 para cada ativo identificado, totalizando R$ 2.500.

O mercado de cripto tem se mantido em baixa neste ano, fator que costuma gerar dúvidas nos investidores, mas Jader avalia que ainda há espaço para ganhos expressivos e sabe essas oportunidades podem ser encontradas.

Faz sentido investir em cripto agora?

O bitcoin (BTC) renovou suas máximas históricas em 2025 e chegou ao recorde de US$ 126.198 mil em outubro. Mas o cenário não é o mesmo neste ano.

Desde fevereiro, a moeda tem oscilado entre US$ 60 mil e US$ 80 mil. Por se tratar da maior cripto do mercado, ela acaba servindo como referência para os investidores e sua baixa costuma significar momentos negativos para boa parte dos ativos digitais.

Porém, há exceções.

Jader explica que os maiores retornos desse mercado podem ser entregues por projetos que ainda são desconhecidos pela maior parte dos investidores.

Foi entre essas criptomoedas menores que ele encontrou os cinco ativos com potencial milionário.

CONHEÇA AS 5 CRIPTOMOEDAS RECOMENDADAS POR JADER

Da recepção de hotel aos ganhos milionários com cripto

Jader Nogueira não nasceu rico nem mesmo próximo do mercado financeiro. Ele já trabalhou como recepcionista de hotel e barbeiro, profissão que exercia quando entendeu que deveria encontrar um caminho melhor para mudar de vida.

Em sua luta para chegar ao topo, ele chegou a competir no MMA antes de se tornar referência no mundo das criptomoedas.

Tudo começou a mudar quando Jader decidiu estudar os ativos digitais, e foi aí que ele percebeu o potencial escondido entre moedas desconhecidas do grande público. O trader se especializou em identificar esses projetos e passou a acumular resultados vencedores.

As operações de Jader registram ganhos que vão de US$ 750 mil em 24 horas a R$ 5,5 milhões em 90 dias. A mais conhecida foi com o investimento em LUNA, que multiplicou o capital investido em até 1.300 vezes.

Por mais que ganhos passados não garantam retornos futuros, além de investimentos terem riscos, o Jader explica que essas cinco criptomoedas de encontradas reúnem diversas semelhanças com boas oportunidades que ele próprio encontrou no passado.

Jader revelará seu novo projeto nesta segunda

O acesso aos projetos identificados pelo trader será apresentado hoje, 15 de junho, em um evento online e gratuito com início marcado para as 19h.

Durante a transmissão, Jader revelará como acessar as cinco criptomoedas e vai explicar os critérios utilizados para identificar o potencial de multiplicação de até 500 vezes em cada uma delas.

Além disso, os interessados não precisam fazer os investimentos sozinhos e esperar os retornos por conta própria.

Durante a live, o especialista também vai apresentar uma ferramenta de copy trade que poderá ser utilizada para replicar de forma totalmente automática as negociações feitas por ele.

Ou seja, os investidores não precisam acompanhar o mercado diariamente e sozinhos. O próprio Jader fará operações para manter a estratégia em dia e, com isso, as carteiras dos participantes já serão atualizadas também.

A participação no evento é gratuita e, por meio dela, será possível entender o projeto com mais detalhes a partir das explicações do próprio Jader. Você só precisa fazer uma inscrição rápida para garantir o seu lugar. Clique no botão abaixo:

INTERESSADOS: PARTICIPE GRATUITAMENTE DO EVENTO ONLINE COM JADER NOGUEIRA

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O que a venda de bitcoins pela Strategy deixa de exemplo para quem ‘segue a manada’ no mercado de criptomoedas?

14 de Junho de 2026, 10:00

Poucos dias após promover sua primeira venda de bitcoin (BTC) em quatro anos, a Strategy voltou a aumentar sua exposição à criptomoeda. A companhia anunciou a compra de US$ 101 milhões em BTC.

No fim de maio, entre os dias 28 e 31, o bitcoin permaneceu relativamente estável, com cotações ao redor de US$ 73 mil. Após a divulgação da venda feita pela empresa de Michael Saylor, porém, o mercado reagiu negativamente e a criptomoeda chegou a ser negociada abaixo do patamar de US$ 60 mil.

Ainda assim, a recente queda não parece ter alterado os planos da companhia de seguir acumulando o ativo digital em seu caixa. Dessa forma, quem saiu do investimento por impulso logo após a venda da Strategy pode ter tomado uma decisão ruim para a própria carteira.

Todo esse movimento acaba reforçando a importância de acompanhar informações e análises confiáveis no mercado financeiro.

O que a Strategy fez?

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times portal parceiro da Empiricus, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

Acesso a analistas profissionais faz diferença nos investimentos

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

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Viu a Strategy vender e comprar bitcoins (BTC)? Caso vale como exemplo para investidores; entenda

13 de Junho de 2026, 12:00

A Strategy ampliou sua posição em bitcoin (BTC) ao adquirir mais US$ 101 milhões da criptomoeda. A movimentação ocorre poucos dias após a empresa realizar sua primeira venda do ativo em quatro anos.

Entre os dias 28 e 31 de maio, o bitcoin foi negociado próximo dos US$ 73 mil, sem grandes oscilações. O cenário mudou após o mercado tomar conhecimento da venda realizada pela companhia comandada por Michael Saylor, o que pressionou as cotações e levou o ativo a ser negociado abaixo dos US$ 60 mil.

Apesar da reação negativa dos preços, a empresa manteve sua estratégia de acumular bitcoin em caixa. Investidores que saíram da criptomoeda em meio às repercussões da notícia e por impulso podem desconsiderar outros fatores importantes e até mesmo perder dinheiro.

O episódio acaba evidenciando a relevância do acesso a informações qualificadas e análises profissionais no mercado financeiro.

Entenda os movimentos da Strategy

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

O acesso a informações profissionais

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

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Nova era dos computadores? Entenda novo foco de empresas de tecnologia e como investir agora

13 de Junho de 2026, 12:00

As inovações em inteligência artificial têm se concentrado em hyperscales, empresas de tecnologia que oferecem infraestrutura e serviços de nuvem em larga escala.

Para consumir essa tecnologia, os usuários dependem do modelo SaaS (Software as a Service, na sigla em inglês), onde a distribuição de software é baseada na nuvem e as aplicações são acessadas diretamente pela internet.

Mas esse cenário pode mudar, pois empresas como Qualcomm, Apple e mais recentemente a Nvidia, querem levar a IA para dentro dos notebooks comuns.

Novo ‘superchip’ da Nvidia (NVDC34) chama a atenção do mercado

Durante o GTC Taipei 2026, a Nvidia (NVDC34) apresentou o RTX Spark, um “superchip” que reúne CPU e GPU, com até 128 GB de memória para processamento.

“A principal inovação está na integração dos componentes, reduzindo gargalos que normalmente surgem quando o processador e a placa de vídeo trabalham de forma separadas em tarefas mais exigentes, uma limitação comum nos computadores atuais”, explica Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Leia também: Empiricus libera acesso a todas as carteiras recomendadas da casa por 30 dias grátis

Também foram anunciados os primeiros equipamentos que terão o chip instalado: os notebooks Surface Laptop Ultra, da Microsoft, que possuem o Windows 11. O sistema foi desenvolvido especialmente para dar suporte otimizado ao ecossistema RTX Spark.

Além de aplicações em IA, a Nvidia promete entregar versatilidade para executar jogos de última geração em alta qualidade, edição de vídeo, modelagem 3D e criação de conteúdo, sem a necessidade de intermediação de um data center para cada tarefa.

Depois do anúncio, Intel e Qualcomm, empresas que já atuavam nesse segmento, registraram quedas de 4,7% e 8,8%, respectivamente, no pregão seguinte. Por outro lado, Nvidia e Microsoft avançaram 6,3% e 2,3%.

Na visão de Spiess, o episódio fortaleceu a tendência da inteligência artificial se aproximar do cotidiano de consumidores e empresas.

“Para quem acredita nessa transformação, investir nas companhias responsáveis por fornecer a infraestrutura dessa nova realidade pode ser uma forma de participar desse crescimento”, afirma o analista.

Nvidia e quem mais? Veja outros BDRs recomendados para investir em tecnologia

A Nvidia (NVDC34) é um dos ativos da série de ações internacionais da Empiricus.

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  • Ações; 
  • BDRs; 
  • Fundos Imobiliários; 
  • Renda extra; 
  • E muito mais. 

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Nubank (ROXO34): mercado reage à troca de CFO; confira as sugestões da Empiricus para as ações

12 de Junho de 2026, 08:00

No início do mês, o Nubank (ROXO34) anunciou uma importante mudança em sua liderança financeira. Guilherme Lago deixará o cargo de CFO, que passará a ser ocupado por Rob Livingston, ex-CFO da Visa North America.

A notícia se soma a outras preocupações recentes do mercado envolvendo a qualidade da carteira de crédito do banco, a expansão das operações nos Estados Unidos e um provisionamento acima do esperado no primeiro trimestre. Como resultado, as ações da companhia passaram a sofrer pressão.

Mas a reação negativa dos investidores foi realmente justificada?

Para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, parte das preocupações faz sentido, mas o mercado parece estar reagindo de forma exagerada a fatores que já eram esperados pela companhia.

Veja mais: você pode acessar todas as recomendações dos analistas da Empiricus de forma gratuita por 30 dias; clique aqui

Por que o mercado reagiu mal?

