Leilão de 700 MHz ocorrerá em 4 de maio (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Agência Nacional de Telecomunicações remarcou o leilão da faixa de 700 MHz para a próxima segunda-feira (04/05), depois que uma ação na Justiça impediu o certame, inicialmente marcado para ontem (30/04). Isso não muda a dinâmica do evento, que irá licitar faixas de espectro para que prestadoras operem a rede de telefonia.
O Tribunal Regional Federal da 3ª Região derrubou uma liminar impetrada pela Telcomp, entidade que representa mais de 70 empresas do setor. A Justiça atendeu a um pedido da Unifique, que argumentou que a modelagem do leilão está alinhada com as diretrizes de política pública estabelecidas pelo Ministério das Comunicações.
Conforme explicamos numa reportagem especial, o formato do leilão privilegia as operadoras regionais. Elas terão mais oportunidade de arrematar as novas faixas de frequência. Caso isso não aconteça, as empresas de porte nacional, como Claro, TIM e Vivo, também poderão comprar mais espectro.
A expectativa é de que faixas licitadas na próxima segunda – caso não tenhamos novas surpresas – sejam usadas primeiro para reforçar o sinal do 4G. No futuro, porém, é possível que também sejam usadas na transmissão do 5G.
As empresas vencedoras do leilão deverão cumprir uma série de obrigações relacionadas à cobertura nas rodovias e em localidades de difícil acesso.
De acordo com a Anatel, a sessão pública terá início às 10h e será transmitida via YouTube.
Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.
O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.
A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.
A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.
Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.
O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?
Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.
No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.
A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.
No iPhone (e iPad):
A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.
Abra o aplicativo “Ajustes“.
Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.
Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.
Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.
Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Em aparelhos Android:
O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).
Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.
Procure pelo “YouTube” e toque nele.
Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.
Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.
Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
YouTube testa chatbot de IA que traz texto e sugestões de vídeos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube iniciou testes com uma nova busca por chat com inteligência artificial, chamada “Ask YouTube”.
O recurso permite perguntas mais elaboradas e fornece respostas em diferentes formatos, como resumos em texto e sugestões de vídeo.
Por enquanto, a função está limitada a assinantes Premium nos Estados Unidos, sem previsão no Brasil.
O Google começou a testar uma nova forma de busca dentro do YouTube usando inteligência artificial. Batizado de “Ask YouTube”, o recurso permite que o usuário faça perguntas mais elaboradas e receba respostas em diferentes formatos, repetindo a experiência conversacional de chatbots, como o próprio Gemini.
Além da lista de vídeos, a ferramenta pode entregar resumos em texto e organizar os resultados em blocos temáticos. Com isso, a empresa pretende facilitar a navegação por assuntos relacionados à busca.
O Ask YouTube está sendo liberado como um teste, inicialmente para assinantes Premium nos Estados Unidos e de forma opcional. O acesso também é restrito a usuários com mais de 18 anos. Não há previsão para a chegada da funcionalidade ao Brasil.
O YouTube já havia introduzido uma experiência semelhante nas TVs, permitindo a interação com a IA do Google para responder dúvidas relacionadas aos vídeos sendo reproduzidos.
Naquela versão, que pode ter sido o primeiro contato com a funcionalidade que estamos vendo agora, as perguntas podiam ser feitas através do microfone do controle da TV. O “Perguntar”, como foi nomeado, trazia informações sobre o vídeo, facilitando o encontro de trechos específicos, por exemplo.
Como funciona?
Ask YouTube permite perguntas e respostas em tom conversacional (imagem: divulgação/Google)
O Ask YouTube aparece como um botão adicional na barra de pesquisa. Ao acioná-lo, o usuário entra em uma interface de chat, onde pode escrever perguntas de forma mais livre.
Depois da consulta, o sistema leva alguns segundos para processar a resposta e preencher a tela com informações textuais, além de sugestões de vídeos relacionadas ao tema.
Em testes realizados pelo The Verge, ao buscar pela história do pouso da Apollo 11, a ferramenta apresentou um resumo com os principais eventos da missão. Na sequência, exibiu vídeos com trechos destacados e coleções de Shorts organizadas por tópicos, como “Imagens históricas”.
Vale lembrar que o Gemini, a IA do Google, já consegue trazer links de vídeos do YouTube há algum tempo. No entanto, com a adição do chatbot à interface da plataforma de vídeos, é possível aprofundar o assunto e receber sugestões complementares sem sair da conversa ou mudar de aba.
Como outras ferramentas baseadas em IA, entretanto, o recurso ainda enfrenta problemas de precisão. No teste do The Verge, o sistema afirmou que o modelo antigo do Steam Controller não possuía joysticks, uma informação incorreta.
Próximos passos
Por enquanto, o teste segue restrito a um grupo específico de usuários pagos nos Estados Unidos. Ainda assim, o Google já sinalizou que pretende ampliar o alcance da ferramenta.
Ao The Verge, o YouTube afirmou que há planos para levar a experiência de busca conversacional também a usuários que não assinam o Premium.
A iniciativa se soma a outros testes recentes da empresa com IA generativa e indica uma tentativa de integrar esse tipo de interação de forma mais direta ao consumo de vídeos.
YouTube: usuários reclamam que vídeos avançam sozinhos após anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
usuários do YouTube relatam que vídeos avançam sozinhos após anúncios serem exibidos ou pulados, avançando de 30 a 60 segundos;
problema, que não afeta todos os usuários, começou a ser reportado nesta semana em plataformas como Reddit e no fórum de ajuda do YouTube;
comportamento do YouTube parece ser um bug, e não uma medida para atrair usuários para o plano Premium.
Usuários do YouTube que não assinam o plano Premium (ou não usam bloqueadores de anúncios) estão habituados a usar o botão “Pular anúncio”. Mas, nos últimos dias, algumas pessoas têm reclamado de que esse procedimento faz o vídeo avançar para um ponto à frente.
O problema não afeta todos os usuários, mas queixas a respeito começaram a aparecer em plataformas como o Reddit nos últimos dias, tal como reporta o PiunikaWeb.
Neste tópico no fórum de ajuda do YouTube, 88 usuários já tinham marcado a opção “Eu tenho a mesma questão” (e contando). Ali, o autor da postagem diz: “É como se eu pulasse ou assistisse a um anúncio de 5 segundos e, de repente, o vídeo avançasse 40 segundos”. Ele completa: “Já tentei atualizar o aplicativo, mas o problema persiste”.
De acordo com os relatos, o problema pode se manifestar tanto se o usuário pressionar o botão “Pular anúncio” quanto se visualizar o anúncio na íntegra. Em ambas as situações, os vídeos avançam algo entre 30 e 60 segundos, às vezes, um pouco mais.
Na primeira olhada, podemos presumir que uma falha impede o YouTube de paralisar a reprodução do vídeo quando um anúncio é executado para permitir que o usuário continue assistindo ao conteúdo de onde parou. Porém, há casos em que o serviço parece avançar uma quantidade de segundos superior à duração do anúncio, o que nos faz pensar em outra causa.
YouTube no celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
É bug ou “truque” para atrair assinantes para o Premium?
Tudo indica que o comportamento em questão é realmente um bug, afinal, o problema não afeta todos os usuários. Além disso, avançar vídeos inadvertidamente para levar usuários ao YouTube Premium seria uma prática tão negativa que, em países como os Estados Unidos, provavelmente faria a plataforma ser processada.
Seja como for, nenhum representante do YouTube se manifestou sobre o problema até o momento, razão pela qual ainda não há previsão de solução.
Novo Opera One aumenta áudio da aba em até 500% (imagem: reprodução/Opera)Resumo
Opera One agora traz integração nativa do YouTube e Twitch à sua barra lateral para acesso rápido;
navegador também traz função Video Popout para picture-in-picture em videoconferência, com suporte ampliado a serviços e controles compatíveis com cada um;
destaque vai para a função Volume Booster, que aumenta volume de cada aba em até 500%, inclusive em tela cheia, sem afetar outras abas.
O Opera One acaba de ganhar uma atualização que adiciona pequenas, mas interessantes funcionalidades ao navegador. As principais envolvem a integração do YouTube e da Twitch à sua barra lateral. Mas a função que aumenta o áudio do browser em até 500% chama mais a atenção.
Estamos falando do principal navegador da Opera Software. Por isso, as mudanças aqui tendem a ser mais bem estudadas. No caso da integração do YouTube e da Twitch à barra lateral do Opera One, a intenção é dar acesso rápido — com um clique — a duas das plataformas de streaming de vídeo mais populares da atualidade.
Não são apenas atalhos. A novidade faz o conteúdo do YouTube ou da Twitch ser reproduzido em uma janela dedicada, de modo que o usuário não tenha que ficar trocando de aba para visualizar o vídeo.
Relacionado a isso está o novo recurso Video Popout, um modo automático de picture-in-picture (com janela flutuante) para videoconferência que foi reformulado para ampliar o suporte a serviços do tipo (como o Zoom), oferecer controles condizentes a cada um deles e exibir um visual correspondente ao tema em uso no Opera One.
Picture-in-picture automático para videoconferências (imagem: reprodução/Opera)
Mas, como já dito, a novidade que mais chama a atenção é o aprimoramento dos controles sobre o áudio. O recurso Volume Booster permite aumentar o volume de cada aba para até 500%.
Isso é útil, por exemplo, para quando o usuário acessa um vídeo com áudio muito baixo e tem que recorrer a extensões para aumentar o volume em um nível acima do suportado nativamente pelo navegador.
Se você gosta de trabalhar enquanto assiste a uma live ou tutorial, esta atualização foi feita para você. E se você quiser ouvir melhor aquele áudio de baixa qualidade sem depender de extensões com falhas? Nós resolvemos isso nativamente.
Mohammed Salah, diretor sênior de produto da Opera
Vale ressaltar que esse controle é feito por aba, ou seja, não afeta todas as páginas abertas de uma só vez, e funciona inclusive para reproduções em tela cheia.
Quem já usa o Opera One precisa apenas aguardar pela atualização automática ou, para apressar esse procedimento, abrir o menu principal do browser e clicar em Atualização & Recuperação.
Plataforma do Google testa mudanças na interface (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube testa ocultar o botão de pular anúncios em alguns formatos de interface.
O botão continua ativo, mas o usuário precisa interagir com o cartão de anúncio ou girar o celular para expô-lo.
O YouTube testa anúncios não puláveis de 90 segundos em smart TVs. A documentação oficial ainda cita o limite de 30 segundos.
Se você não é assinante do YouTube Premium, deve ter notado que a experiência gratuita está ficando cada vez mais burocrática. Novos relatos indicam que o Google está testando táticas ainda mais agressivas para que o usuário veja os anúncios até o fim.
As novidades incluem uma mudança de interface que “esconde” o botão de pular e o aumento da duração de anúncios ininterruptos em smart TVs para 90 segundos. Vale lembrar que, há um mês, noticiamos aqui no Tecnoblog que a plataforma havia começado a exibir anúncios de 30 segundos sem opção de pular nas TVs.
As alterações foram detalhadas pelo portal Android Police nesta quarta-feira (08/04) e sugerem que o YouTube está refinando a forma como entrega comerciais para maximizar o tempo de tela — ou, no mínimo, para tornar a assinatura paga uma opção quase irresistível para quem busca conveniência.
Onde foi parar o botão “Pular”?
Alguns usuários notaram que o botão “Pular”, tradicionalmente posicionado no canto inferior direito do player, havia sido removido. No entanto, o que parece um erro técnico pode ser, na verdade, um novo teste de design que sobrepõe elementos da interface de forma estratégica.
Segundo informações do site PiunikaWeb, o YouTube está experimentando um novo formato de “cartão de anúncio” interativo que fica posicionado exatamente sobre o comando de ignorar a publicidade.
Essa escolha de layout impede o clique imediato no botão, dando a entender que a opção de avançar para o conteúdo principal foi desabilitada.
Anúncio sobrepõe o botão de “Pular” no app para celular (imagem: reprodução/Reddit)
Discussões no Reddit revelaram que o comando continua ativo, mas estaria escondido. Para recuperá-lo, o espectador precisa interagir com o cartão, deslizando-o para baixo.
Outra alternativa identificada seria girar o celular para o modo paisagem, forçando o player a reorganizar os elementos na tela e expondo o botão oculto.
YouTube pode exibir anúncios de 90 segundos sem pausa
Se no mobile o problema é a interface, nas smart TVs o obstáculo é o tempo. Novos relatos indicam que o YouTube expandiu esse limite para 90 segundos em determinados casos.
De acordo com o Android Authority, a mudança ainda não foi implementada globalmente, sugerindo uma fase de testes regionais para medir a rejeição do público. No Reddit, usuários compartilharam capturas de tela mostrando cronômetros de um minuto e meio em anúncios que não oferecem nenhuma opção de interrupção.
Cronômetro indica comercial obrigatório de 90 segundos na TV (imagem: reprodução/Reddit)
Diferente dos anúncios de 30 segundos, essa opção de publicidade de 90 segundos não pulável não foi oficialmente comunicada pelo Google. A documentação oficial ainda cita o limite de 30 segundos nas TVs.
YouTube Premium é a forma oficial de burlar publicidade
Para especialistas, a estratégia do Google é clara: ao tornar a experiência gratuita mais cansativa — seja dificultando o acesso a botões ou aumentando o tempo de espera nas TVs —, a plataforma reduz a resistência do usuário em abrir a carteira.
Júri decidiu que empresas foram negligentes no desenvolvimento dos apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube e Meta foram condenados a pagar US$ 6 milhões (R$ 31,4 milhões) por design viciante de suas plataformas.
A Meta pagará 70% e o YouTube 30% do valor total.
O processo foi movido por uma jovem que alegou vício nos apps desde a infância, o que teria causado problemas de saúde mental.
Um júri de Los Angeles (EUA) decidiu que o YouTube e a Meta, dona do Facebook e Instagram, foram negligentes ao não alertar usuários sobre os riscos de vício em suas plataformas e classificou os aplicativos como produtos defeituosos.
O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que alegou ter se tornado viciada nos apps quando ainda era criança. O veredito condenou as empresas a pagar US$ 6 milhões (cerca de R$ 31,4 milhões) à autora da ação — sendo US$ 3 milhões em danos compensatórios e outros US$ 3 milhões em danos punitivos. Do total, a Meta pagará 70% e o YouTube, 30%.
Tanto a Meta quanto o Google declararam que irão recorrer da condenação. As empresas negam que a arquitetura de seus aplicativos seja a causa raiz dos complexos problemas de saúde mental enfrentados pela juventude.
Acusação contornou isenção de culpa das redes
Acusação focou no projeto dos apps para evitar lei federal (imagem: Unsplash/Bruce Mars)
O resultado validou a abordagem dos advogados da autora, que focou no projeto dos serviços, em vez do conteúdo exibido nas plataformas. O júri concluiu que os aplicativos da Meta, incluindo o Instagram, e o YouTube foram deliberadamente construídos para ser viciantes. A decisão também diz que os executivos das companhias sabiam disso e falharam em proteger os usuários mais jovens.
De acordo com a rede estadunidense NPR, o objetivo da acusação era contornar uma lei federal que isenta as plataformas pelo conteúdo postado por terceiros, a Seção 230 do Communications Decency Act de 1996, legislação similar ao Marco Civil da Internet no Brasil.
A acusação argumentou que recursos como rolagem infinita, reprodução automática, notificações constantes e filtros de beleza transformaram os aplicativos em um “cassino digital”, mesmas características observadas pelo ECA Digital por aqui.
A tese se baseou na história da autora do processo, que começou a usar o YouTube aos 6 anos e o Instagram aos 11. Segundo ela, o tempo de uso a fez desenvolver depressão, dismorfia corporal e pensamentos suicidas devido ao uso compulsivo.
Decisão deve criar precedente
Mark Zuckerberg é CEO da Meta (imagem: reprodução)
Segundo a NPR, a decisão deve guiar os vereditos de outras 2 mil ações judiciais semelhantes contra as plataformas no estado da Califórnia. Além disso, essa tese pode impactar processos contra gigantes da IA, como Google e OpenAI, por danos psicológicos e casos de suicídio. Episódios do tipo ganharam bastante atenção desde a morte de Adam Raine, em 2025.
“O veredito de hoje é um referendo — de um júri para toda uma indústria — de que a responsabilização chegou”, afirmou Joseph VanZandt, co-líder dos advogados que representam as famílias afetadas, em declaração à CNBC.
A responsabilização deve acrescentar mais um prejuízo aos cofres da Meta, que, apenas um dia antes, sofreu outro revés na Justiça. Um júri no Novo México condenou a rede social a pagar US$ 375 milhões (R$ 1,9 bilhão) por enganar os consumidores sobre a segurança. Segundo o processo, as empresas falharam em proteger os jovens contra a ação de predadores sexuais e redes de pedofilia.
