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iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

Ilustração com iPhone e fundo abstrato
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
  • Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
  • Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.

O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.

Ontem (25/06), a Apple anunciou um aumento global nos preços dos MacBooks Pro, MacBook Air, MacBook Neo e iPads. O reajuste deixou alguns produtos até R$ 5 mil mais caros no Brasil. Os iPhones e AirPods, no entanto, ficaram de fora da rodada de aumento. 

Antes, o CEO Tim Cook já havia classificado a alta dos preços como “inevitável”, atribuindo a medida ao aumento dos custos de memória impulsionado pela demanda por inteligência artificial.

Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025. 

“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.

Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”

– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC

Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.

iPhone definitivamente vai ficar mais caro, prevê consultoria

Apple vs Procon (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

R$ 7.299,0048% OFF

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX Cupom
R$ 200 OFF NA PáGINA R$ 3.798,86  Amazon
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O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página do produto na Amazon. O celular da Apple com 48% de desconto (lançado por R$ 7.299) é uma opção acessível para quem quer comprar um iPhone que ainda vale a pena e não faz questão do Apple Intelligence.

iPhone 15 tem câmera dupla e modo Cinema

Se você procura um iPhone mais barato para tirar fotos e gravar vídeos, o iPhone 15 ainda pode ser uma boa opção de celular da Apple para comprar em 2026. Apesar de não ser um modelo recente, ele ainda entrega boas configurações, incluindo um conjunto de câmeras mais completo que o do iPhone 16e e iPhone 17e.

Enquanto os celulares da família “iPhone e” só contam com um sensor principal de 48 MP, o iPhone 15 traz duas câmeras na traseira: a principal de 48 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O sensor ultrawide permite registros de cenários mais amplos, com ângulo de 120º. Além disso, o iPhone 15 suporta modo Cinema e modo Ação, ausentes nos outros modelos.

Em relação ao desempenho, a ficha técnica naturalmente volta alguns anos para o processador Apple A16 Bionic, acompanhado por uma RAM de 6 GB. Contudo, o hardware ainda entrega bom desempenho na multitarefa, apesar de não ser compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A tela é uma Super Retina OLED de 6,1 polegadas, que teve poucas mudanças nos últimos anos (o iPhone 17 foi o primeiro modelo de base com 120 Hz, mas ele ainda custa muito mais que o iPhone 15). Já a bateria tem 3.349 mAh de capacidade e garante até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple.

Lembrando que o iPhone 15 de 128 GB em oferta sai por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página. O desconto é de 48% na Amazon, fazendo o smartphone da Apple chegar a um valor bastante vantajoso pelo custo-benefício, mesmo frente a modelos mais atuais da marca.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 tem câmera ultra-angular e preço mais acessível com cupom

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iPhone 15 com 48% OFF ainda acaba sendo dos melhores celulares da Apple em 2026 para quem busca preço baixo, câmeras versáteis e abre mão de IA

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
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Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

R$ 10.499,0042% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 300 OFF + R$ 100 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.079,10  Amazon
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O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.

iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.

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Baixou mais: iPhone Air (256 GB) cai mais de 40% em oferta na Amazon

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TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

Mulher sentada com celular na mão, em destaque. Na tela aparece a marca da TIM.
TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A TIM liberou a transferência de eSIM entre Android e iPhone.
  • A operadora é a primeira da América do Sul a oferecer essa solução.
  • A função está disponível para iPhones (desde o iOS 16.5) e telefones da Motorola.

Trocou de celular? Não tem problema: a TIM liberou a ferramenta para transferir o eSIM entre Android e iPhone. Até agora, as operadoras brasileiras ofereciam opções mais limitadas, como de iPhone antigo para um novo, ou de Android velho para u mais moderno.

Nós avistamos a página oficial dedicada ao assunto. Em resposta exclusiva ao Tecnoblog, a TIM confirmou a novidade e explicou que ela dá mais autonomia para os consumidores. Ela é a primeira operadora da América do Sul com a tecnologia.

Por enquanto, a função está disponível para iPhones (de várias gerações, desde que tenham iOS 26.5) e telefones da Motorola, em ambos os sentidos de troca. A TIM utilizou o Entitlement Server como plataforma orquestradora para habilitar o uso, a partir de padrões determinados pela GSMA no Android, e uma especificação proprietária da Apple suportada pelos iPhones.

O processo leva poucos minutos. Os aparelhos precisam estar próximos e é exibido um PIN para confirmar a transferência. Ao contrário de outras prestadoras, não é preciso fazer biometria para concluir o procedimento.

A novidade envolve somente duas marcas de celular. A TIM nos explicou que outras fabricantes devem adotar a solução com o passar do tempo, mas nenhum prazo foi divulgado. O lançamento envolveu um trabalho conjunto de diferentes áreas, com os principais players globais de sistemas operacionais.

TIM libera transferência de eSIM entre Android e iPhone

TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

Cabos de iPhone (Lightning e USB) em feixe, para ilustrar detalhes de autenticidade e diferenças entre original e falso
Saiba os detalhes que ajudam a identificar a autenticidade do cabo do iPhone (imagem: Mika Baumesiter/Unsplash)

Identificar as diferenças entre cabo de iPhone original e falso exige atenção a detalhes, como a qualidade do acabamento da embalagem e a presença do selo MFi (Made for iPhone). Verificar as inscrições a laser e a anatomia dos conectores também ajuda a constatar a autenticidade.

Atualmente, as falsificações estão mais sofisticadas ao reproduzir caixas e logotipos com fidelidade, dificultando a distinção visual. No entanto, os produtos paralelos têm falhas técnicas sutis, como defeitos na fundição, pinos desalinhados ou variações de cor que não condizem com o padrão premium.

A seguir, veja 5 formas de saber as diferenças entre cabo de iPhone original e falso.

1. Observe o lacre da caixa

Examinar o lacre de papel na parte traseira da caixa do cabo de iPhone vendido avulso é o primeiro passo para checar a procedência do acessório. O selo deve estar perfeitamente alinhado e sem indícios de violação, exibindo impressões nítidas dos logotipos e o selo holográfico MFi (Made for iPhone).

Contudo, como a pirataria replica embalagens com facilidade, esse lacre externo não representa uma garantia absoluta de autenticidade. Então, é necessário explorar outros detalhes do acessório para confirmar a originalidade.

Caixa de cabo de carregamento USB-C da Apple (USB-C 60W, 1 m), usada para ilustrar detalhes de autenticidade como lacres e selos MFi
Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

2. Veja se há selos MFi na embalagem

O selo MFi (Made for iPhone) indica que o cabo passou pelo programa oficial de licenciamento e certificação da Apple. Presente em produtos de marcas parceiras credenciadas, ele atesta que o acessório cumpre as exigências técnicas e as normas de compatibilidade.

Assim como ocorre com os lacres, os selos não são garantia absoluta de autenticidade, pois os falsificadores clonam a identidade visual no mercado paralelo. Por isso, o consumidor deve encarar o selo como um segundo filtro, sem dispensar outras verificações de segurança.

Comparação de selos MFi “Made for iPhone/iPad/iPod” em diferentes modelos (novo e antigo)
Os diferentes modelos de selo MFi disponíveis em produtos (imagem: Reprodução/Apple)

3. Verifique as gravações no cabo

Os cabos originais do iPhone trazem no revestimento isolante a inscrição padrão “Designed by Apple in California” gravada a laser. Essa informação é seguida pelo local de montagem, como “Assembled In China”, “Assembled in Vietnam” ou “Indústria Brasileira”.

O texto inclui obrigatoriamente um número de série alfanumérico de 12 dígitos, que funciona como uma assinatura digital do produto. Em geral, os cabos piratas apresentam erros ortográficos ou omitem esse código, além de utilizarem tintas mais escuras na impressão.

Diagrama com exemplos de gravações a laser em cabos originais: “Designed by Apple in California”, “Indústria Brasileira/Assembled in China/Vietnam” e número de série de 12 dígitos
As inscrições padrões encontradas nos cabos originais do iPhone (imagem: Reprodução/Apple)

4. Analise o plugue Lightning 

A “anatomia” do conector Lightning é um dos principais pontos para apurar a autenticidade do cabo do iPhone. O plugue original é construído em uma peça única e sólida, apresentando contatos arredondados, lisos e com acabamento refinado em tom dourado ou prateado.

Além disso, a base emborrachada de alívio de tensão (boot) mantém dimensões milimetricamente simétricas em toda a extensão. Outro detalhe de engenharia da Apple é a placa frontal de inserção (faceplate), que deve ser obrigatoriamente cinza ou metálica.

No mercado paralelo, as falsificações entregam falhas de fundição, exibindo pinos quadrados, encaixes ásperos e placas frontais brancas ou pretas. Notar esses detalhes visuais e táteis no plugue é um forte indício de que o acessório não é original.

Comparação de plugues Lightning: cabo Apple original à esquerda e cabo falsificado à direita, com cortes ampliados dos contatos
As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

5. Cheque o plugue USB-A

A engenharia dos plugues USB-A também apresenta pistas sobre a autenticidade do cabo do iPhone. O conector original apresenta travas de segurança metálicas (interlocks) em formato trapezoidal, espaçadas uniformemente em relação à borda da carcaça externa.

Ao olhar a parte interna do plugue, os contatos de metal exibem um banho dourado de alta condutividade. Já a superfície do bloco isolante plástico (insulator) precisa ser totalmente plana e lisa.

Os cabos falsificados trazem travas em ângulos retos de 90º graus e superfícies visivelmente ásperas ou granulares. A presença de rebarbas ou sulcos de retenção na peça são outros detalhes que denunciam que o acessório não passou pelos testes da Apple.

Diferenças entre plugues USB-A originais e falsificados: travas e contatos metálicos comparados
As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)

Quais são os riscos de usar um cabo de iPhone falsificado?

Utilizar acessórios paralelos traz perigos reais à integridade do iPhone e à segurança física do usuário. Estes são os principais riscos:

  • Pane elétrica e superaquecimento: a ausência de reguladores de tensão faz o cabo esquentar perigosamente durante a recarga, danificando os componentes sensíveis da placa lógica e a porta de entrada de energia do dispositivo;
  • Degradação da bateria: a transmissão instável de corrente e flutuações de voltagem estressam as células de íons de lítio do iPhone, reduzindo drasticamente a vida útil e capacidade de retenção de carga;
  • Incêndios e choques: o uso de isolamento plástico inferior e fiação interna subdimensionada cria um cenário propício para curtos-circuitos, estalos elétricos, severas descargas eletrostáticas e até princípios de incêndio;
  • Bloqueio e incompatibilidade: devido às atualizações frequentes do iOS, o cabo falsificado pode simplesmente parar de funcionar intermitentemente ou exibir o temido alerta de “acessório não suportado”;
  • Falhas de sincronização: a engenharia simplificada dos fios impede a correta transferência de dados via USB, fazendo com que computadores deixem de reconhecer e parear com o ecossistema do iPhone;
  • Ruptura física do conector: a fragilidade estrutural da solda faz com que a ponta metálica quebre com facilidade, podendo ficar presa e obstruir definitivamente a entrada de energia do aparelho.

Onde posso encontrar cabos de iPhone originais?

O meio mais seguro para adquirir cabos e acessórios originais é diretamente nas lojas físicas e no site da Apple ou em revendedores autorizados pela marca. Grandes varejistas com canais oficiais de distribuição homologada também garantem a procedência do produto contra falsificações.

Por outro lado, o consumidor deve evitar ofertas com preços muito abaixo da média em marketplaces e sites de procedência duvidosa. Caso opte por marcas parceiras, a dica é exigir o selo MFi de certificação para garantir total compatibilidade e segurança de hardware.

Também consigo saber se o carregador do iPhone é original?

Sim, dá para saber se o carregador do iPhone é original observando alguns detalhes na construção do acessório. Por exemplo, eles trazem marcações gravadas a laser perfeitamente alinhadas e, no Brasil, o selo de homologação da Anatel.

Além disso, a embalagem original traz manuais impressos com alta qualidade e um número de série que deve bater com o código do produto. No mercado paralelo, as fontes borradas, erros ortográficos nas especificações de voltagem e pinos tortos denunciam a falsificação do hardware.

Como saber se o cabo do iPhone é original? Veja 5 dicas para descobrir

Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)

As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)(imagem: Reprodução/Apple)

As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)
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iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

R$ 10.499,0039% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
OFF300 E R$ 100 OFF NA PáGINA R$ 6.439,10  Amazon
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O iPhone Air (256 GB) está disponível para clientes Amazon Prime por R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF que aparecem na página do produto. O smartphone mais fino da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.499, recebe um desconto de 39% nesta oferta “Achou, Correu!” na Amazon.

iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.

Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.

Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.

Imagem mostra um iPhone Air branco sendo segurado em uma mão. O modelo está virado com a parte traseira para a câmera.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.

Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air está com maior desconto que vimos desde o Mês do Consumidor

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

R$ 10.299,0038% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Inteligence
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 6.369,10  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple com chip A18, tela OLED de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP está na terceira melhor oferta do ano, sendo que a melhor estava somente R$ 150 mais barata.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera wide do iPhone 17e

O iPhone 16 Plus traz um kit de câmeras ótimo para captar cenas amplas com maior facilidade, formado por um sensor wide de 48 MP com OIS igual ao do novo iPhone 17e e um ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM sustentam alta performance ao rodar apps pesados em multitarefa e os games mais exigentes, enquanto os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7″ com brilho de até 2.000 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens nítidas com cores vibrantes e garante a visibilidade em qualquer ambiente. A proteção do vidro Ceramic Shield garante resistância a quedas e outros acidentes.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do iPhone 16 Plus conta com a certificação IP68, conferindo proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo assim a durabilidade do gadget por muito tempo.

Sua bateria de 4.674 mAh resiste até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, podendo ser usado por um dia inteiro de forma moderada, além de suportar MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 Plus de 256 GB (R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.

Amazon Prime Day 2026 será na próxima semana

Faltam poucos dias para o Prime Day, que será entre 1 e 7 de julho esse ano. A data será repleta de oferta especiais para assinantes como a pelo iPhone 16 Plus. E a dica do Achados para quem não assina o Amazon Prime é começar um teste grátis de 30 dias para aproveitar o descontos e outros benefícios exclusivos.

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem um dos menores preços do ano na Amazon

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iPhone 16 Plus (256 GB) com tela OLED de 2.000 nits e câmera wide do iPhone 17e atinge 3º menor preço de 2026 com desconto exclusivo Amazon Prime de 38% no Pix com cupom
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iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

R$ 5.799,0042% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em
  • Tela Super Retina XDR
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Exclusivo Amazon Prime
R$ 300 OFF DISPONíVEL NA PáGINA R$ 3.349,50  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular acessível da Apple com chip A18, tela OLED de 1.200 nits e câmeras idênticas às do iPhone 17e recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.799, ficando paralelo a concorrentes Android.

iPhone 16e tem tela OLED e processador Apple A18

O iPhone 16e é uma das principais opções de celular custo-benefício para quem deseja comprar um iPhone em 2026, concorrendo diretamente com o iPhone 17e. Seu chip Apple A18, amparado por 8 GB de RAM, é em geral mais potente que os presentes em concorrentes Android, enquanto os 128 GB podem ser expandidos com planos do iCloud.

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira entrega imagens excelentes e amplas, e a frontal de 12 MP tira ótimas selfies com o recurso Center Stage, que centraliza elementos. Ambas filmam em 4K a 60 fps.

Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits também é igual à do novo iPhone 17e, e oferece cores vibrantes e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield garante proteção contra quedas e acidentes diversos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de alumínio conta com a certificação IP68 para reforçar a durabilidade, adicionando resistência contra poeira intensa e mergulhinhos acidentais. Assim, o smartphone “aguenta o tranco” entre as situações mais inesperadas.

Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, permitindo seu uso durante o dia inteiro.

O iPhone 16e de 128 GB (R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC.

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iPhone 16e tem preço de Android com cupom exclusivo Amazon Prime

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iPhone 16e com 42% OFF é celular custo-benefício da Apple; câmeras são idênticas ao iPhone 17e e processador A18 é diferencial frente a Androids na mesma faixa de preço
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Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.

Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.

A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.

1. Verifique o lacre da embalagem

O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.

Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.

2. Analise os manuais da caixa

Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.

No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.

O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.

imagem de uma mão segurando a caixa de um carregador de iphone
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

3. Confirme se há cabos no pacote

Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.

A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.

imagem de um carregador da apple com um cabo
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)

4. Observe as gravações no carregador 

Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.

Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.

imagem de um carregador da apple de 20w com as informações técnicas gravadas a laser
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel

No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.

Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

6. Compare os números de série

Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.

O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.

Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.

imagem de um carregador da apple de 20w
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso? 

Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:

  • Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
  • Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
  • Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
  • Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
  • Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
  • Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.

Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?

A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.

O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.

Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?

Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.

Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.

Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?

Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.

No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.

Como saber se o carregador do iPhone é original? Confira 6 dicas de análise

Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)

Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
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WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade para indicar quando um contato está online;
  • versão beta do WhatsApp para Android já exibe um ponto verde na foto de perfil dos contatos online;
  • nova funcionalidade deve complementar a área de contatos, que está sendo reformulada.

Em um futuro próximo, o WhatsApp deverá ser mais direto em apontar quando um contato está disponível para conversar, pelo menos no Android: a versão beta mais recente do mensageiro na plataforma passou a exibir um ponto verde na foto de perfil dos contatos que estão online.

Não que já não seja possível fazer isso. Já há bastante tempo que, tanto no Android quanto no iPhone, o aplicativo do WhatsApp mostra uma etiqueta com a palavra “online” abaixo do nome de uma pessoa que está… online.

O ponto verde é mais interessante porque, em vários outros serviços, já o associamos a pessoas que podem conversar naquele momento. Além disso, o atual aviso com a palavra “online” só é visualizado quando você abre uma tela de conversação com o contato; na nova abordagem, o ponto verde aparece na foto de perfil da pessoa.

Também podemos esperar pelo sinal verde aparecendo na tela que mostra a lista de contatos, mas de um modo um pouco diferente: no fim de maio, o WABetaInfo descobriu que a área de contatos está sendo reformulada para, entre outras possibilidades, permitir que apenas a lista de pessoas online seja exibida, se desejável. O ponto verde na tela de perfil é uma abordagem complementar, portanto.

Ponto verde de "online" no WhatsApp beta
Ponto verde de “online” no WhatsApp beta (imagem original: reprodução/WABetaInfo)

Quando o indicador de contato online chegará ao WhatsApp?

Ninguém sabe ao certo, afinal, o recurso ainda está em teste (assim como a nova área de contatos). O WABetaInfo o encontrou na versão 2.26.24.5 do WhatsApp beta para Android e, mesmo assim, o recurso só está disponível para alguns testadores. Já a lista de contatos online foi encontrada na versão 2.26.13.3 do mesmo aplicativo.

Como esse não parece ser um recurso de desenvolvimento complexo, eu apostaria em liberação geral ainda em 2026. Apesar de as informações a respeito serem baseadas no Android, é provável que o WhatsApp para iPhone também receba a novidade.

Se você não quiser ser “dedurado” sobre estar online, atualmente, essa opção pode ser desativada em Configurações / Privacidade / Visto por último e online. É de se presumir que a configuração também funcionará para o sinal verde.

WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ponto verde de "online" no WhatsApp beta (imagem original: reprodução/WABetaInfo)
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Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

R$ 10.499,0038% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
R$ 400 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.479,10  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 256 GB fica por R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Apple segue com o menor preço divulgado pelo Achados desde março de 2026, com um desconto de 38% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor dourado-claro.

iPhone Air tem corpo fino, chip A19 Pro e câmera de 48 MP

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Mesmo com apenas 5,64 mm de espessura, o iPhone Air entrega a mesma performance de ponta dos demais modelos da linha 2025 da Apple. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM sustentam apps e games pesados em multitarefa. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar fotos e documentos.

Sua câmera wide de 48 MP com OIS possui um sensor de 1/1.56″ que capta cenas com grande quantidade de detalhes, já a frontal Center Stage de 18 MP permite tirar ótimas selfies no modo Paisagem mesmo mantendo o celular em pé. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.

A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, combinação que oferece preto profundo e cores vibrantes, além de alta fluidez na transição de imagens e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e outros acidentes.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sobre conectividade, este celular suporta 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC. Já sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a fabricante.

O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.479 no Pix com cupom de R$ 400 OFF disponível na página do Mercado Livre) roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional. Seu corpo de titânio é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Ainda dá tempo: iPhone Air com mais R$ 4 mil de desconto no Mercado Livre

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Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

Ilustração gráfica com textura granulada e fundo inteiramente verde. No centro, destaca-se uma combinação de logotipos da Apple: a silhueta clássica da maçã mordida na cor azul serve de fundo para a letra "A" estilizada da App Store (formada por três palitos de cantos arredondados) na cor amarela.
Acordo com o Cade e a Apple libera lojas de terceiros no iPhone (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente sua chegada ao Brasil.
  • Download é possível graças ao acordo entre a Apple e o Cade, que exigiu a abertura do iOS para lojas de terceiros.
  • Outra loja de aplicativos alternativa, a holandesa Onside, também prepara sua entrada no mercado brasileiro, seguindo as novas regras.

A loja de aplicativos AltStore PAL anunciou oficialmente a sua chegada aos iPhones do Brasil. Esse é o primeiro desdobramento do acordo firmado entre a Apple e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que determinou a abertura do iOS para lojas de terceiros, encerrando a exclusividade da App Store no país.

Com as mudanças, o mercado brasileiro entra para um seleto grupo de regiões que contam com vias alternativas para a distribuição dos apps. Um marco tanto para os consumidores, que ganham mais opções, quanto para os desenvolvedores, que esbarravam nas rígidas normas de aprovação e altas taxas cobradas para distribuir aplicativos na loja oficial da Maçã.

Como instalar a AltStore PAL no iPhone?

Captura de tela da interface de um aplicativo em um iPhone com Dynamic Island no topo. O app mostra as lojas alternativas Delta e AltStore prontas para download.
Usuários brasileiros já podem instalar a AltStore PAL no iPhone (imagem: reprodução/AltStore PAL)

O processo de download já está disponível para o público brasileiro. A AltStore exige três pré-requisitos para a instalação:

  • Você deve estar fisicamente localizado no Brasil;
  • Utilizar uma conta da App Store vinculada à região brasileira;
  • Ter um iPhone rodando a versão iOS 26.5 ou superior.

Cumpridas as exigências, o procedimento de download deve ser feito pelo navegador Safari, seguindo o passo a passo oficial da plataforma:

  1. Acesse a página oficial (altstore.io/download) e toque em “Download“.
  2. Um aviso surgirá na tela, solicitando permissão para baixar os arquivos da AltStore LLC.
  3. Feche o navegador temporariamente e abra o aplicativo “Ajustes“.
  4. Na área superior da tela, logo abaixo do seu nome e Apple ID, aparecerá uma opção chamada “Permitir Marketplace da AltStore LLC“. Toque nela e selecione “Permitir“.
  5. Volte ao Safari, toque mais uma vez no botão “Download” e confirme a etapa final selecionando “Instalar App Marketplace” na janela que será exibida.

Após a instalação, o usuário também pode definir a AltStore como loja principal de aplicativos, acessando o caminho: Ajustes > Aplicativos > Instalação de Aplicativos.

Imagem mostra a seção de apps instalados no iPhone, com a loja alternativa AltStore disponível
AltStore pode ser definida como loja de aplicativos padrão do sistema (imagem: reprodução)

Onside também prepara lançamento no Brasil

A quebra da exclusividade da App Store atraiu o interesse de outras distribuidoras de softwares. A Onside, uma loja de aplicativos alternativa com sede em Amsterdã, na Holanda, confirmou que também prepara a entrada no mercado brasileiro. A companhia opera a mesma infraestrutura descentralizada na União Europeia e Japão e atua cobrando uma comissão fixa de 10% sobre as transações digitais.

Vale lembrar que, conforme o cronograma estipulado pelo Cade, a partir de 6 de julho de 2026, qualquer programador brasileiro terá o direito de distribuir aplicativos por canais independentes, incluindo a liberdade para processar pagamentos de clientes sem usar o sistema fechado da Apple.

Ao Tecnoblog, o cofundador e CEO da Onside, Alexander Baksheev, detalhou que a empresa está analisando as regras exigidas pela Apple no país antes de bater o martelo. Caso o modelo se prove eficiente, o país será prioridade de expansão.

“O Brasil é um mercado muito promissor. Já operamos a mesma infraestrutura na UE desde novembro de 2024 e no Japão desde fevereiro de 2026, então sabemos que a verdadeira questão não é apenas se o mercado está aberto, mas como ele será aberto”.

“Para os desenvolvedores, o fluxo real precisa funcionar: instalação, integração, pagamentos e experiência do usuário precisam ser viáveis, e não apenas formalmente disponíveis.”

– Alexander Baksheev, CEO da Onside

Apple ainda controla a segurança

Apesar da abertura para novas plataformas, a Apple não abriu mão da segurança. Todas as lojas alternativas ainda precisam de autorização da fabricante para operar. Além disso, para que os apps sejam instalados de fora da App Store, é preciso passar por um processo que certifica a capacidade de executar funções sem apresentar falhas, garantindo que o código não inclui ameaças ocultas, como malwares.

Loja de apps alternativa anuncia chegada ao iPhone no Brasil

App Store vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

Arte “Apple vs Brasil” com logotipo da Apple sobre fundo colorido, representando mudanças na App Store no iOS no país
Apple adota mudanças no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple fez um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para mudar o funcionamento da App Store no Brasil, permitindo que os desenvolvedores usem lojas de aplicativos alternativas e métodos de pagamento fora da plataforma da Apple.
  • Os usuários de iPhone poderão instalar aplicativos de lojas alternativas, que precisarão ser autorizadas pela Apple e atender a requisitos de segurança.
  • A Apple cobrará uma comissão de 5% a 21% pela comercialização de itens digitais, dependendo do canal de pagamento escolhido, e os aplicativos precisarão exibir os preços na App Store e em lojas alternativas.

O funcionamento do iOS, o sistema dos iPhones, passa por mudanças a partir de hoje no Brasil. A Apple anunciou um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que prevê alterações na App Store. Na prática, os desenvolvedores de apps do país poderão adotar lojas alternativas, sem precisar necessariamente passar pela loja nativa da maçã.

O Tecnoblog participou de uma reunião com executivos da companhia. Eles elogiaram a disposição do Cade em entender as necessidades de segurança e privacidade dos usuários do iPhone. De acordo com a Apple, o órgão regulador “fez um trabalho melhor” que o da União Europeia, onde a Apple está em rota de colisão com o Digital Markets Act (DMA).

A denúncia original ao Cade partiu do Mercado Livre, que apontou um possível abuso de posição dominante no mercado de distribuição de aplicativos para dispositivos iOS. A tese central girava em torno de venda casada e bloqueio de concorrência em pagamentos. O processo começou a tramitar em 2022.

O que muda na App Store?

O logo da App Store da Apple domina o centro da imagem, apresentado como um quadrado azul com cantos arredondados e um "A" branco estilizado formado por três barras. Outros logos da App Store, de tamanhos variados e com diferentes graus de desfoque, flutuam ao redor em um fundo azul claro gradiente. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Consumidores poderão baixar aplicativos por fora da App Store (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As mudanças começam a valer hoje e é preciso estar com o iOS 26.5, que foi liberado há algumas semanas. Não é necessário baixar nenhuma nova versão de sistema.

Os usuários poderão perceber mais opções para instalar aplicativos e pagar por serviços digitais no iPhone. Será possível recorrer a outras lojas de aplicativos, de forma similar ao que ocorre no Android. A instalação de novos apps poderá ser feita a partir das lojas alternativas. Essas lojas, porém, precisarão de autorização da Apple e deverão atender a todos os requisitos que a empresa estabelecer para oferecer seus serviços a desenvolvedores e usuários.

Já dentro da própria App Store, a forma de pagamento também muda. Os desenvolvedores poderão escolher entre processar o pagamento pelo sistema da Apple ou incluir métodos alternativos – como links diretos para pagamento no site oficial do app. Não importando a opção, a Apple cobrará uma comissão pela comercialização do item digital, mas o percentual varia bastante segundo o canal escolhido: pode ir de 5% a 21%.

Como parte do acordo, os aplicativos deverão sempre exibir o preço na App Store junto com o da loja ou método de pagamento alternativo.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro foi lançado em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ao fazer a aquisição por fora do sistema da Apple, o consumidor não poderá gerenciar as assinaturas nem solicitar os reembolsos diretamente com a empresa. Tudo isso ficará a cargo do dono do app. Os downloads ainda ficarão registrados no histórico do iOS.

A tese no Cade é de que, ao proporcionar mais opções aos usuários de iPhone, pode ser que os criadores de aplicativos encontrem novas maneiras de rentabilizar e até mesmo baixar os preços dos itens. Resta saber se isso ocorrerá de fato.

Empresa alerta sobre segurança

Os executivos da Apple disseram, na sessão de que participamos, que a empresa continuará trabalhando com os órgãos reguladores e cumprindo as leis de cada território, mesmo que discordem de alguns pontos.

No caso específico do Brasil, a companhia enfatizou que os apps da App Store passam por um processo de revisão para atender “aos altos padrões da Apple em relação à privacidade e à segurança”. O mesmo pode não ocorrer com os apps provenientes de lojas alternativas, que passam apenas por uma verificação mais básica – batizada de “autenticação”.

Segundo a Apple, esse processo combina checagens automatizadas e revisões humanas para garantir que os apps funcionem conforme descrito e estejam livres de malware, vírus e outras ameaças conhecidas, mas não é tão abrangente quanto a análise aplicada a todos os apps dentro da própria App Store.

Proteção adicional para crianças

A Apple propôs e o Cade aceitou que as contas de crianças no iOS fossem tratadas de forma especial. Os menores de 18 anos terão proteções específicas: apps da categoria Infantil não poderão incluir links para sites de transação; qualquer app que use pagamento alternativo e seja usado por um menor precisará de um controle parental que exija autorização do responsável antes da compra; e esses apps também ficam proibidos de ter links para sites de pagamento, justamente para reduzir o risco de golpes contra crianças.

A Apple ainda prevê lançar uma API para que pais e responsáveis monitorem e aprovem compras feitas fora do sistema de pagamento da própria empresa.

Apple abre iPhone do Brasil a lojas de apps alternativas

Apple vs Brasil (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ícone da App Store da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Apple pode trazer mais memória RAM no iPhone 18, mas sem mexer no preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iPhone 18 pode ter 12 GB de RAM, aumento de 4 GB em relação aos 8 GB do iPhone 17, segundo informações divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors.
  • A Apple pode manter o mesmo preço do modelo base, que foi lançado por R$ 7.999, mas atualmente pode ser encontrado por cerca de R$ 5,6 mil no e-commerce.
  • O aumento de memória RAM visa suportar as novidades da Siri, que deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional, com lançamento previsto para setembro de 2027.

A Apple pode aumentar a quantidade de memória RAM em seu modelo base: dos atuais 8 GB no iPhone 17 para 12 GB no futuro iPhone 18. A expansão seria necessária para dar conta das novidades da Siri, já que a inteligência artificial deve rodar localmente e ter uma integração maior com o sistema operacional.

Apesar do upgrade, o modelo base continuaria na mesma faixa de preço. O valor cobrado pelo iPhone 17 no lançamento foi de R$ 7.999, mas já é possível encontrá-lo por pouco mais de R$ 5,6 mil no e-commerce.

As previsões foram divulgadas pelo fundo de investimento sul-coreano KB Security e repercutidas pelo MacRumors. A expectativa já existia por conta do anúncio da Siri AI na WWDC 2026.

Pedidos de mais memória já eram monitorados

A possibilidade de mais memória RAM na próxima geração já era levantada desde o ano passado. Em outubro, o site coreano The Bell apontou que o iPhone 18 teria cerca de 50% mais RAM do que a geração anterior. Os rumores apontam para a encomenda de mais chips no padrão LPDDR5X, que é próprio dos dispositivos móveis.

Novidades da Siri levariam Apple a trazer mais RAM no iPhone 18 (imagem: reprodução/Apple)

Ainda segundo a KB Security, a Apple deve seguir comprando memórias DRAM das principais fabricantes do setor por preços abaixo do mercado, o que contribuiria para a manutenção dos valores no iPhone 18 base. Vale lembrar que, em maio, o analista de mercado Jeff Pu destacou que a empresa teria uma estratégia “agressiva” de preços para o iPhone 18 Pro mesmo em meio à escassez de RAM enfrentada pela indústria.

Ainda não há informações sobre uma possível expansão de memória nos outros modelos da linha. Atualmente, o 17 Pro, 17 Pro Max e Air já vêm com os mesmos 12 GB.

Lançamento do iPhone 18 apenas em 2027

Ao que tudo indica, a Apple vai adotar uma nova estratégia de lançamento para a próxima geração de telefones: os primeiros modelos devem chegar em setembro, com as opções Pro, Pro Max e o novo iPhone dobrável. Já o iPhone 18 estaria previsto para a primeira metade de 2027, junto a outros dois modelos intermediários: iPhone 18e e iPhone Air 2.

iPhone 18 pode ganhar mais RAM enquanto mantém o mesmo preço

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Demonstração da Siri AI no iOS 27 (imagem: reprodução)
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Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

Ilustração que representa a transferência de mídias do iCloud para o Google Fotos com uma ferramenta da própria Apple
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Transferir mídias do iCloud para o Google Fotos é um processo de envio automatizado feito por meio do portal de privacidade da Apple. A ferramenta permite que o usuário solicite uma cópia da sua biblioteca, garantindo que todo o backup seja migrado com segurança para o serviço de destino.

O procedimento leva de 3 a 7 dias para ser concluído, gerando uma duplicata de todas as fotos e vídeos selecionados. Vale dizer que a exclusão manual dos conteúdos originais no iCloud ainda será necessária posteriormente, caso a intenção seja liberar espaço de armazenamento na conta Apple.

Como método alternativo, o usuário pode baixar os arquivos manualmente do iCloud para um computador e realizar o upload para o serviço do Google Fotos. No entanto, o método oficial automatizado é mais indicado para a transferência de amplas bibliotecas de mídia.

A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

1. Acesse o portal de privacidade da Apple

Use o navegador do celular ou computador para acessar o site oficial de dados e privacidade da Apple: privacy.apple.com. Então, faça login na sua Conta Apple para iniciar o uso da ferramenta nativa de migração de arquivos.

Tela do portal de Dados e Privacidade da Apple no iPhone, com opção de iniciar sessão na Conta Apple
Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Solicite a transferência de uma cópia de dados

Navegue pela página até encontrar a seção “Transferir uma cópia dos seus dados”. Depois, toque em “Solicitar transferência” para iniciar a migração entre as plataformas.

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" na página de Dados e Privacidade da Apple
Tocando em “Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Escolha o conteúdo que será exportado

Na área “Escolha o que você quer exportar”, selecione a opção “Fotos e vídeos do iCloud”. Em seguida, toque em “Próximo” para continuar o processo para transferir fotos do iCloud para o Google Fotos.

Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para exportar para o Google Fotos
Selecionado a opção “Fotos e vídeos do iCloud” para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Defina o serviço de destino dos arquivos

Desça a página de privacidade, toque em “Selecionar destino” e escolha a opção do “Google Fotos” como o local para o envio do lote de mídias.

Mostrando a opção Google Fotos como destino na transferência de cópia de dados do iCloud
Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque as mídias que deseja transferir

Marque as caixas correspondentes aos formatos de mídia que você moverá do iCloud para o Google Fotos. Então, toque em “Continuar” para seguir com a organização do lote de transferência.

Marcando formatos de mídia para transferir do iCloud para o Google Fotos (Fotos e vídeos do iCloud)
Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Revise os detalhes da exportação das mídias

Verifique os formatos de mídia que serão enviados do iCloud para o Google Fotos. Se estiver tudo certo, toque em “Continuar”.

Tela do portal de privacidade da Apple mostrando a exportação para Google Fotos e a opção “Continuar”
Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Conecte a Conta Google

Insira o e-mail e a senha da conta Google para qual você realizará a transferência das fotos ou vídeos do iCloud. Essa autenticação garante que o ecossistema receptor reconheça o usuário legítimo dos dados.

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência iCloud para o Google Fotos
Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

8. Autorize a transferência dos arquivos para o Google Fotos

Após o login, marque a opção “Adicione à biblioteca do Google Fotos” para conceder a permissão para o sistema receber os novos arquivos. Em seguida, toque em “Continuar” para seguir com a migração.

Telas do login no Google para autorizar a integração do Apple Data and Privacy com o Google Fotos
Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

9. Confirme a transferência entre o iCloud e o Google Fotos

Revise as informações da transferência, como o e-mail da conta Google de destino e o espaço de armazenamento necessário para receber o lote de arquivos. Se estiver tudo certo, toque em “Confirmar transferência” e aguarde a mensagem de confirmação.

Por fim, a Apple enviará um e-mail informando o prazo de conclusão da migração das fotos do iCloud para o Google Fotos. A marca também notifica o usuário quando o processo estiver completo.

Tela do portal de privacidade da Apple confirmando a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos (198 fotos)
Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Existem outras maneiras de migrar fotos do iCloud para o Google Fotos

Além da ferramenta oficial da Apple, existem outras formas práticas para salvar fotos na nuvem no celular ou PC. Uma delas é utilizar o aplicativo do Google Drive diretamente no iPhone para realizar o backup manual e sincronizar os arquivos de mídia.

A outra opção é baixar fotos do iCloud no PC via navegador e, em seguida, fazer upload manual direto na plataforma do Google Fotos. Esse método oferece total controle ao usuário, permitindo selecionar e transferir pastas ou mídias específicas de um servidor para o outro.

O que acontece ao transferir fotos do iCloud para o Google Fotos?

A migração entre as nuvens da Apple e Google envolve regras automatizadas de processamento e armazenamento. Os principais pontos são:

  • Cópia de segurança intacta: o procedimento gera apenas uma duplicata dos arquivos no destino e não serve para liberar espaço no iCloud automaticamente, sendo necessário uma exclusão manual na conta Apple após o envio;
  • Janela de processamento e aviso: o ecossistema leva entre 3 a 7 dias para concluir a migração devido às checagens de segurança da ID Apple, que envia uma notificação por e-mail ao finalizar upload;
  • Conversão de formatos padrão: as mídias são transferidas em extensões universais (.jpg, .png e .mp4), mas imagens em formato RAW ou extensões proprietárias da Apple podem sofrer incompatibilidade e ficar de fora do lote;
  • Edições definitivas e perda de Live Photos: as modificações visuais feitas nas imagens tornam-se permanentes após a migração, enquanto as Live Photos perdem os metadados de movimento e se transformam em imagens estáticas;
  • Restrições de álbuns e organizações: álbuns inteligentes e compartilhados não são transferidos, os vídeos saem das pastas originais e recebem o prefixo “Cópia de” nos servidores do Google;
  • Duplicatas e limite de armazenamento: o sistema do Google elimina imagens idênticas para otimizar o espaço, mas o usuário deve respeitar o teto de 20 mil mídias por álbum e o limite do plano de armazenamento da conta Google.

Por que não consigo passar as fotos do iCloud para o Google Fotos?

Há alguns pontos que podem interferir na migração de fotos do iCloud para o Google Fotos. O motivo mais comum é a falta de autenticação de dois fatores ativa (2FA) na conta Apple ou o recurso iCloud Photos estar desabilitado.

Outro obstáculo frequente é o gargalo no armazenamento, já que o Google Fotos precisa de espaço suficiente para receber o lote de mídias. Caso novos arquivos entrem na fila após o início do processo, o sistema pode falhar por falta de limite.

Por fim, a incompatibilidade de formatos, como arquivos pesados em RAW ou mídias proprietárias da Apple, costuma causar rejeições nos servidores. Nesses casos, o ecossistema do Google barra a conversão automática, interrompendo a transferência de partes da biblioteca.

Posso cancelar a transferência de fotos do iCloud para o Google Fotos?

Sim, é possível interromper a migração diretamente pela página de Dados e Privacidade da Apple durante o prazo de transferência, que leva de 3 a 7 dias. Basta acessar a plataforma, verificar o status do envio dos arquivos e selecionar a opção para encerrar o procedimento.

Caso o cancelamento seja feito no meio do caminho, os dados já processados pelos servidores continuarão salvos no Google Fotos. A interrupção impede apenas o envio do restante do lote, exigindo a exclusão manual do conteúdo parcial se você desistir do processo.

Também posso migrar as fotos do Google Fotos para o iCloud?

Sim, é viável transferir fotos do Google Fotos para o iCloud utilizando ferramentas oficiais ou manuais. O caminho mais simples é o Google Takeout, que envia os arquivos em segundo plano diretamente para os servidores da Apple após a autenticação.