Segundo Hungria, as ações do Nubank já vinham pressionadas antes mesmo da troca de CFO. Entre os fatores que contribuíram para esse movimento estão resultados ligeiramente abaixo das expectativas do mercado, dúvidas sobre a expansão da operação nos Estados Unidos e preocupações relacionadas à qualidade da carteira de crédito.

Além disso, o banco registrou um provisionamento acima do esperado, o que também gerou cautela entre investidores.

No entanto, o analista destaca no Plantão Empiricus que parte desse cenário está relacionada a fatores sazonais. Historicamente, o primeiro trimestre costuma apresentar níveis mais elevados de inadimplência, influenciados por despesas recorrentes do início do ano, como impostos e outras obrigações financeiras.

Outro ponto importante é que o Nubank continua ampliando sua carteira de crédito. Embora essa estratégia naturalmente aumente os índices de inadimplência, ela também faz parte do processo de crescimento da operação.

Na visão da Empiricus, a combinação desses fatores ajudou a intensificar a reação do mercado, mas não altera os fundamentos da companhia.

Troca de CFO é estratégica para expansão internacional

Embora tenha contribuído para aumentar a percepção de risco entre investidores no curto prazo, a troca de CFO está alinhada ao plano estratégico do Nubank.

Rob Livingston atuou na principal operação da Visa nos Estados Unidos e acumula quase duas décadas de experiência na Capital One, uma das maiores instituições financeiras do país. Seu histórico reúne conhecimento em crédito, meios de pagamento e operações financeiras no mercado americano.

Por isso, sua chegada é vista pela Empiricus como um movimento natural para uma empresa que busca fortalecer sua presença internacional, especialmente nos Estados Unidos.

Nesse contexto, Livingston pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento da operação local e no fortalecimento das relações estratégicas do Nubank no mercado norte-americano.

Veja também: Carteiras da Empiricus ficam disponíveis de forma gratuita por 30 dias; saiba como acessá-las

Vale a pena continuar investindo em Nubank?

Apesar das preocupações recentes, Hungria destaca que o Nubank continua apresentando indicadores operacionais robustos.

O banco segue registrando crescimento elevado, impulsionado pela expansão da carteira de crédito, além de manter um retorno sobre patrimônio (ROE) na faixa de 30%. Segundo o analista, a inadimplência permanece sob controle e compatível com a estratégia de crescimento adotada pela companhia.

Por isso, a mudança na diretoria financeira não altera a tese de investimento da Empiricus para a empresa.

“O mercado está reagindo a fatores de curto prazo, mas os fundamentos continuam sólidos”, resume a visão da casa de análise.

Dessa forma, o Nubank permanece entre as recomendações da Empiricus.

Quer conhecer outras recomendações além do Nubank?

Agora você já sabe por que a Empiricus continua enxergando valor nas ações do Nubank mesmo diante das recentes preocupações do mercado.

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Com o Empiricus+, você pode acompanhar diariamente as teses de investimento dos analistas, entender os movimentos que impactam empresas como o Nubank e acessar estratégias voltadas para diferentes perfis de investidores.

Entre os benefícios da plataforma estão:

  • Relatórios e análises atualizados diariamente;
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  • Conteúdos exclusivos sobre ações, fundos, renda fixa e outros ativos;
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Selic a 14% ao ano ‘ainda é lucro’, e IPCA + 8% nos títulos públicos reflete ‘risco de calote’, segundo analista

11 de Junho de 2026, 11:13

Os primeiros meses de 2026, no Brasil, foram marcados por otimismo com a Bolsa, vendo o Ibovespa atingir a máxima histórica de quase 200 mil pontos em abril, além do início de um ciclo de corte de juros amplamente esperado.

Porém, chegamos à metade de junho em um cenário totalmente diferente: o Ibovespa já caiu 15% desde o seu topo, e os cortes na taxa Selic, agora, é posto em xeque por grande parte do mercado.

A “culpa” dessa mudança de humor frequentemente recai sobre o conflito no Oriente Médio, que desencadeou pressão inflacionária e aversão ao risco ao redor do mundo. Mas para Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, não se pode descartar que, tratando-se de Brasil, o maior peso nas incertezas econômicas vem de dentro de casa.

“Não faz sentido o Brasil ter juros tão altos assim, e só os tem por conta de um fiscal desequilibrado“, afirma o analista, que discutiu o assunto em participação no programa Giro do Mercado, do Money Times, na última quarta-feira (10).

IPCA + 8% pode ser ‘risco de calote’?

Enquanto a inflação pressionada dá as caras, as expectativas de juros se deterioram, e a Bolsa é tomada por aversão ao risco, é possível encontrar títulos públicos negociados a uma taxa de IPCA + 8% ao ano de retorno – o que costuma chamar a atenção dos investidores em renda fixa.

Mas, antes que essas taxas sejam consideradas exclusivamente como oportunidades de alta atratividade, é preciso reforçar que, mais uma vez, há um “recado maior” nas entrelinhas, e ele não vem diretamente da guerra:

“O fato de termos títulos longos do governo brasileiro oferecendo IPCA + 8% ao ano não é sustentável, não é normal, não é saudável, e já começa a embutir um prêmio de risco de calote.”

O problema nas entrelinhas que ‘ninguém vai te contar’, segundo analista

“O Banco Central hoje, na falta de uma âncora fiscal que o governo fracassou em apresentar, faz um trabalho duplo, que tem um custo muito elevado para a economia real brasileira. Por conta da pressão inflacionária da guerra, mas por conta da irresponsabilidade fiscal doméstica também.”

O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, que fica encarregado de conduzir os juros de acordo com os dados de inflação e riscos iminentes, pode acabar pausando o ciclo de cortes na Selic por um tempo.

Nos primeiros meses do ano, o mercado falava em uma Selic terminal de, possivelmente, 12% ao ano. Agora, novos cortes não estão descartados, mas podem ser de menor magnitude que as primeiras projeções.

Segundo dados do último Boletim Focus, da segunda-feira (8), as expectativas atualizadas projetam uma Selic terminal a 13,25% ao ano. “E eu ainda acho otimista”, afirma Spiess. “Se chegar a 14% na conjuntura atual, já é lucro”.

Diferentemente do final de 2024, por exemplo, quando o assunto estava mais em voga, a pauta do ajuste fiscal no Brasil acabou levemente ofuscada por temas como guerra e eleições. Porém, o atual governo segue mantendo um histórico de contas públicas estouradas, que não ajuda em um contexto de inflação e juros já em apuros.

“Continua sendo um problema gigantesco no Brasil”, afirma. “Como é ano eleitoral, ninguém vai falar isso, mas é um problema que tem piorado”. O que traz ainda mais à tona a necessidade de um pacote de ajustes fiscais.

Para o analista, o ajuste deve vir necessariamente em 2027, independentemente da manutenção do atual governo ou da eleição de um candidato de oposição.

E o Oriente Médio: saldo do conflito deve continuar ‘respingando’ nas economias?

“Devemos ver primeiro um vetor na inflação, que deve piorar enquanto não tivermos certeza de quão longo o conflito será. Depois, por conta de uma política monetária mais contracionista.”

Spiess acredita em uma normalização do conflito no Oriente Médio em breve, apesar da “confusão” das comunicações dos gabinetes de governo, tanto da parte dos Estados Unidos quanto do Irã.

Para o analista, as negociações mais recentes devem levar a um acordo “para inglês ver”, que sirva, pelo menos, para liberar o Estreito de Ormuz no curto prazo. Mas que não seria o suficiente para baratear o preço do barril de petróleo, que deve carregar um prêmio geopolítico, ainda, pelos próximos anos.

“Você já ‘disruptou’ a cadeia permanentemente, vai demorar anos para reconstruir a infraestrutura destruída”, afirma. O prêmio de risco deve ser carregado “até que haja uma maior diversificação geográfica e energética dos agentes econômicos, aos moldes do que aconteceu na década de 1970”.

Uma parte da oferta de petróleo do Oriente Médio já está sendo escoada por alternativas geográficas para o resto do mundo, mas uma parte deve seguir inevitavelmente dependente de Ormuz.

Diante de tudo isso, onde investir nesse cenário?

Mesmo com um cenário incerto, isso não significa que o investidor deve se preocupar além do necessário. Por meio das estratégias adequadas, é possível se posicionar em ativos que estejam preparados tanto para proteger sua carteira quanto para buscar lucros.

Matheus Spiess e os demais analistas da Empiricus, especialistas no assunto, estão atentos à conjuntura atual para trazer uma curadoria de recomendações de investimento preparadas sob medida para o momento de mercado.

E você pode conhecer todas elas por meio do Empiricus+, a modalidade de assinatura “streaming” da casa. No Empiricus+, você tem acesso às principais recomendações em:

  • Ações;
  • BDRs;
  • Fundos Imobiliários;
  • Estratégias de renda extra;
  • E muito mais.

Você, leitor deste texto, tem direito a testar a plataforma gratuitamente por 30 dias. Basta se cadastrar nesse link, ou clicar no botão abaixo, para liberar o benefício.

Essa é uma cortesia especial da Empiricus para você. É só seguir as instruções na tela:

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Ibovespa hoje: Copa do Mundo, conta fiscal para 2027, petróleo e IA voltam ao ‘radar’ de mercado

11 de Junho de 2026, 11:08

A escalada militar entre Estados Unidos e Irã voltou a ocupar o centro do cenário global após uma nova rodada de ataques americanos contra sistemas de vigilância, comunicação e defesa aérea iranianos, seguida por retaliações de Teerã contra instalações militares dos Estados Unidos no Kuwait, Bahrein e Jordânia.

