Domínguez admite erros do Atlético-MG no segundo tempo após derrota para o Santos


Os dispositivos vestíveis evoluíram rapidamente e hoje disputam espaço central na rotina de quem busca monitorar saúde e desempenho.
Para entender qual deles entrega os dados mais confiáveis, uma jornalista testou simultaneamente quatro tecnologias: Apple Watch, Oura Ring, Fitbit Air e Whoop MG. O foco foi comparar precisão, especialmente no sono e na frequência cardíaca.
O experimento durou três semanas, com todos os dispositivos usados ao mesmo tempo. Para ampliar a precisão da análise, a experiência também incluiu uma noite em um laboratório de sono na Universidade de Stanford, referência em estudos clínicos do tema, de acordo com o The Wall Street Journal.
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No sono, o Apple Watch apresentou os resultados mais próximos do exame clínico, com diferença mínima na duração total e melhor alinhamento nos estágios do sono.
O Fitbit Air veio logo depois, seguido pelo Oura Ring. O Whoop MG apresentou inconsistências iniciais na leitura, embora a empresa afirme que estudos clínicos validem seus algoritmos
Mesmo assim, todos os dispositivos enfrentaram o mesmo desafio: superestimar o sono profundo, um dos estágios mais difíceis de medir sem equipamentos hospitalares. Isso mostra que, apesar dos avanços em inteligência artificial, ainda existem limitações importantes na leitura do sono.
Na frequência cardíaca, os resultados foram mais equilibrados. Em treinos controlados, todos os dispositivos ficaram muito próximos de uma cinta peitoral.
Porém, em atividades com mais movimento, o Apple Watch manteve maior consistência, enquanto Fitbit e Oura variaram mais. O Whoop teve melhor desempenho quando usado no braço, em posição mais estável.
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Além da precisão, a forma como cada dispositivo apresenta os dados também influencia a experiência. O Apple aposta na simplicidade, o Fitbit em recomendações guiadas, o Whoop em análises profundas e o Oura em sinais de recuperação mais sutis.
Outro ponto importante é o modelo de negócio. Whoop e Oura exigem assinatura para liberar dados completos, enquanto Apple Watch e Fitbit oferecem uso mais amplo sem obrigatoriedade de pagamento recorrente.
Não há um único vencedor na forma de medir a saúde. O Apple Watch se destaca pela consistência geral, o Whoop pela profundidade, o Oura pela sensibilidade e o Fitbit pelo equilíbrio.
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A confusão envolvendo o influenciador Ben Mendes, pré-candidato ao governo de Minas Gerais pelo partido Missão, em uma loja de Betim, na Grande BH, levantou questões sérias sobre a postura do político. Não é a primeira vez que ele se mete em confusão.
Desta vez, o incidente, ocorrido na última sexta-feira (13), terminou em agressões, sendo registrado por câmeras de segurança. Imagens mostram Mendes agredindo fisicamente uma gerente de 52 anos após um desentendimento sobre a retirada de mercadorias. Ele alegou que só estava se defendendo, mas a violência que se seguiu ao episódio mostra exatamente o contrário.
Segundo a versão da Polícia Militar, a confusão teve início após um funcionário de Mendes não conseguir retirar um produto na loja sem apresentar a guia de compra.
Quando o influenciador entrou para resolver a situação, o que se seguiu foi um ambiente marcado por troca de agressões físicas e verbais. Mendes tentou, no relato à PM, se apresentar como vítima, mas as testemunhas, incluindo funcionários da loja, confirmaram que ele também foi responsável pelos empurrões, tapas e até pela destruição de um celular.
Vídeo completo pic.twitter.com/s6VgvpEFBM
— Charlie Borges ⬛️⬜️🟨 (@charlie_boy406) March 14, 2026
Tudo isso protagonizado por um pré-candidato ao governo e que ainda tentou minimizar a gravidade dos fatos. Em outro episódio, o influenciador agrediu um motociclista em Betim.
A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar os acontecimentos, e as partes envolvidas foram ouvidas na delegacia. Mendes piorou tudo ao se recusar a assinar o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Um fanfarrão agressor de mulheres que devia era ir para a cadeia.

Seis pessoas morreram em um acidente com uma lancha no Rio Grande, na divisa entre Rifaina (SP) e Sacramento (MG), na noite de sábado (21). Entre as vítimas estão uma mãe e o filho de 4 anos, além de outras três mulheres e um homem. Outras nove pessoas sobreviveram.
Segundo o Corpo de Bombeiros, 15 ocupantes saíram de um bar flutuante e seguiam em direção a uma casa às margens do rio quando a embarcação colidiu contra um píer. Testemunhas relataram que a estrutura não tinha sinalização nem iluminação no momento da batida.
Com o impacto, parte dos passageiros foi arremessada e a lancha acabou virando na água. Ainda não há confirmação oficial se as mortes ocorreram por afogamento ou em decorrência de ferimentos causados pela colisão. Três vítimas usavam colete salva-vidas.
O piloto da embarcação, Wesley Carlos da Silva, de 45 anos, está entre os mortos. De acordo com os bombeiros, ele não possuía arrais, habilitação exigida pela Marinha para condução de embarcações desse porte.

Também morreram Juliana Fernanda de Oliveira Silva Ferreira, de 40 anos; Viviane Aredes, de 36 anos; o filho dela, Bento Aredes, de 4 anos; Erica Fernanda Lima; e Marina Matias Rodrigues, de 22 anos. Todas as vítimas moravam em Franca (SP).
Viviane Aredes era irmã da primeira-dama de Patrocínio Paulista (SP) e completaria 36 anos neste domingo (22). Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Araxá (MG).
Três sobreviventes foram levados a uma unidade de saúde em Rifaina com ferimentos leves e receberam alta após atendimento. Equipes dos bombeiros de Sacramento e Uberaba participaram do resgate.
As circunstâncias do acidente seguem sob apuração. Autoridades devem analisar as condições da embarcação, do píer e a eventual responsabilidade pela ausência de sinalização no local da colisão. Veja o vídeo do resgate: