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Cantora negacionista receberá R$ 2,7 milhões da prefeitura de Florianópolis por show

A cantora britânica Joss Stone durante um show.
A cantora britânica Joss Stone. Foto: Mauricio Santana/Getty Images

A cantora britânica Joss Stone voltou a questionar a vacinação infantil às vésperas de um show em Florianópolis, marcado para maio, na avenida Beira-Mar Norte. A apresentação terá custo de R$ 2,7 milhões aos cofres públicos, segundo dados do contrato da prefeitura.

Em publicação nas redes sociais, a artista afirmou que pais não deveriam vacinar bebês “sem questionar”. “Acho que dar vacinas aos bebês sem questionar é difícil para qualquer pai. Fé cega não é apropriada aqui”, disse, em conteúdo da série “Happy Mummy Mondays”.

A fala reforçou o histórico negacionista da cantora. No vídeo, Joss Stone defendeu que pais façam suas “próprias pesquisas” sobre imunizantes, expressão recorrente em discursos usados para desacreditar vacinas.

https://www.youtube.com/shorts/l8eqeAm6wUw?feature=share

A repercussão cresceu porque a cantora será paga com dinheiro público para se apresentar na capital catarinense. O valor previsto inclui estrutura, segurança, som, logística e demais custos do evento.

Não é a primeira vez que Joss Stone coloca vacinas sob suspeita. Em 2022, após contrair Covid-19 mesmo vacinada, ela atacou o imunizante em entrevista à PopMatters: “Essa porcaria não funciona”. Na mesma conversa, afirmou: “A vacinação, eu não sei se funciona. Certamente não funcionou para nós.”

A declaração ignorava o papel central das vacinas contra a Covid-19: reduzir casos graves, internações e mortes, não impedir todas as infecções. Desde a pandemia, autoridades sanitárias reiteram que pessoas vacinadas ainda podem se infectar, mas seguem mais protegidas contra desfechos graves.

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Noite dos Museus anuncia edição de 2026 para 28 de novembro e lança edital para músicos locais

Projeto que nasceu em 2016 para aproximar o público das instituições culturais de Porto Alegre, a Noite dos Museus chega à sua décima edição neste ano, já com data marcada: 28 de novembro, das 18h até até a meia-noite. Serão dezenas de centros culturais abertos para visitação e diversas apresentações artísticas realizadas em diferentes palcos espalhados pela cidade, tudo gratuitamente.

O evento já está com um edital público aberto para músicos locais se inscreverem para participar neste ano, com shows realizados nos diversos locais que farão parte da edição comemorativa. Podem se inscrever músicos profissionais, bandas, grupos ou coletivos independentes, assim como produtores musicais representantes, de projetos de música instrumental, erudita ou popular.

Para participar do edital, as apresentações musicais deverão ser integralmente autorais e é necessário que sejam pessoas jurídicas ou microempreendedores individuais que contemplem a atividade de produção musical em seu estatuto ou contrato social. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o dia 31 de maio pelo site noitedosmuseus.com.br/editais, onde também está disponível o regulamento completo.

A Noite dos Museus reuniu mais de 250 mil pessoas somente em 2025, ultrapassando a marca de 1 milhão de participantes nos últimos nove anos. Sobre a edição de 2026, o idealizador do evento Rodrigo Nascimento antecipa: “Será uma edição comemorativa, repleta de novidades que vão movimentar Porto Alegre não só na noite de 28 de novembro, mas em diversos outros momentos”.

O projeto conta com financiamento da Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais, planejamento e produção da Rompecabezas e realização do Instituto Noite dos Museus e do Ministério da Cultura, Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro.

Serviço

10ª edição do Noite dos Museus
Dia 28 de novembro, sábado, das 18h até a meia-noite, com entrada franca

Edital público de programação musical
Aberto até 31 de maio, com inscrições gratuitas pelo site noitedosmuseus.com.br

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VÍDEO: Chappell Roan quebra silêncio após segurança fazer filha de jogador do Flamengo chorar

Chappell Roan se pronuncia sobre polêmica envolvendo filha de Jorginho, do Flamengo — Foto: Captura de tela/Instagram/@chappellroan

A cantora Chappell Roan gerou polêmica após ser acusada por Jorginho, jogador do Flamengo, de destratar a filha dele, de 11 anos, em um hotel de luxo em São Paulo. O incidente ocorreu durante o café da manhã no sábado (21), quando a menina, filha biológica do ator Jude Law, reconheceu a artista. Segundo Jorginho, a criança foi abordada de maneira “agressiva e desproporcional” por um segurança, que a acusou de assédio, levando-a às lágrimas. O jogador reagiu rapidamente, criticando Roan nas redes sociais e afirmando que ela “não seria ninguém sem seus fãs.”

