Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)Resumo
A Alelo anunciou que o cartão Alelo Pod, de benefícios flexíveis, agora é compatível com a Carteira do Google.
O cartão pode ser usado para pagamentos por aproximação com smartphone ou smartwatch com NFC.
Para adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google, basta seguir o passo a passo no app Meu Alelo.
A Alelo anunciou que seu cartão de benefícios flexíveis Alelo Pod agora é compatível com Carteira do Google. Com isso, os trabalhadores poderão fazer pagamentos por aproximação usando celulares com Android ou smartwatches com Wear OS, desde que tenham NFC.
Esse cartão tem bandeira Elo e é aceito em maquininhas compatíveis com a bandeira. Ele também permite gastos em itens diversos com um saldo livre, como transporte, saúde e combustível, entre outros, de acordo com a autorização pelo RH da empresa. É um produto similar a soluções que surgiram no mercado nos últimos anos, como Flash e Caju.
Carteira do Google está disponível em smartphones Android com NFC (imagem: divulgação)
“Com a novidade, o Alelo Pod amplia o uso do cartão em ambientes físicos e digitais, atendendo consumidores que já utilizam smartphone ou smartwatch como principal meio de pagamento. A iniciativa também reforça o avanço do Pod na digitalização da experiência do consumidor”, afirma Márcio Alencar, CEO da Alelo, em comunicado divulgado pela empresa.
O suporte a carteiras digitais já chegou aos cartões de várias empresas de benefícios. Flash, Caju, Swile, Pluxee (antiga Sodexo), iFood Benefícios e Ticket têm compatibilidade com Apple Pay ou Google Pay.
Como adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google?
De acordo com a página de suporte da Alelo, este é o passo a passo para adicionar o cartão Alelo Pod à Carteira:
Abra o app Meu Alelo.
Selecione o cartão Alelo Pod a ser cadastrado; se houver dois ou mais, é necessário cadastrá-los separadamente.
Toque em “Carteira Digital” e siga as verificações de segurança; se não houver um cartão virtual, ele será criado automaticamente.
Toque em “Adicionar ao Google Pay”; o app abrirá a Carteira do Google.
Saiba como os sensores de impressão digital se tornaram um importante aliado da segurança de celulares (imagem: Eng HS/Unsplash)
O sensor de impressão digital utiliza a biometria para substituir senhas complexas por um toque rápido em celulares e notebooks. Por meio do mapeamento das cristas da pele, a tecnologia garante uma autenticação ágil, transformando a identidade biológica em uma chave digital única.
O funcionamento ocorre quando o leitor de digital captura pontos específicos da pele, chamados minúcias, para criar um molde digital criptografado. Ao encostar o dedo no sensor, o sistema processa as informações em milissegundos, validando o acesso apenas se os dados coincidirem com o molde salvo.
Atualmente, existem três tipos principais de sensores: os capacitivos, comuns em botões, e os ópticos, que iluminam a digital sob a tela. Já os ultrassônicos emitem ondas sonoras para criar imagens em 3D, oferecendo o nível mais alto de precisão e proteção contra fraudes.
A seguir, conheça mais sobre os sensores de impressão digital, como eles funcionam detalhadamente e os diferentes tipos. Também saiba quais dispositivos costumam adotar esta tecnologia de segurança.
O sensor de impressão digital é um dispositivo de biometria que mapeia as cristas papilares do dedo para autenticar o acesso do usuário. Essa tecnologia converte padrões físicos em dados digitais criptografados, garantindo segurança ágil em smartphones e notebooks modernos.
Qual é a função do sensor de impressão digital?
O sensor de impressão digital atua na captura e processamento do padrão único de sulcos da pele para garantir uma autenticação ágil e segura em diversos sistemas. Essa tecnologia substitui senhas complexas por biometria e simplifica a verificação de identidade com alta precisão técnica e praticidade.
No dia a dia, o recurso gerencia desde o desbloqueio de smartphones e notebooks até a validação de transações financeiras e controle de ponto. Além disso, sua confiabilidade é essencial para a segurança pública e a perícia forense moderna.
Os sensores de impressão digital usam as minúcias das pontas dos dedos como uma senha única (Imagem: Reprodução/Pixabay)
Como funciona o sensor de impressão digital
O sensor biométrico mapeia os padrões únicos de elevações e depressões da pele, convertendo padrões biológicos em um “templete” matemático criptografado. Esse molde digital serve como a identidade única que o sistema consultará em cada tentativa de desbloqueio ou acesso.
No cadastramento, o hardware identifica as chamadas minúcias, pontos específicos onde as linhas da digital terminam ou se dividem. Essas coordenadas técnicas são isoladas e protegidas em uma área segura do processador para evitar vazamentos.
Quando o dedo toca o sensor, o sistema inicia o “matching”, comparando a leitura atual com os dados armazenados quase instantaneamente. Algoritmos de precisão analisam se os pontos de contato batem perfeitamente com o registro original de segurança.
Essa verificação pode ser individual (1:1) ou buscar em um banco de dados maior (1:N), dependendo da aplicação do dispositivo. O processo dura milissegundos, garantindo que o acesso seja liberado com agilidade ou bloqueado contra fraudes.
Funcionamento de um sensor óptico de impressão digital (imagem: Reprodução/Medium)
O que fazer quando o sensor de impressão digital não funciona?
Existem algumas formas de solucionar eventuais problemas com o leitor biométrico do smartphone ou notebook. As principais são:
Higienização técnica: utilize um pano de microfibra com álcool isopropílico para remover a oleosidade acumulada no sensor. Evite materiais abrasivos que risquem o componente;
Reinicialização do sistema: force o reinício do aparelho para limpar erros temporários de software (glitches). Esse processo reinicia os drivers que fazem a ponte entre o hardware e o sistema operacional;
Recadastramento digital: apague as digitais registradas nas configurações de segurança e cadastre-as novamente. Isso renova o banco de dados e corrige falhas de identificação causadas por mudanças na pele;
Atualização de firmware: verifique se existem atualizações pendentes nas configurações do dispositivo. Fabricantes lançam correções constantes (patches) para otimizar o desempenho do leitor biométrico;
Teste em Modo Seguro: inicie o dispositivo no Safe Mode para descartar interferências de apps de terceiros. Se o sensor funcionar normalmente aqui, algum aplicativo instalado recentemente é o culpado;
Barreiras físicas: verifique se a película protetora está bem aderida ou se a capa não obstrui o sensor. Mãos excessivamente úmidas ou com resíduos de hidratante também impedem o escaneamento;
Reset de fábrica: faça um backup dos arquivos importantes e realize o hard reset para restaurar os padrões de fábrica. Esta medida extrema elimina erros profundos que impedem a comunicação dos componentes;
Assistência especializada: caso nenhuma etapa anterior funcione, procure o suporte oficial da fabricante. Problemas persistentes podem indicar danos físicos no módulo, exigindo a substituição técnica da peça.
Sujeira ou eventuais glitches podem impedir o uso do sensor de impressão digital em celulares e notebooks (imagem: Lukenn Sabellano/Unsplash)
Quais são os tipos de sensor de impressão digital?
Existem diferentes tecnologias de leitor de digital:
Óptico: atua como uma câmera de alta resolução que fotografa as digitais iluminadas por LEDs. É o modelo mais acessível, porém mais suscetível a fraudes por utilizar somente imagens em 2D;
Capacitivo: usa microcapacitores elétricos para medir a voltagem entre os relevos e sulcos do dedo. É o padrão da indústria pela sua alta velocidade e dificuldade de ser enganado por réplicas;
Ultrassônico: emite ondas sonoras que criam um mapa 3D detalhado, atravessando até o vidro da tela. É o método mais seguro da atualidade e funciona com precisão mesmo em dedos suados ou sujos;
Térmico: mapeia a digital, detectando a diferença de temperatura entre a pele em contato com o sensor e o ar. Trata-se de um componente muito compacto e eficiente, que consome o mínimo de bateria;
Swipe (Varredura): uma variação do sensor capacitivo que exige que a pessoa deslize o dedo sobre uma superfície estreita. Comum em notebooks antigos, caiu em desuso pela falta de praticidade se comparado aos sensores de toque;
Radiofrequência (RF): emite sinais de rádio de baixa intensidade para ler as camadas subdérmicas (abaixo da pele). É uma solução de nicho, voltada para durabilidade extrema em ambientes industriais ou agressivos.
Diversos notebooks modernos já contam com sensores de impressão digital para a segurança (imagem: TheRegisti/Unsplash)
Quais dispositivos usam sensores de impressão digital?
Essas são as categorias de dispositivos que utilizam sensores de impressão digital:
Smartphones: localizados sob a tela ou no botão na lateral, os sensores validam o acesso ao sistema e autorizam pagamentos por aproximação via NFC com rapidez;
Notebooks e tablets: integrados ao botão de energia ou ao teclado, eles facilitam o login biométrico e eliminam a necessidade de digitar senhas complexas a todo momento;
Scanners USB dedicados: periféricos de alta precisão utilizados em empresas e órgãos públicos para captar detalhes da pele e garantir a identificação civil segura;
Controle de acesso físico: leitores instalados em portas ou paredes que gerenciam a entrada em prédios e o registro de ponto de funcionários, sendo praticamente impossíveis de burlar;
Terminais de pagamento e ATMs: sensores embutidos em máquinas de cartão e caixas eletrônicos que cruzam dados para validar transações, reforçando a segurança bancária.
Existem alternativas aos sensores de impressão digital?
Sim, além do leitor de digital para autenticação, o reconhecimento facial e a leitura de íris ganharam espaço nos celulares modernos. Esses sensores de smartphone mapeiam pontos tridimensionais e padrões oculares via luz infravermelha para garantir autenticação rápida.
Uma alternativa emergente é a biometria comportamental, que identifica o usuário pelo ritmo de digitação ou inclinação ao segurar o dispositivo. Essa tecnologia foca na segurança passiva, monitorando padrões de uso contínuos em vez de uma entrada única.
Senhas complexas e tokens de segurança físicos continuam como métodos de contingência essenciais para a proteção de dados. Esses protocolos tradicionais são fundamentais para situações onde a leitura digital ou facial pode falhar temporariamente.
Grécia se une à Portugal, Espanha e França por regulação de redes (imagem: Unsplash/Bruce Mars)Resumo
Grécia proibirá o acesso de menores de 15 anos às redes sociais.
O anúncio foi feito pelo TikTok do primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis.
A regulamentação grega entra em vigor em 1º de janeiro de 2027 e deve ser detalhada um pouco antes.
França, Portugal, Espanha, Austrália e Brasil já adotaram medidas sobre acesso de menores a plataformas digitais.
A Grécia é o mais novo país europeu a anunciar restrições ao acesso de menores às redes sociais. Em um anúncio feito via TikTok, o primeiro-ministro Kyriakos Mitsotakis confirmou que o país proibirá o acesso de menores de 15 anos a essas plataformas. A regulamentação será detalhada no verão de 2026 do hemisfério norte e entra em vigor em 1º de janeiro de 2027.
“A Grécia é um dos primeiros países europeus a tomar essa iniciativa, mas tenho certeza de que não será o último”, disse Mitsotakis. “Nosso objetivo é pressionar a União Europeia nessa direção”. Atualmente, França, Espanha e Portugal já anunciaram medidas semelhantes, seguindo o projeto pioneiro da Austrália aprovado em 2024.
O país entra numa lista crescente de nações que, nos últimos meses, aprovaram ou avançaram em restrições ao público infantil na internet, um movimento que começou na Austrália em 2024 e que já chegou ao Brasil, à França, a Portugal e à Espanha.
Países europeus aderem à proibição
Europeus avançam com leis locais enquanto UE avalia medidas (imagem: reprodução)
Países europeus, até o momento, seguem caminhos distintos com base na Lei de Serviços Digitais (DSA, na sigla em inglês). A França é o caso mais próximo do modelo discutido na Grécia, com um projeto que mira o acesso de menores de 15 anos às redes sociais. Por lá, a ideia é bloquear plataformas consideradas nocivas e liberar outras com a autorização dos pais.
Neste mês, o projeto voltou à Assembleia Nacional (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), após aprovação de um texto modificado no Senado do país.
Em Portugal, o projeto aprovado em fevereiro de 2026 vai além das redes sociais: inclui jogos, marketplaces e outros serviços digitais, semelhante ao ECA Digital brasileiro. O corte etário, entretanto, é mais rígido — uso autônomo só a partir dos 16 anos; entre 13 e 15, apenas com consentimento parental verificável.
O texto também entra no design das plataformas, exigindo contas privadas, perfis não pesquisáveis e limitação de recomendações algorítmicas para menores.
Já a Espanha discute uma lei orgânica mais ampla de proteção digital. A ideia é reformar o sistema, elevando a idade de consentimento para uso de dados, impor verificação de idade e reforçar o controle parental em serviços audiovisuais e plataformas.
Em setembro de 2025, o Brasil sancionou o ECA Digital. A lei entrou em vigor em março deste ano, determinando que menores de 16 anos só podem usar redes sociais em contas vinculadas à de um responsável maior de idade. Estabelece, também, obrigações às plataformas, como mecanismos de verificação de idade.
Segundo a Bloomberg, Donald Trump tem criticado repetidamente o que considera um excesso de regulações digitais da União Europeia contra empresas de tecnologia do país.
Funcionário da Meta, que já foi demitido pela empresa, teve acesso indevido a cerca de 30 mil imagens no Facebook (foto: Lucas Lima/Tecnoblog)Resumo
Ex-funcionário da Meta no Reino Unido baixou cerca de 30 mil fotos privadas de usuários do Facebook;
A Meta afirmou que detectou o caso internamente, notificou a polícia de Londres, demitiu o funcionário e avisou aos usuários afetados;
A investigação aponta que o homem criou um software para burlar a segurança da plataforma, foi preso em novembro de 2025 e responde em liberdade após fiança.
Um funcionário da Meta no Reino Unido é acusado de baixar milhares de fotos de usuários do Facebook. Segundo a empresa, o homem foi demitido assim que o caso foi notificado e está sendo investigado pela unidade de crimes cibernéticos da Polícia Metropolitana de Londres.
De acordo com o material compartilhado pela agência PA Media, foram aproximadamente 30 mil imagens privadas de usuários da principal rede social da Meta. O caso foi repercutido pelo jornal britânico The Guardian.
A principal linha de investigação aponta que o ex-funcionário da empresa, que tem cerca de 30 anos de idade, desenvolveu um software capaz de driblar os mecanismos de segurança da plataforma e acessar essas imagens.
Imagens privadas foram acessadas pelo agora ex-funcionário por meio de software que driblou sistema de segurança (Imagem: Austin Diesel/Unsplash)
De acordo com a Meta, as contas afetadas já foram notificadas de que o download ocorrei e de que os sistemas de segurança foram atualizados para reforçar o bloqueio a futuros acessos indevidos. Além disso, a Meta afirma que a situação toda foi identificada internamente há cerca de um ano e prontamente levada à polícia.
Segundo a BBC, o homem chegou a ser preso em novembro de 2025, mas responde pelo crime em liberdade após pagamento de fiança. Enquanto o caso está em andamento, ele precisa avisar à Polícia Metropolitana de Londres caso tenha intenção de fazer qualquer viagem internacional.