Para quem prefere uma curadoria detalhada, o método tradicional de download e upload via navegador confere total controle ao usuário. Enquanto o ecossistema automatizado agiliza o envio de amplas bibliotecas, o processo manual se destaca na seleção de mídias específicas de uma nuvem para a outra.

Como transferir fotos do iCloud para o Google Fotos

É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Iniciando uma sessão na página de Dados e Privacidade da Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Solicitar a transferência de uma cópia dos seus dados" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionado a opção "Fotos e vídeos do iCloud" para a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Escolhendo o Google Fotos como destino para cópia dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando quais formatos de mídias serão transferidos do iCloud para o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Revisando os detalhes da exportação de arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login na conta Google que receberá a transferência (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Autorizando a interação entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando a transferência dos arquivos entre o iCloud e o Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

Tela do iPhone mostrando o gerenciamento do armazenamento do iCloud, com “Fotos”, “Drive”, “Mensagens”, “Notas” e “Mail”
Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Liberar espaço no iCloud é um meio de remover dados desnecessários salvos nos servidores da Apple, recuperando capacidade para novos arquivos. Essa manutenção é essencial para evitar interrupção na sincronização do iPhone ou Mac, garantindo que os backups continuem ocorrendo com segurança.

Uma estratégia eficaz é gerenciar as mídias, deletando fotos e vídeos pesados que ocupam a maior parte da cota disponível. Também é recomendado excluir backups de dispositivos antigos ou desativar a sincronização automática de apps que não precisam de armazenamento na nuvem.

Outra opção é transferir arquivos importantes para uma pasta local no PC antes de removê-los do servidor, mantendo uma cópia física. É importante lembrar que é necessário esvaziar a pasta “Apagados Recentemente” após a limpeza para, de fato, liberar espaço na conta.

A seguir, conheça 7 práticas que ajudam a liberar espaço no iCloud.

1. Apague fotos e vídeos 

É possível apagar fotos e vídeos do iCloud de forma simples e rápida via navegador no iCloud.com ou pelo app Fotos do iPhone. Por conta do recurso de sincronização automática da Apple, qualquer imagem deletada some instantaneamente de todos os dispositivos conectados.

Ao fazer isso, os arquivos vão para a pasta “Apagados Recentemente”, onde continuam ocupando a cota de armazenamento por 30 dias. Para liberar espaço imediatamente, você deve abrir esse álbum e limpar o lixo permanentemente do servidor na nuvem.

Como as mídias são as grandes vilãs do armazenamento na nuvem, essa faxina reduz drasticamente o volume de dados. Cada arquivo removido recupera de 2 MB a 100 MB de memória, otimizando o espaço total disponível na hora.

Captura de tela do site iCloud mostra como excluir uma foto
O site iCloud.com permite acessar a Fototeca para excluir fotos e vídeos armazenados na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Baixe mídias do iCloud no PC 

Você pode baixar fotos e vídeos do iCloud para o computador utilizando o site iCloud.com, o sistema nativo do Mac ou o aplicativo para Windows. Esse processo cria uma cópia de segurança no HD, permitindo escolher arquivos em formatos de alta compatibilidade.

Contudo, fazer o download isolado não libera espaço na nuvem automaticamente, já que os originais continuam ocupando a cota de armazenamento. Após salvar os conteúdos em uma pasta local, você pode deletar as mídias salvas no serviço e esvaziar a pasta de itens apagados para recuperar essa memória.

A estratégia de transferir arquivos para o armazenamento físico reduz drasticamente o volume de dados consumidos pelo perfil da Apple. Além de garantir total controle sobre os registros, evita custos extras com assinaturas de planos de dados mais caros.

Tela do iCloud com 999 itens selecionados para baixar no armazenamento local (até 1.000 fotos)
É possível baixar até 1.000 fotos no iCloud para o armazenamento local (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Migre fotos do iCloud para o Google Fotos 

A Apple oferece uma ferramenta nativa para mover fotos do iCloud para o Google Fotos diretamente entre os servidores das empresas. Feita por meio da página oficial da Maçã, a migração leva de três a sete dias e preserva a organização original dos álbuns diretamente na conta de destino.

Vale destacar que a transferência apenas duplica as mídias, sem liberar espaço de armazenamento na Apple automaticamente. Para recuperar a cota após a transferência completa, é necessário apagar manualmente os arquivos originais do iCloud e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Essa estratégia limpa os dados mais pesados dos servidores da Apple, transferindo o consumo de memória para o serviço do Google. O processo é ideal para quem deseja centralizar ou dividir os arquivos em uma plataforma diferente, equilibrando o uso de armazenamento na nuvem.

Ferramenta da Apple para transferir mídias do iCloud para o Google Fotos
É possível usar uma ferramenta da própria Apple para transferir mídias para o Google Fotos (imagem: Reprodução/9to5Mac)

4. Verifique outros itens salvos no iCloud

Ao acessar os ajustes do iPhone e tocar na barra de gerenciamento do iCloud, você visualiza o gráfico com tudo o que consome a memória na nuvem. Esse painel detalha o espaço ocupado por backups de aparelhos antigos, e-mails com anexos pesados e dados de aplicativos.

A exclusão desses arquivos secundários reduz o volume total de dados salvos nos servidores e otimiza a cota digital. Ao desativar o backup de apps dispensáveis e limpar o histórico de conversas de e-mails e mensageiros, você recupera espaço instantaneamente

Embora as mídias dominem o armazenamento, essa faxina em documentos e backups esquecidos alivia significativamente o limite da conta Apple. Para garantir a liberação imediata dessa memória oculta, lembre-se de sempre esvaziar a lixeira do iCloud.

Tela do iPhone mostrando o iCloud+ com a barra de “Armazenamento” e categorias que consomem espaço (Fotos, Drive, Senhas etc.)
O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Gerencie as sincronizações com o iCloud

Para gerenciar as sincronizações com o iCloud, basta acessar os ajustes do iPhone e selecionar quais aplicativos podem enviar dados para a nuvem. Ao desativar o pareamento de apps pesados, como Mensagens e Fotos, os dados passam a ser armazenados apenas localmente no aparelho.

Essa estratégia de segmentação reduz o volume da conta digital ao impedir que conteúdos pesados sobrecarreguem o servidor remoto. Além de otimizar o espaço disponível imediatamente, você passa a ter um controle muito mais rígido sobre a privacidade digital.

Vale lembrar que apenas desligar a sincronização não apaga o que já foi salvo nos servidores da Apple. Para recuperar a memória ocupada, você precisa deletar manualmente os arquivos na nuvem e, depois, esvaziar a pasta de itens apagados.

Selecionar quais apps e arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud
Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Exclua ou diminua o backup na nuvem

Uma forma eficiente de reduzir o consumo na nuvem é acessar o ajuste do iPhone e entrar na área de gerenciamento de armazenamento. Para apagar um backup do iCloud de aparelhos antigos, basta selecionar o dispositivo desejado e confirmar a exclusão definitiva.

Outra opção para economizar espaço é diminuir o tamanho da cópia de segurança desmarcando apps pesados, como WhatsApp e Mensagens. Essa triagem impede que mídias redundantes sejam enviadas desnecessariamente para os servidores da Apple durante a rotina automática.

Essa faxina remove pacotes de dados obsoletos que costumam ocupar de 5 GB a 50 GB da conta digital de forma invisível. Ao eliminar esses arquivos pesados do servidor, a cota é liberada na hora, mantendo salvos apenas os dados essenciais.

Tela do iPhone em “Gerenciar armazenamento” mostrando backups no iCloud de um aparelho antigo para liberar espaço na nuvem
Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

7. Apague o backup do WhatsApp no iCloud

Para excluir o backup do WhatsApp e recuperar espaço, acesse os ajustes do iPhone, toque no gerenciamento do iCloud e selecione o mensageiro da Meta. Depois, basta escolher a opção de apagar os dados salvos na nuvem e confirmar a remoção definitiva do pacote.

Essa ação elimina apenas a cópia de segurança remota nos servidores da Apple, mantendo o histórico de conversas e mídias intacto localmente no aparelho. Para evitar que o app volte a lotar a conta, lembre-se de desativar a chave de sincronização automática.

Como o acúmulo de arquivos do WhatsApp costuma ocupar de 1 GB a 10 GB de dados, a limpeza gera um alívio imediato no iCloud. Ao deletar esse conteúdo pesado do servidor, você recupera GB na hora para utilizar com documentos mais essenciais.

Telas do iPhone mostrando como apagar dados do WhatsApp no iCloud para ganhar espaço
Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o iCloud fica cheio?

O iCloud lota rapidamente porque os servidores da Apple armazenam em massa fotos, vídeos e backups de todos os dispositivos do usuário. Como a empresa disponibiliza apenas uma franquia gratuita de 5 GB, esse limite é facilmente superado pela sincronização contínua.

Além disso, muitos usuários confundem o serviço com uma expansão da memória física do iPhone, quando ele é um espelho independente. Esse acúmulo de arquivos pesados e históricos de mensagens satura o plano básico, exigindo limpezas constantes ou a assinatura de mais espaço.

O que acontece se eu não liberar espaço no iCloud?

Quando a conta Apple atinge o limite máximo do iCloud, o ecossistema dos dispositivos pode enfrentar algumas consequências técnicas. As principais são:

  • Bloqueio de mídias e e-mails: o aplicativo Fotos suspende o upload de novas imagens e impede o acesso aos arquivos em múltiplos dispositivos, enquanto o iCloud Mail deixa de enviar ou receber mensagens nos servidores;
  • Fim das cópias de segurança: os backups automatizados do iPhone são interrompidos, deixando dados e arquivos desprotegidos contra perdas, furtos ou falhas de hardware;
  • Falha na sincronização nativa: apps como Notas, Lembretes e Contatos param de compartilhar atualizações entre as telas, gerando inconsistências no histórico dos aparelhos;
  • Interrupção no WhatsApp: o mensageiro perde a capacidade de salvar novos históricos de conversas na nuvem, impedindo a recuperação do chat se a pessoa trocar de dispositivo;
  • Paralisação do iCloud Drive: o envio de novos documentos e o compartilhamento de pastas ficam congelados na rede, impedindo o trabalho em arquivos colaborativos;
  • Risco de exclusão definitiva: caso a conta permaneça acima do teto estipulado, a Apple pode congelar o perfil e, após notificações, eliminar o excesso de dados armazenados.

Consigo ver o que está ocupando armazenamento no iCloud?

Sim, você pode monitorar o consumo do iCloud por meio de um gráfico intuitivo disponível nos ajustes do iPhone, no Mac ou no app para Windows. Esse painel exibe uma visão completa do armazenamento, listando no topo da tela os aplicativos e recursos que mais consomem espaço.

Ao navegar por essa lista, o usuário visualiza a divisão exata por categorias, como fotos, backups e mensagens. Clicar em cada um desses tópicos permite examinar os arquivos em detalhes, facilitando a identificação dos grandes vilões do espaço digital.

Posso comprar mais armazenamento no iCloud?

Sim, você pode expandir o espaço em nuvem migrando para o iCloud+, uma assinatura premium da Apple. O processo para comprar armazenamento no iPhone é feito direto nos ajustes, elevando a cota para fotos e backups e liberando recursos extras de segurança.

Essa expansão digital oferece planos que vão de 50 GB até 12 TB, com a vantagem de poder compartilhar o espaço com a família. Além do iPhone, a contratação pode ser feita pelo Mac, app para Windows ou navegador, e o upgrade do perfil com novo limite de memória é atualizado na hora.

Tem como aumentar o armazenamento do iCloud de graça?

Não existe um método para expandir o armazenamento do iCloud além dos 5 GB gratuitos padrão da Apple. A empresa adota uma política rígida, exigindo a assinatura do plano pago iCloud+ caso o usuário precise de mais espaço nos servidores remotos.

A única alternativa sem custos para contornar esse teto é realizar uma faxina digital rigorosa para otimizar a franquia existente. Isso inclui desativar o backup de apps secundários, deletar arquivos duplicados e esvaziar permanentemente a lixeira do sistema.

Como liberar espaço no iCloud? Veja 7 dicas para poupar armazenamento

Saiba como otimizar o espaço no iCloud e garantir mais GB livres de espaço na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Clicando na opção de lixeira do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O iCloud permite verificar quais tipos de arquivos ocupam mais espaço de armazenamento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionar quais arquivos serão sincronizados na nuvem ajuda a evitar dados desnecessários no iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apagar backups de aparelhos antigos da Apple ajuda a liberar armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Excluir o backup do WhatsApp no iCloud pode oferecer um amplo ganho de espaço (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

Tela de iPhone mostrando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” ativada, com configuração de exigência de adiamento de segurança
Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede acessos críticos ao iPhone, mesmo se o criminoso souber a senha do aparelho. O recurso exige autenticação biométrica via Face ID ou Touch ID para modificar configurações sensíveis, blindando os dados da vítima.

Para gerenciar a função, basta acessar os “Ajustes”, entrar em “Face ID e Código” e selecionar a opção “Proteção de Dispositivo Roubado”. Ao desativar o recurso, o sistema inicia um “Adiamento de segurança”, exigindo uma hora de espera para a alteração ser efetivada no dispositivo.

A seguir, veja o passo a passo para configurar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone.

Como ativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

1. Acesse os “Ajustes” do iPhone

Abra o aplicativo “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo e iniciar o processo de segurança.

Abrindo o app Ajustes no iPhone
Abrindo o app “Ajustes” no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Entre em “Face ID e Código”

Desça a tela de “Ajustes”, selecione o menu “Face ID e Código” ou “Touch ID e Código” e insira a senha numérica atual para ver as opções de proteção do dispositivo. 

Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança no iPhone
Entrando no menu “Face ID e Código” para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Abra o menu “Proteção de Dispositivo Roubado”

Encontre a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e toque nela para abrir a tela para configurar o bloqueio de segurança do iPhone.

Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” no menu “Face ID e Código” do iPhone
Selecionando a opção “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Ative a “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave ao lado da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” e inicie a configuração para proteger o iPhone do roubo.

Importante: o recurso “Buscar” precisa estar habilitado para acionar a proteção contra roubo do iPhone.

Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” no iPhone, com o seletor ligado na tela “Proteção de Dispositivo Roubado”
Ativando a função “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Marque a opção “Sempre”

Selecione a opção “Sempre” para ativar o bloqueio de segurança do iPhone em qualquer localização geográfica. Com isso, o dispositivo sempre exigirá o uso do Face ID para o desbloqueio e acesso a configurações críticas da conta Apple ou sistema.

Marcando a opção “Sempre” na tela de Proteção de Dispositivo Roubado para iniciar o adiamento de segurança
Marcando a opção “Sempre” para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone 

1. Abra os “Ajustes” do iPhone

Acesse os “Ajustes” do iPhone para ver as opções do dispositivo.

Abrindo o app “Ajustes” do iPhone para acessar as configurações do dispositivo
Abrindo o “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse o “Face ID e Código”

Entre no menu “Face ID e Código” e digite a senha numérica do dispositivo para retornar às opções de proteção do iPhone.

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações
Tocando em “Face ID e Código” para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Toque em “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para revisar as configurações de bloqueio de segurança do iPhone.

Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” em “Face ID e Código” no iPhone
Acessando o menu “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Desative a chave de “Proteção de Dispositivo Roubado”

Toque na chave da opção “Proteção de Dispositivo Roubado” para desativar a ferramenta anti-ladrão do iPhone.

Tela do iPhone em “Proteção de Dispositivo Roubado”, mostrando a desativação do recurso
Desativando o recurso “Proteção de Dispositivo Roubado” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Inicie o “Adiamento de segurança”

Ao desativar a função, toque em “Iniciar Adiamento de Segurança” e em seguida “OK”. Então, aguarde uma hora e volte para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado.

Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone
Iniciando o “Adiamento de Segurança” para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Para que serve a Proteção de Dispositivo Roubado da Apple?

A Proteção de Dispositivo Roubado é uma camada extra de segurança que impede criminosos de assumirem o controle da conta Apple, mesmo que eles saibam a senha. O recurso blinda o sistema ao exigir obrigatoriamente o Face ID ou Touch ID para acessar funções críticas caso a pessoa tenha o celular roubado.

A ferramenta entra em ação em qualquer localização, ativando um atraso de segurança de uma hora para operações sensíveis, como alterar a senha do ID Apple. Esse intervalo de tempo é crucial para a vítima reagir, rastrear o aparelho pelo aplicativo Buscar e bloquear o acesso a cartões e senhas salvas nas chaves do aparelho.

O que acontece quando roubam um iPhone com a proteção ativada? 

O recurso de proteção do celular da Apple ativa travas e barreiras que impedem o controle do iPhone, mesmo se o criminoso tiver a senha numérica.

  • Bloqueio biométrico obrigatório: o sistema exige exclusivamente o Face ID ou Touch ID para acessar senhas, cartões salvos e funções críticas, anulando o uso do código numérico;
  • Barreira contra acessos remotos: o recurso impede que criminosos alterem as configurações de segurança da conta da Apple pelo navegador web, blindando o ecossistema da vítima;
  • Atraso de segurança inteligente: a proteção do celular ativa uma espera de uma hora para autorizar modificações sensíveis, como a troca da senha do ID Apple ou o cadastro de uma nova biometria;
  • Tempo hábil para reação: esse intervalo forçado de 60 minutos neutraliza a ação rápida dos bandidos, dando tempo para a vítima bloquear o dispositivo pelo aplicativo Buscar ou via iCloud.

Quais modelos de iPhone têm Proteção de Dispositivo Roubado? 

A Proteção de Dispositivo Roubado está disponível para todos os iPhones compatíveis com o iOS 17.3 ou versões superiores do sistema. O recurso abrange desde as linhas iPhone 11 até os modelos mais atuais, incluindo também as versões SE de 2ª e 3ª geração.

Para ativar a camada extra de defesa, basta manter o software do aparelho atualizado nas configurações básicas. Para atualizar o iOS, basta abrir o “Ajustes”, selecionar a opção “Geral” e acessar o menu “Atualização de software”.

Como ativar ou desativar a Proteção de Dispositivo Roubado no iPhone

Saiba o passo a passo para proteger seu iPhone contra roubos (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app "Ajustes" no iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Entrando no menu "Face ID e Código" para ver as configurações de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ativando a função "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Marcando a opção "Sempre" para o adiamento de segurança (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o "Ajustes" do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Tocando em "Face ID e Código" para ver mais configurações (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando o recurso "Proteção de Dispositivo Roubado" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando o "Adiamento de Segurança" para desativar completamente a Proteção de Dispositivo Roubado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iPhone 16e fica 40% mais barato em promoção no Mercado Livre

R$ 5.799,0040% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 40% sobre o preço original de R$ 5.799.

O smartphone acessível da Apple possui tela OLED com brilho de 1.200 nits e câmera wide de 48 MP igual à presente no iPhone 17e.

iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e

O iPhone 16e possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits igual à do novo iPhone 17e, revestida com o vidro Ceramic Shield contra o Ceramic Shield 2 do modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.

O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games, enquanto o 17e possui o mais recente A19. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Seu corpo de alumínio é reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade com o recurso Center Stage que centraliza elementos. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC que habilita realizar compras por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, ao contrário do 17e.

O iPhone 16e (128 GB), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional, sai por apenas R$ 3.498,99 no Pix no Mercado Livre, um abatimento de 40% frente ao valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e fica 40% mais barato em promoção no Mercado Livre

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iPhone 16e (128 GB) traz tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple sai 40% mais barato que preço original no Pix
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iPhone 16 recebe 44% de desconto em oferta na Amazon

R$ 7.799,0044% OFF

Oferta encerrada 🙁
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 128 GB está saindo por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 44% sobre o valor original de R$ 7.799. O celular da Apple possui tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 de 3 nanômetros e câmera wide de 48 MP.

iPhone 16 tem tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vivas e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e games pesados, enquanto os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud.

O corpo de alumínio recebe revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do iPhone 16 inclui uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está em oferta por R$ 4.339 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um desconto de 44% quando comparado ao preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 recebe 44% de desconto em oferta na Amazon

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iPhone 16 (128 GB) traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 44% sobre preço original no Pix com cupom
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O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

Mão segurando o iPhone 17e
Descubra como funciona os sensores que ajustam a temperatura de cor e brilho das telas dos dispositivos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone é uma tecnologia exclusiva da Apple que ajusta instantaneamente a temperatura de cor e o brilho da tela conforme o ambiente. Disponível em modelos recentes de iPhone e iPad, o recurso torna a experiência visual mais natural e reduz o esforço ocular.

O sistema funciona com sensores que analisam a iluminação ao redor, enviando dados para o processador calibrar o balanço de branco do display. Esse ajuste dinâmico alterna entre tons quentes ou frios de forma imperceptível, mantendo a fidelidade visual diante das variações de luz.

O recurso é recomendado para atividades do dia a dia, como leitura e navegação, priorizando o conforto em longos períodos de uso. Por outro lado, ele deve ser desativado durante tarefas profissionais que exigem precisão absoluta, como edição de fotos, vídeos e design gráfico.

A seguir, saiba mais sobre a tecnologia True Tune, seu funcionamento detalhado e quais dispositivos da Apple contam com essa função.

O que é True Tone?

True Tone é uma tecnologia da Apple que utiliza sensores de luminosidade para ajustar automaticamente a temperatura de cor e o brilho com base na luz do ambiente. Simulando o reflexo de uma folha de papel, o recurso deixa as imagens mais naturais e reduz o cansaço visual do usuário.

O que significa True Tone?

O termo “True Tone” foi criado pela Apple em 2016 para batizar a tecnologia de tela com a capacidade de exibir cores autênticas. A palavra “True” se refere à fidelidade e ao aspecto natural das imagens, enquanto o “Tone” remete ao tom de cor e ao balanço de branco.

A inspiração veio do comportamento das páginas impressas, que refletem a iluminação do ambiente sem distorcer as tonalidades. Durante o anúncio da tecnologia, a marca destacou que os sensores imitam essa dinâmica ao rastrear a temperatura de cor ao redor.

Duas telas comparando o ajuste do True Tone: tons mais frios à esquerda e mais quentes à direita conforme a iluminação
O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Para que serve o True Tone?

O True Tone torna a leitura em telas mais confortável ao adaptar o brilho e a temperatura de cor da tela à luz ambiente. Ao suavizar o display de forma dinâmica, o recurso reduz o cansaço dos olhos causado pelo excesso de luz azul.

Essa tecnologia equilibra tons quentes e frios para simular o comportamento de uma folha de papel sob diferentes iluminações. O resultado é uma experiência visual mais natural para o usuário durante longas sessões de leitura e consumo de mídia.

Como funciona o True Tone

O funcionamento do True Tone no iPhone acontece em tempo real por meio de sensores de luz ambiente de quatro canais embutidos no aparelho. Esse conjunto analisa instantaneamente a iluminação ao redor, medindo tanto a intensidade do brilho quanto a temperatura de cor.

Os dados coletados são enviados ao processador, que recalcula e ajusta o balanço de branco do display a cada 30 milissegundos. Esse processamento dinâmico calibra a tela de forma imperceptível para o usuário, acompanhando qualquer mudança de luz.

Na prática, sob lâmpadas quentes de uma sala, a tela reduz a luz azul e assume tons mais amarelados. Já em ambientes abertos com luz do dia, o sistema adota tons mais frios para manter a fidelidade cromática.

Essa engenharia faz com que a tela Retina Display se comporte exatamente como uma folha de papel impresso sob qualquer iluminação. O resultado é uma visualização sempre natural que elimina o estresse visual causado por contrastes agressivos de luz.

Imagem mostra um iPhone 15 Pro Max sendo segurado em uma mão, exibindo um artigo do "Tecnoblog" sobre o lançamento do iPhone 15 e 15 Pro com USB-C. A tela do celular mostra a manchete "Apple lança iPhone 15 e 15 Pro com USB-C e dá adeus ao conector Lightning". Ao fundo, desfocado, observa-se uma multidão de pessoas em um ambiente interno com iluminação clara e paredes brancas. Outros smartphones são visíveis nas mãos de algumas pessoas na multidão.
O iPhone conta com sensores de luz ambiente que analisam a iluminação em volta para ajustar o balanço de branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Preciso ativar o True Tone?

Não é preciso ativar o True Tone, pois o recurso vem habilitado por padrão de fábrica nos dispositivos da Apple. O usuário é apresentado à tecnologia na configuração inicial do aparelho, sem a necessidade de qualquer ação manual imediata.

Caso a pessoa prefira o comportamento padrão do display, a função pode ser desativada ou reativada a qualquer momento. No iPhone ou iPad, basta acessar os ajustes do sistema, tocar na opção “Tela e Brilho” e alternar a chave seletora.

O True Tone gasta muita energia?

O True Tone não exige muita energia, apresentando um impacto na bateria de apenas 2% a 3% do consumo total do aparelho. Desativar o recurso gera um ganho de autonomia tão pequeno que chega a ser imperceptível na rotina diária de uso.

Esse gasto mínimo ocorre porque os sensores de luz e o algoritmo de ajuste são extremamente otimizados. Além disso, a tecnologia economiza energia em locais escuros ao reduzir o brilho da tela, compensando o processamento do balanço de branco.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O True Tone é recurso que vem ativado de fábrica, gastando pouca energia no seu funcionamento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quais dispositivos são compatíveis com o True Tone?

O True Tone está presente na maior parte das telas modernas da Apple. Veja a lista de aparelhos compatíveis com a tecnologia:

  • iPhones: linhas iPhone 8 e posteriores (incluindo modelos Pro e Pro Max), além do iPhone SE (a partir da 2ª geração);
  • iPads: modelos padrão (9ª geração em diante), iPad mini (5ª geração em diante), iPad Air (3ª geração em diante) e todas as versões do iPad Pro;
  • Macs: notebooks MacBook Pro e MacBook Air lançados a partir de 2018, além dos computadores all-in-one iMac a partir do modelo de 2020;
  • Monitores: telas profissionais e dedicadas da marca, incluindo os modelos Apple Studio Display e Apple Pro Display XDR.

Existe True Tone para Android?

Não, o True Tone é uma tecnologia proprietária da Apple e exclusiva dos aparelhos da Maçã. Apesar disso, o ecossistema Android traz recursos semelhantes de marcas concorrentes que operam sob o mesmo princípio de adaptação ao ambiente.

Assim, os smartphones utilizam funções nativas como o Adaptive Tone do Google Pixel e o Adaptive Color Tone do Samsung Galaxy. Essas ferramentas usam os sensores para equilibrar o balanço de branco e ajustar os tons da tela de forma automática à iluminação ao redor.

iPad Mini em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial
iPad Mini e outros modelos de tablets da Apple também contam com o recurso True Tone (imagem: divulgação/Apple)

Em quais casos o True Tone é indicado?

O True Tone é ideal para o uso cotidiano, priorizando o conforto visual em diferentes cenários de iluminação. Estas são algumas situações em que o recurso se torna um aliado:

  • Leitura e maratona de vídeos: reduz o cansaço visual ao suavizar o contraste da tela e as cores naturalmente durante o consumo prolongado de e-books, artigos ou vídeos;
  • Transição entre ambientes: ideal para quem se desloca constantemente, adaptando o display instantaneamente ao sair de um local fechado com lâmpadas quentes para um ambiente aberto sob a luz do dia;
  • Uso sob a luz solar: eleva a legibilidade ao ar livre, ajustando o balanço de branco para tons mais frios para combater reflexos e garantir nitidez da tela mesmo em locais abertos;
  • Escritórios com luz fluorescente: evita que o display exiba uma aparência excessivamente azulada ou opaca sob as lâmpadas frias de ambientes corporativos, mantendo uma neutralidade agradável;
  • Navegação noturna: minimiza a fadiga em locais escuros ao adotar tons mais quentes, diminuindo a emissão de luz azul que costuma prejudicar a qualidade do sono do usuário;
  • Redes sociais e uso casual: garante cores consistentes e realistas para usuários não profissionais durante a rolagem do feed, tornando a navegação diária muito mais confortável e fluida.

Quando devo evitar usar o True Tone?

O True Tone deve ser desativado em atividades que exigem precisão absoluta de cores. Alguns exemplos são:

  • Edição de fotos e vídeos: a alteração automática na temperatura de cor distorce as tonalidades originais da imagem, prejudicando a exatidão necessária para o tratamento profissional de arquivos;
  • Design gráfico e identidade visual: criar logotipos e materiais de marcas exige fidelidade cromática absoluta, algo que é afetado pelas compensações e calibrações dinâmicas que o recurso aplica na tela;
  • Desenvolvimento de interfaces (UI/UX): programadores e designers precisam visualizar aplicativos e sites exatamente como foram codificados, sem filtros de tela que mascarem a real aparência do software;
  • Trabalhos de color grading: a etapa de finalização de cores no cinema e no audiovisual exige um monitor de referência estático, totalmente livre de correções automáticas de iluminação;
  • Jogos de alta dinâmica (HDR): games de alto contraste dependem das cores vibrantes originais planejadas pelos desenvolvedores, que podem parecer lavadas ou opacas com o recurso ativado;
  • Análise de imagens médicas: profissionais de saúde que avaliam exames digitais, como tomografias e raios-X, necessitam da imagem bruta e sem filtros para evitar qualquer erro de diagnóstico.
Pessoa usando um MacBook em um ambiente de edição profissional, trabalhando em cores e imagens na tela
Os MacBooks e monitores da Apple também possuem o recurso True Tone, no entanto, é recomendado que ele seja desativado em trabalhos de edição profissional (imagem: Reprodução/Apple)

Qual é a diferença entre True Tone e Night Shift?

O True Tone é uma tecnologia dinâmica que utiliza sensores para ajustar, em tempo real, o balanço de branco e o brilho da tela à iluminação ao redor. O objetivo é fazer a tela parecer uma folha de papel, mantendo as cores naturais em qualquer ambiente.

O Night Shift é um recurso programável que aplica um filtro estático para mudar os tons da tela para cores mais quentes e amareladas ao anoitecer. Ativado por horário ou no pôr do sol, ele visa reduzir a luz azul para melhorar a qualidade do sono.

O que é True Tone? Entenda a tecnologia usada nas telas de aparelhos da Apple

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O True Tone ajusta os tons da tela de acordo com a iluminação ao redor (imagem: Reprodução/Apple)

Tela iPhone 15 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPad Mini é vendido em quatro cores: azul, roxo, estelar e cinza espacial (imagem: divulgação/Apple)

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Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp
Entenda como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Existem diferentes meios de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp, como ler o histórico de notificações do Android. Outra solução é a extensão WA Web Plus no navegador Google Chrome, que dispensa a existência de uma cópia prévia, mas possui limitações de compatibilidade.

Já a restauração baseada em um backup oficial salvo na nuvem costuma ser o método mais eficaz e seguro, embora seja um processo mais trabalhoso. Essa técnica é o único caminho viável para donos de iPhone reverem conteúdos excluídos, exigindo a reinstalação do app para forçar a sincronização dos dados.

A seguir, conheça quatro meios práticos de recuperar mensagens apagadas do WhatsApp.

1. Acesse o histórico de notificações do smartphone 

Quem tem smartphones Samsung ou Motorola pode ler mensagens excluídas do WhatsApp acessando o histórico nativo do Android. Esse recurso atua como um registro do sistema operacional, mas infelizmente não está disponível para usuários de iPhone (iOS).

O processo é simples: abra as configurações do celular, toque em “Notificações” e selecione “Configurações avançadas”. Lá dentro, basta ativar o recurso “Histórico de notificações”, que funciona como um armazenamento temporário e seguro de todos os alertas recebidos.

Depois, veja a lista cronológica de dados e textos recebidos nas últimas 24 horas para localizar o ícone do WhatsApp. Vale dizer que a leitura do conteúdo apagado só é possível se essa função do Android já estiver habilitada no momento do envio.

Capturas de tela do sistema operacional Android em celular Samsung mostram como acessar a opção "Histórico de Notificações"
Acessando “Histórico de notificações” para ver mensagens do WhatsApp no celular Samsung (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Use a extensão WA Web Plus do Google Chrome

A extensão WA Web Plus, disponível para o Google Chrome, oferece uma solução prática e rápida para recuperar mensagens apagadas do WhatsApp. A ferramenta funciona como um plugin que adiciona novos recursos diretamente à interface do mensageiro no navegador.

Após instalar a extensão, abra o WhatsApp Web e clique no ícone de “+” verde ao lado da barra de endereços para abrir as configurações. Na aba privacidade, ative a opção “Restaurar mensagens de texto apagadas” para ativar o monitoramento de cache das conversas.

A partir daí, o script intercepta as atualizações e exibe o texto original riscado ao lado do aviso de exclusão. Embora eficiente, vale dizer que o recurso pode apresentar instabilidades e não processar todas as mensagens deletadas.

Captura de tela do navegador Google Chrome mostra um exemplo de uma mensagem restaurada com a extensão WA Web Plus no WhatsApp Web
A extensão WA Web Plus permite verificar os conteúdos que foram deletados no WhatsApp Web (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Restaure o backup de conversas do WhatsApp 

Atenção!

Esta ação exclui todas as mensagens e conversas recentes que ocorreram após o último backup automático. Por isso, é recomendado ter cautela ao utilizar esta técnica para não perder dados importantes.

Outro meio de restaurar mensagens apagadas do WhatsApp é forçar a leitura do backup salvo na nuvem. A estratégia serve tanto no Android, que utiliza o Google Drive, quanto no iPhone, que armazena os dados no iCloud.

O primeiro passo é checar nas configurações de conversas se o último backup automático aconteceu antes da exclusão do texto. Se a data for favorável, desinstale o aplicativo para limpar os dados locais e baixe-o novamente na Play Store ou na App Store.

Durante a nova validação do número, o sistema identificará a cópia de segurança salva nos servidores e sugerirá a sincronização de dados. Basta tocar em “Restaurar” para que o histórico e as mídias antigas sejam baixadas, trazendo as mensagens apagadas de volta.

imagem da tela de restauração de backup do whatsapp
Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Questione o autor da mensagem apagada 

Se os métodos anteriores não funcionarem, a alternativa mais simples e direta é questionar o próprio autor sobre a mensagem deletada no WhatsApp. Essa abordagem dispensa o uso de ferramentas digitais, dependendo somente da transparência do contato.

Embora pareça óbvia, a tática é a única infalível contra falhas de sincronização ou falta de backups salvos. No fim, a engenharia social mais eficaz para “decifrar” a mensagem apagada ainda é uma boa conversa.

imagem do whatsapp com uma perguntando à outra pessoa o conteúdo da mensagem excluída
Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que não consigo recuperar mensagens apagadas do WhatsApp? 

Existem alguns pontos que podem impedir a recuperação das mensagens apagadas do WhatsApp. Por exemplo:

  • Histórico de notificações inativo: a ferramenta nativa do Android só registra os alertas se estiver ligada antes do recebimento do texto. Caso o recurso de armazenamento temporário esteja desligado, o sistema simplesmente descarta os pacotes de dados;
  • Instabilidade em ferramentas externas: o WA Web Plus depende da leitura do cache do navegador em tempo real para interceptar a mensagem. Se houver oscilação na rede ou atualizações repentinas no código do WhatsApp, o processamento falha;
  • Janela de sincronização inválida: o ato de fazer backup do WhatsApp precisa ocorrer no intervalo entre o recebimento da mensagem e a exclusão pelo contato. Se a cópia for gerada após o cancelamento, o arquivo salvo registrará apenas o status de deletado;
  • Criptografia de ponta a ponta ativa: por questões de privacidade, o WhatsApp blinda o trânsito de informações com chaves de segurança exclusivas. Uma vez que o conteúdo é apagado da memória local do aparelho, os servidores da empresa perdem o acesso definitivo ao texto.

Posso restaurar uma mensagem apagada no WhatsApp pelo iPhone? 

Sim, usuários de iPhone podem recuperar a mensagem apagada no WhatsApp caso o backup automático no iCloud tenha sido feito após o envio e antes da exclusão. Para resgatar o conteúdo, basta desinstalar o app e reinstalá-lo para forçar a sincronização dos dados da nuvem.

Diferente do Android, o iOS não possui um histórico nativo de notificações para registrar os alertas recebidos no aparelho. Por isso, manter a cópia de segurança ativa nos servidores da Apple é a única garantia para reaver o histórico com o conteúdo excluído.

Consigo usar apps de terceiros para ver mensagens apagadas do WhatsApp? 

Sim, aplicativos de terceiros prometem recuperar mensagens apagadas por outra pessoa no WhatsApp ao interceptar o fluxo de notificações do Android. Para que essa leitura em tempo real funcione, o programa paralelo precisa estar instalado quando o texto é recebido.

O problema dessa varredura de dados é a segurança, já que as ferramentas exigem acesso total aos alertas e à tela do celular. Essa permissão invasiva expõe senhas e códigos bancários na memória temporária do app, além de ser um método inviável nas restrições do iPhone.

Embora salvem textos e mídias, esses aplicativos violam as diretrizes de privacidade do WhatsApp. Diante do risco de vazamento de informações para servidores desconhecidos, a recomendação é utilizar ferramentas nativas do sistema Android ou backups oficiais.

Qual é a diferença entre recuperar mensagens apagadas e conversas apagadas do WhatsApp? 

Recuperar mensagens apagadas do WhatsApp consiste em resgatar textos individuais ou mídias isoladas deletadas de um bate-papo. O foco desse processo é capturar pacotes de dados temporários no cache ou registros de notificações do sistema operacional, devolvendo o conteúdo específico à conversa.

Recuperar conversas apagadas do WhatsApp envolve trazer de volta todo o histórico de interações e a linha do tempo completa com um contato específico. Esse método exige a desinstalação do aplicativo para forçar o download e a sincronização do backup principal na nuvem.

Também posso recuperar conversas apagadas do WhatsApp? 

Sim, é possível resgatar chats inteiros e mídias deletadas ao restaurar o backup do WhatsApp armazenado nos servidores da nuvem. O sucesso do processo depende somente da cópia de segurança ter sido gerada em uma data antes da exclusão do bate-papo.

Caso o arquivo salvo seja mais recente e sem a conversa deletada, os dados desaparecerão permanentemente do backup. Para evitar essa perda de sincronização, a dica é configurar a rotina de salvamento automático para o modo diário.

Como recuperar mensagens apagadas no WhatsApp pelo celular ou PC

Como recuperar mensagens do WhatsApp (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Samsung)

(Imagem: Reprodução/WhatsApp)

Reinstalar o WhatsApp e forçar a restauração do backup pode ajudar a recuperar as mensagens antigas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntar diretamente à pessoa sobre a mensagem excluída pode ser uma solução simples e prática (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iOS 27 chegará ao iPhone 11; veja todos os modelos compatíveis

Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple confirmou que iOS 27 será compatível com iPhone 11 e modelos lançados posteriormente, contrariando rumores;
  • lista de aparelhos compatíveis com o iOS 27 inclui desde o iPhone SE de 2ª geração até o iPhone 17 Pro Max;
  • versão final do iOS 27 está prevista para ser lançada em setembro ou outubro de 2026, com uma versão beta para desenvolvedores disponível a partir de hoje.

Como esperado, a Apple aproveitou a WWDC 2026, que teve início nesta segunda-feira (08/06), para anunciar oficialmente o iOS 27. Contrariando o que alguns rumores diziam (ou o que muitos usuários temiam), a linha iPhone 11 está entre as que receberão a nova versão do sistema operacional.

O mesmo vale para modelos que foram lançados depois do iPhone 11, obviamente. A lista completa de aparelhos que receberão o iOS 27 é esta:

  • iPhone 17
  • iPhone 17 Pro
  • iPhone 17 Pro Max
  • iPhone Air
  • iPhone 16e
  • iPhone 16
  • iPhone 16 Pro
  • iPhone 16 Pro Max
  • iPhone 15
  • iPhone 15 Plus
  • iPhone 15 Pro
  • iPhone 15 Pro Max
  • iPhone 14
  • iPhone 14 Plus
  • iPhone 14 Pro
  • iPhone 14 Pro Max
  • iPhone 13
  • iPhone 13 Mini
  • iPhone 13 Pro
  • iPhone 13 Pro Max
  • iPhone 12
  • iPhone 12 Mini
  • iPhone 12 Pro
  • iPhone 12 Pro Max
  • iPhone 11
  • iPhone 11 Pro
  • iPhone 11 Pro Max
  • iPhone SE de 3ª geração
  • iPhone SE de 2ª geração
Controle deslizante do Liquid Glass no iOS 27
Liquid Glass melhorado é uma das novidades do iOS 27 (imagem: reprodução/Apple)

A incerteza sobre a linha iPhone 11 residia no fato de esses aparelhos terem sido anunciados em 2019 e, portanto, correrem o risco de não atenderem aos requisitos técnicos do iOS 27, o que, como sabemos agora, não se confirmou.