YouTube questiona usuários para identificar vídeos ruins gerados por IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube tem questionado usuários sobre vídeos de baixa qualidade gerados por IA, conhecidos como “AI slop”;
mais de 20% dos vídeos recomendados para novos usuários são considerados “AI slop” atualmente;
YouTube até já removeu canais por conteúdo de baixa qualidade gerado por IA, mas aparenta ainda ter dificuldades para mitigar problema.
Conteúdos de qualidade duvidosa gerados por inteligência artificial se tornaram tão frequentes que receberam até nome: “AI slop”. No YouTube, esse problema é recorrente, mas a plataforma aparenta ter dificuldades para mitigá-lo. É o que podemos deduzir dos pedidos de ajuda que o serviço vem fazendo a usuários.
Conforme apuração do Digital Trends, há cada vez mais relatos de pessoas, nas redes sociais, que se deparam com janelas no YouTube que trazem perguntas como “Isso [o vídeo] parece ser AI slop?” e “O quanto este vídeo parece ser de baixa qualidade gerado por IA?”. As opções de resposta vão de “Nada” até “Extremamente”.
Que fique claro que o YouTube não proíbe conteúdo gerado por IA, muito menos exige que os canais identifiquem vídeos do tipo como tal. Contudo, se o vídeo for considerado de baixa qualidade, pode haver consequências sérias, como baixo nível de recomendação, desmonetização do conteúdo ou até banimento do canal.
A razão disso é que vídeos ruins gerados por IA podem ser produzidos rapidamente e, com isso, dominar a plataforma se não houver nenhum tipo de controle.
BREAKING
YouTube is now surveying users on whether videos feel like "AI Slop" and "low-quality AI" pic.twitter.com/qTDu8Cxjld
O problema é que, embora o YouTube já conte com mecanismos que detectam conteúdo gerado por IA com um nível aceitável de eficiência, aparentemente, ainda não é possível identificar vídeos de baixa qualidade com precisão, até porque os critérios para isso tendem a ser subjetivos.
Até o momento, o YouTube não explicou a finalidade das perguntas, mas é possível que elas sirvam para verificar se as respostas dos usuários condizem com os resultados dos mecanismos de detecção.
Mais de 20% dos vídeos recomendados do YouTube são AI slop
O YouTube precisa mesmo tomar cuidado com vídeos ruins gerados por IA. Um levantamento da plataforma de edição de vídeo Kapwing apontou que mais de 20% do conteúdo recomendado pela plataforma para novos usuários (e que não consideram o histórico de navegação, portanto) são AI slop.
YouTube agora pode exibir anúncios de até 30 segundos em TVs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube agora exibe anúncios de 30 segundos sem opção de pular em smart TVs.
Plataforma levou formato de publicidade mais longa às TVs para incentivar assinaturas do YouTube Premium.
Estratégia busca aumentar a receita e aproveitar o crescimento do consumo de vídeos em televisores.
O YouTube está exibindo anúncios de até 30 segundos sem a opção de pular nas smart TVs. Não se trata de um bug: a plataforma levou o formato de publicidade para os televisores conectados, ampliando a pressão para que os usuários assinem o YouTube Premium — única forma oficial de não ver as propagandas.
A mudança foi anunciada pelo próprio Google no começo deste mês. Nos últimos anos, a empresa vem adotando diferentes estratégias para reforçar seu modelo baseado em anúncios. Entre elas estão ações contra bloqueadores de propaganda e restrições a aplicativos de terceiros que reproduzem vídeos da plataforma.
Publicidade direcionada
Segundo a empresa, a mudança foi pensada especificamente para a experiência em telas grandes, como televisores conectados. Nesse formato, os anúncios são exibidos integralmente antes ou durante o vídeo, sem permitir que o usuário avance ou os ignore.
No comunicado, voltado aos anunciantes, a plataforma explica: “A IA do Google otimiza dinamicamente entre anúncios Bumper de 6 segundos, anúncios padrão de 15 segundos e anúncios exclusivos para CTV de 30 segundos que não podem ser pulados, garantindo que sua campanha alcance o público certo na hora certa”.
O sistema utiliza inteligência artificial para escolher automaticamente entre diferentes formatos de publicidade. A seleção considera fatores como público-alvo e momento da exibição para determinar qual tipo de anúncio será mostrado.
Além do formato de 30 segundos, também podem ser exibidos anúncios mais curtos, como os chamados “bumpers”, de seis segundos, ou versões padrão de 15 segundos.
A empresa afirma ainda que a tecnologia busca aumentar a eficiência das campanhas ao combinar diferentes formatos de publicidade de forma automática.
Formato de publicidade do YouTube foi pensado para televisores conectados (imagem: divulgação)
Estratégia visa aumento de receita
A introdução desse novo formato ocorre em meio a outras mudanças recentes na forma como o YouTube lida com anúncios. Usuários já relataram, por exemplo, a exibição de banners publicitários no aplicativo móvel que não podiam ser fechados imediatamente.
Além disso, algumas contas que utilizam bloqueadores de anúncios passaram a ter acesso limitado a recursos como comentários ou descrições de vídeos.
Essas medidas fazem parte da estratégia da plataforma para fortalecer suas fontes de receita, seja por meio da publicidade ou da assinatura do YouTube Premium.
Segundo a empresa, o crescimento do consumo de vídeos em televisores também tem influenciado essas decisões. Em outro trecho do comunicado, a companhia afirma: “Estamos tornando ainda mais fácil alcançar os milhões de espectadores que assistem ao YouTube na sala de estar — incluindo os espectadores que fizeram do YouTube o serviço de streaming nº 1 nos EUA por três anos consecutivos”.
Karandeep Anad, ex-chefe de produto da Meta e atual CEO da Character.ai (imagem: reprodução/Meta)Resumo
CEO da Character.ai, Karandeep Anand, defendeu lançamento de IAs sem segurança completa, comparando com desenvolvimento inicial do Google e YouTube;
morte de Sewell Setzer, que se relacionou com um chatbot, gerou mudanças na Character.ai, limitando o uso por menores de 18 anos;
família de Sewell processou Character.ai por negligência, resultando em um acordo legal e na saída dos criadores da empresa.
O CEO da Character.ai, Karandeep Anand, defendeu que produtos de inteligência artificial podem ser lançados antes da implementação completa de mecanismos de segurança.
Em entrevista ao podcast Tech Tonic, do Financial Times, o executivo comparou a evolução dos chatbots aos primórdios de plataformas como Google e YouTube, cujas regras e barreiras de uso se consolidaram apenas após a interação massiva do público.
A declaração ocorreu em meio à repercussão da morte de Sewell Setzer, de 14 anos, que tirou a própria vida após desenvolver um vínculo romântico com um chatbot inspirado em Daenerys Targaryen, personagem da série Game of Thrones, disponível na plataforma.
Segurança vem depois
Character, o assistente da Character.AI (imagem: reprodução)
Questionado pelo jornal sobre os motivos de a empresa ter liberado uma tecnologia para adolescente sem a certeza de que era segura, o executivo — que substituiu os criadores Noam Shazeer e o brasileiro Daniel de Freiras no ano passado — traçou um paralelo com outras plataformas. Segundo ele, Google e YouTube, por exemplo, não eram perfeitos quando foram lançados.
Para Anand, essa é a forma como a tecnologia “tipicamente se desenvolve”: as empresas lançam o produto, observam o uso e, eventualmente (e de forma muita rápida, segundo ele), colocam barreiras de proteção.
O CEO também justificou as limitações técnicas da Character.ai. Ele argumenta que a companhia não possui o mesmo investimento que gigantes para aplicar no trabalho de alinhamento de segurança da IA.
Ainda assim, a Character.ai aplicou mudanças. Para usuários menores de 18 anos, a empresa decidiu encerrar a possibilidade de conversas longas ou chats abertos, limitando-os a outras funções de entretenimento mais controladas.
Jovem cometeu suicídio
Assim como na gigante OpenAI, as mudanças de segurança no Character ocorreram a partir de uma tragédia familiar. Segundo Megan Garcia, mãe de Sewell, ele começou a usar o app em abril de 2023 e logo apresentou mudanças de comportamento na dinâmica familiar e no desempenho escolar.
Pelo mau comportamento, Megan havia confiscado o celular do filho. Na mesma noite do castigo, os pais ouviram um barulho vindo do banheiro, onde encontraram Sewell de bruços na banheira e uma arma de fogo no chão.
Segundo o Financial Times, as investigações revelaram que ele mantinha conversas com o chatbot de Daenerys Targaryen. O robô engajava em conversas com teor romântico e chegou a iniciar role plays de cunho sexual.
A polícia revelou que, nas últimas mensagens, Sewell escreveu: “Prometo que voltarei para casa para você. Eu te amo muito, Danny”. O robô respondeu: “Eu também te amo. Por favor, volte para mim o mais rápido possível, meu amor”.
Sewell Setzer, no centro, cometeu suicídio durante uso do Character.ai (foto: Megan Garcia/arquivo pessoal)
A mãe conta que mantinha um diálogo aberto com Sewell, e que ele era constantemente alertado sobre os perigos de falar com estranhos online, o uso de redes sociais e o consumo de pornografia. “É um soco no estômago quando você percebe que havia um estranho no celular do seu filho. Mas não é uma pessoa, é um chatbot”, afirmou.
Em outubro de 2024, a mãe e advogados abriram um processo contra a Character.ai por morte por negligência. Após a ação, a empresa assinou um princípio de acordo legal e os criadores da ferramenta deixaram a companhia.
YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.
O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.
“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.
Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.
Reprodução em segundo plano não funciona para música
As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.
Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.
Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.
YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano
Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.
YouTube libera dublagem automática para todo mundo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube introduziu dublagem automática em 2023 e, agora, recurso está disponível em 27 idiomas, com 8 suportando modo Expressive Speech;
Usuários podem definir idioma de preferência para dublagem automática em “Reprodução e desempenho”;
Não há opção para o usuário desativar a dublagem automática, porém.
Introduzida em 2023, a dublagem automática de vídeos no YouTube agora é oficial: baseado em inteligência artificial, o recurso foi expandido para mais idiomas, de modo a funcionar, a partir de agora, em canais do mundo todo.
O que a funcionalidade faz é adicionar faixas de áudio em línguas diferentes em relação ao idioma original de um vídeo. Assim, para um conteúdo produzido em inglês, um áudio dublado em português será reproduzido automaticamente para um usuário do Brasil, por exemplo — no país, a dublagem já funciona há algum tempo.
No atual estágio, o recurso funciona oficialmente com 27 idiomas. Porém, até o momento, apenas oito deles são compatíveis com o modo Expressive Speech (Fala Expressiva), que reproduz as falas dubladas com “emoção” e “energia” tão semelhantes às do áudio original quanto possível: alemão, espanhol, francês, hindi, indonésio, inglês, italiano e português.
A dublagem automática foi aprimorada aos poucos no YouTube. E este “liberou geral” para os canais chega com um pequeno recurso para os usuários: agora, cada pessoa pode definir seu idioma de preferência, isto é, aquele para o qual os vídeos a serem visualizados deverão ser traduzidos por padrão.
Para isso, basta ir em “Reprodução e desempenho” e escolher o idioma desejado no campo correspondente (pode-se escolher mais de um).
O vídeo a seguir dá detalhes sobre o funcionamento da dublagem automática da plataforma:
É possível desativar a dublagem automática do YouTube?
Até o momento, não há nenhuma configuração específica para desativar a dublagem automática. Criadores de conteúdo podem fazer isso, mas somente para seus canais.
Para usuários, a solução está em mudar a dublagem para a faixa de áudio original a partir do ícone de engrenagem / opção “Faixa de áudio” em cada vídeo.
O procedimento pode fazer o YouTube guardar essa preferência para os próximos vídeos por algum tempo, embora não haja garantia de que esse truque funcione.
Eu estou entre os que preferem o áudio original. No meu caso, absorvo melhor o conteúdo quando ouço as vozes verdadeiras. Quando o vídeo está em um idioma que eu não conheço, apelo para as legendas.
Há quem prefira o áudio original por considerar a dublagem automática do YouTube pouco precisa ou excessivamente “artificial”. Pelo menos este último aspecto pode melhorar em breve: a plataforma já está testando uma tecnologia que faz dublagem com sincronização labial.
YouTube em segundo plano? Só pagando (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube encerrou a possibilidade de reproduzir vídeos em segundo plano via navegadores como Brave e Vivaldi, tornando essa função exclusiva para assinantes do YouTube Premium.
A mudança afeta também assinantes do YouTube Premium, que agora precisam usar o aplicativo oficial para reprodução em segundo plano.
O YouTube está combatendo brechas como o uso de adblocks, dificultando o acesso a vídeos para usuários que tentam evitar anúncios.
O YouTube fechou uma brecha que permitia abrir o tocador de vídeo em um navegador e continuar ouvindo o som, mesmo ao usar outros aplicativos ou desligar a tela. Agora, esse recurso está disponível apenas para assinantes do pacote Premium.
O Google confirmou a medida em um posicionamento enviado ao site Android Authority:
A reprodução em segundo plano é um recurso destinado a ser exclusivo para membros do YouTube Premium. Embora alguns usuários não-Premium possam ter conseguido acessar anteriormente por meio de navegadores móveis em determinados cenários, atualizamos a experiência para garantir consistência em todas as nossas plataformas.
O que mudou no YouTube?
Em smartphones, navegadores como Brave, Microsoft Edge, Samsung Internet, Vivaldi e outros conseguiam continuar reproduzindo vídeos em segundo plano. Era um truque comum para ouvir música ou podcasts. Agora, assim que o browser sai do primeiro plano, o conteúdo é pausado.
YouTube no Microsoft Edge para Android (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
A mudança aparentemente afeta também assinantes do YouTube Premium, ainda que em menor escala. De acordo com relatos, eles não conseguem mais acessar o recurso de reprodução em segundo plano em navegadores, mesmo que estejam logados. É necessário usar o aplicativo oficial do serviço para continuar ouvindo os vídeos.
YouTube quer acabar com brechas
A reprodução em segundo plano é um dos diferenciais da assinatura Premium do YouTube. Outro é não ter propagandas — e a empresa também está de olho em quem quer contar com esse benefício gratuitamente.
A questão dos adblocks é mais complexa do ponto de vista técnico, o que faz com que o Google e os desenvolvedores dessas ferramentas estejam sempre em um jogo de gato e rato para descobrir brechas e consertá-las.
YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Usuários de bloqueadores de anúncios enfrentam erro ao acessar vídeos no YouTube, principalmente com o Chrome;
Problema pode ser uma ação do YouTube contra bloqueadores, mas a plataforma não confirma;
Alguns usuários conseguiram solucionar a falha desativando justamente o bloqueador.
Nos últimos dias, surgiram numerosos relatos nas redes sociais de pessoas que se depararam com um erro de conteúdo não disponível no YouTube. Se não todas, grande parte das queixas tem uma característica em comum: elas foram feitas por usuários de bloqueadores de anúncios.
Os relatos foram registrados principalmente no Reddit, com esta thread servindo de exemplo. Em quase todos os casos, os usuários notaram o problema ao acessar o YouTube com o Chrome e bloqueadores de anúncios como uBlock Origin, AdBlock Plus e Ghostery.
A falha faz o YouTube exibir uma página com a seguinte mensagem de erro quando o usuário tenta acessar um vídeo na plataforma: “este conteúdo não está disponível, tente novamente mais tarde”.
Alguns usuários conseguiram resolver o problema simplesmente acessando o YouTube com o bloqueador de anúncios desativado, embora outras pessoas tenham relatado que a falha persistiu após esse procedimento.
Também houve quem tenha conseguido fazer o vídeo ser exibido atualizando a página do YouTube seguidas vezes (o que não é nada prático, convenhamos).
Essa é uma investida do YouTube contra bloqueadores de anúncios?
O número repentino de relatos sobre o problema nos últimos dias levanta a suspeita de que esta é, sim, uma ação do YouTube contra adblocks. Só não é possível dar certeza porque a plataforma não se pronunciou sobre o assunto até o momento (e não costuma se pronunciar).
Como explica o TechSpot, o YouTube tem uma dinâmica de reprodução de conteúdo que depende de chamadas do tipo XHR (XMLHttpRequest) para buscar fluxos de vídeo nos servidores da plataforma.
O monitoramento dessas chamadas está entre as abordagens de bloqueadores para barrar anúncios antes ou durante a reprodução do vídeo. Cientes disso, engenheiros do YouTube tendem a implementar mecanismos ou procedimentos que dificultam esse monitoramento.