Casos recentes da Meta na Justiça
Essa não é a primeira vez que a Meta esbarra no problema da falta de segurança para os dados de clientes. Em 2024, por exemplo, a Comissão de Proteção de Dados da Irlanda (DPC) processou a empresa em 91 milhões de euros (pouco mais de R$ 540 milhões) por guardar senhas utilizadas em suas redes sociais sem nenhum tipo de criptografia.
Já em 2022, a mesma DPC cobrou 265 milhões de euros (mais de R$ 1,5 bilhão) da Meta por conta de um vazamento com milhares de informações pessoais de usuários no Facebook.
Reddit bloqueia menores de 16 anos no Brasil devido ao ECA Digital (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Reddit bloqueou usuários menores de 16 anos no Brasil devido ao ECA Digital, que exige vinculação de contas a responsáveis maiores de idade;
ECA Digital, nome da Lei 15.211/25, estabelece regras para proteger menores online, incluindo supervisão parental e proibição de exploração de dados;
empresas que não cumprirem ECA Digital podem enfrentar penalidades; Meta e Riot Games são exemplos de companhias que estão adaptando seus serviços no Brasil.
Nesta terça-feira (17/03), o ECA Digital começou a valer no Brasil. A nova legislação visa proteger crianças e adolescentes em meios digitais, razão pela qual plataformas online precisam se adaptar. Entre elas está o Reddit, que anunciou a suspensão de usuários menores de 16 anos até a adequação do serviço.
A razão disso é que uma das determinações do ECA Digital é a de que crianças e adolescentes somente possam acessar redes sociais se suas contas nesses serviços estiverem vinculadas a um responsável maior de idade, como o pai ou a mãe.
O Reddit começou a avisar seus usuários no Brasil sobre a decisão por e-mail. O trecho principal da mensagem é reproduzido a seguir:
Usuários menores de 16 anos terão suas contas temporariamente suspensas e não poderão criar uma nova até que um pai, mãe ou responsável vincule sua própria conta e dê sua aprovação.
Estamos trabalhando ativamente no desenvolvimento da integração com o Compartilhamento Familiar da Apple e o Google Family Link para permitir que pais e responsáveis no Brasil forneçam sua aprovação a partir de seus próprios dispositivos.
Entraremos em contato novamente quando esta opção estiver disponível. Até lá, usuários menores de 16 anos não poderão criar novas contas e nem acessar contas já existentes no Reddit.
Tal como a mensagem deixa claro, o bloqueio é temporário. Usuários menores de 16 anos poderão acessar o Reddit novamente quando mecanismos de vinculação de responsáveis estiverem prontos na plataforma. Não há prazo para que essa solução seja implementada, porém.
No mesmo e-mail, o Reddit avisa que usuários com idade estimada inferior a 18 anos que tentarem acessar conteúdos restritos à faixa etária pela legislação brasileira precisarão comprovar sua idade para ter o acesso liberado, o que poderá ser feito por vários métodos, como registro de selfie ou fornecimento de documentos.
O aviso de bloqueio a menores de 16 anos do Reddit (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O que é o ECA Digital?
Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, ou ECA Digital, são os nomes apresentáveis da Lei 15.211/25, que estabelece regras para proteger crianças e adolescentes em meios online, o que inclui redes sociais, serviços de mensagens instantâneas, plataformas de jogos, marketplaces e outros.
O ECA Digital tem regras para aspectos como supervisão pelos pais (a regra que levou ao bloqueio de menores de 16 anos pelo Reddit), prevenção de abusos, remoção de conteúdo nocivo e proibição de exploração comercial de dados de menores.
Companhias que não seguirem as novas regras poderão ser punidas com notificações, multas e, em casos extremos, a suspensão de seus serviços no Brasil.
Há um intenso movimento de adaptação. A Meta está ampliando os recursos de controle parental do Instagram, e a Riot Games já exige verificação de idade no Brasil para seus jogos, só para dar alguns exemplos.
Não estranhe se você vir o ECA Digital sendo chamado de “lei Felca”: há quem entenda que as denúncias sobre conteúdos indevidos envolvendo menores de idade feitas pelo influenciador serviram para acelerar a aprovação das determinações.
ECA Digital entra em vigor para proteger menores na internet (imagem ilustrativa: Thomas Park/Unsplash)Resumo
ECA Digital exige verificação de idade em plataformas online e supervisão parental para menores de 16 anos em redes sociais;
nova lei proíbe ainda exploração comercial de dados de menores e conteúdos prejudiciais, exigindo remoção e denúncia de conteúdo nocivo;
empresas que não cumprirem ECA Digital podem receber advertências, multas de até R$ 50 milhões ou 10% do faturamento, e possível suspensão de atividades.
Nesta terça-feira (17/03), entrou em vigor a Lei 15.211/25, mais conhecida como ECA Digital. Trata-se de um conjunto de regras jurídicas voltado à proteção de crianças e adolescentes em meios online, o que inclui redes sociais, serviços de mensagens instantâneas, plataformas de jogos, marketplaces e mais.
ECA é a sigla do Estatuto da Criança e do Adolescente, em vigor desde 1990. O nome ECA Digital deixa claro, portanto, que esta é uma extensão da legislação para menores de idade, mas direcionada à internet.