Apesar do aumento das tensões, declarações de Donald Trump indicando maior controle sobre o Estreito de Ormuz contribuíram para reduzir parte das preocupações imediatas com o abastecimento global de petróleo, favorecendo uma acomodação das cotações da commodity ao longo da manhã.

Ainda assim, o conflito permanece no radar dos investidores, dada sua capacidade de influenciar a inflação, o crescimento econômico e as decisões de política monetária em diferentes regiões do mundo, com novas ameaças envolvendo a tomada da Ilha de Kharg pelas forças americanas.

Na Europa, as atenções se concentram na decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), que elevou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 2,25% ao ano, em resposta às pressões inflacionárias associadas à alta dos preços de energia. Mais relevante do que a decisão em si será a comunicação da autoridade monetária sobre os próximos passos do ciclo de juros.

Os investidores buscam sinais que permitam avaliar se o BCE pretende dar continuidade ao aperto monetário ou adotar uma abordagem mais gradual diante de uma economia que já apresenta sinais de desaceleração, em um ambiente impactado pela guerra. Na agenda, o índice de preços ao produtor americano também chama a atenção.

00:52 — Bomba fiscal?

O ambiente doméstico continuou sendo influenciado pelo aumento da aversão ao risco global provocado pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã. Nesse cenário, o Ibovespa recuou 0,70%, na última quarta (10), encerrando o pregão aos 168.619 pontos, em linha com o desempenho das principais bolsas internacionais. Já o dólar permaneceu praticamente estável, cotado a R$ 5,17.

A valorização do petróleo ajudou a limitar perdas mais expressivas no mercado acionário ao sustentar empresas ligadas ao setor de commodities. Notadamente, é possível assumir que a trajetória recente do real tem sido explicada principalmente por fatores domésticos, em especial riscos fiscais e políticos, enquanto os choques internacionais exerceram influência relativamente menor sobre o comportamento da moeda.

Em contrapartida, a curva de juros voltou a abrir, refletindo tanto o ambiente externo mais desafiador quanto as preocupações persistentes com inflação e juros elevados nos Estados Unidos.

Na frente econômica e fiscal, os investidores acompanharam com atenção a aprovação, pelo Senado, do projeto que amplia os mecanismos de renegociação de dívidas rurais com potencial utilização de recursos do Fundo Social do Pré-Sal.

Embora o texto ainda precise retornar à Câmara dos Deputados, o Ministério da Fazenda alertou para impactos fiscais relevantes, estimados entre R$ 140 bilhões e mais de R$ 800 bilhões ao longo da próxima década, além de possíveis distorções na oferta de crédito ao agronegócio.

Ao mesmo tempo, os juros dos títulos públicos permaneceram pressionados pela combinação de déficits elevados, crescimento da dívida pública e custos de financiamento em patamares historicamente altos. A conta a ser paga inevitavelmente em 2027 fica cada vez maior.

Para completar, os dados do setor de serviços vieram acima das expectativas, reduzindo ainda mais o espaço para uma flexibilização da política monetária e reforçando a percepção de que o Banco Central deverá adotar uma postura cautelosa nas próximas decisões sobre a taxa de juros.

01:47 — Complicando a vida do Federal Reserve

Nos Estados Unidos, os mercados voltaram a enfrentar uma sessão de elevada volatilidade, com o Nasdaq recuando quase 2% e liderando as perdas em meio à continuidade da realização de lucros nas empresas ligadas à inteligência artificial e ao setor de semicondutores.

Parte desse movimento reflete uma natural rotação de capital após meses de forte valorização, mas também incorpora preocupações crescentes em relação à sustentabilidade dos investimentos em IA, à alta dos preços do petróleo e à perspectiva de juros elevados por mais tempo.

Embora o CPI de maio tenha mostrado uma desaceleração do núcleo da inflação na margem, o índice cheio acelerou para 4,2% em 12 meses, pressionado principalmente pelo avanço dos preços de energia em meio às tensões no Oriente Médio.

O resultado ajudou a reduzir os receios de uma deterioração inflacionária mais intensa no curto prazo, mas pouco alterou a percepção de que o Federal Reserve deverá manter uma postura cautelosa nos próximos meses. Com isso, as atenções do mercado se voltam agora para a divulgação do PPI, que veio acima do esperado nesta manhã, e para os componentes que influenciam o núcleo do PCE, principal indicador de inflação acompanhado pelo banco central americano.

No campo corporativo, a Oracle voltou a demonstrar a força da demanda por infraestrutura voltada à inteligência artificial, mas seus resultados não foram suficientes para sustentar o entusiasmo dos investidores.

O episódio reforça uma característica importante do atual estágio do ciclo: a tese estrutural de inteligência artificial permanece válida, mas os investidores passaram a exigir resultados cada vez mais robustos para justificar os níveis de valuation alcançados nos últimos meses, tornando o ambiente mais sensível a sinais de desaceleração.

02:34 — O interminável conflito

Os Estados Unidos voltaram a atacar alvos iranianos pelo segundo dia consecutivo, aprofundando a escalada militar no Oriente Médio e tornando ainda mais remotas as perspectivas de uma trégua duradoura no curto prazo.

A ofensiva teve como alvo sistemas de defesa aérea, radares, estruturas militares e redes de comunicação, enquanto Donald Trump intensificou a pressão sobre Teerã para que aceite um acordo capaz de prolongar o cessar-fogo e restabelecer a normalidade no Estreito de Ormuz.

Em resposta, o governo iraniano elevou o nível de prontidão de suas Forças Armadas, promoveu ataques contra as posições americanas na região e reiterou que não pretende negociar sob pressão militar.

O episódio reforça a percepção de que o cessar-fogo firmado em abril perdeu grande parte de sua efetividade, ampliando os riscos para a estabilidade regional e para o abastecimento global de energia.

Embora o cenário-base ainda contemple alguma normalização ao longo do tempo, os mercados passaram a trabalhar com a hipótese de preços estruturalmente mais elevados para a energia, tornando a evolução do conflito e seus potenciais impactos sobre a inflação global fatores centrais para a dinâmica dos ativos nas próximas semanas.

03:28 — Turbinando os investimentos

A China avalia investir cerca de US$ 295 bilhões nos próximos cinco anos na construção de uma rede nacional de data centers voltada à inteligência artificial. Um dos mais ambiciosos projetos de infraestrutura tecnológica já planejados pelo país.

A iniciativa pretende integrar centros de computação distribuídos pelo território chinês em uma única rede nacional, operada por empresas estatais de telecomunicações e apoiada em fornecedores domésticos, como a Huawei. Mais do que uma expansão de capacidade tecnológica, o projeto reflete a visão cada vez mais consolidada de Pequim de que poder computacional é um ativo estratégico, comparável à infraestrutura de energia, transporte ou telecomunicações, além de reforçar os esforços para reduzir a dependência de tecnologias dos Estados Unidos.

A estratégia concentra parte relevante dessa expansão em regiões de menor custo energético, como Mongólia Interior, Ningxia e Gansu, onde a disponibilidade de energia e espaço favorece operações de grande escala voltadas ao processamento de inteligência artificial.

O plano também acompanha a rápida evolução do ecossistema chinês de IA, que já reúne mais de 6.200 empresas e movimenta cerca de US$ 180 bilhões por ano. Em conjunto, esses investimentos evidenciam a disposição da China de consolidar uma infraestrutura tecnológica própria e disputar posições de liderança na próxima etapa da corrida global por inteligência artificial nos próximos anos.

04:16 — É dada a largada na Copa do Mundo

Paralelamente ao início da Copa do Mundo de 2026 nesta quinta-feira, a FIFA vem enfrentando críticas crescentes em razão de sua política de preços dinâmicos, que transformou esta edição na mais caras da história do torneio. Apesar da expectativa de forte demanda, cerca de 180 mil ingressos ainda permaneciam disponíveis no portal oficial de revenda, incluindo milhares de entradas para a partida de estreia da seleção dos Estados Unidos.

Desde a abertura das vendas, em outubro de 2025, os preços passaram por sucessivos reajustes, acumulando alta média de 35% na maioria dos jogos. Na final, os ingressos das categorias mais premium chegaram a aproximadamente US$ 33 mil, enquanto até mesmo as opções mais acessíveis custam mais de três vezes o valor observado na Copa do Mundo do Catar, em 2022, que já tinha sido considerada cara.

O resultado foi uma reação negativa de torcedores, especialistas e parte da imprensa esportiva, levantando questionamentos sobre até que ponto a busca por receitas adicionais comprometeu a acessibilidade do evento.

Sob a ótica financeira, contudo, a estratégia ainda pode se mostrar bem-sucedida. A FIFA projeta arrecadar cerca de US$ 11 bilhões com a Copa do Mundo de 2026, dos quais aproximadamente US$ 3 bilhões devem vir da venda de ingressos (mais de três vezes o montante obtido com bilheteria na edição anterior).

Ainda assim, a entidade enfrenta desafios reputacionais e regulatórios relevantes. A recente queda nos preços do mercado secundário sugere que a demanda pode não ter sido tão robusta quanto o esperado nos níveis inicialmente praticados, enquanto autoridades de alguns estados americanos já iniciaram investigações relacionadas a alegações de escassez artificial de ingressos e cobrança de preços excessivos.

O episódio ilustra o delicado equilíbrio entre maximizar receitas e preservar a experiência do torcedor no maior evento esportivo do mundo. Resta agora aproveitar os jogos ao longo das próximas semanas.

05:03 — Transporte de cargas

A Amazon acaba de dar mais um movimento estratégico que remete diretamente à fórmula responsável pelo sucesso da AWS: transformar uma infraestrutura originalmente desenvolvida para atender necessidades internas em uma plataforma de serviços escalável para terceiros.

Ao abrir sua operação de transporte de cargas fracionadas (LTL) para empresas externas, independentemente de elas utilizarem ou não seu marketplace, a companhia passa a competir diretamente com operadores tradicionais de logística apoiada em uma rede que reúne cerca de 80 mil caminhões, 24 mil contêineres e um elevado grau de automação.

A reação do mercado foi imediata, com quedas expressivas nas ações de empresas como Old Dominion e FedEx, refletindo a preocupação de que um setor historicamente protegido passe a enfrentar a mesma pressão competitiva que varejistas, empresas de tecnologia e provedores de infraestrutura digital já experimentaram após a entrada da Amazon.

Para os investidores, o episódio reforça uma das principais virtudes da companhia: a capacidade de extrair novas fontes de receita a partir de ativos já existentes, ampliando seu mercado endereçável sem a necessidade de investimentos proporcionais.

Mais do que o lançamento de um novo serviço, a iniciativa sinaliza o potencial surgimento de uma nova vertical de negócios baseada em logística, replicando a lógica que transformou a AWS em uma das operações mais rentáveis do grupo.

Embora o impacto financeiro imediato deva ser limitado diante da escala da Amazon, o movimento fortalece a tese de longo prazo ao aumentar a utilização de sua infraestrutura, ampliar a integração de seu ecossistema e abrir novas avenidas de crescimento.

Nesse contexto, seguimos enxergando a Amazon como uma das companhias mais bem posicionadas para capturar tendências estruturais ligadas à digitalização, logística, inteligência artificial e serviços empresariais.

Para o investidor brasileiro, as BDRs AMZO34 continuam oferecendo uma forma eficiente de acessar essa tese diretamente pela B3, com exposição a uma empresa que segue expandindo sua atuação para mercados cada vez maiores e mais estratégicos.

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A oportunidade não está no bitcoin (BTC): conheça as 5 moedas que podem gerar retornos de até R$ 1 milhão

9 de Junho de 2026, 11:00

Após alcançar cerca de US$ 126 mil em seu pico histórico, em julho de 2025, em 2026,o bitcoin (BTC) já apresenta uma queda de 50% e atualmente é negociado na faixa dos US$ 62 mil, bem abaixo dos níveis registrados durante o auge da euforia do mercado.

Diante desse cenário, muita gente passou a se perguntar se ainda existe espaço para grandes ganhos no mercado de criptomoedas. Para Jader Nogueira, trader profissional especializado em ativos digitais, a resposta é sim. Mas a oportunidade pode não estar no bitcoin.

Segundo ele, os maiores retornos do mercado normalmente não surgem das criptomoedas mais conhecidas. Eles costumam aparecer em projetos menores, que ainda passam despercebidos pela maioria dos investidores.

É justamente entre esses ativos que ele afirma ter encontrado cinco moedas capazes de entregar uma possível multiplicação de até 500x, por meio de uma aposta é ousada: investir R$ 500 em cada uma dessas moedas — R$ 2.500 no total — buscando um retorno de até R$ 1 milhão ao longo dos próximos 12 meses.

VEJA COMO ACESSAR A LISTA DE 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

Especialista em caçar oportunidades no mercado cripto, Jader já encontrou as próximas grandes potenciais vencedoras

Antes de se tornar um dos nomes conhecidos do mercado cripto brasileiro, Jader Nogueira trabalhou como recepcionista de hotel, barbeiro e foi até lutador de MMA.

Sua mudança de vida começou quando passou a estudar os ativos digitais e percebeu que as maiores multiplicações de patrimônio aconteciam em moedas ainda desconhecidas do grande público.

Ao longo dos anos, ele se especializou em identificar esses projetos antes da maioria dos investidores e os resultados começaram a chamar atenção. Em sua trajetória, Jader já registrou ganhos de:

  • US$ 750 mil em apenas 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas;
  • R$ 4 milhões em 30 dias; e
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias de operações.

Além disso, afirma ter capturado valorizações de 32.000%, 60.000% e até 130.000% em diferentes ativos ao longo dos últimos ciclos do mercado. Um dos casos mais conhecidos foi o investimento na criptomoeda LUNA, que chegou a multiplicar seu capital em até 1.300 vezes.

É claro que retornos passados não garantem ganhos futuros. Contudo, o trader aponta que essas cinco criptomoedas apresentam características semelhantes às que ele encontrou em grandes vencedoras do passado.

São projetos que ainda operam longe dos holofotes, mas que, na visão dele, podem se beneficiar de uma nova fase de expansão do mercado e entregar retornos muito acima da média.

Segundo Nogueira, o potencial desses ativos é tão grande que, com um investimento inicial de R$ 500 em cada uma dessas moedas, isto é, R$ 2.500 no total, é possível buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para apresentar sua tese ao público, Jader Nogueira realizará um evento online e gratuito no próximo dia 15 de junho.

Inscreva-se no evento gratuito que vai revelar como acessar as 5 moedas para buscar até R$ 1 milhão

Na próxima segunda-feira (15), Jader Nogueira vai realizar uma transmissão para revelar como ter acesso às cinco criptomoedas selecionadas, explicar os critérios utilizados para escolhê-las e mostrar por que acredita que esses ativos podem ter potencial de multiplicação de até 500 vezes.

Além disso, os participantes conhecerão uma ferramenta de copy trade que permite replicar automaticamente as operações realizadas pelo especialista. Na prática, isso significa que o investidor não precisa acompanhar o mercado durante horas todos os dias para executar a estratégia.

Segundo Jader, a ferramenta foi desenvolvida justamente para simplificar o acesso a oportunidades que normalmente exigiriam experiência, tempo e monitoramento constante.

A participação no evento é gratuita, mas exige inscrição prévia. Então, se você quer conhecer a lista completa das cinco criptomoedas e entender como funciona a estratégia precisa garantir sua vaga. Para isso, basta clicar no botão abaixo e realizar a sua pré-inscrição.

LISTA DE INTERESSADOS: VEJA COMO TER ACESSO ÀS 5 MOEDAS PARA BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO

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VISC11 entra na carteira de FIIs recomendada pela Empiricus; veja o que mudou

8 de Junho de 2026, 16:18

O Vinci Shopping Centers (VISC11) passou a integrar a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus em junho. O portfólio reúne sete ativos e recebeu ajustes também nas posições de fundos do segmento logístico.

Para dar lugar ao VISC11, a equipe liderada por Caio Araújo recomendou a venda integral da posição em Pátria Malls (PMLL11).

Segundo o analista, a mudança busca aproveitar oportunidades identificadas no segmento de shopping centers e aumentar a diversificação do portfólio diante do atual cenário de mercado.

O que o analista levou em conta ao montar a carteira de junho?

Araújo explica que o recuo de –1,33% do Ifix em maio veio em decorrência da piora do ambiente doméstico, que foi marcada pela saída de recursos estrangeiros e pelo aumento da volatilidade eleitoral.

Nesse sentido, ele vê o principal foco de atenção no segmento de crédito high yield, diante do aumento dos eventos de créditos em operações mais sensíveis ao ambiente de Selic alta.

Por isso, o analista optou por manter a carteira com fundos imobiliários com “maior qualidade de crédito, gestores experientes e portfólios resilientes”. Além disso, a equipe de Araújo aproveitou a queda da indústria para realizar ajustes táticos na carteira recomendada.

Até o fechamento de maio, a estratégia tem mostrado desempenho positivo. A carteira acumula retorno de 8,6% em 2026, acima dos 2,7% registrados pelo índice de referência (Ifix) no mesmo período. O resultado reflete as escolhas de alocação realizadas pela equipe de análise da Empiricus e o posicionamento adotado para o atual cenário de mercado.

Veja como investir na carteira de FIIs da Empiricus abaixo.

Grátis: conheça a carteira recomendada de fundos imobiliários da Empiricus

A carteira recomendada de FIIs da Empiricus é atualizada mensalmente por uma equipe especializada de analistas, que acompanha o mercado em busca de oportunidades para compor o portfólio.

Ao acessar o relatório, o investidor tem acesso:

  • Aos fundos selecionados;
  • À distribuição de peso de cada ativo;
  • E a análises detalhadas com gráficos e indicadores de desempenho.

Além disso, ao seguir o passo a passo indicado no relatório, os investidores também têm a opção de investir de forma automatizada. Dessa forma, o portfólio permanece alinhado às recomendações dos analistas, sem a necessidade de realizar rebalanceamentos ou negociações manualmente.

Além de gratuita, a carteira reúne praticidade e acompanhamento profissional em uma única solução. Clique no link abaixo e, caso não tenha, realize o seu cadastro para acessar o relatório completo e conhecer os fundos imobiliários selecionados pela equipe da Empiricus:

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IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 semanais tem acesso liberado hoje (8); veja como reservar já o seu

8 de Junho de 2026, 08:01

A Empiricus Research vai liberar acessos para os interessados em conhecer o Delta IA a partir das 19h desta segunda-feira (8). Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência no software poderão receber os acessos em breve. 

Para quem ainda não conhece, esta automação busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar por dentro dos próximos passos:

INSCREVA-SE PARA CONHECAR O DELTA IA

Saiba mais sobre as operações do Delta IA que podem chegar até R$ 1.960 por semana

O Delta IA foi lançado este ano como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas.

Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado. A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições.

De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de lucros de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou retornos potenciais de até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

Conforme explica Valter Rebelo, “o diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”. Ele é especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma Rebelo.

O analista relembra que o mercado de criptomoedas tem riscos, por isso, os investidores devem alocar com parcimônia. “Sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”.

Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito nesta segunda-feira (8).

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Está chegando a hora: garanta sua vaga na lista de pré-interessados no relançamento do Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira (8), ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

PARTICIPE DO EVENTO E CONHEÇA O DELTA IA

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Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4) e mais 7 empresas pagam dividendos esta semana

7 de Junho de 2026, 08:00

Banco do Brasil (BBAS3), Gerdau (GGBR4) e outras empresas da B3 estão programadas para pagar proventos esta semana, de 8 a 12 de junho.

Os JCP do Banco do Brasil serão distribuídos na quinta-feira (11), no valor de R$ 0,059 por ação.

Enquanto isso, os dividendos da Gerdau serão de R$ 0,180 por ação, distribuídos na terça-feira (9), e os acionistas da Metalúrgica Gerdau recebem na quarta-feira (10). Este pagamento corresponde à antecipação do dividendo mínimo obrigatório referente ao exercício social de 2026.

A seguir, é possível conferir a agenda completa de dividendos da semana.

Dividendos: agenda 08 a 12 de junho

Confira a seguir o calendário de pagamentos de dividendos e JCP previstos para a semana.

EmpresaTickerTipo de proventoValor por açãoData de pagamentoData-com
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,07309/06/202629/05/2026
GerdauGGBR3Dividendo0,18009/06/202613/05/2026
GerdauGGBR4Dividendo0,18009/06/202613/05/2026
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,06809/06/202628/05/2026
Metalúrgica GerdauGOAU3Dividendo0,08010/06/202613/05/2026
Metalúrgica GerdauGOAU4Dividendo0,08010/06/202613/05/2026
GrendeneGRND3JCP0,03310/06/202621/05/2026
GrendeneGRND3Dividendo0,02810/06/202621/05/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,05911/06/202601/06/2026
FerbasaFESA3JCP0,38712/06/202605/11/2025
FerbasaFESA4JCP0,42612/06/202605/11/2025
Minupar ParticipaçõesMNPR3Dividendo0,12912/06/202614/04/2026
MitreMTRE3Dividendo0,04212/06/202601/06/2026

Prepare sua carteira para investir em dividendos

Agora que você já está por dentro das empresas que vão pagar dividendos nesta semana, pode se inteirar de quais são as recomendações da Empiricus na hora de buscar as melhores oportunidades com proventos.

Na carteira Empiricus Dividendos, pode conhecer o portfólio completo de maneira gratuita. Nele, os analistas selecionam os ativos com um preço e dividend yield atrativos para se posicionar em busca de renda passiva.

O resultado é uma seleção atualizada periodicamente para indicar quais são as melhores oportunidades para investir – de olho em dividendos.

A boa notícia é que você pode conhecer as recomendações da carteira Empiricus Dividendos de forma gratuita e na íntegra, na área logada da Empiricus. Para isso, basta apenas realizar o seu login ou cadastro (sem custos) e acessar o portfólio e outras recomendações de investimentos.

Para começar, é só clicar no botão abaixo e destravar seu acesso ao portfólio:

CONHEÇA A EMPIRICUS DIVIDENDOS

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Kinea Infra (KDIF11) e mais: veja ativos para investir com foco em renda extra em junho

6 de Junho de 2026, 12:00

Maio foi um mês complicado para os investidores. O mercado sofreu com a escalada da tensão geopolítica, as oscilações nas expectativas para os juros globais e as variações no mercado de commodities e câmbio.

Para o analista Matheus Spiess, da Empiricus Research, para quem quer investir em renda extra, o cenário reforça a necessidade da previsibilidade dos fluxos de caixa, a diversificação entre diferentes fontes de retorno e o dimensionamento adequado das posições na hora de escolher os ativos.

“Em um mundo de juros mais elevados por mais tempo, ativos como crédito privado, debêntures incentivadas, fundos imobiliários e empresas com forte geração de caixa continuam oferecendo oportunidades relevantes de geração de renda”, afirma Spiess.

Por que o Kinea Infra é uma das recomendações do analista

Entre as recomendações do analista está o Kinea Infra (KDIF11), um fundo listado especializado em debêntures incentivadas de infraestrutura. O fundo possui cerca de R$ 2,9 bilhões de patrimônio líquido e conta com 69 ativos na carteira.

Spiess destaca que, ao longo dos anos, a Kinea “construiu uma reputação sólida na seleção de ativos de infraestrutura, combinando rigor na análise de risco com profundo conhecimento nos setores em que atua”.

Apesar do mercado de debêntures incentivadas ter passado por um período de forte compressão de spreads recentemente, impulsionado por uma demanda excepcional pela classe de ativos, o analista aponta que a estratégia do KDIF11 foi bem-sucedida.

“Como o fundo ingressou no período de abertura de spreads com uma posição de caixa mais elevada, conseguiu reduzir a sensibilidade da carteira às oscilações do mercado e preservar a flexibilidade para realizar novas alocações em condições potencialmente mais favoráveis”, explica.

O fundo concentra ativos de infraestrutura com contratos de longo prazo, receitas corrigidas pela inflação e elevada previsibilidade de fluxo de caixa, além de oferecer um retorno estimado de IPCA +8,04 ao ano, já líquido de taxas.

Spiess ainda afirma que, caso o cenário da recente abertura de spreads se confirme, “o fundo poderá captar retornos mais elevados nas próximas alocações, reforçando o potencial de geração de renda”.

Mas essa não é a única recomendação do analista para quem quer investir em uma fonte mensal de renda passiva.

Kinea Infra e quem mais? Veja outros fundos e ações para a carteira de renda extra

O Kinea Infra (KDIF11) é um dos ativos escolhidos por Spiess para a carteira recomendada de Renda Extra de junho.

Se você quer conhecer as outras recomendações, a boa notícia é que o portfólio está liberado gratuitamente, na íntegra.

Acessando a área do assinante da Empiricus, você pode conhecer os ativos e investir de forma automatizada com poucos cliques.

Ou seja, você pode investir no portfólio completo e acompanhar a execução das ordens. Além disso, a plataforma faz o rebalanceamento de forma automática sempre que há mudanças na carteira.

Para conhecer a carteira de Renda Extra, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

QUERO CONHECER A CARTEIRA DE RENDA EXTRA DA EMPIRICUS

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Bitcoin em queda, bolsa sob pressão e guerra no Oriente Médio: o que está no ‘radar’ dos mercados e como investir em junho

6 de Junho de 2026, 09:00

Junho começou trazendo mais dúvidas do que certezas para os investidores. Depois de um primeiro trimestre marcado pelo forte desempenho dos ativos brasileiros, maio foi um mês de correção.

O fluxo estrangeiro perdeu força, as expectativas para os juros mudaram e os conflitos no Oriente Médio adicionaram uma nova camada de preocupação aos mercados globais.

Ao mesmo tempo, o mercado de criptomoedas também atravessa um período desafiador. O bitcoin acumula meses de fraqueza em 2026, enquanto investidores tentam entender se a queda recente representa apenas uma correção dentro do ciclo ou algo mais estrutural.

Esses foram alguns dos temas debatidos por Matheus Spiess, estrategista macroeconômico da Empiricus Research, e Valter Rebelo, especialista em criptomoedas, no novo episódio do Empiricus Podca$t, apresentado pela jornalista Paula Comassetto.

Ao longo da conversa, os analistas mostraram que, embora pareçam mercados completamente diferentes, Brasil e criptomoedas vêm reagindo às mesmas variáveis:

  • Juros globais;
  • Liquidez;
  • Inflação; e
  • Apetite por risco.

O que mudou para Brasil e criptomoedas nos últimos meses?

Segundo Matheus Spiess, a correção observada nos ativos brasileiros não pode ser analisada isoladamente. Na visão do estrategista, o movimento está diretamente ligado às mudanças no cenário global.

“O mercado brasileiro vivendo uma reversão da tendência que observou no primeiro bimestre do ano. Essa reversão não é isolada de um contexto estrangeiro; pelo contrário, está completamente relacionada com o que está acontecendo no mundo”, afirmou.

Entre os fatores que mudaram a percepção dos investidores estão a deterioração das expectativas de inflação, o choque energético provocado pelo conflito no Oriente Médio e a consequente pressão sobre os juros ao redor do mundo. Para Matheus, esse ambiente reduziu significativamente o espaço para cortes de juros tanto no Brasil quanto em outras economias relevantes.

Já no universo cripto, Valter Rebelo destacou que o mercado vive um momento diferente daquele observado nos ciclos anteriores. Assim, em sua avaliação, o contexto macroeconômico passou a exercer influência muito maior sobre o desempenho dos ativos digitais.

“O mercado está o tempo todo precificando dois riscos: o risco de crescimento e o risco de inflação”, explicou o analista. “O bitcoin é muito mais sensível a esse contexto macroeconômico e de liquidez do que muita gente imagina.”

Como navegar um cenário cheio de ruídos?

Se existe uma mensagem comum nas análises dos dois especialistas, ela é a necessidade de separar ruído de fundamento.

Em meio a guerra, tarifas comerciais, discussões sobre juros e mudanças geopolíticas, Matheus acredita que o investidor deve evitar decisões impulsivas e focar na qualidade dos ativos.