Desenvolvedores de adblockers respondem revisando suas abordagens de modo a desvencilhar suas ferramentas desses mecanismos e, com isso, o ciclo se repete. Isso explica, provavelmente, o fato de queixas sobre o YouTube barrando acessos com bloqueadores de anúncios surgirem de tempos em tempos.
YouTube no navegador (imagem ilustrativa: Christian Wiediger/Unsplash)
Solução definitiva: pagar pelo YouTube Premium
As supostas investidas do YouTube contra bloqueadores de anúncios parecem ter um único objetivo: convencer o usuário a assinar o YouTube Premium, que não exibe publicidade e oferece outros recursos, como reprodução em segundo plano. No Brasil, a modalidade tem os seguintes preços atualmente:
Individual: R$ 26,90 por mês
Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
Estudante: R$ 16,90 por mês
Premium Lite: R$ 16,90 por mês (opção com menos funcionalidades)
O Motorola Edge 60 (512 GB) está disponível com 43% de desconto e sai por R$ 1.999 em até 12x sem juros. Para quem busca um celular com bom desempenho e bastante autonomia, a oferta é uma oportunidade. Em termos de comparação, o smartphone foi lançado por R$ 3.499 em 2025.
Edge 60 possui tela POLED de 4.500 nits e bateria para até 40 horas
A tela POLED de 6,7 polegadas suporta uma taxa de atualização de 120 Hz e HDR10+ que proporcionam contraste adaptado aos conteúdos e transições bem fluidas. Além disso, o brilho de até 4.500 nits para visualização em ambientes iluminados é um dos mais fortes do mercado. A resolução Super HD oferece definição superior ao Full HD.
A bateria interna de 5.200 mAh proporciona uma autonomia prolongada, ideal para usuários que utilizam constantemente o celular ao longo do dia. De acordo com a Motorola, o Moto Edge 60 fornece até 40 horas de duração. O carregador de 68 W incluso na caixa vai garanti-lo horas de uso em poucos minutos na tomada.
O sensor Sony LYTIA 700C de 50 MP e estabilização óptica (OIS) lidera o sistema de câmeras traseiras. As outras são a ultrawide também de 50 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x. O conjunto filma em 4K a 30 fps. A câmera frontal de 50 MP registra selfies nítidas e traz o recurso Night Vision para aprimorar as fotos em ambientes escuros.
Motorola Edge 60 usa as mesmas câmeras do modelo Pro (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O processador MediaTek Dimensity 7300 trabalha junto a 12 GB de memória RAM, expansível até 24 GB por RAM Boost para proporcionar desempenho otimizado. A configuração permite ao usuário rodar jogos intermediários, apps simultâneos com fluidez e executar tarefas com auxílio de inteligência artificial por meio do Moto AI.
A conectividade inclui suporte a rede 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. O smartphone conta com resistência diferenciada por reunir as certificações IP68, IP69 e padrão militar MIL-STD-810H.
O Motorola Edge 60 (512 GB) em oferta por R$ 1.999 em até 12x sem juros já recebeu atualização para o Android 16, lhe restando apenas duas atualizações principais de sistema operacional.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Conheça o passo a passo para extrair as transcrições Closed Caption do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Há duas formas de baixar legenda de vídeo do YouTube. A primeira é pelo serviço online Download YouTube Subtitles, informando o URL do vídeo para realizar a extração do Closed Caption e, em seguida, selecionar o idioma desejado para baixar o arquivo.
O segundo método é usando a extensão YouTube Subtitle Downloader do Google Chrome. A ferramenta inclui um botão de download diretamente no navegador, agilizando o processo de extração da descrição de áudio do vídeo no YouTube.
Com a legenda baixada, é possível criar transcrições para estudos ou usar editores de vídeo para embutir o texto permanentemente. O arquivo também é útil para ajustar a sincronia do material ou realizar traduções manuais em produções que não possuem legendas nativas.
A seguir, veja o passo a passo para baixar legenda de vídeo do YouTube via serviço online ou extensão do Google Chrome.
Como baixar legendas do YouTube via serviço online
1. Copie o endereço do vídeo do YouTube
Acesse o vídeo do YouTube que você deseja extrair a legenda e clique no botão “Compartilhar”, ícone com seta para direita embaixo do player. Em seguida, na janela pop-up, clique em “Copiar” para salvar o URL na sua área de transferência.
Importante: esse passo a passo também pode ser feito pelo celular.
Copiando o endereço do vídeo do YouTube para a extração da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Acesse o “Download YouTube Subtitles”
Visite downloadyoutubesubtitles.com, site para baixar legendas do YouTube. Lá, você encontrará as ferramentas para extrair o Closed Caption do vídeo que você copiou o endereço.
Acessando o site Download YouTube Subtitles (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Extraia a legenda do vídeo do YouTube
Cole o endereço copiado do vídeo do YouTube no campo “Digite o URL do YouTube”. Depois, clique em “Obter legendas” para avançar.
Colando o endereço do vídeo do YouTube para obter legendas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Baixe a legenda do vídeo do YouTube
Aguarde a ferramenta realizar o processamento. Em seguida, na seção “Legendas primárias do vídeo”, clique em cima do formato de legenda desejado (SRT, VTT, TXT) para fazer download do arquivo para o dispositivo.
Baixando a legenda do vídeo do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como baixar legendas do YouTube via extensão do Chrome
1. Baixe a extensão YouTube Subtitle Downloader
Abra o navegador Google Chrome e acesse a Chrome Web Store para instalar a extensão YouTube Subtitle Downloader. Então, clique no botão “Usar no Chrome” e em “Adicionar extensão”, na janela pop-up, para baixar a ferramenta.
Instalando a extensão “YouTube Subtitle Downloader” no Google Chrome (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Acesse o YouTube Subtitle Downloader
Acesse o vídeo do YouTube que você deseja fazer download da legenda. Em seguida, clique no ícone do YouTube Subtitle Downloader no campo de extensões, na parte superior direita do Google Chrome.
Abrindo a ferramenta YouTube Subtitle Downloader” no navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione “Abrir painel lateral”
Ao visualizar as opções do YouTube Subtitle Downloader, clique em “Abrir painel lateral” para ver todos os recursos da extensão do Chrome.
Acessando a opção “Abrir painel lateral” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Defina o formato do arquivo da legenda
Clique em cima do botão “Format” para selecionar o formato do arquivo da legenda que você deseja baixar do vídeo do YouTube (SRT, VTT, TXT).
Selecionando o formato do arquivo da legenda (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Faça o download de legenda do YouTube
Após escolher o formato de legenda, clique no botão “Download” para baixar o arquivo de texto com a transcrição do áudio do vídeo do YouTube.
Fazendo download da legenda do YouTube (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Por que não consigo baixar legendas do YouTube?
Há alguns pontos que podem impedir você de extrair a legenda de vídeo do YouTube. Os mais comuns são:
Ausência de Closed Caption: o criador do conteúdo pode ter desativado a função ou simplesmente não gerou as legendas automáticas ao postar o vídeo no YouTube;
Legendas embutidas: se o texto estiver diretamente na imagem do vídeo, ele não existe como arquivo de texto separado para ser baixado;
Restrições de privacidade: vídeos configurados como “Privados” ou com restrição de idade poderm impedir que ferramentas externas acessem os metadados e as trilhas de legenda;
Processamento pendente: em vídeos muito recentes, o YouTube pode ainda não ter finalizado o uso da inteligência artificial para gerar a transcrição automática;
Configuração de idioma: se o idioma do vídeo não for reconhecido claramente pelo algoritmo, a plataforma não disponibiliza o arquivo de legenda para exportação.
Tem como baixar legendas de um vídeo do YouTube sem Closed Caption?
Não dá para fazer download de legendas de um vídeo do YouTube se o material não possuir Closed Caption. É necessário que o conteúdo tenha uma legenda gerada automaticamente ou fornecida pelo criador que enviou o vídeo para a plataforma.
No entanto, é possível usar ferramentas para transcrever vídeos do YouTube e gerar legendas. Extensões para o Chrome ou sites especializados conseguem analisar a faixa sonora para criar um arquivo de texto independente nos formatos SRT ou TXT de forma prática.
Posso baixar um vídeo do YouTube com legenda?
Sim, é possível baixar vídeos do YouTube com legenda desde que ela esteja embutida, ou seja, gravada permanentemente na imagem original. Caso a legenda seja Closed Caption – gerada pela plataforma –, a maioria das ferramentas salvará apenas o arquivo de imagem bruto.
Para obter as legendas opcionais, é necessário baixar o arquivo SRT separadamente e usar um player com suporte para reprodução simultânea. Caso prefira a integração definitiva, é recomendado usar um software de edição para renderizar o texto sobre o vídeo, garantindo a sincronia entre áudio e escrita.
Snap conseguiu o acordo antes do início do julgamento em Los Angeles (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)Resumo
A empresa Snap, dona do Snapchat, fechou acordo em processo nos EUA sobre vício em redes sociais.
O julgamento testa a tese de que redes sociais são produtos “defeituosos” e podem ser responsabilizadas por danos pessoais.
A Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações é central no debate sobre a responsabilidade das plataformas.
Meta, TikTok e YouTube seguem no caso.
A empresa controladora do Snapchat fechou um acordo em um processo que acusa grandes plataformas digitais de incentivarem o vício em redes sociais. O acerto foi anunciado poucos dias antes do início do julgamento em Los Angeles, que é considerado o primeiro do tipo a avançar para a fase de júri nos Estados Unidos.
Embora o Snapchat já não tenha a mesma relevância no Brasil, o caso chama atenção por envolver também Meta, TikTok e YouTube, que permanecem como rés no processo. Não se sabe quanto será pago pois os termos do acordo com a empresa Snap não foram divulgados. Ela não será mais processada nesta ação específica.
Em nota enviada à BBCapós a audiência na Suprema Corte da Califórnia, a Snap afirmou que as partes ficaram “satisfeitas por terem conseguido resolver este assunto de maneira amigável”.
Por que é um processo histórico?
A ação foi movida por uma jovem identificada pelas iniciais K.G.M., hoje com 19 anos. Ela alega que se tornou dependente de aplicativos de redes sociais ainda na adolescência e que isso teve impactos diretos sobre sua saúde mental. Segundo a acusação, escolhas de design e funcionamento dos algoritmos teriam sido determinantes para o uso compulsivo.
Este é o primeiro de vários processos semelhantes que devem chegar a julgamento ao longo do ano nos Estados Unidos. A estratégia jurídica lembra a adotada décadas atrás contra a indústria do tabaco, com milhares de adolescentes, distritos escolares e procuradores estaduais acusando empresas de tecnologia de causar danos pessoais e sociais.
Os autores das ações afirmam que recursos como rolagem infinita, reprodução automática de vídeos e sistemas de recomendação foram projetados para manter usuários engajados por longos períodos, contribuindo para quadros de depressão, transtornos alimentares e automutilação.
O que ainda está em jogo?
Meta, TikTok e YouTube permanecem como rés no processo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Como não houve acordo com as outras rés, o julgamento seguirá contra Meta, TikTok e YouTube, com a seleção do júri prevista para a próxima segunda-feira (27 de janeiro. O CEO da Meta, Mark Zuckerberg, deve depor. Antes do acordo, o CEO da Snap, Evan Spiegel, também estava listado como testemunha.
Os casos são acompanhados de perto porque testam uma nova tese jurídica: a de que plataformas de redes sociais seriam produtos “defeituosos” e, portanto, passíveis de responsabilização por danos pessoais. As empresas, por sua vez, argumentam que não há comprovação científica de um elo direto entre uso de redes sociais e vício, além de sustentarem que as ações violam proteções legais ligadas à liberdade de expressão.
Outro ponto central do embate envolve a Seção 230 da Lei de Decência nas Comunicações, de 1996, historicamente usada pelas big techs para se proteger de responsabilidades legais. Os autores das ações afirmam que o problema não está no conteúdo publicado por terceiros, mas na forma como as plataformas são estruturadas para incentivar o uso excessivo.
Mesmo fora deste julgamento específico, a Snap segue como ré em outros processos semelhantes, que podem redefinir os limites de responsabilidade das empresas de tecnologia.
YouTube promete combater conteúdos repetitivos e spam (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube introduzirá ferramentas de IA para criar jogos e gerar Shorts com a imagem dos criadores.
O YouTube Shopping será ampliado, permitindo compras diretamente no aplicativo.
A plataforma reforçará o controle parental para proteger crianças e adolescentes.
O YouTube vai dar mais ênfase à inteligência artificial em 2026. A plataforma ganhará ferramentas para criar jogos usando IA, além de fazer experiências com músicas. Outra novidade é que os criadores poderão gerar Shorts usando sua própria imagem com uma ferramenta do próprio serviço.
Os anúncios estão em uma carta publicada pelo CEO da rede, Neal Mohan. O comunicado não dá mais detalhes de quando esses recursos estarão disponíveis.
Neal Mohan é CEO do YouTube desde 2023 (imagem: Wikimedia Commons/Collision Conf)
O texto também menciona o AI slop, nome dado ao conteúdo de baixa qualidade produzido em larga escala com o auxílio de IA generativa. O YouTube não deve adotar uma postura muito rígida com isso, pelo que o comunicado indica.
“Ao longo dos últimos 20 anos, aprendemos a não impor quaisquer noções preconcebidas sobre o ecossistema de criadores”, afirma o executivo em sua carta. “Hoje, tendências antes consideradas estranhas, como ASMR e assistir outras pessoas jogando videogames, são sucessos populares.”
Entre as novidades anunciadas por Mohan, os Shorts poderão ser compostos apenas por imagens estáticas, um formato também oferecido pelo TikTok. Esse tipo de conteúdo aparecerá diretamente no feed.
Outro movimento para 2026 é a ampliação do YouTube Shopping, que permite comprar produtos diretamente pelo aplicativo do streaming, sem precisar acessar uma loja — de um jeito parecido com o TikTok Shop. No exterior, o YouTube Shopping já conta com 500 mil criadores. Ainda não há nenhuma informação sobre disponibilidade no Brasil.
Rede reforça controle parental para evitar regulamentação
Mohan também reforçou as iniciativas do YouTube para garantir, em suas palavras, “uma experiência de visualização adequada” para crianças e adolescentes. O executivo lembrou das medidas de controle parental recém-anunciadas, que permitem que responsáveis limitem ou bloqueiem o acesso aos vídeos curtos em contas de menores de idade
O texto traz ainda uma alfinetada nas tentativas de regulamentação, dizendo que a empresa acredita que “os pais — e não os governos — devem decidir o que é melhor para suas famílias”.
Opera One R3 é o novo navegador principal da empresa (imagem: divulgação)Resumo
Opera One R3 estreia uma IA contextual que considera a aba ativa e funciona com vídeos do YouTube.
O novo navegador principal da empresa melhora a organização de abas e expande o modo de tela dividida.
Ele também adiciona novos temas dinâmicos, incluindo colaboração com o Spotify, e agora permite acessar Google Calendário e Gmail na barra lateral.
A Opera lança, nesta quinta-feira (15/01), o Opera One R3, nova versão do seu navegador principal. A grande novidade é que a inteligência artificial do browser, agora baseada na arquitetura agêntica do Opera Neon, passa a responder com base na aba ativa, com suporte direto a vídeos do YouTube.
O navegador também melhora recursos de organização de abas e expande o modo de tela dividida, com novas opções de personalização visual e sonora.
IA que entende o contexto da aba
Navegador expande o recurso de tela dividida (imagem: divulgação)
A inteligência artificial integrada ao navegador foi reformulada. Segundo a Opera, a nova versão da IA está até 20% mais rápida e responde considerando o contexto da aba ativa ou da ilha de abas. Isso deve reduzir o risco de misturar informações de temas diferentes.
O recurso também passou a funcionar com vídeos do YouTube: agora é possível pedir resumos, localizar trechos específicos ou esclarecer pontos do conteúdo assistido.
Para quem não quiser, é possível desativar a IA diretamente na interface de chat.
Novos temas e colaboração com o Spotify
Tema Sonic reage à música reproduzida no player do navegador (imagem: divulgação)
Para personalização, o Opera One R3 adiciona três novos temas dinâmicos:
Radiance (modo escuro);
Orbit (modo claro);
Sonic, criado em parceria com o Spotify, que reage à música reproduzida no player do navegador e adapta o visual ao ritmo da trilha sonora.
O que mais dá para fazer com o Opera One R3?
Barra lateral do Opera One R3 tem acesso integrado ao Google Calendário e Gmail (imagem: divulgação)
A nova versão do navegador permite:
organizar abas automaticamente por contexto com Ilhas de Abas, agora com cores e nomes personalizados;
utilizar tela dividida com até quatro abas simultâneas, em diferentes layouts;
acessar Gmail e Google Calendário diretamente pela barra lateral.
A Opera também anunciou que não existirá mais um navegador beta separado. A partir de agora, usuários interessados em testar recursos experimentais podem ativar o modo Early Bird dentro do próprio Opera One R3.
YouTube permite limitar ou zerar o consumo de Shorts para adolescentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube introduziu novos controles parentais para limitar ou bloquear o acesso aos Shorts em contas de adolescentes.
Pais podem definir limites diários para o uso dos Shorts e configurar lembretes de “hora de dormir” e “faça uma pausa”.
A plataforma ajustará a curadoria de conteúdo e recomendações para adolescentes, priorizando vídeos educativos e informativos.
O YouTube anunciou novas medidas de controle parental voltadas especialmente para o consumo de Shorts por crianças e adolescentes. A iniciativa amplia as ferramentas já disponíveis para famílias e responde a uma preocupação crescente sobre o impacto do formato de vídeos curtos no tempo de tela e no bem-estar dos usuários mais jovens.
Segundo a plataforma do Google, adolescentes recorrem ao YouTube para finalidades diversas, como estudar, acompanhar criadores favoritos, ouvir podcasts ou assistir a conteúdos esportivos. Em comunicado oficial, a empresa afirmou: “Acreditamos em proteger crianças no mundo digital, não do mundo digital”. A estratégia tem sido desenvolver, ao longo de mais de uma década, produtos e proteções pensados especificamente para esse público.
Como funcionam os novos limites para o Shorts
A principal novidade é a possibilidade de os pais definirem quanto tempo contas supervisionadas podem passar rolando o feed de Shorts. Será possível estabelecer um limite diário e, em breve, ajustar esse tempo para zero, bloqueando completamente o acesso ao formato. O YouTube descreve o recurso como inédito no setor, ao dar controle direto sobre a exposição a vídeos curtos.
A proposta é oferecer flexibilidade conforme o contexto. Pais podem, por exemplo, impedir o acesso aos Shorts durante períodos de estudo e liberar um tempo maior em momentos de lazer, como viagens longas. Além disso, responsáveis por contas supervisionadas poderão configurar lembretes personalizados de “hora de dormir” e “faça uma pausa”.
Esses recursos se somam a controles já existentes, como a supervisão da atividade de canais criados por jovens e limites de conteúdo sensível.
YouTube amplia controle parental sobre Shorts para contas de adolescentes (Vídeo: Divulgação/YouTube)
O que muda na experiência para diferentes idades?
Outra frente anunciada envolve a curadoria e recomendação de conteúdo para adolescentes. O YouTube apresentou novos princípios e um guia para criadores, desenvolvidos em parceria com especialistas e instituições acadêmicas, com o objetivo de diferenciar conteúdos de maior e menor qualidade para esse público. Esses critérios também passam a influenciar o sistema de recomendações, priorizando vídeos educativos e informativos.
Além disso, a empresa promete simplificar o uso de contas familiares. Nas próximas semanas, o processo de criação de perfis infantis será ajustado, permitindo alternar entre contas de adultos e crianças com poucos toques no app.
As mudanças ocorrem em um contexto de maior pressão internacional pela proteção dos menores de idade. No ano passado, o YouTube também anunciou tecnologias de estimativa de idade para identificar contas de adolescentes e oferecer experiências mais apropriadas, reforçando uma tendência que vem se consolidando em todo o setor.
Plataforma passa a permitir que responsáveis limitem ou bloqueiem o acesso aos vídeos curtos em contas de menores de idade, ampliando ferramentas de supervisão e bem-estar digital.
YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Primeiro vídeo do canal Gramma Crackers passou de meio milhão de visualizações (imagem: reprodução/YouTube)Resumo
A americana Sue Jacquot criou um canal no YouTube, Gramma Crackers, para arrecadar fundos para o tratamento de câncer de seu neto Jack Self.
Jacquot conseguiu 150 mil seguidores e arrecadou US$ 35 mil em doações, além das receitas de monetização do YouTube.
Jack Self está livre do câncer, e ele e a avó agradecem à comunidade do Minecraft pelo apoio.
A americana Sue Jacquot ficou famosa ao criar um canal de YouTube para publicar vídeos jogando Minecraft. A iniciativa tinha um fim nobre e urgente: levantar fundos para ajudar a pagar o tratamento de câncer de seu neto Jack Self, de 17 anos.
Assim, aos 81 anos, Jacquot conseguiu mais de 150 mil seguidores para seu canal, chamado Gramma Crackers. O primeiro vídeo publicado alcançou 564 mil visualizações.
A vovó incluiu o link para a “vaquinha” no GoFundMe nas descrições dos vídeos, estipulando uma meta em cada post. Ela já conseguiu US$ 35 mil em doações — sem contar as receitas de monetização do próprio YouTube, que também serão direcionadas para pagar o tratamento.
“Foi surreal. Havia doações de US$ 1 a US$ 5 mil”, conta Austin Self, outro neto de Jacquot.
Avó aprendeu a jogar para ficar mais próxima dos netos
A história da vovó gamer chamou a atenção de canais de TV dos Estados Unidos. “Eu nunca tive curiosidade por Minecraft, mas quando você tem netos que querem interagir, você simplesmente faz”, explica a youtuber à reportagem da KNXV.
Austin diz ter ficado surpreso com o progresso da avó. “Todos nós ficamos impressionados por ela ter conseguido entender, e então, tudo meio que aconteceu a partir daí”, conta.
Como observa o site Dexerto, está se tornando mais comum ver idosos gamers: uma senhora de 92 anos venceu um torneio de Tekken 8 para idosos, e a youtuber Skyrim Grandma, 90, anunciou sua aposentadoria recentemente, porque passou a ficar entediada com o jogo.
Comunidade fez a diferença
O sucesso do Gramma Crackers é extraordinário, mas a melhor notícia é que Jack está livre do câncer. Ele e a avó fazem questão de agradecer à comunidade do Minecraft.
“Eles não só doavam, mas também oravam”, conta Jacquot. “Eu acho que, quando você fala que é câncer, as pessoas sabem o que está em jogo.”
“Foi muito bonito ver todo mundo sendo tão gentil comigo e com a minha avó”, afirma Jack.
O Galaxy Z Flip 7 FE (128 GB) está disponível com 56% de desconto e possibilidade de parcelamento no AliExpress. Você adquire o smartphone dobrável da Samsung por R$ 2.963 em até 12x sem juros ao adicionar o cupom AEBR9. As telas AMOLED são o principal destaque.
Z Flip 7 FE traz experiência dobrável e câmera de 50 MP
O smartphone possui uma tela principal de 6,7 polegadas com tecnologia AMOLED Dinâmico 2x que permite uma taxa de atualização variável de até 120 Hz. A configuração fornece uma usabilidade extremamente fluida. Já o display externo do tipo Super AMOLED de 3,4 polegadas possibilita o acesso mais fácil a notificações e widgets.
O sistema de câmeras é idêntico ao do Galaxy Flip 7 com um sensor principal de 50 MP com estabilização óptica (OIS), uma lente ultrawide de 12 MP e um câmera frontal de 10 MP. Um detalhe curioso é a possibilidade de tirar selfies com o smartphone dobrado e utilizar a câmera mais potente.
O Galaxy Z Flip 7 FE vem equipado pelo processador Exynos 2400, um chip inferior ao integrado na versão padrão, mas que ainda assim entrega um desempenho eficiente. O usuário não vai enfrentar dificuldades para executar tarefas em simultâneo e rodar jogos.
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE quando aberto (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria possui 4.000 mAh e suporte a carregamento limitado de 25 W. Não é uma das maiores capacidades, mas é o preço a se pagar pelo design. No mais, o celular conta com um design resistente pelo corpo em Armor Alumínio e vidro Gorilla Glass Victus 2, além de certificação IP48 contra poeira e imersão em água por até 1,5 metro.
Celular dobrável de última geração da Samsung traz telas AMOLED e câmera principal de 50 MP. Oferta pela versão de 128 GB no AliExpress tem cupom para resgate
Samsung Galaxy Z Flip 7 FE aberto (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Amazon Prime custa R$ 19,90 por mês (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Amazon Prime lidera o ranking de serviços digitais mais populares no Brasil em 2025.
O Google e o Spotify também estão entre os serviços mais populares.
O ranking inclui serviços de música, filmes, armazenamento na nuvem e games.
O ano de 2025 vai chegando ao fim e provavelmente você gastou mais com serviços digitais – aquelas assinaturas mensais que nos permitem acessar coisas via internet. De todos eles, o mais popular neste período foi o Amazon Prime, de acordo com um levantamento exclusivo da plataforma de controle de gastos Oinc a pedido do Tecnoblog. O Google e o Spotify também estão bem na fita.
O ranking de serviços mais populares tem de tudo: música, filme, armazenamento na nuvem, games, etc. Talvez o principal recado seja de que realmente nos acostumamos com a conveniência e facilidade de fazer as coisas pelo computador ou smartphone – o que tem um custo crescente.
Além de identificar os serviços em si, o pessoal da Oinc também fez um mapeamento de quais são os planos ou modalidades mais populares, de modo a matar a minha (e sua!) curiosidade quanto aos desembolsos mensais com as facilidades do universo digital. Confira abaixo.
Serviços digitais mais populares, segundo levantamento exclusivo (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Caso fôssemos completar o top 9, também veríamos produtos digitais do Mercado Livre, Globo, YouTube e Disney.
Quais deles já são figurinha carimbada na fatura do seu cartão de crédito? Conte pra gente nos comentários.
Canais com vídeos feitos por IA acumulam bilhões de visualizações (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube recomenda mais de 20% de vídeos de baixa qualidade gerados por IA para novos usuários.
Segundo o levantamento da Kapwing, canais automatizados geram US$ 117 milhões anuais, com 63 bilhões de visualizações.
O YouTube afirma que a IA é uma ferramenta neutra e que conteúdos devem seguir diretrizes da comunidade.
Uma pesquisa da Kapwing, empresa especializada em edição de vídeo, revelou que o algoritmo do YouTube está inundando o feed de novos usuários com o chamado “lixo de IA” (AI Slop). Segundo o levantamento, mais de 20% dos vídeos recomendados para contas sem histórico de navegação são conteúdos de baixa qualidade gerados por inteligência artificial.
Para mapear a escala do problema, a Kapwing monitorou os 15 mil canais mais populares da plataforma, filtrando os 100 principais de cada país. A análise identificou 278 perfis que operam exclusivamente com conteúdo automatizado de baixo custo e alto volume.
Somados, esses canais acumulam 63 bilhões de visualizações e uma base de 221 milhões de inscritos, bem mais que a distribuição em massa da curadoria de conteúdo original.
Como o “lixo de IA” gera milhões de dólares?
Indústria de conteúdo automatizado gera receitas milionárias (imagem: Christian Wiediger/Unsplash)
A metodologia simulou a jornada de um usuário novato na plataforma. Dos primeiros 500 vídeos sugeridos no feed inicial de uma conta nova, 104 foram identificados como produções de IA de baixo valor.
O sucesso financeiro dessas operações reside na estrutura de produção. Conforme detalhado pelo The Guardian, existe um ecossistema aquecido em fóruns e aplicativos como Telegram e Discord, em que grupos trocam dicas de nichos lucrativos. As estratégias variam de simulações de desastres naturais a vídeos absurdos de objetos domésticos, como panelas de pressão explodindo.
Os produtores usam ferramentas de IA para gerar dezenas de variações sobre o mesmo tema e as lançam simultaneamente. O algoritmo do YouTube, treinado para identificar padrões de retenção, acaba impulsionando as versões que geram mais cliques, permitindo que os criadores repliquem o modelo “vencedor” exaustivamente.
Essa saturação é global. Na Espanha, cerca de 20 milhões de pessoas — quase metade da população — seguem canais de IA em alta. No Brasil, o impacto também é significativo, com 13,5 milhões de inscritos consumindo esses materiais.
A barreira linguística é quase inexistente, já que a maioria desses vídeos utiliza elementos visuais exagerados e narrações sintéticas que podem ser facilmente traduzidas ou nem sequer exigem compreensão verbal.
O estudo usa como exemplo o canal indiano Bandar Apna Dost. Com 2,4 bilhões de visualizações, o perfil foca em animações surreais e fatura cerca de US$ 4,25 milhões anuais (R$ 23,7 milhões). Já o canal Pouty Frenchie, de Singapura, foca no público infantil com histórias de animais em cenários psicodélicos, gerando receitas milionárias.
Um outro canal, o The AI World, utiliza imagens geradas por IA para retratar inundações e desastres reais, acumulando 1,3 bilhão de visualizações.
O que diz o YouTube?
Em resposta aos dados levantados, um porta-voz do YouTube afirmou que a IA generativa é uma ferramenta neutra, que pode ser usada tanto para criatividade legítima quanto para produções de baixa qualidade.
A empresa reforçou que o foco permanece em conectar usuários a conteúdos “de alta qualidade” e que todo material enviado deve seguir as diretrizes da comunidade. “Se constatarmos que algum conteúdo viola uma política, nós o removemos”, reiterou a plataforma.
Gmail prepara recurso para alterar o endereço @gmail.com (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Gmail agora permite alterar o endereço de e-mail ou criar um alias com @gmail.com sem apagar o original.
O recurso está em fase de testes, inicialmente disponível em hindi, sugerindo testes na Índia.
O endereço antigo continua funcionando como alias, permitindo que mensagens cheguem à mesma caixa de entrada.
O Google começou a liberar um recurso aguardado há anos pelos usuários do Gmail: a possibilidade de alterar o endereço de email ou criar um novo alias (ou seja, um redirecionamento) sem precisar abandonar a conta original. A novidade apareceu em um documento de suporte da empresa e indica uma mudança relevante na forma como o serviço lida com identidades.
Até agora, o Gmail permitia apenas o uso de variações internas, mas não autorizava a troca efetiva do endereço principal. Com a nova função, o usuário ganha mais flexibilidade para reorganizar sua caixa de entrada, corrigir nomes antigos ou adotar um e-mail mais adequado ao uso profissional ou pessoal.
O que muda no Gmail?
Segundo o documento de suporte, o endereço de email associado à conta do Google é o principal identificador usado para acessar serviços como Gmail, Drive, YouTube e outros. “Esse endereço ajuda você e outras pessoas a identificar sua conta”.
Na sequência, o texto detalha a principal novidade: “Se quiser, você pode alterar o endereço de e-mail da sua Conta do Google que termina em gmail.com para um novo endereço de e-mail que também termine em gmail.com”. Isso significa que o usuário poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero.
Outro ponto importante é que o endereço antigo não deixa de funcionar. Ele passa a atuar como um alias, permitindo que mensagens enviadas para qualquer uma das duas opções cheguem à mesma caixa de entrada. Na prática, o usuário pode manter dois endereços @gmail.com ativos simultaneamente.
A documentação ainda aponta que haverá um período de trava logo após criar um novo endereço no Gmail.
Usuário do Gmail poderá definir um novo endereço principal, sem precisar criar uma conta do zero (Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Quem já pode usar o recurso?
O Google ainda não fez um anúncio oficial. No entanto, a existência do documento indica que o recurso já está em fase de liberação gradual. Por enquanto, o material foi encontrado apenas em hindi, o que sugere que os testes iniciais estejam concentrados na Índia antes de uma expansão global.
Usuários que já tiverem acesso encontrarão a opção dentro das configurações da conta do Google, com um link direto para a página de suporte que explica o processo. Não há, até o momento, um cronograma público para a liberação geral.
Serviços concorrentes, como Outlook e Proton Mail, permitem há anos a criação e a troca de aliases de forma mais ampla.
O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.
Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.
No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
App do YouTube em TVs começou a receber atualização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube reformulou a interface do app para TVs, alterando a disposição dos elementos na tela.
O título do vídeo agora está no canto superior esquerdo, e um novo botão “Descrição” concentra informações do criador e metadados.
A barra inferior foi reorganizada em blocos, e assinantes do YouTube Music e Premium têm acesso a novos modos de exibição.
O aplicativo do YouTube em TVs começou a receber uma reformulação visual que altera a disposição de elementos na tela de exibição de vídeos. A plataforma afirma que a mudança foi pensada para tornar o uso mais direto nos televisores e para facilitar a localização de comandos, algo já criticado por usuários.
A reorganização inclui novos grupos de controles, reposicionamento do título e a chegada de um botão específico para acessar descrição e informações extras.
A novidade está aparecendo em diferentes dispositivos, como boxes com Android TV e sistemas nativos de TVs recentes, mas ainda não está disponível para todos. Segundo o The Verge, parte dos aparelhos da Apple, por exemplo, segue com a interface anterior.
Quais as novidades?
Recordatorio de que quienes creamos contenido en Youtube lo estamos haciendo cada vez más para quienes lo consumen en el televisor / living de la casa.
YouTube ha actualizado su reproductor de video en televisores para ofrecer una experiencia más intuitiva y fácil de navegar.… pic.twitter.com/wr9ppty6BU
Segundo o comunicado oficial na página de suporte, a mudança mais perceptível será o título do vídeo, que deixará de ficar próximo à barra de progresso, ocupando parte superior esquerda da tela.
Antes, essa área também servia como atalho para informações do criador e seção de comentários, mas isso agora está concentrado no novo botão “Descrição”, indicado pela plataforma como o caminho único para metadados, textos do criador e demais recursos vinculados ao vídeo.
Funções ligadas ao canal também foram rearranjadas. A foto do criador virou um atalho direto para a página do canal, enquanto o botão de inscrição agora fica isolado, sendo exibido mesmo para quem já é inscrito — nesses casos, ele muda de função para alertar sobre transmissões ou conteúdos com acesso condicionado.
Novidade ainda não chegou para todos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A barra inferior também passou por reorganização. Os comandos foram divididos em blocos: à esquerda, ficam Canal, Descrição e Inscrever-se; no centro, os botões de reprodução e navegação entre conteúdos; e, à direita, os controles de avaliação, comentários, salvar, legendas e ajustes gerais. O YouTube afirma que essa segmentação torna a navegação mais previsível com o controle remoto.
Para públicos específicos, há novidades adicionais. Assinantes do YouTube Music e do YouTube Premium passam a ter acesso a um “Modo de Exibição”, enquanto transmissões esportivas ganham um botão de “Multiview”, voltado à visualização simultânea de eventos ao vivo.
Como transcrever vídeo do YouTube de forma simples e rápida (imagem: reprodução/EaseUS)
Baixar vídeos do YouTube é uma ação válida em várias situações, mas há circunstâncias em que é necessário ir além. É o caso de quando precisamos, também, transcrever (transformar em texto) as falas existentes no vídeo. Com ferramentas como o EaseUS VideFlow, é possível fazer isso e muito mais.
Você pode precisar transcrever vídeos do YouTube para criar uma legenda para um conteúdo baixado, adicionar o texto resultante a um documento, traduzir falas que estão em outros idiomas, auxiliar pessoas que têm deficiência auditiva e assim por diante.
Softwares ou sites para transcrição de vídeos existem aos montes por aí. O problema é que grande parte deles gera resultados de baixa qualidade ou muito limitados. É neste ponto que ferramentas como o EaseUS VideFlow aparecem como uma boa solução.
O que é o EaseUS VideFlow?
O EaseUS VideFlow é um software que permite realizar tarefas como baixar, transcrever e editar vídeos. Se você precisa fazer download ou transcrever um vídeo no YouTube, a ferramenta consegue executar essas tarefas de modo ágil e descomplicado.
Um detalhe interessante é que, apesar de estarmos falando sobre o YouTube, o EaseUS VideFlow pode baixar e transcrever vídeos de mais de 1.000 sites e plataformas online, como Instagram, Facebook, X (Twitter), TikTok, Vimeo, Dailymotion e tantas outras.
Aqui estão os recursos e características mais notáveis do EaseUS VideFlow:
compatível com YouTube e mais de 1.000 sites ou serviços online de vídeos;
capaz de converter os vídeos baixados para formatos como MP4, MOV e GIF;
trabalha com resoluções de vídeo avançadas, como HD, 4K e 8K;
pode converter áudio dos vídeos baixados para formatos como MP3 e WAV;
permite baixar múltiplos vídeos de uma só vez (download em lote);
tem versões para Windows (10 e 11) e Mac;
consegue transcrever e resumir textos, bem como gerar legendas;
oferece funções de edição de vídeo potencializadas por inteligência artificial;
funciona em português e em vários outros idiomas;
conta com interface amigável e intuitiva, o que possibilita o seu uso até por pessoas pouco familiarizadas com o computador.
Como transcrever vídeos do YouTube com o EaseUS VideFlow?
É fácil! Comece por baixar o EaseUS VideFlow em seu computador. Após o download, execute o arquivo de instalação e prossiga com o procedimento conforme as orientações que aparecem na tela.
Depois que a ferramenta tiver sido instalada, faça o seguinte:
Passo 1. Acesse o vídeo no YouTube a ser transcrito e copie o seu link a partir da barra de endereços do navegador.
Passo 2. Abra o EaseUS VideFlow em seu computador.
Passo 3. Toque no botão “Colar Link” ou equivalente para baixar o vídeo do YouTube em sua máquina. Aguarde o download ser concluído. O procedimento costuma ser rápido.
Transcrição de vídeo no EaseUS VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)
Passo 4. No EaseUS VideFlow, acesse a coluna à direita e vá à área de ferramentas de vídeo. Ali, escolha “Vídeo para texto” ou equivalente.
Passo 5. Vá à pasta onde o vídeo foi baixado e selecione-o. Agora é só aguardar a transcrição ser concluída. Ela poderá ser salva em formato TXT (texto puro) ou DOC (Word), por exemplo.
Repare que, na mesma área de ferramentas, você pode acessar vários outros recursos úteis, como gerar legendas, resumir o vídeo, transformar um trecho em GIF animado e converter formatos.
Ainda na coluna à direita do EaseUS VideFlow, você tem acesso a recursos de edição potencializados por IA, como colorização de vídeo em preto e branco, remoção de ruído (granulados na imagem), aprimoramento de cores, entre vários outros.
Os vários recursos de IA do VideFlow (imagem: reprodução/EaseUS)
Tem como transcrever vídeo do YouTube de modo online?
Tem, sim. A EaseUS conta com uma ferramenta online para transcrever vídeo do YouTube, de modo que você não precise instalar nenhum software em seu computador para isso.
Um detalhe interessante é que essa ferramenta usa uma tecnologia de inteligência artificial para gerar as transcrições. Com isso, ela pode separar as vozes de duas ou mais pessoas que conversam no vídeo de modo automático, bem como traduzir o texto resultante para mais de 30 idiomas, só para dar alguns exemplos de seu potencial.
Para transcrever vídeos do YouTube com esse método, faça o seguinte:
Passo 1. Acesse o YouTube em seu navegador de internet, procure o vídeo a ser transcrito e copie o seu respectivo link a partir da barra de endereços.
Passo 2. Na página da ferramenta online que transcreve vídeo do YouTube, cole o link copiado anteriormente no campo principal ou, se preferir, faça upload de um vídeo já armazenado em seu computador ou dispositivo móvel.
Passo 3. Escolha um idioma para a transcrição ser feita, se preferir, e clique ou toque no botão de gerar transcrição. O resultado será apresentado em texto dentro de alguns instantes. Na sequência, você pode baixar ou copiar o conteúdo.
Ferramenta online de transcrição da EaseUS (imagem: reprodução/EaseUS)
Há outras opções online para transcrever vídeo do YouTube?
Há outras opções, sim. Porém, é importante estar ciente de que elas tendem a ser mais limitadas em recursos ou disponibilidade, ou exibir anúncios invasivos, por exemplo.
Uma dessas alternativas é o site Ytscribe, que funciona assim:
Passo 1. Entre no YouTube e copie o link do vídeo a ser transcrito.
Passo 2. Acesse o endereço ytscribe.com em seu navegador.
Passo 3. No site do Ytscribe, cole o link copiado e clique ou toque no botão de transcrever.
Passo 4. Faça login no Ytscribe com a sua conta Google para o procedimento começar e aguarde o seu término. Sem o login, não é possível usar a ferramenta.
Outra alternativa é o site Mapify. Para usá-lo, proceda do seguinte modo:
Passo 1. Acesse o endereço mapify.so/pt/tools/youtube-to-transcript em seu navegador.
Passo 2. Entre no YouTube e copie o link do vídeo cujo conteúdo deve ser transcrito.
Passo 3. Cole o link copiado no campo principal do Mapify e clique ou toque no botão de transcrição.
Passo 4. Aguarde a transcrição ser concluída. Por fim, copie ou baixe o texto resultante. Note, porém, que a versão gratuita funciona apenas com vídeos do YouTube que já têm legenda embutida.
Conclusão
No decorrer do texto, você viu que há várias opções de ferramentas para transcrever vídeos do YouTube. O EaseUS VideFlow se destaca entre as soluções apresentadas por ter numerosos recursos complementares, incluindo capacidade de baixar múltiplos vídeos, gerar legendas e permitir edições rápidas.
Independentemente da opção escolhida, é importante fazer uso do conteúdo resultante apenas para fins pessoais. Não baixe vídeos quando não houver autorização para isso e não republique o conteúdo transcrito em outros meios se você não tiver permissão dos autores para isso.
YouTube possui um vasto catálogo por ser a maior plataforma de vídeos do mundo (Imagem: Lorenzi/Unsplash)
O YouTube é uma rede social considerada a maior plataforma de vídeos do mundo, que oferece serviços de hospedagem e reprodução de vídeos on-demand. O serviço é controlado pelo Google desde 2006, quando a big tech adquiriu a plataforma de vídeos por US$ 1,6 bilhão.
O funcionamento do YouTube é similar ao do buscador Google, mas a pesquisa retorna resultados em vídeo ao invés de texto. Qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar um vídeo em seu canal. Assim, os conteúdos são adicionados ao vasto catálogo da plataforma e podem ser visualizados por outros usuários.
Dentre os diferenciais do YouTube estão a compatibilidade com múltiplos dispositivos, assinatura paga (YouTube Premium) para recursos adicionais, facilidade de uso e diversas formas de monetização para criadores de conteúdo.
A seguir, entenda melhor o que é o YouTube, confira a história da plataforma, e veja vantagens e desvantagens do serviço.
YouTube é uma rede social digital gratuita, considerada a maior plataforma de streaming de vídeo do mundo. Apesar do serviço ter como foco a descoberta, reprodução e compartilhamento de vídeos, o YouTube também funciona como rede social ao disponibilizar diversos recursos de interação, a exemplo de chats ao vivo, comentários e postagens de texto e fotos.
O que significa YouTube?
YouTube é uma junção das palavras “you” e “tube”, que podem ser traduzidas como “você” e “TV”, respectivamente. A combinação das palavras ilustra a plataforma criada para que qualquer um seja o seu próprio canal televisivo, a partir de uploads de conteúdos próprios.
O antigo slogan “Broadcast yourself” (“Transmita-se a si mesmo”, em tradução livre) também reforçava essa ideia de estimular a criação de conteúdos originais pelos próprios usuários da plataforma.
Quem criou o YouTube?
O YouTube foi fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Hurley estudou design na Indiana University of Pennsylvania, e é o único do trio que nasceu nos EUA. Já o taiwanês Chen e o alemão Karim cursaram ciência da computação na University of Illinois at Urbana-Champaign.
Os três criadores do YouTube se conheceram quando trabalhavam no PayPal, uma multinacional especializada em pagamentos online. Em 2002, o PayPal foi adquirido pela eBay por US$ 1,5 bilhão, resultando em uma debandada de diversos funcionários.
Dentre eles estavam Hurley, Chen e Karim, que deixaram o PayPal com a ideia de criar sua própria startup — que mais tarde se tornaria o YouTube.
Da esquerda para a direita: Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim (Imagem: Wikimedia Commons sob licença CC BY-SA 3.0)
Quem é o dono do YouTube?
O Google é dono do YouTube desde 2006, quando comprou a plataforma de vídeos por US$ 1,65 bilhão em ações. Com a aquisição bilionária, a big tech assumiu o comando do YouTube no lugar de Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que mantiveram o status de cofundadores do negócio.
Em uma ótica mais ampla, é possível afirmar que a Alphabet também é dona do YouTube, já que a holding é considerada a “empresa-mãe” do Google. Mas o Google é conhecido como o verdadeiro dono do YouTube por ter adquirido a empresa e pelo controle direto sobre a plataforma de vídeos.
Quando o YouTube foi criado?
A fundação do YouTube ocorreu em fevereiro de 2005, mas a estreia oficial da plataforma só veio a acontecer em dezembro de 2005. Confira abaixo a série de eventos da criação da marca ao lançamento da plataforma:
Fevereiro de 2005: registro da marca, logo e domínio do YouTube.
Abril de 2005: primeiro vídeo carregado no YouTube (em versão beta).
Novembro de 2005: Sequoia Capital conclui investimento de US$ 3,5 milhões em rodada de financiamento série A do YouTube.
Dezembro de 2005: lançamento oficial do YouTube em versão pública.
Vale destacar que o primeiro vídeo carregado do YouTube ainda está disponível, e mostra o cofundador Jawed Karim em um zoológico falando sobre elefantes.
Para que serve o YouTube?
A principal função do YouTube consiste na hospedagem de vídeos, permitindo que usuários consigam publicar, encontrar e compartilhar vídeos alocados na plataforma. O serviço também oferece a função de transmissões ao vivo, amplamente usada por criadores de conteúdo, empresas e emissoras.
Importante destacar que o YouTube também funciona como uma rede social, já que os donos dos canais podem interagir com seus respectivos públicos (e vice-versa) por meio do chat, comentários e comunidades nichadas.
Como funciona o YouTube?
O YouTube tem um funcionamento parecido com o Google: você pesquisa pelo conteúdo por meio do campo de busca e obtém diversos resultados do tema pesquisado. Mas ao invés dos resultados serem em texto como no buscador, a página retorna com vídeos para que você explore os conteúdos assistindo às mídias.
Assim como em outras redes sociais, o YouTube tem um algoritmo adaptável que sugere novos conteúdos com base nos vídeos assistidos. Como exemplo, se você consumir diversos vídeos de culinária, o serviço vai entender que esse tema é relevante para você e lotará a sua home com vários conteúdos de cozinha. Quanto mais assistir, mais o algoritmo do YouTube vai refinar as sugestões.
Interface do YouTube (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Mas apesar de ser uma plataforma para buscar e encontrar novos vídeos, o YouTube também é um tipo de rede social. A plataforma não suporta mensagens privadas, mas oferece recursos de interação como comentários, curtidas, inscrições, chats ao vivo durante lives, playlist colaborativa e comunidades.
Um ponto interessante é que qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar vídeos em seu canal, sem a necessidade de conta específica ou planos pagos. Dessa forma, a plataforma conecta telespectadores e criadores de conteúdo em um único ambiente para promoção de conteúdos originais.
Quais são os principais recursos do YouTube?
O YouTube é uma rede social que conta com diversos recursos, incluindo:
Acesso multiplataforma: é possível acessar o YouTube via PC, smartphones, consoles de videogame, smart TVs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos compatíveis com o serviço.
Busca por conteúdos em vídeo: você pode usar a lupa para procurar conteúdos com base na sua busca.
Sugestões de vídeo: os vídeos recomendados do YouTube são sugeridos pelo algoritmo da plataforma, e são baseados nos seus conteúdos consumidos.
Comunidades de canais: canais podem criar comunidades para postar texto, fotos, enquetes, entre outros conteúdos para seus respectivos públicos; membros pagos do canal têm direito a conteúdos exclusivos.
Envio de vídeos: qualquer usuário pode enviar vídeos para seu próprio canal, incluindo vídeos longos ou vídeos curtos em orientação vertical (YouTube Shorts).
YouTube Studio: a ferramenta YouTube Studio permite que você monitore e gerencie o seu canal, e oferece recursos para visualização de métricas e ganhos monetários, além de funcionalidades para administração dos vídeos publicados.
Transmissões ao vivo: o YouTube permite transmissões ao vivo na plataforma, para que você grave e interaja com seu público em tempo real.
Recursos de interação: você pode interagir com criadores de conteúdos e outros telespectadores por meio dos comentários, curtidas, chat ao vivo em lives, inscrições em canais e compartilhamento de conteúdos.
Aluguel ou compra de conteúdos: o serviço oferece função para compra ou aluguel de alguns conteúdos, a exemplo de filmes e documentários.
Ferramentas do reprodutor de vídeo: o player de vídeo do YouTube tem recursos para avançar entre capítulos, ajuste de legendas, velocidade da reprodução e qualidade do vídeo, e ativação do modo teatro.
Opções de monetização: você pode ganhar dinheiro no YouTube por meio da monetização de vídeos, desde que atenda aos requisitos e não infrinja direitos autorais de terceiros.
YouTube Premium: a assinatura paga do YouTube oferece recursos exclusivos, como diminuição ou eliminação dos anúncios, modo de reprodução em segundo plano em smartphones e download de vídeos para reprodução offline na plataforma.
