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HBO Max proíbe compartilhamento de contas e define novas regras e preços

A HBO Max anunciou nesta semana que começou a proibir oficialmente o compartilhamento de contas entre pessoas que não moram na mesma casa.

Com a novidade, cada membro extra, que permite que tenha acesso a conta em locais diferentes, custa R$14,90. Isso pode elevar o custo do streaming para até R$ 70,80 por mês nos casos em que o acesso seja compartilhado com uma única pessoa.

O complemento não está disponível para assinantes com cobrança feita por provedores terceirizados, como lojas de aplicativos e provedores de internet, celular e TV.

As novas regras definem que os titulares da conta pagam pelo complemento e somente eles podem convidar um novo usuário para compartilhar a assinatura. O modelo adicional também vale para aqueles que desejam assistir aos conteúdos da HBO Max em viagens.

Com as mudanças, o membro adicional poderá ter sua própria conta, senha e perfil, e pode acessar um dispositivo por vez. Para assinar, os novos membros precisam ter 18 anos ou mais e estar no mesmo país em que o titular assinou a HBO Max.

Quais os valores do streaming HBO Max?

O catálogo da HBO Max conta com produções relevantes para a indústria cinematográfica, além de séries de peso — sejam antigas ou novas.

Títulos como “Pecadores”, que rendeu a Michael B. Jordan o Oscar de Melhor Ator neste ano, além de “Friends”, “The Big Bang Theory”, “The White Lotus”, “Game of Thrones”, “Euphoria”, bem como toda a saga de Harry Potter estão disponíveis neste streaming.

Veja os preços:

  • Básico com Anúncios – R$29,90/mês ou R$274,80/ano
  • Standard – R$44,90/mês ou R$418,80/ano
  • Platinum – R$55,90/mês ou R$538,80/ano

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Luiz Fux muda voto e defende reversão de condenações do 8 de janeiro

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux votou para reverter a condenação de dez réus acusados de participação nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023. Fux integrou a maioria pela condenação nas votações iniciais. Agora, decidiu rever seu entendimento na análise dos recursos apresentados pelas defesas.

Nos votos, o ministro afirmou que seu “entendimento anterior, embora amparado pela lógica da urgência, incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitem sustentar”. Os recursos são analisados em plenário virtual em votação que se encerra na próxima sexta-feira, 17.

A posição de Fux não deve resultar em mudança de ordem prática para os condenados, porque apenas outros dois ministros tinham adotado essa posição originalmente: Kassio Nunes Marques e André Mendonça. A votação dos réus foi realizada logo depois dos atos golpistas em plenário, com 11 ministros presentes.

Dos dez casos, Fux votou pela absolvição total de sete réus. Eram pessoas que estavam acampadas em frente ao quartel-general do Exército, em Brasília, e foram condenadas por incitação ao crime e associação criminosa. As penas aplicadas foram de um a dois anos e meio de prisão.

Em outros três casos, os réus foram condenados por cinco crimes – dentre os quais, golpe de Estado -, com punição de 13 anos e seis meses. Essas pessoas participaram das invasões às sedes dos Três Poderes. Para esses réus, Fux votou pela absolvição parcial, com condenação apenas pelo crime de deterioração de patrimônio tombado, com pena de um ano e seis meses.

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