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Vencimento do Tesouro IPCA+ 2026 paga mais de R$ 258 bilhões aos investidores: o que fazer com esse dinheiro?

Com o vencimento do Tesouro IPCA+ 2026, cerca de R$ 258,7 bilhões voltaram para a conta dos investidores na última segunda-feira (17).

Também chamados de NTN-Bs, esses títulos oferecem um prêmio que combina a variação do IPCA e uma taxa de juros prefixada, combinada no momento da compra.

E para aqueles que compraram os títulos na primeira emissão, em janeiro de 2016, e o mantiveram a aplicação até o final, o retorno acumulado chegou a 258%, apontam dados da Eytse Estratégia.

Mas o que fazer com o dinheiro gerado pelo investimento?

Para aqueles que receberam valores aplicados no Tesouro IPCA+ 2026, os analistas da Empiricus apostam na estratégia de reinvestir o montante para manter a engrenagem dos juros compostos em funcionamento.

Analistas recomendam diferentes ativos para reinvestir

Na visão da Empiricus, o vencimento do Tesouro IPCA+ 2026 não precisa ser encarado como uma linha de chegada, mas sim como a possibilidade de um novo começo.

Isso porque, ao reinvestir, os investidores podem continuar aproveitando do efeito “bola de neve” dos juros compostos. Ou seja, não é apenas o capital inicial que rende. Os rendimentos acumulados também geram novos rendimentos. E estes, por sua vez, geram outros.

Assim, quanto mais tempo o seu dinheiro passa investido, maior será o seu rendimento. E o contrário, também é verdadeiro. “Deixar recursos parados por longos períodos pode parecer pouco relevante no curto prazo, mas cobra seu preço quando pensamos em horizontes de dez, vinte ou trinta anos”, afirmam no relatório.

Por isso, o quanto antes o investidor escolher um novo ativo para aplicar os recursos, mais chances de multiplicar o capital. Nesse sentido, a Empiricus Research elaborou um relatório com alternativas para investir os recursos do Tesouro IPCA+ 2026, entre diferentes classes de ativos e perfis de risco.

No material, os analistas da casa apresentam algumas recomendações passam por diferentes classes de ativos e perfis de risco dos investidores.

Entre as recomendações está um fundo de infraestrutura, para aqueles que priorizam maior previsibilidade de renda e menor exposição as oscilações dos juros. O ativo tem retorno hedgeado para o CDI, e busca acompanhar de perto o retorno desse índice.

Também chamados de FI-Infra, esses fundos investem em debêntures ligadas à projetos de infraestrutura. Consequentemente, eles são isentos de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Mas essa não é a única recomendação da Empiricus…

Veja mais recomendações da Empiricus para reinvestir o seu dinheiro

O fundo de infraestrutura é apenas uma das recomendações dos analistas da Empiricus para reinvestir os recursos do Tesouro IPCA+ 2026.

No relatório, você conta com mais quatro recomendações:

  • Um fundo imobiliário com dividend yield de 13,41% nos últimos 12 meses;
  • Uma debênture que oferece pagamentos de juros semestrais e, taxa indicativa era de IPCA+ 8% ao ano (em 17/08/26);
  • Uma ação brasileira e um BDR de destaque no mercado.

Para acessar, é só clicar no botão abaixo e fazer um cadastro rápido:

QUERO ACESSAR O RELATÓRIO COM RECOMENDAÇÕES DA EMPIRICUS

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Essas 5 ações são ‘vencedoras’ na bolsa brasileira para investidores que desejam enfrentar ciclo inflacionário; confira análise

Para investidores, o segundo semestre de 2026 se inicia dando continuidade ao sentimento de alerta deixado pela primeira metade do ano – especialmente no mundo das ações e outros ativos de renda variável. Os efeitos do conflito no Oriente Médio, e a consequente incerteza em torno da liberação do fluxo no Estreito de Ormuz, devem continuar “fazendo preço” na economia global por tempo indeterminado.

A disrupção na cadeia global de suprimentos (devido ao conflito) deu maior protagonismo à inflação, que voltou a ocupar papel central na alocação dos investidores – especialmente os brasileiros, segundo analistas da Empiricus Research.

“A inflação voltou a ser uma variável estrutural, e não apenas cíclica, na construção de portfólios”, afirmam os analistas em relatório publicado na última segunda-feira (6). “[O Brasil] historicamente amplifica movimentos globais de juros, câmbio, commodities e apetite por risco”.

Voltando-se para o Brasil, mesmo com leituras mais recentes da inflação indicando um leve alívio (como o IPCA-15 de junho, que veio levemente abaixo das expectativas do mercado), os analistas comentam que, somado aos fatores externos, um agravante doméstico entra na equação: a fragilidade fiscal, sem previsão para ser endereçada pelo governo.

Narrativas mais otimistas para com a bolsa brasileira deram lugar a um sentimento de aversão ao risco. Após um período de rali no mês de abril, o Ibovespa devolveu ganhos e, até a quarta-feira (8), negociava na casa dos 170 mil pontos, sem tendência clara de alta ou de baixa, mesmo com desempenho positivo no acumulado de 2026.

Porém, em um cenário em que tudo pode até parecer “jogar contra” os ativos de riscos brasileiros, os analistas indicam que os preços descontados na bolsa abrem uma oportunidade, justamente, para investir e buscar lucros. Mas não de forma generalista: é preciso disciplina.

“Esse quadro não elimina oportunidades na bolsa. Pelo contrário, pode criá-las. Mas exige uma seleção mais criteriosa”, afirmam. “Em ambientes mais difíceis, a bolsa deixa de ser um bloco homogêneo.”

Qual a chave para investir em ações em tempos de turbulência na inflação?

“Em um cenário de inflação relevante, juros altos e maior volatilidade, a exposição genérica à bolsa deixa de ser suficiente.”

Enquanto alguns investidores pessoa física optam por um posicionamento mais conservador, abstendo-se totalmente da bolsa em prol de títulos de renda fixa, ou defensivo, mirando em ativos de proteção, como o ouro, a Empiricus indica essa pode ser uma boa chance de investir em um seleto grupo de ações de qualidade por preços mais baixos.

“A oportunidade aparece quando empresas de qualidade passam a negociar com desconto, mas seguem preservando os atributos que sustentam a tese: geração de caixa, dividendos, previsibilidade, balanço sólido e capacidade de repasse de preços.”

5 ações ‘vencedoras’ para tempos de inflação: três representam o mesmo setor

Nem todo investidor está apto a fazer um stock picking por conta própria, sabendo exatamente em quais ações investir. Por isso que, nesses momentos, faz-se ainda mais relevante acompanhar as indicações de analistas especializados.

No relatório, os analistas apontam 5 ideias de investimento em ações que, em sua visão, são as mais promissoras para investidores em busca de um portfólio resiliente em tempos de inflação:

  • Itaú (ITUB4);
  • Axia Energia (AXIA6);
  • Copel (CPLE3);
  • Compass (PASS3);
  • Cury (CURY3).

Tratando-se de Itaú (ITUB4), os analistas destacam a “elevada capacidade de gestão de risco ao longo dos ciclos”, além da alta recorrência de resultados e dividendos. Para Cury (CURY3),a incorporadora tem se beneficiado, atualmente, do forte momentum do programa Minha Casa, Minha Vida, apresentando forte crescimento e geração de caixa, além de bons dividendos.

Porém, chama atenção o fato de o restante das ações escolhidas representarem um mesmo setor da economia: o de serviços básicos. No caso, papéis ligados serviços indispensáveis do cotidiano, como energia elétrica, saneamento ou gás.

Axia Energia (AXIA6)

Para os analistas, a Axia (AXIA6), antiga Eletrobras, se diferencia pela relevância de seu portfólio de ativos, além de seu “profundo processo de transformação pós-privatização”.

“A empresa vem se destacando pela estratégia de manter boa parte da capacidade de geração descontratada, o que tem garantido boa captura de receita em um ambiente de preços elevados de energia. Além disso, negocia por múltiplos atrativos em comparação ao restante do setor.”

Copel (CPLE3)

Outra representante do ramo de energia elétrica, a Copel (CPLE3) “apresenta forte presença em distribuição, com uma agenda de transformação pós-privatização, potencial de captura de ganhos de eficiência e evolução de governança. Além disso, negocia em níveis atrativos frente ao potencial de geração de valor, e ainda distribui bons dividendos.”

Compass (PASS3)

Segundo analistas, a Compass (PASS3), parte do grupo Cosan, já se destaca por um perfil defensivo, de crescimento consistente e valuation atrativo em seu setor. Além disso, “combina ativos regulados de distribuição, com geração de caixa previsível e proteção inflacionária, e uma plataforma integrada de gás que amplia oportunidades via comercialização e infraestrutura”.

Por que o setor de serviços básicos se destaca, afinal?

Isabelle Oliveira, uma das analistas responsáveis pelo relatório, destaca que “o diferencial das teses ligadas a serviços básicos é a capacidade de retorno real do setor mesmo em períodos macroeconômicos conturbados”, por conta de três fatores:

  • Reajustes de receita atrelados à inflação;
  • Alto poder de repasse aos acionistas;
  • Elevada previsibilidade de caixa.

“Neste cenário de incertezas globais, inflação elevada e juros altos, que atrapalham o consumo e atividade econômica, essas teses voltam a ganhar atratividade relativa, frente a outras mais cíclicas.”

Onde investir agora? Empiricus+ apresenta os ativos mais promissores do mercado

Apesar desse relatório em especial dar destaque a 5 ações, vale ressaltar que a diversificação segue sendo um dos principais pilares para quem deseja criar um portfólio de ações de forma a mitigar riscos.

Portanto, somadas a essas indicações, você pode conhecer diversas outras para complementar sua estratégia e buscar lucros em 2026 – com ajuda da Empiricus+.

A Empiricus+ é a plataforma “streaming” da casa: em um só lugar, você pode ter acesso a dezenas de recomendações de investimento, séries especiais e, também, relatórios como o citado neste texto.

Uma condição especial está liberada por tempo limitado: você pode testar a plataforma por 30 dias gratuitamente, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial.

Para liberar seu período de teste, basta clicar no link abaixo e seguir as instruções:

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Três riscos que podem definir seus investimentos em 2026 no Brasil

As eleições presidenciais de 2026 começam a ganhar espaço nas projeções do mercado financeiro. A pesquisa divulgada pela AtlasIntel em parceria com a Bloomberg na quarta-feira (1º) mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando os cenários de disputa contra Flávio Bolsonaro (PL), com vantagem superior a 10 pontos percentuais no 1º turno.

Paralelamente ao cenário político, investidores observam de perto a trajetória da taxa Selic, que segue em patamar elevado.

“O Caged de maio apontou uma desaceleração gradual de empregos. O dado soma-se ao IPCA-15 mais benigno, à PNAD Contínua e à comunicação mais clara de Gabriel Galípolo após o Relatório de Política Monetária, fortalecendo as apostas em um novo corte de 0,25 p.p. da Selic em agosto”, comenta Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research.

Além disso, investidores também acompanham a possibilidade de um novo episódio de El Niño de forte intensidade. O fenômeno climático, que atinge regiões de todo o país, coloca em risco a produção global de alimentos e os preços das commodities agrícolas.

Veja como investir diante dos 3 eventos de risco

Na hora de investir com sabedoria e sem colocar o seu patrimônio em riscos desnecessários, é preciso olhar para o cenário como um todo.

O El Niño se trata de um fenômeno climático, restando como medidas tentar antecipar os danos e preveni-los, tanto fisicamente quanto financeiramente.

Já no aspecto das expectativas para a taxa Selic, Spiess aponta que a desaceleração forte dos dados de atividade pode dar mais espaço para o BC cortar juros, ainda que o tamanho dessa margem dependa do fiscal – isto é, das despesas do governo.

Ambos os fatores (El Niño e cortes da Selic) estão sendo levados em conta ao longo de todo o ano de 2026 na hora dos analistas da Empiricus escolherem os melhores ativos recomendados para seus investidores.

Agora, com a chegada do segundo semestre do ano, a tendência é que o terceiro fator passe a concentrar mais a atenção do mercado.

As votações das eleições de 2026 estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro e ainda não está definido quais serão os políticos a concorrer. Por enquanto, a lista de pré-candidaturas conta com nomes como:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)

Nas próximas semanas, a oficialização das candidaturas e o início do período de campanhas até a contagem final de votos, deve trazer muita volatilidade aos preços do mercado.

Historicamente, são em momentos como este que quem está posicionado da maneira correta tem a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro.

Isso porque em momentos de volatilidade podem ocorrer grandes perdas, mas também aparecem grandes oportunidades para quem está preparado.

Em períodos semelhantes a este, os analistas da Empiricus já conseguiram entregar lucros de 300%, 1.000% e 1.700%, em meio à alta variação de preços acompanhando as urnas.

Claro que os retornos passados são garantia de lucros futuros. Mas o que se desenha neste cenário é um ambiente econômico com algumas similaridades ao que possibilitou os lucros anteriores.

Por isso, os analistas da Empiricus estão muito confiantes de que é possível surfar nessas oportunidades – e acreditam que os investidores podem começar a preparar seu portfólio o mais cedo possível para o que vem por aí.

Na visão da casa, nem mesmo importa se um dos nomes acima ou outro vai vencer as eleições em outubro. É possível buscar ganhos em qualquer cenário, com a estratégia ideal para os seus objetivos financeiros.

E para encontrar carteiras preparadas para ter a chance de capturar as maiores oportunidades de lucro, a casa convida a conhecer a Empiricus+ gratuitamente até o fim das eleições.

VEJA ONDE INVESTIR COM A EMPIRICUS+ ATÉ O FIM DAS ELEIÇÕES

Empiricus+: conheça as principais recomendações da casa em um só lugar

A Empiricus+ é a assinatura “streaming” da casa. De ações a criptomoedas, o investidor pode conhecer, em um único lugar, as principais recomendações da Empiricus para turbinar sua carteira de investimentos a partir de agora.

Confiante na qualidade de seu trabalho e no potencial estratégico do momento atual para os investidores, a casa liberou a assinatura da Empiricus+ com gratuidade por todo o período eleitoral de 2026 (até o segundo turno das eleições).

Assim, os investidores podem acompanhar pessoalmente o diferencial de investir com boas orientações – não apenas em períodos de riscos mais urgentes, como também no longo prazo.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos, como lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes – tudo isso com acesso gratuito até o final das eleições.

Uma oportunidade como essas não se vê todos os dias e é por isso mesmo que quem estiver interessado, deve se inscrever o quanto antes, pois essa condição estará disponível por tempo limitado.

Se ficou curioso para conhecer a Empiricus+ e acessar as principais carteiras da casa de forma gratuita para preparar o bolso para os riscos do 2º semestre de 2026, é só clicar no botão abaixo:

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DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Viu a Strategy vender e comprar bitcoins (BTC)? Caso vale como exemplo para investidores; entenda

A Strategy ampliou sua posição em bitcoin (BTC) ao adquirir mais US$ 101 milhões da criptomoeda. A movimentação ocorre poucos dias após a empresa realizar sua primeira venda do ativo em quatro anos.

Entre os dias 28 e 31 de maio, o bitcoin foi negociado próximo dos US$ 73 mil, sem grandes oscilações. O cenário mudou após o mercado tomar conhecimento da venda realizada pela companhia comandada por Michael Saylor, o que pressionou as cotações e levou o ativo a ser negociado abaixo dos US$ 60 mil.

Apesar da reação negativa dos preços, a empresa manteve sua estratégia de acumular bitcoin em caixa. Investidores que saíram da criptomoeda em meio às repercussões da notícia e por impulso podem desconsiderar outros fatores importantes e até mesmo perder dinheiro.

O episódio acaba evidenciando a relevância do acesso a informações qualificadas e análises profissionais no mercado financeiro.

Entenda os movimentos da Strategy

A antiga Microstrategy vendeu 32 BTC por aproximadamente US$ 2,5 milhões, a um preço médio de US$ 77.135 por BTC, entre 26 e 31 de maio. As informações constam de um documento enviado no dia 1º de junho à SEC, entidade equivalente à CVM nos Estados Unidos (EUA).

De acordo com reportagem do Money Times, a venda de bitcoins auxiliaria o pagamento de dividendos para acionistas.

Então, na última segunda-feira (8), a empresa divulgou um comunicado que registra a compra de mais 1.550 BTCs, por um valor equivalente aos US$ 101 milhões mencionados anteriormente, ou pouco mais de US$ 65 mil por unidade.

Agora, a Strategy detém 845 mil bitcoins, que representam mais de 4% de toda a oferta global e valem cerca de US$ 53,7 bilhões.

Além disso, a companhia mudou o ritmo de distribuição de dividendos aos acionistas. Os pagamentos, que eram feitos em ritmo mensal, agora são quinzenais. De acordo com a própria Strategy, o intuito é:

  • Aumentar a liquidez as ações;
  • Reduzir a volatilidade de preços;
  • Acelerar o reinvestimento dos investidores;
  • Tornar os papéis mais atraentes no mercado.

À época da venda, a Empiricus destacou em relatório que os 32 BTC vendidos pela companhia eram pouco representativos diante de todo o estoque acumulado em caixa. Porém, o valor simbólico da operação foi o que movimentou o mercado.

“Isso acontece porque Saylor construiu sua imagem pública em torno da ideia de nunca vender bitcoin. Portanto, mesmo que a operação não mude a tese estrutural da companhia, ela quebrou parte da narrativa e assustou investidores de varejo, principalmente em um momento em que o mercado já está mais sensível.”

Mesmo com o mercado temeroso de que a venda de Saylor pudesse representar um pessimismo da Strategy em relação ao BTC — o que foi rechaçado poucos dias depois com a compra volumosa de mais ativos, a Empiricus manteve a recomendação de compra ressaltando que, estruturalmente, a tese continua atrativa.

O acesso a informações profissionais

A venda realizada pela Strategy no final de maio pode ter causado um susto em investidores de bitcoin, tanto que a própria cotação da moeda caiu na sequência desse evento.

Mas como as mesmas pessoas devem ter se sentido oito dias depois, quando foi anunciada a compra de 1.550 BTC?

O mercado financeiro é repleto de altos e baixos que podem ser difíceis de acompanhar para as pessoas que não trabalham diretamente ligadas a ele.

O mundo das criptomoedas é um bom exemplo disso.

Muitas vezes, investidores acabam “seguindo a manada” e vendem um ativo quando ele está em queda, como no caso da venda realizada pela Strategy. Com isso, perdem recuperações seguintes e abrem mão do planejamento de longo prazo.

A situação é apenas um exemplo da importância de seguir boas análises de profissionais que vivem o mercado financeiro 24 horas por dia. Esse tipo de informação já foi praticamente inacessível à pessoa física no passado, mas o cenário é bem diferente nos dias de hoje.

O Empiricus+, por exemplo, funciona como um Netflix do mercado financeiro. Afinal, o investidor paga apenas uma assinatura e garante acesso a diversas carteiras e conteúdos elaborados por profissionais experientes do mercado.

Entre os acessos está o Crypto Trades, comunidade exclusiva em que Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus, compartilha alertas quando identifica oportunidades de investimento em criptomoedas.

Além disso, a casa oferece 30 dias de teste gratuito para todo o Empiricus+. Dessa forma, não é preciso desembolsar nenhum valor para entender se ele realmente vale a para você.

Como testar o Netflix dos investimentos

O Empiricus+ oferece um caminho para conhecer as visões de especialistas sobre renda fixa, ações, criptomoedas, fundos de investimento e fundos imobiliários (FIIs).

Esse tipo de produto já custou caro, mas agora você pode garantir por menos de R$ 1 por dia. Após os 30 dias gratuitos de teste, a assinatura pode ser feita por R$ 169,86 anuais ou em até 12 vezes de R$ 14,90.

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HSML11 e mais 15 fundos imobiliários para investir em junho, segundo o BTG Pactual

Junho começou e, com o novo mês, o BTG Pactual já atualizou a sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs).

A atualização da tese de investimentos feita pelo banco acontece em um ambiente ainda desafiador para os investidores, marcado por incertezas macroeconômicas e mudanças nas expectativas para juros.

A combinação de fatores eleva a cautela e influencia o comportamento do mercado, especialmente entre os investidores mais sensíveis ao risco.

As tensões entre Irã e EUA contribuíram para a alta de commodities importantes, aumentando as preocupações com a inflação e seus desdobramentos sobre a política monetária.

Além disso, no Brasil, o cenário político intensificou a percepção de risco, tornando o ambiente menos favorável para ativos ligados ao crescimento.

Dessa forma, a expectativa é de que os juros continuem elevados por um período mais longo, o que tende a reduzir o interesse por ativos de risco, como os fundos imobiliários.

No entanto, investidores mais atentos ao mercado e com estratégias de alocação fundamentadas, tendem a aproveitar melhor cenários mais desafiadores como este. Inclusive no setor de FIIs.

Em maio, a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual apresentou um dividend yield anualizado de 11,5%, equivalente a 89,2% do CDI.

Qual é a estratégia do BTG para junho?

Neste mês, os analistas do BTG decidiram reduzir a exposição no RBR Crédito Imobiliário Estruturado FII (RBRY11), revelando uma estratégia mais cautelosa, diante de um cenário mais instável para os FIIs.

O FII ainda continua na carteira, contudo, diante da recente alta do preço das cotas do fundo na bolsa, o BTG aproveitou o momento para reduzir a posição de RBRY11 no portfólio.

Dessa forma, o banco garantiu parte dos lucros acumulados, além de abrir espaço para ativos que, hoje, na visão da casa, oferecem uma relação risco-retorno mais interessante, como o HSML11.

Assim, os analistas do banco decidiram aumentar a exposição no fundo de tijolo que combina três pontos positivos: geração de renda, portfólio de qualidade e desconto relevante em relação ao valor patrimonial.

Hoje, o HMSL11apresenta um dividend yield de 10% e está sendo negociado com cerca de 15% de desconto em relação ao valor seu valor patrimonial.

Segundo os analistas, o fundo possui reservas que podem contribuir para maior estabilidade na distribuição de rendimentos no curto prazo, o que fortalece a geração de renda pelo HMSL11.

Além de HMSL11 e RBRY11, o BTG Pactual indica mais 14 fundos imobiliários para investir em junho.

Conheça a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual para junho

O que você viu aqui é apenas um “pedacinho” da carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual.

Agora, você pode acessar a seleção completa do banco e conferir todos os detalhes. Se você está construindo ou revisitando sua carteira de FIIs em junho, vale a pena acessar o material completo.

E boa notícia é que essa seleção pode ser acessada gratuitamente, com a possibilidade de investir no portfólio de forma automatizada, sem a necessidade de replicar manualmente cada ajuste mensal.

Essa é uma oportunidade de conhecer análises de qualidade e com a chancela de um grande banco de investimentos.

Para conferir a carteira completa, basta clicar aqui e fazer um cadastro simples e gratuito no BTG Content, a plataforma de conteúdos exclusivos do banco.

Além de baixar a carteira de FIIs, você também pode aplicar na estratégia completa de forma automatizada com apenas alguns cliques.

E tem mais: no BTG Content, você ainda encontra outras carteiras recomendadas, como dividendos, small caps, ações e BDRs.

Clique no botão abaixo para acessar a carteira completa de FIIs do BTG para junho:

GRATUITO: CONFIRA OS 16 FIIS RECOMENDADOS PARA INVESTIR EM JUNHO, SEGUNDO O BTG PACTUAL

DISCLAIMER

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”

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‘Sell in May’: maio é o pior mês do ano do Ibovespa em 3 anos, mas será que é hora de ‘ir embora’?

O velho ditado de Wall Street, “sell in May and go away” parece ter funcionado para o mercado brasileiro dessa vez. Pressionado por uma inflação mais persistente, ruídos políticos e um cenário externo adverso, o Ibovespa deve encerrar maio com queda próxima de 6%.

A não ser que haja uma grande virada antes do fechamento desta sexta-feira (29), esta será a maior baixa mensal do índice Ibovespa desde 2023, e o mercado já olha para o que pode esperar da bolsa em junho.

Quais fatores puxaram o Ibovespa pra baixo?

Conforme observa Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, quem seguiu à risca o “velho mandamento” do mercado financeiro certamente se deu muito melhor do que quem insistiu com ações brasileiras na carteira no mês.

Isso porque o resultado do Ibovespa foi impactado por uma combinação de fatores que, para Hungria, têm servido como “um grande teste para a tese de investimento no país”.

Em menos de um mês, ele lista alguns pontos que impactarem o desempenho:

  • Duas leituras ruins de IPCA e IPCA-15, o principal termômetro da inflação brasileira e sua prévia, divulgados pelo IBGE no início e final de maio;
  • Revisões negativas para inflação e Selic no Boletim Focus;
  • Ruídos políticos relevantes, como pesquisas eleitorais e as discussões sobre o fim da escala 6×1 (com impactos potenciais em custos para diversas empresas listadas);
  • Resultados muito fortes das empresas de tecnologia, majoritariamente internacionais, que voltaram a ganhar atratividade relativa frente a companhias de países emergentes, especialmente em um contexto de guerra;
  • Forte saída do fluxo estrangeiro da bolsa de valores.

Além disso tudo, a pressão e indecisão sobre um possível acordo para o fim do conflito entre Estados Unidos e Irã, que impacta no preço do petróleo e gera inflação em diversos segmentos da economia, também fizeram “peso” na queda do índice.

Diante de todos esses fatores, Hungria acredita que “o retrato não é muito inspirador, e é nesses momentos que precisamos recorrer aos fundamentos e lembrar que ações não são pedaços de papel com valores arbitrários”.

Apesar do impacto do humor do mercado influenciando movimentos diários, o analista acha importante manter o foco nas empresas por trás de cada ticker. “São companhias que oferecem aos seus sócios uma participação nos lucros e – no caso das compounders – em seus ambiciosos projetos de crescimento”, afirma.

Em relatório em sua carteira de ações, o analista mostra como, mesmo em um contexto difícil, a maior parte das empresas recomendadas entregou resultados bastante dignos no 1T26.

Claro que o analista sabe que não é possível esperar um “grande alívio” no mercado enquanto não houver um sinal mais assertivo sobre o fim do conflito no Oriente Médio – que deve devolver o fluxo gringo aos mercados emergentes.

“Nesse meio tempo, seguimos com empresas que continuam fazendo a lição de casa e se posicionando para capturar em cheio uma eventual virada. No fim das contas, vender em maio pode até ter feito sentido neste ano. Mas eu não ficaria longe por muito tempo”, completa.

Para junho, o analista Ruy Hungria explica que as expectativas ainda estão muito concentradas no andamento da guerra.

“Se o conflito se encerrar o mercado vira rápido, o petróleo deve cair, expectativa de inflação volta a cair, com ajustes para baixo na expectativa da taxa Selic e o fluxo de investidores estrangeiros retorna”, lista Hungria.

Diante do horizonte no curto prazo ainda desafiador, o analista ressalta que os fundamentos de muitas empresas permanecem sólidos. É com essa ótica que ele elabora as carteiras recomendadas pela Empiricus Research – e que você pode ver como acessar abaixo.

Como investir diante deste cenário com o Empiricus +

Mesmo em meio às turbulências econômicas e geopolíticas, a Empiricus Research segue em busca das melhores oportunidades para o investidor brasileiro posicionar o seu portfólio.

Com mais de 11 assinaturas para diferentes perfis, a casa oferece carteiras de ações, dividendos, small caps, renda fixa, fundos e estratégias multimercado, além de acesso direto a especialistas.

O assinante conta também com lives exclusivas e conteúdos educativos para ajudar investidores a posicionar o portfólio e buscar melhores retornos no cenário atual.

Entre os destaques, estão a Empiricus Palavra do Estrategista, com retorno acumulado de 459,83% desde 2015; a Empiricus Small Caps, com valorização de 514,06% desde 2014; e a Empiricus Dividendos, com ganho de 465,27% desde o lançamento.

Atualmente, o Empiricus+ oferece planos a partir de R$ 14,90 por mês e disponibiliza 7 dias de teste gratuito para novos assinantes conhecerem a plataforma e suas estratégias.

Para conhecer mais, é só clicar no botão abaixo e ver as informações completas sobre o Empiricus+:

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