YouTube Kids: o YouTube conta com o app à parte YouTube Kids, destinado a crianças de até 13 anos de idade.
Experiência supervisionada: pais e responsáveis podem supervisionar as atividades de crianças e adolescentes no YouTube.
Transmissão em outros aparelhos: o YouTube oferece uma opção rápida de screen sharing, que pode reproduzir o vídeo tocado em um smartphone em smart TVs e monitores.
Qual é a diferença entre YouTube e YouTube Premium?
YouTube é a versão gratuita de uso da plataforma de vídeos, com ou sem login de uma conta Google. Essa modalidade inclui anúncios antes, durante e após a reprodução dos vídeos, não permite download dos vídeos para visualização offline, e não conta com o recurso para reprodução em segundo plano nos smartphones.
Já YouTube Premium é um plano de assinatura que dá benefícios extras aos usuários, como redução ou eliminação completa das propagandas, modo de reprodução em segundo plano nos celulares, opção de baixar vídeos para reprodução offline no app do YouTube, além da assinatura premium do YouTube Music.
Alguns benefícios podem variar de acordo com o tipo de inscrição (Premium ou Premium Lite). E é possível aderir ao YouTube Premium nos pacotes individual, família ou estudante.
Quais são as vantagens do YouTube?
O YouTube oferece diversas vantagens de uso e recursos por ser a maior plataforma de vídeos do mundo. Dentre os principais benefícios do serviço, estão:
Uso gratuito: o YouTube é uma rede social gratuita, que pode ser usada mesmo sem login de uma conta.
Facilidade de uso: a interface simples e intuitiva permite que qualquer usuário consiga utilizar a plataforma sem grandes problemas.
Serviço multiplataforma: o YouTube é compatível com diversos aparelhos, incluindo PCs, smartphones, tablets, consoles de videogame, smart TVs, entre outros dispositivos.
Biblioteca de conteúdos ampla: o YouTube é a maior plataforma de vídeos do mundo, e por isso conta com um catálogo extremamente amplo de conteúdos.
Recursos de monetização: criadores podem obter renda no YouTube de diversas formas, incluindo o programa de anúncios, super chat, doações, afiliações e programa para membros.
Compatibilidade multiplataforma é um dos grandes diferenciais do YouTube (Imagem: CardMapr.nl/Unsplash)
Quais são as desvantagens do YouTube?
A plataforma do YouTube também apresenta algumas desvantagens, incluindo:
Anúncios em excesso: o uso gratuito do YouTube inclui anúncios antes, durante e após os vídeos, e mesmo a assinatura YouTube Premium Lite não elimina as propagandas em todos os vídeos.
Falhas na filtragem de conteúdos: a filtragem não impede que trechos inapropriados apareçam em alguns vídeos, o que pode ser nocivo para crianças e adolescentes.
Problemas relacionados a direitos autorais: apesar do sistema Content ID que bloqueia conteúdos protegidos por direitos autorais, há diversos vídeos reproduzindo conteúdos de terceiros sem a devida autorização.
Regras rígidas para criadores: existem casos de criadores de conteúdo que tiveram seus canais derrubados sem infração de nenhuma política, e há relatos de que a comunicação com o suporte do YouTube para a resolução desses casos é complicada e ineficiente.
Anúncios em excesso são uma das principais críticas ao YouTube (Imagem: Divulgação/YouTube)
Qual é a diferença entre YouTube e TikTok?
O YouTube é uma rede social focada em vídeos longos (de até 12 horas), mas que também oferece recursos para conteúdos verticais de até três minutos (Shorts). O serviço inclui loja, transmissões ao vivo, recursos de engajamento e formas de monetização, mas seu foco em vídeos longos o torna uma opção melhor para documentários, filmes e transmissões televisivas ininterruptas.
Já o TikTok é rede social com foco em vídeos curtos e conteúdo viral, embora também aceite vídeos mais longos de até uma hora. Por ser uma plataforma voltada para smartphones, a maioria dos vídeos alocados são na vertical (9:16). O TikTok também inclui loja, opções de monetização e engajamento, e suporte a transmissões ao vivo, mas o serviço foca em um público-alvo mais jovem.
Qual é a diferença entre YouTube e Facebook Watch?
O YouTube é uma rede social independente de vídeos, com seu próprio site e aplicativo. O serviço oferece compatibilidade com diversos dispositivos, incluindo smartphones, smart TVs, PCs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos.
Já o Facebook Watch é uma plataforma de vídeos on-demand integrada ao Facebook, sem site ou aplicativo próprio. E por ser um serviço atrelado à rede social da Meta, o Facebook Watch tem acesso limitado a dispositivos que podem entrar no Facebook, como smartphones e computadores.
O YouTube é seguro para crianças?
Não totalmente. O YouTube até oferece opções personalizadas para diferentes faixas etárias, incluindo um app personalizado para crianças até 12 anos (YouTube Kids) e experiências supervisionadas na plataforma principal para jovens entre 13 a 17 anos. No entanto, esses recursos não estão imunes a falhas na filtragem de conteúdos.
Há diversos relatos de cenas inapropriadas — incluindo conteúdos violentos, sexuais ou de terror — que foram incorporadas em vídeos destinados a menores de idade. E mesmo vídeos com faixa etária livre podem conter temas ou trechos restritos ao público adulto.
YouTube testa novo recurso de personalização da home (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube testa um novo recurso que permite personalização manual do conteúdo na página inicial.
Usuários podem inserir termos específicos para ajustar sugestões, respondendo a críticas ao algoritmo de recomendações.
A ferramenta está disponível para testes a um grupo limitado nos EUA, sem previsão de lançamento global.
O YouTube está desenvolvendo um recurso para permitir que usuários ajustem manualmente o conteúdo exibido na página inicial. Segundo o TechCrunch, a ferramenta — chamada “Your Custom Feed” — está em fase experimental e busca responder às críticas ao algoritmo de recomendações, acusado de priorizar vídeos repetitivos ou fora dos interesses reais dos usuários.
Quem participa dos testes verá o recurso como uma aba ao lado do tradicional botão “Home”. Ao acessá-la, o usuário pode inserir termos específicos, como “receitas” ou “jogos”, para direcionar as sugestões que vão aparecer na página de início.
Um exemplo seria a exposição massiva a vídeos de um único tema, como filmes da Disney e relacionados, mesmo após interações mínimas. O novo recurso deve oferecer controle direto, substituindo parcialmente opções já existentes como “Não estou interessado” ou “Não recomendar este canal”.
A interface permite inserir múltiplos termos e ajustar prioridades, o que seria um passo para reduzir a dependência de IA na curadoria de conteúdo.
Plataforma quer diminuir críticas sobre sugestões do algoritmo (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
YouTube não é o único
Essa nova aposta em mais personalização não é exclusiva do YouTube. O X/Twitter tem explorado a integração com a IA Grok para filtrar posts, enquanto o Threads recentemente testou configurações avançadas para seu algoritmo.
Empresa de Mark Zuckerberg é acusada de encerrar estudo sobre saúde mental (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta interrompeu o estudo Project Mercury após resultados indicarem que deixar o Facebook reduzia ansiedade e depressão, segundo a Reuters.
Documentos judiciais revelam que a Meta encerrou o estudo por considerar os resultados contaminados por narrativas midiáticas.
A ação judicial alega que a Meta e outras empresas ocultaram riscos conhecidos para crianças e jovens.
Documentos recém-revelados em uma ação movida por distritos escolares dos EUA apontam que a Meta encerrou um estudo interno ao identificar indícios de que o uso do Facebook poderia afetar negativamente a saúde mental.
Segundo a Reuters, a iniciativa era conhecida como Project Mercury e estava em andamento desde o final de 2019. O objetivo seria medir, de forma experimental, como a ausência temporária da plataforma impactava o bem-estar de seus usuários.
Os registros indicam que o trabalho foi realizado em parceria com o instituto Nielsen, analisando grupos que desativavam suas contas por uma semana ou mais. Os primeiros resultados mostraram que pessoas que ficaram longe do Facebook relataram queda em sentimentos de depressão, ansiedade, solidão e comparação social — conclusões que, de acordo com a ação, desagradaram a empresa.
Como resultado, a Meta teria decidido suspender o estudo, em vez de aprofundar a investigação, alegando que os resultados teriam sido contaminados pela “narrativa midiática existente” sobre a empresa.
O que dizem os documentos?
Os autos indicam que parte da equipe discordou da decisão de engavetar o estudo, defendendo a validade dos achados. De acordo com a Reuters, um pesquisador teria escrito: “O estudo da Nielsen mostra um impacto causal na comparação social.”
Outro funcionário comparou o silêncio interno à postura de indústrias que ocultaram dados prejudiciais no passado, afirmando que seria semelhante a empresas de tabaco que “faziam pesquisas, sabiam que cigarros eram prejudiciais e, mesmo assim, guardavam essa informação para si”.
Documentos revelam pesquisa suspensa pela Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Apesar do levantamento sugerir uma relação entre uso das plataformas e efeitos negativos, a ação afirma que a empresa disse ao Congresso dos EUA ser incapaz de medir possíveis danos entre adolescentes.
A Meta contesta esse ponto: em comunicado, o porta-voz Andy Stone afirmou que a pesquisa foi interrompida por falhas metodológicas e reforçou que a companhia tem investido continuamente em medidas de proteção. “O registro completo vai mostrar que, por mais de uma década, ouvimos os pais, pesquisamos as questões mais importantes e fizemos mudanças reais para proteger os adolescentes”, declarou.
Meta teria ocultado evidências?
A acusação faz parte de um processo mais amplo contra Meta, Google, TikTok e Snap, movido por distritos escolares, famílias e procuradores estaduais. Os autores sustentam que as empresas tinham conhecimento sobre riscos às crianças e jovens, mas deixaram de agir e, em alguns casos, teriam minimizado ou omitido informações.
O Google rebateu as alegações, afirmando que “esses processos judiciais demonstram uma incompreensão fundamental de como o YouTube funciona e as alegações simplesmente não são verdadeiras”. O processo segue em tramitação no Tribunal Distrital do Norte da Califórnia, com nova audiência prevista para 26 de janeiro.
YouTube testa ferramenta de mensagens diretas dentro do app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube testa o retorno das mensagens diretas no app para facilitar o compartilhamento de vídeos.
O novo sistema de DMs inclui travas de segurança, como convites prévios para iniciar conversas e ferramentas para bloquear ou denunciar usuários.
A reintrodução das mensagens diretas deve integrar melhor os YouTube Shorts com a parte social, semelhante ao Instagram e TikTok.
O YouTube parece disposto a voltar atrás quanto à existência de uma ferramenta de chat dentro da rede. A plataforma começou a testar mensagens diretas (DMs) no app para dispositivos móveis, e a novidade já está sendo distribuída para um grupo seleto de usuários na Europa.
O teste, anunciado na página de suporte do YouTube, é descrito pela própria plataforma como uma resposta aos pedidos da comunidade. Atualmente, a funcionalidade, que permite o compartilhamento de vídeos e conversas sem sair do ambiente do YouTube, é restrita a usuários maiores de 18 anos na Irlanda e na Polônia.
Como funciona o chat nativo?
A proposta é simples e semelhante ao funcionamento de outras redes sociais, como o Instagram e o TikTok. Com a mudança, ao encontrar um vídeo, o usuário poderá enviá-lo para um amigo e iniciar uma conversa sem precisar copiar o link e abrir outro app.
Segundo a página de suporte encontrada pelo 9to5Google, o sistema foi desenhado com travas de segurança. Para iniciar um bate-papo, será necessário enviar um convite prévio. O destinatário poderá aceitar ou recusar a solicitação, além de ter ferramentas para bloquear usuários ou denunciar conversas mal-intencionadas.
O YouTube também deixa claro que o espaço não será “terra sem lei”. As mensagens trocadas estarão sujeitas às mesmas Diretrizes da Comunidade que regem os vídeos e comentários públicos.
Isso significa que sistemas automatizados poderão escanear o conteúdo dos chats em busca de violações e aplicar punições, se necessário.
Novidade para alavancar os Shorts?
Usuários poderiam compartilhar vídeos e conteúdos do Shorts sem sair do app (imagem: divulgação)
Além de ser um suposto pedido dos usuários, o movimento deve tentar repetir no YouTube Shorts o sucesso que a Meta e a ByteDance tiveram com a integração entre suas seções de vídeos curtos e a parte social do Instagram e do TikTok.
Os dois apps integram um robusto sistema de mensagens diretas que incentiva o compartilhamento interno entre amigos.
Ao reimplementar as mensagens, a estratégia do YouTube é transformar a plataforma em uma rede social mais completa, aumentando o tempo de tela e evitando que o engajamento “vaze” para mensageiros concorrentes.
Recurso parecido já existiu
YouTube teve seção de mensagens há alguns anos (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
O YouTube manteve um recurso nativo de mensagens diretas entre 2017 e 2019, mas decidiu matá-lo em setembro daquele ano.
Na época, a justificativa oficial da empresa foi a necessidade de priorizar “conversas públicas”, como comentários, posts na comunidade e stories. A decisão gerou críticas imediatas, especialmente entre o público mais jovem. Agora, meia década depois, o Google parece ter percebido que abrir mão desse canal de comunicação foi um erro estratégico.
Como baixar playlists do YouTube de modo prático (imagem: reprodução/EaseUS)
Fazer download de conteúdo do YouTube é uma prática muito comum. É possível baixar vídeos online grátis usando a versão web do EaseUS Video Downloader, por exemplo. Mas não é possível baixar playlists do YouTube, certo? Na verdade, é possível, sim, e de modo bastante fácil.
Playlists são listas de reprodução que agrupam os vídeos em categorias ou temas. Como os vídeos da playlist são relacionados entre si, convém assistir a todos eles para ter uma experiência completa sobre os assuntos abordados ali. O problema é que baixar vídeo por vídeo pode ser cansativo. É aí que a tarefa de baixar playlists inteiras faz sentido.
É possível mesmo baixar playlists do YouTube?
Sim, basta utilizar a ferramenta certa para isso. Uma das mais indicadas para esse fim é o EaseUS Video Downloader, que pode ser instalado em seu PC com Windows ou em um Mac. O EaseUS Video Downloader é indicado porque, além do YouTube, pode baixar conteúdo de plataformas como TikTok, Facebook, Instagram, X (Twitter), Vimeo, DailyMotion e centenas de outras. Tem mais. O aplicativo:
permite salvar vídeos em resoluções elevadas, como full HD e 4K
pode converter vídeo para MP3, para quem quiser obter apenas o áudio
tem interface intuitiva, portanto, pode ser usada por qualquer pessoa
pode fazer vários downloads de uma só vez (em lote)
É esta última característica que favorece o download de playlists.
Como baixar playlists do YouTube com o EaseUS Video Downloader?
É fácil! Para começar, siga os passos descritos a seguir para instalar a ferramenta em seu PC ou Mac:
aguarde o procedimento ser finalizado e toque em “Iniciar Agora”.
Agora que o EaseUS Video Downloader está instalado em seu computador, vá ao site do YouTube ou abra o aplicativo do serviço e procure a playlist que você quer baixar.
Um jeito de fazer isso é acessando a página principal do canal no YouTube que tem o conteúdo a ser baixado e abrir a guia Playlists, tanto na versão web quanto nos aplicativos.
Se você estiver no aplicativo, toque no símbolo de três pontos da playlist, vá em Compartilhar e escolha “Copiar link”. Se você estiver no navegador, basta copiar o link da playlist na barra de endereços.
Depois, faça o seguinte:
1. acesse o EaseUS Video Downloader e, na área “Em Geral”, clique em “Colar Link” ou equivalente;
Baixando playlists no YouTube com o EaseUS Video Downloader (imagem: reprodução/EaseUS)
2. se preferir, selecione a qualidade (resolução) com a qual os vídeos da playlist deverão ser salvos usando o botão ao lado da opção “Colar link”;
O EaseUS Video Downloader pode baixar múltiplos vídeos de uma só vez (imagem: reprodução/EaseUS)
3. agora, aguarde o EaseUS Video Downloader baixar os vídeos da playlist do YouTube (você pode acompanhar o progresso de cada vídeo na área de downloads);
4. quando os downloads terminarem, acesse a pasta do EaseUS Video Downloader; os vídeos da playlist do YouTube estarão armazenados lá.
É válido relembrar que, apesar de este passo a passo ser baseado no YouTube, o EaseUS Video Downloader pode fazer download em lote de vídeos de várias outras plataformas.
Pode-se baixar playlists do YouTube usando serviços online?
Sim. Contudo, serviços online para download de playlists do YouTube costumam ter recursos muito limitados.
Uma das opções é o site Playlist Downloader. Para usá-lo, faça o seguinte:
1. acesse o link playlist.downloader.is em seu navegador;
Usando o Playlist Downloader para baixar listas de reprodução (imagem: reprodução/EaseUS)
2. cole o endereço da lista de reprodução do YouTube no campo principal;
3. escolha a qualidade dos vídeos no item Quality;
4. clique em “Download” e aguarde o procedimento ser concluído.
Outra opção é o site Viddown, que funciona assim:
1. acesse o endereço viddown.net em seu navegador;
Baixando playlists via site Viddown (imagem: reprodução/EaseUS)
2. cole o link da playlist do YouTube no campo em destaque na página;
3. clique em “Download” e aguarde o conteúdo ser baixado.
O problema de alternativas como essas é que, como já dito, elas são limitadas. Esses serviços podem exibir anúncios invasivos, não costumam suportar resoluções elevadas e muitas vezes apresentam instabilidades, só para citar algumas das possíveis complicações.
Dá para baixar vídeo usando os apps do próprio YouTube?
Os aplicativos oficiais do YouTube para Android e iOS permitem o download de vídeos, mas somente por quem tem uma assinatura Premium, que é um serviço pago.
Há outras limitações importantes. Para começar, os vídeos baixados só podem ser visualizados dentro do próprio aplicativo do YouTube. Navegadores como Chrome, Edge e Opera podem reproduzir esses vídeos, mas somente no desktop.
Além disso, a função de download do YouTube funciona apenas para vídeos individuais, ou seja, não é possível baixar playlists inteiras por meio da funcionalidade.
Ciente disso, saiba que você pode baixar vídeos usando o app oficial do YouTube com os seguintes passos:
acesse o vídeo a ser baixado no aplicativo do YouTube;
toque no ícone de três pontos e escolha “Baixar o vídeo”;
acesse o seu perfil no aplicativo e vá em Downloads para acessar o vídeo baixado.
Perguntas frequentes
O EaseUS Video Downloader funciona em português?
Sim. O EaseUS Video Downloader é um software que suporta vários idiomas, como inglês, espanhol, italiano e português.
O EaseUS Video Downloader é seguro?
Sim. A EaseUS segue boas práticas de desenvolvimento de software, o que inclui o aspecto da segurança. Por conta disso, o EaseUS Video Downloader não contém malwares (como vírus) e é atualizado regularmente para prevenir vulnerabilidades.
O EaseUS Video Downloader é um software legal?
Sim. Mas você só deve usar a ferramenta para baixar conteúdo autorizado e limitar o uso dos vídeos baixados a fins pessoais. Você não deve comercializar os arquivos obtidos ou republicá-los em plataformas online sem autorização dos detentores dos direitos sobre o conteúdo.
Posso compartilhar os vídeos baixados?
É muito importante que você use os vídeos baixados apenas para fins pessoais. Nesse sentido, você pode transferir os vídeos do seu computador para seu próprio celular ou tablet, por exemplo. No entanto, não compartilhe o conteúdo baixado com outras pessoas se você não tiver autorização para isso.
YouTube declara guerra ao adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube está bloqueando o acesso de usuários do Opera GX que utilizam bloqueadores de anúncios.
Um usuário relatou que o YouTube deixou de funcionar mesmo desativando o adblock no navegador.
A solução oficial para não ver anúncios continua sendo a assinatura do YouTube Premium, que no Brasil custa entre R$ 16,90 e R$ 53,90 por mês.
Tudo indica que o YouTube voltou a direcionar esforços contra bloqueadores de anúncios. O número de usuários dessas ferramentas relatando dificuldades de acesso à plataforma aumentou na última sexta-feira (07/11). O problema parece afetar principalmente usuários do Opera GX.
Esta thread no Reddit contém relatos sobre o problema. Um usuário escreveu que o YouTube deixou de funcionar repentinamente em seu computador e que, mesmo desativando seu adblock, o problema persistiu.
Parecia ser um problema temporário. Mas, na sequência, outros usuários afirmaram que o YouTube deixou de carregar vídeos quando o acesso à plataforma era feito via Opera GX, mas que o serviço funcionava normalmente com outros navegadores, como Firefox e Chrome.
Como o problema parece afetar um software específico, é difícil saber se a dificuldade de acesso vem de um problema no próprio Opera GX, que tem um bloqueador de anúncios embutido, mas suporta outras extensões para o mesmo fim, ou se este é um movimento silencioso do YouTube contra esse tipo de recurso.
A dúvida reside no fato de que, de tempos em tempos, surgem relatos de usuários de bloqueadores de anúncios afirmando que o YouTube barra os seus acessos ao serviço. Contudo, a plataforma não costuma admitir publicamente quando ou se realiza investidas contra essas ferramentas.
Nos relatos mais recentes, os usuários afirmaram que, ao tentarem entrar no YouTube, se depararam com páginas que não carregavam os vídeos, mas que, ao testarem outros navegadores, o problema não se manifestava.
Para quem ainda enfrenta problemas, a solução está em desativar o bloqueador de anúncios ou em testar outro navegador, pelo menos até que tudo volte ao normal.
YouTube não carregando no navegador (imagem: Reddit/Critical_Score)
Solução definitiva é o YouTube Premium, que é pago
Se os problemas relatados fazem parte de uma investida do YouTube contra bloqueadores de anúncios, ou são apenas falhas temporárias, é fato que a plataforma espera que você assine um plano Premium para não se deparar com publicidade.
No Brasil, o YouTube Premium tem os seguintes preços atualmente:
Individual: R$ 26,90 por mês
Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
Estudante: R$ 16,90 por mês
Premium Lite: R$ 16,90 por mês
É válido esclarecer que o plano Premium Lite é o mais em conta, mas somente inibe a exibição de anúncios (que ainda podem aparecer nos Shorts), não oferecendo recursos como reprodução em segundo plano e acesso ao YouTube Music Premium.
YouTube investe em novas ferramentas para telas grandes (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube testa upscaling por IA, chamado Super Resolution, para melhorar a qualidade de vídeos em TVs, convertendo resoluções inferiores a 1080p para Full HD e futuramente 4K.
A plataforma aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K, e testará vídeos de maior qualidade com criadores selecionados.
Novas funções de navegação incluem prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo e busca contextual que prioriza vídeos do canal acessado.
O YouTube anunciou uma série de novidades voltadas à experiência de quem assiste aos vídeos pela TV. A plataforma está testando um recurso de upscaling via inteligência artificial, supostamente capaz de converter automaticamente vídeos com resolução inferior a 1080p para qualidade Full HD – e, no futuro, até 4K.
As atualizações fazem parte da estratégia do YouTube para consolidar sua liderança nas telas grandes. De acordo com dados da Nielsen em abril, o serviço já representa 12,4% do tempo total de visualização de televisão, superando gigantes como Disney, Paramount e Netflix. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29).
O que muda com o upscaling por IA no YouTube?
Chamado de Super Resolution, o novo sistema utiliza inteligência artificial para aprimorar vídeos de baixa qualidade, tornando as imagens mais nítidas em televisores. Segundo o YouTube, os criadores continuarão tendo controle total sobre seus conteúdos — podendo manter a resolução original e até desativar o recurso caso prefiram.
A empresa também afirma que os arquivos originais serão preservados, e o público poderá escolher entre assistir ao vídeo em sua versão original ou com a melhora aplicada pela IA. A ideia é aproximar a experiência visual do YouTube à de concorrentes de streaming, mas sem comprometer a fidelidade do conteúdo.
Vale lembrar que outras plataformas, como a Netflix, já enfrentaram críticas por resultados insatisfatórios em upscaling via IA — incluindo distorções em rostos e artefatos visuais.
YouTube traz vídeos mais nítidos para TVs com IA (imagem: reprodução/YouTube)
Outras novidades no YouTube para TV
Além do aprimoramento de imagem, o YouTube aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K. A empresa também está testando vídeos de maior peso e qualidade com um grupo de criadores selecionados.
Entre as novidades voltadas à navegação, a plataforma incluirá prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo, permitindo que o usuário percorra canais e vídeos sem precisar abrir cada um. Outra adição é a busca contextual, que prioriza vídeos do canal acessado durante a pesquisa.
Transmissão falsa foi ao ar simultaneamente ao evento oficial (imagem: reprodução/YouTube)Resumo
Uma transmissão falsa no YouTube exibiu o CEO da Nvidia, Jensen Huang, promovendo criptomoedas.
O golpe usou deepfake para enganar espectadores, incentivando o envio de criptomoedas via QR code, enquanto o evento oficial da Nvidia acontecia.
A live chegou a atingir cerca de 100 mil espectadores simultâneos e depois foi removida pela plataforma.
Milhares de pessoas foram enganadas por uma transmissão falsa da Nvidia no YouTube. A live exibiu um deepfake do CEO Jensen Huang, que falava sobre investimentos em criptomoedas — tudo enquanto o verdadeiro evento da empresa, a GPU Technology Conference (GTC), acontecia ao vivo em Washington (EUA).
A fraude foi transmitida por um canal que se apresentava como Nvidia Live, e chegou a ter cerca de 100 mil espectadores simultâneos, superando a audiência da conferência oficial, que no mesmo horário registrava pouco mais de 20 mil pessoas, segundo o site PC Gamer.
Como a transmissão falsa foi feita?
O vídeo exibia o avatar de Huang, que afirmava adiar o motivo da conferência para “promover um evento de adoção em massa de criptomoedas que se conecta diretamente à missão da Nvidia de acelerar o progresso humano”.
O deepfake também incentivava o público a escanear um QR code na tela e enviar criptomoedas para participar da suposta iniciativa. Não há informações sobre a quantidade de possíveis vítimas desse golpe.
— Semiconductor News by Dylan Martin (@DylanOnChips) October 28, 2025
O editor da revista CRN, Dylan Martin, relatou no X que, no auge da confusão, a falsa transmissão chegou a ter cinco vezes mais espectadores do que o canal oficial da Nvidia.
O golpe foi facilitado pela grande quantidade de vídeos públicos de Jensen Huang — o executivo apresentou quatro conferências GTC só neste ano —, o que torna mais fácil criar deepfakes realistas, como lembra o Engadget.
Fraude ocorre enquanto ações da Nvidia disparam
Empresa de chips se tornou a mais valiosa do mundo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O episódio aconteceu no momento em que a Nvidia se torna a empresa mais valiosa do planeta, ultrapassando a marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado após alta de mais de 4% nas ações. O crescimento está fortemente ligado ao avanço da inteligência artificial — ironicamente, a mesma tecnologia usada no golpe.
Embora a Nvidia desenvolva ferramentas de detecção de deepfakes em parceria com startups, especialistas acreditam que episódios como esse devem se tornar mais frequentes. Vale lembrar que a OpenAI lançou neste mês o Sora, aplicativo capaz de transformar textos ou imagens em vídeos realistas — e que já exigiu a criação de novos mecanismos de segurança.
O Galaxy Z Fold 6 de 512 GB pode ser comprado por R$ 5.483 à vista no Pix com o cupom AMAZON500OFF. A oferta exclusiva para membros Amazon Prime representa um desconto de 60% sobre o preço de referência de R$ 13.799. O celular dobrável entrega alto desempenho impulsionado pelo chip Snapdragon e possui telas AMOLED.
Z Fold 6 tem Snapdragon 8 Gen 3 e tela interna de 7,6”
O smartphone possui tela interna de 7,6 polegadas que proporciona experiência próxima a de um tablet. Quando aberta a experiência se torna interessante para visualizar mapas e navegar na web. Ambas utilizam tecnologia LTPO AMOLED Dinâmico 2x com taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz que proporciona fluidez e maior economia de energia. O painel externo de 6,3″ possibilita acesso rápido às notificações.
O Samsung Galaxy Z Fold 6 utiliza Snapdragon 8 Gen 3, processador avançado da Qualcomm assegurando desempenho de ponta para jogos pesados e multitarefas intensas com suporte de inteligência artificial via Galaxy AI. A memória RAM de 12 GB permite rapidez na abertura e execução de apps.
A câmera principal de 50 MP com OIS entrega fotos bem definidas mesmo em movimento. A lente teleobjetiva de 10 MP possui zoom óptico de 3x, enquanto a câmera ultrawide tem 12 MP. A câmera frontal sob o display tem 4 MP e uma segunda lente de 10 MP na tela externa. Os vídeos são gravados em resolução até 8K a 30 fps.
Design dobrável do Samsung Galaxy Z Fold 6 (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 4.400 mAh possui autonomia de até 23 horas para reprodução de vídeos, segundo a Samsung. O carregamento com fio de 25 W alcança 50% em 30 minutos. Em termos de conectividade, inclui Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.3 e NFC possibilitando pagamentos por aproximação.
Celular dobrável da Samsung possui telas AMOLED de 7,6" e 6,3", chip Snapdragon 8 Gen 3 e câmera principal com vídeos em 8K. Oferta exclusiva para membros Prime.
Design dobrável do Galaxy Z Fold 6, apresentado no Unpacked de Paris (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
YouTube Shorts ganha aviso para usuário parar de assistir (imagem: divulgação)Resumo
O YouTube lançou recurso para limitar o tempo diário de Shorts em dispositivos móveis
Usuários podem definir tempo máximo, e a reprodução pausa ao atingir o limite, embora seja possível dispensar o aviso.
Segundo a plataforma, a função estará disponível para todos os dispositivos ao longo do dia.
O YouTube finalmente está colocando em prática, a partir de hoje (22/10), um novo recurso de limite de tempo diário para interromper o scroll infinito no Shorts, a seção de vídeos curtos. A ideia é ajudar os usuários a terem mais controle sobre o consumo de conteúdo.
A função não é exatamente uma surpresa. Em abril, indícios dessa ferramenta apareceram no código do aplicativo. Na época, a análise sugeria um bloqueio focado exatamente no que o YouTube está implementando agora: uma forma de paralisar a sequência.
De acordo com o The Verge, a novidade será liberada ao longo do dia para todos os usuários em dispositivos móveis. Ainda não está claro se a funcionalidade chega a todas as regiões de uma vez.
Como funciona?
Nova funcionalidade será ampliada nos próximos meses (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Para quem quiser ativar a novidade, poderá encontrá-la nas configurações da conta do YouTube. Ali, o usuário pode definir um período máximo de consumo de Shorts por dia. Quando esse tempo se esgota, o próprio aplicativo pausa a reprodução e uma notificação aparece na tela com um aviso: “os Shorts estão pausados por hoje”.
Ainda assim, o YouTube não te força a fechar o app e a ferramenta depende inteiramente da disciplina do usuário. Isso porque o aviso é mais um lembrete do que um bloqueio efetivo, que pode ser simplesmente dispensado por um toque, e a rolagem infinita recomeça.
O YouTube defende a função dizendo que, embora os Shorts sejam “uma parte central da experiência”, o novo limite “permite essa exploração, ao mesmo tempo em que ajuda os usuários a serem mais deliberados sobre seus hábitos”.
A plataforma, no entanto, já adiantou um próximo passo: a função será expandida para o controle parental ainda este ano. E, nesse caso, o bloqueio será para valer. Para os pais que ativarem o recurso, a notificação de tempo esgotado não poderá ser dispensada.
Com isso, o YouTube se alinha aos principais concorrentes no formato. Os Reels no Instagram e o TikTok já oferecem há algum tempo recursos opcionais semelhantes para que os usuários possam gerenciar o tempo gasto nos apps.
4K Video Downloader+ permite baixar vídeos e até playlists inteiras do YouTube (imagem: reprodução)
O YouTube permite download de vídeos, desde que você seja assinante Premium. Mas há alternativas. Uma das mais versáteis é o 4K Video Downloader+, aplicativo capaz de baixar vídeos, Shorts e até playlists (listas de reprodução) inteiras do YouTube, de modo fácil e prático.
Além do YouTube, a ferramenta pode baixar vídeos de plataformas como Vimeo, TikTok, DailyMotion, Twitch, Soundcloud, Facebook, entre tantas outras.
Mas o que é o 4K Video Downloader+?
O 4K Video Downloader+ é um software multiplataforma que permite o download de vídeos disponíveis nas mais variadas plataformas online. A ferramenta se destaca por ser de fácil utilização, o que permite o seu uso até por pessoas leigas em tecnologia.
Não é exagero chamar o 4K Video Downloader+ de multiplataforma. Além da renomada versão para Windows 10 e 11, o aplicativo tem versões para macOS e Linux. Existe também uma versão do 4K Video Downloader específica para Android.
Outro atributo do 4K Video Downloader+ é a sua capacidade de baixar vídeos em resoluções médias e altas. Padrões como HD (720p), full HD (1080p), 4K e até 8K são plenamente suportados pelo aplicativo.
