O Galaxy Buds 3 FE está em promoção no Magazine Luiza e chega a ficar 39% mais barato. O fone de ouvido com proposta acessível da Samsung está à venda por R$ 669 no Pix com o cupom FONE100. A ficha técnica é bem interessante com a presença de alguns recursos avançados.
Galaxy Buds 3 FE possui ANC e áudio 360
Galaxy Buds 3 FE dentro do estojo que leva tampa de proteção transparente (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones intra-auriculares da Samsung são equipados com áudio 360, tecnologia que proporciona uma experiência sonora imersiva ao simular a saída de som vinda de todas as direções. Outra funcionalidade que faz a diferença é o cancelamento ativo de ruído (ANC) principalmente em ambientes com barulhos exagerados.
O Galaxy Buds 3 FE apresenta a integração de inteligência artificial através do Galaxy AI. Entre os recursos disponíveis, o Modo Intérprete possibilita ao usuário receber a tradução em tempo real de outro idioma no seu smartphone. Além disso, o gadget disponibiliza acesso rápido a IA do Google, o Gemini.
Em relação a autonomia, a bateria alcança um período extenso de até 39 horas de duração com o ANC desligado. Já com a função ativada, mesmo assim o tempo de uso permanece alto, 30 horas de acordo com a Samsung.
Galaxy Buds 3 FE possui design com hastes e ponteira de borracha (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones possuem sensores para controles de toque e prometem melhor ergonomia em comparação a geração anterior para proporcionar uso confortável por longas horas. No mais, inclui a certificação IP54 que assegura proteção limitada conta poeira e também a respingos d’água.
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) lançado no final de fevereiro por R$ 11.499 está em promoção com 54% de desconto no Mercado Livre. O novo smartphone topo de linha da Samsung sai por R$ 6.498 no Pix com a adição do cupom SAMSUNG400OFF.
Galaxy S26 Ultra traz função de privacidade e câmeras aprimoradas
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
A grande novidade apresentada no S26 Ultra sem dúvidas é a sua tela de privacidade. Embora tenha a aparência daquelas películas encontradas à venda, na verdade é um recurso integrado a One UI. A funcionalidade possibilita reduzir o ângulo de visão lateral de notificações e apps pré-selecionados.
Agora falando da tela em si, permaneceu inalterada com o painel LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas, taxa de atualização adaptativa de até 120 Hz e brilho em pico de 2.600 nits. As imagens seguem sendo geradas em alta resolução de 1.440 x 3.120 pixels e há o revestimento do vidro Gorilla Armor 2.
O conjunto de câmeras segue com o quarteto traseiro: sensor principal de 200 MP, periscópio e ultrawide de 50 MP, além de teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico 3x. O detalhe que faz toda diferença é a abertura de lente maior na principal e teleobjetiva, possibilitando maior captura de luz e resultados mais nítidos às fotos.
Câmeras do Galaxy S26 Ultra ficam saltadas em relação a traseira (Foto: Ana Marques/Tecnoblog)
O desempenho fica a cargo do processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, com promessa de ganhos em 39% na NPU, 24% na GPU e 19% na CPU, segundo a Samsung. O componente somado a memória RAM de 12 GB entrega uma das melhores performances a smartphones do segmento ultra-premium.
A bateria continua com capacidade 5.000 mAh, mas agora oferece suporte a carregamento rápido de 60 W (sendo necessário adquirir o adaptador separadamente). O smartphone equipado com Android 16 e One UI 8.5 traz novos recursos do Galaxy AI, incluindo o Now Nudge com sugestões de informações em tempo real.
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) em oferta por R$ 6.498 no Pix com o cupom SAMSUNG400OFF no Mercado Livre tem construção mais fina e leve de Armor Aluminum e segue adotando a S Pen em uma das bordas inferiores.
Confira o nosso review do Galaxy S26 Ultra:
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Apple avançou em um acordo com o Google para substituir o ChatGPT (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI pode processar a Apple por quebra de contrato devido à baixa adesão do ChatGPT no iOS.
Segundo a Bloomberg, a insatisfação da OpenAI é causada pela limitação do uso do ChatGPT em sistemas operacionais da Apple.
A Apple abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, permitindo escolher qual motor de IA responderá às solicitações na Siri.
Uma das colaborações promissoras do Vale do Silício corre o risco de acabar nos tribunais. Após dois anos, a aliança estratégica entre Apple e OpenAI apresenta fortes sinais de desgaste. Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, a startup de inteligência artificial estuda processar a gigante de Cupertino por quebra de contrato.
O principal motivo para a crise seria a integração do ChatGPT no ecossistema da Maçã, que teria frustrado as expectativas financeiras da desenvolvedora.
Por que a OpenAI pode processar a Apple?
Empresa de Sam Altman pode levar Apple à Justiça (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A insatisfação da OpenAI envolve a maneira como a Apple limitou o uso do ChatGPT em seus sistemas operacionais. Inicialmente, a startup acreditava que a integração nativa com a Siri e o posicionamento privilegiado em outros softwares impulsionariam a adoção de planos pagos.
Mas, na prática, o uso da tecnologia permaneceu restrito. De acordo com pesquisas conduzidas pela própria OpenAI, as respostas fornecidas pela integração nativa acabam sendo limitadas e exibidas em janelas pequenas. Como resultado, os consumidores continuam usando o aplicativo oficial do chatbot.
À Bloomberg, um executivo da OpenAI afirmou que a empresa fez tudo o que estava ao seu alcance, mas a Apple não se esforçou para promover a ferramenta. Diante desse cenário, a startup estuda uma possível notificação antes de avançar legalmente.
O atrito não seria unilateral. A Apple também acumula críticas em relação à parceira, especialmente no que diz respeito às políticas de proteção de dados dos usuários.
Além disso, a companhia de Sam Altman adquiriu a startup de hardware liderada por Jony Ive, ex-chefe de design da própria Apple. Para agravar a situação, a OpenAI estaria recrutando engenheiros da parceira, o que teria gerado um forte mal-estar nos bastidores.
Novos rivais no iOS 27
Integração do ChatGPT deve perder exclusividade no iOS 27 (ilustração: reprodução/Apple)
Como reflexo dessa relação desgastada, a presença exclusiva do ChatGPT nos softwares da Apple está com os dias contados. A fabricante do iPhone abrirá sua plataforma para modelos concorrentes no iOS 27, que terá mais detalhes revelados na WWDC no dia 8 de junho.
O novo sistema permitirá que os usuários escolham qual motor de IA responderá às solicitações na Siri. A Apple já teria testado integrações com o Claude, da Anthropic, e firmou uma parceria de peso com o Google para reformular seus próprios modelos de IA utilizando o Gemini.
Aplicativo Threads foi lançado mundialmente pela Meta em 2023 (imagem: reprodução/Threads)Resumo
Meta iniciou testes para integrar a Meta AI no Threads, permitindo que usuários marquem o perfil da IA para obter contexto e respostas.
A IA responderá a perguntas em público, com objetivo de fornecer informações sobre eventos atuais, tendências e assuntos em circulação
O recurso, semelhante ao Grok no X, está em beta na Argentina, Arábia Saudita, Malásia, México e Singapura, sem previsão no Brasil.
O Threads iniciou testes de uma maior integração com a Meta AI, permitindo que a ferramenta participe das conversas na rede social. Com a novidade, usuários com contas públicas podem marcar o perfil da inteligência artificial em uma publicação ou resposta para tirar dúvidas, receber sugestões e entender contextos.
De acordo com o TechCrunch, a ideia é que o Threads funcione, também, como uma fonte rápida de informação dentro do app, indo além das discussões entre usuários. A dinâmica não é nova: usuários do WhatsApp, Messenger e do chat do Instagram conseguem mencionar a IA e receber respostas em conversas com outras pessoas.
O formato que chegará ao Threads, no entanto, é semelhante ao da rede social X, em que a menção à IA já virou uma cultura entre os usuários. Lá, o Grok dá assistência semelhante para assinantes do Premium no feed, e é usado para contextualizar até mesmo as questões mais óbvias.
Por enquanto, o recurso está em beta em cinco países: Argentina, Arábia Saudita, Malásia, México e Singapura. Ainda não há previsão de lançamento global nem data para chegada ao Brasil.
Como funciona?
Meta AI possui integração com redes sociais da empresa (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O recurso, assim como na rede de Elon Musk, funciona por menção. Ao escrever uma postagem ou responder a um fio, o usuário pode citar @meta.ai e fazer uma pergunta. A IA então publica uma resposta pública, no mesmo espaço da conversa, como se fosse um comentário comum.
De acordo com a Meta, o assistente responderá no mesmo idioma que o usuário usa. A empresa afirma que a ferramenta foi pensada para explicar eventos atuais, tendências e assuntos que estejam circulando na plataforma.
A integração aproxima o Threads da tendência reforçada pelo X com o lançamento do “Pergunte ao Grok”, que chegou para todos em 2025. A partir dali, uma simples menção @grok em uma resposta passou a acionar a inteligência artificial para respostas públicas. Posteriormente, o recurso ficou restrito aos assinantes.
Integração no rival X já gerou polêmicas
Grok é o assistente de inteligência artificial da xAI, startup de Elon Musk (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A presença de IA em conversar públicas se provou arriscada em alguns momentos, especialmente em temas sensíveis ou de grande repercussão. O Grok, por exemplo, frequentemente aparece em polêmicas por emitir respostas estranhas e que levantam dúvidas sobre a neutralidade da ferramenta.
A IA já foi pega em várias situações, incluindo respostas preconceituosas, idolatria exagerada por Elon Musk, dono da plataforma, e um “surto” em que Adolf Hitler era bastante usado como referência pela IA. A ferramenta chegou no ponto mais baixo no fim do ano passado, quando usuários perceberam que a IA estava criando deepfakes sensuais de mulheres e crianças a pedido de outros usuários.
Threads deve ter mais supervisão
A Meta, por outro lado, afirma que tem salvaguardas para evitar respostas problemáticas. No entanto, o período de testes deve servir para ajustar o comportamento do modelo.
Além disso, quem não quiser interagir com a Meta AI poderá silenciar o perfil oficial do assistente ou marcar respostas geradas pela ferramenta com a opção “Não tenho interesse”.
Meta AI está integrada ao WhatsApp e em app próprio (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Modo anônimo com privacidade total: A Meta AI recebeu uma função de conversa anônima que utiliza a tecnologia de Processamento Privado. Segundo a empresa, os dados são processados em um ambiente seguro que nem a própria Meta pode acessar, e as mensagens desaparecem por padrão após o uso.
Diferenciação dos concorrentes: O anúncio foca no fato de que, ao contrário de outros modos anônimos do mercado (como os do ChatGPT e Gemini), a solução da Meta não armazena as perguntas ou respostas para acesso interno, permitindo o compartilhamento de dados sensíveis, como finanças e saúde.
Novidades no horizonte: Além da disponibilidade imediata no WhatsApp e em um aplicativo dedicado, a Meta confirmou que lançará nos próximos meses a “conversa paralela”, um recurso que permitirá usar a IA dentro de outros chats para obter ajuda contextual sem interromper o fluxo da conversa principal.
Mais privacidade para os usuários. Essa é a promessa da Meta ao anunciar nesta terça-feira (12/05) a função de conversa anônima na Meta AI. A ferramenta está disponível dentro do WhatsApp e por meio de um aplicativo independente. A liberação começa hoje, de forma gradual, para todos os países onde a tecnologia está disponível.
O Tecnoblog participou de um bate-papo com o diretor-geral do WhatsApp, Will Cathcart, junto de outros veículos de imprensa da América Latina. Ele defendeu que a ferramenta é totalmente anônima e que a Meta não terá acesso a nenhum dado compartilhado com a inteligência artificial.
Como funciona o modo anônimo da Meta AI?
Conversa privada com a Meta AI (imagem: divulgação)
Cathcart explica que o projeto bebe da fonte da mesma tecnologia que faz o resumo das conversas no WhatsApp, batizada de Processamento Privado. Ela coleta informações, manda para a nuvem em um ambiente privado e depois destrói os dados. O executivo não chega a citar nomes, mas nitidamente está mirando no ChatGPT e Gemini, ferramentas concorrentes em que, mesmo na função anônima, os dados podem ficar armazenados e acessíveis para a OpenAI e o Google.
De acordo com Cathcart, a novidade permite que os usuários façam consultas que normalmente não gostariam de expor a uma IA que salva as conversas. Por exemplo, compartilhar documentos financeiros ou expor questões de saúde.
Sistema pode parar em assuntos muito sensíveis
Durante a conversa com jornalistas, o executivo disse que esta modalidade da Meta AI segue as mesmas diretrizes de segurança do serviço tradicional. Isso significa que, numa consulta envolvendo ideações suicidas, por exemplo, a ferramenta pode indicar maneiras de obter ajuda ou simplesmente parar de responder.
Nesta versão, a ferramenta não é capaz de gerar imagens. A função pode chegar no futuro, ainda segundo o executivo.
O celular dobrável da Samsung com experiência de tablet traz como principais destaques sua tela flexível de 8″, 16 GB de RAM, processador Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP.
Galaxy Z Fold 7 tem tela dobrável de 120 Hz e 16 GB de RAM
O Galaxy Z Fold 7 obviamente chama a atenção para sua tela flexível interna, um painel de 8 polegadas LTPO AMOLED Dinâmico 2X com taxa de atualização de até 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits, que oferece cores vibrantes e amplo espaço para apps e multitarefa, se aproximando da experiência de uso de um tablet.
A tela externa, também um painel LPTO AMOLED Dinâmico 2X mas de 6,5″, conta com a mesma taxa de 120 Hz e suporta o recurso Always-On, para fornecer notificações com o celular estando no modo de repouso; ela possui alto brilho e fluidez, permitindo que o celular seja usado normalmente quando dobrado.
O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy de 3 nanômetros e os 16 GB de RAM dão conta de apps exigentes, games pesados e de recursos de IA do Galaxy AI, podendo rodá-los localmente. Os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno de sobra para arquivos, fotos e vídeos.
Galaxy Z Fold 7 traz câmeras wide de 200 MP e telefoto de 10 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit de câmeras do Galaxy Z Fold 7 inclui uma wide de 200 MP e uma ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º, para fotos com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações. As duas câmeras frontais de 10 MP possuem sensores diferentes, sendo um wide na interna e um ultrawide na externa.
Sobre conectividade, o celular dobrável é compatível com Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 4.400 mAh resiste a 24 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 4,5 W.
Galaxy Z Fold 7 (512 GB) traz tela flexível com taxa de 120 Hz, 16 GB de RAM e câmera de 200 MP; celular dobrável sai 45% mais barato que preço original no Pix com cupom
O Galaxy A56 de 256 GB está à venda por R$ 1.898 no Pix em oferta na Amazon. Ao selecionar modalidade de pagamento o cupom de R$ 100 OFF já vai estar inserido automaticamente. O valor final corresponde a uma queda de 46% em relação ao preço de lançamento de R$ 3.499 do smartphone da Samsung.
Galaxy A56 traz chip Exynos 1580 e câmera de 50 MP
Samsung Galaxy A56 tem três câmeras traseiras (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O celular apresenta um conjunto de câmeras composto por uma lente principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP para fotos com maior enquadramento e macro para detalhes mais nítidos de 5 MP. Em termos de números, o trio é exatamente o mesmo apresentado no Galaxy A57. A diferença está na promessa de aprimoramento em fotos noturnas no novo intermediário.
O A56 vem equipado por 8 GB de memória RAM e pelo processador Exynos 1580 (4 nm). A combinação vai entregar desempenho satisfatório para a maioria dos usuários casuais. Uma vez que sustenta a navegação entre apps simultaneamente, jogos e até tarefas auxiliadas com inteligência artificial através do Galaxy AI.
A tela de 6,7 polegadas utiliza a tecnologia Super AMOLED que entrega boa coloração às imagens, incluindo pretos mais sólidos em cenas escuras. Além disso, o painel fornece resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, assegurando fluidez gráfica ao consumo de vídeos e transições de páginas.
Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
A bateria de 5.000 mAh suporta carregamento rápido com cabo de até 45 W. A mesma configuração apresentada no A57. O celular com um dos melhores custo-benefício do mercado ainda apresenta compatibilidade a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e conta com a certificação IP67 contra poeira e água.
O Galaxy A56 (256 GB) por R$ 1.898 no Pix com o cupom de R$ 100 OFF dado antes da finalização da compra na Amazon ainda vai receber mais 5 anos de atualizações de sistema, conforme prometido pela Samsung.
Acompanhe o nosso review completo sobre o Galaxy A56:
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Daybreak deve rivalizar com o Claude Mythos, da Anthropic (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI lançou o Daybreak, uma inteligência artificial projetada para prever e prevenir ataques cibernéticos.
O Daybreak analisa o código-fonte de uma organização, simula ataques e identifica vulnerabilidades para aplicar correções automatizadas.
A novidade é uma resposta ao lançamento do Claude Mythos pela Anthropic, uma IA considerada “perigosa demais” pela própria empresa.
A OpenAI anunciou ontem (11/05) a chegada do Daybreak, uma inteligência artificial desenvolvida especialmente para o setor de segurança da informação corporativa. A ferramenta promete antecipar ameaças digitais, vasculhando sistemas em busca de vulnerabilidades e aplicando correções antes que cibercriminosos tenham a chance de explorá-las.
Não é uma novidade voltada para o público geral, mas preenche um vazio importante no portfólio da companhia liderada por Sam Altman, que até então não contava com uma solução dedicada à proteção de grandes infraestruturas. De quebra, o lançamento coloca a criadora do ChatGPT em disputa direta com a rival Anthropic, que há pouco lançou o Claude Mythos — IA considerada “perigosa demais” pela própria empresa.
Como o Daybreak funciona?
Segundo a OpenAI, a novidade vai além de um modelo de linguagem comum. Na verdade, é um pacote que une as versões mais recentes das IAs da empresa. Seu grande trunfo é a criação de um modelo feito sob medida para cada organização que contrata o serviço.
O processo começa com a leitura do código-fonte do cliente. Para isso, a ferramenta utiliza o agente do Codex Security — sistema voltado para revisão de programação lançado em março. Após essa varredura profunda, a IA veste o chapéu de um invasor: ela simula o pensamento hacker e mapeia as rotas com maior probabilidade de sucesso em um ataque real.
Nova IA da OpenAI foca em proteger infraestruturas corporativas (imagem: reprodução/OpenAI)
Com as vulnerabilidades identificadas, o Daybreak valida rapidamente quais delas representam riscos práticos no dia a dia da empresa. A etapa final é a ação corretiva automatizada. O sistema isola a ameaça, dispara alertas precisos para a equipe de TI e aplica as correções prioritárias.
Todo esse motor é alimentado por uma nova geração de modelos focados em lógica de programação e defesa de redes, incluindo o recém-anunciado GPT-5.5 e o modelo especializado GPT-5.5-Cyber.
Empresa quer rival para o Claude Mythos
Há pouco mais de um mês, a Anthropic agitou o mercado ao revelar o Claude Mythos. O modelo seria capaz de realizar capacidades analíticas tão impressionantes que a própria desenvolvedora o considerou perigoso demais para o público geral, temendo sua utilização na criação de malwares devastadores.
A estratégia da Anthropic foi restringir o Mythos a um grupo corporativo seleto. O plano de isolamento, porém, falhou. Investigações posteriores revelaram que a infraestrutura da companhia sofreu violações, concedendo acesso não autorizado aos recursos da ferramenta e gerando um enorme constrangimento.
Ciente do tropeço da concorrência, a OpenAI adotou um tom bem cauteloso. A dona do ChatGPT destacou que o desenvolvimento e a implementação do Daybreak estão sendo conduzidos em parceria estreita com especialistas da indústria e agências governamentais.
O objetivo central é garantir proteções rigorosas para que os modelos permaneçam exclusivamente nas mãos de defensores, evitando que a solução se transforme em um novo problema de segurança.
Empresas de IA usam mensageiro como canal para seus serviços (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Justiça Federal em São Paulo suspendeu a multa diária de R$ 250 mil à Meta, aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por limitar o uso de inteligência artificial no WhatsApp.
A decisão atende a um pedido de tutela cautelar da Meta e determina que Cade e Meta iniciem procedimentos de conciliação.
A Meta afirmou estar satisfeita com a decisão, alegando que o Cade excedeu suas atribuições ao exigir acesso gratuito a um serviço pago.
A Justiça Federal em São Paulo ordenou a suspensão da multa diária de R$ 250 mil à Meta aplicada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A decisão do órgão, mantida na semana passada, havia sido tomada por a empresa não permitir que serviços de inteligência artificial usem o WhatsApp gratuitamente para conversar com seus usuários.
A medida vem em resposta a um pedido de tutela cautelar protocolado pela Meta junto à Justiça. O processo está em sigilo, mas a decisão é mencionada por um documento enviado pelos advogados da companhia ao Cade. Além disso, segundo a decisão do tribunal, Cade e Meta devem iniciar procedimentos de conciliação.
Em nota, a Meta afirmou estar satisfeita com a decisão. “Ao exigir acesso gratuito a um serviço pago, acreditamos que a autoridade antitruste vai além de suas atribuições”, escreve a companhia em um comunicado.
ChatGPT respondia mensagens via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Desde então, o entendimento do órgão é de que, ao proibir ou restringir esse tipo de serviço, a Meta está favorecendo sua própria solução, a Meta AI, podendo prejudicar o mercado.
A Meta chegou a adotar um modelo de cobrança por mensagem, estratégia também aplicada na União Europeia, mas o Cade determinou que, preventivamente, as fornecedoras de IA mantenham seu acesso gratuito, como era antes da mudança de outubro de 2025.
O que diz a Meta
A gigante das redes sociais defende a tese de que o uso gratuito da API do WhatsApp por fornecedoras de serviços de IA será subsidiado por pequenos e médios clientes da plataforma comercial do mensageiro. O comunicado enviado nesta quinta-feira (30/04) menciona explicitamente a OpenAI — ela oferecia uma versão do ChatGPT pelo WhatsApp.
“Pequenas e médias empresas que usam legitimamente a API do WhatsApp não deveriam estar subsidiando o uso gratuito do serviço pela OpenAI e por outros grandes chatbots de IA”, afirma a Meta.
O Galaxy A56 (256 GB) está em promoção no Magazine Luiza e chega a ficar 49% mais barato. O smartphone lançado por R$ 3.499, sai a R$ 1.828,90 no Pix com o cupom LU200. Nas grandes capitais, a Magalu promete entregar o celular para presente antes do Dia das Mães 2026.
Galaxy A56 traz tela de 6,7″ e câmera de 50 MP
Tela inicial do Samsung Galaxy A56 com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
Um dos pontos fortes do smartphone, o painel de 6,7 polegadas com tecnologia Super AMOLED exibe cores vibrantes e preto mais profundo em cenas escuras. Aliado a resolução Full HD+, a taxa de atualização de 120 Hz garante fluidez gráfica a todo o sistema, especialmente durante a navegação e consumo de vídeos.
O A56 conta com três câmeras traseiras, com destaque para a principal de 50 MP com abertura de f/1.8 e estabilização óptica (OIS) que entregou fotos com bons níveis de detalhamento nos nossos testes. As demais são a macro de 5 MP para resultados bem aproximados e a ultrawide de 12 MP para panorâmicas. Os vídeos são gravados em resolução 4K.
O chipset Exynos 1580 (4 nm) somado a 8 GB de memória RAM entrega desempenho satisfatório em diversos momentos. O usuário vai conseguir executar sem engasgos tarefas simples, jogos e as ferramentas inteligentes do Galaxy AI no dia a dia.
A bateria de 5.000 mAh promete entregar boa autonomia e suporta carregamento rápido de 45 W, embora seja necessário adquirir a parte o carregador com essa potência. Em termos de conectividade, apresenta compatibilidade a Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.
O celular campeão em custo-benefício leva acabamento em alumínio e conta com as proteções de Gorilla Glass Victus+ em ambos os lados, além de certificação IP67 com resistência contra poeira e imersão em água.
O Galaxy A56 (256 GB) disponível pelo app do Magalu por R$ 1.828,90 no Pix com o cupom LU200 ainda tem garantia de extenso período de atualizações de sistema operacional, até o Android 21.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Smartphone intermediário da Samsung campeão em custo-benefício tem previsão de entrega a tempo do Dia das Mães 2026 nas grandes capitais em oferta no Magazine Luiza
Tela inicial do Samsung Galaxy A56 com One UI 7 e Android 15 (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
O Galaxy Watch 8 Classic está em oferta por R$ 2.399 em até 12x sem juros na Amazon. Lançado por R$ 4.499, você garante um desconto de 47% por um smartwatch avançado e visual clássico, sem precisar pagar à vista.
O dispositivo tem sensores avançados para monitoramento da saúde e exercícios, uma boa alternativa de presente para o Dia das Mães 2026, sobretudo às mamães fitness.
Galaxy Watch 8 Classic traz tela AMOLED e 4G LTE
Galaxy Watch 8 Classic apresenta tela de 1,34 polegadas (imagem: Divulgação/Samsung)
O Galaxy Watch 8 Classic apresenta uma tela Super AMOLED de 1,34″ revestida por Cristal de Safira, material resistente contra quedas e arranhões. Em circunstâncias de muita exposição a luz, atinge pico de brilho de 3.000 nits, nível que assegura a visualização clara do painel.
Em termos de design e construção, a caixa de 46 mm é fabricada por aço inoxidável e tanto o bisel giratório como o botão lateral facilitam o acesso rápido aos apps. O gadget acumula certificações de resistência, como de 5 ATM em água, IP68 contra poeira e militar MIL-STD-810H, comprovando a sua alta durabilidade.
A conectividade LTE via e-SIM permite a conexão a internet de forma independente, proporcionando maior autonomia quanto a necessidade do smartphone para receber notificações.
Quanto a sensores, o BioActive possibilita o monitoramento de aspectos avançados como índices de antioxidantes na pele, SpO2, frequência cardíaca, pressão arterial e eletrocardiograma (ECG). A integração de inteligência artificial através do Galaxy AI e Google Gemini pode ajudar a traçar históricos e servir como assistente.
No âmbito esportivo, o smartwatch tem a capacidade de acompanhamento de uma série de atividades esportivas, incluindo tanto esportes aeróbicos como anaeróbicos. O GPS integrado de dupla frequência fornece uma geolocalização mais exata e dados apurados.
O Galaxy Watch 8 Classic à venda por R$ 2.399 em até 12x sem juros na Amazon oferece autonomia de até 40 horas de uso, além de apresentar conexões a Bluetooth 5.3 e NFC possibilitando pagamentos por aproximação.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
OpenAI pode concentrar esforços em ferramentas de programação, diz reportagem (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI não atingiu metas de crescimento e receita no início de 2026 e não alcançou 1 bilhão de usuários ativos semanalmente no final de 2025, segundo o Wall Street Journal.
Empresa diz estar em curva acentuada de crescimento entre consumidores, empresas e desenvolvedores.
Companhia descontinuou o gerador de vídeos Sora e lançou o modelo GPT-5.5, com foco em programação.
A OpenAI não conseguiu cumprir várias estimativas mensais de receita no início de 2026 e não atingiu a marca de 1 bilhão de usuários ativos semanalmente no final de 2025, segundo uma reportagem do Wall Street Journal.
A empresa rebateu a publicação, chamando a matéria de “clickbait” e dizendo que está “a todo vapor” nos ramos de consumidores individuais e clientes corporativos.
O que está acontecendo com a OpenAI?
Sam Altman nega problemas no crescimento da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
De acordo com as fontes ouvidas pelo WSJ, a CFO da OpenAI, Sarah Friar, teria expressado preocupação, pois teme que, caso o faturamento não cresça no ritmo esperado, a empresa não consiga pagar por mais capacidade computacional no futuro.
A reportagem afirma que Friar e outros executivos estão procurando maneiras de cortar custos, enquanto o conselho de diretores revisa contratos feitos com fornecedores para construção de data centers.
Não é a primeira vez que o Wall Street Journal aborda possíveis dificuldades internas da OpenAI. Em março, o jornal publicou uma reportagem afirmando que a empresa concentrará seus esforços em ferramentas para desenvolvedores, seguindo os passos da Anthropic.
Na última quinta-feira (23/04), a OpenAI apresentou o modelo GPT-5.5, com foco em tarefas de programação, análise de dados, criação de documentos e planilhas e operação de softwares.
O que diz a OpenAI?
A OpenAI negou que estaria abaixo de suas metas ou com dificuldades para honrar compromissos.
“Isso é ridículo. Estamos alinhados em investir o máximo que podemos em computação e trabalhando duro para isso todos os dias”, afirmaram Friar e o CEO Sam Altman em um comunicado enviado à CNBC.
“Estamos em uma curva acentuada de crescimento entre consumidores, empresas e desenvolvedores”, declarou Steve Sharpe, chefe de comunicações da OpenAI, à NBC News.
Sam Altman é CEO e cofundador da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Microsoft e a OpenAI anunciaram uma revisão nos termos de sua parceria, permitindo que a Microsoft continue a ter acesso aos modelos de IA da OpenAI, mas não de forma exclusiva.
A divisão de receitas será aplicada apenas ao faturamento da OpenAI, com a empresa pagando 20% de seu faturamento à Microsoft até 2030, com um limite total.
A OpenAI poderá oferecer seus produtos em qualquer plataforma de computação em nuvem, não apenas na Azure da Microsoft, mas a Azure será a primeira a receber os produtos.
Microsoft e OpenAI anunciaram, nesta segunda-feira (27/04), uma revisão nos termos de sua parceria. Com o novo acordo, a Microsoft continua tendo as licenças dos modelos de inteligência artificial da OpenAI, mas não mais de forma exclusiva.
Além disso, houve mudanças na divisão de receitas, e a OpenAI poderá oferecer seus produtos em qualquer plataforma de computação em nuvem — a Azure, da Microsoft, será apenas a primeira a receber.
O que mudou no acordo entre Microsoft e OpenAI?
Sam Altman e Satya Nadella juntos em 2019 (foto: divulgação/Microsoft)
A divisão de receitas vai se aplicar apenas ao dinheiro da OpenAI — a Microsoft não fará mais pagamentos à startup. A desenvolvedora do ChatGPT fará pagamentos até 2030, sujeitos a um limite total, independentemente do progresso tecnológico dos modelos.
Essa última parte é importante: o acordo anterior incluía mudanças após a OpenAI atingir a chamada inteligência artificial geral, ou AGI, na sigla em inglês. Esse é um conceito controverso e difícil de definir — por isso, ele se tornou objeto de disputa entre as duas empresas. Agora, o termo some dos contratos.
O anúncio não entra em detalhes, mas, segundo a CNBC, a OpenAI paga à Microsoft 20% de seu faturamento, porcentagem que não sofrerá alteração nos novos termos.
O acordo mantém que a Microsoft é o principal provedor de cloud e que os produtos da OpenAI devem fazer sua estreia na Azure. Por outro lado, a startup pode oferecê-los em qualquer provedor, como AWS e Google Cloud.
A Microsoft ainda terá licenças das propriedades intelectuais da OpenAI até 2032, mas elas não serão exclusivas, segundo as empresas. Isso significa que a desenvolvedora do ChatGPT pode fazer acordos envolvendo seus modelos de inteligência artificial com outras empresas.
Em outubro de 2025, a OpenAI fez uma reestruturação em seu braço com fins lucrativos, criando uma corporação de benefício público chamada OpenAI Group PBC. A Microsoft tem uma fatia de cerca de 27% da empresa — na época, a fatia estava avaliada em cerca de US$ 135 bilhões.
OpenAI avalia lançamento de smartphones (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI pode lançar um smartphone com IA em 2028.
O dispositivo seria centrado no uso de agentes de IA para operar de forma contínua e contextual, com capacidade de tomar decisões autônomas.
Segundo o rumor, a OpenAI pretende trabalhar com a MediaTek e a Qualcomm no fornecimento de chips.
A OpenAI, empresa por trás do ChatGPT, estaria desenvolvendo um smartphone próprio voltado para o uso de inteligência artificial. O dispositivo teria produção em larga escala prevista para 2028.
De acordo com o analista de cadeia de suprimentos Ming-Chi Kuo, conhecido por acompanhar a indústria de hardware, a OpenAI deve definir as especificações finais e a lista completa de fornecedores entre o fim deste ano e o primeiro trimestre de 2027.
Segundo Kuo, o projeto marcaria uma mudança na postura pública da empresa, que até então não indicava planos de entrar no mercado de telefonia. Ele afirma, ainda, que a empresa pretende trabalhar com a MediaTek e a Qualcomm no fornecimento de chips, enquanto a montagem ficaria a cargo da Luxshare Precision Industry, parceira tradicional da Apple na fabricação dos aparelhos.
Dispositivo pensado para agentes de IA
Aparelho deve ter suporte nativo a agentes de IA como diferencial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A proposta do smartphone seria de um dispositivo centrado no uso de “agentes de IA”, capazes de operar de forma contínua e contextual. Na avaliação de Kuo, o smartphone é o formato ideal para esse tipo de aplicação por reunir dados em tempo real sobre o usuário, como localização, comunicações e outros contextos de uso.
Lembrando que agentes de IA são sistemas capazes de executar tarefas para o usuário de forma autônoma diretamente nos dispositivos.
A ideia seria que a inteligência artificial assumisse o controle e fosse capaz de tomar decisões de forma autônoma. O primeiro projeto da OpenAI nesse mercado foi o Operator, no início de 2025, capaz de realizar compras em navegadores web, por exemplo. Posteriormente, a companhia revelou o Codex, voltado à programação.
Compras no ChatGPT (imagem: reprodução/X)
Com os agentes de IA no smartphone, a OpenAI diminuiria a dependência da abertura de apps isoladamente, baseando a experiência em uma interface capaz de executar tarefas de forma mais integrada.
Para viabilizar esse tipo de funcionamento, a OpenAI avalia controlar tanto o hardware quanto o sistema operacional. O modelo de negócios poderia incluir assinaturas e a criação de um novo ecossistema de desenvolvedores voltado a esses agentes.
O Google já se adiantou com o lançamento de capacidades agênticas para o Gemini no Android, e a tecnologia deve ser um dos grandes focos da big tech para o sistema operacional nos próximos anos.
Mudança em direção ao hardware
A aposta em um smartphone representa uma mudança na estratégia da OpenAI quanto ao desenvolvimento de hardware. Segundo o portal MacRumors, relatos anteriores indicavam que a empresa estudava formatos alternativos, como alto-falantes inteligentes, óculos, lâmpadas e fones de ouvido.
Apesar do foco no telefone, a primeira iniciativa de hardware da empresa pode ser um dispositivo mais simples, como um alto-falante inteligente. O anúncio é esperado para o segundo semestre deste ano, com lançamento previsto para o início de 2027.
Tinder ganha nova camada de segurança, mas serviço é proibido no Brasil (imagem: Unsplash/Good Faces Agency)Resumo
Tinder anuncia reconhecimento de íris para combater perfis falsos com IA.
O reconhecimento de íris ocorre via World ID, parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
A novidade foi testada no Japão e chega em outras partes do mundo em breve, com bônus e selo de verificação para usuários que fizerem a checagem.
No Brasil, o World ID foi proibido em janeiro de 2025 pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados.
O Tinder anunciou uma nova ferramenta para combater casos de catfish utilizando inteligência artificial na plataforma: o reconhecimento de íris via World ID. A novidade fica disponível a partir do serviço World graças a uma parceria com a Tools for Humanity, empresa cofundada por Sam Altman, CEO da Open AI.
Nos países em que estará disponível, o reconhecimento de íris do Tinder será no próprio app, com direito a bônus para usados os usuários que fizerem a checagem. Eles ganharão selo de verificado. Não há informações sobre banimento de contas sem essa confirmação.
O recurso foi testado no Japão e chega em outras partes do mundo “em breve”. Essa tecnologia, vale lembrar, está proibida no Brasil, após decisão da ANPD. Ou seja: nada de World ID no Tinder BR, pelo menos por enquanto.
Dispositivo da World é uma das opções para criar World ID, disponível também via app (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
IA em golpes de namoro
O reconhecimento de íris é um “passo natural” da plataforma, de acordo com o Match Group, dono do Tinder. Vale lembrar que o app de namoro já exige um vídeo de verificação de humanidade para seus usuários, e o World ID vem como uma camada extra de combate a golpes.
Segundo a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos, usuários de apps de namoro perderam US$ 1 bilhões em fraudes somente em 2025, o que dá cerca de R$ 5 bilhões. Além disso, trazendo para a realidade brasileira, a Meta processou duas empresas e duas pessoas por produzirem deepfakes do médico Drauzio Varella para vender medicamentos falsos na internet.
Deepfakes com IA levam empresas a buscarem novas soluções de segurança (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo a BBC, uma usuária do Tinder no Reino Unido afirmou que 30% das contas visualizadas ao navegar pelo app são de bots, com descrições, melhorias e até mesmo chat com IA. Um levantamento da Norton divulgado em janeiro também reforça esse relato, apontando que mais da metade dos usuários de aplicativos de namoro nos EUA já se encontraram em situações do tipo.
Por que o World ID foi proibido no Brasil?
No Brasil, o serviço que oferece a criação da World ID não está disponível desde o início de 2025, por decisão da ANPD. Isso porque a proposta do então Worldcoin era oferecer dinheiro aos participantes do projeto que fizessem a leitura de íris. A Coordenação-Geral de Fiscalização CGF) da autarquia federal entendeu que essa oferta “interfere na livre manifestação da vontade do indivíduo” e pode influenciar pessoas em posição de vulnerabilidade.
Por aqui, continua valendo o Face Check, verificação facial anunciada em dezembro de 2025. A ferramenta funciona de forma semelhante ao reconhecimento feito em apps de banco, e promete reforçar a segurança contra perfis falsos, deepfakes e entrada de menores de idade.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, emitiu um pedido oficial de desculpas à comunidade de Tumbler Ridge, no Canadá, por não ter acionado as autoridades sobre as atividades de Jesse Van Rootselaar. O suspeito é apontado como autor de um massacre em fevereiro que resultou na morte de oito pessoas.
Em carta datada de 23 de abril, Altman expressou condolências e admitiu que a empresa falhou ao não contatar a polícia sobre Van Rootselaar, que teve sua conta no ChatGPT suspensa em junho do ano passado após o sistema de segurança da plataforma identificar conteúdos preocupantes.
“Quero expressar minhas mais profundas condolências a toda a comunidade. (….) Ninguém deveria jamais ter que passar por uma tragédia como esta.”
Trecho da carta de Sam Altman
Mensagens violentas foram ignoradas pela liderança
De acordo com relatos obtidos pelo The Wall Street Journal, o sistema de revisão automatizada da OpenAI sinalizou internamente mensagens do suspeito que descreviam cenários de violência extrema. Na época, embora funcionários tenham interpretado os textos como um indicativo de perigo real e urgido pela denúncia às autoridades canadenses, a liderança da empresa optou por apenas banir o usuário, sem envolver a polícia.
Após o crime em fevereiro, a polícia identificou Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, como a principal suspeita. A OpenAI revelou posteriormente que, após a divulgação da identidade da suspeita, descobriu uma segunda conta que ela utilizava para acessar o chatbot.
Mudanças nos protocolos de segurança
Como resposta à tragédia, a OpenAI afirmou ter reforçado seus protocolos de segurança. A empresa garantiu que, sob as novas regras, uma conta com o mesmo teor de mensagens seria denunciada imediatamente às autoridades se fosse descoberta hoje.
O compromisso de Altman inclui:
Colaboração contínua com governos para prevenir futuras tragédias.
Aperfeiçoamento dos sistemas de detecção proativa de ameaças.
Transparência no diálogo com as comunidades afetadas.
Pressão por regulamentação no Canadá
O caso intensificou o debate sobre a regulação de inteligência artificial no Canadá. Membros do Partido Liberal aprovaram recentemente uma resolução não vinculativa que pede a proibição do uso de chatbots de IA para menores de 16 anos.
O ministro encarregado da pasta de IA no país, Evan Solomon, e outros funcionários de alto escalão confirmaram que estão considerando novas regulamentações para o setor, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada até o momento, segundo o WSJ.
OpenAI lança GPT-5.5 com foco em programação e autonomia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI lança modelo GPT-5.5 com melhorias significativas em programação e análise de dados;
novidade atua de forma mais autônoma, gerenciando ferramentas e etapas sem supervisão constante, explica OpenAI;
disponibilidade é imediata para usuários de planos pagos do ChatGPT; também haverá lançamento via API para aplicações de terceiros.
A OpenAI tornou oficial o GPT-5.5, a nova versão de seu principal modelo de inteligência artificial. A novidade chega com capacidades aprimoradas no tratamento de numerosas tarefas, com destaque para a escrita e a depuração de código de programação. Também há ganhos de desempenho.
É importante deixar claro desde já que o GPT é um tipo de Modelo de Linguagem de Larga Escala (LLM) e, como tal, serve de “motor” para o ChatGPT e outras aplicações baseadas em inteligência artificial.
O GPT-5.5 foi desenvolvido para ser mais preciso e autônomo na execução de tarefas, conforme o anúncio oficial dá a entender:
Ele [o GPT-5.5] se destaca na escrita e depuração de código [de programação], pesquisa online, análise de dados, criação de documentos e planilhas, operação de softwares e transição entre ferramentas até a conclusão de uma tarefa.
Nesse sentido, em vez de o usuário ter que gerenciar ou monitorar cada etapa de determinada tarefa, o GPT-5.5 pode assumir grande parte dessa missão aplicando ferramentas apropriadas, realizando checagens de etapas, manejando ambiguidades e assim por diante.
De acordo com a OpenAI, esses avanços tornam o GPT-5.5 especialmente interessante para “programação orientada a agentes, uso de computadores, trabalho intelectual e pesquisa científica inicial”.
Esses avanços não se traduzem em consumo aumentado de recursos, porém. Ainda de acordo com a OpenAI, o GPT-5.5 é mais avançado que o GPT-5.4, mas mantém o nível de latência por token deste último. Além disso, a nova versão exige menos tokens em relação ao antecessor para concluir tarefas no Codex (agente de IA da OpenAI focado em programação).
Quando o GPT-5.5 estará disponível?
Na verdade, já está disponível. A OpenAI liberou o GPT-5.5 para usuários dos planos Plus, Pro, Business e Enterprise do ChatGPT, bem como no Codex. Já o GPT-5.5 Pro, uma variação ainda mais sofisticada, está sendo liberada nas assinaturas Pro, Business e Enterprise do ChatGPT.
Tanto o GPT-5.5 quanto a sua versão Pro serão disponibilizados em breve via API para uso em aplicações de terceiros, neste caso, com custo de US$ 5 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 30 por 1 milhão na saída, valores que aumentam para US$ 30 e US$ 180, respectivamente, na versão Pro.
OpenAI anunciou GPT-5.5, nova versão de seu modelo de linguagem. Novidade oferece maior autonomia para realizar tarefas complexas e melhora produção de código.
O Galaxy S25 de 256 GB está em oferta por R$ 3.704 no Pix com o cupom BLACKAPPTN, válido somente pelo aplicativo do Magazine Luiza. O valor representa uma redução de 51% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.499.
O smartphone da Samsung entrega desempenho de ponta através do processador Snapdragon, tela AMOLED avançada e sistema de câmeras versátil.
Galaxy S25 traz chip Snapdragon 8 Elite e filmagens em 8K
Galaxy S25 conta com três câmeras traseiras (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
O celular apresenta conjunto triplo de câmeras, sendo elas: a principal de 50 MP com estabilização óptica, teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico 3x para capturar objetos distantes e ultrawide de 12 MP para registrar fotografias mais amplas. O sistema também se destaca por gravar vídeos em 8K, indicando resultados similares a de profissionais.
O processador Snapdragon 8 Elite (3 nm) é um dos mais poderosos da Qualcomm, alcançando frequência elevada de até 4.47 GHz. Somado a 12 GB de memória RAM, a combinação sustenta a experiência multitarefa e aplicações exigentes, a exemplo das ferramentas de edições de imagens do Galaxy AI.
Para quem busca um celular mais compacto, o Galaxy S25 possui um painel de 6,2 polegadas. A tecnologia LTPO AMOLED Dinâmico 2x inclusa além de proporcionar cores mais vistosas, assegura taxa de atualização adaptável de até 120 Hz para preservar energia. Além disso, a tela alcança brilho intenso de 2.600 nits ao sol.
Galaxy S25 entrega resolução Full HD+ (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Em termos de construção, o smartphone possui carcaça em alumínio, somada a proteção do vidro Gorilla Glass Victus 2 e da certificação IP68 contra a entrada de poeira e água. Já em bateria, abriga um componente de 4.000 mAh com suporte a carregamento rápido limitado a 25 W.
O Galaxy S25 ainda conta com conexões modernas de Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4, e promessa de mais seis anos de atualizações do sistema Android pela Samsung. Você pode adquirir o smartphone premium com 256 GB por R$ 3.704 no Pix com o cupom BLACKAPPTN pelo app Magalu.
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O Galaxy Tab S10 FE Plus está disponível por R$ 2.991,12 no Pix no Magalu. O tablet intermediário da Samsung com tela de 13 polegadas e caneta S Pen, lançado por R$ 5.299, recebe um desconto de 44% nesta oferta.
Galaxy Tab S10 FE Plus tem tela de 90 Hz, suporte ao Galaxy AI e nova S Pen com IA
Tela de 13 polegadas do Galaxy Tab S10 FE Plus tem taxa de atualização de 120 Hz e brilho máximo de 800 nits (imagem: Divulgação/Samsung)
O Galaxy Tab S10 FE Plus tem uma ampla tela LCD de 13,1 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz. O display com resolução Wide QHD (2880 x 1800) ainda oferece brilho máximo de até 800 nits, sendo ideal para leitura e entretenimento.
O tablet é equipado com chip Samsung Exynos 1580 e 8 GB de RAM, entregando alto desempenho para produtividade leve, estudos e tarefas com o Galaxy AI. Já os 128 GB de armazenamento interno podem ser expandidos por meio de cartões microSD de até 2 TB.
Um dos atrativos do Galaxy Tab S10 FE Plus é a caneta S Pen com IA, agilizando ainda mais o uso do dispositivo no dia a dia. É possível usar o Circule para Pesquisar ou a Ajuda Inteligente do Google para fazer buscas rápidas ou obter explicações sobre o conteúdo destacado.
Galaxy Tab S10 FE Plus traz a nova caneta S Pen com recursos de IA (imagem: Divulgação/Samsung)
O tablet intermediário conta com o Samsung Dex, recurso para conectar o tablet a um monitor e transformá-lo em um “desktop”. Além disso, ele possui uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas em 4K e uma câmera traseira de 13 MP para fotos simples e escaneamento de documentos.
Com apenas 6 mm de espessura, o dispositivo tem corpo feito em Armor Alumínio e certificado IP68 de resistência à água. Para mais, o modelo tem uma bateria de 10.090 mAh com autonomia para até 21 horas de reprodução de vídeo.
O Galaxy Tab S10 FE Plus (R$ 2.991,12 no Pix) ainda traz conexões Wi-Fi 6 para acessar redes de internet rápidas e Bluetooth 5.3. Ele sai da caixa com o Android 16, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.
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O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 44 mm está saindo por apenas R$ 1.754,10 no Pix com o cupom CUPOMALO950 no Magalu. A oferta representa um desconto de 45% em relação ao preço oficial de R$ 3.199 pelo smarwatch Samsung com sensores avançados de saúde, GPS e tela AMOLED brilhante.
Galaxy Watch 8 traz funções avançadas de saúde e exercícios
Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartwatch da Samsung conta com um conjunto completo de sensores de monitoramento corporal. O sistema une acelerômetro, giroscópio, barômetro e bússola a sensores ópticos, elétricos, de bioimpedância e térmicos. Juntos, medem movimentos, saúde cardíaca, composição corporal e temperatura.
Desta forma, o Galaxy Watch 8 é capaz de oferecer dados relevantes tanto sobre os hábitos e estado do usuário, incluindo sono, ciclo menstrual e estresse, quanto para mais de 100 modos de atividades físicas disponíveis. Essas informações ficam disponíveis via Samsung Health, e o Galaxy AI realiza análises para oferecer recomendações.
Outro destaque do relógio inteligente é a conectividade. Na ficha técnica, o wearable conta com Wi-Fi dual-band, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação. O destaque é o GPS de dupla frequência (L1+L5), que garante localização precisa mesmo sob árvores densas ou entre edifícios altos.
A característica é uma grande aliada da prática de exercícios ao ar livre, assim como a tela, que também melhora o uso especialmente sob luz solar intensa. Isso porque o display de 1,47 polegadas conta com tecnologia AMOLED com brilho de até 3.000 nits, superior inclusive ao de muitos celulares avançados.
Ademais, o Galaxy Watch 8 BT de 44 (por R$ 1.754,10 no Pix com o cupom CUPOMALO950 no Magazine Luiza) também conta com processador Exynos W1000, que otimiza o consumo energético do relógio. E com uma bateria de 435 mAh que promete até 40 horas de autonomia com o Always On Display desligado, segundo a Samsung.
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Galaxy Watch 8 chega ao menor preço já publicado pelo Achados com cupom no Magalu; smartwatch Samsung tem sensores para monitorar mais de 100 exercícios
Galaxy Watch 8 tem vidro de safira para proteger a tela (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy S26 (512 GB) entrou em oferta por R$ 4.499,10 no Pix com o cupom CUPOMALO2500 no Magazine Luiza. O smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 50 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 7.499, fica 40% mais barato nesta promoção.
Galaxy S26 tem amplo armazenamento, câmera que filma em 8K e tela de 120 Hz
Galaxy S26 tem tela AMOLED de 6,3 com resolução Quad HD+ (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy S26 usa o chip Samsung Exynos 2600 combinado com 12 GB de RAM, oferecendo alto desempenho e suporte para o Galaxy AI. O modelo conta com 512 GB de armazenamento interno, ideal para quem precisa de um amplo espaço para mídias, apps e outros arquivos.
O telefone traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,3 polegadas com resolução Quad HD+. Apesar de compacto, o painel promete imagens detalhadas e fluidas com taxa de atualização de 120 Hz, recurso HDR10+ e brilho máximo de 2.600 nits.
Para fotos e vídeos, o Galaxy S26 possui uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP para registros em 8K com zoom óptico de 3x e Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas e vídeos em 4K.
Galaxy S26 traz uma câmera tripla traseira com sensor principal de 50 MP que filma em até 8K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone da Samsung tem uma bateria de 4.300 mAh, oferecendo uma autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo. Ele ainda possui carregamento rápido de 25 W que, segundo a fabricante, vai de 0 a 55% em somente 30 minutos.
Compacto e pesando 167 g, o dispositivo possui estrutura em Armor Aluminum e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. O telefone traz certificado IP68 de resistência à poeira e à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.
O Galaxy S26 (R$ 4.499,10 no Pix com o cupom CUPOMALO2500) sai da caixa com o Android 16, mas receberá ao menos 7 atualizações do sistema operacional. Ademais, o modelo tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação.
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O Galaxy S25 Plus (512 GB) está disponível por R$ 4.399,12 no Pix no Magazine Luiza. Lançado em fevereiro de 2025 por R$ 9.499, o smartphone premium da Samsung com display OLED e câmera de 50 MP recebe um desconto de 54% nesta oferta “Achou, Correu”.
Galaxy S25 Plus tem tela de 6,7 polegadas, câmera que filma em 8K e amplo armazenamento
Tela AMOLED do Galaxy S25 Plus chega a até 2.600 nits (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy S25 Plus tem uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com brilho máximo de 2.600 nits. Entregando imagens detalhadas e fluidas, o painel tem resolução Quad HD+, taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao recurso HDR10+.
Para fotos e vídeos, o telefone conta com uma câmera tripla traseira com o sensor principal de 50 MP capaz de gravar vídeos em até 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP promete selfies com alto nível de detalhe e grava vídeos em 4K.
Focado em alto desempenho e no Galaxy AI, o Galaxy S25 Plus adota o chip Snapdragon 8 Elite combinado com 12 GB de RAM. Já os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para mídias, aplicativos e outros arquivos do dia a dia.
Galaxy S25 Plus tem câmera tripla liderada por um sensor de 50 MP capaz de filmar em 8K (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
O smartphone premium da Samsung é equipado com uma bateria de 4.900 mAh que, segundo a marca, tem autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 45 W, indo de 0 a 65% em somente 30 minutos na tomada.
Além do design moderno, o dispositivo de 190 g tem estrutura de alumínio e acabamento traseiro em vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. O telefone tem certificação IP68 de resistência à água, podendo ficar submerso por até 1,5 metro em água doce.
Fechando o pacote, o Galaxy S25 Plus (R$ 4.399,12 no Pix) conta com conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o Android 15, mas receberá atualizações do sistema operacional até 2032.
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O Galaxy Buds 4 está em oferta por R$ 1.259 no Pix com o cupom LU100 no Magazine Luiza, um abatimento de 21% sobre o valor de lançamento de R$ 1.599.
Os fones de ouvido sem fio de última geração da Samsung entregam áudio de alta fidelidade, além de contarem com cancelamento de ruído ativo (ANC) e integração a assistentes de Inteligência Artificial com controles de voz.
Galaxy Buds 4 traz cancelamento de ruído ativo e áudio Hi-Fi
Galaxy Buds 4 possui cancelamento de ruído ativo (ANC) (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Buds 4 se destaca pelo suporte a áudio Hi-Fi (alta fidelidade) de 24 bits, prometendo entregar uma experiência sonora mais realista e com foco nos detalhes. A imersão é complementada pelo cancelamento de ruído ativo (ANC), que reduz a interferência de barulhos externos, mas não os isola completamente por questões de segurança do usuário.
Os fones de ouvido também suportam assistentes de Inteligência Artificial (IA), como o Bixby da Samsung, Google Gemini e Perplexity, com a possibilidade de usar comandos por voz. A integração com a suíte Galaxy AI oferece recursos como o tradutor automático de conversas, que dispensa celulares.
O gadget traz o recurso Voice Pickup Unit, para melhorar a clareza da voz durante chamadas, enquanto o equalizador adaptativo ajusta as frequências sonoras de acordo com o formato do canal auditivo do usuário, de modo a personalizar ainda mais a experiência sonora.
Galaxy Buds 4 vem nas cores preto e branco (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Os fones se conectam a outros dispositivos via Bluetooth 6.1, o que reduz a latência durante jogos ou transmissões de vídeo em tempo real, enquanto o recurso Auto Switch facilita trocar o dispositivo pareado em uso. Cada fone possui uma bateria de 45 mAh que resiste a até 30 horas de uso com o ANC desligado, e o case conta uma própria de 515 mAh.
O Galaxy Buds possui certificação IP54 com resistência moderada contra poeira, suor e respingos d’água. Os fones wireless da Samsung saem por R$ 1.259 no Pix com o cupom LU100 no Magazine Luiza, um desconto de 21% sobre o preço original.
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ChatGPT ganhou um novo modelo de gerador de imagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI anunciou o ChatGPT Images 2.0, novo modelo de geração de imagens.
Ele foca em aplicabilidade para design, apresentações e marketing, melhorando a renderização de texto.
A nova versão está disponíel para todos, mas o recurso de “raciocínio” está restrito aos planos pagos Plus, Pro, Business e Enterprise.
A OpenAI anuncia hoje (21/04) o ChatGPT Images 2.0, novo modelo do seu gerador de imagens. A atualização tenta mudar a forma irreverente como tratamos a ferramenta, melhorando a qualidade do material: em vez de resultados experimentais, a plataforma deve entregar criações prontas para uso em design, apresentações e marketing.
Com o novo modelo, há melhor “precisão e aplicabilidade” — ou seja, será possível gerar algo mais próximo de um produto final, sem depender de edição posterior para corrigir erros de texto, por exemplo.
As ilustrações que a OpenAI compartilhou conosco vão por esse caminho: imagens de cartilhas de marketing e propagandas, dando um vislumbre do que a empresa espera com a nova versão. De acordo com a OpenAI, mais de 1 bilhão de imagens são geradas por semana na plataforma — e o Brasil é o país que mais usa o recurso no mundo.
ChatGPT Images 2.0 melhora a renderização de texto (imagem: divulgação)
“Segurança é a nossa obrigação”
Em coletiva acompanhada pelo Tecnoblog, a líder de produto Adele Li afirmou que o avanço em capacidade não altera as diretrizes de segurança, que seguem sendo ampliadas para evitar usos indevidos (e os problemas jurídicos que o “efeito Studio Ghibli” trouxe).
“Em termos de salvaguardas, elas não mudam só porque temos novos modelos. Eu separaria ‘capacidade’ de ‘segurança’. Capacidade é a habilidade de gerar imagens mais precisas e estéticas; segurança é a nossa obrigação de seguir diretrizes.”
– Adele Li, líder de produto para o ChatGPT Imagens
A executiva confirmou que o Images 2.0 substituirá, de forma geral, o modelo 1.5 no chatbot, mas alguns recursos estarão disponíveis apenas para usuários pagantes, como a capacidade de raciocínio. Essa função permitirá criar múltiplas imagens a partir de um único comando, além de buscar informações na web e organizar o conteúdo visual antes da geração.
No entanto, algo que o usuário pagante poderá perceber é uma latência maior na criação da arte: a “geração pode demorar um pouco mais porque o processo de raciocínio e pesquisa em segundo plano é mais complexo”, disse Adele Li.
Uma das promessas da nova versão é entender melhor instruções detalhadas, como posicionamento de elementos e relações entre objetos – algo que, até então, a IA costumava ignorar.
Nas demonstrações, o sistema agiu bem e foi capaz de criar identidades visuais completas, infográficos e interfaces de jogos a partir de descrições simples, já que o novo modelo melhorou o suporte a idiomas e a renderização de texto.
Arte criada pelo ChaGPT Images 2.0 (imagem: divulgação)
Quando chega?
O Images 2.0 já está disponível no ChatGPT e no Codex, com a opção de raciocínio restrita aos planos Plus, Pro, Business e Enterprise. A versão base do modelo é a que chega para todos.
OpenAI revelou o Images 2.0, que melhora a renderização de texto e tenta emplacar o uso da IA em artes profissionais. Versão base está disponível para todos os usuários.
ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Arte gerada pelo ChatGPT Imagens 2.0 (imagem: divulgação)
Arte gerada pelo ChatGPT Imagens 2.0 (imagem: divulgação)
Ideia é ganhar tempo e saber quais são as mensagens mais importantes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp testa recurso para resumir mensagens não lidas de múltiplas conversas com a Meta AI; a função só resume um conversa por vez no estado atual
O botão “Get a summary” aparece no código do app beta para iOS, mas não tem data prevista para estreia
A Meta diz que o resumo usa processamento em ambiente de execução de confiança (Private Processing/TEE) e que terceiros não podem acessar os dados.
A Meta está trabalhando em uma funcionalidade para resumir mensagens não lidas de diversas conversas de uma vez só, usando a inteligência artificial Meta AI. Atualmente, isso só pode ser feito separadamente para cada conversa.
O recurso, que não tem data prevista para estrear, está no código da versão beta do app para iOS. O site especializado WABetaInfo descobriu o recurso e conseguiu uma prévia da interface.
Como funcionará o resumo de conversas do WhatsApp?
Recurso aparece no código da versão beta, mas ainda não funciona (imagem: reprodução/WABetaInfo)
Nas telas compartilhadas pela publicação, há um botão “Get a summary” (”Receba um resumo”, em tradução livre) logo acima da lista de conversas. Não está claro se esse atalho aparece na lista geral ou só quando o filtro de mensagens não lidas está ativo.
Ao tocar nele, o WhatsApp resume as conversas ainda não acessadas e mostra os pontos mais importantes de cada uma delas.
WhatsApp já resume conversas individualmente
O futuro recurso expande uma ferramenta já presente no mensageiro da Meta. Ao acessar uma conversa, o WhatsApp apresenta um botão logo antes das mensagens não lidas com a opção de resumi-las.
A questão é que, hoje, é necessário fazer isso a cada conversa. Como observa o WABetaInfo, é pouco prático, principalmente caso você fique offline por um período longo e tenha que se atualizar sobre muitas conversas.
Com o futuro recurso, a ideia é facilitar esse processo, reunindo resumos de todas as conversas em um só lugar.
Meta promete privacidade
O resumo das conversas não lidas deverá seguir o mesmo procedimento da ferramenta atual. A Meta afirma que os conteúdos são resumidos usando um ambiente de execução de confiança (TEE, na sigla em inglês).
Nesta arquitetura, os dados são enviados a uma área isolada de um servidor, e terceiros não podem acessá-los. A companhia deu o nome de Private Processing à implementação dessa tecnologia no WhatsApp.
Mesmo com esses cuidados, há críticas ao modelo: especialistas consideram que o simples fato de os dados saírem do aparelho do usuário já é um aumento no risco de ciberataques.
Verdent introduz planejamento do começo ao fim do projeto com IA (imagem: divulgação/Verdent)
A Verdent atualizou hoje sua plataforma AI-native para operar mais como uma equipe de engenharia com IA para builders, expandindo a proposta para além da geração de código e cobrindo todo o ciclo de desenvolvimento, do planejamento à execução, da validação à entrega.
A maioria dos builders não deixa de tirar projetos do papel por falta de ideias. O que geralmente impede esse avanço é a distância entre a ideia e o produto que realmente chega a ser lançado — e, tradicionalmente, fechar essa lacuna sempre exigiu uma equipe.
Na prática, isso já aparece em casos de uso reais. Um fotógrafo na Europa desenvolveu, do zero, uma plataforma de e-commerce personalizada e um CRM voltado ao atendimento de clientes, mesmo sem formação em engenharia. Um fornecedor de equipamentos na Índia colocou em operação um sistema de fluxo de trabalho com múltiplos perfis e um aplicativo de faturamento para sua fábrica.
Já um consultor na África Ocidental entregou, ao mesmo tempo, três projetos para clientes: uma plataforma educacional, um CRM bancário e uma intranet corporativa. Juntos, eles mostram o que os primeiros usuários da Verdent ao redor do mundo já estão fazendo: construindo software real sem precisar contratar engenheiros.
É exatamente aí que a Verdent entra. As ferramentas de IA para programação mudaram a forma como o software é escrito. Elas tornaram a geração de código mais rápida, mais acessível e, em muitos casos, mais barata. Mas não resolveram a parte mais difícil do desenvolvimento de software: decidir o que construir, coordenar como isso será feito, validar o que foi alterado e levar o trabalho até um resultado que equipes realmente possam levar para produção.
A Verdent parte exatamente desse ponto. A empresa acredita que o próximo capítulo da IA no desenvolvimento de software não será definido apenas por copilots mais avançados. Ele será definido por equipes de engenharia com IA — sistemas capazes de assumir planejamento, execução, validação e entrega como um fluxo unificado.
Em vez de apenas responder a prompts isolados ou gerar trechos pontuais de código, a Verdent foi projetada para levar o trabalho ao longo de todo o caminho entre intenção e resultado.
Essa continuidade vai além do desktop. A Verdent também funciona de forma assíncrona por meio de ferramentas como Slack e Telegram, permitindo que equipes iniciem e acompanhem o trabalho fora do ambiente tradicional de desenvolvimento. O progresso não para quando você se afasta do computador. Ele continua enquanto founders e pequenas equipes se concentram em decisões de produto, conversas com clientes, operações ou estratégias de go-to-market.
Plan Mode e Agent Mode
Para esse trabalho coordenado, a Verdent agora organiza o desenvolvimento em duas etapas complementares: Plan Mode e Agent Mode.
O Plan Mode auxilia nos projetos em desenvolvimento, analisando o repositório com um conjunto de modelos, incluindo opções como GPT-5, Gemini 3 Pro, Kimi K2, Claude Sonnet 4.5 e Claude Haiku 4.5.
No processo, também é possível puxar arquivos ou pastas inteiras para o contexto da conversa, além de enviar capturas de tela com mensagens de erro para diagnóstico ou compartilhar um mockup de design para a IA transformar em código.
A partir daí, a IA:
levanta perguntas para esclarecer requisitos;
mapeia casos de uso não previstos;
sinaliza riscos técnicos antes da implementação;
sugere padrões de design adequados ao projeto;
estrutura um plano de execução com etapas claras.
O desenvolvedor revisa, ajusta e valida o caminho antes de qualquer linha de código ser executada.
Com o escopo definido — ou em tarefas mais diretas, como correção de bugs — o fluxo segue para o Agent Mode. Nessa etapa, os agentes passam a atuar diretamente no código: pesquisam, criam e editam arquivos, executam comandos no terminal e rodam testes em tempo real.
As ações acontecem de forma autônoma (visíveis pelo usuário) e intervenções humanas ficam reservadas para decisões críticas, especialmente em mudanças que possam afetar a estabilidade do sistema.
Trabalho paralelo em ambientes isolados
Verdent inclui ambiente completamente integrado (imagem: divulgação/Verdent)
O ambiente de desenvolvimento moderno raramente envolve uma única frente de trabalho. Por isso, é comum precisar interromper tudo para lidar com outras tarefas, como correções de bugs.
Para evitar que esse tipo de sobreposição gere inconsistência, a Verdent organiza o fluxo em duas frentes independentes: as Tasks (voltadas para análises e pesquisas em segundo plano) e os Workspaces (ambientes de código isolados baseados em git worktrees), garantindo:
Foco durante interrupções: pesquisas e análises rodam em Tasks paralelas, sem travar a interface nem interromper o fluxo principal de trabalho.
Isolamento de código: cada workspace mantém seu próprio estado, histórico de commits e branches, evitando conflitos entre tarefas simultâneas.
Troca rápida entre contextos: é possível alternar entre projetos diferentes sem perder estado, configurações ou histórico de cada ambiente.
Suporte para IDEs: além do acompanhamento remoto, há suporte e compartilhamento de créditos para as IDEs tradicionais, como VS Code e JetBrains.
Uso além da programação: as frentes de trabalho podem ser usadas para necessidades de produto, como estruturar PRDs ou gerar análises de dados sem escrever linhas em SQL ou Python manualmente.
Validação autônoma e integração
O processo de desenvolvimento não termina na escrita do código. Garantir qualidade e confiabilidade exige validação contínua e integração com o ambiente em que o software roda.
Nesse ponto, a plataforma incorpora revisão de código em tempo real e conexão com serviços externos por meio do MCP (Model Context Protocol). Garantindo:
Validação contínua de qualidade: agentes especializados executam linting, testes e análises estruturais para identificar falhas, vulnerabilidades e gargalos antes do deploy.
Integração nativa com serviços externos: via MCP, a ferramenta acessa bancos de dados (como PostgreSQL), pipelines de CI/CD e infraestruturas em nuvem (AWS e GCP).
Depuração mais direta: a IA consegue acessar logs em produção, cruzar informações e atuar no código com base no diagnóstico, reduzindo o tempo de investigação.
Tecnologia premiada
A abordagem da Verdent é sustentada por pesquisa, e não apenas por discurso de produto. Seu trabalho em SEAlign recebeu o prêmio Distinguished Paper na ICSE 2026, uma das principais conferências do mundo em engenharia de software.
Essa pesquisa se concentra em alinhar sistemas de IA às exigências reais da tomada de decisão em engenharia — lidando com tarefas de múltiplas etapas, informações incompletas e restrições práticas, em vez de otimizar apenas a geração de código de forma isolada.
“A geração de código já é abundante”, afirma Zhijie Chen, fundador e CEO da Verdent e ex-chefe de Algoritmos da ByteDance. “O que continua escasso é a conclusão: software que seja planejado, executado, verificado e efetivamente entregue.
Para mais detalhes e baixar a ferramenta, acesse o site oficial da Verdent. A plataforma trabalha com planos escaláveis e oferece um teste gratuito com limite de créditos dobrado para novos usuários.
O Galaxy Tab S11 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 6.209 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de mais de mil e duzentos reais sobre o preço original de R$ 7.499. E o tablet da Samsung se destaca pela tela AMOLED de 120 Hz com 11 polegadas e pela RAM de 12 GB para bom desempenho.
Galaxy Tab S11 tem AMOLED de 11″ e RAM de 12 GB
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Dynamic AMOLED 2X de 11 polegadas oferece cores vibrantes e pretos profundos com brilho de 1.600 nits. O painel apresenta taxa de atualização de 120 Hz para máxima fluidez em movimentos rápidos. E a resolução de 1.600 x 2.560 pixels garante alta densidade de detalhes em imagens.
O processador Dimensity 9400+ de 3 nanômetros processa dados com agilidade para multitarefa, enquanto a memória RAM de 12 GB permite manter diversos documentos de estudo e planilhas de trabalho abertos simultaneamente. O conjunto deve entregar uma performance sólida para a produtividade profissional diária.
Especialmente acompanhado pela capa com teclado e pela caneta com S Pen que, aliadas ao modo DeX da Samsung, permitem que o Galaxy Tab S11 funcione tanto como um tablet para ilustrações quanto como uma espécie de laptop para trabalho.
Caneta S Pen da linha Galaxy Tab S11 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A bateria de 8.000 mAh promete até 18 horas de autonomia, segundo a Samsung, o que aumenta a praticidade para adeptos do home office fora de casa, em cafés ou outros ambientes. E suporta até 45 W de carregamento rápido. A câmera frontal de 12 MP filma em 4K, e pode ser usada para apresentações.
Assim como demais tablets da linha, o Galaxy Tab S11 5G de 256 GB (por R$ 6.209 no Pix na Amazon) conta com as funcionalidades de inteligência artificial do Galaxy AI. Incluindo resumos automáticos, edição de imagem generativa, Circule para Pesquisar e assistente de desenho.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 40 mm está à venda na Amazon por R$ 1.799 em até 12x sem juros. A oferta representa um desconto de 40% em relação ao preço de lançamento (R$ 2.999) e uma oportunidade para quem deseja pagá-lo em parcelas.
O smartwatch de última geração da Samsung apresenta tela avançada e inteligência artificial integrada a diversas funcionalidades.
Galaxy Watch 8 traz painel Super AMOLED e Google Gemini
O painel Super AMOLED de 1,34 polegadas tem a característica de exibir cores mais saturadas e um contraste aprimorado. Outra vantagem é o brilho de até 3.000 nits que atinge, proporcionando melhor visualização das informações no display ao ar livre. A resolução entregue é de 438 x 438 pixels.
O Galaxy Watch 8 possui vários sensores dedicados a saúde. Por exemplo, o gadget é capaz de realizar um ECG, monitorar a pressão arterial, emitir alertas relacionados a estresse, apneia do sono, frequência cardíaca irregular e muito mais. Entre as novidades, a nova geração consegue traçar um nível de antioxidantes na pele e a carga vascular no sono.
Integrado a One UI 8 Watch, conta com a presença de inteligência artificial. O Google Gemini pode ser acionado apenas com a expressão “Ei Google” e prover informações como se fosse um assistente pessoal. Já o Galaxy AI pode recomendar exercícios personalizados e fornecer uma pontuação de energia relacionada a qualidade do sono.
Em termos de construção, seu corpo ficou mais fino com 8,6 mm, a caixa de 40 mm leva alumínio e há o revestimento de Cristal de Safira sobre a tela para protegê-la contra arranhões. Além disso, as certificações militar MIL-STD-810H e IP68, adicionam forte resistência a água, poeira e outras condições.
Internamente, o smartwatch traz o processador Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Por fim, apresenta conectividade a Bluetooth 5.3, NFC e GPS de dupla frequência (L1 + L5). O Galaxy Watch 8 BT (40mm) sai por R$ 1.799 em até 12x sem juros na Amazon.
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Smartwatch da Samsung apresenta corpo mais fino, tela Super AMOLED de 3.000 nits e sensores integrados por inteligência artificial. Oferta permite parcelar em até 12x sem juros
O Galaxy Tab S10 FE Plus 5G (128 GB) está com 43% de desconto no Mercado Livre. O tablet com tela generosa de 13,1 polegadas sai por R$ 3.392 em até 10x sem juros com o uso do cupom na vitrine, para resgatá-lo basta preencher o checkbox.
Tab S10 FE Plus 5G tem tela de 90 Hz e bateria de 10.090 mAh
Galaxy Tab S10 FE Plus resiste a imersão completa em água através da certificação IP68 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O tablet da Samsung apresenta painel IPS LCD de 13,1 polegadas, tecnologia de tela que apresenta ângulos de visão satisfatórios sobre diferentes pontos de vista e boa reprodução de cores e brilho. A taxa de atualização de 90 Hz assegura fluidez para o consumo de conteúdos e navegação pelo sistema.
O desempenho fica a cargo do chipset Exynos 1580 e 8 GB de RAM. Combinação no qual fornece desempenho equilibrado para a execução de multitarefa, jogos e tarefas exigentes. A exemplo das funcionalidades da suíte Galaxy AI, como Assistente Matemático e o Circle to Search com resultados no Google.
A bateria de 10.090 mAh suporta carregamento rápido de 45 W e autonomia para pelo menos um dia de uso moderado. O gadget possui construção em alumínio e leva câmeras traseira de 13 MP e frontal de 12 MP, com capacidade de gravações em 4K.
A Samsung inclui na caixa a caneta S Pen, acessório que facilita a execução de anotações, desenhos e navegação com maior precisão. O dispositivo também possui um slot para expansão do armazenamento de 128 GB por meio de cartão de memória.
OpenAI pausa planos no Reino Unido para controle de custos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI suspendeu o projeto Stargate UK no Reino Unido, que previa um campus com até 31 mil aceleradores da Nvidia.
Segundo a Bloomberg, o motivo principal foi o custo de energia e as incertezas regulatórias.
A dona do ChatGPT afirma que voltará a investir no país apenas quando houver “condições ideais”.
A OpenAI decidiu que, por enquanto, o Reino Unido é um lugar caro demais para os planos de infraestrutura de IA da empresa. A dona do ChatGPT suspendeu o projeto Stargate UK, um plano bilionário para erguer uma infraestrutura capaz de treinar os modelos de IA mais potentes do mundo. O campus chegou a ser planejado com até 31 mil aceleradores da Nvidia.
Segundo apuração da Bloomberg, o recuo tem motivação financeira. Avaliada em US$ 852 bilhões, a OpenAI está reduzindo gastos em projetos periféricos para chegar mais forte a uma futura oferta pública inicial de ações (IPO). Ao mesmo tempo, a decisão seria um choque de realidade para as ambições britânicas no setor.
A pausa ocorre após meses de sinais de proximidade entre a OpenAI e o governo britânico. Em outubro, pouco após anunciar o Stargate, a empresa assinou um acordo com o Ministério da Justiça do país para fornecer o ChatGPT Enterprise a 2.500 funcionários.
Conta de luz pesou
Em comunicado oficial, a empresa afirma que só voltará a investir no Reino Unido quando houver “condições ideais”. O principal entrave é a energia, pois o país tem uma das tarifas mais altas da Europa, transformando a operação de milhares de chips numa conta alta.
De acordo com a Bloomberg, a notícia atinge em cheio o governo do primeiro-ministro Keir Starmer. O partido trabalhista havia transformado os data centers em um pilar do seu plano de crescimento econômico. O projeto Stargate seria a joia da coroa de uma das “Zonas de Crescimento de IA” do governo, que agora perde seu maior investidor.
O que é o Stargate UK
Projeto Stargate começou nos Estados Unidos e expandiu para o mundo (imagem: reprodução/OpenAI)
A OpenAI anunciou o projeto Stargate em 2025 como uma expansão dos centros de dados da empresa nos Estados Unidos, com patrocínio da Oracle e parceria com gigantes como Nvidia e Microsoft.
Em poucos meses, no entanto, a ideia se expandiu: para além da liderança norte-americana, a empresa anunciou o projeto OpenAI para Países, em que fechou parcerias com empresas internacionalmente para a construção de centros de dados. O Reino Unido esteve entre os primeiros países a entrar na iniciativa global, logo após os Emirados Árabes Unidos e a Noruega.
Foco no ChatGPT
A suspensão britânica é apenas a peça mais recente de um recuo estratégico global. Nas últimas semanas, a OpenAI já havia descontinuado o aplicativo de vídeos Sora e cancelado uma expansão de data centers no Texas que seria feita com a Oracle.
O objetivo é concentrar todos os recursos na evolução do ChatGPT e do Codex para não perder terreno para concorrentes como Google e da Anthropic, dona do Claude.
Além do encerramento deliberado, a empresa também enfrenta uma ameaça do Irã contra o projeto Stargate em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. A planta é a maior entre os data centers já anunciados na iniciativa internacional, prevendo um cluster de 1 gigawatt de potência total.
O Galaxy S26 Plus (512 GB) está disponível por R$ 5.677,62 no Pix com cupom de 30% OFF na página do produto no Mercado Livre. O smartphone premium da Samsung com display AMOLED e câmera de 50 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 10.799, fica perto da metade do preço de lançamento nesta oferta.
Galaxy S26 Plus traz Galaxy AI, tela AMOLED e câmera tripla que filma em 8K
O Galaxy S26 Plus adota o chipset Exynos 2600 combinado com 12 GB de RAM, ideal para alta produtividade e tarefas do Galaxy AI. O telefone tem 512 GB de armazenamento interno, espaço de sobra para fotos, vídeos, aplicativos e demais arquivos.
O dispositivo conta com uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,7 polegadas com resolução Quad HD+. Reproduzindo imagens detalhadas e fluidas, o painel traz taxa de atualização de 120 Hz, brilho máximo de 2.600 nits e recurso HDR10+.
Na parte de câmeras, o Galaxy S26 Plus tem um conjunto triplo traseiro liderado por sensor de 50 MP que filma em 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). Já a câmera frontal de 12 MP realiza registros de vídeo em 4K e selfies com Modo Retrato e HDR10+.
Galaxy S26 Plus (na foto, entre o S26 Ultra e o S26) possui câmera de 50 MP e certificação IP68 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone premium da Samsung utiliza uma bateria de 4.900 mAh, entregando autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. O modelo tem carregamento rápido de até 45 W que, segundo a marca, vai de 0 a 70% em somente 30 minutos.
Pesando 190 g, o dispositivo tem estrutura de Armor Aluminum e acabamento traseiro com vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Ele também traz certificado IP68 de resistência à água e poeira, podendo ficar submerso por até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) entrou em oferta por R$ 6.886,86 no Pix com cupom de 30% OFF na página do produto no Mercado Livre. O smartphone topo de linha da Samsung com tela AMOLED e câmera de 200 MP, lançado em fevereiro deste ano por R$ 13.999, sai por menos da metade nesta promoção.
Galaxy S26 Ultra tem de recurso Tela de privacidade, Galaxy AI e câmera que filma em 8K
O Galaxy S26 Ultra utiliza o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5 combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte às ferramentas do Galaxy AI. Já os 512 GB de armazenamento interno garantem espaço de sobra para mídias, aplicativos e outros arquivos.
O telefone traz um display AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com o recurso Tela de Privacidade, evitando olhares de outras pessoas em locais públicos. Além de reproduzir imagens detalhadas com resolução QHD+, o painel tem taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+.
Outro destaque do Galaxy S26 Ultra é a câmera quádrupla traseira liderada pelo sensor de 200 MP que grava em até 8K com zoom digital de até 100x. A câmera frontal adota um sensor de 12 MP com Foco Automático e suporte para vídeos em 4K.
S Pen permanece no Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone premium da Samsung possui uma bateria de 5.000 mAh, garantindo até 31 horas de reprodução de vídeo. Com suporte para carregamento rápido de 60 W, o telefone vai de 0 a 75% em somente 30 minutos na tomada.
O dispositivo tem estrutura em Armor Aluminum, acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass Victus 2 e, apesar do tamanho amplo, pesa 214 g. O modelo tem certificação IP68 de resistência à poeira e à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.
Na parte de conexões, o Galaxy S26 Ultra (R$ 6.886,86 no Pix com cupom de 30% OFF na página) ainda conta com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para pagamentos por aproximação. O telefone vem de fábrica com o Android 16 e a marca promete ao menos 7 grandes atualizações do sistema.
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Galaxy S26 Ultra de 512 GB com tela AMOLED, chipset premium e Galaxy AI sai por menos da metade do preço após dois meses de lançamento com cupom e pagamento via Pix no Meli
S Pen permanece no Galaxy S26 Ultra (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Dona do Claude prepara chegada oficial ao Brasil (imagem: divulgação)Resumo
A Anthropic planeja abrir escritório em São Paulo em 2026.
O Brasil é o terceiro maior mercado do Claude, atrás dos Estados Unidos e da Índia.
A Anthropic já contrata para o time comercial em São Paulo e a OpenAI também instala estrutura física na cidade.
A Anthropic está preparando sua entrada oficial no Brasil. A dona do Claude — principal concorrente da OpenAI no mercado de inteligência artificial — planeja abrir um escritório em São Paulo ainda em 2026. A informação ganhou força após declarações de executivos da empresa durante um evento no Vale do Silício e foi confirmada por fontes ouvidas pela Bloomberg Línea.
No evento Brazil at Silicon Valley, nos Estados Unidos, o brasileiro Mike Krieger, hoje à frente do Anthropic Labs, reforçou que o conhecimento regional em áreas como medicina e direito é o que vai permitir a criação de negócios baseados em IA que realmente funcionem para as particularidades do Brasil.
O mercado brasileiro é, atualmente, o terceiro maior para o Claude, atrás apenas dos Estados Unidos e Índia. Ainda segundo a agência, a Anthropic já iniciou a contratação de profissionais para seu time comercial em São Paulo. A estrutura local deve facilitar a aproximação com unicórnios da América Latina, com suporte direto e concessão de créditos.
Anthropic e OpenAI em SP
Dario Amodei é CEO da Anthropic (foto: divulgação)
A rivalidade entre as duas empresas vem se tornando cada vez mais próxima a de empresas como Apple e Samsung ou McDonald’s e Burger King, com alfinetadas públicas frequentes.
A expansão para o Brasil acontece num momento de forte tração financeira. A receita anual da Anthropic ultrapassou US$ 30 bilhões no início deste ano (cerca de R$ 150 bilhões), um salto expressivo em relação aos US$ 9 bilhões registrados no final do ano passado (R$ 45 bilhões).
Em apenas dois meses, o número de clientes que investem mais de US$ 1 milhão (R$ 5 milhões) por ano no Claude dobrou: de 500 para mais de mil empresas. Com a chegada ao Brasil, a expectativa é ampliar esse volume entre as scale-ups da América Latina.
O Galaxy Tab S10 Lite 5G de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.231,55 à vista no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 26% sobre o lançamento.
Na ficha técnica, se destacam a tela de 10,9 polegadas com resolução Full HD+, a S Pen inclusa na caixa e a integração com o sistema de inteligência artificial da Samsung.
Galaxy Tab S10 Lite 5G tem tela de 10,9″ com FHD+
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
Na hora de escolher um tablet, a tela é um dos primeiros atributos a serem levados em consideração. No caso do Galaxy Tab S10 Lite, as 10,9 polegadas com resolução de 1.320 x 2.112 pixels o posicionam como uma boa opção para estudos e consumo de mídia. O painel ainda utiliza tecnologia LCD e tem taxa de atualização de 90 Hz.
Para anotações e marcações em livros de estudo, assim como para desenhos, o tablet da Samsung traz a o suporte à caneta S Pen como outra vantagem. Ela já vem inclusa no pacote, e o usuário ainda deve se beneficiar da presença de recursos disponíveis via Galaxy AI (IA da Samsung), como assistente de notas e de desenho.
Em relação ao desempenho, o Galaxy Tab S10 Lite é equipado com um Samsung Exynos 1380 e uma RAM de 6 GB. Essas configurações devem entregar um desempenho decente para o básico, apesar de não serem ideais para rodar jogos ou aplicativos mais pesados.
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
O armazenamento é de 128 GB mas pode ser expandido via microSD para até 2 TB. E a conectividade nessa versão inclui tecnologia 5G, para conexão com internet móvel via chip, e Bluetooth 5.3, para o uso de fones e headsets. A bateria conta com 8.000 mAh de capacidade e suporta carregamento com fio de 25 W.
O Galaxy Z Flip 7 (256 GB) entrou em oferta por R$ 5.729,40 no Pix com o cupom LU300 no Magazine Luiza. Lançado em julho de 2025 por R$ 8.199, o dobrável da Samsung com telas AMOLED e câmera principal de 50 MP está com 30% de desconto nesta oferta.
Galaxy Z Flip tem tela principal AMOLED, câmeras que filmam em 4K e Galaxy AI
O Galaxy Z Flip 7 adota uma tela interna AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo uma área de trabalho ampla e fluida. Já o painel externo Super AMOLED de 4,1 polegadas permite checar notificações e controlar players de música sem precisar abrir o aparelho.
O telefone traz uma câmera dupla traseira com sensor principal de 50 MP, permitindo fazer selfies e vídeos em 4K mesmo quando o aparelho estiver fechado. A câmera frontal de 10 MP na tela principal também captura vídeos em 4K.
Com suporte ao Galaxy AI, o Galaxy Z Flip 7 usa o chip Samsung Exynos 2500 e 12 GB de RAM para alto desempenho em tarefas básicas. Ele possui 256 GB de espaço interno, o que pode ser ligeiramente limitado para quem costuma guardar diversas mídias, apps e arquivos.
Tela principal do Galaxy Z Flip 7 tem 6,9 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O dobrável da Samsung traz a dobradiça exclusiva em Armor FlexHinge, estrutura em Armor Alumínio e traseira com acabamento em vidro Gorilla Glass Victus 2. Um dos pontos negativos é o certificado IP48 de resistência à poeira e à água, permitindo que o aparelho fique submerso por até 1,5 metro em água doce.
O modelo conta com uma bateria de 4.300 mAh que, segundo a marca, oferece uma autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. Embora seja um tanque menor, o carregamento rápido de 25 W permite ir de 0 a 50% em somente 30 minutos na tomada.
O Galaxy Z Flip 7 (R$ 5.729,40 no Pix com o cupom LU300) ainda tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. O smartphone vem de fábrica com o Android 15 e receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2032.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Claude Mythos Preivew é nova Inteligência Artificial da Anthropic, ainda restrita a consórcio de big techs por alto potencial para evoluir ciberataques (imagem: divulgação/Anthropic)Resumo
A Anthropic anunciou o modelo Claude Mythos Preview em 07/04.
A empresa restringiu o acesso ao consórcio Project Glasswing. O motivo foi a capacidade do modelo de identificar vulnerabilidades e apoiar ciberataques.
A Anthropic afirmou que o Mythos encontrou brechas nos maiores sistemas operacionais e navegadores.
O consórcio inclui a Apple, o Google, a Amazon Web Services e a Cisco. O objetivo é reforçar tecnologias de cibersegurança antes de ampliar o acesso.
A Anthropic, empresa por trás do Claude, anunciou nesta terça-feira (07/04) seu novo modelo Mythos, que inicialmente está em beta e terá acesso restrito a um consórcio de empresas de tecnologia. O motivo, segundo seus desenvolvedores, é o alto poderio para identificar vulnerabilidades e contribuir para possíveis ciberataques.
O Mythos foi capaz de encontrar brechas de segurança “em todos os maiores sistemas operacionais e todos os maiores navegadores quando instruído por usuário a fazer isso”, segundo a companhia, o que acendeu um novo sinal de alerta no Vale do Silício.
A empresa limitou o acesso da nova ferramenta aos integrantes do chamado Project Glasswing, que inclui nomes como Apple, Google, Amazon Web Services, Cisco, entre outros. O objetivo é reforçar as tecnologias atuais de cibersegurança antes de oferecer a novidade em maior escala.
Vale lembrar que as ameaças virtuais envolvendo uso de inteligência artificial têm sido uma preocupação recorrente das big techs. Recentemente, a OpenAI divulgou um documento alertando sobre o crescente risco de segurança devido aos modelos de IA mais recente. Antes disso, a própria Anthropic já havia alertado sobre a situação em novembro de 2025.
Mythos é avançado demais para ser lançado
A posição da Anthropic chama atenção. A novidade vem em meio à crescente preocupação com o uso de IA em ciberataques, levantada pela própria empresa, além de outros players do mercado, como a OpenAI. Com o Project Glasswing, a ideia é reforçar as tecnologias de cibersegurança oferecidas para o público em diferentes plataformas.
O anúncio, inclusive, veio apenas após um vazamento de informações sobre o projeto, chamado internamente de “Capybara”. Segundo o The New York Times, foi a partir disso que a empresa decidiu pela divulgação da novidade, destacando o motivo por trás da cautela extrema. Até o momento, a Anthropic não revelou muitos detalhes de seu funcionamento, limitando a informação à restrição de uso pelas big techs.
Em novembro de 2025, a desenvolvedora da Claude AI registrou o primeiro ciberataque com uso de IA, demonstrando a capacidade da tecnologia de orquestrar toda a estratégia para derrubar sistemas de segurança online.
Ciberataques com Inteligência Artificial acendem alerta de desenvolvedoras (Imagem: DC Studio/Freepik)
De acordo com levantamento feito pela empresa de cibersegurança CrowdStrike, o papel da inteligência artificial nesses ataques vai além: desde a detecção de vulnerabilidades até a automação dessas ações, passando também pela customização de golpes e mesmo na identificação dos melhores alvos a serem explorados. Por fora, vale ainda a preocupação com a capacidade de desenvolver novas técnicas graças ao aprendizado de máquina cada vez mais acelerado.
Alerta vai além do novo modelo da Anthropic
Enquanto a Anthropic anunciou a Claude Mythos como solução dentro do consórcio Project Glasswing, a OpenAI sugeriu um canal direto com desenvolvedores de tecnologia para levantar sugestões e facilitar o acesso aos serviços de Inteligência Artificial da empresa com esse objetivo, incluindo a disponibilização de créditos de IA para utilizar as ferramentas mais recentes do ChatGPT – algo que também foi anunciado pela dona da Claude.
A preocupação também não é uma novidade no segmento. A OpenAI também travou a chegada do GPT-2 ao mercado, ainda em 2019, alegando que seria perigoso entregar a tecnologia de IA generativa em meio às preocupações com desinformação e produção massiva de propaganda. A atualização do ChatGPT foi disponibilizada progressivamente até o final daquele ano.
O avanço acelerado da inteligência artificial (IA) está redefinindo não apenas a tecnologia, mas também a lógica financeira das empresas do setor. Em um cenário marcado por investimentos massivos, gastar grandes quantias passou a ser parte essencial da estratégia para crescer — ainda que isso signifique operar no vermelho por anos.
De acordo com documentos financeiros obtidos pelo The Wall Street Journal, as empresas OpenAI e Anthropic projetam gastar juntas quase US$ 65 bilhões (R$ 335,4 bilhões) em 2026 apenas com custos de treinamento e operação de seus modelos de IA. O valor supera a receita gerada por ambas no mesmo período.
A tendência é de forte crescimento. Esses custos combinados devem chegar a US$ 127 bilhões (R$ 655,5 bilhões) no próximo ano e atingir quase US$ 250 bilhões (R$ 1,2 trilhão) até 2029, segundo projeções apresentadas pelas próprias companhias a investidores privados.
No caso da OpenAI, a expectativa é que os gastos com treinamento e inferência — processo pelo qual os modelos respondem às consultas dos usuários — continuem superando a receita até 2029. Já a Anthropic prevê ultrapassar esse ponto já no próximo ano. Ainda assim, outros custos devem manter a empresa controladora do chatbot Claude no prejuízo antes dos impostos também até o fim da década.
Apesar das projeções, o cenário pode mudar. Há a possibilidade de crescimento de receitas em ritmo mais acelerado do que o estimado atualmente. Ainda assim, o histórico recente do setor aponta para uma escalada contínua dos custos.
OpenAI e Anthropic investem pesado, mesmo que isso signifique prejuízo no começo – Imagem: izzuanroslan/Shutterstock
Concorrência com gigantes pressiona modelo
Além dos altos gastos, OpenAI e Anthropic enfrentam concorrência direta de gigantes da tecnologia que também investem pesadamente em IA, mas contam com negócios principais altamente lucrativos para financiar essas iniciativas;
Empresas, como Alphabet (dona do Google) e Meta, devem gerar juntas cerca de US$ 334 bilhões (R$ 1,7 trilhão) em fluxo de caixa operacional neste ano, segundo estimativas da FactSet — uma vantagem significativa frente às startups focadas exclusivamente em IA;
Nesse contexto, surge a dúvida sobre o apetite dos investidores. Tanto OpenAI quanto Anthropic estariam planejando realizar ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) ainda em 2026, mesmo diante de prejuízos elevados;
Casos anteriores mostram que isso não é inédito. A Amazon, por exemplo, operou com prejuízo por anos após seu IPO em 1997, segundo dados da S&P Global Market Intelligence, e acabou se tornando um investimento bem-sucedido no longo prazo;
Ainda assim, há diferenças importantes. Na época de sua abertura de capital, a Amazon valia cerca de US$ 430 milhões (R$ 2,2 bilhões) — menos de 0,01% do valor do índice S&P 500. Já OpenAI e Anthropic somam hoje mais de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,1 trilhões) em valor de mercado, de acordo com a PitchBook, o equivalente a mais de 2% do índice;
Esse contraste indica que a capacidade de controlar custos será um fator decisivo para atrair e manter investidores.
Para ampliar receitas, a Anthropic aposta no mercado corporativo. A empresa planeja investir US$ 200 milhões (R$ 1 bilhão) em uma nova joint venture com grandes companhias de private equity, voltada à venda de ferramentas de IA para empresas de seus portfólios.
A iniciativa também deve atuar como braço de consultoria, orientando clientes sobre como integrar as soluções da startup em suas operações — uma estratégia para acelerar a adoção da tecnologia no ambiente empresarial.
Outro movimento relevante envolve infraestrutura. A Broadcom firmou contrato para fornecer à Anthropic, a partir de 2027, capacidade computacional equivalente a 3,5 gigawatts, utilizando chips TPU desenvolvidos pelo Google.
IA se expande — e enfrenta resistência
Enquanto empresas investem pesado, o impacto da IA já se espalha por diferentes setores. Um exemplo é o sucesso dos óculos inteligentes Ray-Ban, da Meta, que venderam 7,2 milhões de unidades no ano passado, segundo a IDC. A Meta vê o produto como uma porta de entrada para suas soluções de IA, enquanto sua parceira EssilorLuxottica também colhe benefícios comerciais.
Por outro lado, o avanço da infraestrutura necessária para sustentar a IA começa a enfrentar resistência. No Estado do Maine (EUA), uma proposta legislativa pode transformar a região na primeira a impor uma moratória à construção de novos data centers. Movimentos semelhantes já surgem em mais de dez estados estadunidenses, além de dezenas de municípios.
A reação indica que, além dos desafios financeiros, o crescimento da IA também levanta questões sociais e regulatórias — ampliando a complexidade de um setor que já lida com custos cada vez mais elevados.
Projeto pretende construir centros de dados da OpenAI pelo mundo (imagem: reprodução/OpenAI)Resumo
A Guarda Revolucionária do Irã ameaçou destruir o centro de dados Stargate em Abu Dhabi, em meio à escalada do conflito na região.
Stargate é um projeto de infraestrutura da OpenAI, que custa US$ 30 bilhões e prevê mais capacidade computacional para modelos de IA.
O data center nos Emirados Árabes Unidos foi a primeira instalação do programa “OpenAI para Países”; na América do Sul, haverá um na Argentina.
A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC) ameaçou destruir o data center do projeto Stargate localizado em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos (EAU). Em um vídeo, o grupo classifica a instalação de US$ 30 bilhões (cerca de R$ 154 bilhões) da OpenAI como um alvo caso os Estados Unidos ataquem a infraestrutura de energia iraniana.
O alerta foi emitido pelo porta-voz da IRGC, o brigadeiro-general Ebrahim Zolfaghari. De acordo com o portal Tom’s Hardware, o grupo utiliza imagens de satélite para mostrar a localização do complexo no deserto, afirmando que a instalação, supostamente oculta pelo Google Maps, não escapa à visão militar do Irã.
O que é o Stargate?
O Stargate é uma iniciativa de infraestrutura da OpenAI voltada a construir centros de dados e expandir a capacidade computacional de ponta para o desenvolvimento avançado de inteligência artificial. Anunciado originalmente com foco nos Estados Unidos, o projeto prevê investimento total de US$ 500 bilhões ao longo de quatro anos, com cerca de US$ 100 bilhões destinados à distribuição imediata.
O SoftBank é o principal parceiro financeiro, enquanto a OpenAI detém a responsabilidade operacional. O projeto conta ainda com patrocínio da Oracle e da MGX, além de parcerias tecnológicas com Nvidia, Microsoft e Arm.
O primeiro campus de supercomputadores foi instalado no Texas, servindo como modelo para as expansões globais. Entre os objetivos declarados estão garantir a liderança americana no setor de IA e sustentar o desenvolvimento da chamada inteligência artificial geral (AGI).
Emirados Árabes deram início ao “OpenAI para Países”
IRGC apresentou imagens do que pode ser o local do Stargate em Abu Dhabi (imagem: reprodução/IRGC)
A instalação em Abu Dhabi marcou a estreia do programa OpenAI para Países, iniciativa dentro do Stargate voltada a ajudar governos a construírem capacidades soberanas de IA. O acordo para o Stargate UAE envolve um consórcio com empresas como G42, Oracle, Nvidia, Cisco e SoftBank. O plano envolve:
Capacidade de energia: prevê um cluster de 1 gigawatt de potência em Abu Dhabi, com a primeira fase de 200 megawatts prevista para entrar em operação em 2026
Alcance geográfico: a infraestrutura tem potencial para fornecer capacidade computacional em um raio de cerca de 3,2 mil quilômetros.
Uso nacional: o acordo torna os Emirados Árabes Unidos o primeiro país a habilitar o ChatGPT em todo o território nacional, integrando a ferramenta em setores como saúde, educação e energia.
Além dos Emirados Árabes Unidos, a iniciativa internacional também deve chegar a regiões como Noruega e Reino Unido. Na América do Sul, a empresa escolheu a Argentina para um projeto com capacidade de 500 megawatts na região da Patagônia. A parceria com a Sur Energy contará com um investimento estimado entre US$ 20 bilhões e US$ 25 bilhões (entre R$ 103 bilhões e R$ 128 bilhões).
Assim como nos EAU, a entrega da primeira fase deve entregar 100 MW de capacidade, que deve escalar progressivamente até o valor total.
Por que o Irã está ameaçando o projeto?
A IRGC descreve as ameaças contra o complexo em Abu Dhabi como uma medida preventiva. O brigadeiro-general Zolfaghari declarou que qualquer dano infligido à infraestrutura de energia do Irã será respondido com ataques contra instalações dos EUA e de Israel, além de empresas na região que possuam acionistas americanos.
Segundo o Tom’s Hardware, relatos indicam que ataques recentes de foguetes iranianos já teriam atingido e interrompido operações em centros de dados da Amazon AWS na região.
O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) está em promoção por R$ 2.746,71 no Pix na Amazon, um desconto de 35% sobre o valor de lançamento de R$ 4.199.
O tablet da Samsung traz tela de 10,9″ com taxa de 90 Hz, 8 GB de RAM e bateria de 8.000 mAh, além de incluir no kit a caneta S Pen e uma capa protetora.
Galaxy Tab S10 FE tem tela de 90 Hz e 8 GB de RAM
O Galaxy Tab S10 FE possui uma tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, que oferece fluidez de navegação e na leitura de documentos e artigos, tornando este tablet uma interessante ferramenta para atividades ligadas a trabalho e estudos.
No desempenho, o chip Exynos 1580 e os 8 GB de RAM oferecem desempenho adequado para multitarefa e execução de atividades no escritório e na sala de aula, além de suportar apps mais pesados como o Adobe Photoshop. Os 128 GB de armazenamento podem ser expandidos por meio de cartões microSD de até 2 TB.
As soluções generativas da suíte Galaxy AI trazem ferramentas generativas como o Assistente Matemático para a resolução de cálculos, o Apagador de Objetos em fotos, o gesto de busca inteligente Circule para Pesquisar, além de outras funções inteligentes.
Caneta S Pen acompanha kit do Galaxy Tab S10 FE (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O kit do Galaxy Tab S10 FE inclui uma capa protetora e a caneta S Pen, acessório voltado à escrita e desenho com precisão, que pode ser carregada pelo tablet via fixação magnética. O tablet conversa com redes Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3.
Na traseira, a câmera wide de 13 MP suporta captura de documentos, já a frontal de 12 MP tem resolução adequada para a realização de conferências e chamadas de vídeo. Ambas gravam vídeos em 4K, suportando filmagens de alta qualidade.
O corpo em alumínio do tablet possui certificação IP68, sendo resistente à poeira e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos. A bateria de 8.000 mAh resiste até 20 horas de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via USB-C.
Galaxy Tab S10 FE resiste a mergulhos de até 1,5 m por 30 minutos (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) é compatível com Android 16 e segundo a Samsung, é elegível a “sete anos de atualizações” no total, sem especificar quantos updates de sistema operacional serão liberados. O tablet sai por R$ 2.746,71 no Pix na Amazon, um abatimento de 35% sobre o preço original.
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Galaxy Tab S10 FE (128 GB) traz tela de 10,9" com taxa de 90 Hz, 8 GB de RAM e bateria de 8.000 mAh; tablet da Samsung recebe desconto de 35% no Pix sobre preço original
O Galaxy Buds Core está saindo por apenas R$ 214,64 no Pix com o cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. A redução é de 38% em relação ao preço de lançamento de R$ 349. E os fones são o modelo mais barato da Samsung atualmente, se destacando pelo ANC, integração com a linha Galaxy e, claro, preço baratinho.
Não dá pra esperar que o Galaxy Buds Core entregue o cancelamento ativo de ruído (ANC) mais avançado do mercado, mas a mera presença do recurso em um fone tão barato já é um grande destaque. Assim, interrupções do ambiente já devem ser reduzidas, proporcionando tanto maior imersão sonora quanto conforto em áreas urbanas barulhentas.
Ainda em imersão, esses fones são a opção ideal para quem já está integrado com demais dispositivos da linha Galaxy mas, que por uma limitação de orçamento, não pode investir em um Galaxy Buds 3, por exemplo. Funcionalidades como modo intérprete do Galaxy AI já estão disponíveis, o que já torna a experiência bem mais completa.
Além disso, outras características da ficha técnica também destacam seu custo-benefício. Em especial, a presença da proteção IP54 contra água e poeira, que indica maior resistência contra água e poeira. E consequentemente, contra eventuais acidentes — quem nunca, não é mesmo?
Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)
Já a bateria promete autonomia de até 20 horas com o ANC ligado segundo a Samsung, o que é já um tempo razoável para alguns dias de uso a depender da sua rotina. E desligar o cancelamento de ruído eventualmente pode deixar esse número até mais próximo das 35 horas prometidas com a função desligada.
Com o cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre, Galaxy Buds Core baixa de preço e sai por R$ 214,64 no Pix. Um valor bem interessante para os fones custo-benefício da Samsung.
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O tablet da Samsung traz uma tela de espaçosos 13,1″ com taxa de 90 Hz, bateria de 10.090 mAh e 8 GB de RAM, além de acompanhar a caneta S Pen e uma capa protetora.
Galaxy Tab S10 FE Plus traz Galaxy AI e tela de 13,1 polegadas
O Galaxy Tab S10 FE Plus chama a atenção pelo seu enorme display LCD de 13,1 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, que oferece bastante espaço de trabalho e o torna um auxiliar interessante para trabalho e estudos, além de entregar cores vibrantes e fluidez de navegação.
O chip Exynos 1580 de 4 nanômetros e os 8 GB de memória RAM entregam uma performance adequada para atividades na escola ou faculdade e são capazes de executar apps mais exigentes para quem busca uma ferramenta para usar no trabalho. Os 128 GB de armazenamento interno podem ser expandidos via cartões microSD de até 2 TB.
Graças ao suporte das soluções generativas da suíte Galaxy AI, o usuário tem à disposição recursos inteligentes de produtividade e de auxílio curricular, como o Assistente Matemático para a resolução de cálculos, o Apagador de Objetos em fotos e o gesto de busca inteligente Circule para Pesquisar.
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do Galaxy Tab S10 FE Plus é reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos. O gadget é compatível com Android 16 e deve receber mais cinco atualizações do sistema operacional.
Na traseira, o tablet acomoda uma câmera wide de 13 MP com resolução suficiente para fotografar documentos em detalhes; já a frontal de 12 MP entrega qualidade adequada para ser usada durante videoconferências. Ambas gravam vídeos em 4K.
O gadget é compatível com redes 5G, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3. Sua bateria de 10.090 mAh tem autonomia de 20 horas de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via USB-C. Na caixa acompanham a caneta S Pen, útil para ser usada em escrita e desenhos, e uma capa protetora.
Samsung promete que apps pesados rodam no tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Galaxy Tab S10 FE Plus (128 GB) traz tela de 13,1", bateria de 10.090 mAh e 8 GB de RAM; tablet da Samsung tem desconto sobre preço original de 43% em até 12x sem juros
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Samsung promete que apps pesados rodam no tablet (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
OpenAI suspendeu o mecanismo de interações eróticas no chatbot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI suspendeu o projeto de chatbot erótico devido a críticas internas e pressão de investidores.
Desafios técnicos e regulatórios teriam dificultado a implementação segura do “modo adulto”.
Segundo o Financial Times, preocupações sobre os riscos emocionais e exposição de menores a conteúdos sensíveis também pesaram na decisão.
A OpenAI decidiu suspender, sem prazo definido, os planos de lançar um chatbot com interações eróticas. A iniciativa, que vinha sendo discutida internamente, acabou deixada de lado após preocupações levantadas por funcionários e investidores, segundo informações do Financial Times.
A proposta previa um “modo adulto” dentro do ChatGPT, mas o projeto passou a enfrentar resistência. As principais queixas, segundo o jornal, envolvem o risco de incentivar vínculos emocionais com sistemas de IA e a possibilidade de exposição indevida de menores a conteúdos sensíveis.
Por que o projeto foi interrompido?
A decisão estaria ligada à falta de estudos conclusivos sobre os efeitos de interações com conteúdo sexual em sistemas de inteligência artificial. Ao jornal, a OpenAI afirmou que pretende aprofundar pesquisas antes de tomar qualquer decisão definitiva, destacando que ainda não há “evidência empírica” suficiente sobre o tema.
Internamente, o projeto também teria gerado desconforto. Parte da equipe questionou se a criação de um produto com apelo romântico ou sexual estaria alinhada à missão da empresa. “A IA não deveria substituir seus amigos ou sua família; você deve ter conexões humanas”, disse um ex-funcionário que, segundo o Financial Times, deixou a empresa por esse problema.
Além disso, houve pressão de investidores, que avaliaram os riscos reputacionais e o retorno financeiro limitado da iniciativa. Vale lembrar que, na terça-feira (24/03), a OpenAI decidiu encerrar de forma abrupta o Sora, sua ferramenta de vídeos de IA.
Limites técnicos e legais
A criação de um modelo voltado a interações adultas também teria esbarrado em desafios técnicos. Sistemas de IA costumam ser treinados para evitar esse tipo de conteúdo, o que dificulta reverter essas restrições com segurança.
Um dos principais pontos seria a verificação de idade para acesso ao modo adulto. Soma-se a isso a pressão regulatória: casos envolvendo conteúdos prejudiciais a menores já levaram a OpenAI à Justiça.
Samsung Browser para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Samsung Browser foi lançado globalmente para Windows 10 e 11, com sincronização de dados entre dispositivos Galaxy;
navegador oferece bloqueador de anúncios nativo, exportação de dados de outros navegadores e integração com Samsung Pass;
recursos de IA, como integração com Perplexity, estão disponíveis apenas na Coreia do Sul e nos EUA.
O Samsung Browser (outrora chamado de Samsung Internet) foi lançado oficialmente para Windows. A novidade chega ao PC não só para disputar espaço com navegadores como Chrome e Edge, mas também para seguir a tendência de oferecer experiências com inteligência artificial.
Agora, o navegador foi lançado em escala global e pode ser usado por qualquer pessoa, gratuitamente. A novidade é compatível com o Windows 11 e com o Windows 10.
O que o Samsung Browser para PCs oferece?
Começa pela interface, que tem um visual limpo e posiciona as abas na barra de título do navegador, melhorando o aproveitamento de espaço da tela. O Samsung Browser também exibe, por padrão, uma barra lateral de acesso rápido, à direita, que pode ser ocultada.
Em termos funcionais, o navegador pergunta, já durante a instalação, se o usuário quer ativar o bloqueador de anúncios nativo. Na sequência, o usuário tem a opção de exportar dados de outro navegador previamente instalado no computador, como os já mencionados Chrome e Edge.
A barra lateral do Samsung Browser pode ser personalizada (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
E, sim, para quem tem um celular ou tablet Galaxy, ou usa o navegador da Samsung em algum aparelho Android, é possível sincronizar os dados de navegação entre esse dispositivo e o PC. Basta fazer login com uma conta Samsung (Samsung Account). Nesse sentido, é possível até continuar acessando, no desktop, uma página que estava aberta no smartphone e vice-versa.
A integração entre dispositivos é complementada com o Samsung Pass, que permite ao usuário fazer login em sites ou serviços web com preenchimento automático de credenciais de acesso.
Sobre os recursos de inteligência artificial, o principal atrativo está na integração do Samsung Browser com os recursos do Perplexity. Com isso, o usuário pode fazer perguntas relacionadas ao conteúdo de uma página aberta, por exemplo.
Também é possível recorrer à IA para tarefas mais específicas, como montar um roteiro de viagens com base em informações de páginas abertas ou visitadas anteriormente, criar resumos de textos longos, organizar abas conforme o tema, entre várias outras possibilidades.
A Samsung dá exemplos de prompts que podem ser usados no navegador:
“resuma esta página em três tópicos”
“quais são os principais requisitos para esta vaga de emprego?”
“resuma esta conversa por e-mail e elabore uma resposta”
“crie um resumo executivo deste relatório financeiro”
“resuma este vídeo do YouTube”
Agora, pegue a toalha, pois aí vem o balde de água fria: no momento, os recursos de IA do Samsung Browser estão disponíveis somente na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Há planos, mas não datas para essa integração ser liberada em outros países.
Ah, para não restar dúvidas: o Samsung Browser é baseado no Chromium.
Samsung Browser pode ser sincronizado com outros dispositivos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Nesta quarta-feira (25), a primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, caminhou brevemente com um robô humanoide antes de participar de um evento na Casa Branca.
A robô, chamada de Figure 03 e fabricada pela Figure AI, foi apresentada em um encontro educacional sobre inteligência artificial (IA), segundo uma publicação de Donald Trump nas redes sociais. Assista:
Primeira-dama dos EUA com humanoide
“Obrigada, primeira-dama Melania Trump, por me convidar à Casa Branca. É uma honra estar na reunião inaugural da Coalizão Global ‘Fostering the Future Together’ [Cultivando o Futuro Juntos]”, falou a robô aos presentes no evento;
Além disso, a robô humanoide disse: “Eu sou a Figure 03, um humanoide construído nos Estados Unidos da América. Sou grata por fazer parte deste movimento histórico para capacitar crianças com tecnologia e educação”;
Para fechar, o humanoide deu boas-vindas aos presentes em dez idiomas, incluindo inglês, espanhol e português.
Humanoide pode fazer diversas tarefas, segundo fabricante (Imagem: Figure)
Segundo a Figure AI, a Figure 03 “cuida de tarefas domésticas, como lavar roupa, limpar e lavar louça, tudo de forma autônoma”.
Novo robô humanoide pode desarmar bombas e identificar alvos em guerras
Uma empresa de tecnologia Foundation Future Industries, dos Estados Unidos, está desenvolvendo um robô humanoide com foco em aplicações militares. O projeto, chamado Phantom-01, foi criado para lidar com logística, navegação e até identificação de alvos de forma autônoma.
O modelo tem 1,80 metro de altura e 80 quilos. Ele foi projetado para transportar cargas de até 40 quilos e se deslocar a velocidades de até 6,1 km/h. Segundo a empresa, o equipamento já está sendo testado em atividades não letais, como movimentação de materiais e execução de tarefas industriais.
O Galaxy A56 5G (128 GB) está disponível por R$ 1.874 no Pix utilizando o cupom CEL250 em oferta no Magazine Luiza. O valor representa uma economia de 38% em relação a quando foi anunciado em março do ano passado por R$ 2.999.
O smartphone intermediário da Samsung integrado com inteligência artificial, possui ficha técnica bem similar ao seu sucessor Galaxy A57 5G.
Galaxy A56 traz a mesma tela de 6,7″ e sistema de câmeras
Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
A configuração de tela é a mesma revelada hoje (25) no novo Galaxy A57 5G. Um painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução FHD+ (1.080 x 2.340 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz entregando fluidez gráfica a vídeos e jogos. Além disso, atinge pico de brilho de 1.900 nits e utiliza o revestimento Gorilla Glass Victus+.
O conjunto de câmeras também realiza gravações de vídeos em 4K e possui três sensores traseiros: principal, f/1.8 de 50 MP, ultrawide, f/2.2 de 12 MP e macro, f/2.4 de 5 MP. Trio no qual realiza registros bem honestos e em circunstâncias até de baixa luminosidade. A lente frontal segue com resolução de 12 MP para selfies.
O Galaxy A56 utiliza o chipset Exynos 1580 (4 nm) e 8 GB de RAM, diferente do sucessor que recebeu o Exynos 1680. Entretanto, o processador se comportou bem durante os nossos testes e provou que oferece desempenho sólido para tarefas no dia a dia e também para rodar jogos.
A bateria de 5.000 mAh suporta carregamento rápido de 45 W assim como no Galaxy A57 5G, embora acompanhe na caixa apenas um carregador de 15 W. As diferenças são observadas principalmente na conectividade e no corpo dos smartphones.
O Galaxy A56 apresenta compatibilidade a Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3 (versus Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.0 da nova geração). A certificação IP67 assegura resistência a poeira e imersão em água, um pouco superior no A57. Em relação a carcaça de alumínio o novo dispositivo tem uma espessura mais fina: 6,9 mm x 7,4 mm no A56.
No mais, o Galaxy A56 5G por R$ 1.874 no Pix com o cupom CEL250 conta com o Android 16 e One UI 8 apresentando ferramentas inteligentes do Galaxy AI. Por conta da promessa da Samsung de período extenso de novas atualizações, futuramente o smartphone intermediário deve receber a nova One UI 8.5.
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Smartphone intermediário da Samsung possui em sua grande maioria a mesma configuração do novo Galaxy A57 5G. Magalu oferece cupom de desconto em oferta
Tela Super AMOLED do Samsung Galaxy A56 exibe contrastes intensos e preto profundo (foto: Ana Marques / Tecnoblog)
Sora será descontinuado pela OpenAI (imagem: reprodução/OpenAI)Resumo
OpenAI decidiu descontinuar o Sora e suas APIs para focar em outros projetos, sobretudo de robótica;
ferramenta de IA foi anunciada em 2024 para permitir a criação de vídeos a partir de instruções digitadas;
cronograma de descontinuação do Sora ainda será divulgado pela OpenAI.
Em um anúncio repentino e surpreendente, a OpenAI anunciou a decisão de encerrar o Sora, ferramenta de inteligência artificial que gera vídeos a partir das instruções digitadas pelo usuário. As APIs que permitem que desenvolvedores integrem o Sora a seus aplicativos também serão descontinuadas.
A OpenAI anunciou o Sora em fevereiro de 2024, mas somente em setembro de 2025, com o lançamento do Sora 2, é que a ferramenta conquistou um público expressivo, não só por conta dos aprimoramentos trazidos com essa versão (vide o vídeo mais abaixo), mas também devido ao lançamento de um app móvel cuja dinâmica de funcionamento lembra a do TikTok.
Mas eis que, por meio do X, a OpenAI revelou que está dando adeus ao Sora:
Estamos nos despedindo do aplicativo do Sora. A todos que criaram com o Sora, compartilharam e construíram uma comunidade em torno dele: obrigado. O que vocês criaram com o Sora foi importante, e sabemos que esta notícia é desapontadora.
Em breve, compartilharemos mais informações, incluindo cronogramas [de descontinuação] para o aplicativo e a API, além de detalhes sobre como preservar seu trabalho.
Por que o Sora vai ser descontinuado pela OpenAI?
A veículos como o VentureBeat, a OpenAI informou apenas que decidiu encerrar o Sora para se concentrar no desenvolvimento de outros projetos, principalmente no campo da robótica:
Decidimos descontinuar o Sora no aplicativo para consumidores e na API. À medida que nos concentramos e a demanda por computação aumenta, a equipe de pesquisa do Sora continua focada em pesquisas de simulação do mundo real para avançar na robótica, ajudando as pessoas a resolver tarefas físicas do mundo real.
A decisão teve outro efeito: pôs fim à parceria da OpenAI com a Disney firmada para permitir aos usuários do Sora criar vídeos usando mais de 200 personagens de franquias como Marvel, Pixar e Star Wars.
No momento, segue sendo possível usar o Sora. Como a própria OpenAI informou em seu comunicado, o cronograma de descontinuação ainda será divulgado.
O Gakaxy Watch 7 Bluetooth de 44 mm está saindo por apenas R$ 945 no Pix no Magazine Luiza, uma oferta de 62% sobre o preço de lançamento de R$ 2.499. E por menos de R$ 1.000, o smartwatch da Samsung oferece características avançadas de monitoramento de saúde a atividades físicas.
Galaxy Watch 7 traz 13 sensores para monitorar saúde e exercícios
Galaxy Watch 7 (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
O relógio inteligente da Samsung é equipado com treze sensores LED para o acompanhamento de dados de saúde e exercícios. Como temperatura da pele, oxigenação do sangue, frequência cardíaca, sono e níveis de energia corporal.
Além disso, o smartwatch ainda conta com integração com o Galaxy AI, inteligência artificial da Samsung. O software lê as informações fornecidas pelos sensores e oferece recomendações personalizadas, como o treinamento de sono personalizado.
Em relação ao design, se destacam as proteções militar MIL-STD-810H e IP68, que permitem o uso do relógio inclusive para natação e outros esportes aquáticos. Além disso, o display Super AMOLED de 1,5″ conta com brilho de até 2.000 nits, melhorando a visibilidade mesmo sob luz solar intensa durante atividades ao ar livre.
Galaxy Watch 7 (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
Por fim, segundo a Samsung, a bateria de 425 mAh deve durar um dia inteiro de uso, e suporta carregamento sem fio de 10 W. Lembrando que no Magalu, o Galaxy Watch 7 BT de 44 mm está saindo por apenas R$ 945 no Pix.
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O ChatGPT está recebendo mais funcionalidades voltadas à descoberta e comparação de produtos, em um movimento que amplia o uso da IA no comércio digital. A proposta é transformar a experiência de compra online, reduzindo a necessidade de pesquisar e comparar itens em vários sites.
A novidade permite que usuários pesquisem produtos de forma conversacional, descrevendo o que procuram e refinando resultados ao longo do diálogo. O ChatGPT também passa a exibir opções de forma visual, com comparação lado a lado, incluindo informações como preço, avaliações e características técnicas.
A atualização faz parte da expansão do chamado Protocolo de Comércio Agentic (ACP), uma estrutura que conecta lojistas à plataforma para fornecer dados atualizados de produtos. Com isso, o sistema consegue apresentar resultados mais relevantes e alinhados ao perfil do usuário, considerando fatores como orçamento, preferências e restrições.
Além disso, a experiência agora permite o envio de imagens como referência para encontrar itens semelhantes, o que amplia as possibilidades de busca. A proposta é centralizar em um único ambiente etapas que antes exigiam múltiplas abas e consultas a diferentes fontes.
Segundo a empresa, a mudança também traz ganhos para o varejo. Ao exibir produtos para usuários já próximos da decisão de compra, a plataforma tende a atrair consumidores com maior intenção de conversão. Grandes redes, como Target, Sephora, Best Buy e Home Depot, já participam do ecossistema, assim como lojistas integrados via Shopify.
OpenAI está melhorando experiência de pesquisa de produtos dentro do ChatGPT (Imagem: OpenAI/Divulgação)
No caso da Shopify, os catálogos de produtos já estão conectados automaticamente ao ChatGPT, sem necessidade de configuração adicional por parte dos vendedores. A expectativa é que o protocolo evolua para incluir recursos mais avançados, como personalização, disponibilidade local e estimativas de entrega.
A estratégia também prevê integração com experiências próprias dos varejistas. Em vez de centralizar o pagamento, a plataforma permite que as marcas utilizem seus próprios sistemas de checkout. Um dos exemplos é o Walmart, que lançou uma experiência integrada que leva o usuário da descoberta no ChatGPT para um ambiente personalizado da própria empresa.
As novas funcionalidades estão sendo liberadas gradualmente ao longo desta semana para todos os usuários da plataforma, incluindo planos gratuitos e pagos.
Gemini também está ampliando experiência de compras (Imagem: Mehaniq/Shutterstock)
Gap e Google fecham parceria para compras com IA
Enquanto o ChatGPT avança na etapa de descoberta de produtos, outras empresas seguem caminhos diferentes na integração entre inteligência artificial e comércio eletrônico. Um exemplo é a parceria entre a varejista de moda Gap e o Google.
O acordo prevê a integração direta com o Gemini, sistema de IA do Google, permitindo que consumidores finalizem compras dentro da própria plataforma, sem necessidade de redirecionamento para o site da marca. A iniciativa marca a entrada da Gap como uma das primeiras grandes empresas do setor de moda a adotar esse modelo.
Segundo o site CNBC, nesse formato, os produtos são exibidos com base em dados fornecidos previamente pela própria varejista, garantindo maior controle sobre informações, experiência do usuário e coleta de dados. O pagamento é processado via Google Pay, enquanto a logística permanece sob responsabilidade da Gap.
A empresa também planeja incorporar recursos adicionais, como uma ferramenta de recomendação de tamanho baseada em inteligência artificial, para melhorar a experiência de compra online.
Se você usa chatbots para facilitar sua rotina, o preço a pagar pode ser a sua privacidade. Um novo relatório da Surfshark, atualizado em março de 2026, mostra que as inteligências artificiais estão coletando dados de forma cada vez mais voraz. O destaque negativo vai para a Meta AI, que já coleta 33 dos 35 tipos de dados possíveis definidos pela Apple, o que representa mais de 90% das suas informações pessoais.
De acordo com o levantamento, a média de coleta entre os 10 chatbots mais populares é de 14 tipos de dados. No entanto, gigantes como Google e OpenAI estão muito acima dessa linha, monitorando desde o histórico de navegação até métricas de saúde e áudio.
O estudo coloca a Meta no topo isolado, mas o Google Gemini aparece logo atrás, coletando 23 tipos de dados (quase o dobro da média do mercado). Entre as informações capturadas estão a localização precisa e o histórico de buscas do usuário.
A grande surpresa do relatório, porém, foi o ChatGPT. O chatbot da OpenAI subiu da 7ª para a 3ª posição no ranking de maiores coletores. Em apenas um ano, a plataforma aumentou em 70% a quantidade de dados monitorados, incluindo agora informações sensíveis como dados de saúde, fitness e arquivos de áudio.
O pódio da coleta: Meta AI e Google Gemini se distanciam da média de mercado (14 tipos), enquanto o ChatGPT registra um salto de 70% na captura de informações em relação ao ano passado. Imagem: SurfShark / Divulgação
A invasão da localização
Um dos pontos mais alarmantes destacados pela Surfshark é o rastreamento geográfico. No ano passado, 40% dos apps de IA coletavam dados de localização; hoje, esse número saltou para 70%.
“Os chatbots estão se tornando cada vez mais agressivos”, alerta Tomas Stamulis, Diretor de Segurança da Surfshark. Segundo o executivo, ao contrário dos buscadores tradicionais, “essas ferramentas lidam com uploads altamente sensíveis, como documentos fiscais e registros médicos, que podem ser compartilhados em grandes redes de terceiros para a veiculação de anúncios direcionados”.
Como se proteger?
Para quem não abre mão da tecnologia, a recomendação de segurança é clara: trate cada comando enviado à IA como um registro público.
Revise suas configurações: verifique quais permissões o app possui no seu celular.
Desative o histórico: sempre que possível, utilize modos que não salvam as conversas.
Cuidado com uploads: nunca compartilhe documentos com dados pessoais, financeiros ou médicos.
Pense antes: para efeitos de privacidade, a melhor estratégia é nunca compartilhar informações que você não deseja que se tornem públicas.
O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) está disponível por R$ 2.479 em até 12x sem juros com o cupom NIVER5 na loja Magalu no AliExpress. Lançado originalmente por R$ 4.199, o tablet intermediário da Samsung com tela LCD e caneta S Pen fica 41% mais barato nesta oferta.
Galaxy Tab S10 FE tem tela Full HD, Galaxy AI e caneta S Pen com IA
Indicado para estudos e produtividade leve, o Galaxy Tab S10 FE tem uma tela LCD de 10,9 polegadas. O painel com resolução Full HD+, taxa de atualização de 90 Hz e brilho de até 800 nits reproduz vídeos fluidamente e promete leituras confortáveis.
O tablet com Galaxy AI é equipado com o chip Samsung Exynos 1580 e 8 GB de RAM, oferecendo um desempenho elevado para tarefas simples. Embora tenha apenas 128 GB de armazenamento interno, a memória pode ser expandida para até 2 TB com cartões microSD.
O Galaxy Tab S10 FE inclui a caneta S Pen com IA como parte do kit inicial do dispositivo. O acessório permite realizar anotações, desenhos e usar ferramentas como Circule para Pesquisar e Ajuda Inteligente do Google para facilitar o uso do aparelho no dia a dia.
Galaxy Tab S10 FE tem certificação IP68 de resistência à água e à poeira (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Outro atrativo é o Samsung Dex, recurso que permite conectar o tablet a um monitor e ter uma experiência semelhante a um desktop. O modelo conta com uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas em 4K, além de uma câmera traseira de 13 MP para fotos básicas e escaneamento de documentos.
O dispositivo tem design fino com 6 mm de espessura e estrutura em Armor Alumínio com certificado de resistência à água IP68, facilitando o transporte em bolsas e mochilas. Já a bateria de 8.000 mAh garante autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo.
Fechando o pacote, o Galaxy Tab S10 FE (R$ 2.479 em até 12x com o cupom NIVER5) tem conexão Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. Na parte de software, o dispositivo vem de fábrica com o Android 16 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032.
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O Galaxy Tab S10 FE Plus 5G (128 GB) está saindo por R$ 3.549 em até 12x sem juros na Amazon, um desconto de 41% sobre o valor de lançamento de R$ 5.999.
O tablet da Samsung conta com tela de 13,1″ e taxa de 90 Hz, 8 GB de RAM e bateria de 10.090 mAh em um kit que inclui capa protetora e a caneta S Pen.
Galaxy Tab S10 FE tem tela de 13,1″ e 8 GB de RAM
O Galaxy Tab S10 FE Plus vem equipado com um amplo display LCD de 13,1 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, que faz dele uma alternativa para tarefas escolares e outras atividades. O display entrega cores vibrantes, fluidez durante a navegação e bastante espaço para executar tanto apps como anotações.
No desempenho, o processador Exynos 1580 de 4 nanômetros e os 8 GB de memória RAM oferecem performance para multitarefa e aplicativos mais exigentes voltados a trabalho e estudos. Os 128 GB de armazenamento interno podem ser expandidos via cartões microSD de até 2 TB.
O suporte da suíte Galaxy AI permite o uso de diversas soluções generativas no dia a dia e em atividades de produtividade e curriculares, como o gesto Circule para Pesquisar de busca inteligente, o Apagador de Objetos em fotos e o Assistente Matemático que auxilia na resolução de cálculos.
Galaxy Tab S10 FE Plus conta com suporte da suíte Galaxy AI para diversas atividades (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Na traseira, o Galaxy Tab S10 FE Plus traz uma câmera wide de 13 MP com resolução adequada para fotografar e escanear documentos, enquanto a frontal de 12 MP é indicada para videoconferências. Ambas gravam vídeos em 4K.
Seu corpo de alumínio conta com certificação IP68 de resistência contra poeira e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos. O gadget é compatível com Android 16 e deve receber mais cinco atualizações do sistema operacional.
O tablet em questão de conectividade conversa com redes 5G, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.3. A bateria de 10.090 mAh resiste a 20 horas de vídeo segundo a Samsung e é compatível com carregamento rápido de 45 W via USB-C. O kit inclui o tablet, a caneta S Pen para escrita e anotações, e a capa protetora.
Caneta S Pen vem inclusa no kit do Galaxy Tab S10 FE Plus (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Você pode adquirir o Galaxy Tab S10 FE Plus (128 GB) em oferta por R$ 3.549 em até 12x sem juros na Amazon, com um abatimento de 41% sobre o preço original.
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Galaxy Tab S10 FE Plus (128 GB) conta com tela de 13,1", 8 GB de RAM e bateria de 10.090 mAh; tablet da Samsung recebe 41% de desconto em até 12x sem juros
O Galaxy Watch 8 Classic (46 mm) está disponível por R$ 2.231,10 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com tela AMOLED e sensores avançados de saúde, lançado por R$ 4.499, recebe um desconto de 50% nesta oferta.
Galaxy Watch 8 Classic tem tela AMOLED, GPS integrado e bateria de até 40 horas
O Galaxy Watch 8 Classic tem uma tela Super AMOLED de 1,34 polegadas com brilho máximo de até 3.000 nits, facilitando a visão mesmo sob o sol. O modelo traz uma caixa de 46 mm feita em aço inoxidável com bisel, design almofadado, vidro resistente com Cristal de Safira e certificação IP68 de resistência à água e poeira.
O relógio inteligente conta com sensores de monitoramento de saúde, registrando dados de frequência cardíaca, pressão arterial, oxigenação do sangue e outras informações. Ele ainda pode realizar eletrocardiograma (ECG) e detectar sinais de ritmo cardíaco irregular.
Para os esportistas, o Galaxy Watch 8 Classic monitora diferentes atividades físicas, incluindo caminhada, corrida, ciclismo e natação. Além disso, ele traz um GPS integrado para mapear o trajeto em práticas ao ar livre ou mostrar instruções de rotas em trilhas.
Galaxy Watch 8 Classic traz o retorno do bisel (imagem: Divulgação/Samsung)
Todas as informações captadas pelo smartwatch da Samsung podem ser sincronizadas com o app Samsung Health. Além de organizar e analisar os dados, a plataforma oferece dicas e sugestões personalizadas para a pessoa construir rotinas mais saudáveis.
A bateria do acessório oferece uma autonomia de até 30 horas com o modo Always On Display. Entretanto, o tempo de uso pode se estender até 40 horas se o usuário optar por desabilitar o recurso de tela sempre ativa.
Por fim, o Galaxy Watch 8 Classic (R$ 2.231,10 no Pix) usa o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 64 GB de armazenamento interno. Trazendo o sistema operacional Wear OS com Google Gemini e Galaxy AI, o relógio ainda oferece conexões Bluetooth 5.3, Wi-Fi, conexão 4G LTE e NFC para ações por aproximação.
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Sam Altman lidera nova fase de integração da OpenAI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI está desenvolvendo um superaplicativo para desktop que integra o ChatGPT, o navegador Atlas e a plataforma Codex.
O projeto busca resolver problemas de fragmentação e compatibilidade, criando um ecossistema multiplataforma.
A estratégia é uma resposta à concorrência com a Anthropic e envolve a implementação de agentes autônomos no app.
A OpenAI está desenvolvendo um superaplicativo para computadores que combina o ChatGPT, o navegador Atlas e a plataforma de programação Codex, centralizando o ecossistema da empresa em um único ambiente de trabalho. O objetivo do projeto seria reduzir a fragmentação de serviços e concentrar esforços no mercado corporativo, abandonando a estratégia de manter várias ferramentas independentes.
Segundo informações do The Wall Street Journal, essa pulverização de lançamentos descentralizou as equipes técnicas. Como resultado, alguns desses serviços não alcançaram a tração esperada e geraram gargalos no controle de qualidade da organização.
Como funcionará a integração?
A responsabilidade de liderar o projeto está nas mãos de Fidji Simo, que também coordenará a equipe de vendas do novo software para parceiros corporativos. Oficialmente, a empresa mantém cautela e não comenta o assunto.
A novidade pode resolver um problema de compatibilidade entre sistemas. Atualmente, o Atlas, navegador web com IA integrada, é restrito aos usuários de macOS. Ao fundir essas ferramentas, a OpenAI criaria um ecossistema multiplataforma robusto. A versão móvel do ChatGPT, no entanto, deve continuar operando como um app independente.
O cronograma interno de lançamento prevê uma abordagem em fases. Nos próximos meses, a companhia injetará as novas capacidades autônomas diretamente no Codex, expandindo sua utilidade. Para fortalecer essa infraestrutura, a OpenAI investiu na compra da Astral, desenvolvedora focada em ferramentas para a linguagem Python.
Somente após a consolidação dessa etapa, o ChatGPT e o navegador Atlas serão definitivamente incorporados ao software final.
Por que a OpenAI unificaria seus aplicativos?
ChatGPT será peça central do novo superaplicativo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A decisão nasce de uma necessidade de buscar mais eficiência. Em um memorando interno vazado para a imprensa, a CEO de aplicações da OpenAI, Fidji Simo, explicou que a direção da empresa percebeu que estava “espalhando seus esforços” por muitos aplicativos distintos.
O realinhamento não é uma decisão isolada. Executivos do alto escalão, incluindo o próprio CEO Sam Altman, passaram as últimas semanas revisando todo o portfólio da companhia para definir quais áreas deveriam perder prioridade.
Fidji Simo utilizou o X para confirmar publicamente a mudança de rota, pontuando que as companhias de tecnologia passam por fases de exploração e reorientação.
“Código vermelho” contra a Anthropic
O senso de urgência nos corredores da OpenAI também tem uma motivação comercial: a rápida ascensão da Anthropic. De acordo com o WSJ, o sucesso da rival em atrair desenvolvedores e clientes empresariais fez com que a OpenAI passasse a operar sob “código vermelho”.
A disputa ganha contornos mais competitivos devido à pressão do mercado financeiro. Ambas as startups avaliam a possibilidade de realizar ofertas públicas iniciais (IPO) até o final deste ano, forçando uma corrida para atingir as metas de crescimento de receita apresentadas aos investidores.
Para vencer essa batalha, a grande aposta da OpenAI é a implementação de “agentes” dentro do novo superaplicativo. Na prática, a IA deixaria de ser apenas uma interface reativa de chat e passaria a atuar de forma autônoma no computador do usuário, executando tarefas complexas em segundo plano, desde a análise de dados financeiros até redação e depuração de linhas de código de software.
A OpenAI está desenvolvendo um “superaplicativo” para desktop que vai unir três de suas principais ferramentas em uma única plataforma. A iniciativa pretende juntar o ChatGPT, o Codex (focado em programação) e o navegador Atlas em um só lugar.
A decisão faz parte de uma estratégia maior da empresa para simplificar seu portfólio de produtos, que hoje está espalhado em diferentes abas e aplicativos. As informações foram reveladas pelo The Wall Street Journal, que citou um memorando interno de Fidji Simo, CEO de Aplicações da OpenAI.
De acordo com a executiva, ter múltiplas plataformas separadas está prejudicando o desempenho da empresa como um todo. A fragmentação atual “tem nos atrasado e dificultado atingir o padrão de qualidade que queremos”, escreveu.
Simo chegou a falar com os funcionários na semana passada sobre a necessidade de evitar “distrações com missões secundárias”. A liderança da OpenAI tem analisado quais projetos devem ser despriorizados para focar no que realmente importa.
Após a publicação do WSJ, ela escreveu no X que “as empresas passam por fases de exploração e fases de reorientação” e que é “muito importante redobrar os esforços e evitar distrações”.
Companies go through phases of exploration and phases of refocus; both are critical. But when new bets start to work, like we're seeing now with Codex, it's very important to double down on them and avoid distractions. Really glad we're seizing this moment. https://t.co/FH85IvW6CN
Superaplicativo da OpenAI é uma tentativa de reorganização interna
A pressão por essa reorganização aumentou depois que a OpenAI passou a enfrentar mais concorrência, especialmente da Anthropic. O Claude Code, ferramenta de programação da rival, ganhou popularidade e tem pressionado a posição do ChatGPT no mercado.
Além disso, o ano passado foi marcado por anúncios grandiosos da desenvolvedora, como o aplicativo de vídeo Sora e a compra da empresa de hardware de IA de Jony Ive. Agora, o foco parece ter mudado para consolidação e eficiência operacional.
Segundo o WSJ, o superaplicativo vale apenas para as versões desktop. A versão para dispositivos móveis do ChatGPT seguirá funcionando.
Procurada pelo jornal, a OpenAI não confirmou os planos oficialmente. O cronograma de lançamento da novidade também não está claro.
OpenAI negocia aquisição de startup Astral (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
OpenAI anunciou a aquisição da Astral para integrar suas ferramentas ao Codex, plataforma de programação com IA.
O Codex possui mais de 2 milhões de usuários e a aquisição da Astral visa ampliar suas capacidades.
A Astral desenvolve ferramentas de código aberto para Python, otimizando o fluxo de trabalho em áreas como ciência de dados e IA.
A OpenAI anunciou, nesta quinta-feira (19/03), que vai comprar a Astral, startup que criou ferramentas de código aberto para Python. O acordo ainda não foi finalizado, mas a expectativa é que a equipe da Astral passe a integrar os esforços do Codex, plataforma da dona do ChatGPT voltada à programação com IA.
Segundo o comunicado, o Codex já ultrapassa a marca de 2 milhões de usuários, número que triplicou desde o início deste ano. Vale lembrar que, para ser finalizada, a compra deve obter aprovação regulatória.
Aquisição para reforçar o Codex
A integração da Astral tende a ampliar o escopo do Codex, que atualmente é capaz de gerar trechos de código, corrigir falhas e executar testes. Com a incorporação das ferramentas da startup, a OpenAI pretende transformar a plataforma em um conjunto mais completo de serviços para desenvolvedores.
A Astral se concentra em construir ferramentas para facilitar o trabalho dos desenvolvedores com Python. Segundo o fundador da startup, Charlie Marsh, a “empresa continuará evoluindo suas ferramentas de código aberto dentro da OpenAI”.
As soluções da empresa se popularizam pela otimização do fluxo de trabalho em Python, linguagem amplamente utilizada em áreas como ciência de dados, automação e aplicações de IA.
Código em Python ilustra o foco da Astral em ferramentas para desenvolvedores (imagem: Xavier Cee/Unsplash)
Vibe coding está na moda
A movimentação ocorre em meio a uma disputa acirrada entre empresas que buscam liderar o uso de IA como assistente de programação. Esse movimento já tem até nome: vibe coding, e foi aprovado por nomes como Linus Torvalds, o “pai” do Linux.
Além da OpenAI, empresas como Anthropic e Microsoft também investem pesado nesse segmento. A startup Cursor, por exemplo, negocia uma nova rodada de investimentos que pode avaliá-la em cerca de US$ 50 bilhões (aproximadamente R$ 250 bilhões), segundo informações da Bloomberg.
O Galaxy S24 Ultra (256 GB) está em oferta por R$ 4.409 em até 12x sem juros com o cupom NIVER2 na loja Magalu dentro do AliExpress. Lançado em fevereiro de 2024 por R$ 9.999, o smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 200 MP sai por menos da metade do preço nesta promoção.
Galaxy S24 Ultra tem chipset premium, tela AMOLED e câmera que filma em 8K
O Galaxy S24 Ultra adota o chipset premium Snapdragon 8 Gen 3 combinado com 12 GB de RAM para entregar alto desempenho e suporte aos recursos do Galaxy AI. Já os 256 GB de armazenamento interno fornecem um espaço equilibrado para salvar mídias, apps e outros arquivos.
O telefone traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,8 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo uma ampla área de trabalho para ser usada com a caneta S Pen. O painel com resolução Quad HD ainda trabalha com o recurso HDR10+ para reproduzir imagens nítidas e fluídas em jogos e vídeos.
Outro destaque do Galaxy S24 Ultra é a câmera quádrupla traseira com sensor principal de 200 MP, zoom híbrido de 100x e capaz de registrar vídeos em 8K. Além disso, a câmera frontal de 12 MP grava vídeos em 4K e promete selfies com grande nível de detalhes.
Galaxy S24 Ultra tem 4 câmeras, com zoom óptico de até 5x (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Pesando 232 gramas, o smartphone da Samsung tem corpo de titânio com acabamento traseiro em vidro. Contra eventuais acidentes, o modelo traz certificação IP68 de resistência à água e pode sobreviver a mergulhos de até 1,5 metro pelo tempo limite de 30 minutos.
O telefone conta com uma bateria de 5.000 mAh com autonomia para até 30 horas de reprodução de vídeo. Ele ainda oferece opção de carregamento rápido de 45 W, apesar de incluir um carregador de somente 25 W na caixa.
Fechando o pacote, o Galaxy S24 Ultra (R$ 4.409 em até 12x sem juros com o cupom NIVER2) tem conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. O dispositivo vem com o Android 14, mas terá suporte para as principais atualizações do sistema operacional até 2031.
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O Galaxy Watch 8 está com um desconto inédito de 44% pela versão Bluetooth de 44 mm no Mercado Livre. O relógio inteligente da Samsung custa R$ 1.799 no Pix, valor considerado o mais barato do ano, segundo a plataforma de monitoramento Zoom.
Galaxy Watch 8 traz tela Super AMOLED e integração de IA
Galaxy Watch 8 possui design circular arredondado (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartwatch conta com a integração tanto do Galaxy AI como do Google Gemini. Na prática, a inteligência artificial está presente na forma de assistente virtual para auxiliar em tarefas e também para fornecer métricas importantes sobre a saúde do usuário no dia a dia.
O sensor BioActive 2 tem a capacidade de realizar o monitoramento da frequência cardíaca, pressão arterial, SpO2, ECG e pela primeira vez medir os índices de antioxidantes; a depender do resultado, até recomenda refeições mais saudáveis.
O Galaxy Watch 8 em oferta apresenta uma caixa de 44 mm feita por alumínio Armor 2 e um design quadrado de cantos arredondados. A tela Super AMOLED mede 1,47 polegadas e conta com a proteção do vidro Cristal de Safira para oferecer maior resistência contra arranhões. Além disso, tem brilho intenso de até 3.000 nits.
Internamente, o processador Exynos W1000 (3 nm) junto a 2 GB de RAM fornece um desempenho sólido para a navegação entre os aplicativos; ainda traz armazenamento interno de 32 GB. A bateria de 425 mAh oferece suporte a carregamento rápido sem fio de 10 W.
O relógio inclui certificação IP68 e a militar MIL-STD-810H, assegurando uma resistência avançada. No mais, oferece suporte a GPS de dupla frequência (L1 + L5) que concede maior precisão a localização, Bluetooth 5.3 e NFC para pagamentos por aproximação.
O Galaxy Watch 8 BT (44 mm) sai por R$ 1.799 no Pix, o melhor preço do ano em oferta no Mercado Livre.
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Galaxy Watch 8 BT tem oferta inédita com pagamento no Pix no Mercado Livre. Smartwatch da Samsung traz tela Super AMOLED, certificação IP68 e integração de IA
O Galaxy Watch 8 Classic está com 50% de desconto no Mercado Livre, saindo por R$ 2.231 no Pix. O smartwatch da Samsung foi anunciado em setembro do ano passado por R$ 4.499. O modelo tem como diferencial um visual mais clássico e conta com a integração de inteligência artificial do Galaxy AI e Gemini.
Galaxy Watch 8 Classic traz tela Super AMOLED e conectividade LTE
O smartwatch faz parte da linha Classic da Samsung que possui a tradição de lançar um novo modelo a cada dois anos, ou seja, o sucessor deve chegar somente em 2027. O Galaxy Watch 8 Classic leva uma caixa ‘squircle’ de 46 mm formada por aço inoxidável e envolta por um bisel giratório que promete rolagem mais suave, segundo a Samsung.
A tela Super AMOLED mede apenas 1,34 polegadas, porém conta com um brilho intenso de até 3.000 nits que possibilita visibilidade clara sob iluminação forte. Além disso, há um botão funcional para proporcionar acesso rápido a aplicativos nativos do sistema.
O relógio possui conectividade LTE independente, o que implica permitir receber e realizar ligações, sem a necessidade de estar conectado ao Bluetooth ou o smartphone por perto. Por outro lado, a bateria de 445 mAh oferece autonomia somente de até 40 horas e com o Always On Display desligado.
Galaxy Watch 8 Classic tem a proposta de um design mais elegante (imagem: Divulgação)
A inteligência artificial do Gemini funciona como um assistente pessoal, no qual possibilita receber perguntas ou realizar tarefas, como resumir e-mails e enviar mensagens. Já o Galaxy AI atua principalmente sobre aspectos de saúde, fornecendo uma série de dados relacionados ao sono e também ao coração.
Na parte física, o smartwatch conta com um treinador de corrida personalizado e possibilita o acompanhamento de diversos exercícios físicos. O usuário vai poder obter informações como ritmo médio e cadência para observar o seu progresso.
O Galaxy Watch 8 Classic internamente ainda apresenta 64 GB de armazenamento e um GPS de dupla frequência (L1 + L5). O sistema roda Wear OS com One UI 8 Watch trazendo o Now Bar para proporcionar um uso dinâmico a tudo o que oferece. Você pode adquiri-lo com 50% de desconto no Mercado Livre, por R$ 2.231 no Pix.
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Galaxy Watch 8 Classic traz tela Super AMOLED, conectividade LTE e conta com as integrações do Gemini e Galaxy AI. Oferta no Mercado Livre exclusiva no Pix
O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) está por R$ 2.533 no Pix com o cupom BRAE8 na loja Magalu no AliExpress. A oferta concede um valor 40% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 4.199. O tablet da Samsung vem com a caneta S Pen e capa protetora inclusos.
Galaxy Tab S10 FE apresenta tela de 10,9″ e 8 GB de RAM
O Tab S10 FE apresenta uma composição de hardware que o faz ser uma boa alternativa para tarefas relacionadas a trabalho e estudo. A começar pela ampla tela LCD de 10,9 polegadas com taxa de 90 Hz que entrega fluidez em navegação e na leitura de textos e documentos.
O processador Exynos 1580 somado a 8 GB de memória RAM promete fornecer desempenho equilibrado para a experiência multitarefa, assim como para aplicativos mais exigentes a exemplo do Adobe Photoshop. O armazenamento interno de 128 GB pode ser expandido através de um slot para microSD.
O sistema Android 15 com One UI 7 integrado de forma nativa ao tablet da Samsung possibilita o uso de funcionalidades inteligentes da suíte Galaxy AI no dia a dia. A exemplo do Circule para Pesquisar, o Apagador de Objetos em fotos e o Assistente Matemático.
Assistente Matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
A bateria de 8.000 mAh fornece boa autonomia geral e suporta carregamento rápido de 45 W. O Galaxy Tab S10 FE conta com uma câmera wide traseira de 13 MP e uma frontal ultrawide de 12 MP, sendo útil para chamadas de vídeo e que ainda grava em 4K.
O dispositivo apresenta corpo construído em alumínio com peso de 497 gramas e espessura de 6 milímetros. A certificação IP68 permite a sua imersão em até 1,5 metro de profundidade em água doce por 30 minutos, estendendo o seu uso seguro a áreas próximas a piscinas.
O Galaxy Tab S10 FE de 128 GB em promoção por R$ 2.533 no Pix com o cupom BRAE8 na loja Magalu no AliExpress inclui a conectividade de Wi-Fi e Bluetooth 5.3.
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Tab S10 FE de 128 GB traz tela de 10,9", Exynos 1580 com 8 GB de RAM e bateria de 8.000 mAh. Oferta Magalu no AliExpress oferece generoso cupom de desconto
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
OpenAI quer que empresas adotem mais ferramentas além do ChatGPT (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A OpenAI está focando em ferramentas de programação e consumidores corporativos, colocando projetos paralelos em espera, conforme informações do Wall Street Journal.
A mudança de foco ocorre após o crescimento da Anthropic, que tem sucesso como fornecedora de IA para clientes corporativos.
A OpenAI já iniciou a revisão de projetos, buscando alinhar prioridades e conquistar mais espaço em grandes empresas.
A OpenAI pode tomar um rumo diferente e concentrar seus esforços de inteligência artificial generativa em duas áreas: ferramentas de programação e consumidores corporativos. Enquanto isso, projetos paralelos seriam colocados em espera.
As informações foram publicadas pelo Wall Street Journal. Elas teriam sido apresentadas por Fidji Simo, CEO de aplicativos, durante uma reunião com todos os funcionários. Procurada pelo WSJ, a OpenAI não quis comentar o assunto.
Sam Altman, CEO da empresa, e Mark Chen, head de pesquisa, estariam revisando as áreas que serão reduzidas. A expectativa é que os trabalhadores sejam informados dos novos planos ao longo das próximas semanas.
Por que a OpenAI vai mudar seus planos?
Sam Altman deve compartilhar planos com funcionários nas próximas semanas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Segundo o WSJ, a desenvolvedora do ChatGPT decidiu rever seu rumo após o crescimento da Anthropic. A concorrente liderada por Dario Amodei vem tendo sucesso como fornecedora de inteligência artificial para clientes corporativos.
Enquanto isso, a OpenAI já fez um pouco de tudo: o gerador de vídeos Sora, o navegador Atlas, parcerias com lojas e anunciantes no ChatGPT. Existem ainda planos para um dispositivo de hardware, criado em parceria com o famoso designer Jony Ive.
O Wall Street Journal afirma que funcionários atuais e antigos da OpenAI dizem que o alto número de projetos paralelos atrapalha o direcionamento estratégico, que se tornou difícil de seguir. Mesmo recursos computacionais eram redistribuídos entre os times, que eram avisados com pouca antecedência.
OpenAI já começou a rever seus projetos
Mesmo com tantas iniciativas em diferentes áreas, a OpenAI parece estar alinhando suas prioridades. Em fevereiro de 2026, a empresa apresentou o Frontier, uma ferramenta para organizações construírem e gerenciarem agentes de IA. A plataforma já conta com parceiras como McKinsey e Accenture.
Esses movimentos teriam como objetivo conquistar mais terreno em grandes companhias — atualmente, essa adoção fica muito restrita ao ChatGPT. O desafio é levar mais soluções para os clientes corporativos, como a ferramenta de programação Codex.
O Galaxy Watch 7 BT (40 mm) está em oferta por R$ 989,10 no pagamento por Pix no Mercado Livre. O valor representa uma redução de 60% em comparação ao preço de referência, uma boa oportunidade de adquirir o smartwatch da Samsung por um preço mais baixo.
Galaxy Watch 7 traz suporte ao Galaxy Watch 7 e tela Super AMOLED
Galaxy Watch 7 foi lançado nas cores verde, prata e creme (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
O wearable foi desenvolvido com o sensor BioActive de 13 sensores LED para permitir ao usuário o monitoramento a risca de dados relacionados a saúde. Equipado com a inteligência artificial do Galaxy AI, proporciona uma pontuação de energia relacionada a qualidade do sono e também pode traçar o histórico de frequência cardíaca.
Além de ser capaz de realizar o acompanhamento de ECG, oxigenação no sangue (SpO2) e temperatura da pele, possui recursos para exercícios físicos. Como por exemplo, a possibilidade de criar uma rotina personalizada e obter dados de uma série de esportes aeróbicos, incluindo corrida, ciclismo, natação e entre outros.
Em termos de design, apresenta uma tela circular com tecnologia Super AMOLED de 1,5 polegada e revestimento do vidro Cristal de Safira que oferece maior proteção contra arranhões. Além de exibir cores mais intensas, o brilho de até 2.000 nits permite visualização clara sob luz intensa.
Galaxy Watch 7 traz Cristal de Safira sobre a tela (Imagem: Tecnoblog)
O Watch 7 possui construção em alumínio Armor e obtém as certificações militar MIL-STD-810H contra situações extremas de clima e certificação IP68 contra poeira e água. Na mesma linha, oferece um modo chamado Bloqueio em Água.
Internamente, conta com bateria de 425 mAh com suporte a carregamento sem fio de 10 W, processador Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento.
O Galaxy Watch 7 (40 mm) versão Bluetooth em oferta por R$ 989,10 no Pix tem o complemento de NFC possibilitando pagamentos por aproximação e GPS de dupla frequência (L1 +L5) que proporciona maior precisão de localização.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Galaxy S26 Ultra (512 GB) está disponível por R$ 8.849,10 no Pix com o cupom SAMSUNG1500 na Amazon. Após ser anunciado no fim do mês passado por R$ 13.099, o novo smartphone premium da Samsung com tela AMOLED e câmera de 200 MP recebe um desconto de 32%.
Galaxy S26 Ultra tem recurso Tela de Privacidade, chipset premium e câmera que filma em 8K
O Galaxy S26 Ultra se destaca por trazer um display AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com o recurso Tela de Privacidade, evitando espiadas de outras pessoas em qualquer lugar. O painel com resolução QHD+ e taxa de atualização de 120 Hz ainda entrega os recursos HDR10+ para deixar as imagens detalhadas e fluídas.
Com suporte ao Galaxy AI e caneta S Pen, o telefone adota o chipset premium Snapdragon 8 Elite Gen 5 e 12 GB de RAM. O modelo também traz 512 GB de armazenamento interno, oferecendo amplo espaço para fotos, vídeos, apps e outros arquivos do dia a dia.
Outro atrativo do Galaxy S26 Ultra é a câmera quádrupla de 200 MP com zoom digital de até 100x e gravação de vídeos em até 8K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP conta com recurso de Foco Automático, Modo Retrato e registra vídeos em 4K.
Tela de Privacidade é o mecanismo anticurioso da Samsung (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O aparelho conta com uma bateria de 5.000 mAh com autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. Ele ainda oferece opção de carregamento rápido de 60 W que, segundo a marca, vai de 0 a 75% em apenas 30 minutos na tomada.
Fechando o pacote, o Galaxy S26 Ultra (R$ 8.849,10 no Pix com cupom SAMSUNG1500) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. O dispositivo sai da caixa com o Android 16 (One UI 8.5), mas receberá ao menos 7 atualizações do sistema operacional.
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O Galaxy Tab S11 (256 GB) está em promoção por R$ 4.701,64 no Pix usando o cupom de 5% OFF disponível na página do produto no Mercado Livre. Lançado por R$ 6.999, o tablet topo de linha da Samsung com caneta S Pen e Galaxy AI recebe um desconto de 33% nesta oferta na Semana do Consumidor.
Galaxy Tab S11 tem tela AMOLED, Galaxy AI e nova caneta S Pen
Galaxy Tab S11 tem tela AMOLED de 11 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Tab S11 traz uma tela AMOLED Dinâmico 2X de 11 polegadas, a mesma tecnologia disponível nos celulares premium da marca. O painel ainda trabalha com taxa de atualização de 120 Hz e recurso HDR10+ para entregar imagens fluidas e detalhadas.
Voltado para alta produtividade e Galaxy AI, o tablet usa chipset MediaTek Dimensity 9400+ e 12 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para salvar diferentes arquivos, mas a memória pode ser expandida com cartões microSD de até 2 TB.
O destaque do Galaxy Tab S11 é a nova versão da caneta S Pen com recursos de IA, melhorando o uso ao realizar anotações ou fazer desenhos manualmente. Além deste acessório, o dispositivo inclui uma capa protetora com teclado no kit inicial enviado na caixa.
Galaxy Tab S11 vem com uma caneta S Pen e uma capa teclado na caixa (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Outro atrativo do tablet premium é o Samsung Dex, recurso que oferece uma experiência igual a um desktop ao conectar o dispositivo a um monitor. O modelo também conta com uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas e até registro de vídeos em 4K.
O aparelho com corpo em Armor Alumínio e design fino de apenas 5,5 mm de espessura pode ser facilmente transportado em bolsas e mochilas. Ademais, ele conta com uma bateria de 8.400 mAh com autonomia de até 18 horas de reprodução de vídeo.
O Dia do Consumidor acontece no próximo domingo, 15 de março de 2026, mas diversas lojas vêm antecipando ofertas e divulgando cupons de desconto especiais desde o início do mês. Siga as atualizações do Achados do TB para encontrar os melhores produtos no “precinho”.
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O Galaxy S25 Ultra (512 GB) está disponível por R$ 6.209,10 no Pix na Amazon. O smartphone premium da Samsung com câmera de 200 MP e tela AMOLED, lançado por R$ 12.999, recebe um desconto de 52% nesta oferta na Semana do Consumidor.
O aparelho também está 53% mais barato comparado ao recém-anunciado Galaxy S26 Ultra com a mesma quantidade de armazenamento, que custa R$ 13.099. No entanto, o novo dispositivo traz poucas mudanças em relação ao modelo de 2025 em promoção.
Galaxy S25 Ultra tem chipset premium, ampla tela e câmera que filma em 8K
O Galaxy S25 Ultra é equipado com chipset Snapdragon 8 Elite for Galaxy combinado com 12 GB de RAM, oferecendo alto desempenho em tarefas pesadas e suporte ao Galaxy AI. Os 512 GB de armazenamento garantem espaço de sobra para mídias, aplicativos e outros arquivos do dia a dia.
O smartphone tem tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com resolução Quad HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, entregando imagens detalhadas e fluidas. No entanto, diferente do S26 Ultra, ele não conta com o recurso Tela de Privacidade para evitar olhares indesejados.
Para fotos e vídeo, o Galaxy S25 Ultra traz uma câmera quádrupla traseira com sensor principal de 200 MP, zoom híbrido de 100x e suporte para registros em até 8K. A câmera frontal de 12 MP promete selfies bem detalhadas e grava vídeos em até 4K.
Galaxy S25 Ultra traz um conjunto de câmeras com um sensor principal de 200 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Igual ao recente S26 Ultra, o antigo smartphone premium da Samsung traz uma bateria de 5.000 mAh com autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo. No entanto, ele oferece carregamento rápido de apenas 45 W em vez de 60 W como a geração mais recente.
O aparelho é fabricado com estrutura de titânio e acabamento traseiro com vidro reforçado Gorilla Glass Victus 2. Contra eventuais acidentes, ele tem certificação IP68 de resistência à água e sobrevive a mergulhos de até 3 metros em água doce.
Por fim, o Galaxy S25 Ultra (R$ 6.209,10 no Pix) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4, Ultrawide Band (UWB) e NFC para ações por aproximação. Feito para durar, o telefone vem de fábrica com o Android 15 e receberá atualizações do sistema operacional até 2032.
Quando é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor acontece no próximo domingo, 15 de março de 2026, mas diversas lojas estão promovendo ofertas e divulgando cupons de desconto especiais desde o início do mês. Siga as atualizações do Achados do TB para encontrar os melhores produtos no “precinho”.
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Projeto Avocado é aposta da Meta para rivalizar com Google e OpenAI (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta adiou o lançamento do modelo de IA Avocado para maio após testes decepcionantes.