A Lei 15.211/25 foi sancionada pelo governo federal em setembro de 2025 para entrar em vigor seis meses depois, ou seja, agora. A fiscalização está a cargo da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
Um detalhe curioso é que o ECA Digital também vem sendo chamado, informalmente, de “lei Felca”. Isso porque muita gente vinculou as regras da nova lei às denúncias sobre conteúdos indevidos envolvendo menores de idade feitas pelo influenciador.
O que muda com o ECA Digital?
O ECA Digital tem uma série de regras, mas os seus principais pilares são estes:
Verificação de idade: plataformas online com serviços, produtos ou recursos inadequados para crianças ou adolescentes devem adotar medidas eficazes de confirmação de idade dos usuários, não bastando apenas a autodeclaração;
Supervisão dos pais em redes sociais: crianças ou adolescentes com até 16 anos só podem acessar redes sociais se a sua conta estiver vinculada à de um responsável maior de idade, como o pai ou a mãe;
Prevenção de abusos: plataformas online com serviços para crianças ou adolescentes devem ter regras e medidas que previnam o uso desses ambientes para assédio, bullying, publicidade predatória, pornografia e outras práticas prejudiciais;
Remoção de conteúdo nocivo: serviços online devem adotar mecanismos que impeçam a publicação ou divulgação de conteúdo prejudicial a crianças e adolescentes; se esse tipo de conteúdo for encontrado, deve ser removido e denunciado às autoridades com informações suficientes para a sua investigação;
Proibição de exploração comercial: dados de crianças e adolescentes não podem ser usados para fins publicitários; jogos online não podem oferecer “loot boxes“, que são recompensas cujo conteúdo o jogador só descobre o que é após um pagamento; conteúdos que retratam crianças ou adolescentes de modo erotizado são vedados.
Uma das principais exigências do ECA Digital é a verificação de idade (imagem ilustrativa: Bokskapet/Pixabay)
Punições para o descumprimento do ECA Digital
Empresas que flagrantemente não seguirem as regras do ECA Digital estão sujeitas a punições que podem ir desde advertências com prazos de adequações, passam por multas que podem chegar a 10% de seu faturamento no Brasil ou a R$ 50 milhões por infração, e chegam à suspensão ou encerramento forçado de suas atividades no país.
As mudanças a serem implementadas podem ser desafiadoras para as organizações, especialmente sob o ponto de vista técnico. Um exemplo de desafio possível está na verificação de idade, que pode exigir mecanismos de recebimento, checagem e proteção de documentos pessoais.
Seagate também vendeu todo o estoque de HDs do ano (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
Seagate e a Western Digital venderam todo o estoque de HDs para 2026, e demanda pode continuar alta até 2028;
Demanda por HDs é impulsionada pela necessidade de infraestrutura para aplicações de IA, afetando principalmente o mercado corporativo;
Aumento da demanda por HDs e SSDs devido à IA eleva preços para consumidores finais e empresas, mesmo que indiretamente.
Já não resta dúvida de que a demanda de componentes para infraestrutura de IA também afeta o segmento de discos rígidos: a Seagate confirmou, recentemente, que toda a sua produção de HDs para 2026 já foi comercializada e que pedidos para o primeiro semestre de 2027 já são esperados.
A Seagate prevê ainda que a demanda aumentada durará pelo menos até 2028:
Nossa capacidade de produção nearline [HDs para servidores] está totalmente alocada durante o ano de 2026, e esperamos começar a aceitar pedidos para o primeiro semestre de 2027 nos próximos meses.
(…) Além disso, vários clientes de nuvem estão discutindo suas projeções de crescimento da demanda para 2028, o que reforça a importância da garantia de fornecimento [para 2028].
William Mosley, CEO da Seagate
Quais as implicações para o consumidor final?
Notebooks, desktops e afins dificilmente saem de fábrica equipados com HDs atualmente. Quando isso ocorre, ou o computador é de baixo custo ou o disco rígido é usado como uma unidade secundária de armazenamento de dados.
Tanto no caso da Western Digital quanto no da Seagate, os estoques comprometidos dizem respeito a aplicações corporativas, que respondem por mais de 90% das vendas de HDs por essas companhias.
Um HD da linha Seagate Exos para uso corporativo (imagem: reprodução/Seagate)
Os estoques comprometidos devem afetar a oferta de discos rígidos principalmente para organizações, tanto no aspecto das quantidades disponíveis, quanto no fator preço.
Apesar disso, consumidores também podem ser impactados, pois unidades destinadas ao mercado doméstico tendem a ser redirecionadas a aplicações corporativas, principalmente de pequeno porte, levando a um aumento de preços também no varejo.
Por que a demanda por componentes aumentou tanto?
Basicamente, por causa da implementação acelerada de aplicações de IA, que requer infraestruturas computacionais avançadas. Esse cenário tem feito empresas do setor investirem na ampliação ou construção de data centers de tal forma a demanda por módulos de RAM, SSDs e até HDs aumentou enormemente.
Sobre discos rígidos, unidades do tipo têm desempenho inferior em relação aos SSDs, mas ainda dão conta de determinadas aplicações corporativas. Como a demanda aumentada fez os custos dos SSDs serem até 16 vezes superiores, HDs têm sido procurados como alternativas, o que contribui para os estoques comprometidos em fabricantes como Western Digital e Seagate.
