Visualização de leitura

Servidores municipais de Cachoeirinha entram em greve no dia de 4 de maio

Os servidores municipais de Cachoeirinha iniciarão uma greve na próxima segunda-feira (4), como parte das mobilizações da Campanha Salarial de 2026 do Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha (SIMCA). Aprovada em assembleia, a paralisação pauta uma série de reivindicações da categoria, denunciando uma perda salarial acumulada de 32% e a ausência de concurso público vigente no município.

Como parte das ações, os servidores realizarão uma caminhada pela Avenida Flores da Cunha com o objetivo de chamar a atenção da população e do poder público para a necessidade de avanços concretos em diversas áreas que impactam diretamente a qualidade de vida da comunidade. Entre as principais pautas comunitárias estão a implementação de medidas efetivas de prevenção contra enchentes, o apoio à preservação do Mato Ancestral e à retomada indígena no território, além da ampliação das linhas e horários do transporte público, com melhoria na qualidade dos serviços e redução no valor das passagens.

A categoria também reforça a defesa da Educação de Jovens e Adultos (EJA), posicionando-se contra qualquer forma de desmonte dessa modalidade, e reafirma a importância de investimentos contínuos para garantir uma educação pública de qualidade no município.

O sindicato destaca que a greve é um instrumento legítimo de luta diante da falta de avanços e reforça o compromisso dos servidores com a defesa dos serviços públicos e dos direitos da população de Cachoeirinha.

O post Servidores municipais de Cachoeirinha entram em greve no dia de 4 de maio apareceu primeiro em Sul 21.

  •  

Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril

Os professores da rede pública estadual de São Paulo entram em greve nos dias 9 e 10 de abril. Leia sobre a paralisação dos professores da rede pública de SP com a TVT News.

Greve dos professores da rede pública de São Paulo dias 9 e 10 de abril

Professores da rede pública de todo o Estado de São Paulo decretaram greve nos dias 9 e 10 de abril.

Atenção, pois há paralisações previstas em escolas de todas as regiões de São Paulo, incluindo capital, litoral e interior.

professores-de-sao-paulo-entram-em-greve-9-e-10-de-abril-tvt-news
Convocação da Apeoesp para a greve nos dias 9 e 10 de abril Imagem: Reprodução / Apeoesp

Entenda os motivos da greve dos professores da rede estadual de São Paulo

A greve dos professores da rede pública, que também envolve mobilizações nos dias 9 e 10 de abril, ocorre em meio a críticas dos docentes às políticas educacionais do governo Tarcísio. Entre as principais reivindicações está o reajuste do piso nacional do magistério com impacto na carreira.

“O governo Tarcísio de Freitas publicou o Decreto 70.483/2026, que dispõe sobre a concessão de abono omplementar aos servidores. Na prática, o governo Tarcísio mais uma vez descumpre a lei do piso, e pagará um abono para aqueles profissionais que recebem abaixo do piso nacional, até que complemente o valor”, explica, em nota o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp).

“Tarcísio também enviou para a Assembleia Legislativa o Projeto de Lei Complementar 226/2026, que propõe reajuste salarial de 10% para as forças de segurança (polícias civil e militar). Ora, não desconhecemos a importância das forças policiais, porém a Educação e seus profissionais são fundamentais para a sociedade e, portanto,também devemos receber um reajuste linear compatível com o que está sendo a eles concedido”, completa a nota da Apeoesp.

Os professores também cobram a aplicação correta da jornada do piso, garantindo que ao menos um terço da carga horária seja destinado a atividades extraclasse, como planejamento e formação. Outro ponto central é a retirada do Projeto de Lei 1316/2025, que trata da reforma administrativa na área da educação.

>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp

A pauta da greve inclui ainda a revogação de mecanismos de avaliação considerados injustos pela categoria, mudanças na atribuição de aulas para assegurar maior transparência e a garantia de que não haja professores sem aulas ou estudantes sem docentes.

Entre outras demandas, estão:

  • Reajuste salarial para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Abertura de classes no período noturno, tanto no ensino regular quanto na Educação de Jovens e Adultos (EJA);
  • Ampliação da educação especial inclusiva, com atendimento adequado a estudantes com deficiência;
  • Convocação de mais professores concursados;
  • Regularização de pagamentos atrasados e revisão de descontos realizados durante a pandemia;
  • Devolução de valores considerados indevidos a aposentados e pensionistas.

A mobilização é organizada por entidades representativas dos professores da rede pública e deve reunir educadores de diversas regiões do estado. A assembleia no vão do MASP será determinante para definir os próximos passos do movimento, incluindo a possibilidade de manutenção ou ampliação da greve.

professores-de-sao-paulo-entram-em-greve-9-e-10-de-abril-tvt-news
A expectativa é de forte adesão à greve dos professores, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo Tarcísio de Freitas. Foto: Reprodução / Apeoesp

A expectativa é de forte adesão, em um cenário de tensão entre a categoria e o governo estadual, com impactos diretos no calendário escolar da rede pública paulista.