Mas é válido destacar que a WWDC 2026 também serviu de palco para o anúncio da Siri AI que, na família iPhone, está atrelada ao iOS 27. A novidade chegará à linha iPhone 16 e aos iPhone 15 Pro e 15 Pro Max, mas alguns recursos avançados de IA executados localmente exigirão hardware mais potente e podem ficar restritos ao iPhone 17 Pro / Pro Max e ao iPhone Air.

Nesse sentido, os novos recursos da Apple Intelligence continuam igualmente exigindo um iPhone 15 Pro / Pro Max ou superior devido ao fato de essa tecnologia demandar mais memória RAM e, principalmente, o chip A17 Pro ou posterior.

Quando o iOS 27 será lançado?

A Apple liberará uma versão beta do iOS 27 para desenvolvedores a partir de hoje. Já uma versão beta direcionada ao público em geral será disponibilizada em julho de 2026.

Por fim, a versão final do sistema operacional é esperada para setembro ou, no mais tardar, outubro deste ano.

Esses prazos também valem para os demais sistemas operacionais anunciados pela Apple na WWDC 2026, como o macOS 27, o iPad 27 e o watchOS 27.

iOS 27 chegará ao iPhone 11; veja todos os modelos compatíveis

Apple iPhone 11 e 11 Pro Max (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
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iPhone 16 tem 44% OFF com cupom em oferta na Amazon

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Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador A18 de alto desempenho
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Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
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O iPhone 16 de 128 GB está saindo por apenas R$ 4.339,10 no Pix aplicando o cupom APROVEITA10 na Amazon. A oferta representa um desconto de 44% frente ao valor de lançamento de R$ 7.799. E a ficha técnica se destaca pela presença do processador Apple A18 e pela câmera dupla com sensor principal de 48 MP.

iPhone 16 tem Apple A18 e câmera dupla com sensor de 48 MP

Tela do iPhone 16
iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O processador Apple A18 fabricado em 3 nanômetros oferece alto poder de processamento para todas as atividades. O componente trabalha em conjunto com a memória RAM de 8 GB para sustentar a execução fluida de jogos pesados.

O sistema de câmeras traz um sensor principal de 48 megapixels com estabilização. Uma lente secundária ultrawide de 12 megapixels captura imagens com ângulo de visão de 120 graus. E o conjunto óptico grava vídeos em resolução 4K com suporte para a tecnologia Dolby Vision HDR.

A tela Super Retina XDR OLED exibe cores vibrantes com taxa de atualização de 60 Hz. A tecnologia True Tone ajusta a temperatura e o brilho, que chega até 2.000 nits, conforme a iluminação do ambiente e garante excelente visibilidade sob a luz solar direta. Essa calibração automática também protege os olhos do usuário durante leituras longas.

Mão segurando iPhone 16 com as duas câmeras traseiras em foco
iPhone 16 e iPhone 16 Plus têm câmera traseira de 48 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 3.561 mAh garante até 22 horas de autonomia, segundo a Apple, e é compatível com carregamento via USB-C 25 W. O design, por sua vez, conta com certificação IP68 que assegura proteção contra água e poeira ao iPhone.

O iPhone 16 de 128 GB (por R$ 4.339,10 no Pix aplicando o cupom APROVEITA10 na Amazon) ainda suporta redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC e deve receber atualizações por mais alguns anos, seguindo a política da empresa.

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iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16 e iPhone 16 Plus têm câmera traseira de 48 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Ilustração da sincronização das fotos com o iCloud
Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode baixar suas fotos do iCloud de duas formas diferentes no PC: diretamente pelo site do iCloud — que limita o download para até 1.000 arquivos, ou pelo aplicativo próprio do serviço de armazenamento no Windows. Essa segunda opção sincroniza suas fotos e vídeos diretamente no disco rígido.

Já usuários de Mac podem baixar todos os arquivos em alta definição pelo aplicativo Fotos. Nesse caso, é necessário escolher se deseja duplicar as fotos no disco ou otimizar o download, baixando os arquivos como uma “prévia”, em baixa definição. A seguir, conheça os detalhes de como baixar fotos e vídeos do iCloud.

Índice

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo navegador

1. Acesse o iCloud.com

Acesso o site do iCloud no seu navegador de preferência e clique no botão “Iniciar sessão” para ter acesso às suas fotos e vídeos.

Tela inicial do iCloud no navegador, com botão “Iniciar sessão” destacado para fazer login e acessar as fotos
Tela de inicio do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Faça login com sua conta

É necessário fazer login com e-mail ou número de telefone, e senha para acessar o serviço de armazenamento. Pode ser necessário permitir o acesso em um iPhone ou iPad para continuar.

Tela de login do iCloud no navegador com botão “Iniciar sessão” e opção “Iniciar sessão com o iPhone”
Tela de login do iCloud no navegador (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Abra a seção de fotos do iCloud

Após realizar o login, desça a tela e clique na seção de Fotos para visualizar todos os arquivos vinculados à sua conta do iCloud.

Seção de fotos no iCloud, com “Fotos” selecionada e contagem de fotos e vídeos exibida
Seção de fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Selecione as fotos que deseja baixar no PC

O iCloud para navegador permite que o usuário baixe até 1.000 fotos por vez no PC. Assim, clique fora da seção de fotos e arraste o mouse para selecionar os arquivos rapidamente.

Quando atingir o limite de 1.000 fotos ou vídeos, clique no ícone de nuvem para baixá-los do iCloud no PC.

Contagem de 999 itens selecionados no app Fotos do iCloud, indicando fotos escolhidas para download no PC
Opção que permite baixar até 1.000 fotos no iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como salvar todas as fotos do iCloud pelo iCloud para Windows

O usuário pode baixar todas as fotos do iCloud no Windows pelo app próprio para o sistema operacional. É necessário baixar e instalar o aplicativo via Microsoft Store para continuar.

1. Abra o app do iCloud para Windows

Após a instalação do iCloud para o Windows, faça login com sua conta e abra o aplicativo. A opção “Desativado” será exibida na seção “Fotos“, caso nunca tenha utilizado o app no PC. Clique para continuar.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Fotos do iCloud” como “Sem configuração” e “Desativado”
Aplicativo do iCloud para o Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Ative a sincronização de fotos entre iCloud e Windows

Verifique onde as fotos do iCloud serão armazenadas no PC e clique na chave “Desativado” para ativar a sincronização do serviço.

Tela de ajustes do iCloud para Windows, com a chave de “Fotos do iCloud” em Desativado
Ative a chave para compartilhar suas fotos do iCloud no Windows (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Verifique o progresso de sincronização

Após ativar a sincronização, você pode verificar todo o processo de transferência de arquivos entre iCloud e Windows. Acesse a pasta mencionada pelo iCloud para encontrar suas fotos e vídeos.

Tela do app iCloud para Windows mostrando “Apps que Usam iCloud”, com “Fotos do iCloud” ativado
Acompanhe o progresso de sincronização de suas fotos no PC (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como baixar todas as fotos do iCloud pelo Mac

1. Abra as configurações do aplicativo “Fotos” no Mac

Acesse o aplicativo “Fotos” no seu Mac e clique em “Ajustes” para visualizar as opções, antes de baixar os arquivos.

Seção de ajustes no app Fotos para Mac (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

2. Escolha como deseja baixar as fotos do iCloud no Mac

Selecione a opção “iCloud” no topo da tela e escolha uma das opções exibidas:

  • Baixar Originais para este Mac: método que baixa todos as fotos e vídeos em alta resolução para o disco do Mac;
  • Otimizar Armazenamento do Mac: opção para quem tem pouco espaço disponível em disco. As fotos e vídeos serão armazenadas em baixa resolução, como uma prévia. O usuário precisará escolher qual arquivo baixar em alta resolução de forma manual.

O usuário também pode escolher baixar todas as fotos e vídeos para uma pasta específica. Nesse caso, todo o conteúdo será duplicado se a biblioteca do iCloud estiver sincronizada no Mac.

Opções no app Fotos do macOS após abrir Ajustes, com “Fotos do iCloud” selecionadas e alternativas de armazenamento
Opções exibidas no app Fotos após selecionar o menu de ajustes (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Baixar as fotos no PC mantém a qualidade original das imagens?

Sim, caso você baixe os arquivos pelo site do iCloud ou pela opção “Baixar Originais” no app Fotos do Mac.

Ao fazer o download pelo aplicativo do iCloud para o Windows, o serviço de armazenamento cria uma pasta específica no PC com os arquivos em miniatura.

Dessa forma, é necessário baixar os arquivos com alta resolução manualmente. O mesmo acontece com a opção “Otimizar Armazenamento” no Mac.

Tem como baixar mais de 1.000 fotos do iCloud de uma vez no PC?

Apenas pelo aplicativo do iCloud para o Windows, já que o site permite baixar até 1.000 fotos ou vídeos salvos no iCloud por vez. A sincronização de todos os arquivos de uma vez também acontece no Mac.

Onde ficam armazenadas as fotos baixadas do iCloud para Windows?

Você pode verificar o caminho exato de armazenamento no app do iCloud para o Windows, já que o sistema personaliza as pastas para cada PC. Antes de ativar a chave de sincronização dos arquivos, cheque o caminho exato em “Fotos do iCloud“.

Caminho da pasta onde o iCloud adicionará as fotos no PC (Cada PC terá um caminho diferente)
Cada PC terá um caminho diferente para acessar as fotos do iCloud (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Remover a sincronização com do iCloud com o Windows apaga as fotos no PC?

Sim, o aplicativo do iCloud removerá todas as fotos ou vídeos armazenados do Windows, ao interromper a sincronização entre os serviços, mas seus arquivos continuarão disponíveis para visualização na sua conta do iCloud.

Uma dica é salvar os arquivos em outra pasta do PC, antes de remover a sincronização.

Como baixar todas as fotos do iCloud no PC

Usuário pode salvar fotos no iCloud para poupar espaço de armazenamento no aparelho (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

Como ver as senhas salvas no iPhone
Você pode visualizar as senhas salvas no iPhone pelo app “Senhas”; confira (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode ver as senhas salvas no iPhone pelo app Senhas, que é o gerenciador de senhas nativo da Apple. Em versões do iOS 17 ou anteriores, você consegue visualizar as senhas salvas no aparelho ao entrar em “Ajustes” e abrir a seção “Senhas”.

Se preferir, você também pode acessar a lista de senhas salvas pelo app do iCloud para Windows. Mas para isso, é preciso que o iPhone esteja com a sincronização de senhas no iCloud ativada.

A seguir, saiba como verificar senhas salvas no iPhone pelo celular ou computador.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular

1. Entre em “Senhas” e confirme sua identidade

Em um iPhone com iOS 18 ou superior, abra o app Senhas e confirme sua identidade com Face ID, Touch ID ou código de acesso.

Caso esteja usando o iOS 17 ou anterior, vá em “Ajustes”, toque em “Senhas” e faça a autenticação de identidade.

Abrindo o app Senhas do iPhone
Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá em “Todas” e escolha o app ou site desejado

Entre na seção “Todas” e escolha o site ou o app que você quer ver a senha salva.

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone
Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Toque no campo “Senha” para ver a senha

Por fim, toque no campo “Senha” para visualizar a senha do serviço salva em seu iPhone.

Verificando a senha salva no iPhone
Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo PC com Windows

Atenção

Para seguir com os passos do tutorial abaixo, certifique-se de ter habilitado a sincronização do iPhone com as Senhas e Chaves do iCloud

1. Abra o iCloud e vá em “Abrir no App Senhas do iCloud”

Abra o aplicativo do iCloud em seu computador com Windows e faça login com a mesma Conta Apple usada no iPhone. Em seguida, clique em “Abrir no App Senhas do iCloud”, dentro da seção “Senhas e Chaves”.

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows
Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Clique em “Iniciar sessão” e confirme sua identidade

Clique em “Iniciar sessão” e confirme a identidade com o Windows Hello, seja com reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou PIN.

Confirmando a identidade da Conta Apple
Confirmando a identidade da Conta Apple (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Escolha o serviço e passe o mouse em cima da senha

Selecione o serviço ou site desejado na coluna à esquerda. Depois, basta passar o mouse em cima da senha para exibir a senha salva.

Verificando a senha salva via iCloud
Verificando a senha salva via iCloud (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Também posso ver as senhas salvas no iPhone pelo Mac?

Sim. Você pode visualizar senhas salvas no iPhone ao fazer login no Mac com a mesma Conta Apple vinculada ao iPhone, abrir o app “Senhas”, escolher o serviço desejado e passar o mouse sobre o campo “Senha”.

E vale reforçar que você precisa ter sincronizado as senhas e chaves do iPhone no iCloud para visualizar os passwords pelo Mac ou outros dispositivos.

Por que não consigo ver senhas salvas no iPhone?

Há situações em que você não consegue visualizar as senhas salvas no iPhone. E os motivos podem envolver:

  • Preenchimento automático de senhas desativado: se o preenchimento automático de senhas não estiver habilitado, é possível que o iPhone não tenha salvado uma senha anteriormente digitada.
  • Conta Apple divergente: certifique-se de que está utilizando a Conta Apple correta, que contém os seus logins salvos.
  • Falha na autenticação: não será possível visualizar as senhas salvas no iPhone se você não confirmar sua identidade via Face ID, Touch ID ou código de acesso.
  • Senha excluída e já expirada: senhas excluídas há mais de 30 dias não vão aparecer no app Senhas do iPhone.
  • Chaves do iCloud desativadas: se você não ativou as senhas e chaves do iCloud, só poderá ver as senhas salvas pelo iPhone.
  • Acesso pela versão web do iCloud: você deve usar o app do iCloud para desktop, já que não é possível visualizar o app Senhas pela versão web do serviço.
  • iOS desatualizado: ao usar uma versão desatualizada do sistema operacional iOS, você pode enfrentar dificuldades para salvar uma senha ou visualizar senhas salvas no iPhone.

Consigo ver senhas que foram apagadas do iPhone?

Sim, desde que a senha tenha sido apagada dentro de 30 dias. Dentro desse prazo, basta abrir o app Senhas, entrar na seção “Apagadas”, localizar a senha apagada desejada e tocar em “Recuperar”.

Então, você conseguirá visualizar a senha recuperada nos serviços salvos dentro da ferramenta Senhas.

Posso excluir uma senha salva no iPhone?

Sim. Para excluir uma senha salva no iPhone, basta abrir o app ou a seção “Senhas”, escolher a conta do site ou serviço, tocar em “Editar”, e selecionar a opção “Apagar”.

Como ver as senhas salvas no iPhone pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o login salvo no app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Verificando a senha salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o app Senhas do iCloud via PC com Windows (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

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iPhone Air (256 GB) tem melhor oferta recente com 36% de desconto

R$ 10.499,0036% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
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  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
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O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.749 no Pix com cupons de R$ 100 e de 10% OFF disponíveis na página da Amazon, essa é a melhor oferta recente com um desconto de 36% sobre o preço original de R$ 10.499.

O celular da Apple conta com tela OLED de 120 Hz, desempenho de ponta graças ao chip A19 Pro e 12 GB de RAM, tudo isso em um corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura.

iPhone Air tem corpo fininho e desempenho de ponta

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air tem apenas 5,64 mm e pesa 215 g (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air possui um corpo de apenas 5,64 mm e peso de 215 g, porém o celular mais fino da Apple entrega desempenho de ponta com o chip A19 Pro, 12 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, não devendo nada a seus “irmãos”.

A câmera wide de 48 MP com OIS na traseira capta cenas com grande campo de visão e a frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição vertical. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, oferecendo cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra arranhões e quedas.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo de titânio do iPhone Air recebe o Ceramic Shield na traseira e a certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos. 

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.

O iPhone Air (256 GB) roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular fininho da Apple sai por R$ 6.749 no Pix com cupons de R$ 100 e de 10% OFF disponíveis na página da Amazon, um abatimento de 36% em relação ao valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone Air (256 GB) tem melhor oferta recente com 36% de desconto

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem 40% OFF e atinge menor preço do último ano na Amazon

R$ 10.299,0040% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
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10% OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.219,10  Amazon
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O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.219 no Pix com cupom de 10% disponível na página da Amazon, um desconto de 40% sobre o valor original de R$ 10.299 pela maior oferta vista no último ano.

O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP idêntica à do iPhone 17e.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera principal do iPhone 17e

Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e; já a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º capta cenas com maior campo de visão e enquadramento. A lente frontal de 12 MP tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas reproduz cores vibrantes, possui taxa de apenas 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, mas que entrega rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a parte frontal contra arranhões e pancadas.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Falando na durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 Plus recebe a certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 Plus (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 6.219 no Pix com cupom de 10% disponível na página da Amazon, a maior oferta registrada no último ano.

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem 40% OFF e atinge menor preço do último ano na Amazon

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iPhone 16 Plus (256 GB) tem tela OLED de 2.000 nits e câmera do iPhone 17e. A maior promoção do último ano traz celular da Apple com desconto de 40% no Pix com cupom
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O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

Ilustração do Face ID
Face ID confirma a identidade de usuários de aparelhos da Apple (Imagem: Reprodução/Apple)

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, incorporado a iPhones e iPads. Ele é usado como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

O Face ID depende de componentes de hardware para fazer mapeamentos e escaneamentos precisos de rostos. Enquanto isso, o sistema operacional e outros softwares processam os dados para validar (ou não) a identidade.

Com o Face ID, você consegue desbloquear iPhones e iPads, autorizar compras pelo aparelho ou executar comandos que exigem níveis altos de privilégios.

A seguir, entenda melhor o que é o Face ID, saiba como ele funciona e veja em quais dispositivos ele está presente.

O que é Face ID?

Face ID é um sistema de reconhecimento facial proprietário da Apple, que combina elementos de hardware e software. O sistema foi desenvolvido especialmente para produtos da maçã, como iPhones e iPads.

O que significa Face ID?

O termo “Face ID” pode ser traduzido como “identidade facial” ou “identidade por rosto”. A expressão combina “face” (traduzido como “rosto” ou “face”) e “ID”, que é a abreviação de “identidade” em inglês.

Para que serve o Face ID?

O Face ID tem a função de proteger informações de iPhones e iPads, atuando como um mecanismo de segurança para confirmar a identidade do usuário.

Assim como o código numérico e o Touch ID, o Face ID é usado para autenticação em dispositivos da Apple, seja para desbloquear o aparelho, executar comandos ou configurações, autorizar compras ou fazer pagamentos.

Como funciona o Face ID

O funcionamento do Face ID é baseado na combinação de elementos de hardware e software, que atuam em conjunto para a operação do sistema.

Para habilitar o mapeamento e leitura facial, o Face ID depende da câmera TrueDepth: um kit formado por câmera de selfie, projetor de pontos, além de sensor infravermelho, sensor de proximidade e sensores de iluminação.

Sensores da True Depth Camera
Componentes da câmera TrueDepth (Imagem: Reprodução/Apple)

Durante a configuração do Face ID, esses componentes trabalham em conjunto para projetar milhares de pontos invisíveis e criar um mapa de profundidade do rosto do usuário. Uma parte do Neural Engine do aparelho transforma esse mapa de profundidade em uma representação matemática, que fica salva internamente.

Então, toda vez que o sistema operacional exige uma confirmação de identidade, a câmera TrueDepth faz um novo escaneamento do rosto e o compara à representação matemática registrada anteriormente. A validação pode acontecer mesmo diante de mudanças visuais (como maquiagem) ou uso de acessórios como máscara e óculos.

Ilustração do Face ID no iPhone
Face ID foi introduzido no iPhone X (Imagem: Reprodução/Apple)

Caso as representações coincidirem, o usuário ganhará acesso para prosseguir com as ações ou comandos. Do contrário, a pessoa terá que confirmar a identidade via código numérico.

O Face ID precisa de internet?

Não. O Face ID funciona de maneira offline e é dependente apenas da câmera TrueDepth do dispositivo e de softwares atualizados. Os mapeamentos de rostos também não precisam de internet, já que ficam salvos no hardware, e não na nuvem.

Quais dispositivos Apple têm Face ID?

O sistema Face ID da Apple está presente somente em alguns tipos de iPhone e em determinados modelos de iPad.

Quais modelos de iPhone têm Face ID?

O Face ID é oferecido em quase todos os modelos de iPhone lançados a partir do iPhone X, incluindo as versões da linha numérica, variantes Pro, Pro Max, Plus, mini, “e” e iPhone Air.

As exceções incluem os iPhones SE de segunda e terceira geração, que foram lançados após o iPhone X e não trazem suporte a esse sistema de biometria.

Existe Face ID para Android?

Não. Smartphones Android podem ter sistemas de reconhecimento facial similares ao do Face ID, mas é preciso lembrar que o Face ID é uma tecnologia proprietária da Apple Inc., que só está disponível em aparelhos da maçã.

O que dá pra fazer com o Face ID?

Você pode usar o sistema de reconhecimento do Face ID para:

  • desbloquear o dispositivo Apple;
  • colocar senha nos aplicativos do iPhone ou iPad;
  • baixar aplicativos da App Store;
  • fazer pagamentos via Apple Pay;
  • iniciar sessões em aplicativos;
  • executar determinadas configurações;
  • acessar pastas ou seções específicas.
Exemplos de uso do Face ID
Face ID é usado para confirmar diversas ações em iPhones e iPads (Imagem: Reprodução/Apple)

O Face ID é seguro?

Sim. O Face ID funciona com base em um modelo tridimensional criado a partir do mapeamento do seu rosto, e não pode ser burlado a partir de fotos, vídeos ou uso de máscaras para falsificar a identidade.

Além disso, a Apple afirma que a probabilidade de outra pessoa desbloquear seu iPhone protegido com Face ID é menor que 1 em 1.000.000.

As probabilidades só aumentam em casos de gêmeos idênticos ou envolvendo menores de 13 anos que ainda não desenvolveram características faciais: nessas situações, é recomendável usar códigos numéricos.

O Face ID pode parar de funcionar?

Sim. Há casos em que o Face ID para de funcionar, devido a software desatualizado ou complicações na câmera TrueDepth. Mas em algumas situações, reiniciar o iPhone ou limpar a tela pode solucionar o problema.

Qual é a diferença entre Face ID e Touch ID?

Face ID é o sistema de reconhecimento facial da Apple, que se baseia na confirmação de identidade a partir de um escaneamento tridimensional do rosto. O sistema está presente em determinados modelos de iPads e em iPhones mais recentes, e é considerado mais seguro que o Touch ID, seu “antecessor”.

Já o Touch ID é o sistema de biometria proprietário da Apple, responsável pela leitura da impressão digital. Esse sistema é considerado menos seguro que o Face ID, é popular nos iPads, e figura somente em modelos mais antigos e básicos de iPhones.

O que é Face ID? Saiba tudo sobre o sistema de reconhecimento facial da Apple

(Imagem: Reprodução/Apple)

(Imagem: Reprodução/Apple)
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Apple prepara recurso que bloqueia o iPhone em caso de roubo

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando as câmeras, com mesa em madeira como fundo
Acelerômetro do iPhone será essencial para detectar movimentos bruscos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple está desenvolvendo uma nova função de segurança que bloqueia o iPhone se for arrancado da mão do usuário de forma abrupta.
  • O recurso visa impedir o acesso a dados sensíveis em situações de furtos rápidos, quando o celular é levado enquanto ainda está em uso.
  • A tecnologia deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real, avaliando também a distância.

A Apple está trabalhando em uma nova camada de segurança capaz de travar o iPhone automaticamente caso o aparelho seja arrancado da mão do usuário de forma abrupta. A novidade foi descoberta nesta semana a partir da análise de códigos do sistema iOS feita pelo portal 9to5Mac.

O objetivo principal do recurso é impedir que criminosos acessem dados sensíveis e financeiros em situações de furtos rápidos, especificamente quando o celular é levado enquanto ainda está em uso e com a tela desbloqueada. Ainda não há detalhes de quando esse recurso será disponibilizado.

Como o novo bloqueio automático vai funcionar?

Para identificar a ação do criminoso e agir antes que ele acesse os aplicativos, o sistema deve cruzar dados de sensores de movimento, dispositivos conectados e localização em tempo real. De acordo com o 9to5Mac, o acelerômetro do iPhone será a principal peça de hardware para detectar o deslocamento brusco, movimento característico de um puxão.

Para evitar bloqueios acidentais no uso cotidiano, a tecnologia também deverá analisar a distância em relação ao Apple Watch emparelhado: se os dois aparelhos se afastarem em alta velocidade, a suspeita de roubo é confirmada.

Além dos sensores físicos, a ferramenta avaliará o contexto geográfico da vítima. Se o iPhone for retirado repentinamente e afastado de uma rede Wi-Fi conhecida ou de um endereço salvo como familiar (como a própria residência ou o ambiente de trabalho), a tela apagará e o acesso será travado na hora.

Na prática, a dinâmica adotada pela Apple é bastante semelhante ao recurso Bloqueio de Detecção de Roubo, que já existe nativamente no Android.

Fim de uma brecha de segurança

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
Recurso deve focar na proteção de iPhones desbloqueados (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com o passar dos anos, a Apple aprimorou suas defesas contra crimes com ferramentas eficientes, como a rede Buscar, o tradicional Bloqueio de Ativação e a Proteção contra Roubo de Dispositivo. O obstáculo, no entanto, é que grande parte dessas barreiras perde a eficiência se o ladrão conseguir fugir com o smartphone já desbloqueado em mãos.

Apesar de o iOS contar com um atraso de segurança para impedir mudanças no Apple ID e senhas, a posse da tela livre ainda permite que o invasor cause estragos. Em poucos minutos, é possível acessar aplicativos de mensagens, e-mails, anotações pessoais e até mesmo contornar autenticações.

O novo bloqueio age exatamente sobre essa falha crítica. Ao detectar o roubo em andamento, o sistema não apenas desliga o visor, mas restringe na hora o acesso a todas as áreas sensíveis do aparelho. A Apple ainda não anunciou oficialmente quando a novidade chegará aos usuários, mas as evidências encontradas mostram que o recurso está em desenvolvimento e deve ser liberado nas próximas atualizações do iOS.

Apple prepara recurso que bloqueia o iPhone em caso de roubo

O iPhone 17 tem duas câmeras na traseira (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

imagem do um iphone com a tela Face ID
Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O Face ID pode parar de funcionar no iPhone devido a fatores simples, como sujeira na câmera TrueDepth, películas desalinhadas ou até a necessidade de atualizações de software. Em outros casos, os registros de biometria corrompidos impedem o reconhecimento facial.

Para corrigir o Face ID com problema, o usuário pode reiniciar o dispositivo para eliminar bugs em segundo plano, limpar a área do sensor ou redefinir a biometria nos ajustes do sistema. Caso essas etapas não funcionem, pode existir um dano físico interno, sendo necessário buscar uma assistência técnica autorizada.

A seguir, veja algumas ações básicas que você pode fazer quando o Face ID não está funcionando corretamente.

1. Redefina o Face ID 

Redefinir o Face ID corrige falhas de reconhecimento facial porque apaga o mapeamento antigo, que pode estar desatualizado ou corrompido. Isso força o sensor TrueDepth a escanear o rosto novamente, adaptando a mudanças recentes no seu visual.

O processo reconstrói a biometria do zero e elimina erros acumulados no sistema operacional. Para fazer isso, acesse os “Ajustes” do iPhone, selecione “Face ID e Código” e digite a senha do aparelho.

Por fim, toque em “Redefinir Face ID” para limpar os registros antigos e vá em “Configurar Face ID”. Então, basta posicionar seu rosto no enquadramento da câmera e movê-lo lentamente em círculos.

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos
Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Reinicie o seu dispositivo

Reiniciar o iPhone resolve problemas no Face ID ao limpar pequenos bugs e conflitos temporários do software que travam a autenticação. Esse processo simples é ideal quando aplicativos em segundo plano geram instabilidade no sistema.

Ao reiniciar, o dispositivo limpa a memória RAM e força o recarregamento do sensor TrueDepth do zero. Isso elimina os erros acumulados e faz com que o reconhecimento facial volte a operar corretamente.

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID
Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Limpe a tela do seu iPhone

O acúmulo de sujeira e marcas de dedo na parte superior da tela pode obstruir os sensores do Face ID, impedindo o escaneamento facial. Isso ocorre porque a oleosidade ou poeira impedem que o iluminador e o projetor de pontos façam o mapeamento infravermelho do rosto.

A solução é higienizar o celular limpando a região da TrueDepth camera com um pano de microfibra macio e, se possível, levemente úmido com álcool isopropílico. Esse cuidado simples desobstrui os componentes ópticos e restabelece o uso da biometria no dispositivo.

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Remova a película do seu iPhone

As falhas no reconhecimento facial muitas vezes acontecem porque películas grossas, trincadas ou desalinhadas cobrem o sensor TrueDepth. Modelos paralelos ou com filtro de privacidade costumam bloquear a luz necessária para a leitura da biometria.

O acessório danificado ou de tamanho errado obstrui fisicamente o projetor de pontos e a câmera infravermelha, impedindo o mapeamento do rosto. Nesses casos, o sistema do iPhone perde a precisão técnica e falha na autenticação.

Remover a proteção serve como um teste rápido de diagnóstico para isolar o problema e liberar a área óptica do aparelho. Se o desbloqueio voltar a funcionar imediatamente, basta substituir a película por um modelo totalmente compatível.

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID
Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Verifique se há atualizações pendentes

Manter o sistema do iPhone desatualizado pode gerar bugs em segundo plano que afetam o funcionamento do Face ID. Erros crônicos no código do software costumam travar o reconhecimento facial e impedir o desbloqueio.

A própria Apple recomenda atualizar o iOS no iPhone para aplicar patches de correção que eliminam essas instabilidades conhecidas. Versões recentes do sistema operacional restauram a estabilidade dos drivers e garantem a comunicação perfeita com o hardware.

Para completar o processo, o ideal é reiniciar o smartphone logo após o término da instalação dos novos arquivos. Esse procedimento simples força uma inicialização limpa e normaliza o desbloqueio via Face ID.

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID
Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que o Face ID não voltou a funcionar? 

Se você tentou os procedimentos básicos e o Face ID ainda não voltou a funcionar, o problema pode estar relacionado a barreiras físicas ou danos internos. As principais causas são:

  • Falha física no hardware: avisos permanentes de erro indicam que os componentes internos foram danificados por quedas ou impactos, exigindo reparo especializado em uma assistência técnica autorizada;
  • Bloqueio por capas ou acessórios: uma capa nova ou mal encaixada pode cobrir acidentalmente a parte superior do smartphone, obstruindo a visão dos sensores e impedindo o reconhecimento facial;
  • Interferência da película protetora: modelos trincados, desalinhados ou com filtro de privacidade bloqueiam a câmera TrueDepth, interrompendo o feixe infravermelho e impossibilitando a leitura da biometria;
  • Troca de tela recente: a substituição do display pode danificar ou desativar o sistema de segurança por falta de emparelhamento com o processador, sendo recomendado realizar o serviço em locais certificados.

O que significa “Face ID off” no iPhone?

A mensagem “Face ID off” indica que o sistema de reconhecimento facial do iPhone foi completamente desativado nas configurações do aparelho. Com o recurso desligado, o sensor TrueDepth deixa de escanear o rosto e os dados biométricos salvos ficam inativos.

A partir desse momento, o iOS passa a exigir obrigatoriamente a senha numérica para liberar o dispositivo e acessar todas as tarefas. Até que uma nova biometria seja cadastrada, todas as validações de segurança dependerão da digitação manual.

A troca da tela pode afetar o Face ID? 

Sim, a substituição da tela pode afetar o Face ID porque o sensor TrueDepth é extremamente sensível e pode sofrer danos físicos durante a desmontagem. Além disso, os componentes ópticos frontais são emparelhados de fábrica ao processador do iPhone por criptografia.

Se a troca do display quebrar esses filamentos ou for feita sem a transferência do chip original, a biometria é bloqueada por segurança. Para evitar dores de cabeça, o reparo deve ser realizado em assistências autorizadas ou especializadas com certificação da Apple.

Derrubar o celular pode danificar o Face ID? 

Sim, o impacto de uma queda pode quebrar o Face ID, trincando os componentes sensíveis da câmera TrueDepth. A pancada forte costuma rachar os prismas de vidro ou desalinhar o projetor de pontos, uma peça frágil que sai de posição facilmente.

Esse tipo de dano físico rompe as conexões elétricas internas e costuma disparar o aviso “Face ID off” no aparelho. Como o problema afeta o hardware e não o software, a biometria deixa de funcionar, exigindo um reparo técnico em laboratório.

A película de privacidade pode afetar o Face ID no iPhone? 

Sim, a película de privacidade pode atrapalhar o Face ID ao reduzir os feixes de luz que atravessam o vidro frontal. Esse bloqueio angular, projetado para escurecer a tela lateralmente, interfere diretamente na capacidade dos sensores TrueDepth de lerem os traços faciais.

O acessório diminui a precisão do mapeamento infravermelho e costuma fazer a biometria falhar constantemente. Para evitar o problema, o ideal é escolher modelos de alta qualidade ou que possuam um recorte físico vazado exatamente na área da câmera frontal.

Face ID não funciona? Veja 5 formas de resolver o problema no iPhone

Saiba como corrigir eventuais problemas com o Face ID e usar o recurso de biometria do iPhone (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Redefinir o Face ID apaga dados biométricos que podem estar corrompidos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Reiniciar o iPhone pode ser uma forma simples de corrigir erros do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Limpar a tela do iPhone evita que o Face ID seja obstruído por sujeira (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Películas mal posicionadas ou rachadas interferem no uso do Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Atualizações do iOS podem corrigir problemas com o Face ID (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iPhone 17 (512 GB) baixa 33% com cupom de R$ 350 OFF em oferta na Amazon

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  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
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O iPhone 17 de 512 GB está em oferta por R$ 6.399 no Pix com o cupom SMART10 na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499. Esse é o melhor preço já encontrado pelo dispositivo.

Este celular da Apple tem como destaques tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, câmeras wide e ultrawide de 48 MP e chip A19 de alto desempenho.

iPhone 17 tem chip A19 de alta performance e tela OLED de 120 Hz

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, que fornece cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege a parte frontal contra arranhões e quedas.

O chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam alto desempenho em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço mais que suficiente para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com o Ceramic Shield 2 na traseira e a certificação IP68, adicionando resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do iPhone 17 traz uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e que captam cenas com maior enquadramento. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB), que roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, sai por R$ 6.399 no Pix com cupom SMART10 na Amazon, um abatimento de 33% sobre o preço original.

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iPhone 17 (512 GB) baixa 33% com cupom de R$ 350 OFF em oferta na Amazon

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iPhone 17 (512 GB) conta com tela OLED de 120 Hz e chip A19; celular da Apple sai 33% mais barato que preço original no Pix com cupom
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WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

WhatsApp fora do ar
Pesquisadores apontaram uma pasta compartilhada entre os apps da Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores do perfil Mysk apontaram que o WhatsApp para iOS guarda o histórico de mensagens sem criptografia adicional, em uma pasta separada do aplicativo.
  • A Meta teria uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp, o que levantou preocupações sobre não autorizado às conversas.
  • O WhatsApp negou as aleg afirmando que utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.

No Brasil, o WhatsApp virou parte da rotina e dos negócios de muita gente. Por isso, qualquer boato envolvendo a quebra de privacidade no aplicativo acende um alerta. Na última semana, uma treta no X entre pesquisadores de segurança e um dos maiores perfis sobre o mensageiro levantou uma dúvida relevante: será que o Facebook e o Instagram conseguem ler as suas conversas no iPhone sem você saber?

A discussão, que já beira as 460 mil visualizações, começou quando o perfil especializado Mysk fez uma denúncia grave. Os pesquisadores por trás dele apontaram que o WhatsApp para iOS (e também para o macOS) guarda o histórico de mensagens sem uma camada extra de criptografia. Eles mostraram que existe uma “pasta compartilhada” entre Facebook, Instagram e WhatsApp (chamada group.com.facebook.family), mas o banco de conversas do WhatsApp fica guardado em um container separado e dedicado só ao app.

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

Na teoria, isso abriria as portas para que outros aplicativos da Meta bisbilhotassem as mensagens em texto, sem pedir permissão. Após a repercussão inicial, os pesquisadores responderam que, na prática, não é preciso mover nada. Bastaria a Meta adicionar uma única permissão nos apps do Facebook e do Instagram (uma linha de código no Xcode). Por isso, segundo eles, é apenas uma decisão de política da empresa – e não uma limitação técnica do iPhone.

O WABetaInfo, perfil famoso por antecipar as últimas novidades do aplicativo, entrou na conversa e classificou o alarde como enganoso. Eles confirmaram um detalhe técnico importante: de fato, quando a mensagem chega e é salva na memória do celular, ela não tem a mesma criptografia. Porém, isso não significa que ela está desprotegida.

O arquivo fica trancado em uma espécie de “cofre” virtual do próprio iPhone que existe por um único motivo: permitir que o usuário não perca suas conversas caso decida migrar da conta pessoal para o WhatsApp Business. Se o Instagram ou o aplicativo do Facebook tentarem “bater na porta” dessa pasta para espiar algo, o sistema da Apple imediatamente bloqueia o acesso.

Afinal, o Facebook consegue ler as minhas conversas?

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Sistema da Apple bloqueia a leitura cruzada de dados entre os aplicativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A resposta curta e direta é que não. O sistema do celular atua como um cão de guarda e mantém o histórico do WhatsApp isolado das outras redes sociais da Meta. Ainda assim, os pesquisadores do Mysk conseguiram provar que existe, sim, uma “pasta familiar” compartilhada entre os aplicativos da Meta no iPhone. Ou seja, a estrutura técnica para conectar os dados já está montada, afirmam os especialistas.

Isso toca na maior ferida do serviço. A grande promessa do WhatsApp é garantir que ninguém, nem mesmo a própria empresa, saiba o que você está falando. Se o Facebook tivesse acesso aos arquivos salvos no celular, os algoritmos poderiam facilmente caçar palavras-chave nas conversas para enviar anúncios direcionados no Instagram, por exemplo.

Apesar do susto, o WABetaInfo explicou que o banco de dados do WhatsApp continua guardado em um container separado, e não na pasta compartilhada. Os pesquisadores do Mysk concordaram que hoje isso não está acontecendo, mas reforçaram que a mudança seria muito simples – bastaria a Meta adicionar uma permissão nos outros apps.

No final da discussão, os dois lados chegaram a um ponto em comum: criptografar o banco de mensagens no próprio celular seria uma boa medida de proteção extra. O WABetaInfo reconheceu que “não seria uma má ideia”.

A resposta do WhatsApp

O WhatsApp foi procurado e enviou a seguinte nota ao Tecnoblog:

“Qualquer alegação de que as mensagens das pessoas no WhatsApp não são criptografadas é categoricamente falsa e absurda. O WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta com base no protocolo Signal há uma década.”

WhatsApp vaza conversas para o Facebook? Entenda a nova polêmica

WhatsApp fora do ar (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Container compartilhado entre WhatsApp, Facebook e Instagram no macOS (imagem: reprodução/Mysk)

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone 16 Plus volta a receber maior desconto do ano com 41% OFF na Amazon

R$ 9.499,0041% OFF

Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
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O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% frente ao valor original de R$ 9.499 na maior oferta de 2026 até o momento.

O celular da Apple possui chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e

O iPhone 16 Plus conta com uma câmera wide de 48 MP com OIS igual à do novo iPhone 17e além de uma ultrawide de 12 MP, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa, apps e games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 Plus tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, adicionando proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e é elegível a pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.649 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista em 2026.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 Plus volta a receber maior desconto do ano com 41% OFF na Amazon

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iPhone 16 Plus (128 GB) possui câmera wide de 48 MP e tela OLED de 2.000 nits; celular da Apple recebe maior oferta do ano com desconto de 41% no Pix com cupom
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iPhone 17 (256 GB) recebe 31% de desconto com cupom em promoção

R$ 7.999,0031% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 256 GB está saindo por R$ 5.558 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um desconto de 31% sobre o valor original de R$ 7.999.

O celular da Apple tem tela OLED de 6,3″ com 120 Hz, chip A19 de ponta e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 traz tela OLED de 120 HZ e chip A19

O iPhone 17 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas, com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra riscos e arranhões.

Seu chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alta performance em multitarefa, games pesados e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio do celular recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 possui câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit de câmeras do iPhone 17 inclui uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 120º, ambas de 48 MP e voltadas à captura de cenas com grande campo de visão. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. A bateria de 3.692 mAh resiste a até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

Por fim, o iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 5.558 no Pix com cupom SMART250 na Amazon, um abatimento de 31% frente ao preço de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) recebe 31% de desconto com cupom em promoção

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iPhone 17 (256 GB) traz chip A19 de ponta e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple recebe desconto de 31% no Pix com cupom
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iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Tela infinita e as quatro bordas curvas: iPhone 19 Pro pode trazer novidade no design (imagem: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • A Apple está desenvolvendo protótipos do iPhone 19 com tela infinita e bordas curvas, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • O iPhone 19 Pro pode ter bordas curvas nos quatro cantos da tela, uma novidade no design que pode ser lançada em 2027.
  • A implementação de sensores do Face ID e da câmera frontal em uma tela infinita está apresentando desafios para a Apple, de acordo com o MacRumors.

O iPhone 19 Pro pode trazer bordas curvas nos quatro cantos da tela. É o que aponta um leaker chinês chamado Digital Chat Station. O rumor já existia desde abril, quando o mesmo perfil apontou a possibilidade envolvendo o 20º aniversário de lançamento do iPhone. Agora, a fabricante teria avançado para a confecção de protótipos com o novo design.

A suposta tela curva no iPhone já apareceu em 2018. Na época, vale lembrar, o principal rival no mercado era o Galaxy S9, que trouxe bordas curvas nas laterais. Esta novidade envolveria a versão Pro do iPhone 19, que também pode estrear um novo nome.

Finalmente teremos tela infinita na Apple?

A Apple tem um histórico de design bastante sóbrio. Desde o primeiro iPhone, lançado por Steve Jobs em 2007, o smartphone sempre apostou em um display convencional e reto, mesmo com diversos modelos concorrentes chegando às lojas com bordas curvas e, mais recentemente, telas dobráveis. Ao que tudo indica, a companhia deve iniciar as mudanças ainda neste ano.

Dynamic Island no iPhone 14 Pro e Pro Max
Dynamic Island é solução da Apple para Face ID e câmera frontal desde o iPhone 14 (imagem: reprodução/Apple)

Os rumores também dão conta de um modelo com acabamento em vidro, no que poderia ser uma versão mais sofisticada e cara do que os modelos 19 Pro e 19 Pro Max. Ainda assim, há muitas dúvidas quanto ao verdadeiro diferencial de um suposto modelo comemorativo de 20 anos.

Segundo informações divulgadas pelo MacRumors, a Apple estaria com dificuldades para concluir a próxima geração. Ela não estaria conseguindo implementar sensores do Face ID nessa tela infinita, assim como esconder a câmera frontal – o que tem se resolvido com a Dynamic Island nos iPhones atuais.

Dois eventos por ano

Outra possibilidade tem circulado no mercado: uma possível nova janela de lançamento dos iPhones, começando neste ano. A empresa dividiria os lançamentos do iPhone 18 em dois períodos, revelando as versões Pro e Pro Max por volta de setembro, como costuma fazer com seus lançamentos anuais, e deixando o modelo padrão para a próxima primavera, daqui a cerca de um ano.

iPhone 19 com bordas curvas? Apple avança na confecção de protótipos

Dynamic Island no iPhone 14 Pro e Pro Max (Imagem: Reprodução / Apple)
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iPhone 17e (512 GB) volta a cair 34% para menor preço já visto no Magalu

R$ 7.299,0034% OFF

Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom Somente no APP
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O iPhone 17e (512 GB) voltou a registrar o melhor preço desde o seu anúncio em março, com desconto de 34% no Magazine Luiza. O dispositivo está em oferta por R$ 4.829 no Pix com uso do cupom 300INFLU válido só pelo aplicativo. A nova geração do smartphone acessível da Apple possui preço de lançamento de R$ 7.299.

iPhone 17e leva chip Apple A19 e câmera de 48 MP

O iPhone 17e utiliza o processador Apple A19, o mesmo equipado no ‘irmão’ iPhone 17 só que com um núcleo de GPU a menos para processamento gráfico. O chip com litografia de 3 nanômetros na companhia de 8 GB de RAM promete executar sem travamentos tarefas exigentes como jogos, edição de vídeos em 4K e recursos de IA.

A nova geração continua abrindo mão das câmeras ultrawide e periscópia. Aqui só há uma câmera wide de 48 MP com abertura f/1.8 e sensor-shift OIS para melhor estabilização de imagem. Enquanto a câmera frontal registra fotos em resolução de 12 MP.

Uma das mudanças mais notórias é o suporte ao Magsafe, possibilitando o carregamento via indução magnética de até 15 W. A recarga com adaptador USB-C promete atingir 50% em apenas 30 minutos na tomada.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e, assim como o iPhone 16e, possui o notch na tela (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED com HDR10 de 6,1 polegadas entrega boa reprodução de cores e contraste às imagens geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O pico de brilho atinge 1.200 nits em ambientes expostos a luz intensa. O vidro Ceramic Shield 2 está presente e promete 3x mais proteção, segundo a Apple.

As demais especificações incluem bateria de 4.005 mAh, Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e NFC em conectividade. O iPhone 17e de 512 GB está no seu melhor preço desde o lançamento por R$ 4.829 no Pix com o cupom 300INFLU válido somente no app do Magazine Luiza.

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iPhone 17e (512 GB) volta a cair 34% para menor preço já visto no Magalu

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iPhone 17e traz suporte a Magsafe, chip A19 e câmera de 48 MP. Novo smartphone com proposta acessível da Apple entra em promoção no aplicativo do Magazine Luiza

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 17 (512 GB) tem o menor preço que já vimos em promoção na Amazon

R$ 9.499,0033% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O iPhone 17 de 512 GB está saindo por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um desconto de 33% sobre o valor original de R$ 9.499 e a maior oferta já vista pelo Achados.

O celular da Apple traz chip A19, tela OLED de 120 Hz e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

O iPhone 17 possui uma câmera wide com OIS e uma ultrawide de 120º na traseira, ambas de 48 MP e que captam cenas com grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP tira selfies na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O chip A19 e os 8 GB de RAM entregam alta performance em multitarefa, apps e games. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno vasto para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com a certificação IP68, de resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O display LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege-o contra arranhões e quedas.

Este celular tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh possui autonomia de um dia inteiro de uso segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, sendo capaz de receber uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. A maior oferta já vista pelo Achados traz o celular da Apple por R$ 6.399 no Pix com cupom 350SMART na Amazon, um abatimento de 33% em relação ao preço de lançamento.

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iPhone 17 (512 GB) tem o menor preço que já vimos em promoção na Amazon

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iPhone 17 (512 GB) tem tela OLED de 120 Hz, câmeras de 48 MP e chip A19; melhor oferta que já vimos traz celular da Apple com 33% de desconto no Pix com cupom
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iPhone 17 Pro Max (256 GB) cai 29% em oferta na Amazon


Prós
  • Câmera frontal Center Stage de 18 MP
  • Tela OLED com 120 Hz e 3.000 nits
  • Processador Apple A19 otimizado
  • Carregamento com fio de 40 W
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
Contras
  • Sem modos Noite e Retrato juntos
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O iPhone 17 Pro Max está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre. A oferta é a melhor que já vimos pelo smartphone da Apple, que atualmente é o modelo mais avançado da marca. Na ficha técnica, o celular da Apple é equipado com processador A19 Pro, RAM de 12 GB e câmeras de 48 MP.

iPhone 17 Pro Max tem Apple A19 Pro e RAM de 12 GB

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Apple A19 Pro trabalha em conjunto com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho no iPhone 17 Pro Max. Essa combinação executa jogos pesados e tarefas simultâneas sem apresentar engasgos. O chip de três nanômetros otimiza o consumo energético da bateria, enquanto a capacidade de hardware garante velocidade fluida para o sistema operacional.

As três câmeras traseiras de 48 megapixels gravam vídeos em resolução 4K até 120 fps. O sensor principal capta imagens nítidas em ambientes escuros. O zoom óptico de 4x aproxima objetos distantes sem perda de qualidade. E o scanner LiDAR realiza medições de profundidade para aperfeiçoar o foco automático e fotos com fundo desfocado.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela OLED de 6,9 polegadas exibe imagens com resolução de 1.320 x 2.868 pixels. O painel atinge brilho máximo de 3.000 nits para garantir boa visibilidade sob a luz solar direta, e taxa de atualização de até 120 Hz, o que gera transições fluidas no sistema. E o vidro ainda conta com a proteção contra riscos Ceramic Shield 2.

Ainda em relação a proteções, o iPhone premium oferece certificação IP68, garantindo resistência contra água e poeira. E suportar conexões 5G e Wi-Fi 7. Lembrando que o iPhone 17 Pro Max de 256 GB está saindo por apenas R$ 9.881,10 no Pix no Mercado Livre, uma oferta de 29% em relação ao preço original.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 Pro Max (256 GB) cai 29% em oferta na Amazon

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

Detalhes de preço e hardware devem dar as caras no Galaxy Unpacked, em julho (imagem: reprodução)
Resumo
  • Google e Samsung desenvolveram óculos inteligentes com IA do Gemini.
  • Eles serão compatíveis com Android e iPhone, e chegarão ao mercado em dois momentos: versões com áudio chegam até o fim do ano; versões com visor não têm data.
  • Ainda não há informações sobre o hardware nem sobre os preços dos produtos.

O Google quer provar que aprendeu com os erros do passado. Na abertura do Google I/O 2026, ontem (19/05), a empresa revelou uma nova linha de óculos inteligentes desenvolvida em parceria com a Samsung e as marcas Warby Parker e Gentle Monster.

Os dispositivos vêm equipados com Android XR e IA do Gemini e chegam ao mercado no segundo semestre para competir com os badalados óculos da Meta.

A nova aposta será dividida em duas categorias: óculos focados em áudio e modelos mais avançados com tela integrada. O Google confirmou que as versões com áudio chegam primeiro, desembarcando no mercado durante o outono do hemisfério norte (entre setembro e dezembro). Já as variantes com visor ficaram para uma segunda etapa, ainda sem data definida.

O que os óculos inteligentes do Google podem fazer?

Primeira leva de óculos do Google foca em áudio e comandos por voz (imagem: reprodução)

Os novos óculos devem funcionar como uma extensão do celular. Eles vão oferecer recursos de notificações, widgets e comandos para o rosto do usuário. Na versão com áudio — que chega primeiro —, o dispositivo traz câmeras embutidas, microfones e alto-falantes discretos posicionados nas hastes.

O controle será feito de forma simples: basta dizer “Ok Google” ou dar um toque na lateral da armação para acionar o Gemini. A partir daí, a IA usa as câmeras para “enxergar” a cena.

De acordo com o vice-presidente e gerente geral do Android XR, Shahram Izadi, o usuário poderá olhar para a fachada de um restaurante para ler avaliações, traduzir placas de trânsito rapidamente ou pedir instruções de navegação ao Google Maps.

Os óculos também permitem capturar fotos e gravar vídeos em alta resolução. O sistema traz inclusive o recurso Nano Banana, que usa IA para apagar distrações do fundo das imagens ou aplicar efeitos por comandos de voz.

Para fechar o pacote, o ecossistema conversará com relógios que rodam o Wear OS e executará aplicativos de terceiros, como o Uber. Outra boa notícia para quem está do outro lado do muro é que o Google garantiu que os aparelhos terão suporte total ao iOS da Apple.

Proposta para não repetir o fiasco

Armações da Gentle Monster trazem pegada mais futurista (imagem: reprodução)

O mercado de wearables mudou muito desde o controverso Google Glass. Para não repetir os erros de uma década atrás, a empresa decidiu passar o bastão do design para quem entende do assunto. Os primeiros modelos revelados trazem formas diferentes: enquanto a Warby Parker aposta em linhas redondas e clássicas, a sul-coreana Gentle Monster assina armações ovais.

Quem precisa de lentes corretivas também não ficará de fora. Ao contrário de outros concorrentes, tanto a versão de áudio quanto os futuros modelos com visor foram projetados de fábrica para aceitar uma ampla gama de lentes de grau.

Quanto vai custar?

Ainda não há preço definido e nem detalhes sobre as especificações de hardware. Mas, para quem ficou curioso, vale ficar de olho no calendário: a expectativa é que a Samsung revele os próximos detalhes no Galaxy Unpacked de julho.

Google e Samsung revelam óculos inteligentes com IA

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Primeiros modelos chegam no fim de 2026 e serão compatíveis com Android e iPhone.
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iPhone 16e (256 GB) tem queda de 41% em oferta na Amazon

R$ 6.599,0041% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Inclui Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 256 GB está custando R$ 3.869 no Pix em oferta encontrada na Amazon. O valor corresponde a uma queda de 41% em comparação ao preço original de R$ 6.599 e fica abaixo da média recente, segundo Zoom.

Para quem busca obter um celular da Apple, o modelo certamente é uma boa opção de custo-benefício. Embora abra mão de alguns recursos, ainda assim conta com desempenho avançado, câmera de alta qualidade e chip otimizado para inteligência artificial.

iPhone 16e leva câmera de 48 MP e chip Apple A18

O iPhone 16e apresenta tela Super Retina XDR OLED com suporte a HDR10 mais enxuta de 6,1 polegadas, que entrega uma boa saturação de cores. Enquanto as imagens são geradas em resolução de 1.170 x 2.532 pixels. O componente ainda traz revestimento do vidro Ceramic Shield com promessa de resistência a arranhões e quedas.

O dispositivo traz 8 GB de memória RAM e o processador Apple A18 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 16, mas com a diferença de compor um núcleo de GPU a menos. Na prática, o usuário vai poder executar tarefas simples a mais exigentes com alta performance, o que justifica em algumas visões ser um celular custo-benefício.

Em contrapartida, diferente do restante da linha que leva ao menos dois sensores traseiros, o iPhone 16e conta com apenas uma câmera traseira. O sensor de 48 MP tem a capacidade de gerar fotos detalhadas e também filmar em 4K a 60 fps. Assim como a resolução para vídeos é repetida na câmera frontal de 12 MP.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.005 mAh promete entregar autonomia de até 26 horas para reprodução de vídeo, segundo a Apple. Portanto, em teoria vai resistir bem a um dia completo de uso típico. O carregamento suporta recarga rápida de 0 a 50% em 30 minutos com uso de adaptador USB-C.

No mais, o dispositivo conta com 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC em conectividade, além de apresentar compatibilidade ao inovador sistema operacional iOS 26. O iPhone 16e (256 GB) com proposta acessível pela Apple pode ser adquirido por R$ 3.869 no Pix em oferta na Amazon.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) tem queda de 41% em oferta na Amazon

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iPhone 16e sai mais barato do que média recente no Pix em oferta da Amazon. Celular da Apple com desempenho avançado apresenta boa proposta custo-benefício

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Vivo lança seguro de iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto

Celular com logo da Vivo
Vivo inclui AppleCare ao Seguro Celular e permite cobertura contra roubo e furto (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo lançou um seguro para iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto, com preço de R$ 199,90 por mês.
  • O seguro cobre roubo, furto, danos acidentais e defeitos de hardware, com suporte oficial da Apple.
  • A apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade, e pode ser contratada presencialmente nas lojas físicas da Vivo.

A Vivo lançou um novo seguro para donos de iPhone com cobertura associada ao AppleCare Services, programa oficial de suporte e assistência técnica da Apple. Com a novidade, usuários passam a ter suporte a proteção contra roubo e furto, além da cobertura para danos acidentais e defeitos de hardware.

As proteções oferecidas pelo novo serviço seguem o padrão do plano mais avançado do Seguro Celular da Vivo, tal como o preço: R$ 199,90 por mês. Ele pode ser contratado presencialmente nas lojas físicas da Vivo. Segundo a operadora, a apólice tem vigência de 24 meses, sem fidelidade.

Consumidores que já têm um aparelho há mais tempo ficam de fora: o seguro só pode ser ativado em até 50 dias após a compra do iPhone. Durante o período de cobertura, o cliente pode acionar o seguro em até dois sinistros por celular.

O que o seguro cobre?

Arte mostra quatro iPhones 15 pretos em movimento em um fundo de cor roxa e lilás.
Nova modalidade de seguro da Vivo é destinada a iPhones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Seguro Celular da Vivo é uma linha de proteção da operadora para smartphones. Lançado em 2022, com modalidades contra roubo e furto e danos, ele permite que o cliente contrate uma cobertura adicional para o aparelho, com acionamento direto pela própria operadora.

O novo plano combina a proteção desse serviço ao AppleCare, incluindo, finalmente, a cobertura contra roubo, furto simples e furto qualificado, situações que ainda não eram previstas pela assinatura AppleCare+ no Brasil.

Além dos crimes, o seguro pode ser acionado em casos de quebras acidentais, danos por queda ou contato com líquidos e defeitos funcionais de hardware. Prevê, também, a substituição da bateria, quando estiver desgastada.

A indenização máxima prevista pelo serviço, no entanto, é de até 15 mil. Nos casos de reparo, o cliente precisa pagar franquias fixas, que variam de acordo com o tipo de dano:

  • Reparo ou troca de tela: R$ 179
  • Quebra acidental ou outros danos: R$ 599

Se o aparelho apresentar danos graves que impeçam o conserto ou se houve perda total, o seguro prevê a reposição por um novo. Nos casos em que houver necessidade de Boletim de Ocorrência, a Vivo informa prazo médio de 5 dias úteis para a resolução depois do envio do documento.

Vivo reforça serviços financeiros

O novo produto passa a integrar o portfólio da Vivo Pay, divisão de serviços financeiros e proteção da operadora.

Segundo dados divulgados pela empresa, a divisão acumulou R$ 426 milhões em receita entre abril de 2025 e março de 2026, alta de 13% em relação ao período anterior. Desde 2020, quando iniciou a oferta de empréstimo pessoal, a Vivo afirma já ter concedido mais de R$ 1,2 bilhão em crédito no Brasil.

Vivo lança seguro de iPhone com cobertura AppleCare para roubo e furto

Vivo tem promoções na Black Friday em planos móveis (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

iPhone (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

R$ 5.799,0029% OFF

Prós
  • Chip A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao MagSafe
Contras
  • Sem câmeras ultrawide e telefoto
  • Sem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17e de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.139,10 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% frente ao valor original de R$ 5.799 cobrando pelo celular da Apple, que se destaca pelo custo-benefício. Na ficha técnica, desempenho é um dos principais destaques.

iPhone 17e tem Apple A19 e melhorias frente ao iPhone 16e

O iPhone 17e é o smartphone mais barato da Apple a ser equipado com o novo processador A19. Mesmo com um núcleo de GPU a menos em relação ao iPhone 17, o chip com arquitetura de 3 nanômetros e frequências de até 4,26 GHz deve entregar execução fluida de jogos pesados e alta eficiência energética no cotidiano.

Segundo a Apple, a bateria possui autonomia para até 26 horas e carrega 50% em apenas 30 minutos utilizando um adaptador de energia de 20 W ou superior. Ainda em relação à bateria, um dos aprimoramentos do iPhone 17e em relação ao iPhone 16e é a compatibilidade com MagSafe, adicionando uma camada a mais de praticidade no uso.

Além disso, a tela está mais resistente graças à proteção Ceramic Shield 2 contra riscos e arranhões, mais avançada que a usada no iPhone 16e. Demais especificações permanecem as mesmas entre as gerações da linha de celulares custo-benefício da Apple. Ainda na tela, são 6,1 polegadas do display Super Retina XDR OLED.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Nas câmeras, um único sensor traseiro de 48 megapixels é responsável por entregar fotos de alta qualidade, mas com menor versatilidade em relação a modelos mais caros. A lente para selfies é uma wide de 12 MP, e tanto os sensores frontal quanto traseiro filmam em 4K até 60 fps.

O iPhone 17e de 256 GB (por R$ 4.139,10 com o cupom 300SMART no Pix) ainda tem RAM de 8 GB, que contribui para fluidez, e sai de fábrica com sistema operacional iOS 26 da Apple. O celular é compatível com redes 5G, NFC, Bluetooth 5.3 e oferece proteção IP68 contra água e poeira.

Desta forma, se forma uma opção moderna de custo-benefício para quem busca um celular da Apple para chamar de seu.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17e (256 GB) tem 29% OFF com cupom em promoção na Amazon

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iPhone 17e tem Apple A19, tela mais resistente que do iPhone 16e e suporta MagSafe; iPhone recebe desconto com cupom de R$ 350 na Amazon

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC
Google Maps permite visualizar mapeamentos antigos de determinadas regiões (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O registro histórico do Google Maps reúne mapeamentos de regiões feitos em diferentes datas. Com ele, você pode ver como era uma região em tempos passados, acompanhando as mudanças até as capturas mais recentes.

Você pode ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ao acessar o Street View, tocar no widget com data, e escolher o ano desejado. Pelo PC, basta clicar em “Confira mais datas” e selecionar mapeamentos mais antigos.

Vale mencionar que nem todas as localidades incluem registros históricos: se o Google Maps mapeou o local somente uma vez, você só vai conseguir visualizar imagens do Street View daquele ano.

A seguir, saiba como ver fotos antigas no Google Maps pelo smartphone (Android ou iOS) ou PC.

Como ver fotos antigas no Google Maps pelo celular

1. Abra o Google Maps e pesquise o endereço desejado

Abra o aplicativo do Google Maps em seu celular (Android ou iOS). Em seguida, use o campo de busca (localizado no topo da tela) para pesquisar o endereço desejado e toque em cima da opção.

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Entre no modo Street View e toque no widget com data

Toque na foto reduzida do local para entrar no Google Street View. Feito isso, aperte no widget com data (localizado no canto superior esquerdo) para visualizar o Google Maps em anos anteriores.

Dica: se o widget não abrir nenhuma outra janela, experimente movimentar-se no Google Street View e aperte a janela novamente.

Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps
Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Selecione a data desejada mapeada pelo Google Maps

Navegue pela seção estilo carrossel para ver imagens antigas do Google Maps. Por fim, toque no ano desejado para ver como era o local na data escolhida.

Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas
Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo PC

1. Entre no site do Google Maps e busque pelo endereço

Abra o navegador de sua preferência e acesse a página google.com/maps. Feito isso, pesquise pelo endereço desejado usando o campo de busca.

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC
Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Vá na miniatura de paisagem para entrar no Street View

Clique na miniatura da paisagem do endereço para entrar no modo Street View.

Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC
Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Escolha “Confira mais datas” para ver datas antigas

Clique na opção “Confira mais datas” para mudar a data do Google Maps da região. Caso não encontre a opção, se movimente no modo Street View até que o recurso apareça.

Conferindo datas mais antigas do Google Street View
Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Escolha outras datas em que o local foi mapeado

Navegue pela seção para ver ruas antigas no Google Maps. Você então poderá escolher datas antigas em que o Google mapeou o local.

Escolhendo outras datas no Google Street View
Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Por que algumas cidades não possuem imagens antigas no Google Maps?

Se o Google Maps mapeou uma região específica apenas uma vez, a opção para ver datas mais antigas não estará disponível, devido à falta de registros históricos. Nesses casos, não será possível usar o Street View do Google para buscar por imagens antigas.

Também há casos em que o Google mapeou o local mais de uma vez, mas precisou excluir registros mais antigos por motivos técnicos ou por questões ligadas à privacidade de pessoas ou estabelecimentos que foram capturadas.

De quanto em quanto tempo o Google Maps atualiza as imagens?

Não existe um prazo determinado para o Google Maps atualizar suas imagens. O serviço do Google costuma fazer novos mapeamentos entre um a três anos em várias regiões do mundo, mas esse intervalo pode variar de acordo com a demanda, viabilidade e cobertura operacional.

Como ver imagens antigas no Google Maps pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Procurando por datas mais antigas no Street View do Google Maps (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Navegando no Street View do Google Maps em datas mais antigas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Pesquisando um endereço no Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Abrindo o Street View do Google Maps pelo PC (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Conferindo datas mais antigas do Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Escolhendo outras datas no Google Street View (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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iPhone 16e (256 GB) baixa mais e chega a 43% OFF com cupom na Amazon

R$ 6.599,0043% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
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O iPhone 16e de 256 GB está em oferta por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o valor original de R$ 6.599.

O smartphone “baratinho” da Apple lançado em 2025 compartilha várias características com o novo iPhone 17e, o que faz dele uma opção interessante de celular acessível e potente.

iPhone 16e traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e

O iPhone 16e possui tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, a mesma presente no novo iPhone 17e; o modelo de 2025 conta com revestimento Ceramic Shield resistente a arranhões, contra o mais novo Ceramic Shield 2 com antirreflexo no mais recente. Ambos celulares oferecem cores vibrantes e visibilidade sob luz forte.

Os dois smartphones possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e. Nos dois casos, o desempenho entregue é alto em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, arquivos e fotos.

Os dois gadgets contam com certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do iPhone 17e, sendo uma wide de 48 MP com OIS na traseira, que captura cenas com grande campo de visão, e uma frontal de 12 MP que tira selfies com qualidade, graças ao recurso Center Stage de enquadramento inteligente. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O iPhone 16e traz conectividade 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh tem autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe, presente no iPhone 17e.

Por fim, o gadget é compatível com iOS 26 e elegível a pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (256 GB) está saindo por R$ 3.749 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 43% sobre o preço de lançamento do modelo 2025 do celular acessível da Apple, que continua uma boa pedida após a chegada da nova geração.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (256 GB) baixa mais e chega a 43% OFF com cupom na Amazon

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iPhone 16e (256 GB) conta com tela OLED e câmeras do iPhone 17e; celular acessível da Apple recebe desconto de 43% sobre preço de lançamento no Pix com cupom
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Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Imagem de um smartphone com design dourado. Na tela, há a hora "12:00" e a data "January 20, 2025", com o logotipo "TRUMP MOBILE" na parte superior e a frase "Make America Great Again" abaixo. O fundo da tela exibe uma bandeira dos Estados Unidos estilizada. Na parte de trás do aparelho, vê-se uma gravação do símbolo "T" grande, seguido de "1", e a imagem de uma bandeira dos EUA. O telefone possui três câmeras traseiras e uma borda dourada.
T1 Phone “made in USA”, pelo visto, é versão repaginada de celular chinês (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Trump Phone pode ser uma versão mais cara de um smartphone fabricado na China.
  • Anunciado como um aparelho “Made in USA”, com tecnologia e fabricação 100% nacional, o celular seria, na verdade, o REVVL 7 Pro 5G.
  • O aparelho original custa US$ 126 por lá, enquanto o smartphone de Donald Trump é vendido por US$ 499.

A Trump Organization anunciou o T1 Phone em junho de 2025 prometendo um celular “Made in USA”, com desenvolvimento e fabricação totalmente norte-americanos. No entanto, o aparelho que começa a chegar aos compradores quase um ano após a pré-venda parece ser apenas uma versão dourada de um modelo chinês.

O lançamento do T1 Phone foi cercado de polêmicas, desde a proposta até as imagens de divulgação. No início, as imagens mostravam um iPhone banhado a ouro, mas depois passaram a exibir uma cópia do Galaxy S25 Ultra com detalhes dourados e referências ao presidente, conforme noticiou o The Verge.

Agora que o produto está entrando na fase de distribuição para quem comprou na pré-venda, analistas de mercado apontam que o smartphone tem as mesmas especificações do REVVL 7 Pro 5G, da fabricante chinesa Wingtech.

O REVVL é vendido nos Estados Unidos pela T-Mobile e custa a partir de US$ 126 (R$ 630, em conversão direta), enquanto o T1 Phone custa US$ 499 (R$ 2,5 mil).

Celular nem tão americano assim

O anúncio do T1 Phone aconteceu em meio ao aumento das tarifas de importação sobre produtos chineses imposto pelo presidente Donald Trump, movimento que gerou preocupação na indústria de tecnologia dos EUA devido à forte dependência de componentes fabricados na China.

Além do país asiático, itens importados de Canadá, México, Japão, Índia e Brasil começaram a receber taxas extras para entrarem nos Estados Unidos.

O novo celular foi revelado pela Trump Organization em junho, junto a um plano de telefonia. Nas especificações, o smartphone teria tela AMOLED de 6,8 polegadas, 12 GB de memória RAM e câmeras com até 50 MP, com três lentes na parte traseira. A bateria seria de 5.000 mAh e o sistema operacional, por sua vez, seria o Android 15.

Donald Trump durante comício
Ao longo de 2025, Donald Trump prometeu tarifas extras para países como a China (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Segundo o site El Español, que repercutiu o início dos envios do T1 Phone para os usuários, o modelo não fugiu muito às promessas: tela AMOLED de 6,78 polegadas, sensor principal de 50 MP e outras duas lentes (grande angular e teleobjetiva) no trio de câmeras traseiras.

As características são as mesmas presentes no Wingtech REVVL 7 Pro de 2024, mas com uma repaginação na parte externa.

Quanto à promessa de produção 100% feita nos Estados Unidos, a própria Trump Mobile voltou atrás nos matérias de divulgação, apontando que se trata de um produto projetado nos EUA, abandonando a alegação de fabricação integral no país.

The T1 Phone has arrived!! Those who pre-ordered the T1 Phone will be receiving an update email. Phones start shipping this week!!! pic.twitter.com/IsOre1cBa1

— Trump Mobile (@TrumpMobile) May 13, 2026

Política de reembolso também é alvo de críticas

As polêmicas envolvendo o T1 Phone vão além do aparelho em si: a política de reembolso ganhou novos termos que apontam para depósitos intransferíveis e sem “valor monetário”. Além disso, rumores apontam que as tentativas de cancelamento levaram a um e-mail avisando que os depósitos de pré-compra não seriam devolvidos.

Antes disso, a empresa nem mesmo confirmava a produção ou disponibilização do celular, e o depósito seria apenas uma “oportunidade condicional”, caso houvesse uma decisão pela venda, segundo a CNN. Atualmente, a posição oficial da Trump Mobile é de que o produto finalmente começará a ser enviado para seus compradores ainda esta semana.

Trump Phone “100% americano” seria versão mais cara de celular chinês

Design dourado e bandeira gravada são diferenciais do T1 (imagem: divulgação)

Donald Trump durante comício (imagem: Gage Skidmore/Flickr)
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Apple e OpenAI vivem crise e podem parar na Justiça, diz agência

Arte com o logotipo da Apple em diferentes gradientes de cores, incluindo tons de azul, roxo, rosa, laranja e amarelo, sobre um fundo preto. Os logos estão levemente inclinados, criando uma sensação de movimento. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
  • Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
  • A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.

Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.

O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.

Por que a OpenAI pode processar a Apple?

Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.

Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.

À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.

O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.

Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.

Novos rivais no iOS 27

ChatGPT no iPhone
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)

Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.

O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.

Essa diversificação ocorre em um momento delicado para a Apple, que foi alvo de ações por propaganda enganosa nos Estados Unidos e no Brasil, ambas por atrasos na entrega dos recursos de IA prometidos para 2024.

Apple e OpenAI vivem crise e podem parar na Justiça, diz agência

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

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iPhone 16 (256 GB) fica 43% mais barato com cupom em oferta no Mercado Livre

R$ 8.599,0043% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
R$ 350 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 4.882,50  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um desconto de 43% sobre o preço original de R$ 8.599.

O celular da Apple é equipado com tela OLED com brilho de até 2.000 nits, câmera wide de 48 MP e chip A18 de 3 nanômetros.

iPhone 16 traz tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que entrega cores vivas e visibilidade sob luz forte do sol. O display é protegido contra riscos e arranhões pelo revestimento do vidro Ceramic Shield.

Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem desempenho alto em multitarefa e games mais pesados, enquanto os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O corpo de alumínio traz revestimento de vidro na traseira e é reforçado pela certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP igual à do iPhone 17e e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na traseira, o iPhone 16 acomoda o kit principal de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS igual à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º; juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular traz conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh resiste a até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por R$ 4.882 no Pix com cupom de R$ 350 OFF disponível na página do Mercado Livre, um abatimento de 43% sobre o valor de lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) fica 43% mais barato com cupom em oferta no Mercado Livre

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iPhone 16 (256 GB) traz tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18; celular da Apple recebe desconto de 43% sobre o preço original no Pix com cupom
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Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

Uma mão segura um smartphone com bordas azuis metálicas, exibindo a tela de "Atualização de software". O texto no visor informa: "Baixando e instalando..". Abaixo, uma imagem ilustrativa mostra widgets coloridos e o texto: "Mais você do que nunca. Atualize para o One UI 8.5...". No canto inferior direito da imagem, está o logotipo do site "tecnoblog" em letras brancas sobrepostas a um fundo desfocado.
Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Samsung iniciou a liberação da One UI 8.5 no Brasil antes do previsto.
  • Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis do ano passado já estão recebendo o update de interface.
  • Caso o smarpthone não exiba o Quick Share com integração ao AirDrop da Apple, é preciso reiniciar o aparelho uma segunda vez.

A Samsung parece ter se antecipado: ela começou a liberar a One UI 8.5 no Brasil mais cedo do que se imaginava. Aparelhos da linha Galaxy S25 e dobráveis lançados no ano passado já estão recebendo a atualização, segundo relatos nas redes sociais.

Até o momento, o update foi confirmado nos seguintes aparelhos por usuários brasileiros:

  • Galaxy S25
  • Galaxy S25 FE
  • Galaxy S25 Ultra
  • Galaxy Z Flip 7
  • Galaxy Z Fold 7

O Tecnoblog havia apurado anteriormente que a distribuição para a linha S25 estava prevista para quinta-feira (14/05). No entanto, a fabricante sul-coreana parece ter acelerado os planos e iniciado a liberação antes da previsão.

A distribuição indica que a Samsung está priorizando os modelos premium e dobráveis mais recentes nesta primeira fase da atualização.

Problemas com o Quick Share? Temos uma resposta

Após a atualização, alguns usuários relataram problemas com a integração entre Galaxy e iPhone via Quick Share/AirDrop. Em resposta ao Tecnoblog, a Samsung informou que, após o update, é preciso reiniciar o smartphone uma segunda vez. Depois disso, a nova função deve aparecer.

A integração estreou no Galaxy S26, mas a fabricante já havia prometido que expandiria a compatibilidade para outros aparelhos com a nova versão da interface. Durante a fase beta da One UI 8.5, os modelos das linhas Galaxy S23, S24 e S25 receberam o recurso, além dos dobráveis e do Galaxy A36.

ontem atualizei o Galaxy S25 para a OneUI 8.5. prometeram compatibilidade com AirDrop mas não funcionou aqui pic.twitter.com/nJGJT3DulI

— Lucas Braga (@LucasBraga) May 12, 2026

O que a One UI 8.5 traz de novo?

A nova versão da interface traz um conjunto de mudanças discretas, mas ainda assim relevantes. Entre os principais recursos, estão:

  • filtro de chamadas reforçado por IA;
  • Bixby com integração aos recursos de IA do Perplexity AI;
  • ferramenta no Samsung Notes capaz de resolver equações matemáticas automaticamente;
  • novos efeitos visuais e navegação mais fluida na interface;
  • widget de alarme integrado à Now Bar;
  • IA para ocultar dados sensíveis em fotos, como números de documentos;
  • sistema que identifica e silencia aplicativos com excesso de notificações.

Samsung antecipa One UI 8.5: celulares do Brasil já recebem atualização

Galaxy Z Fold 7 começou a receber a One UI 8.5 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

R$ 7.299,0034% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17e de 512 GB está com o melhor preço desde o seu lançamento, ao custo de R$ 4.829 no Pix aplicando o cupom LU300. A oferta encontrada no Magazine Luiza representa o maior desconto já registrado de 34% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.299.

Aproveite essa oportunidade, pois o cupom tem valide só até amanhã (12), segundo o Magalu. O smartphone é a nova geração da linha de iPhone (em teoria) de baixo custo.

iPhone 17e agora suporta MagSafe e tem chip Apple A19

Uma das mudanças mais significativas em comparação a geração passada é o suporte ao MagSafe. A tecnologia já conhecida nos dispositivos da Apple desde o iPhone 12, possibilita através de ímãs internos o carregamento via indução magnética por meio de carregadores e power banks.

O smartphone com proposta acessível utiliza 8 GB de memória RAM e o chip Apple A19 (3 nm), o mesmo equipado no iPhone 17. Entretanto, a Apple coloca um núcleo de GPU a menos no iPhone 17e. Logo, a renderização gráfica deve ser um pouco inferior, mas nada que atrapalhe na alta experiência proporcionada com jogos e conteúdos audiovisuais.

O dispositivo traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com HDR10 que entrega imagens bem coloridas e adaptadas ao tipo de conteúdo. Além disso, apresenta revestimento do Ceramic Shield 2 com tecnologia antirreflexo, prometendo até 3x mais resistência a quedas, segundo a fabricante.

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Apple fornece ao iPhone 17e o Notch na tela, e não a Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assim como no iPhone 17e, a nova geração conta com apenas uma câmera traseira. Um sensor wide de 48 MP com OIS para diminuir o risco de fotos borradas e capaz de filmar em 4K. Já a lente frontal fotografa selfies em resolução de 12 MP.

A bateria possui capacidade de 4.005 mAh e oferece carregamento rápido com fio, alcançado 50% de carga em 30 minutos. Como aspectos de conectividade, o smartphone inclui compatibilidade a Bluetooth 5.3, Wi-Fi 6 e tecnologia NFC via Apple Pay.

O iPhone 17e (512 GB) em melhor preço desde sua chegada por R$ 4.829 no Pix com o cupom LU300 no Magazine Luiza possui carcaça em alumínio e certificação IP68 assegurando máxima resistência a poeira e imersão em 6 metros na água doce.

Confira o unboxing do iPhone 17e:

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Ainda dá tempo: iPhone 17e (512 GB) com 34% OFF na melhor oferta desde lançamento

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iPhone 17e com suporte a MagSafe, câmera de 48 MP e processador Apple A19 atinge o melhor preço já registrado em oferta no Magazine Luiza com cupom de R$ 300 OFF

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Procon Carioca notificou a Apple devido à suposta propaganda enganosa do iPhone, especificamente em relação à Apple Intelligence, que prometia realizar tarefas de inteligência artificial diretamente no aparelho, mas nunca foi completamente entregue.
  • A Apple terá que responder em 20 dias e fornecer informações sobre as funcionalidades entregues, comunicação aos consumidores brasileiros, materiais publicitários veiculados e medidas para corrigir o problema.
  • Nos EUA, a Apple se comprometeu a pagar até US$ 250 milhões em indenização para compradores de iPhone afetados pela propaganda enganosa.

A Apple entrou na mira de órgãos de defesa do consumidor do Brasil. O Tecnoblog apurou com exclusividade que o Procon Carioca notificou a empresa e quer esclarecimentos para suposta publicidade enganosa junto a compradores de iPhones lançados a partir de 2023. Na ocasião, a companhia prometeu funções de inteligência artificial que nunca chegaram ao mercado.

Na última sexta-feira (08/05), o Procon Carioca instaurou procedimento administrativo para apurar potencial omissão, descumprimento de oferta e violação ao dever de informação clara, adequada e ostensiva. As práticas são proibidas pelo Código de Defesa do Consumidor.

Como o caso começou?

O lançamento do iPhone 16 marcou também a propaganda em torno da Apple Intelligence, tecnologia de inteligência artificial que, segundo os comerciais da Apple, seria capaz de realizar um sem-número de tarefas diretamente no aparelho. O recurso nunca foi completamente entregue, mesmo dois anos depois.

Diante disso, uma consumidora abriu uma ação civil pública na Justiça dos Estados Unidos que resultou, na semana passada, num compromisso formal de pagamento. A Apple se comprometeu a dar até US$ 95 (cerca de R$ 465, em conversão direta) para cada comprador de iPhone.

O acordo vai custar US$ 250 milhões aos (bem recheados) cofres da companhia, o que dá por volta de R$ 1,23 bilhão. A medida vale para iPhone 16, iPhone 16e, iPhone 16 Plus, iPhone 16 Pro, iPhone 16 Pro Max, iPhone 15 Pro e iPhone 15 Pro Max. O acordo seja formalmente reconhecido pelo juiz do processo, de acordo com a imprensa americana.

Craig Federighi, VP de engenharia de software da Apple, anunciando o Apple Intelligence
Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

Um dos vídeos de divulgação da Apple Intelligence trazia a atriz Bella Ramsey interagindo com a Siri. Ela perguntava quem era uma determinada pessoa, que havia conhecido num determinado local, e, ao menos em tese, o iPhone conseguia consultar sua base de conhecimento para revelar a informação correta.

O vídeo sumiu dos canais oficiais da Apple no YouTube quando ficou claro que a Apple Intelligence estava muito distante daquela promessa. Alguns executivos da Apple posteriormente se desculparam pelas alegações, digamos assim, exageradas.