“A gente tem vivido um mundo de excesso de ruídos e isso é muito prejudicial para tomar decisões”, alertou.

Já para Valter, a era em que praticamente qualquer criptomoeda subia ficou para trás. Agora, a seleção dos ativos e a disciplina na gestão da carteira se tornaram ainda mais importantes.

Esses foram apenas alguns dos destaques do episódio. Contudo, ao longo da conversa, os analistas também discutiram o futuro dos juros nos Estados Unidos, o impacto das novas tarifas comerciais de Donald Trump, sobre os mercados, o que esperar para Brasil e criptomoedas e como o investidor deve se posicionar em junho.

Para assistir à análise completa de Matheus Spiess e Valter Rebelo, basta dar o play no vídeo abaixo para novo episódio do Empiricus Podca$t:

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Na contramão do mercado? Carteira de criptomoedas da Empiricus superou o Bitcoin (BTC) desde abril; saiba como e por quê

5 de Junho de 2026, 08:00

Após o rali de 2025, o mercado de criptomoedas desceu do topo até se manter em tendência de lateralização durante boa parte desse primeiro semestre de 2026.

Dentre os principais motivos, destacam-se a aversão ao risco desencadeada pela guerra no Oriente Médio, o ritmo mais lento dos avanços regulatórios do mercado cripto nos EUA, além da realização de lucros em massa após as altas históricas.

O Bitcoin (BTC), que chegou a atingir US$ 126 mil – sua máxima histórica – no dia 6 de outubro, era negociado em cerca de US$ 65 mil até o fechamento deste texto, na tarde de quarta-feira (3).

A visão do mercado, atualmente, está muito longe dos níveis vistos cerca de seis meses atrás. “Estamos na ‘bacia das almas’ do bear market”, afirma Valter Rebelo, head de pesquisa com criptoativos da Empiricus Research.

Porém, justamente em meio ao período turbulento, no último dia 15 de abril, nasceu a Crypto Momentum: carteira recomendada da Empiricus cujo objetivo é buscar retornos em qualquer cenário de mercado, por meio de criptoativos selecionados. E, até agora, é o que tem ocorrido na visão acumulada.

Crypto Momentum: entenda como carteira buscou retornos acima do Bitcoin (BTC)

Desde o seu início, em 15 de abril, até o dia 1º de junho, a carteira Empiricus Crypto Momentum acumula um retorno positivo de 4,81%.

A título comparativo, o bitcoin (BTC) fechou o mesmo período em queda de 0,82%. O NCI (Nasdaq CME Crypto Index, índice usado para mensurar o desempenho do mercado cripto) também fechou esse intervalo em queda de 1,21%, refletindo o bear market.

Fonte: Empiricus Crypto

Apesar de retornos passados não serem garantia de retornos futuros, e o mercado cripto não deixar de ter seus riscos, o resultado não deixa de ser notável. E grande pergunta é: qual o segredo por trás do bom desempenho? Responsável pela carteira, Valter Rebelo explica alguns detalhes por trás da estratégia.

1. Acompanhar as tendências de mercado…

“Quais ativos eu compro? Os líderes de cada momento”, afirma. “A carteira é sistemática, não discricionária. Ela seleciona ativos pelo momentum, ou seja, pelo que o mercado já está comprando com força. A cada 30 dias, o modelo reavalia a força relativa: quem perdeu momentum sai; quem ganhou, entra. Um ativo negativo hoje pode voltar no próximo ciclo se a tendência mudar.”

Mas por que comprar o que já está em tendência de alta? “A intuição é a mesma de uma corrida de 10 km: quem correu os primeiros 5 km mais rápido, na média, tende a correr os outros 5 km mais rápido também. Tendências costumam persistir, e isso tem evidência tanto acadêmica quanto empírica”.

2. …E nem sempre as tendências acompanham o Bitcoin

Apesar de o Bitcoin ainda ser considerado uma espécie de “barômetro” do mercado cripto, nem sempre as moedas em tendência estão diretamente correlacionadas a ele. Por isso, a carteira pode buscar boa performance mesmo quando o BTC parece não desempenhar.

“Eu compro o que está em tendência contra o Bitcoin, não o que simplesmente sobe junto”, afirma Rebelo.

3. Respeitar níveis de risco por ativo

Uma questão é, também, saber exatamente quanto alocar em cada ativo em especial: “A carteira aloca respeitando um teto de volatilidade semelhante ao do Bitcoin, de modo que nenhum ativo isolado contribua com risco de maneira desproporcional”, afirma.

“O tamanho da exposição é tático: quando o Bitcoin está em tendência de alta, a carteira amplia a volatilidade para capturar mais retorno. Quando o ambiente não favorece, ela tira risco da mesa: vai 80% para dólar, e mantém apenas uma pequena posição em BTC.”

O que esperar do desempenho da carteira no futuro próximo?

Aqui, vale destacar que o contexto global segue rodeado de incertezas, especialmente em torno do “efeito dominó” que se iniciou com a guerra no Oriente Médio e agora pressiona índices de inflação e perspectivas de juros ao redor do mundo – o que também afeta o fluxo do mercado cripto.

“Crescimento, inflação e liquidez são as três variáveis das quais nunca tiramos os olhos, especialmente porque cripto é a classe de ativos de risco mais sensível à liquidez”, afirma. Porém, o especialista indica que a carteira segue preparada para lidar com qualquer cenário:

“A beleza de uma carteira sistemática é que eu não preciso ter uma visão forte sobre isso para ela funcionar. Se o mercado lateralizar, a carteira busca os ativos com maior momentum ou permanece em caixa dolarizado. Se o mercado cair de forma consistente, ela vai para caixa. Se romper para cima, amplia a exposição. O fio condutor é simples: em qualquer um desses cenários, a carteira não precisa que eu acerte o gatilho. Meu trabalho é manter o método funcionando e ser transparente sobre os riscos.”

Relatório completo da carteira Empiricus Crypto Momentum está disponível; saiba como acessá-lo

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Crypto Momentum na íntegra, ela está disponível por meio do BTG Content – plataforma online de conteúdos do BTG Pactual.

Acessando a plataforma do banco, você pode conferir o relatório completo da carteira, e conhecer de perto a tese por trás de todos os ativos que a compõem no momento.

Caso não tenha cadastro na plataforma, o banco dá a oportunidade de testar o BTG Content e usufruir de todos os relatórios e recomendações oferecidos por 30 dias gratuitos.

O acesso é bem simples: basta fazer um cadastro rápido, com poucos cliques, pelo link disponibilizado no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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EUA vs. Pix? Entenda o que está por trás da polêmica e como isso pode mexer com seus investimentos

3 de Junho de 2026, 16:00

A discussão em torno do Pix voltou a ganhar relevância esta semana, após o sistema de pagamentos instantâneos ser citado em uma investigação comercial dos Estados Unidos.

Na visão do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), em pesquisa a pedido do presidente Donald Trump, o Pix pode representar uma vantagem “injusta” com capacidade de restringir o comércio americano.

O debate aparenta se concentrar na infraestrutura da transferência. Sem intermediários e sem muitas etapas, um pagamento por Pix é feito de forma instantânea, pelo celular, 24 horas por dia e sem cobrança de taxas.

Segundo dados do Banco Central, mais de 170 milhões de pessoas físicas (cerca de 80% da população brasileira) usufruem da plataforma.

Desde o lançamento no final de 2020 até o final de 2025, estima-se que o Pix já movimentou R$ 85 trilhões em transações, mais de 7 vezes o PIB do Brasil em 2024, aponta a fintech Ebanx.

Pix pode ser o primeiro capítulo de uma disrupção financeira, segundo analista

Na visão do analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, “o sistema brasileiro demonstrou que pagamentos instantâneos podem substituir parte da intermediação tradicional do sistema bancário”.

O mercado global de pagamentos movimenta trilhões de dólares por ano e historicamente foi dominado por redes privadas que atuam como intermediárias das transações financeiras.

O que mobiliza o mercado agora é a perspectiva de que o Pix pode ser o passo inicial para uma transformação mais ampla da infraestrutura financeira.

“Muitos enxergam nessa evolução uma prévia do papel que as stablecoins poderão desempenhar em escala global. Em 2025, essas moedas digitais movimentaram cerca de US$ 33 trilhões em transações, superando o volume processado em conjunto por Visa e Mastercard (US$ 25 trilhões)”, compara o analista.

A tendência, segundo Spiess, aponta para um sistema financeiro cada vez mais rápido, eficiente, global e programável, em que o Pix pode ser apenas um dos primeiros capítulos.

Em cenários de transformação acelerada como esse, acompanhar os movimentos do mercado e entender seus possíveis desdobramentos torna-se um diferencial para quem busca tomar decisões de investimento mais bem fundamentadas.

É justamente com esse objetivo que a Empiricus disponibiliza aos seus assinantes análises e relatórios constantemente atualizados sobre os temas que podem impactar seus investimentos.

A seguir, veja como acessar esse conteúdo com o Empiricus+.

Empiricus+: veja como equipar seu portfólio para todas as ocasiões

Seja em cenários mais otimistas ou mais turbulentos do ponto de vista econômico, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

Com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado, além de acesso direto a especialistas.

O assinante da casa também conta com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os portfólios de destaques, estão:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

Para conhecer mais, é só clicar no botão abaixo e ver as informações completas sobre o Empiricus+:

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Corpus Christi: Veja como vão funcionar os bancos e a bolsa de valores nesta quinta-feira (4)

3 de Junho de 2026, 10:23

O dia de Corpus Christi acontece este ano na quinta-feira (4 de junho). Porém, o que muitos esquecem é que a data é considerada um ponto facultativo nacional.

Por isso, cada estado e município podem adotar a data religiosa, desde que haja regulamentação local — o que pode permitir a emenda e prolongar o descanso.

Atualmente, 19 das 27 capitais brasileiras consideram a data como feriado. São elas: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Manaus (AM), Natal (RN), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).

Haverá alterações no funcionamento de alguns serviços, incluindo a Bolsa de Valores e os bancos.

Abaixo, apresentamos um resumo sobre o funcionamento de alguns dos principais serviços, junto com os canais de atendimento da Empiricus:

Bolsa de Valores – B3

Neste próximo dia 4 de junho, não haverá negociação nos mercados de renda variável, incluindo ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs, derivativos e outros ativos.

Para o Tesouro Direto, não haverá negociação e confirmação de investimentos.

As operações da B3 retornarão na sexta-feira (5), em horário regular, das 10h às 17h. Assim, negociações no mercado, registros, contratações ou qualquer atividade serão suspensas no feriado.

Bancos

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) considera a data como feriado, estabelecendo que não haverá atendimento ao público no dia 4.

As compensações bancárias, como TEDs, não serão realizadas durante o feriado, mas o PIX funcionará normalmente 24 horas por dia.

Boletos de cobrança e contas de consumo (água, energia, telefonia, entre outras) com vencimento nesta quinta-feira (4) poderão ser pagos no dia útil seguinte.

Tributos e impostos com data de vencimento nos dias em que não haverá compensação bancária devem ter o pagamento antecipado, para evitar a incidência de juros e multa. Boletos bancários de clientes cadastrados como sacados eletrônicos podem ser pagos via DDA (Débito Direto Autorizado).

O atendimento das agências bancárias deve retomar normalmente na sexta-feira (5) nas cidades e municípios em que não houver outros feriados ou ponto facultativo.

Canais de atendimento da Empiricus Research

Os canais da Empiricus também terão o funcionamento alterado durante o feriado de Corpus Christi.

Não haverá expediente no dia 04 de junho.

Para falar com a Central de Relacionamento da Empiricus, você pode optar entre o contato via WhatsApp ou e-mail, informados a seguir:

  • E-mail: relacionamento@empiricus.com.br
  • WhatsApp: +55 11 94294-9778 (atendimento exclusivo por mensagem de texto)

Caso precise falar com a equipe, estaremos disponíveis na sexta-feira (05 de junho), das 8h às 17h30.

Reforçando: o atendimento acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h30, exceto em feriados.

Enquanto isso, conheça o Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 514%

Ao longo dos seus 16 anos, a Empiricus inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015;
  • Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014;
  • Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da casa é o “skin in the game”. Isso significa que os nossos analistas só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Este ano, pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo que, com um único acesso, permite aos assinantes explorarem as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado.

O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

Para conhecer mais, é só clicar no botão abaixo e ver as informações completas sobre o Empiricus+:

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Ibovespa hoje: novo ‘tarifaço’, petróleo voltando a subir e IPO trilionário no ‘radar’; confira o que mexe com os mercados hoje

2 de Junho de 2026, 10:49

As tensões no Oriente Médio continuam no centro das atenções dos mercados após novos sinais de deterioração nas negociações entre Estados Unidos e Irã. A ampliação da ofensiva israelense no Líbano levou Teerã a suspender temporariamente as conversas com Washington, reacendendo os temores de uma escalada regional mais ampla e pressionando os preços do petróleo.

Embora Donald Trump tenha buscado transmitir uma mensagem de maior controle ao afirmar que manteve conversas produtivas com Benjamin Netanyahu e representantes ligados ao Hezbollah, as divergências entre as partes e a continuidade das operações militares reforçam a percepção de que uma solução definitiva para o conflito ainda permanece distante.

Apesar do ambiente geopolítico mais desafiador, alguns mercados seguem demonstrando resiliência. Wall Street, por exemplo, voltou a renovar máximas históricas, impulsionada pelo forte desempenho das empresas ligadas à inteligência artificial, apesar do leve ajuste verificado nesta manhã.

Na agenda, as atenções dos investidores permanecem voltadas para os Estados Unidos, especialmente para os dados do mercado de trabalho, como o relatório Jolts hoje, antes do payroll de sexta-feira, que poderão oferecer sinais importantes sobre a trajetória da economia americana e os próximos passos da política monetária do Federal Reserve.

00:54 — Pressões externas elevam a cautela com o Brasil

No Brasil, o mercado segue pressionado por uma combinação de riscos externos, ruídos comerciais e revisão das expectativas para a política monetária. Para digerirmos hoje, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) dos Estados Unidos concluiu a investigação comercial contra o Brasil no âmbito da Seção 301.

A USTR propôs a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros, com exceções para itens como carnes, café, terras raras, petróleo, fertilizantes, produtos farmacêuticos e aeronaves. A decisão final ficará nas mãos de Donald Trump até 15 de julho, após o período de consulta pública e novas rodadas de negociação com o governo brasileiro. Com uma agenda econômica esvaziada, as atenções dos investidores tendem a se concentrar nos desdobramentos geopolíticos e no noticiário político de Brasília.

01:45 — Se descolando do humor geopolítico

Os mercados americanos iniciaram junho renovando máximas históricas, sustentados pela combinação entre resultados corporativos sólidos, indicadores econômicos resilientes e o entusiasmo contínuo em torno da inteligência artificial. Mesmo diante da alta do petróleo provocada pelas tensões entre Estados Unidos e Irã, investidores mantiveram o foco na força da economia americana, refletida pelo avanço do setor de serviços, pela expansão da atividade manufatureira e por uma temporada de resultados que segue surpreendendo positivamente.

A percepção predominante continua sendo a de crescimento moderado, inflação relativamente controlada e forte demanda por investimentos ligados à transformação digital. Na agenda, as atenções se voltam para os indicadores do mercado de trabalho, com destaque hoje para o relatório Jolts de vagas abertas, antes do payroll de sexta-feira, que será fundamental para calibrar as expectativas sobre os próximos passos do Federal Reserve.

No campo corporativo, os resultados da Hewlett Packard reforçaram a tese de expansão da infraestrutura de inteligência artificial, com forte crescimento das receitas ligadas a servidores, redes e soluções para data centers. Além disso, contamos nesta terça-feira com balanços de empresas como Dollar General, Palo Alto Networks e Ulta Beauty ajudarão a oferecer uma leitura mais ampla sobre o comportamento do consumo e dos investimentos nos Estados Unidos.

02:39 — Vai e vem insuportável

As tensões no Oriente Médio voltaram a ocupar o centro das atenções dos mercados após sinais de enfraquecimento das negociações entre Estados Unidos e Irã, em meio à ampliação da ofensiva israelense no Líbano. Relatos sobre a suspensão das conversas, divulgados por fontes iranianas, elevaram os temores de uma escalada regional mais ampla, pressionando os ativos globais, impulsionando os preços do petróleo e reforçando preocupações relacionadas aos impactos sobre inflação, juros e crescimento econômico. Em resposta, Donald Trump intensificou os esforços diplomáticos para evitar o colapso das negociações e conter uma deterioração mais acentuada do conflito.

Apesar das iniciativas de mediação conduzidas pela Casa Branca, o cenário permanece marcado por elevada incerteza. A expansão das operações militares israelenses, as ameaças iranianas envolvendo o Estreito de Ormuz e as divergências persistentes entre Washington, Teerã e seus respectivos aliados evidenciam a fragilidade de qualquer eventual acordo de cessar-fogo.

Nesse contexto, o petróleo voltou a registrar forte valorização, refletindo o risco de interrupções mais prolongadas na oferta global de energia. Ao mesmo tempo, investidores seguem acompanhando atentamente os possíveis desdobramentos da crise sobre a inflação mundial, as decisões de política monetária dos principais bancos centrais e o comportamento dos mercados financeiros nos próximos meses.

03:26 — Um IPO para chamar de seu e a próxima trilionária

A Anthropic, desenvolvedora do modelo Claude, protocolou de maneira confidencial seu pedido de abertura de capital nos Estados Unidos poucos dias após concluir uma rodada de financiamento que a avaliou em cerca de US$ 965 bilhões, superando temporariamente a OpenAI em valor de mercado.

O movimento ocorre em um momento de forte aquecimento das ofertas públicas, com empresas ligadas à inteligência artificial, computação quântica, robótica e infraestrutura tecnológica buscando captar recursos para financiar uma nova etapa de expansão. A expectativa é que a própria OpenAI e outras companhias de destaque também avancem com seus planos de IPO nos próximos meses.

Ao mesmo tempo, a expansão do ecossistema de inteligência artificial continua criando oportunidades para empresas que atuam além dos modelos de linguagem. O CEO da Nvidia, Jensen Huang, destacou recentemente o papel estratégico da Marvell Technology na infraestrutura necessária para conectar e operar grandes data centers de IA, chegando a afirmar que a companhia tem potencial para se tornar uma empresa trilionária no futuro.

Mais do que eventos isolados, esses movimentos reforçam a percepção de que a revolução da inteligência artificial está ampliando seu alcance para toda a cadeia tecnológica, abrangendo semicondutores, redes, computação em nuvem, infraestrutura física e mercados de capitais. Em outras palavras, a disputa pela liderança em IA segue exigindo volumes crescentes de investimento e continua abrindo novas frentes de crescimento para empresas posicionadas ao longo desse ecossistema.