Os professores também realizam uma assembleia decisiva na quinta-feira, 10 de abril, às 16h, no vão livre do MASP, para avaliar a continuidade do movimento.

Por que os professores de São Paulo estão em greve?

Entre as principais reivindicações do professores em greve estão:

  • Reajuste do piso nacional do salário base com repercussão na carreira e não no abono complementar
  • Reajuste salarial imediato de 6,27% para todos os professores, ativos e aposentados, com base no piso nacional da educação;
  • Aplicação correta da jornada do piso em aulas (26 aulas em classe e 14 sem estudantes)
  • Retirada do PL 1316/2025 – Reforma Administrativa da Educação
  • Revogação da Avaliação de Desempenho injusta e punitiva
  • Atribuição de aulas presencial, justa e transparente
  • Nenhum professor sem aula, nenhum estudante sem professor
  • Abertura de classes no noturno ensino regular e EJA
  • Educação Especial Inclusiva que atenda às necessidades de estudantes atípicos e com deficiência
  • Convocação de mais professores concursados
  • Aplicação do tempo de serviço descongelado da pandemia e pagamento dos retroativos
  • Devolução dos valores confiscados de aposentados e pensionistas
  • Melhores condições de trabalho, incluindo climatização das salas de aula devido às fortes ondas de calor;
  • Diálogo efetivo com o governo estadual, que tem se mostrado resistente às negociações.

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), presidenta da Apeoesp, , a paralisação é resultado da falta de avanços nas pautas apresentadas ao governo estadual. “Estamos chamando os professores e as professoras a fecharem suas escolas nos dias 9 e 10 e participarem da assembleia. É um momento decisivo para a nossa categoria, que precisa se posicionar diante das medidas que impactam a educação pública e a carreira do magistério”, explica Bebel.

Outro ponto da greve é a defesa da carreira docente, incluindo a implementação da meta 17 do Plano Nacional de Educação, que prevê a equiparação salarial dos professores com outros profissionais de nível superior.

“Nós lutamos há anos para que o piso seja o ponto de partida da carreira. Valorização de verdade significa cumprir a carreira e garantir salários compatíveis com a importância do nosso trabalho”, afirma Bebel.

A deputada reforça a importância da participação da categoria na assembleia do dia 10. “A presença de cada professor e professora será fundamental para que possamos decidir os próximos passos do movimento. É na assembleia que a categoria se expressa e define seus rumos”, conclui.

professores-de-sao-paulo-entram-em-greve-9-e-10-de-abril-tvt-news
Professores e outras categorias do funcionalismo público participaração do ato no dia 10, às 16h, no MASP. Foto: Reprodução / Apeoesp

A Apeoesp reforça a importãncia de todos os professores participarem ativamente da assembleia no dia 10, ressaltando que a unidade da categoria será determinante para os próximos passos na luta por valorização profissional e melhorias na educação pública.

Caravana da Educação

A mobilização vem sendo organizada em todo o estado por meio da Caravana da Educação, que percorre as subsedes da Apeoesp promovendo debates com a comunidade escolar. Segundo a entidade, com as Caravana, já foram instalados 30 comitês populares, 12 estão com lançamentos previstos, e a expectativa é ampliar essa articulação para as 95 subsedes.

Para Bebel, a greve também busca ampliar o diálogo com a sociedade. Ela explica que “a educação pública diz respeito a toda a população. Estamos dialogando com estudantes, pais e comunidades para mostrar o que está em jogo e fortalecer essa construção coletiva”.

The post Greve de professores em São Paulo dias 9 e 10 de abril appeared first on TVT News.

  •  

Caminhoneiros suspendem decretação de greve após providências do governo

Os motoristas de caminhão decidiram, em assembleia realizada nesta quinta-feira (19), suspender a greve que vinha sendo articulada em razão do aumento no preço dos combustíveis. A categoria optou por abrir um novo canal de diálogo com o governo, com uma reunião prevista para o início da próxima semana. O encontro deve ocorrer com a […]
  •  

Professores da rede estadual de SP anunciam greve para 9 e 10 de abril

Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo decidiram deflagrar greve geral nos dias 9 e 10 de abril. A paralisação foi anunciada nesta segunda-feira (9) pela Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) após deliberação em assembleia estadual realizada na última sexta-feira (6). Batizado de “Operação Braços […]
  •  

Greve dos professores pode ser decidida na assembleia de 6 de março

No dia 6 de março, os professores da rede pública estadual de São Paulo farão assembleia para decidir os próximos passos da categoria. Há possibilidade dos professores da rede estadual entrarem em greve. Leia em TVT News.