A notificação do Procon

iPhone 15 Pro Max
Compradores de iPhone 15 Pro (na foto) e 16 podem ser beneficiados em processo administrativo do Procon Carioca (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Eu apurei que o Procon Carioca cobrou os seguintes esclarecimentos:

  • Quais funcionalidades foram efetivamente entregues no lançamento?
  • Como as informações foram comunicadas aos consumidores brasileiros?
  • Quais materiais publicitários foram veiculados no país?
  • Qual o cronograma de implementação dos recursos anunciados?
  • Dados de reclamações de consumidores e número de pessoas impactadas
  • Medidas adotadas ou previstas para garantir correção e eventual compensação

De acordo com o órgão, o caso suscita “princípios centrais das relações de consumo, como a boa-fé, a transparência e o cumprimento da oferta”.

A Apple tem 20 dias para responder ao Procon Carioca. O Tecnoblog também procurou a empresa, que não irá se pronunciar junto à imprensa.

Apple é notificada por propaganda enganosa no Brasil

Procon Carioca abre processo administrativo contra a Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Intelligence irrita artistas por falta de transferência (Imagem: Reprodução/Apple)

iPhone 15 Pro Max (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
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iPhone 16e tem maior desconto no ano com 46% OFF na Amazon

R$ 5.799,0046% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18
  • Câmera de 48 MP com vídeos em 4K
  • Tela Super Retina XDR OLED
  • Resistente a água e poeira
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
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O iPhone 16e de 128 GB está em promoção por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 46% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 6.599, sendo esta a melhor oferta vista do celular em 2026 até o momento.

O smartphone acessível da Apple lançado em 2025 compartilha diversas características com o novo iPhone 17e, sendo assim uma opção interessante de celular potente que cabe no bolso, em mais de um sentido.

iPhone 16e tem tela OLED e câmeras do iPhone 17e

O iPhone 16e traz o mesmo painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits presente no novo iPhone 17e. A diferença está no revestimento do vidro Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e o Ceramic Shield 2 com antirreflexo no modelo mais recente. Ambos os celulares entregam cores vivas e visibilidade sob luz forte.

No desempenho, os dois possuem 8 GB de RAM mas chips diferentes, Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, que oferecem alta performance em multitarefa, apps e games. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

A certificação IP68 está presente nos dois smartphones, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 17e possuem as mesmas câmeras: a wide de 48 MP com OIS na traseira é voltada a cenas com grande campo de visão, e a frontal de 12 MP capta selfies com qualidade graças ao recurso Center Stage, que mantém elementos enquadrados no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O iPhone 16e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh resiste a até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas ao contrário do iPhone 17e, não suporta MagSafe.

Este celular foi atualizado para o iOS 26 e deve receber mais cinco atualizações do sistema operacional, no mínimo.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED do iPhone 16e possui brilho de até 1.200 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (128 GB) está saindo por R$ 3.149 no Pix com o cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 46% sobre o valor original e a maior oferta do ano até o momento de um celular que continua interessante, mesmo após a chegada da nova geração.

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iPhone 16e tem maior desconto no ano com 46% OFF na Amazon

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iPhone 16e (128 GB) traz câmeras e tela OLED do iPhone 17e; maior oferta de 2026 oferece celular da Apple com desconto de 46% sobre preço original no Pix com cupom
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iPhone 16 Plus despenca 41% com cupom e atinge menor preço de 2026


Prós
  • Botão dedicado a ajustes de câmera
  • Chip Apple A18 de alto desempenho
  • Tela OLED de 6,7″ e 2.000 nits
  • Certificação IP68
  • Feito para Apple Inteligence
Contras
  • Carregamento com fio limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
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O iPhone 16 Plus de 128 GB está saindo por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um abatimento de 41% em relação ao valor original de R$ 9.499 e a maior oferta de 2026 até o momento.

O celular da Apple é equipado com chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP idêntica à presente no iPhone 17e.

iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera do iPhone 17e

Lançado em 2024, o iPhone 16 Plus traz a mesma câmera wide de 48 MP com OIS presente no novo iPhone 17 e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, que captam cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O processador Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM oferecem alto desempenho em multitarefa e ao rodar games pesados. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, seja o gratuito de 5 GB ou pagos com mais espaço na nuvem.

Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7 polegadas tem taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, entregando cores vibrantes, rolagem fluida e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade do iPhone 16 Plus, seu corpo de alumíni é reforçado pela certificação IP68, que confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.674 mAh tem autonomia de até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 Plus (128 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 5.649 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, um desconto de 41% sobre o preço de lançamento e a maior oferta vista esse ano.

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iPhone 16 Plus despenca 41% com cupom e atinge menor preço de 2026

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iPhone 16 Plus (128 GB) traz câmera wide do iPhone 17e e tela OLED de 2.000 nits; celular da Apple recebe melhor oferta do ano em promoção na Amazon
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iPhone 16 (256 GB) cai 44% para menor preço que já vimos em oferta na Amazon

R$ 8.599,0044% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
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O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, a melhor oferta já divulgada pelo Achados do TB, com um desconto de 44% sobre o preço original de R$ 8.599.

O celular da Apple possui uma tela OLED com brilho de até 2.000 nits, chip A18 e câmera wide de 48 MP igual à presente no recém-lançado iPhone 17e.

iPhone 16 traz tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18

Lançado em 2024, o iPhone 16 é equipado com um painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho de até 2.000 nits, que oferece cores vibrantes e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege a tela contra riscos e arranhões.

No desempenho, o chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM dão conta de executar apps em multitarefa e games mais exigentes. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar vídeos, fotos e arquivos.

Seu corpo de alumínio conta com revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68. Consequentemente, conta com resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem câmera wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 possui um kit de câmeras formado por uma wide de 48 MP com OIS, a mesma presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP e ângulo de 120º, que juntas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com nitidez, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia para 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber ao menos mais cinco updates do sistema operacional. O celular da Apple sai por R$ 4.847 no Pix com cupom 300SMART na Amazon, uma oferta inédita via abatimento de 44% sobre o valor de lançamento.

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iPhone 16 (256 GB) cai 44% para menor preço que já vimos em oferta na Amazon

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iPhone 16 (256 GB) tem tela OLED, chip A18 e câmera de 48 MP; celular da Apple cai para melhor preço publicado com desconto de 44% no Pix com cupom
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iPhone 16e (128 GB) tem melhor oferta recente no Magalu para o Dia das Mães 2026

R$ 5.79943% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela Super Retina XDR OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe como no iPhone 17e
  • Sem a ferramenta Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom Somente no APP
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.319 no Pix com o cupom APITO200 exclusivo no app do Magazine Luiza, um desconto de 43% quando comparado ao preço de lançamento de R$ 5.799.

O celular acessível da Apple lançado em 2025 possui várias características em comum com o novo iPhone 17e, que o tornam uma opção de smartphone mais em conta como presente do Dia das Mães 2026.

iPhone 16e traz tela e câmeras do iPhone 17e

Lançado em 2025, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits que é igual ao presente no novo iPhone 17e, ambas entregando cores vivas, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte.

Sobre o desempenho, o chip Apple A18 oferece alto desempenho em multitarefa, apps e games exigentes. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos com planos do iCloud, que oferece 5 GB adicionais de graça.

O corpo de alumínio do iPhone 16e traz revestimento Ceramic Shield sobre a tela e é reforçado pela certificação IP68; juntos, conferem proteção contra riscos, arranhões, poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

As câmeras do iPhone 16e são iguais às do 17e: a traseira é uma wide de 48 MP com OIS, já a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e possui o recurso Center Stage, mantendo o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não tem MagSafe como o 17e.

Por fim, o gadget foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela OLED de 6,1″ do iPhone 16e é idêntica à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (128 GB) está em oferta por R$ 3.319 no Pix com o cupom APITO200 exclusivo no app do Magazine Luiza, um abatimento de 43% frente ao valor original do gadget ainda interessante como presente do Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada da nova geração.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e (128 GB) tem melhor oferta recente no Magalu para o Dia das Mães 2026

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iPhone 16e (128 GB) traz tela e câmeras idênticas às do iPhone 17e; celular da Apple sai 43% mais em conta no Pix com cupom em promoção do Dia das Mães 2026
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Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

Recurso de timer do Spotify disponível para Android, iPhone, Windows e Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O usuário pode configurar um timer no Spotify para fazer o player de músicas parar de tocar sozinho. A ferramenta está disponível para usuários do aplicativo para Android e iPhone, além dos apps para PCs (Windows e Mac).

Enquanto estiver reproduzindo uma música, basta acessar o fila de reprodução de uma playlist e selecionar o ícone de relógio. Você pode definir um tempo entre 5 minutos e 1 hora, ou fazer o Spotify parar de tocar quando a faixa terminar.

A seguir, veja como encontrar o timer do Spotify no celular ou PC e para que serve a ferramenta.

Como usar o timer do Spotify pelo celular

1. Toque na música em reprodução para exibir as opções do player

Enquanto ouve uma música no Spotify, toque na faixa de reprodução para exibir as opções do player de áudio.

Acesse o menu da música em reprodução para exibir mais opções (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra a fila de reprodução do Spotify

Caso esteja ouvindo música, toque no ícone da fila de reprodução para exibir o timer do Spotify. Em podcasts, o ícone de relógio será exibido ao lado no botão de play e pause.

Toque no menu de três traços para exibir a fila de músicas em reprodução (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Vá no ícone de relógio para colocar o timer em uma música do Spotify

Toque no ícone de relógio para exibir as opções de temporizador do Spotify.

Toque no relógio para definir um timer no spotify (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Escolha entre as opções definidas para fazer o Spotify parar de tocar

Você pode interromper a reprodução de músicas no Spotify após os seguintes períodos:

  • 5 minutos;
  • 10 minutos;
  • 15 minutos;
  • 30 minutos;
  • 45 minutos;
  • 1 hora;
  • Ou quando a faixa terminar.
Escolha uma das opções de timer exibidas na tela para fazer o Spotify parar de tocar (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como usar o timer do Spotify pelo PC

O timer do Spotify só está disponível no PC pelo aplicativo para Desktop no Windows, ou no app para macOS. Ou seja, a versão Web do reprodutor de músicas não oferece o recurso de temporizador.

1. Clique no menu de três pontos durante a reprodução de uma música

Escolha a música que deseja ouvir e clique no botão de três pontos localizado acima da capa do álbum para abrir as opções da playlist.

Clique no menu de três pontos na música em reprodução no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá ao timer e selecione uma das opções exibidas pelo Spotify

Desça o ponteiro do mouse até “Timer” e escolha entre as opções exibidas para programar o Spotify para desligar.

Vá com o mouse no timer e selecione uma das opções para colocar temporizador no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para que serve o timer do Spotify?

O timer do Spotify serve para interromper a reprodução de músicas ou podcasts automaticamente, sem a necessidade de intervenção do usuário. O recurso possibilita colocar uma playlist para tocar e definir o tempo de reprodução, além da opção de encerrar a reprodução de podcasts assim que o determinado episódio se encerrar.

A ferramenta também é utilizada por usuários que desejam economizar dados móveis no Spotify, ou que utilizam o streaming antes de dormir. Dessa forma, é possível interromper a reprodução após o tempo definido pelo usuário.

Por que o timer do Spotify não aparece?

O timer do Spotify não aparece para os usuários que utilizam a versão Web do player de música, ou em smart TVs, que permitem configurar um timer de forma nativa.

O recurso de temporizador do Spotify só está disponível para celular (Android e iPhone), além da opção no aplicativo para PCs com Windows e macOS.

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

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Como mudar o nome do AirDrop no iPhone ou Mac

AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O AirDrop é uma tecnologia de compartilhamento de arquivos entre dispositivos Apple, e compatível com alguns aparelhos Android da linha Samsung Galaxy.

Para facilitar o processo de transferência de fotos ou vídeos, pode ser necessário alterar o nome de identificação do recurso, encontrando, assim, seu aparelho com mais facilidade no momento da conexão.

Basta acessar as configurações gerais do iOS ou macOS, selecionar a aba “Sobre” e trocar o nome vinculado ao dispositivo. Essa mudança também altera o nome em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal ou na identificação do dispositivo no iCloud.

Veja, a seguir, como trocar o nome do seu AirDrop e tire suas dúvidas sobre o recurso de compartilhamento da Apple.

Como mudar o nome do AirDrop no iPhone

1. Acesse as configurações gerais do iPhone

Para trocar o nome do AirDrop, você precisa acessar o menu de ajustes do seu iPhone. Em seguida, vá até “Geral” para encontrar todas as configurações do seu celular.

Acesse “Ajustes” no iPhone e vá até “Geral” para alterar o nome do AirDrop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até “sobre” para trocar o nome do AirDrop

Selecione a opção “Sobre” para verificar as informações do seu iPhone. Toque em “Nome” para trocar a identificação pessoal do dispositivo.

Em “Sobre”, selecione a aba “Nome” para fazer a alteração dos dados (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Altere o nome do AirDrop e verifique se a alteração foi realizada

Escreva o novo nome do AirDrop e toque no ícone azul de “check” para concluir o processo. Verifique se as alterações foram realizadas na aba “Nome“. O tutorial é similar em todas as versões modernas do iOS.

Faça a troca do nome do AirDrop, conclua o processo e verifique se as alterações foram realizadas (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O AirDrop é um sistema de transferência de arquivos que também está disponível no macOS. Veja abaixo como fazer a alteração no computador da Apple.

Como mudar o nome do AirDrop no Mac

1. Acesse a página de configurações do Mac

Para mudar o nome do AirDrop no Mac, é necessário acessar as configurações do dispositivo. Clique para abrir a página de ajustes do sistema operacional.

Acesse as configurações do macOS pelo ícone de ajustes (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá até “Geral” no Mac para alterar o nome do AirDrop

No menu posicionado na lateral da página, escolha a opção “Geral” para acessar as configurações do Mac.

Selecione a opção “Geral” para acessar as configurações gerais do macOS (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Selecione a opção “Sobre” para abrir uma nova página

Abra a página “Sobre” para encontrar as informações sobre o Mac, incluindo o nome do dispositivo usado pelo AirDrop.

Vá até “sobre” para alterar o nome do AirDrop no Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Altere o nome do AirDrop no macOS

Basta clicar no nome do dispositivo para mudar a identificação do AirDrop. O passo a passo é o mesmo em todas as versões modernas do macOS, incluindo distribuições de testes.

Clique no nome do dispositivo para alterá-lo (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O que acontece ao mudar o nome do AirDrop?

Mudar o nome do AirDrop altera a o nome de identificação do seu aparelho. Dessa forma, outra nomenclatura será exibida durante a transferência de arquivos pelo recurso ou via Quick Share.

Além disso, a mudança de nome também altera a identificação do seu aparelho em conexões Bluetooth, no Acesso Pessoal, ao procurar a localização do seu iPhone ou Mac, e na identificação do dispositivo no iCloud.

Por que não consigo mudar o nome do AirDrop?

A mudança de nome do AirDrop pode não ser concluída pelos seguintes motivos:

  • Nome diferente em “Meu Cartão”: pode ser necessário alterar as suas configurações pessoais na página de contatos do dispositivo. Para isso, vá até “Contatos” e toque em “Meu Cartão“. Altere seu nome na seção “Editar” e verifique se as alterações foram realizadas; pode ser necessário ativar o compartilhamento de nome e foto na seção, segundo relatos de usuários no Reddit.
  • Falta de reinicialização do sistema: em alguns casos, pode ser necessário reiniciar o iPhone ou Mac para que as alterações de nome do AirDrop tenham efeito;
  • Tempo de alteração nos servidores da Apple: a mudança de nome do AirDrop pode levar um tempo para surtir efeito devido à lentidão nos servidores usados pela Apple. Nesse caso, aguarde alguns instantes e verifique se a mudança foi realizada.

Como mudar o nome do AirDrop no iPhone ou Mac

AirDrop no iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

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iPhone 16 (256 GB) cai 42% antes do Dia das Mães no Mercado Livre

R$ 8.599,0042% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
R$ 250 OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 4.980,19  Mercado Livre
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O iPhone 16 de 256 GB está em oferta por R$ 4.980 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. E recebe um abatimento de 42% quando comparado com o valor de lançamento de R$ 8.599.

O celular da Apple ainda é interessante após a chegada do iPhone 17e e um bom presente para o Dia das Mães 2026. E é equipado com o chip A18, tela OLED com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP.

iPhone 16 tem chip A18, câmera de 50 MP e tela OLED de 2.000 nits

Lançado em 2024, o iPhone 16 possui uma câmera wide com OIS de 48 MP idêntica à presente no novo iPhone 17e, e uma ultrawide de 12 MP. Juntas, elas captam cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade, e todas gravam vídeos em 4K a 60 fps e em Full HD a até 240 fps.

O hardware interno inclui o processador Apple A18 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, dupla que oferece alto desempenho em multitarefa e ao rodar apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno razoável para guardar fotos, vídeos e documentos.

Seu painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas traz taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de entregar cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre a durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 16 conta com o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

Este celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 3.561 mAh tem autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB.

O iPhone 16 (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Lembrando que o celular está em promoção por R$ 4.980 no Pix com cupom de R$ 250 OFF, e ainda é uma boa opção de presente para o Dia das Mães 2026, mesmo após a chegada do iPhone 17e.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) cai 42% antes do Dia das Mães no Mercado Livre

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iPhone 16 (256 GB) tem tela OLED e câmera wide de 48 MP do iPhone 17e; celular da Apple recebe desconto de 42% no Pix com cupom do Dia das Mães 2026
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iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

Traseira iPhone 17 Pro Max
Integração com a Siri vai permitir que o iPhone leia rótulos, ingressos e contatos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O iOS 27 terá um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera
  • A ferramenta transformará o celular em um leitor inteligente, permitindo que o usuário escaneie tabelas nutricionais, cartões de visita e panfletos.
  • O lançamento do iOS 27 está previsto para setembro deste ano e também deve trazer um aplicativo Fotos redesenhado com ferramentas de IA e uma interface de chatbot reformulada.

O iOS 27 deve trazer um novo “modo Siri” integrado ao aplicativo de Câmera, transformando o celular em uma espécie de leitor inteligente do mundo real. A novidade estaria prevista para a Worldwide Developers Conference (WWDC) no dia 8 de junho.

As informações foram reveladas nesta quarta-feira (29/04) pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg. De acordo com a reportagem, a fabricante identificou que a atual execução da Inteligência Visual sofre com graves problemas de descoberta. Hoje, o recurso exige que o usuário pressione e segure o botão de Controle da Câmera — atalho físico introduzido na linha iPhone 16 —, um gesto que grande parte do público desconhece ou simplesmente não utiliza.

Para solucionar essa barreira, a Apple deve colocar a IA em evidência na própria interface do sistema. Ao abrir o aplicativo Câmera no iOS 27, o usuário encontraria a opção “Siri” posicionada no menu inferior, exatamente ao lado dos modos tradicionais de Foto, Vídeo, Retrato e Panorama.

Ao selecionar essa aba, o botão branco padrão do obturador seria substituído por um ícone luminoso inspirado na Apple Intelligence, indicando visualmente que a lente do aparelho está pronta para analisar o ambiente, e não apenas para registrar uma fotografia na galeria.

O que o novo Modo Siri poderá fazer?

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Novidade visa reduzir a dependência de plataformas de terceiros, como o ChatGPT (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Entre as novidades, o Modo Siri permitiria escanear tabelas nutricionais de embalagens para registrar calorias e macronutrientes no aplicativo Saúde, além de ler cartões de visita e panfletos para salvar novos contatos na agenda. A ferramenta também funcionaria como uma ponte para o aplicativo Wallet, conseguindo digitalizar ingressos físicos e cartões de fidelidade, eliminando a necessidade de digitação manual.

A principal mudança com a chegada desse modo seria a expansão das capacidades de processamento local do iPhone, reduzindo a dependência do sistema em relação a serviços de terceiros. Conforme análise inicial da Macworld, o ecossistema dependeria muito menos de plataformas como o ChatGPT para entregar respostas rápidas e extrair informações visuais úteis para o usuário.

Apesar desse movimento em prol do ecossistema próprio, as funções legadas de Inteligência Visual continuariam disponíveis. A câmera do iOS 27 ainda conseguiria identificar rapidamente raças de cães, espécies de plantas e adicionar eventos ao Calendário a partir da leitura de pôsteres.

Se o usuário desejar, os atalhos para enviar uma imagem ao ChatGPT ou realizar uma busca reversa no Google permaneceriam acessíveis, mas a ação de pressionar e segurar passaria a invocar essa nova interface da Siri dentro do app.

Preparando o terreno para novos vestíveis

A reformulação seria apenas a ponta do iceberg de uma estratégia mais ampla. A Bloomberg aponta que o aperfeiçoamento da Inteligência Visual é um requisito essencial para o lançamento dos próximos wearables (dispositivos vestíveis) da marca.

A Apple estaria trabalhando no desenvolvimento de novos AirPods equipados com sensores visuais, óculos inteligentes e até um suposto dispositivo de IA em formato de pingente. Todos esses produtos dependeriam diretamente de uma Siri capaz de “enxergar” e analisar o ambiente ao redor do usuário em tempo real.

Além desse novo modo de câmera, o iOS 27 deve trazer um pacote robusto de atualizações. Espera-se um aplicativo Fotos totalmente redesenhado, contando com ferramentas generativas de IA para ampliar, reenquadrar e aprimorar imagens de forma automática.

O sistema também entregaria uma interface de chatbot reformulada e um aplicativo próprio e independente para a assistente de voz. O lançamento público da versão final do sistema está previsto para setembro deste ano.

iOS 27 deve ganhar “modo Siri” na câmera do iPhone

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 13 Mini (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
  • Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
  • O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.

A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.

A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.

Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.

Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?

Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.

De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.

Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)

Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.

Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.

Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2

A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.

A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.

Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
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iPhone 16e (256 GB) sai pelo melhor preço do ano com cupom pelo app da Amazon

R$ 5.79934% OFF

Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela Super Retina XDR OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não traz suporte a MagSafe como no iPhone 17e
  • Sem a ferramenta Dynamic Island
  • Apenas uma câmera traseira
PIX Cupom
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O iPhone 16e de 256 GB está em promoção por R$ 3.849 no Pix com cupom ELETRO5DO5 na Amazon, um desconto de 34% frente ao preço de lançamento de R$ 5.799.

O celular acessível da Apple lançado em 2025 conta com uma série de características similares às do seu sucessor, o recentemente lançado iPhone 17e, o que faz do gadget uma opção mais econômica de presente para o Dia das Mães 2026.

iPhone 16e possui tela e câmeras do iPhone 17e

Lançado como uma opção “baratinha”, o iPhone 16e possui um painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits, idêntico ao presente no novo iPhone 17e. A diferença fica por conta do revestimento, Ceramic Shield resistente a arranhões no modelo de 2025 e Ceramic Shield 2 e revestimento antirreflexo no modelo mais recente.

Ambos possuem 8 GB de RAM, mas o processador é diferente, sendo um Apple A18 no iPhone 16e e A19 no 17e, ambos capazes de oferecer alto desempenho em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno adequado para guardar fotos, vídeos e arquivos.

O corpo de alumínio do iPhone 16e conta com revestimento traseiro de vidro e o reforço da certificação IP68, que adiciona proteção contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é do iPhone 16e é igual à presente no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e possui uma única câmera na traseira, um sensor wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) voltada a captar cenas com grande campo de visão. A frontal de 12 MP tira selfies com qualidade e o recurso Center Stage mantém o usuário enquadrado no centro da tela. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps e são iguais às presentes no sucessor.

Este gadget se conecta a redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.005 mAh suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas não possui MagSafe como seu sucessor.

O iPhone 16e (256 GB) foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais cinco atualizações do sistema operacional. O celular acessível da Apple está saindo por R$ 3.849 no Pix com cupom ELETRO6DO5 na Amazon, um abatimento de 34% em relação ao valor original de um celular interessante como presente de Dia das Mães 2026.

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iPhone 16e (256 GB) sai pelo melhor preço do ano com cupom pelo app da Amazon

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iPhone 16e (256 GB) tem câmeras e tela iguais às do iPhone 17e; celular da Apple sai 34% mais em conta no Pix com cupom em oferta do Dia das Mães 2026
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Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

Imagem de um Honor 600 Pro laranja disposto em uma praia, frente ao mar e à luz do sol
Linha Honor 600 parte de design “cópia do iPhone”, mas entrega configurações robustas (imagem: divulgação/Honor)
Resumo
  • A Honor lançou os novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis, com câmera principal de 200 megapixels e baterias de alta capacidade.
  • Os dispositivos têm design inspirado no iPhone 17 Pro e vêm com processadores Snapdragon 7 Gen 4 e Snapdragon 8 Elite na versão Pro, respectivamente.
  • Os aparelhos estão disponíveis na Europa e na Ásia a partir de 30 de abril, com preços que começam em 649,90 euros (cerca de R$ 3.800) para o Honor 600 e 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850) para o Honor 600 Pro.

A Honor anunciou o lançamento global dos novos Honor 600 e Honor 600 Pro, modelos que a empresa posiciona como topos de linha acessíveis. Esses aparelhos chegarão diretamente ao mercado internacional, diferente da geração anterior, que ficou restrita à China.

A estreia ocorre simultaneamente na Europa e na Ásia, com início das vendas previsto para 30 de abril. Os dispositivos chamam atenção por reunir uma câmera principal de 200 megapixels, baterias de alta capacidade e um visual que remete, claramente, à estética adotada pela Apple em seus iPhones mais recentes.

Ainda não há previsão de lançamento do dispositivo no Brasil. Por aqui, a empresa já lista o Honor 600 Lite em seu site oficial, primeiro dispositivo da nova linha e que chegou ao mercado em março.

Estética em linha com a Apple

Imagem de um Honor 600 inclinado em um fundo de céu com nuvens
Honor 600 apresenta tela de 6,57 polegadas com brilho alto (imagem: divulgação/Honor)

O visual da linha 600 lembra, de forma muito próxima, o design implementado pela Apple nos lançamentos do ano passado. Isso se dá, principalmente, graças ao módulo de câmeras e da disposição dos sensores, especialmente na cor alaranjada. Não é a primeira vez, já que a empresa seguiu uma abordagem parecida no Honor Power 2, lançado em janeiro.

Apesar das semelhanças, a empresa mantém algumas escolhas próprias. Ambos os modelos contam com certificação IP69K, que garante resistência a jatos de água de alta pressão e poeira — um nível acima do padrão mais comum no mercado.

O conjunto é complementado por telas AMOLED de 6,57 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz e brilho de pico HDR que chega a 8.000 nits.

Hardware e câmeras

Mockup de especificações técnicas do Honor 600
Honor 600 e 600 Pro chegam com até 12 GB de RAM e 512 de armazenamento (imagem: reprodução/Honor)

Embora compartilhem design e tela, as diferenças entre o Honor 600 e o 600 Pro aparecem principalmente no desempenho e nas câmeras:

  • Processador e memória: o Honor 600 utiliza o Snapdragon 7 Gen 4, enquanto o modelo Pro vem equipado com o Snapdragon 8 Elite, chip presente em flagships de 2025. Ambos oferecem até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento.
  • Câmeras: os dois modelos trazem sensor principal de 200 MP, ultrawide de 12 MP e câmera frontal de 50 MP. O 600 Pro adiciona uma lente teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x.
  • Bateria e carregamento: a capacidade varia por região — 6.400 mAh na Europa e até 7.000 mAh na Ásia. O carregamento com fio é de 80 W em ambos, mas apenas o modelo Pro conta com carregamento sem fio de 50 W.
  • Software e IA: os aparelhos chegam com o MagicOS 10, baseado no Android 16, com recursos de inteligência artificial integrados. Entre eles está o AI Image to Video 2.0, voltado à geração de vídeos, além de um botão físico dedicado para funções de IA.

Preço e disponibilidade

Na Europa, o Honor 600 parte de 649,90 euros (cerca de R$ 3.800), enquanto o Honor 600 Pro começa em 999,90 euros (aproximadamente R$ 5.850).

Segundo o The Verge, o valor do modelo Pro fica próximo ao de um iPhone básico na região, mas ainda abaixo das versões Pro da Apple, justamente as que serviram de referência visual para os novos aparelhos.

Honor lança linha 600 com design inspirado no iPhone 17 Pro

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: divulgação/Honor)

(imagem: reprodução/Honor)
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iPhone 17 surge com o melhor preço desde o lançamento em promoção na Amazon

R$ 7.999,0031% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
  • Oferta sem parcelamento pelo preço indicado
PIX Cupom
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Com o Dia das Mães se aproximando, o iPhone 17 de 256 GB se torna uma boa pedida de presente, ainda mais nesta oferta por apenas R$ 5.509 no Pix adicionando o cupom SMART300 na Amazon. Você garante um desconto histórico de 31% sobre o preço original de R$ 7.999.

O celular da Apple é equipado com processador A19 de 3 nanômetros, câmeras de 48 MP e tela OLED com ProMotion de 120 Hz.

iPhone 17 tem tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

O iPhone 17 possui um kit de câmeras principal formado por uma wide com OIS e uma ultrawide, ambas de 48 MP e voltadas à captura de cenas com grande campo de visão e maior enquadramento. A frontal Center Stage de 18 MP agora é capaz de tirar selfies e filmar na horizontal sem a necessidade de virar o celular. Todos os sensores gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O chip Apple A19 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM equipados oferecem alto desempenho em multitarefa e ao rodar aplicações exigentes e games mais pesados. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno adequado para guardar vídeos, fotos e arquivos.

O display LPTO Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas possui ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, entregando cores vibrantes, fluidez na rolagem e visibilidade mesmo sob luz forte do sol. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege a tela contra quedas, arranhões e pancadas.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela OLED do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda sobre durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17 traz revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e suporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh resiste a um dia inteiro de uso segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W via USB-C, capaz de ir de 0 a 50% de carga em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (256 GB) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular da Apple está saindo por apenas R$ 5.509 no Pix com cupom SMART300 na Amazon, um desconto histórico de 31% sobre o valor de lançamento e a maior oferta já registrada, sendo um excelente presente para o Dia das Mães.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 surge com o melhor preço desde o lançamento em promoção na Amazon

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iPhone 17 (256 GB) traz chip A19, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz; celular da Apple recebe desconto histórico de 31% em promoção para o Dia das Mães
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X agora tem feed personalizado diretamente pela IA Grok

Ilustração do Logo do X (antigo Twitter)
Novo feed personalizado tem curadoria da própria IA da plataforma (imagem: Kelly Sikkema/Unsplash)
Resumo
  • O X lançou feeds personalizados por tema na aba principal do app, usando o Grok para selecionar, classificar e reorganizar publicações.
  • A IA personaliza os feeds com base no comportamento do usuário, sem depender de hashtags ou palavras-chave.
  • Por enquanto, o recurso está disponível no iPhone para assinantes Premium em todos os níveis, com até 10 timelines simultâneas.

A rede social X anunciou o lançamento de feeds personalizados baseados em inteligência artificial. A nova funcionalidade permite acompanhar conteúdos organizados por temas diretamente na aba principal do app, utilizando o Grok — modelo de IA da xAI, também de Elon Musk — para selecionar e classificar publicações em mais de 75 categorias, de política e tecnologia a esportes e entretenimento.

O X afirma que a ferramenta representa uma das “maiores mudanças” recentes no aplicativo. Segundo o TechCrunch, que testou a novidade, além de criar os feeds, o Grok também é responsável por personalizá-los com base no comportamento do usuário dentro da plataforma.

O diferencial em relação ao sistema tradicional é que os feeds não dependem de hashtags ou palavras-chave: o modelo analisa o conteúdo completo de cada post, interpreta o contexto e atribui categorias automaticamente.

Nesta fase inicial, o recurso está disponível exclusivamente para assinantes de todos os níveis do plano Premium no iOS. O suporte para Android já está em desenvolvimento, de acordo com o chefe de produto do X, Nikita Bier.

Como usar

Ladies and gentlemen, today we're launching one of our biggest changes to 𝕏

Introducing Custom Timelines

This feature allows you to pin a specific topic to your home tab. With support for over 75 topics, you can dive deep into your favorite niche on X.

It's powered by Grok's… pic.twitter.com/9jkIEXvubj

— Nikita Bier (@nikitabier) April 21, 2026

Os feeds aparecem ao lado das abas “Para você” e “Seguindo”. Para ativá-los, basta tocar no ícone de “+” e escolher quais temas fixar na interface principal — com limite de até 10 timelines simultâneas. A ordem dos tópicos também pode ser reorganizada na mesma tela.

A chegada dos feeds personalizados acontece ao mesmo tempo em que o X descontinua o Communities, recurso que permitia a criação de grupos organizados por interesse pelos próprios usuários. A mudança sinaliza uma transição de um modelo baseado em participação ativa para um sistema guiado por IA.

Curadoria de informações

Grok, IA generativa do X/Twitter
IA de Elon Musk organizará os feeds personalizados (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Esse formato de organização de temas levantou questões sobre a curadoria de conteúdo. O TechCrunch destaca que algumas categorias iniciais de notícias priorizam assuntos como conflitos, crimes e eleições, o que, à primeira vista, poderia influenciar o tipo de informação que ganha visibilidade.

Uma alternativa mais neutra, como observa o TechCrunch, seria organizar as opções em ordem alfabética, com subcategorias acessíveis ao tocar em cada grande tema.

O uso do Grok como base para essa organização também reacende discussões sobre o papel da IA na mediação de conteúdo. Embora o modelo tenha sido apresentado como neutro e voltado à busca por informação precisa, há preocupações sobre viés político e amplificação de desinformação. A inteligência artificial sofreu críticas duras no início do ano após auxiliar na produção de conteúdo pornográfico.

Nos testes do portal, porém, os feeds exibiram conteúdos de diferentes veículos e linhas editoriais, sem viés evidente no uso inicial.

X agora tem feed personalizado diretamente pela IA Grok

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)
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iPhone 16e tem redução de 39% no preço com cupom no Magalu

R$ 5.79939% OFF

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O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.519 no Pix com o cupom ALO200 no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 39% em relação ao preço inicial de R$ 5.799 pelo celular da Apple com processador A18 e a tela OLED de 6,1 polegadas.

iPhone 16e tem Apple A18 e tela OLED

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O processador Apple A18 conta a CPU de seis núcleos que deve executar jogos pesados sem lentidão. A memória RAM de 8 GB entra para sustentar diversos processos em segundo plano. E o harware garante fluidez extrema durante navegação intensa, incluindo aplicativos de edição de vídeo e de fotos.

O visor Super Retina XDR com tecnologia OLED da Apple na tela de 6,1 polegadas mantém alto contraste e brilho, atingindo 1.200 nits para visualização clara sob sol forte. A densidade de 460 ppi garante textos nítidos e imagens sem serrilhados. E o vidro Ceramic Shield protege a estrutura contra danos por quedas.

A câmera traseira de 48 megapixels deve registrar fotografias nítidas com cores realistas, e utiliza estabilização óptica para evitar tremores em vídeos 4K. O sensor tem abertura f/1.6 para melhorar a entrada de luz natural. E o sensor para selfies oferece 12 megapixels de resolução.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria de 4.005 mAh suporta recarga rápida de 20 watts por cabo USB-C. O corpo apresenta certificação IP68, suportando imersão em água por trinta minutos. E, lembrando, com o cupom ALO200 o iPhone 16e sai por apenas R$ 3.519 no Pix no Magalu, sendo uma ótima opção custo-benefício entre os celulares da Apple.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e tem redução de 39% no preço com cupom no Magalu

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 17e (256 GB) despenca 40% com cupom na melhor oferta que já vimos

R$ 5.799,0040% OFF

Prós
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
  • Câmera wide de 48 MP
  • Pelo menos 5 anos de atualizações do sistema operacional
Contras
  • Não possui câmeras ultrawide e telefoto
  • Não tem Dynamic Island
  • Não vem com carregador
PIX Cupom
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O iPhone 17e de 256 GB caiu para R$ 3.499,92 no Pix aplicando o cupom GIMBAL10 na Amazon. A promoção representa um desconto de 40% em relação ao preço de lançamento de R$ 5.799, e é a melhor desde o lançamento do smartphone da Apple com chip A19, suporte ao MagSafe e RAM de 8 GB.

iPhone 17e tem processador Apple A19 com RAM de 8 GB

O iPhone 17e foi lançado no início de março de 2026 para suceder o anterior iPhone 16e e dar continuidade à linha de celulares custo-benefício da Apple. O smartphone é equipado com RAM de 8 GB e o novo chip A19 em uma versão com um chip a menos de GPU em relação ao iPhone 17 padrão, devendo oferecer desempenho elevado comparado ao iPhone 16e.

O novo iPhone também traz como novidade o suporte ao MagSafe, possibilitando o carregamento sem fio com conexão magnética, que não era possível no iPhone 16e. Outra novidade bem vinda foi que o iPhone 17e já foi lançado com 256 GB de armazenamento na versão mais barata, ampliando o espaço para aplicativos e arquivos.

Demais características permanecem as mesmas entre as gerações da linha “e” dos iPhones. O iPhone 17e conta com uma bateria de 4.005 mAh, que deve oferecer autonomia para até 26 horas de reprodução segundo a Apple. E tem uma câmera de 48 MP na traseira que filma em 4K a 60 fps, assim como a frontal de 12 megapixels.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e apresenta notch como geração anterior, sem Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela conta com tecnologia Super Retina XDR OLED da Apple, mede 6,1 polegadas e atinge até 1.200 nits de brilho para oferecer excelente luminosidade em qualquer situação. O design é o mesmo da geração anterior, que segue o padrão com notch dos iPhones mais antigos (do iPhone 14 para trás), mas oferece resistência IP68 contra água e poeira.

Lembrando que hoje, o iPhone 17e de 256 GB vê uma redução significativa de preço, caindo para apenas R$ 3.499,92 no Pix aplicando o cupom GIMBAL10 na Amazon. O valor é bastante próximo ao que se pagaria por um iPhone 16e de 128 GB dependendo da promoção.

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iPhone 17e (256 GB) despenca 40% com cupom na melhor oferta que já vimos

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iPhone 17e recebe desconto inédito de 40% com cupom na Amazon; celular custo-benefício da Apple traz chip A19 avançado e suporte ao MagSafe

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

Ícone da App Store
App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

A App Store é a loja digital de aplicativos para dispositivos da Apple. A plataforma funciona como um canal de distribuição e venda de aplicativos mobile e para desktop, além de permitir a atualização de ferramentas baixadas, e assinaturas de serviços do ecossistema da Apple.

Você pode usar a App Store gratuitamente por meio de um ID Apple, mas alguns apps ou serviços só são disponibilizados mediante pagamento. Já desenvolvedores de aplicativos precisam pagar uma assinatura para publicar na plataforma, e ainda dão uma fatia de comissão à big tech referente ao montante total de vendas.

A App Store é exclusiva para dispositivos da Apple, como iPhone (iOS), iPad (iPadOS) e Mac (macOS). Isso significa que usuários de Android não podem usar a plataforma, já que o sistema operacional não é compatível.

A seguir, entenda o que é a App Store, saiba como ela funciona, e confira em quais dispositivos a plataforma está disponível.

O que é App Store?

App Store é a plataforma de distribuição de aplicativos voltados para dispositivos Apple. Em outras palavras, App Store é a loja digital gerenciada pela empresa da maçã, que reúne apps para iPhone, iPad, Mac, Apple Watch, Apple TV, Apple Vision Pro e alguns modelos de iPod.

Para que serve a App Store?

A App Store tem a função de listar, comercializar e distribuir aplicativos e serviços voltados para o ecossistema Apple de maneira segura. Inclusive, a nomenclatura “App Store” significa “Loja de aplicativos” em tradução livre, o que reforça sua proposta como uma plataforma para descoberta, aquisição e download de apps.

Para usuários, a App Store serve como uma biblioteca virtual para descobrir novos apps, instalá-los em seu aparelho Apple, bem como atualizar ferramentas já baixadas. Na plataforma, também é possível comprar aplicativos pagos e assinar serviços digitais.

Já para desenvolvedores, a App Store serve como uma vitrine para que eles possam disponibilizar ou vender os aplicativos criados.

Como funciona a App Store

O funcionamento da Apple Store é baseado em algumas etapas, que vão desde a publicação de uma ferramenta até a experiência pós-instalação.

Tudo começa quando um desenvolvedor elegível envia o aplicativo criado para a Apple. A big tech então valida questões de segurança, usabilidade e diretrizes da ferramenta e, se tudo estiver em conformidade, o app será publicado na App Store.

Conforme esse processo se repete, a App Store passa a catalogar mais aplicações em sua vitrine. Isso faz com que a plataforma se transforme em uma vasta biblioteca virtual de aplicativos que atende aos diferentes sistemas da Apple — como o sistema operacional do iPhone (iOS) ou de Mac (macOS), por exemplo.