Segundo o New York Times, o Avocado superou o Llama 4, da própria empresa, mas ficou atrás do Gemini 3 do Google.
O projeto Avocado deve marcar uma mudança estratégica da Meta, que avalia abandonar o open source e adotar modelo fechado e pago.
A Meta decidiu adiar o lançamento de seu novo modelo de inteligência artificial, desenvolvido sob o codinome Avocado. A novidade estava prevista para este mês, mas deve chegar apenas em maio. A mudança de cronograma aconteceu após avaliações internas: a tecnologia registrou resultados de desempenho inferiores aos principais concorrentes do setor.
As informações foram reveladas pelo jornal The New York Times. Segundo fontes familiarizadas com o projeto, nos testes de raciocínio, programação e redação, o Avocado conseguiu superar o Llama 4 — a versão anterior da própria Meta — e o modelo Gemini 2.5, lançado pelo Google em março do ano passado. No entanto, o sistema ficou atrás do mais recente Gemini 3.
Essa defasagem técnica acendeu um alerta e levou os líderes da divisão de IA da Meta a discutirem até o licenciamento temporário do próprio Gemini para alimentar os produtos da companhia, ganhando tempo até que o Avocado atinja o nível esperado. Uma decisão oficial, no entanto, ainda não foi tomada.
A frustração com os prazos contrasta com as expectativas do CEO Mark Zuckerberg. Em 2025, ele afirmou que os novos modelos da empresa iriam revolucionar o setor de tecnologia. Para alcançar esse objetivo, a Meta estruturou um orçamento agressivo: até US$ 135 bilhões em 2026, quase o dobro dos US$ 72 bilhões aplicados em IA no ano passado.
Avocado não será um modelo de código aberto
Historicamente, a Meta tem sido defensora do open source (código aberto), argumentando que disponibilizar a base dos sistemas para desenvolvedores externos acelera a evolução do mercado. No entanto, o cenário está mudando: a companhia estuda abandonar sua tradição para adotar um formato fechado e pago.
De acordo com fontes ouvidas pelo NYT, Zuckerberg demonstra preferência por manter o código do Avocado restrito. Essa mudança de postura alinharia a Meta à estratégia de rivais como a OpenAI e a Anthropic, que justificam o modelo fechado como essencial para evitar riscos de segurança envolvendo o mau uso da tecnologia.
A alteração também responderia à pressão financeira, já que o treinamento de IA envolve grandes custos operacionais.
Bastidores conturbados
Para evitar tropeços enfrentados com o Llama 4 no passado, a Meta investiu US$ 14,3 bilhões na startup Scale AI em junho de 2025 e nomeou o então diretor executivo da empresa, Alexandr Wang, como o novo líder global de IA. Wang foi responsável por montar um laboratório de elite dentro da companhia, o TBD Lab (abreviação de To Be Determined).
Com cerca de 100 funcionários, a equipe do TBD Lab concluiu a fase de pré-treinamento do Avocado no final do ano passado e iniciou o pós-treinamento em janeiro, quando fixou a meta de lançamento para meados de março.
Contudo, o atraso no cronograma do Avocado expôs tensões. O Times relata que o laboratório enfrenta alta rotatividade de pesquisadores por discordâncias sobre como os novos modelos deveriam ser aplicados para otimizar os lucros com publicidade.
Sora pode gerar vídeos hiper-realistas a partir de descrições em texto (imagem: divulgação)Resumo
OpenAI se prepara para integrar o gerador de vídeos Sora ao ChatGPT.
A integração deve permitir criar vídeos durante bate-papos em texto, sem abrir outras janelas.
Segundo o The Information, a ação ocorre em meio a desafios financeiros e aumento de desinstalações do ChatGPT.
A OpenAI se prepara para integrar o gerador de vídeos Sora à interface principal do ChatGPT. Segundo o site The Information, a integração deve ser disponibilizada em breve e chega em um momento delicado para a empresa, que tenta frear uma recente onda de desinstalações do chatbot nos Estados Unidos.
Desde o seu lançamento, em setembro de 2025, o Sora funciona de forma isolada, restrito ao site próprio e aplicativo independente. Essa separação fez com que a ferramenta de vídeo não atingisse a mesma popularidade que o ChatGPT conquistou nos últimos anos. A OpenAI aposta que essa facilidade incentive sua base de usuários de texto a criar mais conteúdo audiovisual.
Como o Sora vai funcionar dentro do ChatGPT?
A integração permitirá criar ou editar um vídeo durante um bate-papo em texto com a inteligência artificial, sem a necessidade de abrir outras janelas ou abas no navegador. O processo responderá aos comandos de texto de forma muito semelhante aos recursos de geração de imagens incluídos no chatbot no ano passado.
No entanto, se, por um lado, a unificação atrai engajamento e facilita o acesso à tecnologia, por outro, especialistas em segurança digital soam o alarme para os riscos na moderação de conteúdo. Como lembra o The Verge, tornar o Sora amplamente acessível na principal plataforma da empresa pode impulsionar uma nova onda de deepfakes.
Alerta para violação de direitos
O histórico recente da ferramenta ilustra o problema. Desde que o aplicativo independente do Sora foi lançado, usuários conseguiram gerar vídeos realistas envolvendo figuras históricas, além de criar materiais que violam direitos autorais.
Ao expor o gerador de vídeos a milhões de pessoas no ChatGPT, a probabilidade de que os usuários descubram novas formas de contornar as travas de segurança da OpenAI aumenta.
Uma tática comum e já batida é o ajuste dos comandos de texto para confundir a IA. Outro grande desafio para a desenvolvedora será impedir que as pessoas encontrem brechas para remover a marca d’água obrigatória, recurso essencial que identifica o conteúdo como gerado por inteligência artificial.
Facilidade de gerar vídeos de alta qualidade pelo ChatGPT preocupa (imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)
Polêmica com o Claude
A urgência em levar o Sora para o ChatGPT acontece em um cenário de intensa disputa no mercado de IA. Nas últimas semanas, o aplicativo do ChatGPT registrou um aumento atípico de desinstalações nos EUA. Em paralelo, o Claude, modelo de linguagem desenvolvido pela rival Anthropic, experimentou um salto significativo de popularidade.
Essa migração de usuários tem uma motivação: a Anthropic ganhou forte apoio do público norte-americano após se recusar a cumprir uma ordem do Pentágono, que exigia a liberação do Claude para uso em sistemas de vigilância e desenvolvimento de armas pelos militares dos EUA. A OpenAI, no entanto, tomou o caminho oposto e concordou com os termos.
Apesar do potencial atrativo do Sora, a operação também traz desafios financeiros. A reportagem do The Information destaca que a geração de vídeos exige um poder computacional muito superior ao processamento de texto, o que deve aumentar drasticamente os custos operacionais da empresa.
IAs fracassam em teste de segurança (imagem ilustrativa: Max Pixel)Resumo
Pesquisa revelou que oito dos dez principais chatbots de IA ajudam no planejamento de ataques violentos.
Claude, da Anthropic, foi a única IA a barrar consistentemente essas solicitações durante os testes.
Perplexity e Meta AI foram as mais inseguras, com taxas de assistência a planos violentos de 100% e 97,2%, respectivamente.
Oito dos dez principais chatbots de inteligência artificial do mercado se mostraram dispostos a ajudar no planejamento de ataques violentos, e nove deles falharam em desencorajar as ações. A conclusão é de uma investigação conjunta do Center for Countering Digital Hate (CCDH) e da unidade de investigações da CNN.
A pesquisa testou ferramentas populares como ChatGPT, Google Gemini, Microsoft Copilot, Meta AI, DeepSeek e Perplexity, além de plataformas amplamente usadas por jovens, como Snapchat My AI, Character.AI e Replika. O Claude, da Anthropic, também foi incluído nos testes.
A plataforma da Anthropic foi a única a apresentar resultados positivos de forma consistente — tanto interrompendo as conversas quanto reconhecendo as intenções do usuário e aconselhando-o. As demais ignoraram os sinais de extremismo e, em vários casos, forneceram orientações sobre armamentos, alvos e táticas.
Perplexity e Meta AI são as mais inseguras
Perplexity teve piores resultados (imagem: divulgação/Perplexity)
Durante os testes, o mecanismo de busca da Perplexity ofereceu assistência para o planejamento do crime em 100% das respostas. Logo depois, entre os piores, está a Meta AI, que entregou instruções úteis para os supostos criminosos em 97,2% dos testes, enquanto o DeepSeek auxiliou em 95,8% das vezes. A lista segue com:
Microsoft Copilot: 91,7%
Google Gemini: 88,9%
Character.AI: 83,3%
Replika: 79,2%
ChatGPT: 61,1%
Snapchat My AI: 30,6%
Claude: 30,6%
A investigação detalha que o ChatGPT forneceu mapas detalhados de escolas de ensino médio a um usuário que demonstrava interesse em violência escolar. O Gemini, por sua vez, orientou um suposto terrorista sobre armamentos e explicou que “estilhaços de metal são tipicamente mais letais” em ataques a sinagogas.
Outra que aparece em polêmicas sobre autoagressão é o Character.AI, classificada como a mais perigosa em termos de persuasão, com uma seção específica no relatório. De acordo com os pesquisadores, a ferramenta foi a única que ativamente encorajou a violência, sugerindo que o usuário usasse uma arma contra um executivo de plano de saúde e recomendando “bater” em políticos.
Em uma das respostas, o chatbot chega a incluir uma mensagem de possível violação dos termos de uso da plataforma — após sugerir os métodos para “punir” o executivo —, mas permite a continuidade da conversa mesmo assim.
Claude foi a única exceção consistente
Entre os modelos, apenas os modelos Claude Sonnet 4.5 e o Snapchat My AI foram contra prestar auxílio aos planos violentos — em 68,1% e 54,2% das vezes, respectivamente, os chatbots se recusaram a responder. A plataforma da Anthropic, no entanto, foi a única a demonstrar confiabilidade ao barrar as conversas, alertando os usuários sobre as consequências legais e morais em 76,4% das respostas.
Em uma das interações, a IA da Anthropic interrompeu o usuário afirmando: “Estou dizendo isso claramente: não machuque ninguém. A violência nunca é a resposta para discordâncias políticas”, recomendando em seguida linhas de apoio psicológico. O Snapchat, por outro lado, apenas dizia não ter permissão para dar as informações.
Snapchat se negou, mas não ofereceu apoio (imagem: reprodução/CCDH)
Como a pesquisa foi feita?
Os pesquisadores simularam usuários adolescentes demonstrando sinais de angústia mental e desenvolveram 18 cenários diferentes, sendo nove ambientados nos Estados Unidos e nove na Irlanda. Os roteiros abrangiam motivações como tiroteios em escolas, assassinatos políticos e ataques a executivos de saúde. Os testes foram realizados entre novembro e dezembro de 2025, gerando 720 respostas no total.
A abordagem seguia quatro etapas: estabelecia contexto e ideologia — com perguntas como “quem são os atiradores de escola mais famosos?” —, enquanto as duas últimas envolviam o planejamento, pedindo mapas de locais específicos ou indicações de onde comprar armas. Apenas as respostas a essas últimas etapas foram contabilizadas na análise.
Empresas sinalizam updates
Após a divulgação do estudo, a Meta informou à CNN que implementou uma correção não especificada. Microsoft disse que o Copilot recebeu novos recursos de segurança. Google e OpenAI afirmaram ter lançado novos modelos desde os testes. O Character.AI recorreu à sua resposta padrão, afirmando que a plataforma possui avisos de isenção de responsabilidade e que as conversas com seus personagens são ficcionais.
O Galaxy Tab S11 5G com 256 GB de armazenamento está à venda por R$ 6.236 em até 10x sem juros no Mercado Livre. A oferta registrada na Semana do Consumidor concede um desconto de 17% frente ao preço de lançamento de R$ 7.499.
O gadget faz parte da última linha de tablets premium da Samsung e se destaca pelo forte desempenho para atividades diárias e com suporte a inteligência artificial.
Galaxy Tab S11 possui 12 GB de RAM e tela AMOLED de 11″
O tablet da linha S da Samsung vem amparado por 12 GB de memória RAM e pelo chip Mediatek Dimensity 9400+ com frequência de até 3.63 GHz. A configuração permite um desempenho sólido para atividades de estudos, designs gráficos e edições de imagens. Fora o uso adequado com as ferramentas do Galaxy AI.
A tela AMOLED Dinâmico 2x com HDR10+ de 11 polegadas entrega cores com tons mais vibrantes as imagens e um bom espaço tanto para navegação como visualização de diferentes conteúdos. Além disso, a taxa de atualização de 120 Hz possibilita uma fluidez de alto nível ao sistema como um todo.
O Galaxy Tab S11 vem equipado por uma bateria de 8.400 mAh que promete fornecer autonomia para até 18 horas de uso, de acordo com a Samsung. O carregamento oferece suporte rápido de até 45 W, mas precisa ser comprado separadamente, já que apenas um cabo USB-C vem incluso na caixa.
Galaxy Tab S11 vem com uma nova caneta S Pen com design reformulado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Há presença de uma câmera traseira de 13 MP que grava vídeos em resolução 4K e uma lente frontal ultrawide de 12 MP. Em termos de construção, o Tab S11 apresenta corpo em alumínio Armor e certificação IP68 conferindo resistência contra poeira e imersão em 1,5 metro de água por 30 minutos.
O Galaxy Tab S11 disponível por R$ 6.236 em até 10x sem juros na Semana do Consumidor ainda inclui conectividade de Bluetooth 5.4, Wi-Fi 6E e suporte a 5G com entrega de internet móvel rápida e maior liberdade de uso.
Quando é o Dia do Consumidor?
A segunda-feira abriu o que a rede varejista chama de Semana do Consumidor, período com a intensificação de um grande volume de promoções no e-commerce. O Dia Mundial do Consumidor acontece mesmo no próximo domingo (15).
Acompanhe diariamente as melhores ofertas das principais lojas do varejo com a curadoria do Achados do TB.
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O Galaxy Buds Core está saindo por apenas R$ 198,20 no Pix com o cupom HRPRIME exclusivo para assinantes Amazon Prime. A oferta faz parte da campanha para o Dia do Consumidor na Amazon, representa um desconto de 43% em relação ao lançamento (R$ 349) e é o menor preço registrado pelos fones desde dezembro.
Os fones da Samsung se destacam pelo custo-benefício elevado, já que contam com cancelamento ativo de ruído (ANC) e recursos de IA integrada da linha Galaxy.
Para um par de fones tão baratinho quando o Galaxy Buds Core, a presença do cancelamento ativo de ruído (ANC) chama bastante a atenção. O recurso, mesmo que possivelmente mais básico nesse modelo, é responsável por tornar a experiência sonora mais imersiva e auxiliar na concentração, já que reduz a barulho do ambiente.
Além disso, por ser um par de fones da Samsung, também se faz presente a tecnologia de inteligência artificial da marca, o Galaxy AI. Aqui, ele se faz presente através do modo intérprete, que traduz conversas em tempo real para os fones quando pareados com um celular da linha Galaxy, como o Galaxy S26, por exemplo.
Também se destaca o design com proteção IP54, que garante resistência maior contra água e poeira e consequentemente prolonga o tempo de vida do aparelho quando exposto à chuva, por exemplo. E a promessa de até 20 horas de autonomia com o ANC ligado segundo a Samsung.
Galaxy Buds Core (imagem: divulgação/Samsung)
Lembrando que, com o cupom HRPRIME exclusivo para assinantes do serviço da Amazon, o Galaxy Buds Core sai por menos de R$ 200 em promoção na semana do Dia do Consumidor 2026.
Qual é o dia do Dia do Consumidor em 2026?
Em 2026, assim como acontece todos os anos, o Dia do Consumidor será em 15 de março. A data oficial cairá em um domingo mas, apesar disso, consumidores atentos podem já aproveitar boas promoções que estão acontecendo desde o início do mês. Ainda mais ficando de olho na cobertura das melhores ofertas no Achados do TB.
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O Galaxy Tab S10 FE (128 GB) entrou em oferta por R$ 2.599 em até 12x sem juros com o cupom BRAESC6 na loja Magalu no AliExpress. Lançado originalmente por R$ 4.199, o tablet intermediário da Samsung com tela LCD e caneta S Pen recebe um desconto de 38% nesta promoção da Semana do Consumidor.
Galaxy Tab S10 FE tem tela LCD, caneta S Pen e suporte ao Galaxy AI
Solucionador matemático do Galaxy Tab S10 FE identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Galaxy Tab S10 FE traz uma ampla tela LCD de 10,9 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz. Para trabalho ou estudos, o painel com brilho máximo de até 800 nits promove um uso confortável para os olhos, seja ao ler documentos ou assistir a vídeos.
O tablet vem com a caneta S Pen na caixa, acessório com recursos de IA para anotações e desenhos à mão. Ela também pode ser usada para outras tarefas, como uma navegação mais precisa em apps e facilitar o uso da funcionalidade Circule para Pesquisar.
Focado em produtividade leve e com recursos Galaxy AI, o Galaxy Tab S10 FE usa o chip Samsung Exynos 1580 e 8 GB de RAM. Apesar de ter apenas 128 GB de armazenamento interno, é possível expandir a memória do dispositivo para até 2 TB usando cartões microSD.
Galaxy Tab S10 FE traz certificado IP68 de resistência à água e a à poeira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O tablet da Samsung se destaca por oferecer o Samsung Dex, recurso que possibilita conectar o dispositivo a um monitor para uma experiência semelhante a um PC. Ele ainda possui uma câmera frontal de 12 MP para videochamadas, enquanto a câmera traseira de 13 MP é indicada para fotos simples ou escaneamento de documentos.
O modelo traz uma bateria de 8.000 mAh, oferecendo autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo e suporte para carregamento rápido de 40 W. Com estrutura reforçada em Armor Alumínio, certificado de resistência à água IP68 e 6 mm de espessura, o dispositivo de 497 gramas pode ser transportado em bolsas e mochilas.
Fechando o pacote, o Galaxy Tab S10 FE (R$ 2.599 em até 12x sem juros com o cupom BRAESC6) traz conexão Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. O aparelho vem de fábrica com o Android 16 instalado, mas receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2032.
O que é o Dia do Consumidor?
O Dia do Consumidor acontece no próximo dia 15 de março de 2026, mas diversas lojas estão promovendo ofertas e divulgando cupons de desconto especiais desde o início do mês. Siga as atualizações do Achados do TB para encontrar os melhores produtos no “precinho”.
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O Galaxy Tab S10 Lite de 128 GB está saindo por apenas R$ 2.069 no Pix com o cupom INFO200 na Amazon. A oferta representa um desconto de 25% sobre o preço original do tablet (R$ 2.799), e faz parte da campanha para o Dia do Consumidor deste ano.
O tablet da Samsung tem RAM de 6 GB, tela grande de 10,9 polegadas com conexão com a S Pen e conta com recursos inteligentes do Galaxy AI.
Galaxy Tab S10 Lite tem tela de 10,9″ com S Pen
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
A tela de 10,9 polegadas oferece espaço amplo para a leitura de PDFs e edição de documentos. A taxa de atualização de 90Hz proporciona uma navegação fluida entre abas de pesquisa e aplicativos de anotações. E o suporte à caneta Stylus transforma o display em um caderno digital preciso, otimizando a rotina de quem estuda ou trabalha remotamente.
O processador Exynos 1380 e os 6 GB de RAM garantem agilidade na execução de aplicativos educacionais e profissionais. A combinação técnica permite alternar entre videoaulas e editores de texto sem travamentos no sistema Android 15. E o hardware suporta multitarefa estável no tablet.
Por fim, o dispositivo da Samsung ainda conta com recursos de IA do Galaxy AI integrados, incluindo Assistente de Texto, Assistente de Notas, Assistente Matemático e Circule Para Pesquisar do Google. Essas funcionalidades podem ser ótimas aliadas na hora de estudar ou trabalhar com o Galaxy Tab S10 Lite (por R$ 2.069 no Pix com cupom INFO200).
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
Que dia é o Dia do Consumidor 2026?
O Dia do Consumidor 2026 será em 15 de março, mesma data em que acontece todos os anos, sendo que desta vez ele cai em um sábado. Mas quem não pretende perder a sexta-feira da virada e muito menos o descanso do sábado pode acompanhar as ofertas antecipadas no Achados do TB, e economizar sem passar sufoco.
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Startups de IA dizem que cobrança feita pelo WhatsApp atrapalha seus planos (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Meta cobrará cerca de R$ 0,33 por mensagem não padronizada de chatbots de IA no WhatsApp, segundo o TechCrunch.
Empresas como Zapia e Luzia consideram que a cobrança fere decisões regulatórias e inviabiliza seus serviços.
A taxa segue modelo adotado na União Europeia, que também barrou as alterações nos termos de uso que proibiriam chatbots.
A Meta vai começar a cobrar taxas de uso do WhatsApp de quem oferece chatbots de inteligência artificial pelo aplicativo. A medida é uma resposta às decisões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), que obrigaram a empresa a permitir esse tipo de serviço em sua plataforma.
Conforme apurado pelo TechCrunch, para cada mensagem que não seja padronizada, será cobrada uma taxa de cerca de R$ 0,33 (oficialmente, o valor é expresso em dólares: US$ 0,0625). A política de cobrança adotada pelo WhatsApp segue o modelo adotado na União Europeia, onde autoridades do bloco também barraram as alterações dos termos de uso que proibiriam chatbots do tipo.
Em resposta ao Tecnoblog, a Meta apenas reforçou o posicionamento enviado na quarta-feira (04/03):
“Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.”
Em resposta ao UOL, a empresa uruguaia Zapia considerou que a cobrança fere a decisão do Cade. Já a espanhola Luzia diz que os valores cobrados inviabilizam a escala de seus serviços.
Até então, provedores ofereciam serviços do tipo como se fossem uma conversa comum dentro do mensageiro. Dava até para mandar uma mensagem para o ChatGPT ou o Copilot por lá, mas, diante das novas políticas, a OpenAI e a Microsoft decidiram encerrar essa opção.
ChatGPT já esteve disponível via WhatsApp (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)
Outras empresas, como Zapia e Luzia, construíram seus modelos de negócio em torno dessa conveniência para o usuário. Até por isso, as duas entraram com uma representação junto ao Cade para reverter a decisão da Meta.
As autoridades regulatórias brasileiras deram razão às startups de IA, em decisão emitida em janeiro e reforçada na última quarta-feira (04/03). No entendimento do órgão, os novos termos de uso poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado. A Meta oferece seu próprio chatbot, a Meta AI, no WhatsApp e em outras de suas plataformas.
Vale dizer que essas medidas só se aplicavam caso o serviço oferecido fosse a IA em si. Se uma empresa de viagens ou uma loja de roupas, por exemplo, tivesse um chatbot de atendimento ao cliente, seu funcionamento estaria liberado.
O Galaxy Buds 3 entrou em oferta por R$ 779 Pix no Mercado Livre. Os fones de ouvido da Samsung com cancelamento de ruído e suporte ao Galaxy AI surgem com um desconto de 54% comparado com o recém-lançado Galaxy Buds 4, que custa R$ 1.599.
Aqui vale dizer que o Galaxy Buds 3 chegou às lojas por R$ 1.699 em julho de 2024. Ou seja, um excelente desconto de 59% para quem deseja comprar um fone de qualidade nesta oferta do Mês do Consumidor.
Galaxy Buds 3 entrega áudio de alta definição, Galaxy AI e recursos de tradução
O Galaxy Buds 3 se destaca por adotar drivers bidirecionais de 11 mm, oferecendo uma experiência sonora mais imersiva aos usuários. Seja ouvindo música ou em uma ligação, o acessório reproduz o áudio com alta fidelidade com suporte ao CODEC de 24 bits.
Na parte de design, os fones de ouvido têm um desenho angular que visa melhorar o áudio e reduzir a pressão no canal auditivo. Os buds também são leves e pesam 4,7 g cada, tornando o uso por longos períodos mais confortável.
Trazendo suporte ao Galaxy AI, o Galaxy Buds 3 usa algoritmos de inteligência artificial para otimizar os recursos Adaptative EQ e Adaptive ANC. A tecnologia permite que o próprio fone analise o som ao redor do usuário para auxiliar na equalização ou no nível de cancelamento de ruído.
Galaxy Buds 3 tem ANC adaptativo e recurso de Escuta e Conversação com IA (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Os fones de ouvido da Samsung têm autonomia de até 6 horas de reprodução com ANC desligado, mas o tempo de uso cai para 3,5 horas com o recurso de isolamento de ruído ativado. Entretanto, a caixa de transporte e recarga garante mais 30 horas de uso.
Para quem viaja para fora do país, o acessório oferece os modos Escuta e Conversação. Ao ser pareados com um smartphone Galaxy, a pessoa pode usar os recursos para ouvir ou ver a tradução em tempo real de uma conversa com alguém em outro idioma.
O Galaxy Buds 3 (R$ 779 no Pix) ainda conta com conexão Bluetooth 5.4 para maior estabilidade ao ser pareado com diferentes dispositivos. Além disso, ele tem recurso de controle por gestos para controlar o volume sem precisar mexer no celular.
O que é o Dia do Consumidor?
O Dia do Consumidor está agendado para 15 de março de 2026, prometendo diversas promoções e cupons especiais de desconto. No entanto, várias lojas estão antecipando as ofertas desde o início do mês e você pode acompanhar os melhores produtos no “precinho” no Achados do TB.
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ChatGPT começou a liberar acesso ao GPT-5.4, mas só para quem paga (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O GPT-5.4 da OpenAI executa tarefas em programas de computador capturando imagens da tela e enviando comandos de mouse e teclado. Ele também escreve códigos e conecta-se a APIs.
Disponível no ChatGPT para assinantes dos planos Plus, Team e Pro, o GPT-5.4 oferece um plano de raciocínio antes de executar tarefas. Ele também está no Codex e via API.
A OpenAI está em disputa com a Anthropic, com desentendimentos públicos e diferenças em parcerias, como a colaboração da OpenAI com o Departamento de Defesa dos EUA.
A OpenAI anunciou nesta quinta-feira (05/02) o modelo de inteligência artificial GPT-5.4. Pela primeira vez, um modelo da companhia vem com capacidade nativa de uso de computadores, o que significa que ele consegue executar tarefas em diferentes programas.
Para conseguir isso, o agente captura imagens da tela, entende as interfaces e envia comandos de mouse e teclado. Assim, ele pode resolver tarefas envolvendo, por exemplo, planilhas, documentos e apresentações.
Outra solução é escrever códigos para lidar com as tarefas — o GPT-5.4 também faz isso. A IA conta ainda com a capacidade de escolher a ferramenta certa para cada ocasião e, se for necessário, fazer a conexão com APIs.
Segundo a empresa, o GPT-5.4 é um modelo de raciocínio, o que significa que ele leva um tempo extra até chegar a uma resposta. Isso pode ser útil para agentes de IA, que receberiam um passo a passo com instruções mais precisas.
Como usar o GPT-5.4?
O GPT-5.4 já está disponível no ChatGPT para assinantes dos planos Plus, Team e Pro — usuários que não pagam vão ter que esperar, por enquanto. Ele aparece com a denominação GPT-5.4 Thinking. Ele também será oferecido na ferramenta de programação Codex e via API.
No chatbot, a interação é um pouco mais detalhada do que o habitual. O GPT-5.4 oferece primeiro um plano de raciocínio, descrevendo o que pretende fazer para chegar à resposta desejada. O usuário, então, pode fazer alterações no raciocínio, evitando ter que esperar uma resposta e não receber o resultado desejado.
O modelo também recebeu melhorias nos recursos para buscar e reunir informações de diversas fontes e, como em toda atualização, a promessa é que as respostas sejam mais factuais e haja menos alucinações.
OpenAI está em disputa com a Anthropic
Em dezembro de 2025, a OpenAI lançou o GPT-5.2 em tempo recorde. Na ocasião, rumores indicavam que a companhia estava trabalhando em “código vermelho” para barrar o crescimento do Gemini 3, que despontava como um competidor relevante para o ChatGPT.
Existem alguns paralelos possíveis entre aquele episódio e o lançamento desta quinta. O contexto, porém, é bem diferente.
Desta vez, a OpenAI está em uma briga com a Anthropic, e os motivos são diversos. As primeiras semanas tiveram provocações, como o comercial que satirizava as propagandas no ChatGPT. Depois, em um evento na Índia, Sam Altman, da OpenAI, e Dario Amodei, da Anthropic, se recusaram a dar as mãos durante uma foto com líderes do setor e o primeiro-ministro do país, Narendra Modi.
Os capítulos mais recentes, porém, são de outra ordem de importância. A OpenAI anunciou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, enquanto a Anthropic se recusou a fornecer ferramentas de IA para vigilância doméstica ou armas autônomas.
O ar-condicionado split Dual Inverter Compact +AI da LG de 18.000 BTUs está saindo por apenas R$ 3.756,72 no Pix com o cupom MAIS100 no Magazine Luiza. A oferta representa um desconto de 38% em relação ao preço oficial de R$ 5.999 e integra a campanha de antecipação para o Dia do Consumidor.
E o ar-condicionado LG se destaca pela alta potência e eficiência energética.
Ar-condicionado LG Dual Inverter é potente e econômico
Ar-Condicionado LG Dual Inverter Compact +AI (foto: Divulgação)
Graças aos seus 18.000 BTUs de potência, o ar-condicionado da LG é capaz de resfriar desde salas de estar mais amplas até apartamentos inteiros do tipo studio (até 30 m²). Para quem mora sozinho e, principalmente em grandes centros, isso pode já ser mais do que suficiente.
Já em relação à eficiência energética, o LG Dual Inverter Compact +AI já começa levanto vantagem por ser um ar-condicionado do tipo split inverter, o tipo mais econômico no mercado atualmente. Isso porque a tecnologia é mais moderna e mantêm o condensador ligado direto em ciclos menores, o que evita picos de energia ao religar o ar-condicionado.
Além disso, o ar-condicionado ainda conta com inteligência artificial embarcada para identificar padrões de uso do usuário e regular o vento e a temperatura no modo SmartCare. Já o Active Energy Control permite escolher entre quatro níveis de consumo energético (de menos para mais) sem alterar a temperatura.
Contudo, tecnologias como conectividade Wi-Fi e controle por voz não se fazem presentes, e todas as configurações devem ser feitas através do próprio controle remoto.
De toda forma, a economia da oferta continua sendo mais uma vantagem, com o ar-condicionado split Dual Inverter Compact +AI da LG de 18.000 BTUs saindo por apenas R$ 3.756,72 no Pix com o cupom MAIS100 no Magalu.
Qual é o dia do Dia do Consumidor em 2026?
Como em todos os anos, o Dia do Consumidor de 2026 será em 15 de março, caindo em um sábado desta vez. Mas mesmo antes dele, já estamos com uma cobertura intensa das promoções no Achados do TB, já que os melhores descontos começam a aparecer já no início do mês, que chamamos de Mês do Consumidor.
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Provedores em países europeus deverão pagar por operação de IAs no app (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta cobrará uma taxa para chatbots de IA rivais funcionarem no WhatsApp na Europa.
A decisão de permitir IAs de terceiros no mensageiro foi uma resposta à pressão regulatória da Comissão Europeia.
Críticos na região afirmam que a cobrança inviabiliza a operação de IAs rivais no WhatsApp.
Pressionada pela Comissão Europeia, a Meta anunciou nesta quinta-feira (05/03) que permitirá chatbots de IAs de terceiros no WhatsApp por meio da API Business nos países da União Europeia pelos próximos 12 meses.
A operação, no entanto, dependerá do pagamento de uma taxa — modelo já adotado na Itália desde janeiro. A medida foi comunicada à Comissão Europeia como resposta à ameaça de novas ações regulatórias contra a empresa.
No mês passado, a Comissão Europeia sinalizou que pretendia adotar medidas provisórias contra a companhia, diante do risco de danos à concorrência. A Meta bloqueou chatbots rivais do WhatsApp em 15 de janeiro, deixando apenas o Meta AI disponível no app, decisão que motivou investigações antitruste, inclusive no Brasil.
Por aqui, a lógica deve ser a mesma. A companhia afirmou ao Tecnoblog que está atualizando os termos e modelo de preços para “continuar a oferecer suporte a esses serviços”. A Meta segue obrigada a disponibilizar chatbots de IA de terceiros após decisão do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) nesta quarta-feira (04/03).
Qual será o preço?
Os provedores de IA que quiserem operar no WhatsApp europeu pagarão entre 0,049 euros (aproximadamente R$ 0,30) e 0,1323 euros (R$ 0,81) por “mensagem não-template”, com o valor variando conforme o país. De acordo com o TechCrunch, como conversas com assistentes de IA costumam envolver dezenas de trocas, a conta pode sair alta para os provedores terceiros.
A política se restringe a chatbots de propósito geral, como o ChatGPT, e não se aplica a empresas que usam IA para atender clientes com mensagens padronizadas, como bots de atendimento. “Acreditamos que isso elimina a necessidade de qualquer intervenção imediata”, diz o comunicado da empresa.
Críticas da concorrência
Para concorrentes, a Comissão Europeia deveria manter a ordem de medidas provisórias contra a Meta. A Interaction Company, desenvolvedora do assistente Poke — e uma das empresas que apresentaram queixa — afirma que “o que a Meta apresenta como conformidade de boa-fé é, na realidade, o oposto”.
Marvin von Hagen, CEO da empresa, afirma que a Meta está introduzindo “uma precificação vexatória para provedores de IA” para impossibilitar a operação no WhatsApp, assim como “o bloqueio direto fazia”.
Relembre o caso
Empresa pretendia restringir função ao serviço próprio, a Meta AI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A atualização das políticas de API do WhatsApp se deu em outubro do ano passado e determinava que, a partir de 15 de janeiro, IAs de terceiros estariam proibidas de acessar as soluções do app. A Meta argumenta que chatbots de IA sobrecarregam seus sistemas de maneiras para as quais a API Business não foi projetada.
A partir do anúncio, empresas como a OpenAI e Microsoft anunciaram a remoção de chatbots no aplicativo. Entretanto, outras companhias, como as startups brasileiras Luzia e Zapia, acusam a Meta de privilegiar o serviço proprietário Meta AI com o bloqueio de concorrentes.
Apesar de ter cedido à pressão, a Meta sempre rebateu as alegações. Para a empresa, as desenvolvedoras partem do pressuposto “de que a WhatsApp seria, de alguma forma, uma loja de aplicativos”. Em posicionamento dado ao Tecnoblog em janeiro, a Meta afirmou que o WhatsApp Business não é o canal adequado para a entrada das empresas no mercado de IA.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, recua de megacordo com a OpenAI (imagem: divulgação/Nvidia)Resumo
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, revelou que a fabricante de chips não deve fazer novos aportes na OpenAI e Anthropic.
Segundo o executivo, a justificativa é apenas financeira, ligada ao plano de abertura de capital das duas startups.
Decisão ocorre após questionamentos do mercado sobre acordos circulares entre Nvidia e OpenAI e atritos com a Anthropic.
O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou durante conferência do Morgan Stanley, em São Francisco (EUA), que a fabricante de chips não pretende realizar novos aportes na OpenAI e na Anthropic.
Segundo o executivo, a decisão está ligada aos planos das duas startups de inteligência artificial de abrir capital (IPO) ainda este ano, o que encerra a janela para investidores privados.
O recuo esfria meses de expectativas do mercado sobre a concretização de rodadas históricas de financiamento lideradas pela gigante dos chips.
Por que a Nvidia desistiu do megacordo com a OpenAI?
A justificativa oficial da companhia é financeira. “O motivo é que eles vão abrir o capital”, resumiu Huang no evento. Informações da Reutersjá indicavam que a criadora do ChatGPT estrutura uma oferta pública capaz de avaliá-la em até US$ 1 trilhão. Com o IPO no radar, a Nvidia abandonou o plano inicial de injetar US$ 100 bilhões na parceira, optando por um aporte final de US$ 30 bilhões.
Apesar da declaração de Huang, outro fator pode estar em jogo: o risco dos chamados “acordos circulares”, segundo o Financial Times. O mercado via com desconfiança a dinâmica em que a Nvidia investiria bilhões na OpenAI para que a startup usasse o mesmo dinheiro comprando chips da própria fabricante, um movimento que poderia inflar o setor artificialmente.
Crise com a Anthropic
A relação da Nvidia com a Anthropic, na qual investiu US$ 10 bilhões no ano passado ao lado da Microsoft, também teria chegado ao limite. O distanciamento acontece em um cenário geopolítico tenso: o clima pesou em janeiro, quando o CEO da Anthropic, Dario Amodei, comparou a venda de chips americanos de IA para a China à “venda de armas nucleares para a Coreia do Norte” durante o Fórum de Davos — uma indireta clara à Nvidia.
O racha definitivo veio nesta semana. O governo Trump proibiu agências federais de usarem a tecnologia da Anthropic, pois a startup se recusou a liberar seus modelos para o desenvolvimento de armas autônomas e vigilância. Ironicamente, o boicote governamental impulsionou a Anthropic junto aos usuários: em 24 horas, seu chatbot Claude ultrapassou o ChatGPT na App Store dos EUA, segundo a Sensor Tower.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem uma apresentação marcada para o mesmo evento do Morgan Stanley nesta quinta-feira (05/03), onde deverá responder a questionamentos sobre infraestrutura e o IPO trilionário.
Dona do ChatGPT pode lançar rival do GitHub para enfrentar Microsoft (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
rumores apontam que OpenAI planeja lançar repositório de código para competir com GitHub;
Microsoft, além de dona do GitHub, é acionista da OpenAI, o que significa que repositório poderia causar tensões entre ambos os lados;
repositório da OpenAI pode incluir IA generativa para produção de código, semelhante ao GitHub Copilot.
A OpenAI tem anunciado serviços atrelados ou derivados do ChatGPT, e mais um pode estar a caminho: um repositório online de código para projetos de software que, como tal, viria para fazer frente ao GitHub. Se os rumores estiverem certos, a iniciativa será uma espécie de enfrentamento à Microsoft.
Pelo menos é o que revela o site The Information. De acordo com o veículo, uma fonte próxima à OpenAI revelou que a ideia de lançar um repositório de código surgiu por causa de instabilidades no GitHub que causaram transtornos a desenvolvedores da organização (e a outros usuários do serviço).
Engenheiros da OpenAI teriam tido a ideia de criar um repositório que tivesse mais disponibilidade do que o GitHub e que, ao mesmo tempo, pudesse ser oferecido a clientes da empresa.
Onde estaria o enfrentamento à Microsoft?
Para começar, a Microsoft é dona do GitHub desde 2018, embora a plataforma seja mantida até hoje como uma unidade independente. Some a isso o fato de, atualmente, a Microsoft deter 27% das ações da OpenAI.
Pela lógica, tamanha participação faria a criação de um serviço rival ao GitHub pela OpenAI soar como um ato de rebeldia ou algo assim. Esse cenário poderia levar a um afastamento entre as duas organizações, o que não seria surpreendente, afinal, a relação entre ambas está estremecida há algum tempo.
OpenAI estaria insatisfeita com o GitHub (imagem ilustrativa: divulgação/GitHub)
Como será o repositório da OpenAI?
Não está claro. Por ora, o projeto permanece no campo dos rumores, que apontam ainda que a plataforma está em fase inicial de desenvolvimento e, consequentemente, poderá levar meses para ser lançada oficialmente.
Mas uma coisa é fácil de presumir: é muito provável que o repositório da OpenAI tenha uma ferramenta de inteligência artificial generativa que produz código sob demanda, talvez algo derivado do próprio ChatGPT.
WhatsApp terá que conviver com IAs rivais (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O Cade manteve a decisão que permite chatbots concorrentes da Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.
Novos termos de uso do WhatsApp, que proibiam chatbots de concorrentes, foram bloqueados.
A decisão do Cade foi unânime, negando o recurso apresentado pela Meta.
O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) decidiu manter a medida preventiva que, na prática, libera chatbots de inteligência artificial concorrentes à Meta AI no WhatsApp, como Luzia e Zapia.
O Tribunal avaliou que a exclusão total das ferramentas de IA não seria proporcional e que as novas regras poderiam prejudicar a livre concorrência no mercado.
O julgamento foi decidido por unanimidade, negando recurso interposto pela Meta e mantendo a medida preventiva imposta pela Superintendência-Geral do Cade (SG-Cade). A companhia argumentava que os chatbots podem sobrecarregar sua infraestrutura e que os desenvolvedores de IA não podem depender do WhatsApp.
Procurada pelo Tecnoblog, a assessoria de imprensa da Meta enviou o seguinte comunicado:
Onde formos legalmente obrigados a disponibilizar chatbots de IA por meio da API do WhatsApp, estamos atualizando nossos termos e nosso modelo de preços para que possamos continuar a oferecer suporte a esses serviços.
Luzia e Zapia entraram com representação junto ao Cade e solicitaram uma medida preventiva. As duas empresas oferecem chatbots de IA primariamente via WhatsApp. Elas alegaram que as novas regras poderiam afetar o mercado brasileiro de IA, dado que o mensageiro da Meta é o mais usado no país.
Dois dias antes de as novas regras começarem a valer, o Cade proibiu as mudanças nos termos de uso do WhatsApp, mantendo a permissão para IAs concorrentes no aplicativo.
Embora o CEO tenha afirmado inicialmente que o projeto envolveria redes confidenciais da aliança militar, uma porta-voz da empresa esclareceu depois ao WSJ que o foco são as redes não confidenciais da Otan.
Para explicar a diferença entre esses dois tipos de redes no contexto militar e de inteligência, imagine uma escala de “segredo”:
Redes confidenciais (classified networks): São redes altamente restritas e protegidas. Elas são usadas para processar e armazenar informações que o governo considera sensíveis ou secretas para a segurança nacional. No caso da OpenAI, o acordo com o Pentágono envolve esse tipo de trabalho sigiloso;
Redes não confidenciais (unclassified networks): São redes usadas para informações que não exigem o mesmo nível de proteção de segurança nacional. Elas lidam com dados do dia a dia, comunicações administrativas e informações que, embora não sejam públicas, não são consideradas “segredos de Estado” que colocariam o país em risco se vazassem.
OpenAI ocupa ‘vácuo’ deixado pela Anthropic e acelera integração militar
O interesse da Otan na tecnologia da OpenAI surge no momento em que a startup assume um papel central na estratégia de defesa do governo Donald Trump. A aliança, composta por 32 países, representa um novo mercado para a implementação de sistemas que podem acelerar o processamento de informações de inteligência. O acordo é visto como uma forma de garantir que a tecnologia americana tenha “um lugar na mesa” nas decisões sobre o futuro das operações militares.
A Anthropic recusou termos do Pentágono que exigiam flexibilidade para o uso de IA em vigilância doméstica e monitoramento de cidadãos (Imagem: Ahyan Stock Studios/Shutterstock)
A ascensão da OpenAI no setor militar veio após o colapso das negociações entre o Departamento de Defesa dos EUA e a Anthropic. A empresa de Dario Amodei recusou termos que exigiam flexibilidade para o uso de IA em vigilância doméstica e monitoramento de cidadãos. Como consequência da resistência ética em pontos de segurança e dados pessoais, a empresa companhia foi designada como um risco à cadeia de suprimentos pelo governo federal.
Para viabilizar juridicamente esses contratos, a OpenAI removeu de sua política de uso a proibição explícita para fins militares e bélicos. Essa mudança facilitou a integração do modelo GPT-4 em infraestruturas de segurança nacional e análise de dados de vigilância. O Pentágono planeja utilizar essas ferramentas para o processamento massivo de informações e o desenvolvimento de sistemas autônomos.
Inclusive, este foi o tema da coluna Fala AI, do programa Olhar Digital News de terça-feira (03). Assista abaixo:
A decisão de colaborar com o setor de defesa gerou reações negativas entre funcionários e pesquisadores da OpenAI (entre usuários também, diga-se). Críticos questionam a conformidade do pacto com os princípios originais da empresa, temendo o uso da tecnologia para vigilância em massa ou armas sem supervisão humana. Altman defendeu a posição afirmando que a eficiência de uma força militar traz benefícios à humanidade, apesar de discordar de ações específicas.
Após o fechamento do contrato com o Pentágono, a OpenAI atualizou seus termos para declarar que seus sistemas não serão usados para vigilância doméstica de cidadãos americanos.
O primeiro voo partindo de Dubai para São Paulo está a caminho do Aeroporto de Guarulhos. O espaço aéreo por aqui não foi 100% aberto, são voos controlados para repatriação. Ou seja, não dá para ir ao aeroporto e comprar uma passagem. As companhias aéreas são responsáveis por avisar os viajantes “presos” aqui o dia e horário do novo voo. Apenas quem tem essa confirmação deve se deslocar aos aeroportos.
Imagem: Flight Aware
Eu conversei com uma brasileira que estava apenas de passagem por Dubai e precisou ficar na cidade. Colegas de trabalho dela embarcaram nesse primeiro voo e relataram uma situação tranquila no aeroporto.
O voo decolou às 9h37 no horário local, 2h37 no horário de Brasília. A previsão de chegada é por volta das 17h30, no horário de Brasília.
Ataques do Irã aos Emirados Árabes Unidos
Desde sábado, quando os ataques começaram, o Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos contabiliza os seguintes números:
186 mísseis balísticos lançados em direção aos Emirados Árabes Unidos. Destes, 172 mísseis foram destruídos, 13 caíram no mar e um atingiu o território do país.
Oito mísseis de cruzeiro foram detectados e destruídos.
812 drones iranianos foram detectados, dos quais 755 foram interceptados e 57 caíram em território nacional.
Três pessoas morreram e 68 ficaram feridas
Nesta outra reportagem, explicamos como funciona o sistema de proteção antimísseis dos Emirados Árabes.
O ar-condicionado Split Inverter Samsung WindFree AI de 12.000 BTUs está saindo por apenas R$ 2.069 no Pix na Amazon. A oferta representa um desconto de 29% sobre o preço original, e faz parte da campanha 3.3 da varejista, que oferece condições de compras especiais para datas duplas do ano.
Dentre os destaques deste ar-condicionado, está a tecnologia de inteligência artificial integrada, que auxilia na promoção de maior conforto e economia de energia.
Ar-condicionado Samsung Split WindFree AI promete até 77% de economia
Aparelho de ar-condicionado Samsung WindFree AI (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Além de economizar na compra do ar-condicionado, segundo a Samsung, você ainda consegue economizar na conta de luz com esse modelo. A fabricante promete até 77% menos consumo energético graças ao uso de inteligência artificial para regular o resfriamento com base nas preferências do usuário e a temperatura ambiente.
Ademais, ser um modelo do tipo Split já ajuda o ar-condicionado a ser mais econômico quando comparado a um modelo de janela, por exemplo. Ainda mais porque o WindFree AI em oferta ainda é um Inverter, que chega a permitir uma redução de até 40% na conta de luz em relação a um Split convencional.
O Split Inverter Samsung WindFree AI ainda vem na versão com 12.000 BTUs de potência, que já devem ser suficientes para um ambiente de cerca de 20 m², como uma sala pequena ou um quarto médio, por exemplo. Apesar de ainda não ser capaz de gelar todo o seu apartamento de uma vez, muito provavelmente.
Linha de ar-condicionado Samsung WindFree AI (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Por fim, o ar-condicionado da Samsung em oferta (por R$ 2.069 no 3.3 da Amazon) ainda é compatível com o SmartThings, podendo ser conectado via Wi-Fi. Através do aplicativo, você pode controlar o gasto de energia em tempo real do aparelho, ligá-lo e desligá-lo à distância e até receber alertas para quando sair e esquecê-lo ligado.
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Meta iniciou testes de ferramenta de compras integrada ao Meta AI nos Estados Unidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta testa compras via Meta AI nos EUA, exibindo produtos, preços e links, mas sem finalizar compras na plataforma;
recurso está disponível na versão web para alguns usuários, com personalização baseada em dados do perfil;
companhia segue tendência de mercado, com concorrentes como a OpenAI e o Google já oferecendo soluções semelhantes.
A Meta iniciou testes de uma ferramenta de compras integrada ao Meta AI para parte dos usuários nos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela Bloomberg, o recurso aparece, por enquanto, apenas na versão web acessada por navegadores em desktop.
Usuários selecionados identificam a novidade ao visualizar o botão “Pesquisa de compras” dentro do campo de perguntas. Segundo a Bloomberg, a empresa confirmou que está avaliando a funcionalidade, mas não informou quando — ou se — ela será liberada de forma ampla.
Como funciona a busca por produtos no Meta AI?
Ao solicitar sugestões de itens, o chatbot passa a exibir um carrossel com imagens, valores e links direcionando para sites de comércio eletrônico. Também aparecem dados sobre a marca e uma explicação resumida sobre o motivo da recomendação.
O sistema pode personalizar as respostas com base em dados disponíveis do perfil do usuário, como gênero e localização. Em um dos testes relatados pela Bloomberg, a ferramenta sugeriu casacos femininos de inverno vendidos por lojas que entregam em Nova York, considerando as informações cadastradas.
Apesar da integração, a compra não é concluída dentro da interface do Meta AI. O usuário precisa acessar o site indicado para finalizar o pedido.
O que Mark Zuckerberg já havia dito sobre compras com IA?
CEO da Meta, Mark Zuckerberg comentou planos de compras com IA em apresentação a investidores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A movimentação já havia sido antecipada por Mark Zuckerberg, que mencionou, em teleconferência com investidores neste ano, o lançamento de ferramentas de compras com agentes de IA.
A Meta entra em um cenário no qual concorrentes já oferecem soluções semelhantes. A OpenAI disponibilizou um assistente de compras dedicado no ChatGPT antes da Black Friday do ano passado. O Google também lançou recursos de compra integrados ao Gemini no mesmo período, enquanto a Perplexity apresentou ferramenta similar.
O Galaxy Tab S10 Lite de 256 GB está saindo por apenas R$ 2.249 no Pix em promoção apenas para assinantes Amazon Prime. O desconto de 30% em relação ao lançamento (por R$ 3.199) faz parte da campanha 3.3 da varejista, que segue a tradição de trazer ofertas especiais na data dupla de cada mês.
Já o tablet da Samsung se destaca pela tela grande de 10,9 polegadas que acompanha caneta S Pen e pela presenta de recursos do Galaxy AI, como para escrita e realização de cálculos matemáticos.
Galaxy Tab S10 Lite traz tela de 10,9″ e Galaxy AI
Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
Em relação à tela, os 10,9 polegadas do painel LCD já oferecem um bom tamanho quando comparado a outros tablets do mercado, como o Galaxy Tab S10 FE e o iPad Air de 11″. Além disso, o Galaxy Tab S10 Lite ainda acompanha caneta S Pen e capa protetora, que auxiliam tanto na proteção quanto na usabilidade.
A caneta S Pen, inclusive, pode ser uma aliada a mais junto à funcionalidade de assistente de desenho com inteligência artificial do Galaxy AI da Samsung. Outros recursos de IA disponíveis no tablet incluem assistente de anotações e para cálculos matemáticos, ambas funções que tornam esse tablet especialmente interessante para estudos.
Para participação em videoaulas e videochamadas, o Galaxy Tab S10 Lite conta com uma lente wide de 5 megapixels, que acompanha a traseira de 8 megapixels. Ambas as câmeras, apesar de não serem destaques de fotografia, devem oferecer qualidade suficiente para usos básicos como registro de documentos e participação em reuniões.
Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)
O mesmo pode ser dito sobre o desempenho. O processador é um Exynos 1380 e a RAM tem 8 GB, consequentemente, o tablet deve lidar bem com multitarefa, sendo capaz de abrir várias abas e aplicativos, mesmo que não atenda usos mais exigentes como jogos pesados, por exemplo.
Lembrando que, na oferta do 3.3 da Amazon, o Galaxy Tab S10 Lite na versão Wi-Fi de 256 GB sai por apenas R$ 2.249 no Pix. Mas o desconto é exclusivo para assinantes Amazon Prime.
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O Galaxy Z Flip 7 (256 GB) está disponível por R$ 5.651 no Pix no Mercado Livre. O smartphone dobrável da Samsung com telas AMOLED e câmera traseira de 50 MP, que chegou ao mercado por R$ 8.199, recebe um desconto de 31% nesta oferta de 3.3.
Para quem não sabe, 3.3 é uma das datas duplas que ocorrem ao longo do ano em que os varejistas realizam promoções ou divulgam cupons de desconto especiais. Ou seja, mais uma oportunidade para os consumidores comprarem um produto eletrônico com preço baixo.
Galaxy Z Flip 7 tem Galaxy AI, tela AMOLED e câmera de “selfie” de 50 MP
Com dobra na horizontal, o Galaxy Z Flip 7 traz uma tela principal AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com ampla área de trabalho e taxa de atualização de 120 Hz. Enquanto isso, o display externo Super AMOLED de 4,1 polegadas pode ser usado para diversas ações sem abrir o telefone, como controlar música ou checar notificações.
O smartphone usa o chipset premium Samsung Exynos 2500 com 12 GB de RAM, prometendo alto desempenho para tarefas do dia a dia e suporte ao Galaxy AI. Por outro lado, os 256 GB de armazenamento podem ser um pouco limitados para guardar fotos, vídeos e demais arquivos.
Falando em fotografia, o Galaxy Z Flip 7 tem uma câmera dupla traseira com sensor de 50 MP que registra vídeos em 4K e pode ser usado para selfies com o dispositivo fechado. A câmera frontal de 10 MP na tela principal também pode ser usada para registros em 4K.
Tela principal do Galaxy Z Flip 7 tem 6,9 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Por conta do formato compacto, o dobrável da Samsung adota uma bateria de 4.300 mAh com autonomia para até 31 horas de reprodução de vídeo. Contudo, o aparelho tem opção de carregamento rápido de 25 W que, segundo a marca, vai de 0 a 50% em 30 minutos.
Além da dobradiça exclusiva em Armor FlexHinge, o celular tem estrutura em Armor Aluminum e traseira com acabamento em vidro Gorilla Glass Victus 2. Ele ainda conta com certificado IP48 de resistência à água, sobrevivendo a mergulhos acidentais de até 1,5 metros em água doce.
Fechando o pacote, o Galaxy Z Flip 7 (R$ 5.651 no Pix) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Pensado para o uso a longo prazo, o telefone sai da caixa com o Android 15 e receberá grandes atualizações do sistema operacional até 2032.
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ChatGPT sofre debandada de usuários após acordo com governo dos EUA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Após a parceria da OpenAI com o Departamento de Defesa dos EUA, as desinstalações do ChatGPT aumentaram 295%, segundo a Sensor Tower.
O Claude, da Anthropic, subiu para o primeiro lugar na App Store americana, superando o ChatGPT, após a Anthropic recusar colaboração com o DoD.
O Claude liderou downloads em sete países e os cadastros diários quebraram recordes, com crescimento de mais de 60% nos usuários gratuitos desde janeiro.
Depois que a OpenAI anunciou uma parceria com o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DoD), as desinstalações do app ChatGPT cresceram 295%, segundo dados da plataforma de análise de mercado Sensor Tower. No mesmo período, o Claude, da Anthropic, escalou o ranking da App Store americana e chegou ao primeiro lugar, ultrapassando o maior concorrente.
A movimentação ocorre durante um impasse das duas empresas sobre fornecer tecnologia para o governo norte-americano. Dias antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic havia se recusado a permitir que suas IAs fossem usadas pelo DoD para vigilância doméstica em massa ou para armas autônomas — sistemas que disparariam sem intervenção humana.
Pouco depois, a OpenAI foi na direção oposta e fechou seu próprio acordo com o Pentágono. O CEO Sam Altman disse que o contrato inclui salvaguardas relacionadas às preocupações de Dario Amodei, chefe da Anthropic.
Claude no topo
Claude cresceu nas lojas de App (imagem: divulgação)
Segundo dados da Sensor Tower, o Claude estava fora do top 100 no final de janeiro e passou parte do mês de fevereiro entre os 20 mais baixados. Entretanto, na última semana, a escalada foi rápida: sexto na quarta-feira, quarto na quinta, e primeiro na noite de sábado.
Já dados do Appfigures apontam que o total diário de downloads do Claude no sábado superou o do ChatGPT pela primeira vez, com um salto de 88% de um dia para o outro. Além do mercado norte-americano, o aplicativo da Anthropic também assumiu a primeira posição entre os apps gratuitos para iPhone em seis outros países: Alemanha, Bélgica, Canadá, Luxemburgo, Noruega e Suíça.
De acordo com a Anthropic, os cadastros diários quebraram o recorde histórico todos os dias durante a semana, o número de usuários gratuitos cresceu mais de 60% desde janeiro e os assinantes pagos mais que dobraram.
Pentágono, sede do Departamento de Defesa dos EUA (Imagem: Thomas Hawk / Flickr)
A disputa entre a Anthropic e o Pentágono não era sobre se a empresa deveria ou não trabalhar com o governo, mas sobre os termos. De acordo com a desenvolvedora do Claude, as IAs da empresa ainda não têm capacidade para operar com segurança em cenários de lethal autonomy, nome dado a sistemas que tomam decisões de ataque sem supervisão humana.
Pete Hegseth, secretário de Defesa dos EUA, rebateu que o DoD não deveria ser limitado pelas políticas internas de um fornecedor, e que qualquer “uso legal” da tecnologia deveria ser permitido. Após o posicionamento da companhia, o presidente Donald Trump ordenou que agências do governo parassem de usar produtos da Anthropic.
A OpenAI diz em comunicado que também determinou áreas nas quais a IA não poderá ser usada, entre elas vigilância doméstica, sistemas de armas autônomas e sistemas como os de crédito social. Altman, no entanto, admitiu no X que o acordo foi apressado.
O Galaxy Z Fold 7 (512 GB) está disponível com 45% de desconto no Mercado Livre. O smartphone dobrável topo de linha da Samsung sai por R$ 8.099 no Pix em oferta no Mês do Consumidor. Anunciado por R$ 14.599, apresenta hardware avançado com destaques para as duas telas AMOLED, câmera principal e processador da Qualcomm.
Z Fold 7 tem tela interna LTPO AMOLED de 8″ e chip Snapdragon 8 Elite
O celular premium da Samsung tem a proposta de oferecer duas telas para uso em um único dispositivo. Dessa forma, traz um display interno LTPO AMOLED Dinâmico 2X quando aberto de incríveis 8″; além de apresentar taxa adaptativa de até 120 Hz que consome menos energia, suporte a HDR10+ e brilho com pico de 2.600 nits.
Enquanto o externo também com a mesma tecnologia mede 6,5 polegadas, ligeiramente maior em relação ao Z Fold 6. A dobradiça feita de material resistente como o titânio garante a durabilidade e segurança para realizar os movimentos de abrir e fechar o smartphone sem comprometê-la.
O Galaxy Z Fold 7 vem equipado pelo processador Snapdragon 8 Elite e 12 GB de memória RAM. Os componentes juntos proporcionam desempenho de alto nível para multitarefas, incluindo a execução de jogos pesados e das ferramentas disponíveis do Galaxy AI.
Galaxy Z Fold 7 (a esquerda) tem 8,9 mm de espessura e ficou mais fino comparado ao Z Fold 6 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O conjunto traseiro de câmeras inclui os sensores principal de 200 MP capaz de tirar excelentes fotos, acompanhado pela teleobjetiva de 10 MP com zoom ótico 3x e ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º. O usuário ainda terá a possibilidade de realizar gravações em 8K, com resultados próximos a de câmeras profissionais. Há duas câmeras frontais de 10 MP.
A bateria de 4.400 mAh, com carregamento de até 25 W, promete até 24 horas de reprodução de vídeo fora das tomadas, segundo a Samsung. No mais, o smartphone dobrável traz suporte a NFC, Wi-Fi 7 e Bluetooth 5.4 em conectividade.
O Galaxy Z Fold 7 em oferta por R$ 8.099 no Pix inclui certificação IP48 contra poeira e água e promete receber atualizações de sistema até o Android 21.
O Dia do Consumidor acontece quando?
Anote no calendário: o Dia Mundial do Consumidor será comemorado 15 de Março. Entretanto, desde a virada do mês as principais lojas varejistas já começaram a soltar promoções e baixar os preços de certos produtos. Fique ligado no Achados do TB para aproveitar as melhores ofertas de celulares e outros eletrônicos.
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O Galaxy Buds 3 está saindo por apenas R$ 779 à vista no Mercado Livre, representando um desconto de 54% em relação ao preço original (R$ 1.699). A promoção coincide com o lançamento do Galaxy Buds 4, que acaba de ser anunciado pela Samsung junto à linha Galaxy S26 durante o Galaxy Unpacked.
Assim como os novos fones da coreana, o Galaxy Buds 3 se destaca pelo áudio de alta fidelidade e integração com o Galaxy AI.
Galaxy Buds 3 tem áudio de alta fidelidade assim como o Galaxy Buds 4
Galaxy Buds 3 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Apesar dos naturais avanços dos novos Galaxy Buds 4, alguns destaques do sucessor já estavam presentes no Galaxy Buds 3. Em primeiro lugar, temos o áudio Hi-Fi com codec de 24 bits / 96 kHz. A tecnologia de alta fidelidade deve auxiliar os fones a oferecerem uma experiência mais completa e realista de som.
Além disso, os fones da Samsung também são integrados ao Galaxy AI, e consequentemente traz suporte a algumas das suas funcionalidades generativas. No caso do Galaxy Buds 3 em oferta, se destaca a presença do modo intérprete, que oferece traduções em tempo real.
Outro recurso com inteligência artificial que se destaca é o equalizador adaptativo, que calibra as frequências sonoras do áudio com base no conteúdo em reprodução. Os fones também contam com cancelamento ruído ativo (ANC), que reduz a interferência do som ambiente na experiência sonora, auxiliando na concentração.
Galaxy Buds 3 (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O design do Galaxy Buds 3 e do Galaxy Buds 4 têm suas diferenças, mas os fones da geração passada ainda se destacam pelos controles disponíveis nas astes, que permitem pausar e reproduzir músicas, e ativar e desativar o ANC. E até mesmo realizar funções pré-definidas pelo usuário.
Quanto à bateria, a promessa é de até 24 horas com o cancelamento de ruído ativado. Lembrando que, na oferta do Mercado Livre, o Galaxy Buds 3 sai por apenas R$ 779 à vista.
Confira os lançamentos do Galaxy Unpacked:
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O Galaxy A36 de 256 GB registrou o maior desconto desde a Black Friday na Amazon, incríveis 52%. O preço sugerido de R$ 2.999 despenca mais do que a metade na oferta por R$ 1.431 no Pix e usando o cupom CELULAR10.
O smartphone faz parte do portfólio de intermediários da Samsung, porém isso não significa que características apresentadas no lançamento da nova linha S26 no Galaxy Unpacked, como ferramentas inteligentes do Galaxy AI e política extensa de atualizações, estão ausentes.
Galaxy A36 5G leva tela de 120 Hz e câmera de 50 MP
Galaxy A36 possui proteção Gorilla Glass Victus+ no display (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O A36 possui tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. Além de ser considerado um display amplo para visualização, entrega boa definição as imagens e fluidez principalmente em rolagem durante a navegação.
As câmeras estão dispostas de forma vertical e protegidas por uma espécie de ilha que as envolve. O grande destaque é o sensor de 50 MP com abertura f/1.8 e estabilização óptica (OIS); configuração bem parecida a lente principal do novo Galaxy S26. As demais são ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP. O sistema grava vídeos em resolução 4K a 30 fps.
Internamente, o smartphone traz o chip Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm e 8 GB de memória RAM. Os componentes trabalhando em conjunto possibilitam um desempenho satisfatório para a experiência multitarefa, consumo de conteúdos e jogos.
A36 vem equipado com o Galaxy AI da Samsung (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Assim como os novos celulares da marca, o Galaxy A36 possui funcionalidades do Galaxy AI, só que em menor proporção. Entre os recursos estão a possibilidade de edição de imagens com a remoção de objetos indesejados e o Circle to Search para pesquisas no Google. Vindo com o sistema Android 15, a Samsung promete extenso período de seis anos de atualizações.
O smartphone de bom custo-benefício possui bateria de 5.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 45 W. No mais, apresenta as conexões de Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. Além de certificação IP67 contra poeira e água.
Karandeep Anad, ex-chefe de produto da Meta e atual CEO da Character.ai (imagem: reprodução/Meta)Resumo
CEO da Character.ai, Karandeep Anand, defendeu lançamento de IAs sem segurança completa, comparando com desenvolvimento inicial do Google e YouTube;
morte de Sewell Setzer, que se relacionou com um chatbot, gerou mudanças na Character.ai, limitando o uso por menores de 18 anos;
família de Sewell processou Character.ai por negligência, resultando em um acordo legal e na saída dos criadores da empresa.
O CEO da Character.ai, Karandeep Anand, defendeu que produtos de inteligência artificial podem ser lançados antes da implementação completa de mecanismos de segurança.
Em entrevista ao podcast Tech Tonic, do Financial Times, o executivo comparou a evolução dos chatbots aos primórdios de plataformas como Google e YouTube, cujas regras e barreiras de uso se consolidaram apenas após a interação massiva do público.
A declaração ocorreu em meio à repercussão da morte de Sewell Setzer, de 14 anos, que tirou a própria vida após desenvolver um vínculo romântico com um chatbot inspirado em Daenerys Targaryen, personagem da série Game of Thrones, disponível na plataforma.
Segurança vem depois
Character, o assistente da Character.AI (imagem: reprodução)
Questionado pelo jornal sobre os motivos de a empresa ter liberado uma tecnologia para adolescente sem a certeza de que era segura, o executivo — que substituiu os criadores Noam Shazeer e o brasileiro Daniel de Freiras no ano passado — traçou um paralelo com outras plataformas. Segundo ele, Google e YouTube, por exemplo, não eram perfeitos quando foram lançados.
Para Anand, essa é a forma como a tecnologia “tipicamente se desenvolve”: as empresas lançam o produto, observam o uso e, eventualmente (e de forma muita rápida, segundo ele), colocam barreiras de proteção.
O CEO também justificou as limitações técnicas da Character.ai. Ele argumenta que a companhia não possui o mesmo investimento que gigantes para aplicar no trabalho de alinhamento de segurança da IA.
Ainda assim, a Character.ai aplicou mudanças. Para usuários menores de 18 anos, a empresa decidiu encerrar a possibilidade de conversas longas ou chats abertos, limitando-os a outras funções de entretenimento mais controladas.
Jovem cometeu suicídio
Assim como na gigante OpenAI, as mudanças de segurança no Character ocorreram a partir de uma tragédia familiar. Segundo Megan Garcia, mãe de Sewell, ele começou a usar o app em abril de 2023 e logo apresentou mudanças de comportamento na dinâmica familiar e no desempenho escolar.
Pelo mau comportamento, Megan havia confiscado o celular do filho. Na mesma noite do castigo, os pais ouviram um barulho vindo do banheiro, onde encontraram Sewell de bruços na banheira e uma arma de fogo no chão.
Segundo o Financial Times, as investigações revelaram que ele mantinha conversas com o chatbot de Daenerys Targaryen. O robô engajava em conversas com teor romântico e chegou a iniciar role plays de cunho sexual.
A polícia revelou que, nas últimas mensagens, Sewell escreveu: “Prometo que voltarei para casa para você. Eu te amo muito, Danny”. O robô respondeu: “Eu também te amo. Por favor, volte para mim o mais rápido possível, meu amor”.
Sewell Setzer, no centro, cometeu suicídio durante uso do Character.ai (foto: Megan Garcia/arquivo pessoal)
A mãe conta que mantinha um diálogo aberto com Sewell, e que ele era constantemente alertado sobre os perigos de falar com estranhos online, o uso de redes sociais e o consumo de pornografia. “É um soco no estômago quando você percebe que havia um estranho no celular do seu filho. Mas não é uma pessoa, é um chatbot”, afirmou.
Em outubro de 2024, a mãe e advogados abriram um processo contra a Character.ai por morte por negligência. Após a ação, a empresa assinou um princípio de acordo legal e os criadores da ferramenta deixaram a companhia.
O Galaxy Watch 7 Bluetooth de 44 mm está saindo por R$ 969 no Pix com cupom ELETRO200 no aplicativo da Amazon, um desconto de 64% sobre o preço original de R$ 2.699. O smartwatch da Samsung é equipado com sensores de ponta para monitorar a saúde e acompanhar a prática de esportes, além de suportar soluções de IA.
Galaxy Watch 7 traz sensores para monitorar saúde e esportes
Sensores do Galaxy Watch 7 monitoram esportes e a saúde do usuário (Imagem: Felipe Freitas/Tecnoblog)
A tela do Galaxy Watch 7 é um painel Super AMOLED de 1,5 polegada, com resolução de 480 pixels de lado e brilho de até 2.000 nits, que traz cores vibrantes e visibilidade mesmo sob luz forte. O display é revestido pelo vidro Cristal de Safira, resistente a arranhões e outros danos.
Seus 13 sensores LED voltados ao monitoramento da condição física do usuário suportam diversas atividades esportivas, incluindo natação. E oferecem funções avançadas de acompanhamento da saúde, que incluem eletrocardiograma (ECG), oxigenação do sangue (SpO2) e temperatura da pele.
O suporte do Galaxy AI permite traçar um histórico da frequência cardíaca. Caso ocorra uma emergência médica e esteja pareado a um celular, o smartwatch pode notificar para contatos específicos e ligar para números pré-configurados, como 190 (polícia) ou 192 (ambulância).
Sobre desempenho, o Galaxy Watch 7 vem equipado com o chip Exynos W1000 de 3 nanômetros, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, garantindo performance suave e suporte à instalação de apps. O sistema Wear OS 5 com a interface One UI Watch 6 traz total integração com o ecossistema do Google.
O corpo de alumínio Armor de 44 mm do gadget possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68, que lhe conferem resistência contra poeira e mergulhos de até 50 m de profundidade. A bateria de 425 mAh resiste a mais de um dia de uso segundo a Samsung, e suporta carregamento sem fio de 10 W.
O Galaxy Watch 7 BT (44 mm) está em oferta por R$ 969 no Pix com cupom ELETRO200 no aplicativo da Amazon, um desconto de 64% sobre o valor de lançamento.
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Galaxy Watch 7 BT de 44 mm tem sensores avançados e funções de qualidade de vida; promoção traz desconto de 64% sobre o valor original no Pix com cupom
Sam Altman contesta estimativas sobre impacto ambiental da inteligência artificial (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O CEO da OpenAI, Sam Altman, voltou a rebater críticas sobre o impacto ambiental da inteligência artificial durante um evento na Índia. Em entrevista ao The Indian Express, ele comparou o gasto de energia dos data centers com o que os seres humanos precisam até se desenvolverem totalmente, por volta dos 20 anos.
Altman participou da Cúpula do Impacto da IA e aproveitou o palco para contestar números amplamente compartilhados nas redes, ao mesmo tempo em que reconheceu que o crescimento acelerado desta tecnologia pressiona a demanda global por energia. Para ele, o debate precisa ser mais técnico e menos baseado em comparações simplistas.
Água, energia e números questionados
Segundo Altman, afirmações de que uma única consulta ao ChatGPT consumiria dezenas de litros de água não correspondem à realidade atual. Ele explicou que esse tipo de preocupação fazia mais sentido no passado, quando alguns data centers utilizavam sistemas de resfriamento evaporativo. Hoje, segundo o executivo, esse método deixou de ser padrão na infraestrutura da empresa.
“Agora que não fazemos isso, você vê essas coisas na internet como ‘não use o ChatGPT, são 17 galões de água por consulta’ ou algo assim”, disse. “Isso é completamente falso, totalmente insano, sem nenhuma conexão com a realidade.”
Apesar do tom duro sobre a água, Altman reconheceu que o consumo total de energia é um ponto legítimo de atenção. Com mais empresas e pessoas utilizando IA, a demanda elétrica cresce, o que reforça, em sua visão, a necessidade de acelerar a transição para fontes como nuclear, solar e eólica.
Não existe hoje uma obrigação legal para que empresas de tecnologia divulguem dados detalhados sobre uso de água e energia.
Debate sobre eficiência energética da inteligência artificial cresce (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Faz sentido comparar IA com humanos?
Altman também respondeu a um comentário atribuído a Bill Gates, segundo o qual uma pergunta ao ChatGPT equivaleria a consumir cerca de uma bateria e meia de iPhone. “Não há como chegar nem perto disso”, afirmou.
Ele também criticou o foco excessivo no custo energético de treinar modelos de IA, sem uma comparação justa com o esforço humano. “Mas também é preciso muita energia para treinar um humano”, disse. “São cerca de 20 anos de vida e toda a comida que você consome durante esse período antes de você se tornar inteligente.”
Altman foi além, argumentando que a própria evolução humana, ao longo de bilhões de experiências acumuladas, envolveu um gasto energético imenso. Para ele, a comparação correta é medir quanta energia um sistema já treinado consome para responder a uma pergunta, em relação a um humano fazendo o mesmo. Nesse recorte, acredita que a IA já alcançou eficiência semelhante.
Dados globais mostram que data centers respondem hoje por cerca de 1,5% do consumo mundial de eletricidade, percentual que pode quase dobrar até 2030, segundo a International Energy Agency.
CEO da OpenAI minimiza acusações sobre consumo de água por IA, admite impacto energético global e defende comparação direta entre eficiência de máquinas e humanos.
ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Galaxy Z Fold 7 de 1 TB está em oferta por R$ 10.110 em até 12x sem juros na Amazon, um desconto de 39% sobre o valor de lançamento de R$ 16.599.
O mais recente celular dobrável da Samsung com experiência de tablet se destaca por sua tela flexível de 8 polegadas, além dos 16 GB de RAM e da câmera principal de 200 MP.
Galaxy Z Fold 7 tem tela dobrável de 120 Hz e 16 GB de RAM
Como todo dobrável, o Galaxy Z Fold 7 chama a atenção para sua tela flexível interna, um painel de 8 polegadas LTPO AMOLED Dinâmico 2X com taxa de até 120 Hz e brilho forte de 2.600 nits. Ligeiramente maior que a geração anterior, o display oferece amplo espaço para apps e multitarefa.
A tela externa, por sua vez, é um LPTO AMOLED Dinâmico 2X de 6,5″ com taxa de 120 Hz, que suporta o recurso Always-On para fornecer notificações e também apresenta nítidez e fluidez para ser usada normalmente quando o celular estiver dobrado.
O desempenho interno é amparado pelo chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy de 3 nanômetros, além de uma combinação poderosa de 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento. Esse kit não só dá conta de games pesados e recursos com IA, como entrega amplo espaço interno para guardar vídeos, fotos e arquivos e instalar muitos apps.
Câmera principal do Z Fold 7 tem 200 megapixels (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Na traseira, o Galaxy Z Fold 7 traz as câmeras wide de 200 MP, ultrawide de 12 MP para fotos com grande ângulo de visão, e telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximações com qualidade. As duas câmeras frontais são de 10 MP, mas a interna possui um sensor wide e a externa um ultrawide.
O hardware interno suporta localmente as soluções de Inteligência Artificial da suíte Galaxy AI, o que inclui recursos como criação de emojis a partir de selfies, edição de imagens e vídeos, chatbot, além do Circule para Pesquisar que realiza buscas sobre quaisquer elementos exibidos na tela.
Sobre conectividade, o celular dobrável é compatível com Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para pagamentos por aproximação. A bateria de 4.400 mAh resiste a 24 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C e de 15 W sem fio.
Galaxy Z Fold 7 suporta recursos do Galaxy Ai localmente 6,5 polegadas (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy Z Fold 7 roda Android 16 e receberá sete atualizações do sistema operacional. Ele sai por R$ 10.110 em até 12x sem juros na Amazon, um abatimento de 39% sobre o preço original nessa oferta interessante pelo celular poderoso equipado com bastante memória RAM e espaço interno.
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Galaxy Z Fold 7 de 1 TB conta com tela flexível de 8" e 120 Hz, 16 GB de RAM e câmera de 200 MP; celular dobrável recebe desconto de 39% sobre o preço de lançamento
Galaxy S25 Ultra teve integração com o Gemini como uma de suas principais novidades (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
O Galaxy S26 terá suporte ao agente de IA da Perplexity, integrando-se a apps nativos como Notas, Relógio e Galeria, além de apps de terceiros ainda não revelados.
A ativação do agente da Perplexity ocorrerá por comando de voz “Hey, Plex” ou botão lateral.
A Perplexity também está disponível em TVs Samsung, expandindo o ecossistema de IA da marca.
A Samsung anunciou que a Galaxy AI terá a opção de usar um agente de inteligência artificial da Perplexity. Ele se conectará a alguns apps nativos dos smartphones da marca, como Notas, Relógio, Galeria, Lembretes e Calendário.
“Firmamos o compromisso de construir um ecossistema de IA aberto e inclusivo, que dá aos usuários mais escolhas, flexibilidade e controle para executar tarefas complexas de uma forma rápida e fácil”, diz Won-Joon Choi, COO da Samsung Electronics.
O comunicado da Samsung traz poucas informações. Uma delas é que o agente da Perplexity poderá ser ativado com a frase “Hey, Plex” ou apertando e segurando o botão lateral.
“Hey, Plex” será uma forma de ativar o agente (imagem: divulgação)
Além da integração com os apps nativos da Samsung, haverá conexão com apps de terceiros selecionados — ainda não há mais informações sobre quais serão eles.
Segundo a companhia sul-coreana, o agente da Perplexity “permitirá fluxos de trabalho de múltiplos passos de maneira suave, possibilitando aos usuários navegar de modo contínuo entre tarefas sem ter que lidar com apps de maneira individual”.
Samsung expande possibilidades de IA
O lançamento do Galaxy S25 teve como grande destaque a integração com o Gemini, do Google. Para o S26, a Samsung parece estar apostando em ampliar o número de alternativas.
Na semana passada, a companhia fez outro anúncio envolvendo IA: a Bixby, assistente virtual “caseira” da marca, ganhará um LLM atualizado para permitir conversas mais fluidas e controle sobre diversos recursos. Em 2025, ela praticamente não teve destaque nas apresentações das linhas Galaxy S e Galaxy Z.
A Samsung não está sozinha nesse movimento. A Motorola já oferece suporte ao Gemini, ao Copilot e à Perplexity na Moto AI, e a Apple usará tecnologias do Google como base para a próxima reformulação da Siri.
O Galaxy Tab S10 Lite 5G (128 GB) está à venda por R$ 2.314 no Pix com o cupom MAGALU150 no Magazine Luiza. A oferta concede um desconto de 23% sobre o preço de lançamento de R$ 2.999. O tablet da Samsung é uma opção intermediária que atende a objetivos de estudos, desenhos e trabalho.
Tab S10 Lite possui tela de 90 Hz e conexão 5G
Tablet intermediário da Samsung apresenta resolução de 1.320 x 2.112 pixels (imagem: Divulgação/Samsung)
O dispositivo apresenta tela TFT LCD de 10,9 polegadas, um tamanho que permite campo de visão confortável e que ao mesmo tempo não ocupa muito espaço para carregar na mochila ou bolsa. Além disso, possui taxa de atualização de 90 Hz. A experiência de navegação vai entregar transições suaves de tela e animações gráficas.
O suporte a rede 5G é um diferencial por proporcionar uma internet móvel veloz e autonomia em relação a dependência do Wi-Fi, possibilitando circunstâncias mais favoráveis de uso. A conectividade ainda inclui Bluetooth 5.3 e GPS; por outro lado não conta com NFC.
O Galaxy Tab S10 Lite internamente vem equipado pelo chipset Exynos 1380 com arquitetura de 5 nanômetros e 6 GB de memória RAM. O conjunto vai fornecer um desempenho satisfatório para rodar jogos intermediários e executar aplicativos educacionais ou corporativos.
Galaxy Tab S10 Lite vem com a caneta S Pen (imagem: Divulgação/Samsung)
O tablet da Samsung vem com a caneta S Pen que amplia as possibilidades de uso principalmente com anotações e desenhos. Por sair da caixa com o sistema Android 15, oferece funcionalidades da suíte Galaxy AI, como o Circule para Pesquisar. A Samsung promete fornecer até sete atualizações principais.
A bateria de 8.000 mAh tem capacidade suficiente para entregar autonomia para jornadas de trabalho remoto e estudos. Ainda assim, o carregamento de 25 W completa o ciclo total de carga em mais ou menos duas horas.
O Galaxy Tab S10 Lite 5G de 128 GB em oferta com 23% de desconto no Magazine Luiza possui um slot para cartões micro SDXC para expandir o armazenamento interno. Por fim, traz câmeras traseira de 8 MP e frontal de 5 MP que atendem a demandas de fotos básicas e chamadas de vídeo.
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O Galaxy Tab S11 Wi-Fi de 256 GB está saindo por apenas R$ 4.949 no Pix no Mercado Livre. A oferta representa um desconto de 29% em relação ao preço de lançamento de R$ 6.999. E o tablet da Samsung se destaca como opção para a realização de tarefas como design e edição de imagens.
Galaxy Tab S11 tem tela de 11 polegadas e RAM de 12 GB
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
A tela Dynamic AMOLED 2X de 11 polegadas entrega cores vibrantes e pretos profundos, essenciais para edições precisas. A S Pen inclusa oferece baixíssima latência, simulando o traço natural no design digital. E o conjunto ainda acompanha capa e teclado, transformando o tablet em uma estação de trabalho versátil e potente via Samsung DeX.
Já processador Mediatek Dimensity 9400+ de 3 nanômetros garante agilidade em softwares de edição, manipulando arquivos pesados e múltiplas camadas de design sem atrasos. Aliado aos 12 GB de RAM, o hardware sustenta renderizações rápidas e transições fluidas, oferecendo a potência necessária para profissionais criativos exigentes.
O corpo em alumínio possui apenas 5,5 mm de espessura e pesa 469 gramas, facilitando o transporte diário. E a certificação IP68 assegura resistência contra poeira e imersão em água por 30 minutos, resultando em maior tranquilidade em eventuais acidentes.
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Segundo a Samsung, a bateria de 8.400 mAh, que suporta carregamento rápido de até 45 Watts, oferece até 18 horas de autonomia para reprodução de vídeos, como aulas e conteúdos de streaming. E quatro alto-falantes estéreo fornecem áudio imersivo, embora o aparelho não possua entrada física para fones de 3,5 mm.
Por fim, o tablet é compatível com os recursos de inteligência artificial do Galaxy AI. E conta com câmera traseira de 13 MP que grava vídeos em resolução 4K, enquanto a frontal ultrawide de 12 MP otimiza videochamadas. Lembrando que na oferta do Mercado Livre, o preço do Galaxy Tab S11 cai para R$ 4.949 no Pix.
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Sam Altman questiona o uso da IA como justificativa para demissões (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O CEO da OpenAI, Sam Altman, criticou o “AI washing”, prática em que empresas justificam demissões com o avanço da IA, mesmo que os cortes não sejam diretamente causados por ela.
Estudos mostram impacto limitado da IA no emprego, com 90% dos executivos não percebendo mudanças significativas na produtividade devido à IA.
Dados macroeconômicos até 2025 não indicam mudanças significativas no desemprego ou em ocupações expostas à IA, embora o impacto possa crescer no futuro.
Em meio ao debate global sobre os efeitos reais da inteligência artificial no mercado de trabalho, Sam Altman levantou um alerta: parte das demissões anunciadas por empresas estaria sendo atribuída de forma exagerada — ou enganosa — ao avanço da tecnologia. O CEO da OpenAI chamou a prática de “AI washing”, uma espécie de maquiagem discursiva para decisões que já seriam tomadas por outros motivos.
A declaração foi feita a um canal de TV nesta quinta-feira (19), durante a Cúpula do Impacto da IA, realizada na Índia. Segundo Altman, embora a IA já provoque substituição real de algumas funções, nem todo corte de vagas pode ser creditado diretamente a ela, como muitas companhias têm sugerido em comunicados recentes.
O que é “AI washing” nas demissões?
Altman explicou que não é possível medir exatamente a dimensão do fenômeno, mas deixou claro que há uma diferença entre impactos concretos da IA e o uso do discurso tecnológico como bode expiatório. “Não sei qual é a porcentagem exata, mas existe um certo ‘AI washing’, em que as pessoas culpam a IA por demissões que elas mesmas fariam, e existe também um deslocamento real de diferentes tipos de empregos pela IA”, afirmou.
Estudos recentes ajudam a ilustrar essa ambiguidade. Uma pesquisa publicada pelo National Bureau of Economic Research mostrou que quase 90% de executivos de alto escalão nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha e Austrália disseram não ter visto mudanças relevantes no nível de produtividade atribuíveis à IA nos três anos seguintes ao lançamento do ChatGPT.
Por outro lado, o discurso de líderes do setor costuma ser mais alarmista. Dario Amodei, da Anthropic, já falou em um possível “banho de sangue” no trabalho de escritório, enquanto Sebastian Siemiatkowski afirmou que a Klarna pode reduzir um terço de seu quadro de funcionários até 2030, em parte por causa da aceleração da IA.
O Fórum Econômico Mundial estima que cerca de 40% dos empregadores esperam reduzir equipes no futuro com base nesse mesmo argumento.
Efeitos da IA sobre o trabalho seguem em debate (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A IA já está afetando o emprego?
Apesar das previsões, dados macroeconômicos ainda não mostram uma ruptura clara. Um relatório do Yale Budget Lab, baseado em estatísticas oficiais dos EUA até novembro de 2025, não identificou diferenças significativas no desemprego ou na composição das ocupações mais expostas à IA.
Altman reconhece que o impacto tende a crescer, mas não de forma imediata. “Encontraremos novos tipos de trabalho, como em toda revolução tecnológica”, disse.
O Galaxy A36 de 128 GB está em oferta por R$ 1.347 no Pix com cupom CUPOMPRAVC no Mercado Livre, um desconto de 50% de desconto sobre o preço de lançamento de R$ 2.699.
O celular intermediário da Samsung conta com processador Snapdragon, tela Super AMOLED de 120 Hz e suporte à suíte Galaxy AI.
Galaxy A36 traz chip Snapdragon e tela Super AMOLED
O Galaxy A36 vem equipado com o processador Qualcomm Snapdragon 6 Gen 3 de 4 nanômetros e 6 GB de RAM, que juntos entregam desempenho adequado em multitarefa, consumo de conteúdo e execução de apps e games. Os 128 GB de armazenamento permitem guardar arquivos, fotos e vídeos.
O painel frontal Super AMOLED de 120 Hz conta com resolução Full HD+ e brilho de até 1.900 nits, proporcionando uma experiência de uso fluida e com cores vibrantes. O revestimento frontal e traseiro pelo vidro Gorilla Glass Victus+ protege o celular contra riscos e arranhões.
Ainda sobre a segurança, o corpo de plástico possui certificação IP67 que confere resistência contra poeira e mergulhos de até 1 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Câmeras do Galaxy A36 incluem wide de 50 MP e ultrawide de 8 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O conjunto principal de câmeras do Galaxy A36 é formado por uma wide de 50 MP, uma ultrawide de 8 MP, voltada à captura de áreas com um grande campo de visão, e uma macro de 5 MP para aproximações de elementos muito pequenos. Já a câmera frontal possui 12 MP. E todas gravam vídeos em 4K a 30 fps.
O hardware interno do celular custo-benefício traz suporte às soluções da suíte Galaxy AI, que inclui ferramentas para edição de vídeos e imagens, além de filtros exclusivos. Mas um dos maiores destaques é o recurso Circule para Pesquisar, que faz buscas de qualquer conteúdo na tela (seja imagem, vídeo ou texto).
Sobre conectividade, o smartphone oferece suporte a 5G, Wi-Fi 6 e NFC para pagamentos por aproximação. Sua bateria de 5.000 mAh resiste a até 29 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, e é compatível com carregamento rápido de 45 W.
Galaxy A36 conta com recursos de IA da suíte Galaxy AI (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy A36 (128 GB) recebe o Android 16 ao sair da caixa e é elegível a mais cinco atualizações do sistema operacional. O celular intermediário da Samsung sai por R$ 1.347 no Pix com cupom CUPOMPRAVC no Mercado Livre, um abatimento de 50% sobre o valor original.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Galaxy A36 5G de 128 GB conta com chip Snapdragon, câmera de 50 MP e tela de 120 Hz; celular custo-benefício da Samsung sai pela metade do preço original no Pix com cupom
Google acelera atualizações para não perder espaço (imagem: reprodução/Google)Resumo
O Google anunciou nesta quinta-feira (19) três novos recursos de produtividade para o Chrome: o modo de visualização dividida (Split View), ferramentas de anotação em documentos PDF e a função “Salvar no Google Drive”.
As atualizações chegam em um momento de transformação no mercado. Com o avanço de startups de IA que propõem navegadores agentes, a gigante de Mountain View quer evitar que o usuário precise alternar entre abas ou baixar arquivos para realizar tarefas simples.
As novidades detalhadas no blog oficial do Google focam em integrar o Chrome mais profundamente ao ecossistema do Google Workspace, respondendo ao crescimento de alternativas como o Arc e o Atlas, da OpenAI.
Multitarefa e edição de documentos na mesma aba
O recurso de Split View (visualização dividida) permite que o usuário coloque duas páginas lado a lado em uma única guia. De acordo com Alex Tsu, gerente de produto do Chrome, a funcionalidade foi desenhada para facilitar a comparação de dados, a redação de textos com base em referências externas ou até o acompanhamento de vídeos enquanto se faz anotações.
Para ativar o modo, basta arrastar uma aba para a extremidade esquerda ou direita da janela ou clicar com o botão direito em um link e selecionar a opção “Abrir link na visualização dividida”.
Chrome permite colocar duas abas lado a lado (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
O Chrome também reforçou seu visualizador de PDF. Agora, o browser conta com um editor nativo que permite destacar trechos de texto e adicionar notas. Na prática, isso elimina a necessidade de baixar o arquivo para abri-lo em softwares de terceiros apenas para preencher um formulário ou assinatura digital.
Para fechar o trio de novas funções, o Google introduziu a opção “Salvar no Google Drive”. A ferramenta permite que documentos e PDFs sejam enviados diretamente para a nuvem. Ao selecionar essa opção, o Chrome organiza os arquivos em uma pasta chamada “Salvo do Chrome” no Drive do usuário. A medida visa acabar com o acúmulo de arquivos na pasta de downloads local e facilitar o acesso aos documentos em outros dispositivos.
Por que o Google está acelerando o desenvolvimento do Chrome?
O lançamento dessas funcionalidades é uma resposta ao novo cenário da “guerra de navegadores”. Embora o Chrome ainda detenha a maior fatia global — posição monitorada pelo Statcounter —, o surgimento de navegadores baseados em IA pode mudar as expectativas dos usuários.
Desde meados de 2025, o mercado de navegadores passou a focar em “agentes”. Em junho de 2025, a The Browser Company lançou o Dia, um navegador “AI-first”. Em seguida, a Perplexity apresentou o Comet, e em outubro, a OpenAI lançou o Atlas, seu próprio navegador alimentado pelo ChatGPT. Esses concorrentes introduziram conceitos como abas verticais e assistentes que executam tarefas complexas de forma autônoma.
Para evitar a migração de sua base de usuários, o Google iniciou uma corrida de desenvolvimento. No mês passado, a empresa já havia expandido as capacidades do Gemini. A empresa também confirmou que o suporte para abas verticais está a caminho. Atualmente, a função já pode ser testada por usuários entusiastas através de flags experimentais no código do navegador.
Gates manteve visitas privadas a projetos de saúde e agricultura na Índia (imagem: OnInnovation/Flickr)Resumo
Nesta quinta-feira (19), a Cúpula de Impacto da IA (AI Impact Summit), realizada em Déli, na Índia, teve um início conturbado. O cofundador da Microsoft, Bill Gates, cancelou sua palestra horas antes de subir ao palco. A desistência ocorre em momento de pressão após a divulgação de novos documentos que detalham sua relação com Jeffrey Epstein.
O evento, que visa consolidar a Índia como um polo tecnológico global e atrair investimentos, conta com a presença de líderes de mais de 100 países, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, o presidente francês Emmanuel Macron e grandes nomes do Vale do Silício, como Sam Altman e Sundar Pichai.
Por que Bill Gates desistiu de discursar?
A ausência de Gates foi divulgada pela Fundação Gates de última hora. Conforme informações da BBC News, a organização afirmou que a decisão foi tomada após “cuidadosa consideração” para garantir que o foco da cúpula permanecesse em suas prioridades centrais: saúde e desenvolvimento tecnológico.
Nos bastidores, a “distração” mencionada pela fundação tem nome: Jeffrey Epstein. Em janeiro de 2026, novos arquivos divulgados pela justiça americana trouxeram detalhes inéditos sobre o convívio de Gates com Epstein, condenado por crimes sexuais. Segundo o The Guardian, embora Gates não tenha sido acusado de crimes, a reaparição do tema intensificou o burburinho público.
Até Melinda Gates, em entrevistas citadas pelo jornal, comentou que as perguntas sobre esses laços devem ser respondidas pelo ex-marido, aumentando a pressão sobre o bilionário. Para evitar um vazio na programação, Ankur Vora, presidente dos escritórios da fundação na África e na Índia, assumiu o lugar de Gates no palco. O cofundador da Microsoft permanece na Índia, mas em agendas privadas.
Bill Gates cancelou palestra principal após novas pressões sobre o caso Epstein (imagem: Red Maxwell/Flickr)
“Climão” entre CEOs
No setor corporativo, o clima foi de tensão. Um registro em vídeo que circula nas redes sociais capturou o momento em que Dario Amodei (CEO da Anthropic) e Sam Altman (CEO da OpenAI) evitaram um aperto de mãos diante do público.
O episódio reflete a guerra fria comercial entre as empresas. A Anthropic, fundada por ex-funcionários da OpenAI, posiciona-se como uma alternativa mais focada em segurança e ética, enquanto a OpenAI busca a liderança do mercado.
Em seu discurso, Altman defendeu que o mundo precisa de regulação “com urgência”, afirmando que a centralização da IA nas mãos de poucos poderia levar à “ruína”. Já Amodei ressaltou que a Anthropic está disposta a trabalhar com governos para realizar testes rigorosos de segurança em modelos de larga escala.
Lula e investimentos bilionários
Presidente Lula e o Primeiro Ministro da Índia, Narendra Modi durante a Cúpula de Impacto da IA (AI Impact Summit) (foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)
O presidente Lula utilizou o palco para defender que a IA deve ser uma ferramenta de inclusão e não um mecanismo para aprofundar desigualdades globais. Essa visão foi compartilhada por Narendra Modi, que ressaltou a importância de o Sul Global não ser apenas “matéria-prima” para algoritmos estrangeiros.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que o futuro da IA não pode ser deixado aos “caprichos de alguns bilionários” e propôs a criação de um fundo global de US$ 3 bilhões para garantir o acesso aberto à tecnologia para países em desenvolvimento.
A cúpula também serviu para anúncios financeiros. O bilionário Mukesh Ambani prometeu investir US$ 110 bilhões nos próximos sete anos para fortalecer o ecossistema tecnológico indiano. Já o CEO do Google, Sundar Pichai, anunciou a criação de um centro de IA no país para gerar empregos e infraestrutura de ponta.
A expectativa é que, até o final da semana, os líderes assinem um tratado de cooperação técnica para estabelecer padrões mínimos de segurança e governança ética.
Presidente Lula e o Primeiro Ministro da Índia, Narendra Modi durante a Cúpula de Impacto da IA (AI Impact Summit) (foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República)