Qual é a pauta da mobilização dos professores

  • reajuste do piso nacional no salário-base;
  • reajuste do piso nacional na carreira;
  • fim do abono complementar;
  • aplicação correta da jornada do piso;
  • efesa da escola pública frente à privatização e à militarização;
  • reabertura de classes fechadas;
  • devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia;
  • garantia de educação especial inclusiva

Assembleia da APEOESP em 6 de março pode votar indicativo de greve dos professores

A APEOESP realiza no dia 6 de março (sexta-feira), às 16 horas, no vão livre do MASP, na Avenida Paulista, em São Paulo, a assembleia estadual dos professores. A pauta inclui a possibilidade de votação de indicativo de greve das professoras e dos professores, caso não haja avanço nas negociações em torno das reivindicações apresentadas ao governo do Estado.

>> Siga o grupo da TVT News no WhatsApp

Pela manhã, o Conselho Estadual de Representantes da entidade se reunirá para avaliar o andamento da mobilização nas regiões e propostas encaminhadas pelas subsedes. As deliberações serão levadas à assembleia da tarde, quando professoras e professores decidirão os próximos encaminhamentos.

Mobilização dos professores será no Vão Livre do MASP, às 16h, com caminhada até a Praça da República; categoria luta por reajuste salarial e protesta contra demissões, problemas na atribuição de aulas e medidas autoritárias da SEDUC

Segundo a deputada estadual Professora Bebel (PT), segunda presidenta da APEOESP, o ato ocorre após um início de ano marcado por demissões, dificuldades na atribuição de aulas e insegurança na rede. “Temos professores que ainda enfrentam problemas na atribuição, escolas com instabilidade e uma política que vem tensionando a carreira. A assembleia é o espaço legítimo da categoria para avaliar esse cenário e decidir coletivamente os rumos do movimento”, afirma Bebel.

professores-da-rede-publica-de-sp-seguem-em-luta-por-melhores-condicoes-de-trabalho-manifestacao-do-dia-27-tera-como-pautas-a-defesa-dos-servicos-publicos-e-o-combate-as-privatizacoes-foto-apeoesp-tvt-news
Deputada Professora Bebel: “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes”. Foto: Apeoesp

Professores vão deliberar sobre pontos centrais da categoria

Entre os pontos centrais, a serem deliberados pelos professores, estão o reajuste do piso nacional no salário-base e na carreira, o fim do abono complementar, a aplicação correta da jornada do piso, a defesa da escola pública frente à privatização e à militarização, a retirada da Alesp do PL 1316/2025 (reforma administrativa da Educação), o não à reorganização escolar, a reabertura de classes fechadas, a devolução do tempo de serviço congelado no período da pandemia (2020-2021) e a garantia de educação especial inclusiva para estudantes atípicos e com deficiência.

A pauta também inclui a reivindicação de que nenhum professor permaneça sem aula atribuída e nenhum estudante fique sem professor. A deputada Bebel explica que “não é possível falar em qualidade na educação com instabilidade na carreira e fechamento de classes. A valorização do magistério é condição para fortalecer a escola pública”.

Após a assembleia no MASP, está prevista caminhada até a Praça da República, onde ocorrerá ato unificado com o funcionalismo e movimentos sociais. No mesmo dia e local, às 18h30, haverá apresentação musical gratuita do cantor Chico César, em tributo à educação pública.

Os professores da rede estadual de São Paulo podem entrar em greve?

A possibilidade de greve está colocada no debate da categoria e será avaliada de forma coletiva. De acordo com a Apeoesp, a greve é entendida como um instrumento de pressão para reverter medidas do governo estadual e obrigar a abertura de negociações efetivas.

O Conselho Estadual de Representantes (CER) da Apeoesp aponta que o tema deve ser discutido desde as escolas, com assembleias regionais e participação direta da base, até a deliberação na assembleia estadual do dia 6 de março.

Nos últimos meses, a categoria já realizou uma série de manifestações, reunindo não apenas professores, mas também estudantes, outros profissionais da educação e movimentos sociais, o que reforça o clima de mobilização em todo o estado.

Confira as datas de mobilização dos professores da rede pública de SP

O calendário divulgado pela Apeoesp reúne uma série de atividades ao longo de março:

  • 6 de março – Assembleia estadual às 16h, na Avenida Paulista, com caminhada e ato unificado
  • 8 de março – Participação nas mobilizações do Dia Internacional das Mulheres
  • 20 de março – Mobilização do funcionalismo público

The post Greve dos professores pode ser decidida na assembleia de 6 de março appeared first on TVT News.

  •