Ilustração da App Store para Mac
Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Os usuários então acessam a plataforma e buscam pelo aplicativo desejado. Algumas ferramentas podem ser baixadas e instaladas gratuitamente, enquanto outras exigem compra ou assinatura — que são feitas dentro da própria App Store.

Na plataforma, usuários poderão ver os aplicativos baixados na App Store, atualizar ferramentas e gerenciar compras e assinaturas de serviços vinculados ao ID Apple. Também será possível avaliar os apps e deixar comentários com elogios, sugestões ou críticas.

Os feedbacks de usuários são analisados pela Apple, que pode retirar ferramentas da App Store, se necessário. A empresa também gerencia tudo que acontece na plataforma para mantê-la segura e intuitiva.

É preciso pagar para usar a App Store?

Não, desde que você seja um usuário. É possível usar a App Store gratuitamente, bastando fazer login com um ID Apple para validar o acesso à plataforma. Você só terá de pagar por aplicativos ou serviços pagos que deseja adquirir.

No entanto, as regras mudam para desenvolvedores: eles precisam pagar uma taxa anual para publicar qualquer aplicativo na App Store. E além disso, devs também precisam dar parte da comissão adquirida com vendas do app (ou dentro de seus aplicativos) para a Apple.

A App Store está disponível em quais dispositivos?

A App Store está disponível para os seguintes aparelhos da Apple:

  • iPhones;
  • iPads;
  • iPods touch;
  • Macs;
  • Macbooks;
  • Apple TV;
  • Apple Watch;
  • Apple Vision Pro.

Onde fica a App Store no iPhone?

A App Store vem pré-instalada no sistema operacional do iPhone (iOS), e fica localizada na biblioteca de apps dos celulares da Apple. A plataforma pode ser identificada pelo ícone azul com um “A” branco.

Caso não esteja localizando a plataforma, basta tocar no campo de pesquisa “Buscar” e digitar “App Store” para encontrar a ferramenta.

Ilustração da plataforma App Store
Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É possível baixar a App Store no Android?

Não. A App Store só funciona em dispositivos da Apple, e não pode ser baixada em aparelhos Android ou que usam sistemas operacionais diferentes de iOS, iPadOS, macOS, tvOS, watchOS e visionOS.

Qual é a diferença entre App Store e Google Play?

App Store é uma plataforma gerenciada pela Apple que distribui aplicativos exclusivamente para iPhones, iPads, Macs, entre outros aparelhos da marca. Somente donos de dispositivos da Apple conseguem usar a App Store para instalar os aplicativos oferecidos em seus aparelhos.

Já o Google Play é a plataforma de distribuição de apps voltados para dispositivos Android. A loja digital é bem similar à App Store, mas só está disponível para donos de smartphones, tablets, TVs, smartwatches e outros dispositivos que utilizem o sistema operacional Android.

Muitas vezes, um mesmo aplicativo pode ser encontrado tanto na App Store quanto no Google Play. Se a pessoa tiver um iPhone, terá de usar a App Store para baixá-lo. Mas caso ela tenha um smartphone Android, terá de instalar a ferramenta via Google Play.

Qual é a diferença entre App Store e Apple Store?

App Store diz respeito à loja digital de aplicativos e serviços compatíveis com o ecossistema da Apple. Já Apple Store é a loja (física ou online) que vende os eletrônicos e acessórios da Apple.

Para entender de vez e memorizar: se você precisa baixar um aplicativo em seu iPhone, terá de usar a App Store; se você quiser comprar um iPhone, vai ter que acessar o site da Apple Store ou ir até uma das lojas físicas.

Por que a App Store não funciona?

Há casos em que você talvez não consiga acessar a App Store e visualize uma mensagem “Não pode conectar”. Dentre os principais motivos que impedem o funcionamento correto da App Store, estão:

  • Interrupção de serviço: o sistema da App Store pode estar fora do ar, impedindo o funcionamento da plataforma.
  • Falha de conexão: problemas de conexão ao Wi-Fi ou rede móvel podem impactar o funcionamento da App Store.
  • Atualizações pendentes: pode ser necessário atualizar o sistema operacional para a versão mais recente para usar a App Store.
  • Data e hora errada: data e hora incorretas afetam o funcionamento de diversos apps, incluindo a App Store.

Posso desinstalar a App Store do celular?

Sim, dependendo de sua localidade. Usuários da União Europeia (UE) e Japão podem desinstalar a App Store de iPhones ou iPads, desde que instalem uma loja de aplicativos alternativa antes, e a definam como padrão para a instalação de apps.

Já usuários do Brasil e de regiões fora da UE ou Japão não podem excluir a App Store dos dispositivos Apple.

Consigo instalar aplicativos fora da App Store no meu iPhone?

Sim. Usuários Apple da União Europeia e Japão podem instalar apps no iPhone ou iPad de lojas de aplicativo alternativas. Nessas mesmas localidades, também é possível baixar e instalar ferramentas no iPhone ou iPad direto de um site, via navegador web.

Além desses meios, você pode instalar apps que não estão na App Store em um iPhone que sofreu jailbreak, estando em qualquer localidade. O processo é similar à instalação de arquivos .APK no Android, mas vale ressaltar que o processo de jailbreak remove algumas restrições de segurança do iOS, o que deixa o aparelho mais vulnerável.

O que é App Store? Conheça a loja de aplicativos do iPhone, iPad e Mac

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Interface da App Store para Mac (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Ícone da App Store no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone ficou inacessível sem o caractere especial (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Apple trabalha em correção de mudança no teclado do iOS que impediu um usuário de digitar a senha de desbloqueio do iPhone.
  • O caso envolve o estudante Connor Byrne, que usou uma senha alfanumérica com o caractere caron (ˇ), removido do teclado tcheco na atualização do iOS 26.
  • Byrne disse, em entrevista, que pretende trocar o iPhone por um Android.

A Apple está trabalhando em uma correção para a mudança no teclado que impediu um usuário de digitar sua senha e, com isso, poder usar seu iPhone.

As informações foram obtidas pelo site The Register e são um desdobramento do caso do estudante Connor Byrne, que teve repercussão durante a semana. O conserto deve vir em uma futura atualização do iOS, mas ainda não se sabe como isso se dará na prática.

O que aconteceu com a senha do iPhone?

Celular exibe a tela da troca de senha do iPhone
PIN é a forma mais simples de senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Byrne usava uma senha alfanumérica (com letras, números e caracteres especiais) para desbloquear seu iPhone. Essa é uma opção menos conhecida de usuários do iOS, que geralmente preferem PINs (senhas numéricas) de quatro ou seis dígitos. As senhas alfanuméricas são mais seguras.

O estudante foi além e incluiu um caractere especial pouco comum na sua combinação: o caron ou háček, que é uma espécie de acento circunflexo invertido (ˇ).

O caron é usado em línguas bálticas e eslavas. Ele estava presente no teclado tcheco do iOS, mas foi removido na atualização para o iOS 26. Ainda é possível digitar letras com o sinal (“ě”, por exemplo), mas não o acento sozinho.

Byrne, então, deixou de ter como digitar sua senha e ficou sem acesso a fotos e arquivos, além de não poder usar o aparelho.

No Reddit, outras pessoas relataram problemas semelhantes: um usuário disse que não conseguiu mais digitar sua senha em um iPad depois do iPadOS 15, problema que só teria uma correção no iPadOS 17. O tablet, porém, não tinha suporte à atualização.

Estudante vai trocar iPhone por Android

Em entrevista ao Register, Byrne disse ter sentimentos contraditórios sobre a informação: estava impressionado por um conserto estar a caminho nove dias após o relato, mas também estava incrédulo que a mudança havia sido aprovada.

O estudante também revelou que, mesmo com o reparo, vai trocar de aparelho e comprar um com Android, em busca de câmeras melhores.

Com informações do Register

Apple vai corrigir mudança que impediu usuário de usar seu próprio iPhone

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Veja o passo a passo para criar uma nova senha para o iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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iPhone 17e atinge o menor preço desde o lançamento em promoção no Magazine Luiza

R$ 5.799,0030% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17e de 256 GB está em oferta por R$ 4.051 no Pix no Magazine Luiza, um desconto de 30% sobre o valor de lançamento de R$ 5.799 e a maior promoção desde o lançamento do gadget.

O mais recente celular acessível da Apple possui chip A19 de alta performance, câmera principal de 48 MP e tela OLED com brilho de até 1.200 nits.

iPhone 17e traz chip Apple A19 e câmera de 48 MP

O iPhone 17e pode ser o mais novo celular de “baixo custo” da Apple, mas não é fraco. Seu chip A19 de 3 nanômetros é o mesmo que equipa o iPhone 17, e aliado a 6 GB de RAM, entrega performance alta em multitarefa, apps e games. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço interno razoável para guardar fotos, vídeos e arquivos.

O painel Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 1.200 nits, garantindo a entrega de cores vibrantes e visibilidade clara mesmo sob luz forte. O revestimento do vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra riscos e arranhões.

A traseira acomoda uma única câmera wide de 48 MP com estabilizador óptico de imagem (OIS), com um recurso de “zoom com qualidade óptica” de até 2x (na verdade, zoom digital com melhoramentos por algoritmo), enquanto a frontal de 12 MP tira selfies com alta resolução. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Imagem mostra parcialmente a tela do iPhone 17e ligada no site do Tecnoblog
iPhone 17e apresenta notch como geração anterior, sem Dynamic Island (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Sobre durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17e conta com revestimento de vidro na traseira e o reforço da certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este celular se conecta com redes 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3, NFC para ações por aproximação e suporta eSIM. Sua bateria de 4.005 mAh é compatível com MagSafe e tem autonomia para um dia inteiro de uso segundo a fabricante, além de suportar carregamento rápido que suporta uma carga de 50% em apenas 30 minutos.

O iPhone 17e (256 GB) roda iOS e é elegível a pelo menos cinco grandes atualizações do sistema operacional. O celular acessível da Apple sai por R$ 4.051 no Pix no Magazine Luiza, um abatimento de 30% em relação ao preço original e a maior oferta vista desde o lançamento.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17e atinge o menor preço desde o lançamento em promoção no Magazine Luiza

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iPhone 17e conta com chip A19, tela OLED e câmera de 48 MP; celular "baratinho" da Apple recebe desconto de 30% no Pix sobre preço original

iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

R$ 7.999,0025% OFF

Prós
  • Tela ProMotion com 120 Hz
  • Câmera frontal com 18 MP e ultrawide de 48 MP
  • Wi-Fi 7 e Bluetooth 6.0
  • Chip Apple A19 de 3 nanômetros
Contras
  • Não tem câmera teleobjetiva
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 (256 GB) está disponível por R$ 6.029,10 no Pix no Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED e Apple Intelligence, lançado por R$ 7.999, teve uma redução de 25% no preço nesta oferta.

iPhone 17 tem Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmera que filma em 4K

Com o design moderno Dynamic Island, o iPhone 17 tem uma tela compacta Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. Reproduzindo imagens detalhadas e fluidas, o painel ainda conta com os recursos ProMotion e HDR.

Na parte de câmeras, o telefone tem um conjunto traseiro liderado pelo sensor de 48 MP para vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP promete selfies com alto nível de detalhes no Modo Retrato, além de registrar vídeos em 4K.

O iPhone 17 vem equipado com o chip Apple A19 combinado com 8 GB de RAM, garantindo alto desempenho para tarefas básicas e os recursos do Apple Intelligence. O telefone traz 256 GB de armazenamento interno, o que pode ser bastante limitado e exigir o uso do iCloud para expandir a memória.

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, com mesa em madeira como fundo
O iPhone 17 tem uma câmera dupla traseira com sensor de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple adota uma bateria de 3.692 mAh com autonomia para até 30 horas de reprodução de vídeo. Eventualmente exigindo mais de uma recarga diária para usuários ativos, o carregamento rápido de até 50 W recupera metade do tanque de energia em apenas 20 minutos na tomada.

Além do suporte para eSIM, o telefone conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC. Em relação ao software, o aparelho vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos 5 grandes atualizações do sistema operacional da Apple.

Mantendo as características premium da marca, o iPhone 17 (R$ 6.029,10 no Pix) tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Ademais, o certificado IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

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iPhone 17 (256 GB) recebe desconto de 25% na melhor oferta recente

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iPhone 17 de 256 GB com Apple Intelligence, tela OLED e câmera de 48 MP fica mais barato com pagamento via Pix no Mercado Livre

O iPhone 17 pesa 177 gramas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

Mão segurando iPhone 17 azul-névoa, destacando a parte frontal e a lateral esquerda, enquadrando metade do aparelho, com mesa em madeira como fundo
Apple estaria testando protótipo com Ilha Dinâmica 35% menor (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple estaria 2 variantes de tela para o iPhone 18 Pro.
  • Segundo o leaker Digital Chat Station, uma variante mantém a Dynamic Island atual e outra reduz o recorte, deixando-a em formato “mini”.
  • O rumor também sugere que a fabricante estuda novos materiais para a traseira do aparelho.

O design do futuro iPhone 18 Pro ainda não está finalizado, mas os bastidores da indústria começam a dar pistas sobre os próximos passos da Apple. Segundo o conhecido leaker Digital Chat Station, a fabricante estuda reduzir as dimensões da Dynamic Island e realizar ajustes sutis no acabamento da parte traseira do aparelho.

De acordo com a publicação, feita na rede social chinesa Weibo nessa quinta-feira (09/04), o objetivo seria corrigir escolhas de design introduzidas no iPhone 17 Pro que acabaram dividindo as opiniões do público.

O que mudaria na Dynamic Island?

O rumor gira em torno da dimensão do recorte superior da tela. Segundo o informante, a cadeia de suprimentos da empresa estaria conduzindo um cenário de testes com duas opções de hardware antes de autorizar o início da produção em massa.

A primeira alternativa manteria o molde de tela já existente, reaproveitando a mesma estrutura frontal adotada nos iPhones lançados no ano passado. Caso essa vertente seja a escolhida, a decisão resultaria em alterações nulas para o consumidor final.

Em contrapartida, a segunda opção introduziria o que o vazamento descreve como uma “Mini Ilha Dinâmica”. Essa versão reduzida do recorte seria viabilizada alterando a posição de alguns componentes do sistema Face ID. Na prática, os sensores de recepção infravermelha, responsáveis por ler a biometria facial em 3D, seriam posicionados por baixo da tela.

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Sucessor do iPhone 17 Pro também pode trocar acabamento na traseira (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Traseira com novos materiais

Os rumores também fornecem indicativos sobre a parte traseira do celular. Respondendo a perguntas de seguidores no Weibo, a fonte detalhou que o bloco retangular, responsável por abrigar o conjunto de lentes da câmera, deverá permanecer idêntico ao adotado nos modelos de 2025. Contudo, a carcaça principal do telefone apresentaria pequenos ajustes nos materiais de construção para entregar um visual mais coeso e elegante.

Vale lembrar que o iPhone 17 Pro introduziu um design bicolor, caracterizado por uma quebra entre o chassi de alumínio e o recorte principal de vidro. Para a geração deste ano, a Apple adotaria a estética de dois tons, implementando uma transição mais suave e discreta entre o metal e o vidro traseiro. Adicionalmente, as opções de cores para o catálogo do iPhone 18 Pro também seriam reformuladas.

Considerando o histórico recente da Apple, a estratégia relatada pelos informantes acompanha o padrão de lançamentos da empresa. Como a geração de 2025 já apresentou inovações maiores, seria improvável que a fabricante promovesse grandes novidades em apenas um ano.

De qualquer forma, como o modelo ainda está nos estágios de engenharia e produção de protótipos, todas as informações circulam como rumor.

iPhone 18 Pro pode trazer mini Dynamic Island e nova traseira

A tela Super Retina XDR OLED abriga a Dynamic Island e tem taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

Ilustração de um iPhone dobrável
iPhone dobrável se mantém em 2026 (imagem: reprodução/9to5mac)
Resumo
  • A Apple deve lançar o iPhone dobrável em setembro de 2026, junto da linha iPhone 18 Pro.
  • O aparelho deve custar mais de US$ 2.000 e superar o preço de todos os iPhones e da maioria dos iPads.
  • A Apple teria resolvido problemas de durabilidade e vinco na tela. O aparelho deve ter interface híbrida, foco em mídia e formato próximo de um tablet.

A Apple deve entrar no mercado de celulares dobráveis em setembro de 2026, e já na faixa mais alta de preço. O primeiro iPhone com tela flexível deve custar mais de US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil em conversão direta) e chegar junto à linha iPhone 18 Pro.

Caso a informação se confirme, o iPhone Fold (ou iPhone Ultra, segundo rumores) chegaria mais caro que todos os iPhones e a maioria dos iPads. Para o Brasil, ainda que a Apple já seja conhecida por praticar preços elevados, isso pode significar um valor muito maior do que a maioria dos dobráveis mais populares. Um Mac Studio, que custa aproximadamente US$ 1.999, sai na loja oficial da Apple no Brasil por R$ 25 mil.

Ao menos a previsão de lançamento, que contraria relatos recentes de atraso, é positiva. Um relatório do Nikkei Asia publicado na terça-feira (07/04) apontava dificuldades na fase de testes que poderiam resultar em um adiamento dos dispositivos. No entanto, fontes ouvidas pelo jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o cronograma segue mantido.

Mesmo com possível estoque inicial reduzido nas primeiras semanas, a Apple estaria trabalhando para lançar o dobrável simultaneamente ou pouco depois dos modelos convencionais, segundo a agência.

Fim do vinco

A Apple chegaria mais tarde ao mercado de dobráveis — já dominado pela Samsung e fabricantes chinesas —, mas apostaria em refinamento técnico para se diferenciar.

Segundo fontes ligadas ao projeto, a empresa acredita ter avançado sobre dois dos principais problemas do segmento: a durabilidade da tela e o vinco central. Com o lançamento em setembro, a empresa deverá provar que a tecnologia no display é superior à vista no Oppo Find N6, anunciado no mês passado com esse mesmo diferencial, e, possivelmente, a da próxima geração do Galaxy Z Fold.

Quando aberto, o aparelho deve se aproximar da experiência de um tablet. Imagens vazadas recentemente indicam um dispositivo mais quadrado e menor do que os dobráveis mais famosos.

Foto de dummies em cor rosa de iphones em uma mesa.
Suposto protótipo do iPhone dobrável ao centro (imagem: Sonny Dickson/Bluesky)

A estratégia deve incluir também:

  • Interface híbrida: o iOS serria adaptado para que os aplicativos se comportem de forma semelhante ao sistema do iPad com a tela expandida.
  • Foco em mídia: o display teria orientação mais ampla em modo paisagem, favorecendo vídeos e jogos em relação aos dobráveis mais estreitos disponíveis hoje.

Estratégia de três anos

Segundo a agência, o dobrável é tratado como o segundo passo de um plano de três anos para reposicionar a linha iPhone.

No ano passado, a Apple já havia promovido mudanças com o iPhone Air. Neste aniversário de 20 anos, a empresa prepara uma reformulação mais ampla, seguindo o que fez há 10 anos com o lançamento do iPhone X.

A expectativa é elevar o preço médio de venda e impulsionar a receita. Em paralelo, a empresa deve reorganizar o calendário de lançamentos, com o iPhone 18e e uma nova versão do iPhone Air em 2027.

iPhone dobrável deve chegar em setembro com preço acima de US$ 2.000

(imagem: reprodução/9to5mac)

(imagem: Sonny Dickson/Bluesky)
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O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

imagem de dois smartphones xiaomi realizando o carregamento reverso
Entenda como funciona a tecnologia que transforma o smartphone em um “power bank” (imagem: Reprodução/Xiaomi)

O carregamento reverso é a tecnologia que transforma o smartphone em um carregador portátil improvisado para emergências. Com esse recurso, o usuário consegue carregar um celular com outro utilizando cabos USB-C ou apenas o contato por indução.

O sistema inverte o fluxo tradicional para transferir carga da bateria principal para acessórios ou outros aparelhos próximos. Tudo acontece via protocolo USB-OTG ou gerando um campo magnético que alimenta fones de ouvido e smartwatches.

A Samsung lidera o mercado Android com o Wireless Power Share nas linhas Galaxy S e nos dobráveis Z Fold e Z Flip. Enquanto isso, a Apple introduziu o compartilhamento cabeado no iPhone 15, garantindo fôlego extra para outros gadgets.

A seguir, conheça a tecnologia de carregamento reverso, como ela funciona detalhadamente e quais dispositivos podem transferir energia para outros aparelhos. Também saiba os pontos fortes e fracos de usar este método de carregamento no dia a dia.

O que é carregamento reverso?

O carregamento reverso é uma tecnologia que transforma o dispositivo em um “power bank” sem fio ou via cabo, permitindo compartilhar a bateria do celular com outros smartphones. Embora útil em emergências, o recurso possui baixa potência e drena rapidamente a bateria do aparelho principal, servindo apenas como “carga paliativa”.

Como funciona o carregamento reverso?

O carregamento reverso inverte o fluxo tradicional: o dispositivo atua como uma fonte de energia em vez de receber. O smartphone usa o hardware interno para alimentar periféricos ou outros celulares, seja por meio de conexões físicas ou campos magnéticos.

No modo com fio, o protocolo USB-OTG comanda o controlador de energia para inverter a polaridade da porta USB. Assim, o celular deixa de consumir eletricidade e fornece uma corrente contínua estável para o cabo conectado.

O sistema de gerenciamento de energia monitora constantemente a temperatura e a voltagem para evitar o desgaste excessivo da célula principal. Por segurança, a potência é reduzida, tornando essa tecnologia ideal para carregar acessórios menores ou emergências rápidas.

No formato sem fio, a bobina de indução padrão Qi inverte a função original para gerar um campo eletromagnético ativo sobre a parte traseira. Esse método converte energia química em ondas de rádio, resultando em maior dissipação de calor e menor rendimento energético.

infográfico explicando o carregamento reverso sem fio
Como ocorre o carregamento reverso por indução (imagem: Reprodução/Cosmo Magazine)

Carregamento reverso consome muita bateria?

Sim, o carregamento reverso consome energia de forma considerável. Isso ocorre devido à baixa eficiência térmica, o que faz perder muito mais energia na forma de calor durante a transferência do que o dispositivo receptor realmente recebe.

Embora a conexão via cabo OTG seja mais estável que o método por indução, o uso frequente acelera os ciclos de desgaste do hardware principal. Por isso, ele deve ser uma solução somente em casos de emergência.

Quais são os tipos de carregamento reverso?

Existem duas formas principais de carregamento reverso:

  • Carregamento com fio (via USB-C ou OTG): utiliza um cabo físico para enviar energia diretamente da porta USB do dispositivo para outro aparelho. É a forma mais estável e rápida de transferir carga entre baterias;
  • Carregamento sem fio (Wireless Power Sharing): usa as bobinas de indução internas do aparelho para criar um campo eletromagnético que carrega dispositivos compatíveis apenas por contato físico, mas lentamente e dissipando mais calor.
Um homem sorridente utiliza um smartphone OPPO azul para carregar simultaneamente um estojo de fones de ouvido e uma luminária de mesa via cabos USB, demonstrando a função de carregamento reverso.
O carregamento reverso via cabo é o mais recomendado devido à estabilidade e velocidade da transferência de energia (imagem: divulgação/OPPO)

Quais dispositivos suportam carregamento reverso?

Estas são algumas categorias de dispositivos que podem atuar como “estações de energia” portáteis com a tecnologia de carregamento reverso:

  • Smartphones (Android e iPhone): modelos premium como as linhas Samsung Galaxy S e o iPhone 15 ou superiores podem fornecer energia via cabo USB-C ou indução magnética para carregar fones e relógios;
  • Tablets de alto desempenho: iPads com porta USB-C e tablets da linha Galaxy Tab S utilizam as baterias generosas para carregar acessórios periféricos rapidamente por meio de cabos;
  • Notebooks com USB Power Delivery: devido à tecnologia USB-C PD, alguns notebooks modernos conseguem inverter o fluxo de energia para alimentar celulares e tablets, mesmo quando desconectados da tomada;
  • Acessórios e capas com padrão Qi: capas com bateria integrada ou módulos magnéticos podem receber e repassar carga, transformando o conjunto “celular+acessório” em um hub de carregamento para outros dispositivos menores.

Quais celulares da Samsung suportam carregamento reverso?

Estas são as linhas de smartphones da Samsung que contam com Wireless Power Share, recurso que transforma o dispositivo em um carregador portátil:

  • Linha Galaxy S (S10 em diante): presente em todos os modelos premium desde 2019, o recurso usa o padrão universal Qi para transferir energia para outro dispositivo ou acessórios;
  • Linha Galaxy Z Fold (todos os modelos): desde a primeira geração, o dobrável mais robusto da marca permite carregar outros gadgets apenas encostando-os na parte traseira;
  • Linha Galaxy Z Flip (Todos os modelos): o dobrável compacto oferece a recarga reversa por indução em todas as versões lançadas até hoje;
  • Linha Galaxy Note (Note 10 e Note 20): os últimos integrantes da linha com S Pen também contam com a tecnologia, garantindo energia compartilhada para fones e relógios.
imagem de celulares Samsung realizando carregamento reverso em outro celular, smartwatch e fone de ouvido
Desde o Galaxy S10, a Samsung permite que os smartphones premium sejam usados para carregamenro reverso sem fio (imagem: Reprodução/Samsung)

O iPhone carrega outro celular por indução?

O hardware do iPhone não foi desenvolvido para o carregamento reverso por indução. Suas bobinas internas são configuradas apenas para receber energia via padrão Qi ou MagSafe, sendo incapazes de transmitir carga sem fio para outros celulares.

No entanto, a linha iPhone 15 e modelos superiores permitem o compartilhamento de carga via porta USB-C. Utilizando o protocolo Power Delivery, o aparelho consegue alimentar acessórios ou outros smartphones de forma cabeada.

Dá para saber se meu celular suporta carregamento reverso?

Sim, uma forma rápida de saber se o celular tem tecnologia de carregamento reverso é acessando o menu de configurações de Bateria ou Conexões no sistema operacional. Procure por funções como Wireless Power Share ou Compartilhamento de Bateria, que habilitam o aparelho a transferir energia para outros acessórios.

Se a opção não estiver visível, consulte as especificações técnicas oficiais no site da marca ou na área Produtos do Tecnoblog. Se o modelo listar suporte para carregamento reverso com ou sem fio, ele está apto para transferir carga para outros dispositivos.

imagem de dois iphone realizando carregamenro reverso via cabo
A Apple apenas perminte o carregamento reverso cabeado no iPhone (imagem: Reprodução/Vegger)

Quais são as vantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fortes da tecnologia de carregamento reverso:

  • Opção de emergência: atua como um “power bank” para uma carga rápida em outro celular ou acessórios quando não há tomadas por perto;
  • Ecossistema universal (Padrão Qi): a conveniência é democrática, permitindo transferir energia para aparelhos de diferentes marcas, desde que ambos suportem o padrão de indução sem fio;
  • Otimização de acessórios vestíveis: é a solução ideal para manter smartwatches e fones de ouvido carregados durante o trajeto para o trabalho ou em uma viagem, eliminando a necessidade de levar cabos específicos para cada gadget;
  • Redução da “ansiedade de bateria”: pode proporcionar paz de espírito ao usuário, transformando o celular principal em uma estação de carga centralizada que atende a todo o kit pessoal;
  • Sustentabilidade e menos e-lixo: ao transformar o smartphone em carregador, reduz-se a demanda por novos periféricos e baterias externas, combatendo o acúmulo de lixo eletrônico a longo prazo.

Quais são as desvantagens do carregamento reverso?

Estes são os pontos fracos do carregamento reverso:

  • Dreno acelerado no dispositivo hospedeiro: o aparelho principal consome sua própria carga rapidamente para alimentar o outro dispositivo, o que pode deixar o usuário na mão caso não monitore a porcentagem de energia restante:
  • Velocidade de carregamento limitada: a potência entregue é drasticamente menor que a de um carregador de parede, servindo apenas para “sobrevida” de acessórios ou carga de emergência em outros celulares;
  • Baixa eficiência e desperdício térmico: grande parte da energia compartilhada se dissipa como calor durante a transferência por indução, consumindo muito mais carga do hospedeiro do que o dispositivo receptor efetivamente armazena;
  • Exigência de alinhamento preciso: pequenos deslocamentos entre os aparelhos podem interromper o fluxo de energia por indução ou aumentar ainda mais a perda de eficiência por aquecimento;
  • Desgaste precoce das células de lítio: o calor gerado e os ciclos extras de carga e descarga aceleram o desgaste químico da bateria, reduzindo a vida útil do smartphone a longo prazo.
imagem de um tablet e um smartphone xiaomi realizando o carregamento reverso
O carregamento reverso deve ser uma opção de emergência, pois ele possui velocidade de carregamento limitada e drena mais energia do aparelho principal (imagem: Reprodução/Xiaomi)

Qual é a diferença entre carregamento reverso com fio e sem fio?

O carregamento reverso com fio é a função que usa o padrão USB para transformar o celular em um power bank, transmitindo energia diretamente via cabo para outros dispositivos. Por utilizar condutores metálicos, ele oferece alta eficiência energética, estabilidade constante e velocidades de recarga superiores.

O carregamento reverso sem fio transforma o smartphone em uma base de carregamento por indução, gerando um campo eletromagnético entre as bobinas internas para enviar energia. Embora ofereça a conveniência de eliminar fios, a tecnologia é mais lenta e exige um alinhamento preciso, resultando em maior dissipação de calor.

Qual é a diferença entre carregamento reverso e carregamento por indução?

O carregamento reverso é o método que inverte o fluxo de energia, transformando o smartphone em um carregador portátil para alimentar outros aparelhos e acessórios. Ele pode funcionar via cabo ou sem fio, usando a própria bateria do celular como fonte de carga.

O carregamento por indução é o processo de transferir energia de uma base conectada à tomada para o dispositivo via campos eletromagnéticos. O sistema utiliza bobinas de cobre para converter corrente alternada em contínua, abastecendo a bateria por contato.

O que é carregamento reverso? Veja como seu celular pode carregar outros dispositivos

Além de bateria robusta e carregamento rápido, OPPO A6 Pro possui carregamento reverso (imagem: divulgação/OPPO)
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Seria este o iPhone dobrável? Imagem de protótipo cai na rede

Foto de dummies em cor rosa de iphones em uma mesa.
Protótipo sugere iPhone dobrável diferente de concorrentes (imagem: reprodução/Sonny Dickson)
Resumo
  • Uma imagem publicada no Bluesky mostra o protótipo físico do que seria o iPhone dobrável da Apple.
  • O formato é mais largo que o dos dobráveis atuais, indicando que, quando fechado, lembrará um passaporte.
  • Segundo rumores, o projeto ainda enfrenta indefinições técnicas, com a Apple avaliando o material da dobradiça e até o nome do produto.

Um possível protótipo do primeiro iPhone dobrável vazou na internet e acendeu uma sequência de rumores sobre o projeto. As imagens mostram um suposto modelo físico usado em testes de design, indicando um aparelho mais largo que os dobráveis atuais.

Os registros da unidade sem componentes internos, usada por fabricantes de acessórios e nas etapas iniciais de validação do design, foram compartilhados na rede social Bluesky pelo leaker Sonny Dickson, conhecido por antecipar detalhes de produtos da Apple.

Embora o projeto avance internamente, relatos da cadeia de produção indicam dificuldades técnicas que ainda podem adiar a chegada do modelo ao mercado. A esta altura, a Apple não parece ter decidido sequer como vai chamar o aparelho. O nome “iPhone Fold”, vale lembrar, não é oficial, e rumores da cadeia de suprimentos chinesa sugerem que a empresa pode batizá-lo de iPhone Ultra.

Exclusive First Dummies of what the final size of the iPhone Fold, iPhone 18 Pro and iPhone 18 Pro Max will look like.

Sonny Dickson (@sonnydickson.bsky.social) 2026-04-07T06:00:47.598Z

Design “passaporte”

As imagens mostram um dobrável que se abre em uma tela interna ampla, com proporção mais próxima do quadrado. Diferente de modelos mais estreitos, o formato aposta no uso horizontal, o que pode favorecer leitura, multitarefa e consumo de conteúdo.

Quando fechado, o aparelho fica mais largo do que os smartphones tradicionais, lembrando o formato de um passaporte. O modelo vazado é mais pequeno e largo do que outros dobráveis, como um livrinho de passaporte.

Na parte externa, o módulo de câmeras aparece disposto na horizontal, ocupando boa parte da traseira. O conjunto reforça a ideia de um design menos “smartphone”, como os Galaxy Z Fold, e mais voltado para produtividade.

Materiais, dobradiça e o desafio do vinco

Ilustração de um iPhone dobrável
Apple ainda define materiais para o dispositivo (imagem: reprodução/9to5mac)

Apesar do avanço no design, o leaker Fixed Focus Digital sugere que a Apple ainda não definiu o material da dobradiça, avaliando opções como metal líquido e ligas de titânio. Relatos indicam que a empresa busca uma solução capaz de suportar um alto número de dobras sem comprometer a estrutura do display, o que tornaria o desenvolvimento mais complexo.

Display esse que, como especula-se há meses, deve ser fornecido pela Samsung. O rumor ganhou força após o presidente da companhia, Lee Cheong, afirmar que a fabricante se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.

Na ocasião, a Samsung não citou a Apple diretamente, mas a informação foi associada ao projeto por veículos da imprensa sul-coreana. Meses depois, a fornecedora apresentou publicamente o protótipo de tela sem vinco, que deve chegar na próxima geração de dobráveis da marca. A tecnologia já não é mais uma grande novidade, já que a Oppo se adiantou com o lançamento do Find N6.

Outros rumores, divulgados por leakers da indústria, apontam que a Apple estaria testando baterias entre 5.400 mAh e 5.800 mAh.

Lançamento distante e atrasos na produção

Mesmo com o avanço no desenvolvimento, o lançamento ainda parece distante. O Nikkei Asia aponta que a Apple enfrentou mais problemas do que o esperado na fase de testes de engenharia do dobrável.

Segundo as fontes ouvidas pelo jornal, os desafios, incluindo negociações de custo com parceiros de manufatura e a indefinição sobre componentes, são mais complexos do que o previsto e podem atrasar o cronograma de produção. A previsão mais comum é de que o dispositivo chegue em setembro deste ano.

Seria este o iPhone dobrável? Imagem de protótipo cai na rede

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Vazamento sugere formato mais largo, em design "passaporte". Rumores também indicam desafios técnicos que podem adiar o lançamento da Apple.

(imagem: reprodução/9to5mac)
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Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

“Casa, vista da Orion”: NASA revelou foto tirada com o iPhone 17 Pro Max (imagem: divulgação)
Resumo
  • A NASA autorizou celulares pessoais em missões espaciais em fevereiro de 2026. A Artemis II usou essa regra. O Reid Wiseman publicou fotos da Terra e da Lua feitas com um iPhone 17 Pro Max dentro da cápsula Orion.
  • A Artemis II é a primeira missão lunar tripulada do século XXI. A missão alcançou 406.000 quilômetros da Terra e superou o recorde da Apollo 13, de 1970.
  • O programa Artemis reúne a NASA, a ESA e a AEB. O plano prevê volta à superfície da Lua até 2028, criação de uma base lunar e missões futuras a Marte.

A Missão Artemis II chegou à órbita da Lua nesta segunda (6) e já entrou para a história com belas (e atuais) imagens da Terra e da Lua, registrando a volta do ser humano ao nosso satélite natural após 53 anos. Diferentemente de outras fotos encontradas na internet, os registros feitos diretamente da cápsula Orion, onde viajam os quatro tripulantes da missão, foram feitos pelos próprios iPhones dos astronautas.

Vale lembrar que essa é uma decisão recente: a NASA permitiu que os astronautas levassem dispositivos portáteis pessoais apenas em fevereiro deste ano.

Numa das primeiras imagens, o comandante da missão, Reid Wiseman, aparece observando o planeta Terra. Na tripulação da Orion estão também o canadense Jeremy Hansen e os americanos Victor Glover e Christina Koch.

Terra vista da Missão Artemis 2 (2026)
Já esta foi feita com uma Nikon (foto: divulgação/NASA)

Ida à Lua no século XXI

A Missão Artemis II é parte do Acordo Artemis, que envolve diversas agências espaciais pelo mundo, incluindo a NASA, dos Estados Unidos, a ESA, da Europa e a própria AEB, Agência Espacial Brasileira. A ideia é levar o ser humano de volta à superfície da Lua até 2028, além de estudar a possibilidade de montar uma base fixa no satélite natural da Terra no futuro. Mais à frente, o objetivo é chegar a Marte.

Primeira missão lunar tripulada no século, a Artemis II também marca a maior distância já percorrida por seres humanos para além da Terra: 248.655 milhas (cerca de 406 mil quilômetros), segundo a NASA, superando a missão Apollo 13, de 1970. Mas, dessa vez, com as tecnologias atuais, a viagem tem sido acompanhada e transmitida ao vivo pela agência espacial, sendo possível assisti-la diretamente no YouTube.

Traseira iPhone 17 Pro Max
iPhone 17 Pro Max foi o celular usado por Reid Wiseman para tirar a primeira foto inteira da Terra em mais de 50 anos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os astronautas também fazem seus próprios registros e dão atualizações da missão em tempo real, rendendo tuítes do comandante Reid diretamente da Orion, assim como a imagem do iPhone 17 Pro Max. A tripulação também levou uma Nikon D5.

Segundo o site USA Today, isso foi possível graças a uma nova regulamentação da NASA, que está em vigor desde fevereiro de 2026, logo antes da missão Crew-12, da SpaceX, empresa espacial de Elon Musk. Ela marcou o décimo terceiro voo comercial para a órbita da Terra.

Outros objetos terráqueos no espaço

Não foram a Crew-12 e a Artemis II que inauguraram a ida de objetos terráqueos do dia a dia ao espaço. Em 2018, a SpaceX enviou ao espaço um carro Falcon Heavy, que no momento está vagando pela Via Láctea, pouco depois de Marte. Até agora, já foram mais de 5,3 órbitas ao redor do Sol – e contando. É possível acompanhar a localização e outras informações curiosas sobre a viagem do automóvel num site especial.

Bonequinhos de LEGO enviados ao espaço, Juno (2011)
Bonequinhos de Lego enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011 (imagem: divulgação/National Space Centre)

Também há peças de Lego vagando pelo espaço neste momento, por mais estranho que pareça. A missão Juno, de 2011, levou uma “tripulação” de três bonequinhos de LEGO feitos com alumínio espacial, representando justamente Júpiter e Juno, além de Galileo Galilei, astrônomos que descobriu quatro das luas de Júpiter ainda em 1610.

Aparentemente, a LEGO tem um apreço pelas missões espaciais, já que a própria Artemis I, que foi à Lua sem tripulação, tinha quatro bonequinhos da marca a bordo, segundo a National Space Centre.

Por que os astronautas levaram o iPhone ao espaço?

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Foto da Terra tirada pelo astronauta Reid Wiseman durante a Missão Artemis II

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bonequinhos de LEGO enviados junto ao satélite Juno rumo a Júpiter, onde seguem a bordo desde 2011.
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Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Imagem mostra o logo do WhatsApp ao centro, sobre um fundo verde com faixas diagonais em verde mais claro. O logo consiste em um balão de diálogo branco com um contorno verde mais escuro, contendo um ícone de telefone branco dentro. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível, em fonte de cor branca.
WhatsApp introduz gerenciamento de armazenamento nas conversas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp lançou uma função para identificar e apagar arquivos grandes, liberando espaço no celular.
  • A atualização permite o uso de duas contas simultâneas no iPhone e facilita a transferência de dados entre sistemas.
  • Também há novos recursos de IA, que incluem edição de imagens e sugestões automáticas de respostas e figurinhas.

Em meio às conversas de amigos e grupos de família, há sempre muitos arquivos de mídia que acabam enchendo a memória dos aparelhos. Agora, o WhatsApp facilitou o caminho para encontrar e apagar arquivos grandes dentro de uma conversa específica, sem deletar o histórico de mensagens.

O recurso chega junto a um pacote de atualizações divulgado pela plataforma, que inclui também duas contas simultâneas no iPhone, transferência de dados facilitada entre sistemas e novos recursos de IA.

Como limpar o armazenamento

O caminho para organizar a bagunça dos arquivos ficou bastante intuitivo. Como adiantado em testes do WhatsApp Beta em 2025, para liberar espaço, basta:

  1. Entrar no chat desejado;
  2. Tocar no nome do contato ou do grupo no topo da tela;
  3. Escolher a opção “Gerenciar armazenamento”.