04:13 — Como levantar capital

A corrida pela inteligência artificial continua elevando a necessidade de capital das grandes empresas de tecnologia a patamares inéditos. O exemplo mais recente vem da Alphabet, controladora do Google, que anunciou um plano para levantar cerca de US$ 80 bilhões por meio de emissões de ações, além dos US$ 85 bilhões já captados em dívida ao longo do último ano.

O objetivo é financiar investimentos cada vez maiores em infraestrutura de IA, incluindo capacidade computacional, data centers e outras frentes estratégicas necessárias para sustentar a liderança tecnológica em um mercado cada vez mais competitivo e intensivo em capital.

O anúncio também chamou atenção pela participação da Berkshire Hathaway, que investirá US$ 10 bilhões na operação, ampliando ainda mais sua exposição à Alphabet. Mais do que um evento corporativo isolado, a transação mostra como a inteligência artificial está redefinindo as prioridades financeiras das gigantes de tecnologia.

Empresas que até recentemente destinavam volumes expressivos de caixa à recompra de ações agora passam a captar recursos em larga escala para financiar seus planos de expansão. O movimento reforça a percepção de que a disputa pela liderança em IA ainda está em seus estágios iniciais e exigirá investimentos cada vez mais robustos nos próximos anos.

05:08 — Nvidia amplia fronteiras da IA e mira o mercado de PCs

A Nvidia voltou ao centro das atenções dos mercados após anunciar uma expansão relevante de sua atuação no segmento de computadores pessoais por meio do lançamento do RTX Spark, um novo processador desenvolvido para levar recursos avançados de inteligência artificial diretamente aos laptops.

A recepção dos investidores foi bastante positiva, impulsionando as ações da companhia. A proposta da Nvidiaé permitir que modelos de IA e assistentes inteligentes sejam executados localmente nos dispositivos, reduzindo a dependência da computação em nuvem e ampliando significativamente o potencial de utilização da inteligência artificial tanto por consumidores quanto por empresas. A iniciativa conta ainda com o apoio de fabricantes como Microsoft, Dell, HP e Lenovo, que já anunciaram equipamentos baseados na nova arquitetura.

Mais do que um simples lançamento de produto, o anúncio reforça uma das principais teses estruturais do setor de tecnologia: a inteligência artificial está deixando de ser uma tendência concentrada em data centers para se disseminar por praticamente toda a cadeia tecnológica, alcançando computadores pessoais, dispositivos conectados e aplicações de consumo em larga escala.

Nesse contexto, a Nvidia segue consolidando sua posição como uma das maiores beneficiárias desse processo de transformação digital, expandindo sua presença para além da infraestrutura tradicional de IA. Embora a companhia já acumule uma valorização expressiva nos últimos anos e continue sujeita aos desafios inerentes a empresas de crescimento acelerado, sua capacidade de inovação e execução permanece como um diferencial relevante.

Para o investidor brasileiro, as BDRs NVDC34 continuam representando uma forma eficiente de acessar uma das empresas mais bem posicionadas para capturar o avanço da inteligência artificial e da nova infraestrutura tecnológica que vem sendo construída em escala global.

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‘Sell in May’: maio é o pior mês do ano do Ibovespa em 3 anos, mas será que é hora de ‘ir embora’?

31 de Maio de 2026, 14:00

O velho ditado de Wall Street, “sell in May and go away” parece ter funcionado para o mercado brasileiro dessa vez. Pressionado por uma inflação mais persistente, ruídos políticos e um cenário externo adverso, o Ibovespa deve encerrar maio com queda próxima de 6%.

A não ser que haja uma grande virada antes do fechamento desta sexta-feira (29), esta será a maior baixa mensal do índice Ibovespa desde 2023, e o mercado já olha para o que pode esperar da bolsa em junho.

Quais fatores puxaram o Ibovespa pra baixo?

Conforme observa Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, quem seguiu à risca o “velho mandamento” do mercado financeiro certamente se deu muito melhor do que quem insistiu com ações brasileiras na carteira no mês.

Isso porque o resultado do Ibovespa foi impactado por uma combinação de fatores que, para Hungria, têm servido como “um grande teste para a tese de investimento no país”.

Em menos de um mês, ele lista alguns pontos que impactarem o desempenho:

  • Duas leituras ruins de IPCA e IPCA-15, o principal termômetro da inflação brasileira e sua prévia, divulgados pelo IBGE no início e final de maio;
  • Revisões negativas para inflação e Selic no Boletim Focus;
  • Ruídos políticos relevantes, como pesquisas eleitorais e as discussões sobre o fim da escala 6×1 (com impactos potenciais em custos para diversas empresas listadas);
  • Resultados muito fortes das empresas de tecnologia, majoritariamente internacionais, que voltaram a ganhar atratividade relativa frente a companhias de países emergentes, especialmente em um contexto de guerra;
  • Forte saída do fluxo estrangeiro da bolsa de valores.

Além disso tudo, a pressão e indecisão sobre um possível acordo para o fim do conflito entre Estados Unidos e Irã, que impacta no preço do petróleo e gera inflação em diversos segmentos da economia, também fizeram “peso” na queda do índice.

Diante de todos esses fatores, Hungria acredita que “o retrato não é muito inspirador, e é nesses momentos que precisamos recorrer aos fundamentos e lembrar que ações não são pedaços de papel com valores arbitrários”.

Apesar do impacto do humor do mercado influenciando movimentos diários, o analista acha importante manter o foco nas empresas por trás de cada ticker. “São companhias que oferecem aos seus sócios uma participação nos lucros e – no caso das compounders – em seus ambiciosos projetos de crescimento”, afirma.

Em relatório em sua carteira de ações, o analista mostra como, mesmo em um contexto difícil, a maior parte das empresas recomendadas entregou resultados bastante dignos no 1T26.

Claro que o analista sabe que não é possível esperar um “grande alívio” no mercado enquanto não houver um sinal mais assertivo sobre o fim do conflito no Oriente Médio – que deve devolver o fluxo gringo aos mercados emergentes.

“Nesse meio tempo, seguimos com empresas que continuam fazendo a lição de casa e se posicionando para capturar em cheio uma eventual virada. No fim das contas, vender em maio pode até ter feito sentido neste ano. Mas eu não ficaria longe por muito tempo”, completa.

Para junho, o analista Ruy Hungria explica que as expectativas ainda estão muito concentradas no andamento da guerra.

“Se o conflito se encerrar o mercado vira rápido, o petróleo deve cair, expectativa de inflação volta a cair, com ajustes para baixo na expectativa da taxa Selic e o fluxo de investidores estrangeiros retorna”, lista Hungria.

Diante do horizonte no curto prazo ainda desafiador, o analista ressalta que os fundamentos de muitas empresas permanecem sólidos. É com essa ótica que ele elabora as carteiras recomendadas pela Empiricus Research – e que você pode ver como acessar abaixo.

Como investir diante deste cenário com o Empiricus +

Mesmo em meio às turbulências econômicas e geopolíticas, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

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Entre os destaques, estão a Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015; a Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014; e a Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

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Selic a 14,75%, Ibovespa em queda e IPCA+ em alta: como investir com o novo patamar de juros?

22 de Março de 2026, 12:00

Na última quarta-feira (18), o Banco Central confirmou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de elevada incerteza, em que os mercados oscilaram entre diferentes cenários para o ritmo de flexibilização monetária.

Nos dias que antecederam o anúncio, as apostas nas opções de Copom da B3 refletiram essa volatilidade: saíram de uma expectativa de corte mais agressivo, de 0,50 p.p., migraram para 0,25 p.p. e, em alguns momentos, chegaram até a precificar a possibilidade de manutenção dos juros.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Juros em queda não tiram o protagonismo da renda fixa na estratégia do investidor

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

Selic a 14,75% abre espaço para 4 oportunidades em renda fixa com retorno de até 7,9% ao ano real e isenção de IR

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

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Quais ações internacionais comprar em março? Empiricus revela carteira recomendada com Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais

7 de Março de 2026, 10:00

A carteira recomendada de ações internacionais da Empiricus Research passou por algumas mudanças táticas voltadas para o mês de março.

A seleção mensal, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa, traz ativos que ainda carregam potencial de valorização para investidores que se posicionarem agora, mesmo em um cenário geopolítico delicado e maior sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Por que Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34) são apostas para buscar lucros em março?

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Gratuito: acesse carteira completa com as 10 ações internacionais mais promissoras de março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

CONHEÇA AS AÇÕES INTERNACIONAIS MAIS PROMISSORAS DE MARÇO

Tchau, Direcional (DIRR3): construtora dá lugar à ação que pode surfar queda da Selic e turbinar dividendos

5 de Março de 2026, 10:00

A Carteira de Dividendos da Empiricus fechou fevereiro com valorização de 9,7%, desempenho 142% acima do registado pelo Ibovespa (4%) no mesmo período. Segundo Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, além da seleção criteriosa dos ativos, o cenário externo também contribuiu para o resultado positivo.

Com o dólar em trajetória de enfraquecimento e o aumento das tensões geopolíticas no radar, investidores estrangeiros voltaram a direcionar recursos para mercados emergentes. Só nos dois primeiros meses do ano, o fluxo de capital vindo de fora já soma cerca de R$ 40 bilhões no Brasil.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Essa ação pode se beneficiar do início do ciclo de corte de juros

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade: trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Veja a carteira completa de dividendos recomendada pela Empiricus para março

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

GRATUITO: ACESSE A CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS PARA MARÇO

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