4K Video Downloader+ é multiplataforma (imagem: reprodução)
Como baixar vídeos do YouTube com o 4K Video Downloader+?
Comece baixando o 4K Video Downloader+ em seu computador. Após o download, execute o arquivo de instalação e siga as instruções para concluir o procedimento.
Depois disso, faça o seguinte:
acesse o vídeo ou Shorts no YouTube que você deseja baixar e copie o seu respectivo link;
se preferir, você pode buscar por um vídeo no YouTube ou outra plataforma de vídeos a partir da página inicial do 4K Video Downloader+;
com o link copiado, entre no 4K Video Downloader+ e clique em “Colar link”;
o download do vídeo do link começará imediatamente;
aguarde o download terminar e clique no vídeo baixado para reproduzi-lo; se preferir, clique no ícone de pasta para visualizar o arquivo no local em que ele foi armazenado.
Note que, ao lado do botão de colar link, há um ícone com símbolo de lâmpada. Ele ativa ou desativa o Modo Inteligente (Smart Mode), recurso que configura o formato e a qualidade do vídeo automaticamente para você.
É claro que esses parâmetros também podem ser ajustados manualmente: basta clicar em “Qualidade” e escolher a resolução desejada, por exemplo.
4K Video Downloader+ tem interface limpa e amigável (imagem: reprodução)
É possível mesmo baixar playlists com o 4K Video Downloader+?
acesse a playlist a ser baixada do YouTube e copie o seu endereço; se preferir, busque pela lista de reprodução dentro do próprio 4K Video Downloader+;
no 4K Video Downloader+, cole o link que você copiou no passo anterior usando o botão “Colar link”;
seleciona a opção de baixar playlist;
escolha o formato, qualidade e a pasta dos vídeos a serem baixados, e clique no botão de download;
aguarde o procedimento ser concluído e vá à pasta onde os vídeos baixados foram armazenados.
Além do YouTube, 4K Video Downloader+ funciona com várias outras plataformas, como Twitch (imagem: reprodução)
Comece a usar o 4K Video Downloader+ gratuitamente
O 4K Video Downloader+ tem uma versão gratuita que dá acesso às principais funções da ferramenta. Se você precisar de mais recursos, pode recorrer à assinatura Lite, que custa US$ 15 por ano e permite até três downloads simultâneos em um único dispositivo.
Você também pode adquirir a licença Individual vitalícia, que custa US$ 25 (pagamento único) e permite a instalação do 4K Video Downloader+ em até três dispositivos, além de também suportar três downloads simultâneos.
Se você precisa baixar ainda mais vídeos ao mesmo tempo, pode recorrer à licença Pro do 4K Video Downloader+, que permite até sete downloads simultâneos e sai por US$ 45 (pagamento único).
Existe até um combo: por US$ 65, você tem acesso ao 4K Video Downloader+ e a vários outros softwares, como o 4K Image Compressor e o 4K Tokkit Licença Pro.
Em todos os casos, você precisa apenas se assegurar de baixar vídeos cujos autores ou detentores permitem download. O 4K Video Downloader+ deve ser usado apenas para conteúdos que possam ser baixados legalmente.
O novo player (reprodutor) do YouTube (imagem: reprodução/YouTube)Resumo
YouTube atualizou player de vídeo para um design mais limpo e imersivo em todas as plataformas;
Outras novidades incluem transições mais fluidas no celular, animações em curtidas e melhorias no “Assistir mais tarde”;
As atualizações começaram a ser implementadas globalmente em 13 de outubro, de forma gradativa.
Não estranhe se você notar algo diferente ao acessar o site ou um dos aplicativos do YouTube: o player de vídeo da plataforma está sendo atualizado, tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. E essa é apenas umas das novidades do serviço.
De acordo com o próprio YouTube, o novo player é mais limpo e imersivo. Para tanto, os controles do reprodutor e seus respectivos ícones foram reformulados para interferirem menos na exibição do vídeo e, ao mesmo tempo, serem agradáveis visualmente.
A novidade valerá para o player do serviço em dispositivos móveis, na web (navegador) e em TVs. O YouTube explica a mudança:
O YouTube deve ser tão vibrante e dinâmico quanto os criadores e os vídeos nele exibidos, por isso, estamos alinhando a energia do nosso conteúdo e a aparência da nossa interface para tornar a sua experiência mais agradável e envolvente.
O que mais há de novo no YouTube?
As demais novidades da plataforma são menos impactantes, mas devem agradar aos usuários. Entre elas, estão:
Transições no celular: os efeitos de transição de conteúdo nos apps móveis do YouTube ficarão mais fluidos:
Efeitos em curtidas: em determinados vídeos, o botão de curtir terá uma animação condizente com o conteúdo reproduzido; por exemplo, em um clipe de música, a curtida fará um símbolo de nota musical animado ser exibido;
Novo “Assistir mais tarde”: as opções de salvar vídeos para assistir mais tarde e de adicionar conteúdo a playlists serão aprimoradas visualmente para facilitar esses procedimentos;
Encadeamento de comentários: as respostas a comentários ficarão mais bem organizadas graças a uma estrutura de encadeamento (threads) que já é usada em muitos serviços.
Comentários em “threads” no YouTube (imagem: reprodução/YouTube)
Quando essas novidades chegarão ao YouTube?
As atualizações anunciadas começaram a ser implementadas no último 13, em escala global. Porém, a liberação desses recursos tem sido feita de modo gradativo. Isso significa que pode levar dias ou até semanas para essas novidades chegarem a você.
O Samsung Galaxy Z Fold 6 (512 GB) lançado originalmente por R$ 13.799 está com um desconto histórico de 58% na Mega Oferta Prime da Amazon. O celular dobrável com telas AMOLED e chip Snapdragon avançado custa na promoção R$ 5.799 em até 12x sem juros.
Galaxy Z Fold 6 leva tela de 7,6″ e Snapdragon 8 Gen 3
O dispositivo conta com telas LTPO AMOLED Dinâmico 2x com taxa de atualização de até 120 Hz que proporcionam experiência imersiva e fluidez as transições. O painel interno de 7,6 polegadas permite navegação semelhante a de um tablet e ideal para quem gosta de espaço, além disso tem suporte a HDR10+ que dá mais vida as cores. O display externo de 6,3″ é útil para tarefas simples como acesso as notificações.
A combinação de um processador potente como o Snapdragon 8 Gen 3 com 12 GB de memória RAM garante ao Galaxy Z Fold 6 desempenho de alto nível mesmo em atividades mais exigentes, como jogos pesados ou uso de inteligência artificial através dos recursos Galaxy AI, e uso prolongado.
O conjunto de câmeras inclui uma principal de 50 MP, uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x e uma ultrawide de 12 MP. Logo, assegura uma versatilidade de fotos de alta definição em diversas condições de ambientes. A frente, estão presentes duas lentes de 4 MP e 10 megapixels. A gravação de vídeos é feita em até resolução 8K.
Câmeras traseiras do Galaxy Z Fold 6 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
De acordo com a Samsung, a bateria de 4.400 mAh do celular dobrável oferece autonomia de até 23 horas para reprodução de vídeos. Tem suporte a carregamento rápido de 25 W e ainda as opções de sem fio até 15 W e reverso de 4,5 W.
O Galaxy Z Fold 6 (512 GB) em oferta por R$ 5.799 em até 12x sem juros possui construção robusta em alumínio com proteção Gorilla Glass Victus 2 por todo corpo do smartphone. Além disso, inclui certificação IP48 contra água e poeira. Vale lembrar que é uma promoção exclusiva para assinantes Amazon Prime.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Galaxy Z Fold 6 de 512 GB em promoção histórica na Mega Oferta Amazon Prime; celular dobrável tem tela interna AMOLED de 7,6 polegadas, chip Snapdragon 8 Gen 3 e câmera tripla com zoom óptico de 3x
Câmeras do Galaxy Z Fold 6 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Adblockers estão afetando visualizações de vídeos no YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Bloqueadores de anúncios que usam o recurso EasyPrivacy passaram a impedir o registro de visualizações no YouTube, mas elas ocorrem.
O problema afeta canais desde agosto e não tem relação direta com mudanças na plataforma.
O impacto é maior em desktops, e produtores podem revisar estatísticas para identificar a queda.
Não é difícil encontrar produtores de conteúdo reclamando de queda de visualizações de vídeos no YouTube, mas o problema ganhou proporções maiores em agosto deste ano e persiste desde então. A causa? Aparentemente, uma mudança em um filtro usado por bloqueadores de anúncios (adblockers).
As queixas sobre o problema aparecem em plataformas como Reddit e X. Foi nesta última que o perfil YouTube Liaison, mantido por Rene Ritchie, chefe editorial do serviço, apontou que as quedas nas visualizações não partiram de uma mudança na plataforma.
Na mesma resposta, Ritchie aponta para uma postagem de ThioJoe, também no X, que explica que um parâmetro de URL do YouTube foi incluído na lista do EasyPrivacy em 11 de agosto. Essa inclusão teve o efeito de barrar o mecanismo de telemetria do YouTube que calcula as visualizações de vídeos, segundo ThioJoe.
O EasyPrivacy é uma espécie de filtro que contém uma lista de serviços online que coletam dados de usuários. Bloqueadores de anúncios como uBlock Origin e Adblock Plus usam ou permitem a ativação do EasyPrivacy para barrar os rastreadores que capturam esses dados.
De acordo com ThioJoe, a extensão uBlock Origin Lite para Google Chrome incorporou a lista do EasyPrivacy em 12 de agosto. Foi justamente nessa época que youtubers começaram a notar uma queda nas visualizações de seu conteúdo.
Como extensões para bloqueadores de anúncios são mais usadas em desktops, a redução nas visualizações foi pouco ou nada perceptível em dispositivos móveis. Mas essa queda não é real. Em linhas gerais, os acessos aos vídeos continuam ocorrendo, só não são registrados quando o usuário usa um bloqueador de anúncios com o EasyPrivacy ativado.
Isso também explica o fato de muitos youtubers terem notado que a média de curtidas nos vídeos afetados aumentou: o filtro impede o registro da visualização, mas o usuário pode assistir ao vídeo e realizar ações como curtir.
TL;DR: The YouTube view drops are because of the EasyPrivacy list adding the URL "youtube[.]com/api/stats/atr" on August 11th. Causing Adblockers to block view counting telemetry.
The blocked merged into UbO Lite on August 12th, pushed to chrome webstore by next day.
Por ora, não há solução para o problema que não envolva a desativação do EasyPrivacy por parte dos desenvolvedores dos bloqueadores de anúncios ou, ainda, a revisão na lista.
O que os produtores de conteúdo afetados podem fazer, então, é analisar as estatísticas de acessos aos seus vídeos nos últimos meses para verificar se a queda nas visualizações teve início em agosto, quando a lista do EasyPrivacy foi atualizada.
Se positivo, essa informação pode ser levada em conta em uma eventual negociação com anunciantes, por exemplo.
YouTube ganhou programa de recursos experimentais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O YouTube testa locutores de IA no YouTube Music para contar histórias e curiosidades sobre músicas.
O recurso é parte do YouTube Labs e está disponível apenas para alguns assinantes Premium nos EUA.
O Google e concorrentes, como o Spotify, exploram apresentadores virtuais em serviços de música e outras plataformas.
O YouTube está realizando testes para colocar locuções geradas por inteligência artificial em estações de rádio e mixes do YouTube Music. Segundo a plataforma de streaming, os apresentadores vão contar histórias, revelar curiosidades e fazer comentários divertidos sobre as músicas favoritas do usuário.
O recurso é o primeiro do YouTube Labs, nome que a empresa deu para seu recém-lançado programa de recursos experimentais. Ele é exclusivo para assinantes do plano Premium. Mesmo assim, o cadastro não garante acesso: os locutores só foram disponibilizados a um pequeno número de usuários nos Estados Unidos.
Google e concorrentes apostam em apresentadores virtuais
Colocar a IA para falar é uma das apostas do Google para essa tecnologia. Um grande exemplo disso é o NotebookLM, ferramenta voltada a estudos que é capaz de transformar cadernos, artigos, anotações e outros materiais em um podcast sobre o assunto, com direito a dois apresentadores conversando.
O recurso fez sucesso e o Google tem planos para colocar uma ferramenta semelhante nos resultados de busca, transformando as páginas mais relevantes da pesquisa em um resumo falado.
Voltando aos serviços de música, o YouTube Music não é o primeiro a recorrer à tecnologia para simular um apresentador. Em agosto de 2023, o Spotify apresentou o DJ X, recurso que cria playlists e contextualiza as escolhas, explicando em áudio o motivo da seleção.
Mesmo mídias mais tradicionais bêm fazendo seus testes com a IA. Na Polônia, uma estação de rádio demitiu seus jornalistas e colocou apresentadores virtuais na programação. A Off Radio Krakow abandonou a ideia após críticas — um abaixo-assinado pelo fim do experimento conseguiu 23 mil assinaturas em cerca de uma semana.
Baseando-se no comportamento do usuário, a plataforma bloqueia o acesso a vídeos com restrição de idade e altera automaticamente configurações de privacidade e anúncios. A ferramenta usa dados como o histórico de vídeos assistidos e a idade da conta para a estimativa. Caso o sistema identifique o perfil como sendo de um menor, o usuário é obrigado a enviar uma comprovação.
A exigência e especialmente o uso de dados de cartão de crédito e selfies tem gerado preocupação entre especialistas em privacidade. Desde julho, quando a verificação começou a ser testada, eles questionam a falta de transparência sobre como esses dados sensíveis serão armazenados e protegidos contra vazamentos.
Anunciada em julho e testada inicialmente na Europa, a tecnologia que estima a idade por IA chegou aos Estados Unidos em agosto, mas começou a pegar muitos usuários de surpresa. No Reddit, usuários passaram a publicar capturas de tela do momento em que um pop-up aparece.
A notificação diz: “Não conseguimos verificar se você é um adulto”. O usuário, então, tem a opção de continuar sem a verificação e manter a conta restrita ou verificar a idade.
Para que uma conta receba essa notificação, segundo o YouTube, além da data de nascimento informada no cadastro, o sistema usa um conjunto de “sinais”, como o tipo de conteúdo consumido, a atividade e a longevidade da conta. Uma vez que a IA classifica a conta como pertencente a um menor de 18 anos, aplica-se uma série de restrições automáticas:
Vídeos com restrição de idade são bloqueados;
As recomendações são ajustadas para minimizar conteúdo “potencialmente problemático”;
A personalização de anúncios é desativada;
Ferramentas de bem-estar digital, como lembretes para “fazer uma pausa”, são ativadas por padrão;
Uploads de novos vídeos são definidos como privados por padrão.
A plataforma justifica que o sistema é necessário para proteger o público mais jovem. No entanto, um dos problemas apontados por alguns usuários é que adultos que assistem a conteúdos voltados para o público infanto-juvenil, como desenhos ou vídeos de jogos, podem ser sinalizados pela IA.
Na outra ponta, o próprio Google assume que a decisão deve impactar alguns criadores. Segundo o post na página de suporte do YouTube, a mudança “pode resultar em uma diminuição na receita de anúncios”, já que a plataforma só exibe anúncios não personalizados para espectadores menores de 18 anos.
Coleta de dados gera desconfiança
Especialistas em segurança digital criticam modelo de verificação (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A necessidade de fornecer dados sensíveis para reverter a restrição vem gerando polêmica desde o anúncio. Questionado pela Ars Technica, o YouTube confirmou, em julho, que “não retém dados de identidade ou cartão de pagamento para fins de publicidade”.
Contudo, o diretor de liberdades civis da Electronic Frontier Foundation (EFF), David Greene, afirma à Ars Technica que todos os métodos de apelação são ruins. Para ele, a coleta de dados biométricos (selfies) é “ruim, assustadora e inibidora” para usuários que dependem do anonimato, como dissidentes políticos ou vítimas de abuso.
Já Suzanne Bernstein, advogada do Electronic Privacy Information Center (EPIC), reforçou a desconfiança, afirmando que é “difícil” confiar nas promessas de qualquer empresa sobre o uso de dados para outros fins, como aprimorar perfis de usuário ou vender informações a terceiros.
Ainda assim, vale lembrar que a obrigação de verificação de idade e identidade em plataformas como o próprio YouTube e outras redes sociais, como o Instagram e o X/Twitter, vem sendo exigida há algum tempo por defensores de maior responsabilização sobre atos cometidos na internet.
No Brasil, a permissão para que redes sociais exijam documentos de identificação e dados biométricos vem sendo discutida no âmbito da PL das Fake News (PL 2630/2020).