Dentro dessa nova aba, o sistema lista os documentos, fotos e vídeos mais pesados no topo, permitindo que você identifique facilmente esses arquivos. Outra alternativa é usar a tradicional função de “limpar conversa” e marcar a caixa para apagar somente os arquivos de mídia.

Para quem pretende fazer esse processo considerando todos os arquivos de mídia do app, o caminho segue o mesmo. Na aba “Você” (sua foto de perfil), encontre a opção de gerenciar armazenamento nas configurações de armazenamento e dados.

Duas contas no iPhone e transferência entre sistemas

Resolvido o problema do espaço, a atualização também mira em quem precisa separar a vida pessoal do trabalho. Assim como no Android, os usuários do ecossistema da Apple agora podem conectar duas contas diferentes ao mesmo tempo no mesmo aparelho.

Ainda falando sobre a troca de aparelhos, o WhatsApp reforçou sua ferramenta de transferência nativa. O processo para levar o histórico completo (com todas as mídias) de um iOS para um Android, ou mesmo entre celulares com o mesmo sistema, passou a exigir menos etapas de configuração.

Retoques com IA e figurinhas por emoji

Ilustração com a marca do WhatsApp e a marca da Meta AI
Meta expande IA nas conversas no WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Fechando a rodada de anúncios, a Meta decidiu aumentar a integração da Meta AI às conversas. A principal mudança está no envio de imagens, com a possibilidade de remover objetos indesejados da foto, trocar o plano de fundo ou aplicar filtros antes de enviar.

Para quem busca agilidade na digitação, a assistente virtual passará a sugerir respostas automáticas baseadas no contexto da conversa. Para quem prefere se comunicar com imagens, o app passará a sugerir figurinhas automaticamente ao digitar um emoji — basta um toque para substituir.

Todas as novidades estão sendo liberadas de forma gradual e devem chegar a todos os usuários em breve.

Nova função do WhatsApp ajuda a liberar espaço no celular

Marca do WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Chat com Meta AI irá aparecer no WhatsApp dos brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone 15 cai 47% em oferta por até 12x sem juros na loja Magalu no AliExpress

R$ 7.299,0047% OFF

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O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.840,44 em até 12x sem juros com o cupom NIVER6 na loja do Magazine Luiza no AliExpress. Mas corra porque o cupom acaba ainda hoje. O desconto é de 47% sobre o preço original de R$ 7.299, e a título de comparação, o preço em oferta também fica 34% abaixo do iPhone 17e (R$ 5.799).

E o celular da Apple leva vantagem pelo conjunto de câmeras mais avançado e versátil em relação a outros modelos.

iPhone 15 tem câmera ultrawide e modo Cinema

A principal vantagem do iPhone 15 em relação a outros celulares mais baratos da Apple (leia-se a linha iPhone e) se concentra nas câmeras. Enquanto o iPhone 16e e o iPhone 17e trazem apenas uma lente traseira principal de 48 MP, o iPhone 15 também é equipado com um ultrawide de 12 MP, mais adequado para fotos amplas de paisagem.

Além disso, o iPhone 15 oferece mais modos de câmera, que também contribuem para a qualidade e versatilidade dos conteúdos produzidos. Aqui, se destacam o modo Cinema e o modo Ação, ausentes no iPhone 16e e iPhone 17e. Respectivamente, as funções entregam efeito de profundidade e estabilização em filmagens.

O Dynamic Island também se destaca por não aparecer nos outros modelos, e torna a tela do iPhone 15 mais interativa e funcional em comparação. E a própria qualidade do display é superior, com já que oferece maior resolução (2.556 x 1.179 pixels) e brilho mais intenso (até 1.200 nits), garantindo melhor visibilidade sob luz solar.

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Contudo, vale reconhecer que o iPhone 17e corrigiu a falta do MagSafe nessa geração, e tanto ele quanto o iPhone 16e são equipados com processadores mais recentes. Mesmo assim, o chip A16 Bionic do iPhone 15 que sai por R$ 3.840,44 em até 12x com o cupom NIVER6 ainda deve entregar excelente desempenho para jogos e apps pesados.

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iPhone 15 cai 47% em oferta por até 12x sem juros na loja Magalu no AliExpress

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iPhone 15 tem câmera ultrawide, modo Cinema e tela mais brilhante que a do iPhone 17e; cupom em celular da Apple acaba hoje

Tela do iPhone 15 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

Mão segurando celular, com ferramenta de compartilhamento na tela
Galaxy S26 Ultra se comunica com iPhone próximo (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Samsung atualizou os Galaxy S26 no Brasil para compartilhar arquivos com iPhones via Bluetooth, preservando metadados de fotos e vídeos.
  • O Quick Share agora identifica iPhones próximos, permitindo envio direto de arquivos, mas não exibe nomes específicos dos dispositivos Apple.
  • A função requer Android com Google Play Services versão 26.11 ou superior e Quick Share atualizado, além de conexões Bluetooth e Wi-Fi ativas.

A Samsung liberou para clientes brasileiros a atualização que permite aos celulares Galaxy compartilhar arquivos diretamente com os iPhones, via Bluetooth. Esse era um pedido antigo que só se tornou viável agora: fazer Quick Share e AirDrop funcionarem em conjunto. O Tecnoblog realizou testes e comprovou que a função está operando conforme o prometido.

Com a atualização de segurança de março, o Quick Share passa a identificar iPhones próximos. No nosso teste, foi possível enviar fotos diretamente de um Galaxy S26 Ultra para um iPhone 15 Pro Max sem intercorrências. Os arquivos recebidos no dispositivo da Apple mantêm os metadados, como identificação do aparelho, data, hora, ISO e foco.

A liberação dessa ferramenta é uma ótima notícia depois de anos de dificuldades para compartilhamento de arquivos entre os sistemas de duas das maiores empresas de tecnologia do planeta.

Como funciona a integração com o iPhone?

A integração utiliza os protocolos de proximidade para permitir a visibilidade entre os sistemas. O Quick Share identifica os nomes dos iPhones ao redor, mesmo quando estão na agenda de contatos.

Mão segurando celular, com aviso de compartilhamento na tela
Samsung avisa sobre compartilhamento com aparelhos da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Quick Share compatível com AirDrop veio ativado de fábrica junto com a atualização. Ainda assim, é possível mexer nos ajustes seguindo este caminho: Config → Dispositivos conectados → Quick Share (ou Compartilhamento Rápido) → Ative a opção de Compartilhar com dispositivos Apple.

Requisitos

De acordo com a Samsung, o celular Android precisa rodar a versão 26.11 (ou superior) do Google Play Services e ter o aplicativo Quick Share atualizado pela Galaxy Store. As conexões Bluetooth e Wi-Fi de ambos os aparelhos também devem permanecer ativas durante todo o processo.

Por ora, temos notícias de que a nova ferramenta está disponível apenas para a recém-lançada linha do Galaxy S26. Existe a expectativa de que os sul-coreanos liberem mais mais dispositivos conforme disponibilizam os pacotes de segurança.

Galaxy do Brasil passa a enviar arquivos para iPhone (e funciona bem!)

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Recurso chega com a atualização de segurança de março para a linha Galaxy S26. Funcionalidade preserva metadados de fotos e vídeos.
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Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

Imagem de divulgação mostra a tela de um iPhone e de um computador Mac trocando informação via IA Claude
Novidade ainda é restrita ao ecossistema Apple (imagem: reprodução/Anthropic)
Resumo
  • Anthropic atualiza ferramentas Claude Cowork e Claude Code com controle remoto de Mac.
  • IA agora pode executar ações no macOS e automatizar tarefas complexas mesmo à distância.
  • Por enquanto, funcionalidade é restrita ao ecossistema Apple e chega em preview para assinantes pagos.

A Anthropic anunciou uma atualização de peso para as ferramentas Claude Cowork e Claude Code. A inteligência artificial da empresa agora consegue assumir o controle de um Mac remotamente para executar tarefas. O recurso permite que a IA aponte, clique, digite e até navegue pela interface do macOS, concluindo tarefas mesmo longe do computador.

A novidade funciona integrada ao Dispatch, outra funcionalidade recente que viabiliza a atribuição de processos entre diferentes aparelhos. Segundo a Anthropic, o sistema funciona da seguinte maneira: um usuário pode solicitar uma tarefa complexa ao Claude pelo aplicativo para iPhone; em seguida, a IA executa os comandos necessários no Mac que ficou em casa ou no escritório.

O modelo foi desenhado para atuar como um assistente. Em uma das demonstrações publicadas no YouTube, a IA recebe a instrução para exportar uma apresentação de vendas no formato PDF e anexá-la a um convite de reunião. A partir daí, o Claude realiza os cliques na interface do sistema de forma independente.

Como o Claude navega pelos aplicativos?

Para interagir com o sistema, o Claude prioriza integrações diretas com ferramentas como Slack ou Google Agenda. Quando essas pontes não existem, a IA passa a interpretar e controlar a tela. Ela rola páginas, clica em botões, abre arquivos e usa o navegador como um humano. O único requisito técnico é que o aplicativo desktop do Claude esteja aberto no macOS.

Apesar do avanço, a desenvolvedora é transparente quanto às atuais limitações. A Anthropic ressalta que o uso de computadores por modelos de IA ainda está em um estágio inicial e a ferramenta pode cometer erros de execução ou necessitar de uma segunda tentativa para finalizar comandos difíceis.

Para reduzir riscos, a IA sempre solicitará o aval do usuário antes de acessar um aplicativo novo ou instalar ferramentas. A companhia também implementou um sistema de verificação automático focado em detectar e neutralizar atividades perigosas. Outra recomendação oficial é evitar expor o recurso a dados sensíveis ou confidenciais, pelo menos neste período inicial.

A novidade já está disponível em formato de pré-visualização (preview) para assinantes dos planos pagos Claude Pro e Claude Max.

Imagem mostra opções de acesso da IA Claude ao sistema Mac
Claude solicita permissão do usuário para acessar novos aplicativos (imagem: reprodução/Anthropic)

Recurso segue tendência do OpenClaw

A nova funcionalidade do Claude segue uma tendência do mercado de agentes autônomos, esbarrando em comparações com o OpenClaw. O projeto de código aberto viralizou no início de 2026 por se conectar a aplicativos de mensagens, como WhatsApp e Telegram, utilizando um sistema baseado em plugins (“skills”) para automação e gerenciamento de arquivos.

Mas, aqui, há uma diferença no ecossistema. Enquanto o OpenClaw é multiplataforma (suportando macOS, Windows e Linux) e altamente personalizável, a versão da Anthropic aposta em um ambiente mais restritivo e controlado, rodando, até o momento, apenas nos computadores da Apple.

A atualização reforça a lista de melhorias da Anthropic, que também liberou recentemente uma ferramenta oficial de importação de memória. Ela permite transferir históricos de conversas de outras IAs concorrentes, eliminando a necessidade de começar do zero após migrar de serviço.

Claude agora pode controlar seu Mac pelo iPhone

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IA da Anthropic pode receber comandos pelo celular para controlar mouse e teclado e executar tarefas remotamente. Por enquanto, novidade é restrita ao ecossistema Apple.

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iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre

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O iPhone 17 de 512 está saindo por R$ 7.199 no Pix no Mercado Livre, um desconto de 24% sobre o preço original de R$ 9.499, e válido apenas para o modelo na cor preto. Esta é uma das melhores ofertas já verificadas, segundo sites de monitoramento.

O celular da Apple possui como destaques a tela OLED de 120 Hz, chip A19 de alto desempenho e câmeras wide e ultrawide de 48 MP.

iPhone 17 traz chip A19, câmeras de 48 MP e tela de 120 Hz

O iPhone 17 conta com um kit de câmeras principal composto por uma wide com estabilização óptica de imagem (OIS) e uma ultrawide, dupla que capta cenas em grande campo de visão, ambas de 48 MP. A câmera frontal Center Stage de 18 MP tira selfies no modo Paisagem sem precisar virar o celular. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O desempenho é amparado no chip Apple A19 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, que entregam alta performance em multitarefa, na execução de apps pesados e soluções de IA do Apple Intelligence. Os 512 GB de armazenamento oferecem grande espaço interno para armazenar vídeos, arquivos e fotos.

Seu painel Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas agora conta com ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vibrantes, entregar fluidez gráfica de alto nível e permitir visibilidade sob luz forte do Sol. O display é protegido pelo vidro Ceramic Shield 2, mais resistente contra riscos e arranhões.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Tela de 6,3″ do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda no quesito durabilidade, o corpo de alumínio do iPhone 17 recebe revestimento do vidro Ceramic Shield 2 na traseira e certificação IP68, que protege o celular contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Este smartphone conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM. Sua bateria de 3.692 mAh tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de até 25 W via USB-C, que vai de 0 a 50% em apenas 20 minutos.

O iPhone 17 (512 GB), que roda iOS 26 e é elegível a pelo menos cinco atualizações do sistema operacional, está em promoção por R$ 7.199 no Pix no Mercado Livre válido apenas para o modelo na cor preto. Você garante um desconto de 24% sobre o valor de lançamento em uma das melhores ofertas já vistas por essa versão.

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iPhone 17 (512 GB) tem uma das melhores ofertas que já vimos no Mercado Livre

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iPhone 17 de 512 GB tem chip A19, tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple recebe desconto no Pix de 24% em relação ao preço original
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WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp quer facilitar comunicação entre pessoas que não falam a mesma língua (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O WhatsApp está desenvolvendo tradução automática de mensagens para iOS em 21 idiomas, presente na versão beta 26.11.10.70.
  • A tradução funciona localmente, mantendo a criptografia de ponta a ponta, e pode ser ativada para cada contato ou grupo.
  • O recurso já está disponível no Android desde setembro de 2025.

O WhatsApp está trabalhando em uma ferramenta para traduzir automaticamente mensagens de grupos e de contatos, compatível com 21 diferentes idiomas. A funcionalidade está presente no código de uma versão beta para iOS.

O site especializado WABetaInfo encontrou o recurso durante uma análise da versão 26.11.10.70 do aplicativo. Ainda não existe uma previsão para o lançamento oficial.

Vale lembrar que o WhatsApp oferece traduções automáticas de mensagens no Android desde que a funcionalidade foi incluída no mensageiro, em setembro de 2025.

Como funciona a tradução automática de mensagens?

Três capturas de tela de um iPhone exibem a interface de tradução automática do WhatsApp no iOS. À esquerda, as configurações do chat mostram a opção "Translate messages" ativada e um menu suspenso para escolher o idioma de origem e o inglês como destino. Ao centro, a tela de perfil do contato exibe o ajuste "Translate Spanish to English" ativo. À direita, uma conversa aberta mostra a mensagem original em espanhol e sua tradução logo abaixo, com um menu sobreposto detalhando as opções de tradução e o botão "Remove translation".
Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)

O WABetaInfo compartilhou algumas telas de como seria o tradutor do WhatsApp. A opção fica dentro das configurações da conversa, podendo ser ativada de maneira independente para cada contato ou grupo.

Ao ativar a ferramenta, o usuário seleciona o idioma original das mensagens recebidas e o idioma no qual deseja ler o conteúdo. Também é possível selecionar o texto e, nas opções do menu de contexto, desfazer a tradução e visualizar o que foi escrito na língua original.

O WhatsApp recorrerá a ferramentas de tradução que rodam localmente, o que dispensa que as mensagens sejam enviadas a um serviço na nuvem. Com isso, a criptografia de ponta a ponta não fica comprometida.

WhatsApp já oferece este recurso no Android

A automatização das traduções é uma novidade no iPhone e no iPad, mas não no Android. No sistema do Google, selecione a mensagem desejada, toque nos três pontos no canto superior direito da tela e escolha a opção para traduzir. Depois, aponte quais são os idiomas desejados. No último passo, é possível ativar a tradução automática para as próximas mensagens recebidas.

No iOS, o caminho é parecido — selecione a mensagem desejada, toque em “Mais” no menu suspenso e, depois, toque em “Traduzir”. Aí, basta escolher os idiomas e baixar os pacotes correspondentes.

Com informações do WABetaInfo

WhatsApp prepara tradução automática de mensagens no iPhone

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mensagens são traduzidas automaticamente, mas é possível reverter o texto para o idioma original (imagem: reprodução/WABetaInfo)
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Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

Ilustração da lixeira do Files em um smartphone Android
Lixeira de arquivos armazena temporariamente itens excluídos do celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

A lixeira do celular é um diretório nos arquivos do smartphone que armazena temporariamente arquivos excluídos. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira da galeria, que aloca mídias (fotos e vídeos), documentos de texto e outros tipos de arquivo (como PDF e planilhas).

A lixeira do iPhone fica localizada no app “Arquivos”. Já a lixeira de celulares Samsung se encontra na seção de “Armazenamento do aparelho”. Smartphones Xiaomi e Motorola não costumam ter lixeira nativa, mas podem usar a lixeira do app “Files”, que geralmente vem pré-instalado de fábrica.

A seguir, veja como encontrar a lixeira de arquivos em seu celular.

Importante

O texto abaixo mostra como encontrar a lixeira de arquivos do celular. Caso esteja procurando pela lixeira de mídias (fotos e vídeos) de smartphones, acesse nossa publicação sobre a recuperação de fotos e vídeos apagados em Android ou iPhones.

O que é lixeira do celular?

A lixeira do celular é uma pasta que armazena itens excluídos do smartphone por tempo limitado, antes da exclusão permanente. Fotos, vídeos, áudios, PDFs e documentos de texto são exemplos de arquivos que podem parar na lixeira de smartphones.

Onde fica a lixeira do iPhone?

Para acessar a lixeira do iPhone, basta abrir o app “Arquivos”, acessar a guia “Explorar” (localizada no canto inferior direito da tela), e selecionar a opção “Apagados”.

A seção “Apagados” funciona como uma lixeira de arquivos do iPhone, que armazena itens excluídos via app “Arquivos” por até 30 dias antes da exclusão permanente dos itens. Mas é importante destacar que arquivos excluídos fora do app “Arquivos” não vão para essa lixeira.

Acessando a lixeira do iPhone
Acessando a lixeira do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Onde fica a lixeira do Android?

A lixeira de smartphones Android pode variar de localização, devido às diferenças dos sistemas operacionais e interfaces. Veja a seguir onde fica a lixeira do celular Samsung, Xiaomi ou Motorola.

Como encontrar a lixeira de celulares Samsung

Para abrir lixeira do celular Samsung, acesse “Configurações”, vá em “Assistência do aparelho e bateria” e entre em “Armazenamento”. A lixeira então estará localizada abaixo dos dados de armazenamento, com seções divididas de acordo com o tipo de arquivo excluído.

Itens excluídos pelo gerenciador de arquivos da One UI vão ficar na lixeira por até 30 dias, antes de serem excluídos de forma permanente. Já fotos e vídeos apagados pela galeria vão para outra lixeira, que fica localizada na galeria nativa do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola
Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola

Importante

O passo a passo abaixo ilustra como encontrar a lixeira do Files, que costuma vir pré-instalado de fábrica em smartphones Android. O método utiliza esse aplicativo porque nem todo smartphone Xiaomi ou Motorola conta com uma lixeira do gerenciador de arquivos nativo.

Você pode acessar a lixeira de celulares Xiaomi ou Motorola pelo app “Files”. Para isso, basta abrir o aplicativo “Files”, tocar no menu de três linhas (localizado no canto superior esquerdo da tela), e acessar a guia “Lixeira”.

Somente os arquivos excluídos via Files vão parar nessa lixeira, que aloca itens apagados por até 30 dias antes da exclusão permanente. Já mídias apagadas da galeria vão direto para a lixeira da galeria, enquanto arquivos excluídos via gerenciador de arquivos nativo (sem ser o Files) são eliminados de forma permanente do celular.

Como encontrar a lixeira do celular Samsung
Como encontrar a lixeira do celular Samsung (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

O que dá pra fazer na lixeira do celular?

Ao acessar a lixeira do seu celular, você poderá prosseguir com as seguintes ações:

  • Visualizar itens apagados: você pode entrar na lixeira para ver arquivos apagados do celular, de modo a analisar o gerenciamento de itens em seu smartphone.
  • Excluir arquivos permanentemente: é possível apagar itens individuais ou limpar a lixeira do celular para excluir todos os arquivos de forma permanente, liberando mais espaço de armazenamento no dispositivo.
  • Restaurar arquivos apagados: você pode restaurar arquivos que ainda estão na lixeira no Android ou iPhone caso tenha se arrependido da exclusão.

Posso restaurar itens apagados da lixeira?

Sim. Você pode restaurar da lixeira que foram apagados a menos de 30 dias, bastando selecionar os itens desejados e escolher opções como “Restaurar” ou “Recuperar”.

Caso o item tenha sido apagado permanentemente da lixeira, você pode tentar restaurar o backup no Android ou restaurar o backup no iPhone para um ponto anterior à primeira exclusão do arquivo. Mas tenha em mente que todos os dados, mídias e conversas pós-backup também vão ser apagados.

Outra saída é utilizar programas para recuperar arquivos deletados. No entanto, não há garantias que você vai recuperar os itens, já que a eficácia do processo leva em conta o tempo que se passou desde a exclusão, e se nenhum dado foi reescrito em cima dos dados apagados.

Qual é a diferença entre lixeira do celular e lixeira da galeria?

A lixeira do celular é uma pasta que aloca temporariamente itens excluídos do dispositivo, como mídias, arquivos em texto ou PDF. Trata-se de uma lixeira diferente da lixeira nativa da galeria, que abrange outros tipos de arquivos excluídos, e que costumam alocar temporariamente itens excluídos via gerenciadores de arquivos.

Já a lixeira da galeria é uma lixeira específica que armazena temporariamente fotos e vídeos excluídos da galeria nativa dos celulares. Diferentemente da lixeira do celular, a lixeira da galeria não armazena arquivos como PDFs, documentos de texto ou planilhas que foram apagados.

Onde fica a lixeira do celular? Saiba encontrar arquivos apagados no iPhone ou Android

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a lixeira do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira do celular Xiaomi ou Motorola (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como encontrar a lixeira do celular Samsung (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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iPhone 15 (512 GB) atinge menor preço registrado: 48% OFF cupom no Mercado Livre

R$ 9.59948% OFF

Prós
  • Painel Super Retina XDR com Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP que filma em 4K
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Entrada USB-C para carregamento
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence
PIX Cupom
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O iPhone 15 de 512 GB está saindo por apenas R$ 4.949,10 no Pix com o cupom MELHORPROMO no Mercado Livre. Este é o menor preço histórico pelo celular da Apple segundo o Buscapé, e representa um desconto de 48% em relação ao valor original. A título de comparação, o desconto também é de 32% em relação ao iPhone 17e de 512 GB.

Apesar de lançado em 2023, o iPhone 15 ainda traz uma ficha técnica bastante atual, e pode ser uma boa opção para queles que buscam um iPhone de geração passada avançado com preço mais baixo.

Ainda vale a pena comprar o iPhone 15?

Em relação ao conjunto de RAM e processador, é inegável que por ser um smartphone de geração passada o iPhone 15 perde em desempenho para sucessores como iPhone 17e. Contudo, é esperado que o chip A16 Bionic e a RAM de 6 GB ainda atendam bem para multitarefa e jogos por algum tempo, e o iPhone 15 leva vantagem em outros aspectos.

O primeiro deles é o jogo de câmeras, já que tanto iPhone 17e quanto iPhone 16e (não existe um iPhone 15e) são equipados com apenas um sensor traseiro de 48 MP. Já o iPhone 15, em comparação, traz dois sensores, sendo um de 48 MP como principal e outro de 12 MP ultrawide para fotos amplas. Além de mais modos de fotografia.

A segunda vantagem é a tela, com o iPhone 15 oferecendo pico de brilho de 2.000 nits, contra 1.000 nits no iPhone 16e e 1.200 nits no iPhone 17e. Consequentemente, o iPhone mais antigo se sai melhor na visualização sob luz forte, como em um dia de sol, por exemplo.

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Sobre as demais especificações do iPhone 15, a bateria é de 3.349 mAh, a resistência inclui Ceramic Shield e certificação IP68 contra água e poeira, e a conectividade inclui 5G e Bluetooth 5.3. Lembrando que, com o cupom MELHORPROMO, o preço do celular da Apple baixa para R$ 4.949,10 no Pix.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 (512 GB) atinge menor preço registrado: 48% OFF cupom no Mercado Livre

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iPhone 15 tem câmera traseira dupla e tela com brilho até 2.000 nits; celular da Apple sai quase pela metade do preço em promoção

Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
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iPhone Air (1 TB) despenca 46% com cupom no Mercado Livre

R$ 13.499,0046% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
15% OFF NA PáGINA R$ 7.289,10  Mercado Livre
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O iPhone Air de 1 TB está saindo por apenas R$ 7.289,10 no Pix ativando o cupom de 15% OFF que aparece na página do produto no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 46% em relação ao valor de lançamento, e é o menor preço histórico já cobrado pelo celular da Apple com corpo ultrafino e chip A19 Pro.

iPhone Air traz design fino e processador avançado

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone Air apresenta espessura de apenas 5,6 milímetros e pesa 165 gramas. Apesar da fineza, sua estrutura em titânio de grau 5 oferece alta resistência mecânica em um corpo extremamente leve. Enquanto o vidro frontal Ceramic Shield 2 protege o painel contra impactos severos.

Mais do que apenas oferecer um design diferenciado, o smartphone promete alto desempenho. O chip Apple A19 Pro possui seis núcleos com velocidade de 4.26 GHz. Seus 12 GB de memória RAM permitem multitarefa ágil sem interrupções. E a litografia de 3 nanômetros otimiza o desempenho em edições de vídeo 4K e jogos complexos.

Já o painel Super Retina XDR OLED possui 6,5 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz. A tecnologia HDR10 com Dolby Vision entrega cores vibrantes em qualquer conteúdo. O brilho de 3.000 nits garante legibilidade sob luz solar intensa. E a resolução de 1260 x 2736 pixels proporciona alta nitidez.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A câmera principal de 48 megapixels possui sensor de 1/1.56 polegada e estabilização óptica, e registra imagens nítidas com abertura f/1.6 em diversas condições de iluminação. Vídeos em 4K contam com suporte para Dolby Vision HDR e som estéreo. E a lente frontal de 18 megapixels utiliza foco automático para garantir boas selfies.

Por fim, o celular ultrafino da Apple traz uma bateria de 3.149 mAh, capacidade relativamente limitada para um topo de linha, mas esperada devido à fineza do aparelho. Lembrando que, hoje, o iPhone Air de 1 TB sai por apenas R$ 7.289,10 no Pix ativando o cupom de 15% OFF na página, sendo esse seu menor preço histórico.

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iPhone Air (1 TB) despenca 46% com cupom no Mercado Livre

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 16e atinge menor preço do ano em oferta exclusiva Amazon Prime

R$ 5.79945% OFF

Prós
  • Feito para Apple Intelligence
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
PIX Cupom
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O iPhone 16e de 128 GB está saindo por apenas R$ 3.188,90 no Pix com o cupom IPHONE300 na Amazon. A promoção é válida apenas para assinantes do Amazon Prime, e é a melhor registrada desde a Black Friday de 2025. Já o celular da Apple se destaca pela ficha técnica ao mesmo tempo poderosa e acessível.

Afinal, o iPhone 16e já não é mais o smartphone mais barato da atual da geração da Apple, mas ainda é bastante atual e significativamente mais barato que o iPhone 17e, que acaba de ser lançado por R$ 5.799. O preço original da versão de 256 GB da nova linha é o mesmo do modelo em oferta, representando desconto de 45%

iPhone 16e ainda é uma opção de celular Apple de custo-benefício

Em comparação com o sucessor, iPhone 17e, o iPhone 16e tem como principais diferenças o processador, sendo que cada um utiliza uma versão dos chips das linhas iPhone 17 e iPhone 16. E o suporte a acessórios Magsafe, que chegou na geração mais recente mas cuja falta pode ser facilmente contornada com uma capinha na anterior.

Além, é claro, do armazenamento. Nesse ponto, o iPhone 16e com preço mais baixo, que é o em promoção hoje, conta com apenas 128 GB de armazenamento, contra 256 GB no menor preço do iPhone 17e. Contudo, para quem vai comprar um iPhone agora, ainda pode fazer mais sentido pegar o modelo do ano passado e assinar o iCloud+.

Demais especificações continuam as mesmas. A tela Super Retina XDR de 6,1 polegadas oferece painel OLED com alto contraste infinito e cores vibrantes. O display atinge até 1.200 nits de brilho, garantindo ótima visibilidade sob luz solar direta. E a proteção Ceramic Shield reforça a resistência contra impactos.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A câmera principal de 48 megapixels utiliza abertura f/1.6 para capturar fotos detalhadas mesmo em condições de baixa luminosidade. Enquanto o sistema de estabilização óptica reduz tremores indesejados durante a gravação de vídeos em resolução 4K a 60 quadros.

Por fim, a bateria é de 4.005 mAh e a RAM de 8 GB. Lembrando que, em promoção histórica exclusiva para assinantes do Amazon Prime, o iPhone 16e de 128 GB sai por apenas R$ 3.188,90 no Pix com o cupom IPHONE300.

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iPhone 16e atinge menor preço do ano em oferta exclusiva Amazon Prime

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iPhone 16e traz especificações muito parecidas com as do iPhone 17e, e maior desconto desde a Black Friday chama a atenção na Amazon

iPhone 16e já começou a ser comercializado no Brasil (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone Air (512 GB) tem o menor preço desde lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF

R$ 11.999,0046% OFF

Prós
  • Tela Super Retina XDR de até 120 Hz
  • Boa performance com o chip A19 Pro
  • iPhone mais fino já feito com 5,64 mm
  • Smartphone leve, com apenas 165 g
Contras
  • Sem slot para cartão SIM
  • Bateria de 3.149 mAh
  • Somente uma câmera traseira
PIX Cupom
15% OFF DISPONÍVEL NA PÁGINA R$ 6.479,10  Mercado Livre
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone Air de 512 GB está em promoção por R$ 6.479 no Pix com cupom de 15% OFF no Mercado Livre, basta resgatar na vitrine. O valor representa um desconto de 46% em relação ao preço de lançamento de R$ 11.999 e o maior já registrado pelas plataformas de monitoramento.

O celular fininho da Apple se destaca pelo corpo de apenas 5,64 mm de espessura, que mesmo assim entrega desempenho de ponta com chip A19 Pro e 12 GB de RAM.

iPhone Air é magrinho, mas bastante potente

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os 165 g de peso e os apenas 5,64 mm de espessura do iPhone Air não influem no desempenho entregue pelo chip A19 Pro de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, o mesmo hardware interno do iPhone 17 Pro Max, que dá conta de multitarefa, apps e games bem pesados. Os 512 GB de armazenamento garantem espaço de sobra para vídeos, fotos e arquivos.

O painel Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas oferece cores vibrantes, possui ProMotion de 120 Hz que proporciona rolagem suave da tela e o brilho de até 3.000 nits assegura boa visibilidade sob luz forte. O display é protegido pelo revestimento do vidro Ceramic Shield 2, que protege três vezes mais de riscos, quedas e arranhões, segundo a Apple.

O Ceramic Shield está presente também na parte traseira do celular, cujo corpo é construído em titânio ultrarresistente e recebe o reforço da certificação IP68, conferindo resistência contra poeira e mergulhos de até 6 metros de profundidade em água doce por no máximo 30 minutos.

iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone Air (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Por outro lado, o iPhone Air conta com apenas uma câmera na traseira, uma wide de 48 MP com estabilização óptica de imagem (OIS) capaz de capturar cenas em um grande campo de visão. A frontal Center Stage de 18 MP pode tirar selfies em modo Paisagem sem ter que virar o celular. Ambas gravam vídeos em 4K a 60 fps.

O celular é compatível com redes 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC para ações com aproximação. A bateria de apenas 3.149 mAh tem autonomia de um dia de uso moderado e suporta carregamento rápido via USB-C de 0 a 50% em 30 minutos, segundo a Apple, além de contar com o recurso MagSafe.

O iPhone Air (512 GB) roda iOS 26 e deve receber ao menos cinco atualizações do sistema operacional. Ele sai por R$ 6.479 no Pix com cupom 15% OFF no Mercado Livre, um abatimento histórico de 46% quando comparado ao valor original.

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iPhone Air (512 GB) tem o menor preço desde lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF

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Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)
Resumo
  • AirPods Max 2 possui chip Apple H2, cancelamento de ruído 1,5 vez mais eficaz e tradução em tempo real;
  • fones suportam áudio de 24 bits e 48 kHz, Áudio Espacial e oferecem recursos como Áudio Adaptativo e Isolamento de Voz;
  • preço no Brasil é R$ 6.590, com vendas iniciando em 25 de março nos EUA e outros países.

Depois do anúncio de produtos como o MacBook Neo e o iPhone 17e, parecia que a Apple não iria lançar mais nada em março. Mas lançou: nesta segunda-feira (16/03), a companhia anunciou os fones de ouvido AirPods Max 2 que, no Brasil, custam a partir de R$ 6.590.

A novidade tem design externo similar ao dos AirPods Max de primeira geração, lançados em 2020. O principal atributo da nova versão é a presença do chip Apple H2, que já equipa linhas como AirPods 4, AirPods Pro 2 e AirPods Pro 3.

De acordo com a Apple, o H2 permite aos AirPods Max 2 terem cancelamento de ruído ativo (ANC) 1,5 vez mais eficaz do que na geração anterior. “Isso reduz ainda mais ruídos — como motores de avião ou trens urbanos — para que os usuários possam se concentrar totalmente em músicas, trabalho ou chamadas telefônicas”, explica a Apple.

Mulher usando os fones AirPods Max 2
AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Outro recurso notável é a tradução em tempo real, que permite que o usuário se comunique com uma pessoa que fala um idioma diferente com auxílio do iPhone. Esse modo foi introduzido nos AirPods Pro 3, vale relembrar.

No aspecto da qualidade de áudio, os fones oferecem suporte a 24 bits e 48 kHz quando o cabo USB-C que acompanha o produto é usado, bem como são compatíveis com Áudio Espacial.

Em linhas gerais, as principais características dos AirPods Max 2 são estas:

  • Áudio Adaptativo: ajusta automaticamente os parâmetros de áudio conforme o ruído do ambiente;
  • Consciência de Conversação: ajusta o volume automaticamente quando o usuário começa a falar com alguém;
  • Isolamento de Voz: usa áudio computacional para priorizar a voz do usuário em chamadas e bloquear ruídos externos;
  • Controle remoto da câmera: permite tirar fotos ou iniciar/pausar vídeos à distância;
  • Gravação com qualidade de estúdio: captura áudio mais limpo e com voz mais natural em gravações, útil para criadores de conteúdo, por exemplo;
  • Redução de Ruídos Altos: diminui sons ambientais muito altos para proteger a audição do usuário;
  • Volume Personalizado: ajusta automaticamente o volume conforme as preferências do usuário e o padrão de uso dos fones;
  • Interações com a Siri: permite interagir com a Siri usando gestos de cabeça.
Fones AirPods Max 2 em várias cores
Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)

Preço e disponibilidade dos AirPods Max 2

Os AirPods Max 2 começarão a ser comercializados pela Apple a partir de 25 de março nos Estados Unidos e em outros 30 países, aproximadamente. Os fones estarão disponíveis nas cores azul, roxa, meia-noite (preta), estelar (bege) e laranja.

No Brasil, o preço oficial é de R$ 6.590, sem considerar descontos ou promoções. Porém, ainda não está claro se as vendas por aqui também começam no dia 25.

Apple anuncia AirPods Max 2 com chip H2 e cancelamento de ruído melhorado

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

AirPods Max 2 (imagem: reprodução/Apple)

Fones AirPods Max 2 estão disponíveis em várias cores (imagem: reprodução/Apple)
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iPhone 16e em oferta em até 12x sai 42% mais barato que iPhone 17e

R$ 5.79942% OFF

Oferta encerrada 🙁
Avise-me por e-mail
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O iPhone 16e (128 GB) está disponível por R$ 3.380 em até 12x sem juros com o cupom BRAE8 na loja da Magalu no AliExpress. O celular acessível da Apple com câmera de 48 MP e Apple Intelligence tem 42% de desconto se comparado ao recém-anunciado iPhone 17e, cuja versão com 256 GB custa R$ 5.799.

É importante dizer que o iPhone 16e de 128 GB chegou às lojas em fevereiro de 2025 com o mesmo preço de R$ 5.799. Entretanto, com exceção da memória inicial, há poucas mudanças entre as duas gerações do iPhone e.

iPhone 16e traz chipset recente, tela OLED e câmera que filma em 4K

O iPhone 16e usa o chip Apple A18 e 8 GB de RAM, trazendo suporte para tarefas um pouco mais pesadas do dia a dia e ao Apple Intelligence. No entanto, os 128 GB de armazenamento interno podem ser muito pouco para alguns usuários e exigir o uso do iCloud para ampliar a memória para mídias e outros arquivos.

O modelo traz tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com resolução 2K, mas repete o desenho compacto e “retro” do iPhone 14. O painel com brilho máximo de 1.200 nits ainda conta com os recursos TrueTone e HDR para reproduzir cores vivas e detalhadas.

Para fotos e vídeos, o iPhone 16e tem uma câmera traseira com o único sensor Fusion de 48 MP que traz zoom híbrido de 2x e pode fazer registros em 4K. Ele também tem uma câmera frontal de 12 MP com Modo Retrato e HDR para deixar as selfies aprimoradas.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
A câmera traseira do iPhone 16e é formada por um único sensor de 48 MP capaz de filmar em 4K (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple tem estrutura de alumínio com acabamento traseiro de vidro, mantendo o aspecto premium e resistente da marca. Ele também possui certificado IP68 de resistência à água e pode ser submerso por até 6 metros em água doce pelo período máximo de 30 minutos.

O aparelho adota uma bateria de 4.000 mAh que, segundo a marca, garante até 26 horas de reprodução de vídeo. Os pontos fracos comparados ao iPhone 17e são que a versão de 2025 só oferece carregamento rápido de 20 W em vez de 40 W e não traz suporte para carregamento por indução MagSafe.

Por fim, o iPhone 16e (R$ 3.380 em até 12x sem juros com o cupom BRAE8) ainda oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Em relação ao software, o telefone vem com o iOS 18 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16e em oferta em até 12x sai 42% mais barato que iPhone 17e

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iPhone 16e de 128 GB com Apple Intelligence e câmera de 48 MP tem pagamento parcelado com cupom de desconto especial no AliExpress

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores

Marca da Apple
Desenvolvedores independentes ganham fôlego financeiro com a nova política (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple reduzirá a comissão da App Store na China de 30% para 25% a partir de 15 de março, após pressão regulatória.
  • Desenvolvedores no Programa de Pequenas Empresas da App Store também terão a taxa reduzida de 15% para 12%.
  • A decisão visa evitar investigações antitruste na China, um mercado que representa 17% da receita global da dona do iPhone.

A Apple vai reduzir as taxas cobradas de desenvolvedores na App Store da China. Em comunicado, a dona do iPhone confirmou que, a partir de domingo (15/03), a comissão padrão sobre a compra de apps e transações no ecossistema do iOS e iPadOS vai cair dos atuais 30% para 25%.

A decisão acontece após discussões com órgãos reguladores chineses, em uma tentativa clara da empresa de evitar a abertura de uma investigação antitruste no país asiático.

Essa mudança não beneficia apenas as grandes desenvolvedoras. Em nota, a empresa afirma que desenvolvedores qualificados no Programa de Pequenas Empresas da App Store e parceiros de miniaplicativos também terão um alívio: a taxa cai de 15% para 12%.

Por que a Apple decidiu reduzir as taxas na China?

A redução é uma resposta direta à crescente pressão do governo chinês. Em fevereiro, a CNBC relatou que a China estudava abrir uma investigação formal contra a dona do iPhone, focada justamente nas políticas restritivas e altos valores retidos pela App Store. O simples rumor gerou instabilidade no mercado e impactou negativamente o valor das ações da companhia.

Segundo o The Verge, a Maçã preferiu ceder e flexibilizar seu modelo de negócios a encarar uma briga jurídica prolongada. Do ponto de vista estratégico, a decisão faz sentido, já que a China figura como um dos mercados vitais para a empresa de Cupertino, respondendo atualmente por cerca de 17% de toda a sua receita global.

No comunicado, a Apple também justificou a alteração dizendo que quer manter o iOS e o iPadOS como uma “excelente oportunidade de negócios” na região. A empresa reforçou o compromisso com termos justos e transparentes, garantindo que as taxas na China não sejam maiores do que as praticadas em outros mercados.