OPT100 Neo Film aposta no visual de rolo fotográfico (imagem: reprodução/Kakaku)Resumo
A febre das câmeras digitais com visual retrô continua rendendo variações curiosas. Depois do sucesso de modelos que imitam descartáveis dos anos 1980 e 1990, um novo dispositivo chama atenção por ir além na proposta estética: ele literalmente assume o formato de um rolo de filme fotográfico.
Batizada de OPT100 Neo Film, a câmera digital compacta abriga todos os seus componentes dentro de um cartucho de 35 mm, acondicionado em um pequeno estojo plástico que reforça a aparência analógica. A ideia não é competir com smartphones ou câmeras avançadas, mas explorar o apelo visual e a experiência lúdica da fotografia.
Um rolo de filme que, na verdade, é uma câmera digital
Apesar da aparência nostálgica, o funcionamento é totalmente digital. A OPT100 traz um sensor de 1 megapixel para fotos e reduz a resolução para 0,3 megapixel na gravação de vídeos. Os resultados seguem essa limitação: imagens granuladas, definição baixa e cores pouco vibrantes, mesmo com a presença de alguns filtros simples e flash embutido.
O armazenamento pode ser expandido com cartão microSD de até 32 GB, e a bateria recarregável garante cerca de uma hora de uso contínuo, desde que o flash não seja acionado com frequência. Não há visor óptico; em vez disso, um pequeno display LCD na parte traseira serve para enquadrar, revisar imagens e ajustar configurações básicas.
Outro detalhe que reforça o caráter experimental do produto é a ergonomia pouco convencional. O eixo lateral do “filme” funciona como botão de disparo, exigindo certa adaptação de quem resolve fotografar por períodos mais longos.
Tela LCD traseira é usada para enquadrar, revisar fotos e ajustar configurações básicas (imagem: reprodução/Kakaku)
Podemos levar a sério?
A resposta depende mais da expectativa do que da ficha técnica. Assim como outros modelos do segmento, a OPT100 não tenta entregar qualidade de imagem. Seu foco está no design, na nostalgia e no uso casual, quase como um acessório criativo.
Lançada inicialmente no mercado japonês, a câmera custa cerca de 5.940 ienes, valor próximo de R$ 200 em conversão direta.
Fora do Japão, ela já aparece em plataformas de revenda com preços bem mais altos, impulsionados pela curiosidade e pela escassez.
Mesmo com especificações modestas, tudo indica que a OPT100 deve repetir o desempenho comercial de outras câmeras “brinquedo” que viralizaram recentemente.
WhatsApp muda configurações para proteger crianças e adolescentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O WhatsApp implementará configurações de privacidade para usuários menores de 18 anos, restringindo a visibilidade de informações como “Visto por último” e “Recado” apenas para contatos.
A mudança atende à Lei 15.211/2025 (ECA Digital), que exige configurações de privacidade protetivas e proíbe o perfilamento de crianças e adolescentes.
O WhatsApp também desenvolverá contas secundárias para menores, vinculadas a um adulto responsável, limitando o envio e recebimento de mensagens apenas para contatos conhecidos.
O WhatsApp terá mudanças para se adequar às leis do Brasil. A mais recente versão beta do aplicativo para Android traz, em seu código, configurações de privacidade específicas para usuários com menos de 18 anos, como determina o texto conhecido como ECA Digital.
O WhatsApp não oferecerá a opção “Todos” ao selecionar a visibilidade das informações “Visto por último”, “Recado” e “Links”. Assim, sobram as opções “Ninguém”, “Meus contatos” e “Meus contatos, exceto…”, o que significa que ninguém que está fora da lista de contatos poderá ter acesso a esses dados.
Tela do mensageiro explica que novas configurações são para cumprir leis brasileiras (imagem: reprodução/WABetaInfo)
A alteração foi descoberta pelo site WABetaInfo. Ela ainda está em desenvolvimento e não aparece para participantes do programa de testes. Mesmo assim, a publicação conseguiu ativar as telas. Ainda não se sabe se essa é a versão definitiva das alterações.
Por que o WhatsApp fará essas mudanças?
A tela compartilhada pelo WABetaInfo traz a mensagem “Devido às leis do Brasil, algumas configurações de privacidade mudaram para usuários da sua idade”.
No caso, trata-se da Lei 15.211/2025, mais conhecida como ECA Digital ou Estatuto Digital da Criança e do Adolescente. Ela traz normas para a proteção desse público em ambientes digitais.
O texto define que fornecedores de produtos ou serviços digitais com uso provável de crianças e adolescentes deverão trazer, por padrão, a configuração mais protetiva em relação à privacidade e aos dados pessoais.
As empresas também são obrigadas a prevenir e mitigar riscos de exposição a assédio e intimidação, entre outros conteúdos. Restringir o compartilhamento de recados e links pode ajudar a evitar esse tipo de prática.
O ECA Digital também proíbe o perfilamento de crianças e adolescentes para direcionamento de publicidade — ou seja, a classificação com base em comportamento, renda, preferências e localização, entre outros aspectos.
Sistemas de terceiros, como bots, scrapers e trackers, poderiam usar essas informações para coletar dados e criar perfis dos menores de idade. Com a mudança, eles não têm mais essa possibilidade de acesso.
O ECA Digital foi sancionado em 17 de setembro de 2025 e passará a valer em 17 de março de 2026.
WhatsApp prepara conta para crianças
Em paralelo, o WhatsApp prepara outro recurso voltado a menores de idade. O mensageiro terá contas secundárias para crianças e adolescentes, que serão vinculadas a cadastros de um adulto responsável.
A conta secundária não poderá enviar ou receber mensagens de pessoas que não estão na lista de contatos. O adulto responsável também terá acesso a algumas informações e controle sobre determinadas configurações.
Além do Brasil, outros países vêm adotando legislações mais rígidas para controlar as atividades de crianças e adolescentes na internet. A Austrália e o Reino Unido são alguns exemplos.
ChatGPT, da OpenAI, é preferência nas empresas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI implementou um sistema de previsão de idade para identificar menores de 18 anos, substituindo a autodeclaração de idade.
O sistema analisa padrões de escrita, horários de atividade e histórico da conta para aplicar restrições de segurança.
No Brasil, o ECA Digital também exige verificação confiável de idade, proibindo a autodeclaração como único controle.
A OpenAI começou a implementar um novo sistema de previsão de idade para identificar se a conta pertence a um menor de 18 anos. A tecnologia pode ativar restrições de segurança automaticamente, independente da data de nascimento informada no cadastro.
A medida substitui a simples autodeclaração de idade (a seleção da data de nascimento) no momento do registro. Agora, a inteligência artificial assume o papel de fiscal, analisando padrões de uso para categorizar o perfil e aplicar filtros de proteção.
A novidade complementa o pacote de ferramentas de controle parental lançado pela empresa em setembro de 2025, fechando o cerco contra o uso indevido da IA por crianças. Não custa lembrar que a empresa foi forçada a implementar os limites após ser alvo de um processo que acusa o ChatGPT de ter incentivado o suicídio de um adolescente, denúncia que se repetiu meses depois.
A ferramenta de previsão de idade será liberada gradualmente.
Como funciona?
Segundo o comunicado oficial, a ferramenta avalia uma combinação de fatores:
Padrões de escrita: a sintaxe e o tipo de linguagem utilizada nas perguntas (prompts).
Horários de atividade: os momentos do dia em que o usuário costuma acessar a plataforma.
Histórico da conta: o tempo de existência do cadastro e como o uso evoluiu.
Ao cruzar esses dados, o algoritmo estima a probabilidade de o usuário ser um adolescente. Se a IA decidir que se trata de um menor, a conta é imediatamente migrada para uma experiência restrita.
Ferramentas de controle em contas de adolescentes no ChatGPT (imagem: divulgação/OpenAI)
Uma vez classificado como adolescente pelo sistema, o usuário perde o acesso livre a diversos tópicos. Segundo a OpenAI, a barreira automática visa impedir o contato com temas sensíveis ao desenvolvimento infanto-juvenil. Entre os conteúdos bloqueados estão:
Violência gráfica;
Materiais que incentivem automutilação ou distúrbios alimentares (como dietas extremas);
“Roleplay” (interpretação de papéis) de cunho sexual, romântico ou violento;
Desafios virais que possam estimular comportamentos de risco.
Caso o sistema cometa um erro e classifique um adulto como adolescente, será necessário provar a maioridade. O desbloqueio exige um processo de verificação de identidade via Persona, que solicita o envio de uma selfie para confirmar a idade real.
ECA Digital prevê novos modos de verificação
A implementação do sistema preditivo ocorre em meio à pressão regulatória global e atende a requisitos que já são realidade na legislação brasileira. A Lei nº 15.211 — o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente —, sancionada em setembro de 2025, torna obrigatória a adoção de medidas técnicas para impedir o acesso de menores a conteúdos impróprios.
Quanto a verificação de idade, a lei brasileira veda explicitamente a autodeclaração como único mecanismo de controle. Segundo o Artigo 9º, são exigidos “mecanismos confiáveis de verificação de idade a cada acesso”. A nova lei também pede que as plataformas permitam a supervisão dos pais em contas de adolescente.
O ECA Digital proíbe, porém, que os dados coletados por esses mecanismos sejam utilizados para finalidades distintas da verificação etária. No comunicado, a OpenAI — que também implementará anúncios na plataforma — não esclarece como pretende tratar os dados coletados pelo modelo de previsão, nem o que fará com as informações de usuários posteriormente identificados como menores de idade.
O PlayStation 5 Slim Digital (825 GB) está à venda por R$ 3.009,76 em até 12x sem juros no AliExpress. Para chegar ao valor, adicione o cupom AEBR9. A oferta concede 33% de desconto em relação ao preço original de R$ 4.499 e a possibilidade de pagar parcelado.
PlayStation Digital apresenta gráficos em 4K com Ray-Tracing
PlayStation 5 (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)
O console em termos de jogabilidade apresenta gráficos em 4K com Ray-Tracing, tecnologia de renderização gráfica que utiliza o poder de processamento da GPU para criar efeitos visuais mais realistas as cenas dos jogos. Além disso, a taxa de atualização de 120 Hz possibilita animações gráficas fluidas e transições suaves.
O PlayStation 5 Slim Digital possui memória RAM de 16 GB e armazenamento SSD de 825 GB. Apesar de ser inferior a outras versões encontradas no varejo, ainda assim oferece rápido tempo de carregamento. O videogame também suporta títulos do PS4, possibilitando acesso a uma extensa biblioteca de jogos.
O controle sem fio DualSense incluso na caixa proporciona uma rápida resposta tátil e gatilhos adaptáveis. Isso significa que o usuário vai poder ter uma experiência imersiva durante a gameplay ao sentir o impacto das suas ações. Por exemplo, com vibrações e sons emitidos pelo microfone embutido.
Controle DualSense do PS5 possui touchpad e sensor de movimento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O PlayStation 5 Slim Digital (825 GB) em oferta com possibilidade de parcelamento no AliExpress apresenta conexão Wi-Fi, permitindo jogar online e portas HDMI, USB-A e USB-C. Vale destacar que a falta do leitor de discos impede ao usuário jogar os jogos de CDs.
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O PlayStation 5 Slim Digital está em oferta por R$ 2.789,07 no Pix na Amazon. O console de última geração da Sony com dois jogos e memória SSD de 825 GB, lançado por R$ 3.799,99, recebe um desconto de 26% nesta promoção às vésperas do Natal.
PS5 Slim Digital entrega gráficos em 4K e alta velocidade de carregamento
PlayStation 5 Slim Digital tem SSD de alta velocidade e reproduz jogos em 4K (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)
Um dos atrativos do PlayStation 5 Slim Digital é a memória SSD de alta velocidade combinada com 16 GB de RAM, tornando o carregamento dos jogos quase instantâneos. Esta versão do console vêm com 825 GB de armazenamento interno, mas aceita a instalação de um SSD externo de até 8 TB.
O videogame da Sony consegue reproduzir gráficos extremamente detalhados em até 4K com efeitos como Ray-Tracing, tornando sombras e reflexos mais realistas. Além disso, ele oferece suporte para taxa de atualização de 120 Hz em smart TVs compatíveis.
Para maior imersão, o PlayStation 5 Slim Digital traz um controle sem fio DualSense. Ele tem gatilhos adaptáveis que simulam a tensão ao interagir com objetos e itens, enquanto as respostas táteis transmitem a sensação de estar no mesmo ambiente do personagem do game.
Controle DualSense é um dos destaques do PS5 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O bundle do PS5 Slim Digital inclui dois jogos: a aventura Astro Bot e o simulador de corrida Gran Turismo 7. Os dois títulos exploram todo o potencial do videogame, tanto em relação à parte gráfica quanto o uso interativo do controle DualSense.
Com conexão Wi-Fi, o console pode se conectar à internet e acessar à loja virtual PlayStation Store para comprar e baixar games em mídia digital. Lembrando que este modelo não inclui o leitor de disco para mídia física, que deve ser comprado separadamente.
Por fim, o PlayStation 5 Slim Digital (R$ 2.789,07 no Pix) é retrocompatível com a biblioteca de jogos do PlayStation 4. Assim, diversos títulos do antigo videogame ganham melhorias gráficas no hardware mais poderoso.
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O PlayStation 5 Slim de 825 GB está em promoção no 12.12 de Natal da Amazon por R$ 2.579 no Pix. Esse é o menor valor já visto e divulgado pelo Achados do console com preço original de R$ 3.799.
De quebra, o videogame ainda acompanha os jogos Astrobot e Gran Turismo 7 e tem previsão de entrega para antes do Natal nas principais capitais. Aproveite a oportunidade de ouro, pois não deve durar por muito tempo.
PS5 Slim traz gráficos em 4K e controle DualSense
DualSense do PlayStation 5 (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O console comparado ao PS4 Slim apresenta como um dos grandes trunfos gráficos em alta resolução de 4K e suporte a taxa de atualização de 120 Hz que entrega excelentes transições. As imagens bastante definidas, ainda contam com o recurso de Ray-Tracing adicionando mais elementos realistas as cenas.
O Playstation 5 Slim Digital da oferta conta com SSD de 825 GB, apesar de haver versões com maiores capacidades, entrega carregamentos dinâmicos. Na prática, isso significa menor tempo de espera e renderizações mais rápidas. Além disso, há uma memória RAM de 16 GB.
O controle DualSense sem fio incluso na caixa possui gatilhos adaptáveis e uma resposta tátil perceptível em títulos principalmente de aventura e FPS. Por falar em jogos, o simulador de corrida Gran Turismo 7 e o Astro Bot estão inclusos no pacote.
PlayStation 5 Slim Digital (Imagem: Vivi Werneck/Tecnoblog)
Com o PS5 em mãos, você vai poder aproveitar também o extenso catálogo de jogos compatíveis do PS4 com uma experiência gráfica melhor. Por outro lado, a versão digital não inclui o leitor de mídia física. A solução será adquiri-lo separadamente.
O Playstation 5 Slim Digital (825 GB) por R$ 2.579 no Pix apresenta conexão a redes Wi-Fi, Bluetooth e possui portas HDMI, USB-A e USB-C. Vale enfatizar que você pode garantir 32% de desconto nessa oferta e passar o Natal com um videogame.
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