Post de Chappell Roan — Foto: Reprodução

Em resposta à acusação, Chappell Roan se pronunciou em seus Stories no Instagram. Primeiro, ela fez um texto na plataforma que rapidamente apagou: “Acabei de acordar. Mereço meu espaço, principalmente em momentos como o café da manhã. Levo meu café da manhã muito a sério”

Horas depois, em vídeo, a cantora explicou que ue não viu a mãe nem a criança e que a intervenção do segurança não foi ordenada por ela. A cantora sugeriu que a atitude foi isolada, por parte da segurança do local, e destacou que a situação foi injusta. Roan pediu desculpas à mãe e à filha pela confusão, afirmando que “não odeia crianças” e lamentando o desconforto causado. “Se vocês se sentiram desconfortáveis, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso”, finalizou a artista.

Chappell Roan se pronuncia, pede desculpas e diz que nem chegou a ver a filha de Jorginho Frello:

“Eu nem vi uma criança. Ninguém veio até mim e ele não é meu segurança pessoal… Eu não odeio crianças, isso é loucura. Me desculpe”.
pic.twitter.com/K4k2xBqdRl

— QG do POP (@QGdoPOP) March 22, 2026

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Musa da música “Carolina” diz que canção não é de Seu Jorge

A advogada Carolina Corrêa, inspiração da música Carolina, e o cantor e compositor Seu Jorge. Fotomontagem

A advogada Carolina Corrêa, inspiração da música Carolina, afirmou que a canção não foi composta por Seu Jorge, mas pelo baterista e compositor Ricardo Garcia. Segundo ela, a música foi escrita no início dos anos 2000 durante o relacionamento com Garcia e acabou sendo gravada pelo cantor no álbum Samba Esporte Fino, lançado em 2001. As informações são do Metrópoles.

De acordo com Carolina e Ricardo Garcia, as composições já estavam prontas quando Seu Jorge foi convidado apenas para interpretá-las em um projeto musical que também envolvia o produtor Kiko Freitas.

Além de Carolina, os compositores afirmam que outras cinco músicas — Tive Razão, Gafieira S. A., Chega no Suingue, She Will e Não Tem — teriam sido registradas posteriormente apenas em nome do cantor.

Ricardo afirma que a situação veio à tona em 2001, quando a música Carolina apareceu em um programa de televisão com créditos atribuídos somente a Seu Jorge. Segundo ele, após verificar os registros, os compositores entraram com ação judicial em 2003 para discutir a autoria das obras.

A 18ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu recentemente que o processo deve prosseguir para análise de provas e depoimentos.

Especialistas em direito autoral explicam que a legislação brasileira garante proteção à obra desde o momento da criação, independentemente de registro formal. Caso seja comprovada a autoria original, os compositores podem pedir correção dos créditos, reconhecimento da autoria e eventual indenização. Procurada pela reportagem, a equipe de Seu Jorge não respondeu até a publicação.

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Grezz celebra o Dia Internacional da Mulher com shows e inauguração de galeria de artes visuais

No dia 8 de março, o Grezz realiza uma programação especial e gratuita em celebração ao Dia Internacional da Mulher. A partir das 18h, a casa recebe o público para uma noite que reúne dois espetáculos musicais e a inauguração oficial de seu novo espaço expositivo, a Galeria Grezz de Artes Visuais. Os ingressos gratuitos devem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla.

A programação inclui o show “Rainhas”, com Izzy Gordon, que revisita repertórios de artistas que marcaram a história da música, como Elza Soares, Rita Lee, Nina Simone e Aretha Franklin. O espetáculo percorre diferentes estilos e destaca trajetórias femininas que atravessaram gerações.

Também integra a noite o concerto “Vozes Latino-Americanas”, com Indira Castro. A apresentação propõe um percurso pela canção latino-americana em versões que preservam a essência das obras e evidenciam a identidade interpretativa da artista.

A data marca ainda a inauguração da Galeria Grezz de Artes Visuais, espaço localizado no segundo andar da casa e dedicado exclusivamente a exposições. A mostra coletiva “Mulheres Artistas”, com curadoria de Lúcio Vargas, reúne obras de Bea Balen, Dani Stuani, Lara Fuke, Luanda, Ondian Pozoco, Sandra Kravetz, Tita Schames e Vanessa Annunciata, apresentando a produção de artistas contemporâneas.

A iniciativa integra música e artes visuais em uma mesma programação, destacando a presença feminina na cultura.

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