Apple cede às pressões mais uma vez

O corte tem efeito imediato no bolso de estúdios de jogos, criadores independentes e empresas de serviços digitais que dependem da infraestrutura da Apple. Na prática, a medida aumenta a margem de lucro local retida pelos desenvolvedores em cada transação, o que pode impulsionar ainda mais o ecossistema de criação de software no país.

Ceder às pressões regulatórias, no entanto, não é novidade na estratégia recente da Apple. A empresa já foi forçada a fazer mudanças parecidas na União Europeia por conta da Lei dos Mercados Digitais (DMA). Por lá, a gigante da tecnologia precisou liberar a instalação de lojas de aplicativos de terceiros e autorizar o uso de métodos de pagamento alternativos para acalmar os reguladores e evitar multas bilionárias.

Apple reduz taxas da App Store na China após pressão de reguladores

Apple (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Rumor indica que primeiro dobrável da Apple focará em multitarefa (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple pode lançar seu iPhone dobrável até o fim de 2026, com uma interface semelhante à do iPad e Touch ID integrado ao botão lateral.
  • O design incluiria uma tela interna widescreen semelhante ao iPad mini e uma externa compacta, segundo os rumores.
  • A durabilidade dos painéis flexíveis seria um dos focos para competir no setor, com tecnologia para reduzir vincos e reforçar a dobradiça.

Já parece quase certo que a Apple trabalha em um iPhone dobrável. Agora, novas informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, indicam que o primeiro modelo pode chegar até o fim de 2026, com uma interface mais próxima da usada no iPad para facilitar o multitarefa e competir nesse segmento.

A chegada do iPhone Fold aconteceria sete anos após a sul-coreana Samsung apresentar a primeira geração da linha Galaxy Fold. Para compensar a entrada tardia na categoria, a Apple teria concentrado seus esforços na otimização do software para telas maiores e correção de falhas estruturais.

Como seria a interface do iPhone dobrável?

Os rumores indicam um novo smartphone da Apple com uma tela interna de tamanho próximo ao de um iPad mini antigo, adotando um formato widescreen quando aberto.

Esse design se distanciaria das proporções mais estreitas adotadas no recente Galaxy Z Fold 7, aproximando-se mais do visual e usabilidade do Google Pixel Fold original. A tela externa possuiria dimensões equivalentes às de um iPhone de tamanho compacto.

Apesar da semelhança visual com os tablets da companhia, o aparelho executaria a versão padrão do iOS, e não o sistema iPadOS. Na prática, o dispositivo não suportaria, por exemplo, o sistema de múltiplas janelas simultâneas presente no recente iPadOS 26.

Por outro lado, a Apple estaria reformulando seus principais programas nativos do iOS para incluir barras laterais na borda esquerda da tela, aproveitando o espaço do painel expandido. O sistema também permitiria a exibição de dois aplicativos lado a lado. Segundo Gurman, os desenvolvedores ganhariam ferramentas para adaptar aplicativos de iPhone à nova interface no modo paisagem.

iPhone Fold pode ter tela de proporções semelhantes às de um iPad mini (imagem: divulgação/Apple)

Touch ID de volta

Uma das alterações mais significativas de hardware seria a remoção do Face ID. O painel frontal do iPhone dobrável seria fino demais — a espessura lembraria dois “iPhone Air” unidos — para acomodar o complexo conjunto de sensores exigidos para o reconhecimento facial.

A solução da Apple, segundo Gurman, seria integrar o Touch ID ao botão lateral de energia. Esta mudança marcaria o primeiro lançamento de um iPhone com biometria digital desde o iPhone SE de terceira geração, lançado em 2022.

A tela externa também exibiria novidades. O clássico entalhe em formato de pílula daria lugar a um pequeno recorte circular para a câmera frontal, o conhecido “furo na tela”. Mesmo com essa alteração física, o software manteria a interface Dynamic Island ativa para a visualização de alertas do sistema e atividades em segundo plano.

Vale notar que esse mesmo design com furo na tela deve chegar a uma versão com tela touch do MacBook Pro ainda este ano.

Para o display interno principal, a empresa teria testado tecnologias de câmeras ocultas sob a tela. No entanto, a ideia teria sido descartada devido à baixa qualidade fotográfica. A traseira do smartphone, por sua vez, acomodaria duas câmeras, oferecendo um sensor a menos que as lentes triplas da linha Pro.

Durabilidade e preço alto

A durabilidade dos painéis flexíveis teria sido um dos principais empecilhos do projeto. A fabricante teria avaliado que os vincos na área de dobra são a maior deficiência dos dobráveis atuais.

Para contornar o problema, a Apple teria optado por uma tecnologia inédita que reduz a marca central de forma considerável. O esforço da engenharia também envolveria reforçar o mecanismo de dobradiça para aumentar o limite de aberturas e fechamentos antes de apresentar falhas.

Mesmo com um conjunto de câmeras mais modesto, o preço de lançamento do aparelho poderia ficar na casa dos US$ 2.000 (cerca de R$ 10,4 mil em conversão direta, sem impostos). Ou seja, se o produto realmente chegar ao mercado, não deve ser barato.

iPhone dobrável pode ter interface de iPad e reviver Touch ID

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Rumores indicam que a Apple prepara um iPhone dobrável com tela interna nos moldes do iPad mini. Modelo pode trazer leitor de digital de volta.

iPad Mini 6 (2021) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
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iPhone 15 (512 GB) sai 48% mais barato com cupom na Semana do Consumidor

R$ 9.59948% OFF

Prós
  • Painel Super Retina XDR com Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP que filma em 4K
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Entrada USB-C para carregamento
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence
PIX Cupom
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O iPhone 15 de 512 GB está saindo por R$ 4.949 no Pix com cupom VALEPROMO no Mercado Livre, um desconto de 48% sobre o preço de lançamento de R$ 9.599 e de 32% em comparação ao novo iPhone 17e com mesmo armazenamento.

O celular da Apple é equipado com chip A16 Bionic, tela OLED de 6,1″ similar à do modelo mais recente e a mesma câmera wide de 48 MP.

iPhone 15 tem câmera wide igual e tela similar à do iPhone 17e

Lançado em 2023, o iPhone 15 guarda algumas similaridades quando comparado ao recém-lançado iPhone 17e, como o painel Super Retina XDR OLED com taxa de 60 Hz em ambos. A diferença fica por conta do brilho de até 2.000 nits contra máximo de 1.200 nits no mais moderno, o que significa melhor visibilidade sob forte claridade.

O iPhone 15 conta com o chip A16 Bionic de 4 nanômetros e 6 GB de RAM, enquanto o iPhone 17e possui o A19 de 3 nm e 8 GB de RAM. Ainda assim, ambos gadgets dão conta de multitarefa, apps e games pesados.

A câmera wide dos dois smartphones possui 48 MP e OIS, mas o iPhone 15 traz uma adicional lente ultrawide de 12 MP, formando um kit para captura de fotos com grande campo de visão. Ambos possuem uma frontal também de 12 MP e todos os sensores gravam vídeos em 4K a 60 fps.

Mão segurando celular
iPhone 15 possui câmera wide de 48 MP igual à presente no iPhone 17e (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O corpo do iPhone 15 e do iPhone 17e é feito de alumínio, mas o celular de 2023 possui revestimento de vidro na traseira e do Ceramic Shield sobre a tela, contra respectivamente Ceramic Shield e Shield 2 no iPhone 17e. Por outro lado, ambos possuem certificação IP68 contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Em conectividade são compatíveis com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC. As baterias dos dois celulares suportam carga rápida de 0 a 50% em 30 minutos via USB-C e de 15 W sem fio, mas diferem na capacidade: 3.349 mAh no iPhone 15 e 4.005 mAh no iPhone 17e.

O iPhone 15 suporta iOS 26, enquanto o iPhone 17e já roda o sistema ao sair da caixa; os dois smartphones devem receber mais três e seis atualizações do sistema operacional respectivamente, promete a Apple.

Mão segurando celular
iPhone 15 e iPhone 17e contam com certificação IP68 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 (512 GB) está em oferta na Semana do Consumidor por R$ 4.949 no Pix com cupom VALEPROMO no Mercado Livre, um desconto de 48% em relação ao valor original e de 32% quando comparado ao recente iPhone 17e, o que faz dele uma boa opção de celular da Apple para quem deseja economizar.

Quando é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente em 15 de março, mas o varejo já oferece promoções com condições especiais desde o início do mês e deve manter a estratégia até o fim de março. Fique ligado na cobertura do Achados do TB para não perder as melhores ofertas.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 (512 GB) sai 48% mais barato com cupom na Semana do Consumidor

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iPhone 15 (512 GB) tem chip A16 Bionic, tela OLED e câmera de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 48% no Pix com cupom em oferta da Semana do Consumidor
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Semana do Consumidor: iPhone 16 sai 45% mais barato na Amazon

R$ 7.799,0045% OFF

Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX
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O iPhone 16 de 128 GB está em oferta por R$ 4.298 no Pix na Amazon, um desconto da semana do Dia do Consumidor de 45% sobre o preço original de R$ 7.799.

O celular da Apple vem equipado com o chip A18, 8 GB de RAM e a mesma câmera wide presente no recém-lançado iPhone 17e.

iPhone 16 traz câmera principal do iPhone 17e

O kit principal de câmeras do iPhone 16 traz a mesma wide de 48 MP presente no novo iPhone 17e, mas conta também com uma ultrawide de 12 MP ausente no modelo mais recente. O conjunto capta imagens em grande campo de visão. A frontal também de 12 MP para tirar selfies é igual em ambos os celulares.

O hardware interno possui algumas semelhanças e diferenças. O chip do iPhone 16 é o A18, enquanto o iPhone 17e possui o mais moderno A19, ambos de 3 nanômetros. Os dois celulares possuem 8 GB de RAM, mas tanto um quanto outro suportam multitarefa, apps e games pesados.

Os dois gadgets possuem corpo de alumínio e revestimento do vidro Ceramic Shield na traseira, que resiste a riscos e pancadas, e a adição da certificação IP68 que confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Tela do iPhone 16
Tela do iPhone 16 possui brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 e o iPhone 17e possuem um painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, com brilho de até 2.000 nits no celular de 2024 e até 1.200 nits no mais moderno. O primeiro é revestido pelo vidro Ceramic Shield, enquanto o segundo conta com o mais moderno Ceramic Shield 2.

Na conectividade, os dois iPhones são compatíveis com 5G, Bluetooth 5.3 e NFC, mas o iPhone 16 suporta Wi-Fi 6 contra conectividade Wi-Fi 7 do iPhone 17e. A bateria é de 2.500 mAh com suporte a carregamento rápido de 25W no modelo antigo, e de 4.005 mAh e a 15 W. Ambos suportam MagSafe.

O iPhone 16 é compatível com iOS 26 e o iPhone 17e já o roda ao sair da caixa. Os celulares devem receber respectivamente mais quatro e seis atualizações do sistema operacional.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Corpo de alumínio do Phone 16 traz certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 (128 GB) está saindo por R$ 4.298 no Pix na Amazon, um abatimento de 45% durante a Semana do Consumidor frente ao valor de lançamento.

Quando é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado anualmente em 15 de março, mas diversas lojas oferecerão promoções com condições especiais durante todo o mês. Acompanhe a cobertura do Achados do TB para não perder nenhuma oferta.

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Semana do Consumidor: iPhone 16 sai 45% mais barato na Amazon

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iPhone 16 de 128 GB possui câmera wide igual à do novo iPhone 17e; celular da Apple recebe desconto de 45% sobre preço original durante a semana do Dia do Consumidor
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iPhone 16e custa 41% menos que iPhone 17e com cupom no Mês do Consumidor

R$ 5.79941% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 16e (128 GB) está em promoção por R$ 3.399 no Pix com o cupom SOVALEHOJE na Amazon. O smartphone acessível da Apple com câmera de 48 MP e Apple Intelligence está 41% mais barato que o recém-anunciado iPhone 17e, que custa R$ 5.799.

Aqui vale dizer que o iPhone 16e, lançado em fevereiro de 2025, também teve o preço original de R$ 5.799. Então, esta oferta de Mês do Consumidor é uma oportunidade de comprar um smartphone bem semelhante ao novo modelo da Apple, mas com preço bem mais baixo.

iPhone 16e tem tela OLED, câmera de 48 MP e suporte ao Apple Intelligence

Com design compacto inspirado no iPhone 14, o iPhone 16e adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas. O painel com resolução 2K trabalha com brilho máximo de 1.200 nits e oferece os recursos TrueTone e HDR para imagens detalhadas e com cores vivas.

O modelo e de 2025 conta com uma câmera traseira com o sensor único Fusion de 48 MP capaz de filmar em 4K, mas tem apenas a opção de zoom híbrido de 2x em vez do zoom digital de 10x do iPhone 17e. Já a câmera frontal segue o padrão da Apple com 12 MP e a inclusão de recursos como Modo Retrato e HDR.

O iPhone 16e é equipado com o chip Apple A18 combinado com 8 GB de RAM, oferecendo alto desempenho para tarefas leves e suporte ao Apple Intelligence. Por outro lado, os 128 GB de armazenamento interno exigem o uso do iCloud para expandir o espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
iPhone 16e traz uma câmera traseira com um único sensor de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Em relação à autonomia, tanto o iPhone 16e quanto o iPhone 17e trazem uma bateria de 4.005 mAh que oferece até 26 horas de reprodução de vídeo. Ambos também oferecem opção de carregamento rápido de 20 W, prometendo ir de 0 a 50% em 30 minutos na tomada.

A primeira versão do smartphone mais acessível da Apple tem conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. Em vez de sair da caixa com o atual iOS 26, o dispositivo vem com iOS 18 e deve receber cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o iPhone 16e (R$ 3.399 no Pix com o cupom SOVALEHOJE) possui estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Além disso, o modelo tem certificação IP68 de resistência à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 6 metros em água doce.

O que é o Dia do Consumidor?

O Dia do Consumidor acontece no próximo dia 15 de março de 2026, mas diversas lojas estão promovendo ofertas e divulgando cupons de desconto especiais desde o início do mês. Siga as atualizações do Achados do TB para encontrar os melhores produtos no “precinho”.

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iPhone 16e custa 41% menos que iPhone 17e com cupom no Mês do Consumidor

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iPhone 16e de 128 GB com Apple Intelligence, câmera de 48 MP e tela OLED tem desconto com cupom e pagamento via Pix na Amazon

iPhone 16e é o modelo mais barato com acesso ao Apple Intelligence (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional

iPhone 12 Mini com Super Retina XDR e iPhone XR com Liquid Retina (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Versões antigas do iOS são alvo de hackers (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google analisou o exploit kit Coruna, que usa 23 vulnerabilidades do iOS para invadir iPhones sem instalação de aplicativos.

  • O kit teria circulado entre diferentes atores ao longo de 2025, incluindo espionagem estatal e grupos criminosos.

  • O malware foca em roubo financeiro, especialmente de carteiras de criptomoedas e chaves de recuperação.

Quem usa iPhone com uma versão antiga do iOS pode estar vulnerável a um exploit kit que passou pelas mãos do governo dos Estados Unidos, espiões russos e golpistas chineses ao longo de 2025. As informações sobre o kit, chamado Coruna, foram reveladas pelo Grupo de Inteligência contra Ameaças do Google (GTIG) nesta semana.

Segundo a apuração, o Coruna foi detectado inicialmente em fevereiro de 2025, operado por um cliente de uma empresa de vigilância não identificada. A mesma estrutura apareceu em campanhas do UNC6353, grupo suspeito de espionagem russa, que mirou sites e usuários da Ucrânia.

O ciclo de vazamentos culminou no final do ano, quando o pacote completo do malware foi utilizado em massa pelo UNC6691, um grupo hacker chinês.

Para os pesquisadores do grupo, o cenário indica o fortalecimento de um mercado paralelo de exploits “de segunda mão”, em que ferramentas digitais altamente destrutivas vazam dos alvos originais e passam a ser reaproveitadas por cibercriminosos comuns.

Como o ataque funciona?

Infográfico de linha do tempo do "Coruna iOS Exploit Kit" abrangendo de 2024 a 2026. Os marcos incluem: Janeiro de 2024 (Apple corrige vulnerabilidade no iOS 17.3), Fevereiro de 2025 (uso por cliente de empresa de vigilância), Julho de 2025 (uso em ataques contra sites ucranianos) e Dezembro de 2025 (uso em sites falsos de jogos e cripto para roubo de carteiras).
Coruna foi identificado em 2025 (imagem: reprodução/Google)

O Coruna combina 23 vulnerabilidades do iOS em cinco cadeias de exploração, funcionando sem que a vítima precise instalar nada. De acordo com o Google, iPhones rodando o iOS 13 até o 17.2.1 são vulneráveis.

A cadeia começa com uma exploração do motor de navegação do Safari (WebKit) para executar o código remotamente no dispositivo. Em seguida, contorna proteções de memória do sistema e avança até obter acesso ao kernel do iPhone.

Segundo o GTIG, na campanha do grupo chinês, por exemplo, as iscas eram páginas falsas de corretores de finanças e jogos de azar. Uma vez dentro do dispositivo, o sistema carregava um payload focado exclusivamente em roubo financeiro, batizado de PlasmaLoader.

Implantada, a invasão atua contra as finanças da vítima, buscando chaves de segurança de contas e sequências BIP39, usadas na recuperação de carteiras de criptomoedas. O malware roubava informações de carteiras de ao menos 18 aplicativos, incluindo MetaMask, Trust Wallet, Phantom e Exodus.

Captura de tela de um site falso de criptomoedas da WEEX. Uma janela de aviso ("Tip") aparece no centro da tela com a mensagem: "Esta página é otimizada apenas para dispositivos iOS. Por favor, acesse de um iPhone ou iPad", indicando uma tática para filtrar vítimas específicas para o kit de exploração.
Site usado de isca indica uso do iPhone (imagem: reprodução/Google)

Ligação com o governo dos EUA

De acordo com a empresa de segurança iVerify, que realizou engenharia reversa, o kit pode ter nascido como um framework do governo dos Estados Unidos. Segundo ela, o código apresenta semelhanças estruturais com armas cibernéticas do país e contém uma extensa documentação escrita em inglês nativo.

Para completar, a revista Wired reportou que o Coruna utiliza módulos de invasão vistos anteriormente na “Operação Triangulation”. Em 2023, a Kaspersky afirmou que o governo dos EUA tentou espionar os iPhones de seus funcionários usando justamente essa campanha. O Google, no entanto, não confirmou a origem do kit.

Como se proteger?

O Coruna não é eficaz contra a versão mais recente do iOS. Por isso, a recomendação é que usuários de iPhone atualizem o sistema operacional. Quem não puder atualizar e quiser se proteger, deve ativar o Modo de Isolamento, disponível na seção “Privacidade e Segurança”, nos Ajustes. O kit também não afeta dispositivos em modo de navegação privada.

O Google afirmou ter adicionado todos os sites e domínios identificados ao Safe Browsing para impedir que usuários os acessem pelo Chrome e outros navegadores compatíveis.

iPhones antigos são alvos de malware ligado à espionagem internacional

iPhone 12 Mini com Super Retina XDR e iPhone XR com Liquid Retina (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Google)
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3.3: iPhone 16e (512 GB) tem menor preço histórico com anúncio do iPhone 17e

R$ 8.099,0052% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 16e de 512 GB está em promoção por R$ 3.899 no Pix no 3.3 do Magazine Luiza, com um desconto de 52% em comparação ao preço original de R$ 8.099 e de 47% frente ao recém-lançado iPhone 17e.

O celular baratinho da Apple lançado em 2025 possui muitas similaridades em relação ao seu sucessor, especialmente na tela, memória RAM e câmeras, praticamente iguais nos dois modelos.

iPhone 16e conta com RAM e câmeras iguais às do iPhone 17e

O iPhone 16e possui vários elementos em paridade com o novo iPhone 17e, como as câmeras. A wide principal de 48 MP com OIS e a frontal de 12 MP com o recurso Center Stage, que mantém o usuário enquadrado no centro da tela durante selfies, são idênticas nos dois celulares e gravam vídeos em 4K a 60 fps.

A memória RAM de 8 GB também é a mesma entre os modelos, mas o processador muda: enquanto o iPhone 16e possui um Apple A18, o iPhone 17e traz o mais moderno A19, embora ambos sejam de 3 nanômetros e suportem multitarefa, apps e games pesados.

A proteção é igualmente similar, ambos possuem corpos de alumínio que contam com certificação IP68, protegendo contra poeira e mergulhos acidentais de até 6 m em água doce por no máximo 30 minutos.

Fotografia colorida mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. Ele está com a câmera frontal aberta.
Tela do iPhone 16e é quase igual à do iPhone 17e, só muda o revestimento (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O painel Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits e suporte a HDR10 também é o mesmo no iPhone 16e e no iPhone 17e, mas o revestimento protetivo muda: o modelo de 2025 conta com Ceramic Shield resistente a arranhões, já o de 2026 possui o sucessor Ceramic Shield 2 e revestimento antirreflexo.

A conectividade dos dois celulares também é igual, há compatibilidade com redes 5G, Wi-Fi 6Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. Ambos possuem baterias de 4.005 mAh que habilitam carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, mas a do iPhone 17e suporta MagSafe.

O iPhone 16e traz compatibilidade com o iOS 26, enquanto o iPhone 17e já roda o sistema ao sair da caixa. Os celulares terão respectivamente ao menos mais cinco e seis atualizações do sistema operacional.

Imagem mostra um iPhone 16e sendo segurado em uma mão. A parte traseira está para cima.
Câmera wide de 48 MP é a mesma no iPhone 16e e no iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16e (512 GB) sai por R$ 3.899 no Pix na promoção de 3.3 no Magazine Luiza, com um desconto de 52% sobre o valor de lançamento e de 47% em comparação ao iPhone 17e.

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3.3: iPhone 16e (512 GB) tem menor preço histórico com anúncio do iPhone 17e

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iPhone 16e (512 GB) possui câmeras, RAM e tela iguais às do iPhone 17e; celular da Apple sai 47% mais em conta no Pix em comparação a seu sucessor
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Mês do Consumidor: iPhone 16 (256 GB) despenca 42% na melhor oferta que já vimos

R$ 8.599,0042% OFF

Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX
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O iPhone 16 de 256 GB está em promoção por R$ 4.949 no Pix na Amazon, um desconto de 42% sobre o preço original de R$ 8.599 durante o Mês do Consumidor.

O celular da Apple que ainda é uma boa pedida antes da provável chegada do iPhone 17e, é equipado com o chip A18, tela com brilho de até 2.000 nits e câmera principal de 48 MP.

iPhone 16 tem chip Apple A18 e 8 GB de RAM

Lançado em 2024, o iPhone 16 é posicionado como o atual celular de entrada da Apple, e deverá manter vantagens quando comparado ao futuro iPhone 17e, principalmente na câmera.

Ao invés de uma câmera principal que o iPhone 17e deve trazer, o iPhone 16 conta com uma wide de 48 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, ambas para captar cenários amplos, enquanto a frontal de 12 MP tira selfies com qualidade. Todas gravam vídeos em 4K a 60 fps e em Full HD a até 240 fps.

O desempenho do celular fica por conta do processador Apple A18 de 3 nanômetros e 8 GB de RAM, sendo muito bom em multitarefa e rodar apps e games pesados. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço adequado para guardar fotos, vídeos e documentos.

Tela do iPhone 16
Tela OLED do iPhone 16 tem taxa de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O painel LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas do iPhone possui taxa de atualização de 60 Hz e brilho de até 2.000 nits, configurações que oferecem cores vivas e fluidez na rolagem da tela. O vidro Ceramic Shield protege o display contra riscos e arranhões.

Ainda sobre durabilidade, o corpo de alumínio do celular recebe certificação IP68, que lhe confere proteção contra poeira e mergulhos de até 6 m em água por no máximo 30 minutos.

A conectividade do celular inclui redes 5G, Wi-Fi 7 e NFC para pagamentos por aproximação. E a bateria de 3.561 mAh, resistente a até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta carregamento rápido de 25 W via USB, além de ser compatível com MagSafe.

Mão segurando iPhone 16 com as duas câmeras traseiras em foco
Câmeras do iPhone 16 incluem wide de 48 MP e ultrawide de 12 MP (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 16 (256 GB) é compatível com iOS 26 e deve receber ao menos mais quatro atualizações do sistema operacional. Ele sai por R$ 4.949 no Pix na Amazon no Mês do Consumidor, um abatimento de 42% em relação ao valor de lançamento.

Quando é o Dia do Consumidor 2026?

O Dia Mundial do Consumidor é comemorado no dia 15 de março, mas as lojas já oferecem descontos e promoções especiais e deverão continuar a fazê-lo durante todo o mês. Então fique de olho na cobertura do Achados do TB para não perder as melhores ofertas.

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Mês do Consumidor: iPhone 16 (256 GB) despenca 42% na melhor oferta que já vimos

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iPhone 16 com chip A18, câmera de 48 MP e tela OLED de 6,1" surge em promoção com 42% de desconto no Pix em oferta antecipada para o Dia do Consumidor
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iPhone 16 despenca 46% antes de provável lançamento do iPhone 17e

R$ 7.799,0046% OFF

Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom Somente no APP
ESQUENTA100 R$ 4.198,00  Amazon
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 16 de 128 GB está saindo por apenas R$ 4.198 no Pix com o cupom ESQUENTA100 no aplicativo da Amazon. A oferta é a melhor que já encontramos pelo celular — superando a própria Black Friday — e representa 46% de desconto em relação ao lançamento (R$ 7.799).

Essa promoção ainda antecede o provável lançamento do iPhone 17e na próxima “grande semana pela frente”, como foi anunciada pelo CEO da Apple.

iPhone 16 tem conjunto fotográfico completo com Modo Cinema

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Ainda não sabemos como será a ficha técnica, mas rumores recentes apontam que o iPhone 17e deve trazer uma só câmera, assim como seu antecessor. E se for assim, o conjunto fotográfico continuará sendo uma vantagem do modelo base, como já acontece ao comparar o iPhone 16 com o iPhone 16e.

O iPhone 16 traz duas lentes traseiras: uma wide de 48 megapixels com abertura de f/1.6 para entregar fotos com ótima resolução em qualquer iluminação, e uma ultrawide de 12 MP ideal para fotografar cenários amplos. O conjunto ainda abriga recursos como Modo Cinema e Estilos Fotográficos. E o novo botão de Controle da Câmera também está presente.

Em relação ao desempenho, é possível que o novo iPhone 17e venha equipado com o mesmo chip do iPhone 17, assim como aconteceu com o iPhone 16e. Entretanto, isso não significa que o iPhone 16 com seu processador Apple A18 e RAM de 8 GB ficarão devendo em poder de processamento tão cedo para jogos em aplicativos pesados.

Lateral do iPhone 16
Lateral do iPhone 16 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Se comparado com o iPhone 16e, inclusive, o iPhone 16 ainda sai na frente no desempenho graças ao número maior de núcleos na GPU. A bateria, por sua vez, é um pouco inferior em relação à capacidade, mas se destaca pela compatibilidade com carregamento sem fio de até 25 Watts, além de chegar do 0% aos 50% em apenas 30 min.

E se a sua preocupação ao comprar uma geração passada é o celular ficar obsoleto, a prolongada política de atualizações da Apple não deve permitir que isso aconteça tão cedo. Em relação ao custo-benefício, vale lembrar que o iPhone 16 de 128 GB está saindo por apenas R$ 4.198 no Pix com o cupom ESQUENTA100 no aplicativo da Amazon hoje.

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iPhone 16 despenca 46% antes de provável lançamento do iPhone 17e

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

(Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 15 (512 GB) cai 37% comparado ao iPhone 16e de mesmo armazenamento

R$ 9.59947% OFF

Prós
  • Painel Super Retina XDR com Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP que filma em 4K
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Entrada USB-C para carregamento
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence
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O iPhone 15 (512 GB) está em promoção por R$ 5.103,12 no Pix com o cupom PROMOAQUI no Mercado Livre. O smartphone da Apple com câmera de 48 MP e tela OLED, lançado por R$ 9.599, recebe um desconto de 47% e surge como uma das melhores ofertas do produto.

O telefone também está 37% mais barato comparado ao iPhone 16e de 512 GB de armazenamento, que custa R$ 8.099. Além disso, ele entrega alguns recursos a mais do que o recente modelo mais acessível da Maçã.

iPhone 15 tem tela OLED, câmera que filma em 4K e amplo armazenamento interno

O iPhone 15 usa chip Apple A16 Bionic combinado com 6 GB de RAM, prometendo alto desempenho para tarefas básicas do dia a dia. Já os 512 GB de armazenamento garantem espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e demais arquivos.

O telefone tem tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas, mas traz o design Dynamic Island em vez de copiar o visual do iPhone 14 como o iPhone 16e. Apesar da taxa de atualização de 60 Hz, o painel atua com brilho máximo de 2.000 nits e os recursos True Tone e ProMotion para reproduzir imagens com cores vibrantes e detalhadas.

Também superior ao modelo mais acessível da Apple, o iPhone 15 adota uma câmera dupla traseira com sensor principal de 48 MP com Estabilização Óptica de Imagem (OIS) e capaz de gravar vídeos em 4K. Contudo, ambos contam com uma câmera frontal de 12 MP para selfies detalhadas e vídeos em 4K.

Mão segurando celular
O notch interativo Dynamic Island é um dos destaques do iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone da Apple conta com um design premium com estrutura de alumínio, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Ele também traz certificação IP68 de resistência à água e poeira, sobrevivendo a mergulhos de até 3 metros em água doce.

Devido ao design compacto, o telefone traz uma bateria de apenas 3.349 mAh com autonomia para até 20 horas de reprodução de vídeo. Apesar de ter um tanque menor comparado ao iPhone 16e (4.005 mAh), ele tem suporte para carregamento rápido de até 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.

Fechando o pacote, o iPhone 15 (R$ 5.103,12 no Pix com o cupom PROMOAQUI) oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo sai de fábrica com o iOS 17 e deve receber ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 15 (512 GB) cai 37% comparado ao iPhone 16e de mesmo armazenamento

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iPhone 15 de 512 GB com painel OLED, câmera de 48 MP e chip Apple A16 Bionic recebe desconto ao combinar cupom e pagamento via Pix no Mercado Livre

Detalhe do notch interativo no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone 16 (256 GB) volta a cair 40% na Amazon em promoção


Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
PIX Cupom
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O iPhone 16 (256 GB) está em oferta por R$ 5.136,90 no Pix com o cupom CELULAR10 na Amazon. O smartphone de entrada com Apple Intelligence e câmara de 48 MP, lançado por R$ 8.599, fica 40% mais barato nesta promoção.

iPhone 16 tem tela OLED, amplo armazenamento e estrutura premium de alumínio

Tela do iPhone 16
A tela do iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Com design Dynamic Island, o iPhone 16 tem tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com brilho máximo de 2.000 nits. O painel conta com os recursos HDR10, ProMotion e True Tone para reproduzir imagens detalhadas e cores bem definidas.

O smartphone com suporte ao Apple Intelligence usa o chip Apple A18 e 8 GB de RAM para entregar alto desempenho em tarefas do dia a dia. Ele ainda traz 256 GB de armazenamento interno, garantindo um espaço considerável para fotos, vídeos e outros arquivos.

Para fotografia, o iPhone 16 adota uma câmera dupla traseira com sensor principal de 48 MP com Estabilização Óptica de Imagem (OIS) e capaz de gravar vídeos em 4K. Facilitando a vida de criadores de conteúdo, a câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas e filma em 4K.

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16 tem uma câmera dupla traseira com sensor principal de 48 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Seguindo o padrão premium, o smartphone da Apple tem uma estrutura de alumínio resistente, acabamento traseiro em vidro e tela com proteção Ceramic Shield. Contra eventuais acidentes com água, ele tem certificação IP68 de resistência e sobrevive a mergulhos de até 6 metros por até 30 minutos em água doce.

Na parte de conectividade, o telefone oferece 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O aparelho vem pré-instalado com o iOS 18 e receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2029.

Devido ao tamanho compacto, o iPhone 16 (R$ 5.136,90 no Pix com o cupom CELULAR10) tem uma bateria de somente 3.561 mAh. Para compensar a possibilidade de várias cargas ao dia, o dispositivo traz recarga rápida de até 45 W via USB-C ou até 25 W com o MagSafe.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 16 (256 GB) volta a cair 40% na Amazon em promoção

iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IPhone 16 numa loja da Apple nos Estados Unidos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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iPhone salva 6 pessoas após avalanche na Califórnia; satélite foi fundamental

iPhone salva seis pessoas em avalanche na Califórnia via conexão por satélite
Montanhas da Sierra Nevada são ponto cego para operadoras tradicionais (imagem: Juniper Monkeys/Flickr)
Resumo
  • O recurso SOS de Emergência via satélite do iPhone salvou seis pessoas após uma avalanche na Califórnia, contornando a falta de sinal de celular.
  • A Apple investiu US$ 1,5 bilhão na infraestrutura da Globalstar para garantir a operação do sistema de resgate via satélite.
  • O recurso está disponível para iPhones das linhas 14 a 17 e Apple Watch Ultra 3, com suporte a iOS 16.1 ou superior.

A conexão via satélite da Apple fez a diferença em mais um cenário extremo. Nesta terça-feira (17), seis pessoas foram resgatadas com vida após uma avalanche atingir as proximidades de Lake Tahoe, na Califórnia. O grupo, que fazia parte de uma expedição de 15 pessoas, conseguiu acionar o socorro utilizando o recurso SOS de Emergência do iPhone, contornando a ausência total de sinal de operadora ou redes Wi-Fi no local.

O incidente ocorreu durante uma travessia de vários dias pelas montanhas dos Estados Unidos. Segundo apuração do The New York Times, enquanto a tecnologia garantiu a sobrevivência de seis integrantes, o balanço final da tragédia é pesado: oito mortos e uma pessoa desaparecida.

O Gabinete do Xerife do Condado de Nevada coordenou as buscas e destacou que a comunicação persistente foi o que viabilizou a operação. Don O’Keefe, do Escritório de Serviços de Emergência da Califórnia, relatou a eficácia do sistema: “Um de nossos funcionários esteve em contato direto com um dos guias por um período de quatro horas, repassando dados ao xerife e coordenando a logística das aeronaves e equipes de solo”.

Como funciona o resgate via satélite no iPhone?

Emergency Satelite iPhone 14
iPhone consegue acessar satélites em situações emergenciais (imagem: reprodução/Apple)

O sistema da Apple é projetado para o “pior cenário”: quando a infraestrutura terrestre não existe. Se o usuário tenta discar para o serviço de emergência (como o 911, nos EUA) e a chamada falha, o iPhone oferece o protocolo de satélite automaticamente.

O software então guia o usuário pedindo para apontar o celular para o céu e mover a mão para encontrar um dos 24 satélites da Globalstar em órbita baixa. Como a conexão possui menos largura de banda, o iOS comprime as mensagens ao máximo para garantir o envio. Além das coordenadas de GPS, os socorristas recebem dados cruciais para a gestão do resgate, como quanta bateria ainda resta no aparelho.

Para manter essa rede operando, a Apple investiu cerca de US$ 1,5 bilhão na infraestrutura da Globalstar, garantindo prioridade de tráfego.

Quem pode usar o recurso?

Atualmente, o SOS de Emergência via satélite está disponível para usuários das linhas iPhone 14, 15, 16 e 17, caso estejam rodando o iOS 16.1 ou superior. O Apple Watch Ultra 3 também possui suporte. Recentemente, a empresa da maçã expandiu a funcionalidade para usos não emergenciais, permitindo o envio de mensagens via iMessage e SMS comuns via satélite em áreas remotas.

A Globalstar está lançando uma nova geração de satélites, com operação prevista para o final deste ano, custeada em 95% pela Apple. Rumores indicam que os supostos iPhone 18 Pro e Pro Max podem elevar o patamar da conectividade, oferecendo suporte a dados de maior velocidade para navegação básica na web via satélite.

Concorrência no setor

A Apple não está sozinha nessa corrida. Usuários de dispositivos Android, como nas linhas Pixel 9 e Pixel 10 do Google, já contam com recursos similares. Desde 2022, estima-se que essa tecnologia já tenha auxiliado no resgate de centenas de pessoas, incluindo sobreviventes de incêndios florestais em 2024.

iPhone salva 6 pessoas após avalanche na Califórnia; satélite foi fundamental

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Recurso de SOS de Emergência contornou a falta de sinal de celular; tragédia na Sierra Nevada deixou oito mortos e um desaparecido.

(imagem: Juniper Monkeys/Flickr)

Emergency Satelite iPhone 14 (Imagem: Reprodução / Apple)
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Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

O F-35 voltou ao centro do debate sobre soberania tecnológica e controle de software.
Declaração sobre um possível “jailbreak” reacende dúvidas sobre o controle do software do F-35 (imagem: divulgação/Lockheed Martin)
Resumo
  • A declaração de uma autoridade holandesa sugere que países europeus poderiam alterar o software do F-35 sem a aprovação dos EUA, levantando questões sobre dependência tecnológica.
  • O F-35 é um projeto internacional, mas o controle sobre atualizações e segurança do software é restrito, com Israel sendo o único país autorizado a operar softwares próprios.
  • Especialistas em segurança destacam que, ao contrário de dispositivos de consumo, o acesso a um caça militar como o F-35 é extremamente restrito, tornando a modificação do software complexa e limitada.

O caça F-35, principal aeronave de combate de quinta geração em operação no Ocidente, voltou ao centro de uma discussão sensível envolvendo soberania tecnológica e dependência militar. A polêmica ganhou força após uma declaração do secretário de Defesa dos Países Baixes, que comparou a possibilidade de modificar o software do avião a um jailbreak do iPhone.

A fala surgiu em meio a questionamentos sobre até que ponto países europeus conseguiriam manter e atualizar seus F-35 caso os Estados Unidos reduzissem o apoio estratégico. Embora a afirmação não traga detalhes técnicos, ela reacende temores antigos sobre o controle real exercido pelo fabricante e pelo governo norte-americano sobre a frota internacional do modelo.

O que significa fazer um “jailbreak de um F-35?

Durante participação em um podcast, Gijs Tuinman afirmou que o F-35 é um projeto compartilhado entre vários países e destacou a interdependência industrial envolvida. Segundo ele, mesmo sem atualizações oficiais, o avião continuaria superior a outros caças disponíveis. Em seguida, fez a declaração mais controversa: “Se você ainda quiser atualizar apesar de tudo, vou dizer algo que nunca deveria dizer, mas direi mesmo assim: é possível fazer jailbreak de um F-35, assim como de um iPhone”.

Tuinman não explicou como isso ocorreria, mas indicou que forças europeias poderiam, em tese, manter o software da aeronave de forma independente, com ou sem apoio da fabricante Lockheed Martin. Procurada pelo The Register, a empresa evitou comentar e direcionou perguntas ao governo dos Estados Unidos, que não respondeu.

Imagem mostra um cadeado azul fechado, centralizado sobre um fundo abstrato em tons de cinza e azul claro, com formas geométricas que sugerem tecnologia e segurança digital. No canto inferior direito, a marca d'água "Tecnoblog" é visível.
Segurança e controle de software estão no centro do debate sobre o F-35 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

É mesmo viável alterar o software de um caça militar?

Para especialistas em segurança, a comparação com dispositivos de consumo tem limites claros. Ken Munro, da Pen Test Partners, afirma que não ficou surpreso com a ideia em abstrato, mas ressalta que o acesso físico e técnico a um caça militar é extremamente restrito. “Ao contrário de dispositivos de consumo, como o iPhone, que é facilmente acessado pela comunidade de pesquisa e, portanto, sujeito à sua ‘atenção’, não se pode comprar um F-35 no eBay”.

Ele acrescenta que a ausência de uma comunidade ampla de pesquisadores reduz a chance de falhas virem a público. “A barreira de entrada para pesquisadores e hackers é simplesmente muito alta para hardware militar. Portanto, dependemos de que os contratistas de defesa acertem na segurança logo de início. Essa falta de uma comunidade que faça sua própria pesquisa significa que problemas de segurança acidentais e não intencionais provavelmente não serão encontrados com tanta facilidade”.

Outro obstáculo é o próprio modelo de atualização do avião. O F-35 Lightning II recebe melhorias por meio do sistema ALIS, um conjunto logístico que centraliza dados técnicos e distribui pacotes de software em ciclos longos. Atualmente, apenas Israel possui autorização formal para operar softwares próprios em sua variante do caça.

As declarações de Tuinman também dialogam com temores levantados no ano passado, quando autoridades europeias discutiram a possibilidade de um “botão de desligamento” remoto controlado pelos EUA.

Secretário compara “jailbreak” do caça F-35 a desbloqueio de iPhone

Segurança digital (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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